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Paciente de 47 anos apresenta dispneia intensa nas ultimas semanas e edema nas pernas. Nega a ocorrência prévia de dor torácica, tosse, escarro ou febre. A pressão arterial é de 145/78 mmHg e frequência cardíaca de 123 bpm.
A paciente apresenta exoftalmia, bem como estertores inspiratórios bilaterais que ocupam cerca de um terço da parte inferior do tórax. Há distensão das veias cervicais; ritmo cardíaco normal, apesar da presença de taquicardia; e terceira bulha cardíaca sem sopro. Ambos os membros inferiores apresentam edema e tremor fino das mãos.
Qual das seguintes explicações fisiopatológicas é a mais provável para a insuficiência cardíaca dessa paciente?
A. Anemia com estado de alto debito
CORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Hipertensão sistêmica crônica com consequente hipertrofia ventricular esquerda e insuficiência cardíaca não
diastólica
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Hemocromatose com miocardiopatia restritiva subsequente
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Infarto do miocárdio com depressão da função sistólica do ventrículo esquerdo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Tireotoxicose com estado de alto débito
CORRETO : A paciente apresenta evidências de insuficiência cardíaca com base na anamnese, e o exame físico confirma esse diagnóstico. O exame físico também revela exoftalmia e tremor fino, ambos sugerindo hipertireoidismo. A tireotoxicose, juntamente com anemia, transtornos nutricionais e shunt arteriovenoso sistêmico, pode causar insuficiência cardíaca de alto débito. Embora a disfunção sistólica e a diastólica sejam causas mais comuns de insuficiência cardíaca, os distúrbios associados a um estado de alto débito costumam ser reversíveis, e, portanto, deve-se procurar estabelecer um diagnóstico quando a sua possível presença é sugerida por indícios clínicos.
Gabarito: E
RATING: 2.51 ![]()
Segundo, teremos uma HIPERGLICEMIA PÓS-PRANDIAL 0,05 p
Então, a insulinoterapia intensiva é UM PRINCIPIO, indicado para se obter o controle glicêmico necessário para se evitar as microangiopatias: 0,05 p
FONTE:
Lactente de quatro meses saudável, nascido de parto eutócico, de termo, sem complicações perinatais, com bom desenvolvimento psicomotor e desenvolvimento estaturo-ponderal no percentil 50. Fez aleitamento materno na primeira semana de vida.
Foi internado por quadro de bronquiolite com quatro dias de evolução, com agravamento progressivo apesar de estar medicado com broncodilatador inalado e corticóide oral. Esteve sempre apirético.
Na observação salientava-se cansaço, sinais de dificuldade respiratória moderada, hipoxemia ligeira e tosse emetizante, havendo na auscultação pulmonar, um tempo expiratório prolongado e fervores crepitantes em ambos os campos pulmonares. Não se evidenciavam outras alterações significativas no exame físico.
Ao quarto dia de internamento surgiu febre (38,5ºC de temperatura axilar) acompanhada de calafrio, gemido, prostração, recusa alimentar.
Foi detectado sopro cardíaco sistólico inconstante (grau dois em seis) no bordo esquerdo do esterno, descrito como sopro contínuo no segundo espaço intercostal esquerdo. Efectuou ecocardiograma bidimensional e com Doppler a cores observando-se PCA moderada com paredes espessadas que assim permitiu o diagnostico.
Sobre o caso acíma considera as seguintes questões:
1) Considerando as caracteristicas do sopro, a idade da criança e o aspecto ecocardiografico, qual é a suspeita diagnostica principal neste caso? (0,3 pontos)
2) Qual é o agente infeccioso causal mais frequente nesta faixa etária? (0,2 pontos)
1) Considerando as caracteristicas do sopro, a idade da criança e o aspecto ecocardiografico, qual é a suspeita diagnostica principal neste caso?
R: PCA moderada com endarterite infecciosa - 0,3 p
DISCUSSÃO: Uma complicação temida da persistência de canal arterial é a endarterite infecciosa:
- pode ser observada em qualquer idade
- ocorrer êmbolos pulmonares ou sistêmicos
É uma doença rara, potencialmente grave, com incidência crescente. Apesar dos avanços tecnológicos mantém-se difícil de diagnosticar e de tratar, particularmente abaixo dos dois anos. Na criança, as cardiopatias congénitas são o principal factor de risco para endarterite infecciosa, sendo a persistência do canal arterial clinicamente silencioso uma causa muito rara.
Os sintomas mais frequentes na EI são:
- febre persistente de origem desconhecida
- manifestações inespecíficas
- mal-estar geral
- anorexia
- perda ponderal
- presença de sopro cardíaco
- fenómenos embólicos sistémicos
2) Qual é o agente infeccioso causal mais frequente nesta faixa etária?
R: Acima dos dois meses de idade, os principais agentes são Streptococci spp (0,1 p) e Staphylococcus aureus (0,1 p).
Os bacilos Gram negativos, como a Klebsiella pneumoniae são pouco comuns.
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