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INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA DOS MEMBROS INFERIORES (ÁREA DE CIRURGIA)

O termo veias varicosas, no senso comum engloba um espectro de dilatação venosa que varia de pequenas teleangiectasias a veias varicosas tortuosas bastante dilatadas.

Uma combinação de fatores de risco, em vez de qualquer fator de risco isolado, é um preditor melhor da possibilidade de possibilidade de um determinado paciente desenvolver veias varicosas sintomaticas.

A hereditariedade, indubitavelmente, possui um papel importante no desenvolvimento de veias varicosas. Mais uma vez, a falta de uma classificação clara, a variabilidade nos relatos - incluindo a história relatada pêlos próprios pacientes - e a variabilidade nas definições limita a acuracia de qualquer estudo sobre incidência, prevalência e também fatores etiológicos predisponentes.

OBJETIVA: (1399402 votos)..........95.35% das questões objetivas receberam votos.
Na etiologia das infecções do aparelho respiratório de crianças com fibrose cística, as bactérias mais freqüentemente envolvidas são:
A. micoplasma e Klebsiella
B. Klebsiella e pseudomonas
C. enterobacter e micoplasma
D. estafilococos e enterobacter
E. pseudomonas e estafilococos

  RATING: 2.88

Na etiologia das infecções do aparelho respiratório de crianças com fibrose cística, as bactérias mais freqüentemente envolvidas são:

A. micoplasma e Klebsiella
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Klebsiella e pseudomonas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. enterobacter e micoplasma
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. estafilococos e enterobacter
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. pseudomonas e estafilococos
CORRETO : Os microorganismos que mais freqüentemente causam infecções do aparelho respiratório em crianças com fibrose cística (FC) são a Pseudomonas aeruginosa e o Staphylococcus aureus. Podemos utilizar para o tratamento destas infecções uma cefalosporina de terceira geração (ceftazidime), uma quinolona (ciprofloxacin) ou a ticarcilina, geralmente associadas a um aminoglicosídeo; uma cobertura para o estafilococos geralmente requer vancomicina ou oxacilina. A infecção da via aérea com a Burkholderia cepacia está associada com deterioração respiratória e morte. Este microorganismo é sensível somente ao cloranfenicol ou ao sulfametoxazol-trimetoprim.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (196004 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)


RATING: 3.42

Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)

1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados.
  • A icterícia obstrutiva é caracterizada pelo predomínio da elevação da bilirrubina direta, semelhante à icterícia colestática intra-hepática. (0,05 p)
  • Diferencia-se das icterícias hepatocelulares pela ausência de elevação ou elevação em níveis menores das aminotransferases (TGO e TGP). (0,05 p)
  • Apresenta por outro lado elevação das enzimas canaliculares, fosfatase alcalina e gama glutamil-transferase. (0,05 p)
  • Na icterícia obstrutiva, ocorre prolongamento do tempo de atividade da protrombina o qual normaliza-se com reposição de vitamina K por não existir doença parenquimatosa. (0,05 p)
  • Na história clínica, alguns sintomas e sinais podem sugerir icterícia obstrutiva: dor no abdome superior, principalmente no hipocôndrio direito, febre, prurido e colúria, podendo existir na dependência da causa a presença de massa ou vesícula biliar palpáveis. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem permitem a diferenciação entre icterícia obstrutiva e colestase intra-hepática ao identificar o calibre das vias biliares, a causa e o local de uma obstrução. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem atualmente disponíveis e utilizados para a investigação são os seguintes: ultrassonografia, endossonografia, colangiografia transparieto hepática percutânea, colângio-pancreatografia endoscópica retrógrada, colangioressonância nuclear magnética, tomografia computadorizada. (0,05 p)

2) Cuidados a serem tomados no período per-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal.
  • Perdas volêmicas devem ser identificadas e repostas evitando-se que o paciente desenvolva hipotensão e insuficiência renal sobretudo no período per-operatório. (0,015 p)
  • O controle da eficácia de reposição é realizado através da mensuração do volume urinário. (0,015 p)
  • Distúrbios da coagulação devem ser investigados realizando-se hemograma com contagem de plaquetas o qual permite a identificação de indícios de infecção e distúrbio da coagulação. (0,015 p)
  • Deve ser realizada a aferição do tempo de protrombina e de tromboplastina parcial ativada. (0,015 p)
  • Em pacientes eletivos com tempo de protrombina alargado, deve-se repor vitamina K por 3 dias. (0,015 p)
  • Em situações de urgência ou quando houver falta de resposta à vitamina K, deverá ser reposto plasma fresco e ocasionalmente crioprecipitado. (0,015 p)
  • É importante também manter correto equilíbrio eletrolítico, principalmente do sódio e do potássio. (0,015 p)
  • Devem ser avaliados e corrigidos os níveis de escórias nitrogenadas através de reposição hídrica ou de medidas de suporte à função renal. (0,015 p)
  • Pacientes sem infecção deverão receber antibioticoprofilaxia e os portadores de colangite deverão receber antibioticoterapia. (0,015 p)
  • Evitar o uso de drogas anestésicas hepatotóxicas e manutenção de estabilidade hemodinâmica no período intraoperatório. (0,015 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.42)

CASO CLINICO: (228126 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma criança de 6 anos, vítima de atropelamento, chega à Unidade de Emergência trazida pelo SAMU. Ao exame físico, em regular estado geral, com FC = 178 bpm, FR = 20 irpm, PA = 74 x 30mmHg, perfusão = 4 segundos, pulsos finos, saturação de oxigênio = 94% (ar ambiente), murmúrio vesicular presente simétrico, sem ruídos adventícios, BRNFs sem sopros, abdome inocente e escala de coma de Glasgow= 10.
O médico chefe opta por realizar intubação.


a) Cite o dado clínico que indicou a intubação............. 0,25 pontos
b) Cite 2 drogas que estão contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana.... 0,25 pontos





RATING: 2.97

a) O dado clínico que indicou a intubação é a Escala de Coma de Glasgow igual a 10. (0,250 pontos)

b) Duas drogas contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana são:

  • Ketamina. (0,125 pontos)
  • Succinilcolina. (0,125 pontos)


Em discussão resumida sobre as respostas, a intubação em trauma pediátrico com GCS de 10 é justificada pela necessidade de proteção da via aérea em paciente com alteração do nível de consciência, especialmente em contexto de possível lesão craniana, conforme protocolos como PALS e ATLS adaptados para pediatria. Quanto às drogas, a ketamina e a succinilcolina são classicamente evitadas em cenários de risco para hipertensão intracraniana devido a mecanismos como estimulação simpática e fasciculações musculares, respectivamente, embora evidências recentes sugiram nuance no uso da ketamina em pacientes sedados e ventilados.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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