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O ABORTAMENTO (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Abortamento – o processo
Aborto – o produto

Palavras-chave:

    • ate 22 semanas
    • ate 500 gramas                 
    • ate 15 centímetros
 

OBJETIVA: (1212996 votos)..........99.06% das questões objetivas receberam votos.
Qual teste laboratorial é mais útil para diferenciar entre hiponatremia hipervolêmica e euvolêmica em um paciente com baixa osmolalidade sérica?
A. Nível de creatinina sérica
B. Concentração de sódio urinário
C. Osmolalidade urinária
D. Nível de aldosterona sérica
E. Taxa de filtração glomerular estimada (eTFG)

  RATING: 2.97

Qual teste laboratorial é mais útil para diferenciar entre hiponatremia hipervolêmica e euvolêmica em um paciente com baixa osmolalidade sérica?

A. Nível de creatinina sérica
INCORRETO: Ele é mais relevante para avaliar a função renal do que a distinção entre estados volumétricos.
B. Concentração de sódio urinário
CORRETO : A concentração de sódio urinário ajuda a diferenciar entre hiponatremia hipervolêmica (típica de insuficiência cardíaca, cirrose) e hiponatremia euvolêmica (SIADH, hipotireoidismo). Em casos de hipervolêmica, o sódio urinário tende a ser baixo (<20 mmol/L) devido à retenção renal de sódio para promover volume, enquanto na euvolêmica, o sódio urinário é geralmente superior (>40 mmol/L) devido à secreção inapropriada de ADH.
C. Osmolalidade urinária
INCORRETO : Pode ser útil, mas a concentração de sódio urinário é mais valiosa para determinar a causa específica da hiponatremia.
D. Nível de aldosterona sérica
INCORRETO : Tem utilidade na avaliação de distúrbios específicos endócrinos mas não é primário na distinção entre hiponatremia hipervolêmica e euvolêmica.
E. Taxa de filtração glomerular estimada (eTFG)
INCORRETO : A eTFG é indicadora de função renal geral, não diferenciando diretamente os estados volumétricos associados à hiponatremia.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

DISCURSIVA: (186650 votos) ..........99.43% das questões discursivas receberam votos.
As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um


RATING: 2.97

As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um

Tipos de fissuras esternais:

ECTOPIA CORDIS CERVICAL

Os defeitos esternais superiores (ectopia corais cervical) estão associados a um defeito amplo que se estende até a quarta cartilagem costal em uma aparência em U ou em V. O reparo envolve a união das bandas esternais na linha média após a realização de condrotomias oblíquas para proporcionar uma cobertura protetora ao coração e aos grandes vasos.

Em casos graves, é necessária a reconstrução do defeito com material prostético (p. ex., tela de Marlex) para evitar uma compressão excessiva do coração, o que levaria a uma bradi-cardia, ou hipotensão. (0,2 p)

ECTOPIA CORDIS TORÁCICA 

As fissuras completas (ectopia corais torácica) são mais extensas e frequentemente associadas a um defeito diafragmático anterior em forma crescêntica e diásta-se dos retos, o que resulta em uma comunicação livre entre as cavidades peritoneais e pericárdicas. (0,1 p)

ECTOPIA CORDIS TORACOABDOMINAL 

As fissuras esternais distais (ectopia corais toracoabdominal) são os defeitos mais extensos e estão associados à pentalogia de Cantrell. Este grupo de anomalias é caracterizado por fissura distai no esterno, onfalocele, fenda diafragmática, defeito pericárdico e doença cardíaca congénita (comunicação interventricular, tetralogia de Fallot) (0,1 p)

ESTERNO BÍFIDO 

O esterno bífido é a anomalia menos grave do esterno e pode estar associada a hemangiomas faciais. (0,1 p)

FONTE:

PLTAFORMA MISODOR: PAREDE TORACICA E PLEURA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (218727 votos)..........99.51% dos casos clinicos receberam votos.
B..S. – Com seis anos, nascida na periferia da cidade, feminina, negra. Levada ao hospital com encaminhamento do Odontólogo relatando alteração dentária sugestiva e portando exames laboratoriais onde o VDRL encontrava-se positivo 1:32. Imediatamente internada para investigação.

A mãe, do lar, de pouca escolaridade, tem outros três filhos sendo 2 do mesmo pai. A avó materna é HIV positiva e moram em casa de alvenaria com água e esgoto. A criança nasceu de parto normal, com 2950 g e 50 cm ficando internada por cinco dias para fototerapia, não sendo realizado VDRL. O pré-natal foi realizado inadequadamente.

O exame físico mostrou criança ativa, em bom estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica, eupnéica, sem déficit ponderal ou de estatura, desenvolvimento físico e psicomotor compatíveis com a idade. O exame dos sistemas neurológico, cardiovascular, respiratório, abdome e membros eram normais. A cavidade oral exibia os incisivos centrais e superiores, em serrilhado típico (dentes de Hutchinson) e molares em amora, sendo observado um mal estado dentário.

 

1) Trata-se de sifilis congênita neste caso? Quais são os pontos de apoio para esse diagnóstico? - 0,25 pontos;

2) Qual é a atitude terapêutica a ser tomada imediatamente? - 0,25 pontos;




RATING: 3.12

1) Trata-se de sifilis congênita neste caso? Quais são os pontos de apoio para esse diagnóstico? - 0,25 pontos;

Caso confirmado: quando o T. pallidum ou seu material genético é constatado fisicamente em amostras de lesões, líquido amniótico, cordão umbilical ou de tecidos oriundos da necropsia
Caso presuntivo: quando pelo menos um dos seguintes parâmetros está presente:
I) RN ou criança cuja mãe contaminada não tenha sido tratada ou o foi de forma inadequada;
II) RN ou criança exibindo teste treponêmico positivo e algumas das seguintes alterações: evidência de sífilis congênita ao exame físico; alterações radiológicas; VDRL positivo no líquor; elevado conteúdo de proteínas ou leucocitose no líquor, na ausência de outras causas; IgM positiva para lues
III) Natimorto sifilítico – morte fetal ocorrida em gestação de mais de 20 semanas ou feto com peso superior a 500g, nascido de mãe com sífilis não tratada ou inadequadamente tratada.

Os fatores de risco mais comumente associados a sífilis congênita:

  • falta de atendimento pré-natal
  • abuso de cocaína
  • prostituição
  • contato sexual desprotegido
  • comercialização do sexo por drogas
  • cuidados pré-natais inadequados

2) Qual é a atitude terapêutica a ser tomada imediatamente? - 0,25 pontos;

  1. Penicilina cristalina, em infusão venosa, na dose de 150.000 U/kg/dia divididos em 6 tomadas durante 14 dias. 
  2. Penicilina benzatina 7.200.000UI, IM, em três doses semanais de 2.400.000 UI

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.12)




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