ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2566 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
509 TENTATIVAS (30 CONTESTAÇÕES)
15409 QUESTÕES OBJETIVAS
3532 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5838 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3402 QUESTÕES DE CIRURGIA
1832 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
178 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
210 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA DOS MEMBROS INFERIORES - LIVRE ACESSO (ÁREA DE CIRURGIA)

O termo veias varicosas, no senso comum engloba um espectro de dilatação venosa que varia de pequenas telangiectasias a veias varicosas tortuosas bastante dilatadas.

Como já citado, para uma caracterização adequada, assim como para escolha do tratamento apropriado, certas definições devem ser compreendidas:

  1. O termo veias varicosas engloba qualquer veia dilatada, tortuosa, alongada, independentemente do seu calibre.
  2. Telangiectasias são varicosidades intradérmicas pequenas e tendem ser esteticamente desagradáveis, mas assintomáticas.
  3. Veias reticulares são subcutâneas e dilatadas, que drenam para tributárias de veias axiais principais ou tronculares.
  4. Veias tronculares são as nomeadas como veia safena interna e externa

OBJETIVA: (1279509 votos)..........96.75% das questões objetivas receberam votos.
No segundo dia de pós-operatório de uma cirurgia de grande porte, com o paciente em jejum, observam-se:
A. lipólise e gênese de glicogênio
B. lipogênese e aminoglicogênese
C. gliconeogênese e formação de corpos cetônicos
D. armazenamento de ácidos graxos poliinsaturados e proteólise
E. gênese de glicogênio e diminuição da mobilização das gorduras

  RATING: 3

No segundo dia de pós-operatório de uma cirurgia de grande porte, com o paciente em jejum, observam-se:

A. lipólise e gênese de glicogênio
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. lipogênese e aminoglicogênese
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. gliconeogênese e formação de corpos cetônicos
CORRETO : Em pacientes em pós-operatórios, ou naqueles que permanecem em jejum por alguma outra razão, se uma quantidade mínima de glicose (pelo menos 100 gramas) não for administrada nas primeiras 24-48 horas, o processo de cetogênese se inicia. A gliconeogênese (produção de glicose a partir de substratos não glicídicos), encontra-se presente de forma clássica na resposta ao trauma. Ela utiliza com substratos os aminoácidos mobilizados do músculo, o glicerol (do tecido adiposo) e o lactato. As catecolaminas o glucagon e o cortisol são os principais hormônios que estimulam e mantém o processo.
D. armazenamento de ácidos graxos poliinsaturados e proteólise
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. gênese de glicogênio e diminuição da mobilização das gorduras
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (190698 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda as seguintes questões:
(I) Quais são as indicações de ventilação através de cânula traqueal em sala de parto?.....(0,28 pontos)
(II) Qual é o tempo máximo permitido para cada tentativa de intubação?.....(0,07 pontos)
(III) Quando se inicia a massagem cardíaca?.....(0,08 pontos)
(IV) Qual é a relação entre o numero de massagens/ventilações no caso do recém-nascido entubado? (0,07 pontos)

RATING: 3.02

Responda as seguintes questões:
(I) Quais são as indicações de ventilação através de cânula traqueal em sala de parto?.....(0,28 pontos)
(II) Qual é o tempo máximo permitido para cada tentativa de intubação?.....(0,07 pontos)
(III) Quando se inicia a massagem cardíaca?.....(0,08 pontos)
(IV) Qual é a relação entre o numero de massagens/ventilações no caso do recém-nascido entubado? (0,07 pontos)

(I) Quais são as indicações de ventilação através de cânula traqueal em sala de parto?
R: As indicações de ventilação através de cânula traqueal em sala de parto incluem:
- ventilação com máscara facial não efetiva (após a correção de possíveis problemas técnicos, a FC permanece <100 bpm); (0,07 p)
- ventilação com máscara facial prolongada o paciente não retoma a respiração espontânea; (0,07 p)
- aplicação de massagem cardíaca. (0,07 p)
- pacientes portadores de hérnia diafragmática que necessitam de VPP (intubação traqueal e a inserção imediata de sonda gástrica) (0,07 p)

(II) Qual é o tempo máximo permitido para cada tentativa de intubação?
R: Cada tentativa de intubação deve durar, no máximo, 30 segundos. (0,07 p)

(III) Quando se inicia a massagem cardíaca?
A massagem cardíaca só é indicada se, após 30 segundos de VPP com técnica adequada por meio da cânula traqueal (0,02 p)e uso de concentração de oxigênio de 60-100% (0,02 p), a FC estiver <60 bpm. (0,04 p)

(IV) Qual é a relação entre o numero de massagens/ventilações no caso do recém-nascido entubado?
Quando entubado a relação massagem/ventilação é de 3:1 (0,07 p), ou seja, 3 movimentos de massagem cardíaca para 1 movimento de ventilação, com uma frequência de 120 eventos por minuto (90 movimentos de massagem e 30 ventilações).

FONTE:
RESSUSCITAÇÃO NEONATAL

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (222902 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.

Mulher de 35 anos, tabagista (20 maços-ano), previamente hígida, procura atendimento com quadro de 7 meses de evolução caracterizado por perda ponderal de 14 kg (apesar de apetite preservado), palpitações, intolerância ao calor, tremor fino de extremidades, sudorese excessiva, irritabilidade e evacuações amolecidas frequentes. Há 3 meses notou proptose bilateral progressiva, diplopia intermitente, lacrimejamento, fotofobia e edema periorbitário. Há 15 dias refere diminuição da acuidade visual no olho direito e dor retro-ocular. Nega uso de medicamentos ou contraste iodado recente.

Ao exame físico: PA 145 × 85 mmHg, FC 118 bpm (ritmo regular), temperatura 37,4 °C. Bócio difuso grau II, superfície lisa, frêmito e sopro sistólico sobre a glândula. Exoftalmia bilateral (Hertel 25 mm OD / 24 mm OE), restrição importante dos movimentos oculares (principalmente elevação e abdução), sinal de von Graefe positivo, quemose e hiperemia conjuntival. Fundo de olho: edema de disco óptico à direita. Lesões eritematosas, induradas e não depressíveis na região pré-tibial bilateral. Tremor fino distal e hiper-reflexia.

Exames laboratoriais iniciais: TSH < 0,01 mUI/L; T4 livre 5,1 ng/dL (VR 0,7–1,8); T3 total 345 ng/dL; TRAb (anticorpos antirreceptor de TSH) fortemente positivo (28 UI/L; VR < 1,75); anti-TPO positivo em título moderado. Ultrassonografia tireoidiana: glândula difusamente aumentada, hipoecogênica e com hipervascularização intensa ao Doppler. TC de órbitas: aumento volumoso dos músculos extraoculares (especialmente reto medial e inferior) com compressão apical do nervo óptico à direita (crowding apical).

O caso configura doença de Graves com hipertireoidismo clinicamente grave, orbitopatia de Graves ameaçadora da visão (neuropatia óptica distireóidea) e dermopatia tireoidiana.

(I) Qual o diagnóstico sindrômico e etiológico principal e qual o mecanismo fisiopatológico central envolvido? (0,11 pontos)
(II) Quais os principais exames confirmatórios e quais os achados laboratoriais e de imagem esperados neste contexto? (0,11 pontos)
(III) Como se classifica a gravidade e a atividade da orbitopatia neste paciente e qual a conduta terapêutica inicial prioritária diante da ameaça visual? (0,12 pontos)
(IV) Quais são as três modalidades clássicas de tratamento do hipertireoidismo na doença de Graves e qual a opção preferencial neste cenário específico de orbitopatia grave ativa?  (0,08 pontos)
(V) Quais fatores de risco modificáveis e medidas adjuvantes devem ser rigorosamente abordados no manejo global deste caso? (0,08 pontos)





RATING: 3.22

(I) Diagnóstico: Doença de Graves com hipertireoidismo autoimune + orbitopatia de Graves + dermopatia tireoidiana (0,03 p).
Mecanismo central: produção de autoanticorpos agonistas (TRAb) que se ligam e ativam constitutivamente o receptor de TSH nos tireócitos, gerando hiperplasia e hiperfunção glandular independente do eixo hipofisário (0,04 p).
Os mesmos autoanticorpos reconhecem antígenos compartilhados em fibroblastos orbitários e dérmicos, desencadeando inflamação, produção de glicosaminoglicanos e expansão tecidual (0,04 p).
(II) Confirmação laboratorial clássica: TSH suprimido + T4 livre e/ou T3 elevados + TRAb positivo (padrão-ouro diagnóstico) (0,03 p).
Exames complementares de suporte: ultrassonografia com Doppler (glândula difusa hipervascularizada) e, quando necessário, cintilografia (captação difusa elevada) (0,04 p).
Imagem orbitária (TC ou RM): aumento dos músculos extraoculares com compressão apical do nervo óptico (0,04 p).
(III) Classificação: orbitopatia moderada a grave e ativa (EUGOGO), com ameaça à visão por neuropatia óptica distireóidea (0,04 p).
Conduta prioritária imediata: glicocorticoides intravenosos em altas doses (metilprednisolona EV em esquema semanal ou diário conforme gravidade) sob supervisão especializada (0,04 p).
Avaliação multidisciplinar urgente (endocrinologia + oftalmologia) e consideração de descompressão orbitária se não houver resposta rápida (0,04 p).
(IV) Três modalidades clássicas: (1) drogas antitireoidianas (metimazol ou propiltiouracil), (2) iodo radioativo e (3) tireoidectomia (0,04 p).
No cenário de orbitopatia grave ativa, preferência por drogas antitireoidianas para controle do hipertireoidismo, evitando iodo radioativo (que pode agravar a orbitopatia) até estabilização da doença ocular (0,04 p).
(V) Fator de risco modificável principal e obrigatório: cessação completa e imediata do tabagismo (piora significativa da orbitopatia) (0,04 p).
Medidas adjuvantes: controle rigoroso da função tireoidiana, proteção ocular local (lubrificantes, oclusão noturna se necessário), selenium em áreas deficientes e abordagem multidisciplinar continuada (0,04 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.22)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.