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O CÂNCER BRONCOPULMONAR (ÁREA DE CIRURGIA)

O câncer de pulmão é um problema de saúde pública significativo no mundo inteiro.

Para homens, a taxa de mortalidade para o câncer pulmonar declinou significativamente (diminuindo 1,6% por ano) no período de 1991 e 1995. No entanto, desde 1987, mais mulheres morreram de câncer pulmonar do que de câncer de mama, que por quase 50 anos foi a principal causa de morte em mulheres. A redução na incidência de câncer pulmonar e a taxa de mortalidade provavelmente refletem a redução no tabagismo ao longo dos 30 anos precedentes. No entanto, o abandono do tabagismo em mulheres ficou um pouco mais atrasado em relação ao abandono do tabagismo em homens, e a incidência de câncer pulmonar em mulheres continua a elevarse.

As taxas de sobrevida em um ano para o câncer pulmonar melhoraram de 32% em 1973 para 41% em 1994; no entanto, a taxa de sobrevida em 5 anos para todos os estágios combinados é de apenas 14%. Para a doença localizada, uma sobrevida de 5 anos pode chegar a 50% (estágios I e II); para uma doença regional, 20%; e para a doença a distância, 2%. Apenas uma pequena percentagem (15%) é a descoberta quando estão localizados.

OBJETIVA: (1010143 votos)..........96.72% das questões objetivas receberam votos.
Paciente de 35 anos, vítima de colisão de veículo em alta velocidade, deu entrada no pronto-socorro trazido pelo Grupo de Salvamento do Corpo de Bombeiros. O socorrista informa que a vítima usava cinto de segurança e o air-bag foi acionado. No exame de admissão, ele apresenta hipotensão, PVC elevada e abafamento de bulhas cardíacas. Neste caso, o método de diagnóstico atualmente utilizado que tem uma indicação precisa é:
A. ecocardiografia por janela subcostal
B. tomografia por emissão de pósitrons
C. cintigrafia de perfusão com albumina macroagregada Tc-99
D. ressonância magnética
E. nenhuma das outras alternativas

  RATING: 3.07

Paciente de 35 anos, vítima de colisão de veículo em alta velocidade, deu entrada no pronto-socorro trazido pelo Grupo de Salvamento do Corpo de Bombeiros. O socorrista informa que a vítima usava cinto de segurança e o air-bag foi acionado. No exame de admissão, ele apresenta hipotensão, PVC elevada e abafamento de bulhas cardíacas. Neste caso, o método de diagnóstico atualmente utilizado que tem uma indicação precisa é:

A. ecocardiografia por janela subcostal
CORRETO: Em paciente vítima de trauma tóraco-abdominal importante, foram identificados na avaliação primária, sinais muito sugestivos de tamponamento cardíaco - a tríade de Beck (abafamento de bulhas, hipotensão e aumento da pressão venosa central). Por se tratar de situação que ameaça agudamente a vida do paciente, tanto o diagnóstico quanto o tratamento devem ser realizados à beira do leito. A utilização de ultra-sonografia na sala de trauma, permite através de janela subcostal, a identificação de líquido no pericárdio, mesmo em pequenas quantidades. Este método torna-se importante aliado no diagnóstico do tamponamento, uma vez que o reconhecimento desta condição, apenas pelo exame físico, pode ser difícil (lembrar que a tríade completa está presente em apenas 30 a 65% dos casos). O tratamento é a pericardiocentese, realizada através de punção com agulha fina na região subxifoidiana esquerda (veja a figura). A retirada de pequenas quantidades (10-20ml) é suficiente para o restabelecimento da função cardíaca adequada.
B. tomografia por emissão de pósitrons
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. cintigrafia de perfusão com albumina macroagregada Tc-99
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. ressonância magnética
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. nenhuma das outras alternativas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

DISCURSIVA: (176752 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)


RATING: 3.01

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal?
A adrenalina é indicada se a frequência cardíaca do bebê permanecer abaixo de 60 bpm (0,025 p) após:
• Pelo menos 30 segundos de ventilação (0,025 p) com pressão positiva (VPP) (0,025 p) que infla os pulmões (0,025 p) , o que é evidenciado por movimento do tórax (0,025 p) ;
• Outros 60 segundos de massagem cardíaca (0,025 p) acompanhada de VPP (0,025 p) com oxigênio a 100%. (0,025 p)

(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal.
Recomendações em relação ao emprego da adrenalina:
a. Concentração: 1:10.000 (0,1 mg/mL) (0,025 p)
b. Via:
Endovenosa (preferível) (0,025 p) ou intraóssea (0,025 p)
c. Dose: Endovenosa/Intraóssea = 0,1 - 0,3 mL/kg (0,025 p) . Pode ser repetida a cada 3-5 minutos. (0,025 p)
Considerar uma dose mais elevada (0,5 - 1,0 mL/kg) SOMENTE para a via endotraqueal. (0,025 p)
d. Velocidade: rapidamente (0,025 p)

(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal?
A administração de expansor de volume está indicada se o recém-nascido não está respondendo aos passos da reanimação (0,025 p) E existem sinais de choque (0,025 p) ou história de perda aguda de volume sanguíneo (0,025 p) .

(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal?
Se a ausência de frequência cardíaca é confirmada depois de 10 minutos de reanimação (0,025 p) , é razoável interromper os esforços de reanimação. Entretanto, a decisão de prosseguir com a reanimação ou interrompê-la deve ser individualizada. (0,025 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (205244 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação – K.G.R.A, feminino, 4 anos de idade, residente no Município A, Bairro Nova América.

História da Doença Atual – Foi atendida na unidade básica do Programa de Saúde da Família no dia 21/12/2005, com história de dois dias de febre, recusa alimentar, hipoatividade e tosse esporádica. A mãe relata que hoje observou manchas vermelhas pelo corpo da criança. Nega vômito, diarréia ou outros sinais e sintomas.

Exame Físico Geral - Regular estado geral, hidratado, acianótico, eupnéico,anictérico e temperatura axilar de 39°C. Pele: exantema do tipo morbiliforme mais evidente em face etronco. Orofaringe: hiperemiada. Otoscopia: sem alterações. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios. Ausculta cardiovascular: rítmo cardiaco regular, bulhas em dois tempos, normofonéticas, sem sopro. Abdome: normotenso, indolor, sem visceromegalias, ruídos hidro-aéreos presentes e normais. Neurológico: sem alterações.

Perguntas

1. Quais são as hipóteses diagnósticas que você faria para este caso? (0,2 p)

2. Diagnóstico diferencial de síndrome febril aguda com exantema.(0,2 p)

3. Há alguma informação adicional da história clínica que você considera relevante e que não foi obtida? Se sim, diga qual (quais). (0,1 p)


RATING: 3.09

Resposta 1:

a) Escarlatina, parvovirose, sarampo, dengue, enteroviroses e outras viroses (Mayaro, Oropouche)    (0,1 p)
b) Farmacodermia (0,1 p)

Resposta 2:  (0,2 p)

Rubéola: quadro clínico habitualmente sem pródromos nas crianças, sintomas leves em adultos e associado com linfadenopatia retroauricular e/ou cervical e/ou occipital. O exantema é róseo, excepcionalmente confluente e sem descamação. Adolescentes e adultos freqüentemente apre­sentam artralgias.

Escarlatina: pródromos de 1 a 2 dias, com febre e mal-estar. Exantema eritematoso, puntiforme com palidez perioral e linhas nas dobras de flexão. Descamação in­tensa nas palmas das mãos e plantas dos pés.

Dengue: início súbito, febre por 2 a 5 dias, astenia, cefaléia, mialgia e artralgia intensas. Exantema maculo-papular a partir do tronco, espalhando-se para o rosto e membros.

Eritema infeccioso: pródromos com febre, cefaléia, mialgia por 5 a 7 dias. Exantema inicialmente na face (aparência de face esbofeteada), que se espalha após 1 a 4 dias para o tronco. Por uma ou duas semanas o exantema pode ter intensidade variável, exacerbado pela exposição solar.

Exantema súbito: pródromo com febre alta por 3 a 4 dias, irritabilidade, que desaparecem após a instalação do exantema (maculopapular) de curta duração. Não há descamação.

Enteroviroses: pródromos com febre por 3 a 4 dias (exceto para coxsackie) com exantema variável, geralmente discreto, e adenopatia. Lactentes podem apresentar distúrbios gastrointestinais.


Resposta 3:

Não foi buscado o uso pregresso de medicamentos. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.09)




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