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A CIRURGIA DO BAÇO (ÁREA DE CIRURGIA)

A artéria esplénica divide-se em vários ramos dentro do ligamento esplenorrenal antes de penetrar no hilo esplénico, onde se ramificam novamente nestas trabéculas conforme penetram na polpa esplénica.

POLPA BRANCA: uma bainha de tecido linfático que acompanha os vasos e os seus ramos até que eles se dividem em capilares. São estas bainhas linfáticas que compõem a polpa branca do baço e que ficam intercaladas ao longo dos vasos arteriolares como folículos linfáticos.

ZONA MARGINAL: A interface entre a polpa branca a polpa vermelha é conhecida como a zona marginal.

POLPA VERMELHA: Conforme as arteríolas perdem as suas bainhas de tecido linfático, elas atravessam a zona marginal e penetram na polpa vermelha, que é composta de vasos sanguíneos de ramificações grandes, paredes finas chamados seios esplénicos sinusóides, e placas finas de tecido celular que compõem os cordões esplénicos.

OBJETIVA: (1382611 votos)..........94.8% das questões objetivas receberam votos.
Homem de 55 anos apresenta massa adrenal direita de 11 cm, heterogênea, com áreas de necrose e calcificações, densidade > 20 UH na fase sem contraste e washout absoluto de 35 %. Dosagens laboratoriais mostram elevação isolada de DHEA-S e testosterona, com cortisol e metanefrinas normais. Qual a conduta mais adequada neste momento?
A. Biópsia percutânea guiada por imagem seguida de quimioterapia neoadjuvante
B. Adrenalectomia laparoscópica com linfadenectomia regional
C. Adrenalectomia aberta (preferencialmente por via anterior ou toracoabdominal) com intenção de ressecção R0, sem biópsia prévia
D. Tratamento clínico exclusivo com mitotane e esquema EDP
E. Observação com reavaliação radiológica em 3 meses, pois o washout de 35 % favorece adenoma

  RATING: 0

Homem de 55 anos apresenta massa adrenal direita de 11 cm, heterogênea, com áreas de necrose e calcificações, densidade > 20 UH na fase sem contraste e washout absoluto de 35 %. Dosagens laboratoriais mostram elevação isolada de DHEA-S e testosterona, com cortisol e metanefrinas normais. Qual a conduta mais adequada neste momento?

A. Biópsia percutânea guiada por imagem seguida de quimioterapia neoadjuvante
INCORRETO: A biópsia percutânea é contraindicada em suspeita de carcinoma adrenocortical pelo risco de disseminação tumoral e de complicações; quimioterapia neoadjuvante não é padrão em doença ressecável.
B. Adrenalectomia laparoscópica com linfadenectomia regional
INCORRETO : A via laparoscópica não é recomendada para tumores grandes (> 6–8 cm) ou com suspeita de invasão, pelo maior risco de ruptura e disseminação.
C. Adrenalectomia aberta (preferencialmente por via anterior ou toracoabdominal) com intenção de ressecção R0, sem biópsia prévia
CORRETO : Massa adrenal > 4–6 cm, características radiológicas suspeitas (heterogeneidade, necrose, densidades elevadas, washout incompleto) e hipersecreção androgênica (padrão típico de carcinoma) indicam alta probabilidade de carcinoma adrenocortical. A biópsia pré-operatória é contraindicada pelo risco de disseminação e porque o diagnóstico definitivo é histológico após ressecção. A via aberta é preferida para tumores grandes e potencialmente invasivos, visando ressecção R0.
D. Tratamento clínico exclusivo com mitotane e esquema EDP
INCORRETO : O tratamento primário de doença localizada é a ressecção cirúrgica completa; mitotane e EDP são reservados para doença avançada ou adjuvância.
E. Observação com reavaliação radiológica em 3 meses, pois o washout de 35 % favorece adenoma
INCORRETO : Washout absoluto < 40–60 % e características de imagem já tornam o diagnóstico de adenoma altamente improvável; observação não é adequada.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (194134 votos) ..........99.47% das questões discursivas receberam votos.
Em relação à Pneumonia do lactente, descreva:
1) Diagnóstico (0,3 pontos)
2) Tratamento (0,2 pontos)


RATING: 3.01

Em relação à Pneumonia do lactente, descreva:
1) Diagnóstico (0,3 pontos)
2) Tratamento (0,2 pontos)

1) Diagnóstico:
  • Clínico (0,05 p)
  • Exame Físico (0,05 p)
  • História da doença (0,05 p)
  • Radiológico - Rx de tórax (0,05 p) com sinais de condensação pulmonar (0,05 p) ou infiltrado intersticial. (0,05 p)
2) Tratamento:
Com antibióticos (0,05 p) – penicilina cristalina (0,05 p) ou ampicilina (0,05 p) ou amoxilina (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (226179 votos)..........98.14% dos casos clinicos receberam votos.
ARS, 21 anos, feminino, brasileira, diabética há 2 anos, diagnosticado após cetoacidose. Desde então várias descompensações. Em uso de NPH 55 + 15 U/dia. Há uma semana IVAS, sem febre. Há 1 dia náusea, vômitos e fraqueza intensa. Ao EF: Desidratada +++, taquipneica, afebril, prostrada, consciente. FC = 108 bpm, PA = 80/40 mmHg. Peso aproximado = 50 kg.
Exames iniciais: Glicemia capilar: 356 mg/dL Cetonemia: 5 mOsm/L Glico/cetonúria: +++/+++ pH: 7,16 Bic: 7,9 mEq/L pCO2: 20 mmHg Na: 132 mEq/L K: 4,8 mEq/L Cl: 99 mEq/L.

1) Enumeram os principais critérios de diagnóstico diferencial entre cetoacidose e Estado Hiperosmolar Hiperglicêmico (0,35 p)

2) Quais são os principios básicos de tratamento no caso acima? (0,15)



RATING: 3.06

1) Diagnóstico diferencial:

Cetoacidose

Glicemia: > 250 mg/dL (0,05 p)
Acidose metabólica: pH < 7,3 
Bicarbonato < 18 mEq/L (0,05 p)
Hipercetonemia (0,05 p

Estado Hiperosmolar Hiperglicêmico

Glicemia: > 600 mg/dL (0,05 p)
pOsm > 320 mOsm/kg (0,05 p)
Cetonúria < + + (0,05 p)
Depressão do nível de consciência (0,05 p)

2) Principios básicos de tratamento:

• Correção da deficiência de volume (0,05 p)
• Correção do distúrbio hidro-eletrolítico (0,05 p)
• Insulinização (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




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