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Acerca da cirurgia bariátrica/metabólica, assinale a alternativa incorreta.
A. Limitação intelectual significativa em pacientes sem suporte familiar adequado, transtorno psiquiátrico não controlado, incluindo uso de álcool ou drogas ilícitas, doença cardiopulmonar grave e descompensada, hipertensão portal, varizes esofagogástricas e doenças imunológicas ou inflamatórias do trato digestivo superior são contraindicações para a cirurgia bariátrica
CORRETO: Contra indicações para cirurgia bariátrica: limitação intelectual significativa em pacientes sem suporte familiar adequado; quadro de transtorno psiquiátrico não controlado, incluindo uso de álcool ou drogas ilícitas; no entanto, quadros psiquiátricos graves sob controle não são contraindicações obrigatórias à cirurgia; doença cardiopulmonar grave e descompensada que influenciem a relação risco-benefício; hipertensão portal, com varizes esofago-gástricas; doenças imunológicas ou inflamatórias do trato digestivo superior que venham a predispor o indivíduo a sangramento digestivo ou outras condições de risco; síndrome de Cushing decorrente de hiperplasia na suprarrenal não tratada e tumores endócrinos.
B. A cirurgia metabólica como opção terapêutica está indicada para pacientes portadores de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) que tenham índice de massa corpórea (IMC) entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2, desde que a enfermidade não tenha sido controlada com tratamento clínico
CORRETO : A Cirurgia Metabólica poderá ser indicada para o tratamento de pacientes que possuem diabetes mellitus Tipo 2 (DM2), com Índice de Massa Corporal entre 30 Kg/m2 a 35 Kg/m2
C. A cirurgia metabólica para pacientes com DM2 dar‐se‐á, prioritariamente, por derivação gastrojejunal em Y de Roux (DGJYR). Somente em casos de contraindicação ou desvantagem da DGJYR, a gastrectomia vertical será a opção disponível. Nenhuma outra técnica cirúrgica é reconhecida para o tratamento desses pacientes
CORRETO : O CFM definiu também que a cirurgia metabólica para pacientes com DM2 se dará, prioritariamente, por bypass gástrico com reconstrução em Y-de-Roux (BGYR). Somente em casos de contraindicação ou desvantagem da BGYR, a gastrectomia vertical (GV) será a opção disponível. Nenhuma outra técnica cirúrgica é reconhecida para o tratamento desses pacientes.
D. A cirurgia bariátrica está indicada nos indivíduos com IMC ≥ 50 Kg/m2, IMC ≥ 40 Kg/m2, com ou sem comorbidades, e IMC > 35 kg/m2, com comorbidades, tais como pessoas com alto risco cardiovascular, diabetes mellitus e(ou) hipertensão arterial sistêmica de difícil controle, apneia do sono e doenças articulares degenerativas, sem sucesso no tratamento clínico realizado por, no mínimo, dois anos
CORRETO : Indicações para cirurgia bariátrica: indivíduos que apresentem IMC≥50 Kg/m2; indivíduos que apresentem IMC≥40 Kg/m2, com ou sem comorbidades, sem sucesso no tratamento clínico longitudinal realizado, na Atenção Básica e/ou na Atenção Ambulatorial Especializada, por no mínimo dois anos e que tenham seguido protocolos clínicos; indivíduos com IMC>35 kg/m2 e com comorbidades, tais como pessoas com alto risco cardiovascular, diabetes mellitus e/ou hipertensão arterial sistêmica de difícil controle, apneia do sono, doenças articulares degenerativas, sem sucesso no tratamento clínico longitudinal realizado por no mínimo dois anos e que tenham seguido protocolos clínicos.
E. Os jovens de dezesseis a dezoito anos de idade que apresentarem o escore‐z maior que +4 na análise do IMC por idade, mesmo antes da consolidação das epífises de crescimento, poderão ter indicação para cirurgia bariátrica.
INCORRETO : Nos jovens entre 16 e 18 anos, poderá ser indicado o tratamento cirúrgico naqueles que apresentarem o escore-z maior que +4 na análise do IMC por idade, porém o tratamento cirúrgico não deve ser realizado antes da consolidação das epífises de crescimento. Portanto, a avaliação clínica do jovem necessita constar em prontuário e deve incluir: a análise da idade óssea e avaliação criteriosa do risco-benefício, realizada por equipe multiprofissional com participação de dois profissionais médicos especialistas na área. Nos adultos com idade acima de 65 anos, deve ser realizada avaliação individual por equipe multiprofissional, considerando a avaliação criteriosa do risco-benefício, risco cirúrgico, presença de comorbidades, expectativa de vida e benefícios do emagrecimento;
Gabarito: E
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FONTE:
1) Qual é a principal suspeita diagnóstica?
O diagnóstico mais provável é de um acidente vascular cerebral, possivelmente isquêmico na região irrigada pela artéria cerebral média. Os AVC-s devem ser diferenciados da maioria dos processos expansivos cerebrais (neoplasias, abscessos, granulomas, hematomas subdurais) por estes terem uma instalação mais lenta e gradual no decorrer de semanas, geralmente sem regressão do quadro, a não ser que recebem tratamentos específicos. (0,1 p)
2) Justifiquem o diagnóstico.
Os AVC-s devem ser diferenciados da maioria dos processos expansivos cerebrais (neoplasias, abscessos, granulomas, hematomas subdurais) por estes terem uma instalação mais lenta e gradual no decorrer de semanas, geralmente sem regressão do quadro, a não ser que recebem tratamentos específicos. (0,2 p)
Os AVC-s se caracterizam por:
- Seu perfil evolutivo, com início abrupto dos sintomas, instalando-se o máximo do défice em horas, com posterior regressão.
- Evidência de lesão focal no sistema nervoso central.
- Quadro clínico correspondente a disfunção do território de irrigação de determinada artéria ou ramo arterial cerebral
3) Quais são as causas prováveis?
Hemiplegia, hemi-hipoestesia, hemianopsia homônima contra lateral, cegueira monocular ipsilateral passageira (amaurose fugaz) e afasia (em se tratando do hemisfério dominante para a fala, geralmente o esquerdo), antecedentes de amaurose fugaz, mais o sopro carotidiano bem audivel sugerem uma obstrução carotidiana, ou seja uma insuficiencia circulatoria extracraniana. (0,2 p)
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