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PATOLOGIA DO RECEM-NASCIDO (ÁREA DE PEDIATRIA)

A patologia do recém-nascido é um campo da medicina que se dedica a estudar e tratar as doenças e condições médicas que afetam os bebês desde o momento do nascimento até os primeiros 28 dias de vida. Esses problemas podem ser causados por uma variedade de fatores, incluindo genética, condições pré-existentes da mãe, complicações durante o parto ou infecções adquiridas após o nascimento. aborda questões como doenças cardíacas congênitas, infecções neonatais, icterícia neonatal, problemas de alimentação, distúrbios metabólicos, malformações congênitas, entre outras. Cada uma dessas condições requer uma abordagem específica de diagnóstico e tratamento, levando em consideração a idade gestacional do bebê, seu peso, histórico médico da mãe e outros fatores.
 

OBJETIVA: (1023117 votos)..........97.06% das questões objetivas receberam votos.
Paciente masculino de 62 anos, hipertenso, diabético, tabagista e obeso, dá entrada no pronto socorro com quadro de há cerca de 3 h de dor retroesternal opressiva de forte intensidade, irradiando para a mandíbula e membro superior esquerdo, associada a náuseas, vômitos e sudorese fria. Ao exame, PA = 150 x 90 mmHg, FC = 110 bpm, eupnêico, RCR B4, sem sopros, restante do exame normal. ECG: bloqueio de ramo esquerdo de terceiro grau (sem ECG prévio para comparação). Nega qualquer outra patologia prévia, além das citadas acima. Além do MONAB (morfina, oxigênio, nitrato, AAS e beta-bloqueador), está indicado para este paciente:
A. Trombolítico venoso
B. Heparina venosa plena
C. Inibidor da glicoproteína IIb-IIIa
D. Balão intra-aórtico de contrapulsação
E. Antagonista do cálcio

  RATING: 2.88

Paciente masculino de 62 anos, hipertenso, diabético, tabagista e obeso, dá entrada no pronto socorro com quadro de há cerca de 3 h de dor retroesternal opressiva de forte intensidade, irradiando para a mandíbula e membro superior esquerdo, associada a náuseas, vômitos e sudorese fria. Ao exame, PA = 150 x 90 mmHg, FC = 110 bpm, eupnêico, RCR B4, sem sopros, restante do exame normal. ECG: bloqueio de ramo esquerdo de terceiro grau (sem ECG prévio para comparação). Nega qualquer outra patologia prévia, além das citadas acima. Além do MONAB (morfina, oxigênio, nitrato, AAS e beta-bloqueador), está indicado para este paciente:

A. Trombolítico venoso
CORRETO: Um padrão de BRE completo no ECG em um paciente com um quadro clínico típico traz em mente o diagnóstico de um infarto agudo do miocárdio por oclusão trombótica coronariana. Seria um equivalente do Iam com supradesnível de ST e, portanto, exige o mesmo tipo de tratamento, incluindo a estratégia de reperfusão miocárdica (trombolíticos venosos ou angioplastia primária). Lembre-se que a terapia de reperfusão miocárdica só está indicada nesses pacientes se o delta-T (intervalo do início da dor até a chegada ao hospital) for inferior a 12 h.
B. Heparina venosa plena
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Inibidor da glicoproteína IIb-IIIa
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Balão intra-aórtico de contrapulsação
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Antagonista do cálcio
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (177596 votos) ..........98.78% das questões discursivas receberam votos.
Sobre o diabetes mellitus tipo I respondam ás seguintes perguntas:

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus? 0,2 p.
2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva? 0,2 p. 
3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus? 0,1 p


RATING: 2.52

Sobre o diabetes mellitus tipo I respondam ás seguintes perguntas:

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus? 0,2 p.
2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva? 0,2 p. 
3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus? 0,1 p

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus?

Primeiro, teremos uma HIPERGLICEMIA DE JEJUM 0,05 p

Segundo, teremos uma HIPERGLICEMIA PÓS-PRANDIAL 0,05 p

Terceiro, vamos ter altas concentrações de ACIDOS GRAXOS LIVRES 0,05 p

Quarto, aparece HIPERAMINOACIDEMIA. 0,05 p

2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva?

Então, a insulinoterapia intensiva é UM PRINCIPIO, indicado para se obter o controle glicêmico necessário para se evitar as microangiopatias: 0,05 p

  • glicemias de jejum e pré-prandial: 70-120 mg/dL, 0,05 p
  • glicemias pós-prandiais: <180 mg/dL, 0,05 p
  • HbA1C <7,0%. 0,05 p

3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus?

Podermos considerar o diabetes como causado por um triangulo formado de fatores GENETICOS, AMBIENTAIS E AUTOIMUNES. 0,1 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.52)

CASO CLINICO: (207003 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 32 anos, refere fadiga crônica e palidez desde a adolescência. Antecedente de anemia microcítica diagnosticada na adolescência, tratada com sulfato ferroso oral sem resposta e com piora progressiva da sobrecarga de ferro. Hemograma atual: Hb 7,8 g/dL, VCM 62 fL (microcitose), RDW elevado, esfregaço periférico com dimorfismo eritrocitário (predomínio de hemácias hipocrômicas microcíticas + população normocítica/macrocítica) e corpúsculos de Pappenheimer. Ferro sérico 220 µg/dL, saturação de transferrina 70%, ferritina sérica 1200 ng/mL, TIBC normal. Exame físico: hepatoesplenomegalia leve. História familiar positiva para anemia em tio materno e irmão.

Questões

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável? (0,2 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,1 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (0,1 pontos)
IV. Qual o tratamento indicado? (0,1 pontos)





RATING: 2.86

I. Suspeita diagnóstica
A suspeita é de anemia sideroblástica hereditária (forma ligada ao cromossomo X).
  • Caracterizada por anemia + presença de sideroblastos em anel + aumento do estoque de ferro na medula óssea (0,05 p)
  • Coexistência paradoxal de hipocromia/microcitose com ferro sérico alto (>150 µg/dL), saturação de transferrina elevada (30-80%) e ferritina elevada (>100-200 ng/mL) (0,05 p)
  • Dimorfismo eritrocitário no esfregaço periférico (micrócitos predominantes na forma hereditária) com RDW aumentado (0,05 p)
  • Mais comum em homens, com hepatoesplenomegalia por hemocromatose eritropoiética e história familiar sugestiva de herança ligada ao X (0,05 p)

II. Possível causa da doença diagnosticada

  • No tipo hereditário ligado ao cromossomo X, mutação na primeira enzima da síntese porfirínica – ALA-sintase mitocondrial (0,05 p)
  • A enzima catalisa a reação limitante (síntese de ALA a partir de glicina e succinil-CoA) e tem como principal cofator a vitamina B6 (piridoxal 5-fosfato) (0,03 p)
  • O mutante ALA-sintase só funciona quando altas doses suprafisiológicas de vitamina B6 são oferecidas (0,02 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico

  • Aspirado de medula óssea (mielograma) é a única forma de confirmação (0,05 p)
  • Encontro de mais de 15% de eritroblastos do tipo sideroblastos em anel (0,05 p)

IV. Tratamento

  • Na forma hereditária ligada ao X, reposição de doses suprafisiológicas de piridoxina (vitamina B6) 50-100 mg/dia, com correção da anemia em 40-60% dos casos (0,05 p)
  • Duas preocupações principais: correção da anemia + correção/prevenção da hemocromatose eritropoiética (0,02 p)
  • Acompanhar ferritina sérica; se >500 ng/mL, flebotomia repetida quando anemia leve (Hb ≈9 g/dL) ou quelante desferoxamina 40 mg/kg/dia via SC em infusão contínua nos casos moderados/graves (0,03 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.86)




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