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NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
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OBJETIVA: (494268 votos)..........95.69% das questões objetivas receberam votos.
No neonato, os patógenos mais comumente associados à pneumonia bacteriana entre as alternativas abaixo são:
A. estreptococos do grupo B e Escherichia coli
B. H. influenzae e Listeria monocytogenes
C. L. monocytogenes e estreptococos do grupo D
D. estreptococos do grupo D e estreptococos do grupo B
E. Chlamydia trachomatis

  RATING: 2.96

No neonato, os patógenos mais comumente associados à pneumonia bacteriana entre as alternativas abaixo são:

A. estreptococos do grupo B e Escherichia coli
CORRETO: Os 2 organismos que mais comumente causam infecção neonatal, incluindo bacteriemia e pneumonia, são o estreptococos do grupo B e a E. coli. Infecções causadas por outras espécies estreptocócicas e pelo S. aureus foram relatadas, porém são menos comuns.
B. H. influenzae e Listeria monocytogenes
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
C. L. monocytogenes e estreptococos do grupo D
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
D. estreptococos do grupo D e estreptococos do grupo B
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
E. Chlamydia trachomatis
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)
DISCURSIVA: (97275 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico? (0,14 pontos)
2. Como identificar o choque?(0,36 pontos)

RATING: 3.06

1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico? (0,14 pontos)
2. Como identificar o choque?(0,36 pontos)

1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico?
O choque não é definido pela pressão arterial, nem por qualquer outro sinal vital. 0,14 p
DISCUSSÂO: O choque existe quando a demanda metabólica do paciente excede a capacidade do corpo de fornecer oxigênio e nutrientes. Isso ocorre mais comumente quando a demanda metabólica é normal ou levemente elevada, porém, o fornecimento de oxigênio e nutrientes encontra-se dramaticamente reduzido. Exemplos incluem perda sanguínea excessiva (hemorragia) ou perda excessiva de líquidos (diarreia). O estado de choque pode e freqüentemente existe na presença de uma pressão arterial 'normal'.

2. Como identificar o choque?
Pelos sinais de perfusão inadequada e compensação:
- aumento na freqüência cardíaca; 0,06 p
- extremidades frias e pálidas; 0,06 p
- tempo de reenchimento capilar retardado; 0,06 p
- pressão de pulso 'estreitada'; 0,06 p
- freqüência respiratória elevada; 0,06 p
- baixa pressão arterial - choque irreversível. 0,06 p
DISCUSSÃO:
Para identificar o choque, considera-se tanto as conseqüências de uma perfusão inadequada como os mecanismos compensatórios do paciente. As manifestações clínicas do choque são aquelas inerentes à perfusão inadequada e compensação. A perfusão inadequada do cérebro resulta em uma alteração dos níveis de consciência da criança. A perfusão inadequada dos rins resulta em uma diminuição do débito urinário.
À medida que a perfusão diminui, ocorrem mudanças compensatórias. Essas mudanças servem para melhorar o fornecimento de oxigênio e nutrientes e para direcionar o fluxo sanguíneo para os órgãos vitais. O primeiro mecanismo compensatório usualmente é um aumento na freqüência cardíaca. Visto que o débito cardíaco é igual à freqüência multiplicada pelo volume total, uma freqüência cardíaca aumentada serve para manter o débito cardíaco face ao decréscimo do volume circulante. Adicionalmente, a vasoconstrição periférica ajuda a manter o fluxo sangüíneo aos órgãos centrais e cérebro. Assim sendo, o paciente possui extremidades frias e pálidas e um tempo de reenchimento capilar retardado, esse aumento do tônus vascular também exerce efeito sobre a mensuração da pressão arterial. A pressão diastólica encontra-se levemente elevada, de modo que a diferença entre as pressões sistólica e diastólica - a pressão de pulso - é menor. Isso é denominado pressão de pulso 'estreitada'.
A fim de compensar tanto o fornecimento diminuído de oxigênio como a acidose gerada pela hipoperfusão dos tecidos periféricos, a freqüência respiratória se eleva. A pressão arterial eventualmente cai, porém, este é um achado tardio e pode significar que o estado de choque é irreversível.

FONTE:
OS CHOQUES COMO EMERGÊNCIAS

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (103492 votos)..........99.33% dos casos clinicos receberam votos.
Masculino, 34 anos, brasileiro, de Alagoas. Sua história tem inicio há 4 anos com dilatação progressiva das veias superficiais dos membros inferiores, que se tornaram proeminentes, gradualmente descoradas e endurecidas. Após 5 anos, notou proeminência dos vasos da face anterior do tórax e parede abdominal. Desenvolveu ginecomastia, e varicocele bilateral.
Nega consumo crônico de álcool e drogas.
Ganha a vida pescando e vendendo peixe.
Não foi evidenciado ao exame clinico icterícia, telangiectasias ou atrofia testicular.
Havia ginecomastia bilateral e esplenomegalia.
A contagem de plaquetas era de 20.000 por milímetro cúbico, as provas funcionais hepáticas não estavam alteradas.
A ultrassonografia duplex-doppler do abdômen mostrou fibrose peri-portal, esplenomegalia e elevado fluxo de portal.
A esofagogastroduodenoscopia mostrou a presença de varizes esofágicas.


CASO CLINICO

Pergunta-se:

1) Qual o diagnostico mais provável e o tratamento do caso? (0,25 p)

2) Como podemos confirmar o diagnostico? (0,25 p)


RATING: 2.35

1) DIAGNOSTICO MAIS PROVÁVEL

O diagnóstico mais provável é de hipertensão portal pela esquistossomose intestinal.Porque isso? E claro que a hipertensão portal existe. Quais são as causas da hipertensão portal? (0,05)

Principais causas de hipertensão portal classificadas de acordo com o local de aumento da resistência vascular:

a) Pré-hepática
Trombose da veia esplênica
Trombose da veia porta
Cavernomatose da veia porta

b) Intra-hepática
Esquistossomose
Fibrose hepática congênita
Cirrose hepática
Hepatite crônica

c) Pós-hepática
Síndrome de Budd-Chiari
Malformações congênitas na veia cava inferior
Pericardite constrictiva

O diagnostico de ESQUISTOSSOMÍASE pode ser considerado enquanto:

- não apresentando antecedentes de etilismo ou outras doenças cirógenas
- idade jovem, contato com águas possivelmente contaminadas
- ausência de ascite, edemas, aranhas vasculares.  (hipertensão portal pre-sinusoidal?)

Procedência de zona endêmica de esquistossomose (Alagoas, no caso) pode sugerir a causa da hipertensão portal, especialmente sabendo que o paciente vem permanente em contato com águas possivelmente contaminadas.
Comumente, em caso de etiologia parasitaria com S. mansoni,  observam-se manifestações de hipertensão portal, sem os estigmas de doença hepática crônica.(0,1 p)

O paciente tem que ser tratado com praziquantel, mesmo com as evidencias de fibrose peri-portal e hipertensão porta, suportando bem o tratamento, com negativação posterior do exame de fezes. O praziquantel (um derivado pirazino-isoquinolíquinico) é empregado na dose de 50 mg por quilo de peso corporal para adultos em dose única, por via oral, dado preferencialmente após refeição. Os percentuais de cura são semelhantes àqueles obtidos com a oxaminiquina. Não se dispõe da apresentação em forma de xarope.(0,1 p)

2) CONFIRMAÇÃO DIAGNÓSTICA

Para fazer o diagnostico de certeza e preciso encontrar ovos de S. mansoni (0,05 p)

METODOS UTILIZADOS:

  1. o exame parasitológico das fezes (Kato-Katz, Lutz) (0,05 p)
  2. a eclosão de miracídios (0,05 p)
  3. a biópsia retal (0,05 p)
  4. a biópsia hepática (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.35)

 

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