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ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Os acidentes com animais peçonhentos são bastante frequentes no Brasil. Anualmente, dezenas de milhares de pessoas são picadas por cobras, escorpiões, aranhas ou outros animais peçonhentos, o que pode ser fatal em alguns casos. Felizmente, existem serviços de emergência especializados para lidar com este tipo de situações, que podem desde a administração de soro antiofídico ao tratamento de ferimentos. Por isso, é importante sempre procurar assistência médica imediatamente em caso de acidente com animal peçonhento.

OBJETIVA: (1141622 votos)..........99.41% das questões objetivas receberam votos.
No tratamento cirúrgico do melanoma, para tumores com espessura de 1-2 mm, qual margem é preferível para reduzir o pequeno risco de recidiva local, quando anatomicamente viável?
A. 0,5 cm
B. 1 cm
C. 2 cm
D. 3 cm
E. 4 cm

  RATING: 2.89

No tratamento cirúrgico do melanoma, para tumores com espessura de 1-2 mm, qual margem é preferível para reduzir o pequeno risco de recidiva local, quando anatomicamente viável?

A. 0,5 cm
INCORRETO: Margens de 0,5 cm é para in situ, insuficiente para invasivos
B. 1 cm
INCORRETO : Margem de 1 cm é aceitável, mas 2 cm é preferível para redução adicional de risco.
C. 2 cm
CORRETO : Ensaios randomizados prospectivos, como o Intergroup Melanoma Trial, demonstram que margens de 2 cm para espessuras intermediárias minimizam recidiva local em <5%, sem comprometer sobrevida global, com evidências de meta-análises confirmando equilíbrio entre controle e morbidade cirúrgica
D. 3 cm
INCORRETO : Margens de 3 cm não adicionam benefício, aumentando morbidade.
E. 4 cm
INCORRETO : Margem de 4 cm é histórica, não recomendada atualmente.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

DISCURSIVA: (182774 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm. - 0,5 pontos.


RATING: 2.93

Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm. - 0,5 pontos.

Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm.

a. Levar o recém-nascido à mesa de reanimação; (0,0625 p)
b. Colocá-lo sob fonte de calor radiante; (0,0625 p)
c. Posicionar sua cabeça com uma leve extensão do pescoço; (0,0625 p)
d. Aspirar o excesso de secreções da boca e do nariz com sonda de aspiração traqueal nº 10; (0,0625 p)
e. Secar e desprezar os campos úmidos (0,0625 p) , verificando novamente a posição da cabeça; (0,0625 p)
f. Avaliar a frequência cardíaca e a respiração. (0,0625 p)
Se a avaliação resultar normal, o recém-nascido receberá os cuidados de rotina na sala de parto. (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (213092 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.91

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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