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SÍNDROME DE HOFFA ( HOFFITE ) (ÁREA DE PEDIATRIA)

A Síndrome de Hoffa é uma condição que afeta a região anterior do joelho e é caracterizada pela compressão e inflamação da gordura infrapatelar. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para aliviar os sintomas e prevenir complicações a longo prazo. Uma abordagem individualizada, considerando fatores biomecânicos e predispositivos, é essencial no tratamento da Síndrome de Hoffa.

A Síndrome de Hoffa, também conhecida como Síndrome do Impacto Anterior do Joelho ou Síndrome da Gordura Infrapatelar, é uma condição clínica que afeta a região anterior do joelho. Essa síndrome ocorre devido à inflamação e compressão da gordura infrapatelar entre a patela e o fêmur, levando a sintomas como dor e desconforto na região do joelho.

A Síndrome de Hoffa é caracterizada pela compressão e inflamação da gordura infrapatelar localizada sob a patela. Essa compressão pode ser desencadeada por movimentos repetitivos de flexão e extensão do joelho e está frequentemente associada a dor na região anterior do joelho.

OBJETIVA: (1103487 votos)..........99.4% das questões objetivas receberam votos.
Uma vez entrada na circulação sanguinea, a Squistossoma mansoni NÃO alcança:
A. o pulmão
B. as veias mesentéricas
C. o fígado
D. a bexiga
E. a circulação arterial

  RATING: 3.4

Uma vez entrada na circulação sanguinea, a Squistossoma mansoni NÃO alcança:

A. o pulmão
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. as veias mesentéricas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. o fígado
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. a bexiga
CORRETO : Caindo na circulação, o parasita realiza um ciclo pulmonar e um arterial, dissemina-se para todo o organismo, localizando-se, preferencialmente, no sistema porta. Amadurecidos, os esquistossomos migram, contra a corrente, para ramos terminais da veias mesentéricas. onde ocorre a postura.
E. a circulação arterial
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.4)

DISCURSIVA: (180377 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:

  1. Quais os mecanismos dos sinais e sintomas e a frequência da tríade clássica?  (Subtotal questão 1 = 0,12 p)
  2. Quais as principais síndromes paraneoplásicas e suas causas?  (Subtotal questão 2 = 0,15 p)
  3. Cite os achados laboratoriais mais frequentes e o método radiológico de escolha.  (Subtotal questão 3 = 0,10 p)
  4. Descreva o sistema TNM de estadiamento e principais modificações.  (Subtotal questão 4 = 0,13 p)




RATING: 2.91

Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:

  1. Quais os mecanismos dos sinais e sintomas e a frequência da tríade clássica?  (Subtotal questão 1 = 0,12 p)
  2. Quais as principais síndromes paraneoplásicas e suas causas?  (Subtotal questão 2 = 0,15 p)
  3. Cite os achados laboratoriais mais frequentes e o método radiológico de escolha.  (Subtotal questão 3 = 0,10 p)
  4. Descreva o sistema TNM de estadiamento e principais modificações.  (Subtotal questão 4 = 0,13 p)


1. Mecanismos dos sinais e sintomas e frequência da tríade clássica
Os sinais e sintomas resultam, basicamente, de três mecanismos: efeitos diretos do tumor primário (ação local), das metástases a distância ou da ocorrência de síndromes paraneoplásicas (0,04 p). O achado clínico mais frequente é a hematúria, que pode ser macroscópica ou microscópica e ocorre em aproximadamente 60% dos casos (0,03 p). Dor abdominal ou no flanco aparece em cerca de 40% dos pacientes, enquanto massa palpável no abdome é encontrada em apenas 10% deles (0,02 p). A tríade clássica — hematúria, dor lombar e massa palpável — está presente em menos de 10% dos casos (0,03 p).


2. Principais síndromes paraneoplásicas e suas causas

O carcinoma de células renais apresenta, em até 20% dos pacientes, um amplo espectro de síndromes paraneoplásicas (0,04 p).

  • Eritrocitose: afeta de 3% a 10% dos pacientes; explicada pela produção autônoma de eritropoietina pelo tumor ou pela hipóxia regional causada pela compressão da neoplasia sobre o tecido renal normal (0,04 p).
  • Hipertensão arterial: corresponde a cerca de 40% dos casos; mecanismos mais aceitos são produção endógena de renina em altos níveis e obstrução de ramos arteriais secundários à compressão exercida pelo tumor (0,03 p).
  • Hipercalcemia: surge em 1% a 13% dos casos; pode ocorrer pela produção de substância semelhante ao paratormônio ou pela ação osteoclástica direta das metástases ósseas (0,03 p). Síndrome de Stauffer: disfunção hepática reversível na ausência de metástases no fígado; caracteriza-se por hipergamaglobulinemia, elevação de fosfatase alcalina e bilirrubina, tempo de protrombina prolongado; costuma regredir após nefrectomia (0,01 p).


3. Achados laboratoriais mais frequentes e método radiológico de escolha

Os achados laboratoriais mais frequentes são: anemia (aproximadamente 30% dos casos, normocrômica e normocítica, decorrente de perda crônica de sangue ou processos hemolíticos), hematúria (cerca de 60%) e elevação da velocidade de hemossedimentação (até 75% dos casos, refletindo o componente inflamatório) (0,05 p). O método radiológico de escolha, hoje, é a tomografia computadorizada abdominal realizada em três fases com contraste; realce superior a 20 unidades Hounsfield após administração do contraste é indicativo de neoplasia (0,05 p).


4. Sistema TNM de estadiamento e principais modificações

O estadiamento é realizado pelo sistema TNM, que avalia: extensão anatômica do tumor primário (T), envolvimento de linfonodos regionais (N) e presença de metástases a distância (M) (0,04 p). Essa classificação permite estratificar os pacientes em grupos de risco, estimar o prognóstico, prever a probabilidade de progressão da doença e comparar resultados de diferentes protocolos de tratamento (0,04 p). Principais modificações introduzidas:

  • subdivisão do estádio T2 em T2a (tumores menores ou iguais a 10 cm) e T2b (maiores que 10 cm); (0,01 p).
  • invasão da glândula suprarrenal ipsilateral classificada como T4;  (0,01 p).
  • reclassificação do envolvimento da veia renal como T3a, com subcategorias T3a/T3b/T3c conforme extensão do trombo no sistema venoso (0,03 p).


FONTE:

NEOPLASIAS DE APARELHO URINARIO - PLATAFORMA MISODOR

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.91)

CASO CLINICO: (210154 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação: Idade: 56 anos; Sexo: feminino; Profissão: do lar.

Consulta de rotina, referindo cefaléia ocasional, sem outras queixas. Aumentou 10 kg nos últimos 5 anos. Não faz restrições alimentares. É sedentária. Fumante de 10 cigarros por dia.

Menopausa há 5 anos. G4 P3 A1. Engordou 20 kg na última gravidez. Peso do filho ao nascer: 4,250 kg. Pai falecido de IAM e mãe obesa. Nega diabetes na família.

Altura: 1,56 m; Peso: 76,800 kg; IMC: 31,2 kg/m2
Cintura: 92 cm; PA: 150 / 95 mmHg; Pulso: 84 bpm
Restante do exame: NDN

1) Que doenças você investigaria neste caso? (0,1 pontos)
2) Quais são as indicações para prescrever o teste de tolerância oral á glicose (TTGO)?(0,12 pontos)
3) Considerando os exames solicitados e os resultados abaixo, formulam corretamente os diagnósticos dessa paciente.(0,16 pontos)

4) Definem um plano terapêutico neste caso. (0,12 pontos)


RATING: 3.02

1) Que doenças você investigaria neste caso?
Primeiro, a paciente tem todos os fatores de risco para aterosclerose. (0,05 p) E bem acima do peso, com um indice de massa corporal acima de normal, fumante e sedentária, acabou de entrar a menopausa e a mãe também foi obesa.
No segundo plano, a paciente apresenta risco de síndrome metabólico, sendo com um índice massa corporal bem acima de normal, a cintura de 92 cm (normal nas mulheres e 88), e associa HTA com valores acima de normal. Sendo a idade, o mais provável e o diagnostico de DZ tip II. (0,05 p)
2) Quais são as indicações para prescrever o teste de tolerância oral á glicose (TTGO)?
a) Qualquer paciente com a glicemia de jejum entre 110-125 mg/100 ml (0,04 p)
b) Qualquer paciente com dois fatores de risco mas com glicemia normal (0,04 p)
c) Qualquer mulher com diabetes gestacional previo e glicemia normal (0,04 p)
3) Formulam corretamente os diagnósticos dessa paciente.
I)DIABETES MELLITUS TIPO 2 - Uma glicemia 'a jeun' maior que 126 mg% ja estabelece diagnostico de diabetes mellitus, neste caso, a paciente apresentou 132 mg/100 ml. (0,04 p)
II) HIPERTENSÃO ARTERIAL ESTAGIO I (0,04 p)

III) DISLIPIDEMIA (0,04 p)

IV) OBESIDADE GRAU I (0,04 p)

4) A orientação medica que vai receber:
Dieta hipocalórica, hipossódica, pobre em gorduras saturadas (0,04 p)
Exercícios pelo menos 3x/semana (0,04 p)
Parar de fumar (0,04 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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