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A virose congênita mais comum é causada por:
A. herpesvírus hominis
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. vírus varicela-zoster
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. vírus de Epstein-Barr
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. rubéola congênita
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. citomegalovírus
CORRETO : A condição de infecção congênita sintomática por Citomegalovírus (CMV) foi originalmente denominada doença de inclusão citomegálica. O agente etiológico é um vírus do grupo Herpesvírus. Atualmente o Citomegalovírus (CMV) representa a causa mais comum de infecção congênita (opção 'e' correta), uma vez que a vacinação anti-rubéola praticamente eliminou a síndrome de rubéola congênita. O CMV é uma infecção freqüente em todo o mundo e de acordo com a localização geográfica, a soropositividade do CMV entre adultos varia de 40 a mais de 70%. O risco fetal é maior quando a mulher grávida contrai infecção primária por CMV; cerca de 40% desses casos apresentam infecção fetal. Por outro lado, apenas 1% dos fetos sofre infecção quando a mãe apresenta recidiva de infecção anterior por CMV. Cerca de 5-10% dos casos são sintomáticos ao nascimento, enquanto 90-95% são assintomáticos. Quanto mais sintomático o caso, maior a probabilidade de a mãe ter tido infecção primária por CMV.
Gabarito: E
RATING: 3.01 ![]()
- Verificação da temperatura corporal, a cada três horas para detectar hipotermia ou hipertermia; (0,05 p)
- Verificação do peso, diariamente; (0,05 p)
- Hidratar melhor o recém-nascido a fototerapia com lâmpadas fluorescentes pode provocar elevação da temperatura; (0,05 p)
- Proteção dos olhos com cobertura radiopaca por meio de camadas de veludo negro ou papel carbono negro envolto em gaze; (0,05 p)
- Se a bilirrubinemia não esteja muito elevada amamentação normal, decontinuando a fototerapia; (0,05 p)
FONTE:
Paciente masculino, 32 anos, refere fadiga crônica e palidez desde a adolescência. Antecedente de anemia microcítica diagnosticada na adolescência, tratada com sulfato ferroso oral sem resposta e com piora progressiva da sobrecarga de ferro. Hemograma atual: Hb 7,8 g/dL, VCM 62 fL (microcitose), RDW elevado, esfregaço periférico com dimorfismo eritrocitário (predomínio de hemácias hipocrômicas microcíticas + população normocítica/macrocítica) e corpúsculos de Pappenheimer. Ferro sérico 220 µg/dL, saturação de transferrina 70%, ferritina sérica 1200 ng/mL, TIBC normal. Exame físico: hepatoesplenomegalia leve. História familiar positiva para anemia em tio materno e irmão.
Questões
II. Possível causa da doença diagnosticada
III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico
IV. Tratamento
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