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POLIARTERITE NODOSA NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Segundo os critérios “Chapel Hill Consensus Conference”, a poliarterite nodosa clássica não envolve arteríolas, capilares ou vênulas, não causando glomerulonefrite nem capilarite pulmonar (hemorragia alveolar). Na verdade, ela pode afetar qualquer vaso de médio calibre do corpo, exceto as artérias do leito pulmonar. O que é claro é que ambas são doenças de etiologia desconhecida, mas de natureza claramente imunológica.
A poliangeíte microscópica acomete predominantemente arteríolas, capilares e vênulas, produzindo com frequência glomerulonefrite e capilarite pulmonar, embora também afete pequenas e médias artérias.

OBJETIVA: (996733 votos)..........96.12% das questões objetivas receberam votos.
Foi constatado que todas as seguintes opções reduzem o risco de acidente vascular encefálico atero-trombótico na prevenção primária ou secundária, EXCETO:
A. Acido acetilsalicílico
B. Controle da pressão arterial
C. Clopidogrel
D. Tratamento com estatinas
E. Varfarina

  RATING: 3.15

Foi constatado que todas as seguintes opções reduzem o risco de acidente vascular encefálico atero-trombótico na prevenção primária ou secundária, EXCETO:

A. Acido acetilsalicílico
INCORRETO: Foi constatado que a terapia com agentes antiplaquetários reduz o risco de eventos aterotrombóticos vasculares. A redução global de risco relativo de acidente vascular encefálico não fatal é de cerca de 25 a 30% na maioria dos ensaios clínicos de grande porte.
B. Controle da pressão arterial
INCORRETO : Vários estudos identificaram os fatores de risco essenciais para o acidente vascular encefálico isquêmico. A idade avançada, a história familiar, o diabetes, a hipertensão, o tabagismo e o colesterol são fatores de risco para aterosclerose e, portanto, para o acidente vascular encefálico. A hipertensão é, entre esses fatores de risco, o mais significativo. Todos os casos de hipertensão precisam ser controlados visando à prevenção de acidente vascular encefálico.
C. Clopidogrel
INCORRETO : O verdadeiro benefício absoluto depende do risco de cada paciente; por isso, pacientes com baixo risco de acidente vascular encefálico (p. ex., pacientes mais jovens com fatores de risco cardiovasculares mínimos) podem apresentar uma redução relativa do risco com tratamento antiplaquetário, porém com benefício insignificante.
D. Tratamento com estatinas
INCORRETO : Inúmeros estudos mostraram o benefício do tratamento com estatinas na redução do risco de acidente vascular encefálico, mesmo na ausência de hipercolesterolemia.
E. Varfarina
CORRETO : A anticoagulação constitui o tratamento de escolha para a prevenção de acidente vascular encefálico em pacientes com fibrilação atrial ou outras causas potenciais de embolia cardiocerebral. Entretanto, os dados disponíveis não sustentam o uso de longo prazo de antagonistas da vitamina K para a prevenção do acidente vascular encefálico aterotrombótico para doença cerebrovascular tanto intracraniana quanto extracraniana. O Warfarin-Aspirin Recurrent Stroke Study (WARSS) não constatou nenhum benefício da varfarina (relação internacional normalizada [INR] de 1,4 a 2,8) em comparação com o ácido acetilsalicílico 325 mg para a prevenção secundária do acidente vascular encefálico, porém assinalou uma taxa de sangramento ligeiramente maior no grupo tratado com varfarina. Um recente estudo europeu confirmou esse achado. O estudo Warfarin-Aspirin Symptomatic Intracranial Disease (WASID) não demonstrou nenhum benefício da varfarina (INR de 2 a 3) em comparação com o ácido acetilsalicílico em pacientes com aterosclerose intracraniana sintomática e também constatou uma maior taxa de complicações hemorrágicas.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.15)

DISCURSIVA: (176322 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram quatro dos mais importantes fatores fisiopatológicos que contribuem para a apneia em crianças pequenas.


RATING: 2.93

Enumeram quatro dos mais importantes fatores fisiopatológicos que contribuem para a apneia em crianças pequenas.

Os fatores fisiopatológicos que contribuem para a apneia em crianças pequenas:

a) Estímulo hipóxico - No recém-nascido, a hipoxia resulta em um breve aumento da freqüência respiratória seguido de uma depressão do esforço respiratório e apneia. Hipoxemia leve durante o sono pode causar respiração periódica ou apneia e hipoxemia durante o sono podem não causar despertar (0,125 p)
b) Efeitos da alimentação - Dificuldade na coordenação entre sugar e respirar pode causar hipoxemia. A presença de um reflexo laringoquimico acentuado pode ocasionar apneia e bradicardia caso ocorra regurgitação enquanto a criança encontra-se hipóxica.(0,125 p)
c) Anormalidades metabólicas - Pode ocorrer apneia em recém-nascidos e crianças pequenas como resultado de hipoglicemia ou anemia.(0,125 p)
d) Fatores mecânicos - Devido à caixa torácica complacente e à fatigabilidade do músculo diafragmático, tentativas de aumentar a ventilação por minuto por meio de aumento no volume corrente pode aumentar o trabalho respiratório. Assim,acriança em sofrimento respiratório é mais suscetível à insuficiência respiratória.

FONTE:

Steven M, Selbst; Kate Cronan - SEGREDOS EM EMERGÊNCIA PEDIATRICA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (204775 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Homem de 67 anos, de etnia negra, com história familiar de câncer de próstata em ascendente de primeiro grau diagnosticado precocemente, previamente assintomático, desenvolve em poucas semanas jato urinário fraco e fino, hesitação, gotejamento terminal e noctúria intensa. O exame físico revela nódulo endurecido no toque retal sem extensão óbvia para vesículas seminais. Não há dor óssea ou edema de membros inferiores. PSA total de 7,5 ng/mL.

Questões:

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável? (0,15 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,15 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (0,1 pontos)
IV. Qual o tratamento indicado considerando o provável estadiamento inicial? (0,1 pontos)





RATING: 3

Questão I (Suspeita diagnóstica)

  • Suspeita de câncer de próstata com sintomas do trato urinário inferior graves e rápidos, que costumam indicar tumor de alto grau (Gleason ≥ 8) ou grande volume tumoral (0,05 p)
  • O tumor cresceu para a zona de transição ou invadiu localmente a uretra prostática causando obstrução mecânica importante (0,05 p)
  • Fase possivelmente além do “silêncio clínico” típico da zona periférica (70-75% dos casos), onde o tumor cresce até 1,5-2 cm sem compressão uretral (0,05 p)


Questão II (Possível causa da doença diagnosticada)

  • Risco elevado por história familiar: quanto mais precoce o diagnóstico no ascendente, maior o risco conferido aos descendentes (0,05 p)
  • Incidência substancialmente mais alta em homens negros quando comparados a brancos ou asiáticos (0,05 p)
  • Relação clara e direta com o avanço da idade e aumento progressivo na incidência da neoplasia (0,05 p)


Questão III (Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico)

  • Biópsia transretal da próstata guiada por ultrassonografia, com obtenção de pelo menos 12 fragmentos prostáticos (0,05 p)
  • Indicação baseada em critério de valor elevado de PSA ou presença de nódulo endurecido ao toque retal (ou alterações em ambos os métodos) (0,05 p)


Questão IV (Tratamento)

  • Prostatectomia radical associada à linfadenectomia pélvica, que se mantém como padrão ouro para o controle eficaz e preciso da neoplasia localizada (0,10 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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