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ESTERILIDADE MASCULINA E FEMININA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Fala-se de um casal que e estéril se, depois dois anos de vida conjugal, sem usar métodos contraceptivos, não surgiu nenhuma gravidez. Não existe, porem, um consenso sobre as noções de esterilidade. A escola latina de medicina define a  infertilidade como sendo um termo proprio para as mulheres que conseguem engravidar mais não conseguem chegar ate o fim das gravidez. A escola anglo-saxona, entretanto, define como esterilidade primaria e secundaria a fala em esterilidade como uma infertilidade que virou definitiva.

Tem que relembrar que, avançando em idade, a mulher fica menos fértil, enquanto aumenta as chances de ter uma criança malformada.

OBJETIVA: (1313089 votos)..........94.45% das questões objetivas receberam votos.
Um dos itens abaixo NÃO é sinal de hipercalcemia:
A. intervalo QT curto
B. constipação
C. inapetência
D. espasmo carpo-pédico
E. depressão SNC

  RATING: 2.99

Um dos itens abaixo NÃO é sinal de hipercalcemia:

A. intervalo QT curto
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. constipação
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. inapetência
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. espasmo carpo-pédico
CORRETO : Em caso de hipercalcemia, as atividades reflexas do sistema nervoso central ficam bem mais lentas, ocorrendo depressão do mesmo. diminui o intervalo QT do coração e aparece constipação e falta de apetite. Na presença de concentrações plasmáticas de íons cálcio de cerca de 50% abaixo do normal, o sistema nervoso torna-se progressivamente mais excitável, devido ao aumento da permeabilidade da membrana neuronal aos íons sódio permitindo o fácil início dos potenciais de ação - as fibras nervosas periféricas, em particular, tornam-se tão excitáveis que começam a descarregar espontaneamente, iniciando uma série de impulsos nervosos que passam para os músculos esqueléticos e desencadeiam contrações musculares tetânicas. Em conseqüência, a hipocalcemia provoca tetania. A tetania na mão costuma ocorrer antes do aparecimento de tetania na maioria das outras partes do corpo. Trata-se do denominado 'espasmo carpopédico'.
E. depressão SNC
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

DISCURSIVA: (192477 votos) ..........99.44% das questões discursivas receberam votos.
Respondam ás seguintes questões:
1) Qual espécies representam a fauna ofídica de interesse médico no Brasil? - 0,25 pontos
2) Enumeram os efeitos patologicos do veneno bothropico - 0,25 pontos


RATING: 3.56

Respondam ás seguintes questões:
1) Qual espécies representam a fauna ofídica de interesse médico no Brasil? - 0,25 pontos
2) Enumeram os efeitos patologicos do veneno bothropico - 0,25 pontos

1) Qual espécies representam a fauna ofídica de interesse médico no Brasil?

No Brasil, a fauna ofídica de interesse médico está representada pelos gêneros:
  • Bothrops (incluindo Bothriopsis e Porthidium)(0,05 p)
  • Crotalus(0,05 p)
  • Lachesis(0,05 p)
  • Micrurus(0,05 p)
  • Colubridae(0,05 p)
2) Enumeram os efeitos patologicos do veneno bothropico
  • Proteolitica
  • Coagulante
  • Hemorragica

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.56)

CASO CLINICO: (224750 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo feminino, 32 anos, previamente hígida, procura o pronto-socorro com queixa de perda ponderal de 8 kg em 2 meses, apesar de apetite preservado, palpitações, intolerância ao calor, tremor fino de extremidades, sudorese excessiva e irritabilidade. Refere ainda diplopia intermitente e sensação de “olhos saltados” há 3 semanas. É tabagista (15 maços-ano) e nega uso de medicações contínuas.

Ao exame físico: PA 148 × 78 mmHg, FC 112 bpm, ritmo regular; bócio difuso, indolor, sem nódulos palpáveis; tremor fino distal; pele quente e úmida; retração palpebral bilateral, edema periorbitário e proptose moderada (exoftalmia de 22 mm à direita e 21 mm à esquerda). Não há sinais de mixedema pré-tibial. Exames laboratoriais iniciais: TSH < 0,01 mUI/L, T4 livre 4,8 ng/dL (VR 0,7–1,8), T3 total 320 ng/dL (VR 80–200). Ultrassonografia de tireoide mostra glândula difusamente aumentada, hipoecogênica, com vascularização aumentada (“inferno tireoidiano”). Cintilografia com iodo-131 revela captação difusa e aumentada.

A paciente é internada para estabilização. Durante a avaliação oftalmológica especializada, identifica-se atividade moderada de oftalmopatia de Graves (CAS 4/7). Após discussão multiprofissional, inicia-se tratamento.

Com base no caso acima, responda às questões a seguir:

(I) Qual o diagnóstico sindrômico e etiológico mais provável? (0,1 pontos)
(II) Quais os principais achados laboratoriais e de imagem que confirmam a etiologia autoimune neste caso? (0,13 pontos)
(III) Qual a conduta terapêutica inicial mais adequada para o hipertireoidismo e para o controle sintomático? (0,11 pontos)
(IV) Como se classifica e qual a conduta inicial recomendada para a oftalmopatia apresentada? (0,08 pontos)
(V) Quais os fatores de risco presentes no caso que pioram o prognóstico da oftalmopatia e qual a orientação fundamental em relação a eles? (0,08 pontos)



RATING: 3.04

(I) Diagnóstico sindrômico e etiológico

  • Hipertireoidismo clínico e laboratorial (0,04 p)
  • Etiologia autoimune – Doença de Graves (0,06 p)

(II) Achados confirmatórios da etiologia autoimune

  • TSH suprimido + T4 livre e T3 elevados (0,04 p)
  • Captação difusa e aumentada na cintilografia (0,04 p)
  • Bócio difuso hipervascularizado ao ultrassom (“inferno tireoidiano”) (0,03 p)
  • (TRAb positivo seria o marcador específico, embora não descrito numericamente no caso) (0,02 p)

(III) Conduta terapêutica inicial

  • Tionamida (metimazol preferencialmente) para controle do hipertireoidismo (0,05 p)
  • Betabloqueador (propranolol ou equivalente) para controle de sintomas adrenérgicos (0,04 p)
  • Avaliação oftalmológica e endocrinológica conjunta antes de decisão definitiva (radioiodo ou cirurgia) (0,02 p)

(IV) Classificação e conduta da oftalmopatia

  • Oftalmopatia de Graves com atividade moderada (CAS ≥ 3) (0,04 p)
  • Medidas gerais + corticoterapia sistêmica (ou outras terapias imunossupressoras) sob supervisão especializada (0,04 p)

(V) Fatores de risco e orientação

  • Tabagismo ativo (principal fator modificável de piora da oftalmopatia) (0,05 p)
  • Orientação prioritária e enfática de cessação tabágica imediata (0,03 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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