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DISTÚRBIO MOTOR DO ESÔFAGO ACALÁSIA E ESPASMO (ÁREA DE CIRURGIA)

São considerados distúrbios da motilidade esofagiana as condições patológicas que acarretam disfagia ou dificuldade para deglutição sem associação com obstrução da luz esofagiana ou a compressão extrínseca. Ultimamente há muitas descobertas de vários conceitos fisiológicos sobre a motilidade esofagiana. Enquanto as outras doenças motoras do esôfago têm um número bem menor de publicações.

O termo acalasia é de origem grega e significa privação de relaxamento (a + chálasis). A primeira descrição do quadro clínico foi feita por Thomas Willis (1621-1675), em 1964. Em 1821 Purton fez uma descrição bastante minuciosa do quadro. Em 1882 Mikulicz usando um esofagoscópio descreveu a natureza da obstrução atribuindo-a à espasticidade da cárdia. Em 1915 o termo acalasia foi usado por Sir Arthur Hurst, após fazer estudo com radiografias baritadas em pacientes com disfagia. Em 1916, o brasileiro Carlos Chagas ao estudar o trypanossoma, atribui o “mal do engasgo” ao mesmo agente etiológico da doença que recebeu o seu nome. Em 1933 Amorim e Correa Neto descreveram a natureza das lesões histopatológicas da acalasia.

OBJETIVA: (1113701 votos)..........99.49% das questões objetivas receberam votos.
A avaliação da isquemia miocárdica no pré-operatório de cirurgia vascular geralmente é realizada com teste funcional com estresse farmacológico associado ao método de imagem. A cintilografia miocárdica com adenosina/dipiridamol NÃO deve ser realizada em pacientes com:
A. ulcera gastrica
B. cefaleia e nevralgia de trigêmeo
C. doença carotídea bilateral grave
D. oftalmopatia diabetica ou hipertensiva
E. epilepsia tratada com topiramato

  RATING: 2.9

A avaliação da isquemia miocárdica no pré-operatório de cirurgia vascular geralmente é realizada com teste funcional com estresse farmacológico associado ao método de imagem. A cintilografia miocárdica com adenosina/dipiridamol NÃO deve ser realizada em pacientes com:

A. ulcera gastrica
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. cefaleia e nevralgia de trigêmeo
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. doença carotídea bilateral grave
CORRETO : A adenosina e o dipiridamol são agentes que causam dilatação da artéria coronária, mas também apresentam efeitos sistêmicos. Com base nesses efeitos, a cintilografia miocárdica com adenosina/dipiridamol não deve ser realizada em pacientes com doença carotídea bilateral grave devido ao risco de roubo de fluxo, causando um evento isquêmico.
D. oftalmopatia diabetica ou hipertensiva
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. epilepsia tratada com topiramato
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

DISCURSIVA: (181068 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Enumeram cinco causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes. (0,25 pontos)
(II) No tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial pediátrica quais são as principais recomendações para a mudança do estilo de vida nesta faixa etária? (0,25 pontos)


RATING: 3.13

(I) Enumeram cinco causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes. (0,25 pontos)
(II) No tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial pediátrica quais são as principais recomendações para a mudança do estilo de vida nesta faixa etária? (0,25 pontos)

(I) Causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes:
  1. glornerulonefrite aguda (0,05 p)
  2. abuso de drogas (0,05 p)
  3. doença vascular do colágeno (0,05 p)
  4. hipertensão renovascular (0,05 p)
  5. trauma craniano (0,05 p)
(II) Recomendações para a mudança do estilo de vida na faixa etária pediatrica:

  1. redução do peso corpóreo em indivíduos com excesso de peso (0,025 p)
  2. aumento do consumo de vegetais frescos (0,025 p), frutas (0,025 p) e leite/derivados desnatados (0,025 p)
  3. redução do consumo diário de sódio (0,025 p)
  4. moderação no consumo do álcool (0,025 p)
  5. atividade física regular (30 a 60 min e atividade física vigorosa na maioria dos dias da semana) (0,025 p)
  6. redução das atividades sedentárias (assistir à televisão, jogos eletrônicos) para menos de 2 h diárias (0,025 p)
  7. cessação do hábito de fumar (0,025 p) e o incentivo para nunca iniciar esse hábito (0,025 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

CASO CLINICO: (210994 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma mulher de 22 anos apresenta lesão cutânea em face (Foto), cansaço aos esforços, adinamia, mialgias e febre vespertina; o quadro clínico descrito teve início há cerca de 2 meses. Relata também perda ponderal que não soube quantificar. Há cerca de 24 horas surgiram petéquias em membros inferiores e a paciente relata intenso sangramento gengival após escovar os dentes.
Exames: Leucócitos 5.000/mm3 (2/5/0/0/5/55/23/10); Hb = 9 g/dL; Hto = 27%; VCM = 85 fL; plaquetas = 8.000/mm3; VHS = 80 mm/1ª hora.

1) Qual o diagnóstico da doença de base? Justifique! (0,25 pontos)
2) Descreva o que você encontrou de anormal nos exames hematológicos?(0,125 pontos)
3) Qual o diagnóstico da complicação apresentada nas últimas 24 horas?(0,0625 pontos)
4) Qual o tratamento da complicação (0,0625 pontos)?


RATING: 3.01

1) Qual o diagnóstico da doença de base? Justifique.
Lupus eritematoso sistêmico.(0,03125 p) O diagnóstico é provável (0,03125 p), pois não há 4 critérios(0,03125 p). O que temos é uma mulher jovem (0,03125 p) com manifestações constitucionais (0,03125 p) e VHS elevada (0,03125 p), que apresenta rash malar (discóide?) (0,03125 p) e trombocitopenia (0,03125 p)
2) Descreva o que você encontrou de anormal nos exames hematológicos:
Anemia normocítica (doença crônica) (0,03125 p), trombocitopenia (0,03125 p) , linfocitopenia (0,03125 p) e VHS elevada (0,03125 p) .
3) Qual o diagnóstico da complicação apresentada nas últimas 24 horas?
Púrpura trombocitopênica imune (0,03125 p) como provável conseqüência do LES (0,03125 p).
4) Qual o tratamento da complicação?
Prednisona 1mg/kg/dia (0,03125 p). Transfusão de plaquetas na dose de 6 UI/10kg de peso (0,03125 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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