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O TRATAMENTO DO CHOQUE SEPTICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Esse choque apresenta uma característica muito interessante - depende da resposta do hospedeiro. Em muitos casos, o que mata não é o próprio agente patógeno, mas sim a reação fisiológica - ás vezes exagerada - do próprio organismo.
O que é muito importante aqui? Primeiro, identificar precoce o choque séptico - pois a identificação já significa intervenção: inicio da ressuscitação - precisamente, o suporte hemodinâmico para manter a transferência de O2 Já com essa medida corretamente instituída é suficiente para prevenir o desenvolvimento de falência de órgãos de vários sistemas e uma PCR e assim, reduzir a morbidade e a mortalidade pediátrica.
Segundo, pensar imediatamente que as alterações clínicas, hemodinâmicas e metabólicas observadas no choque séptico tem como base dum lado a própria infecção e do outro a liberação ou ativação de mediadores inflamatórios.

OBJETIVA: (1301328 votos)..........95.78% das questões objetivas receberam votos.
A clinica da síndrome de desconforto respiratório do recém-nascido consta em:
A. Síndrome de dificuldade respiratória moderada a grave associada a cianose central, desde nascimento ou primeiras horas de vida, com agravamento além das 6 horas e, nos casos não complicados, com melhoria a partir do 3º-4º dias.
B. Síndrome de colapso das vias aéreas superiores associado a intensa dispnéia, com cianose ou não
C. Incapacidade do sistema respiratório em manter a oxigenação e/ou ventilação ocasionando falha no suprimento das demandas metabólicas do organismo.
D. Ventilação colateral (canais de Lambert e Poros de Kohn) pobremente desenvolvidos, favorecendo a formação de atelectasias
E. Pulmões com menos elastina nas crianças pequenas, ocasionando diminuição na propriedade de recolhimento elástico, com consequente diminuição na complacência pulmonar

  RATING: 2.86

A clinica da síndrome de desconforto respiratório do recém-nascido consta em:

A. Síndrome de dificuldade respiratória moderada a grave associada a cianose central, desde nascimento ou primeiras horas de vida, com agravamento além das 6 horas e, nos casos não complicados, com melhoria a partir do 3º-4º dias.
CORRETO: Essa síndrome é uma dificuldade respiratória de grau variável resultante do colapso alveolar por défice de surfatante pulmonar, associada, na sua grande maioria, a um shunt intrapulmonar (shunt direito-esquerdo), por aumento da resistência vascular pulmonar; A nomenclatura de SDR tipo I é mais apropriada do que a de doença das membranas hialinas, uma vez que a presença das membranas hialinas nas vias aéreas terminais é somente um diagnóstico histológico, que reflete a perda da integridade epitelio-endotelial que surge em qualquer lesão pulmonar aguda, independentemente da sua etiologia. No entanto, na prática clínica continua a utilizar-se o termo doença das membranas hialinas.
B. Síndrome de colapso das vias aéreas superiores associado a intensa dispnéia, com cianose ou não
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Incapacidade do sistema respiratório em manter a oxigenação e/ou ventilação ocasionando falha no suprimento das demandas metabólicas do organismo.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Ventilação colateral (canais de Lambert e Poros de Kohn) pobremente desenvolvidos, favorecendo a formação de atelectasias
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Pulmões com menos elastina nas crianças pequenas, ocasionando diminuição na propriedade de recolhimento elástico, com consequente diminuição na complacência pulmonar
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.86)

DISCURSIVA: (192081 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um


RATING: 2.97

As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um

Tipos de fissuras esternais:

ECTOPIA CORDIS CERVICAL

Os defeitos esternais superiores (ectopia corais cervical) estão associados a um defeito amplo que se estende até a quarta cartilagem costal em uma aparência em U ou em V. O reparo envolve a união das bandas esternais na linha média após a realização de condrotomias oblíquas para proporcionar uma cobertura protetora ao coração e aos grandes vasos.

Em casos graves, é necessária a reconstrução do defeito com material prostético (p. ex., tela de Marlex) para evitar uma compressão excessiva do coração, o que levaria a uma bradi-cardia, ou hipotensão. (0,2 p)

ECTOPIA CORDIS TORÁCICA 

As fissuras completas (ectopia corais torácica) são mais extensas e frequentemente associadas a um defeito diafragmático anterior em forma crescêntica e diásta-se dos retos, o que resulta em uma comunicação livre entre as cavidades peritoneais e pericárdicas. (0,1 p)

ECTOPIA CORDIS TORACOABDOMINAL 

As fissuras esternais distais (ectopia corais toracoabdominal) são os defeitos mais extensos e estão associados à pentalogia de Cantrell. Este grupo de anomalias é caracterizado por fissura distai no esterno, onfalocele, fenda diafragmática, defeito pericárdico e doença cardíaca congénita (comunicação interventricular, tetralogia de Fallot) (0,1 p)

ESTERNO BÍFIDO 

O esterno bífido é a anomalia menos grave do esterno e pode estar associada a hemangiomas faciais. (0,1 p)

FONTE:

PLTAFORMA MISODOR: PAREDE TORACICA E PLEURA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (224314 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.
A.L.S., 32 anos, masculino, lavrador, natural e residente cem Governador Valadares, casado. Relata que sua doença iniciou há 2 semanas, quando foi acometido repentinamente de violenta hematêmese, vomitando ± 2 litros de sangue vermelho rutilante e uma certa porção de sangue escuro coagulado, seguido de tonteira e sudorese. Internado imediatamente, tomou 2 litros de sangue. No dia seguinte ao internamento, surgiu-lhe melena , que durou de 3 a 4 dias. Sete dias após recebeu alta hospitalar. Já em bom estado de saúde e foi-lhe recomendado procurar recursos em Belo Horizonte para submeter-se a tratamento cirúrgico. Relata contacto permanente com águas naturais da região.
EXAME FÍSICO:
Paciente em bom estado de nutrição, mucosas hipocoradas, PA 120/70, pulso 72 pulsações/minuto, com hepatoesplenomegalia e circulação colateral abdominal tipo porta. O fígado era palpável a 3 dedos (5,5 cm) do rebordo costal direito, de consistência aumentada, liso indolor. Baço tipo III de Boyde. Ausência de ascite, edemas, aranhas vasculares.

1) Enumeram as causas prováveis da hematêmese. (0,0925 pontos)
2) Quais são os exames de laboratório que você vai pedir? Justifique. (0,222 pontos)
3) Qual é a principal hipótese diagnóstica e porque? (0,1855 p)



RATING: 3.72

1) Enumeram as causas prováveis da hematêmese.

CAUSAS DE HEMATÊMESE

  • Varizes de esôfago (0,0185 p)
  • Lacerações de Mallory Weiss (0,0185 p)
  • Esofagite erosiva (0,0185 p)
  • Medicamentos como aspirina, AINES (0,0185 p)
  • Câncer de esôfago (0,0185 p)

2)  Quais são os exames de laboratório que você vai pedir?

EXAMES NECESSÁRIOS:

  • Eletroforese de Proteínas (0,0185 p) (avaliar a função hepatica (0,0185 p) e fazer o escore Child-Plough (0,0185 p) )
  • Tempo de Protrombina (0,0185 p) (avaliar a função hepatica (0,0185 p) , a coagulação (0,0185 p) e fazer o escore Child-Plough (0,0185 p) )
  • Transaminases (0,0185 p) (avaliar a função hepatica (0,0185 p) )
  • Hemograma (0,0185 p)
  • Exame parasitologico das fezes (0,0185 p) (a hipertensão portal pode ser de origem parasitária - S. mansoni??) (0,0185 p)

3)  Qual é a principal hipótese diagnóstica e porque?

Forte suspeita diagnóstica: Hipertensão portal (0,0185 p) por Esquistossomiase mansonica (0,0185 p) :

  • não apresentando antecedentes de etilismo (0,0185 p) ou outras doenças cirógenas (0,0185 p)
  • idade jóvem (0,0185 p) , contato com águas possivelmente contaminadas (0,0185 p)
  • ausência de ascite (0,0185 p) , edemas (0,0185 p) , aranhas vasculares (0,0185 p) .  (hipertensão portal pre-sinusoidal? (0,019 p) )

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.72)




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