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DOENÇA HEMOLÍTICA DO RECÉM-NASCIDO (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

O fator Rh foi descoberto em 1940 de Landsteiner e Wiener. O fator Rh e presente em 85% dos indivíduos (chamados Rh positivos). O que sobra constitua os Rh - negativos. De fato, existe mais de um tipo de fator Rh, mas o que e importante e tipar o fator Rhesus (D). Ele aparece ainda no estado de embrião de 30 dias!

O fator Rh se transmite pelas regras do Mendel – estudos genéticos mostraram que, praticamente, todas as genes pertencedoras ao sistema Rh são alojados no mesmo cromossomo.
O que e essencial e que ele um fator dominante, então, prevalece.

OBJETIVA: (1021661 votos)..........97.03% das questões objetivas receberam votos.
Leia atentamente as assertivas abaixo a respeito dos tumores ovarianos e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F):

I) O disgerminoma é tumor do ovário produtor de estrógenos que pode causar puberdade precoce isossexual
II) O struma ovarii é uma variante do teratoma cístico maduro com predomínio do tecido tireoidiano, sendo um tumor geralmente benigno
III) O tumor ovariano metastático do trato gastrintestinal, que apresenta as características células em anel de sinete denomina-se tumor de Krukenberg
IV) O CA 125 é marcador tumoral inespecífico, que pode estar aumentado em múltiplas afecções, como endometriose, doença inflamatória pélvica, insuficiência renal e gravidez
V) Os cistoadenocarcinomas serosos representam o grupo de tumores ovarianos que atinge as maiores dimensões.

A sequência CORRETA é:
A. F, V, V, V, F
B. V, V, F, F, V
C. V, V, V, F, F
D. F, V, F, V, F
E. F, F, V, V, V

  RATING: 2.9

Leia atentamente as assertivas abaixo a respeito dos tumores ovarianos e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F):

I) O disgerminoma é tumor do ovário produtor de estrógenos que pode causar puberdade precoce isossexual
II) O struma ovarii é uma variante do teratoma cístico maduro com predomínio do tecido tireoidiano, sendo um tumor geralmente benigno
III) O tumor ovariano metastático do trato gastrintestinal, que apresenta as características células em anel de sinete denomina-se tumor de Krukenberg
IV) O CA 125 é marcador tumoral inespecífico, que pode estar aumentado em múltiplas afecções, como endometriose, doença inflamatória pélvica, insuficiência renal e gravidez
V) Os cistoadenocarcinomas serosos representam o grupo de tumores ovarianos que atinge as maiores dimensões.

A sequência CORRETA é:

A. F, V, V, V, F
CORRETO: Os tumores produtores de estrógenos são os tumores da teca granulosa (tumores dos cordões sexuais) ou ainda o carcinoma embrionário. Os tumores ovarianos que atingem as maiores dimensões são os mucinosos. As outras opções são verdadeiras.
B. V, V, F, F, V
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. V, V, V, F, F
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. F, V, F, V, F
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. F, F, V, V, V
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

DISCURSIVA: (177532 votos) ..........98.78% das questões discursivas receberam votos.

Aborde os conceitos teóricos da carcinogênese nas neoplasias não-melanomas da parede abdominal.

  1. Classifique os fatores carcinogênicos em categorias e dê exemplos principais................................ (Subtotal: 0,20 p)
  2. Diferencie os estágios de iniciação e promoção na carcinogênese................  (Subtotal: 0,17 p)
  3. Conceitue e exemplifique proto-oncogenes/oncogenes e genes supressores............. (Subtotal: 0,13 p)


RATING: 3.06

Aborde os conceitos teóricos da carcinogênese nas neoplasias não-melanomas da parede abdominal.

  1. Classifique os fatores carcinogênicos em categorias e dê exemplos principais................................ (Subtotal: 0,20 p)
  2. Diferencie os estágios de iniciação e promoção na carcinogênese................  (Subtotal: 0,17 p)
  3. Conceitue e exemplifique proto-oncogenes/oncogenes e genes supressores............. (Subtotal: 0,13 p)

Resposta à questão 1 (classificação etiológica):
Os fatores carcinogênicos classificam-se em três grandes categorias principais: físicos, químicos e biológicos, que interagem com DNA, proteínas ou estruturas celulares aumentando mutações, instabilidade cromossômica ou proliferação descontrolada (0,06 p).
  • Fatores físicos envolvem formas de energia ou lesões mecânicas: raios UV-B (290-320 nm) induzem dímeros de pirimidina (timina) associados a carcinomas basocelulares, espinocelulares e melanoma (0,04 p); radiação ionizante (raios Grenz ou X) causa quebras de dupla fita e radicais livres (0,02 p); calor crônico e traumatismo repetitivo promovem inflamação persistente e cicatrização aberrante (0,02 p).
  • Fatores químicos formam adutos ao DNA: alcatrão (benzo[a]pireno) e arsênico (inibe reparo de DNA) (0,03 p).
  • Fatores biológicos modulam ambiente celular: papilomavírus humano (HPV), Epstein-Barr, hepatite B/C e hormônios esteroides (estrogênios/androgênios) estimulam proliferação (0,03 p).
Resposta à questão 2 (comparação de estágios):
  • A carcinogênese não é linear e envolve sequência de eventos moleculares e celulares. Iniciação é o estágio inicial em que agente externo causa alterações permanentes e hereditárias no genoma (mutações, inserções, deleções ou rearranjos cromossômicos), irreversível mesmo após remoção do agente, exigindo apenas exposição breve (0,07 p).
  • Promoção ocorre obrigatoriamente após iniciação e depende de exposições repetidas e prolongadas ao agente promotor, induzindo alterações reversíveis na célula (inflamação crônica, irritação tecidual e hiperplasia por proliferação acelerada), sem dano direto ao DNA; se a exposição cessar, as mudanças podem regredir (0,07 p).
  • A radiação ultravioleta (UV) atua em ambas as fases (0,03 p).
Resposta à questão 3 (genes reguladores):
  • Proto-oncogenes são genes normais presentes em todas as espécies, essenciais para regular crescimento, diferenciação e sobrevivência celular (codificam fatores de crescimento, receptores, proteínas de transdução e fatores de transcrição); mutações (amplificações, translocações ou substituições pontuais) convertem-nos em oncogenes que atuam de forma dominante (0,05 p).
    • Exemplos: oncogene MYC (núcleo, fator de transcrição pró-proliferativo, associado a linfomas e carcinomas); oncogene RAS (citoplasma, GTPase sinalizadora, mutações ativadoras em códon 12/61 associadas a pâncreas, cólon e pulmão) (0,03 p).
  • Genes supressores (antioncogenes) funcionam como freios no crescimento, proliferação, estabilidade genômica e apoptose; requerem mutações em ambos os alelos (modelo de dois hits de Knudson) (0,03 p).
    • Exemplo: TP53 (cromossomo 17p13.1, guardião do genoma – induz parada celular via p21, reparo ou apoptose via BAX); família Hedgehog (PTCH1/SMO, sinalização intercelular) implicada em carcinoma basocelular (0,02 p).

FONTE:

NEOPLASIAS NÃO-MELANOMAS DA PAREDE ABDOMINAL - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (206919 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.

Maria, uma menina previamente saudável de 5 anos, foi levada ao atendimento pediátrico devido a episódios recorrentes de dor de cabeça nas últimas três semanas. A mãe relatou que Maria se queixava de uma dor intensa na região frontal da cabeça, que ocorria cerca de duas a três vezes por semana, cada ataque durando até duas horas.

Durante as crises, Maria frequentemente apresentava sintomas de fotofobia e fonofobia, preferindo ambientes escuros e silenciosos. Além disso, as dores eram acompanhadas de náuseas, embora sem vômito. A mãe também observou que Maria tendia a ficar mais irritada e chorosa durante esses episódios e que, após algumas horas de descanso, ela parecia melhorar significativamente.

História Familiar: Não havia histórico de trauma recente, febre, outros sintomas neurológicos ou uso de medicação contínua que pudesse explicar as cefaleias. No entanto, a avó materna de Maria tem um histórico conhecido de enxaquecas. 

Exame Clínico: O exame físico e neurológico de Maria não revelou anormalidades. Todos os sinais vitais estavam dentro dos parâmetros normais, e não havia sinais de infecção ou outras condições agudas.

Respondam ás seguintes perguntas:

(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente. (peso 0,16 pontos)

(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança? (peso 0,18 pontos)

(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises? (peso 0,08 pontos)

(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso de crises frequentes e debilitantes, ou que não respondem bem aos analgésicos? (0,08 pontos)




RATING: 2.9

(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente.

Cefaleia primaria (enxaqueca) (0,02 p) - apoiado pela recorrência (0,02 p), duração de até duas horas (0,02 p), localização na região frontal da cabeça (0,02 p), sintomas de fotofobia (0,02 p), fonofobia (0,02 p) e náuseas (0,02 p), histórico conhecido de enxaquecas na família (0,02 p).

(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança?

Dentre os analgésicos (0,02 p), os mais utilizados são:

  • Dipirona 25 mg/kg/dose (0,02 p)
  • Ibuprofeno 10 mg/kg/dose (0,02 p)
  • Paracetamol 15 mg/kg/dose (0,02 p)

Dentre os antiemeticos (0,02 p):

  • Metoclopramida (Plasil) 0,5–2 mg/kg/dose VO ou IV a cada 4–6 horas.  (0,02 p)
  • Proclorperazina (Compazine) 0,1 mg/kg/dose VO, IM ou IV a cada 6 horas  (0,02 p)
  • Prometazina (Fenergan) 0,25–1,0 mg/kg/dose VO, PR, IV ou IM a cada 4–6 horas (0,02 p)
  • Ondansetrona (0,15 mg/kg/dose). (0,02 p)

(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises?

As medidas não farmacológicas (0,02 p) foram inicialmente recomendadas, como a manutenção de uma rotina regular de sono (0,02 p) e alimentação (0,02 p), além de técnicas de relaxamento (0,02 p)

(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso que as crises são frequentes e debilitantes, ou não respondem bem aos analgésicos?

Medicamentos como beta-bloqueadores (0,02 p), anticonvulsivantes (0,02 p) ou antidepressivos (0,02 p) são utilizados em algumas situações, mas a indicação deve ser criteriosa e supervisionada por um especialista. (0,02 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.9)




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