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RATING: 3.01 ![]()
A hipocalcemia costuma ser letal começando com níveis de cerca de:
A. 8 mg/dl.
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. 7 mg/dl.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. 6 mg/dl.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. 5 mg/dl.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. 4 mg/dl.
CORRETO : apenas 35% abaixo da concentração normal (cerca de 6 mg/dl) pode provocar a tetania e a hipocalcemia costuma ser letal com níveis de cerca de 4 mg/dl
Gabarito: E
RATING: 3.6 ![]()
fecalito na área de projeção do apêndice. (0,05 p)
distensão gasosa na projeção íleo-cecal, traduzindo ”alça sentinela”. (0,05 p)
desaparecimento da gordura pré-peritoneal à direita, significando processo inflamatório na fossa ilíaca direita ou próximo à ela. (0,05 p)
presença de níveis líquidos na fossa ilíaca direita. (0,05 p)
apagamento do psoas à direita. (0,05 p)
posição antálgica, isto é, desvio da coluna para o lado esquerdo, em decorrência da contratura muscular. Esses achados contribuem com a hipótese diagnóstica de apendicite. (0,05 p)
ultra-sonografia abdominal: tem limitações se houver grande distensão, ou o paciente for obeso. É extremamente útil para a avaliação de afecções ginecológicas e detecção de coleções anexiais ou líquido fora da alça. (0,075 p)
tomografia computadorizada e Ressonância Magnética: revelam maior sensibilidade e especificidade, estando indicada na avaliação mais pormenorizada das complicações e nos casos de dúvida diagnóstica, entretanto a TC vem sendo largamente utilizada com contraste oral, mostrando falha de enchimento do apêndice em fase inicial da apendicite. (0,075 p)
laparoscopia diagnóstica: como último recurso, persistindo a dúvida diagnóstica, esta pode ser realizada como investigação e concomitantemente tratamento terapêutico. (0,05 p)
FONTE:
Revista Médica >>>> Volume 37 - Número 2 >>>> Apendicite Aguda no Paciente Idoso
Paciente masculino, 58 anos, fototipo I (pele clara, olhos azuis, cabelos ruivos), residente em região de alta insolação, com história de múltiplas queimaduras solares com bolhas na adolescência, uso frequente de câmaras de bronzeamento na juventude e história familiar de melanoma em pai e irmão (início antes dos 40 anos). Apresenta lesão nodular elevada, de crescimento rápido (2 meses), amelanótica, ulcerada, localizada no tronco, medindo 1,8 cm, associada a prurido, sangramento espontâneo e linfonodomegalia axilar ipsilateral palpável (dura, aderente). Há também queixa de fadiga, anorexia e perda de 8 kg em 3 meses. Exame dermatológico completo revela múltiplos nevos displásicos e halo de regressão em lesões adjacentes.
I. Suspeita diagnóstica principal
II. Possível causa/etiológica mais provável
III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico
IV. Tratamento inicial recomendado
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