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TUMORES BENIGNOS DE MAMA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Mastologia – é uma disciplina cuja parte cirúrgica é dominada pelo câncer e parte clinica é dominada pelo medo do câncer. Patologias benignas:

  1.   Alterações do desenvolvimento
  2.   Alterações funcionais
  3.   Alterações inflamatórias
  4.   Tumores benignos

OBJETIVA: (1108782 votos)..........99.4% das questões objetivas receberam votos.
Qual das seguintes alternativas apresenta a correlação mais precisa entre variante clínica do carcinoma basocelular, quadro clínico característico e tratamento de primeira linha recomendado?.
A. Variante nodular: lesão elevada com aspecto ceroso, nódulos peroláceos opalescentes nas bordas e telangiectasias superficiais, tratamento preferencial excisão cirúrgica padrão com margens de 3 a 4 mm de pele normal
B. Variante superficial: placa eritematoescamosa oval em tronco com cordão fino delimitando a borda, tratamento de eleição radioterapia isolada para todas as localizações
C. Variante esclerodermiforme: placa fibrosa amarelada dura com limites indefinidos e bordas peroladas evidentes, tratamento de escolha crioterapia com taxa de controle local acima de 90%
D. Variante pigmentada: lesão papulosa ou ulcerada com melanina abundante em pele escura, tratamento primário eletrodissecação isolada sem análise histológica de margens
E. Variante terebrante: ulceração rasa com mínima inflamação periférica e base granulosa limpa, tratamento inicial excisão com margens mínimas aceitáveis de 3 mm em qualquer localização

  RATING: 2.96

Qual das seguintes alternativas apresenta a correlação mais precisa entre variante clínica do carcinoma basocelular, quadro clínico característico e tratamento de primeira linha recomendado?.

A. Variante nodular: lesão elevada com aspecto ceroso, nódulos peroláceos opalescentes nas bordas e telangiectasias superficiais, tratamento preferencial excisão cirúrgica padrão com margens de 3 a 4 mm de pele normal
CORRETO: A variante nodular do carcinoma basocelular caracteriza-se por lesão elevada bem delimitada com aspecto ceroso que, ao crescer, desenvolve nódulos peroláceos opalescentes nas bordas com depressão central umbilicada e telangiectasias frequentes na superfície, sendo o tratamento preferencial para a maioria dos casos a excisão cirúrgica padrão realizada sob anestesia local com margens mínimas aceitáveis de 3 a 4 mm de pele normal para obter margens histologicamente livres, alcançando taxas de cura local superiores a 90%, especialmente quando o padrão histológico não é micronodular ou infiltrativo.
B. Variante superficial: placa eritematoescamosa oval em tronco com cordão fino delimitando a borda, tratamento de eleição radioterapia isolada para todas as localizações
INCORRETO : A variante superficial representa cerca de 20% dos casos, manifestando-se como placa eritematoescamosa oval ou multicêntrica em tronco com margens mal definidas e extensão subclínica, e embora a radioterapia seja altamente eficaz para preservação em cabeça e pescoço, o tratamento de eleição para lesões superficiais em tronco inclui terapias de campo ou excisão convencional, não radioterapia isolada como primeira escolha em todas as localizações.
C. Variante esclerodermiforme: placa fibrosa amarelada dura com limites indefinidos e bordas peroladas evidentes, tratamento de escolha crioterapia com taxa de controle local acima de 90%
INCORRETO : A variante esclerodermiforme ou morfeiforme apresenta placa fibrosa amarelada dura com limites indefinidos e infiltração subclínica profunda sem bordas peroladas evidentes, sendo considerada de alto risco com maior tendência à recidiva local, exigindo abordagem cirúrgica com margens ampliadas ou excisão micrográfica de Mohs, e não crioterapia que é reservada para lesões pequenas e superficiais com cicatrização por segunda intenção.
D. Variante pigmentada: lesão papulosa ou ulcerada com melanina abundante em pele escura, tratamento primário eletrodissecação isolada sem análise histológica de margens
INCORRETO : A variante pigmentada envolve lesão papulosa, globosa ou ulcerada com pigmentação melanótica abundante que pode mimetizar melanoma, exigindo análise histopatológica completa das margens e tratamento preferencial por excisão cirúrgica ou Mohs dependendo da localização, e não eletrodissecação isolada que não permite avaliação adequada das margens e é contraindicada como modalidade única para lesões pigmentadas ou de alto risco.
E. Variante terebrante: ulceração rasa com mínima inflamação periférica e base granulosa limpa, tratamento inicial excisão com margens mínimas aceitáveis de 3 mm em qualquer localização
INCORRETO : A variante terebrante manifesta-se por ulceração destrutiva profunda que erode ossos e cavidades com invasão rápida, configurando alto risco e exigindo excisão com margens ampliadas ou Mohs para controle local, e não excisão com margens mínimas de 3 mm que são aceitáveis apenas para lesões nodulares de baixo risco sem componente terebrante ou infiltrativo

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

DISCURSIVA: (180725 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Na última atualização das diretrizes para diagnóstico e tratamento de sepse grave e choque séptico em crianças ressalta-se a importância de políticas institucionais para o manejo na sepse. Recomenda-se que as instituições elaborem pacotes de reconhecimento precoce, com ênfase nas estratégias de triagem nos serviços de emergência e unidades de internação. Quais são essas recomendações? 0,5 pontos.


RATING: 2.54

Na última atualização das diretrizes para diagnóstico e tratamento de sepse grave e choque séptico em crianças ressalta-se a importância de políticas institucionais para o manejo na sepse. Recomenda-se que as instituições elaborem pacotes de reconhecimento precoce, com ênfase nas estratégias de triagem nos serviços de emergência e unidades de internação. Quais são essas recomendações? 0,5 pontos.

Estas recomendações são baseadas em estudos que demonstraram sucesso na implementação de protocolo de choque séptico pediátrico em serviços de emergência:
  • diminuição do tempo triagem/diagnóstico – 1ª dose de ATB; 0,1 p
  • diminuição do tempo triagem – 1ª bolus de fluido; 0,1 p
  • diminuição de disfunções orgânicas; 0,1 p
  • redução do tempo de internação hospitalar; 0,1 p
  • melhora na utilização dos recursos e dos processos, sem aumento do custo 0,1 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.54)

CASO CLINICO: (210617 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Gestante de 15 semanas retornou ao pré-natal trazendo exames realizados de rotina, cujo resultado para HIV está positivo (confirmado). Descreva a conduta adequada para esta paciente:

  1. Na assistência ao seu pré-natal (0,2 pontos)
  2. Na assistência ao seu parto e puerpério (0,15 pontos)
  3. Cite os critérios para a realização de cesariana eletiva na paciente (0,15 pontos).



RATING: 2.87

1) Na assistência ao seu pré-natal
Solicitar exames: contagem de carga viral (0,025 p), contagem de linfócitos CD4 e CD8, trimestralmente (0,025 p) e hemograma (0,025 p)e enzimas hepáticas mensalmente (0,025 p). Prescrever AZT, na dose de 600mg por dia (0,025 p), até o parto. Orientar para uso de condom (0,025 p). Não realizar procedimentos diagnósticos invasivos (0,025 p). Notificar a doença. (0,025 p)

2) Na assistência ao seu parto e puerpério
Prescrever AZT por via endovenosa, na dose de 2mg/Kg de peso, na primeira hora e 1mg/Kg de peso nas horas subseqüentes ao parto.(0,075 p). No puerpério inibir a lactação com Carbegolina via oral.(0,075 p).

3) Cite os critérios para a realização de cesariana eletiva na paciente
Cesariana eletiva se carga viral desconhecida ao final da gestação ou se maior que 1.000 cópias/ml, em exame realizado após 34 semanas. (0,15 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.87)




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