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INSUFICIÊNCIA CARDÍACA PEDIATRICA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Na verdade é uma perda de capacidade do ventrículo em distender, receber e/ou ejetar sangue, causada por disfunção da bomba ventricular: sobrecarga de volume (pré-carga) ou pressão (pós-carga).
O capitulo da insuficiência cardíaca na população pediátrica tem que ser tratado separadamente. Em decorrência de tantas etiologias, a Insuficiência Cardíaca (IC) pediátrica ê uma entidade mais complexa. Geralmente, uma anomalia como essa é relacionada com o próprio desenvolvimento cardíaco e com as manifestações pré-, per- ou pós-operatórias nas cardiopatias congênitas.

OBJETIVA: (1292061 votos)..........96.21% das questões objetivas receberam votos.
Indicações de infusão de atropina no paciente com bradicardia sinusal com comprometimento cardiopulmonar:
(I) intoxicação com organofosforados
(II) bloqueio AV sintomático derivado da bradicardia primaria
(III) tônus vagal aumentado
(IV) bloqueio AV decorrente da acidose
A. apenas I e IV
B. apenas II
C. apenas I, II e III
D. apenas II e IV
E. todas

  RATING: 3.15

Indicações de infusão de atropina no paciente com bradicardia sinusal com comprometimento cardiopulmonar:

(I) intoxicação com organofosforados
CORRETO: a intoxicação com organofosforados pode causar bradicardia e é uma indicação de aplicação de atropina
(II) bloqueio AV sintomático derivado da bradicardia primaria
CORRETO: Uma bradicardia primária significa uma disfunção miocárdica, e, como a epinefrina pode causar arritmias neste caso, é recomendável a aplicação de atropina
(III) tônus vagal aumentado
CORRETO: O tonus vagal aumentado é uma indicação para infusão de atropina em caso de bradicardia com comprometimento cardiopulmonar
(IV) bloqueio AV decorrente da acidose
INCORRETO: a atropina não é recomendada para o bloqueio AV decorrente da bradicardia secundaria por causas tratáveis (hipoxia ou acidose)

A. apenas I e IV
INCORRETO: veja os comentários acíma
B. apenas II
INCORRETO : veja os comentários acíma
C. apenas I, II e III
CORRETO : veja os comentários acíma
D. apenas II e IV
INCORRETO : veja os comentários acíma
E. todas
INCORRETO : veja os comentários acíma

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.15)

DISCURSIVA: (191843 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)


RATING: 2.97

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal:
  1. Conhecimento do ambiente;   .....0,05 p
  2. Usar toda a infmração disponível;   .....0,05 p
  3. Antecipar e planejar;   .....0,05 p
  4. Identificar claramente o líder da equipe;   .....0,05 p
  5. Comunicar-se de forma efetiva;   .....0,05 p
  6. Delegar a carga de trabalho de modo otimizado;   .....0,05 p
  7. Alocar a sua atenção de maneira sábia;   .....0,05 p
  8. Empregar todos os recursos disponíveis;   .....0,05 p
  9. Pedir ajuda quando necessária;   .....0,05 p
  10. Manter o comportamento profissional;   .....0,05 p

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (224088 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.
Um Sr. de 68a, natural e procedente de Petrolina-PE, procura o serviço médico por dificuldade para deglutir há 3 anos. Inicialmente com alimentos sólidos, agora também tem dificuldades na ingestão de líquidos. A noite, nota alimentos deglutidos no jantar refluírem à boca. Teve um episódio de pneumonia há quatro meses. Refere perda de 8kg no período. Ex-tabagista, agricultor aposentado, portador de hipertensão arterial leve controlada com diuréticos, nega internações e intervenções cirúrgicas prévias.
1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica? - 0,1 pontos
2) Dos exames abaixo, quel é o MENOS util para o diagnóstico? - 0,1 pontos

a) Radiografia contrastada do esôfago
b) Endoscopia digestiva alta
c) Manometria esofágica
d) pHmetria esofágica
e) Tomografia computadorizada do tórax

3) O paciente realizou o exame abaixo. Quais são os achados radiológicos? - 0,3 pontos




RATING: 3.02

1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica?
Megaesôfago chagásico.(0,1 p)
DISCUSSÃO: O principal sintoma que o paciente apresenta é a disfagia. Dentre as principais causas de disfagia, poderíamos citar:

  • neoplasias malignas
  • megaesôfago
  • estenoses pépticas

Como causas mais raras, haveriam

  • os tumores benignos
  • outras doenças motoras
  • Síndrome de Plummer-Vinson
  • a disfagia lusória

Associadamente, o paciente tem regurgitação, história sugestiva de broncoaspiração e perda lenta de peso. Não há história prévia de sintomas pépticos que indique DRGE grave, nem perda acentuada de peso ou hemorragia que sugiram a neoplasia como principais hipóteses.
Assim, pelo caráter lento de aparecimento e pela procedência do paciente, o mais provável é que haja megaesôfago chagásico.
2) Dos exames abaixo, qual é o MENOS útil para o diagnóstico? (0,1 p)
A ph-metria (variante D)
DISCUSSÃO: Os primeiros exames a serem solicitados na suspeita de disfagia são a radiografia contrastada de esôfago e a endoscopia digestiva alta, geralmente nesta ordem.

  • A primeira nos dá uma correta idéia da forma do esôfago, da presença de alterações anatômicas, do esvaziamento do contraste, sendo útil em todas os casos de disfagia.
  • A segunda tem papel primordial nas estenoses orgânicas, em que o exame anátomo-patológico é obrigatório, além de ser o que melhor avalia a mucosa esofágica.
  • A manometria esofágica é o exame que confirma as alterações funcionais motoras do esôfago, tendo achados característicos para cada uma das doenças, incluindo o megaesôfago.
  • A tomografia computadorizada é útil para o estadiamento das neoplasias, identificação de massas esofágicas e para-esofágicas, nem sempre visualizadas por outros métodos.
  • A ph-metria é utilizada para o estudo do refluxo gastroesofágico e, mesmo nos casos de disfagia por estenose péptica, não é capaz de trazer nenhuma informação objetiva acerca da causa da disfagia ou da presença de estenose.
3) Quais são os achados radiológicos?
O esofagograma mostra achados sugestivos de megaesôfago (0,05 p), como dilatação esofágica (0,05 p), presença de resíduos alimentares (0,05 p), nível hidroaéreo no esôfago (0,05 p), ausência de bulha gástrica (0,05 p) e presença de ondas terciárias na porção inferior à esquerda do esôfago. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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