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OS PRINCÍPIOS BASICOS DO DIAGNOSTICO ELETRICO EM CARDIOLOGIA ELETROCARDIOGRAMA (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Todos os livros de medicina e artigos do assunto começam com essa pergunta esperta e todas falham em explicar EXATAMENTE o que significa uma eletrocardiograma, no final, o estudante acabando entender nada.

Daí, a grande, a ENORME PROPORÇÃO de médicos que ficam alucinados com um traçado eletrico saído do tal aparelho, seja no pronto-socorro, seja no consultório, seja nas provas.

Os termos "chique" não servem pra nada. A "linguagem" do ECG é uma alfabetização para qualquer médico. Saber ler e fundamental. Saber ler uma eletrocardiograma e vital. Salva vidas mesmo.

Um socorrista que falha em perceber um infarte claro no ECG pode desperdiçar chances boas de recuperar um caso grave. Na maioria dos casos o coração assinala pra nos que esta em apuros. Basta entender. Não é dificil, o dicionario deste idioma é lógico e o léxico nem é tão grande.

Então, para começar, vamos responder á pergunta acima: O que é a ELETROCARDIOGRAMA? procurando a mais leiga, a mais vulgar definição.

OBJETIVA: (965212 votos)..........94.72% das questões objetivas receberam votos.
No serviço de consulta neurológica, você é solicitado a avaliar uma paciente com síndrome de epilepsia do lobo temporal mesial. A paciente tem uma historia de crises epilépticas focais refratárias, que raramente generalizam. As crises costumam começar com uma aura e em geral manifestam-se na forma de parada do comportamento, automatismos complexos e postura unilateral. Os achados na RM incluem lobos temporais pequenos e hipocampo pequeno com sinal hiperintenso nas sequências ponderadas em T2. Qual desses fatores adicionais da história da paciente também tem probabilidade de estar presente?
A. Historia de crises febris
B. Hipotireoidismo
C. Neurofibromas
D. Ulceras genitais recorrentes
E. Diabetes melito tipo 2

  RATING: 3.13

No serviço de consulta neurológica, você é solicitado a avaliar uma paciente com síndrome de epilepsia do lobo temporal mesial. A paciente tem uma historia de crises epilépticas focais refratárias, que raramente generalizam. As crises costumam começar com uma aura e em geral manifestam-se na forma de parada do comportamento, automatismos complexos e postura unilateral. Os achados na RM incluem lobos temporais pequenos e hipocampo pequeno com sinal hiperintenso nas sequências ponderadas em T2. Qual desses fatores adicionais da história da paciente também tem probabilidade de estar presente?

A. Historia de crises febris
CORRETO: A epilepsia do lobo temporal mesial é a síndrome de epilepsia mais comum associada a crises focais com manifestações discognitivas. Os pacientes são incapazes de responder a comandos verbais ou visuais durante a crise e, com frequência, manifestam automatismos complexos ou postura complexa. É comum a ocorrência de aura antes das crises. Há perda da memória ou desorientação pós-ictais. Os pacientes com frequência apresentam história de crises febris ou história familiar de crises epilépticas. A RM revela esclerose do hipocampo, lobo temporal pequeno ou aumento do corno temporal. É importante reconhecer a epilepsia do lobo temporal mesial como síndrome distinta, visto que ela tende a ser refratária ao tratamento com anticonvulsivantes, porém responde muito bem à intervenção cirúrgica.
B. Hipotireoidismo
INCORRETO : Não existe nenhuma associação entre a epilepsia do lobo temporal mesial e o hipotireoidismo
C. Neurofibromas
INCORRETO : Não existe nenhuma associação entre a epilepsia do lobo temporal mesial e a esclerose tuberosa.
D. Ulceras genitais recorrentes
INCORRETO : Não existe nenhuma associação entre a epilepsia do lobo temporal mesial e a infecção por herpes-vírus.
E. Diabetes melito tipo 2
INCORRETO : Não existe nenhuma associação entre a epilepsia do lobo temporal mesial e o diabetes.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

DISCURSIVA: (174392 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite os resultados de exames laboratoriais que confirmam o diagnóstico de Síndrome HELLP. (0,5 pontos).


RATING: 3.07

Cite os resultados de exames laboratoriais que confirmam o diagnóstico de Síndrome HELLP. (0,5 pontos).

Exames laboratoriais que confirmam o diagnóstico:
  • Presença de esquizócitos em sangue periférico (0,125 p)
  • Plaquetopenia ou plaquetas abaixo de 100.000/mL (0,125 p)
  • Enzimas hepáticas elevadas ou TGO, TGP e DHL elevados (0,125 p)
  • Bilirrubinemia - Bilirrubinas elevadas (0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

CASO CLINICO: (202667 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Lactente 9 meses, sexo masculino, é trazido pela mãe pela terceira vez para choro inconsolável e movimentos reduzidos do membro inferior esquerdo. No exame físico, bom estado hidratado, nutrição boa, aparentemente a família oferece bons cuidados e atenção. Respiratório, cardiovascular, digestivo e renal normal. A esclera da criança tem uma cor diferente, parecendo acinzentada. Remarca-se no relato da mãe o fato que na infância ela teve 6 fraturas e que o irmão maior do lactente fez transplante de fígado com 5 anos.
Na verdade, é a terceira vez que o lactente é trazido no pronto-atendimento nas ultimas duas semanas, apresentando os mesmos sintomas. Na segunda vez, foi feito um Rx do membro inferior esquerdo (veja abaixo):

Uma segunda radiografia foi tirada hoje com o aspecto seguinte:

1) Qual é o diagnostico preliminar? 0,1 pontos
2) Quais são os possíveis diagnosticos diferenciais? 0,2 pontos
3) Qual é o diagnóstico mais provável a ser investigado neste caso - 0,1 pontos


RATING: 3.47

1) Fratura de fêmur visível no Rx (0,1 pontos)
2) Osteogênese imperfeita (0,05 pontos), Raquitismo (0,05 pontos), osteoporose idiopática juvenil (0,05 pontos), maus-tratos (0,05 pontos).
3) Osteogênese imperfeita (0,1 pontos)
DISCUSSÃO: O diagnóstico de OI deve ser considerado em qualquer criança com fraturas de repetição aos mínimos traumas. História familiar, exame clínico e achados radiológicos são importantes para a confirmação diagnóstica. O diagnóstico de OI é predominantemente clínico : baixa estatura, escoliose, deformidade basilar do crânio, esclera azul, déficit auditivo também sugerem o diagnóstico

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.47)




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