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DOENÇA HEMOLÍTICA DO RECÉM-NASCIDO (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

O fator Rh foi descoberto em 1940 de Landsteiner e Wiener. O fator Rh e presente em 85% dos indivíduos (chamados Rh positivos). O que sobra constitua os Rh - negativos. De fato, existe mais de um tipo de fator Rh, mas o que e importante e tipar o fator Rhesus (D). Ele aparece ainda no estado de embrião de 30 dias!

O fator Rh se transmite pelas regras do Mendel – estudos genéticos mostraram que, praticamente, todas as genes pertencedoras ao sistema Rh são alojados no mesmo cromossomo.
O que e essencial e que ele um fator dominante, então, prevalece.

OBJETIVA: (1159564 votos)..........99.31% das questões objetivas receberam votos.
Causa mais frequente de obstrução de intestino grosso:
A. doença neoplásica
B. megacólon chagásico (volvo ou fecaloma)
C. doença diverticular na forma hipertônica
D. aderências pós-operatórias (bridas)
E. hérnia interna

  RATING: 3.11

Causa mais frequente de obstrução de intestino grosso:

A. doença neoplásica
CORRETO: A doença neoplásica, particularmente o adenocarcinoma colorretal, representa a causa mais frequente de obstrução do intestino grosso em adultos, respondendo por aproximadamente 60-70% dos casos em séries clínicas mundiais, devido ao crescimento endoluminal progressivo que estreita o lúmen colônico, especialmente no cólon esquerdo e sigmoide, levando a obstrução mecânica aguda ou subaguda, com maior incidência em pacientes acima de 60 anos e fatores de risco como dieta pobre em fibras, tabagismo e predisposição genética.
B. megacólon chagásico (volvo ou fecaloma)
INCORRETO : Embora o megacólon chagásico por denervação parassimpática na doença de Chagas possa predispor a fecalomas ou vólvulos, essa etiologia é endêmica em regiões específicas da América Latina e responde por menos de 5% das obstruções colônicas globais, sendo rara em populações não expostas ao Trypanosoma cruzi.
C. doença diverticular na forma hipertônica
INCORRETO : A diverticulite aguda ou estenoses pós-inflamatórias na doença diverticular podem causar obstrução, mas predominantemente em formas complicadas e crônicas, representando cerca de 10-15% dos casos, com a variante hipertônica associada a espasmos musculares no sigmoide, porém não como a etiologia primária ou mais frequente em comparações epidemiológicas.
D. aderências pós-operatórias (bridas)
INCORRETO : As aderências são a principal causa de obstrução do intestino delgado, mas no intestino grosso respondem por apenas 5-10% das obstruções, ocorrendo em pacientes com histórico cirúrgico abdominal prévio, onde as bridas extrínsecas comprimem o cólon, sem predominar sobre neoplasias em estatísticas hospitalares.
E. hérnia interna
INCORRETO : As hérnias internas, como as para-duodenais ou mesentéricas, são raras e tipicamente afetam o intestino delgado, com obstrução colônica ocorrendo em menos de 1% dos casos totais de obstrução intestinal, devido à anatomia fixa do cólon e menor mobilidade em comparação ao delgado.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.11)

DISCURSIVA: (184067 votos) ..........99.41% das questões discursivas receberam votos.
(I) Enumeram as funções da vigilância epidemiológica. (0,255 pontos)
(II) Enumeram os critérios que devem ser aplicados no processo de seleção para notificação de doenças. (0,14 pontos)
(III) Quais são as 3 doenças consideradas de notificação compulsória internacional (0,105 pontos)


RATING: 3.36

(I) Enumeram as funções da vigilância epidemiológica. (0,255 pontos)
(II) Enumeram os critérios que devem ser aplicados no processo de seleção para notificação de doenças. (0,14 pontos)
(III) Quais são as 3 doenças consideradas de notificação compulsória internacional (0,105 pontos)

(I) São funções da vigilância epidemiológica:
- coleta de dados; (0,035 p)
- processamento de dados coletados; (0,035 p)
- análise e interpretação dos dados processados; (0,036 p)
- recomendação das medidas de controle apropriadas; (0,035 p)
- promoção das ações de controle indicadas; (0,035 p)
- avaliação da eficácia e efetividade das medidas adotadas;(0,035 p)
- divulgação de informações pertinentes. (0,035 p)

(II) Os critérios que devem ser aplicados no processo de seleção para notificação de doenças são:
- magnitude (0,035 p)
- potencial de disseminação (0,035 p)
- transcendência (0,035 p)
- vulnerabilidade (0,035 p)

(III) O Regulamento Sanitário Internacional define as doenças que estão consideradas como de notificação compulsória internacional, obrigatoriamente, que são incluídas nas listas de todos os países membros da OPAS/OMS, e hoje estão restritas a três:
- cólera (0,035 p)
- febre amarela (0,035 p)
- peste (0,035 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.36)

CASO CLINICO: (214766 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino com 38 anos de idade refere dor epigástrica em queimação há 3 semanas, com piora associada a alimentação. Nega disfagia,vômitos e outros sintomas associados. Sem antecedentes patológicos dignos de nota não faz uso de nenhuma medicação.
Exame Físico: B. E. G., corado, hidratado, anictérico, acianótico.
PA: 120/70 mmHg; FC: 80 b.p.m; Ap. Resp.: MV+, sem RA, Ap CV: 2BRNF, sem sopros.
Abdominal: Plano, flácido, dor discreta á palpação de epigástrio, descompressão brusca negativa, sem visceromegalias e massas palpáveis.
1) Qual é o diagnóstico do paciente? (0,25 pontos)
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 pontos)



RATING: 2.95

1) Qual é o diagnóstico do paciente?
Síndrome dispéptica ou dispepsia. (0,25 p)
Discussão: Paciente com sintoma dispéptico de epigastralgia em queimação,sem apresentar sinais de alarme como disfagia, icterícia, sangramento, anemia, alterações de exame físico sugestivos de doença maligna, que indicariam a realização de endoscopia digestiva alta, apresenta ainda idade menor que 50 anos de idade que seria outra indicação da realização do procedimento. O paciente pode apresentar diagnóstico de doença ulcerosa péptica com estes sintomas, mas sem apresentar sinais de alarme pode ser manejado de forma conservadora neste momento.
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 p)
Sugerir modificações de hábitos e introduzir bloqueador H2 para tratamento da dispepsia.
Discussão: Paciente sem sinais de alarme não tendo indicação de realizar endoscopia digestiva alta, podemos orientar modificações de hábitos de vida como diminuição de ingesta de álcool e café e procurar observar quais alimentos desencadeiam com maior freqüência estes sintomas.
Os bloqueadores H2como a ranitidina podem ser usados em doses de 150 mg, 2 vezes ao dia por 2-4 semanas. O uso de bloqueadores de bomba de prótons é uma opção, embora não tenha sido demonstrado sua superioridade em relação aos bloqueadores H2 e por seu maior custo não deve ser utilizado.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.95)




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