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ESTENOSE E COARTAÇÃO DE AORTA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Na forma comum, se é estenose, então, é obstrução ao fluxo de saída. Precisamente, da saida do sangue do ventrículo esquerdo. Ou seja - a pressão sistólica está aumentada. O que, evidente, vai resultar num trabalho maior para o miocardio do VE e hipertrofia para compensação.

Se o ventriculo esquerdo tem uma complacência diminuida, então a pressão diastólica final também aumenta.

A forma mais associada com outras formas de doença cardíaca congênita é a estenose subvalvar (subaórtica) com uma membrana fibromuscular definida abaixo da valva aórtica. É uma forma importante de obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo.

OBJETIVA: (1158229 votos)..........99.31% das questões objetivas receberam votos.
Aos 16 ou 18 meses, uma criança deve ter “atenção conjunta”, o que ocorre:
A. quando duas crianças desejam o mesmo objeto
B. quando uma pessoa fala e a outra interpreta e responde
C. quando duas pessoas consideram a mesma coisa ao mesmo tempo
D. quando uma pessoa manifesta interesse em assumir o objeto que está na possessão da outra
E. quando duas pessoas indicam a mesma preferência somente se elas estão no mesmo lugar e no mesmo tempo

  RATING: 2.85

Aos 16 ou 18 meses, uma criança deve ter “atenção conjunta”, o que ocorre:

A. quando duas crianças desejam o mesmo objeto
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. quando uma pessoa fala e a outra interpreta e responde
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. quando duas pessoas consideram a mesma coisa ao mesmo tempo
CORRETO : Aos 16 ou 18 meses, uma criança deve ter “atenção conjunta”, a qual ocorre quando duas pessoas consideram a mesma coisa ao mesmo tempo. Isso geralmente ocorre mudando a direção do olhar, apontando, ou dizendo “veja”.
D. quando uma pessoa manifesta interesse em assumir o objeto que está na possessão da outra
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. quando duas pessoas indicam a mesma preferência somente se elas estão no mesmo lugar e no mesmo tempo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.85)

DISCURSIVA: (183937 votos) ..........99.41% das questões discursivas receberam votos.
Justifique o uso ou não de diurético de alça {furosemida), com base nos mecanismos fisiopatológicos da formação do edema (alteração de pressão hidrostática e pressão oncótica), nas seguintes situações clínicas:
a) Síndrome nefrítica................0,25 pontos
b) Síndrome nefrótica..............0,25 pontos




RATING: 3.12

Justifique o uso ou não de diurético de alça {furosemida), com base nos mecanismos fisiopatológicos da formação do edema (alteração de pressão hidrostática e pressão oncótica), nas seguintes situações clínicas:
a) Síndrome nefrítica................0,25 pontos
b) Síndrome nefrótica..............0,25 pontos


a) Síndrome nefrítica:

  • Inflamação glomerular aguda levando a redução do FG, oligúria e retenção de sódio. (0.050)
  • Aumento da pressão hidrostática capilar devido à expansão do volume extracelular. (0.075)
  • Pressão oncótica plasmática preservada. (0.025)
  • Uso de furosemida justificado para promover natriurese, reduzir volume e corrigir hipertensão hidrostática. (0.100)

b) Síndrome nefrótica:

  • Proteinúria maciça (>3,5g/dia) com hipoalbuminemia. (0.050)
  • Redução da pressão oncótica plasmática levando a extravasamento de fluido para o interstício. (0.075)
  • Retenção secundária de sódio via ativação do SRAA, agravando pressão hidrostática. (0.050)
  • Uso de furosemida indicado, mas com possível resistência devido à hipoalbuminemia; associar albumina ou outros diuréticos para otimizar resposta. (0.075)


Em discussão resumida, na síndrome nefrítica o edema é primariamente hidrostático por sobrecarga volêmica, respondendo bem à furosemida isolada, enquanto na nefrótica predomina o oncótico com componente hidrostático secundário, demandando abordagem multifatorial para diurese eficaz, conforme evidências recentes de manejo otimizado.


FONTE:

PLATAFORMA MISODOR -  A SINDROME NEFRITICA EM PEDIATRIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.12)

CASO CLINICO: (214590 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 68 anos, tabagista (40 maços-ano), hipertenso controlado, procura emergência com quadro de 4 meses de fadiga intensa, perda ponderal involuntária de 12 kg, febre baixa vespertina (até 38,2°C), prurido generalizado e icterícia cutâneo-mucosa leve de instalação progressiva. Nega dor abdominal, hematúria macroscópica ou sintomas urinários. Exame físico: regular estado geral, ictérico 2+/4+, hepatomegalia dolorosa a 4 cm do rebordo costal direito, esplenomegalia discreta, sem linfonodomegalias palpáveis ou ascite. Sem estigmas de hepatopatia crônica.

Exames laboratoriais iniciais: Hb 11,8 g/dL, plaquetas 480.000/mm³, VHS 92 mm/h, PCR 48 mg/L; bilirrubina total 3,2 mg/dL (direta 2,4); AST 68 U/L, ALT 82 U/L, FA 620 U/L, GGT 980 U/L; albumina 3,1 g/dL; coagulograma normal; sorologias virais negativas; autoanticorpos negativos; alfa-fetoproteína e CEA normais. USG abdominal: massa sólida heterogênea em polo superior do rim direito (8,2 cm), sem dilatação de vias biliares, fígado de ecotextura aumentada sem nódulos metastáticos evidentes. TC tórax/abdome/pélvis em andamento.


I. Qual é a sua principal suspeita diagnóstica? ... 0,1 pontos
II. Qual a possível causa etiológica da doença diagnosticada? ... 0,15 pontos

III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ... 0,18 pontos

IV. Qual o tratamento de escolha? ... 0,07 pontos



RATING: 2.86

I. Suspeita diagnóstica principal: Síndrome de Stauffer (disfunção hepática paraneoplásica não metastática associada a carcinoma de células renais – CCR)

  • Quadro de colestase intra-hepática anictérica ou levemente ictérica + trombocitose reacional + elevação de marcadores inflamatórios em paciente com massa renal sugestiva de CCR, sem evidência de metástase hepática ou obstrução biliar (0,08 p)
  • Ausência de hepatopatia crônica, infecções virais ou drogas hepatotóxicas reforça o caráter paraneoplásico (0,02 p) 

II. Possível causa etiológica da doença diagnosticada: Síndrome paraneoplásica mediada por citocinas, principalmente interleucina-6 (IL-6) secretada pelo tumor renal

  • CCR (especialmente subtipo células claras) libera IL-6 em quantidade suficiente para induzir resposta inflamatória sistêmica e inibição da excreção biliar hepatocítica sem invasão hepática direta (0,10 p)
  • Outras citocinas (IL-1, TNF-α) e fator de crescimento vascular podem contribuir, mas IL-6 é o principal mediador descrito (0,05 p) Subtotal II: 0,15 p

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico: Tomografia computadorizada (TC) contrastada de abdome e pelve + exclusão de metástases hepáticas + resolução laboratorial após nefrectomia (padrão-ouro)

  • TC (ou RM) de abdome é o exame de escolha inicial: demonstra massa renal sólida, estadiamento TNM e ausência de lesões hepáticas metastáticas ou obstrução biliar (sensibilidade >95% para CCR) (0,10 p)
  • Biópsia hepática (se dúvida) mostra apenas colestase canalicular sem infiltrado neoplásico (0,05 p)
  • Confirmação definitiva: normalização completa dos testes hepáticos e marcadores inflamatórios em 2–8 semanas após ressecção completa do tumor primário (0,03 p)

IV. Tratamento de escolha: Nefrectomia radical (ou parcial, quando factível) com intenção curativa

  • Ressecção cirúrgica do tumor renal primário é o único tratamento curativo da síndrome; leva à resolução completa da disfunção hepática em >90% dos casos (0,05 p)
  • Em doença metastática ou inoperável: terapia alvo (sunitinib, pazopanib) ou imunoterapia (nivolumabe + ipilimumabe) pode melhorar parcialmente, mas a síndrome responde melhor à citorredução cirúrgica quando possível (0,02 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.86)




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