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Foi constatado que todas as seguintes opções reduzem o risco de acidente vascular encefálico atero-trombótico na prevenção primária ou secundária, EXCETO:
A. Acido acetilsalicílico
INCORRETO: Foi constatado que a terapia com agentes antiplaquetários reduz o risco de eventos aterotrombóticos vasculares. A redução global de risco relativo de acidente vascular encefálico não fatal é de cerca de 25 a 30% na maioria dos ensaios clínicos de grande porte.
B. Controle da pressão arterial
INCORRETO : Vários estudos identificaram os fatores de risco essenciais para o acidente vascular encefálico isquêmico. A idade avançada, a história familiar, o diabetes, a hipertensão, o tabagismo e o colesterol são fatores de risco para aterosclerose e, portanto, para o acidente vascular encefálico. A hipertensão é, entre esses fatores de risco, o mais significativo. Todos os casos de hipertensão precisam ser controlados visando à prevenção de acidente vascular encefálico.
C. Clopidogrel
INCORRETO : O verdadeiro benefício absoluto depende do risco de cada paciente; por isso, pacientes com baixo risco de acidente vascular encefálico (p. ex., pacientes mais jovens com fatores de risco cardiovasculares mínimos) podem apresentar uma redução relativa do risco com tratamento antiplaquetário, porém com benefício insignificante.
D. Tratamento com estatinas
INCORRETO : Inúmeros estudos mostraram o benefício do tratamento com estatinas na redução do risco de acidente vascular encefálico, mesmo na ausência de hipercolesterolemia.
E. Varfarina
CORRETO : A anticoagulação constitui o tratamento de escolha para a prevenção de acidente vascular encefálico em pacientes com fibrilação atrial ou outras causas potenciais de embolia cardiocerebral. Entretanto, os dados disponíveis não sustentam o uso de longo prazo de antagonistas da vitamina K para a prevenção do acidente vascular encefálico aterotrombótico para doença cerebrovascular tanto intracraniana quanto extracraniana. O Warfarin-Aspirin Recurrent Stroke Study (WARSS) não constatou nenhum benefício da varfarina (relação internacional normalizada [INR] de 1,4 a 2,8) em comparação com o ácido acetilsalicílico 325 mg para a prevenção secundária do acidente vascular encefálico, porém assinalou uma taxa de sangramento ligeiramente maior no grupo tratado com varfarina. Um recente estudo europeu confirmou esse achado. O estudo Warfarin-Aspirin Symptomatic Intracranial Disease (WASID) não demonstrou nenhum benefício da varfarina (INR de 2 a 3) em comparação com o ácido acetilsalicílico em pacientes com aterosclerose intracraniana sintomática e também constatou uma maior taxa de complicações hemorrágicas.
Gabarito: E
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FONTE:
Homem de 67 anos, de etnia negra, com história familiar de câncer de próstata em ascendente de primeiro grau diagnosticado precocemente, previamente assintomático, desenvolve em poucas semanas jato urinário fraco e fino, hesitação, gotejamento terminal e noctúria intensa. O exame físico revela nódulo endurecido no toque retal sem extensão óbvia para vesículas seminais. Não há dor óssea ou edema de membros inferiores. PSA total de 7,5 ng/mL.
Questões:
Questão I (Suspeita diagnóstica)
Questão II (Possível causa da doença diagnosticada)
Questão III (Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico)
Questão IV (Tratamento)
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