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BRONQUIOLITE AGUDA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A bronquiolite aguda é uma doença comum do trato respiratório inferior em bebés que resulta da obstrução inflamatória das pequenas vias aéreas. Por volta dos 2 anos de idade, quase todas as crianças já foram infectadas, sendo que as doenças mais graves ocorrem em bebés entre 1 e 3 meses de vida. A bronquiolite é sazonal, com sua atividade atingindo picos durante o inverno e início da primavera.

OBJETIVA: (964763 votos)..........94.7% das questões objetivas receberam votos.
Quanto à transfusão de concentrado de plaquetas, pode-se afirmar que :
A. Está indicado em paciente plaquetopênicos com sangramento ativo
B. Está contraindicado em pacientes com reação transfusional prévia
C. Em nenhuma circunstância deve ser realizada em paciente com plaquetopenia de origem imunológica
D. Seu uso profilático não é preconizado, já que pode induzir resistência à transfusão
E. Deve ser evitada em pacientes com chance de recuperação medular, mesmo em vigência de sangramento.

  RATING: 2.81

Quanto à transfusão de concentrado de plaquetas, pode-se afirmar que :

A. Está indicado em paciente plaquetopênicos com sangramento ativo
CORRETO: Hemocomponente obtido por fracionamento do sangue total ou por procedimento de aférese, a transfusão de plaquetas está indicada portanto para prevenir ou tratar hemorragias em pacientes com plaquetopenia ou anormalidades da função plaquetária.
B. Está contraindicado em pacientes com reação transfusional prévia
INCORRETO : Contra-indicações da transfusão de concentrado plaquetar::

  • Púrpura Trombocitopênica Trombótica (P.T.T.),
  • Síndrome Hemolítica Urêmica,
  • Síndrome Hellp (H = hemólise, EL = enzimas hepáticas elevadas, LP = baixa contagem de plaquetas),
  • Púrpura Pós transfusional,
  • Púrpura Trombocitopênica Imunológica (P.T.I.).

C. Em nenhuma circunstância deve ser realizada em paciente com plaquetopenia de origem imunológica
INCORRETO : Transfusão de plaquetas realmente não se faz em caso de trombocitopenia auto-imune... exceto em casos de sangramento com risco de vida.
D. Seu uso profilático não é preconizado, já que pode induzir resistência à transfusão
INCORRETO :

TRANSFUSÃO PROFILÁTICA DE PLAQUETAS

1. Pacientes clínicos - Pacientes submetidos a quimioterapia, (inclusive Leucemias agudas) TMO, radioterapia ou condições medulares como aplasia medular e síndrome mielodisplásica. - Limiar de transfusão em pacientes estáveis clinicamente: 10mil/ml. O Limiar de transfusão deverá ser de 20mil/ml para os pacientes nas seguintes condições clínicas: - Febre - Sepse / Infecções sistêmicas - Uso de antibióticos (particularmente Anfotericina B) - Outras anormaliades da coagulação - Leucocitose > 75 mil/ml, - Pacientes com Leucemia Mielóide Aguda tipo Promielocítica (FAB: LMA-M3) devem ser mantidos com níveis de plaquetas superiores pelo menos a 20mil/ml , mesmo que clinicamente estáveis (há discussões; 50mil/ml ???). - Pacientes com trombocitopenia crônica e sustentada(AAG, SMD) podem permanecer estáveis com níveis de plaquetas de 5mil/ml , e considerando o elevado risco de aloimunização destes casos, este limiar pode ser adotado.

2. Profilaxia para procedimentos cirúrgicos - Plaquetas superiores a 50mil/ml , para a maioria dos procedimentos cirúrgicos e endoscópicos, bem como anestesia epidural. - Para valores entre 50 e 100 mil plaquetas/ml , considerar se há presença de outros fatores de risco (antiagregantes plaquetários, uremia, coagulopatia, tipo de cirurgia, etc). - Para cirurgias em sítios críticos (SNC, Cirurgia Ocular), recomenda-se plaquetas superiores a 100mil/ml. - Para biópsia de Medula óssea e mielograma, não há indicação. - Para inserção de cateteres centrais, não há consenso ... Considerar a experiência do cirurgião e a situação clínica do paciente. - CASO ESTEJA INDICADA A TRANSFUSÃO DE PLAQUETAS, FAZER IMEDIATAMENTE ANTES DO PROCEDIMENTO CIRÚRGICO. - Em pacientes com trombocitopenia imune, tentar uso de corticosteróides ou Imunoglobulina Humana para incremento plaquetário. - Caso não ocorra incremento, adotar estratégia de transfusão terapêutica (reservar plaquetas !)


E. Deve ser evitada em pacientes com chance de recuperação medular, mesmo em vigência de sangramento.
INCORRETO : Trombocitopenia secundária a redução da produção medular de plaquetas é a indicação mais consistente para transfusão de plaquetas.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.81)

DISCURSIVA: (174341 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Um lactente de seis meses de idade chega ao consultório para um exame de puericultura. Há pouco tempo sua família mudou-se da Turquia para Brasil. As histórias médica e familiar não são significativas, exceto pelo fato de que ele se alimenta apenas com leite de cabra. Ao exame clínico, o bebê apresenta-se aparentemente saudável
1) Que problema hematologico tem maior probabilidade de desenvolvimento? - 0,25 p
2) Que preocupações não hematológicas são consideradas em um lactente que se alimenta de leite de cabra? - 0,25 p


RATING: 3.6

Um lactente de seis meses de idade chega ao consultório para um exame de puericultura. Há pouco tempo sua família mudou-se da Turquia para Brasil. As histórias médica e familiar não são significativas, exceto pelo fato de que ele se alimenta apenas com leite de cabra. Ao exame clínico, o bebê apresenta-se aparentemente saudável
1) Que problema hematologico tem maior probabilidade de desenvolvimento? - 0,25 p
2) Que preocupações não hematológicas são consideradas em um lactente que se alimenta de leite de cabra? - 0,25 p

1) Que problema hematologico tem maior probabilidade de desenvolvimento?
Criança com seis meses de idade alimenta-se apenas com leite de cabra.
Complicações prováveis: Anemia megaloblástica devido à deficiência em ácido folico ou em vitamina B12 0,25 p
2) Que preocupações não hematológicas são consideradas em um lactente que se alimenta de leite de cabra?
Outras considerações: Brucelose, no caso de o leite não ser pasteurizado. 0,25 p

FONTE:

Casos Clínicos em Pediatria Toy, Girardet, Hormann, Lahoti, McNeese, Sanders, Yetman p75

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.6)

CASO CLINICO: (202595 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Você está passeando com uma amiga, quando, de repente, presencia um atropelamento de raspão duma criança que andava de bicicleta numa área perto duma estação de combustível da rodovia. A vitima é jogada no acostamento e o motorista do carro que atropelou a criança não para. Vocês dois correm para ajudar a criança, encontrando, assim, uma moça de aproximadamente 9 - 11 anos de rosto para chão, sem se mexer á quase 4 metros distância da sua bicicleta deformada.
1) Quais são as primeiras medidas á ser aplicadas no primeiro momento? - 0,08 pontos
2) Considerando que a criança não responde ao chamado, apresenta gasping e não tem pulso, qual é o algoritmo de RCP de alta qualidade para um socorrista? - 0,16 pontos
3) A loja de conveniência do posto felizmente tinha um DEA e a sua amiga volta com ele, mas é de adulto. Qual o procedimento? - 0,12 pontos
4) O DEA mostra ritmo de fibrilação ventricular. Qual é a sequência do atendimento? - 0,14 pontos.


RATING: 3.17

1) Quais são as primeiras medidas á ser aplicadas no primeiro momento?

  1. Verificar a segurança da área (0,02 p);
  2. Afastar a criança da área do perigo, com os cuidados necessários para evitar a pior das presumidas lesões (0,02 p);
  3. Avaliação sumaria (a criança respira, se move, palidez intensa?) (0,02 p);
  4. Verificar se a criança responde, tem pulso e se respira. (0,02 p);

2) Considerando que a criança não responde ao chamado, apresenta gasping e não tem pulso, qual é o algoritmo de RCP de alta qualidade para um socorrista?

  1. Gritar para ajuda (0,02 p);
  2. O primeiro socorrista fica com a vitima e faz RCP de alta qualidade com 30 compressões: 2 respirações boca-á-boca. (0,02 p). As compressões precisam seguir as seguintes regras:
      • Comprima com força (> 1/3 do diâmetro torácico anteroposterior) e rapidez (100-120/min)  (0,02 p);
      • Aguarde o retorno total do tórax. (0,02 p);
      • Minimize interrupções nas compressões. (0,02 p);
      • Evite ventilação excessiva (0,02 p);
      • Observa a elevação do torax a cada insuflação de ar (0,02 p);
  3. Outro socorrista corre para acionar o serviço de emergência e, se tiver alguma chance, buscar um DEA; (0,02 p);

3) A loja de conveniência do posto felizmente tinha um DEA e a sua amiga volta com ele, mas é um DEA de adulto. Qual o procedimento neste caso?
Acima de 8 anos o paciente é considerado como um adulto e pode usar o aparelho. O RCP tem que continuar enquanto outro socorrista prepara o dispositivo! (0,02 p);

  1. Ligue o DEA (0,02 p);
  2. Instale os eletrodos no tórax (0,02 p);
      • Eletrodo do lado direito do paciente: precisa ser colado abaixo da clavícula, na linha hemiclavicular. (0,02 p);
      • Eletrodo do lado esquerdo do paciente: deve ser posicionado nas últimas costelas, na linha hemiaxilar (abaixo do mamilo esquerdo). (0,02 p);
  3. Analise o ritmo. (0,02 p);

4) O DEA anuncia ritmo de fibrilação ventricular. Qual é a sequência do atendimento?

Ritmo chocável precisa de defibrilação imediata. (0,02 p);

  1. Dê a ordem para que os presentes se afastem; (0,02 p);
  2. Certifique-se de que não há ninguém próximo e principalmente encostando no aparelho ou paciente.  (0,02 p);
  3. Deflagre o choque e comece imediatamente depois a fazer a compressão cardíaca para que o coração comece a ter novamente a sístole e diástole fisiológica. (0,02 p);
  4. A cada dois minutos, ele irá analisar o ritmo novamente e informar qual deve ser a próxima ação. (0,02 p);
  5. Alterna com outro socorrista as compressões a cada 2 minutos ou antes se houver cansaço. Se estiver sem via aérea avançada, relação compressão-ventilação de 15:2. (0,02 p);
  6. O DEA deve ser mantido no paciente até a chegada do Suporte Avançado de Vida. (0,02 p);

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.17)




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