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Ortopedia Pediátrica é uma área de especialização na medicina que foca no tratamento de problemas musculoesqueléticos em crianças. Esta área abrange muitas subespecialidades, incluindo trauma, deformidades congênitas, doenças inflamatórias, tumores e distúrbios relacionados ao crescimento.
Um ortopedista pediátrico tem a responsabilidade de tratar crianças de todas as idades, desde recém-nascidos até adolescentes. O ortopedista pode usar uma variedade de tratamentos para lidar com problemas musculoesqueléticos em crianças, desde medicação até cirurgia. Por exemplo, eles podem prescrever medicamentos para reduzir a dor, inflamação e outros sintomas associados a doenças inflamatórias, como artrite. além disso, eles podem usar terapias físicas e cirurgias para corrigir problemas estruturais, como pés planos.
Os ortopedistas também trabalham para prevenir e tratar lesões esportivas e outras lesões em crianças. Eles podem ajudar a melhorar a postura e o equilíbrio, ensinar exercícios adequados para fortalecer os músculos e ajudar a evitar lesões. Os ortopedistas também podem ensinar aos pais e outros cuidadores as melhores práticas de segurança para prevenir lesões em crianças.
Em suma, a Ortopedia Pediátrica é uma área de especialização no campo da medicina que visa tratar problemas musculoesqueléticos em crianças. Esta área abrange várias subespecialidades, incluindo trauma, deformidades congênitas, doenças inflamatórias, tumores e distúrbios relacionados ao crescimento. O tratamento pode incluir medicação, terapia física, cirurgia e prevenção de lesões. Todos esses tratamentos visam ajudar a melhorar a qualidade de vida das crianças.

OBJETIVA: (1085351 votos)..........99.06% das questões objetivas receberam votos.
A incidência de câncer de mama:
A. aumenta com o aumento da idade
B. tem diminuído desde 1940
C. está relacionada com a ingestão de gorduras
D. está relacionada com a ingestão de café
E. está relacionada com a ingestão de vitamina

  RATING: 2.99

A incidência de câncer de mama:

A. aumenta com o aumento da idade
CORRETO: O câncer de mama raramente é visto antes dos 20 anos, mas após essa idade sua incidência cresce inexoravelmente. Enquanto a prevalência de câncer de mama (o total de pacientes que vivem com a doença) é maior entre mulheres na pré-menopausa, a incidência de câncer de mama (o número de novos casos a cada 100000 mulheres) aumenta tão abruptamente que e duas vezes mais comum entre mulheres de 80 a 85 anos ue entre aquelas entre 60 a 65.
B. tem diminuído desde 1940
INCORRETO : A incidência baseada na idade vem crescendo constantemente desde meados dos anos 40.
C. está relacionada com a ingestão de gorduras
INCORRETO : Ainda não há dados consistentes que relacionem o câncer de mama com fatores alimentares. Uma possível relação de câncer de mama com o consumo de álcool em idade precoce está sendo estudada.
D. está relacionada com a ingestão de café
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. está relacionada com a ingestão de vitamina
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

DISCURSIVA: (179373 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?


RATING: 3.02

Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?

Alguns exames complementares constituem a cinética do ferro e permitem diferenciar, em boa parte dos casos, a anemia ferropriva da associada a doença crônica:

Diferenciação laboratorial entre anemia ferropriva e a associada a doença crônica
  Anemia Ferropriva Anemia de Doença Crônica
Ferro sérico Diminuído Diminuído
Ferritina Diminuída Normal ou elevada
TBIC Elevada Normal
Saturação de transferrina Diminuída Normal
TBIC – capacidade de ligação da transferrina ao ferro.

Quando o diagnóstico não é alcançado, deve-se fazer mielograma para avaliação histoquímica da reserva de ferro nos macrófagos. Eventualmente, havendo motivos clínicos para se suspeitar da deficiência de ferro, pode-se tratar como tal por três a quatro semanas e repetir o hematócrito.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (208955 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 58 anos, fototipo I (pele clara, olhos azuis, cabelos ruivos), residente em região de alta insolação, com história de múltiplas queimaduras solares com bolhas na adolescência, uso frequente de câmaras de bronzeamento na juventude e história familiar de melanoma em pai e irmão (início antes dos 40 anos). Apresenta lesão nodular elevada, de crescimento rápido (2 meses), amelanótica, ulcerada, localizada no tronco, medindo 1,8 cm, associada a prurido, sangramento espontâneo e linfonodomegalia axilar ipsilateral palpável (dura, aderente). Há também queixa de fadiga, anorexia e perda de 8 kg em 3 meses. Exame dermatológico completo revela múltiplos nevos displásicos e halo de regressão em lesões adjacentes.

I. Qual a principal suspeita diagnóstica? ......................Total parcial I: 0,20 p
II. Qual a possível causa/etiológica mais provável da doença diagnosticada? ...................Total parcial II: 0,20 p
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ........................................Total parcial III: 0,15 p

IV. Qual o tratamento inicial recomendado? .................Total parcial IV: 0,15 p





RATING: 3.11

I. Suspeita diagnóstica principal

  • Lesão nodular elevada, amelanótica, de crescimento rápido, com ulceração e localização no tronco em paciente de fototipo claro → melanoma nodular (crescimento vertical precoce desde o início) (0,08 p)
  • Presença de halo de regressão, prurido e sangramento espontâneo reforça malignidade (0,05 p)
  • Linfonodomegalia regional ipsilateral + sintomas sistêmicos (fadiga, anorexia, perda ponderal) indicam possível estágio III (metástase linfonodal regional) (0,07 p)

II. Possível causa/etiológica mais provável

  • Exposição solar intermitente/intensa + múltiplas queimaduras solares com bolhas na adolescência (principal fator de risco ligado ao melanoma) (0,08 p)
  • Uso de câmaras de bronzeamento (alto risco, especialmente em adultos jovens) (0,05 p)
  • Fototipo claro (pele clara, olhos azuis, cabelos ruivos) + grande número de nevos displásicos e história familiar (CDKN2A provável, síndrome melanoma-câncer de pâncreas familiar) (0,07 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico

  • Biópsia excisional com margens de 2-3 mm incluindo gordura subcutânea (método preferido para lesões pigmentadas suspeitas; permite avaliação completa de Breslow, ulceração e mitoses) (0,06 p)
  • Exame histopatológico em parafina (priorizar cortes em parafina; incluir: tipo histológico, fase de crescimento, nível de Clark, índice de Breslow, mitoses/mm², ulceração, infiltrado linfocitário, satelitose microscópica) (0,05 p)
  • Se dúvida, imunohistoquímica (HMB-45 e S100) para confirmar linhagem melanocítica (0,04 p)

IV. Tratamento inicial recomendado

  • Excisão local ampliada com margem de 2 cm (recomendado para melanomas 1-2 mm de Breslow; inclui pele e subcutâneo até fáscia muscular) (0,05 p)
  • Biópsia de linfonodo sentinela (indicada por espessura >0,76 mm + ulceração) seguida de linfadenectomia completa se positivo (estágio III) (0,05 p)
  • Considerar interferon-alfa 2a em dose elevada como adjuvante se linfonodo sentinela positivo ou Breslow >4 mm (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.11)




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