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RATING: 3.25 ![]()
Pacientes com hepatite crônica B em fase de reagudização podem apresentar:
(I) AgHBs positivo
CORRETO: o antígeno de superfície indica infecção pelo HBV. Persistência por mais de 6 meses indica infecção crônica, então como trata-se de hepatitecronica ele deve ser positivo. Indivíduos HBsAg positivos são potencialmente infectantes
(II) AgHBe positivo
CORRETO: HBeAg: antígeno liberado no soro quando o core é fragmentado, indicando replicação do HBV.
(III) anti-HBc IgM
CORRETO: O anti-HBc IgM pode voltar a ser detectável em pacientes com hepatite crônica B em fase de reagudização, indicando o retorno de altos níveis de replicação viral.
(IV) anti-HBe
INCORRETO: esse anticorpo surge na hepatite B logo após o desaparecimento do HBeAg. Sua identificação na fase aguda indica que a infecção está em resolução. Na fase crônica, seu surgimento indica o término da replicação viral, com conseqüente diminuição do grau de atividade clínica, laboratorial e histológica.
A. I, II, III, IV
INCORRETO: veja as respostas acima
B. I, II, III
CORRETO : veja as respostas acima
C. II, III, IV
INCORRETO : veja as respostas acima
D. I, IV
INCORRETO : veja as respostas acima
E. nenhuma das acíma enumeradas
INCORRETO : veja as respostas acima
Gabarito: B
RATING: 3.02 ![]()
FONTE:
Paciente do sexo feminino, 67 anos, hipertensa controlada, com história de bócio multinodular diagnosticado há 18 anos (sem acompanhamento regular). Há 8 meses iniciou quadro progressivo de intolerância ao calor, emagrecimento de 9 kg sem dieta, taquicardia sinusal, tremor fino de extremidades e nervosismo. Negou oftalmopatia, dermopatia ou história familiar de tireoidite autoimune. Ao exame físico: PA 148 × 88 mmHg, FC 112 bpm, tireoide aumentada de volume de forma irregular, com nódulo dominante de 3,8 cm no lobo direito, firme, móvel, sem linfonodomegalias. Exames laboratoriais: TSH < 0,01 mUI/L, T4 livre 2,9 ng/dL (VR 0,7–1,8), T3 total 285 ng/dL (VR 80–200), TRAb negativo, anti-TPO negativo. Ultrassonografia: bócio multinodular com nódulo dominante hipoecoico de 3,8 cm no lobo direito, vascularização aumentada ao Doppler. Cintilografia com 99mTc: área hipercaptante correspondente ao nódulo dominante, com supressão do restante do parênquima.
Com base neste caso, responda às questões abaixo.
(I) Qual o diagnóstico sindrômico e etiológico mais provável? (0,1 pontos) (II) Quais os achados laboratoriais e de imagem que confirmam a autonomia funcional do(s) nódulo(s)? (0,1 pontos) (III) Quais as principais diferenças fisiopatológicas entre adenoma tóxico e bócio multinodular tóxico (doença de Plummer)? (0,1 pontos) (IV) Qual a conduta terapêutica de primeira linha indicada neste caso e por quê? (0,1 pontos) (V) Quais as complicações possíveis se o quadro permanecer sem tratamento adequado? (0,1 pontos)
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