ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2567 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
510 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16467 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6188 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3656 QUESTÕES DE CIRURGIA
1922 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

PARTO DAS APRESENTAÇÕES CEFÁLICAS FLETIDAS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Para entender o Mecanismo de Parto, é importante termos conhecimento prévio da Estática Fetal, que consiste em avaliar a situação, apresentação, posição, atitude e variedade de posição fetal, assim como os assinclitismos, para que possamos acompanhar a evolução do parto.

OBJETIVA: (1420742 votos)..........96.14% das questões objetivas receberam votos.
O mecanismo fisiopatológico da esofagite eosinofilica é:
A. traumatico
B. infeccioso
C. metabolico
D. imunológico
E. degenerativo

  RATING: 3.01

O mecanismo fisiopatológico da esofagite eosinofilica é:

A. traumatico
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. infeccioso
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. metabolico
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. imunológico
CORRETO : A Esofagite eosinofílica é doença imunológica.
E. degenerativo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

DISCURSIVA: (198698 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

A Doença de Graves constitui a principal etiologia de hipertireoidismo autoimune. Aborde teoricamente os aspectos a seguir:

  1. Fisiopatologia da Doença de Graves. (0,1 pontos)
  2. Principais autoanticorpos envolvidos e mecanismo de ação. (0,1 pontos)
  3. Alterações laboratoriais características. (0,1 pontos)
  4. Manifestações orbitárias típicas. (0,1 pontos)
  5. Princípios do tratamento medicamentoso com antitireoidianos. (0,1 pontos)




RATING: 3.09

A Doença de Graves constitui a principal etiologia de hipertireoidismo autoimune. Aborde teoricamente os aspectos a seguir:

  1. Fisiopatologia da Doença de Graves. (0,1 pontos)
  2. Principais autoanticorpos envolvidos e mecanismo de ação. (0,1 pontos)
  3. Alterações laboratoriais características. (0,1 pontos)
  4. Manifestações orbitárias típicas. (0,1 pontos)
  5. Princípios do tratamento medicamentoso com antitireoidianos. (0,1 pontos)


1. A Doença de Graves é uma afecção autoimune mediada por TRAb (0,05 p).
Esses anticorpos estimulam de forma contínua o receptor de TSH (0,05 p).
2. O principal autoanticorpo é o TRAb (0,05 p).
Seu mecanismo de ação consiste em estimular a produção de hormônios tireoidianos (0,05 p).
3. O TSH encontra-se suprimido (0,05 p).
Os níveis de T4 livre e T3 estão elevados (0,05 p).
4. A oftalmopatia de Graves é uma manifestação infiltrativa característica (0,05 p).
Resulta de inflamação do tecido adiposo e músculos extraoculares orbitários (0,05 p).
5. Utilizam-se as tionamidas (metimazol ou propiltiouracil) (0,05 p).
Elas inibem a organificação do iodo e a síntese hormonal (0,05 p).


FONTE:

PLATAFORMA MISODOR - DOENÇA DE GRAVES

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

CASO CLINICO: (230908 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um recém-nascido de parto cesárea tem 26 semanas de IG por trabalho de parto prematuro sem causa e PN = 725 g. Sua mãe fez pré-natal adequadamente, apresentando todos os exames normais, e recebeu corticoterapia antenatal (curso completo) 24 horas antes do parto.
O recém-nascido nasceu com Apgar = 8 e 9, no 1° e 5° minutos, respectivamente, e é acoplado a CPAP nasal em sala de parto.
Recebe uma dose de surfactante com 1 hora e 30 minutos de vida e é mantido em ventilação mecânica até ser novamente acoplado, 6 horas depois, a CPAP nasal.
Recebe cafeína e nutrição parenteral desde o nascimento, não necessita de antibioticoterapia, tem sua dieta iniciada com 24 horas de vida e evolui para ar ambiente com 5 dias de vida. A dieta enteral torna-se plena com 6 dias de vida, sendo suspensa a nutrição parenteral.
Evolui com ganho ponderal satisfatório até que, com 20 dias devida, necessita de CPAP nasal com FiO2 = 30% por taquipneia e quedas de saturação. Apresenta-se com ECO e gasometria normais, sem sinais de infecção, Aos 28 dias de vida, permanece em CPAP com FiO2 = 30%. Em vista disso:
(I) Determine a patologia mais provável desse recém-nascido aos 28 dias de vida. (0,12 pontos)
(II) Descreva a fisiopatologia dessa doença. (0,18 pontos)
(III) Cite as possibilidades terapêuticas para esse recém-nascido. (0,2 pontos)





RATING: 3.37

(I) Diagnóstico aos 28 dias


Displasia broncopulmonar (0,05 p) (nova DBP/doença pulmonar crônica da prematuridade) (0,03 p). Em RN < 2 semanas, o diagnóstico operacional é a persistência de suporte respiratório e oxigênio aos 28 dias de vida (0,02 p), após exclusão de infecção, cardiopatia e hipertensão pulmonar (0,02 p) (ECO e gasometria normais). A gravidade (leve, moderada ou grave) só se estratifica às 36 semanas de idade pós-menstrual.


(II) Fisiopatologia


Interrupção do desenvolvimento alveolar e microvascular (0,04 p) no estágio sacular (0,02 p), típico de 26 semanas. Resultam alvéolos poucos, grandes e simplificados (0,03 p), com redução da área de troca, e microvasculatura dismórfica (0,02 p). Sobre o pulmão imaturo atuam inflamação, estresse oxidativo e lesão por volume/pressão/oxigênio (0,04 p), mesmo após curso inicial breve de ventilação. O reparo é aberrante (0,03 p), com menos fibrose do que a DBP clássica.


(III) Possibilidades terapêuticas


Nutrição hipercalórica para crescimento pulmonar (0,03 p). Restrição hídrica (0,02 p). Manutenção da cafeína (0,02 p). Ventilação não invasiva protetora, com a menor FiO2 eficaz (0,03 p). Diurético em curso curto se houver edema (0,03 p). Corticoide sistêmico tardio e seletivo apenas se falha de desmame (0,03 p). Broncodilatador e/ou corticoide inalatório se hiper-reatividade (0,02 p). Metas de saturação e prevenção de infecção respiratória (0,02 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.37)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.