ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2565 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
506 TENTATIVAS (25 CONTESTAÇÕES)
14831 QUESTÕES OBJETIVAS
3438 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3047 QUESTÕES DE CIRURGIA
1792 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
165 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
197 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

VARICELA E HERPES ZOSTER (ÁREA DE PEDIATRIA)

Doença comum em crianças, sobretudo em climas temperados, apresenta alta contagiosidade (>90% de ataque secundário), com pico de incidência entre 5 e 9 anos e pico sazonal primavera.
O vírus varicela zoster (virus varicela zoster) causa infecções primárias, latentes e recorrentes.

OBJETIVA: (1148615 votos)..........99.39% das questões objetivas receberam votos.
Um paciente de 48 anos de idade compareceu ao Serviço de Emergência às 7 horas, com intensa dispnéia, que se instalou em pouco tempo, parecendo que estava sendo sufocado, com tosse e pequena expectoração serosa. Até então considerava-se sadio, embora tabagista de 30 cigarros por dia há 25 anos. Na interrogação complementar, disse que na véspera saboreou uma bela feijoada, e durante este episódio não apresentou precordialgia ou outros sintomas. O exame físico mostrou PA 200/130mmHg, FC 116bpm, ritmo de galope por 4a bulha não tendo sido auscultado sopro. O ECG mostrou onda P com duração de 0,13s com ondas R altas nas derivações I, aVL, V5 e V6, e o raio X de tórax, apenas congestão pulmonar, com área cardíaca normal; hipótese diagnostica a ser considerada e seu melhor tratamento seria:
A. edema agudo pulmonar por pico hipertensivo, podendo ser tratado com diuréticos e beta-bloqueadores
B. edema agudo pulmonar por infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST, podendo ser tratado com digoxina e nifedipina sublingual
C. estenose aórtica e congestão pulmonar passiva, cujo melhor tratamento seria beta-bloqueador intravenoso
D. estenose mitral importante, podendo ser medicado com digoxina, IECA e bloqueadores dos canais de cálcio
E. mixoma séssil do átrio esquerdo, devendo fazer cirurgia de forma emergencial

  RATING: 3.08

Um paciente de 48 anos de idade compareceu ao Serviço de Emergência às 7 horas, com intensa dispnéia, que se instalou em pouco tempo, parecendo que estava sendo sufocado, com tosse e pequena expectoração serosa. Até então considerava-se sadio, embora tabagista de 30 cigarros por dia há 25 anos. Na interrogação complementar, disse que na véspera saboreou uma bela feijoada, e durante este episódio não apresentou precordialgia ou outros sintomas. O exame físico mostrou PA 200/130mmHg, FC 116bpm, ritmo de galope por 4a bulha não tendo sido auscultado sopro. O ECG mostrou onda P com duração de 0,13s com ondas R altas nas derivações I, aVL, V5 e V6, e o raio X de tórax, apenas congestão pulmonar, com área cardíaca normal; hipótese diagnostica a ser considerada e seu melhor tratamento seria:

A. edema agudo pulmonar por pico hipertensivo, podendo ser tratado com diuréticos e beta-bloqueadores
CORRETO: A questão basicamente trata de um episódio de edema agudo hipertensivo, onde ocorre congestão pulmonar associada a pico hipertensivo. O ritmo de galope com B4 e a área cardíaca normal sugerem insuficiência ventricular diastólica, típica da miocardiopatia hipertrófica. O ECG corrobora essa hipótese ao mostrar sinais de sobrecarga de câmaras esquerdas. É importante ressaltar que na sala de emergência o melhor tratamento seria o uso de NITRATOS PARENTERAIS; porém, como não há essa opção entre as alternativas, a melhor opção fica sendo a alternativa A, que inclui o tratamento a longo prazo da ICC. Lembrar que no edema agudo o tratamento inclui: oxigênio (melhor meio: CPAP), morfina, diurético de alça e nitrato. 
B. edema agudo pulmonar por infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST, podendo ser tratado com digoxina e nifedipina sublingual
INCORRETO : A alternativa B é facilmente excluída já que o ECG não demonstra supradesnivelamento de segmento ST. 
C. estenose aórtica e congestão pulmonar passiva, cujo melhor tratamento seria beta-bloqueador intravenoso
INCORRETO : A estenose aórtica pressupõe presença de sopro ao exame físico, podemos deixá-la de lado
D. estenose mitral importante, podendo ser medicado com digoxina, IECA e bloqueadores dos canais de cálcio
INCORRETO : A estenose mitral pressupõe presença de sopro ao exame físico, podemos deixá-la de lado
E. mixoma séssil do átrio esquerdo, devendo fazer cirurgia de forma emergencial
INCORRETO : A mixoma pressupõe presença de sopro ao exame físico, podemos deixá-la de lado

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.08)

DISCURSIVA: (183207 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Defina a Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) em pediatria. 0,3 pontos
2) Defina a sepse para a faixa etária pediátrica. 0,1 pontos
3) Defina a sepse grave em pacientes pediátricos. 0,1 pontos


RATING: 3.02

1) Defina a Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) em pediatria. 0,3 pontos
2) Defina a sepse para a faixa etária pediátrica. 0,1 pontos
3) Defina a sepse grave em pacientes pediátricos. 0,1 pontos

1) Defina a Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) em pediatria.
Síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) em pediatria é definida como presença de pelo menos dois dos seguintes critérios, sendo que um deles deve ser alteração da temperatura ou do número de leucócitos:(0,05 p)

  1. Alteração de temperatura corpórea - hipertermia ou hipotermia(0,05 p)
  2. Taquicardia - frequência cardíaca (FC) inapropriada para idade na ausência de estímulos externos ou bradicardia para criança <1 ano (0,05 p)
  3. Taquipneia - frequência respiratória (FR) inapropriada para idade(0,05 p) OU necessidade de ventilação mecânica para um processo agudo não relacionado à doença neuromuscular de base ou necessidade de anestesia geral. (0,05 p)
  4. Alteração de leucócitos – leucocitose ou leucopenia não secundárias à quimioterapia, ou presença de formas jovens de neutrófilos no sangue periférico.(0,05 p)
2) Defina a sepse para a faixa etária pediátrica.
Sepse caracteriza-se pela presença de dois ou mais sinais de SIRS, (0,05 p) sendo um deles hipertermia/hipotermia e/ou alteração de leucócitos,, concomitantemente à presença de quadro infeccioso confirmado ou suspeito.(0,05 p)
3) Defina a sepse grave em pacientes pediátricos.
Sepse grave em pacientes pediátricos caracteriza-se pela presença de sepse e disfunção cardiovascular OU respiratória OU duas ou mais disfunções orgânicas entre as demais. (0,05 p). Entretanto, para fins práticos qualquer disfunção orgânica associada a infecção suspeita ou confirmada caracterizará sepse grave. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (213816 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Lactente, feminina, 4 meses, iniciou quadro de tremores e sialorreia, dando entrada no pronto socorro infantil (PSI) após 40 minutos de crise convulsiva. Foi medicada com Diazepam e dose de ataque de fenitoína, com redução da crise. Ao exame físico, apresentava fontanela abaulada, sem outras alterações. Histórico de internação em UTI neonatal por baixo-peso, fratura de fêmur direito aos 3 meses e caderneta vacinal atrasada, com imunização apenas para hepatite B. Reside com mãe e pai, ambos usuários de drogas, e com quatro irmãos, em apartamento com 4 cômodos, saneamento básico e água encanada. Após controle das crises convulsivas no PSI, permaneceu em observação, com cateter nasal de oxigênio (O2), evoluindo com quadro comatoso. Foi iniciada antibioticoterapia venosa empírica por suspeita de meningite, solicitada vaga em unidade de tratamento intensivo (UTI) pediátrica e tomografia computadorizada (TC) de crânio. A TC evidenciou edema cerebral importante, possível área de fratura de crânio e presença de áreas compatíveis com hemorragia cerebral frontal.

(I) Qual a principal hipótese diagnóstica? - 0,1 pontos;

(II) Enumeram pelo menos três elementos do quadro clinico que justifiquem essa suspeita. - 0,15 pontos;

(III) Enumeram os meios diagnósticos essenciais para confirmar a hipótese. 0,25 pontos;




RATING: 3.07

(I) Qual a principal hipótese diagnóstica?

O abuso infantil (0,05 p), provavelmente síndrome de bebê sacudido (0,05 p)

(II) Enumeram pelo menos três elementos do quadro clinico (anamnese e exame fisico) que justifiquem essa suspeita (0,05 p para cada um dos três inclusos nesta lista)

  • baixo-peso ao nascimento;

  • abuso de drogas e álcool;

  • instabilidade familiar;

  • violência doméstica;

  • baixo estatuto socioeconômico;

  • fratura de fêmur direito aos 3 meses;

  • caderneta vacinal atrasada

(III) Enumeram os meios diagnósticos essenciais para confirmar a hipótese.

São exames fundamentais:

  • a fundoscopia – para avaliação de hemorragia retiniana (0,05 p)

  • hemograma completo (0,05 p)

  • função hepática (0,05 p)

  • estudo de coagulação (0,05 p)

  • TC sem contraste para detecção de HS e hemorragias subaracnoideas. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.07)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.