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DISTOPIAS GENITAIS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Pelo menos metade das mulheres férteis desenvolvem algum degrau de hérnia vaginal (o mais comum e o colpocelo e o retocele), em maioria dos casos depois a menopausa. Aproximadamente 10% tem sintomas e precisam de tratamento.

A causa do prolapso vaginal esta representada de defeitos de suporte endopelvico, fascia ou chão pélvico. Tal defeitos podem ocorrer também como resultado de enfraquecimento congênito, trauma de parto, contração forte dos músculos (como aparece em caso de constipações) ou lacerações musculo-fasciais. As hérnias vaginalis raramente acontecem na juventude, os defeitos ficam visíveis somente em meses ou anos. Outras causas de prolapso são aquelas que aumentam a pressão intra-abdominal e realce a tensão das estruturas pélvicas.

Os processos seguintes são considerados a ampliar a tensão das estruturas pélvicas: defeito congênito ou relaxamento do suporte pélvico, obesidade, problemas respiratórias crônicas (asma, bronquite crônica, bronquiectasia) ascites e danos ao nervo sacral (traumas das raízes S1 - S4, ou neuropatia diabética). A vagina e sustentada pela extensão baixa, forte, dos ligamentos cardinais, mas ela passa e é parcialmente elevada pelos músculos levantadores do anus e períneo (corpo perineal, o músculo bulbocavernoso). Por esses aparelhos de sustentação a vagina é bem inter-relacionada com o reto ou vagina. 

Se este suporte de sustentação falhar, o útero, a vagina, a bexiga ou mesmo reto podem, primeiro, prolabar, depois cair na vagina. Normalmente, em patologia encontra-se este conjunto de causas, portanto chama-se de “relaxamento pélvico sintomático, junto com a descrição de defeito (tipo, retocele, colpocelo, etc).

OBJETIVA: (1428088 votos)..........96.28% das questões objetivas receberam votos.
Sobre hemorragia digestiva, considere as seguintes afirmativas:
1. Ângulo de Treitz é o reparo anatômico que define o limite entre hemorragia digestiva alta e baixa.
2. Varizes de esôfago, úlcera péptica, diverticulose colônica e angiodisplasia perfazem 85% das hemorragias agudas.
3. Cerca de 85% dos casos de hemorragia digestiva aguda decorrem de sangramentos acima do Ângulo de Treitz.
4. O intestino delgado é o responsável por 5 a 8% das hemorragias agudas. Assinale a alternativa correta.

A. Somente a afirmativa 4 é verdadeira
B. Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras
C. Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras
D. Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras
E. As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras.

  RATING: 3.07

Sobre hemorragia digestiva, considere as seguintes afirmativas:

1. Ângulo de Treitz é o reparo anatômico que define o limite entre hemorragia digestiva alta e baixa.
2. Varizes de esôfago, úlcera péptica, diverticulose colônica e angiodisplasia perfazem 85% das hemorragias agudas.
3. Cerca de 85% dos casos de hemorragia digestiva aguda decorrem de sangramentos acima do Ângulo de Treitz.
4. O intestino delgado é o responsável por 5 a 8% das hemorragias agudas. Assinale a alternativa correta.

A. Somente a afirmativa 4 é verdadeira
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras
CORRETO : 1. Ângulo de Treitz é o reparo anatômico que define o limite entre hemorragia digestiva alta e baixa. Verdadeira: O Ângulo de Treitz é, de fato, o ponto anatômico que separa as hemorragias digestivas altas das baixas. 2. Varizes de esôfago, úlcera péptica, diverticulose colônica e angiodisplasia perfazem 85% das hemorragias agudas. Incorreta: Embora essas condições sejam causas comuns de hemorragias digestivas, a porcentagem exata pode variar. 3. Cerca de 85% dos casos de hemorragia digestiva aguda decorrem de sangramentos acima do Ângulo de Treitz. Verdadeira: A maioria das hemorragias digestivas agudas ocorre no trato gastrointestinal superior, acima do Ângulo de Treitz. 4. O intestino delgado é o responsável por 5 a 8% das hemorragias agudas. Verdadeira: O intestino delgado é responsável por uma pequena porcentagem das hemorragias digestivas.
C. Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras.
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

DISCURSIVA: (199676 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Discorra teoricamente sobre aspectos morfopatológicos, citológicos e de prevenção do bócio multinodular atóxico.

  1. Descreva os principais padrões histológicos dos nódulos presentes no bócio multinodular atóxico. (0,1 pontos)
  2. Explique o papel e os critérios de indicação da punção aspirativa por agulha fina (PAAF). (0,1 pontos)
  3. Aborde o risco de malignização e os fatores que o elevam. (0,1 pontos)
  4. Discuta as bases teóricas do tratamento clínico com levotiroxina. (0,1 pontos)
  5. Explique as estratégias de prevenção em áreas de deficiência de iodo. (0,1 pontos)


RATING: 3.08

Discorra teoricamente sobre aspectos morfopatológicos, citológicos e de prevenção do bócio multinodular atóxico.

  1. Descreva os principais padrões histológicos dos nódulos presentes no bócio multinodular atóxico. (0,1 pontos)
  2. Explique o papel e os critérios de indicação da punção aspirativa por agulha fina (PAAF). (0,1 pontos)
  3. Aborde o risco de malignização e os fatores que o elevam. (0,1 pontos)
  4. Discuta as bases teóricas do tratamento clínico com levotiroxina. (0,1 pontos)
  5. Explique as estratégias de prevenção em áreas de deficiência de iodo. (0,1 pontos)

1. Os nódulos são predominantemente de natureza coloide, com folículos dilatados e conteúdo gelatinoso. (0,05 p)
Podem apresentar áreas de hiperplasia, degeneração cística, fibrose, hemorragia antiga e calcificações distróficas. (0,05 p)
2. A PAAF está indicada nos nódulos com características ultrassonográficas suspeitas (hipoecogenicidade, microcalcificações, margens irregulares ou vascularização central). (0,05 p)
O resultado é classificado segundo o sistema de Bethesda, orientando a conduta subsequente. (0,05 p)
3. O risco global de malignização é baixo, estimado em cerca de 4 a 5 % dos casos. (0,05 p)
Fatores que elevam esse risco incluem nódulo único predominante, crescimento rápido e presença de microcalcificações. (0,05 p)
4. O tratamento com levotiroxina visa a supressão parcial do TSH, reduzindo o estímulo hiperplásico sobre o tecido residual. (0,05 p)
É teoricamente mais indicado em pacientes jovens com nódulos de pequeno volume e função tireoidiana normal. (0,05 p)

5. A principal estratégia preventiva é a iodação universal do sal de consumo humano. (0,05 p) Programas de suplementação de iodo em populações de risco reduzem a incidência de bócio multinodular atóxico a longo prazo. (0,05 p)

FONTE:

PLATAFORMA MISODOR -  BÓCIO MULTINODULAR ATOXICO

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.08)

CASO CLINICO: (231870 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente do sexo feminino, 60 anos, procura serviço médico devido à fraqueza generalizada e aparecimento de “manchas na pele”. O quadro começou a se desenvolver há cerca de 2 meses até que, na última semana, a paciente mal consegue se levantar do sofá e ainda está com dificuldade para se pentear ou levantar objetos de sua casa, como por exemplo um vaso de flores. Nesta mesma semana, notou rouquidão e dificuldade para deglutir líquidos, com alguns episódios de engasgo. Sente também dor no corpo e acha que está emagrecendo.
Ao exame: fraqueza muscular proximal dos quatro membros, simétrica. Rash malar eritematoso, eritema na região do “V” cervical e manchas eritêmato-violáceas na superfície articular extensora dos quirodáctilos (figura).
Os exames revelaram hemograma, eletrólitos, escórias nitrogenadas e glicemia normais. Fez também um hepatograma, que revelou apenas um aumento da AST (TGO), de 350 U/L, com o restante das enzimas e provas hepáticas normais. Trouxe também um exame do FAN (fator anti-nuclear), que estava positivo, no título de 1:160, padrão pontilhado. Fator reumatoide positivo 1:20 (látex).
Pergunta-se:
a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável? (0,125 pontos)
b) Quais os exames para confirmar o diagnóstico? (0,125 pontos)
c) Qual o auto-anticorpo marcador da lesão cutânea desta paciente? (0,125 pontos)
d) Qual o tratamento? (0,125 pontos)


RATING: 2.99

a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável?
Dermatomiosite. - 0,125 p
b) Quais os exames para confirmar o diagnóstico?
CPK, eletromiografia, biópsia muscular - 0,125 p
c) Qual o auto-anticorpo marcador da lesão cutânea desta paciente?
Anti-Mi-2 - 0,125 p
d) Qual o tratamento?
Prednisona - 0,125 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.99)




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