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Um homem de 70 anos com história de constipação apresenta dor abdominal intermitente no lado esquerdo e febre há 2 dias. Ele veio ao pronto-socorro imediatamente após perceber sangue na sua evacuação esta manhã. A frequência cardíaca dele é 110/min, a pressão arterial é 90/50 mm Hg, a frequência respiratória é de 18/min e sua saturação de oxigênio é de 95% em ar ambiente. No exame físico, o médico observa grandes quantidades de sangue vermelho vivo expelido por reto. O médico imediatamente coloca dois acessos intravenosos de grande calibre e administra fluido e colhe amostra de sangue para tipagem. Qual é a próxima etapa no manejo desse paciente?
A. Arteriografia
INCORRETO: Arteriografia deveria ser feita se a colonoscopia não for possível devido à gravidade do sangramento ou não se sabe o local do sangramento. Essa técnica, no entanto, é limitada, pois o paciente tem que ter sangramento intenso durante o exame para localizar o local do sangramento.
B. Colonoscopia
INCORRETO : A colonoscopia deve ser realizada apensa se o sangramento GI superior tenha foi descartado. A colonoscopia não só permite localizar o local do sangramento, mas pode também ser uma intervenção terapêutica.
C. Endoscopia
INCORRETO : A endoscopia deve ser realizada se a sonda nasogástrica produzir sangramento franco, caso que a fonte do sangramento estaria no trato gastrointestinal superior. Essa suspeita, sim, poderia ser confirmada e possivelmente tratada com endoscopia.
D. Aspiração por sonda nasogástrica
CORRETO : O paciente em questão tem sintomas consistentes com um sangramento gastrointestinal (GI) no contexto de diverticulite. Embora os sintomas descritos são sugestivos de um sangramento GI inferior, um sangramento gastrointestinal superior também pode se apresentar como sangramento retal. Portanto, é importante realizar aspiração por sonda nasogástrica e descartar sangramento gastrointestinal superior.
E. Consulta cirúrgica
INCORRETO : Consulta Cirúrgica deve ser solicitada se o paciente permanecer instável apesar da ressuscitação volêmica agressiva.
Gabarito: D
Discuta as lesões pré-malignas do epitélio vesical, a classificação das neoplasias uroteliais papilares malignas e o estadiamento TNM do câncer de bexiga urinária.
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Discuta as lesões pré-malignas do epitélio vesical, a classificação das neoplasias uroteliais papilares malignas e o estadiamento TNM do câncer de bexiga urinária.
1. Sequência evolutiva das lesões pré-malignas e características da displasia urotelial
2. Diferenças entre NUBPM, carcinoma de baixo grau e carcinoma papilar de alto grau
3. Classificação TNM – ênfase nos estágios T
4. Principais métodos diagnósticos de imagem e papel da cistoscopia
FONTE:
CÂNCER DE VESICA URINARIA (PLATAFORMA MISODOR)
A mãe, do lar, de pouca escolaridade, tem outros três filhos sendo 2 do mesmo pai. A avó materna é HIV positiva e moram em casa de alvenaria com água e esgoto. A criança nasceu de parto normal, com 2950 g e 50 cm ficando internada por cinco dias para fototerapia, não sendo realizado VDRL. O pré-natal foi realizado inadequadamente.
O exame físico mostrou criança ativa, em bom estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica, eupnéica, sem déficit ponderal ou de estatura, desenvolvimento físico e psicomotor compatíveis com a idade. O exame dos sistemas neurológico, cardiovascular, respiratório, abdome e membros eram normais. A cavidade oral exibia os incisivos centrais e superiores, em serrilhado típico (dentes de Hutchinson) e molares em amora, sendo observado um mal estado dentário.
1) Trata-se de sifilis congênita neste caso? Quais são os pontos de apoio para esse diagnóstico? - 0,25 pontos;
2) Qual é a atitude terapêutica a ser tomada imediatamente? - 0,25 pontos;
1) Trata-se de sifilis congênita neste caso? Quais são os pontos de apoio para esse diagnóstico? - 0,25 pontos;
Caso confirmado: quando o T. pallidum ou seu material genético é constatado fisicamente em amostras de lesões, líquido amniótico, cordão umbilical ou de tecidos oriundos da necropsia
Caso presuntivo: quando pelo menos um dos seguintes parâmetros está presente:
I) RN ou criança cuja mãe contaminada não tenha sido tratada ou o foi de forma inadequada;
II) RN ou criança exibindo teste treponêmico positivo e algumas das seguintes alterações: evidência de sífilis congênita ao exame físico; alterações radiológicas; VDRL positivo no líquor; elevado conteúdo de proteínas ou leucocitose no líquor, na ausência de outras causas; IgM positiva para lues
III) Natimorto sifilítico – morte fetal ocorrida em gestação de mais de 20 semanas ou feto com peso superior a 500g, nascido de mãe com sífilis não tratada ou inadequadamente tratada.
Os fatores de risco mais comumente associados a sífilis congênita:
- falta de atendimento pré-natal
- abuso de cocaína
- prostituição
- contato sexual desprotegido
- comercialização do sexo por drogas
- cuidados pré-natais inadequados
2) Qual é a atitude terapêutica a ser tomada imediatamente? - 0,25 pontos;
- Penicilina cristalina, em infusão venosa, na dose de 150.000 U/kg/dia divididos em 6 tomadas durante 14 dias.
- Penicilina benzatina 7.200.000UI, IM, em três doses semanais de 2.400.000 UI
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