ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2565 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
506 TENTATIVAS (23 CONTESTAÇÕES)
14754 QUESTÕES OBJETIVAS
3442 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2967 QUESTÕES DE CIRURGIA
1791 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
164 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
196 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

DOENÇA DE CROHN (ÁREA DE CIRURGIA)

A doença de Crohn é uma doença inflamatória crônica, transmural, do trato gastrintestinal de causa desconhecida.

A doença de Crohn pode ocorrer em qualquer parte do trato alimentar, da boca até o ânus, porém, mais comumente, afeta o intestino delgado e o cólon.

As manifestações clínicas mais comuns são dor abdominal, diarréia e perda de peso. A doença de Crohn pode ser complicada pela obstrução intestinal ou pela perfuração localizada com formação de fístula.

Tanto o tratamento clínico quanto o cirúrgico são paliativos; no entanto, a terapia cirúrgica pode proporcionar um alívio sintomático eficaz para aqueles pacientes com complicações devidas à doença de Crohn e produzir um benefício razoável a longo prazo.

OBJETIVA: (1095261 votos)..........99.23% das questões objetivas receberam votos.
Em caso de β - talassemias maiores é preferível instituir, como tratamento de primeira linha:
(I) tratamento quelante com deferiprone
(II) desferoxamina em doses variando entre 40 e 50 mg/kg/dia
(III) esplenectomia
(IV) concentrado de hemácias fenotipadas a cada 3 ou 4 semanas
A. I e III
B. II e IV
C. I e IV
D. III e IV
E. apenas II

  RATING: 3.13

Em caso de β - talassemias maiores é preferível instituir, como tratamento de primeira linha:

(I) tratamento quelante com deferiprone
INCORRETO: O deferiprone é uma droga nova, porém tem entre seus principais efeitos tóxicos a agranulocitose e, por esse motivo, tem sido utilizado apenas como segunda linha de tratamento ou em combinação com a desferoxamina.
(II) desferoxamina em doses variando entre 40 e 50 mg/kg/dia
CORRETO: Embora ainda existam certas controvérsias, o início da terapia quelante deve ocorrer quando os níveis de ferritina atingem 1.000 ng/mL. Em paralelo com a transfusão inicia-se o planejamento da terapia quelante de ferro: desferoxamina em doses variando entre 40 e 50mg/kg/dia (infusão subcutânea de 8 a 10h)
(III) esplenectomia
INCORRETO: a esplenectomia geralmente tem indicação em β talassemias formas intermediárias que apresentam declínio dos valores de hemoglobina
(IV) concentrado de hemácias fenotipadas a cada 3 ou 4 semanas
CORRETO: Em caso de talassemias maiores, geralmente graves, nos quais os indivíduos não sustentam níveis de hemoglobina superiores a 6,5 mg/dL, existe risco de descompensação cardiocirculatória. Nestes casos, é preferível instituir suporte transfusional programado e continuado transfusões sangüíneas regulares. Em intervalos regulares, a cada 3 ou 4 semanas (dependendo dos requerimentos específicos de cada doente) aplica-se concentrado de hemácias fenotipadas. A meta é manter os níveis de hemoglobina pré-transfusional em torno de 9,5 mg/dL.

A. I e III
INCORRETO: veja os comentários acíma
B. II e IV
CORRETO : veja os comentários acíma
C. I e IV
INCORRETO : veja os comentários acíma
D. III e IV
INCORRETO : veja os comentários acíma
E. apenas II
INCORRETO : veja os comentários acíma

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

DISCURSIVA: (179856 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?


RATING: 3.02

Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?

Alguns exames complementares constituem a cinética do ferro e permitem diferenciar, em boa parte dos casos, a anemia ferropriva da associada a doença crônica:

Diferenciação laboratorial entre anemia ferropriva e a associada a doença crônica
  Anemia Ferropriva Anemia de Doença Crônica
Ferro sérico Diminuído Diminuído
Ferritina Diminuída Normal ou elevada
TBIC Elevada Normal
Saturação de transferrina Diminuída Normal
TBIC – capacidade de ligação da transferrina ao ferro.

Quando o diagnóstico não é alcançado, deve-se fazer mielograma para avaliação histoquímica da reserva de ferro nos macrófagos. Eventualmente, havendo motivos clínicos para se suspeitar da deficiência de ferro, pode-se tratar como tal por três a quatro semanas e repetir o hematócrito.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (209516 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Mulher de 48 anos, previamente hígida, refere ganho ponderal progressivo de 15 kg em 9 meses, predominantemente central. Refere facilidade para formação de hematomas ao menor trauma, fraqueza muscular proximal (dificuldade para subir escadas e pentear os cabelos) e hipertensão arterial sistêmica de instalação recente e de difícil controle medicamentoso. Nega uso crônico de corticoides. Ao exame físico: obesidade centrípeta marcada, fácies pletórica e sinais de hipercortisolismo crônico. Exames laboratoriais iniciais mostram cortisol plasmático elevado com supressão de ACTH, sugerindo hipercortisolismo ACTH-independente.

I. Qual a suspeita diagnóstica? (0,25 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,1 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (0,05 pontos)
IV. Qual o tratamento de escolha? (0,1 pontos)





RATING: 2.94

I. Suspeita diagnóstica

  • A síndrome de Cushing engloba todos os sinais e sintomas decorrentes da exposição crônica a glicocorticoides em excesso, independentemente da origem. (0,05 p)
  • Na avaliação de pacientes com suspeita de síndrome de Cushing, o principal diagnóstico diferencial é a obesidade. (0,05 p)
  • Determinados sinais e sintomas específicos permitem distinguir a síndrome de Cushing da obesidade simples: facilidade para formação de hematomas. (0,05 p)
  • Fraqueza muscular. (0,05 p)
  • Hipertensão arterial. (0,05 p)

II. Possível causa da doença diagnosticada

  • Posteriormente identificaram-se tumores suprarrenais como causa direta. (0,05 p)
  • Causas suprarrenais incluem adenoma. (0,05 p) Subtotal II = 0,10 p

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico

  • Na avaliação de pacientes com suspeita de síndrome de Cushing permite identificar a origem adrenal pela identificação de tumores suprarrenais como causa direta. (0,05 p) Subtotal III = 0,05 p

IV. Tratamento

  • Para adenoma: adrenalectomia unilateral laparoscópica (cura de 100 %). (0,025 p)
  • Reposição temporária de glicocorticoide até recuperação da suprarrenal contralateral. (0,025 p)
  • Esquema de manejo pós-operatório de adrenalectomia (qualquer indicação): dose de estresse imediata (hidrocortisona 100 mg IV 8/8h por 24h). (0,025 p)
  • Redução gradual para reposição fisiológica. (0,025 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.94)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.