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A TRAQUEITE BACTERIANA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A traqueite bacteriana (lambem chamada de traqueíte membranosa ou crupe pseudomembranoso ou laringotraqueobronquite bacteriana ou laringite membranosa) é uma infecção bacteriana aguda da região subglótica da via aérea superior que pode provocar uma obstrução das vias aéreas com risco de óbito.

Foi descrita pela primeira vez em 1945 por Chevalier Jackson e consiste de fato numa infeção bacteriana exsudativa dos tecidos moles da laringe e traqueia.

Desde a introdução da vacina contra o Haemophilus influenza tipo b, o número de casos de epiglotite diminuiu drasticamente na população pediátrica e desde então a traqueite bacteriana tem ganho relevância como infeção das vias aéreas superiores potencialmente fatais.

Apesar de ser uma entidade rara, está entre as emergências pediátricas da via aérea que mais frequentemente requerem admissão nos cuidados intensivos.

A traqueíte bacteriana é mais frequentemente provocada pelo Staphylococcus aureus e pelo Streptococcus pyogenes.


OBJETIVA: (1157614 votos)..........99.29% das questões objetivas receberam votos.
Podemos afirmar, sobre a epidemiologia da infecção com Entamoeba histolytica que:
A. É um agente patógeno especifico para países com clima tropical e subtropical
B. Os grupos de maior risco de infecção são as crianças pequenas e, raramente, de idades maiores de 5 anos
C. A forma cística se forma em colón, depois da passagem do protozoário pelo estomago e pelo intestino delgado
D. A eliminação de cistos cessa depois do desaparecimento dos sintomas
E. A transmissão da doença pode ser favorecida por algumas praticas sexuais

  RATING: 2.96

Podemos afirmar, sobre a epidemiologia da infecção com Entamoeba histolytica que:

A. É um agente patógeno especifico para países com clima tropical e subtropical
INCORRETO: E. histolytica pode ser encontrada em todo o planeta, contudo, é mais prevalente em pessoas de nível socioeconômico inferior que vivem em países de recursos limitados, onde a prevalência da infecção amebiana pode chegar a 50% em algumas comunidades.
B. Os grupos de maior risco de infecção são as crianças pequenas e, raramente, de idades maiores de 5 anos
INCORRETO : Os grupos de maior risco de infecção em países ricos incluem imigrantes ou pessoas que moraram durante longos períodos em regiões com infecção endêmica, indivíduos institucionalizados e homens que fazem sexo com homens (HSH).
C. A forma cística se forma em colón, depois da passagem do protozoário pelo estomago e pelo intestino delgado
INCORRETO : A E. histolytica é transmitida por cistos amébicos pela via orofecal. Os cistos ingeridos, que não são afetados pelo ácido gástrico, produzem trofozoítos que infectam o cólon.
D. A eliminação de cistos cessa depois do desaparecimento dos sintomas
INCORRETO : Os pacientes infectados excretam cistos intermitentemente, às vezes por anos, se não forem tratados
E. A transmissão da doença pode ser favorecida por algumas praticas sexuais
CORRETO : Os grupos de maior risco de infecção em países ricos incluem imigrantes ou pessoas que moraram durante longos períodos em regiões com infecção endêmica, indivíduos institucionalizados e homens que fazem sexo com homens (HSH). A transmissão orofecal também pode ocorrer durante práticas sexuais anais ou inoculação retal direta por dispositivos de irrigação do cólon.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

DISCURSIVA: (183885 votos) ..........99.41% das questões discursivas receberam votos.
Respondam ás seguintes questões:
1) Como é definida a apneia? (0,25 p)
2) Como é definida e respiração periódica? (0,25 p)


RATING: 3.01

Respondam ás seguintes questões:
1) Como é definida a apneia? (0,25 p)
2) Como é definida e respiração periódica? (0,25 p)

1) Como é definida a apneia?

A apneia é definida como pausa respiratória que dura mais de 15 segundos Ou como qualquer pausa respiratória associada á cianose, palidez, bradicardia. (0,25 p)

2) Como é definida e respiração periódica?

A respiração periódica é um padrão de respiração comum em crianças que consta em pausa respiratória curta seguida pelo aumento da frequência respiratória.(0,25 p)

FONTE:

Segredos em emergência pediátrica : respostas necessárias ao dia-a-dia em rounds, na clínica, em exames orais e escritos / Steven M. Selbst ; Kate Cronan. - Porto Alegre : Ed. ArtMed, 2003. - 524 p - ISBN 85-7307-983-5

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (214479 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente masculino, 55 anos, obeso (IMC 34 kg/m²), com diabetes mellitus tipo 2 de diagnóstico recente e ganho ponderal de 10 kg nos últimos 6 meses. Procura o pronto-socorro com dor súbita, intensa e insuportável no flanco esquerdo, irradiada para região inguinal e genitália, acompanhada de náuseas, vômitos e hematúria macroscópica. Refere episódios semelhantes no passado, de resolução espontânea. Ao exame físico: paciente em posição antálgica, com sensibilidade no ângulo costovertebral esquerdo. Urinálise: pH 5,0, hematúria (++), ausência de leucocitúria ou nitrito. Sem febre.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?  (0,12 p) 
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada neste cenário?  (0,13 p) 
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (0,13 p) 
IV. Qual o tratamento indicado?  (0,12 p) 



RATING: 3.08

Resposta à Questão I – Suspeita Diagnóstica (0,12 p) 
  • A tríade clássica de dor intensa no flanco, irradiação para genitália e hematúria orienta para cólica renal por obstrução ureteral (0,04 p). 
  • A formação de cálculos na pelve renal é assintomática até que um fragmento migre pelo ureter, desencadeando a cólica ureteral (0,04 p). 
  • Hematúria e lesões renais podem ocorrer mesmo na ausência de dor, reforçando a suspeita de urolitíase (0,04 p). 

Resposta à Questão II – Possível Causa da Doença Diagnosticada (0,13 p) 
  • Os cálculos de ácido úrico correspondem a ≈7 % de todos os cálculos urinários e apresentam fisiopatologia multifatorial, com predomínio de mecanismos idiopáticos (0,03 p). 
  • Há estreita associação epidemiológica com diabetes mellitus tipo 2, obesidade e ganho de peso corporal recente, situações em que ocorre incremento na produção endógena de ácido úrico (0,03 p). 
  • A principal alteração metabólica nos casos idiopáticos é a acidificação urinária (pH urinário baixo) decorrente da redução na excreção de amônia pela urina (0,04 p). 
  • Essa acidificação facilita a saturação cristalina de ácido úrico, mesmo sem hiperuricosúria acentuada ou distúrbios genéticos/dietéticos evidentes (0,03 p). 

Resposta à Questão III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico (0,13 p) 
  • A tomografia computadorizada helicoidal sem contraste é o método mais preciso para o diagnóstico de litíase urinária (0,04 p). 
  • Apresenta sensibilidade de 98 % e especificidade de 97 %, superando todos os outros métodos de imagem (0,03 p). 
  • Detecta cálculos radiotransparentes (como os de ácido úrico) por seu alto coeficiente de atenuação e identifica sinais secundários de obstrução (dilatação ureteral, estrias perirrenais) (0,03 p). 
  • Protocolos de baixa dose mantêm sensibilidade ≈96 % e especificidade ≈94 % em pacientes com IMC < 30 kg/m², reduzindo radiação (0,03 p). 

Resposta à Questão IV – Tratamento Indicado (0,12 p) 
  • O manejo terapêutico dos cálculos de ácido úrico idiopáticos envolve fundamentalmente ingestão hídrica elevada (cerca de 3 litros ao dia) (0,03 p). 
  • Restrição do consumo de proteínas e alcalinização da urina com agentes contendo potássio ou sódio (0,03 p). 
  • Os compostos à base de potássio oferecem vantagem adicional de reduzir a excreção urinária de cálcio, diminuindo risco de cálculos de oxalato de cálcio (0,03 p). 
  • Recomenda-se monitoramento do pH urinário após 3 meses, mantendo-o na faixa entre 6,1 e 6,7 para evitar precipitação de fosfato de cálcio (0,03 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.08)




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