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PARASITOSES INTESTINAIS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Os parasitas intestinais estão entre os patógenos mais freqüentemente encontrados em seres humanos. Dentre os helmintos, os mais freqüentes são os nematelmintos Ascaris lumbricoides e Trichuris trichiura e os ancilostomídeos Necator americanus e Ancylostoma duodenale. Dentre os protozoários, destacam-se Entamoeba histolytica e Giardia duodenalis.

  • Estima-se que cerca de 1 bilhão de indivíduos em todo mundo alberguem Ascaris lumbricoides, sendo apenas pouco menor o contigente infestado por Trichuris trichiura e pelos ancilostomídeos.
  • Estima-se, também, que 200 e 400 milhões de indivíduos, respectivamente, alberguem Giardia duodenalis e Entamoeba histolytica.

OBJETIVA: (1085597 votos)..........99.07% das questões objetivas receberam votos.
Paciente 33 anos, mantém bacteriúria persistente durante o tratamento de um quadro de infecção urinária. A provável causa é:
A. Resistência bacteriana ao antimicrobiano escolhido para o tratamento
B. Desenvolvimento de resistência pelas bactérias inicialmente sensíveis
C. Reinfecção rápida por uma espécie bacteriana resistente nova
D. Existência de mais de uma espécie bacteriana
E. Persistência das bactérias nos cálculos urinários

  RATING: 3.07

Paciente 33 anos, mantém bacteriúria persistente durante o tratamento de um quadro de infecção urinária. A provável causa é:

A. Resistência bacteriana ao antimicrobiano escolhido para o tratamento
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Desenvolvimento de resistência pelas bactérias inicialmente sensíveis
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Reinfecção rápida por uma espécie bacteriana resistente nova
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Existência de mais de uma espécie bacteriana
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Persistência das bactérias nos cálculos urinários
CORRETO : A presença de cálculos urinários favorece a persistência de bactérias no trato urinário mesmo após terapia adequada com antimicrobianos. Nestes casos, a investigação com radiografia simples de abdome, urografia excretora e ultra-sonografia de abdome são imprescindíveis para o diagnóstico.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

DISCURSIVA: (179386 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)


RATING: 2.95

1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)

1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica:

Anormalidades da Parede Torácica
Deformidades de depressão/pectus excavatum (0,05 p)
Deformidades de protrusão/pectus carinatum (0,05 p)
Sindrome de Poland (0,05 p)
Defeitos esternais
  • Ectopia cordis cervical (0,05 p)
  • Ectopia cordis torácica (0,05 p)
  • Ectopia cordis toracoabdominal (0,05 p)
  • Esterno bífido (0,05 p)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas.
As costelas e o esterno determinam o tamanho e o formato da cavidade torácica.

  1. As sete costelas superiores (numeradas de 1 a 7) são costelas verdadeiras, pois se articulam diretamente com o esterno por meio de cartilagens. (0,05 p)
  2. As cinco costelas inferiores (numeradas de 8 a 12) são falsas costelas; elas não se conectam diretamente com o esterno, anteriormente; na maioria dos casos, conectam-se com a cartilagem costal acima delas. (0,05 p)
  3. As costelas 11 e 12 são costelas flutuantes. Elas podem ser pequenas ou grandes; articulam-se apenas com a coluna torácica. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (208959 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
De acordo com o caso apresentado preencha o atestado de óbito:
Dona Creonice, 65 anos, do lar. Há uma semana, quando lavava a cozinha de sua casa, escorregou no piso molhado e sofreu um traumatismo craniano. Após a queda ficou desacordada, e foi encontrada por sua filha, que prontamente a levou ao hospital de emergência da região. Tomografia de crânio da admissão demonstrou grande hematoma subdural com efeito de massa e desvio da linha média. Foi encaminhada ao centro cirúrgico e submetida a drenagem cirúrgica.
No terceiro dia de internação, apresentou quadro febril com piora o quadro neurológico. Nova tomografia de crânio mostrou redução do hematoma, sem desvio de linha média.
No quarto dia de internação, o dreno intracraniano apresentava secreção turva e a febre se tornou contínua. Foi realizado coleta de líquor para cultura e iniciado antibioticoterapia empírica.
No oitavo dia de internação a paciente faleceu e o resultado da cultura do líquor demonstrou estafilococos MRSA.


RATING: 2.18

Meningite 4 dias (0,125 p)
Dreno Cirúrgico Infectado 5 dias (0,125 p)
Hematoma subdural 8 dias (0,125 p)
Traumatismo crânio encefálico 8 dias (0,125 p)

Comentário: Na parte da causa da morte na declaração de óbito (parte 1), a última linha deve constar a cadeia de acontecimentos patológicos, que conduziram diretamente à morte, ou as circunstâncias do acidente ou violência que produziram a lesão fatal. As causas consequenciais devem ser declaradas nas linhas superiores. Neste caso, todo o início da cadeia começou com o TCE (última linha) que levou ao hematoma subdural (linha superior ao TCE), e conseqüentemente ao dreno infectado e que por último levou a causa ligada diretamente ao óbito, neste caso a meningite.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.18)




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