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NEOPLASIAS NÃO-MELANOMAS DA PAREDE ABDOMINAL (ÁREA DE CIRURGIA)

O carcinoma de células escamosas e o carcinoma basocelular representam as neoplasias malignas cutâneas mais prevalentes em escala global. Assim como observado no melanoma, a incidência desses cânceres de pele tem apresentado um aumento progressivo ano após ano. As projeções epidemiológicas atuais indicam que aproximadamente um em cada cinco indivíduos nos Estados Unidos poderá desenvolver algum desses tumores ao longo da vida.

É importante destacar que, apesar do crescimento na incidência, as taxas de mortalidade associadas ao câncer de pele não melanoma — categoria que engloba tanto o carcinoma de células escamosas quanto o carcinoma basocelular — vêm demonstrando uma tendência de declínio. Esse fenômeno é amplamente atribuído à ênfase na detecção precoce e na implementação de intervenções terapêuticas efetivas, que permitem uma abordagem mais curativa e menos invasiva.


OBJETIVA: (1130789 votos)..........99.48% das questões objetivas receberam votos.
O coto umbilical de um recém-nascido na maioria das vezes cai por volta do:
A. segundo dia após o parto
B. quinto dia após o parto
C. décimo dia após o parto
D. décimo quinto dia após o parto
E. vigésimo primeiro dia após o parto

  RATING: 3.06

O coto umbilical de um recém-nascido na maioria das vezes cai por volta do:

A. segundo dia após o parto
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. quinto dia após o parto
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. décimo dia após o parto
CORRETO : As mães freqüentemente perguntam por quanto tempo o coto umbilical vai permanecer e como cuidar dele. Uma boa conduta parece ser deixá-lo descoberto e lavar com água e sabão. O coto umbilical deve ir para cultura nos casos de sepse neonatal.
D. décimo quinto dia após o parto
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. vigésimo primeiro dia após o parto
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

DISCURSIVA: (182017 votos) ..........99.39% das questões discursivas receberam votos.
(I) Enumeram pelo menos 5 patógenos que são as causas mais comuns de infecções congênitas? (0,15 pontos)
(II) Qual é o tratamento recomendado para um bebê com anticorpos estáveis ou crescentes para toxoplasmose?(0,1 pontos)
(III) Como se apresentam os pacientes com meningite viral herpetica?(0,2 pontos)


RATING: 3.15

(I) Enumeram pelo menos 5 patógenos que são as causas mais comuns de infecções congênitas? (0,15 pontos)
(II) Qual é o tratamento recomendado para um bebê com anticorpos estáveis ou crescentes para toxoplasmose?(0,1 pontos)
(III) Como se apresentam os pacientes com meningite viral herpetica?(0,2 pontos)

(I) Enumeram pelo menos 6 patógenos que são as causas mais comuns de infecções congênitas? (0,025 p para cada uma da lista abaixo, máximo seis pontuadas)
- Toxoplasmose
- Treponema pallidum (sífilis)
- Hepatite B
- Vírus Epstein-Barr (EBV)
- Parvovírus B19
- Rubéola
- Citomegalovírus (CMV)
- Herpes
- HIV

(II) Qual é o tratamento recomendado para um bebê com anticorpos estáveis ou crescentes para toxoplasmose?
O tratamento consiste em uma combinação de sulfadiazina (0,05 p) e pirimetamina. (0,05 p)
DISCUSSÂO: Se um bebê tem níveis decrescentes de anticorpos IgG para toxoplasmose durante o primeiro ano de vida provavelmente representa o anticorpos transplacentários em vez de infecção congênita

(III) Como os pacientes com meningite HSV geralmente se apresentam?
Esses pacientes costumam apresentar sintomas clássicos de meningite, incluindo febre (0,025 p), irritabilidade (0,025 p), letargia (0,025 p), e má alimentação (0,025 p).
Os sintomas adicionais observados na meningite HSV incluem convulsões focais (0,025 p) ou generalizadas (0,025 p); doença disseminada subsequente causa disfunção hepática (0,025 p) e coagulação intravascular disseminada (DIC) (0,025 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.15)

CASO CLINICO: (212189 votos)..........99.49% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 32 anos, refere fadiga crônica e palidez desde a adolescência. Antecedente de anemia microcítica diagnosticada na adolescência, tratada com sulfato ferroso oral sem resposta e com piora progressiva da sobrecarga de ferro. Hemograma atual: Hb 7,8 g/dL, VCM 62 fL (microcitose), RDW elevado, esfregaço periférico com dimorfismo eritrocitário (predomínio de hemácias hipocrômicas microcíticas + população normocítica/macrocítica) e corpúsculos de Pappenheimer. Ferro sérico 220 µg/dL, saturação de transferrina 70%, ferritina sérica 1200 ng/mL, TIBC normal. Exame físico: hepatoesplenomegalia leve. História familiar positiva para anemia em tio materno e irmão.

Questões

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável? (0,2 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,1 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (0,1 pontos)
IV. Qual o tratamento indicado? (0,1 pontos)





RATING: 3.11

I. Suspeita diagnóstica
A suspeita é de anemia sideroblástica hereditária (forma ligada ao cromossomo X).
  • Caracterizada por anemia + presença de sideroblastos em anel + aumento do estoque de ferro na medula óssea (0,05 p)
  • Coexistência paradoxal de hipocromia/microcitose com ferro sérico alto (>150 µg/dL), saturação de transferrina elevada (30-80%) e ferritina elevada (>100-200 ng/mL) (0,05 p)
  • Dimorfismo eritrocitário no esfregaço periférico (micrócitos predominantes na forma hereditária) com RDW aumentado (0,05 p)
  • Mais comum em homens, com hepatoesplenomegalia por hemocromatose eritropoiética e história familiar sugestiva de herança ligada ao X (0,05 p)

II. Possível causa da doença diagnosticada

  • No tipo hereditário ligado ao cromossomo X, mutação na primeira enzima da síntese porfirínica – ALA-sintase mitocondrial (0,05 p)
  • A enzima catalisa a reação limitante (síntese de ALA a partir de glicina e succinil-CoA) e tem como principal cofator a vitamina B6 (piridoxal 5-fosfato) (0,03 p)
  • O mutante ALA-sintase só funciona quando altas doses suprafisiológicas de vitamina B6 são oferecidas (0,02 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico

  • Aspirado de medula óssea (mielograma) é a única forma de confirmação (0,05 p)
  • Encontro de mais de 15% de eritroblastos do tipo sideroblastos em anel (0,05 p)

IV. Tratamento

  • Na forma hereditária ligada ao X, reposição de doses suprafisiológicas de piridoxina (vitamina B6) 50-100 mg/dia, com correção da anemia em 40-60% dos casos (0,05 p)
  • Duas preocupações principais: correção da anemia + correção/prevenção da hemocromatose eritropoiética (0,02 p)
  • Acompanhar ferritina sérica; se >500 ng/mL, flebotomia repetida quando anemia leve (Hb ≈9 g/dL) ou quelante desferoxamina 40 mg/kg/dia via SC em infusão contínua nos casos moderados/graves (0,03 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.11)




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