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ABORDAGEM DO PACIENTE PEDIATRICO POLITRAUMATIZADO (ÁREA DE PEDIATRIA)

DEFINIÇÃO DO ACIDENTE: O Departamento de Emergências da Sociedade de Pediatria de São Paulo define hoje o acidente como evento não intencional e evitável, causador de todos os tipos de lesões no ambiente doméstico ou nos outros espaços sociais como trabalho, trânsito, escola, esportes e lazer.
DEFINIÇÃO DA VIOLÊNCIA: Podemos definir violência como o evento representado por ações realizadas por indivíduos ou grupos que ocasionam danos físicos, emocionais, morais ou espirituais a outros ou a si próprios.
DEFINIÇÃO DA POLITRAUMA: Politrauma é definido como o conjunto de lesões traumáticas simultâneas em diversas regiões, órgãos ou sistemas do corpo, em que pelo menos uma das lesões pode colocar o paciente em risco de vida. Em grande número de casos ocorre, também, trauma craniencefálico.
As causas externas (acidentes e violências) representam em nosso país, a principal causa de morte nas crianças e adolescentes na faixa etária de 5 a 19 anos.
Atualmente sete em cada dez adolescentes morrem por causas externas. Estima-se que, para cada óbito, ocorrem 4 casos que sobrevivem com seqüela graves.

OBJETIVA: (1015520 votos)..........96.91% das questões objetivas receberam votos.
Criança com pneumonia estafilocócica repentinamente desenvolve insuficiência respiratória. A possibilidade diagnóstica que requer um procedimento de maior urgência é:
A. formação de pneumatocele
B. pneumotórax hipertensivo
C. progressão da pneumonia
D. ansiedade
E. derrame pleural

  RATING: 2.97

Criança com pneumonia estafilocócica repentinamente desenvolve insuficiência respiratória. A possibilidade diagnóstica que requer um procedimento de maior urgência é:

A. formação de pneumatocele
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. pneumotórax hipertensivo
CORRETO : O estafilococo é causa de pneumonia necrosante; empiema pleural, piopneumotórax (inclusive pneumotórax hipertensivo) e fístula broncopleural se desenvolvem com uma certa freqüência. O pneumotórax hipertensivo é sempre uma emergência. Os outros quadros podem ser manuseados com menos urgência de intervenção, embora todos necessitem de cuidadosa avaliação.
C. progressão da pneumonia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. ansiedade
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. derrame pleural
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

DISCURSIVA: (177019 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram 10 fatores de risco para enterocolite necrotizante do recém nascido á termo. (0,05 para cada um).


RATING: 2.9

Enumeram 10 fatores de risco para enterocolite necrotizante do recém nascido á termo. (0,05 para cada um).

Entre os recém-nascidos a termo, os fatores de risco de enterocolite necrotizante são:

  1. restrição do crescimento intrauterino
  2. asfixia perinatal
  3. doença cardíaca congênita
  4. gastrosquise
  5. policitemia
  6. hipoglicemia
  7. sepse
  8. exsanguineotransfusão
  9. cateteres umbilicais
  10. alergia ao leite
  11. rotura prematura de membranas (com ou sem corioamnionite)
  12. diabetes gestacional

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

CASO CLINICO: (206181 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Uma senhora de 66 anos, hipertensa e diabética, refere palpitações e cansaço aos esforços há cerca de 3 meses. Há quase um ano vem em uso de clortalidona 25 mg/dia + lisinopril 5 mg/dia + glibenclamida 10 mg/dia, mantendo um controle adequado da pressão arterial e das glicemias (sic). Ao exame, PA = 138 x 86 mmHg, FC = 154 bpm, eupnêica, corada, hidratada, anictérica, ritmo cardíaco irregular, em 2 tempos, com sopro sistólico em ponta +2/+6 , murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios, abdome e membros inferiores sem alterações dignas de nota. Exame neurológico normal. Fundoscopia: retinopatia hipertensiva grau II. Radiografia de tórax: calcificação da aorta ascendente, área cardíaca normal. Eletrocardiograma (Foto). Ecocardiograma-Doppler: hipertrofia ventricular esquerda leve, átrio esquerdo medindo 4,5 cm, fração de ejeção estimada em 65%, Doppler mitral com sinais de déficit de relaxamento, calcificação anular mitro-aórtica com regurgitação mitral leve.

a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal? (0,05 pontos)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento? (0,05 pontos)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro. Quais seriam os passos subseqüentes? (0,2 pontos)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta? (0,2 pontos)




RATING: 2.91

a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal?
Fibrilação atrial. (0,05 p)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento?
Diltiazem (ou beta-bloqueador ou verapamil) + clortalidona + glibenclamida + warfarina.(0,05 p)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro, quais seriam os passos subseqüentes?
CONTROLE DE RITMO: reverter a fibrilação atrial, respeitando o protocolo de anticoagulação pré e pós-reversão. Pré-reversão: cumarínico por 3 semanas ou heparina por 12h (se eco-transesofágico não demonstrar trombo). Pós-reversão: cumarínico por 4 semanas. Manter antiarrítmico profilático (amiodarona em baixa dose) e a terapia antitrombótica crônica (cumarínico, pois esta paciente é de grupo de risco).(0,2 p)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta?
Cardioversão elétrica emergencial. Heparina em bolus, Choque com 100-200 J, anticoagulação pós-reversão (4 semanas de warfarin) e Terapia Antitrombótica Crônica com warfarin (pois a paciente é de grupo de risco).(0,2 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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