ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2567 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
510 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16459 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6188 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3648 QUESTÕES DE CIRURGIA
1922 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

HERNIA INGUINAL INCARCERADA EM PEDIATRIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A causa mais frequente de obstrução intestinal em crianças é a hérnia inguinal encarcerada. O abaulamento na região inguinocrural, dor abdominal intermitente (cólicas) e vômitos são frequentemente presentes.
Se a mãe não notar o abaulamento, pode referir apenas os sintomas de dor e vômitos.
A criança deve ser encaminhada para tratamento operatório imediato quando não se consegue a redução fácil, para que se possa preservar o intestino encarcerado e corrigir a hérnia.

OBJETIVA: (1418399 votos)..........96.05% das questões objetivas receberam votos.
Qual a alteração metabólica predominante nos casos idiopáticos de cálculos de ácido úrico?
A. pH urinário elevado
B. Acidificação urinária
C. Hipercalciúria idiopática
D. Produção de urease bacteriana
E. Deficiência enzimática hepática

  RATING: 3.27

Qual a alteração metabólica predominante nos casos idiopáticos de cálculos de ácido úrico?

A. pH urinário elevado
INCORRETO: pH urinário elevado acima de 7,2 é típico dos cálculos infecciosos de estruvita, formados em ambiente alcalino rico em amônia gerada pela hidrólise da ureia.
B. Acidificação urinária
CORRETO : Os cálculos de ácido úrico representam cerca de 7% de todos os cálculos urinários e associam-se estreitamente ao diabetes mellitus tipo 2, obesidade e ganho de peso, condições que elevam a produção endógena de ácido úrico. Nos casos idiopáticos, que constituem a maior parte, a alteração metabólica predominante consiste em acidificação urinária com pH baixo, decorrente da diminuição na excreção de amônia. Essa condição é agravada por baixo volume urinário, como ocorre em diarreia crônica, exposição a ambientes quentes ou atividade física intensa. O manejo terapêutico inclui ingestão hídrica elevada em torno de três litros diários, restrição de proteínas e alcalinização urinária com agentes contendo potássio ou sódio; os compostos à base de potássio ainda reduzem a excreção urinária de cálcio, diminuindo risco adicional de cálculos de oxalato. Monitora-se o pH urinário após três meses, mantendo-o entre 6,1 e 6,7 para evitar precipitação tanto de ácido úrico quanto de fosfato de cálcio.
C. Hipercalciúria idiopática
INCORRETO : A hipercalciúria idiopática é o distúrbio metabólico mais frequente associado a cálculos de sais de cálcio, cursa com normocalcemia e resulta de aumento da absorção intestinal associado à redução da reabsorção tubular renal de cálcio.
D. Produção de urease bacteriana
INCORRETO : A produção de urease por bactérias Gram-negativas, especialmente Proteus mirabilis, que responde por 87% das infecções, é o mecanismo central dos cálculos infecciosos de estruvita e apatita de carbonato de cálcio nos cálculos coraliformes.
E. Deficiência enzimática hepática
INCORRETO : Deficiência enzimática hepática define a hiperoxalúria primária tipo I ou II, doença autossômica recessiva rara que aumenta a síntese e excreção urinária de oxalato, podendo exigir transplante combinado de fígado e rim em casos extremos.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.27)

DISCURSIVA: (198371 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

A Doença de Graves constitui a principal etiologia de hipertireoidismo autoimune. Aborde teoricamente os aspectos a seguir:

  1. Fisiopatologia da Doença de Graves. (0,1 pontos)
  2. Principais autoanticorpos envolvidos e mecanismo de ação. (0,1 pontos)
  3. Alterações laboratoriais características. (0,1 pontos)
  4. Manifestações orbitárias típicas. (0,1 pontos)
  5. Princípios do tratamento medicamentoso com antitireoidianos. (0,1 pontos)




RATING: 3.1

A Doença de Graves constitui a principal etiologia de hipertireoidismo autoimune. Aborde teoricamente os aspectos a seguir:

  1. Fisiopatologia da Doença de Graves. (0,1 pontos)
  2. Principais autoanticorpos envolvidos e mecanismo de ação. (0,1 pontos)
  3. Alterações laboratoriais características. (0,1 pontos)
  4. Manifestações orbitárias típicas. (0,1 pontos)
  5. Princípios do tratamento medicamentoso com antitireoidianos. (0,1 pontos)


1. A Doença de Graves é uma afecção autoimune mediada por TRAb (0,05 p).
Esses anticorpos estimulam de forma contínua o receptor de TSH (0,05 p).
2. O principal autoanticorpo é o TRAb (0,05 p).
Seu mecanismo de ação consiste em estimular a produção de hormônios tireoidianos (0,05 p).
3. O TSH encontra-se suprimido (0,05 p).
Os níveis de T4 livre e T3 estão elevados (0,05 p).
4. A oftalmopatia de Graves é uma manifestação infiltrativa característica (0,05 p).
Resulta de inflamação do tecido adiposo e músculos extraoculares orbitários (0,05 p).
5. Utilizam-se as tionamidas (metimazol ou propiltiouracil) (0,05 p).
Elas inibem a organificação do iodo e a síntese hormonal (0,05 p).


FONTE:

PLATAFORMA MISODOR - DOENÇA DE GRAVES

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.1)

CASO CLINICO: (230553 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo feminino, 70 anos, diabética e com DPOC, com início dos sintomas há 2 dias, febre alta, tosse produtiva com expectoração amarelada, dor torácica e dispneia. Apresentou três episódios de vômitos há 24 horas. Ao exame físico, apresenta-se agitada, levemente desidratada, taquipneica (FR – 33 irm), taquicárdica (FC – 122 bpm) e com PA 90 × 60 mmHg. Estertores crepitantes na base pulmonar direita. Exames complementares: Ureia – 60 mg/dL; Creatinina – 1,2 mg/dL; Leucócitos – 4000; Sat. O2 < 90% com oxigênio em cateter nasal a 5 L/min.
1) Essa paciente tem indicação para internação? Em que nível de complexidade? Explique o sistema de escore britânico CURP-65, usado para indicar gravidade e o local de tratamento. (0,18 pontos)
2) Quais os agentes etiológicos mais frequentes em pneumonia aguda em pacientes tratados ambulatorialmente, internados em enfermaria e internados em UTI? (0,19 pontos)
3) Qual o esquema antimicrobiano indicado nesta paciente? Justifique. (0,13 pontos)


RATING: 3.12

1) Essa paciente tem indicação para internação? Em que nível de complexidade? Explique o sistema de escore britânico Curp-65, usado para indicar gravidade e o local de tratamento.
Sim. (0,01 p)
UTI: (0,01 p)
Escore de 6 pontos, no qual cada item anormal pontua uma unidade. (0,01 p)
Escore 0 e 1, se apenas a idade pontuar → tratamento domiciliar. (0,01 p)
Escore > 1 → tratamento internado. (0,01 p)
C = Confusão mental (nível de consciência) (0,01 p)
U = Ureia > 50 mg/dL (0,01 p)
R = FR > 30 irpm (0,01 p)
P = PAS < 90 mmHg (0,01 p)
P= PAD ≤ 60 mmHg (0,01 p)
65 = Idade acima de 65 anos. (0,01 p)
Deve-se considerar ainda a presença de comorbidades descompensadas (CPOC; ICC; I. hepática, I. renal, Neoplasia) (0,01 p); extensão da pneumonia no RX Tórax (0,01 p) e na saturação arterial do oxigênio (0,01 p) e fatores psicossociais que possam interferir no tratamento e indicar internação. (0,01 p)
Sinais de gravidade:
Sat. OO2 ≤ 90% sem oxigenioterapia (0,01 p) e o mesmo resultado com oxigenioterapia indicação de UTI (0,01 p)
Leucócitos < 4000 → prognóstico ruim. (0,01 p)
2) Quais os agentes etiológicos mais frequentes em pneumonia aguda em pacientes tratados ambulatoriamente, internados em enfermaria e internados em UTI?
- PAC Ambulatorial (leve) (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Mycoplasma pneumoniae (0,01 p); Chlamydophila pneumoniae (0,01 p); Vírus respiratórios (influenza, adenovírus, vírus sincicial respiratório, para-influenza e coronavírus) (0,01 p); Haemaphylos influenzae. (0,01 p)
- PAC internados em enfermarias (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Mycoplasma pneumoniae (0,01 p); Chlamydia pneumoniae (0,01 p); Vírus respiratórios (0,01 p); Haemaphylos influenzae (0,01 p); Legionelha Spp (0,01 p).
- PAC internados (UTI) (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Bacilos gram negativos (0,01 p); Haemaphylus influenzae (0,01 p); Legionella spp (0,01 p); S. aereus (0,01 p).
3) Qual o esquema antimicrobiano indicado nesta paciente? Justifique.
Betalactâmico com inibidor da betalactamase ou clindamicina.
Justificativa: Por ser paciente grave, com evolução desfavorável e com história de vômitos, podendo ter broncoaspirado com possibilidade de infecção por anaeróbios e gram-negativo da flora da boca. A associação de betalactâmicos com aminoglicosídeos e um agente para cobertura de bacteróides Fragillis, embora possa dar uma cobertura antimicrobiana, deverá ser evitada pelo risco de nefrotoxicidade em uma paciente idosa, diabética e com lesão renal prévia. (0,13 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.12)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.