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TRANSTORNO DE ESPECTRO AUTISTA (ÁREA DE PEDIATRIA)

O termo "transtorno do espectro do autismo" (TEA) descreve um grupo heterogêneo de desordens do desenvolvimento neurológico que têm etiologias diversas, mas são caracterizadas por prejuízos na interação social recíproca, comunicação social e comportamento (especificamente, padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades).

O autismo é um transtorno de desenvolvimento neurologico que  representa um grande desafio hoje, tanto para o medico de família quanto para o pediatra. O núcleo desse transtorno é integrado principalmente pelas dificuldades de comunicação e interação social do paciente e pela presença de comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritos.

O transtorno de espectro autista é um transtorno pervasivo e permanente. Ele não tem cura, e isso precisa ser esclarecido desde o início, no entanto, a intervenção precoce pode alterar drasticamente o prognóstico e suavizar os sintomas (Sociedade Brasileira de Pediatria, 2019).


OBJETIVA: (890297 votos)..........95.18% das questões objetivas receberam votos.
Menino de 6 anos apresenta manchas hipocrômicas pouco descamativas na face há 3 meses, assintomáticas. A mãe refere que elas surgiram após o verão e as relaciona com “verminose”. Ao exame, apresenta manchas hipocrômicas, de limites mal definidos, medindo de 2 a 3 cm, na região malar, com descamação muito tênue e furfurácea. Teste de sensibilidade térmica e dolorosa normais e teste da histamina demonstrando a tríplice reação de Lewis completa. Com base nesses dados, o diagnóstico e o tratamento são, respectivamente:
A. pitiríase versicolor, confirmada pelo aspecto hipocrômico e aparecimento após o verão – antifúngico sistêmico
B. tinha da face, causada mais comumente por fungos do gênero Microsporum – antifúngico tópico
C. pitiríase alba, dermatose comum na faixa etária pediátrica – hidratação e fotoproteção
D. vitiligo pela coloração hipocrômica e caráter assintomático – corticoide sistêmico
E. hanseníase indeterminada, mesmo com o teste de sensibilidade normal – poliquimioterapia.

  RATING: 2.94

Menino de 6 anos apresenta manchas hipocrômicas pouco descamativas na face há 3 meses, assintomáticas. A mãe refere que elas surgiram após o verão e as relaciona com “verminose”. Ao exame, apresenta manchas hipocrômicas, de limites mal definidos, medindo de 2 a 3 cm, na região malar, com descamação muito tênue e furfurácea. Teste de sensibilidade térmica e dolorosa normais e teste da histamina demonstrando a tríplice reação de Lewis completa. Com base nesses dados, o diagnóstico e o tratamento são, respectivamente:

A. pitiríase versicolor, confirmada pelo aspecto hipocrômico e aparecimento após o verão – antifúngico sistêmico
INCORRETO: A pitiríase versicolor costuma ter uma descamação mais evidente e o diagnóstico não é compatível sem exame micológico.
B. tinha da face, causada mais comumente por fungos do gênero Microsporum – antifúngico tópico
INCORRETO : Tinha geralmente apresenta bordas mais definidas e inflamação maior.
C. pitiríase alba, dermatose comum na faixa etária pediátrica – hidratação e fotoproteção
CORRETO : Pitiríase Alba: É uma condição comum em crianças, caracterizada por manchas hipocrômicas com bordas mal definidas e descamação leve, geralmente aparecendo após exposição ao sol. Tratamento: Hidratação da pele e fotoproteção podem ajudar a melhorar a aparência das manchas.
D. vitiligo pela coloração hipocrômica e caráter assintomático – corticoide sistêmico
CORRETO : Vitiligo apresenta despigmentação completa e margens mais definidas.
E. hanseníase indeterminada, mesmo com o teste de sensibilidade normal – poliquimioterapia.
INCORRETO : A hanseníase apresentaria alterações de sensibilidade, o que não está presente nesse caso.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

DISCURSIVA: (164107 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Enumeram 2 anormalidades estruturais cardíacas que podem evoluir com síncope cardiogênica por mecanismo obstrutivo. - 0,125 pontos
2)  Enumeram 3 causas de sincope neurogênica. 0,1875 pontos
3) Apontam 3 situações em qual a síncope deve ser encaminhada ao cardiologista ou neurologista. 0,1875 pontos


RATING: 2.56

1) Enumeram 2 anormalidades estruturais cardíacas que podem evoluir com síncope cardiogênica por mecanismo obstrutivo. - 0,125 pontos
2)  Enumeram 3 causas de sincope neurogênica. 0,1875 pontos
3) Apontam 3 situações em qual a síncope deve ser encaminhada ao cardiologista ou neurologista. 0,1875 pontos

1) Enumeram 3 anormalidades estruturais cardíacas que podem evoluir com síncope cardiogênica por mecanismo obstrutivo.

Isso acontece quando algum defeito obstrua o enchimento ou, pelo contrário, o esvaziamento ventricular. (0,0625 p cada uma)

  • estenose aórtica grave
  • cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva
  • estenose pulmonar
  • estenose mitral
  • tamponamento cardíaco
  • hipertensão pulmonar primária

2) Enumeram 3 causas de sincope neurogênica.
  • Epilepsia 0,0625 p
  • Enxaqueca 0,0625 p
  • Distúrbios psiquiátricos 0,0625 p

3) Apontam 3 situações em qual a síncope deve ser encaminhada ao cardiologista ou neurologista.(0,0625 p cada uma da lista abaixo)

  • Síncope desencadeada por exercícios
  • Síncope associada à dor no peito ou palpitações
  • Qualquer anormalidade cardíaca detectada no exame físico ou ECG
  • História familiar de morte súbita
  • História familiar de epilepsia
  • Qualquer anormalidade neurológica aguda ou residual
  • Episódio inexplicável de síncope
  • Síncope recorrente

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.56)

CASO CLINICO: (190162 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente de 3 anos, portador de asma, está em atendimento na sala de emergência por crise asmática grave, mantendo o acesso venoso calibroso e com bom funcionamento, oxigenação com máscara de Venturi, monitorização cardíaca e saturometria (FC = 150 bpm e saturação de oxigênio = 95%). Durante a inalação com fenoterol, evolui abruptamente com irritabilidade, desconforto torácico, sudorese fria e FC = 220 bpm. O monitor cardíaco e a eletrocardiografia mostram o seguinte traçado:

Questiona-se:
1) Qual o diagnostico do traçado ECG acíma? (0,25 p)
2) Qual é o tratamento adequado?


RATING: 3.03

1) Qual o diagnostico do traçado ECG acíma? (0,25 p)
A criança desenvolveu taquicardia sinusal, provavelmente por excesso ou dose alta de beta-miméticos inalatórios.
2) Qual é o tratamento adequado? (0,25 p)
Neste caso pe indicada adenosina, 1 ampola em 'bolus' IV. A aplicação pode ser repetida com intervalo de 1 à 2 minutos.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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