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SÍNDROME DE DIFICULDADE RESPIRATÓRIA TIPO I - DOENÇA DAS MEMBRANAS HIALINAS (ÁREA DE PEDIATRIA)

A principal causa da síndrome de desconforto respiratório, também conhecida como doença da membrana hialina, é uma quantidade inadequada de surfactante pulmonar.
Contudo, a síndrome de desconforto respiratório permanece uma causa importante de morbidade e mortalidade neonatais, especialmente entre a maioria dos neonatos imaturos.
Causa fundamental: déficit de surfactante pulmonar.
A falta de surfactante, que, na verdade, é um fator para manter a tensão superficial, resulta em colapso alveolar (o alvéolo murcha, simplesmente).

OBJETIVA: (1215542 votos)..........99.1% das questões objetivas receberam votos.
Em paciente com adenocarcinoma de reto médio que invade a submucosa e apresenta linfonodo perirretal suspeito, sem metástases à distância, indica-se a excisão total do mesorreto com preservação de nervos autonômicos e a ressecção anterior do retossigmoide porque:
A. a ressecção endoscópica está contraindicada no tumor in situ, mas não em T1
B. a terapia neoadjuvante está contraindicada em estádio II
C. a excisão local transanal tem melhores resultados no reto baixo
D. a operação mantém o esfíncter anal e a função sexual
E. a excisão local está indicada em T1 sem linfonodos suspeitos, mas contraindicada quando há linfonodo perirretal suspeito

  RATING: 2.63

Em paciente com adenocarcinoma de reto médio que invade a submucosa e apresenta linfonodo perirretal suspeito, sem metástases à distância, indica-se a excisão total do mesorreto com preservação de nervos autonômicos e a ressecção anterior do retossigmoide porque:

A. a ressecção endoscópica está contraindicada no tumor in situ, mas não em T1
INCORRETO: A ressecção endoscópica (ou excisão local) não se aplica a tumores T1 com linfonodo suspeito; mesmo em T1 sem linfonodos, a ressecção endoscópica tem limitações e não é o tema central da indicação de TME aqui.
B. a terapia neoadjuvante está contraindicada em estádio II
INCORRETO : A terapia neoadjuvante pode ser considerada em casos com linfonodo suspeito (estádio clínico II/III), e não está contraindicada; a questão foca na indicação cirúrgica radical, não na contraindicação de neoadjuvância.
C. a excisão local transanal tem melhores resultados no reto baixo
INCORRETO : A excisão local transanal (TEM/TAMIS) apresenta piores resultados oncológicos em tumores com linfonodo suspeito e não é preferível no reto baixo ou médio quando há risco nodal; a TME radical é superior para controle locorregional.
D. a operação mantém o esfíncter anal e a função sexual
CORRETO : No adenocarcinoma de reto médio (geralmente 7-11 cm da borda anal) classificado como T1 com linfonodo perirretal suspeito, o procedimento padrão é a ressecção anterior baixa com excisão total do mesorreto (TME) associada à preservação dos nervos autonômicos pélvicos. Essa abordagem oncológica radical remove o tumor, o mesorreto e os linfonodos regionais com margens adequadas, ao mesmo tempo que preserva o complexo esfincteriano (evitando colostomia definitiva) e mantém a função sexual e urinária pela dissecção cuidadosa dos nervos hipogástricos e plexos pélvicos. Evidências de guidelines e estudos demonstram que a TME nerve-sparing permite altas taxas de preservação esfincteriana (>80-90% nos tumores de reto médio) com recidiva local baixa quando realizada adequadamente.
E. a excisão local está indicada em T1 sem linfonodos suspeitos, mas contraindicada quando há linfonodo perirretal suspeito
INCORRETO : Embora a excisão local possa ser considerada em T1N0 selecionados sem fatores de risco, a presença de linfonodo perirretal suspeito indica necessidade de linfadenectomia completa via TME, tornando a excisão local inadequada independentemente da localização.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.63)

DISCURSIVA: (186891 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Citem as principais circunstâncias mandatórias para biopsia de uma adenomegalia.(0,34375 pontos)
(II) Citem cinco doenças infecciosas na prática clínica do pediatra que cursam com adenomegalia.(0,15625 pontos)


RATING: 3.02

(I) Citem as principais circunstâncias mandatórias para biopsia de uma adenomegalia.(0,34375 pontos)
(II) Citem cinco doenças infecciosas na prática clínica do pediatra que cursam com adenomegalia.(0,15625 pontos)

(I) Citem as principais circunstâncias mandatórias para biopsia de uma adenomegalia.
- Linfonodo maior que 2 cm; (0,03125 p)
- Aumento em 2 semanas; (0,03125 p)
- Sem diminuição em 4 semanas; (0,03125 p)
- Supraclavicular; (0,03125 p)
- Endurecido (0,03125 p) , aderido (0,03125 p), cartilaginoso; (0,03125 p)
- Padrão radiológico anormal, (0,03125 p)
- Sintomas como febre (0,03125 p) , perda ponderal (0,03125 p) , hepatoesplenomegalia (0,03125 p)

(II) Citem cinco doenças infecciosas na prática clínica do pediatra que cursam com adenomegalia:
- Adenite bacteriana (0,03125 p)
- Síndrome Mono-like (0,03125 p)
- Paracoccidiodomicose Juvenil (0,03125 p)
- Doença da Arranhadura do Gato (0,03125 p)
- Tuberculose ganglionar: (0,03125 p)

FONTE:

R3 PEDIATRIA MÓDULO ONLINE - SANAR FLIX - Beatriz Oliveira Leão Carneiro, Bruno Adelmo Ferreira Mendes Franco, Gabriel Benevides, Giovanna Gavros Palandri, Juliana Barbosa Brunelli, Kiara Oliveira Monteiro, Nathalia da Costa Sousa, Simone Sakura Ito Vergilius, José Furtado De Araujo Neto, Vinícius Côgo Destefani

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (218991 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente F, 2 anos e 10 meses de idade, é trazida no setor de pronto-atendimento de pediatria com febre 39,6°C e relato de 'dor de cabeça' na região frontal, sem nenhum outro sinal localizatorio. No acolhimento, FR 36/min, FC 122/min, sinusal sem sopros, sonolenta, inapetente e chorosa. Palidez +/++++. TEC 3-4 segundos. Evacuações normais, sem diarreia. No exame clinico respiratório e cardiovascular normal. Sem sinais meníngeos e sem petéquias. Faringe com leve eritema, sem sinais flogísticos. Mãe diz que a criança recusa a comida faz 48 horas, só aceita leite e 'toma pouco'. Sem vômitos até agora. Observa-se, porém anisocoria afetando o olho esquerdo que não responde a luz. Outro olho normal. Questionada, a mãe declara que a criança já está em acompanhamento com oftalmologista porque, com 2 anos de idade, teve um 'herpes' no olho, mas que o mesmo deu alta, considerando que a criança está enxergando 'normal'. Nega contato com pombos ou gatos de estimação. Tem somente um Callopsyta que fica na gaiola

1) Qual é o protocolo á seguir neste caso? 0,3 pontos
2) Qual é a infecção bacteriana que mais ocorre em caso de febre sem sinais localizatorios? 0,1 pontos
3) Quais seriam os principais fatores de risco para meningococemia oculta neste caso? 0,1 pontos


RATING: 2.91

1) Qual é o protocolo á seguir neste caso?

Febre é uma das causas mais comuns de consulta em pediatria. 25% de todas as consultas de emergência se devem à febre. Na maioria dos casos, após a avaliação inicial, é possível identificar a causa. Nas crianças menores de 36 meses, em 20% dos casos, essa identificação não é possível. Febre sem sinais localizatórios FSSL - definição: Febre com menos de uma semana de duração, que após história clínica e exame físico cuidadosos não tem a sua causa estabelecida.

O protocolo para essa faixa etária seria primeiramente de avaliação clinica minuciosa, avaliar se existem ou não sintomas de toxemia - neste caso, como há sonolência e mau estado geral seria melhor considerar que há um grau de toxemia, especialmente porque a criança está numa faixa etária de risco (0-36 meses), o tempo de enchimento capilar é de 3-4 segundos.

  • Internação 0,1 p
  • Exames laboratoriais: hemograma, hematocrito, urina I, urocultura LCR e Rx de torax.0,1 p
  • Começar antibioticoterapia empirica. 0,1 p

2) Qual é a infecção bacteriana que mais ocorre na febre sem sinais localizatorios?
Infecção urinária oculta é a infecção bacteriana mais comum como causa de FSSL. 0,1 p

3) Quais são, neste caso, os fatores de risco para a doença meningococica oculta?
Meningite oculta: a bacteremia oculta por meningococo é bem mais rara do que por pneumococo. A faixa etária abaixo de 24 meses é a mais acometida pela doença meningocócica. 25 a 50% dos pacientes com doença meningocócica haviam sido liberados após avaliação inicial. 82% dos pacientes liberados têm menos de 36 meses de idade. 0,1 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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