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SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NA SAÚDE (SIM, SINASC, SINAN, SIAB, SIA, SIH) (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

Para planejar, devemos ter conhecimento das necessidades de saúde de populações. Para implantação de programas e ações em saúde, deve-se conhecer o perfil de necessidades e a oferta de serviços existente. Para a avaliação de programas e serviços de saúde, a informação ocupa papel relevante.

Aprimoramento dos sistemas de informações na saúde

Qualidade da informação

  1. cobertura/captação do seventos
  2. confiabilidade

Flexibilização dos sistemas de informações na saúde: instrumentos + simplificados x + detalhados (onde puder)

Articulação dos sistemas de informações na saúde: Complementação da informação de ¹ sistemas de informações na saúde, Implementação de técnicas de linkage


OBJETIVA: (1437741 votos)..........96.21% das questões objetivas receberam votos.
Paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico com colisão frontal e impacto contra o pára-brisa dianteiro, ao dar entrada no serviço de emergência, apresenta intensa hemorragia nasal e oral, importante edema facial, fratura do arco mandibular e em franca insuficiência respiratória. O cirurgião de plantão deve intervir, imediatamente, com a seguinte manobra:
A. intubação orotraqueal
B. intubação nasotraqueal
C. cricotireoidotomia
D. traqueostomia convencional
E. ventilação com máscara

  RATING: 2.94

Paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico com colisão frontal e impacto contra o pára-brisa dianteiro, ao dar entrada no serviço de emergência, apresenta intensa hemorragia nasal e oral, importante edema facial, fratura do arco mandibular e em franca insuficiência respiratória. O cirurgião de plantão deve intervir, imediatamente, com a seguinte manobra:

A. intubação orotraqueal
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. intubação nasotraqueal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. cricotireoidotomia
CORRETO : Nas lesões extensas de face, o ideal é acessarmos a via aérea imediatamente por meio de cricotireoidostomia.
D. traqueostomia convencional
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. ventilação com máscara
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

DISCURSIVA: (201153 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)


RATING: 2.96

1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)

1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica:

Anormalidades da Parede Torácica
Deformidades de depressão/pectus excavatum (0,05 p)
Deformidades de protrusão/pectus carinatum (0,05 p)
Sindrome de Poland (0,05 p)
Defeitos esternais
  • Ectopia cordis cervical (0,05 p)
  • Ectopia cordis torácica (0,05 p)
  • Ectopia cordis toracoabdominal (0,05 p)
  • Esterno bífido (0,05 p)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas.
As costelas e o esterno determinam o tamanho e o formato da cavidade torácica.

  1. As sete costelas superiores (numeradas de 1 a 7) são costelas verdadeiras, pois se articulam diretamente com o esterno por meio de cartilagens. (0,05 p)
  2. As cinco costelas inferiores (numeradas de 8 a 12) são falsas costelas; elas não se conectam diretamente com o esterno, anteriormente; na maioria dos casos, conectam-se com a cartilagem costal acima delas. (0,05 p)
  3. As costelas 11 e 12 são costelas flutuantes. Elas podem ser pequenas ou grandes; articulam-se apenas com a coluna torácica. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (233423 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Que orientações você daria a uma puérpera sobre o aleitamento materno, caso ela apresente anti-HCV (vírus da hepatite C) positivo e RNA do VHC positivo?





RATING: 3.08

  1. O aleitamento materno não é contraindicado (0,15 p) na puérpera com anti-HCV positivo e RNA do VHC detectável. Oriente-a a amamentar, porque a transmissão do VHC pelo leite materno não está documentada (0,08 p) de forma consistente: o vírus, quando presente no leite, está em carga baixa e é inativado no trato digestório do lactente. O risco vertical conhecido é perinatal (gestação/parto), não lactacional.
  2. A única ressalva prática é exposição a sangue. Se houver fissura, ferida ou sangramento no mamilo ou na aréola (0,12 p), suspenda temporariamente o aleitamento na mama afetada. Nessa mama, ordene e descarte o leite (0,05 p) até a lesão cicatrizar; a mama íntegra pode continuar.
  3. Retome o peito assim que não houver mais sangramento (0,04 p). Cuide da pega e evite trauma mamilar.
  4. Os antivirais de ação direta não estão indicados durante a amamentação (0,04 p); o tratamento da mãe deve ser planejado após o período de lactação (ou com interrupção deliberada, se a gravidade hepática exigir).
  5. Oriente o seguimento do recém-nascido exposto (0,02 p) conforme o protocolo local (RNA e/ou anti-HCV em idades apropriadas), sem alterar a via de parto só por causa do VHC.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.08)




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