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TUMORES BENIGNOS DO COLO UTERINO (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

A cavidade do colo uterino e o canal endocervical, fusiforme, enchido pelo uma tampa de muco. Nas paredes anteriores e posteriores podemos observar umas plicaturas que, na secção tem forma de folha de arvore (o arvore da vida). As glândulas da mucosa que esta revestindo o interior do colo secreta um muco chamado de gléra cervical.

No meio de ciclo menstrual o orifício esta se abrindo e a glere vira abundante fluido, transparente, límpido e filânte.

Fora da fase de ovulação a gléra endurece e forma uma tampa que obstrua o orifício cervical impedindo as infecções e mesmo os espermatozóides entrar.

OBJETIVA: (962062 votos)..........94.62% das questões objetivas receberam votos.
Nos serviços onde não é possível utilizar exame de imagem para detecção de isquemia miocárdica, o teste ergométrico pode ser utilizado para avaliação pré-operatoria vascular desde que:
A. o paciente não se limite a realizá-lo
B. o paciente fez algum tipo de avaliação funcional nos últimos dois anos
C. o paciente não associa doença coronariana á doença vascular periférica
D. o paciente já suspendeu os beta-bloqueadores
E. o paciente não descontinuou o tratamento com ticagrelor nas ultimas 2 semanas

  RATING: 3.3

Nos serviços onde não é possível utilizar exame de imagem para detecção de isquemia miocárdica, o teste ergométrico pode ser utilizado para avaliação pré-operatoria vascular desde que:

A. o paciente não se limite a realizá-lo
CORRETO: Nos serviços onde não é possível utilizar exame de imagem para detecção de isquemia miocárdica, o teste ergométrico pode ser utilizado desde que o paciente não se limite a realizá-lo e atinja a frequência cardíaca recomendada.
B. o paciente fez algum tipo de avaliação funcional nos últimos dois anos
INCORRETO : Pacientes que fizeram algum tipo de avaliação funcional nos últimos dois anos e cujos sintomas não mudaram desde então e cuja capacidade funcional não diminuiu desde então não precisam repetir o teste porque raramente apresentam alterações.
C. o paciente não associa doença coronariana á doença vascular periférica
INCORRETO : A doença coronariana e a doença vascular periférica frequentemente ocorrem simultaneamente devido à aterosclerose difusa. Já foi demonstrado a alta prevalência de concomitância de doença arterial coronária e doença vascular periférica.
D. o paciente já suspendeu os beta-bloqueadores
INCORRETO : Não se suspendam betabloqueadores no perioperatório de pacientes em uso crônico, pois aumenta a mortalidade pós-operatória. São seguros em doença arterial periférica.
E. o paciente não descontinuou o tratamento com ticagrelor nas ultimas 2 semanas
INCORRETO : Nada á ver. Ticagrelor e prasugrel são drogas muitas vezes usadas como antiplaquetários em pacientes com stents coronarianos, que frequentemente necessitam de operações vasculares. Evidências indicam alto risco de sangramento perioperatório, similar ao clopidogrel. Prasugrel deve ser suspenso sete dias antes da operação, e ticagrelor, cinco dias antes.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.3)

DISCURSIVA: (174075 votos) ..........98.74% das questões discursivas receberam votos.
Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?


RATING: 3.02

Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?

Alguns exames complementares constituem a cinética do ferro e permitem diferenciar, em boa parte dos casos, a anemia ferropriva da associada a doença crônica:

Diferenciação laboratorial entre anemia ferropriva e a associada a doença crônica
  Anemia Ferropriva Anemia de Doença Crônica
Ferro sérico Diminuído Diminuído
Ferritina Diminuída Normal ou elevada
TBIC Elevada Normal
Saturação de transferrina Diminuída Normal
TBIC – capacidade de ligação da transferrina ao ferro.

Quando o diagnóstico não é alcançado, deve-se fazer mielograma para avaliação histoquímica da reserva de ferro nos macrófagos. Eventualmente, havendo motivos clínicos para se suspeitar da deficiência de ferro, pode-se tratar como tal por três a quatro semanas e repetir o hematócrito.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (202248 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 42 anos, portador de gastrite atrófica em uso crônico de omeprazol (inibidor de bomba de prótons), residente em área com saneamento básico inadequado. Relata ingestão recente de ovos crus e frango mal cozido (carcaça congelada). Inicia, há 12 dias, febre elevada, cefaleia intensa, mal-estar geral, anorexia e constipação intestinal. Na segunda semana evolui com toxemia, febre sustentada (até 40 °C), bradicardia relativa, abdome distendido, esplenomegalia palpável e roséolas tíficas no tronco. Na terceira semana surge diarreia líquida, distensão abdominal proeminente e astenia profunda.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?..............................0,12 pontos
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada?......................0,13 pontos
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?.........0,12 pontos
IV. Qual o tratamento de escolha?..............................................0,13 pontos





RATING: 2.89

I. Suspeita diagnóstica: Febre tifóide (febre entérica por S. entérica sorotipo typhi)

  • Quadro clássico de febre entérica com cronologia de semanas: Semana I (febre elevada, cefaleia, mal-estar, anorexia, constipação intestinal) (0,03 p)
  • Semana II: toxemia mais evidente, febre sustentada até 40 °C, bradicardia relativa (pouca elevação do pulso contrastando com febre alta), abdome distendido, esplenomegalia palpável em até 80 % dos casos, roséolas tíficas (pápulas avermelhadas 2-4 mm no abdome superior e tronco) (0,03 p)
  • Semana III: diarreia líquida, distensão abdominal proeminente e astenia profunda (0,03 p)
  • Fatores facilitadores no hospedeiro: gastrite atrófica + uso de inibidor de bomba de prótons permitem infecção com inóculo menor que 10⁵ microrganismos (0,03 p)

II. Possível causa da doença diagnosticada: Ingestão de alimentos contaminados por Salmonella entérica sorotipo typhi (adaptada ao homem)

  • Transmissão principal: ingestão de água e alimentos contaminados com as bactérias (ex.: ovos crus por via transovariana, carcaças de frango contaminadas no abate/evisceração) (0,04 p)
  • Fatores favorecedores: saneamento básico inadequado e contaminação fecal de frutas/legumes/queijos artesanais (0,03 p)
  • Dose infectante mínima de 10⁵ microrganismos, reduzida pela barreira gástrica vencida em gastrite atrófica ou uso de inibidores da bomba de prótons (0,03 p)
  • Sorotipos typhi/paratyphi adaptados ao homem e causadores de febres entéricas (diferentes dos sorotipos não-typhi, adaptados a animais) (0,03 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico: Isolamento da bactéria por hemocultura (primeiras 2 semanas) ou mielocultura

  • Hemoculturas positivas na maioria dos casos (> 80 %) nas primeiras 2 semanas de doença (0,04 p)
  • Mielocultura (aspirado de medula óssea): permite isolamento em mais de 90 % dos casos e permanece positiva durante todo o período, mesmo após antibióticos prévios (0,04 p)
  • Coproculturas positivam-se geralmente após 2 semanas (técnicas modernas podem detectar na 1ª semana); reação de Widal tem baixa sensibilidade (60 %) e especificidade (0,04 p)

IV. Tratamento de escolha: Quinolonas (ex.: ciprofloxacina) por 14 dias + medidas de suporte e precauções entéricas

  • Quinolonas são as drogas de escolha modernas: excelente atividade bactericida e penetração intracelular (onde as salmonelas se multiplicam) (0,05 p)
  • Ciprofloxacina 500 mg VO ou 400 mg IV 12/12 h por 14 dias nas febres entéricas (0,03 p)
  • Alternativas: ceftriaxona 2 g IV a cada 24 h por 14 dias ou azitromicina (0,03 p)
  • Suporte: hidratação; precauções entéricas rigorosas e lavagem das mãos para evitar disseminação (0,02 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.89)




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