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A clinica da síndrome de desconforto respiratório do recém-nascido consta em:
A. Síndrome de dificuldade respiratória moderada a grave associada a cianose central, desde nascimento ou primeiras horas de vida, com agravamento além das 6 horas e, nos casos não complicados, com melhoria a partir do 3º-4º dias.
CORRETO: Essa síndrome é uma dificuldade respiratória de grau variável resultante do colapso alveolar por défice de
surfatante pulmonar, associada, na sua grande maioria, a um shunt intrapulmonar (shunt direito-esquerdo), por aumento da resistência vascular pulmonar; A nomenclatura de SDR tipo I é mais apropriada do que a de doença das membranas hialinas, uma vez que a presença das membranas hialinas nas vias aéreas terminais é somente um diagnóstico histológico, que reflete a perda da integridade epitelio-endotelial que surge em qualquer lesão pulmonar aguda, independentemente da sua etiologia. No entanto, na prática clínica continua a utilizar-se o termo doença das membranas hialinas.
B. Síndrome de colapso das vias aéreas superiores associado a intensa dispnéia, com cianose ou não
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Incapacidade do sistema respiratório em manter a oxigenação e/ou ventilação ocasionando falha no suprimento das demandas metabólicas do organismo.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Ventilação colateral (canais de Lambert e Poros de Kohn) pobremente desenvolvidos, favorecendo a formação de atelectasias
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Pulmões com menos elastina nas crianças pequenas, ocasionando diminuição na propriedade de recolhimento elástico, com consequente diminuição na complacência pulmonar
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: A
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Tipos de fissuras esternais:
ECTOPIA CORDIS CERVICAL
Os defeitos esternais superiores (ectopia corais cervical) estão associados a um defeito amplo que se estende até a quarta cartilagem costal em uma aparência em U ou em V. O reparo envolve a união das bandas esternais na linha média após a realização de condrotomias oblíquas para proporcionar uma cobertura protetora ao coração e aos grandes vasos.
Em casos graves, é necessária a reconstrução do defeito com material prostético (p. ex., tela de Marlex) para evitar uma compressão excessiva do coração, o que levaria a uma bradi-cardia, ou hipotensão. (0,2 p)
ECTOPIA CORDIS TORÁCICA
As fissuras completas (ectopia corais torácica) são mais extensas e frequentemente associadas a um defeito diafragmático anterior em forma crescêntica e diásta-se dos retos, o que resulta em uma comunicação livre entre as cavidades peritoneais e pericárdicas. (0,1 p)
ECTOPIA CORDIS TORACOABDOMINAL
As fissuras esternais distais (ectopia corais toracoabdominal) são os defeitos mais extensos e estão associados à pentalogia de Cantrell. Este grupo de anomalias é caracterizado por fissura distai no esterno, onfalocele, fenda diafragmática, defeito pericárdico e doença cardíaca congénita (comunicação interventricular, tetralogia de Fallot) (0,1 p)
ESTERNO BÍFIDO
O esterno bífido é a anomalia menos grave do esterno e pode estar associada a hemangiomas faciais. (0,1 p)
FONTE:
1) Enumeram as causas prováveis da hematêmese.
CAUSAS DE HEMATÊMESE
2) Quais são os exames de laboratório que você vai pedir?
EXAMES NECESSÁRIOS:
3) Qual é a principal hipótese diagnóstica e porque?
Forte suspeita diagnóstica: Hipertensão portal (0,0185 p) por Esquistossomiase mansonica (0,0185 p) :
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