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A AMNIORREXE PREMATURA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

E a rotura das membranas coriônica e amniótica antes do trabalho de parto, seja qual for a idade gestacional. No momento da rotura o feto pode ser:

  1. Pré-viavel (< 23 semanas de gestação)
  2. Longe do termo (23-32 semanas)
  3. Próximo de termo
  1. Amniorrexe Prematura:  rotura das membranas corioamnióticas antes da deflagração do trabalho de parto, independente da idade gestacional.
  2. Amniorrexe Prematura Pretermo: rotura das membranas antes do termo.
  3. Período de Latência: intervalo entre a rotura das membranas e o início do trabalho de parto.

OBJETIVA: (1416986 votos)..........96.02% das questões objetivas receberam votos.
Escolar de dez anos, com diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda, apresenta sufusões hemorrágicas e hepatoesplenomegalia. Os exames laboratoriais apresentam hemograma = 110.000 leucócitos/mm3 e predomínio de blastos; hemoglobina = 7g/dl; plaquetas = 20.000/mm3.
Após iniciada quimioterapia, as alterações esperadas para esse paciente são:
A. hipercalcemia, hipofosfatemia, hiperuricemia
B. hipercalemia, hiperfosfatemia, hiperuricemia
C. hipernatremia, hipercalemia, hiperfosfatemia
D. hipernatremia, hipercalcemia, hiperuricemia
E. hipocalemia, acidose, hipercalcemia e altos níveis de bilirrubina indireta

  RATING: 3.01

Escolar de dez anos, com diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda, apresenta sufusões hemorrágicas e hepatoesplenomegalia. Os exames laboratoriais apresentam hemograma = 110.000 leucócitos/mm3 e predomínio de blastos; hemoglobina = 7g/dl; plaquetas = 20.000/mm3.
Após iniciada quimioterapia, as alterações esperadas para esse paciente são:

A. hipercalcemia, hipofosfatemia, hiperuricemia
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. hipercalemia, hiperfosfatemia, hiperuricemia
CORRETO : Trata-se de um caso da Síndrome da Lise Tumoral que cursa com hipercalemia, hiperfosfatemia e hiperuricemia, que ocorre após o uso de quimioterapia em doenças com grande lise celular.
C. hipernatremia, hipercalemia, hiperfosfatemia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. hipernatremia, hipercalcemia, hiperuricemia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. hipocalemia, acidose, hipercalcemia e altos níveis de bilirrubina indireta
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

DISCURSIVA: (198095 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Cite e explique o motivo para a realização, antes da alta hospitalar, de todos os testes de triagem neonatal, conforme recomendação do Ministério da Saúde.




RATING: 2.67

Cite e explique o motivo para a realização, antes da alta hospitalar, de todos os testes de triagem neonatal, conforme recomendação do Ministério da Saúde.


A recomendação do Ministério da Saúde é realizar, antes da alta da maternidade (0,01 p) , o conjunto da triagem neonatal:

  • biológica (teste do pezinho, quando já se completaram 48 horas de vida), (0,01 p)
  • auditiva (orelhinha), (0,01 p)
  • ocular (reflexo vermelho / olhinho) (0,01 p)
  • cardiológica (oximetria de pulso / coraçãozinho). (0,01 p)

Essas triagens são as ações obrigatórias do alojamento conjunto antes da alta (0,01 p).

O motivo central é garantir cobertura universal e impedir perda de seguimento (0,12 p).

A triagem existe para detectar doenças na fase pré-sintomática (0,08 p).
Detectar cedo permite intervenção precoce (dieta, hormônio, antibiótico, implante/AASI, cirurgia ocular, prostaglandina/cirurgia cardíaca) e, com isso (0,08 p),

Prevenir sequelas irreversíveis e óbito (deficiência intelectual, surdez, ambliopia/cegueira, choque ou morte no fechamento do canal arterial). (0,08 p)

Há ainda janela temporal biológica: o coraçãozinho deve ser feito entre 24 e 48 horas, ainda internado, porque a oximetria perde sentido se o canal já se fechou em casa; o pezinho só após 48 horas e ingestão proteica (evitar falso-negativo de fenilcetonúria e falso-positivo de TSH); olhinho e orelhinha são factíveis nos primeiros dias, no próprio serviço. (0,08 p)


FONTE:

Portaria GM/MS nº 2.068/2016 (triagens neonatais antes da alta no alojamento conjunto), citada no guia de triagem ocular.


AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.67)

CASO CLINICO: (230281 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino, 3 anos de idade, sem histórico de internações prévias e com a vacinação em dia.
A mãe da criança procurou auxílio médico no Pronto-Socorro, queixando-se de “dor de garganta há uma semana”. Dizia que a criança iniciará quadro de febre intermitente medida (38,5º C) e dor ao deglutir há cerca de 7 dias, período em que fizera uso de dipirona para controle sintomático. Há 5 dias iniciara uso de diclofenaco, sem obtenção de melhora. Há 2 dias havia iniciado edema de face (inclusive com dificuldade de abertura dos olhos) e hematúria macroscópica.
A criança apresentava ao exame clínico taquicardia, dispneia, febre (39,0ºC), edema palpebral bilateral, hidratação adequada, orofaringe com placas purulentas em lojas amigdalianas e palato mole. O fígado era palpável a cerca de 6 centímetros do rebordo costal, apresentando-se indolor. Havia a presença de murmúrio vesicular fisiologicamente distribuído com estertores bolhosos em base pulmonar. Laboratório: Hemograma: série vermelha: eritrócitos 3.500.000/mm3, hemoglobina 9,70g/dl, hematócrito 28%, VCM 73 fl, leve microcitose; série branca: leucócitos 10.300/mm3 (2 – 2 – 47 – 40 – 5 – 0 – 2 – 0 – 2), vários neutrófilos apresentando granulações tóxicas finas, plaquetas: 184.000/mmmm3 (adequadas em lâmina).
A gasometria arterial apresentou: pH 7,31, pCO2 22,7 mmHg, pO2 54 mmHg, HCO3 11,4 mEq/l, CO2 total 12,1 mEq/l, Be 12,9 mEq/l, Sat O2 85,6%. Os eletrólitos mostraram: creatinina 1,1, uréia: 82, potássio 4,3, sódio 138. A urina I constatou-se turva, com pH 5,0, proteínas presentes, leucócitos 125.000/ml, eritrócitos 4.000/ml, Células 10.000/ml. A urocultura foi negativa com 24 horas de incubação.
1) Qual a principal suspeita diagnostica nesse caso? ......0,3 pontos
2) Utilizando os dados da gasometria, que tipo de distúrbio eletrolítico a criança apresenta? .........0,1 pontos
3) A criança apresenta critérios de gravidade? ..............0,1 pontos.


RATING: 3.79

1) Amigdalite Aguda (0,1 p), Glomerulonefrite Difusa Aguda (GNDA)(0,1 p) e Pielonefrite (0,1 p).
2) Seguindo o algarismo antigo:
a) Normalmente, o pH do sangue e de 7,42, precisamente um intervalo de tolerância entre 7,38 e 7,42. Se o pH do sangue for < 7,38 temos uma acidemia. Se o pH do sangue for maior que 7,42 temos uma alcalemia. No caso acima, pH=7,31 ----> acidose.
b) É acidose metabólica ou respiratória? Usando os valores do bicarbonato sérico - se a mudança for predominantemente no bicarbonato, então provavelmente que o distúrbio e metabólico. isto e, o bicarbonato vai ser menor que 22. No caso, há uma baixa concentração de HCO3 mas também no pCO2. Ou seja, definição mais correta: ACIDEMIA por ACIDOSE METABÓLICA. E, como o organismo tenta compensar a acidemia diminuindo o CO2, eventualmente através da hiperventilação, o valor do mesmo é bem baixo. ANION GAP = 12.9 Como podemos ver o anion GAP é levemente acima de 12 mEq. E pCO2 esperado - pCO2 esp = 1,5 x Bic + 8 +/-2 = 1,5 x 11,4 + 8 +/- 2 = 17,1 + 8 +/- 2 = 23 - 27 mmHg.

Ou seja, é uma acidose metabólica pura. 0,1 p

3) A acidose metabólica já é um dos critérios de gravidade. Além disto, a saturação de O2 baixa e a PaO2 baixa indica iminência de insuficiência respiratória. Hepatomegalia e outro (6 cm abaixo da borda? Algo está errado!). A creatinina alta e a ureia alta também indicam comprometimento da função renal. Essa criança precisa ser encaminhada já para UTI pediátrica.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.79)




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