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PARTO DAS APRESENTAÇÕES CEFÁLICAS FLETIDAS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Para entender o Mecanismo de Parto, é importante termos conhecimento prévio da Estática Fetal, que consiste em avaliar a situação, apresentação, posição, atitude e variedade de posição fetal, assim como os assinclitismos, para que possamos acompanhar a evolução do parto.

OBJETIVA: (969453 votos)..........94.91% das questões objetivas receberam votos.
Anotem V para as afirmações verdadeiras abaixo e F para as afirmações FALSAS. Depois, analisem as sequencias abaixo e indiquem a adequada:
(___) O DIU pode ser inserido logo após um aborto espontâneo ou induzido
(___) O DIU deve ser inserido somente durante a menstruação
(___) O uso de antibióticos é recomendado antes da inserção do DIU para prevenir infecções
(___) Há uma faixa etária ideal para o uso do DIU

A. V - V - V - F
B. F - F - F - V
C. F - V - F - F
D. V - F - V - F
E. V - F - F - F

  RATING: 2.82

Anotem V para as afirmações verdadeiras abaixo e F para as afirmações FALSAS. Depois, analisem as sequencias abaixo e indiquem a adequada:

(___) O DIU pode ser inserido logo após um aborto espontâneo ou induzido
(___) O DIU deve ser inserido somente durante a menstruação
(___) O uso de antibióticos é recomendado antes da inserção do DIU para prevenir infecções
(___) Há uma faixa etária ideal para o uso do DIU

A. V - V - V - F
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. F - F - F - V
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. F - V - F - F
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. V - F - V - F
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. V - F - F - F
CORRETO : O DIU pode ser inserido após um aborto espontâneo ou induzido, a menos que a mulher tenha infecção pélvica. A inserção do DIU logo após o aborto de feto com mais 16 semanas de gestação requer treinamento especial.[V]
O DIU pode ser inserido em qualquer momento durante o ciclo menstrual da mulher, desde que se tenha certeza razoável de que ela não está grávida. O período menstrual é o mais indicado porque a possibilidade de gravidez fica descartada, e porque, em algumas mulheres, a inserção é mais fácil. Todavia, não é fácil de se identificar os sinais de uma infecção durante a menstruação. Alguns provedores preferem inserir o DIU no meio do ciclo menstrual, porque, naquele momento o orifício do canal cervical fica mais aberto.[F]
Se a inserção tiver sido correta e as mulheres adequadamente triadas, o risco de infecção é mínimo em mulheres saudáveis. Estudos recentes sugerem que o uso de antibióticos não reduz significativamente o risco de doença inflamatória pélvica (DIP).[F]
Não há idade mínima ou máxima, desde que a mulher não corra risco de contrair uma doença sexualmente transmissível e tenha recebido aconselhamento adequado sobre os riscos e benefícios do uso do DIU. O DIU deve ser removido depois da menopausa - pelo menos um ano após a ultima menstruação.[F]

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.82)

DISCURSIVA: (174727 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Discuta as lesões pré-malignas do epitélio vesical, a classificação das neoplasias uroteliais papilares malignas e o estadiamento TNM do câncer de bexiga urinária.

  1. Descreva a sequência evolutiva das lesões pré-malignas e as características histológicas e moleculares da displasia urotelial. (Subtotal da questão 1 = 0,12 p)
  2. Diferencie as neoplasias uroteliais de baixo potencial maligno (NUBPM), o carcinoma urotelial de baixo grau e o carcinoma papilar urotelial de alto grau quanto a aspectos histológicos, recidiva e progressão. (Subtotal da questão 2 = 0,09 p)
  3. Explique a classificação TNM com ênfase nos estágios T (Ta, Tis, T1, T2 e subestágios).  (Subtotal da questão 3 = 0,13 p)
  4. Indique os principais métodos diagnósticos de imagem e o papel da cistoscopia no diagnóstico e estadiamento. (Subtotal da questão 4 = 0,16 p)




RATING: 3

Discuta as lesões pré-malignas do epitélio vesical, a classificação das neoplasias uroteliais papilares malignas e o estadiamento TNM do câncer de bexiga urinária.

  1. Descreva a sequência evolutiva das lesões pré-malignas e as características histológicas e moleculares da displasia urotelial. (Subtotal da questão 1 = 0,12 p)
  2. Diferencie as neoplasias uroteliais de baixo potencial maligno (NUBPM), o carcinoma urotelial de baixo grau e o carcinoma papilar urotelial de alto grau quanto a aspectos histológicos, recidiva e progressão. (Subtotal da questão 2 = 0,09 p)
  3. Explique a classificação TNM com ênfase nos estágios T (Ta, Tis, T1, T2 e subestágios).  (Subtotal da questão 3 = 0,13 p)
  4. Indique os principais métodos diagnósticos de imagem e o papel da cistoscopia no diagnóstico e estadiamento. (Subtotal da questão 4 = 0,16 p)


1. Sequência evolutiva das lesões pré-malignas e características da displasia urotelial

  • As lesões pré-malignas surgem no epitélio de transição e seguem sequência bem definida: 1. hiperplasia → 2. atipia → 3. displasia → 4. câncer (0,03 p).
  • Hiperplasia urotelial: aumento do número de camadas epiteliais (>7 camadas normais) + desorganização da arquitetura celular; muito frequente ao redor de tumores de baixo grau já existentes e pode representar foco de futura recorrência em pacientes tratados (0,02 p).
  • Atipia urotelial: surge como resposta a fatores externos (inflamação crônica, infecções repetidas, irritação por cálculos, cateteres ou substâncias químicas); microscopicamente: núcleos aumentados, nucléolos proeminentes e, por vezes, mitoses (0,02 p).
  • Displasia urotelial: passo adiante na escala de malignidade; características: células coalescentes, núcleos alterados de tamanho e forma, nucléolos proeminentes, figuras mitóticas anormais; alterações restritas às camadas basais e intermediárias (preserva camadas superficiais mais maduras) – diferente do CIS que compromete toda a espessura (0,03 p).
  • Do ponto de vista molecular: pode apresentar perdas do cromossomo 9 e do braço 17p (0,01 p).
  • Risco de progressão: em média 20% das displasias evoluem para CIS; sobe para até 60% quando há história prévia de câncer urotelial (0,01 p).

2. Diferenças entre NUBPM, carcinoma de baixo grau e carcinoma papilar de alto grau

  • NUBPM (antigamente tumor urotelial papilífero grau I): alterações mínimas (discreto aumento de camadas epiteliais, polaridade celular praticamente normal, lesão única); mais frequente em homens (proporção 5:1); mitoses raras; taxa de recidiva 20% a 40%, progressão rara (0% a 8%) – comportamento de baixo potencial maligno (0,03 p).
  • Carcinoma urotelial de baixo grau (antigamente grau II): tramas fibrovasculares bem formadas, ramificações papilares mais complexas, aumento do volume celular, atipia celular mais evidente e frequente, geralmente multifocal; taxa de recidiva até 60%, risco de progressão até 13% (0,03 p).
  • Carcinoma papilar urotelial de alto grau: forma mais agressiva; pilares papilares fusionados, crescimento desordenado, numerosas figuras de mitose, células pleomórficas com núcleos aumentados e hipercromáticos; recidiva em 76,5% dos pacientes (36,5% nova recorrência + 40% progressão), metástases sistêmicas em 20%, cerca de 15% dos pacientes morrem (todos os óbitos no grupo com progressão) (0,03 p).

3. Classificação TNM – ênfase nos estágios T

  • Estadiamento segue critérios da UICC (2009) e AJCC utilizando sistema TNM (T = extensão do tumor primário; N = linfonodos regionais; M = metástases) (0,02 p).
  • Camadas da parede vesical: epitélio de transição → lâmina própria (submucosa) → muscular própria (detrusor) → gordura perivesical (0,02 p).
  • Ta: tumor papilar não invasivo (0,02 p).
  • Tis: carcinoma in situ (lesão plana, não invasiva, alto grau) (0,02 p).
  • T1: invasão da lâmina própria (subdividido em T1a – superficial, sem atingir muscular da mucosa; T1b – até muscular da mucosa) (0,02 p).
  • T2: invasão da muscular própria (T2a – metade superficial/interna; T2b – metade profunda) (0,02 p).
  • Tumores Tis e Ta de alto grau são lesões precursoras que tendem a progredir para T2 (0,01 p).

4. Principais métodos diagnósticos de imagem e papel da cistoscopia

  • Hematúria indolor (macroscópica ou microscópica) é a manifestação mais frequente (até 80% dos pacientes) (0,03 p).
  • Ultrassonografia: método inicial mais empregado (baixo custo, boa acurácia para lesões >5 mm, ausência de complicações, fácil disponibilidade); mostra massa papilar hipoecoica ou espessamento focal; Doppler colorido demonstra vascularização (diferencia de coágulos); detecção de hidronefrose = marcador de pior prognóstico (invasão muscular provável); limitação: não define profundidade de infiltração (0,03 p).
  • Urografia excretora (UGE): revela tumor como bexiga de pequena capacidade com paredes espessadas/irregulares ou defeito de enchimento; importante para trato urinário superior (defeito de enchimento, estenose, hidronefrose); limitações: exige rim funcionante, difícil para tumores < 3 cm ou superficiais (0,04 p).
  • Cistoscopia rígida + ressecção transuretral + biópsia tecidual = método padrão-ouro para diagnóstico definitivo e estadiamento; permite inspeção detalhada de trígono, meatos ureterais e colo; indicada em regime ambulatorial nas mulheres; nos homens, com anestesia (0,05 p).


FONTE:

CÂNCER DE VESICA URINARIA (PLATAFORMA MISODOR)


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (203055 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um Sr. de 68a, natural e procedente de Petrolina-PE, procura o serviço médico por dificuldade para deglutir há 3 anos. Inicialmente com alimentos sólidos, agora também tem dificuldades na ingestão de líquidos. A noite, nota alimentos deglutidos no jantar refluírem à boca. Teve um episódio de pneumonia há quatro meses. Refere perda de 8kg no período. Ex-tabagista, agricultor aposentado, portador de hipertensão arterial leve controlada com diuréticos, nega internações e intervenções cirúrgicas prévias.
1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica? - 0,1 pontos
2) Dos exames abaixo, quel é o MENOS util para o diagnóstico? - 0,1 pontos

a) Radiografia contrastada do esôfago
b) Endoscopia digestiva alta
c) Manometria esofágica
d) pHmetria esofágica
e) Tomografia computadorizada do tórax

3) O paciente realizou o exame abaixo. Quais são os achados radiológicos? - 0,3 pontos




RATING: 3.02

1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica?
Megaesôfago chagásico.(0,1 p)
DISCUSSÃO: O principal sintoma que o paciente apresenta é a disfagia. Dentre as principais causas de disfagia, poderíamos citar:

  • neoplasias malignas
  • megaesôfago
  • estenoses pépticas

Como causas mais raras, haveriam

  • os tumores benignos
  • outras doenças motoras
  • Síndrome de Plummer-Vinson
  • a disfagia lusória

Associadamente, o paciente tem regurgitação, história sugestiva de broncoaspiração e perda lenta de peso. Não há história prévia de sintomas pépticos que indique DRGE grave, nem perda acentuada de peso ou hemorragia que sugiram a neoplasia como principais hipóteses.
Assim, pelo caráter lento de aparecimento e pela procedência do paciente, o mais provável é que haja megaesôfago chagásico.
2) Dos exames abaixo, qual é o MENOS útil para o diagnóstico? (0,1 p)
A ph-metria (variante D)
DISCUSSÃO: Os primeiros exames a serem solicitados na suspeita de disfagia são a radiografia contrastada de esôfago e a endoscopia digestiva alta, geralmente nesta ordem.

  • A primeira nos dá uma correta idéia da forma do esôfago, da presença de alterações anatômicas, do esvaziamento do contraste, sendo útil em todas os casos de disfagia.
  • A segunda tem papel primordial nas estenoses orgânicas, em que o exame anátomo-patológico é obrigatório, além de ser o que melhor avalia a mucosa esofágica.
  • A manometria esofágica é o exame que confirma as alterações funcionais motoras do esôfago, tendo achados característicos para cada uma das doenças, incluindo o megaesôfago.
  • A tomografia computadorizada é útil para o estadiamento das neoplasias, identificação de massas esofágicas e para-esofágicas, nem sempre visualizadas por outros métodos.
  • A ph-metria é utilizada para o estudo do refluxo gastroesofágico e, mesmo nos casos de disfagia por estenose péptica, não é capaz de trazer nenhuma informação objetiva acerca da causa da disfagia ou da presença de estenose.
3) Quais são os achados radiológicos?
O esofagograma mostra achados sugestivos de megaesôfago (0,05 p), como dilatação esofágica (0,05 p), presença de resíduos alimentares (0,05 p), nível hidroaéreo no esôfago (0,05 p), ausência de bulha gástrica (0,05 p) e presença de ondas terciárias na porção inferior à esquerda do esôfago. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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