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A AVALIAÇÃO DO PACIENTE PEDIATRICO NA SALA DE URGÊNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

METAS:
  1. Identificar rapidamente os pacientes com condições de risco de morte.
  2. Determinar o local de tratamento mais adequado para os pacientes que se apresentam às UE.
  3. Otimizar o uso dos recursos.
  4. Diminuir o congestionamento nas áreas de tratamento de emergência.
  5. Fornecer uma avaliação contínua dos pacientes.
  6. Fornecer informações aos pacientes e familiares em relação aos: serviços, cuidado esperado e tempos de espera

DIRETRIZES:

A entrevista da triagem é realizada para reunir informações suficientes para fazer um julgamento clínico sobre a prioridade de atendimento do paciente. Uma triagem eficaz requer o uso de visão, audição, olfato e tato.
A capacidade de selecionar os pacientes de maneira eficaz e precisa baseia-se nos seguintes:
  1. triangulo de avaliação pediatrica (TAP)
  2. achados do exame físico.
  3. histórico clínico do paciente.
  4. uso adequado de diretrizes e protocolos de triagem
  5. conhecimento prático adquirido através de experiência e treinamento.

OBJETIVA: (1381956 votos)..........94.76% das questões objetivas receberam votos.
O principal tratamento dos tumores de Brenner benignos confinados aos ovários:
A. observação com ultrassonografia transvaginal a cada 12 meses
B. radioterapia
C. quimioterapia
D. histerectomia total mais salpingooforectomia bilateral
E. leuprorrelina uso continuo e realizar CA-125 anualmente

  RATING: 2.93

O principal tratamento dos tumores de Brenner benignos confinados aos ovários:

A. observação com ultrassonografia transvaginal a cada 12 meses
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. radioterapia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. quimioterapia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. histerectomia total mais salpingooforectomia bilateral
CORRETO : A histerectomia total mais salpingooforectomia bilateral representa o principal tratamento dos tumores de Brenner benignos e dos malignos confinados aos ovários. Alguns estudos mostraram que a radioterapia não melhora o prognóstico, enquanto a quimioterapia não teve sucesso para este tipo histológico em estádios avançados.
E. leuprorrelina uso continuo e realizar CA-125 anualmente
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

DISCURSIVA: (194018 votos) ..........99.47% das questões discursivas receberam votos.

Sobre o melanoma maligno cutâneo, responda:

  1. Cite os principais fatores de risco e o papel da radiação UV na etiologia......... 0,2 pontos
  2. Descreva a via RAS-BRAF-MAPK e o locus CDKN2A na patogênese molecular....... 0,1 pontos
  3. Liste as alterações arquiteturais principais e as fases da evolução tumoral na histopatologia......... 0,13 pontos
  4. Defina o índice de Breslow e explique sua importância prognóstica........ 0,07 pontos




RATING: 2.95

Sobre o melanoma maligno cutâneo, responda:

  1. Cite os principais fatores de risco e o papel da radiação UV na etiologia......... 0,2 pontos
  2. Descreva a via RAS-BRAF-MAPK e o locus CDKN2A na patogênese molecular....... 0,1 pontos
  3. Liste as alterações arquiteturais principais e as fases da evolução tumoral na histopatologia......... 0,13 pontos
  4. Defina o índice de Breslow e explique sua importância prognóstica........ 0,07 pontos


1. Principais fatores de risco e papel da radiação UV na etiologia
• A exposição à radiação ultravioleta (UV) é o fator principal na etiologia do melanoma. (0,05 p)
• Fatores de risco incluem tipo de pele de alto risco: olhos azuis, cabelos loiros/ruivos e pele clara. (0,05 p)
• Reação à exposição solar: sardas, incapacidade de bronzeamento e propensão a queimaduras solares. (0,05 p)
• Histórico de exposição intensa e intermitente, com várias queimaduras solares com bolhas. (0,05 p)
2. Via RAS-BRAF-MAPK e locus CDKN2A na patogênese molecular
• A via principal é a RAS-BRAF-MAPK, ligada ao gene BRAF mutado em até 66% dos melanomas. (0,05 p)
• Mutação comum é BRAF-V600E, que ativa permanentemente a proteína, promovendo proliferação celular descontrolada e inibindo a apoptose. (0,05 p)
• O locus CDKN2A, localizado no cromossomo 9p21, codifica proteínas supressoras de tumor p16 e p14ARF; mutações ocorrem em 35% dos casos familiares ou com melanomas múltiplos. (0,05 p)
3. Alterações arquiteturais principais e fases da evolução tumoral na histopatologia
• Alterações arquiteturais: assimetria da arquitetura geral, margens mal definidas e perda da arquitetura névica (grupos de células variáveis em tamanho e forma que se fundem). (0,03 p)
• Fase inicial (crescimento radial): melanócitos limitados à epiderme e anexos. (0,02 p)
• Fase posterior (invasão dérmica): perda de maturação dos melanócitos ao penetrar na derme, com células volumosas, núcleos atípicos e hipercromáticos. (0,03 p)
• Fase de crescimento vertical: alterações citológicas intensas, podendo formar melanoma amelanótico. (0,02 p)
4. Definição e importância prognóstica do índice de Breslow
• Índice de Breslow é a medida da espessura tumoral (do topo da camada granulosa ao ponto mais profundo do tumor) com micrômetro ocular; em lesões ulceradas mede-se da base da úlcera. (0,02 p)
• É o fator prognóstico mais confiável, isoladamente objetivo e independente do observador; define prognóstico junto com ulceração e mitoses por mm². (0,05 p)


FONTE:

MELANOMA MALIGNO - PLATAFORMA MISODOR

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (226075 votos)..........98.14% dos casos clinicos receberam votos.
Um Sr. de 68a, natural e procedente de Petrolina-PE, procura o serviço médico por dificuldade para deglutir há 3 anos. Inicialmente com alimentos sólidos, agora também tem dificuldades na ingestão de líquidos. A noite, nota alimentos deglutidos no jantar refluírem à boca. Teve um episódio de pneumonia há quatro meses. Refere perda de 8kg no período. Ex-tabagista, agricultor aposentado, portador de hipertensão arterial leve controlada com diuréticos, nega internações e intervenções cirúrgicas prévias.
1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica? - 0,1 pontos
2) Dos exames abaixo, quel é o MENOS util para o diagnóstico? - 0,1 pontos

a) Radiografia contrastada do esôfago
b) Endoscopia digestiva alta
c) Manometria esofágica
d) pHmetria esofágica
e) Tomografia computadorizada do tórax

3) O paciente realizou o exame abaixo. Quais são os achados radiológicos? - 0,3 pontos




RATING: 3.03

1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica?
Megaesôfago chagásico.(0,1 p)
DISCUSSÃO: O principal sintoma que o paciente apresenta é a disfagia. Dentre as principais causas de disfagia, poderíamos citar:

  • neoplasias malignas
  • megaesôfago
  • estenoses pépticas

Como causas mais raras, haveriam

  • os tumores benignos
  • outras doenças motoras
  • Síndrome de Plummer-Vinson
  • a disfagia lusória

Associadamente, o paciente tem regurgitação, história sugestiva de broncoaspiração e perda lenta de peso. Não há história prévia de sintomas pépticos que indique DRGE grave, nem perda acentuada de peso ou hemorragia que sugiram a neoplasia como principais hipóteses.
Assim, pelo caráter lento de aparecimento e pela procedência do paciente, o mais provável é que haja megaesôfago chagásico.
2) Dos exames abaixo, qual é o MENOS útil para o diagnóstico? (0,1 p)
A ph-metria (variante D)
DISCUSSÃO: Os primeiros exames a serem solicitados na suspeita de disfagia são a radiografia contrastada de esôfago e a endoscopia digestiva alta, geralmente nesta ordem.

  • A primeira nos dá uma correta idéia da forma do esôfago, da presença de alterações anatômicas, do esvaziamento do contraste, sendo útil em todas os casos de disfagia.
  • A segunda tem papel primordial nas estenoses orgânicas, em que o exame anátomo-patológico é obrigatório, além de ser o que melhor avalia a mucosa esofágica.
  • A manometria esofágica é o exame que confirma as alterações funcionais motoras do esôfago, tendo achados característicos para cada uma das doenças, incluindo o megaesôfago.
  • A tomografia computadorizada é útil para o estadiamento das neoplasias, identificação de massas esofágicas e para-esofágicas, nem sempre visualizadas por outros métodos.
  • A ph-metria é utilizada para o estudo do refluxo gastroesofágico e, mesmo nos casos de disfagia por estenose péptica, não é capaz de trazer nenhuma informação objetiva acerca da causa da disfagia ou da presença de estenose.
3) Quais são os achados radiológicos?
O esofagograma mostra achados sugestivos de megaesôfago (0,05 p), como dilatação esofágica (0,05 p), presença de resíduos alimentares (0,05 p), nível hidroaéreo no esôfago (0,05 p), ausência de bulha gástrica (0,05 p) e presença de ondas terciárias na porção inferior à esquerda do esôfago. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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