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DOR ABDOMINAL AGUDA EM PEDIATRIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Queixa comum em unidade de pronto-atendimento em Pediatria a dor abdominal pode ou não necessitar de intervenção clínica ou cirúrgica de urgência. A dor abdominal aguda é uma manifestação clínica de uma diversidade de patologias, desde doenças benignas e autolimitadas até doenças graves e fatais.
O estado geral da criança pode estar comprometido nos casos de abdome agudo, com alteração da coloração das mucosas (palidez) e da perfusão periférica. Sempre que possível tentar localizar a dor à palpação e caracterizar a presença de descompressão brusca como um sinal de irritação peritoneal.
Dor abdominal pode ser aguda ou crônica.

OBJETIVA: (1413991 votos)..........96.07% das questões objetivas receberam votos.
A linfocintilografia surgiu como o exame de escolha nos pacientes com suspeita de linfedema. Ela é realizada através da inoculação de:
A. albumina humana com iodo radioativo
B. coloide marcado com estrôncio
C. lipiodol ultrafluido
D. aminoacidos marcados
E. sulfato acido de bario

  RATING: 2.95

A linfocintilografia surgiu como o exame de escolha nos pacientes com suspeita de linfedema. Ela é realizada através da inoculação de:

A. albumina humana com iodo radioativo
CORRETO: As vantagens dessa técnica são simplicidade, segurança e reprodutibilidade, com uma pequena exposição à radioatividade (5 mCI). Ela é realizada através da inoculação de albumina humana com iodo radioativo, ou colóide com Tc, no primeiro espaço interdigital da mão ou do pé.
B. coloide marcado com estrôncio
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. lipiodol ultrafluido
INCORRETO : LIPIODOL é utilizado em linfografia, histerosalpingografia, sialografia (geralmente aonde são preferidos agentes de contraste hidrosoluveis)
D. aminoacidos marcados
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. sulfato acido de bario
INCORRETO : o sulfato de bario é utilizado como meio de contraste para cavidades e trajetos anatomicos

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

DISCURSIVA: (197571 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Os itens A, B, C e D abaixo devem ser respondidos de acordo com a recomendação da OMS/Ministério da Saúde e considerando uma criança de 5 kg com quadro de desidratação.
1) Que volume de soro deve ser fornecido na fase de expansão (Plano B do Ministério da Saúde)? (0,125 pontos)
2) Cite dois dos quatro componentes do soro de re-hidratação oral. (0,125 pontos)
3) Em aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)
4) Sem aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)


RATING: 2.54

Os itens A, B, C e D abaixo devem ser respondidos de acordo com a recomendação da OMS/Ministério da Saúde e considerando uma criança de 5 kg com quadro de desidratação.
1) Que volume de soro deve ser fornecido na fase de expansão (Plano B do Ministério da Saúde)? (0,125 pontos)
2) Cite dois dos quatro componentes do soro de re-hidratação oral. (0,125 pontos)
3) Em aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)
4) Sem aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)

1) Que volume de soro deve ser fornecido na fase de expansão (Plano B do Ministério da Saúde)?

50-100 mL/kg em 4-6 horas (0,125 p)

2) Cite dois dos quatro componentes do soro de re-hidratação oral.

O candidato deverá citar dois dos componentes a seguir:
  • SRO – Cloreto de sódio = 3,5 g;
  • Cloreto de potássio = 1,5 g;
  • Citrato trissódico = 2,9 g
  • Glicose = 20 g.(0,125 p)

3) Em aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum?

A criança em aleitamento materno não deve ficar em jejum, deve receber o SRO + aleitamento materno. (0,125 p)

4) Sem aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum?

A criança deve permanecer em jejum até que termine a fase de expansão ou fase rápida.(0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.54)

CASO CLINICO: (229751 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 3.04

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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