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VARICELA E HERPES ZOSTER (ÁREA DE PEDIATRIA)

Doença comum em crianças, sobretudo em climas temperados, apresenta alta contagiosidade (>90% de ataque secundário), com pico de incidência entre 5 e 9 anos e pico sazonal primavera.
O vírus varicela zoster (virus varicela zoster) causa infecções primárias, latentes e recorrentes.

OBJETIVA: (1035535 votos)..........97.58% das questões objetivas receberam votos.
A fase tecidual da Cândida chama-se:
A. clamidosporo
B. blastóporos
C. pseudo-hifa
D. pseudomicélio
E. monilíase

  RATING: 2.81

A fase tecidual da Cândida chama-se:

A. clamidosporo
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. blastóporos
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. pseudo-hifa
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. pseudomicélio
CORRETO : O fungo tem quatro formas morfológicas:

  • clamidosporos de parede dupla (7 a 17 mm de diâmetro)
  • blastóporos ovais a redondos ou células leveduriformes (3 a 6 mm de diâmetro)
  • pseudo-hifa (processos filamentosos que se alongam da célula leveduriforme sem a conexão citoplasmática de uma hifa verdadeira)
  • pseudomicélio, que é uma massa de pseudo-hifas e representa a fase tecidual da Cândida

E. monilíase
INCORRETO : Várias espécies do gênero Cândida (nome anterior do gênero era Monilia - o termo monilíase ainda é usado ocasionalmente) causam candidíase de pele ou de membranas mucosas.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.81)

DISCURSIVA: (178111 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
O pectus excavatum, (também chamado de ”tórax em funil”) é a deformidade torácica mais comum, ocorrendo em 1 a cada 400 crianças.  A maioria dos pacientes com pectus excavatum è assintomática no momento da apresentação; no entanto, alguns indivíduos relatam sintomas que sugerem impacto cardiovascular e impacto pulmonar (redução na reserva respiratória, dor ao longo das cartilagens costais com o exercício, palpitações ou sopros, sobretudo na presença de um prolapso da válvula mitral).

1) Como verificamos o impacto pulmonar desse defeito? (0,3 p)
2) Como verificamos o impacto cardiovascular do mesmo? (0,2 p)



RATING: 3.06

O pectus excavatum, (também chamado de ”tórax em funil”) é a deformidade torácica mais comum, ocorrendo em 1 a cada 400 crianças.  A maioria dos pacientes com pectus excavatum è assintomática no momento da apresentação; no entanto, alguns indivíduos relatam sintomas que sugerem impacto cardiovascular e impacto pulmonar (redução na reserva respiratória, dor ao longo das cartilagens costais com o exercício, palpitações ou sopros, sobretudo na presença de um prolapso da válvula mitral).

1) Como verificamos o impacto pulmonar desse defeito? (0,3 p)
2) Como verificamos o impacto cardiovascular do mesmo? (0,2 p)

Em casos graves, foram documentados um volume de ejeção e um débito cardíaco reduzidos, conjuntamente com um padrão restritivo (capacidade respiratória máxima diminuída) no teste de função pulmonar.

1) O impacto pulmonar:

A avaliação da função pulmonar basal pode ser obtida com:

  1. testes de função pulmonar (0,1 p)
  2. estudos radiológicos ou fisiológicos de exercício (0,1 p)
  3. cintilografias de ventilação-perfusão (0,1 p)

2) O impacto cardiovascular:

A avaliação cardiovascular pode ser realizada utilizando-se:

  1. ecocardiografia (0,1 p)
  2. angiografia. (0,1p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (207588 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino com 38 anos de idade refere dor epigástrica em queimação há 3 semanas, com piora associada a alimentação. Nega disfagia,vômitos e outros sintomas associados. Sem antecedentes patológicos dignos de nota não faz uso de nenhuma medicação.
Exame Físico: B. E. G., corado, hidratado, anictérico, acianótico.
PA: 120/70 mmHg; FC: 80 b.p.m; Ap. Resp.: MV+, sem RA, Ap CV: 2BRNF, sem sopros.
Abdominal: Plano, flácido, dor discreta á palpação de epigástrio, descompressão brusca negativa, sem visceromegalias e massas palpáveis.
1) Qual é o diagnóstico do paciente? (0,25 pontos)
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 pontos)



RATING: 2.96

1) Qual é o diagnóstico do paciente?
Síndrome dispéptica ou dispepsia. (0,25 p)
Discussão: Paciente com sintoma dispéptico de epigastralgia em queimação,sem apresentar sinais de alarme como disfagia, icterícia, sangramento, anemia, alterações de exame físico sugestivos de doença maligna, que indicariam a realização de endoscopia digestiva alta, apresenta ainda idade menor que 50 anos de idade que seria outra indicação da realização do procedimento. O paciente pode apresentar diagnóstico de doença ulcerosa péptica com estes sintomas, mas sem apresentar sinais de alarme pode ser manejado de forma conservadora neste momento.
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 p)
Sugerir modificações de hábitos e introduzir bloqueador H2 para tratamento da dispepsia.
Discussão: Paciente sem sinais de alarme não tendo indicação de realizar endoscopia digestiva alta, podemos orientar modificações de hábitos de vida como diminuição de ingesta de álcool e café e procurar observar quais alimentos desencadeiam com maior freqüência estes sintomas.
Os bloqueadores H2como a ranitidina podem ser usados em doses de 150 mg, 2 vezes ao dia por 2-4 semanas. O uso de bloqueadores de bomba de prótons é uma opção, embora não tenha sido demonstrado sua superioridade em relação aos bloqueadores H2 e por seu maior custo não deve ser utilizado.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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