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OBJETIVA: (494289 votos)..........95.68% das questões objetivas receberam votos.
Em relação a estratégia de imunizações:
A. indivíduos imunizados contra hepatite B apresentam anticorpos contra o antígeno do core (anti-HBc) negativos e anticorpos contra o antígeno de superfície do vírus da hepatite B (anti-HBs) positivos
B. a vacinação contra hepatite B não está indicada para comunicantes domiciliares de portadores do AgHBs (antígeno de superfície do vírus da hepatite B)
C. a vacina combinada contra difteria, coqueluche. tétano e hepatite B não pode ser administrada para crianças a partir dos 12 meses de idade
D. a imunoglobulina humana hiperimune contra o vírus da hepatite B não pode ser aplicada simultaneamente à vacina contra hepatite B
E. indivíduos AgHBs positivos e anti-HBs negativos e pacientes nefropatas devem ser vacinados contra hepatite B com o dobro da dose indicada rotineiramente

  RATING: 2.96

Em relação a estratégia de imunizações:

A. indivíduos imunizados contra hepatite B apresentam anticorpos contra o antígeno do core (anti-HBc) negativos e anticorpos contra o antígeno de superfície do vírus da hepatite B (anti-HBs) positivos
INCORRETO: Esta questão está bem clara e visa avaliar o seu conhecimento em relação aos marcadores virais que são induzidos após a administração de vacina (anti-VHB) e após contato com o vírus selvagem da hepatite B. Ressaltamos que a vacina contém apenas HBsAg, portanto, somente induzirá anticorpos contra este antígeno, ou seja, anti-HBs, desta forma, a opção A está correta. Quando você identificar o anti-HBc (seja IgG ou IgM) houve necessariamente contato com o vírus selvagem. Uma atenção maior deve ser dada ao paciente recentemente vacinado - nestes casos pode-se detectar a presença do HBsAg recém administrado através da vacina.
B. a vacinação contra hepatite B não está indicada para comunicantes domiciliares de portadores do AgHBs (antígeno de superfície do vírus da hepatite B)
INCORRETO : A vacina contra o VHB tem que ser administrada a contactantes intradomiciliares de pacientes portadores de hepatite B, o que faz a opção B errada.
C. a vacina combinada contra difteria, coqueluche. tétano e hepatite B não pode ser administrada para crianças a partir dos 12 meses de idade
INCORRETO : A vacina contra a coqueluche de células inteiras não deverá ser aplicada a crianças com mais de 6 anos 11 meses e 29 dias - a opção C está errada.
D. a imunoglobulina humana hiperimune contra o vírus da hepatite B não pode ser aplicada simultaneamente à vacina contra hepatite B
INCORRETO : As imunoglobulinas de um modo geral não interferem com as respostas das vacinas inativadas (hepatite A, hepatite B difteria e tétano) e podem ser administradas conjuntamente com estas vacinas, o que torna a opção D errada.
E. indivíduos AgHBs positivos e anti-HBs negativos e pacientes nefropatas devem ser vacinados contra hepatite B com o dobro da dose indicada rotineiramente
INCORRETO : ATENÇÃO: os adultos renais crônicos devem ser vacinados com o dobro da dose de antígenos, 40 microgramas, no lugar de 20 microgramas, e com um esquema vacinal um pouco diferente, 0,1, 2 e 6 meses no lugar do 0,1 e 6 meses habitualmente utilizado. Na opção E, a presença de AgHBs nos indica que o indivíduo já foi infectado e, portanto, não precisa receber a vacina.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)
DISCURSIVA: (97281 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram quatro dos mais importantes fatores fisiopatológicos que contribuem para a apneia em crianças pequenas.

RATING: 2.95

Enumeram quatro dos mais importantes fatores fisiopatológicos que contribuem para a apneia em crianças pequenas.

a) Estímulo hipóxico - No recém-nascido, a hipoxia resulta em um breve aumento da freqüência respiratória seguido de uma depressão do esforço respiratório e apneia. Hipoxemia leve durante o sono pode causar respiração periódica ou apneia e hipoxemia durante o sono podem não causar despertar (0,125 p)
b) Efeitos da alimentação - Dificuldade na coordenação entre sugar e respirar pode causar hipoxemia. A presença de um reflexo laringoquimico acentuado pode ocasionar apneia e bradicardia caso ocorra regurgitação enquanto a criança encontra-se hipóxica.(0,125 p)
c) Anormalidades metabólicas - Pode ocorrer apneia em recém-nascidos e crianças pequenas como resultado de hipoglicemia ou anemia.(0,125 p)
d) Fatores mecânicos - Devido à caixa torácica complacente e à fatigabilidade do músculo diafragmático, tentativas de aumentar a ventilação por minuto por meio de aumento no volume corrente pode aumentar o trabalho respiratório. Assim,acriança em sofrimento respiratório é mais suscetível à insuficiência respiratória.

FONTE:
Steven M, Selbst; Kate Cronan - SEGREDOS EM EMERGÊNCIA PEDIATRICA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (103497 votos)..........99.33% dos casos clinicos receberam votos.
RSC, 2 anos, sexo feminino, natural e procedente de Nazaré–BA.
QUEIXA PRINCIPAL: Febre alta e adinamia há 15 dias.
Há 15 dias paciente iniciou quadro de febre alta (39o C), associado a adinamia, anorexia, sonolência e aumento progressivo do volume abdominal. No mesmo período apresentou tosse produtiva porém sem expectoração, além de edema em pés. Nega vômitos, diarreia, sangramentos ou alterações urinárias. Genitora levou a criança ao Hospital Gonçalves Martins onde foi tratada para pneumonia (SIC) e realizou parasitológico de fezes que revelou Giárdia e Ancilostomídeo.
Nega viroses da infância, tuberculose, hepatites, cardiopatias, hemotransfusões, intervenções cirúrgicas e alergia medicamentosa.
AR. Som claro pulmonar, murmúrio vesicular rude sem ruídos adventícios. ACV: Precórdio calmo, bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. ABDÔMEN. Globoso as custas de visceromegalia, rígido, indolor a palpação, RHA não audíveis, ausência de ascite, fígado palpável a 4 cm do rebordo costal direito e a 2,5 cm do apêndice xifóide, baço palpável a 8 cm do rebordo costal esquerdo. EXTREMIDADES bem perfundidas e sem edema.SNC. Sem sinais de irritação meníngea.
Genitora G1 P1 A0, gestação sem intercorrências, realizado pré-natal, parto normal a termo, criança chorou ao nascer. Peso 2300 g, genitora não fumou nem ingeriu bebidas alcoólicas na gestação.
Reside em casa com infra-estrutura sanitária adequada, onde moram 10 pessoas. Epidemiologia negativa para Chagas e positiva para esquistossomose. Cria cachorros e gatos.

A) Enumeram 5 hipóteses diagnosticas (0,25 p)

B) Para a mais provável hipótese, indiquem o tratamento adequado. (0,25 p)




RATING: 2.33

A) HIPÓTESES DIAGNOSTICAS:

1) Calazar: pancitopenia + perda ponderal + esplenomegalia acentuada, com baço indolor, superfície lisa e consistência normal + hepatomegalia não muito acentuada, com fígado de superfície lisa e consistência discretamente aumentada + febre de longa duração, com picos elevados e diários + epidemiologia (0,05 p)

2) Salmonelose de curso prolongado: febre prolongada, elevada e irregular + esplenomegalia acentuada + hepatomegalia, com fígado de consistência firme e levemente doloroso à palpação + perda ponderal + diarréia intercalada com períodos de obstipação. Fezes contendo muco e sangue + dor abdominal tipo cólica + leucocitose com aumento de eosinófilos+ anemia + plaquetas normais (0,05 p)

3) Malária: hepatoesplenomegalia+ febre contínua alternada com terçã ou quartã + calafrios + sudorese profusa + anemia(30%) + leucopenia(37%) + plaquetopenia(56%) nas formas graves (0,05 p)

4) Esquistossomose mansônica aguda: febre não contínua, prolongada, elevada, com sudorese e calafrios + diarréia + perda ponderal + hepatoesplenomegaliadiscreta + leucocitose com eosinofilia+ epidemiologia (0,05 p)

5) Doenças linfoproliferativas: LMA-pancitopenia variável + febre(de origem infecciosa) + hepatoesplenomegalia+ adenomegalia + hemorragia. LLA-anemia + plaquetopenia + leucocitose variável + adenomegalia + esplenomegalia (0,05 p)

B)  HIPÓTESE PRINCIPAL E TRATAMENTO

Considerando o caso acima apresentado, o mais provável diagnostico e a leishmaniose infantil.
O tratamento convencional com Antimonial Pentavalente vem diminuindo sua eficácia devido a um aumento da resistência à droga com consequente recaída da doença.
Além disso os efeitos tóxicos da droga são importantes: hepatotoxicidade, cardiotoxicidade, rash, e recentes estudos descreveram casos de pancreatite secundário ao uso da droga.
Anfotericina B lipossomal é o tratamento mais indicado nesta idade. para crianças com L.infantum a dose total é de 18mg/kg (3mg/kg/dia) por 05 dias e mais 3mg/kg no D10 após a alta hospitalar.
(0,25 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.33)

 

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