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HIPERTENSÃO PORTAL E CONSEQUÊNCIAS (ÁREA DE CIRURGIA)

O volume do fluxo venoso porta é indiretamente regulado pela vasoconstrição e vasodilatação do leito arterial esplâncnico. Em contraste, as arteríolas hepáticas respondem às catecolaminas circulantes e estimulação nervosa simpática; portanto, o fluxo arterial hepático é diretamente regulado.

Contudo, mesmo influências vasoconstritoras intensas podem ser superadas por uma resposta arterial hepática auto-reguladora, o que mantém um fluxo sanguíneo hepático total próximo ao normal, tanto quanto possível, quando a perfusão porta é diminuída em pacientes com choque ou mesmo com derivações portossistêmicas criadas cirurgicamente, ou induzidas por doença.

Muitos hormônios esplâcnicos são importantes reguladores do metabolismo hepático.

OBJETIVA: (1180468 votos)..........99.16% das questões objetivas receberam votos.
Um homem idoso se apresenta ao PS com dor torácica. Tem história de angina estável e diabetes mellitus de início recente, mas agora a dor no peito vem com menos esforço e leva mais tempo para ir embora. Um ECG e enzimas cardíacas são solicitados. Se este homem tem agora angina instável, quais seriam os resultados esperados em ECG e enzimas cardíacas?
A. ondas delta no ECG e enzimas cardíacas positivas
B. traçado ECG de baixa voltagem e enzimas cardíacas aumentadas
C. sem alterações no ECG e enzimas cardíacas aumentadas
D. depressões de ST no ECG e enzimas cardíacas normais
E. elevações de ST com ondas Q e enzimas cardíacas normais

  RATING: 2.46

Um homem idoso se apresenta ao PS com dor torácica. Tem história de angina estável e diabetes mellitus de início recente, mas agora a dor no peito vem com menos esforço e leva mais tempo para ir embora. Um ECG e enzimas cardíacas são solicitados. Se este homem tem agora angina instável, quais seriam os resultados esperados em ECG e enzimas cardíacas?

A. ondas delta no ECG e enzimas cardíacas positivas
INCORRETO: As ondas delta estão associadas à síndrome de Wolff-Parkinson-White e seriam apenas um achado incidental neste paciente, em oposição a um achado causado por sua angina. Além disso, a angina instável não aumenta as enzimas cardíacas.
B. traçado ECG de baixa voltagem e enzimas cardíacas aumentadas
INCORRETO : Traçado ECG de baixa voltagem pode ser causado por eletrodos mal colocados, hemopericárdio, enfisema ou obesidade maciça. Angina instável não causaria uma baixa voltagem ECG e não causaria enzimas cardíacas positivas.
C. sem alterações no ECG e enzimas cardíacas aumentadas
INCORRETO : Enzimas positivas sem alterações no ECG podem ser achados, mas não são indicios de angina instável. Este cenário pode ser visto dias após um evento cardíaco, pois as enzimas podem permanecem positivos por muitos dias, ou como resultado de um vazamento de enzima secundário a um insulto cardíaco.
D. depressões de ST no ECG e enzimas cardíacas normais
CORRETO : Angina instável é a isquemia miocárdica aguda sem evidência de necrose miocárdica, manifestando-se como angina de início recente, crescendo ou que ocorre em repouso. Isto pode se apresentar com ou sem alterações no ECG, incluindo depressões de ST, mas, por definição, as enzimas cardíacas são normais. O tratamento envolve alívio da dor isquêmica, avaliação do estado hemodinâmico e terapia antitrombótica se necessário. Se este paciente estava tendo um quadro agudo infarto do miocárdio, você esperaria ver elevações de ST e enzimas cardíacas positivas.
E. elevações de ST com ondas Q e enzimas cardíacas normais
INCORRETO : A presença de ondas Q (além de elevações de ST) indica insulto anterior ao miocárdio, como as ondas Q apareçam somente depois de passar alguns dias após o insulto é improvável que víssemos ondas Q associadas à angina instável deste paciente.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.46)

DISCURSIVA: (185403 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Quais são as indicações para iniciar a ventilação com pressão positiva (VPP)? Quando você pode interromper a VPP?......... (0,24 pontos)
(II) O que é pico de pressão inspiratória (Pinsp)? ......... (0,04 pontos)
(III) O que é pressão expiratória final positiva (PEEP)? ......... (0,04 pontos)
(IV) Qual é a concentração de oxigênio recomendada para iniciar a VPP no recém-nascido com 35 ou mais semanas de idade gestacional? E para recém-nascido com menos de 35 semanas de idade gestacional?......... (0,08 pontos)
(V) Qual é a pressão inicial recomendada na ventilação e sua frequência para recém-nascido a termo? .........(0,1 pontos).

RATING: 2.89

(I) Quais são as indicações para iniciar a ventilação com pressão positiva (VPP)? Quando você pode interromper a VPP?......... (0,24 pontos)
(II) O que é pico de pressão inspiratória (Pinsp)? ......... (0,04 pontos)
(III) O que é pressão expiratória final positiva (PEEP)? ......... (0,04 pontos)
(IV) Qual é a concentração de oxigênio recomendada para iniciar a VPP no recém-nascido com 35 ou mais semanas de idade gestacional? E para recém-nascido com menos de 35 semanas de idade gestacional?......... (0,08 pontos)
(V) Qual é a pressão inicial recomendada na ventilação e sua frequência para recém-nascido a termo? .........(0,1 pontos).

(I) Quais são as indicações para iniciar a ventilação com pressão positiva (VPP)? Quando você pode interromper a VPP?
a) Recém-nascido em apneia (0,04 p) ou apresentando gasping (0,04 p) ou frequência cardíaca menor que 100 (0,04 p), ou não mantém a saturação alvo (0,04 p) com as medidas de ressuscitação aplicadas corretamente.
b) A VPP pode ser interrompida quando a frequência cardíaca permanecer de modo constante acíma de 100 bpm (0,04 p) e o bebê for capaz de manter respiração espontânea. (0,04 p)

(II) O que é pico de pressão inspiratória (Pinsp)?
O pico de pressão inspiratória (Pinsp) é a pressão mais elevada administrada em cada ventilação. (0,04 p)

(III) O que é pressão expiratória final positiva (PEEP)?
A pressão expiratória final positiva (PEEP) é a pressão gasosa que permanece dentro dos pulmões entre as respirações. (0,04 p)

(IV) Qual é a concentração de oxigênio recomendada para iniciar a VPP no recém-nascido com 35 ou mais semanas de idade gestacional? E para recém-nascido com menos de 35 semanas de idade gestacional?
No recém nascido com 35 ou mais semanas a concentração inicial de oxigênio é de 21%. (0,04 p)
Caso o recém nascido tem menos de 35 semanas a concentração inicial de oxigênio deve ser entre 21 e 30%. (0,04 p)

(V) Qual é a pressão inicial recomendada na ventilação com pressão positiva e sua frequência para recém-nascido a termo?
Pressão inicial recomendada é ao redor de 20-25 cm H2(0,05 p)
A frequência respiratoria recomendada é de 40-60 vpm. (0,05 p)

FONTE:
Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

CASO CLINICO: (217141 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.92

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.92)




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