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Pré-escolar de 2 anos trata otite média aguda há 5 dias com amoxicilina em dose alta. Evolui com febre persistente, orelha em abano, apagamento do sulco retroauricular, hiperemia e flutuação na região mastoidea. A interpretação e a conduta imediatas mais corretas são:
A. Reação alérgica à amoxicilina; trocar para macrolídeo e compressas mornas
INCORRETO: Alergia medicamentosa não desloca o pavilhão nem apaga o sulco retroauricular com flutuação mastoidea.
B. Otite externa circunscrita; apenas gotas de neomicina com polimixina
INCORRETO : Otite externa não produz orelha em abano por empurrão da cortical mastoidea nem flutuação retroauricular após OMA em tratamento.
C. Mastoidite crônica colesteatomatosa; programar cirurgia eletiva em 6 semanas sem antibiótico
INCORRETO : O curso de 5 dias após OMA é de mastoidite aguda, não de doença crônica colesteatomatosa. Aguardar 6 semanas sem antibiótico é inaceitável.
D. Mastoidite aguda coalescente; internar, antibiótico venoso de amplo espectro, avaliação otorrinolaringológica urgente e drenagem se houver abscesso subperiosteal
CORRETO : A mastoidite aguda coalescente complica a OMA quando o ar da mastoide é substituído por pus e ocorre osteíte com abscesso subperiosteal. Orelha em abano, sulco apagado e flutuação definem gravidade. Internação, antibiótico venoso (cobertura de pneumococo, estreptococo e Haemophilus, com ajuste para falha da amoxicilina) e avaliação ORL imediata são obrigatórios; a drenagem (punção, miringotomia com tubo e/ou drenagem subperiosteal) está indicada no abscesso.
E. Parotidite aguda; dosar amilase sérica e manter dieta pastosa
INCORRETO : A parótida situa-se à frente do tragus e do ramo da mandíbula; o sulco retroauricular apagado com orelha em abano é topografia mastoidea.
Gabarito: D
RATING: 3.09 ![]()
- a ausência do músculo peitoral maior (0,025 p),
- a ausência ou a hipoplasia (0,025 p) do músculo peitoral menor (0,025 p),
- a ausência das cartilagens costais (0,025 p)
- hipoplasia das mamas (0,025 p) e do tecido subcutâneo (0,025 p) (inclusive do complexo mamilar) e uma variedade de anomalias das mãos. (0,025 p)
FONTE:
1) Qual é a conduta inicial adequada para o atendimento deste caso na internação?
Reposição volêmica (0,03 p), instalação de cateter de O2 (0,03 p), analgesia (0,03 p), controle de balanço hídrico (0,03 p) e solicitação de radiografia de tórax (0,03 p), exames laboratoriais (0,03 p), gasometria arterial (0,03 p) e broncoscopia. (0,03 p)
2) Qual é a primeira investigação especifica indicada na internação e por qual justificativa?
O método diagnóstico-padrão deve ser broncoscopia das vias aéreas superiores (0,01 p) de todo paciente queimado com queimaduras no rosto ou na extremidade cefálica (0,01 p) e/ou vibrissas chamuscadas (0,01 p) como apresenta nosso paciente.
3) Quais seriam os sinais definitórios para lesão inalatória grave?
Achados broncoscópicos compatíveis com lesão por inalação incluem edema das vias aéreas (0,03 p), inflamação (0,03 p), necrose da mucosa (0,03 p), presença de fuligem (0,03 p) e carbonização das vias aéreas (0,03 p), descamação de tecido (0,03 p) e material carbonáceo nas vias aéreas. (0,03 p)
4) Que sintoma poderia indicar edema das vias aéreas e qual seria a medida imediata?
A rouquidão progressiva (0,01 p)é um sinal de obstrução iminente das vias aéreas, e a entubação endotraqueal deve ser instituída precocemente (0,01 p) antes que o edema distorça a anatomia das vias aéreas superiores.
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