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A CIRURGIA DO BAÇO (ÁREA DE CIRURGIA)

A artéria esplénica divide-se em vários ramos dentro do ligamento esplenorrenal antes de penetrar no hilo esplénico, onde se ramificam novamente nestas trabéculas conforme penetram na polpa esplénica.

POLPA BRANCA: uma bainha de tecido linfático que acompanha os vasos e os seus ramos até que eles se dividem em capilares. São estas bainhas linfáticas que compõem a polpa branca do baço e que ficam intercaladas ao longo dos vasos arteriolares como folículos linfáticos.

ZONA MARGINAL: A interface entre a polpa branca a polpa vermelha é conhecida como a zona marginal.

POLPA VERMELHA: Conforme as arteríolas perdem as suas bainhas de tecido linfático, elas atravessam a zona marginal e penetram na polpa vermelha, que é composta de vasos sanguíneos de ramificações grandes, paredes finas chamados seios esplénicos sinusóides, e placas finas de tecido celular que compõem os cordões esplénicos.

OBJETIVA: (1377654 votos)..........94.82% das questões objetivas receberam votos.
O sistema de estadiamento dos cânceres de colo uterino mais amplamente utilizado é aquele desenvolvido pela Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) com colaboração da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo essa classificação, os tumores do colo uterino que invadem a vagina e os paramétrios são estadiados em:
A. IIA
B. IIB
C. IIIA
D. IB1
E. IB2

  RATING: 3.06

O sistema de estadiamento dos cânceres de colo uterino mais amplamente utilizado é aquele desenvolvido pela Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) com colaboração da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo essa classificação, os tumores do colo uterino que invadem a vagina e os paramétrios são estadiados em:

A. IIA
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. IIB
CORRETO : Estadiamento do Carcinoma de Colo Uterino - FIGO:
Estadio O: Carcinoma in situ
Estádio I: Carcinoma restrito ao colo
I-A: Carcinoma pré-clínico. Diagnóstico microscópico. Invasão do estroma até 5x7mm. A profundidade é medida da base do epitélio superficial de revestimento ou da glândula da qual se origina.
I-A1: Invasão estromal mínima. Não ultrapassa 3mm de profundidade.
I-A2: Invasão do estroma entre 3 e 5mm de profundidade.
I-B: Carcinoma restrito ao colo uterino com dimensões maiores que 5x7mm.
I-B1: Lesões clínicas até 4 cm de diâmetro.
I-B2: Lesões clínicas maiores que 4 cm de diâmetro.
Estádio II: Carcinoma extende-se além do colo uterino, não atingindo, entretanto, a parede pélvica; compromete somente 2/3 superiores da vagina.
II-A: Não há comprometimento dos paramétrios
II-B: Há comprometimento dos paramétrios
Estádio III: Carcinoma extende-se até a parede pélvica e/ou envolve o terço inferior da vagina.
III-A: Não atinge a parede pélvica (Somente terço inferior da vagina)
III-B: Extensão para parede pélvica e/ou uretero-hidronefrose e/ou exclusão renal
Estádio IV: Carcinoma extende-se além da pelve ou atinge a mucosa de bexiga e/ou reto.
IV-A: Tumor estende-se a órgãos adjacentes
IV-B: Metástase à distância

C. IIIA
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. IB1
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. IB2
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

DISCURSIVA: (193569 votos) ..........98.39% das questões discursivas receberam votos.

Discorra teoricamente sobre manifestações clínicas, métodos de imagem funcional, conduta cirúrgica e evolução do bócio multinodular atóxico.

  1. Descreva as principais manifestações clínicas decorrentes de compressão cervical.
  2. Explique o papel da cintilografia tireoidiana nesse contexto.
  3. Discuta os critérios de extensão da tireoidectomia (total versus subtotal).
  4. Aborde a possibilidade de autonomização e transformação em bócio tóxico.
  5. Cite os principais diagnósticos diferenciais teóricos do bócio multinodular atóxico.




RATING: 2.87

Discorra teoricamente sobre manifestações clínicas, métodos de imagem funcional, conduta cirúrgica e evolução do bócio multinodular atóxico.

  1. Descreva as principais manifestações clínicas decorrentes de compressão cervical.
  2. Explique o papel da cintilografia tireoidiana nesse contexto.
  3. Discuta os critérios de extensão da tireoidectomia (total versus subtotal).
  4. Aborde a possibilidade de autonomização e transformação em bócio tóxico.
  5. Cite os principais diagnósticos diferenciais teóricos do bócio multinodular atóxico.


1. As manifestações compressivas incluem dispneia, especialmente em decúbito, e disfagia progressiva. (0,05 p)
Podem ocorrer ainda roquidão por compressão do nervo laríngeo recorrente e sensação de pressão cervical. (0,05 p)
2. A cintilografia geralmente demonstra captação heterogênea e irregular do traçador, com áreas de hipocaptação correspondentes aos nódulos. (0,05 p)
Não há evidência de nódulos hiperfuncionantes (áreas quentes), o que confirma o caráter atóxico. (0,05 p)
3. A tireoidectomia total é preferida quando há múltiplos nódulos bilaterais, suspeita de malignidade ou necessidade de evitar recidiva. (0,05 p)
A tireoidectomia subtotal pode ser considerada em casos selecionados de nódulos predominantemente unilaterais e função preservada. (0,05 p)
4. Com o tempo, alguns nódulos podem adquirir autonomia funcional por mutações somáticas, elevando a produção hormonal. (0,05 p)
Essa autonomização transforma o quadro em bócio multinodular tóxico (doença de Plummer). (0,05 p)
5. Os principais diagnósticos diferenciais incluem tireoidite de Hashimoto em fase de bócio, adenoma folicular solitário e carcinoma tireoidiano multicêntrico. (0,05 p)Também deve ser diferenciado do bócio difuso simples e da tireoidite subaguda em fase inicial. (0,05 p)

FONTE:

BÓCIO MULTINODULAR ATOXICO

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.87)

CASO CLINICO: (225759 votos)..........99.53% dos casos clinicos receberam votos.
PRDL, 28 anos, primigesta, idade gestacional de 32 semanas e 1 dia, calculado pela data da última menstruação, compatível com ultra-sonografia realizado com 9 semanas. Procura a triagem do HUJM, queixando-se de perda de liquido amniótico via vaginal há 6 horas. Nega sangramentos ou contrações uterinas. Ao exame, visualizado saída de líquido amniótico pelo orifício externo do colo. Toque vaginal apresentando colo grosso, posterior e fechado. Batimentos cárdio fetal de 150 bpm e dinâmica uterina: ausente. Pergunta-se:
Como você conduziria este caso?




RATING: 2.85

1. Internação e repouso absoluto no leito.
2. Ultrassonografia para quantificar líquido amniótico.
3. Cardiotocografia de 3/3 dias.
4. Dopplervelocimetria semanal.
5. Temperatura axilar de 4/4 horas.
6. Pesquisar aumento da sensibilidade uterina, secreções vaginais fétidas diariamente.
7. Auscultar BCF de 6/6 horas.
8. Leucograma e PCR de 3/3 dias.
9. Pesquisar maturidade fetal com 34 semanas.
10. Fazer corticóide na internação: betametazona, 12 mg de 24/24 horas (2 doses) IM.
11. NÃO FAZER: Toques vaginais. Antibióticos profiláticos. Tamponamento vaginal
12. Interromper a gestação na vigência de infecção ou vitalidade fetal comprometida ou maturidade presente (34 semanas).
13. Via de parto: Obstétrica.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.85)




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