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OTITE MEDIA AGUDA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A otite média aguda (otite média aguda) é um dos quadros mais frequentes em pré-escolares, sendo o motivo mais comum de prescrição de antibióticos a crianças.
Não há um padrão-ouro para o diagnóstico da otite média aguda. O objetivo maior é diferenciar a otite média aguda da simples efusão da orelha média, presente frequentemente nas infecções virais.

OBJETIVA: (1143552 votos)..........99.35% das questões objetivas receberam votos.
Uma dieta rica em nitratos é um fator de risco significativo para qual dos seguintes tipos de câncer?
A. orofaringe
B. esôfago
C. estômago
D. pâncreas
E. fígado

  RATING: 2.73

Uma dieta rica em nitratos é um fator de risco significativo para qual dos seguintes tipos de câncer?

A. orofaringe
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. esôfago
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. estômago
CORRETO : Além de infecções crônicas por H. pylori, nitratos dietéticos são um fator de risco significativo para câncer de intestino
D. pâncreas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. fígado
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.73)

DISCURSIVA: (182879 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Enumeram 2 anormalidades estruturais cardíacas que podem evoluir com síncope cardiogênica por mecanismo obstrutivo. - 0,125 pontos
2)  Enumeram 3 causas de sincope neurogênica. 0,1875 pontos
3) Apontam 3 situações em qual a síncope deve ser encaminhada ao cardiologista ou neurologista. 0,1875 pontos


RATING: 2.58

1) Enumeram 2 anormalidades estruturais cardíacas que podem evoluir com síncope cardiogênica por mecanismo obstrutivo. - 0,125 pontos
2)  Enumeram 3 causas de sincope neurogênica. 0,1875 pontos
3) Apontam 3 situações em qual a síncope deve ser encaminhada ao cardiologista ou neurologista. 0,1875 pontos

1) Enumeram 3 anormalidades estruturais cardíacas que podem evoluir com síncope cardiogênica por mecanismo obstrutivo.

Isso acontece quando algum defeito obstrua o enchimento ou, pelo contrário, o esvaziamento ventricular. (0,0625 p cada uma)

  • estenose aórtica grave
  • cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva
  • estenose pulmonar
  • estenose mitral
  • tamponamento cardíaco
  • hipertensão pulmonar primária

2) Enumeram 3 causas de sincope neurogênica.
  • Epilepsia 0,0625 p
  • Enxaqueca 0,0625 p
  • Distúrbios psiquiátricos 0,0625 p

3) Apontam 3 situações em qual a síncope deve ser encaminhada ao cardiologista ou neurologista.(0,0625 p cada uma da lista abaixo)

  • Síncope desencadeada por exercícios
  • Síncope associada à dor no peito ou palpitações
  • Qualquer anormalidade cardíaca detectada no exame físico ou ECG
  • História familiar de morte súbita
  • História familiar de epilepsia
  • Qualquer anormalidade neurológica aguda ou residual
  • Episódio inexplicável de síncope
  • Síncope recorrente

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.58)

CASO CLINICO: (213198 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente masculino, 55 anos, obeso (IMC 34 kg/m²), com diabetes mellitus tipo 2 de diagnóstico recente e ganho ponderal de 10 kg nos últimos 6 meses. Procura o pronto-socorro com dor súbita, intensa e insuportável no flanco esquerdo, irradiada para região inguinal e genitália, acompanhada de náuseas, vômitos e hematúria macroscópica. Refere episódios semelhantes no passado, de resolução espontânea. Ao exame físico: paciente em posição antálgica, com sensibilidade no ângulo costovertebral esquerdo. Urinálise: pH 5,0, hematúria (++), ausência de leucocitúria ou nitrito. Sem febre.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?  (0,12 p) 
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada neste cenário?  (0,13 p) 
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (0,13 p) 
IV. Qual o tratamento indicado?  (0,12 p) 



RATING: 3.1

Resposta à Questão I – Suspeita Diagnóstica (0,12 p) 
  • A tríade clássica de dor intensa no flanco, irradiação para genitália e hematúria orienta para cólica renal por obstrução ureteral (0,04 p). 
  • A formação de cálculos na pelve renal é assintomática até que um fragmento migre pelo ureter, desencadeando a cólica ureteral (0,04 p). 
  • Hematúria e lesões renais podem ocorrer mesmo na ausência de dor, reforçando a suspeita de urolitíase (0,04 p). 

Resposta à Questão II – Possível Causa da Doença Diagnosticada (0,13 p) 
  • Os cálculos de ácido úrico correspondem a ≈7 % de todos os cálculos urinários e apresentam fisiopatologia multifatorial, com predomínio de mecanismos idiopáticos (0,03 p). 
  • Há estreita associação epidemiológica com diabetes mellitus tipo 2, obesidade e ganho de peso corporal recente, situações em que ocorre incremento na produção endógena de ácido úrico (0,03 p). 
  • A principal alteração metabólica nos casos idiopáticos é a acidificação urinária (pH urinário baixo) decorrente da redução na excreção de amônia pela urina (0,04 p). 
  • Essa acidificação facilita a saturação cristalina de ácido úrico, mesmo sem hiperuricosúria acentuada ou distúrbios genéticos/dietéticos evidentes (0,03 p). 

Resposta à Questão III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico (0,13 p) 
  • A tomografia computadorizada helicoidal sem contraste é o método mais preciso para o diagnóstico de litíase urinária (0,04 p). 
  • Apresenta sensibilidade de 98 % e especificidade de 97 %, superando todos os outros métodos de imagem (0,03 p). 
  • Detecta cálculos radiotransparentes (como os de ácido úrico) por seu alto coeficiente de atenuação e identifica sinais secundários de obstrução (dilatação ureteral, estrias perirrenais) (0,03 p). 
  • Protocolos de baixa dose mantêm sensibilidade ≈96 % e especificidade ≈94 % em pacientes com IMC < 30 kg/m², reduzindo radiação (0,03 p). 

Resposta à Questão IV – Tratamento Indicado (0,12 p) 
  • O manejo terapêutico dos cálculos de ácido úrico idiopáticos envolve fundamentalmente ingestão hídrica elevada (cerca de 3 litros ao dia) (0,03 p). 
  • Restrição do consumo de proteínas e alcalinização da urina com agentes contendo potássio ou sódio (0,03 p). 
  • Os compostos à base de potássio oferecem vantagem adicional de reduzir a excreção urinária de cálcio, diminuindo risco de cálculos de oxalato de cálcio (0,03 p). 
  • Recomenda-se monitoramento do pH urinário após 3 meses, mantendo-o na faixa entre 6,1 e 6,7 para evitar precipitação de fosfato de cálcio (0,03 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.1)




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