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A ALIMENTAÇÃO ARTIFICIAL (FÓRMULAS) (ÁREA DE PEDIATRIA)

A globalização nos trouxe o Codex Alimentarius, da Food and Agriculture Organization, da Organização Mundial da Saúde, tipo uma Magna Carta da Alimentação. Alguns não tem uma boa opinião sobre ele, achando o Codex um documento muito polêmico e especulações não faltam sobre ele... enfim, até lá, é certo que ainda não existe um codigo de conduta alimentar melhor ou pelo menos não foi ainda aceito outro. Neste Codex, que é debatido cada ano, em torno de 188 representantes de diferentes países, 240 observadores e 56 organizações governamentais internacionais incluindo representantes da ANVISA fazem mudanças e adaptações permanentes para atualizar as recomendações acerca da composição nutricional de todos os alimentos, inclusive para fórmulas lácteas, padronizando os nutrientes obrigatórios e não mandatórios, e suas quantidades. Depois, a ANVISA traz essas normas para o Brasil, aonde viram normas que reglementam a industria alimentar e as vendas de alimentos e produtos tangentes á isso.

OBJETIVA: (1432124 votos)..........96.41% das questões objetivas receberam votos.
M.A.M, sexo feminino, 9 anos de idade, é atendida no ambulatório de pediatria com queixa de 'falta de ar' quando pratica atividade física na escola, 1 vez por semana (estuda de manhã). Mãe obesa e hipertensa; Pai hipertenso. Recordatório alimentar: Não toma café da manhã. Almoça na escola às 10 horas (arroz, feijão, frango ou salsicha e bebe suco de frutas em pó); chega da escola às 12h:30 min e almoça novamente (arroz, feijão, frango ou ovo); vê televisão durante a tarde (2 horas), dorme às vezes e quando sente fome come pão ou biscoito e suco em pó; Janta no quarto, na frente da TV a mesma comida do almoço, incluindo suco em pó ou refrigerante. Dorme após as 23 h. Os dados antropométricos são: Peso = 40 kg; Altura = 1,35 cm; IMC = 21,9 kg/m2 (entre Z escore +2 e + 3) exames laboratoriais (jejum de 12 horas) Colesterol total = 188 mg/dl; HDL = 30 mg/dl e LDL = 123 mg/dl Triglicerídeos = 167 mg/dl; Glicemia = 86 mg/dl. Relacione a coluna das letras com a de algarismos romanos, levando-se em conta a história e exame físico desta paciente:

A - Mãe obesa e hipertensa
B - Atividade física na escola uma vez por semana
C - HDL = 30 mg/dl, LDL = 123 mg/dl, triglicerídeos = 167 mg/dl
D - IMC = 21,9 kg/m2
E - Tempo de tela > 2 horas

I - Obesidade
II - Fator de risco familiar
III - Dislipidemia
IV - Estilo de vida
V - Sedentarismo

Assinale a CORRETA :
A. A-IV, D-lll, C-Il, B-V, E-l
B. C-lll, A-IV, D-l, E-V, B-ll
C. B-ll, D-V, E-1, C-lll, A-IV
D. A-ll, B-V, C-lll, D-l, E-IV
E. Nenhuma das acima

  RATING: 2.57

M.A.M, sexo feminino, 9 anos de idade, é atendida no ambulatório de pediatria com queixa de 'falta de ar' quando pratica atividade física na escola, 1 vez por semana (estuda de manhã). Mãe obesa e hipertensa; Pai hipertenso. Recordatório alimentar: Não toma café da manhã. Almoça na escola às 10 horas (arroz, feijão, frango ou salsicha e bebe suco de frutas em pó); chega da escola às 12h:30 min e almoça novamente (arroz, feijão, frango ou ovo); vê televisão durante a tarde (2 horas), dorme às vezes e quando sente fome come pão ou biscoito e suco em pó; Janta no quarto, na frente da TV a mesma comida do almoço, incluindo suco em pó ou refrigerante. Dorme após as 23 h. Os dados antropométricos são: Peso = 40 kg; Altura = 1,35 cm; IMC = 21,9 kg/m2 (entre Z escore +2 e + 3) exames laboratoriais (jejum de 12 horas) Colesterol total = 188 mg/dl; HDL = 30 mg/dl e LDL = 123 mg/dl Triglicerídeos = 167 mg/dl; Glicemia = 86 mg/dl. Relacione a coluna das letras com a de algarismos romanos, levando-se em conta a história e exame físico desta paciente:

A - Mãe obesa e hipertensa
B - Atividade física na escola uma vez por semana
C - HDL = 30 mg/dl, LDL = 123 mg/dl, triglicerídeos = 167 mg/dl
D - IMC = 21,9 kg/m2
E - Tempo de tela > 2 horas

I - Obesidade
II - Fator de risco familiar
III - Dislipidemia
IV - Estilo de vida
V - Sedentarismo

Assinale a CORRETA :

A. A-IV, D-lll, C-Il, B-V, E-l
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. C-lll, A-IV, D-l, E-V, B-ll
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. B-ll, D-V, E-1, C-lll, A-IV
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. A-ll, B-V, C-lll, D-l, E-IV
CORRETO : Uma questão como na antiga fábula - tremeu uma montanha e nasceu um ratinho. Parece de escola primaria - evidente, mãe obesa e hipertensa é um fator de risco familiar, atividade física fraca na escola é sedentarismo, os valores plasmáticos dos lipídios mostram dislipidemia, o IMC é característico para obesidade e finalmente, mais de duas horas de tela significa estilo de vida ruim.
E. Nenhuma das acima
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.57)

DISCURSIVA: (200212 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

As tireoidites distinguem-se não apenas pela etiologia, mas pelo substrato histológico, pelo comportamento da captação isotópica e pela forma de liberação hormonal. Responda aos itens.


(I) Descreva os achados histopatológicos distintivos das principais tireoidites.
(II) Explique o significado da captação de radioiodo e da tireoglobulina sérica nas fases da tireoidite destrutiva.
(III) Caracterize a tireoidite de Riedel e sua inserção no espectro das doenças relacionadas a IgG4.

(IV) Distinga, do ponto de vista patogenético, as tireoidites induzidas por fármacos da tireoidite autoimune clássica.
(V) Fundamente o diagnóstico diferencial teórico entre tireotoxicose destrutiva e tireotoxicose por hiperprodução hormonal.


RATING: 3.17

As tireoidites distinguem-se não apenas pela etiologia, mas pelo substrato histológico, pelo comportamento da captação isotópica e pela forma de liberação hormonal. Responda aos itens.


(I) Descreva os achados histopatológicos distintivos das principais tireoidites.
(II) Explique o significado da captação de radioiodo e da tireoglobulina sérica nas fases da tireoidite destrutiva.
(III) Caracterize a tireoidite de Riedel e sua inserção no espectro das doenças relacionadas a IgG4.

(IV) Distinga, do ponto de vista patogenético, as tireoidites induzidas por fármacos da tireoidite autoimune clássica.
(V) Fundamente o diagnóstico diferencial teórico entre tireotoxicose destrutiva e tireotoxicose por hiperprodução hormonal.

(I) Histopatologia distintiva


Esquema anatomopatológico:

  • Hashimoto: infiltrado linfocítico crônico, centros germinativos e metaplasia oncocítica (células de Hürthle/Askanazy). (0,03 p)
  • De Quervain: granulomas com células gigantes multinucleadas e fragmentação do colóide, sem caseificação. (0,03 p)
  • Aguda infecciosa: predominância de neutrófilos, necrose e microabscessos. (0,02 p)
  • Riedel: fibrose hialina densa, invasão extracapsular e flebite oclusiva. (0,02 p)

(II) Captação de radioiodo e tireoglobulina na tireoidite destrutiva


Esquema funcional de fase:

  • Na fase tireotóxica destrutiva a captação de radioiodo é baixa, porque não há síntese aumentada nem organificação efetiva. (0,03 p)
  • A tireoglobulina sérica eleva-se por ruptura folicular e extravasamento do conteúdo colóide. (0,03 p)
  • Há liberação de hormônio pré-formado, com predomínio relativo de T4 sobre T3 em comparação com a hiperprodução de Graves. (0,02 p)
  • Na De Quervain, VHS e PCR acompanham a atividade inflamatória e auxiliam a documentar o caráter agudo-subagudo da lesão. (0,02 p)


(III) Tireoidite de Riedel e espectro IgG4


Esquema nosológico:

  • Trata-se de tireoidite fibrosante invasiva, que ultrapassa a cápsula e pode envolver estruturas cervicais adjacentes. (0,02 p)
  • O quadro funcional habitual é o hipotireoidismo, associado a manifestações compressivas locais (não a uma tireotoxicose clássica de escape). (0,02 p)
  • Integra o espectro das doenças relacionadas a IgG4 (fibroesclerose sistêmica), com plasmócitos IgG4+ e fibrose estoriforme. (0,03 p)
  • O mecanismo primário não é granulomatoso pós-viral nem piogênico; a fibrose oclusiva é o eixo da lesão. (0,03 p)


(IV) Tireoidites farmacoinduzidas versus autoimunidade clássica


Esquema patogenético comparativo:

  • Amiodarona tipo 2: tireoidite destrutiva por citotoxicidade direta e sobrecarga iodada sobre o tireócito, sem hiperfunção autonômica. (0,03 p)
  • Interferon e outras citocinas: desencadeiam ou desmascaram autoimunidade tireoidiana em terreno geneticamente suscetível. (0,02 p)
  • Inibidores de checkpoint: evento adverso imunomediado (irAE), frequentemente com curso bifásico (escape seguido de hipotireoidismo). (0,03 p)
  • Na forma clássica (Hashimoto) a doença é idiopática e persistente; na farmacoinduzida o fármaco é o gatilho temporal, e a conduta inclui reconhecer o agente causal. (0,02 p)


(V) Tireotoxicose destrutiva versus hiperprodução


Esquema diferencial teórico:

  • Na hiperprodução (Graves/nódulo tóxico) a captação de radioiodo é alta e há síntese hormonal aumentada. (0,03 p)
  • Na destrutiva a captação é baixa, a tireoglobulina está elevada e o TRAb típico de Graves está ausente. (0,03 p)
  • Tionamidas não interrompem a tireotoxicose destrutiva, pois o excesso hormonal não depende de organificação nova. (0,02 p)
  • O Doppler tireoidiano tende a fluxo reduzido na destruição e aumentado na doença de Graves. (0,02 p)

FONTE:

PLATAFORMA MISODOR - TIREOIDITES

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.17)

CASO CLINICO: (232381 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Uma gestante de 30 anos em franco trabalho de parto com 39 semanas de idade gestacional apresenta-se com membranas amnióticas intactas mas elas rompem logo após a admissão.

O líquido amniótico é claro. Confira-se a verificação padrão da sala de parto para ter certeza de que os equipamentos e materiais necessários para a reanimação neonatal estão prontos para uso, se isso for necessário. O trabalho de parto progride sem complicações e nasce um bebê do sexo masculino a termo, com bom tônus muscular e choro vigoroso.

I) Enumera as etapas corretas no atendimento desse recém-nascido. (0,25 pontos)

II) Avaliando a vitalidade desse recém-nascido quais são os parãmetros que vai usar? (0,25 pontos)




RATING: 2.91

I) Trata-se dum RN á termo, com boa vitalidade ao nascer.

  1. secar o corpo e o segmento cefálico com compressas aquecidas..............0,05 p
  2. deixar o RN em contato pele-a-pele com a mãe, coberto com tecido de algodão seco e aquecido;..............0,05 p
  3. clampeamento tardio do cordão (1-3 minutos depois da sua extração completa da cavidade uterina)..............0,05 p
  4. manter as vias aéreas pérvias..............0,05 p
  5. avaliar a sua vitalidade..............0,05 p

 II) Para avaliar a vitalidade da criança utilizam-se:

  1. frequência cardíaca (FC) com o estetoscópio no precórdio..............0,05 p
  2. tônus muscular..............0,05 p
  3. respiração/choro..............0,05 p
  4. observar a atividade..............0,05 p
  5. observar a cor dos tegumentos..............0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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