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ALGORITMOS DE AVALIAÇÃO E CONDUTA NAS INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS (ÁREA DE PEDIATRIA)

A metodologia proposta nestas normas prevê a assistência à criança portadora de infecção respiratoria aguda com base nas três etapas seguintes:

A) Avaliar a criança

Observar o estado clínico procurando obter subsídios para identificar ou afastar as situações de risco de vida e para tomada das medidas adequadas.

B) Classificar a criança em uma das seguintes categorias:

  1. menor de 2 meses com tosse ou dificuldade para respirar;
  2. de 2 meses a 4 anos com tosse ou dificuldade para respirar;
  3. com outros problemas respiratórios: dor de garganta, dor de ouvido, estridor ou sibilância

Cada categoria está abordada em separado neste Manual. A terminologia nesta classificação leva em conta, basicamente, a queixa e o motivo que levaram a criança à Unidade de Saúde.

C) Definir condutas:

Serão consideradas a possibilidade de hospitalização, o uso de antibióticos, o tratamento da febre e da sibilância, as orientações à mãe e à família para tratamento domiciliar, e o acompanhamento dos casos.

OBJETIVA: (1395289 votos)..........95.03% das questões objetivas receberam votos.
Uma anestesia no nervo pudendo bloqueia quais dos seguintes nervos?
A. vias motoras autonômicas
B. vias sensórias autonômicas
C. T11, T12
D. L2, L3, L4
E. S2, S3, S4

  RATING: 2.95

Uma anestesia no nervo pudendo bloqueia quais dos seguintes nervos?

A. vias motoras autonômicas
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. vias sensórias autonômicas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. T11, T12
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. L2, L3, L4
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. S2, S3, S4
CORRETO : O nervo pudenda é bloqueado próximo às espinhas isquiáticas. Esse bloqueio não vai interferir com as contrações uterinas e vai anestesiar o períneo. Como existe uma coincidência considerável da inervação, é necessário realizar infiltração na linha média anterior ao reto, para se conseguir o melhor bloqueio.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

DISCURSIVA: (195382 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite 10 (dez) critérios de inoperabilidade para o câncer de pulmão (0,05 cada um).


RATING: 3

Cite 10 (dez) critérios de inoperabilidade para o câncer de pulmão (0,05 cada um).

01

Derrame pleural neoplásico

02

Mestastases à distância

03

Paralisia do nervo laríngeo recurrente esquerdo

04

Infiltração vertebral que ultrapassa o forame costotransverso

05

Infiltração da parede da aorta alem da camada adventícia

06

Infiltração extensa e além da camada muscular do esôfago

07

Infiltração extensa da veia cava superior

08

Infiltração do coração, geralmente do átrio esquerdo

09

Infiltração mediastinal maciça, geralmente por invasão da cápsula dos linfonodos

10

Infiltração da carina e dos brônquios principais bilateral e simultaneamente

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (227527 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, branco, 70 anos, tabagista crônico (50 maços-ano), com exposição ocupacional prévia em indústria de tintas, procura atendimento por hematúria indolor macroscópica recorrente há 3 meses, associada a sintomas irritativos vesicais (urgência e frequência). Exame físico sem massa pélvica palpável. Ultrassonografia mostra lesão papilar na bexiga. Citologia urinária positiva para células de alto grau. Não há hidronefrose.

I. Qual é a suspeita diagnóstica principal? ....................... 0,15 pontos
II. Qual a possível causa etiológica mais provável da doença diagnosticada? ............... 0,15 pontos
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ...................... 0,10 pontos
IV. Qual o tratamento inicial recomendado para a forma não músculo-invasiva suspeitada?  .............. 0,10 pontos



RATING: 3.07

Resposta à Questão I (Suspeita diagnóstica)
A suspeita diagnóstica principal é carcinoma urotelial de bexiga.
  • Hematúria indolor macroscópica recorrente é a manifestação clínica mais frequente, presente em até 80% dos pacientes (0,05 p).
  • Homem branco idoso apresenta incidência 2,5 a 4 vezes maior que em mulheres, com pico entre 80-84 anos e risco de tumor invasivo de 3,5% a partir dos 70 anos (0,05 p).
  • Citologia positiva para células de alto grau associada a lesão papilar na ultrassonografia reforça lesão urotelial (0,05 p).

Resposta à Questão II (Possível causa etiológica)
A causa etiológica mais provável é o tabagismo crônico (fator de risco ambiental principal).
  • Tabagismo é o fator de risco mais importante e mais bem estudado; fumantes têm de 2 a 4 vezes mais chance de desenvolver câncer de bexiga, com associação proporcional à quantidade e ao tempo de exposição (0,05 p).
  • Alfa- e beta-naftilaminas do cigarro são absorvidas, eliminadas na urina e causam dano celular repetido direto no urotélio (0,05 p).
  • Exposição ocupacional (indústria de tintas) responde por 15% a 35% dos casos em homens, com carcinógenos como benzidina e longo período de latência (0,05 p).

Resposta à Questão III (Melhor modalidade confirmatória)
A melhor modalidade para confirmar o diagnóstico é a cistoscopia rígida associada à ressecção transuretral completa com biópsia tecidual e amostras da muscular própria.
  • Cistoscopia rígida + ressecção transuretral constitui o método padrão-ouro para diagnóstico definitivo, permitindo inspeção direta da mucosa e avaliação da profundidade de infiltração (0,05 p).
  • Deve incluir amostras da muscular própria da bexiga para estadiamento preciso e evitar subestadiamento (0,05 p).

Resposta à Questão IV (Tratamento inicial)
O tratamento inicial recomendado é ressecção transuretral completa seguida de quimioterapia intravesical perioperatória imediata (mitomicina C dentro das primeiras 6 horas).
  • Ressecção transuretral completa é o padrão-ouro para tratamento inicial de tumores não músculo-invasivos, com objetivo de remoção de todas as lesões visíveis e estadiamento preciso (0,05 p).
  • Quimioterapia intravesical perioperatória (mitomicina C) reduz o risco relativo de recorrência em cerca de 39% quando instilada preferencialmente no mesmo dia, idealmente < 6 horas após a ressecção (0,05 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.07)




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