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PLACENTA PRÉVIA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

As hemorragias da segunda metade do gravidez são raramente encontradas em comparação com aquelas da primeira metade – provavelmente devido a fixação já consolidada do concepto no útero.

Por isso, normalmente, se a gravidez passar de primeira parte, provavelmente que ela vai evoluir bem.

Em outras palavras, uma hemorragia do segundo período de gravidez  e um evento muito estranho, e por isso que as problemas de diagnostico são diferentes e o medico tem que conhecer muito bem esta eventualidade patológica.

OBJETIVA: (1409319 votos)..........95.72% das questões objetivas receberam votos.
Assinale a alternativa INCORRETA em relação às enfermidades do aparelho urinário:
A. As causas de insuficiência renal não-associadas a lesões histológicas dos rins são denominadas pré-renais
B. A insuficiência renal crônica apresenta declínio progressivo e geralmente irreversível da taxa de filtração glomerular
C. As infecções urinárias surgem mais comumente pela via hematogênica
D. O tratamento das infecções urinárias tem como principais objetivos erradicar as bactérias do trato urinário, aliviar os sintomas e evitar a lesão renal
E. A principal causa de insuficiência renal crônica no mundo é o diabetes melito

  RATING: 3.33

Assinale a alternativa INCORRETA em relação às enfermidades do aparelho urinário:

A. As causas de insuficiência renal não-associadas a lesões histológicas dos rins são denominadas pré-renais
CORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. A insuficiência renal crônica apresenta declínio progressivo e geralmente irreversível da taxa de filtração glomerular
CORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. As infecções urinárias surgem mais comumente pela via hematogênica
INCORRETO : A infecção do trato urinário (ITU) surge habitualmente pela via ascendente, sendo os Gram-negativos os agentes mais comuns - de fato, Escherichia coli causa 80% das infecções do trato urinário. As demais alternativas estão corretas.
D. O tratamento das infecções urinárias tem como principais objetivos erradicar as bactérias do trato urinário, aliviar os sintomas e evitar a lesão renal
CORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. A principal causa de insuficiência renal crônica no mundo é o diabetes melito
CORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.33)

DISCURSIVA: (197305 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes questões:
1) Qual é a causa mais comum de dor de ouvido na criança pequena? (0,25 pontos)
2) O que é a miringite bolhosa e como é feito o diagnostico? (0,25 pontos)


RATING: 2.94

Responda ás seguintes questões:
1) Qual é a causa mais comum de dor de ouvido na criança pequena? (0,25 pontos)
2) O que é a miringite bolhosa e como é feito o diagnostico? (0,25 pontos)

1) A otite media aguda, infecção bacteriana ou viral, associando-se a dor (otalgia) e febre. - 0,25 p.
2) É uma infecção da membrana timpanica cuja caracteristica é a formação de bolhas na sua superficie. Streptococcus pneumoniae, Haemophilus e Mycoplasma são agentes comuns. - 0,25 p

FONTE:

Segredos em emergência pediatrica - Steven M. Selbst MD, Kate Cronan MD

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

CASO CLINICO: (229557 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Homem de 54 anos, previamente hígido, procura o ambulatório por aumento progressivo e indolor da região anterior do pescoço há 8 meses, agora com disfagia a sólidos, rouquidão e dispneia aos médios esforços. Relata “pescoço de pedra”. Nega febre, odinofagia recente, pródromo viral, palpitações, intolerância ao calor, oftalmopatia ou perda ponderal acelerada. Não usa amiodarona, lítio, interferona nem inibidores de checkpoint. Sem irradiação cervical prévia.

Exame: eutireoidiano clinicamente. Tireoide difusamente aumentada, extremamente dura, fixa aos planos profundos, indolor, sem eritema e sem flutuação. Lobo esquerdo parece “fundir-se” com a musculatura pré-tireoidiana. Prega vocal esquerda com hipomotilidade à laringoscopia. Sem linfonodomegalia cervical dominante. Sem sinais de oftalmopatia.

Laboratório: TSH 6,8 mUI/L; T4 livre 0,92 ng/dL (limítrofe-baixo); anti-TPO 48 UI/mL (limítrofe); TRAb negativo; VHS 28 mm/h; PCR 6 mg/L; leucócitos 7.400/mm³; cálcio iônico 1,05 mmol/L (baixo); PTH 12 pg/mL (inapropriadamente baixo); IgG4 sérica 198 mg/dL (elevada). Ultrassonografia: glândula hipoecoica, mal delimitada, vascularização pobre, sem nódulo dominante. TC cervical: massa tireoidiana que ultrapassa a cápsula e envolve traqueia e musculatura, sem plano de clivagem nítido. PAAF: material hipocelular, fibrose, sem atipias suficientes para carcinoma.

Questões:

(I) Qual o diagnóstico mais provável e quais elementos do caso o sustentam? (0,1 pontos)

(II) Como diferenciar este quadro do carcinoma anaplásico e da tireoidite de Hashimoto com fibrose avançada? (0,1 pontos)

(III) Quais exames confirmam o diagnóstico e avaliam complicações locais? (0,1 pontos)

(IV) Qual a conduta terapêutica inicial e o papel da cirurgia? (0,1 pontos)

(V) Quais desfechos endócrinos e sistêmicos devem ser antecipados no seguimento? (0,1 pontos)





RATING: 2.88

(I) Diagnóstico


O diagnóstico mais provável é tireoidite de Riedel (fibroinvasiva) (0,04 p). Sustentam: bócio pétreo (“duro como pedra”) e indolor (0,02 p); sintomas compressivos (disfagia, dispneia, rouquidão) (0,02 p); e extensão extratireoidiana para músculos, traqueia e, neste caso, possível acometimento paratireoidiano (0,02 p).


(II) Diagnóstico diferencial


Carcinoma anaplásico:
crescimento em semanas, deterioração do estado geral, invasão agressiva e histologia maligna — aqui o curso é de meses, o paciente está estável e a PAAF não mostrou atipia franca (0,04 p).

Hashimoto fibroso: a fibrose costuma respeitar a cápsula; anti-TPO em geral está muito elevado; não há o padrão clássico de “massa de ferro” invasiva (0,03 p).

A Riedel pode integrar o espectro da doença relacionada a IgG4, o que dialoga com a IgG4 sérica elevada deste paciente (0,03 p).


(III) Confirmação e complicações


A maioria dos pacientes com Riedel está eutireoidiana; cerca de 30% evoluem com hipotireoidismo (0,02 p). Pode haver hipocalcemia por fibrose das paratireoides (0,02 p). A PAAF é frequentemente insuficiente (material fibroso hipocelular) (0,02 p). O diagnóstico definitivo exige biópsia cirúrgica/aberta, com fibrose densa e inflamação linfoplasmocitária (0,02 p). A imunohistoquímica IgG4/IgG apoia o vínculo com doença IgG4 (0,02 p).


(IV) Tratamento


Não há protocolo único, pela raridade da doença (0,01 p). Glicocorticoides são a primeira linha para reduzir inflamação e compressão (0,03 p). Tamoxifeno (em geral 20 mg 1–2×/dia) entra se houver refratariedade ou como adjuvante (0,03 p). Cirurgia, quando necessária, deve ser limitada à descompressão (istmectomia/debulking); tireoidectomia total de rotina aumenta lesão de nervo e paratireoide sem curar a fibrose (0,03 p).


(V) Evolução e seguimento


Antecipar hipotireoidismo em cerca de 30% e repor levotiroxina se indicado (0,03 p). Monitorar cálcio e PTH pelo risco de hipoparatireoidismo fibrótico (0,02 p). Procurar fibrose extracervical (mediastino, retroperitônio, órbita, vias biliares) — a Riedel pode ser manifestação sistêmica IgG4 (0,03 p). A doença não se extingue de forma definitiva; o seguimento é clínico, laboratorial e por imagem (0,02 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.88)




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