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BASES DO TRATAMENTO DO CHOQUE (ÁREA DE PEDIATRIA)

A velocidade da intervenção é crucial: ter o conhecimento para identificar o choque e a habilidade de responder rapidamente pode salvar a vida da vítima.
Quanto mais longo for o intervalo entre o início dos sinais de choque e a restauração da transferência de O2 adequada perfusão de órgãos, pior será o resultado.
A identificação precoce do choque compensado é fundamental para o tratamento eficaz e um bom resultado.
Uma vez que a criança desenvolva PCR secundária a choque, o prognóstico é muito ruim.
Tem uma criança doente (ou ferida). Vamos lembrar - quais são os sinais de que os mecanismos compensatórios estão falhando?

OBJETIVA: (955772 votos)..........94.49% das questões objetivas receberam votos.
São indicações para cirurgia na hemorragia gastrointestinal, EXCETO:
A. instabilidade hemodinâmica, apesar das manobras de ressuscitação vigorosas (> 4 unidades de transfusão)
B. sangramento lento e contínuo, com necessidade de transfusão superior a 3 unidades/dia
C. choque associado à hemorragia recorrente
D. fracasso das técnicas endoscópicas para debelar a hemorragia
E. hemorragia recorrente após a estabilização inicial (com até duas tentativas de obtenção de hemostasia endoscópica)

  RATING: 0

São indicações para cirurgia na hemorragia gastrointestinal, EXCETO:

A. instabilidade hemodinâmica, apesar das manobras de ressuscitação vigorosas (> 4 unidades de transfusão)
INCORRETO: A instabilidade hemodinâmica refratária à ressuscitação vigorosa e à transfusão maciça sinaliza perda sanguínea maciça incontrolável por métodos não operatórios, demandando hemostasia cirúrgica imediata para prevenção de choque irreversível e óbito.
B. sangramento lento e contínuo, com necessidade de transfusão superior a 3 unidades/dia
CORRETO : O sangramento lento e contínuo, mesmo quando exige transfusão superior a 3 unidades por dia, não configura indicação cirúrgica absoluta ou emergencial. Esse padrão preserva estabilidade hemodinâmica relativa e oferece janela temporal adequada para repetição de endoscopia terapêutica, embolização angiográfica ou otimização clínica, reservando a cirurgia apenas para falha subsequente dessas modalidades.
C. choque associado à hemorragia recorrente
INCORRETO : O choque associado à recorrência do sangramento indica falha terapêutica grave com comprometimento sistêmico, configurando cenário de alto risco vital que exige controle operatório urgente.
D. fracasso das técnicas endoscópicas para debelar a hemorragia
INCORRETO : O fracasso primário do tratamento endoscópico, que constitui a primeira linha de hemostasia; a impossibilidade de debelar a hemorragia por via endoscópica impõe passagem direta para abordagem cirúrgica ou angiográfica, sendo a cirurgia indicada quando esta última não está disponível ou falha.
E. hemorragia recorrente após a estabilização inicial (com até duas tentativas de obtenção de hemostasia endoscópica)
INCORRETO : Esse é um padrão de hemorragia recorrente após estabilização inicial e até duas tentativas endoscópicas de hemostasia, critério estabelecido em consensos para indicação cirúrgica, pois a repetição além desse limite aumenta significativamente o risco de morbimortalidade sem benefício adicional do manejo não operatório.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (173629 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os tipos de comunicação interatrial.


RATING: 2.94

Enumeram os tipos de comunicação interatrial.

1) Comunicação interatrial tipo ostium segundum 0,125 p
2) Comunicação interatrial tipo seio venoso 0,125 p
3) Retorno venoso anomalo parcial 0,125 p
4) Comunicação interatrial tipo ostium primum. 0,125 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

CASO CLINICO: (201411 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de sexo feminino, de 8 anos, raça caucasiana, iniciou 15 minutos depois de tomar uma dose de de amoxi-clavulanato um quadro de reação urticariforme generalizada, dispneia alta progressiva, disfonia e lipotimia com perda de conhecimento com aproximadamente 5 minutos de duração, sendo transportada com ambulância no hospital. Ao exame objectivo documentou-se taquicardia (118 bpm); hipotensão (75/60 mmHg); hiperêmia leve da orofaringe e rash cutâneo eritematoso e pruriginoso disseminado, com extremidades quentes. A observação otorrinolaringológica revelou leve edema da região aritenoideia com lúmen glótico discretamente reduzido.
O estudo efetuado no serviço de urgência revelou: hemograma, leucograma e bioquímica geral dentro dos valores de referência; radiografia póstero-anterior do tórax sem alterações e electrocardiograma com taquicardia sinusal.
Apresentava antecedentes pessoais de rinoconjuntivite alérgica persistente medicada habitualmente com budesonida tópico nasal. Mãe da criança negava antecedentes de asma brônquica ou queixas sugestivas de alergia alimentar ou medicamentosa, nomeadamente em relação aos alimentos ou fármacos. Dos antecedentes familiares, salientava-se apenas rinoconjuntivite alérgica materna.
Sobre o caso apresentado, pergunta-se:
A) Qual é o diagnóstico da urgência? 0,0625 pontos
B) Qual é a sequência correta de atendimento? 0,3125 pontos
C) Quanto tempo o paciente tem que ser mantido em observação, depois de ser estabilizado? 0,0625 pontos
D) Quais são as medidas que devem ser tomadas, no momento da alta ? 0,0625 pontos


RATING: 3.17

A) Qual é o diagnóstico da urgência?
Anafilaxia. (0,0625 p)
Discussão: A anafilaxia é altamente provável quando qualquer um dos três critérios abaixo for preenchido:
1) Doença de início agudo (minutos a várias horas) com envolvimento da pele, tecido mucoso ou ambos (ex: urticária generalizada, prurido ou rubor facial, edema de lábios, língua e úvula) e pelo menos um dos seguintes:
a) comprometimento respiratório (ex: dispneia, sibilância, broncoespasmo, estridor, redução do pico de fluxo expiratório [PFE], hipoxemia).
b) Redução da pressão arterial ou sintomas associados de disfunção terminal de órgão (ex: hipotonia [colapso], síncope, incontinência).
2) Dois ou mais dos seguintes que ocorrem rapidamente após a exposição a provável alérgeno para um determinado paciente (minutos ou várias horas):
a) envolvimento de pele-mucosa (urticária generalizada, prurido e rubor, edema de lábio-língua-úvula).
b) comprometimento respiratório (dispneia, sibilância-broncoespasmo, estridor, redução do PFE, hipoxemia).
c) Redução da pressão sanguínea ou sintomas associados (ex: hipotonia [colapso], síncope, incontinência).
d) Sintomas gastrintestinais persistentes (ex: cólicas abdominais, vômitos).
3) Redução da pressão sanguínea após exposição a alérgeno conhecido para determinado paciente (minutos ou várias horas):
a) Lactentes e crianças: pressão sistólica baixa (idade específica) ou maior do que 30% de queda na pressão sistólica
b) Adultos: pressão sistólica abaixo de 90 mmHg ou queda maior do que 30% do seu basal.
Na criança pressão sistólica baixa é definida como inferior a 70 mmHg para a idade de um mês a um ano, menor do que (70 mmHg + [2 x idade]) para os de um a dez anos e abaixo de 90 mmHg para os entre 11 e 17 anos.

B) Qual é a sequência correta de atendimento?
A imediata intervenção para o acesso às vias aéreas e à circulação, com o objetivo principal da manutenção adequada dos sinais vitais, é o primeiro passo na conduta emergencial. Desta forma, o médico deve necessariamente:
1. manter as vias aéreas pérvias (0,0625 p)
2. avaliar os sinais vitais (0,0625 p)
3. administrar adrenalina concentração 1/1000, na dose de 0,2 a 0,5 mL (0,01 mg/kg em crianças, máximo de 0,3 mg) por via intramuscular (preferencial, por apresentar nível sérico mais elevado e em maior rapidez que a aplicação subcutânea) na face ântero-lateral da coxa a cada cinco a dez minutos (0,0625 p)
4. oxigenioterapia (0,0625 p)
5. manter o paciente em posição supina com elevação dos pés. (0,0625 p)

C) Quanto tempo o paciente tem que ser mantido em observação, depois de ser estabilizado?
O paciente deve permanecer em observação por 2 a 24 horas ou até se estabelecer o controle da crise aguda. (0,0625 p)

D) Quais são as medidas que devem ser tomadas, no momento da alta?
Na alta da emergência deve receber prescrição de anti-histamínicos e corticosteroides por via oral pelo prazo de cinco a sete dias e ser orientado a procurar assistência medica especializada. (0,0625 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.17)




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