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ALGARISMO DE DIAGNÓSTICO E DIFERENCIAÇÃO ENTRE ANEMIAS (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A hematologia tem esse capitulo importante, os dos anemias, que não deixa de ser um quadro clinico muito frequente na patologia, despito á multidão das esquemas terapêuticas utilizadas e á profilaxia sustentada. Nas provas, também tem muitas questões que tocam nesse assunto. O algarismo de diagnóstico diferencial tem como raiz o DIAGNÓSTICO DE ANEMIA. Ou seja, precisamos saber se o paciente que encontramos realmente pode ser SUSPEITADO a ser um anemico, sendo, nesta primeira fase, necessario somente perceber e interpretar corretamente os achados COMUNS de todas as anemias, que geralmente, trazem o paciente com a sua queixa principal.

OBJETIVA: (997935 votos)..........96.16% das questões objetivas receberam votos.
As seguintes alternativas são etapas da implantação da unidade de saúde da família (USF), EXCETO:
A. Solicitar formalmente ao Ministério da Saúde a adesão do município ao programa de saúde da familia
B. Selecionar, contratar e capacitar os profissionais que atuarão no programa.
C. Identificar as áreas prioritárias para a implantação do programa; mapear o número de habitantes em cada área.
D. Calcular o número de equipes e de agentes comunitários necessários.
E. nenhuma das outras alternativas

  RATING: 2.89

As seguintes alternativas são etapas da implantação da unidade de saúde da família (USF), EXCETO:

A. Solicitar formalmente ao Ministério da Saúde a adesão do município ao programa de saúde da familia
CORRETO: Não precisa solicitar adesão ao Ministerio da Saúde, isto já e lei e a aplicação e implicita
B. Selecionar, contratar e capacitar os profissionais que atuarão no programa.
INCORRETO : Claro que vai precisar de uma equipe. Essas equipes devem ser compostas por, no mínimo: um médico de familia, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem, cinco a seis agentes comunitários de saúde. Outros profissionais, tais como psicólogos, dentistas, fisioterapeutas, por exemplo, poderão ser incorporados de acordo com as características e demandas dos serviços locais de saúde.
C. Identificar as áreas prioritárias para a implantação do programa; mapear o número de habitantes em cada área.
INCORRETO : As atribuições básicas de uma equipe de Saúde da Família são: conhecer a realidade das famílias pelas quais são responsáveis
D. Calcular o número de equipes e de agentes comunitários necessários.
INCORRETO : isto e claro, a equipe tem que cumprir as condiçoes impostas pela lei
E. nenhuma das outras alternativas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

DISCURSIVA: (176345 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.

Discuta os aspectos epidemiológicos, de fatores de risco e patogênese genética do câncer urotelial de bexiga urinária.

  1. Descreva a distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça.  (Subtotal da questão 1 = 0,15 pontos)
  2. Liste e explique os principais fatores de risco ambientais e ocupacionais. (Subtotal da questão 2 = 0,15 p)
  3. Explique a ativação de oncogenes na patogênese. (Subtotal da questão 3 = 0,10 p)
  4. Detalhe a inativação de genes supressores e as principais alterações cromossômicas. (Subtotal da questão 4 = 0,10 p)




RATING: 3.11

Discuta os aspectos epidemiológicos, de fatores de risco e patogênese genética do câncer urotelial de bexiga urinária.

  1. Descreva a distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça.  (Subtotal da questão 1 = 0,15 pontos)
  2. Liste e explique os principais fatores de risco ambientais e ocupacionais. (Subtotal da questão 2 = 0,15 p)
  3. Explique a ativação de oncogenes na patogênese. (Subtotal da questão 3 = 0,10 p)
  4. Detalhe a inativação de genes supressores e as principais alterações cromossômicas. (Subtotal da questão 4 = 0,10 p)


1. Distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça

  • As maiores taxas de incidência concentram-se na Europa Ocidental e na América do Norte; as menores são observadas na Ásia e em regiões menos desenvolvidas da África (0,04 p).
  • Globalmente, o câncer da bexiga ocupa a sétima posição entre as neoplasias mais frequentes e a décima terceira causa de morte por câncer (0,04 p).
  • No Brasil, constitui a segunda neoplasia mais frequente do trato geniturinário no homem, superada apenas pelo adenocarcinoma de próstata (0,04 p).
  • Nos países ocidentais, é 2,5 a 4 vezes mais frequente em homens do que em mulheres (provavelmente por maior exposição ao tabagismo e toxinas ambientais) e o mesmo padrão se repete nas mulheres (risco aumentado nas brancas em relação às negras) (0,02 p).
  • Diferenças raciais: brancos apresentam maior incidência e maior número de óbitos por carcinoma urotelial em comparação aos negros (inverso do observado nos tumores geniturinários em geral) (0,01 p).

2. Principais fatores de risco ambientais e ocupacionais

  • Tabagismo é o fator de risco mais importante e mais bem estudado; quem fuma tem de duas a quatro vezes mais chance de desenvolver a doença; quanto maior a quantidade e o tempo de tabagismo, maior a associação; os agentes responsáveis são principalmente as alfa- e beta-naftilaminas, que são absorvidas, eliminadas na urina e ficam em contato direto com o urotélio, causando dano celular repetido (0,05 p).
  • Exposição ocupacional responde por parcela significativa dos casos (15% a 35% em homens e 1% a 6% em mulheres); profissionais das indústrias de tintas, borracha e petróleo estão expostos a carcinógenos como benzidina, beta-naftilamina e 4-aminobifenil; esses compostos têm período de latência longo (0,04 p).
  • Medicamentos – ciclofosfamida, ao ser metabolizada, libera produtos tóxicos que irritam o urotélio e favorecem a malignidade (0,03 p).
  • Outros fatores – qualquer situação que cause trauma físico repetido ao urotélio (infecções urinárias crônicas, instrumentação repetida da bexiga ou presença de cálculos) aumenta o risco de transformação maligna; a ingestão de adoçantes artificiais não confirmou associação em estudos recentes (0,03 p).

3. Ativação de oncogenes na patogênese

  • O processo é multifatorial e envolve duas grandes vias que se complementam: ativação de oncogenes e inativação de genes supressores (0,03 p).
  • Oncogenes, quando ativados de forma anormal, estimulam a célula a se multiplicar exageradamente (0,02 p).
  • No câncer de bexiga, o oncogene p21 (c-Ha-ras) está ativado em pelo menos 50% dos casos; ocorre ativação aberrante de GTPase de membrana, levando a proliferação nuclear descontrolada e perda da diferenciação celular (a célula “esquece” sua função normal e torna-se imatura) (0,03 p).
  • Essa alteração é mais comum em tumores de alto grau e em áreas de displasia, mas raramente aparece em tumores de baixo grau (0,02 p).
  • Outros oncogenes frequentemente envolvidos: Erb-2, EGFR, MDM2, C-MYC e CCND1 (0,01 p).

4. Inativação de genes supressores e alterações cromossômicas

  • Genes supressores atuam como “freios” da multiplicação celular; quando inativados ou perdidos, a célula perde o controle e pode tornar-se imortal (0,03 p).
  • O gene p53 (o mais alterado em todos os cânceres humanos) é o exemplo clássico; a proteína p53 normal reconhece células com danos genéticos e dispara apoptose; quando mutado, a apoptose falha e as células danificadas sobrevivem e acumulam mutações (0,03 p).
  • No câncer de bexiga, mutação de p53 está presente em tumores primários, recidivas e tumores do trato urinário superior e associa-se a tumores mais agressivos e músculo-invasivos (0,02 p).
  • Deleção do braço curto do cromossomo 17 (onde fica o p53) ocorre em mais de 60% dos tumores invasivos, mas quase nunca nos tumores superficiais (0,01 p).
  • Outra alteração muito frequente e precoce é a perda de material do cromossomo 9 (contém genes reguladores p21, p27/KIP1 e p16); aparece tanto em tumores de alto quanto de baixo grau e é encontrada em todos os tumores multifocais, reforçando a ideia de doença difusa do urotélio (0,01 p).


FONTE:

CÂNCER DE VESICA URINARIA (PLATAFORMA MISODOR)


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.11)

CASO CLINICO: (204800 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de 6 anos, internada para tratamento de miocardite diagnosticada 4 dias atrás, apresentou de repente palpitações de início súbito e desconforto torácico. A pressão arterial era de 68 x 40 mm Hg e a frequência cardíaca era de 212 bpm. O eletrocardiograma de 12 derivações realizado no leito revelou taquicardia de complexo alargado.

  1. Com base na apresentação inicial, qual o diagnóstico da arritmia? - 0,1 pontos
  2. Se a paciente ainda está consciente, qual é a abordagem da arritmia? - 0,2 pontos
  3. Se a paciente for inconsciente, qual é a abordagem da arritmia? - 0,2 pontos



RATING: 2.98

(1) Com base na apresentação inicial, qual o diagnóstico da arritmia?

Taquicardia ventricular monomórfica.- 0,1 p

COMENTARIO (SEM PONTUAÇÃO): é uma série de três ou mais ESV com frequência cardíaca de 120 a 200 bpm.

Os complexos QRS são alargados e bizarros, com ondas T na direção oposta às dos QRS.

A duração e a morfologia dessa arritmia podem ser diferentes, classificando-a em dois grandes criterios:

PELA DURAÇÃO:

  • salva de TV – poucos batimentos seguidos
  • TV não sustentada – duração menor que 30 segundos;
  • TV sustentada – duração maior que 30 segundos;
  • TV incessante – TV prolongada que domina o ritmo cardíaco

PELA MORFOLOGIA:

  • monomórfica, quando há uma morfologia de QRS dominante
  • polimórfica, quando há alteração da morfologia do QRS batimento a batimento

(2) Se a paciente ainda está consciente, qual é a abordagem da arritmia?

Se o paciente estiver consciente, pode ser feita infusão intravenosa de lidocaína. - 0,2 pontos

(3) Se a paciente for inconsciente, qual é a abordagem da arritmia?

Se o paciente estiver com rebaixamento do nível de consciência ou se houver evidência de baixo débito cardíaco - cardioversão elétrica sincronizada. - 0,2 pontos

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.98)




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