ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2566 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
509 TENTATIVAS (40 CONTESTAÇÕES)
15952 QUESTÕES OBJETIVAS
3754 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5977 DE PEDIATRIA (3213 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3524 QUESTÕES DE CIRURGIA
1892 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
180 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
210 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

DISVITAMINOSES (ÁREA DE PEDIATRIA)

As vitaminas não participem significativamente da formação da estrutura celular e não são fonte de energia.

Por outro lado, em animais mantidos com uma dieta quimicamente definida, composta apenas de proteínas, carboidratos, gorduras purificadas e minerais, a vida não pode ser mantida.

São necessários fatores adicionais existentes nos alimentos naturais, embora, freqüentemente, apenas em quantidades mínimas.

Esses "fatores alimentares acessórios" são as vitaminas.

Estas substâncias orgânicas comumente tomam parte como coenzimas nas complexas reações bioquímicas do organismo. Ressalta-se que não apresentam semelhança química entre si; mas, em decorrência de função metabólica geral semelhante, são estudadas em conjunto.

OBJETIVA: (1366167 votos)..........95.6% das questões objetivas receberam votos.
Paciente masculino, 20 anos, com diagnóstico de pancolite ulcerativa idiopática há 3 anos, desenvolve quadro clinicoradiológico de megacólon tóxico na vigência de tratamento clínico com mesalazina e azatioprina oral. Frente a essa situação, qual a melhor indicação de tratamento cirúrgico?
A. proctocolectomia total com ileostomia terminal
B. colectomia total com ileostomia terminal
C. proctocolectomia total restauradora com bolsa ileoanal
D. colostomia descompressiva em alça de transverso
E. colectomia total com anastomose ileorretal

  RATING: 2.64

Paciente masculino, 20 anos, com diagnóstico de pancolite ulcerativa idiopática há 3 anos, desenvolve quadro clinicoradiológico de megacólon tóxico na vigência de tratamento clínico com mesalazina e azatioprina oral. Frente a essa situação, qual a melhor indicação de tratamento cirúrgico?

A. proctocolectomia total com ileostomia terminal
INCORRETO: Proctocolectomia total com ileostomia terminal está incorreta porque implica remoção adicional do reto em um cenário de urgência, com inflamação pélvica intensa e paciente instável, aumentando substancialmente o risco cirúrgico, o sangramento e o tempo operatório sem oferecer benefício imediato sobre a colectomia subtotal.
B. colectomia total com ileostomia terminal
CORRETO : O paciente apresenta megacólon tóxico em vigência de pancolite ulcerativa idiopática refratária ao tratamento clínico com mesalazina e azatioprina, configurando indicação cirúrgica de urgência. A colectomia total com ileostomia terminal (também denominada colectomia subtotal com ileostomia de Brooke e fechamento do coto retal à Hartmann) constitui a abordagem de escolha porque remove a totalidade do cólon doente, alivia a dilatação e a toxemia sistêmica de forma rápida e segura, minimiza o tempo operatório em paciente grave e preserva o reto para eventual reconstrução futura com bolsa ileoanal. Essa estratégia reduz riscos de contaminação peritoneal, sangramento pélvico e complicações infecciosas em contexto de megacólon tóxico, alinhando-se às diretrizes de manejo cirúrgico da retocolite ulcerativa em fase aguda.
C. proctocolectomia total restauradora com bolsa ileoanal
INCORRETO : Proctocolectomia total restauradora com bolsa ileoanal está incorreta porque se trata de procedimento eletivo complexo, com anastomose e confecção de reservatório ileal, contraindicado em megacólon tóxico devido ao alto risco de falha anastomótica, infecção e sepse em abdome contaminado e paciente com instabilidade hemodinâmica ou nutricional.
D. colostomia descompressiva em alça de transverso
INCORRETO : Colostomia descompressiva em alça de transverso** está incorreta porque não remove o cólon ulcerado difuso, não controla a toxemia nem interrompe a progressão da doença; serve apenas como medida paliativa temporária em situações como pseudo-obstrução colônica não inflamatória e não é recomendada na retocolite ulcerativa.
E. colectomia total com anastomose ileorretal
INCORRETO : Colectomia total com anastomose ileorretal está incorreta porque realiza anastomose primária em cólon inflamado, dilatado e contaminado, expondo o paciente a risco proibitivo de deiscência, peritonite e sepse; além disso, o reto permanece doente na retocolite ulcerativa, comprometendo o resultado funcional a longo prazo.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.64)

DISCURSIVA: (193313 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)


RATING: 2.96

1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)

1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica:

Anormalidades da Parede Torácica
Deformidades de depressão/pectus excavatum (0,05 p)
Deformidades de protrusão/pectus carinatum (0,05 p)
Sindrome de Poland (0,05 p)
Defeitos esternais
  • Ectopia cordis cervical (0,05 p)
  • Ectopia cordis torácica (0,05 p)
  • Ectopia cordis toracoabdominal (0,05 p)
  • Esterno bífido (0,05 p)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas.
As costelas e o esterno determinam o tamanho e o formato da cavidade torácica.

  1. As sete costelas superiores (numeradas de 1 a 7) são costelas verdadeiras, pois se articulam diretamente com o esterno por meio de cartilagens. (0,05 p)
  2. As cinco costelas inferiores (numeradas de 8 a 12) são falsas costelas; elas não se conectam diretamente com o esterno, anteriormente; na maioria dos casos, conectam-se com a cartilagem costal acima delas. (0,05 p)
  3. As costelas 11 e 12 são costelas flutuantes. Elas podem ser pequenas ou grandes; articulam-se apenas com a coluna torácica. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (225504 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
MFA, primigesta e adolescente, realizou seis consultas de pré-natal e foi diagnosticada Hepatite B crônica ativa. Hoje, ela iniciou trabalho de parto com 39 semanas de idade gestacional.
Seu filho nasce de parto normal, com Apgar 9/9, exame físico sem alterações e com peso de nascimento de 2.980 gramas.
Com o objetivo de prevenir a transmissão da hepatite, cite 2 condutas com o recém-nascido no momento do parto e 2 condutas nas primeiras 12h de vida.


RATING: 3.07

Respostas relacionadas ao momento do parto:
Clampeamento imediato do cordão; (0,1 p)
Evitar aspiração de vias aéreas superiores, se possível; (0,1 p)
Banho no RN logo após o nascimento, assim que possível. (0,1 p)

Respostas relacionadas às primeiras 12 horas pós-parto:
Vacinar o RN com a vacina de Hepatite B nas primeiras 12 horas de vida (0,1 p)
Aplicar a imunoglobulina específica para Hepatite B, também nas primeiras 12 horas de vida, de preferência simultaneamente com a vacina (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.07)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.