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Quando necessário antibioticoterapia, qual é o antibiótico de escolha inicial para o tratamento da forma leve e moderada da enterocolite pseudomembranosa?
A. metronidazol VO
CORRETO: Nas formas leve e moderada de enterocolite pseudomembranosa (colite associada a Clostridioides difficile), o metronidazol oral (500 mg, três vezes ao dia, por 10 dias) constitui o antibiótico de primeira escolha em protocolos consagrados e na prática clínica cotidiana. O fármaco é absorvido sistemicamente, mas alcança concentrações terapêuticas elevadas no lúmen colônico, inibindo diretamente a produção de toxinas A e B pelo patógeno, com eficácia superior a 90 % nos casos iniciais sem critérios de gravidade (ausência de megacólon, choque, leucocitose > 15.000 ou creatinina elevada). Sua via oral garante ação local, baixo custo e boa tolerância, reservando-se a vancomicina oral ou fidaxomicina para formas graves, recorrentes ou falha terapêutica.
B. penicilina EV
INCORRETO : A penicilina EV não possui atividade contra C. difficile (bactéria gram-positiva anaeróbia com resistência intrínseca a betalactâmicos de espectro estreito) e, mesmo se tivesse, a via intravenosa não atingiria o lúmen intestinal em concentração bactericida.
C. vancomicina EV
INCORRETO : A vancomicina EV é ineficaz na colite pseudomembranosa porque a droga não é excretada na bile nem secretada para o cólon em quantidades terapêuticas; apenas a forma oral atinge o local da infecção. Sua utilização intravenosa fica restrita a outras infecções gram-positivas graves.
D. tetraciclina VO
INCORRETO : A tetraciclina VO não integra as diretrizes de tratamento de colite por C. difficile; além de possuir atividade limitada contra o patógeno, seu uso pode favorecer o surgimento de resistência bacteriana e não é recomendado em nenhuma forma da doença.
E. cefalosporina EV
INCORRETO : A cefalosporina EV não só é ineficaz como agrava o quadro, uma vez que as cefalosporinas de amplo espectro são um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento ou recidiva da infecção por C. difficile, por promoverem desequilíbrio da microbiota intestinal.
Gabarito: A
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FONTE:
1. Internação e repouso absoluto no leito.
2. Ultrassonografia para quantificar líquido amniótico.
3. Cardiotocografia de 3/3 dias.
4. Dopplervelocimetria semanal.
5. Temperatura axilar de 4/4 horas.
6. Pesquisar aumento da sensibilidade uterina, secreções vaginais fétidas diariamente.
7. Auscultar BCF de 6/6 horas.
8. Leucograma e PCR de 3/3 dias.
9. Pesquisar maturidade fetal com 34 semanas.
10. Fazer corticóide na internação: betametazona, 12 mg de 24/24 horas (2 doses) IM.
11. NÃO FAZER: Toques vaginais. Antibióticos profiláticos. Tamponamento vaginal
12. Interromper a gestação na vigência de infecção ou vitalidade fetal comprometida ou maturidade presente (34 semanas).
13. Via de parto: Obstétrica.
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