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A REFORMA SANITÁRIA E O SISTEMA UNICO DE SAUDE NO BRASIL - LIVRE ACESSO (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

A expressão "Sistema de Saúde", da forma como vem sendo colocada em prática no Brasil, poderia ser tranquilamente substituída por "Sistema de Serviços de Saúde", ou "Sistema de Doença" uma vez que a preocupação com a saúde é mínima e pouco privilegiada em relação à doença, à incapacidade e à morte. Mas mesmo como um "Sistema de Doenças", o Sistema de Saúde Brasileiro vem apresentando vários problemas, todos relacionados de alguma forma à política vigente em cada momento histórico de nosso país.
A tentativa de solucioná-Ios vem sendo feita a partir da década de 70, por um movimento denominado "Reforma Sanitária", e cujas principais diretrizes serão apresentadas a seguir.

OBJETIVA: (1006416 votos)..........96.51% das questões objetivas receberam votos.
Sobre as neoplasias uroteliais papilares da bexiga, qual das afirmações abaixo é a mais precisa?
A. O carcinoma urotelial de alto grau apresenta taxa de recidiva inferior à do de baixo grau
B. O tamanho da lesão é o principal fator para risco de invasão muscular
C. O tamanho da lesão é o principal fator para risco de invasão muscular
D. Todos os tumores com invasão da camada muscular própria são histologicamente de alto grau
E. Os carcinomas escamosos representam cerca de 90% dos tumores malignos vesicais

  RATING: 3.33

Sobre as neoplasias uroteliais papilares da bexiga, qual das afirmações abaixo é a mais precisa?

A. O carcinoma urotelial de alto grau apresenta taxa de recidiva inferior à do de baixo grau
INCORRETO: O carcinoma papilar urotelial de alto grau apresenta taxa de recidiva de aproximadamente 76,5%, superior aos cerca de 60% observados no carcinoma de baixo grau, com 40% evoluindo para progressão.
B. O tamanho da lesão é o principal fator para risco de invasão muscular
INCORRETO : A neoplasia urotelial de baixo potencial maligno usualmente surge como lesão única, ao contrário do carcinoma urotelial de baixo grau que é geralmente multifocal.
C. O tamanho da lesão é o principal fator para risco de invasão muscular
INCORRETO : O risco real de invasão da camada muscular e de metástase é determinado pelas alterações genéticas presentes, especialmente nas lesões de alto grau como o CIS, e não pelo tamanho da lesão.
D. Todos os tumores com invasão da camada muscular própria são histologicamente de alto grau
CORRETO : Todos os tumores que invadem a camada muscular própria, classificados como T2, são invariavelmente de alto grau histológico, o que confere comportamento mais agressivo e exige abordagens terapêuticas radicais. Essa característica histológica explica o pior prognóstico quando comparados aos tumores que permanecem limitados à lâmina própria (T1) ou não invasivos. A distinção entre T1a (invasão até a muscular da mucosa) e T1b (além dela) também reflete nuances na profundidade de invasão estromal inicial, sempre precedida por alterações genéticas que habilitam a invasão.
E. Os carcinomas escamosos representam cerca de 90% dos tumores malignos vesicais
INCORRETO : Cerca de 90% dos tumores malignos da bexiga são carcinomas uroteliais, enquanto o carcinoma escamoso corresponde a apenas 5% e o adenocarcinoma a 2%.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.33)

DISCURSIVA: (176610 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
Sobre a etiopatogenia e fisiopatologia da litíase renal, responda: 

1. Qual a causa principal dos cálculos cálcicos e sua proporção aproximada? 
2. Descreva os mecanismos de formação dos cálculos de estruvita. 
3. Quais são os principais inibidores da litogênese e seus efeitos? 
4. Explique a hipótese para associação entre hipertensão arterial essencial e litíase renal.


RATING: 3.02

Sobre a etiopatogenia e fisiopatologia da litíase renal, responda: 

1. Qual a causa principal dos cálculos cálcicos e sua proporção aproximada? 
2. Descreva os mecanismos de formação dos cálculos de estruvita. 
3. Quais são os principais inibidores da litogênese e seus efeitos? 
4. Explique a hipótese para associação entre hipertensão arterial essencial e litíase renal.

1. Causa principal dos cálculos cálcicos e sua proporção aproximada 
- Cálculos cálcicos representam 75 a 85% de todos os cálculos renais (0,08 p). 
- Na maioria das situações envolvendo cálculos cálcicos, a causa principal é a hipercalciúria idiopática (0,07 p). 

2. Mecanismos de formação dos cálculos de estruvita 
- Infecções crônicas ou recorrentes do trato urinário por microrganismos produtores de urease, como tipicamente o *Proteus* (0,06 p). 
- A urease provoca alcalinização da urina (pH > 7,2) pela hidrólise da ureia em amônia e dióxido de carbono, gerando saturação de sais de magnésio, amônio e fosfato (0,07 p). 

3. Principais inibidores da litogênese e seus efeitos 
- Principais fatores protetores, em ordem decrescente de relevância: líquidos, citrato, magnésio, fibras dietéticas e glicoproteínas (nefrocalcina e proteína de Tamm-Horsfall) (0,06 p). 
- O citrato quela o cálcio em solução, formando complexos altamente solúveis (0,05 p). 
- O magnésio diminui a concentração de oxalato iônico e eleva o ponto de saturação do oxalato de cálcio (0,05 p). 

4. Hipótese para associação entre hipertensão arterial essencial e litíase renal 
- Existe associação observada entre hipertensão arterial essencial, hipercalciúria e litíase renal (0,06 p). 
- A hipótese fisiopatológica é a existência de um defeito genético compartilhado que interfere no equilíbrio de Ca²⁺ e Na⁺, desencadeando vias fisiopatológicas distintas que levam à litíase renal, à hipertensão ou a ambas em certos indivíduos (0,05 p). 

FONTE:

REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA: LITIASE URINARIA (PLATAFORMA MISODOR)

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (205111 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.91

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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