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COMUNICAÇÕES INTERVENTRICULARES (ÁREA DE PEDIATRIA)

A CIV é a malformação cardíaca mais comum e é responsável por 25% das doenças cardíacas congênitas. Aonde podem ocorrer os defeitos da parede ventricular? Os defeitos podem ocorrer em qualquer porção do septo ventricular, mas a maioria é do tipo membranoso. Essas comunicações estão em uma posição póstero-inferior, anterior ao folheto septal da valva tricúspide. Há um ponto de referência anatomico cardíaco que define a complexidade dos defeitos - a crista supraventricular

OBJETIVA: (1436347 votos)..........96.25% das questões objetivas receberam votos.
Uma caloura universitária de 18 anos está sendo examinada devido a um sopro cardíaco detectado em um rastreamento de saúde. Relata um estilo de vida ativo, sem história clínica pregressa nem sintomas cardíacos. Apresenta sopro mesossistólico após som de não ejeção e crescendo com B2.
A duração do sopro é maior quando passa da posição de decúbito para a posição ortostática e diminui em posição de agachamento. O sopro é mais audível ao longo da borda esternal esquerda inferior e ápice. O eletrocardiograma é normal. Qual das seguintes condições é a que mais provavelmente está causando o sopro?
A. Estenose aórtica
B. Miocardiopatia hipertrófica obstrutiva
C. Prolapso da valva mitral
D. Estenose pulmonar
E. Insuficiência tricúspide

  RATING: 3.67

Uma caloura universitária de 18 anos está sendo examinada devido a um sopro cardíaco detectado em um rastreamento de saúde. Relata um estilo de vida ativo, sem história clínica pregressa nem sintomas cardíacos. Apresenta sopro mesossistólico após som de não ejeção e crescendo com B2.
A duração do sopro é maior quando passa da posição de decúbito para a posição ortostática e diminui em posição de agachamento. O sopro é mais audível ao longo da borda esternal esquerda inferior e ápice. O eletrocardiograma é normal. Qual das seguintes condições é a que mais provavelmente está causando o sopro?

A. Estenose aórtica
INCORRETO: A estenose aórtica é mais bem audível no segundo espaço intercostal direito irradiando-se para a carótida e é de caráter crescendo-decrescendo. Quando grave, ocorre sobrecarga ventricular direita com elevação paraesternal no ECG.
B. Miocardiopatia hipertrófica obstrutiva
INCORRETO : O sopro da miocardiopatia hipertrófica comporta-se de forma semelhante, porém não deve haver nenhum clique de não ejeção, e espera-se detectar a hipertrofia ventricular esquerda no ECG.
C. Prolapso da valva mitral
CORRETO : O prolapso da valva mitral caracteriza-se por um som de não ejeção mesossistólico (clique), seguido de um sopro sistólico tardio que se mantém crescente e termina com ou em B2. Uma diminuição do retorno venoso induzida pela posição em pé irá mover o clique para mais perto da B1 e aumentar a duração do sopro. O agachamento aumenta o retorno venoso e reduz a duração do sopro.
D. Estenose pulmonar
INCORRETO : A estenose pulmonar congênita é de caráter crescendo-decrescendo e é mais bem audível no segundo ao terceiro espaço intercostal esquerdo.
E. Insuficiência tricúspide
INCORRETO : A insuficiência tricúspide provoca sopro holossistólico, e não mesossistólico, que aumenta com a inspiração.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.67)

DISCURSIVA: (200725 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Na avaliação da vitalidade fetal, cite as cinco variáveis que compõem o Perfil Biofísico Fetal. (0,5 pontos)


RATING: 1.7

Na avaliação da vitalidade fetal, cite as cinco variáveis que compõem o Perfil Biofísico Fetal. (0,5 pontos)

As variáveis que compõem o Perfil Biofísico Fetal:

1) Movimentos fetais (0,1 p)
2) Movimentos respiratórios fetais (0,1 p)
3) Tônus fetal (0,1 p)
4) Líquido amniótico (0,1 p)
5) Cardiotocografia (0,1 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (1.7)

CASO CLINICO: (232976 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente masculino, 55 anos, obeso (IMC 34 kg/m²), com diabetes mellitus tipo 2 de diagnóstico recente e ganho ponderal de 10 kg nos últimos 6 meses. Procura o pronto-socorro com dor súbita, intensa e insuportável no flanco esquerdo, irradiada para região inguinal e genitália, acompanhada de náuseas, vômitos e hematúria macroscópica. Refere episódios semelhantes no passado, de resolução espontânea. Ao exame físico: paciente em posição antálgica, com sensibilidade no ângulo costovertebral esquerdo. Urinálise: pH 5,0, hematúria (++), ausência de leucocitúria ou nitrito. Sem febre.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?  (0,12 p) 
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada neste cenário?  (0,13 p) 
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (0,13 p) 
IV. Qual o tratamento indicado?  (0,12 p) 



RATING: 3.01

Resposta à Questão I – Suspeita Diagnóstica (0,12 p) 
  • A tríade clássica de dor intensa no flanco, irradiação para genitália e hematúria orienta para cólica renal por obstrução ureteral (0,04 p). 
  • A formação de cálculos na pelve renal é assintomática até que um fragmento migre pelo ureter, desencadeando a cólica ureteral (0,04 p). 
  • Hematúria e lesões renais podem ocorrer mesmo na ausência de dor, reforçando a suspeita de urolitíase (0,04 p). 

Resposta à Questão II – Possível Causa da Doença Diagnosticada (0,13 p) 
  • Os cálculos de ácido úrico correspondem a ≈7 % de todos os cálculos urinários e apresentam fisiopatologia multifatorial, com predomínio de mecanismos idiopáticos (0,03 p). 
  • Há estreita associação epidemiológica com diabetes mellitus tipo 2, obesidade e ganho de peso corporal recente, situações em que ocorre incremento na produção endógena de ácido úrico (0,03 p). 
  • A principal alteração metabólica nos casos idiopáticos é a acidificação urinária (pH urinário baixo) decorrente da redução na excreção de amônia pela urina (0,04 p). 
  • Essa acidificação facilita a saturação cristalina de ácido úrico, mesmo sem hiperuricosúria acentuada ou distúrbios genéticos/dietéticos evidentes (0,03 p). 

Resposta à Questão III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico (0,13 p) 
  • A tomografia computadorizada helicoidal sem contraste é o método mais preciso para o diagnóstico de litíase urinária (0,04 p). 
  • Apresenta sensibilidade de 98 % e especificidade de 97 %, superando todos os outros métodos de imagem (0,03 p). 
  • Detecta cálculos radiotransparentes (como os de ácido úrico) por seu alto coeficiente de atenuação e identifica sinais secundários de obstrução (dilatação ureteral, estrias perirrenais) (0,03 p). 
  • Protocolos de baixa dose mantêm sensibilidade ≈96 % e especificidade ≈94 % em pacientes com IMC < 30 kg/m², reduzindo radiação (0,03 p). 

Resposta à Questão IV – Tratamento Indicado (0,12 p) 
  • O manejo terapêutico dos cálculos de ácido úrico idiopáticos envolve fundamentalmente ingestão hídrica elevada (cerca de 3 litros ao dia) (0,03 p). 
  • Restrição do consumo de proteínas e alcalinização da urina com agentes contendo potássio ou sódio (0,03 p). 
  • Os compostos à base de potássio oferecem vantagem adicional de reduzir a excreção urinária de cálcio, diminuindo risco de cálculos de oxalato de cálcio (0,03 p). 
  • Recomenda-se monitoramento do pH urinário após 3 meses, mantendo-o na faixa entre 6,1 e 6,7 para evitar precipitação de fosfato de cálcio (0,03 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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