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Em relação aos critérios de densidade e washout na tomografia computadorizada sem e com contraste para a caracterização de adenoma adrenal, assinale a alternativa CORRETA
A. Adenoma rico em lipídios apresenta densidade > 10 UH na fase sem contraste e washout absoluto ≥ 50%
INCORRETO: A densidade > 10 UH na fase sem contraste não caracteriza adenoma rico em lipídios; além disso, o limiar de washout absoluto utilizado é ≥ 60%, e não ≥ 50%.
B. Adenoma pobre em lipídios é definido exclusivamente por densidade ≤ 10 UH na fase sem contraste
INCORRETO : A densidade ≤ 10 UH define o adenoma rico em lipídios; o adenoma pobre em lipídios exige avaliação de washout e não é definido apenas pela densidade.
C. Washout relativo ≥ 30% é suficiente para caracterizar adenoma independentemente da densidade
INCORRETO : O limiar de washout relativo aceito é ≥ 40%, e não ≥ 30%, e esse critério não dispensa a análise da densidade quando aplicável.
D. Densidade ≤ 10 UH na fase sem contraste ou washout absoluto ≥ 60% associado a washout relativo ≥ 40% caracterizam adenoma
CORRETO : Os critérios de imagem bem estabelecidos consideram adenoma rico em lipídios aquele com densidade ≤ 10 UH na fase sem contraste. Para os adenomas pobres em lipídios, o diagnóstico é suportado por washout absoluto ≥ 60% e washout relativo ≥ 40% após administração de contraste.
E. Washout absoluto ≥ 40% e relativo ≥ 30% são critérios diagnósticos de adenoma independentemente da densidade
INCORRETO : Os limiares corretos são washout absoluto ≥ 60% e relativo ≥ 40%; valores inferiores não permitem a caracterização confiável de adenoma.
Gabarito: D
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a. manter junto a mãe; (0,06 p)b. secar e proteger com campos secos; (0,06 p)c. posicionar o recém-nascido sobre o abdome da mãe ou ao nível da placenta por, no mínimo, um minuto, até o cordão umbilical parar de pulsar (aproximadamente 3 minutos após o nascimento), para só então realizar-se o clampeamento; (0,06 p)d. favorecer e estimular, sempre que a mãe desejar, sucção ao seio materno; (0,06 p)e. observar continuamente: respiração e a frequência cardíaca (para determinar a necessidade de intervenções). (0,06 p)
FONTE:
Paciente masculino, 32 anos, refere fadiga crônica e palidez desde a adolescência. Antecedente de anemia microcítica diagnosticada na adolescência, tratada com sulfato ferroso oral sem resposta e com piora progressiva da sobrecarga de ferro. Hemograma atual: Hb 7,8 g/dL, VCM 62 fL (microcitose), RDW elevado, esfregaço periférico com dimorfismo eritrocitário (predomínio de hemácias hipocrômicas microcíticas + população normocítica/macrocítica) e corpúsculos de Pappenheimer. Ferro sérico 220 µg/dL, saturação de transferrina 70%, ferritina sérica 1200 ng/mL, TIBC normal. Exame físico: hepatoesplenomegalia leve. História familiar positiva para anemia em tio materno e irmão.
Questões
II. Possível causa da doença diagnosticada
III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico
IV. Tratamento
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