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A HIPERTROFIA CARDÍACA (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A hipertrofia cardíaca constitui um dos mais importantes marcadores de gravidade das doenças cardíacas e de morte súbita.

Em vista disso, os mecanismos celulares e sub-celulares responsáveis pelo crescimento da massa cardíaca em várias doenças, como a hipertensão arterial, têm despertado grande interesse, uma vez que este conhecimento poderá identificar alvos para desenvolvimento de drogas que possam modular o crescimento de cardiomiócitos.

OBJETIVA: (978707 votos)..........95.5% das questões objetivas receberam votos.
A diarreia aguda é uma situação que favorece a formação de radicais ácidos, uma situação acidogênica. Isto porque, a desidratação leva à má perfusão tecidual, produção de lactato, queda do pH. Considera-se passível de correção a seguinte condição:
A. pH < 7,5 e bicarbonato menor que 10 mEq/L
B. pH < 7,1 e bicarbonato menor que 12 mEq/L
C. pH < 7,3 e bicarbonato maior que 14 mEq/L
D. pH < 7,1 e bicarbonato menor que 8 mEq/L
E. pH < 7,25 e bicarbonato menor que 15 mEq/L

  RATING: 2.59

A diarreia aguda é uma situação que favorece a formação de radicais ácidos, uma situação acidogênica. Isto porque, a desidratação leva à má perfusão tecidual, produção de lactato, queda do pH. Considera-se passível de correção a seguinte condição:

A. pH < 7,5 e bicarbonato menor que 10 mEq/L
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. pH < 7,1 e bicarbonato menor que 12 mEq/L
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. pH < 7,3 e bicarbonato maior que 14 mEq/L
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. pH < 7,1 e bicarbonato menor que 8 mEq/L
CORRETO : A diarreia aguda é uma situação que favorece a formação de radicais ácidos, uma situação acidogênica. Isto porque, a desidratação leva à má perfusão tecidual, produção de lactato, queda do pH. A diarreia leva à perda intestinal de bicarbonato e, por último, a diminuição de aceitação alimentar leva à produção de corpos cetônicos. A queda do pH aumenta a afinidade da hemoglobina pelo oxigênio, o que piora ainda mais a perfusão tecidual. O objetivo do controle da acidemia é melhorar a perfusão tecidual, deslocando a curva de dissociação da hemoglobina. Consideramos passível de correção pH < 7,1 e bicarbonato menor que 8 mEq/L
E. pH < 7,25 e bicarbonato menor que 15 mEq/L
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.59)

DISCURSIVA: (175334 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.

Discuta as lesões pré-malignas do epitélio vesical, a classificação das neoplasias uroteliais papilares malignas e o estadiamento TNM do câncer de bexiga urinária.

  1. Descreva a sequência evolutiva das lesões pré-malignas e as características histológicas e moleculares da displasia urotelial. (Subtotal da questão 1 = 0,12 p)
  2. Diferencie as neoplasias uroteliais de baixo potencial maligno (NUBPM), o carcinoma urotelial de baixo grau e o carcinoma papilar urotelial de alto grau quanto a aspectos histológicos, recidiva e progressão. (Subtotal da questão 2 = 0,09 p)
  3. Explique a classificação TNM com ênfase nos estágios T (Ta, Tis, T1, T2 e subestágios).  (Subtotal da questão 3 = 0,13 p)
  4. Indique os principais métodos diagnósticos de imagem e o papel da cistoscopia no diagnóstico e estadiamento. (Subtotal da questão 4 = 0,16 p)




RATING: 3.09

Discuta as lesões pré-malignas do epitélio vesical, a classificação das neoplasias uroteliais papilares malignas e o estadiamento TNM do câncer de bexiga urinária.

  1. Descreva a sequência evolutiva das lesões pré-malignas e as características histológicas e moleculares da displasia urotelial. (Subtotal da questão 1 = 0,12 p)
  2. Diferencie as neoplasias uroteliais de baixo potencial maligno (NUBPM), o carcinoma urotelial de baixo grau e o carcinoma papilar urotelial de alto grau quanto a aspectos histológicos, recidiva e progressão. (Subtotal da questão 2 = 0,09 p)
  3. Explique a classificação TNM com ênfase nos estágios T (Ta, Tis, T1, T2 e subestágios).  (Subtotal da questão 3 = 0,13 p)
  4. Indique os principais métodos diagnósticos de imagem e o papel da cistoscopia no diagnóstico e estadiamento. (Subtotal da questão 4 = 0,16 p)


1. Sequência evolutiva das lesões pré-malignas e características da displasia urotelial

  • As lesões pré-malignas surgem no epitélio de transição e seguem sequência bem definida: 1. hiperplasia → 2. atipia → 3. displasia → 4. câncer (0,03 p).
  • Hiperplasia urotelial: aumento do número de camadas epiteliais (>7 camadas normais) + desorganização da arquitetura celular; muito frequente ao redor de tumores de baixo grau já existentes e pode representar foco de futura recorrência em pacientes tratados (0,02 p).
  • Atipia urotelial: surge como resposta a fatores externos (inflamação crônica, infecções repetidas, irritação por cálculos, cateteres ou substâncias químicas); microscopicamente: núcleos aumentados, nucléolos proeminentes e, por vezes, mitoses (0,02 p).
  • Displasia urotelial: passo adiante na escala de malignidade; características: células coalescentes, núcleos alterados de tamanho e forma, nucléolos proeminentes, figuras mitóticas anormais; alterações restritas às camadas basais e intermediárias (preserva camadas superficiais mais maduras) – diferente do CIS que compromete toda a espessura (0,03 p).
  • Do ponto de vista molecular: pode apresentar perdas do cromossomo 9 e do braço 17p (0,01 p).
  • Risco de progressão: em média 20% das displasias evoluem para CIS; sobe para até 60% quando há história prévia de câncer urotelial (0,01 p).

2. Diferenças entre NUBPM, carcinoma de baixo grau e carcinoma papilar de alto grau

  • NUBPM (antigamente tumor urotelial papilífero grau I): alterações mínimas (discreto aumento de camadas epiteliais, polaridade celular praticamente normal, lesão única); mais frequente em homens (proporção 5:1); mitoses raras; taxa de recidiva 20% a 40%, progressão rara (0% a 8%) – comportamento de baixo potencial maligno (0,03 p).
  • Carcinoma urotelial de baixo grau (antigamente grau II): tramas fibrovasculares bem formadas, ramificações papilares mais complexas, aumento do volume celular, atipia celular mais evidente e frequente, geralmente multifocal; taxa de recidiva até 60%, risco de progressão até 13% (0,03 p).
  • Carcinoma papilar urotelial de alto grau: forma mais agressiva; pilares papilares fusionados, crescimento desordenado, numerosas figuras de mitose, células pleomórficas com núcleos aumentados e hipercromáticos; recidiva em 76,5% dos pacientes (36,5% nova recorrência + 40% progressão), metástases sistêmicas em 20%, cerca de 15% dos pacientes morrem (todos os óbitos no grupo com progressão) (0,03 p).

3. Classificação TNM – ênfase nos estágios T

  • Estadiamento segue critérios da UICC (2009) e AJCC utilizando sistema TNM (T = extensão do tumor primário; N = linfonodos regionais; M = metástases) (0,02 p).
  • Camadas da parede vesical: epitélio de transição → lâmina própria (submucosa) → muscular própria (detrusor) → gordura perivesical (0,02 p).
  • Ta: tumor papilar não invasivo (0,02 p).
  • Tis: carcinoma in situ (lesão plana, não invasiva, alto grau) (0,02 p).
  • T1: invasão da lâmina própria (subdividido em T1a – superficial, sem atingir muscular da mucosa; T1b – até muscular da mucosa) (0,02 p).
  • T2: invasão da muscular própria (T2a – metade superficial/interna; T2b – metade profunda) (0,02 p).
  • Tumores Tis e Ta de alto grau são lesões precursoras que tendem a progredir para T2 (0,01 p).

4. Principais métodos diagnósticos de imagem e papel da cistoscopia

  • Hematúria indolor (macroscópica ou microscópica) é a manifestação mais frequente (até 80% dos pacientes) (0,03 p).
  • Ultrassonografia: método inicial mais empregado (baixo custo, boa acurácia para lesões >5 mm, ausência de complicações, fácil disponibilidade); mostra massa papilar hipoecoica ou espessamento focal; Doppler colorido demonstra vascularização (diferencia de coágulos); detecção de hidronefrose = marcador de pior prognóstico (invasão muscular provável); limitação: não define profundidade de infiltração (0,03 p).
  • Urografia excretora (UGE): revela tumor como bexiga de pequena capacidade com paredes espessadas/irregulares ou defeito de enchimento; importante para trato urinário superior (defeito de enchimento, estenose, hidronefrose); limitações: exige rim funcionante, difícil para tumores < 3 cm ou superficiais (0,04 p).
  • Cistoscopia rígida + ressecção transuretral + biópsia tecidual = método padrão-ouro para diagnóstico definitivo e estadiamento; permite inspeção detalhada de trígono, meatos ureterais e colo; indicada em regime ambulatorial nas mulheres; nos homens, com anestesia (0,05 p).


FONTE:

CÂNCER DE VESICA URINARIA (PLATAFORMA MISODOR)


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

CASO CLINICO: (203651 votos)..........98.96% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de 11 anos de idade com antecedentes de Anemia Falciforme, após passar férias na região da Zona da Mata em Minas Gerais, apresentou-se no serviço de Emergência Infantil queixando-se de febre, dor torácica, mialgia (sobretudo em membros inferiores), cefaleia e vômitos com início há 2 dia de forma súbita e progressiva. Relatam ter chegado de viagem a 1 dia e foi medicado pela mãe de forma empírica com paracetamol na dose de 1 gota por kilo de peso. Como não houve melhora dos sintomas, os pais decidiram em levar a criança ao Pronto Socorro Infantil. Na consulta, apresentou taquicardia, taquipneia, leve desconforto respiratório, mialgia e febre 38,7° C e o laboratório indicou neutropenia (680/mm3), além de confirmar-se os demais sintomas já mencionados anteriormente. Radiografia de tórax com presença de infiltrado peri-hilar bilateral e condensação no ápice esquerdo.

1) Qual é o diagnóstico? 0,0625 pontos
2) Quais são as primeiras medidas que devem ser tomadas ainda no PS? 0,25 pontos
3) Comenta as características particulares da patologia desse caso, relacionadas á anemia falciforme.0,1875 pontos


RATING: 2.93

1) Qual é o diagnóstico?
Choque séptico (0,03125 p) causado por síndrome torácica aguda (0,03125 p).
2) Quais são as primeiras medidas que devem ser tomadas ainda no PS?

  1. hidratação venosa com solução salina a 0,9% (0,03125 p) na dose de 10 ml/kg (0,03125 p)
  2. administração endovenosa de ceftriaxona na dose de 100 mg/kg (0,03125 p)
  3. coleta de exames laboratoriais com hemocultura (0,03125 p)
  4. solicitado vaga na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) (0,03125 p)
  5. oxigenioterapia (0,03125 p)
  6. analgesia (0,03125 p)
  7. antitermico (0,03125 p)
3) Comenta as caracteristicas particulares da patologia desse caso, relacionadas á anemia falciforme.
A STA, a segunda maior causa de hospitalização na doença falciforme (0,03125 p), é acompanhada de sintomas que variam em intensidade de um indivíduo para o outro:
  • febre (0,03125 p)
  • dor tipo pleurítico (0,03125 p)
  • hipoxemia (0,03125 p)
É importante salientar que todo paciente que chegue à emergência com clínica de dor, principalmente em região torácica, seja monitorado com raios X seriados e oximetria de pulso. (0,03125 p) Em vigência de saturação de O2 abaixo de 95%, a oxigenação por máscara deve ser implementada. (0,03125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.93)




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