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ANATOMIA E FISIOLOGIA DO CORAÇÃO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A anatomia e a fisiologia do coração são extremamente importantes para o funcionamento do organismo. O coração é um órgão vital que bombeia o sangue para todos os outros órgãos do corpo, proporcionando o transporte de nutrientes e oxigênio. Além disso, a anatomia e a fisiologia do coração estão relacionadas com o sistema cardiovascular, que é responsável por controlar o ritmo cardíaco e o tônus vascular. Por fim, a anatomia e a fisiologia do coração são fundamentais para a saúde do organismo, pois são responsáveis por manter o fluxo sanguíneo constante e eficiente.

OBJETIVA: (1432229 votos)..........96.43% das questões objetivas receberam votos.
Após laparotomia, a mobilidade normal do aparelho digestivo deve estar normalizada:
A. no estômago em quatro horas, no intestino delgado em 24 horas e no cólon após a primeira refeição
B. no estômago em 24 horas, no intestino delgado em quatro horas e no cólon em três dias
C. no estômago em três dias, no intestino delgado em três dias e no cólon em três dias
D. no estômago em 24 horas, no intestino delgado em 24 horas e no cólon em 24 horas
E. no estômago em quatro horas, no intestino delgado imediatamente e no cólon em 24 horas

  RATING: 3.12

Após laparotomia, a mobilidade normal do aparelho digestivo deve estar normalizada:

A. no estômago em quatro horas, no intestino delgado em 24 horas e no cólon após a primeira refeição
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. no estômago em 24 horas, no intestino delgado em quatro horas e no cólon em três dias
CORRETO : A concepção errônea de que todo o intestino não funciona no período pós-operatório imediato é ainda amplamente aceita. Estudos da motilidade e absorção intestinais esclareceram conceitos de como funciona o tubo digestivo. O estômago permanece descoordenado em sua atividade muscular e não está suficientemente vazio até cerca de 24 horas após um procedimento abdominal. A vesícula biliar funciona normalmente algumas horas após a cirurgia e está apta a receber nutrientes prontamente, tanto por cateter nasoduodenal ou cateter jejunal percutâneo, ou, após 24 horas, por esvaziamento gástrico. O cólon é bastante estimulado pelo reflexo gastrocólico, mas normalmente fica inativo por três a quatro dias.
C. no estômago em três dias, no intestino delgado em três dias e no cólon em três dias
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. no estômago em 24 horas, no intestino delgado em 24 horas e no cólon em 24 horas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. no estômago em quatro horas, no intestino delgado imediatamente e no cólon em 24 horas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.12)

DISCURSIVA: (200224 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Quais são as alterações típicas do ECG em pacientes com taquicardia sinusal? (0,21875 pontos)
2) Quais são as alterações típicas do ECG em pacientes com taquicardia supraventricular? (0,25 pontos)
3) O que é a taquicardia supraventricular com condução anormal ou aberrante? (0.03125 pontos)


RATING: 3.01

1) Quais são as alterações típicas do ECG em pacientes com taquicardia sinusal? (0,21875 pontos)
2) Quais são as alterações típicas do ECG em pacientes com taquicardia supraventricular? (0,25 pontos)
3) O que é a taquicardia supraventricular com condução anormal ou aberrante? (0.03125 pontos)

1) As alterações típicas do ECG em pacientes com taquicardia sinusal incluem:

  • A frequência cardíaca é geralmente < 220 bpm em lactentes (0.03125 p), < 180 bpm em crianças (0.03125 p).
  • As ondas P estão presentes com aparência normal (0.03125 p).
  • O intervalo PR é constante (0.03125 p) e apresenta duração normal para a idade. (0.03125 p)
  • O intervalo R-R é variável. (0.03125 p)
  • O complexo QRS é estreito. (0.03125 p)

2) Resultados de ECG típicos em pacientes com TPSV incluem:

  • A frequência cardíaca é geralmente > 220 bpm em recém-nascidos (0.03125 p), > 180 bpm em crianças (0.03125 p), e não existe variabilidade batimento a batimento.
  • Ondas P estão ausentes (0.03125 p) ou anormais (0.03125 p).
  • O intervalo PR pode não estar presente (0.03125 p) ou o intervalo PR é curto (0.03125 p), com taquicardia atrial ectópica.
  • O intervalo R-R é geralmente constante. (0.03125 p)
  • O complexo QRS é geralmente estreito. (0.03125 p)

3) O que é a taquicardia supraventricular com condução anormal ou aberrante?
Atraso na condução ao longo do sistema ventricular pode conduzir a um aspecto de taquicardia com complexo alargado, conhecida como TPSV com condução anormal ou aberrante. (0.03125 p)

FONTE:

Urgências e emergências em pediatria geral : Hospital Universitário da Universidade de São Paulo / editores Alfredo Elias Gilio... [et al.]. -- São Paulo : Editora Atheneu, 2015. Outros editores: Sandra Grisi, Albert Bousso, Milena De Paulis (pagina 137)

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (232390 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente feminina, 42 anos, com história de infecções urinárias recorrentes, procura o serviço de emergência com dor lombar bilateral intensa e insuportável, febre alta (39 °C), calafrios e hematúria macroscópica. Ao exame físico: paciente em posição antálgica, sensibilidade marcante no ângulo costovertebral bilateral e febre. Urinálise: pH 8,0, leucocitúria intensa, nitrito positivo e cultura urinária positiva para Proteus mirabilis. Sem história de gota, diabetes ou hiperparatireoidismo.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?  (0,12 p)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada?  (0,13 p)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (0,13 p)
IV. Qual o tratamento indicado?  (0,12 p)



RATING: 3.02

Resposta à Questão I – Suspeita Diagnóstica (0,12 p) 
A tríade de dor lombar intensa, febre e infecção urinária recorrente com pH urinário alcalino orienta para cólica renal por cálculo infeccioso de estruvita (0,04 p). 
Os cálculos infecciosos representam 10 a 15 % de todos os cálculos renais e 75 % dos cálculos coraliformes (0,04 p). 
A formação de cálculos na pelve renal é assintomática até que um fragmento se desprenda e migre pelo ureter, desencadeando a cólica ureteral; hematúria pode ocorrer mesmo na ausência de dor (0,04 p). 

Resposta à Questão II – Possível Causa da Doença Diagnosticada (0,13 p) 
Os cálculos de estruvita são compostos por sais de magnésio, amônio e fosfato e resultam de infecções crônicas ou recorrentes do trato urinário por microrganismos produtores de urease (0,04 p). 
O *Proteus mirabilis* é o agente mais frequente (87 % das infecções relacionadas a cálculos) e hidrolisa a ureia em amônia, elevando o pH urinário acima de 7,2 (0,04 p). 
Esse ambiente alcalino permite a saturação de magnésio, amônia e íons fosfato, levando à precipitação de estruvita e, frequentemente, à coexistência de apatita de carbonato de cálcio (0,03 p). 
A infecção urinária crônica é o fator etiológico principal, com crescimento rápido e alto potencial de morbidade (0,02 p). 

Resposta à Questão III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico (0,13 p) 
A tomografia computadorizada helicoidal sem contraste é o método mais preciso para o diagnóstico de litíase urinária (0,04 p). 
Apresenta sensibilidade de 98 % e especificidade de 97 %, detectando cálculos radiopacos e radiotransparentes, além de sinais secundários de obstrução (dilatação ureteral e estrias perirrenais) (0,04 p). 
Em cálculos coraliformes permite avaliar extensão, dimensões exatas e densidade em unidades Hounsfield, auxiliando no planejamento terapêutico (0,03 p). 
Protocolos de baixa dose mantêm sensibilidade ≈96 % e especificidade ≈94 % com menor exposição à radiação (0,02 p). 

Resposta à Questão IV – Tratamento Indicado (0,12 p) 
O tratamento dos cálculos coraliformes exige remoção completa do cálculo para prevenir recorrência, perda da função renal e infecção persistente (0,04 p). 
Prefere-se a nefrolitotomia percutânea, a litotripsia extracorpórea ou a associação desses procedimentos; a cirurgia aberta e o tratamento clínico isolado são pouco recomendados (0,04 p). 
Devem ser associados agentes antimicrobianos criteriosos dirigidos ao microrganismo (ex.: *Proteus*) (0,02 p). 
A eficácia e segurança das técnicas minimamente invasivas e endourológicas tornaram o manejo cirúrgico a primeira escolha (0,02 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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