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RATING: 3 ![]()
Todos os seguintes itens são complicações diretas da síndrome do intestino curto, EXCETO:
A. Cálculos biliares de colesterol
INCORRETO: O maior tamanho do reservatório de ácidos biliares resulta na formação de cálculos,biliares de colesterol em consequência da supersaturação da bile na vesícula biliar.
B. Doença arterial coronariana
CORRETO : A doença arterial coronariana não é descrita como complicação da síndrome do intestino curto.
C. Hipersecreção de ácido gástrico
INCORRETO : A hipersecreção gástrica de ácido está bem documentada, e acredita-se que seja decorrente da perda da inibição da secreção de ácido gástrico, devido à ausência do intestino delgado para secretar hormônios inibitórios.
D. Cálculos renais de oxalato de cálcio
INCORRETO : Os sintomas não intestinais podem incluir cálculos renais de oxalato de cálcio, devido a um aumento da absorção de oxalato pelo intestino grosso, com hiperoxalúria subsequente. Isso pode ser devido a um aumento dos ácidos graxos no colo que fixam o cálcio, de modo que o cálcio no intestino não está livre para ligar-se ao oxalato, e o oxalato livre é absorvido no intestino grosso.
E. Esteatorreia
INCORRETO : A síndrome do intestino curto refere-se às inúmeras complicações clínicas que podem ocorrer após resseção de comprimentos variáveis do intestino delgado. Raramente, essas complicações podem ser devidas a anormalidades congênitas do intestino delgado. Múltiplos fatores contribuem para a diarreia e a esteatorreia, incluindo hipersecreção de ácido gástrico, aumento dos ácidos biliares no cólon, devido à ausência ou diminuição da reabsorção do intestino delgado, e intolerância à lactose, devido à secreção aumentada de ácido gástrico.
Gabarito: B
O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.
RATING: 2.96 ![]()
O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.
Resposta 1 (Fatores de risco etiológicos):
Resposta 2 (Vias genéticas e moleculares centrais):
Resposta 3 (Alterações arquiteturais e fases de evolução tumoral na histopatologia):
Resposta 4 (Elementos do AJCC e limitações dos níveis de Clark):
FONTE:
MELANOMA MALIGNO - PLATAFORMA MISODOR
Responda ás questões a seguir:
1) Conforme a escala de Glasgow essa criança vai precisar de via aérea artificial? Justifique. - 0,08 pontos
2) Quais são as medidas corretivas imediatas desse atendimento, que já deveriam ser feitas no lugar do atropelamento? - 0,14 pontos
3) Salientando que o foco principal do impacto foi o tórax, qual é o sinal mais preocupante e qual é a suspeita clínica? - 0,14 pontos
4) A investigação radiológica evidenciou: contusão pulmonar; pneumotórax à direita; fratura de costelas à direita e fratura de clavícula à direita. Qual é a conduta? 0,14 pontos
1) Conforme a escala de Glasgow essa criança vai precisar de via aérea artificial? Justifique.
Não (0,02 p). O escore de Glasgow dessa criança neste momento é de 13 (0,02 p) – ou seja bem longe de 8, que seria a indicação para intubação (0,02 p), além disto, não apresenta nenhum sinal de insuficiência respiratória aguda atual ou iminente (0,02 p)
2) Quais são as medidas corretivas imediatas desse atendimento, que já deveriam ser feitas no lugar do atropelamento?
O pescoço da criança deve permanecer em posição neutra (0,02 p) e não pode ser hiperestendido (0,02 p). A via aérea deve ser mantida totalmente permeável (0,02 p), enquanto a coluna cervical é imobilizada em posição neutra (0,02 p). Tração e movimento do pescoço devem ser evitados (0,02 p) após manutenção da via aérea e estabilização da coluna cervical (0,02 p). Um colar semi-rígido deve ser aplicado. (0,02 p)
3) Salientando que o foco principal do impacto foi o tórax, qual é o sinal mais preocupante e qual é a suspeita clínica?
O sinal mais preocupante – a criança está taquipneica (0,02 p), embora o MV está audível e a saturação boa.
A contusão pulmonar (0,02 p)deve ser suspeitada em qualquer criança com trauma torácico contuso (0,02 p) que apresente dor no peito , dificuldade para respirar ou hipoxia inexplicada (0,02 p).
Fraturas de costela (0,02 p), assim como equimose na parede torácica devem aumentar ainda mais a suspeita de lesão no parênquima subjacente.
Pneumotórax (0,02 p) ou hemotórax (0,02 p) devem ser suspeitados em qualquer criança com histórico de trauma torácico que apresente dor no peito, falta de ar, dificuldade respiratória, hipóxia ou evidência de choque.
Todos os pacientes com um mecanismo de lesão torácica devem ser submetidos rapidamente a uma avaliação radiológica com raio-X de tórax
4) A investigação radiológica evidenciou: contusão pulmonar; pneumotórax à direita; fratura de costelas à direita e fratura de clavícula à direita. Qual é a conduta?
Atendimento de criança com trauma torácica:
suporte ventilatório não invasivo (0,02 p)
hidratação venosa (0,02 p)
analgesia de suporte (0,02 p)
curativo nas escoriações (0,02 p)
tipóia devido a fratura da clavícula (0,02 p)
colher Gasometria; Proteína C Reativa; Hemocultura; Hemograma (0,02 p)
transferir para UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pediátrica (0,02 p)
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