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IMUNOPROFILAXIA ANTI-VSR EM CRIANÇAS CARDIOPATAS (ÁREA DE PEDIATRIA)

Os bebes cardiopatas, juntamente com outros grupos são altamente susceptiveis á infecção com Virus Sincicial Respiratorio.

O Virus Sincicial Respiratorio que aparentemente é uma patologia simples em outras crianças nesse grupo pode ser catastrofico assim como nos prematuros, doença pulmonar cronica, imunodeficiências e nas doenças neuromusculares.

O quadro clinico - de obstrução de vias aéreas inferiores - neste grupo de risco (cardiopatas) inclui:

  • Edema
  • Rolhas de debris necróticos (células sinciciais)
  • Perda de cílios e aumento da produção de muco
  • Broncoconstricção
  • Hipoxemia e insuficiência respiratória

Enquanto a taxa de letalidade para crianças saudaveis gira em volta de 1-1,5% nos bebés de risco ela pode chegar em 10 a 30%, como já foi demonstrado em varios estudos.

As crianças com cardiopatia congênita apresentam maior incidência de infecção por Virus Sincicial Respiratorio e maior risco de infecção grave por Virus Sincicial Respiratorio, assim como maior risco de internação e tempo de internação, maior necessidade de UTI (assim como maior tempo para internação na UTI) e de ventilação mecânica, e maior mortalidade.

OBJETIVA: (1435528 votos)..........96.41% das questões objetivas receberam votos.
Sobre o fluxo sanguineo hepatico pode afirmar-se que:
I) a diminuição no fluxo da veia porta acompanha o aumento do fluxo arterial hepático
II) no caso de oclusão total da veia porta existe uma eficiente compensação arterial hepática
III) o acúmulo de adenosina no fígado é regulador primário do fluxo sanguíneo hepático.
IV) a concentração do oxido nitrico influencia o fluxo sanguineo hepatico
A. I, III e IV
B. II e III
C. I e IV
D. somente III
E. somente IV

  RATING: 3.08

Sobre o fluxo sanguineo hepatico pode afirmar-se que:

I) a diminuição no fluxo da veia porta acompanha o aumento do fluxo arterial hepático
:
II) no caso de oclusão total da veia porta existe uma eficiente compensação arterial hepática
:
III) o acúmulo de adenosina no fígado é regulador primário do fluxo sanguíneo hepático.
:
IV) a concentração do oxido nitrico influencia o fluxo sanguineo hepatico
:

A. I, III e IV
INCORRETO: Foi demonstrada uma relação unilateral recíproca entre a artéria hepática e o fluxo da veia porta. O aumento do fluxo arterial hepático acompanha a diminuição no fluxo da veia porta, mas o oposto não ocorre. (I falsa). evidência experimental sugere que o acúmulo de adenosina no fígado desempenha um papel importante na resposta compensatória arterial hepática (III falsa). IV e verdadeira (veja resposta E)
B. II e III
INCORRETO : a compensação arterial hepática não oferece uma completa compensação para nutrir o parênquima hepático, no caso de oclusão total da veia porta (II falsa) III tambem e falsa - A evidência experimental sugere que o acúmulo de adenosina no fígado desempenha um papel importante na resposta compensatória arterial hepática
C. I e IV
INCORRETO : Foi demonstrada uma relação unilateral recíproca entre a artéria hepática e o fluxo da veia porta. O aumento do fluxo arterial hepático acompanha a diminuição no fluxo da veia porta, mas o oposto não ocorre. (I falsa). IV e verdadeira (veja resposta E)
D. somente III
INCORRETO : A evidência experimental sugere que o acúmulo de adenosina no fígado desempenha um papel importante na resposta compensatória arterial hepática
E. somente IV
CORRETO : Os fatores endógenos específicos conhecidos por afetar o fluxo sanguíneo hepático incluem: glucagon, histamina, bradicinina, prostaglandinas, óxido nítrico hormônios do tubo digestivo gastrina, secretina colecistocinina.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.08)

DISCURSIVA: (200635 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os seis tipos de complexidade de transporte dos pacientes pediatricos, explicando cada uma pela competência e finalidade. (0,5 pontos)


RATING: 3.07

Enumeram os seis tipos de complexidade de transporte dos pacientes pediatricos, explicando cada uma pela competência e finalidade. (0,5 pontos)

CLASSE A: (0,014 p) Ambulância de transporte (0,014 p) - veículo destinado ao transporte em decúbito honzontal (0,014 p) de pacientes que não apresentam risco de vida (0,014 p), para remoções simples (0,014 p) e de caráter eletivo (0,014 p).

CLASSE B (0,014 p): Ambulância de suporte básico (0,014 p) - É o veículo destinado ao transporte pré-hospitalar (0,014 p) de pacientes com risco de vida desconhecido (0,014 p) e ao transporte inter-hospitalar (0,014 p) - Contém apenas os equipamentos mínimos à manutenção da vida (0,014 p).

CLASSE C (0,014 p): Ambulância de resgate (0,014 p) - É o veículo de atendimento de emergências pré-hospitalares (0,014 p) de pacientes com risco de vida desconhecido (0,014 p). - Contém os equipamentos necessários à manutenção da vida. (0,014 p)

CLASSE D (0,014 p): ASA ou ambulância UTI móvel (0,014 p) - É o veículo destinado ao transporte de pacientes de alto risco (0,014 p) de emergências pré-hospitalares (0,014 p) e ao transporte inter-hospitalar (0,014 p) - Contém os equipamentos médicos necessários para essa função (0,014 p). - Quando em serviço, é obrigatória a presença do médico em seu interior (0,014 p).

CLASSE E (0,014 p): Aeronave de transporte médico (0,014 p) - É a aeronave de asa fixa ou rotativa (0,014 p) utilizada para o transporte de pacientes por via aérea (0,014 p). - É dotada de equipamentos médicos homologados pelos órgãos competentes (0,014 p).

CLASSE F (0,014 p): Nave de transporte médico (0,014 p) - É o veículo motorizado hidroviário (0,014 p) destinado ao transporte de pacientes por via marítima (0,005 p) ou fluvial (0,005 p). (0,014 p) - Deve conter os equipamentos médicos necessános (0,014 p) ao atendimento do paciente conforme sua gravidade. (0,014 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

CASO CLINICO: (232867 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
T.P.S. 11 meses, branca, natural e procedente de São Paulo, SP.
Queixa:
Olhos inchados há 5 dias. Mãe refere que a criança iniciou com dor, vermelhidão e secreção purulenta em ambos os olhos há 5 dias e progressivamente passou a apresentar edema bipalpebral e bilateral, irritabilidade, febre e recusa alimentar.
A febre tem-se manifestado desde o segundo dia de doença, com picos entre 38,5* a 39°C, 2 a 3 vezes ao dia, cedendo com dipirona. Entretanto a criança se mantém apática, irritada, sem se alimentar mesmo nos períodos em que se encontra afebril.
Nega sintomas respiratórios agudos ou gastrointestinais associados.

Gestação e Parto: Criança é fruto de primeira gestação. Mãe realizou pré-natal que transcorreu sem patologias, parto cesárea por desporoporção céfalo-pélvica. Idade gestacional 39 semanas PN = 2.900g Comp = 49 cm. Apgar de 9 e 10.
Alimentação: Recebeu leite materno somente no primeiro mês de vida porque o leite secou. A partir de então usou fórmulas lácteas alternadas com leite fluido. Alimentação com frutas e papa de legumes desde os 4 meses. Atualmente recebe dieta da família, almoço e jantar com legumes, carne arroz e feijão ou similares diariamente, frutas 2 vezes ao dia e leite integral 200ml 3 vezes ao dia.
Vacinação: segundo a mãe completa, não trouxe a carteira de vacinação.
DNPM: senta sem apoio e está tentando engatinhar. "Prefere ficar no berço brincando" (sic).
Patologias anteriores: Diarréia aguda e desidratação por duas vezes aos 2 meses e aos 7 meses, ambas com internação para hidratação, alta sem complicações.

Antecedentes familiares: mãe 25 anos saudável tabagista de 1 maço de cigarros por dia. Pai 30 anos, saudável, tabagista. Condições sociais e de moradia: Casa de alvenaria com 3 cômodos, onde moram a mãe, o pai e a criança, em região urbana com saneamento básico, sem animais domésticos, ensolarada. A criança permanece sempre em casa com a mãe, não freqüenta a creche. Eventualmente fica com a avó materna quando a mãe faz algum serviço de limpeza em casa de família. Renda familiar de dois salários mínimos aproximadamente.
Exame Físico:
Paciente em regular aspecto geral, descorada +/4+, hidratada, acianótica, anictérica, eupnéica e afebril, sem edemas, com perfusão periférica normal, sem adenomegalias.
Peso = 8.600 g Comp = 72 cm FC = 110 bpm FR - 32 ipm T= 36.8° C
Segmento cefálico: edema de pálpebras inferiores e superiores bilateral 4+/4+, com hiperemia e calor locais e dor à palpação. Impossibilidade de verificar região de conjuntivas e córnea em razão ao edema.

Orofaringe e otoscopia normais.
Tórax : sem anormalidades.
ACV: ritmo cardíaco regular a 2 tempos, sem sopros
AR: Murmúrio Vesicular presente sem ruídos adventícios
Abdome: plano flácido sem visceromegalias.
Membros: normais
Neurológico: discreta rigidez de nuca. chorosa à flexão do pescoço.

1) Quais são os diagnosticos dessa criança? 0,2 pontos;

2) Qual é a conduta inicial neste caso? 0,2 pontos;

3) Quais são as avaliações á ser feitas em seguida? 0,1 pontos


RATING: 3.1

1) Quais são os diagnosticos dessa criança?

Os diagnósticos iniciais foram:
- Desenvolvimento ponderoestatural adequado (0,05 p)
- Desenvolvimento neuropsicomotor atrasado (0,05 p)
- Vacinação adequada (?) (0,05 p)
- Alimentação atual adequada (0,05 p)
- Celulite periorbitária bilateral. (0,05 p)

2) Qual é a conduta inicial neste caso?

Em razáo da gravidade do processo infeccioso, foram coletados hemograma (0,025 p), hemocultura (0,025 p), LCR (0,025 p), bioquímica de sangue (0,025 p) e tomografia de órbitas (0,025 p).

O tratamento inicial foi dieta para a idade (0,025 p), ceftriaxone 100mg/kg/dia (0,025 p), sintomáticos. (0,025 p)

3) Avaliação oftalmologica (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.1)




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