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TUMORES BENIGNOS DO CORPO UTERINO (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Pólipo” é termo clínico aplicável a qualquer formação, séssil ou pediculada, que faça relevo a partir da área de implante em relação à superfície adjacente, independente de sua estrutura histológica.

Pólipo endometrial, mais específico, designa a formação polipóide que reproduz total ou parcialmente o endométrio.

São lesões benignas, com baixo potencial de virar neoplasias. Além da hiperplasia simples, que é em essência parte do epitélio glandular de muitos pólipos endometriais, eles raramente sofrem transformação maligna. Em vários estudos incluindo mulheres com sangramento uterino anormal a freqüência de malignidade associada a pólipos em sua grande maioria ocorreu em mulheres na pós-menopausa.

As características antes da menopausa são: sangramento uterino normal ou infertilidade.

OBJETIVA: (1115937 votos)..........99.51% das questões objetivas receberam votos.
O quadro grave de bronquiolite com virus sincicial respiratório nos bebês jovens (2 a 3 meses) ou prematuros (menos de 32 semanas de gestação) se manifesta, mais frequente, como:
A. apneias, sem sintomas prévios
B. infiltrado pulmonar severo
C. síndrome da angústia respiratória aguda
D. mucosas secas
E. perfusão capilar lenta

  RATING: 2.8

O quadro grave de bronquiolite com virus sincicial respiratório nos bebês jovens (2 a 3 meses) ou prematuros (menos de 32 semanas de gestação) se manifesta, mais frequente, como:

A. apneias, sem sintomas prévios
CORRETO: Em bebês jovens (2 a 3 meses) ou prematuros (menos de 32 semanas de gestação), a bronquiolite pode se apresentar apenas como apneias, sem sintomas prévios, possivelmente devido à imaturidade do sistema respiratório. A ausculta pode revelar sibilos, estertores ou alteração no tempo expiratório. A inflamação e o efeito direto do vírus sincicial respiratório no epitélio causam esses sintomas.
B. infiltrado pulmonar severo
INCORRETO : Em pacientes imunocomprometidos, os sinais típicos podem estar ausentes, dando lugar direto ás problemas pulmonares mais graves, como infiltrados e síndrome da angústia respiratória aguda.
C. síndrome da angústia respiratória aguda
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. mucosas secas
INCORRETO : Em casos graves, sinais de desidratação como mucosas secas e perfusão capilar lenta podem surgir devido à ingestão insuficiente de líquidos e aumento de perdas.
E. perfusão capilar lenta
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.8)

DISCURSIVA: (181210 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Uma mãe de 27 anos, primigesta, com amenorreia e idade gestacional por ecografia de 28 semanas e 2 dias, tem sorologias e cultura para Streptococcus negativas. Desenvolveu diabetes durante a gestação, que foi controlado com dieta e doença hipertensiva. específica da gravidez, a partir da 22ª semana de gestação, récebeu 500 mg de metildopa e hidralazina sem controle dos níveis pressóricos e vinha apresentando epigastralgia e cefaleia. Além disso, recebeu 1 dose de corticoide, estava fora do trabalho de parto, com bolsa íntegra.e devido ao quadro materno evoluiu para parto cesárea. A criança nasceu com peso de 920 g, Apgar 7 e 10 no 1º e 5º minutos de vida, respectivamente, e foi necessário apenas oxigênio inalatório. Logo após o nascimento, mantinha respiração rítmica e apresentava desconforto respiratório com batimento de aleta nasal, tiragem intercostal, retração sub costal e esternal, gemência intermitente e oximetria de pulso de 83% em ar ambiente. Requerimentos:

a) Qual é a hipótese diagnóstica para o quadro respiratório? .... 0,15 pontos

b) Cite 2 achados que podem aumentar e 2 que podem reduzir o risco da hipótese levantada. ... 0.35 pontos



RATING: 3.02

Uma mãe de 27 anos, primigesta, com amenorreia e idade gestacional por ecografia de 28 semanas e 2 dias, tem sorologias e cultura para Streptococcus negativas. Desenvolveu diabetes durante a gestação, que foi controlado com dieta e doença hipertensiva. específica da gravidez, a partir da 22ª semana de gestação, récebeu 500 mg de metildopa e hidralazina sem controle dos níveis pressóricos e vinha apresentando epigastralgia e cefaleia. Além disso, recebeu 1 dose de corticoide, estava fora do trabalho de parto, com bolsa íntegra.e devido ao quadro materno evoluiu para parto cesárea. A criança nasceu com peso de 920 g, Apgar 7 e 10 no 1º e 5º minutos de vida, respectivamente, e foi necessário apenas oxigênio inalatório. Logo após o nascimento, mantinha respiração rítmica e apresentava desconforto respiratório com batimento de aleta nasal, tiragem intercostal, retração sub costal e esternal, gemência intermitente e oximetria de pulso de 83% em ar ambiente. Requerimentos:

a) Qual é a hipótese diagnóstica para o quadro respiratório? .... 0,15 pontos

b) Cite 2 achados que podem aumentar e 2 que podem reduzir o risco da hipótese levantada. ... 0.35 pontos

a) Hipótese diagnóstica para o quadro respiratório:

Síndrome do Desconforto Respiratório (SDR) do recém-nascido, decorrente de imaturidade pulmonar e deficiência de surfactante. (0.150 pontos)

b) Achados que podem aumentar o risco da SDR:

  • Prematuridade extrema (idade gestacional de 28 semanas e 2 dias). (0.075 pontos)
  • Diabetes gestacional materno, que interfere na maturação pulmonar fetal. (0.075 pontos)

Achados que podem reduzir o risco da SDR:

  • Administração antenatal de corticosteroide (mesmo que apenas 1 dose), promovendo aceleração da maturação pulmonar. (0.100 pontos)
  • Apgar elevado no 5º minuto (10), indicando boa adaptação inicial e menor gravidade de asfixia perinatal. (0.100 pontos)

FONTE:

PLATAFORMA MISODOR - PEDIATRIA - SÍNDROME DE DIFICULDADE RESPIRATÓRIA TIPO I (DOENÇA DAS MEMBRANAS HIALINAS)


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (211156 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
M. de S. 6 anos, M, proveniente de São Paulo, deu entrada no PA com queixa de 'não parar mais em pé' sentindo formigamentos nas duas pernas até o nível dos joelhos desde ontem. Não sente dor. Na semana passada durante uma viagem com os pais apresentou uma diarreia de 5 dias com fezes aquosas, tratada com probióticos e soro caseiro. Não apresentou febre, mas mesmo assim o pediatra aconselhou os pais pelo telefone administrar um antiinflamatorio porque a criança apresentava odinofagia e parecia 'quente'. Hoje a criança caiu da cama quando acordou, queixando-se que 'não está sentindo mais os pés' e que está 'formigando tudo, até os dedos da mão'. No exame clinico criança hidratada, descorada, levemente irritada e chorosa. Respiratorio, cardiovascular e digestivo normal. Reflexo patelar abolido bilateralmente, assim como a sensibilidade plantar e perimaleolar. Hemograma com leve linfocitose e leucocitose relativa. Urina I normal, CPK normal.
1) Qual a principal suspeita diagnóstica? 0,1 pontos
2) Cite pelo menos 3 dados anamnesticos ou clinicos que apoiam seu diagnostico. 0,3 pontos
3) Qual é o tratamento mais comum utilizado nestes casos? 0,1 pontos



RATING: 3.1

1) Qual a principal suspeita diagnóstica?
A criança apresenta um quadro clinico e anamnestico compastivel com a Sindrome de Guillain-Barré. Classicamente: aguda, monofásica, poucas semanas (em geral 2 a 4 semanas) após doença viral aguda, caracterizada por paralisia flácida progressiva ascendente – que mais comumente se inicia com parestesias em membro inferior – simétrica ou pouco assimétrica. (0,1 pontos)

2) Cite pelo menos 3 dados anamnesticos ou clinicos que apoiam seu diagnostico.
- paralisia flácida progressiva ascendente;
- inicio com parestesias em membro inferior – simétrica;
- doença viral aguda (diarréia) uma semana atrás;
- ausência de febre inicial;
- sintomas neurológicos progressivos;
- simetria das manifestações; (0,1 pontos para cada uma desta lista)

3) Qual é o tratamento mais comum utilizado nestes casos?
A Imunoglobulina é a mais utilizada, por ser mais disponível. A imunoglobulina é indicada para todos os pacientes que apresentem progressão da fraqueza muscular, acometimento da musculatura respiratória, necessidade de ventilação mecânica e incapacidade de deambulação. Dose de 2g/kg: 0.5g/kg por 2 dias, 400mg/kg/dia por 5 dias. Repetição do ciclo de imunoglobulina em casos refratários é controversa. 0,1 pontos
Há vários outros metodos de terapia, mas não existe comprovação de superioridade de um tratamento em relação ao outro:
- tipo de suporte necessário relacionado á gravidade do comprometimento muscular
- casos moderados a graves são manejados com imunoglobulina e/ou plasmaferese

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.1)




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