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NEOPLASIA DE PROSTATA (ÁREA DE CIRURGIA)

O câncer de próstata, em escala mundial, configura a segunda neoplasia maligna mais frequente entre indivíduos do sexo masculino.

No Brasil, a incidência igualmente elevada faz do câncer de próstata o tumor mais comum, com exceção dos tumores de pele não melanoma, equivalente a um risco de 62 por 100 mil homens, com valores mais altos na região Sudeste, seguidos pelas regiões Centro-Oeste e Sul.

A introdução do exame de antígeno prostático específico (PSA) após a década de 1990 resultou em elevação acentuada da incidência do câncer de próstata, favorecendo o diagnóstico precoce na forma de doença localizada na maior parte dos casos. Subsequentemente a esse aumento inicial, observou-se um declínio no número de diagnósticos, seguido de estabilização.


OBJETIVA: (1050554 votos)..........98.16% das questões objetivas receberam votos.
O teste cutâneo para Cândida:
A. é o exame da função das células B
B. apresenta uma excelente razão custo/benefício
C. a negatividade do teste indica sem duvida a baixa imunidade
D. teste positivo significa função adequada dos linfócitos B
E. utiliza-se uma diluição de 1:16.000

  RATING: 2.81

O teste cutâneo para Cândida:

A. é o exame da função das células B
INCORRETO: O teste cutâneo para Cândida é o exame da função das células T
B. apresenta uma excelente razão custo/benefício
CORRETO : O teste cutâneo para Cândida é o exame da função das células T de melhor razão custo/benefício.
C. a negatividade do teste indica sem duvida a baixa imunidade
INCORRETO : Se o resultado do teste for negativo após 24, 48 e 72 h, deve-se testar uma diluição 1:100.
D. teste positivo significa função adequada dos linfócitos B
INCORRETO : Se o teste for positivo. definido por eritema e induração igual ou superior a 10 mm após 48 h, praticamente todas as deficiências primárias de células T estão excluídas
E. utiliza-se uma diluição de 1:16.000
INCORRETO : Os adultos e as crianças maiores de 6 anos devem ser testados por via intra-dérmica com 0,1 ml numa diluição de 1:1.000 de um extraio potente conhecido de Cândida albicans.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.81)

DISCURSIVA: (178454 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A evolução da gripe (influenza) geralmente tem resolução espontânea em sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. Alguns casos podem evoluir com complicações e no exame fisico são presentes alterações sugestivas para agravamento. Indiquem esses sinais de agravamento para uma criança abaixo de 2 anos.


RATING: 4.01

A evolução da gripe (influenza) geralmente tem resolução espontânea em sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. Alguns casos podem evoluir com complicações e no exame fisico são presentes alterações sugestivas para agravamento. Indiquem esses sinais de agravamento para uma criança abaixo de 2 anos.

Sinais de Agravamento (piora do estado clínico):
  • Aparecimento de dispneia ou taquipneia (frequência respiratória igual ou acima de 20 incursões por minuto) ou hipoxemia – (SpO2 < 95%). (0,05 p)
  • Persistência ou aumento da febre por mais de três dias ou retorno após 48 horas de período afebril (pode indicar pneumonite primária pelo vírus influenza ou secundária a uma infecção bacteriana). (0,05 p)
  • Alteração do sensório (confusão mental, sonolência, letargia). (0,05 p)
  • Hipotensão arterial (sistólica abaixo de 90 mmHg e/ou diastólica abaixo de 60 mmHg). (0,05 p)
  • Diurese abaixo de 400 ml em 24 horas. (0,05 p)
  • Exacerbação dos sintomas gastrointestinais em crianças. (0,05 p)
  • Desidratação. (0,05 p)
  • Exacerbação de doença preexistente (doença pulmonar obstrutiva crônica – Dpoc, cardiopatia ou outras doenças com repercussão sistêmica). (0,05 p)
  • Miosite comprovada por creatinofosfoquinase – CPK (≥ 2 a 3 vezes). (0,05 p)
  • Elevação da creatinina sérica acima de 2,0 mg/dL. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (4.01)

CASO CLINICO: (207967 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 26 anos, procura o ambulatório com queixa de hipertensão arterial diagnosticada aos 17 anos, atualmente grave e resistente ao uso de quatro anti-hipertensivos. Apresenta hipopotassemia espontânea recorrente (K+ 2,6 mEq/L), episódios de fraqueza muscular e parestesias, poliúria e noctúria. História familiar positiva: pai e irmã com hipertensão precoce e um tio com AVC em idade jovem. Exames iniciais mostram aldosterona plasmática elevada (>25 ng/dL) com atividade de renina plasmática suprimida. TC de suprarrenais mostra glândulas de aspecto normal sem nódulos evidentes.

Questões:

I. Qual a sua suspeita diagnóstica? (0,1 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,13 pontos)
III. Qual a melhor modalidade de confirmar o diagnóstico? (0,15 pontos)
IV. Qual o tratamento? (0,12 pontos)





RATING: 3.08

Resposta à Questão I (Suspeita diagnóstica):
Hiperaldosteronismo primário (Síndrome de Conn), com alta probabilidade de forma familiar tipo I (aldosteronismo remediável por glicocorticoides – ARG).
  • Hipertensão arterial resistente associada a hipopotassemia em paciente jovem com história familiar de hipertensão precoce (0,05 p)
  • Início do quadro antes dos 20 anos e antecedente familiar de acidente vascular cerebral em idade precoce (0,05 p)
Resposta à Questão II (Possível causa da doença diagnosticada):
Hiperaldosteronismo familiar tipo I, devido a duplicação gênica quimérica entre CYP11B1 e CYP11B2.
  • Duplicação gênica quimérica originada de crossover desigual, com promotor do gene CYP11B1 (responsivo a ACTH) fusionado à porção codificadora do gene CYP11B2 (aldosterona sintase) (0,08 p)
  • Leva a expressão ectópica da aldosterona sintase na zona fasciculada, regulada por corticotrofina em vez de angiotensina II (0,05 p)
Resposta à Questão III (Melhor modalidade de confirmar o diagnóstico):
Testes genéticos para a mutação específica do hiperaldosteronismo familiar tipo I.
  • Testes genéticos são o método mais específico e sensível para diagnóstico definitivo de HF tipo I (0,07 p)
  • Eliminam necessidade de dosagens urinárias de 18-oxicortisol e 18-hidroxicortisol ou testes de supressão com dexametasona (0,05 p)
  • Indicados em pacientes com história familiar de aldosteronismo primário, início do quadro antes dos 20 anos ou antecedente familiar de acidente vascular cerebral em idade precoce (0,03 p)
Resposta à Questão IV (Tratamento):
Terapia crônica com doses fisiológicas de glicocorticoide (preferencialmente prednisona ou hidrocortisona, ajustadas à superfície corporal).
  • Suprime a produção de aldosterona regulada por ACTH, normalizando a pressão arterial e corrigindo a hipocalemia (0,07 p)
  • Alternativa: bloqueio do receptor mineralocorticoide (0,05 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.08)




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