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MIOCARDITES EM PEDIATRIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

1) A miocardite é a inflamação do miocárdio e pode comprometer o coração de maneira focal ou difusa.
2) Os Coxsackie B é o tipo de vírus que mais frequentemente está relacionado à inflamação do miocárdio na forma aguda.
3) Pode variar desde sintomas clínicos leves até choque cardiogênico e morte súbita.
4) Estudos revelam que aproximadamente 10% dos casos de miocardiopatia dilatada são devidos à miocardite.
5) A biópsia do miocárdio é um procedimento seguro, entretanto apresenta sensibilidade muito variável para diagnosticar a doença.
6) A cintilografia miocárdica e, mais recentemente, a ressonância nuclear magnética apresentam boa sensibilidade e especificidade para avaliar a presença de inflamação no coração.
7) O uso de corticoides e imunossupressores não é de consenso para todas as formas de miocardite viral.

OBJETIVA: (893704 votos)..........95.06% das questões objetivas receberam votos.
Paciente com 35 anos apresenta quadro de nefrolitíase. Sabre essa condição é INCORRETO afirmar:
A. É mais comum em homens
B. Em torno de 80% dos cálculos são radiopacos
C. Há menor risco nos enfermos com dieta hipoprotéica
D. Baixa ingestão hídrica e fator implicado no desenvolvimento dos cálculos
E. Os cálculos de estruvita são os mais comuns

  RATING: 2.81

Paciente com 35 anos apresenta quadro de nefrolitíase. Sabre essa condição é INCORRETO afirmar:

A. É mais comum em homens
CORRETO: A nefrolitfase e mais comum em homens
B. Em torno de 80% dos cálculos são radiopacos
CORRETO : Os cálculos de oxalato de cálcio e fosfato de cálcio (radiopacos) são responsáveis para 75% a 85% do total.
C. Há menor risco nos enfermos com dieta hipoprotéica
CORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Baixa ingestão hídrica e fator implicado no desenvolvimento dos cálculos
CORRETO : A formação de cálculos esta diretamente relacionada a baixa ingestão hídrica e dieta hiperproteica.
E. Os cálculos de estruvita são os mais comuns
INCORRETO : O tipo mais comum e de oxalato de calcio.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.81)

DISCURSIVA: (164464 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo. (0,5 pontos)


RATING: 3.64

Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo. (0,5 pontos)

Achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo:

  1. fecalito na área de projeção do apêndice. (0,05 p)

  2. distensão gasosa na projeção íleo-cecal, traduzindo ”alça sentinela”. (0,05 p)

  3. desaparecimento da gordura pré-peritoneal à direita, significando processo inflamatório na fossa ilíaca direita ou próximo à ela. (0,05 p)

  4. presença de níveis líquidos na fossa ilíaca direita. (0,05 p)

  5. apagamento do psoas à direita. (0,05 p)

  6. posição antálgica, isto é, desvio da coluna para o lado esquerdo, em decorrência da contratura muscular. Esses achados contribuem com a hipótese diagnóstica de apendicite. (0,05 p)

  7. ultra-sonografia abdominal: tem limitações se houver grande distensão, ou o paciente for obeso. É extremamente útil para a avaliação de afecções ginecológicas e detecção de coleções anexiais ou líquido fora da alça. (0,075 p)

  8. tomografia computadorizada e Ressonância Magnética: revelam maior sensibilidade e especificidade, estando indicada na avaliação mais pormenorizada das complicações e nos casos de dúvida diagnóstica, entretanto a TC vem sendo largamente utilizada com contraste oral, mostrando falha de enchimento do apêndice em fase inicial da apendicite. (0,075 p)

  9. laparoscopia diagnóstica: como último recurso, persistindo a dúvida diagnóstica, esta pode ser realizada como investigação e concomitantemente tratamento terapêutico. (0,05 p)

FONTE:

 Revista Médica >>>> Volume 37 - Número 2 >>>> Apendicite Aguda no Paciente Idoso

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.64)

CASO CLINICO: (190566 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Recém-nascido, sexo feminino, nascida a termo (37 semanas e 1 dia) de parto cesárea devido à hipertensão arterial materna, que gerou um estado fetal não tranquilizador, pequena para idade gestacional (PIG), baixo peso (BP): 2.045 g e 45,4 cm, Apgar 9 (1º minuto) e 10 (5º minuto). Diante do quadro de ser um RN PIG e com baixo peso, foi instituída monitorização de glicêmia, a qual evidenciou episódios frequentes de hipoglicemia. Realizada infusão repetida de glicose intravenosa sem melhora significativa. 

(I) Qual é o provável diagnóstico e a suspeita etiológica?.........0,1 pontos;

(II) Qual é o principal risco?.......0,05 pontos;

(III) Qual é a primeira medida a ser adotada?.......0,05 pontos;

(IV) Qual é o protocolo de tratamento parenteral?.....0,25 pontos;

(V) Proponha um tratamento de acompanhamento para esse caso..... 0,05 pontos.




RATING: 2.94

(I) Qual é o provável diagnóstico e a suspeita etiológica?

Hipoglicemia causada (0,05 p) pelo hiperinsulinismo congênito(0,05 p).

(II) Qual é o principal risco?

A longo prazo: seja prematuro ou de termo, os recém-nascidos são de risco para sérias deficiências no desenvolvimento neurológico (0,05 p) na presença de hipoglicemia persistente.

DISCUSSÃO: Nessa fase da vida o tecido cerebral ainda é imaturo, devido à intensa atividade metabólica e extremamente ávido por glicose, sendo bastante vulnerável às reduções de níveis glicêmicos mesmo que em episódios breves. Sendo assim, a ocorrência de episódios de hipoglicemia repetidos podem gerar danos cerebrais, em grande parte das vezes graves e irreversíveis

(III) Qual é a primeira medida a ser adotada?

Dieta com leite materno a livre demanda (0,025 p) sendo administrado mediante mamadas ou por copo.(0,025 p)

(IV) Qual é o protocolo de tratamento parenteral que deve ser aplicado caso a primeira medida não rende o resultado esperado?

Se a hipoglicemia for recorrente, o recém-nascido deve ser tratado com glicose IV (0,05 p) tendo-se a meta de manter a glicemia acima de 45 mg/dl nas primeiras 24 horas (0,05 p) e acima de 50 mg/dl depois (0,05 p).

E necessário, neste caso, infusão contínua de 80 ml/kg/dia soro glicosado 10% (0,05 p) com uma VIG de 6 mg/kg/min.(0,05 p)

(V) Proponha um tratamento de acompanhamento para esse caso.

Tratamento de controle com diazóxido 5 mg/kg/dia, fracionado de 8/8 horas (0,025 p), referência para endocrinologista pediátrico (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.94)




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