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A prevenção secundária para febre reumática é um importante instrumento para prevenção de sequelas. A profilaxia CORRETA, no Brasil, é:
A. amigdalectomia
INCORRETO: A amigdalectomia não tem papel estabelecido na prevenção secundária da febre reumática; ela não previne infecções estreptocócicas faríngeas de forma confiável e não é recomendada como medida profilática rotineira.
B. penicilina V oral durante 1 semana por mês
INCORRETO : A penicilina V oral administrada de forma intermitente (apenas 1 semana por mês) não garante cobertura antibiótica contínua necessária para a profilaxia secundária, sendo ineficaz para prevenir recorrências.
C. penicilina G benzatina a cada 3 semanas
CORRETO : Conforme as diretrizes brasileiras da Sociedade Brasileira de Cardiologia e da Sociedade Brasileira de Pediatria, a profilaxia secundária de escolha para febre reumática é a administração de penicilina G benzatina por via intramuscular, na dose de 600.000 UI para crianças abaixo de 20 kg e 1.200.000 UI para aquelas acima de 20 kg, com intervalos de 21 dias (a cada 3 semanas). Esse esquema é preferido devido à alta eficácia na prevenção de recorrências por estreptococo beta-hemolítico do grupo A, especialmente em regiões de maior endemicidade como o Brasil, onde o intervalo de 3 semanas proporciona níveis séricos mais sustentados em comparação ao esquema de 4 semanas utilizado em alguns países de baixa prevalência.
D. sulfametoxazol + trimetoprima 2x/sem
INCORRETO : O sulfametoxazol + trimetoprima não é o antimicrobiano recomendado para profilaxia secundária da febre reumática; embora o sulfametoxazol-trimetoprima tenha alguma atividade, não é a droga de escolha e o esquema 2 vezes por semana é inadequado para este propósito.
E. penicilina G benzatina a cada 4 semanas
INCORRETO : Embora a penicilina G benzatina seja a droga de escolha, o intervalo correto no Brasil é de 3 semanas e não de 4 semanas; o esquema de 4 semanas pode ser considerado em situações de baixa endemicidade, mas não representa a recomendação padrão nacional.
Gabarito: C
RATING: 3 ![]()
01 |
Derrame pleural neoplásico |
02 |
Mestastases à distância |
03 |
Paralisia do nervo laríngeo recurrente esquerdo |
04 |
Infiltração vertebral que ultrapassa o forame costotransverso |
05 |
Infiltração da parede da aorta alem da camada adventícia |
06 |
Infiltração extensa e além da camada muscular do esôfago |
07 |
Infiltração extensa da veia cava superior |
08 |
Infiltração do coração, geralmente do átrio esquerdo |
09 |
Infiltração mediastinal maciça, geralmente por invasão da cápsula dos linfonodos |
10 |
Infiltração da carina e dos brônquios principais bilateral e simultaneamente |
FONTE:
1) Qual é a estratégia utilizada para evitar a síndrome de dificuldade respiratória tipo I, neste caso?
Transferência da grávida para centro de gestação de alto risco, por conta de risco elevado de parto prematuro (0,0625 p);
Evitar ou atrasar o parto prematuro, sempre que possível (terapêutica tocolítica) (0,0625 p);
Indução maturativa de 1ª linha:
- Betametasona 12 mg im 24/24 h (2 administrações) (0,0625 p);
- Dexametasona 6 mg im 12/12 h (4 administrações) (0,0625 p);
2) Qual será o protocolo mais apropriado a ser utilizado para esse prematuro?
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