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DEFICIÊNCIA AGUDA DE VITAMINA K (DOENÇA HEMORRAGICA DO RECÉM-NASCIDO) (ÁREA DE PEDIATRIA)

Deve-se administrar, de forma profilática, vitamina K rotineiramente em todos os recém-nascidos. É importante para a prevenção de sangramento precoce por deficiência desta vitamina (doença hemorrágica do RN), evitando também sangramento posterior. Administra-se 1 mg por via intramuscular. Deficiência de vitamina K - deficiência de produção dos fatores II, VII, IX e X - sendo responsável pela chamada “doença hemorrágica do recém-nascido”.

OBJETIVA: (1000332 votos)..........96.24% das questões objetivas receberam votos.
Qual das seguintes afirmativas é a mais precisa a respeito dos cálculos infecciosos renais, também denominados cálculos de estruvita?
A. São responsáveis por 76% dos cálculos renais e formam-se em ambiente urinário ácido devido à redução na excreção tubular de citrato
B. Representam cerca de 10% de todos os cálculos renais e 75% dos cálculos coraliformes, formados quando o pH urinário excede 7,2 pela hidrólise de ureia mediada por urease bacteriana, com Proteus mirabilis sendo o agente mais frequente
C. Decorrem principalmente da deficiência enzimática hepática de alanina-glioxilato aminotransferase e requerem transplante combinado de fígado e rim nos casos graves
D. Estão associados à hipercalciúria idiopática e são prevenidos eficazmente pela restrição dietética de sódio e proteínas associada ao uso de diuréticos tiazídicos
E. Apresentam baixa taxa de recorrência e são manejados preferencialmente com alcalinização urinária mantendo o pH entre 6,1 e 6,7

  RATING: 3

Qual das seguintes afirmativas é a mais precisa a respeito dos cálculos infecciosos renais, também denominados cálculos de estruvita?

A. São responsáveis por 76% dos cálculos renais e formam-se em ambiente urinário ácido devido à redução na excreção tubular de citrato
INCORRETO: Uma proporção de 76% dos cálculos são compostos por oxalato de cálcio, que se associam a diversos fatores como hipercalciúria e hipocitraturia, mas não à ação de urease nem a pH alcalino elevado.
B. Representam cerca de 10% de todos os cálculos renais e 75% dos cálculos coraliformes, formados quando o pH urinário excede 7,2 pela hidrólise de ureia mediada por urease bacteriana, com Proteus mirabilis sendo o agente mais frequente
CORRETO : Os cálculos infecciosos, compostos por fosfato amoníaco-magnesiano, conhecido como estruvita, representam aproximadamente 10% dos cálculos renais e 75% dos cálculos coraliformes. Caracterizam-se por elevado potencial de morbidade, crescimento rápido e alta taxa de recorrência especialmente quando restam fragmentos após tratamento incompleto. Formam-se quando o pH da urina excede 7,2 em presença de saturação de magnésio, amônia e íons fosfato. Durante infecções, bactérias produzem urease que hidrolisa a ureia inicialmente em amônia e dióxido de carbono, elevando o pH urinário de forma contínua. Esse ambiente alcalino também favorece a precipitação de apatita de carbonato de cálcio. A urease predomina em bactérias Gram-negativas, com o Proteus mirabilis responsável por 87% das infecções relacionadas a esses cálculos. O tratamento exige remoção completa, preferencialmente por nefrolitotomia percutânea ou litotripsia extracorpórea.
C. Decorrem principalmente da deficiência enzimática hepática de alanina-glioxilato aminotransferase e requerem transplante combinado de fígado e rim nos casos graves
INCORRETO : Essa alternativa descreve a hiperoxalúria primária tipo I, rara doença autossômica recessiva que interfere na síntese hepática de oxalato e pode exigir transplante combinado em casos extremos com insuficiência renal e hepática.
D. Estão associados à hipercalciúria idiopática e são prevenidos eficazmente pela restrição dietética de sódio e proteínas associada ao uso de diuréticos tiazídicos
INCORRETO : Essa alternativa descreve aspectos do manejo da hipercalciúria idiopática, distúrbio metabólico mais frequente em litíase, tratado com dieta rica em cálcio, restrição de sal e proteínas e diuréticos tiazídicos que reduzem excreção urinária de cálcio.
E. Apresentam baixa taxa de recorrência e são manejados preferencialmente com alcalinização urinária mantendo o pH entre 6,1 e 6,7
INCORRETO : Essa alternativa descreve o manejo de cálculos de ácido úrico, que representam cerca de 7% dos cálculos, associam-se a pH baixo e são tratados com ingestão hídrica elevada, restrição proteica e alcalinização para manter pH entre 6,1 e 6,7 a fim de evitar precipitação de fosfato de cálcio.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (176385 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
Respondam ás perguntas:
1. Enumeram as metas do tratamento do choque. (0,25 pontos)
2. Enumeram cinco sinais de alerta indicativos de progressão do choque compensado para hipotensivo (0,25 pontos)


RATING: 2.94

Respondam ás perguntas:
1. Enumeram as metas do tratamento do choque. (0,25 pontos)
2. Enumeram cinco sinais de alerta indicativos de progressão do choque compensado para hipotensivo (0,25 pontos)

1) Depois de identificar um choque em uma criança gravemente doente ou ferida, a intervenção precoce poderá reduzir a morbidade e a mortalidade. As metas no tratamento do choque são:
a) Melhorar a transferência de O2 (0,04 p)
b) Equilibrar a perfusão dos tecidos e as necessidades metabólicas (0,04 p)
c) Reverter as anormalidades da perfusão  (0,04 p)
d) Fornecer suporte à função dos órgãos (0,04 p)
e) Evitar a progressão para PCR (0,04 p)
2) São sinais de alerta indicativos de progressão do choque compensado para hipotensivo:

a) Taquicardia crescente (0,04 p)
b) Pulsos periféricos diminuídos ou ausentes (0,04 p)
c) Enfraquecimento dos pulsos centrais (0,04 p)
d) Estreitamento da pressão de pulso (0,04 p)
e) Extremidades distais frias, com preenchimento capilar prolongado (0,04 p)
f) Diminuição do nível de consciência (0,04 p)
g) Hipotensão (achado tardio) (0,042 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

CASO CLINICO: (204882 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente do sexo feminino, 60 anos, procura serviço médico devido à fraqueza generalizada e aparecimento de “manchas na pele”. O quadro começou a se desenvolver há cerca de 2 meses até que, na última semana, a paciente mal consegue se levantar do sofá e ainda está com dificuldade para se pentear ou levantar objetos de sua casa, como por exemplo um vaso de flores. Nesta mesma semana, notou rouquidão e dificuldade para deglutir líquidos, com alguns episódios de engasgo. Sente também dor no corpo e acha que está emagrecendo.
Ao exame: fraqueza muscular proximal dos quatro membros, simétrica. Rash malar eritematoso, eritema na região do “V” cervical e manchas eritêmato-violáceas na superfície articular extensora dos quirodáctilos (figura).
Os exames revelaram hemograma, eletrólitos, escórias nitrogenadas e glicemia normais. Fez também um hepatograma, que revelou apenas um aumento da AST (TGO), de 350 U/L, com o restante das enzimas e provas hepáticas normais. Trouxe também um exame do FAN (fator anti-nuclear), que estava positivo, no título de 1:160, padrão pontilhado. Fator reumatoide positivo 1:20 (látex).
Pergunta-se:
a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável? (0,125 pontos)
b) Quais os exames para confirmar o diagnóstico? (0,125 pontos)
c) Qual o auto-anticorpo marcador da lesão cutânea desta paciente? (0,125 pontos)
d) Qual o tratamento? (0,125 pontos)


RATING: 2.97

a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável?
Dermatomiosite. - 0,125 p
b) Quais os exames para confirmar o diagnóstico?
CPK, eletromiografia, biópsia muscular - 0,125 p
c) Qual o auto-anticorpo marcador da lesão cutânea desta paciente?
Anti-Mi-2 - 0,125 p
d) Qual o tratamento?
Prednisona - 0,125 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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