ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2566 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
509 TENTATIVAS (40 CONTESTAÇÕES)
15952 QUESTÕES OBJETIVAS
3754 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5977 DE PEDIATRIA (3213 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3524 QUESTÕES DE CIRURGIA
1892 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
180 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
210 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

PÚRPURA TROMBOCITOPÊNICA IMUNOLÓGICA NEONATAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

A plaquetopenia neonatal aloimune constitui uma das causas mais graves de plaquetopenia no período neonatal.
É a causa mais frequente de trombocitopenia precoce severa e de hemorragia intracraniana em recém-nascido de termo.
Sua incidência varia de 1:1500 até 1:5000 nascidos vivos.
A fisiopatologia é sobreponível à da isoimunização Rh mas, contrariamente a esta, pode ocorrer no 1º filho. A incidência é de 1/1000-1500 gestações . O risco de recorrência nas gravidezes seguintes é elevado (75-90%). Mães com púrpura trombocitopenica imune sintetizam anticorpos maternos que passam para filhos por passagem transplacentária.

OBJETIVA: (1366196 votos)..........95.6% das questões objetivas receberam votos.
Paciente de 55 anos, sexo masculino, natural de Alagoas, apresenta-se com queixa de dor abdominal progressiva em fossa ilíaca esquerda há 5 dias, febre, aumento do número de evacuações para 3 x/dia (seu normal era 1 ×/dia) e, nas últimas 24 horas, parou de eliminar fezes. Nega alterações de hábito intestinal, emagrecimento ou sangramento às evacuações, anteriormente. Ao exame, apresentava-se em bom estado geral, eupneico, discreto aumento da frequência cardíaca. O abdome era plano, flácido, pouco doloroso à palpação superficial, massa palpável dolorosa à palpação profunda em fossa ilíaca esquerda, descompressão brusca positiva neste local. Os exames laboratoriais realizados indicavam leucocitose com desvio à esquerda, creatinina de 2,4 mg/dL, ureia de 98 mg/dL, K+: 5,1 mEq/L e Na+: 145 mEq/L.
Diagnóstico mais provável:
A. fecaloma
B. volvo do sigmoide com necrose intestinal
C. diverticulite aguda
D. neoplasia de cólon
E. retocolite ulcerativa

  RATING: 3

Paciente de 55 anos, sexo masculino, natural de Alagoas, apresenta-se com queixa de dor abdominal progressiva em fossa ilíaca esquerda há 5 dias, febre, aumento do número de evacuações para 3 x/dia (seu normal era 1 ×/dia) e, nas últimas 24 horas, parou de eliminar fezes. Nega alterações de hábito intestinal, emagrecimento ou sangramento às evacuações, anteriormente. Ao exame, apresentava-se em bom estado geral, eupneico, discreto aumento da frequência cardíaca. O abdome era plano, flácido, pouco doloroso à palpação superficial, massa palpável dolorosa à palpação profunda em fossa ilíaca esquerda, descompressão brusca positiva neste local. Os exames laboratoriais realizados indicavam leucocitose com desvio à esquerda, creatinina de 2,4 mg/dL, ureia de 98 mg/dL, K+: 5,1 mEq/L e Na+: 145 mEq/L.
Diagnóstico mais provável:

A. fecaloma
INCORRETO: O fecaloma ocorre em contexto de constipação crônica (geralmente em idosos acamados ou com uso prolongado de opioides), sem febre, leucocitose ou sinais de irritação peritoneal, e a massa seria indolor e sem repercussão inflamatória sistêmica.
B. volvo do sigmoide com necrose intestinal
INCORRETO : O volvo de sigmoide com necrose intestinal cursa com obstrução fechada aguda, abdome distendido (e não plano como descrito), dor súbita intensa e rápida deterioração do estado geral com toxemia; a evolução progressiva de 5 dias com aumento inicial das evacuações e paciente ainda em bom estado geral não se compatibiliza com isquemia necrotizante.
C. diverticulite aguda
CORRETO : A diverticulite aguda é o diagnóstico mais provável porque o quadro clínico clássico de dor progressiva em fossa ilíaca esquerda com febre, leucocitose com desvio à esquerda, massa palpável dolorosa nesse local e sinais de irritação peritoneal (descompressão brusca positiva) corresponde à inflamação diverticular complicada (flegmão ou abscesso peridiverticular), com edema inflamatório causando aumento inicial do número de evacuações seguido de obstrução parcial e desidratação levando a insuficiência renal aguda (elevação de creatinina e ureia com hiperpotassemia discreta). A ausência de alterações prévias de hábito intestinal, emagrecimento ou sangramento reforça o caráter agudo e localizado da doença, típica de diverticulite no cólon sigmoide.
D. neoplasia de cólon
INCORRETO : Uma vez que a neoplasia de cólon apresenta-se de forma insidiosa com alteração crônica do hábito intestinal, emagrecimento e/ou sangramento oculto ou visível; a forma aguda com febre, leucocitose e massa dolorosa sem sintomas prévios é atípica e menos provável que a diverticulite.
E. retocolite ulcerativa
INCORRETO : A retocolite ulcerativa manifesta-se tipicamente com diarreia sanguinolenta recorrente em pacientes mais jovens, sem formação de massa palpável localizada em fossa ilíaca esquerda nem quadro de obstrução parcial aguda com insuficiência renal.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (193317 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite as alterações de cinco dos principais parâmetros clínicos ou laboratoriais que classificam uma pré-eclâmpsia como grave. (Valor: 5,0 pontos)


RATING: 3.51

Cite as alterações de cinco dos principais parâmetros clínicos ou laboratoriais que classificam uma pré-eclâmpsia como grave. (Valor: 5,0 pontos)

São apresentados abaixo os principais parâmetros que classificam uma pré-eclâmpsia como grave, dos quais o candidato deverá citar cinco (0,1 pontos cada um)
  • Pressão arterial igual ou maior que 160/110 Hg
  • Proteinúria igual ou maior que 2 gramas em 24 horas. (Aceita-se 5g/24h)
  • Creatinina sérica acima de 1,2 mg/dL
  • Plaquetas abaixo de 100.000/mm
  • Enzimas hepáticas elevadas ou TGO e TGP elevadas
  • Presença de CIUR
  • Cefaleia persistente
  • Distúrbios visuais
  • Oligúria

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.51)

CASO CLINICO: (225507 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente feminina, 42 anos, com história de infecções urinárias recorrentes, procura o serviço de emergência com dor lombar bilateral intensa e insuportável, febre alta (39 °C), calafrios e hematúria macroscópica. Ao exame físico: paciente em posição antálgica, sensibilidade marcante no ângulo costovertebral bilateral e febre. Urinálise: pH 8,0, leucocitúria intensa, nitrito positivo e cultura urinária positiva para Proteus mirabilis. Sem história de gota, diabetes ou hiperparatireoidismo.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?  (0,12 p)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada?  (0,13 p)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (0,13 p)
IV. Qual o tratamento indicado?  (0,12 p)



RATING: 3.04

Resposta à Questão I – Suspeita Diagnóstica (0,12 p) 
A tríade de dor lombar intensa, febre e infecção urinária recorrente com pH urinário alcalino orienta para cólica renal por cálculo infeccioso de estruvita (0,04 p). 
Os cálculos infecciosos representam 10 a 15 % de todos os cálculos renais e 75 % dos cálculos coraliformes (0,04 p). 
A formação de cálculos na pelve renal é assintomática até que um fragmento se desprenda e migre pelo ureter, desencadeando a cólica ureteral; hematúria pode ocorrer mesmo na ausência de dor (0,04 p). 

Resposta à Questão II – Possível Causa da Doença Diagnosticada (0,13 p) 
Os cálculos de estruvita são compostos por sais de magnésio, amônio e fosfato e resultam de infecções crônicas ou recorrentes do trato urinário por microrganismos produtores de urease (0,04 p). 
O *Proteus mirabilis* é o agente mais frequente (87 % das infecções relacionadas a cálculos) e hidrolisa a ureia em amônia, elevando o pH urinário acima de 7,2 (0,04 p). 
Esse ambiente alcalino permite a saturação de magnésio, amônia e íons fosfato, levando à precipitação de estruvita e, frequentemente, à coexistência de apatita de carbonato de cálcio (0,03 p). 
A infecção urinária crônica é o fator etiológico principal, com crescimento rápido e alto potencial de morbidade (0,02 p). 

Resposta à Questão III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico (0,13 p) 
A tomografia computadorizada helicoidal sem contraste é o método mais preciso para o diagnóstico de litíase urinária (0,04 p). 
Apresenta sensibilidade de 98 % e especificidade de 97 %, detectando cálculos radiopacos e radiotransparentes, além de sinais secundários de obstrução (dilatação ureteral e estrias perirrenais) (0,04 p). 
Em cálculos coraliformes permite avaliar extensão, dimensões exatas e densidade em unidades Hounsfield, auxiliando no planejamento terapêutico (0,03 p). 
Protocolos de baixa dose mantêm sensibilidade ≈96 % e especificidade ≈94 % com menor exposição à radiação (0,02 p). 

Resposta à Questão IV – Tratamento Indicado (0,12 p) 
O tratamento dos cálculos coraliformes exige remoção completa do cálculo para prevenir recorrência, perda da função renal e infecção persistente (0,04 p). 
Prefere-se a nefrolitotomia percutânea, a litotripsia extracorpórea ou a associação desses procedimentos; a cirurgia aberta e o tratamento clínico isolado são pouco recomendados (0,04 p). 
Devem ser associados agentes antimicrobianos criteriosos dirigidos ao microrganismo (ex.: *Proteus*) (0,02 p). 
A eficácia e segurança das técnicas minimamente invasivas e endourológicas tornaram o manejo cirúrgico a primeira escolha (0,02 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.