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HIPERTENSÃO PORTAL E CONSEQUÊNCIAS (ÁREA DE CIRURGIA)

O volume do fluxo venoso porta é indiretamente regulado pela vasoconstrição e vasodilatação do leito arterial esplâncnico. Em contraste, as arteríolas hepáticas respondem às catecolaminas circulantes e estimulação nervosa simpática; portanto, o fluxo arterial hepático é diretamente regulado.

Contudo, mesmo influências vasoconstritoras intensas podem ser superadas por uma resposta arterial hepática auto-reguladora, o que mantém um fluxo sanguíneo hepático total próximo ao normal, tanto quanto possível, quando a perfusão porta é diminuída em pacientes com choque ou mesmo com derivações portossistêmicas criadas cirurgicamente, ou induzidas por doença.

Muitos hormônios esplâcnicos são importantes reguladores do metabolismo hepático.

OBJETIVA: (965766 votos)..........94.84% das questões objetivas receberam votos.
Você está trabalhando como médico em um serviço de emergência urbano quando vários pacientes são trazidos após a liberação de um gás desconhecido durante uma sinfonia. Você examina uma mulher de 52 anos que não consegue falar claramente devido ao excesso de salivação e rinorreia„ embora seja capaz de declarar que está sentindo como se tivesse perdido a visão imediatamente após a exposição ao gás. Neste momento, ela também apresenta náusea„ vômitos, diarreia e espasmos musculares. Ao exame físico, a paciente tem uma pressão arterial de 156/92 mmHg, frequência cardíaca de 92, frequência respiratória de 30 respirações/min, e temperatura de 37,4°C. Tem pupilas contraídas, com rinorreia e salivação profusas, e está tossindo profusamente, com produção de grandes quantidades de secreções transparentes. O exame dos pulmões revela sibilos na expiração em ambos os campos pulmonares. A paciente apresenta frequência e ritmo regulares, com bulhas cardíacas normais. Os sons intestinais são hiperativos porém o abdome não apresenta hipersensibilidade. São observadas fasciculações difusas. AO término do exame, a paciente sofre abruptamente convulsões tônico-clônicas. Qual dos seguintes agentes causou, provavelmente, os sintomas dessa paciente?
A. Arsina
B. Cloreto de cianogênio
C. Gás mostarda
D. Sarin
E. VX

  RATING: 3.02

Você está trabalhando como médico em um serviço de emergência urbano quando vários pacientes são trazidos após a liberação de um gás desconhecido durante uma sinfonia. Você examina uma mulher de 52 anos que não consegue falar claramente devido ao excesso de salivação e rinorreia„ embora seja capaz de declarar que está sentindo como se tivesse perdido a visão imediatamente após a exposição ao gás. Neste momento, ela também apresenta náusea„ vômitos, diarreia e espasmos musculares. Ao exame físico, a paciente tem uma pressão arterial de 156/92 mmHg, frequência cardíaca de 92, frequência respiratória de 30 respirações/min, e temperatura de 37,4°C. Tem pupilas contraídas, com rinorreia e salivação profusas, e está tossindo profusamente, com produção de grandes quantidades de secreções transparentes. O exame dos pulmões revela sibilos na expiração em ambos os campos pulmonares. A paciente apresenta frequência e ritmo regulares, com bulhas cardíacas normais. Os sons intestinais são hiperativos porém o abdome não apresenta hipersensibilidade. São observadas fasciculações difusas. AO término do exame, a paciente sofre abruptamente convulsões tônico-clônicas. Qual dos seguintes agentes causou, provavelmente, os sintomas dessa paciente?

A. Arsina
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Cloreto de cianogênio
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Gás mostarda
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Sarin
CORRETO : Essa paciente apresenta sintomas de crise colinérgica aguda, que é observada em casos de envenenamento por organofosforado. Os organofosforados são os agentes de ação neural 'clássicos', e vários compostos diferentes podem atuar dessa maneira, incluindo sarin e ciclosarin. Os organofosforados atuam por meio de inibição da acetilcolinesterase sináptica tecidual. Os sintomas diferem entre exposição aos vapores e exposição aos líquidos, visto que os organofosforados atuam nos tecidos pelo contato. O primeiro órgão acometido å exposição ao vapor é o olho, causando constrição pupilar rápida e persistente. Após os ataques do metrô de Tóquio com gás sarin, em 1994 e 1995, os sobreviventes frequentemente se queixaram de que 'o mundo estivesse ficando preto' aos primeiros sintomas de exposição. Essa queixa é seguida de rinorreia salivação excessiva e lacrimejamento. Nas vias respiratórias, os organofosforados causam broncorreia e broncospasmos. É nos alvéolos que os organofosforados têm maior acesso ao sangue. A medida que os organofosforados circulam outros sintomas aparecem, incluindo náusea, vômitos, diarreia e fasciculações musculares. Ocorre morte com a penetração do organofosforado no sistema nervoso central, causando apneia central e estado epiléptico. Os efeitos sobre a frequência cardíaca e a pressão arterial são imprevisíveis.
E. VX
INCORRETO : Com exceção do agente VX, todos os organofosforados são líquidos nas condições padronizadas de temperatura e pressão, além de serem altamente voláteis, com aparecimento dos sintomas dentro de poucos minutos a horas após a exposição. O agente VX é um líquido oleoso, com baixa pressão de vapor; por conseguinte, não provoca sintomas de forma aguda. Todavia, constitui um risco ambiental que pode persistir no ambiente por mais tempo.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

DISCURSIVA: (174427 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Explique detalhadamente a fisiopatologia da dermatite atópica, abordando os seguintes pontos:
(I) As duas hipóteses principais na etiopatogenia da dermatite atópica (outside-inside e inside-outside). - 0,25 pontos
(II) O papel da filagrina na integridade da barreira cutânea e como a sua disfunção contribui para a dermatite atópica e outras condições. - 0,25 pontos


RATING: 2.96

Explique detalhadamente a fisiopatologia da dermatite atópica, abordando os seguintes pontos:
(I) As duas hipóteses principais na etiopatogenia da dermatite atópica (outside-inside e inside-outside). - 0,25 pontos
(II) O papel da filagrina na integridade da barreira cutânea e como a sua disfunção contribui para a dermatite atópica e outras condições. - 0,25 pontos

(I) As duas hipóteses principais na etiopatogenia da dermatite atópica (outside-inside e inside-outside).
Hipóteses na Etiopatogenia da Dermatite Atópica:
A dermatite atópica é explicada por duas hipóteses principais:
1) Hipótese outside-inside (de fora para dentro): Esta teoria postula que a dermatite atópica começa primariamente por uma disfunção da barreira cutânea (0,015625 p). A barreira epidérmica, composta de estruturas proteicas como a filagrina (0,015625 p), previne a perda transepidérmica de água (0,015625 p) e impede a penetração de antígenos (0,015625 p), irritantes (0,015625 p) e micróbios do ambiente (0,015625 p). Quando esta barreira é comprometida (0,015625 p), há maior penetração de alérgenos e irritantes (0,015625 p) que podem desencadear inflamação. (0,015625 p)
2) Hipótese inside-outside (de dentro para fora): Segundo esta teoria, a dermatite atópica seria produzida primariamente por uma desregulação imunológica (0,015625 p) que desencadearia uma resposta inflamatória (0,015625 p) a irritantes e alérgenos ambientais. (0,015625 p). Aqui, a causa inicial seria uma alteração no sistema imunológico (0,015625 p) que leva à inflamação (0,015625 p) e subsequente disfunção da barreira cutânea (0,015625 p).

(II) O papel da filagrina na integridade da barreira cutânea e como a sua disfunção contribui para a dermatite atópica e outras condições.
A filagrina é uma proteína estrutural crítica (0,015625 p) para a função da barreira cutânea (0,015625 p). Ela é responsável pela integridade da barreira epidérmica (0,015625 p) e pelo equilíbrio do microbioma da pele (0,015625 p).
A perda da função do gene da filagrina (0,015625 p) está associada a dermatite atópica (0,015625 p) persistente e grave (0,015625 p). Essa falha na barreira cutânea (0,015625 p) resulta em um aumento do pH da pele (0,015625 p), promovendo a colonização por Staphylococcus aureus (0,015625 p) e aumentando a atividade das proteases (0,015625 p), o que desencadeia inflamação (0,015625 p).
Além da dermatite atópica, mutações na filagrina (0,015625 p) aumentam o risco de outros problemas de saúde (0,015625 p), como asma (0,015625 p), dermatite de contato alérgica (0,015625 p) e alergia ao amendoim (0,015625 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (202693 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma criança de 6 anos, vítima de atropelamento, chega à Unidade de Emergência trazida pelo SAMU. Ao exame físico, em regular estado geral, com FC = 178 bpm, FR = 20 irpm, PA = 74 x 30mmHg, perfusão = 4 segundos, pulsos finos, saturação de oxigênio = 94% (ar ambiente), murmúrio vesicular presente simétrico, sem ruídos adventícios, BRNFs sem sopros, abdome inocente e escala de coma de Glasgow= 10.
O médico chefe opta por realizar intubação.


a) Cite o dado clínico que indicou a intubação............. 0,25 pontos
b) Cite 2 drogas que estão contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana.... 0,25 pontos





RATING: 3.01

a) O dado clínico que indicou a intubação é a Escala de Coma de Glasgow igual a 10. (0,250 pontos)

b) Duas drogas contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana são:

  • Ketamina. (0,125 pontos)
  • Succinilcolina. (0,125 pontos)


Em discussão resumida sobre as respostas, a intubação em trauma pediátrico com GCS de 10 é justificada pela necessidade de proteção da via aérea em paciente com alteração do nível de consciência, especialmente em contexto de possível lesão craniana, conforme protocolos como PALS e ATLS adaptados para pediatria. Quanto às drogas, a ketamina e a succinilcolina são classicamente evitadas em cenários de risco para hipertensão intracraniana devido a mecanismos como estimulação simpática e fasciculações musculares, respectivamente, embora evidências recentes sugiram nuance no uso da ketamina em pacientes sedados e ventilados.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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