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DOENÇA HEMORROIDARIA (ÁREA DE CIRURGIA)

O termo "hemorroidas" deve ser reservado exclusivamente para situações patológicas em que essas protuberâncias se tornam anormais e sintomáticas, distinguindo-se assim da anatomia fisiológica.

doença hemorroidária refere-se à dilatação e inflamação das veias localizadas no ânus e no reto, podendo resultar em sintomas como dor, prurido e hemorragia anal.


OBJETIVA: (1100010 votos)..........99.36% das questões objetivas receberam votos.
Lactente de nove meses, sexo feminino, é atendida na emergência com história de obstipação há uma semana associada à falta de apetite e choro fraco nas últimas 72 horas. Ao exame, apresenta-se irritada, não suga e não sustenta a cabeça. FC = 80 bpm e PA = 70 x 30 mmHg. Verifica-se fraqueza nos membros inferiores e superiores, hipotonia global, força grau II com hipotonia global, hiporreflexia nos membros, pupilas midriáticas sem reflexo fotomotor, ptose palpebral, oftalmoparesia, hiponímia e sialorreia. Antecedentes gestacionais, familiar, vacinal e desenvolvimento psicomotor normais. Mora com os pais e um irmão de 4 anos, que é saudável, mas está com quadro de infecção em vias aéreas superiores há 3 dias. A alimentação é rica e variada, com duas refeições salgadas ao dia, três mamadeiras com fórmula láctea, frutas e mel. A principal hipótese e o exame complementar para auxílio diagnóstico nesse caso são:
A. Poliomielite – amostra de fezes para cultura do vírus da poliomielite
B. Botulismo infantil – amostra de fezes para cultura de Clostridium botulinum
C. Síndrome de Miller-Fischer – punção liquórica para evidência de dissociação albumino-citológica
D. Síndrome de Guillain-Barré – eletroneuromiografia para determinação de diminuição da velocidade de condução nervosa nos quatro membros
E. Mielite transversa – ressonância magnética de medula para avaliar lesão medular

  RATING: 2.93

Lactente de nove meses, sexo feminino, é atendida na emergência com história de obstipação há uma semana associada à falta de apetite e choro fraco nas últimas 72 horas. Ao exame, apresenta-se irritada, não suga e não sustenta a cabeça. FC = 80 bpm e PA = 70 x 30 mmHg. Verifica-se fraqueza nos membros inferiores e superiores, hipotonia global, força grau II com hipotonia global, hiporreflexia nos membros, pupilas midriáticas sem reflexo fotomotor, ptose palpebral, oftalmoparesia, hiponímia e sialorreia. Antecedentes gestacionais, familiar, vacinal e desenvolvimento psicomotor normais. Mora com os pais e um irmão de 4 anos, que é saudável, mas está com quadro de infecção em vias aéreas superiores há 3 dias. A alimentação é rica e variada, com duas refeições salgadas ao dia, três mamadeiras com fórmula láctea, frutas e mel. A principal hipótese e o exame complementar para auxílio diagnóstico nesse caso são:

A. Poliomielite – amostra de fezes para cultura do vírus da poliomielite
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Botulismo infantil – amostra de fezes para cultura de Clostridium botulinum
CORRETO : O botulismo é uma enfermidade que resulta da ação de uma potente neurotoxina de origem proteica, produzida pelo Clostridium botulinum, normalmente decorrente da ingestão de alimentos, em que a toxina foi previamente elaborada pela bactéria. A toxina causa quatro tipos reconhecidos de enfermidades em humanos, incluindo botulismo alimentar, botulismo por feridas, colonização intestinal em adultos e botulismo infantil. O botulismo alimentar ocorre pela ingestão da toxina pré-formada, enquanto que, nos outros três tipos, a enfermidade ocorre pela infecção, multiplicação e produção de toxinas por microrganismos clostridiais em feridas ou no trato gastrointestinal. O botulismo infantil, também conhecido como botulismo de lactentes (associado à Síndrome de Morte Súbita do Recém-Nascido), ocorre em crianças muito jovens devido à absorção de toxina produzida in vivo, no intestino da criança. A ausência da microbiota de proteção permite a germinação de esporos de Clostridium botulinum ingeridos e a produção de toxina na luz intestinal. A doença está normalmente associada ao consumo de mel contaminado, por isso este alimento não deve ser fornecido para crianças menores de dois anos.
C. Síndrome de Miller-Fischer – punção liquórica para evidência de dissociação albumino-citológica
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Síndrome de Guillain-Barré – eletroneuromiografia para determinação de diminuição da velocidade de condução nervosa nos quatro membros
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Mielite transversa – ressonância magnética de medula para avaliar lesão medular
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

DISCURSIVA: (180132 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A) Quais são os achados que definem a cetoacidose diabética? (0,16 pontos)
B) Quais são os principais fatores de descompensação do diabetes? (0,24 pontos)
C) Que critério define a gravidade da cetoacidose e em quais graus? (0,1 pontos)


RATING: 3.01

A) Quais são os achados que definem a cetoacidose diabética? (0,16 pontos)
B) Quais são os principais fatores de descompensação do diabetes? (0,24 pontos)
C) Que critério define a gravidade da cetoacidose e em quais graus? (0,1 pontos)

A) Quais são os achados que definem a cetoacidose diabética?
Define-se cetoacidose diabética através dos achados de:
- Glicemia > 200 mg/dL 0,04 p;
- Acidose metabólica (pH<7,3 0,03 p; ou Bicarbonato<15); 0,03 p;
- Cetonúria 0,03 p; ou cetonemia moderada a alta. 0,03 p;

B) Quais são os principais fatores de descompensação do diabetes?
É também importante definir a causa da descompensação, sendo os principais fatores de descompensação:
- Controle inadequado; 0,04 p;
- Perda de doses de insulina (principalmente em adolescentes); 0,04 p;
- Estresse (infeccioso ou por outras causas); 0,04 p;
- Medicações (corticosteroides, 0,03 p; antipsicóticos, 0,03 p; diazóxido, 0,03 p; tiazídicos 0,03 p;).

C) Que critério define a gravidade da cetoacidose e em quais graus?
Pode-se definir a gravidade da cetoacidose através do valor de pH sérico:
- pH = 7,2 a 7,3 – leve 0,03 p;
- pH = 7,1 a 7,2 – moderada 0,03 p;
- pH < 7,1 – grave 0,04 p;

FONTE:

Cetoacidose diabética em crianças e adolescentes HOSPITAL ALBERT EINSTEIN - Departamento de Endocrinologia

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (209860 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Você avalia um paciente portador de Síndrome de Down na urgência pediátrica, do sexo masculino, com 5 anos de idade, trazido pela genitora. A mãe refere cansaço, polis (poliúria, polidipsia), além de emagrecimento de 3 kg nas últimas 2 semanas, mesmo com alimentação normal, ou até mesmo aumentada.

Considerando a hipótese de cetoacidose diabética, responda as questões a seguir:

A) Quais as outras duas condições genéticas que predispõem ao diabete? - 0,08 pontos
B) Quais os critérios diagnósticos para a cetoacidose diabética? - 0,16 pontos
C) Qual a base do tratamento da cetoacidose diabética? - 0,2 pontos
D) Após a compensação, qual a dose de insulina (em U/kg/dia) preconizada para o uso ambulatorial? - 0,06 pontos





RATING: 2.97

A) Quais as outras duas condições genéticas que predispõem ao diabete?

S. Klinefelter/S. Prader Willi/ S. Turner/S. Werner/ S. McCune Albright/ S. Alström (0,04 p para cada um dos dois citados)
 
B) Quais os critérios diagnósticos para a cetoacidose diabética? 

Tríade: pH<7,2 (acidose) (0,04 p), hiperglicemia (>200mg/dL ou >11,1mmol/L) (0,04 p) , hipercetonemia (0,04 p) /cetonúria (0,04 p)
 
C) Qual a base do tratamento da cetoacidose diabética? 

Hidratação (0,04 p) , reposição insulínica (0,04 p) e correção de distúrbios metabólicos (0,04 p) /condições predisponentes (0,04 p) ou desencadeantes (infecções), quando existentes (0,04 p)

D) Após a compensação, qual a dose de insulina (em U/kg/dia) preconizada para o uso ambulatorial? 

Entre 0,3 (0,03 p) a 0,6 U/kg/dia  (0,03 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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