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O AFOGAMENTO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Os meninos entre 5 e 14 anos de idade têm o afogamento como a primeira causa de morte; as meninas o têm como a quinta causa.
No Brasil, as crianças entre 5 e 14 anos de idade têm o afogamento como segunda causa de morte. Considerando-se todas as idades, o afogamento é a terceira causa de morte externa. No Brasil, há uma média de 7.210 mortes por afogamento ao ano (5,2/100 mil habitantes) e as causas são diversas: ingestão de álcool (37%), convulsões (18%), traumas (incluindo acidentes com barcos) (16,3%), doença cardiopulmonar (14,1%), mergulho em apneia e mergulho autônomo (Scuba) (3,7%), mergulho resultando em lesão cervical ou traumatismo craniano e outras causas (homicídio, suicídio, síncope, cãibras ou síndrome de imersão) (11,6%). É importante identificar o perfil das causas determinantes dos casos de afogamento, pois essa identificação pode o orientar quanto a métodos específicos de resgate e ressuscitação. Os locais de ocorrência mais comuns são piscinas, banheiras, praias, rios e lagos, com maior frequência em fins de semana.
Definido como dano respiratório causado por submersão ou imersão em líquido não corporal com presença de interface ar/água nas vias aéreas da vítima e consequente impedimento da respiração.
Afogamento (drowning) é definido como resultado de asfixia por imersão ou submersão em qualquer meio líquido, provocado pela entrada de água em vias aéreas, dificultando parcialmente ou por completo a ventilação ou a troca de oxigênio com o ar atmosférico.

OBJETIVA: (962554 votos)..........94.58% das questões objetivas receberam votos.
Leia atentamente as assertivas abaixo a respeito das DST e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F):

(I) a cultura de secreção uretral de pacientes com suspeita de infecção por gonococo deve ser realizada em meio de Thayer-Martin
(II) a presença de FTA-Abs positivo é excelente marcador de infecção treponêmica em atividade
(III) o teste de Whiff deve ser realizado na suspeita de infecção por vaginose bacteriana com uma gota de hidróxido de potássio a 10%
(IV) o tratamento com aciclovir durante a infecção herpética primária erradica o vírus em cerca de 60% dos casos
(V) Haemophilus ducreyi é o agente causador do linfogranuloma inguinal ou mula

A sequência CORRETA é:
A. V, F, F, V, F
B. V, V, F, F, V
C. F, F, V, V, V
D. V, F, V, F, F
E. F, V, V, F, F

  RATING: 2.75

Leia atentamente as assertivas abaixo a respeito das DST e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F):

(I) a cultura de secreção uretral de pacientes com suspeita de infecção por gonococo deve ser realizada em meio de Thayer-Martin
(II) a presença de FTA-Abs positivo é excelente marcador de infecção treponêmica em atividade
(III) o teste de Whiff deve ser realizado na suspeita de infecção por vaginose bacteriana com uma gota de hidróxido de potássio a 10%
(IV) o tratamento com aciclovir durante a infecção herpética primária erradica o vírus em cerca de 60% dos casos
(V) Haemophilus ducreyi é o agente causador do linfogranuloma inguinal ou mula

A sequência CORRETA é:

A. V, F, F, V, F
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. V, V, F, F, V
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. F, F, V, V, V
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. V, F, V, F, F
CORRETO : O FTA-Abs é marcador treponêmico que confirma o contato com o agente da sífilis, porém pode ser encontrado indefinidamente no sangue de mulheres anteriormente infectadas. O tratamento com antivirais não erradica o vírus do herpes e o Haemophilus ducreyi é o agente causador do cancro mole ou cavalo. O agente causador do linfogranuloma inguinal é a Chlamydia trachomatis.
E. F, V, V, F, F
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.75)

DISCURSIVA: (174101 votos) ..........99.37% das questões discursivas receberam votos.
Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?


RATING: 3.02

Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?

Alguns exames complementares constituem a cinética do ferro e permitem diferenciar, em boa parte dos casos, a anemia ferropriva da associada a doença crônica:

Diferenciação laboratorial entre anemia ferropriva e a associada a doença crônica
  Anemia Ferropriva Anemia de Doença Crônica
Ferro sérico Diminuído Diminuído
Ferritina Diminuída Normal ou elevada
TBIC Elevada Normal
Saturação de transferrina Diminuída Normal
TBIC – capacidade de ligação da transferrina ao ferro.

Quando o diagnóstico não é alcançado, deve-se fazer mielograma para avaliação histoquímica da reserva de ferro nos macrófagos. Eventualmente, havendo motivos clínicos para se suspeitar da deficiência de ferro, pode-se tratar como tal por três a quatro semanas e repetir o hematócrito.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (202275 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Os pais trouxeram na UPA um bebe de 2 meses que estava dormindo no quarto porque acharam um morcego no mesmo ambiente que o bebe estava dormindo. Não se sabe se houve contato com esse morcego ou não. Não há nenhum tipo de sinais de arranhão, mordida ou picada. A criança está muito bem no momento. Os pais não conseguiram capturar o morcego.
1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?.................0,08 pontos
2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentam...........0,12 pontos
3) Qual é a conduta terapêutica e profilatica mais eficiente sugerida?.................0,15 pontos
4) Quais são as medidas complementares obrigatórias? .....................................0,15 pontos





RATING: 3

1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?

  • Exposição potencial/duvidosa ao vírus rábico por adentramento de morcego em ambiente de sono de lactente (categoria III ou equivalente em protocolo de risco). (0,04 p)
  • Acidente grave por morcego não capturado (não se pode realizar observação ou exame laboratorial do animal). (0,04 p)

2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentem.

  • Sim, é situação de risco elevado (evidência nível A – mortalidade da raiva humana ≈ 100% após início de sintomas). (0,03 p)
  • Razão epidemiológica: Mordidas de morcego são frequentemente imperceptíveis; lactentes não relatam contato; transmissão saliva-órgão neural é altamente eficiente. (0,03 p)
  • Razão de decisão clínica: Risco-benefício da profilaxia pós-exposição (PPE) é extremamente favorável (eficácia > 99% quando iniciada precocemente); não há “janela segura” de observação quando o animal não é capturado. (0,03 p)
  • Princípio MBE: Prevenção primária de doença letal em cenário de incerteza diagnóstica justifica intervenção imediata (regra “better safe than sorry” em raiva). (0,03 p)

3) Qual é a conduta terapêutica e profilática mais eficiente sugerida?

  • Conduta de escolha: Profilaxia pós-exposição (PPE) completa e imediata – soro anti-rábico humano (SAR) + vacina anti-rábica inativada. (0,05 p)
  • Dose de imunoglobulina: SAR 40 UI/kg (ou IGHR 20 UI/kg se disponível), com infiltração máxima possível no local de possível inoculação (mesmo sem lesão visível, infiltrar em região de maior probabilidade – ex.: face/cabeça) e o restante intramuscular em local distante. (0,05 p)
  • Esquema vacinal para lactente: Vacina anti-rábica intramuscular em vasto lateral da coxa – dias 0, 3, 7, 14 e 28 (esquema de 5 doses para imunocompetentes < 2 anos). (0,05 p)

4) Quais são as medidas complementares obrigatórias?

  • Notificação compulsória imediata ao serviço de vigilância epidemiológica (SINAN) – caso de exposição a morcego. (0,03 p)
  • Orientação aos pais: Monitoramento clínico rigoroso do lactente (sinais prodômicos de raiva) por 90 dias; retorno imediato à UPA se febre, irritabilidade, hidrofobia ou paresia.  (0,03 p)
  • Higienização rigorosa de todo o corpo do bebê com água e sabão (mesmo sem lesão aparente), higienização do ambiente: limpeza do quarto com água e sabão + desinfecção com hipoclorito (mesmo sem lesão no bebê).  (0,03 p)
  • Notificação imediata à Vigilância Epidemiológica municipal/estadual (formulário de atendimento antirrábico).  (0,03 p)
  • Monitorização clínica por 10-14 dias (qualquer alteração neurológica → hospital de referência).  (0,03 p)


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