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URGÊNCIAS HIPERTENSIVAS PEDIATRICAS (ÁREA DE PEDIATRIA)

A HAS é problema de saúde pública mundial e não é diferente no nosso país. Sabe-se haver aumento da prevalência mundial também de casos pediátricos, principalmente associado ao aumento de sobrepeso e obesidade nessa faixa etária. Infelizmente não há dados nacionais disponíveis que reflitam essa realidade.
Os níveis tensionais permanentemente elevados acima dos limites de normalidade são indices de hipertensão arterial sistêmica. Obviamente, a pressão arterial é determinada por meio de métodos e condições apropriados.

OBJETIVA: (972475 votos)..........95.16% das questões objetivas receberam votos.
No estadiamento do câncer colorretal, a classificação de um tumor invadindo submucosa, com metástases em um até três linfonodos pericólicos ou perirretais e sem metástases a distância, é classificado como:
A. T1N1M0
B. T1N1M1
C. T1N2M0
D. T2N2M0
E. T2N1M0

  RATING: 2.86

No estadiamento do câncer colorretal, a classificação de um tumor invadindo submucosa, com metástases em um até três linfonodos pericólicos ou perirretais e sem metástases a distância, é classificado como:

A. T1N1M0
CORRETO: No sistema de estadiamento TNM (Tumor, Nódulos linfáticos, Metástases) para o câncer colorretal, recomendado pela American Joint Committee on Cancer (AJCC), o 'T' refere-se à extensão do tumor primário, o 'N' ao envolvimento de linfonodos regionais e o 'M' à presença de metástases distantes. Aqui, o tumor invade apenas a submucosa, o que classifica como T1 (invasão limitada à submucosa, sem atingir a muscular própria). Há metástases em um a três linfonodos pericólicos ou perirretais, que são linfonodos regionais, correspondendo a N1 (metástases em 1-3 linfonodos regionais). E não há metástases a distância, o que é M0 (ausência de metástases distantes). Essa combinação resulta no estágio T1N1M0, que geralmente corresponde ao estágio IIA ou IIB no sistema de estágios agrupados, dependendo de subdetalhes, mas a classificação TNM solicitada é exatamente essa.
B. T1N1M1
INCORRETO : Inclui M1, que indica a presença de metástases distantes (como em fígado, pulmões ou outros órgãos remotos). No entanto, a questão especifica explicitamente 'sem metástases a distância', o que exclui M1 e torna essa opção inválida
C. T1N2M0
INCORRETO : N2 representa metástases em 4 ou mais linfonodos regionais (subdividido em N2a para 4-6 e N2b para 7 ou mais). A questão menciona apenas 'um até três linfonodos', o que se enquadra em N1, não em N2.
D. T2N2M0
INCORRETO : T2 indica invasão do tumor até a muscular própria (camada muscular da parede intestinal), mas a questão descreve invasão apenas até a submucosa (T1). Segundo, N2 é para 4 ou mais linfonodos, o que não condiz com o limite de até três descrito.
E. T2N1M0
INCORRETO : T2 envolve invasão mais profunda (muscular própria), enquanto o tumor aqui está limitado à submucosa (T1). O N1 e M0 estão corretos, mas o erro no T invalida a opção

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.86)

DISCURSIVA: (174913 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)


RATING: 3.02

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal?
A adrenalina é indicada se a frequência cardíaca do bebê permanecer abaixo de 60 bpm (0,025 p) após:
• Pelo menos 30 segundos de ventilação (0,025 p) com pressão positiva (VPP) (0,025 p) que infla os pulmões (0,025 p) , o que é evidenciado por movimento do tórax (0,025 p) ;
• Outros 60 segundos de massagem cardíaca (0,025 p) acompanhada de VPP (0,025 p) com oxigênio a 100%. (0,025 p)

(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal.
Recomendações em relação ao emprego da adrenalina:
a. Concentração: 1:10.000 (0,1 mg/mL) (0,025 p)
b. Via:
Endovenosa (preferível) (0,025 p) ou intraóssea (0,025 p)
c. Dose: Endovenosa/Intraóssea = 0,1 - 0,3 mL/kg (0,025 p) . Pode ser repetida a cada 3-5 minutos. (0,025 p)
Considerar uma dose mais elevada (0,5 - 1,0 mL/kg) SOMENTE para a via endotraqueal. (0,025 p)
d. Velocidade: rapidamente (0,025 p)

(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal?
A administração de expansor de volume está indicada se o recém-nascido não está respondendo aos passos da reanimação (0,025 p) E existem sinais de choque (0,025 p) ou história de perda aguda de volume sanguíneo (0,025 p) .

(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal?
Se a ausência de frequência cardíaca é confirmada depois de 10 minutos de reanimação (0,025 p) , é razoável interromper os esforços de reanimação. Entretanto, a decisão de prosseguir com a reanimação ou interrompê-la deve ser individualizada. (0,025 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (203231 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Criança do sexo masculino, 5 anos, com queixa de adenomegalia cervical dolorosa e febre alta há cinco dias. Apresentava hiperemia conjuntival, fissuras labiais, língua avermelhada, papilas hipertrofiadas e salientes. O hemograma evidenciou leucocitose e neutrofilia. Manteve-se febril e com linfadenopatia persistente mesmo após o uso de terapia antimicrobiana para adenite piogênica. No oitavo dia de internação, evoluiu com descamação dos dedos das mãos e dos pés e plaquetose.

Enumeram pelo menos 3 hipóteses diagnósticas e indiquem a mais provável (0,5 pontos)

 




RATING: 3.01

Como que julgamos esse caso nas provas? Primeiro, está bem claro que trata-se de uma doença exantematica numa criança, então, precisamos ver quais são as doenças exantematicas na criança que cumprem grande parte destas sintomas.
  • doença de Kawasaki: febre com duração de pelo menos cinco dias + presença de pelo menos quatro dos cinco sinais: congestão conjuntival bulbar bilateral, geralmente não-purulenta, alterações da mucosa da orofaringe, incluindo congestão de faringe, lábios hiperemiados e/ou secos e fissurados, língua em framboesa, alterações das extremidades periféricas, com edema e/ou eritema das mãos ou pés na fase aguda ou descamação periungueal na fase subaguda, eritemas, primariamente no tronco; polimorfos, nao-vesiculares, adenopatia cervical > 1,5 cm, geralmente unilateral nao explicada por outros processos patológicos conhecidos.
  • escarlatina apresenta rápida resposta com terapia à base de penicilinas, esse tratamento durante 24 a 48 h, com reavaliação clínica, esclarece o diagnóstico
  • síndrome do choque tóxico evolui com hipotensão, envolvimento renal, elevação do nível de creatino-fosfoquinase, e um foco de Infecção pelo Staphylococcus aureus
  • sarampo não-complicado tem conjuntivite exsudativa, manchas de Koplik, eritema que começa na face atrás das orelhas, e leucopenia com VHS baixo.
  • reações de hipersensibilidade a drogas, incluindo a síndrome de Stevens-Johnson, há edema periorbital, úlceras orais e VHS baixo
  • artrite reumatóide juvenil presença de linfadenopatia, hepatoesplenomegalia e eritema de coloração salmão evanescente
  • a febre das Montanhas Rochosas
  • leptospirose
  • Síndrome da pele escaldada estafilocócica
  • Intoxicação por mercúrio
  • Eritema perineal toxino-mediado recorrente
  • Linfadenites cervicais bacterianas

 Febre acima de cinco dias associada a quatro dos cinco critérios restantes ou a presença de febre e aneurisma coronariano associado a três dos demais critérios. : congestão ocular bilateral não exsudativa, hiperemia e/ou ressecamento e/ou fissuras e/ou descamação de lábios e/ou hiperemia de orofaringe com proeminência das papilas linguais, exantema polimorfo não vesicular que se inicia no tronco e se estende para membros, eritema e edema endurado de mãos e pés que evolui para descamação periungueal, linfadenopatia cervical aguda não supurativa uni ou bilateral superior a 1,5 cm de diâmetro são dados importantes para suspeitar de doença de Kawasaki.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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