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TUMORES BENIGNOS DO COLO UTERINO (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

A cavidade do colo uterino e o canal endocervical, fusiforme, enchido pelo uma tampa de muco. Nas paredes anteriores e posteriores podemos observar umas plicaturas que, na secção tem forma de folha de arvore (o arvore da vida). As glândulas da mucosa que esta revestindo o interior do colo secreta um muco chamado de gléra cervical.

No meio de ciclo menstrual o orifício esta se abrindo e a glere vira abundante fluido, transparente, límpido e filânte.

Fora da fase de ovulação a gléra endurece e forma uma tampa que obstrua o orifício cervical impedindo as infecções e mesmo os espermatozóides entrar.

OBJETIVA: (947003 votos)..........93.95% das questões objetivas receberam votos.
Paciente F, 29 anos, com diagnóstico de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana, apresenta manifestações de doença renal (síndrome nefrótica). Esta ultima deve-se, provavelmente, a:
A. Nefrite túbulo-intersticial
B. Glomerulonefrite membranosa
C. Glomerulopatia mesangiocapilar
D. Glomerulosclerose segmentar e focal
E. Nefropatia por lesão mínima

  RATING: 3.14

Paciente F, 29 anos, com diagnóstico de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana, apresenta manifestações de doença renal (síndrome nefrótica). Esta ultima deve-se, provavelmente, a:

A. Nefrite túbulo-intersticial
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Glomerulonefrite membranosa
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Glomerulopatia mesangiocapilar
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Glomerulosclerose segmentar e focal
CORRETO : As causas mais comuns de disfunção renal na paciente infectada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) são instabilidade hemodinâmica, uso de medicamentos nefrotóxicos e nefropatia pelo HIV. A glomeruloesclerose segmentar e focal pode ser encontrada frequentemente em enfermos infectados pelo HIV. Cursa com síndrome nefrótica em dois terços dos casos, sendo a proteinuria não-seletiva. A hipertensão arterial sistêmica e encontrada em 20% a 30% dos casos, podendo haver hematúria microscópica e tamanho dos rins aumentados a ultrassonografia. O nível sérico de complemento e, habitualmente, normal.
E. Nefropatia por lesão mínima
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.14)

DISCURSIVA: (172964 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) A hipertensão intracraniana é uma das causas mais comuns de lesão cerebral secundária em crianças e há alta morbimortalidade nos pacientes pediátricos. Quais são as principais lesões secundarias (enumeram pelo menos quatro)?
(II) Qual é o significado do termo 'segundo insulto'?
(III) Quais são os principais componentes do conteúdo intracraniano e o percentil de cada um deles?

RATING: 2.82

(I) A hipertensão intracraniana é uma das causas mais comuns de lesão cerebral secundária em crianças e há alta morbimortalidade nos pacientes pediátricos. Quais são as principais lesões secundarias (enumeram pelo menos quatro)?
(II) Qual é o significado do termo 'segundo insulto'?
(III) Quais são os principais componentes do conteúdo intracraniano e o percentil de cada um deles?

(I) Os mecanismos da lesão secundária são:

  • efeito de massa
  • elevação da Pressão Intracraniana (PIC)
  • movimentação mecânica do cérebro (herniação)
  • hipóxia (pela oxigenação inadequada do cérebro)
  • hipotensão
  • fluxo sanguíneo cerebral (FSC) inadequado;
  • mecanismos celulares, incluindo insuficiência de energia. (0,05 p para cada uma dos quatro enumeradas)
(II) O segundo insulto é considerado como o evento (ex. hipotensão, hipóxia) ao qual o paciente pode ser submetido após a lesão primária e que determinaria o aumento na gravidade da lesão cerebral secundária, e seria responsável por pior prognóstico. (0,15 p) Como exemplo - a hipotensão e a hipóxia quase dobram a taxa de mortalidade em pacientes pediátricos com Glasgow 3, após trauma craniencefálico.
(III) O conteúdo intracraniano é composto de tecido cerebral (0,025 p) (80%) (0,025 p), liquor (0,025 p)(10%) (0,025 p) e sangue (0,025 p)(10%) (0,025 p).

FONTE:
HIPERTENSÃO INTRACRANIANA EM PEDIATRIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.82)

CASO CLINICO: (200328 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Gestante IIG IP de 27 semanas e 4 dias se apresenta no seu plantão, relatando dores pélvicas difusas faz 3 dias. No toque, apresenta o colo apagado e dilatação de 3,5 cm. Nega perda de liquido. Sem febre nas últimas 48 horas. Fez somente 3 consultas pré-natais. PA 90/60 mmHg, FC 86/min, BCF 133/min, MF presentes.
Pergunta-se:

  1. Qual é a estratégia utilizada para evitar a síndrome de dificuldade respiratória tipo I, neste caso? (0,25 pontos);
  2. Qual será o protocolo mais apropriado a ser utilizado para esse prematuro? ? (0,25 pontos);



RATING: 3.66

1) Qual é a estratégia utilizada para evitar a síndrome de dificuldade respiratória tipo I, neste caso?

Transferência da grávida para centro de gestação de alto risco, por conta de risco elevado de parto prematuro (0,0625 p);
Evitar ou atrasar o parto prematuro, sempre que possível (terapêutica tocolítica) (0,0625 p);
Indução maturativa de 1ª linha:

  • Betametasona 12 mg im 24/24 h (2 administrações) (0,0625 p);
  • Dexametasona 6 mg im 12/12 h (4 administrações) (0,0625 p);

2) Qual será o protocolo mais apropriado a ser utilizado para esse prematuro?

  • Atrasar a clampagem do cordão umbilical 30-45 segundos com o RN abaixo do nível da placenta para promover a transfusão de sangue placentar para o RN e melhorar a entrega de O2 aos tecidos; . (0,05 p)
  • Estabilizar o RN sob calor radiante para prevenir a perda de calor . (0,05 p)
  • IG < 28 semanas: não secar (secar apenas a cabeça) e colocar de imediato dentro de um saco de polietileno; . (0,05 p)
  • Reanimação neonatal, se precisar . (0,05 p)
  • Entubação e administração de surfatante na sala de parto (primeiros 15 minutos de vida aos que não tenham realizado indução maturativa fetal ou que necessitem de entubação traqueal para reanimação/estabilização. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.66)




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