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RUBÉOLA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A rubéola é uma doença viral, contagiosa, causado por um vírus designado por toga-vírus do género Rubi-vírus. Normalmente atinge crianças com idade compreendida entre 5 e 9 anos, tendo também a probabilidade de atingir adultos também. A doença só é contraída uma vez, pois o organismo infectado passa a produzir anticorpos que servem de barreira que tornam o organismo imune ao vírus para sempre. Embora seja muitas vezes equiparada ao sarampo, a rubéola é menos contagioso.
Doença de curso benigno, sua importância epidemiológica está relacionada ao risco de abortos, natimortos, e malformações congênitas, como cardiopatias, catarata e surdez. É denominada síndrome da rubéola congênita (SRC), quando a infecção ocorre durante a gestação.

OBJETIVA: (1295834 votos)..........95.76% das questões objetivas receberam votos.
Recem-nascido macrosomico, filho de mae com diabetes gestacional mal controlado, apresenta jitteriness com 28 horas de vida. Calcio ionico 0,78 mmol/L, fosforo elevado, magnesio baixo e PTH relativamente baixo para a calcemia. O mecanismo principal e:
A. Hipoparatireoidismo funcional transitorio associado a hipomagnesemia fetal e retardo da resposta da paratireoide apos o parto
B. Deficiencia absoluta congenita de 1-alfa-hidroxilase renal (CYP27B1)
C. Hiperparatireoidismo materno com supressao fetal irreversivel da paratireoide
D. Persistencia pos-natal de PTHrP placentario em niveis autonomos
E. Variante germinativa ativadora de CASR

  RATING: 0

Recem-nascido macrosomico, filho de mae com diabetes gestacional mal controlado, apresenta jitteriness com 28 horas de vida. Calcio ionico 0,78 mmol/L, fosforo elevado, magnesio baixo e PTH relativamente baixo para a calcemia. O mecanismo principal e:

A. Hipoparatireoidismo funcional transitorio associado a hipomagnesemia fetal e retardo da resposta da paratireoide apos o parto
CORRETO: No filho de mae diabetica a hipercalcemia fetal relativa, a hipomagnesemia e a imaturidade da paratireoide atrasam o aumento compensatorio do PTH nas primeiras 72 horas. O resultado e hipocalcemia neonatal precoce, em geral transitória, frequentemente acompanhada de hiperfosfatemia e hipomagnesemia.
B. Deficiencia absoluta congenita de 1-alfa-hidroxilase renal (CYP27B1)
INCORRETO : A deficiencia de CYP27B1 produz raquitismo dependente de vitamina D tipo 1, com manifestacao apos semanas a meses, 1,25(OH)2D muito baixo e nao o padrao de jitteriness nas primeiras 48 horas do filho de diabetica.
C. Hiperparatireoidismo materno com supressao fetal irreversivel da paratireoide
INCORRETO : Hiperparatireoidismo materno e causa classica de hipocalcemia neonatal, mas nao foi descrito no enunciado. O contexto dado e diabetes gestacional, cujo mecanismo e outro.
D. Persistencia pos-natal de PTHrP placentario em niveis autonomos
INCORRETO : O PTHrPplacentario cai apos o clampagem do cordao. Nao persiste como driver autonomo de hipocalcemia precoce no filho de diabetica.
E. Variante germinativa ativadora de CASR
INCORRETO : CASR ativado causa hipocalcemia persistente com hipercalciuria familiar, nao o fenotipo classico de hipocalcemia precoce do neonato de mae diabetica.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (191941 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram as quatro manobras clinicas provocativas para avaliação de um paciente com sindrome de desfiladeiro toracico (0,5 pontos)


RATING: 3.06

Enumeram as quatro manobras clinicas provocativas para avaliação de um paciente com sindrome de desfiladeiro toracico (0,5 pontos)

Foram descritas quatro manobras clínicas provocativas para avaliação de um paciente com suspeita de SDT. A perda ou a redução no pulso radial ou da reprodução dos sintomas neurais sugere um teste positivo.

(1) O teste de Adson (escaleno) provoca um estreitamento do espaço entre os escalenos anterior e médio, resultando em compressão da artéria subclávia e do plexo braquial. O paciente é instruído a inspirar maximamente e parar de respirar enquanto o seu pescoço é estendido completamente e a cabeça é girada na direção do lado afetado.Redução ou perda do pulso radial ipsilateral sugere compressão. (0,125 p)

(2) O teste de Halstead (costoclavicular) é usado para estreitar o espaço costoclavicular entre a primeira costela e a clavícula, deste modo causando compressão neurovascular. O paciente é instruído a colocar os seus ombros em uma posição de militar (recuados para trás e para baixo). Esta manobra causará modificações no pulso radial, se houver presente compressão de uma ou de ambas as artérias subclávias. (0,125 p)

(3) O teste de Wright (hiperabdução) leva a uma compressão das estruturas neurovasculares na região subcoracóide pelo tendão do peitoral, pela cabeça do úmero ou pelo processo coracóide. Para realizar esse teste, o braço do paciente é hiperabduzido 180 graus. Suspeita-se de compressão mediante redução ou perda do pulso radial. (0,125 p)

(4) O teste de Roos é realizado solicitando-se que o paciente abduza do seu braço 90 graus com uma rotação externa do ombro. Mantendo esta posição corporal, o teste de Roos modificado é realizado abrindo-se e fechando-se a mão rapidamente durante 3 minutos em uma tentativa de reproduzir os sintomas. (0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (224179 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente dá entrada na UTI de um hospital em coma após ter sido encontrado abandonado na rua, sem assistência ou familiares para maiores informações. Após o procedimento médico padrão com a administração de medicamentos para estabilizar o paciente, a partir do quadro clínico, o exame da gasometria laboratorial revela os seguintes achados:
  • pH: 7,4
  • [HCO3-]real: 80 mEql/l
  • pCO2: 133 mmHg
  • [HCO3-]standard: 34 mEql/l
  • BE.: +10
Que tipo de desequilíbrio o paciente apresenta? Explique! (0,5 pontos)




RATING: 2.95

Em toda questão ou caso clinico de distúrbio acido básico tem que seguir o  algoritmo seguinte:

PASSO 1: E ACIDOSE OU ALCALOSE? E uma acidose (0,025 p), conforme pH 7,40, o pH normal sendo considerado 7,44 (0,025 p) .

PASSO 2: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA OU METABÓLICA? Parece uma acidose respiratória (0,025 p) , porque o mais que e modificado e o CO2  (0,025 p) sendo 133 mm Hg (3 vezes mais que o valor normal (0,025 p) - nem o bicarbonato não e normal (0,025 p) , mais e menos modificado que pACO2)  (0,025 p)
PASSO 3: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA AGUDA OU CRONICA?

ATENÇÃO, PORQUE ISTO E SUPER-IMPORTANTE !
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando distúrbio e cronico a queda do pH e de 0,03. (0,025 p)
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando o distúrbio e agudo a queda de pH e de 0,08. (0,025 p)

Da pra ver que o pH e pouco modificado (0,025 p) em comparação com a enorme pA do CO2  (0,025 p),  ou seja o distúrbio é cronico (0,025 p) , e, já que a pACO2 e de 133 mmHg podemos ter certeza de mais uma coisa: não é uma retenção voluntária (0,025 p) - hipoventilação. 
Relembramos que a retenção voluntaria de CO2 (para equilibrar a alcalose metabólica) nunca não vai passar de 55. Então, se um paciente aparece com 133 mm Hg pACO2 a gasometria, isto não e por causa da hipoventilação ! Isto e útil para saber que nos casos acima apresentados nunca não vamos conseguir equilibrar uma alcalose metabólica utilizando a retenção de CO2 mais que 55 mm Hg.

PASSO 4: É preciso observar que o HCO3 é muito alto (0,025 p) , o que indica, provavelmente uma alcalose metabólica (0,025 p) que tenta compensar a acidose respiratória (0,025 p) , e isso tem sustento no fato que a acidose respiratória é cronica (0,025 p) , ou seja, o rim já mobilizou os mecanismos compensatórios.  (0,025 p)
Em conclusão, o paciente apresenta uma acidose respiratória cronica (0,025 p) , em conjunto com uma alcalose metabólica compensatória. (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.95)




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