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RATING: 2.7 ![]()
Qual é a complicação mais comumente associada ao acesso intra-ósseo prolongado se não for retirado dentro de 24 horas?
A. Pleuresia
INCORRETO: Relacionada ao pulmão e não associada diretamente ao IO.
B. Embolia gasosa
INCORRETO : Rara e não especificamente associada ao acesso intra-ósseo.
C. Osteomielite
CORRETO : A infusão prolongada de fluidos por um acesso intra-ósseo pode aumentar o risco de osteomielite, uma infecção óssea. Recomenda-se remover o dispositivo assim que o acesso venoso seguro for estabelecido.
D. Paralisia do membro.
INCORRETO : Não é uma complicação comum do IO, mas uma preocupação em casos de danos nervosos.
E. Septicemia fulminante.
INCORRETO : Embora a infecção seja um risco, a osteomielite é uma preocupação específica para infusão prolongada via IO.
Gabarito: C
RATING: 2.95 ![]()
Um ritmo de apresentação chocável (FV ou TVSP) confere mais chances da pessoa ser ressuscitada. (0,0625 p)
Os ritmos não-chocáveis (por exemplo, assistolia) não passa duma sobrevivência de 7% a 24%. (0,0625 p)
No mesmo tempo se uma FV/TVSP se desenvolve como um ritmo secundário durante uma tentativa de ressuscitação (isto é, não como o ritmo da PCR inicial) em crianças hospitalizadas, a sobrevivência é menor do que a observada em PCRs com ritmos não chocáveis (0,0625 p)
2) Quantos tipos de parada cardíaca tem a criança?
Há dois tipos de parada cardíaca em criança:
- Parada hipóxica (0,0625 p)
- Parada cardíaca súbita (0,0625 p)
3) Qual é a definição da parada cardiorespiratoria?
O processo em si é uma cessação da circulação sanguínea. (0,0625 p) Ou seja, a ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca. (0,0625 p) Não há pulso detectável neste momento. (0,0625 p)
FONTE:
1. Internação e repouso absoluto no leito.
2. Ultrassonografia para quantificar líquido amniótico.
3. Cardiotocografia de 3/3 dias.
4. Dopplervelocimetria semanal.
5. Temperatura axilar de 4/4 horas.
6. Pesquisar aumento da sensibilidade uterina, secreções vaginais fétidas diariamente.
7. Auscultar BCF de 6/6 horas.
8. Leucograma e PCR de 3/3 dias.
9. Pesquisar maturidade fetal com 34 semanas.
10. Fazer corticóide na internação: betametazona, 12 mg de 24/24 horas (2 doses) IM.
11. NÃO FAZER: Toques vaginais. Antibióticos profiláticos. Tamponamento vaginal
12. Interromper a gestação na vigência de infecção ou vitalidade fetal comprometida ou maturidade presente (34 semanas).
13. Via de parto: Obstétrica.
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