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DIVERTICULOSE ESOFAGICA (ÁREA DE CIRURGIA)

A diverticulose esofágica é uma condição incomum, mas potencialmente grave, na qual pequenas bolsas ou sacos (divertículos) se formam na parede do esôfago. Estas bolsas podem se preencher com alimentos ou líquidos, o que pode levar a sintomas como tosse, dor torácica, dificuldade para engolir e desconforto abdominal. O tratamento mais comum para a diverticulose esofágica é a cirurgia. A cirurgia envolve a remoção dos divertículos e de qualquer tecido inflamado ou danificado, bem como a reconstrução da parede do esôfago. Após o procedimento, o paciente geralmente recebe medicamentos para reduzir o risco de infecção ou complicações. Além disso, o paciente pode ser aconselhado a mudar sua dieta ou estilo de vida para diminuir o risco de complicações futuras.

OBJETIVA: (1017581 votos)..........96.98% das questões objetivas receberam votos.
Por meio da técnica de reação em cadeia de polimerase (PCR, polymerase chain reaction), foram identificados até hoje, em todo o mundo, dez subtipos de HIV-1 (A-J). Na tabela seguinte associe a predominãncia dos subtipos viráis com as regiões:

1. 

subtipo A e D

I.

África Central

2. 

subtipo B

II. 

índia e na China

3. 

subtipo C

III. 

 América do Norte e na Europa

4. 

subtipo E

IV. 

Tailândia


Assinale a variante CORRETA :
A. I-4, II-2, III-1, IV-3
B. I-1, II-3, III-2, IV-4
C. I-3, II-1, III-2, IV-4
D. I-1, II-4, III-2, IV-3
E. I-1, II-3, III-4, IV-2

  RATING: 2.96

Por meio da técnica de reação em cadeia de polimerase (PCR, polymerase chain reaction), foram identificados até hoje, em todo o mundo, dez subtipos de HIV-1 (A-J). Na tabela seguinte associe a predominãncia dos subtipos viráis com as regiões:

1. 

subtipo A e D

I.

África Central

2. 

subtipo B

II. 

índia e na China

3. 

subtipo C

III. 

 América do Norte e na Europa

4. 

subtipo E

IV. 

Tailândia


Assinale a variante CORRETA :

A. I-4, II-2, III-1, IV-3
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. I-1, II-3, III-2, IV-4
CORRETO :

  • o subtipo A é encontrado primariamente na Africa Central,
  • o subtipo B na América do Norte e na Europa,
  • o subtipo C na África do Sul, na índia e na China, assim como no sul do Brasil,
  • o subtipo D na África Central
  • o subtipo E na Tailândia.
  • o subtipo F foi recentemente identificado, tendo sido também isolado no Brasil, assim como de todas as estirpes de amostras obtidas de crianças, na Romênia.
  • subtipos do grupo M (G, H, I e J) foram identificados em diversas localidades da África

C. I-3, II-1, III-2, IV-4
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. I-1, II-4, III-2, IV-3
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. I-1, II-3, III-4, IV-2
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

DISCURSIVA: (177107 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um


RATING: 2.98

As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um

Tipos de fissuras esternais:

ECTOPIA CORDIS CERVICAL

Os defeitos esternais superiores (ectopia corais cervical) estão associados a um defeito amplo que se estende até a quarta cartilagem costal em uma aparência em U ou em V. O reparo envolve a união das bandas esternais na linha média após a realização de condrotomias oblíquas para proporcionar uma cobertura protetora ao coração e aos grandes vasos.

Em casos graves, é necessária a reconstrução do defeito com material prostético (p. ex., tela de Marlex) para evitar uma compressão excessiva do coração, o que levaria a uma bradi-cardia, ou hipotensão. (0,2 p)

ECTOPIA CORDIS TORÁCICA 

As fissuras completas (ectopia corais torácica) são mais extensas e frequentemente associadas a um defeito diafragmático anterior em forma crescêntica e diásta-se dos retos, o que resulta em uma comunicação livre entre as cavidades peritoneais e pericárdicas. (0,1 p)

ECTOPIA CORDIS TORACOABDOMINAL 

As fissuras esternais distais (ectopia corais toracoabdominal) são os defeitos mais extensos e estão associados à pentalogia de Cantrell. Este grupo de anomalias é caracterizado por fissura distai no esterno, onfalocele, fenda diafragmática, defeito pericárdico e doença cardíaca congénita (comunicação interventricular, tetralogia de Fallot) (0,1 p)

ESTERNO BÍFIDO 

O esterno bífido é a anomalia menos grave do esterno e pode estar associada a hemangiomas faciais. (0,1 p)

FONTE:

PLTAFORMA MISODOR: PAREDE TORACICA E PLEURA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (206276 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Dona Sebastiana, 55 anos, procura atendimento na Unidade Básica de Saúde com queixa de cefaléia occipital, tontura, fraqueza, polidipsia e poliuria. Ao exame: Peso 85kg, Estatura 158 cm, PA: 160/110 mmHg, FC: 88 bpm. Traz com ela os seguintes exames realizados há dois dias: Triglicérides 600 mg/dl; Colesterol total 400 mg/dl, glicemia de jejum 180 mg/dl, Uréia 60 mg/dl, Creatinina 1,2 mg/dl.
1) Quais são os principais diagnósticos de dona Sebastiana? (0,1 pontos)
2) Descreva o melhor plano terapêutico para dona Sebastiana. (0,2 pontos)
3) Descreva as possíveis complicações que dona Sebastiana está sujeita caso não seja tratada adequadamente. (0,2 pontos)



RATING: 3.09

1) Quais são os principais diagnósticos de dona Sebastiana?
- Dislipidemia mista (Hipercolesterolemia + hipertrigliceridemia);(0.025 p)
- Provável Diabetes tipo 2;(0.025 p)
- Provável Hipertensão arterial;(0.025 p)
- Obesidade grau I (IMC=34);(0.025 p)
2) Descreva o melhor plano terapêutico para dona Sebastiana.
I) Obesidade.
- Dieta hipocalórica, com déficit 500 a 1000 kcal. (0,008 p)
- Atividade física – 30 a 60 minutos de atividade moderada 3 a 7 vezes por semana. (0,008 p)
- Considerará farmacoterapia caso não haja resposta em 6 meses. (0,008 p)
II) Dislipidemia. a) tratamento não farmacologico - Dieta pobre em gorduras, colesterol e gorduras saturadas. (0,008 p)
- Abstenção do consumo de álcool é recomendada em todos os casos de dislipidemias. (0,008 p)
- Caso se confirme o diagnóstico de diabetes tipo 2 é fundamental a dieta pobre em carboidratos e controle dos níveis glicêmicos. (0,008 p)
- Exercícios físicos (0,008 p)
b) Caso não sejam atingidos níveis satisfatórios de controle, optar por tratamento farmacológico. Os grupos de drogas a serem consideradas são: - Estatinas, (0,008 p)
- Fibratos, (0,008 p)
- Resinas ligadoras de ácidos biliares (0,008 p)
- Ácido nicotínico. (0,008 p)
- Confirmar as hipóteses de diabetes tipo 2 e hipertensão arterial com mais uma dosagem de glicose em jejum e pelo menos mais duas medidas de pressão arterial em uma nova consulta respectivamente. (0,008 p)
III) Hipertensão arterial:
a) Tratamento não farmacológico - estímulo à normalização do peso, (0,008 p)
- dieta hipossódica rica em frutas e vegetais, (0,008 p)
- limitação do consumo de álcool. (0,008 p)
b) Tratamento farmacológico (Caso necessário na avaliação de risco e seguimento): - considerar como agentes preferenciais os inibidores de enzima conversora de angiotensina (IECA), (0,008 p)
- diuréticos, (0,008 p)
- bloqueadores de canais de cálcio (0,008 p)
- beta-bloqueadores ou alfa-bloqueadores (0,008 p)
- inibidores de AT2; (0,008 p)
IV) Diabetes: a) Tratamento não farmacológico, - estímulo à normalização do peso (0,008 p)
- dieta com restrição de açucares (0,008 p)
- atividade física (0,008 p)
b) Tratamento farmacológico (Caso necessário na avaliação de risco e seguimento): - considerar como agente preferencial a Metformina (biquanida) (0,008 p)
- utilização de sulfoniluréias (alternativa aceitável) (0,008 p)
3) Descreva as possíveis complicações que dona Sebastiana está sujeita caso não seja tratada adequadamente. (0,2 pontos) Acidente Vascular Encefálico; (0,011 p)
Insuficiência coronariana; (0,011 p)
Insuficiência arterial periférica; (0,011 p)
Pancreatite; (0,011 p)
Retinopatia;Insuficiência renal; (0,011 p)
Insuficiência cardíaca; (0,011 p)
Trombose venosa profunda; (0,011 p)
Crise hipertensiva; (0,011 p)
Apnéia obstrutiva do sono; (0,011 p)
Síndrome da hipoventilação; (0,011 p)
Esteatose hepática não alcoólica; (0,011 p)
Doença de refluxo gastro-esofágico; (0,011 p)
Osteoartrose; (0,011 p)
Risco aumentado de câncer em obesos; (0,011 p)
Pé diabético; (0,011 p)
Catarata. (0,011 p)
Neuropatias sensitivo-motoras; (0,011 p)
Neuropatias autonômicas; (0,013 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.09)




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