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ESTERILIZAÇÃO MASCULINA E FEMININA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Hoje, a intervenção somente necessita de uma minilaparotomia, utilizando a anestesia local e uma sedação leve. Podem ser usadas o método do Pomeroy ou método do Irving modificado. Esses dois procedimentos rápidos podem ser feitos rapidamente pos-parto, ou na dia seguinte

A esterilização pode ser realizada dentro dos primeiros sete dias pósparto, preferivelmente dentro de 48 horas depois do parto. Algumas condições tem que ser presentes

A esterilização também pode ser realizada pós-parto mais neste caso vamos ter que esperar ate que o útero estiver completamente involuído.

Esterilização de intervalo e a esterilização que se faz fora do período de puerperio, precisando de algumas técnicas suplementares.

Existe, também, a possibilidade de fazer a esterilização feminina pos-cesarea, pos aborto.

OBJETIVA: (1139659 votos)..........99.41% das questões objetivas receberam votos.
No diagnostico de estenose hipertrófica de pilor a apalpação abdominal do bebê pode identificar a oliva gastrica hipertrofiada. São técnicas apropriadas para essa finalidade:
A. fazer a extensão dos membros inferiores
B. retirar as chupetas
C. descomprimir o estomago com sonda orogástrica
D. as pontas dos dedos do examinador devem deslizar dos flancos para a borda hepática direita
E. examinar o abdômen do bebê em decúbito lateral esquerdo

  RATING: 2.88

No diagnostico de estenose hipertrófica de pilor a apalpação abdominal do bebê pode identificar a oliva gastrica hipertrofiada. São técnicas apropriadas para essa finalidade:

A. fazer a extensão dos membros inferiores
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. retirar as chupetas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. descomprimir o estomago com sonda orogástrica
CORRETO : Para palpar o piloro hipertrofiado o bebê precisa estar relaxado. As técnicas para relaxar o lactente incluem dobrar os joelhos, bem como usar uma chupeta molhada em água açucarada. Essas técnicas devem ser tentadas depois que o estômago tenha sido descomprimido com uma sonda orogástrica 10 a 12 Fr. Depois de palpar a borda do fígado, as pontas dos dedos do examinador devem deslizar na linha média da parede abdominal, tentando palpar a “oliva”. Palpar o piloro hipertrofiado exige paciência e boas condições de relaxamento do abdome da criança. Se palpado, não são necessários outros estudos, caso contrário deve ser realizada ultrassonografia (US).
D. as pontas dos dedos do examinador devem deslizar dos flancos para a borda hepática direita
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. examinar o abdômen do bebê em decúbito lateral esquerdo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (182658 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A) As causas de falência hepática aguda são esquematicamente agrupadas, nas crianças, em seis categorias principais. Quais são elas? (0,3 pontos).
B) Doença de Wilson com apresentação fulminante é um cenário específico da insuficiência hepática aguda, de prognóstico particularmente ruim. Enumeram pelo menos quatro sinais clinicos ou laboratoriais sugestivos.(0,2 pontos).


RATING: 3.09

A) As causas de falência hepática aguda são esquematicamente agrupadas, nas crianças, em seis categorias principais. Quais são elas? (0,3 pontos).
B) Doença de Wilson com apresentação fulminante é um cenário específico da insuficiência hepática aguda, de prognóstico particularmente ruim. Enumeram pelo menos quatro sinais clinicos ou laboratoriais sugestivos.(0,2 pontos).

A) As categorias principais da FHA:

  • metabólica (0,05 p)
  • infecciosa (0,05 p)
  • tóxica (0,05 p)
  • autoimune (0,05 p)
  • vascular (0,05 p)
  • relacionada a doenças malignas (0,05 p)
B) Dados clínicos sugestivos de doença de Wilson de evolução hepática aguda: (0,05 cada certo da lista abaixo, se for mais de 4 certos, acorda-se a pontuação máxima)
  • idade>5 anos (0,05 p)
  • INR bastante alargado (0,05 p)
  • fosfatase alcalina baixa (0,05 p)
  • hemólise (0,05 p)
  • disfunção renal (0,05 p)
  • anel de Keiser-Fleischer (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

CASO CLINICO: (212977 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.91

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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