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CÂNCER DE ESOFAGO (ÁREA DE CIRURGIA)

O câncer do esôfago é a sexta causa mais comum de neoplasia maligna do mundo, representando 4% dos diagnósticos novos de câncer nos Estados Unidos.

Infelizmente, a maioria dos pacientes se apresenta com doença localmente avançada (estágio T3 e/ou N1). Variações na incidência ocorrem entre países ou mesmo entre as regiões de um certo país, especialmente junto à população masculina. Apesar dos padrões geográficos, tem sido observada uma grande virada no tipo histológico tumoral.

OBJETIVA: (1130338 votos)..........99.47% das questões objetivas receberam votos.
Criança de seis anos de idade apresenta-se com quadro de febre alta, dor torácica, dispnéia, tosse seca. A radiografia de tórax mostra uma condensação pneumônica do hemitórax direito com discreto derrame pleural. O agente etiológico mais provável é:
A. Pneumocystis carinii
B. Staphylococcus aureus
C. Streptococcus pyogenes
D. Streptococcus pneumoniae
E. Haemophilus influenzae

  RATING: 3.01

Criança de seis anos de idade apresenta-se com quadro de febre alta, dor torácica, dispnéia, tosse seca. A radiografia de tórax mostra uma condensação pneumônica do hemitórax direito com discreto derrame pleural. O agente etiológico mais provável é:

A. Pneumocystis carinii
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Staphylococcus aureus
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Streptococcus pyogenes
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Streptococcus pneumoniae
CORRETO : O Streptococcus pneumoniae é o patógeno que mais comumente causa pneumonia em crianças com idade além do período neonatal, tanto em pacientes com imunocompetência quanto naqueles imunossuprimidos. Os outros germes são menos freqüentemente encontrados.
E. Haemophilus influenzae
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

DISCURSIVA: (182002 votos) ..........99.39% das questões discursivas receberam votos.

Discuta os aspectos epidemiológicos, de fatores de risco e patogênese genética do câncer urotelial de bexiga urinária.

  1. Descreva a distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça.  (Subtotal da questão 1 = 0,15 pontos)
  2. Liste e explique os principais fatores de risco ambientais e ocupacionais. (Subtotal da questão 2 = 0,15 p)
  3. Explique a ativação de oncogenes na patogênese. (Subtotal da questão 3 = 0,10 p)
  4. Detalhe a inativação de genes supressores e as principais alterações cromossômicas. (Subtotal da questão 4 = 0,10 p)




RATING: 3.15

Discuta os aspectos epidemiológicos, de fatores de risco e patogênese genética do câncer urotelial de bexiga urinária.

  1. Descreva a distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça.  (Subtotal da questão 1 = 0,15 pontos)
  2. Liste e explique os principais fatores de risco ambientais e ocupacionais. (Subtotal da questão 2 = 0,15 p)
  3. Explique a ativação de oncogenes na patogênese. (Subtotal da questão 3 = 0,10 p)
  4. Detalhe a inativação de genes supressores e as principais alterações cromossômicas. (Subtotal da questão 4 = 0,10 p)


1. Distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça

  • As maiores taxas de incidência concentram-se na Europa Ocidental e na América do Norte; as menores são observadas na Ásia e em regiões menos desenvolvidas da África (0,04 p).
  • Globalmente, o câncer da bexiga ocupa a sétima posição entre as neoplasias mais frequentes e a décima terceira causa de morte por câncer (0,04 p).
  • No Brasil, constitui a segunda neoplasia mais frequente do trato geniturinário no homem, superada apenas pelo adenocarcinoma de próstata (0,04 p).
  • Nos países ocidentais, é 2,5 a 4 vezes mais frequente em homens do que em mulheres (provavelmente por maior exposição ao tabagismo e toxinas ambientais) e o mesmo padrão se repete nas mulheres (risco aumentado nas brancas em relação às negras) (0,02 p).
  • Diferenças raciais: brancos apresentam maior incidência e maior número de óbitos por carcinoma urotelial em comparação aos negros (inverso do observado nos tumores geniturinários em geral) (0,01 p).

2. Principais fatores de risco ambientais e ocupacionais

  • Tabagismo é o fator de risco mais importante e mais bem estudado; quem fuma tem de duas a quatro vezes mais chance de desenvolver a doença; quanto maior a quantidade e o tempo de tabagismo, maior a associação; os agentes responsáveis são principalmente as alfa- e beta-naftilaminas, que são absorvidas, eliminadas na urina e ficam em contato direto com o urotélio, causando dano celular repetido (0,05 p).
  • Exposição ocupacional responde por parcela significativa dos casos (15% a 35% em homens e 1% a 6% em mulheres); profissionais das indústrias de tintas, borracha e petróleo estão expostos a carcinógenos como benzidina, beta-naftilamina e 4-aminobifenil; esses compostos têm período de latência longo (0,04 p).
  • Medicamentos – ciclofosfamida, ao ser metabolizada, libera produtos tóxicos que irritam o urotélio e favorecem a malignidade (0,03 p).
  • Outros fatores – qualquer situação que cause trauma físico repetido ao urotélio (infecções urinárias crônicas, instrumentação repetida da bexiga ou presença de cálculos) aumenta o risco de transformação maligna; a ingestão de adoçantes artificiais não confirmou associação em estudos recentes (0,03 p).

3. Ativação de oncogenes na patogênese

  • O processo é multifatorial e envolve duas grandes vias que se complementam: ativação de oncogenes e inativação de genes supressores (0,03 p).
  • Oncogenes, quando ativados de forma anormal, estimulam a célula a se multiplicar exageradamente (0,02 p).
  • No câncer de bexiga, o oncogene p21 (c-Ha-ras) está ativado em pelo menos 50% dos casos; ocorre ativação aberrante de GTPase de membrana, levando a proliferação nuclear descontrolada e perda da diferenciação celular (a célula “esquece” sua função normal e torna-se imatura) (0,03 p).
  • Essa alteração é mais comum em tumores de alto grau e em áreas de displasia, mas raramente aparece em tumores de baixo grau (0,02 p).
  • Outros oncogenes frequentemente envolvidos: Erb-2, EGFR, MDM2, C-MYC e CCND1 (0,01 p).

4. Inativação de genes supressores e alterações cromossômicas

  • Genes supressores atuam como “freios” da multiplicação celular; quando inativados ou perdidos, a célula perde o controle e pode tornar-se imortal (0,03 p).
  • O gene p53 (o mais alterado em todos os cânceres humanos) é o exemplo clássico; a proteína p53 normal reconhece células com danos genéticos e dispara apoptose; quando mutado, a apoptose falha e as células danificadas sobrevivem e acumulam mutações (0,03 p).
  • No câncer de bexiga, mutação de p53 está presente em tumores primários, recidivas e tumores do trato urinário superior e associa-se a tumores mais agressivos e músculo-invasivos (0,02 p).
  • Deleção do braço curto do cromossomo 17 (onde fica o p53) ocorre em mais de 60% dos tumores invasivos, mas quase nunca nos tumores superficiais (0,01 p).
  • Outra alteração muito frequente e precoce é a perda de material do cromossomo 9 (contém genes reguladores p21, p27/KIP1 e p16); aparece tanto em tumores de alto quanto de baixo grau e é encontrada em todos os tumores multifocais, reforçando a ideia de doença difusa do urotélio (0,01 p).


FONTE:

CÂNCER DE VESICA URINARIA (PLATAFORMA MISODOR)


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.15)

CASO CLINICO: (212151 votos)..........99.49% dos casos clinicos receberam votos.
RSC, 2 anos, sexo feminino, natural e procedente de Bahia.
QUEIXA PRINCIPAL: Febre alta e adinamia há 15 dias.
Há 15 dias paciente iniciou quadro de febre alta (39o C), associado a adinamia, anorexia, sonolência e aumento progressivo do volume abdominal. No mesmo período apresentou tosse produtiva porém sem expectoração, além de edema em pés. Nega vômitos, diarreia, sangramentos ou alterações urinárias. Genitora levou a criança ao Hospital Gonçalves Martins onde foi tratada para pneumonia (SIC) e realizou parasitológico de fezes que revelou Giárdia e Ancilostomídeo.
Nega viroses da infância, tuberculose, hepatites, cardiopatias, hemotransfusões, intervenções cirúrgicas e alergia medicamentosa.
AR. Som claro pulmonar, murmúrio vesicular rude sem ruídos adventícios. ACV: Precórdio calmo, bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. ABDÔMEN. Globoso as custas de visceromegalia, rígido, indolor a palpação, RHA não audíveis, ausência de ascite, fígado palpável a 4 cm do rebordo costal direito e a 2,5 cm do apêndice xifóide, baço palpável a 8 cm do rebordo costal esquerdo. EXTREMIDADES bem perfundidas e sem edema.SNC. Sem sinais de irritação meníngea.
Genitora G1 P1 A0, gestação sem intercorrências, realizado pré-natal, parto normal a termo, criança chorou ao nascer. Peso 2300 g, genitora não fumou nem ingeriu bebidas alcoólicas na gestação.
Reside em casa com infra-estrutura sanitária adequada, onde moram 10 pessoas. Epidemiologia negativa para Chagas e positiva para esquistossomose. Cria cachorros e gatos.

A) Enumeram 5 hipóteses diagnosticas (0,25 p)
B) Para a mais provável hipótese, indiquem o tratamento adequado. (0,25 p)





RATING: 2.67

A)  Enumeram 5 hipóteses diagnosticas.

HIPÓTESES DIAGNOSTICAS:
1) Calazar: pancitopenia + perda ponderal + esplenomegalia acentuada, com baço indolor, superfície lisa e consistência normal + hepatomegalia não muito acentuada, com fígado de superfície lisa e consistência discretamente aumentada + febre de longa duração, com picos elevados e diários + epidemiologia (0,05 p)

2) Salmonelose de curso prolongado: febre prolongada, elevada e irregular + esplenomegalia acentuada + hepatomegalia, com fígado de consistência firme e levemente doloroso à palpação + perda ponderal + diarréia intercalada com períodos de obstipação. Fezes contendo muco e sangue + dor abdominal tipo cólica + leucocitose com aumento de eosinófilos+ anemia + plaquetas normais (0,05 p)

3) Malária: hepatoesplenomegalia+ febre contínua alternada com terçã ou quartã + calafrios + sudorese profusa + anemia(30%) + leucopenia(37%) + plaquetopenia(56%) nas formas graves (0,05 p)

4) Esquistossomose mansônica aguda: febre não contínua, prolongada, elevada, com sudorese e calafrios + diarréia + perda ponderal + hepatoesplenomegaliadiscreta + leucocitose com eosinofilia+ epidemiologia (0,05 p)

5) Doenças linfoproliferativas: LMA-pancitopenia variável + febre(de origem infecciosa) + hepatoesplenomegalia+ adenomegalia + hemorragia. LLA-anemia + plaquetopenia + leucocitose variável + adenomegalia + esplenomegalia (0,05 p)

B)   Para a mais provável hipótese, indiquem o tratamento adequado.
HIPÓTESE PRINCIPAL E TRATAMENTO: Considerando o caso acima apresentado, o mais provável diagnostico e a leishmaniose infantil. O tratamento convencional com Antimonial Pentavalente vem diminuindo sua eficácia devido a um aumento da resistência à droga com consequente recaída da doença. Além disso os efeitos tóxicos da droga são importantes: hepatotoxicidade, cardiotoxicidade, rash, e recentes estudos descreveram casos de pancreatite secundário ao uso da droga.
Anfotericina B lipossomal é o tratamento mais indicado nesta idade. para crianças com L.infantum a dose total é de 18 mg/kg (3 mg/kg/dia) por 05 dias e mais 3 mg/kg no D10 após a alta hospitalar.

(0,25 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.67)




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