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Paciente masculino, 20 anos, com diagnóstico de pancolite ulcerativa idiopática há 3 anos, desenvolve quadro clinicoradiológico de megacólon tóxico na vigência de tratamento clínico com mesalazina e azatioprina oral. Frente a essa situação, qual a melhor indicação de tratamento cirúrgico?
A. proctocolectomia total com ileostomia terminal
INCORRETO: Proctocolectomia total com ileostomia terminal está incorreta porque implica remoção adicional do reto em um cenário de urgência, com inflamação pélvica intensa e paciente instável, aumentando substancialmente o risco cirúrgico, o sangramento e o tempo operatório sem oferecer benefício imediato sobre a colectomia subtotal.
B. colectomia total com ileostomia terminal
CORRETO : O paciente apresenta megacólon tóxico em vigência de pancolite ulcerativa idiopática refratária ao tratamento clínico com mesalazina e azatioprina, configurando indicação cirúrgica de urgência. A colectomia total com ileostomia terminal (também denominada colectomia subtotal com ileostomia de Brooke e fechamento do coto retal à Hartmann) constitui a abordagem de escolha porque remove a totalidade do cólon doente, alivia a dilatação e a toxemia sistêmica de forma rápida e segura, minimiza o tempo operatório em paciente grave e preserva o reto para eventual reconstrução futura com bolsa ileoanal. Essa estratégia reduz riscos de contaminação peritoneal, sangramento pélvico e complicações infecciosas em contexto de megacólon tóxico, alinhando-se às diretrizes de manejo cirúrgico da retocolite ulcerativa em fase aguda.
C. proctocolectomia total restauradora com bolsa ileoanal
INCORRETO : Proctocolectomia total restauradora com bolsa ileoanal está incorreta porque se trata de procedimento eletivo complexo, com anastomose e confecção de reservatório ileal, contraindicado em megacólon tóxico devido ao alto risco de falha anastomótica, infecção e sepse em abdome contaminado e paciente com instabilidade hemodinâmica ou nutricional.
D. colostomia descompressiva em alça de transverso
INCORRETO : Colostomia descompressiva em alça de transverso** está incorreta porque não remove o cólon ulcerado difuso, não controla a toxemia nem interrompe a progressão da doença; serve apenas como medida paliativa temporária em situações como pseudo-obstrução colônica não inflamatória e não é recomendada na retocolite ulcerativa.
E. colectomia total com anastomose ileorretal
INCORRETO : Colectomia total com anastomose ileorretal está incorreta porque realiza anastomose primária em cólon inflamado, dilatado e contaminado, expondo o paciente a risco proibitivo de deiscência, peritonite e sepse; além disso, o reto permanece doente na retocolite ulcerativa, comprometendo o resultado funcional a longo prazo.
Gabarito: B
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Anormalidades da Parede Torácica
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Deformidades de depressão/pectus excavatum (0,05 p)
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| Deformidades de protrusão/pectus carinatum (0,05 p) |
| Sindrome de Poland (0,05 p) |
| Defeitos esternais |
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- As sete costelas superiores (numeradas de 1 a 7) são costelas verdadeiras, pois se articulam diretamente com o esterno por meio de cartilagens. (0,05 p)
- As cinco costelas inferiores (numeradas de 8 a 12) são falsas costelas; elas não se conectam diretamente com o esterno, anteriormente; na maioria dos casos, conectam-se com a cartilagem costal acima delas. (0,05 p)
- As costelas 11 e 12 são costelas flutuantes. Elas podem ser pequenas ou grandes; articulam-se apenas com a coluna torácica. (0,05 p)
FONTE:
Respostas relacionadas ao momento do parto:
Clampeamento imediato do cordão; (0,1 p)
Evitar aspiração de vias aéreas superiores, se possível; (0,1 p)
Banho no RN logo após o nascimento, assim que possível. (0,1 p)
Respostas relacionadas às primeiras 12 horas pós-parto:
Vacinar o RN com a vacina de Hepatite B nas primeiras 12 horas de vida (0,1 p)
Aplicar a imunoglobulina específica para Hepatite B, também nas primeiras 12 horas de vida, de preferência simultaneamente com a vacina (0,1 p)
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