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O PRIMEIRO EXAME DA GRAVIDA (CONSULTA PRE-NATAL) (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

No Brasil, alto 95% das grávidas freqüentam o serviço de pré-natal, no entanto a morbimortalidade materna e perinatal permanece alto, refletindo deficiências no atendimento.

Calendário de Consultas

A gestante deve procurar o serviço de pré-natal o mais cedo possível, impreterivelmente no 1º trimestre, a fim de que a investigação a respeito de sua saúde seja completada em tempo hábil.

O número total de consultas, preconizado pela OMS, não deve ser menor de 6. Qualquer número menor de desta cifra é considerado como atendimento deficiente.

Exame ginecológico e obstétrico: exame das mamas, altura uterina, BCF, situação e apresentação fetal pelas manobras de Leopold. Exame especular, na 1º consulta, avaliando-se cuidadosamente as paredes vaginais, colo uterino, CO, além do toque vaginal. O obstetra deve orientar a gestante a respeito da necessidade de realizar este exame detalhado, já que o momento é apropriado para um check up geral da saúde.

OBJETIVA: (1415907 votos)..........96.15% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 68 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão, foi diagnosticada com doença renal crônica há 5 anos. Seu quadro é acompanhado regularmente, mas nos últimos meses apresentou piora da função renal, com aumento progressivo da creatinina sérica, que atualmente está em 4,2 mg/dL. Ela relata fadiga, prurido e inchaço nos tornozelos. Nos exames laboratoriais recentes, observa-se uma taxa de filtração glomerular estimada de 18 mL/min/1,73m², anemia leve e K+: 6,0 mEq/L. O exame físico revela edema de membros inferiores (2+/4+) e pressão arterial de 150/90 mmHg. Diante desse quadro clínico, a conduta mais apropriada para o manejo desta paciente é:
A. aguardar a progressão natural da doença, para iniciar diálise quando a TFG<10 mL/min/1,73m²
B. otimizar terapia com iECA em dose máxima para controle da pressão arterial
C. manter em tratamento conservador com diuréticos de alça e restrição de potássio
D. preparar paciente para terapia renal substitutiva
E. iniciar SlowK® e começar restrição de líquidos.

  RATING: 2.97

Uma mulher de 68 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão, foi diagnosticada com doença renal crônica há 5 anos. Seu quadro é acompanhado regularmente, mas nos últimos meses apresentou piora da função renal, com aumento progressivo da creatinina sérica, que atualmente está em 4,2 mg/dL. Ela relata fadiga, prurido e inchaço nos tornozelos. Nos exames laboratoriais recentes, observa-se uma taxa de filtração glomerular estimada de 18 mL/min/1,73m², anemia leve e K+: 6,0 mEq/L. O exame físico revela edema de membros inferiores (2+/4+) e pressão arterial de 150/90 mmHg. Diante desse quadro clínico, a conduta mais apropriada para o manejo desta paciente é:

A. aguardar a progressão natural da doença, para iniciar diálise quando a TFG<10 mL/min/1,73m²
INCORRETO: Aguardar a TFG cair abaixo de 10 mL/min/1,73m² arrisca severas complicações clínicas.
B. otimizar terapia com iECA em dose máxima para controle da pressão arterial
INCORRETO : IECA pode ser útil para controle da pressão, mas deve-se ter cuidado com hipercalemia.
C. manter em tratamento conservador com diuréticos de alça e restrição de potássio
INCORRETO : Tratamento conservador pode ajudar temporariamente, mas preparo para diálise é necessário.
D. preparar paciente para terapia renal substitutiva
CORRETO : Diante dos dados laboratoriais e do quadro clínico apresentado, a paciente está em estágio avançado de doença renal crônica (estágio 4-5), com uma taxa de filtração glomerular de 18 mL/min/1,73m² e hipercalemia (potássio elevado). A conduta mais apropriada é preparar paciente para terapia renal substitutiva. A TFG indica um estágio avançado em que a função renal está se deteriorando rapidamente. Sintomas Urêmicos: A paciente apresenta sintomas como fadiga, prurido e edema, indicando que a função renal é insuficiente para manter a homeostase. Hipercalemia: Potássio elevado que pode ser perigoso para a saúde cardiovascular.
E. iniciar SlowK® e começar restrição de líquidos.
INCORRETO : SlowK® contém potássio e não deve ser usado em pacientes com hipercalemia. Restrição de líquidos pode ser considerada, mas não abordaria todos os problemas.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

DISCURSIVA: (197894 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
  • Cite 5 características clinicas e/ou laboratoriais relevantes do tumor de Wilms. (0,5 pontos)


  • RATING: 2.8

  • Cite 5 características clinicas e/ou laboratoriais relevantes do tumor de Wilms. (0,5 pontos)
    1. Massa abdominal palpável, firme, lisa e indolor (0,16 p), em geral unilateral e descoberta pelos pais (banho, troca de roupa) ou no exame pediátrico de rotina; a criança costuma parecer hígida e a massa não costuma cruzar a linha média (diferente do neuroblastoma).
    2. Predomínio etário pré-escolar, com a maioria dos casos antes dos 5 anos (0,10 p) (pico aproximado entre 2 e 4 anos; formas bilaterais e sindrômicas tendem a aparecer ainda mais cedo).
    3. Hematúria (0,08 p), microscópica ou macroscópica (cerca de 20–25% dos casos), refletindo invasão da via coletora; o exame de urina é, portanto, parte obrigatória da avaliação inicial.
    4. Hipertensão arterial (0,08 p) (cerca de 20–25%), de gravidade variável, ligada à compressão do hilo renal e/ou à produção tumoral de renina; medir a pressão é tão essencial quanto palpar o abdome.
    5. Anemia no hemograma (0,08 p) (por hemorragia intra-tumoral ou doença crônica) e ausência de marcador sérico específico; a função renal em geral está preservada no tumor unilateral, e as catecolaminas urinárias são pedidas para afastar neuroblastoma, não para confirmar Wilms. Pode haver ainda doença de von Willebrand adquirida (~8–10%), motivo para pedir coagulação.


    FONTE:

    PLATAFORMA MISODOR -  NEOPLASIAS DO RIM

    AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.8)

    CASO CLINICO: (230060 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
    Mulher de 58 anos queixa-se de eventuais episódios de dor em queimação em epigástrio que possuem nítida relação com alimentação. É diabética tipo 2 há 15 anos, em uso irregular de metformina, e hipertensa, em uso irregular de fosinopril 10 mg/dia. Procurou médico assistente.
    Exame físico IMC = 32 kg/m2; PA = 170 x 95 mmHg; Glicemia = 210 mg%; Leucócitos = 7.000/mm3 com diferencial normal, Hb = 10 g/dL; Ht = 30%; uréia = 61 mg% e creatinina = 2,3 mg%.
    A ultrasonografia abdominal está abaixo:

    a) Qual o diagnóstico ultra-sonográfico? (0,1 pontos)
    b) Após analisar a ultra-sonografia e a clínica da paciente, qual o tratamento recomendado?(0,1 pontos)
    c) Você modificaria o esquema terapêutico prescrito para o tratamento do diabetes mellitus da paciente? Justifique.(0,2 pontos)
    d) Você recomendaria cirurgia bariátrica para esta paciente? Justifique.(0,1 pontos)


    RATING: 3.02

    a) Qual o diagnóstico ultra-sonográfico?
    Colelitíase.(0,1 p)
    b) Após analisar a ultra-sonografia e a clínica da paciente, qual o tratamento recomendado?
    Colecistectomia videolaparoscópica.(0,1 p)
    c) Você modificaria o esquema terapêutico prescrito para o tratamento do diabetes mellitus da paciente? Justifique.
    Sim.(0,1 p) Suspenderia imediatamente a metformina devido à insuficiência renal.(0,1 p)
    d) Você recomendaria cirurgia bariátrica para esta paciente? Justifique.
    Não. A cirurgia se encontra indicada em pacientes com IMC > 40 ou > 35 com comorbidades.(0,1 p)

    AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)

    


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