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A ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR (ÁREA DE PEDIATRIA)

A questão faz parte da tematica da alimentação infantil, e, como trata-se do termo "complementar", é obvio que estamos falando de uma alimentação que "completa" alguma coisa. Essa "coisa" refere-se á alimentação natural, precisamente, ao leite natural. Ou, no pior caso, á formula infantil de substituição...

Então, como pediatras, sabemos que o leite é - com algumas exceções - sacro e santo. Nos somos amigos do peito. Não podemos permitir a migração para a alimentação artificial, a não ser que é justificado mesmo. E, antes de 6 meses, nada de outros alimentos além de peito e, em casos fortuitos - formulas.

A conclusão é simples - falando de "alimentação complementar" pensamos imediatamente em "acíma de 6 meses".

A alimentação durante o primeiro ano de vida é de grande importância devido ao crescimento e ao desenvolvimento acelerados que aumentam as necessidades nutricionais nessa fase.

OBJETIVA: (900876 votos)..........94.95% das questões objetivas receberam votos.
Paciente F, 70 anos, e internada com choque séptico. A primeira medida terapêutica neste caso e:
A. Correção de hipotensão com aminas vasoativas
B. Correção da volemia
C. Monitorização hemodinâmica
D. Uso de antimicrobianos de amplo espectro
E. Reposição de bicarbonato

  RATING: 3.25

Paciente F, 70 anos, e internada com choque séptico. A primeira medida terapêutica neste caso e:

A. Correção de hipotensão com aminas vasoativas
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Correção da volemia
CORRETO : Em um quadro de choque séptico, as alterações circulatórias causadas pela inflamação sistêmica (depleção do volume intravascular, vasodilatação periférica, depressão miocárdica e aumento do metabolismo) levam a uma desregulação entre a distribuição sistêmica de oxigênio e a demanda de oxigênio, resultando em hipóxia tissular global e choque. A hipóxia tissular global e fundamental na instalação de falência de múltiplos órgãos e sistemas e nos processes que culminarão na evolução para o óbito. O reconhecimento precoce deste quadro e a instituição de medidas que possam reverter tal situação são de fundamental importância. A correção da volemia e a principal destas medidas, pois reestabelece o volume intravascular e aumenta a oferta de oxigênio para os tecidos, atuando na correção tanto da pré-carga coma da pós-carga.
C. Monitorização hemodinâmica
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Uso de antimicrobianos de amplo espectro
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Reposição de bicarbonato
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.25)

DISCURSIVA: (165004 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Justifique o uso ou não de diurético de alça {furosemida), com base nos mecanismos fisiopatológicos da formação do edema (alteração de pressão hidrostática e pressão oncótica), nas seguintes situações clínicas:
a) Síndrome nefrítica................0,25 pontos
b) Síndrome nefrótica..............0,25 pontos




RATING: 3.24

Justifique o uso ou não de diurético de alça {furosemida), com base nos mecanismos fisiopatológicos da formação do edema (alteração de pressão hidrostática e pressão oncótica), nas seguintes situações clínicas:
a) Síndrome nefrítica................0,25 pontos
b) Síndrome nefrótica..............0,25 pontos


a) Síndrome nefrítica:

  • Inflamação glomerular aguda levando a redução do FG, oligúria e retenção de sódio. (0.050)
  • Aumento da pressão hidrostática capilar devido à expansão do volume extracelular. (0.075)
  • Pressão oncótica plasmática preservada. (0.025)
  • Uso de furosemida justificado para promover natriurese, reduzir volume e corrigir hipertensão hidrostática. (0.100)

b) Síndrome nefrótica:

  • Proteinúria maciça (>3,5g/dia) com hipoalbuminemia. (0.050)
  • Redução da pressão oncótica plasmática levando a extravasamento de fluido para o interstício. (0.075)
  • Retenção secundária de sódio via ativação do SRAA, agravando pressão hidrostática. (0.050)
  • Uso de furosemida indicado, mas com possível resistência devido à hipoalbuminemia; associar albumina ou outros diuréticos para otimizar resposta. (0.075)


Em discussão resumida, na síndrome nefrítica o edema é primariamente hidrostático por sobrecarga volêmica, respondendo bem à furosemida isolada, enquanto na nefrótica predomina o oncótico com componente hidrostático secundário, demandando abordagem multifatorial para diurese eficaz, conforme evidências recentes de manejo otimizado.


FONTE:

PLATAFORMA MISODOR -  A SINDROME NEFRITICA EM PEDIATRIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.24)

CASO CLINICO: (191248 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente de 3 anos, portador de asma, está em atendimento na sala de emergência por crise asmática grave, mantendo o acesso venoso calibroso e com bom funcionamento, oxigenação com máscara de Venturi, monitorização cardíaca e saturometria (FC = 150 bpm e saturação de oxigênio = 95%). Durante a inalação com fenoterol, evolui abruptamente com irritabilidade, desconforto torácico, sudorese fria e FC = 220 bpm. O monitor cardíaco e a eletrocardiografia mostram o seguinte traçado:

Questiona-se:
1) Qual o diagnostico do traçado ECG acíma? (0,25 p)
2) Qual é o tratamento adequado?


RATING: 3.03

1) Qual o diagnostico do traçado ECG acíma? (0,25 p)
A criança desenvolveu taquicardia sinusal, provavelmente por excesso ou dose alta de beta-miméticos inalatórios.
2) Qual é o tratamento adequado? (0,25 p)
Neste caso pe indicada adenosina, 1 ampola em 'bolus' IV. A aplicação pode ser repetida com intervalo de 1 à 2 minutos.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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