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RATING: 3.08 ![]()
A meningite por Escherichia coli requer terapia com uma cefalosporina de terceira geração ativa, in vitro, contra o agente isolado. A maioria dos isolados de Escherichia coli é sensível à .
A. claritromicina
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. sulfametoxazol-trimetoprima
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. ceftriaxona
CORRETO : A meningite por Escherichia coli ou Pseudomonas aeruginosa requer terapia com uma cefalosporina de terceira geração ativa, in vitro, contra o agente isolado. A maioria dos isolados de E. coli é sensível à cefotaxima ou à ceftriaxona, e a maioria dos isolados de Ps. aeruginosa é sensível à ceftazidima.
D. cloranfenicol
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. oxacilina
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: C
RATING: 2.97 ![]()
Um ritmo de apresentação chocável (FV ou TVSP) confere mais chances da pessoa ser ressuscitada. (0,0625 p)
Os ritmos não-chocáveis (por exemplo, assistolia) não passa duma sobrevivência de 7% a 24%. (0,0625 p)
No mesmo tempo se uma FV/TVSP se desenvolve como um ritmo secundário durante uma tentativa de ressuscitação (isto é, não como o ritmo da PCR inicial) em crianças hospitalizadas, a sobrevivência é menor do que a observada em PCRs com ritmos não chocáveis (0,0625 p)
2) Quantos tipos de parada cardíaca tem a criança?
Há dois tipos de parada cardíaca em criança:
- Parada hipóxica (0,0625 p)
- Parada cardíaca súbita (0,0625 p)
3) Qual é a definição da parada cardiorespiratoria?
O processo em si é uma cessação da circulação sanguínea. (0,0625 p) Ou seja, a ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca. (0,0625 p) Não há pulso detectável neste momento. (0,0625 p)
FONTE:
Homem de 45 anos, agricultor, procedente de área rural na região Norte do Brasil (zona de desmatamento para construção de estradas e surgimento de povoados pioneiros), procura atendimento com queixa de lesão ulcerada no membro inferior direito há aproximadamente 60 dias. A lesão iniciou como nódulo pruriginoso, evoluiu para úlcera redonda, grande, rasa, de bordas elevadas, coloração violácea, pouco dolorosa, associada a envolvimento do cordão linfático. Há 20 dias iniciou sintomas nasais: epistaxe recorrente, formação de crostas, saída de secreção nasal, dor, hiperemia e deformidade incipiente do nariz. Relata picadas frequentes de insetos durante trabalho em mata, moradia próxima a florestas e presença de cães com lesões cutâneas suspeitas na residência. Exame otorrinolaringológico revela hiperemia do septo nasal e crostas. Não há febre nem comprometimento sistêmico evidente.
Questões:
I. Suspeita diagnóstica: Leishmaniose tegumentar americana – forma mucosa (tardia ou concomitante) ou cutâneo-mucosa
II. Possível causa da doença diagnosticada: Infecção por Leishmania (Viannia) braziliensis transmitida por flebótomo
III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico: Diagnóstico parasitológico direto (exame parasitológico direto de primeira escolha)
IV. Tratamento indicado: Antimoniato de N-metilglucamina (antimonial pentavalente) como droga de primeira escolha
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