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RATING: 3.07 ![]()
Um casal utiliza o ”planejamento familiar natural” (tabelinha) para contracepção. A figura abaixo mostra o gráfico da temperatura basal feito pelo casal no mês anterior.

A. ponto A
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. ponto B
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. ponto C
CORRETO : Uma leve oscilação da temperatura basal (TB) está correlacionada ± 1 dia ao aumento repentino de LH. Como este aumento de LH precede a ovulação em 1 dia, o ponto C é provavelmente a melhor estimativa do dia da ovulação. O aumento da temperatura após a ovulação ( devido à produção de progesterona pelo corpo lúteo) é um indicativo mais confiável de ovulação. As temperaturas aumentadas nos dias C e D e a temperatura aumentada mantida no dia E apóiam a estimativa da ovulação no dia C.
D. ponto D
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. ponto E
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: C
Discuta as lesões pré-malignas do epitélio vesical, a classificação das neoplasias uroteliais papilares malignas e o estadiamento TNM do câncer de bexiga urinária.
RATING: 3.2 ![]()
Discuta as lesões pré-malignas do epitélio vesical, a classificação das neoplasias uroteliais papilares malignas e o estadiamento TNM do câncer de bexiga urinária.
1. Sequência evolutiva das lesões pré-malignas e características da displasia urotelial
2. Diferenças entre NUBPM, carcinoma de baixo grau e carcinoma papilar de alto grau
3. Classificação TNM – ênfase nos estágios T
4. Principais métodos diagnósticos de imagem e papel da cistoscopia
FONTE:
CÂNCER DE VESICA URINARIA (PLATAFORMA MISODOR)
Paciente do sexo feminino, 68 anos, natural e procedente de região de baixa iodação do interior de São Paulo, hipertensa controlada, sem história de tireoidopatia prévia. Há cerca de 12 anos notou aumento progressivo e assimétrico do volume cervical anterior, inicialmente indoloro. Nos últimos 18 meses evoluiu com disfagia intermitente a sólidos, dispneia aos esforços e sensação de “aperto” cervical, especialmente em decúbito dorsal. Nega tremores, palpitações, intolerância ao calor, perda ponderal ou diarreia. Ao exame físico: tireoide difusamente aumentada, irregular, multinodular, de consistência fibroelástica, móvel à deglutição, sem frêmito ou sopro, sem linfonodomegalias cervicais. Exame oftalmológico sem sinais de oftalmopatia. TSH 1,8 mUI/L (VR 0,4–4,0), T4 livre 1,1 ng/dL (VR 0,8–1,8), anticorpos anti-TPO e anti-Tg negativos. Ultrassonografia cervical: glândula de volume 78 mL, múltiplos nódulos isoeocoicos e hipoecoicos bilaterais, o maior de 3,2 cm no lobo direito, com calcificações grosseiras e vascularização periférica.
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