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TRAJETO DO PARTO E RELAÇÕES ÚTERO-FETAIS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

A morfologia da pelve feminina mudou com a adoção da postura erecta pelo nossos ancestrais australopithecus. Também, o aumento do crânio no homem moderno trouxe conseqüências notáveis para a parturição.

O mecanismo de rotação cefálico surgiu no fim o do Pleistocênico Médio. A grande limitação do tamanho da cabeça do feto ao nascimento, resultou por estreitamento da bacia e a possibilitade de unir as pernas abaixo da coluna vertebral (a postura ereta)

O conceito de competição entre o feto e a sua mãe (ele sobrevive melhor se maior ao nascer, mas seria o parto mais fácil para a mulher se menor ele fora) comprova que o trabalho parturiente não há de ser visto sempre como processo harmonioso

OBJETIVA: (1151760 votos)..........99.4% das questões objetivas receberam votos.
Quanto a manifestação clinica da varicela nas crianças é menos provável ela apresentar-se como:
A. evolução autolimitada
B. lesões vesiculares nas pálpebras e conjuntivas
C. transtornos hemorrágicos
D. pneumonia
E. sintomas cutâneos localizados

  RATING: 2.79

Quanto a manifestação clinica da varicela nas crianças é menos provável ela apresentar-se como:

A. evolução autolimitada
INCORRETO: Trata-se de uma enfermidade eruptiva febril comum em crianças que não foram imunizadas, em geral autolimitada.
B. lesões vesiculares nas pálpebras e conjuntivas
INCORRETO : Lesões ulcerativas envolvendo a orofaringe e a vagina também são comuns; muitas crianças apresentam lesões vesiculares nas pálpebras e conjuntivas
C. transtornos hemorrágicos
INCORRETO : Não se pode esquecer que a varicela, mesmo autolimitada na maioria dos casos, pode estar associada a complicações graves: superinfecção bacteriana, pneumonia, encefalite, transtornos hemorrágicos, infecção congênita, infecção perinatal com risco de vida.
D. pneumonia
INCORRETO : A pneumonia causada pelo vírus da varicela é uma complicação grave pode atingir bebês pequenos e especialmente crianças ou adultos com alguma imunodeficiência, gestantes e recém-nascidos.
E. sintomas cutâneos localizados
CORRETO : O herpes zoster, incomum em crianças, causa sintomas cutâneos localizados, mas pode se disseminar em pacientes imunocomprometidos.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.79)

DISCURSIVA: (183375 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos
II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 0,25 pontos


RATING: 3.01

I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos
II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 0,25 pontos

(I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos

A irradiância da fototerapia deve ser prescrita e determinada antes do uso (0,05 p) e diariamente com radiômetro(0,05 p). No colchão onde está o RN, considera-se um retângulo de 30 x 60 cm (0,05 p) e mede-se a irradiância nas 4 pontas e ao centro(0,05 p), sendo, então, calculada a média dos 5 pontos. (0,05 p).

(II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 

Na maioria dos RN ≥ 35 semanas a fototerapia é instituída no alojamento conjunto, ao lado da mãe que amamenta em livre demanda, tomando-se os seguintes cuidados:
  • Verificação da temperatura corporal, a cada três horas para detectar hipotermia ou hipertermia; (0,05 p)
  • Verificação do peso, diariamente; (0,05 p)
  • Hidratar melhor o recém-nascido a fototerapia com lâmpadas fluorescentes pode provocar elevação da temperatura; (0,05 p)
  • Proteção dos olhos com cobertura radiopaca por meio de camadas de veludo negro ou papel carbono negro envolto em gaze; (0,05 p)
  • Se a bilirrubinemia não esteja muito elevada amamentação normal, decontinuando a fototerapia; (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (214036 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Uma senhora de 66 anos, hipertensa e diabética, refere palpitações e cansaço aos esforços há cerca de 3 meses. Há quase um ano vem em uso de clortalidona 25 mg/dia + lisinopril 5 mg/dia + glibenclamida 10 mg/dia, mantendo um controle adequado da pressão arterial e das glicemias (sic). Ao exame, PA = 138 x 86 mmHg, FC = 154 bpm, eupnêica, corada, hidratada, anictérica, ritmo cardíaco irregular, em 2 tempos, com sopro sistólico em ponta +2/+6 , murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios, abdome e membros inferiores sem alterações dignas de nota. Exame neurológico normal. Fundoscopia: retinopatia hipertensiva grau II. Radiografia de tórax: calcificação da aorta ascendente, área cardíaca normal. Eletrocardiograma (Foto). Ecocardiograma-Doppler: hipertrofia ventricular esquerda leve, átrio esquerdo medindo 4,5 cm, fração de ejeção estimada em 65%, Doppler mitral com sinais de déficit de relaxamento, calcificação anular mitro-aórtica com regurgitação mitral leve.

a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal? (0,05 pontos)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento? (0,05 pontos)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro. Quais seriam os passos subseqüentes? (0,2 pontos)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta? (0,2 pontos)




RATING: 2.92

a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal?
Fibrilação atrial. (0,05 p)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento?
Diltiazem (ou beta-bloqueador ou verapamil) + clortalidona + glibenclamida + warfarina.(0,05 p)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro, quais seriam os passos subseqüentes?
CONTROLE DE RITMO: reverter a fibrilação atrial, respeitando o protocolo de anticoagulação pré e pós-reversão. Pré-reversão: cumarínico por 3 semanas ou heparina por 12h (se eco-transesofágico não demonstrar trombo). Pós-reversão: cumarínico por 4 semanas. Manter antiarrítmico profilático (amiodarona em baixa dose) e a terapia antitrombótica crônica (cumarínico, pois esta paciente é de grupo de risco).(0,2 p)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta?
Cardioversão elétrica emergencial. Heparina em bolus, Choque com 100-200 J, anticoagulação pós-reversão (4 semanas de warfarin) e Terapia Antitrombótica Crônica com warfarin (pois a paciente é de grupo de risco).(0,2 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.92)




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