ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2566 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
509 TENTATIVAS (36 CONTESTAÇÕES)
15690 QUESTÕES OBJETIVAS
3603 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5927 DE PEDIATRIA (3213 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3503 QUESTÕES DE CIRURGIA
1852 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
180 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
210 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

CRIANÇA COM DESCONFORTO RESPIRATORIO E INSUFICIÊNCIA RESPIRATORIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

O bom atendimento durante uma urgência/emergência respiratória depende MUITO, mas muito mesmo do conhecimento da anatomia e da fisiologia do sistema respiratório da criança.
A criança tem características particulares de dinâmica e anatomia e, se a gente entender como tudo funciona, como tudo pode ser desequilibrado e como podemos consertar, as chances das crianças em situações de stress respiratório aumentam muito nas nossas mãos.

OBJETIVA: (1311629 votos)..........95.13% das questões objetivas receberam votos.
Icterícia neo-natal é não-fisiológica se:
(I) for precoce (considerada antes de 3 dias de vida)
(II) aumento de bilirrubina for mais que 0,5 mg/dl por hora
(III) persistir mais de 5 dias no recém-nascido ao termo
(IV) persistir mais de 14 dias no recém-nascido pré-termo
A. I e III
B. I e IV
C. II e IV
D. apenas I
E. apenas IV

  RATING: 2.99

Icterícia neo-natal é não-fisiológica se:

(I) for precoce (considerada antes de 3 dias de vida)
INCORRETO: Realmente a icterícia precoce é considerada não fisiologica, mas trata-se de 24 horas e não de 3 dias
(II) aumento de bilirrubina for mais que 0,5 mg/dl por hora
CORRETO: É considerado aumento patologico da bilirrubina aquele que ultrapassa a taxa de 0,5 mg/100 ml por hora de vida
(III) persistir mais de 5 dias no recém-nascido ao termo
INCORRETO: É considerada patologica a icterícia que persiste mais de 8 dias no recém nascido á termo
(IV) persistir mais de 14 dias no recém-nascido pré-termo
CORRETO: É considerada patologica a icterícia que persiste mais de 8 dias no recém nascido á termo e mais de 14 dias no recém nascido pré-termo

A. I e III
INCORRETO: veja os comentários acíma
B. I e IV
INCORRETO : veja os comentários acíma
C. II e IV
CORRETO : veja os comentários acíma
D. apenas I
INCORRETO : veja os comentários acíma
E. apenas IV
INCORRETO : veja os comentários acíma

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

DISCURSIVA: (192383 votos) ..........98.89% das questões discursivas receberam votos.

Discorra, de forma exclusivamente teórica, sobre o bócio subesternal, respondendo de modo objetivo e fundamentado aos itens abaixo.

  1. Defina bócio subesternal e diferencie as formas primária e secundária quanto à origem, continuidade anatômica e vascularização. (0,12 pontos)
  2. Explique os fatores anatômicos e mecânicos que favorecem a descida mediastinal do bócio. (0,08 pontos)
  3. Relacione as manifestações clínicas compressivas clássicas e descreva o sinal de Pemberton. (0,10 pontos)
  4. Compare o papel da radiografia de tórax e da tomografia computadorizada no diagnóstico e no planejamento cirúrgico. (0,10 pontos)
  5. Fundamente o tratamento de escolha, a via de acesso predominante e as situações em que se considera esternotomia. (0,10 pontos)




RATING: 0

Discorra, de forma exclusivamente teórica, sobre o bócio subesternal, respondendo de modo objetivo e fundamentado aos itens abaixo.

  1. Defina bócio subesternal e diferencie as formas primária e secundária quanto à origem, continuidade anatômica e vascularização. (0,12 pontos)
  2. Explique os fatores anatômicos e mecânicos que favorecem a descida mediastinal do bócio. (0,08 pontos)
  3. Relacione as manifestações clínicas compressivas clássicas e descreva o sinal de Pemberton. (0,10 pontos)
  4. Compare o papel da radiografia de tórax e da tomografia computadorizada no diagnóstico e no planejamento cirúrgico. (0,10 pontos)
  5. Fundamente o tratamento de escolha, a via de acesso predominante e as situações em que se considera esternotomia. (0,10 pontos)


1. Definição e classificação em primário e secundário

Bócio subesternal (também denominado retrosternal, mergulhante ou endotorácico) é o aumento tireoidiano que se estende abaixo do estreito torácico superior / incisura esternal. (0,03 p)

Critério frequentemente adotado (Katlic): mais de 50% do volume glandular situa-se abaixo do opérculo torácico. (0,02 p)

Forma primária (ectópica / aberrante): origina-se de tecido tireoidiano mediastinal sem continuidade com a glândula cervical. (0,02 p)
Recebe vascularização torácica (artéria torácica interna, aorta e ramos mediastinais) e é rara (cerca de 1% dos casos). (0,02 p)

Forma secundária (a grande maioria, ≈99%): resulta da descida caudal de um bócio de origem cervical, mantém continuidade com a tireoide do pescoço e é nutrida pelas artérias tireóideas. (0,03 p)

Subtotal do item 1: 0,12 p


2. Fisiopatologia da descida mediastinal

O pescoço é limitado por estruturas rígidas (esterno, clavículas, musculatura e fácias), de modo que o crescimento glandular encontra menor resistência no sentido caudal, em direção ao mediastino. (0,02 p)

Concorrem para a migração: a gravidade. (0,02 p)
A pressão negativa intratorácica. (0,02 p)
Os movimentos repetidos de deglutição, que “empurram” o tecido para baixo. (0,02 p)

Predomina a localização no mediastino anterior; a extensão posterior é menos frequente.


3. Manifestações compressivas e sinal de Pemberton

Compressão traqueal: dispneia (frequentemente pior em decúbito), tosse e estridor. (0,02 p)
Compressão esofágica: disfagia. (0,02 p)
Acometimento do nervo laríngeo recorrente: rouquidão / disfonia. (0,02 p)
Compressão venosa: turgência jugular, circulação colateral e, em casos avançados, síndrome da veia cava superior. (0,02 p)

Sinal de Pemberton: ao elevar os membros superiores, ocorre rubor facial, turgência venosa cervical e dispneia, por obstrução do retorno venoso no estreito torácico. (0,02 p)

Parte dos pacientes permanece oligo ou assintomática, sendo o achado incidental em exame de imagem.

Subtotal do item 3: 0,10 p


4. Métodos de imagem

A radiografia de tórax (PA e perfil) funciona como exame de rastreio: pode revelar alargamento do mediastino ântero-superior e desvio ou estreitamento traqueal. (0,03 p)

A tomografia computadorizada (preferencialmente com contraste) é o exame de escolha. (0,02 p)

Permite mensurar a extensão caudal, a relação com o arco aórtico, a traqueia, o esôfago e os grandes vasos, e distinguir mediastino anterior de posterior. (0,03 p)

Esses dados fundamentam o planejamento da via de acesso (cervical isolada versus necessidade de esternotomia). (0,02 p)

A ultrassonografia avalia bem o componente cervical, mas não delimita adequadamente o mediastino.


5. Tratamento e vias de acesso

O tratamento de escolha é cirúrgico (tireoidectomia), inclusive em muitos casos assintomáticos, diante do risco de compressão progressiva, de dificuldade anestésica futura e de malignidade oculta. (0,03 p)

A via predominante é a cervicotomia: a maioria dos bócios secundários pode ser extraída por via cervical, pois a vascularização permanece cervical. (0,03 p)

Esternotomia (parcial ou total) deve ser considerada quando houver: bócio primário sem conexão cervical; extensão abaixo do arco aórtico ou para o mediastino posterior; recidiva após cirurgia prévia; suspeita de invasão maligna; ou impossibilidade de mobilização segura apenas pelo pescoço. (0,04 p)

FONTE:

PLATAFORMA MISODOR - BÓCIO SUBSTERNAL

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

CASO CLINICO: (224634 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, branco, 70 anos, tabagista crônico (50 maços-ano), com exposição ocupacional prévia em indústria de tintas, procura atendimento por hematúria indolor macroscópica recorrente há 3 meses, associada a sintomas irritativos vesicais (urgência e frequência). Exame físico sem massa pélvica palpável. Ultrassonografia mostra lesão papilar na bexiga. Citologia urinária positiva para células de alto grau. Não há hidronefrose.

I. Qual é a suspeita diagnóstica principal? ....................... 0,15 pontos
II. Qual a possível causa etiológica mais provável da doença diagnosticada? ............... 0,15 pontos
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ...................... 0,10 pontos
IV. Qual o tratamento inicial recomendado para a forma não músculo-invasiva suspeitada?  .............. 0,10 pontos



RATING: 3.06

Resposta à Questão I (Suspeita diagnóstica)
A suspeita diagnóstica principal é carcinoma urotelial de bexiga.
  • Hematúria indolor macroscópica recorrente é a manifestação clínica mais frequente, presente em até 80% dos pacientes (0,05 p).
  • Homem branco idoso apresenta incidência 2,5 a 4 vezes maior que em mulheres, com pico entre 80-84 anos e risco de tumor invasivo de 3,5% a partir dos 70 anos (0,05 p).
  • Citologia positiva para células de alto grau associada a lesão papilar na ultrassonografia reforça lesão urotelial (0,05 p).

Resposta à Questão II (Possível causa etiológica)
A causa etiológica mais provável é o tabagismo crônico (fator de risco ambiental principal).
  • Tabagismo é o fator de risco mais importante e mais bem estudado; fumantes têm de 2 a 4 vezes mais chance de desenvolver câncer de bexiga, com associação proporcional à quantidade e ao tempo de exposição (0,05 p).
  • Alfa- e beta-naftilaminas do cigarro são absorvidas, eliminadas na urina e causam dano celular repetido direto no urotélio (0,05 p).
  • Exposição ocupacional (indústria de tintas) responde por 15% a 35% dos casos em homens, com carcinógenos como benzidina e longo período de latência (0,05 p).

Resposta à Questão III (Melhor modalidade confirmatória)
A melhor modalidade para confirmar o diagnóstico é a cistoscopia rígida associada à ressecção transuretral completa com biópsia tecidual e amostras da muscular própria.
  • Cistoscopia rígida + ressecção transuretral constitui o método padrão-ouro para diagnóstico definitivo, permitindo inspeção direta da mucosa e avaliação da profundidade de infiltração (0,05 p).
  • Deve incluir amostras da muscular própria da bexiga para estadiamento preciso e evitar subestadiamento (0,05 p).

Resposta à Questão IV (Tratamento inicial)
O tratamento inicial recomendado é ressecção transuretral completa seguida de quimioterapia intravesical perioperatória imediata (mitomicina C dentro das primeiras 6 horas).
  • Ressecção transuretral completa é o padrão-ouro para tratamento inicial de tumores não músculo-invasivos, com objetivo de remoção de todas as lesões visíveis e estadiamento preciso (0,05 p).
  • Quimioterapia intravesical perioperatória (mitomicina C) reduz o risco relativo de recorrência em cerca de 39% quando instilada preferencialmente no mesmo dia, idealmente < 6 horas após a ressecção (0,05 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.