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PARACOCCIDIOMICOSE (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

  1. Paracoccidioidomicose: úlceras endurecidas na boca, orofaringe, laringe e nariz; gânglios linfáticos pequenos dando saída a secreções; lesões de pele e genitália; tosse produtiva, perda ponderal, dispnéia e febre.
  2. A infecção pode ocorrer na área urbana; A doença pode acometer o SNC; A base do tratamento são sulfas; As recidivas estão mais relacionadas a não-aderência ao tratamento.
  3. A lesão dermatológica da paracoccidioidomicose localiza-se mais freqüentemente na: face.
  4. a forma cronica e muito mais frequente que aquela aguda
  5. Histologicamente é uma doença GRANULOMATOSA.
  6. Achados laboratoriais da paracoccidioidomicose: anemia, eosinofilia, hipoalbuminemia, hipergamaglobulinemia.
  7. O teste intradérmico com paracoccidioidina não tem importância nos inquéritos epidemiológicos.

OBJETIVA: (1397386 votos)..........95.2% das questões objetivas receberam votos.
Sobre o lactato arterial e a interpretação da hiperlactatemia no choque do adulto, assinale a alternativa CORRETA:
A. Todo lactato elevado no adulto prova, de modo exclusivo, anaerobiose por baixa DO2 (oferta sistêmica de oxigênio) e exclui qualquer outra via
B. O lactato tipo B, por definição, só ocorre quando a SvO2 (saturação venosa mista de oxigênio) está abaixo de 20%
C. A depuração hepática do lactato é irrelevante, pois o fígado jamais consome lactato
D. O lactato tipo A associa-se a hipoperfusão e a DO2 inadequada; o tipo B ocorre com perfusão aparentemente preservada, por sobreprodução ou por falha de depuração
E. A normalização do lactato é impossível enquanto o paciente permanecer em ventilação mecânica

  RATING: 0

Sobre o lactato arterial e a interpretação da hiperlactatemia no choque do adulto, assinale a alternativa CORRETA:

A. Todo lactato elevado no adulto prova, de modo exclusivo, anaerobiose por baixa DO2 (oferta sistêmica de oxigênio) e exclui qualquer outra via
INCORRETO: Hiperlactatemia não é sinônimo exclusivo de anaerobiose isquêmica. Há produção aeróbica estimulada por catecolaminas, falha de depuração hepática, disfunção mitocondrial e outras vias que não exigem DO2 crítica
B. O lactato tipo B, por definição, só ocorre quando a SvO2 (saturação venosa mista de oxigênio) está abaixo de 20%
INCORRETO : A classificação tipo B não se define por um limiar numérico de SvO2. Tipo B é hiperlactatemia sem hipoperfusão sistêmica evidente
C. A depuração hepática do lactato é irrelevante, pois o fígado jamais consome lactato
INCORRETO : O fígado é o principal sítio de depuração do lactato (gliconeogênese e oxidação). Insuficiência hepática ou baixo fluxo hepático elevam o lactato mesmo sem isquemia muscular generalizada
D. O lactato tipo A associa-se a hipoperfusão e a DO2 inadequada; o tipo B ocorre com perfusão aparentemente preservada, por sobreprodução ou por falha de depuração
CORRETO : Tipo A: desequilíbrio entre oferta e demanda, choque, hipóxia, exercício extremo, convulsão. Tipo B: produção aumentada ou depuração reduzida sem hipoperfusão óbvia (disfunção hepática, fármacos, deficiência de tiamina, estimulação adrenérgica, citopatia). Distinguir os dois evita tratar todo lactato como prova automática de débito insuficiente
E. A normalização do lactato é impossível enquanto o paciente permanecer em ventilação mecânica
INCORRETO : A ventilação mecânica não impede a queda do lactato. A depuração depende de reperfusão, de função hepática e de cessação da sobreprodução, não da mera presença de prótese ventilatória

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (195661 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Indicam os exames OBRIGATORIOS em todos os politraumatizados (0,5 p).


RATING: 2.47

Indicam os exames OBRIGATORIOS em todos os politraumatizados (0,5 p).

Ht, Hb
• Grupo sangüíneo e Fator Rh
• Amilase
• Radiografia de tórax AP
• Radiografia de bacia AP
• Radiografia de coluna cervical
• ECG
• ßHCG na mulher em idade fértil
• Ultra-som do abdome total
Exames OBRIGATORIOS em todos os politraumatizados:

1) Hematocrito (0,05 p)
2) Hemoglobina (0,05 p)
3) Grupo sangüíneo e Fator Rh (0,05 p)
4) Amilase (0,05 p)
5) Radiografia de tórax AP (0,05 p)
6) Radiografia de bacia AP (0,05 p)
7) Radiografia de coluna cervical (0,05 p)
8) Eletrocardiograma(0,05 p)
9) ß-HCG na mulher em idade fértil (0,05 p)
10) Ultra-som do abdome total (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.47)

CASO CLINICO: (227844 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Criança do sexo masculino, seis anos de idade, sem antecedentes patológicos de relevo. Apresentou início agudo de tosse rouca, disfonia e estridor associados a sinais de dificuldade respiratória com agravamento progressivo. Sem outra sintomatologia associada. Sem conviventes doentes.
Observado por pediatra assistente cerca de duas horas após o início da sintomatologia, tendo sido objetivada febre (temperatura axilar de 38ºC).
À admissão apresentava-se polipneico, disfônico, com sinais de dificuldade respiratória grave nomeadamente estridor inspiratório, tiragem subcostal, supra-esternal e adejo nasal. Sem alterações na auscultação cardio-pulmonar, sem hipoxemia.
Manteve-se febril e, apesar da terapêutica com adrenalina nebulizada em intervalos regulares, manteve estridor, que se tornou bifásico. Cerca de oito horas após o início da sintomatologia, iniciou hipoxemia (FiO2 máximo de 0.28 para manter saturações periféricas de oxigênio > 92%). O estudo analítico demonstrou 10,2x109/L leucócitos com 84,8% neutrófilos e proteína C reativa (PCR) 53,2mg/L.
Utilizando os dados acima, esclarece:

1) Qual é a principal suspeita diagnóstica? 0,1 pontos
2) Indicam pelo menos três parâmetros de diagnóstico diferencial de laringotraqueobronquite. 0,3 pontos
3) Que agentes etiológicos são mais frequentemente implicados? 0,1 pontos




RATING: 2.89

1) Baseado no exame clinico e semiológico a principal suspeita é de traqueite bacteriana. A traqueite bacteriana (lambem chamada de traqueíte membranosa ou crupe pseudomembranoso ou laringotraqueobronquite bacteriana ou laringite membranosa) é uma infecção bacteriana aguda da região subglótica da via aérea superior que pode provocar uma obstrução das vias aéreas com risco de óbito. Foi descrita pela primeira vez em 1945 por Chevalier Jackson e consiste de fato numa infeção bacteriana exsudativa dos tecidos moles da laringe e traqueia. Desde a introdução da vacina contra o Haemophilus influenza tipo b, o número de casos de epiglotite diminuiu drasticamente na população pediátrica e desde então a traqueite bacteriana tem ganho relevância como infeção das vias aéreas superiores potencialmente fatais. 0,1 p

2) Três dos mais importantes elementos de diagnostico diferencial com laringotraqueobronquite: início abrupto do estridor (0,1 p) febre de dificil controle (0,1 p), falha de resposta na adrenalina (0,1 p);

3) Os agentes etiológicos mais frequentemente isolados são o Staphylococcus aureus (0,05 p) e Streptococcus pyogenes (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.89)




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