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EXANTEMA SÚBITO ( ROSÉOLA ) (ÁREA DE PEDIATRIA)

O agente etiológico da maioria dos casos de roséola infantum (exantema súbito ou sexta moléstia) é o herpesvírus humano 6 (HHV-6), que foi descoberto em 1986. A roséola foi inicialmente estabelecida como uma doença distinta por volta do início do século XX.
Em 1990, o herpesvírus humano 7 (HHV-7) foi identificado em células mononucleares do sangue periférico de um adulto não infectado pelo HIV. Também está associado com outras doenças sejam elas em pacientes normais ou imunocomprometidos.
É curioso que até agora nem se sabia qual patógeno é o agente responsável pela roséola. Hoje está claro que a infecção primária pelo HHV-6, e menos frequentemente pelo HHV-7, causa a maioria dos casos. Outros vírus (p. ex. ecovirus 16) provavelmente respondem pelo restante. Os dois agentes pertencem à subfamília dos β-herpesvírus (ambos os vírus compartilhando muita homologia com o citomegalovírus humano que também faz parte desta classe).

OBJETIVA: (1416211 votos)..........96.17% das questões objetivas receberam votos.
Uma jovem de 30 anos se apresenta a um consultório médico para a visita como paciente novo. Relata, assim, episódios recorrentes de pneumonia, bronquite e otite nos últimos 4 anos. Apesar de suas vacinas estarem em dia, ela desenvolveu tétano após uma laceração do pé no ano anterior. Seus gânglios linfáticos e amígdalas estão aumentados de volume. Os testes de laboratório revelam níveis baixos de IgG, IgA e IgM. Após o encaminhamento para um hematologista, que descarta outras causas adquiridas e genéticas de sua hipogamaglobulinemia, ela é diagnosticado com imunodeficiência comum variável. Esta mulher corre maior risco de desenvolver qual das seguintes doenças?
A. Doença cardiovascular
B. Linfoma
C. Aborto espontâneo
D. Doença renal
E. Autoinfarto esplênico

  RATING: 3.04

Uma jovem de 30 anos se apresenta a um consultório médico para a visita como paciente novo. Relata, assim, episódios recorrentes de pneumonia, bronquite e otite nos últimos 4 anos. Apesar de suas vacinas estarem em dia, ela desenvolveu tétano após uma laceração do pé no ano anterior. Seus gânglios linfáticos e amígdalas estão aumentados de volume. Os testes de laboratório revelam níveis baixos de IgG, IgA e IgM. Após o encaminhamento para um hematologista, que descarta outras causas adquiridas e genéticas de sua hipogamaglobulinemia, ela é diagnosticado com imunodeficiência comum variável. Esta mulher corre maior risco de desenvolver qual das seguintes doenças?

A. Doença cardiovascular
INCORRETO: Pacientes com CVID não têm risco aumentado de doença cardiovascular, embora tenham maior risco de doença pulmonar crônica (mais comumente, bronquiectasia).
B. Linfoma
CORRETO : A imunodeficiência variável comum é uma síndrome caracterizado por hipogamaglobulinemia em combinação com linfócitos B fenotipicamente normais. A doença se apresenta repentinamente na terceira ou quarta década com infecções recorrentes e falta de resposta às vacinas. É um diagnóstico de exclusão, e sua patogênese não é bem compreendida ainda. Mulheres na sua quinta e sexta décadas de vida com CVID estão em risco aumentado de desenvolver linfoma. Além de malignidade, os pacientes com CVID estão em maior risco de doença pulmonar crônica, fenômeno auto-imune e diarreia crônica.
C. Aborto espontâneo
INCORRETO : Não há aumento do risco associado de aborto espontâneo em pacientes com CVID.
D. Doença renal
INCORRETO : Não há associação entre CVID e doença renal.
E. Autoinfarto esplênico
INCORRETO : Vinte e cinco por cento de pacientes com CVID têm esplenomegalia. No entanto, não há evidências de que os pacientes com CVID são mais propensos a autoinfarto dos seus baços.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

DISCURSIVA: (197944 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

No acompanhamento da saúde do paciente com síndrome de Oown, devem-se buscar, ativamente, algumas doenças associadas, de acordo com a recomendação da atual ”Caderneta da criança” (Ministério da Saúde).
Cite 4 dessas doenças.




RATING: 3.29

No acompanhamento da saúde do paciente com síndrome de Oown, devem-se buscar, ativamente, algumas doenças associadas, de acordo com a recomendação da atual ”Caderneta da criança” (Ministério da Saúde).
Cite 4 dessas doenças.


As quatro doenças/condições que mais consistentemente devem ser procuradas no acompanhamento da criança são:

1. Cardiopatia congênita (0,13 p) — presente em cerca de 40–50% dos casos (canal atrioventricular, CIV, CIA, PCA, tetralogia de Fallot). O sopro pode estar ausente; o ecocardiograma neonatal é obrigatório.

2. Hipotireoidismo / disfunção tireoidiana (0,13 p) — risco elevado já no período neonatal e ao longo da vida. TSH e T4 livre: teste do pezinho, 6 e 12 meses e, depois, anualmente. Sem reposição precoce há prejuízo de crescimento e de desenvolvimento.

3. Alterações auditivas (perda auditiva e otite média de repetição/efusão) (0,12 p) — acometem a maioria das crianças; o líquido na orelha média é a causa mais comum e atrasa linguagem se não for tratado. Avaliação auditiva seriada (além do “teste da orelhinha”).

4. Alterações visuais (erros de refração, estrabismo, catarata, obstrução de via lacrimal) (0,12 p) — prevalência alta; o “teste do olhinho” no RN não dispensa oftalmologia periódica.


FONTE:

Caderneta da Criança (Ministério da Saúde),
Diretrizes de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.29)

CASO CLINICO: (230115 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de 2 anos, F, conhecida como cardiopata (mãe traz uma alta aonde consta que a paciente sofreu uma cirurgia Jatene com duas semanas de vida) da entrada no PS com dispneia, taquipneia (67/min), mau estar geral. Foi instituida rapidamente ventilação com máscara náo-reinalante com O2 100% e estabelecido accesso venoso. A saturação, que na entrada estava 86% melhorou para 90% mas a criança ainda apresenta cianose, uso da musculatura respiratoria acessoria e leve agitação. Foi medida uma FC de 144/minuto, Dextro 88 mg%. PA 80/50 mm Hg, tempo de enchimento capilar 3 segundos. Quinze minutos depois da coleta dos exames a criança entra em apneia, seguida de parada cardiorrespiratoria. No monitor - sem atividade eletrica.
1) Qual é a primeira medida a ser instituida neste momento? 0,375 pontos
2) Considerando os antecedentes cirurgicos da criança, qual é a cardiopatia congênita que foi corrigida? 0.0625 pontos
3) Qual é o diagnóstico da emergência que provavelmente causou a parada? 0,0625 pontos


RATING: 3.16

1) Estamos na frente dupa parada cardiorrespiratoria, dentro dum hospital. Precisamente é uma assistola . A primeira medida a ser feita neste momento é instituir imediatamente as compressões cardíacas/ventilações (0,0625 p) (15 compressões:2 ventilações) (0,0625 p) cada compressão devendo descer para 1/3 do diametro anteroposterior (0,0625 p) do torax, esperando o retorno total do torax após cada compressão (0,0625 p), com uma frequência de 100-120/minuto (0,0625 p). Ás ventilações tem que ser aplicadas em menos de 10 segundos (0,0625 p).
2) O procedimento de troca arterial (Jatene) é o tratamento cirúrgico de escolha para os neonatos com d-TGA e septo interventricular intacto. (0,0625 p)
3) Considerando o historico cardiovascular da paciente, a taquicardia accentuata, o tempo de enchimento capilar prolongado e o esforço respiratorio podemos suspeitar de choque cardiogênico como provável causa da parada. (0,0625 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.16)




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