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LITIASE RENAL (ÁREA DE CIRURGIA)

A urolitíase, caracterizada pela presença de cálculos no trato urinário, representa uma das causas mais frequentes de atendimentos em serviços de emergência.

Profissionais em formação na área de cirurgia geral frequentemente se deparam com esses pacientes e precisam dominar os princípios fundamentais de avaliação e manejo inicial.

Com o avanço da ciência médica, o aprofundamento no conhecimento da anatomia do trato urinário e da fisiologia renal permitiu o desenvolvimento de diversas teorias sobre a patogênese desses cálculos. Além disso, o surgimento de técnicas analíticas avançadas possibilitou a compreensão da ultraestrutura e da composição química dos cálculos.

OBJETIVA: (981008 votos)..........95.62% das questões objetivas receberam votos.
Na presença de infecção no lado obstruído por cálculo no trato urinário superior, a conduta prioritária consiste em:
A. Realizar litotripsia ureteroscópica imediata para remoção do cálculo
B. Descompressão urgente do sistema coletor com stent ureteral retrógrado ou nefrostomia percutânea associada a antibióticos sem tratar o cálculo definitivamente na fase aguda
C. Manejo ambulatorial com hidratação oral e analgésicos via oral
D. Observação conservadora até eliminação espontânea independentemente da infecção
E. Uso rotineiro de corticosteroides para redução do edema

  RATING: 4

Na presença de infecção no lado obstruído por cálculo no trato urinário superior, a conduta prioritária consiste em:

A. Realizar litotripsia ureteroscópica imediata para remoção do cálculo
INCORRETO: A litotripsia ureteroscópica é contraindicada na fase aguda de infecção e deve ser reservada para momentos eletivos após resolução da infecção.
B. Descompressão urgente do sistema coletor com stent ureteral retrógrado ou nefrostomia percutânea associada a antibióticos sem tratar o cálculo definitivamente na fase aguda
CORRETO : Na presença de infecção no lado obstruído configura-se uma emergência cirúrgica, demandando antibióticos agressivos; o trato superior deve ser descomprimido urgentemente via cistoscopia com colocação de stent ureteral retrógrado ou nefrostomia percutânea para prevenir piora clínica, sepse e choque séptico. Nesse cenário de infecção no trato superior, o foco é descomprimir e drenar o sistema obstruído e infectado, sem abordar o cálculo de forma definitiva. Procedimentos como litotripsia ureteroscópica são contraindicados nessa fase aguda e devem ser reservados para momentos eletivos, com o paciente estável e infecção resolvida. É crucial considerar que, em obstrução completa do trato superior por cálculo, pode haver infecção grave com pionefrose, e a urina eliminada pode parecer normal de forma enganosa; assim, o quadro clínico integral deve ser avaliado e, se um paciente for internado por infecção urinária febril grave o suficiente para hospitalização, um exame de imagem do trato superior deve ser realizado imediatamente para excluir obstrução que exija intervenção urgente.
C. Manejo ambulatorial com hidratação oral e analgésicos via oral
INCORRETO : Pacientes com infecção no lado obstruído não preenchem critérios para manejo ambulatorial e necessitam de internação para hidratação, analgesia e possível procedimento cirúrgico.
D. Observação conservadora até eliminação espontânea independentemente da infecção
INCORRETO : A observação conservadora não é adequada quando existe infecção associada à obstrução, pois configura emergência cirúrgica.
E. Uso rotineiro de corticosteroides para redução do edema
INCORRETO : O uso rotineiro de corticosteroides não é indicado nesse cenário; eles podem ser considerados em TME como alternativa em casos sem infecção, mas com evidências limitadas.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (4)

DISCURSIVA: (175470 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os principais indices hematimetricos, valores normais e significância para o diagnóstico da anemia ferropriva.


RATING: 3.45

Enumeram os principais indices hematimetricos, valores normais e significância para o diagnóstico da anemia ferropriva.

Os principais indices hematimetricos, valores normais e significância
  1. Hemoglobina Corpuscular Média (HCM) Índice hematimétrico que corresponde àmédia de hemoglobina por eritrócito. Pode estar elevado na presença de macrocitose e diminuído na presença de hemácias microcíticas. (0,1 p)
  2. volume corpuscular médio (VCM) Avalia a média do tamanho (volume) das hemácias, que podem estar em seu tamanho normal, quando são ditas normocíticas,diminuídas (microcíticas) ou aumentadas (macrocíticas). (0,05 p)
    O achado de microcitose é comum em anemias por deficiência de ferro, nas doenças crônicas e nas talassemias. O aparecimento de macrocitose pode estar associado à presença de um grande número de reticulócitos, ao tabagismo e à deficiência de vitamina B12 e de ácido fólico. (0,1 p)

    A interpretação dos valores do VCM leva ao diagnóstico do tipo de anemia, classificando-as em:

    • Anemia Microcítica - VCM menor que 80 fl
    • Anemia Normocítica - VCM entre 80 e 100 fl
    • Anemia Macrocítica - VCM maior que 100 fl             (0,1 p)

      Cálculo do VCM

      VCM = Hematócrito/Nº de hemácias

      Valores de Referência

      É considerado normal valores entre: 80 a 100 fl (fentolitros) (0,05 p)

  3. concentração hemoglobínica corpuscular média (CHCM) é a avaliação da hemoglobina encontrada em 100 mL de hemácias. Esse índice permite a avaliação do grau de saturação de hemoglobina no eritrócito. A saturação da hemoglobina normal indica a presença de hemácias ditas normocrômicas. Quando diminuída, teremos hemácias denominadas hipocrômicas e, quando aumentadas, hemácias hipercrômicas.Os valores considerados normais variam de 32 à 36 g/100 ml, mas sua interpretação depende da correlação de outros dados do exame para estabelecer um diagnóstico por um profissional de saúde. (0,1 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.45)

CASO CLINICO: (203830 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Um Sr. de 68a, natural e procedente de Petrolina-PE, procura o serviço médico por dificuldade para deglutir há 3 anos. Inicialmente com alimentos sólidos, agora também tem dificuldades na ingestão de líquidos. A noite, nota alimentos deglutidos no jantar refluírem à boca. Teve um episódio de pneumonia há quatro meses. Refere perda de 8kg no período. Ex-tabagista, agricultor aposentado, portador de hipertensão arterial leve controlada com diuréticos, nega internações e intervenções cirúrgicas prévias.
1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica? - 0,1 pontos
2) Dos exames abaixo, quel é o MENOS util para o diagnóstico? - 0,1 pontos

a) Radiografia contrastada do esôfago
b) Endoscopia digestiva alta
c) Manometria esofágica
d) pHmetria esofágica
e) Tomografia computadorizada do tórax

3) O paciente realizou o exame abaixo. Quais são os achados radiológicos? - 0,3 pontos




RATING: 3.02

1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica?
Megaesôfago chagásico.(0,1 p)
DISCUSSÃO: O principal sintoma que o paciente apresenta é a disfagia. Dentre as principais causas de disfagia, poderíamos citar:

  • neoplasias malignas
  • megaesôfago
  • estenoses pépticas

Como causas mais raras, haveriam

  • os tumores benignos
  • outras doenças motoras
  • Síndrome de Plummer-Vinson
  • a disfagia lusória

Associadamente, o paciente tem regurgitação, história sugestiva de broncoaspiração e perda lenta de peso. Não há história prévia de sintomas pépticos que indique DRGE grave, nem perda acentuada de peso ou hemorragia que sugiram a neoplasia como principais hipóteses.
Assim, pelo caráter lento de aparecimento e pela procedência do paciente, o mais provável é que haja megaesôfago chagásico.
2) Dos exames abaixo, qual é o MENOS útil para o diagnóstico? (0,1 p)
A ph-metria (variante D)
DISCUSSÃO: Os primeiros exames a serem solicitados na suspeita de disfagia são a radiografia contrastada de esôfago e a endoscopia digestiva alta, geralmente nesta ordem.

  • A primeira nos dá uma correta idéia da forma do esôfago, da presença de alterações anatômicas, do esvaziamento do contraste, sendo útil em todas os casos de disfagia.
  • A segunda tem papel primordial nas estenoses orgânicas, em que o exame anátomo-patológico é obrigatório, além de ser o que melhor avalia a mucosa esofágica.
  • A manometria esofágica é o exame que confirma as alterações funcionais motoras do esôfago, tendo achados característicos para cada uma das doenças, incluindo o megaesôfago.
  • A tomografia computadorizada é útil para o estadiamento das neoplasias, identificação de massas esofágicas e para-esofágicas, nem sempre visualizadas por outros métodos.
  • A ph-metria é utilizada para o estudo do refluxo gastroesofágico e, mesmo nos casos de disfagia por estenose péptica, não é capaz de trazer nenhuma informação objetiva acerca da causa da disfagia ou da presença de estenose.
3) Quais são os achados radiológicos?
O esofagograma mostra achados sugestivos de megaesôfago (0,05 p), como dilatação esofágica (0,05 p), presença de resíduos alimentares (0,05 p), nível hidroaéreo no esôfago (0,05 p), ausência de bulha gástrica (0,05 p) e presença de ondas terciárias na porção inferior à esquerda do esôfago. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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