ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2560 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
503 TENTATIVAS (17 CONTESTAÇÕES)
14561 QUESTÕES OBJETIVAS
3441 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5716 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2826 QUESTÕES DE CIRURGIA
1792 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
159 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
190 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

MATURAÇÃO SEXUAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

Podemos definir adolescência como uma fase lenta de transição que ocupa o período entre a infância e a idade adulta. Tem como característica transformações psicológicas, sociais e somáticas.

O critério cronológico, isto é, uma faixa etária entre 10 e 20 anos, é utilizado pela OMS para demarcar este período. Apesar desses números facilitarem as ações e os programas de assistência à saúde, sabemos que existe uma ampla variação quanto à idade de início da adolescência entre indivíduos dentro de um mesmo contingente populacional ou pertencentes a grupos populacionais distintos. E escolar ou adolescente? De fato, concordamos que a adolescencia começa quando começam a aparecer os carateres sexuais secundarios.

Com base em critérios biológicos, a adolescência abrange uma fase de modificações anatômicas e fisiológicas que transformam a criança em adulto.

Corresponde ao período que vai do aparecimento de caracteres sexuais secundários e início da aceleração da velocidade de crescimento estatural (estirão pubertário), até o desenvolvimento físico completo (função reprodutora já estabelecida e parada de crescimento.

OBJETIVA: (961465 votos)..........94.59% das questões objetivas receberam votos.
Sobre as neoplasias uroteliais papilares da bexiga, qual das afirmações abaixo é a mais precisa?
A. O carcinoma urotelial de alto grau apresenta taxa de recidiva inferior à do de baixo grau
B. O tamanho da lesão é o principal fator para risco de invasão muscular
C. O tamanho da lesão é o principal fator para risco de invasão muscular
D. Todos os tumores com invasão da camada muscular própria são histologicamente de alto grau
E. Os carcinomas escamosos representam cerca de 90% dos tumores malignos vesicais

  RATING: 0

Sobre as neoplasias uroteliais papilares da bexiga, qual das afirmações abaixo é a mais precisa?

A. O carcinoma urotelial de alto grau apresenta taxa de recidiva inferior à do de baixo grau
INCORRETO: O carcinoma papilar urotelial de alto grau apresenta taxa de recidiva de aproximadamente 76,5%, superior aos cerca de 60% observados no carcinoma de baixo grau, com 40% evoluindo para progressão.
B. O tamanho da lesão é o principal fator para risco de invasão muscular
INCORRETO : A neoplasia urotelial de baixo potencial maligno usualmente surge como lesão única, ao contrário do carcinoma urotelial de baixo grau que é geralmente multifocal.
C. O tamanho da lesão é o principal fator para risco de invasão muscular
INCORRETO : O risco real de invasão da camada muscular e de metástase é determinado pelas alterações genéticas presentes, especialmente nas lesões de alto grau como o CIS, e não pelo tamanho da lesão.
D. Todos os tumores com invasão da camada muscular própria são histologicamente de alto grau
CORRETO : Todos os tumores que invadem a camada muscular própria, classificados como T2, são invariavelmente de alto grau histológico, o que confere comportamento mais agressivo e exige abordagens terapêuticas radicais. Essa característica histológica explica o pior prognóstico quando comparados aos tumores que permanecem limitados à lâmina própria (T1) ou não invasivos. A distinção entre T1a (invasão até a muscular da mucosa) e T1b (além dela) também reflete nuances na profundidade de invasão estromal inicial, sempre precedida por alterações genéticas que habilitam a invasão.
E. Os carcinomas escamosos representam cerca de 90% dos tumores malignos vesicais
INCORRETO : Cerca de 90% dos tumores malignos da bexiga são carcinomas uroteliais, enquanto o carcinoma escamoso corresponde a apenas 5% e o adenocarcinoma a 2%.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (174029 votos) ..........98.74% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes perguntas:

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva? (0,25 p)
B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? (0,25 p)


RATING: 2.85

Responda ás seguintes perguntas:

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva? (0,25 p)
B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? (0,25 p)

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva?

É a conseqüência da diminuição da concentração produção do heme da hemoglobina por carência de ferro, resultando na diminuição da concentração de hemoglobina. (0,15 p)
A deficiência da hemoglobinização durante a maturação dos eritroblastos forma hemácias pequenas (VCM diminuído) com pouco conteúdo de hemoglobina (HCM diminuída). Com a intensificação do processo, ocorre a diminuição desproporcional do conteúdo de hemoglobina em relação ao volume das hemácias, gerando a hipocromia (CHCM diminuída). (0,05 p)
A anisopoiquilocitose, proporcional à intensidade do processo, é sempre evidente, podendo interferir com a contagem de plaquetas: hemácias microcíticas e normocíticas, hemácias ovalocíticas alongadas (leptócitos) e hemácias hipocrômicas. (0,05 p)

B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? 

Pelas quantificações do ferro sérico e ferritina. Raramente, pode ser necessário quantificar o ferro medular pela coloração do azul-da-prússia (coloração de Perls), CTLFe e saturação da transferrina. (0,1 p)
Os exames característicos da anemia ferropênica são:
(1) ferro sérico diminuído; (0,03 p)
(2) capacidade total de ligação de ferro (CTLFe) aumentada; (0,03 p)
(3) saturação de transferrina diminuída; (0,03 p)
(4) ferritina diminuída; (0,03 p)
(5) ferro medular diminuído, tanto nos grânulos de hemossiderina dos macrófagos, quanto nos grânulos sideróticos dos eritroblastos (sideroblastos diminuídos). (0,03 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.85)

CASO CLINICO: (202155 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um menino de 4 anos e 11 meses, foi levado ao pronto-socorro após ser atropelado por um carro. 
O paciente mostrou boa interação com o examinador, estava choroso, levemente pálido (1+/4), bem hidratado, respirava normalmente, sem sinais de cianose, com pulsos palpáveis e boa perfusão capilar. Havia escoriações e hematomas no tórax e nos membros inferiores. 
No exame do sistema nervoso central, ele apresentava tendência de manter os olhos fechados, mas com abertura ao ser chamado pelo nome, obedecia os pedidos do acompanhante e do examinador, no entanto estava confuso, perguntando toda a hora o que que aconteceu. O pescoço sem rigidez, pupilas isocóricas e reativas à luz. No exame cardiovascular, o ritmo cardíaco era regular e não havia sopros, embora ele estivesse respirando rapidamente. No exame respiratório, o murmúrio vesicular estava audível e a saturação de oxigênio era de 98% em ar ambiente. 

Responda ás questões a seguir:

1) Conforme a escala de Glasgow essa criança vai precisar de via aérea artificial? Justifique. - 0,08 pontos

2) Quais são as medidas corretivas imediatas desse atendimento, que já deveriam ser feitas no lugar do atropelamento? - 0,14 pontos

3) Salientando que o foco principal do impacto foi o tórax, qual é o sinal mais preocupante e qual é a suspeita clínica? - 0,14 pontos

4) A investigação radiológica evidenciou: contusão pulmonar; pneumotórax à direita; fratura de costelas à direita e fratura de clavícula à direita. Qual é a conduta? 0,14 pontos




RATING: 3

1) Conforme a escala de Glasgow essa criança vai precisar de via aérea artificial? Justifique.

Não (0,02 p). O escore de Glasgow dessa criança neste momento é de 13 (0,02 p) – ou seja bem longe de 8, que seria a indicação para intubação (0,02 p), além disto, não apresenta nenhum sinal de insuficiência respiratória aguda atual ou iminente (0,02 p)

2) Quais são as medidas corretivas imediatas desse atendimento, que já deveriam ser feitas no lugar do atropelamento?

O pescoço da criança deve permanecer em posição neutra (0,02 p) e não pode ser hiperestendido (0,02 p). A via aérea deve ser mantida totalmente permeável (0,02 p), enquanto a coluna cervical é imobilizada em posição neutra (0,02 p). Tração e movimento do pescoço devem ser evitados (0,02 p) após manutenção da via aérea e estabilização da coluna cervical (0,02 p). Um colar semi-rígido deve ser aplicado. (0,02 p)

3) Salientando que o foco principal do impacto foi o tórax, qual é o sinal mais preocupante e qual é a suspeita clínica?

O sinal mais preocupante – a criança está taquipneica (0,02 p), embora o MV está audível e a saturação boa.

A contusão pulmonar (0,02 p)deve ser suspeitada em qualquer criança com trauma torácico contuso (0,02 p) que apresente dor no peito , dificuldade para respirar ou hipoxia inexplicada (0,02 p).

Fraturas de costela (0,02 p), assim como equimose na parede torácica devem aumentar ainda mais a suspeita de lesão no parênquima subjacente.

Pneumotórax (0,02 p) ou hemotórax (0,02 p) devem ser suspeitados em qualquer criança com histórico de trauma torácico que apresente dor no peito, falta de ar, dificuldade respiratória, hipóxia ou evidência de choque.

Todos os pacientes com um mecanismo de lesão torácica devem ser submetidos rapidamente a uma avaliação radiológica com raio-X de tórax

4) A investigação radiológica evidenciou: contusão pulmonar; pneumotórax à direita; fratura de costelas à direita e fratura de clavícula à direita. Qual é a conduta?

Atendimento de criança com trauma torácica:

  • suporte ventilatório não invasivo (0,02 p)

  • hidratação venosa (0,02 p)

  • analgesia de suporte (0,02 p)

  • curativo nas escoriações (0,02 p)

  • tipóia devido a fratura da clavícula (0,02 p)

  • colher Gasometria; Proteína C Reativa; Hemocultura; Hemograma (0,02 p)

  • transferir para UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pediátrica (0,02 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.