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DISTÚRBIO MOTOR DO ESÔFAGO ACALÁSIA E ESPASMO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

São considerados distúrbios da motilidade esofagiana as condições patológicas que acarretam disfagia ou dificuldade para deglutição sem associação com obstrução da luz esofagiana ou a compressão extrínseca. Ultimamente há muitas descobertas de vários conceitos fisiológicos sobre a motilidade esofagiana. Enquanto as outras doenças motoras do esôfago têm um número bem menor de publicações.

OBJETIVA: (1397431 votos)..........95.21% das questões objetivas receberam votos.
O hospedeiro intermediário da Squistossoma mansoni mais comum no Brasil é:
A. Biomphalaria glabrata
B. Biomphalaria straminea
C. Biomphalaria tenagophila
D. Roedores silvestres (Nectomys sp. e Holochilus sp.)
E. cercarias

  RATING: 2.98

O hospedeiro intermediário da Squistossoma mansoni mais comum no Brasil é:

A. Biomphalaria glabrata
CORRETO: Os locais, em geral, de maior endemicidade são onde se encontra a espécie Biomphalaria glabrata, melhor hospedeiro intermediário existente no país;
B. Biomphalaria straminea
INCORRETO : a espécie Biomphalaria straminea encontra-se nas áreas de média endemicidade
C. Biomphalaria tenagophila
INCORRETO : as áreas com presença de Biomphalaria tenagophila são responsáveis por boa parte da transmissão em focos isolados
D. Roedores silvestres (Nectomys sp. e Holochilus sp.)
INCORRETO : Roedores silvestres (Nectomys sp. e Holochilus sp.) podem ser infectados por S. mansoni - fato comum em muitas áreas endêmicas. Até o momento os estudos realizados não mostram que esses animais possam ter importância epidemiológica na manutenção do ciclo
E. cercarias
INCORRETO : No hospedeiro intermediário, um miracídio, através de multiplicação assexuada, produz milhares de cercarias do mesmo sexo.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

DISCURSIVA: (195662 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Varias vezes a mastite puerperal esta confundida com o carcinoma inflamatório de mama. O essencial é fazer um diagnostico diferencial muito competente que elimina a possibilidade de tratar um carcinoma como se fosse uma infecção e do contrario – o que constitua um erro lamentável. Indiquem as semelhanças e as diferenças entre as duas patologias.


RATING: 2.91

Varias vezes a mastite puerperal esta confundida com o carcinoma inflamatório de mama. O essencial é fazer um diagnostico diferencial muito competente que elimina a possibilidade de tratar um carcinoma como se fosse uma infecção e do contrario – o que constitua um erro lamentável. Indiquem as semelhanças e as diferenças entre as duas patologias.

I) SEMELHANÇAS:

  • Podem acometer mulheres da mesma faixa etária (0,05 p)
  • Cursam com aumento da sensibilidade mamária, edema, calor e eritema locais (0,05 p)
  • Alterações mamográficas inespecíficas (0,05 p)
  • É comum o acometimento das cadeias axilares (0,05 p)

II) DIFERENÇAS:

MASTITE PUERPERAL

CARCINOMA INFLAMATORIO

Respeita a anatomia segmentar da mama (0,03 p)>

Acomete mais de um terço da mama (0,03 p)

Manifestações sistêmicas (0,03 p)

Ausentes ou fracas (0,03 p)

Leucocitose com desvio a esquerda (0,03 p)

Não associa leucocitose (0,03 p)

Resposta a antibióticos (0,03 p)

Não responde a antibioticos 0,03 p

Não associa achatamento papilar (0,03 p)

Achatamento papilar (0,03 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.91)

CASO CLINICO: (227848 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo feminino, 42 anos, previamente hígida, procura atendimento por quadro progressivo de 8 meses de evolução caracterizado por amenorreia secundária, hirsutismo de padrão androgênico (face, tórax e abdome), acne severa, clitoromegalia, ganho ponderal de 12 kg, fraqueza muscular proximal, hipertensão arterial de difícil controle (PA 168/104 mmHg) e dor em flanco direito.
Ao exame físico evidencia-se fácies cushingoide, giba dorsal, estrias violáceas abdominais largas, atrofia muscular proximal e massa abdominal palpável em hipocôndrio/flanco direito de consistência firme.
Exames laboratoriais revelam: cortisol sérico basal elevado (28 µg/dL) sem supressão no teste com 1 mg de dexametasona; ACTH plasmático indetectável; testosterona total 285 ng/dL; DHEAS 1.850 µg/dL; potássio 2,9 mEq/L; glicemia de jejum 148 mg/dL.
Tomografia computadorizada de abdome demonstra massa adrenal direita de 11,8 cm, heterogênea, com áreas de necrose, calcificações grosseiras, densidade elevada e realce heterogêneo, além de trombo tumoral em veia cava inferior.

Questões:

I. Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,15 pontos)
II. Qual a possível causa etiológica da doença diagnosticada? (0,10 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmação do diagnóstico? (0,13 pontos)
IV. Qual o principal diagnóstico diferencial? (0,05 pontos)
V. Qual é o tratamento de escolha desta doença?  (0,07 pontos)





RATING: 2.93

I. Suspeita diagnóstica
Carcinoma adrenocortical secretor misto (cortisol + andrógenos). (0,08 p)
Quadro clínico de síndrome de Cushing ACTH-independente associado a virilização franca e massa adrenal > 6 cm com características de agressividade (necrose, calcificações, invasão vascular). (0,07 p)
II. Possível causa da doença
Na grande maioria dos casos a etiologia é esporádica (mutações somáticas em genes como TP53, CTNNB1, IGF2). (0,06 p)
Pode associar-se a síndromes genéticas hereditárias (Li-Fraumeni, Beckwith-Wiedemann, MEN1, FAP). (0,04 p)
III. Melhor modalidade de confirmação diagnóstica
Confirmação histopatológica definitiva após ressecção cirúrgica (adrenalectomia), com avaliação dos critérios de Weiss (≥ 3 critérios). (0,08 p)
A imagem (TC/RM) e o perfil hormonal são altamente sugestivos, porém o diagnóstico de certeza é anatomopatológico. (0,05 p)
IV. Principal diagnóstico diferencial e tratamento
Principal diagnóstico diferencial: adenoma cortical funcionante (ou, menos frequentemente, feocromocitoma e metástase adrenal). (0,05 p)
V. Tratamento de escolha:
Ressecção cirúrgica completa (adrenalectomia aberta ou laparoscópica em casos selecionados) + mitotano adjuvante nos estádios I–III de alto risco e quimioterapia (EDP-M) nos casos avançados/metastáticos. (0,07 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.93)




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