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Paciente M de 53 anos, portador de miocardiopatia isquêmica terminal devida á hipercolesterolemia familiar recebeu um transplante cardíaco. O coração foi prelevado duma vitima de acidente com veiculo motorizado de
23 anos.
Nos primeiros 3 anos depois desse transplante o paciente teve apenas um único episódio de rejeição aguda. Segue uma esquema imunossupressor que inclui prednisona e sirolimo com boa adesão.
Durante uma consulta de acompanhamento de rotina relata que desenvolveu dispneia ao esforço. Provas de função pulmonar não alteradas e radiografias de tórax normais.
O cardiologista decide solicitar cateterismo cardíaco direito e esquerdo, com biópsia do coração transplantado. O resultado sugere presença de doença arterial coronariana concêntrica e longitudinal, difusa e grave. O exame histológico não mostra nenhuma evidência de rejeição aguda. Qual das seguintes afirmativas é verdadeira acerca da aterosclerose coronariana encontrada nesse paciente?
A. Nenhum esquema imunossupressor demonstrou estar associado a uma menor incidência de aterosclerose coronariana após transplante cardíaco.
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. A aterosclerose coronariana é provavelmente uma lesão imunológica do endotélio vascular no órgão transplantado
CORRETO : A doença arterial coronariana é uma complicação tardia comum que ocorre após transplante cardíaco, e acredita-se que seja causada por uma lesão imunológica primária do endotélio vascular, embora seja influenciada por fatores não imunológicos, como dislipidemia, diabetes melito e infecção por citomegalovirus. O uso de micofenolato de mofetila e do alvo da rapamicina de mamíferos, sirolimo, tem sido associado a uma menor incidência de curto prazo de espessamento da íntima coronariana. De modo semelhante, foi constatado que o uso de estatinas diminui a incidência dessa complicação. Como os doadores costumam ser pessoas jovens, não se acredita que a doença arterial coronariana após transplante seja devido a lesões coronarianas existentes no pré-transplante.
C. A aterosclerose coronariana atual após transplante cardíaco é provavelmente devida à aterosclerose presente
antes do transplante
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. O distúrbio do colesterol subjacente desse paciente não o predispõe à aterosclerose coronariana recorrente após
transplante cardíaco.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. O tratamento com estatinas não tem sido associado a uma incidência reduzida dessa complicação do transplante
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: B
RATING: 2.99 ![]()
FONTE:
ETAPA 1: É acidose ou alcalose? Vamos olhar o pH, que é 7,14, ou seja temos uma acidose.
ETAPA 2: É uma acidose RESPIRATÓRIA ou METABÓLICA?. Qual parâmetro é o mais modificado? O CO2 é baixo, então provavelmente que predomina uma ACIDOSE METABOLICA.
ETAPA 3: Essa acidose é uma acidose metabólica pura?
Para isso vamos ter que calcular o ANION GAP. Para o calculo deste parâmetro ou vamos utilizar a formula que leva em consideração Na+, Cl- e HCO3- (dados que não foram fornecidos pelo enuncio) ou podemos utilizar o bicarbonato standard e real, sendo que:
HCO3‐ corrigido (10 mEq/l) = HCO3‐ (12 mEq/l) - (AG-12)
Ou seja, o AG=14, e, sendo maior que 12. Convencionalmente ele estará aumentado se for maior de 12 mEq e baixo se for menos que 12 mEq.
As acidoses com AG aumentado, então, são caracterizadas pelo cúmulo de outros ácidos que HCl ou H2CO3, refletindo, então, a retenção de fosfatos, ácidos orgânicos, ou tóxicos endógenos. Nestes casos a cloremia vai ser normal. É explicável, já que, consecutivamente ao esforço físico, aparece a acidose láctica (anaerobiose - desvio do ciclo Krebs - glicólise anaeróbica).
Ou seja, existem outros ácidos (neste caso, o acido láctico) que abaixa o pH. A administração de bicarbonato é necessária para tamponar a acidemia láctica.
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