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DISVITAMINOSES (ÁREA DE PEDIATRIA)

As vitaminas não participem significativamente da formação da estrutura celular e não são fonte de energia.

Por outro lado, em animais mantidos com uma dieta quimicamente definida, composta apenas de proteínas, carboidratos, gorduras purificadas e minerais, a vida não pode ser mantida.

São necessários fatores adicionais existentes nos alimentos naturais, embora, freqüentemente, apenas em quantidades mínimas.

Esses "fatores alimentares acessórios" são as vitaminas.

Estas substâncias orgânicas comumente tomam parte como coenzimas nas complexas reações bioquímicas do organismo. Ressalta-se que não apresentam semelhança química entre si; mas, em decorrência de função metabólica geral semelhante, são estudadas em conjunto.

OBJETIVA: (1096562 votos)..........99.27% das questões objetivas receberam votos.
Sobre a infecção com human-herpesvirus 6 (HHV 6) é verdade:
A. a infecção primária ocorre na idade precoce
B. há contaminação viral transplacentária
C. há preponderência no sexo feminino
D. a fonte de infecção são as mães infectadas que transmitem o virus no parto
E. amamentação e transfusões de sangue são definitivamente vias de transmissão do virus

  RATING: 3.2

Sobre a infecção com human-herpesvirus 6 (HHV 6) é verdade:

A. a infecção primária ocorre na idade precoce
CORRETO: A infecção primária pelo HHV-6 ocorre precocemente na vida.
B. há contaminação viral transplacentária
INCORRETO : Há transferência trans-placentária de anticorpos maternos. NÃO DO VIRUS, mas sim dos anticorpos!
C. há preponderência no sexo feminino
INCORRETO : Sexo, raça e geografia não desempenham um papel importante na aquisição da roséola.
D. a fonte de infecção são as mães infectadas que transmitem o virus no parto
INCORRETO : As fontes primárias para a transmissão do vírus para as crianças. são os adultos, que excretam HHV-6 e HHV-7 na saliva.
E. amamentação e transfusões de sangue são definitivamente vias de transmissão do virus
INCORRETO : Não há evidências de que a infecção é disseminada através do leite materno ou da transfusão de sangue.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.2)

DISCURSIVA: (179943 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
O pectus excavatum, (também chamado de ”tórax em funil”) é a deformidade torácica mais comum, ocorrendo em 1 a cada 400 crianças.  A maioria dos pacientes com pectus excavatum è assintomática no momento da apresentação; no entanto, alguns indivíduos relatam sintomas que sugerem impacto cardiovascular e impacto pulmonar (redução na reserva respiratória, dor ao longo das cartilagens costais com o exercício, palpitações ou sopros, sobretudo na presença de um prolapso da válvula mitral).

1) Como verificamos o impacto pulmonar desse defeito? (0,3 p)
2) Como verificamos o impacto cardiovascular do mesmo? (0,2 p)



RATING: 3.06

O pectus excavatum, (também chamado de ”tórax em funil”) é a deformidade torácica mais comum, ocorrendo em 1 a cada 400 crianças.  A maioria dos pacientes com pectus excavatum è assintomática no momento da apresentação; no entanto, alguns indivíduos relatam sintomas que sugerem impacto cardiovascular e impacto pulmonar (redução na reserva respiratória, dor ao longo das cartilagens costais com o exercício, palpitações ou sopros, sobretudo na presença de um prolapso da válvula mitral).

1) Como verificamos o impacto pulmonar desse defeito? (0,3 p)
2) Como verificamos o impacto cardiovascular do mesmo? (0,2 p)

Em casos graves, foram documentados um volume de ejeção e um débito cardíaco reduzidos, conjuntamente com um padrão restritivo (capacidade respiratória máxima diminuída) no teste de função pulmonar.

1) O impacto pulmonar:

A avaliação da função pulmonar basal pode ser obtida com:

  1. testes de função pulmonar (0,1 p)
  2. estudos radiológicos ou fisiológicos de exercício (0,1 p)
  3. cintilografias de ventilação-perfusão (0,1 p)

2) O impacto cardiovascular:

A avaliação cardiovascular pode ser realizada utilizando-se:

  1. ecocardiografia (0,1 p)
  2. angiografia. (0,1p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (209592 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um adolescente de 13 anos se apresenta ao pronto-socorro com uma queixa de dor de garganta e febre há 2 dias. Ele relata que sua irmã mais nova tinha a semana passada 'a mesma coisa'. O paciente tem dor ao engolir, mas nenhuma mudança na voz, não há salivação ou rigidez do pescoço. Nega qualquer história recente de tosse, erupção cutânea, náusea, vômito ou diarreia. Nega qualquer viagem recente e a carteira de imunização é completa. Ele não tem outros problemas de saúde, não toma medicamentos e não tem alergias. No exame, o paciente tem uma temperatura de 38,5 ° C, FC 104 batimentos por minuto, pressão arterial 118/64 mm Hg, FR de 18 respirações por minuto e uma saturação de oxigênio de 99% no ar ambiente. O orofaringe posterior revela eritema com exsudatos tonsilares sem desvio uvular, ou edema tonsilar significativo. O pescoço é flexível, sem sensibilidade de os gânglios linfáticos anteriores.

Exame do tórax e cardiovascular normal. Abdomen de consistência normal e indolor, com ruídos intestinais normais e sem hepatoesplenomegalia. Não há erupções.

(I) Enumeram pelo menos 3 suspeitas diagnosticos.(0,3 pontos)

(II) Qual é a estratégia diagnóstica principal? (0,1 pontos)

(III) Em que consta o plano terapêutico? (0,1 pontos)

 




RATING: 3.44

(I) Suspeitas diagnósticas: (0,1 pontos cada um dos três requeridos que estejam na lista abaixo)

  • faringite estreptocócica.
  • epiglotite
  • abscesso periamigdaliano
  • abscesso retrofaríngeo 
  • angina de Ludwig

(II)  Plano de diagnóstico: Usar os critérios de Centor para determinar a probabilidade de faringite bacteriana e teste rápido de antígeno quando apropriado. (0,1 p)

(III) Plano terapêutico: Avaliar o paciente quanto à necessidade de antibióticos versus sintomaticos.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.44)




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