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DISTÚRBIOS DO EQUILIBRIO ÁCIDO-BASICO NO PACIENTE PEDIATRICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Os distúrbios acido-básicos são um grupo de condições que afetam o equilíbrio de pH no organismo. Quando esse equilíbrio é afetado, pode ser prejudicial para a saúde. Nas crianças, os distúrbios acido-básicos podem causar uma série de sintomas e complicações.
Os distúrbios acido-básicos mais comuns nas crianças são o hipoxemia (diminuição da saturação de oxigênio no sangue) e a acidose (redução do pH do sangue). Estas condições podem ser causadas por uma variedade de fatores, incluindo infecções, doenças metabólicas, medicamentos, alergias alimentares, e outras condições médicas.
Os sintomas mais comuns de distúrbios acido-básicos em crianças incluem fraqueza, desmaios, vômitos, tonturas, dores de cabeça, sudorese, tonturas, dor abdominal, falta de ar, fadiga, pele pálida ou amareladas, urina escura, e respiração curta. Em alguns casos, as crianças podem ter convulsões e crises convulsivas.
Os diagnósticos de distúrbios acido-básicos nas crianças é baseado na avaliação dos sintomas e dos níveis de pH no sangue. O tratamento depende da causa subjacente e pode incluir medicamentos, terapia nutricional, suplementos, terapia de oxigênio, e outros tratamentos.

OBJETIVA: (984701 votos)..........95.73% das questões objetivas receberam votos.
Em caso de desmineralização do osso o aumento 'compensatório' na atividade osteoblástica faz com que aumente.
A. a ureia serica
B. a bilirrubina
C. a fosfatase alcalina
D. o condroitin-sulfato
E. o óxido nítrico

  RATING: 3.15

Em caso de desmineralização do osso o aumento 'compensatório' na atividade osteoblástica faz com que aumente.

A. a ureia serica
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. a bilirrubina
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. a fosfatase alcalina
CORRETO : No raquitismo a atividade dos osteoclastos é estimulada pelos altos níveis de PTH, o que faz com que o cálcio seja mobilizado do osso para o sangue. No entanto sempre que existe desmineralização do osso, substâncias produzidas localmente (ainda pouco identificadas) estimulam os osteoblastos a produzirem matriz orgânica para depois ser mineralizada (o que não ocorre no raquitismo). O aumento 'compensatório' na atividade osteoblástica faz com que a fosfatase alcalina aumente. O aumento da formação de matriz pela atividade dos osteoblastos, sem a posterior mineralização, é responsável por muitas alterações ósseas observadas.
D. o condroitin-sulfato
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. o óxido nítrico
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.15)

DISCURSIVA: (175822 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Define a bradicardia.(0,1 pontos)
2) Quais são os limites definitórias para bradicardia no recém nascido (na vigília e durante o sono)? (0,16 pontos)
3) Quais são as duas causas mais frequentes de bradicardia severa em crianças? (0,24 pontos)


RATING: 2.83

1) Define a bradicardia.(0,1 pontos)
2) Quais são os limites definitórias para bradicardia no recém nascido (na vigília e durante o sono)? (0,16 pontos)
3) Quais são as duas causas mais frequentes de bradicardia severa em crianças? (0,24 pontos)

1) Define a bradicardia.
Bradicardia é definida como uma frequência cardíaca que é menor do que a frequência cardíaca normal para determinada idade. (0,1 p)
2)  Quais são os limites definitórias para bradicardia no recém nascido (na vigília e durante o sono)? 
Recém-nascido a três anos: menos de 100 batimentos por minuto em vigília (0,08 p), menos de 60 batimentos por minuto durante o sono (0,08 p).
3) Quais são as duas causas mais frequentes de bradicardia severa em crianças?
As causas mais frequentes de bradicardia severa em crianças: cirurgia corretiva dos defeitos cardíacos (0,08 p), hipervagotonia (0,08 p) e drogas (0,08 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.83)

CASO CLINICO: (204194 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente S.E.C., 11 anos, cor branca, 1,37 m de altura, 28 kg, do sexo feminino apresenta-se ás 02:00 h de madrugada no PS, com queixa principal dispnéia aos pequenos esforços, tosse freqüente e ansiedade. É a terceira vez este mes que acontece isto, sempre de madrugada. Apresenta assimetria de tórax, padrão ventilatório misto com predomínio abdominal e retração subcostal, frequência respiratória 36/minuto, tosse úmida, eficaz e purulenta em grande quantidade. O frêmito tóraco vocal apresentava-se aumentado em ápices pulmonares. Na percussão havia macicez em ápices pulmonares. Ausculta pulmonar apresentava-se com sibilos em inspir e expir, bem audíveis. Sem cianose, fala frases incompletas, parciais. T = 37,5°C.

A radiografia de tórax está normal. O leucograma demonstrou 8.100 leucócitos com 14% de eosinófilos. Glicemia normal, exame de urina I normal.

Questões:

1) Formulam o diagnóstico correto desta paciente considerando a forma de gravidade da moléstia crônica atual. (0,1 pontos)

2) Utilizando a escala adequada de gravidade do episódio agudo atual justifiquem o risco de falência respiratoria (0,1 pontos)

3) Foi necessário mesmo o pedido de Rx toracico? Qual seria a justificativa? (0,1 pontos)

4) Quais são os argumentos pro e contra uma pneumonia estreptococica? (0,1 pontos)

5) Qual é a primeira atitude terapêutica no PS para esse caso? (0,1 pontos)




RATING: 3.04

1) Formulam o diagnóstico correto desta paciente considerando a forma de gravidade da moléstia crônica atual. (0,1 pontos)

Qualquer um pode ver, então, que, no caso, estamos frente na frente com a tríade: tosse crônica ou recorrente acompanhada de sibilância e dispneia. Ou seja, trata-se e uma crise de asma bronquica, em exacerbação aguda.

Entretanto, a questão pede a forma de gravidade da molestia crônica. A criança tem sintomas noturnos, não cada semana, mas de qualquer jeito, mais de duas vezes por mês.

Diagnóstico correto: ASMA BRONQUICA PERSISTENTE LEVE EM EXACERBAÇÃO AGUDA

2) Utilizando a escala adequada de gravidade do episódio agudo atual justifiquem o risco de falência respiratoria (0,1 pontos)

A disfunção respiratória está mais relacionada com os parâmetros de uso de musculatura acessória. A freqüência respiratória e a presença de sibilância são importantes, são dados obrigatórios na inspeção e ausculta, mas não são definitorios.

Então, como quantificar PRECISAMENTE a crise?

Um instrumento útil é o escore de Wood e Downes, muito utilizado em pediatria.

ESCORE WOOD:

0 PONTOS
1 PONTO
2 PONTOS

ENTRADA DE AR

Simetrica
Assimetrica
Diminuida

SIBILOS

Poucos e geralmente expiratorios
Podem estar inspiratórios e expiratorios
Ou muito intensos ou bem diminuidos, com respiração paradoxal e MV bem diminuido também

MUSCULATURA ACESSORIA

não utilizada ou bem pouco
Significativamente utilizada
Intensamente utilizada ou respiração paradoxal,

ESTADO NEUROLOGICO

Normal
Euforia ou depressão
Torpor, coma

CIANOSE

Sem cianose
Presente em ar ambiente, regride com oxigênio
Presente com FiO2 de 40%
  • menor ou igual a 2 considera-se crise asmática leve
  • entre 3 e 4, asma moderada
  • maior ou igual a 5, asma grave com falência respiratória provável
  • um índice maior ou igual a 7 indica falência respiratória.
3) Foi necessário mesmo o pedido de Rx toracico? Qual seria a justificativa? (0,1 pontos)

Sua indicação deve ser baseada na história e no exame físico e reservada para:

  • suspeita clínica de pneumonia
  • pneumotórax
  • pneumomediastino
  • atelectasia
  • aspiração de corpo estranho
  • internação por crise grave
A radiografia de tórax (póstero-anterior e incidências laterais) frequentemente parece ser normal em crianças com asma, a não ser por sutis alterações não-específicas de hiperinsuflação (p. ex., retificação do diafragma) e espessamento peribrônquico. A radiografia de tórax é útil para identificar anormalidades que são marcadores de mimetizadores de asma (p. ex., pneumonites de aspiração, campos pulmonares hiperlucentes em bronquiolite obliterante) e as complicações durante as exacerbações da asma (p. ex., atelectasia e pneumotórax). 4) Quais são os argumentos pro e contra uma pneumonia estreptococica no caso apresentado? (0,1 pontos)

Argumentos pro:

  • macicez apical
  • tosse com expectoração
Se tivesse sido pneumonia a febre deveria estar alta, o Rx deveria estar caracteristico (velamento lobular ou pelo menos aumento da intensidade).

Argumentos contra:

  • T 37,5°C
  • Rx normal
  • Sonoridade e frêmito pectoral normal
  • Sibilãncia generalizada que indica mais breve crise de broncoespasmo que problema do parenquima
5) Qual é a primeira atitude terapêutica no PS para esse caso? (0,1 pontos)

A primeira atitude terapêutica: 3 doses de droga agonista de curta duração, em um período entre 1-2 horas.

A criança deve ser encaminhada ao hospital quando apresentar ausência de resposta clínica a 3 doses de droga agonista de curta duração, em um período entre 1-2 horas.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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