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FEOCROMOCITOMA (ÁREA DE CIRURGIA)

Os feocromocitomas constituem tumores originados de células cromafins de derivação neuroectodérmica. Essas células apresentam capacidade de sintetizar, armazenar, metabolizar e secretar catecolaminas em quantidades excessivas, o que gera um quadro clínico variável e frequentemente inespecífico. São elementos neuroendócrinos localizadas principalmente na medula adrenal e em paragânglios simpáticos.

O nome “cromafins” reflete sua afinidade histoquímica única pelo ácido crômico, que gera a coloração castanha característica dos grânulos secretores — propriedade que, além de fundamentar a nomenclatura, serve como marcador morfológico clássico na identificação dessas células em lâminas histológicas.

A manifestação mais característica consiste em episódios paroxísticos de hipertensão arterial sistêmica, presentes em cerca de 90% dos casos, acompanhados de sintomas adrenérgicos como palpitações, tremores, sudorese profusa, cefaleia e palidez cutânea.

O diagnóstico reveste-se de importância fundamental porque se trata de uma causa potencialmente curável de hipertensão arterial, sobretudo quando acomete indivíduos mais jovens.


OBJETIVA: (1436649 votos)..........96.26% das questões objetivas receberam votos.
Em relação à vascularização gástrica podemos afirmar, EXCETO:
A. a artéria esplênica é ramo do tronco celíaco
B. em 15 a 20% dos indivíduos uma artéria hepática esquerda aberrante se origina da artéria gástrica esquerda
C. a artéria gástrica direita pode se originar da artéria hepática ou da artéria gastroduodenal
D. a artéria gastroepiplóica esquerda se origina da artéria gástrica esquerda e raramente da artéria esplênica
E. a artéria gastroepiplóica direita se origina da artéria gastroduodenal

  RATING: 2.76

Em relação à vascularização gástrica podemos afirmar, EXCETO:

A. a artéria esplênica é ramo do tronco celíaco
INCORRETO: A artéria esplênica, assim como a hepática comum e a gástrica esquerda, se origina do tronco celíaco.
B. em 15 a 20% dos indivíduos uma artéria hepática esquerda aberrante se origina da artéria gástrica esquerda
INCORRETO : Em alguns pacientes uma artéria hepática esquerda aberrante se origina da artéria gástrica esquerda. Esses pacientes quando submetidos a uma gastrectomia podem ter seu lobo hepático esquerdo isquemiado após a ligadura da artéria gástrica esquerda.
C. a artéria gástrica direita pode se originar da artéria hepática ou da artéria gastroduodenal
INCORRETO : A artéria gástrica direita (ou artéria pilórica) sai da artéria hepática, sobre o piloro, passando da direita para a esquerda ao longo da curvatura menor do estômago, suprindo-o com seus ramos e anastomosando-se com a artéria gástrica esquerda.
D. a artéria gastroepiplóica esquerda se origina da artéria gástrica esquerda e raramente da artéria esplênica
CORRETO : A artéria gastroepiplóica esquerda se origina da artéria esplênica e não da gástrica esquerda, absurdo total

E. a artéria gastroepiplóica direita se origina da artéria gastroduodenal
INCORRETO : sim, a gastroepiplóica direita origina-se da artéria gastroduodenal.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.76)

DISCURSIVA: (200764 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?


RATING: 3.02

A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?

A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
Dificuldade respiratória de grau variável (0,05 p) resultante do colapso alveolar (0,05 p) por défice de surfatante pulmonar (0,05 p), associada, na sua grande maioria, a um shunt intrapulmonar (shunt direito-esquerdo) (0,05 p), por aumento da resistência vascular pulmonar (0,05 p).

B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
Clínica: Síndrome de dificuldade respiratória moderada a grave (0,05 p) associada a cianose central, (0,05 p) desde o nascimento ou 1as horas de vida (0,05 p), com agravamento além das 6 horas (0,05 p) e, nos casos não complicados, com melhoria a partir do 3º - 4º dias. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (233010 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente do sexo feminino, 60 anos, procura serviço médico devido à fraqueza generalizada e aparecimento de “manchas na pele”. O quadro começou a se desenvolver há cerca de 2 meses até que, na última semana, a paciente mal consegue se levantar do sofá e ainda está com dificuldade para se pentear ou levantar objetos de sua casa, como por exemplo um vaso de flores. Nesta mesma semana, notou rouquidão e dificuldade para deglutir líquidos, com alguns episódios de engasgo. Sente também dor no corpo e acha que está emagrecendo.
Ao exame: fraqueza muscular proximal dos quatro membros, simétrica. Rash malar eritematoso, eritema na região do “V” cervical e manchas eritêmato-violáceas na superfície articular extensora dos quirodáctilos (figura).
Os exames revelaram hemograma, eletrólitos, escórias nitrogenadas e glicemia normais. Fez também um hepatograma, que revelou apenas um aumento da AST (TGO), de 350 U/L, com o restante das enzimas e provas hepáticas normais. Trouxe também um exame do FAN (fator anti-nuclear), que estava positivo, no título de 1:160, padrão pontilhado. Fator reumatoide positivo 1:20 (látex).
Pergunta-se:
a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável? (0,125 pontos)
b) Quais os exames para confirmar o diagnóstico? (0,125 pontos)
c) Qual o auto-anticorpo marcador da lesão cutânea desta paciente? (0,125 pontos)
d) Qual o tratamento? (0,125 pontos)


RATING: 2.99

a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável?
Dermatomiosite. - 0,125 p
b) Quais os exames para confirmar o diagnóstico?
CPK, eletromiografia, biópsia muscular - 0,125 p
c) Qual o auto-anticorpo marcador da lesão cutânea desta paciente?
Anti-Mi-2 - 0,125 p
d) Qual o tratamento?
Prednisona - 0,125 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.99)




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