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HIPERALDOSTERONISMO PRIMÁRIO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Descrito pela primeira vez por Conn, em 1955, o hiperaldosteronismo primário é uma causa potencialmente curável de hipertensão arterial, onde produção excessiva de aldosterona existe de forma independente ou semi-independente do sistema renina-angiotensina (SRA).

O hiperaldosteronismo primário tem sido descrito em pacientes de todas as idades, inclusive em crianças, as quais podem apresentar o hiperaldosteronismo supressível por dexametasona (HASD)

O hiperaldosteronismo primário pode resultar de várias causas, sendo que as mais comuns são o adenoma produtor de aldosterona (APA) e a hiperplasia adrenocortical bilateral (também chamada de hiperaldosteronismo idiopático.

OBJETIVA: (990408 votos)..........95.93% das questões objetivas receberam votos.
Para um paciente com função renal reduzida NÂO PRECISA ajustar a administração de:
A. rifampicina e isoniazida
B. pirazinamida
C. etambutol
D. estreptomicina e capreomicina
E. kanamicina e amicacina

  RATING: 2.79

Para um paciente com função renal reduzida NÂO PRECISA ajustar a administração de:

A. rifampicina e isoniazida
CORRETO: Rifampicina e isoniazida são metabolizadas pelo fígado, o que permite o uso das doses convencionais na vigência de insuficiência renal.
B. pirazinamida
INCORRETO : A pirazinamida é também metabolizada pelo fígado, mas os seus metabólitos (ácidos pirazinóico e 5-hidroxi-pirazinóico) podem se acumular na vigência de insuficiência renal.
C. etambutol
INCORRETO : O etambutol absorvido é excretado pelos rins em 80%.
D. estreptomicina e capreomicina
INCORRETO : Estreptomicina, capreomicina, kanamicina e amicacina devem ser reajustadas em pacientes com insuficiência renal, já que são todas excretadas pelos rins.
E. kanamicina e amicacina
INCORRETO : kanamicina e amicacina devem ser reajustadas em pacientes com insuficiência renal, já que são ambas excretadas pelos rins.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.79)

DISCURSIVA: (176025 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes questões:
A) Para completar o ciclo de infecção e reprodução em uma célula: HIV passa pelas varias etapas. Indiquem estas etapas em ordem cronológica. (0,3 p)
B) Definem a noção de janela  imunológica, a duração dela e a importância nos testes de triagem dos doadores. (0,2 p)


RATING: 1.95

Responda ás seguintes questões:
A) Para completar o ciclo de infecção e reprodução em uma célula: HIV passa pelas varias etapas. Indiquem estas etapas em ordem cronológica. (0,3 p)
B) Definem a noção de janela  imunológica, a duração dela e a importância nos testes de triagem dos doadores. (0,2 p)

A) Para completar o ciclo de infecção e reprodução em uma célula: HIV passa pelas varias etapas. Indiquem estas etapas em ordem cronológica.

As etapas da infecção com HIV:
  • Fusão com a superfície da célula e entrada no citoplasma. (0,05 p)
  • Produção do DNA proviral a partir do RNA viral. (0,05 p)
  • Integração no genoma da célula. (0,05 p)
  • Produção de proteínas virais. (0,05 p)
  • Saída da célula por brotamento. (0,05 p)
  • Maturação extracelular do vírion. (0,05 p)

B) Definem a noção de janela  imunológica, a duração dela e a importância nos testes de triagem dos doadores.

É importante lembrar a possibilidade de transmissão do HIV por parte de doador de sangue recém-infectado em que anticorpos séricos específicos anti-HIV ainda não são detectáveis. Esse período é conhecido como janela imunológica e tem duração média de 22 dias, considerando-se os resultados obtidos com os testes sorológicos atualmente em uso.
Várias situações podem aumentar o período de duração da denominada janela imunológica.
Sendo assim, é de vital importância para diminuir a transmissão do HIV por transfusão de sangue e de seus componentes a criteriosa avaliação de risco epidemiológico dos doadores, lá existem testes de amplificação de ácidos nucléicos que detectam a presença do HIV mais precocemente (cerca de 11 dias depois da ocorrência da infecção) que os testes sorológicos.
Esses exames têm hoje custo muito alto, mas já foram adotados por alguns países desenvolvidos e por poucos serviços privados do Brasil, havendo a expectativa de que passem a ser realizados brevemente pelos serviços públicos do nosso país.(0,2 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (1.95)

CASO CLINICO: (204441 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente 44 anos, sexo masculino, sem comorbidades ou doenças crônicas. Nega uso de medicações continuas. Relata queda da própria altura há 15 dias com trauma em joelho direito. Atendido em serviço de emergência sendo prescrito Dipirona e Cetoprofeno, mantendo quadro de dor em região dorsal de perna direita e região proximal de panturrilha direita que piora à deambulação. Ao exame físico apresenta dor a mobilização de perna direita difusamente, sem edemas, com sensibilidade, força e reflexos preservados, pulsos palpáveis e simétricos, panturrilhas livres sem empastamento, perfusão preservada.
Solicitado Rx de joelho direito.

1) Qual é o diagnóstico? (0,15 pontos)
2) Qual é a etiologia desta provável doença? (0,15 pontos)
3) Quais são as alternativas de tratamento e neste caso mesmo qual é a mais provável? (0,2 pontos)


RATING: 3.06

1) Qual é suspeita diagnóstica?
Cisticercose muscular. 0,1 p
DISCUSSÃO: A aspiração por agulha fina ou biópsia são consideradas diagnósticas para a cisticercose de partes moles, mas com o avanço dos exames de imagem, a cisticercose pode ser diagnosticada com facilidade através de métodos não invasivos. A radiografia pode demonstrar múltiplas calcificações nos músculos ou tecido subcutâneo caso os cistos estejam calcificados.
2) Qual é a etiologia desta provável doença?
A cisticercose é causada pela tênia do porco, a Taenia solium.(0,15 p)
DISCUSSÃO: O sistema nervoso central o local é o mais acometido, seguido pelo olho, músculo estriado, tecido subcutâneo, e raramente, outros tecidos.
3) Quais são as alternativas de tratamento e neste caso mesmo qual é a mais provável?
Albendazol (0,05 p) e praziquantel (0,05 p) são as medicações mais utilizadas. Cisticercose muscular isolada ou subcutânea não requer tratamento específico a menos que seja dolorosa (0,05 p), podendo exigir a excisão (0,05 p) em caso de múltipla ou altamente sintomática.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




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