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ESCORPIONISMO - ACESSO LIVRE (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Os acidentes escorpiônicos são importantes em virtude da grande frequência com que ocorrem e da sua potencial gravidade, principalmente em crianças picadas pelo Tityus serrulatus.
O escorpionismo (envenenamento causado por picada de escorpião ou quadro clínico resultante do acidente escorpiônico) é um agravo de considerável repercussão médico-sanitária brasileira, pela alta incidência e potencial gravidade dos casos, perfazendo a maioria dos atendimentos de acidentes por animais peçonhentos no Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIAT-s)
Minas Gerais e São Paulo são os campeões das notificações. Tytius serrulatus parece a ser responsável por acidentes de maior gravidade no Brasil.

OBJETIVA: (1417282 votos)..........96.03% das questões objetivas receberam votos.
Em relação à classificação FIGO (International Federation of Gynecology and Obstetrics) dos leiomiomas do corpo uterino, assinale a alternativa CORRETA:
A. O leiomioma tipo 0 é intramural puro, sem contato com o endométrio nem com a serosa
B. O leiomioma tipo 2 é submucoso com componente intramural inferior a 50%
C. O leiomioma tipo 0 é pediculado intracavitário; o tipo 1 é submucoso com menos de 50% intramural; o tipo 2 é submucoso com 50% ou mais intramural
D. O leiomioma tipo 7 corresponde ao nódulo que apenas toca o endométrio, sendo 100% intramural
E. Os tipos 3 e 4 descrevem leiomiomas exclusivamente subserosos pediculados

  RATING: 0

Em relação à classificação FIGO (International Federation of Gynecology and Obstetrics) dos leiomiomas do corpo uterino, assinale a alternativa CORRETA:

A. O leiomioma tipo 0 é intramural puro, sem contato com o endométrio nem com a serosa
INCORRETO: O tipo 0 da FIGO (International Federation of Gynecology and Obstetrics) é o nódulo pediculado inteiramente intracavitário; intramural puro sem contato endometrial é o tipo 4
B. O leiomioma tipo 2 é submucoso com componente intramural inferior a 50%
INCORRETO : Tipo 2 é o submucoso cujo componente intramural é igual ou superior a 50%; o submucoso com menos de 50% intramural é o tipo 1
C. O leiomioma tipo 0 é pediculado intracavitário; o tipo 1 é submucoso com menos de 50% intramural; o tipo 2 é submucoso com 50% ou mais intramural
CORRETO : A classificação FIGO numera o pediculado intracavitário como 0, o submucoso predominantemente cavitário como 1 e o submucoso predominantemente intramural como 2, o que organiza a via de acesso histeroscópico ou abdominal
D. O leiomioma tipo 7 corresponde ao nódulo que apenas toca o endométrio, sendo 100% intramural
INCORRETO : O nódulo 100% intramural que apenas contacta o endométrio é o tipo 3; o tipo 7 é o subseroso pediculado
E. Os tipos 3 e 4 descrevem leiomiomas exclusivamente subserosos pediculados
INCORRETO : Tipos 3 e 4 são intramurais (3 contacta o endométrio; 4 não contacta endométrio nem serosa); subserosos pediculados são tipo 7

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (198151 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)




RATING: 2.91

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)


1. Principais dados de incidência

  • Mundialmente, o câncer de próstata configura a segunda neoplasia maligna mais frequente entre indivíduos do sexo masculino (0,04 p).
  • No Brasil, equivale ao tumor mais comum (com exceção dos tumores de pele não melanoma), com risco de 62 por 100 mil homens, valores mais altos na região Sudeste, seguidos pelas regiões Centro-Oeste e Sul (0,05 p).
  • A introdução do PSA após a década de 1990 resultou em elevação acentuada da incidência, favorecendo o diagnóstico precoce na forma de doença localizada; subsequentemente observou-se declínio no número de diagnósticos, seguido de estabilização (0,05 p).

2. Principais fatores de risco

  • Existe relação clara e direta entre o avanço da idade e o aumento progressivo na incidência; a frequência com que a neoplasia é detectada em estudos de autópsia cresce de forma contínua conforme a idade do indivíduo (0,04 p).
  • O risco se eleva significativamente em famílias nas quais um ascendente apresentou a doença, sendo observado que quanto mais precoce o diagnóstico no familiar, maior o risco conferido aos descendentes (0,04 p).
  • Gêmeos univitelinos exibem concordância quatro vezes superior em relação a gêmeos bivitelinos; esses achados reforçam o importante papel da herança genética na etiopatogênese da doença (0,05 p).
  • A incidência é influenciada pela raça: homens negros apresentam taxas substancialmente mais altas quando comparados a homens brancos ou asiáticos; no Brasil identifica-se aumento relativo na prevalência entre negros, correspondendo a um risco relativo de aproximadamente 1,5 (0,05 p).

3. Diferença conceitual e considerações para indicação

  • É fundamental diferenciar as duas modalidades, ambas com o objetivo de reduzir a mortalidade por câncer de próstata (0,04 p).
  • Detecção precoce refere-se à investigação direcionada a indivíduos específicos, e não a uma política de busca ativa em pacientes assintomáticos como ocorre no screening populacional; a estratégia deve ser individualizada, direcionada aos pacientes que apresentam maior probabilidade de benefício com o tratamento (0,04 p).

4. Realização da detecção precoce

  • Antes de indicar a detecção precoce é necessário analisar comorbidades do paciente, estado de saúde atual, expectativa de vida e outros fatores de risco; pacientes com expectativa de vida inferior a 10 anos, com comorbidades descontroladas ou portadores de doenças graves não apresentam benefício (0,05 p).
  • Grupos de maior risco (homens negros, história familiar positiva ou ascendentes diagnosticados em idade jovem) devem ser estimulados a realizar avaliação anual por meio de exame de toque retal e dosagem de PSA; a detecção precoce também deve ser oferecida a pacientes que manifestam desejo de investigação, mesmo na ausência dos fatores de risco mencionados (0,05 p).


FONTE:

NEOPLASIA DE PROSTATA - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.91)

CASO CLINICO: (230341 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um teste de triagem Denver II é realizado em uma consulta de pediatria de uma menina de 2 anos de idade. Ela tem desenvolvimento dos movimentos finos e grosseiros adequado, no entanto não está atingindo os marcos de linguagem esperados.

(I) Quais são as primeiras suspeitas? (0,25 pontos)

(II) Qual é o primeiro passo no plano de acompanhamento? (0,25 pontos)




RATING: 3.11

(I) Quais são as primeiras suspeitas?

Atrasos isolados de linguagem podem ser sugestivos de um problema de audição (0,0625 p), estimulação ambiental inadequada (0,0625 p), retardo mental (0,0625 p) ou transtorno do espectro do autismo (0,0625 p).

(II) Qual é o primeiro passo no plano de acompanhamento?

O primeiro passo deve ser avaliar esta criança quanto à perda de audição (0,0625 p) usando teste comportamental (0,0625 p), teste de emissões otoacústicas (0,0625 p) ou audiometria de resposta evocada de tronco cerebral (0,0625 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.11)




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