ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2564 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
505 TENTATIVAS (23 CONTESTAÇÕES)
14754 QUESTÕES OBJETIVAS
3442 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2967 QUESTÕES DE CIRURGIA
1791 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
164 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
196 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

COMA CETOACIDOTICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

As comas do diabetes mellitus tipo I são acontecimentos lamentáveis, geralmente derivadas de erro de medicação ou erros diagnósticos, ou no minimo da negligência do proprio paciente. Constituem emergências clínicas, devendo ser identificadas e tratadas prontamente.

No caso do diabetes mellitus tipo I os mais conhecidas são o coma cetoacidotico e o coma hipoglicemico.

OBJETIVA: (1055620 votos)..........98.14% das questões objetivas receberam votos.
Um homem de 70 anos com história de constipação apresenta dor abdominal intermitente no lado esquerdo e febre há 2 dias. Ele veio ao pronto-socorro imediatamente após perceber sangue na sua evacuação esta manhã. A frequência cardíaca dele é 110/min, a pressão arterial é 90/50 mm Hg, a frequência respiratória é de 18/min e sua saturação de oxigênio é de 95% em ar ambiente. No exame físico, o médico observa grandes quantidades de sangue vermelho vivo expelido por reto. O médico imediatamente coloca dois acessos intravenosos de grande calibre e administra fluido e colhe amostra de sangue para tipagem. Qual é a próxima etapa no manejo desse paciente?
A. Arteriografia
B. Colonoscopia
C. Endoscopia
D. Aspiração por sonda nasogástrica
E. Consulta cirúrgica

  RATING: 2.73

Um homem de 70 anos com história de constipação apresenta dor abdominal intermitente no lado esquerdo e febre há 2 dias. Ele veio ao pronto-socorro imediatamente após perceber sangue na sua evacuação esta manhã. A frequência cardíaca dele é 110/min, a pressão arterial é 90/50 mm Hg, a frequência respiratória é de 18/min e sua saturação de oxigênio é de 95% em ar ambiente. No exame físico, o médico observa grandes quantidades de sangue vermelho vivo expelido por reto. O médico imediatamente coloca dois acessos intravenosos de grande calibre e administra fluido e colhe amostra de sangue para tipagem. Qual é a próxima etapa no manejo desse paciente?

A. Arteriografia
INCORRETO: Arteriografia deveria ser feita se a colonoscopia não for possível devido à gravidade do sangramento ou não se sabe o local do sangramento. Essa técnica, no entanto, é limitada, pois o paciente tem que ter sangramento intenso durante o exame para localizar o local do sangramento.
B. Colonoscopia
INCORRETO : A colonoscopia deve ser realizada apensa se o sangramento GI superior tenha foi descartado. A colonoscopia não só permite localizar o local do sangramento, mas pode também ser uma intervenção terapêutica.
C. Endoscopia
INCORRETO : A endoscopia deve ser realizada se a sonda nasogástrica produzir sangramento franco, caso que a fonte do sangramento estaria no trato gastrointestinal superior. Essa suspeita, sim, poderia ser confirmada e possivelmente tratada com endoscopia.
D. Aspiração por sonda nasogástrica
CORRETO : O paciente em questão tem sintomas consistentes com um sangramento gastrointestinal (GI) no contexto de diverticulite. Embora os sintomas descritos são sugestivos de um sangramento GI inferior, um sangramento gastrointestinal superior também pode se apresentar como sangramento retal. Portanto, é importante realizar aspiração por sonda nasogástrica e descartar sangramento gastrointestinal superior.
E. Consulta cirúrgica
INCORRETO : Consulta Cirúrgica deve ser solicitada se o paciente permanecer instável apesar da ressuscitação volêmica agressiva.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.73)

DISCURSIVA: (178660 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Quais são as etiologias comprovadas de cardiopatia congênita? (0,5 p)


RATING: 2.9

Quais são as etiologias comprovadas de cardiopatia congênita? (0,5 p)

Apenas uma pequena porcentagem dos casos tem causas identificáveis:

(I) Fatores genéticos primários:
  • anormalidades cromossómicas (0,1 p)
  • anormalidades gènicas (0,1 p)
(II)Fatores ambientais:
  • agentes químicos, drogas isotretinoina (Roaccutan)(0,1 p)
  • vírus como o da rubéola e doença materna (0,1 p)
(III) Interações genético-ambientais (multifatoriais)(0,1 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

CASO CLINICO: (208166 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Lactente de quatro meses saudável, nascido de parto eutócico, de termo, sem complicações perinatais, com bom desenvolvimento psicomotor e desenvolvimento estaturo-ponderal no percentil 50. Fez aleitamento materno na primeira semana de vida.
Foi internado por quadro de bronquiolite com quatro dias de evolução, com agravamento progressivo apesar de estar medicado com broncodilatador inalado e corticóide oral. Esteve sempre apirético.
Na observação salientava-se cansaço, sinais de dificuldade respiratória moderada, hipoxemia ligeira e tosse emetizante, havendo na auscultação pulmonar, um tempo expiratório prolongado e fervores crepitantes em ambos os campos pulmonares. Não se evidenciavam outras alterações significativas no exame físico.
Ao quarto dia de internamento surgiu febre (38,5ºC de temperatura axilar) acompanhada de calafrio, gemido, prostração, recusa alimentar.
Foi detectado sopro cardíaco sistólico inconstante (grau dois em seis) no bordo esquerdo do esterno, descrito como sopro contínuo no segundo espaço intercostal esquerdo. Efectuou ecocardiograma bidimensional e com Doppler a cores observando-se PCA moderada com paredes espessadas que assim permitiu o diagnostico.

Sobre o caso acíma considera as seguintes questões:

1) Considerando as caracteristicas do sopro, a idade da criança e o aspecto ecocardiografico, qual é a suspeita diagnostica principal neste caso? (0,3 pontos)

2) Qual é o agente infeccioso causal mais frequente nesta faixa etária? (0,2 pontos)




RATING: 2.99

1) Considerando as caracteristicas do sopro, a idade da criança e o aspecto ecocardiografico, qual é a suspeita diagnostica principal neste caso?

R: PCA moderada com endarterite infecciosa - 0,3 p

DISCUSSÃO: Uma complicação temida da persistência de canal arterial é a endarterite infecciosa:

  • pode ser observada em qualquer idade
  • ocorrer êmbolos pulmonares ou sistêmicos

É uma doença rara, potencialmente grave, com incidência crescente. Apesar dos avanços tecnológicos mantém-se difícil de diagnosticar e de tratar, particularmente abaixo dos dois anos. Na criança, as cardiopatias congénitas são o principal factor de risco para endarterite infecciosa, sendo a persistência do canal arterial clinicamente silencioso uma causa muito rara.

Os sintomas mais frequentes na EI são:

  1. febre persistente de origem desconhecida
  2. manifestações inespecíficas
      • mal-estar geral
      • anorexia
      • perda ponderal
  3. presença de sopro cardíaco
  4. fenómenos embólicos sistémicos

2) Qual é o agente infeccioso causal mais frequente nesta faixa etária?

R: Acima dos dois meses de idade, os principais agentes são Streptococci spp (0,1 p) e Staphylococcus aureus (0,1 p).

Os bacilos Gram negativos, como a Klebsiella pneumoniae são pouco comuns.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.99)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.