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OBSTRUÇÃO INTESTINAL POR BOLO DE ASCARIS (ÁREA DE PEDIATRIA)

A obstrução intestinal, na ascaridíase, ocorre nos casos de infestações maciças.
A obstrução situa-se, mais freqüentemente, no intestino delgado, principalmente no jejuno terminal e íleo.
O quadro de obstrução intestinal completa é caracterizado por vômitos e eliminação de áscaris conforme o grau de obstrução intestinal.

OBJETIVA: (1034302 votos)..........97.48% das questões objetivas receberam votos.
O tratamento da intoxicação com estricnina mal responsiva consta em:
A. diurese forçada e alcalinização do pH sanguíneo
B. bloqueio neuromuscular com pancuronium e ventilação mecânica
C. infusão repetida de dantrolene: 2-3mg/Kg/dia 6/6h até melhora das convulsões
D. diurese forçada, diálise peritonial e hemodiálise
E. uso repetido de monoacetato de glicerila (Monoacetin) em doses altas e diurese forçada

  RATING: 2.9

O tratamento da intoxicação com estricnina mal responsiva consta em:

A. diurese forçada e alcalinização do pH sanguíneo
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. bloqueio neuromuscular com pancuronium e ventilação mecânica
INCORRETO : A intoxicação com estricnina é munida por quadro grave. Necessita de atenção intensiva, ventilatória, mantendo vias aéreas permeáveis (entubar se necessário) e fornecendo oxigênio em altas concentrações. Combater as convulsões com fármaco de escolha diazepam (como miorrelaxante) - 0,05 a 0,10 mg/Kg, repetido a cada 30 minutos se necessário; ou com uso de barbitúricos (cautelosamente). Em casos não responsivos, indica-se bloqueio neuromuscular com pancurônio e ventilação mecânica. A lavagem gástrica só deve ser realizada somente após o controle das convulsões + carvão ativado
C. infusão repetida de dantrolene: 2-3mg/Kg/dia 6/6h até melhora das convulsões
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. diurese forçada, diálise peritonial e hemodiálise
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. uso repetido de monoacetato de glicerila (Monoacetin) em doses altas e diurese forçada
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

DISCURSIVA: (177989 votos) ..........99.39% das questões discursivas receberam votos.

Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:

  1. Quais os mecanismos dos sinais e sintomas e a frequência da tríade clássica?  (Subtotal questão 1 = 0,12 p)
  2. Quais as principais síndromes paraneoplásicas e suas causas?  (Subtotal questão 2 = 0,15 p)
  3. Cite os achados laboratoriais mais frequentes e o método radiológico de escolha.  (Subtotal questão 3 = 0,10 p)
  4. Descreva o sistema TNM de estadiamento e principais modificações.  (Subtotal questão 4 = 0,13 p)




RATING: 2.93

Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:

  1. Quais os mecanismos dos sinais e sintomas e a frequência da tríade clássica?  (Subtotal questão 1 = 0,12 p)
  2. Quais as principais síndromes paraneoplásicas e suas causas?  (Subtotal questão 2 = 0,15 p)
  3. Cite os achados laboratoriais mais frequentes e o método radiológico de escolha.  (Subtotal questão 3 = 0,10 p)
  4. Descreva o sistema TNM de estadiamento e principais modificações.  (Subtotal questão 4 = 0,13 p)


1. Mecanismos dos sinais e sintomas e frequência da tríade clássica
Os sinais e sintomas resultam, basicamente, de três mecanismos: efeitos diretos do tumor primário (ação local), das metástases a distância ou da ocorrência de síndromes paraneoplásicas (0,04 p). O achado clínico mais frequente é a hematúria, que pode ser macroscópica ou microscópica e ocorre em aproximadamente 60% dos casos (0,03 p). Dor abdominal ou no flanco aparece em cerca de 40% dos pacientes, enquanto massa palpável no abdome é encontrada em apenas 10% deles (0,02 p). A tríade clássica — hematúria, dor lombar e massa palpável — está presente em menos de 10% dos casos (0,03 p).


2. Principais síndromes paraneoplásicas e suas causas

O carcinoma de células renais apresenta, em até 20% dos pacientes, um amplo espectro de síndromes paraneoplásicas (0,04 p).

  • Eritrocitose: afeta de 3% a 10% dos pacientes; explicada pela produção autônoma de eritropoietina pelo tumor ou pela hipóxia regional causada pela compressão da neoplasia sobre o tecido renal normal (0,04 p).
  • Hipertensão arterial: corresponde a cerca de 40% dos casos; mecanismos mais aceitos são produção endógena de renina em altos níveis e obstrução de ramos arteriais secundários à compressão exercida pelo tumor (0,03 p).
  • Hipercalcemia: surge em 1% a 13% dos casos; pode ocorrer pela produção de substância semelhante ao paratormônio ou pela ação osteoclástica direta das metástases ósseas (0,03 p). Síndrome de Stauffer: disfunção hepática reversível na ausência de metástases no fígado; caracteriza-se por hipergamaglobulinemia, elevação de fosfatase alcalina e bilirrubina, tempo de protrombina prolongado; costuma regredir após nefrectomia (0,01 p).


3. Achados laboratoriais mais frequentes e método radiológico de escolha

Os achados laboratoriais mais frequentes são: anemia (aproximadamente 30% dos casos, normocrômica e normocítica, decorrente de perda crônica de sangue ou processos hemolíticos), hematúria (cerca de 60%) e elevação da velocidade de hemossedimentação (até 75% dos casos, refletindo o componente inflamatório) (0,05 p). O método radiológico de escolha, hoje, é a tomografia computadorizada abdominal realizada em três fases com contraste; realce superior a 20 unidades Hounsfield após administração do contraste é indicativo de neoplasia (0,05 p).


4. Sistema TNM de estadiamento e principais modificações

O estadiamento é realizado pelo sistema TNM, que avalia: extensão anatômica do tumor primário (T), envolvimento de linfonodos regionais (N) e presença de metástases a distância (M) (0,04 p). Essa classificação permite estratificar os pacientes em grupos de risco, estimar o prognóstico, prever a probabilidade de progressão da doença e comparar resultados de diferentes protocolos de tratamento (0,04 p). Principais modificações introduzidas:

  • subdivisão do estádio T2 em T2a (tumores menores ou iguais a 10 cm) e T2b (maiores que 10 cm); (0,01 p).
  • invasão da glândula suprarrenal ipsilateral classificada como T4;  (0,01 p).
  • reclassificação do envolvimento da veia renal como T3a, com subcategorias T3a/T3b/T3c conforme extensão do trombo no sistema venoso (0,03 p).


FONTE:

NEOPLASIAS DE APARELHO URINARIO - PLATAFORMA MISODOR

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (207441 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.
A. M,, 42 anos, empregada de fazenda, fumante, gravida de 23 semanas, relata que 3 dias atras, durante uma atividade domestica, sentiu, de repente 'um liquido quente banhando as coxas'. Aprecia a quantidade do liquido como 'uma xícara ou duas', levemente roseado. Achando que 'urinou sem querer', não deu importância ao incidente e somente trocou de calcinha, continuando a atividade. Hoje, no dia da consulta, achou de novo a lingerie manchada de liquido, e relata que a noite passada teve um curto episodio de calafrio, o que a fez procurar auxilio medico, Ao exame físico, apresenta-se pálida, com leve agitação. Temperatura axilar medida no momento da consulta 38,4 graus C, TA 110/80 mm Hg, FC 100/bpm. Sem sinais respiratórios ou cardiovasculares. Nega ter conhecimento de alguma doença cronica, nega uso de qualquer remédio. Fuma 10-12 cigarros por dia, ocasionalmente toma 1-2 copos de cerveja. Já teve 3 partos normais, e um aborto espontâneo, útero sensível a apalpação. Não apresenta nenhum outro foco de infecção visível.
1) Qual é o diagnóstico mais provável. (0,1 pontos)
2) Indiquem pelo menos 3 complicações maternas da amniorrexe (0,15 pontos)
3) Em quais condições é útil o toque vaginal neste caso? (0,05 pontos)
4) Qual é o plano terapêutico no caso acima?(0,25 pontos)


RATING: 3

1) Qual é o diagnóstico mais provável.
a. Amniorrexe prematura (0.05 p) b. Chorioamniotite (0.05 p)
2) Indiquem pelo menos 3 complicações maternas da amniorrexe
ATENÇÃO A PEGADINHA ! O requirimento e: 'complicações maternas' e não 'fetais'.
- Chorioamniotite (0.05 p)
- Infecção puerperal (endometrite) (0.05 p)
- Oligoidramnio (0.05 p)
3) Em quais condições é útil o toque vaginal neste caso?
EM NENHUMA ! Outra pegadinha... Normalmente, o toque vaginal e PROIBIDO em caso de suspeita de amniorrexe prematura, EXCETO quando existe expectativa de parto nas próximas 24 horas. Mas NESTE CASO a gravidez de 23 semanas e bem longe de tal eventualidade, então a resposta correta e 'o toque vaginal e proibido e, neste caso, não existe nenhuma condição que justificaria a fazer um tal exame'. (0.05 p)
4) Qual é o plano terapêutico no caso acima?
Conduta ativa: A única solução e a interrupção da gravidez. Ela vai acontecer em 7 dias. Resolução imediata da gestação se trabalho de parto ou presença de infecção (0.05 p).
Esquemas antibióticos :
Ampicilina 2 g EV 6/6 h + Gentamicina 1,5 mg/Kg 8/8 h ou em dose única diária. Se parto vaginal manter este esquema até que a paciente se mantenha afebril ou assintomática por 48 h, não sendo necessária a manutenção de esquema ambulatorial por via oral. (0.05 p)
Caso haja indicação de parto abdominal indica-se adicionar droga contra anaeróbios como Metronidazol 500 mg 8/8 h ou Clindamicina 900 mg 8/8 h, após clampeamento do cordão. (0.05 p) Particularidades: paciente com infecção estafilocócica requer terapia EV por período prolongado e subsequentemente curso de terapia oral. (0.05 p)
DISCUSSÃO:
O feto não vai ser viável, porque os pulmões são imaturos
. Justificação: a presença da CORIOAMNIOTITE
- Resulta de disseminação hematogênica ou infecção ascendente.
- Incidência mais comum nos casos de ruptura precoce de membranas ovulares, cerca de 15 a 25%. Já nos casos de RPM prolongada, ou seja, com período maior que 24 h, a incidência é de 3 a 15%.
Principais patógenos: Bacteroides, E. coli, estreptococos anaeróbios, estreptococos do grupo B.
- Indicação absoluta de interrupção da gestação. Se possível via vaginal.
RPM em gestações muito precoces, principalmente se menor que 24 semanas, a sobrevida é limitada e a morbimortalidade neonatal está aumentada.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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