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ESTÔMAGO CIRURGICAL (ÁREA DE CIRURGIA)

A principal função do estômago é preparar o alimento ingerido para a digestão e a absorção à medida que ele é impulsionado para dentro e através do intestino delgado. O período inicial da digestão requer que os componentes sólidos de uma refeição sejam degradados por várias horas, enquanto sofrem uma redução em seu tamanho e se degradam em seus constituintes metabólicos básicos.

A digestão péptica metaboliza uma refeição em gorduras, proteínas e carboidratos pela ruptura das paredes celulares. Embora duodeno e o intestino delgado proximal sejam primariamente os responsáveis pela digestão dos alimentos, o estômago claramente facilita o processo.

OBJETIVA: (1223727 votos)..........99.04% das questões objetivas receberam votos.
Entre os efeitos negativos da acidose latica estão os seguintes, EXCETO:
A. interfere com a medicação vasoativa
B. aumenta o potássio serico
C. provoca hipercalcemia
D. causa convulsões e lesão cerebral
E. afeta, de modo negativo, a contratilidade cardíaca

  RATING: 2.89

Entre os efeitos negativos da acidose latica estão os seguintes, EXCETO:

A. interfere com a medicação vasoativa
INCORRETO: A acidose pode impedir a ação das catecolaminas administradas.
B. aumenta o potássio serico
INCORRETO : A acidose metabólica é característica de todas as formas de choque. A acidose, ou a queda no pH sérico, é normalmente associada ao aumento do potássio sérico. O potássio sérico diminui quando a acidose é corrigida ou a alcalose se desenvolve.
C. provoca hipercalcemia
INCORRETO : A concentração sérica de cálcio ionizado muda na direção oposta à da variação do pH (ou seja, aumenta quando a acidose provoca queda no pH e cai quando a correção da acidose ou o desenvolvimento de alcalose provoca aumento do pH).
D. causa convulsões e lesão cerebral
CORRETO : A hipoglicemia é a baixa concentração de glicose sérica. A glicose é vital para o bom funcionamento cardíaco e cerebral. As reservas de glicose podem ser baixas em bebês e crianças cronicamente doentes. A hipoglicemia não tratada pode causar convulsões e lesão cerebral.
E. afeta, de modo negativo, a contratilidade cardíaca
INCORRETO : Todos os disturbios metabolicos surgidos no choque afetam negativamente a contratilidade cardíaca

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

DISCURSIVA: (188365 votos) ..........98.88% das questões discursivas receberam votos.
(I) Enumeram pelo menos 5 patógenos que são as causas mais comuns de infecções congênitas? (0,15 pontos)
(II) Qual é o tratamento recomendado para um bebê com anticorpos estáveis ou crescentes para toxoplasmose?(0,1 pontos)
(III) Como se apresentam os pacientes com meningite viral herpetica?(0,2 pontos)


RATING: 3.15

(I) Enumeram pelo menos 5 patógenos que são as causas mais comuns de infecções congênitas? (0,15 pontos)
(II) Qual é o tratamento recomendado para um bebê com anticorpos estáveis ou crescentes para toxoplasmose?(0,1 pontos)
(III) Como se apresentam os pacientes com meningite viral herpetica?(0,2 pontos)

(I) Enumeram pelo menos 6 patógenos que são as causas mais comuns de infecções congênitas? (0,025 p para cada uma da lista abaixo, máximo seis pontuadas)
- Toxoplasmose
- Treponema pallidum (sífilis)
- Hepatite B
- Vírus Epstein-Barr (EBV)
- Parvovírus B19
- Rubéola
- Citomegalovírus (CMV)
- Herpes
- HIV

(II) Qual é o tratamento recomendado para um bebê com anticorpos estáveis ou crescentes para toxoplasmose?
O tratamento consiste em uma combinação de sulfadiazina (0,05 p) e pirimetamina. (0,05 p)
DISCUSSÂO: Se um bebê tem níveis decrescentes de anticorpos IgG para toxoplasmose durante o primeiro ano de vida provavelmente representa o anticorpos transplacentários em vez de infecção congênita

(III) Como os pacientes com meningite HSV geralmente se apresentam?
Esses pacientes costumam apresentar sintomas clássicos de meningite, incluindo febre (0,025 p), irritabilidade (0,025 p), letargia (0,025 p), e má alimentação (0,025 p).
Os sintomas adicionais observados na meningite HSV incluem convulsões focais (0,025 p) ou generalizadas (0,025 p); doença disseminada subsequente causa disfunção hepática (0,025 p) e coagulação intravascular disseminada (DIC) (0,025 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.15)

CASO CLINICO: (220625 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.
Os pais trouxeram na UPA um bebe de 2 meses que estava dormindo no quarto porque acharam um morcego no mesmo ambiente que o bebe estava dormindo. Não se sabe se houve contato com esse morcego ou não. Não há nenhum tipo de sinais de arranhão, mordida ou picada. A criança está muito bem no momento. Os pais não conseguiram capturar o morcego.
1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?.................0,08 pontos
2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentam...........0,12 pontos
3) Qual é a conduta terapêutica e profilatica mais eficiente sugerida?.................0,15 pontos
4) Quais são as medidas complementares obrigatórias? .....................................0,15 pontos





RATING: 3

1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?

  • Exposição potencial/duvidosa ao vírus rábico por adentramento de morcego em ambiente de sono de lactente (categoria III ou equivalente em protocolo de risco). (0,04 p)
  • Acidente grave por morcego não capturado (não se pode realizar observação ou exame laboratorial do animal). (0,04 p)

2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentem.

  • Sim, é situação de risco elevado (evidência nível A – mortalidade da raiva humana ≈ 100% após início de sintomas). (0,03 p)
  • Razão epidemiológica: Mordidas de morcego são frequentemente imperceptíveis; lactentes não relatam contato; transmissão saliva-órgão neural é altamente eficiente. (0,03 p)
  • Razão de decisão clínica: Risco-benefício da profilaxia pós-exposição (PPE) é extremamente favorável (eficácia > 99% quando iniciada precocemente); não há “janela segura” de observação quando o animal não é capturado. (0,03 p)
  • Princípio MBE: Prevenção primária de doença letal em cenário de incerteza diagnóstica justifica intervenção imediata (regra “better safe than sorry” em raiva). (0,03 p)

3) Qual é a conduta terapêutica e profilática mais eficiente sugerida?

  • Conduta de escolha: Profilaxia pós-exposição (PPE) completa e imediata – soro anti-rábico humano (SAR) + vacina anti-rábica inativada. (0,05 p)
  • Dose de imunoglobulina: SAR 40 UI/kg (ou IGHR 20 UI/kg se disponível), com infiltração máxima possível no local de possível inoculação (mesmo sem lesão visível, infiltrar em região de maior probabilidade – ex.: face/cabeça) e o restante intramuscular em local distante. (0,05 p)
  • Esquema vacinal para lactente: Vacina anti-rábica intramuscular em vasto lateral da coxa – dias 0, 3, 7, 14 e 28 (esquema de 5 doses para imunocompetentes < 2 anos). (0,05 p)

4) Quais são as medidas complementares obrigatórias?

  • Notificação compulsória imediata ao serviço de vigilância epidemiológica (SINAN) – caso de exposição a morcego. (0,03 p)
  • Orientação aos pais: Monitoramento clínico rigoroso do lactente (sinais prodômicos de raiva) por 90 dias; retorno imediato à UPA se febre, irritabilidade, hidrofobia ou paresia.  (0,03 p)
  • Higienização rigorosa de todo o corpo do bebê com água e sabão (mesmo sem lesão aparente), higienização do ambiente: limpeza do quarto com água e sabão + desinfecção com hipoclorito (mesmo sem lesão no bebê).  (0,03 p)
  • Notificação imediata à Vigilância Epidemiológica municipal/estadual (formulário de atendimento antirrábico).  (0,03 p)
  • Monitorização clínica por 10-14 dias (qualquer alteração neurológica → hospital de referência).  (0,03 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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