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RATING: 3.07 ![]()
Parturiente primigesta, com 39 semanas, com colo dilatado para 8 cm, apresentação cefálica OEA + 1 DeLee, com contrações adequadas, bolsa íntegra e bacia clinicamente normal. A melhor conduta obstétrica é :
A. Comprimir o fundo uterino durante as contrações
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Fazer a amniotomia.
CORRETO : já que a dilatação é de 8 cm e tudo decorre bem, a unica coisa que está impedindo o parto é a integridade da bolsa - ou seja, a amniotomia oportuna
C. Encaminhar rapidamente a paciente para a sala de parto.
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Solicitar para que a paciente faça esforço expulsivo
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Administrar ocitocina EV e fazer a episiotomia.
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: B
RATING: 3 ![]()
- A frequência cardíaca é geralmente < 220 bpm em lactentes (0.03125 p), < 180 bpm em crianças (0.03125 p).
- As ondas P estão presentes com aparência normal (0.03125 p).
- O intervalo PR é constante (0.03125 p) e apresenta duração normal para a idade. (0.03125 p)
- O intervalo R-R é variável. (0.03125 p)
- O complexo QRS é estreito. (0.03125 p)
- A frequência cardíaca é geralmente > 220 bpm em recém-nascidos (0.03125 p), > 180 bpm em crianças (0.03125 p), e não existe variabilidade batimento a batimento.
- Ondas P estão ausentes (0.03125 p) ou anormais (0.03125 p).
- O intervalo PR pode não estar presente (0.03125 p) ou o intervalo PR é curto (0.03125 p), com taquicardia atrial ectópica.
- O intervalo R-R é geralmente constante. (0.03125 p)
- O complexo QRS é geralmente estreito. (0.03125 p)
FONTE:
Bióloga, professora universitária, 47 anos, hipertensa, tabagista inveterada (cerca de 2 maços por dia), apresenta quadro de insuficiência coronária, com indicação para cirurgia de revascularização do miocárdio; procura cirurgião especializado, de sua confiança e de seu círculo social.
O cirurgião, conhecedor do fato de que o marido da professora apresenta comportamento de risco (portador do vírus da imunodeficiência humana [HIV] por possível bissexualidade?), exige a realização do teste de HIV como pré-condição para operá-la. A paciente informa ter realizado o exame há 10 meses, com resultado negativo.
O cirurgião insiste na feitura de novo exame. A paciente se nega a realizá-lo e o médico se nega a operá-la.
Por interferência da Diretoria Clínica do hospital a doente acaba concordando em realizar o teste, cujo resultado vem a ser negativo.
O cirurgião, então, a procura e decide marcar a intervenção cirúrgica.
A paciente, porém, pergunta ao cirurgião: ”Qual o motivo para exigir o teste HIV?”
Responde o cirurgião: ”Porque durante o ato cirúrgico eu poderia, por acidente, me ferir e correr o risco de ser infectado”.
”Nesse caso,” diz a paciente,”desejo também conhecer o resultado do seu teste, pois o senhor também pode, na mesma situação, em cirurgia extracorpórea, me contaminar”.
PERGUNTA-SE:
1) É errada a atitude do medico? Justifiquem! (0,2 p)
2) O Conselho Regional de Medicina pode punir o medico? Conforme qual princípio? (0,2 p)
3) É justificado o pedido da paciente que o medico fizesse, também, o exame? (0,1 p)
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