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FALÊNCIA HEPATICA AGUDA EM PEDIATRIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A primeira coisa que precisamos entender é que está situação é uma condição clínica rara, porém devastadora pelas complicações (sangramento, infecção, síndrome hepatorrenal, encefalopatia, edema cerebral, hipertensão intracraniana e falências orgânicas)
A segunda coisa - é uma emergência pediátrica, sendo de mau prognóstico, que acarreta elevada mortalidade em caso de manejo inadequado ou não realização de transplante hepático.
Se a regeneração do fígado for improvável, falência hepática aguda é uma indicação de transplante hepático de urgência.
Crianças e adolescentes previamente hígidos desenvolvem disfunção hepática e tornam-se criticamente enfermos em poucos dias, evoluindo para falência de múltiplos órgãos e óbito.

OBJETIVA: (1107047 votos)..........99.44% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 44 anos é examinada devido a queixas de dor abdominal, que é descrita pela paciente como pós-prandial em queimação. A dor piora com alimentos temperados ou gordurosos e é aliviada com antiácidos. É diagnosticada com úlcera gástrica e tratada adequadamente para Helicobacter pylori. Durante sua avaliação para dor abdominal, a paciente é submetida a ultrassonografia do quadrante superior direito, que demonstra a presença de cálculos biliares. Apos tratamento do H. pylori, ocorre resolução dos sintomas. Ela quer saber sua opinião sobre a necessidade de tratamento para os cálculos biliares detectados. De acordo com o relatório da ultrassonografia, existem vários cálculos na vesícula biliar, incluindo no colo. O cálculo maior mede 2,8 cm. O que você aconselha a essa paciente sobre o risco de complicações e a necessidade de tratamento definitivo?
A. Tendo em vista o tamanho e o número de cálculos, recomenda-se a colecistectomia profilática
B. Não há necessidade de tratamento, a não ser que a paciente desenvolva sintomas de cólica biliar frequente e intensa o suficiente para interferir em sua vida
C. O único motivo para a realização de colecistectomia é o desenvolvimento de pancreatite por cálculos biliares ou colangite
D. O risco de desenvolver colecistite aguda é de cerca de 5 a 10% por ano
E. Deve-se administrar ácido ursodesoxicólico em uma dose de 10 a 15 mg/kg ao dia, por um período mínimo de 6 meses, para dissolver os cálculos.

  RATING: 3.71

Uma mulher de 44 anos é examinada devido a queixas de dor abdominal, que é descrita pela paciente como pós-prandial em queimação. A dor piora com alimentos temperados ou gordurosos e é aliviada com antiácidos. É diagnosticada com úlcera gástrica e tratada adequadamente para Helicobacter pylori. Durante sua avaliação para dor abdominal, a paciente é submetida a ultrassonografia do quadrante superior direito, que demonstra a presença de cálculos biliares. Apos tratamento do H. pylori, ocorre resolução dos sintomas. Ela quer saber sua opinião sobre a necessidade de tratamento para os cálculos biliares detectados. De acordo com o relatório da ultrassonografia, existem vários cálculos na vesícula biliar, incluindo no colo. O cálculo maior mede 2,8 cm. O que você aconselha a essa paciente sobre o risco de complicações e a necessidade de tratamento definitivo?

A. Tendo em vista o tamanho e o número de cálculos, recomenda-se a colecistectomia profilática
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Não há necessidade de tratamento, a não ser que a paciente desenvolva sintomas de cólica biliar frequente e intensa o suficiente para interferir em sua vida
CORRETO : É importante saber quais pacientes com cálculos biliares assintomáticos necessitam de encaminhamento para a cirurgia. O primeiro fator a considerar é se o paciente apresenta sintomas que são causados por cálculos biliares e se são frequentes e graves o suficiente para exigir cirurgia. Os sintomas clássicos dos cálculos biliares, comumente denominados cólica biliar, consistem em dor em plenitude no quadrante superior direto, que começa de forma súbita e pode durar até 5 horas. O episódio pode ser acompanhado de náuseas e vômitos. Sintomas vagos de plenitude epigástrica, dispepsia e distensão após as refeições não devem ser considerados como cólica biliar. O segundo fator considerar quando se recomenda a colecistectomia para um paciente é se ele tem uma história pregressa de complicações da doença calculosa biliar, como pancreatite ou colecistite aguda. O último fator que leva à recomendação de colecistectomia é a presença de fatores anatômicos que aumentariam a probabilidade de complicações, como vesícula biliar em porcelana ou anormalidades congênitas do trato biliar. Os indivíduos com cálculos biliares muito volumosos (> 3 cm) também precisam ser considerados com cuidado quanto à necessidade de colecistectomia.
C. O único motivo para a realização de colecistectomia é o desenvolvimento de pancreatite por cálculos biliares ou colangite
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. O risco de desenvolver colecistite aguda é de cerca de 5 a 10% por ano
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Deve-se administrar ácido ursodesoxicólico em uma dose de 10 a 15 mg/kg ao dia, por um período mínimo de 6 meses, para dissolver os cálculos.
INCORRETO : O ácido ursodesoxicólico pode ser usado em alguns casos para dissolver os cálculos biliares. Esse fármaco atua ao diminuir a saturação de colesterol da bile e também possibilita a dispersão do colesterol dos cálculos ao produzir uma fase cristalina lamelar. Entretanto, é efetivo apenas em indivíduos com cálculos radiotransparentes com menos de 10 mm.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.71)

DISCURSIVA: (180615 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
I) Quais são os fatores que definem a a profundidade da lesão queimada? (0,15 pontos)
II) Quais são as três zonas da lesão queimada cutânea ou superficial? (0,15 pontos)
III) Qual é o percentil da área de superfície corporal total (ASCT) queimada duma criança de 5 anos que queimou o abdômen (abaixo das costelas, até o hipogastro) e as duas partes anteriores da coxa até o joelho? (0,20 pontos)


RATING: 2.92

I) Quais são os fatores que definem a a profundidade da lesão queimada? (0,15 pontos)
II) Quais são as três zonas da lesão queimada cutânea ou superficial? (0,15 pontos)
III) Qual é o percentil da área de superfície corporal total (ASCT) queimada duma criança de 5 anos que queimou o abdômen (abaixo das costelas, até o hipogastro) e as duas partes anteriores da coxa até o joelho? (0,20 pontos)

I) Quais são os fatores que definem a a profundidade da lesão queimada?
Localmente, a lesão térmica causa necrose coagulativa da epiderme e dos tecidos subjacentes, com a profundidade da lesão dependendo:
- da temperatura à qual a pele foi exposta (0,05 p)
- do calor específico do agente causal (0,05 p)
- da duração da exposição (0,05 p)

II) Quais são as três zonas da lesão queimada cutânea ou superficial?
A área de lesão cutânea ou superficial foi dividida em três zonas:
- zona de coagulação (0,05 p)
- zona de estase (0,05 p)
- zona de hiperemia (0,05 p)

III) Qual é o percentil da área de superfície corporal total (ASCT) queimada(...)?

Metade de abdômen corresponde á 18%:2 (o torax não foi acometido) = 9% (0,05 p). Cada MIE dá 7% (0,05 p), mas como queimou somente a parte anterior e superior da 1,75% de cada lado, ou seja 1,75% + 1,75% = 3,5%(0,05 p). O total será de 12,5%. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

CASO CLINICO: (210465 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de 2 anos, F, conhecida como cardiopata (mãe traz uma alta aonde consta que a paciente sofreu uma cirurgia Jatene com duas semanas de vida) da entrada no PS com dispneia, taquipneia (67/min), mau estar geral. Foi instituida rapidamente ventilação com máscara náo-reinalante com O2 100% e estabelecido accesso venoso. A saturação, que na entrada estava 86% melhorou para 90% mas a criança ainda apresenta cianose, uso da musculatura respiratoria acessoria e leve agitação. Foi medida uma FC de 144/minuto, Dextro 88 mg%. PA 80/50 mm Hg, tempo de enchimento capilar 3 segundos. Quinze minutos depois da coleta dos exames a criança entra em apneia, seguida de parada cardiorrespiratoria. No monitor - sem atividade eletrica.
1) Qual é a primeira medida a ser instituida neste momento? 0,375 pontos
2) Considerando os antecedentes cirurgicos da criança, qual é a cardiopatia congênita que foi corrigida? 0.0625 pontos
3) Qual é o diagnóstico da emergência que provavelmente causou a parada? 0,0625 pontos


RATING: 3.18

1) Estamos na frente dupa parada cardiorrespiratoria, dentro dum hospital. Precisamente é uma assistola . A primeira medida a ser feita neste momento é instituir imediatamente as compressões cardíacas/ventilações (0,0625 p) (15 compressões:2 ventilações) (0,0625 p) cada compressão devendo descer para 1/3 do diametro anteroposterior (0,0625 p) do torax, esperando o retorno total do torax após cada compressão (0,0625 p), com uma frequência de 100-120/minuto (0,0625 p). Ás ventilações tem que ser aplicadas em menos de 10 segundos (0,0625 p).
2) O procedimento de troca arterial (Jatene) é o tratamento cirúrgico de escolha para os neonatos com d-TGA e septo interventricular intacto. (0,0625 p)
3) Considerando o historico cardiovascular da paciente, a taquicardia accentuata, o tempo de enchimento capilar prolongado e o esforço respiratorio podemos suspeitar de choque cardiogênico como provável causa da parada. (0,0625 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.18)




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