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CONVULSÕES (ÁREA DE PEDIATRIA)

Para fins de classificação epidemiológica, considera-se epilepsia quando duas ou mais crises não provocadas ocorrem num intervalo superior a 24 horas entre elas.
Uma convulsão ou crise epiléptica é uma alteração paroxística e limitada pelo tempo da atividade motora e/ou do comportamento, a qual resulta de atividade elétrica anormal no cérebro. As crises epilépticas são comuns na faixa etária pediátrica e ocorrem em aproximadamente 10% das crianças. Considerado o maior urgência neurológico.
A maioria das crises em crianças é provocada por distúrbios somáticos originados fora do cérebro, como febre alta, infecção, síncope, traumatismo craniano, hipóxia, toxinas ou arritmias cardíacas. Outros acontecimentos, como as crises de perda de fôlego e refluxo gastroesofágico, podem causar eventos que simulem crises convulsivas.
Algumas crianças também apresentam crises psicogênicas ou de origem psiquiátrica. Menos de um terço das crises epilépticas em crianças é causada por epilepsia, uma patologia em que as crises são desencadeadas recorrentemente de dentro do cérebro.

OBJETIVA: (1459287 votos)..........97.17% das questões objetivas receberam votos.
Paciente de 2 anos, atópico, há 3 dias com obstrução nasal, febre baixa e coriza mucosa. Há 12 horas com tosse seca, rouquidão e dificuldade respiratória. Ao exame físico: afebril, FR 52 irpm, com estridor inspiratório, retração de fúrcula esternal e entrada de ar diminuída na ausculta pulmonar. Em relação a este quadro clínico. assinale a afirmativa CORRETA :
A. trata-se de laringite viral, sendo o provável agente o vírus sincicial respiratório
B. trata-se de epiglotite aguda, devendo ser tratado com antibioticoterapia intravenosa
C. o uso de dexametasona deve ser evitado, estando apenas indicado o uso de epinefrina inalatória e oxigenioterapia
D. trata-se de laringite viral, não sendo possível afastar a hipótese de laringite estridulosa
E. trata-se de insuficiência respiratória alta grave, estando indicada a intubação orotraqueal

  RATING: 3.08

Paciente de 2 anos, atópico, há 3 dias com obstrução nasal, febre baixa e coriza mucosa. Há 12 horas com tosse seca, rouquidão e dificuldade respiratória. Ao exame físico: afebril, FR 52 irpm, com estridor inspiratório, retração de fúrcula esternal e entrada de ar diminuída na ausculta pulmonar. Em relação a este quadro clínico. assinale a afirmativa CORRETA :

A. trata-se de laringite viral, sendo o provável agente o vírus sincicial respiratório
INCORRETO: a laringite viral em geral, é causada pelo vírus parainfluenza
B. trata-se de epiglotite aguda, devendo ser tratado com antibioticoterapia intravenosa
INCORRETO : A epiglotite é uma doença grave, de evolução rápida e quase sempre acompanhada de febre alta. Na epiglotite costuma haver disfonia mas em geral a voz é descrita como 'abafada' e não rouca.
C. o uso de dexametasona deve ser evitado, estando apenas indicado o uso de epinefrina inalatória e oxigenioterapia
INCORRETO : O corticóide pode ser usado nestes casos em dose única, na emergência, para reduzir o grau de obstrução respiratória. Essa medicação apresenta a vantagem de não ser acompanhada de rebote, evento comum após a administração de adrenalina.
D. trata-se de laringite viral, não sendo possível afastar a hipótese de laringite estridulosa
CORRETO : O estridor localiza a doença na região periglótica. O grande diagnóstico diferencial nesses casos é entre as doenças supraglóticas como a epiglotite aguda e as doenças subglóticas como a laringite viral (em geral causadas pelo vírus parainfluenza). A rouquidão é um achado característico da lesão laríngea (subglótica). A laringite estridulosa é um quadro espástico de laringe que ocorre em crianças entre um e três anos de idade, de provável etiologia alérgica e que pode complicar quadros respiratórios virais altos em pacientes predispostos. Em geral surge repentinamente durante a noite com tosse e estridor que melhoram em algumas horas espontaneamente ou com inalação de vapor.
E. trata-se de insuficiência respiratória alta grave, estando indicada a intubação orotraqueal
INCORRETO : A maioria dos casos de laringite viral tem bom prognóstico e a intubação traqueal em geral é desnecessária.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.08)

DISCURSIVA: (201943 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Sobre o diabetes mellitus tipo I respondam ás seguintes perguntas:

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus? 0,2 p.
2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva? 0,2 p. 
3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus? 0,1 p


RATING: 2.57

Sobre o diabetes mellitus tipo I respondam ás seguintes perguntas:

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus? 0,2 p.
2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva? 0,2 p. 
3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus? 0,1 p

1. Quais são os defeitos metabolicos no diabetes mellitus?

Primeiro, teremos uma HIPERGLICEMIA DE JEJUM 0,05 p

Segundo, teremos uma HIPERGLICEMIA PÓS-PRANDIAL 0,05 p

Terceiro, vamos ter altas concentrações de ACIDOS GRAXOS LIVRES 0,05 p

Quarto, aparece HIPERAMINOACIDEMIA. 0,05 p

2. Qual é a finalidade da insulinoterapia intensiva?

Então, a insulinoterapia intensiva é UM PRINCIPIO, indicado para se obter o controle glicêmico necessário para se evitar as microangiopatias: 0,05 p

  • glicemias de jejum e pré-prandial: 70-120 mg/dL, 0,05 p
  • glicemias pós-prandiais: <180 mg/dL, 0,05 p
  • HbA1C <7,0%. 0,05 p

3. Quais são os fatores etiologicos incluidos no triangulo etiologico do diabetes mellitus?

Podermos considerar o diabetes como causado por um triangulo formado de fatores GENETICOS, AMBIENTAIS E AUTOIMUNES. 0,1 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.57)

CASO CLINICO: (234240 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente com idade de 55 anos, em uso de terapia de reposição hormonal há 15 meses, usando estrogênio conjugado 0,625 mg com acetato de medroxiprogesterona 2,5 mg, de forma contínua. Comparece ao ambulatório do hospital queixando-se de sangramento vaginal há 12 dias. Pergunta-se:
a) Qual as hipóteses diagnosticas - 0,3 pontos
b) Proponha conduta propedêutica. - 0,2 pontos



RATING: 3.01

a) Qual as hipóteses diagnosticas justificando-as.
1.) Hemorragia uterina disfuncional e/ou hiperplasia de endométrio = 0,1 p
2.) Adenocarcinoma de endométrio = 0,1 p
3.) Outros (CA de colo uterino, pólipo EM ou EC, miomas) = 0,1 p
b) Propedêutica:

1.) USTV - 0,04 p
2.) VT histeroscopia - 0,04 p
3.) Ctg fracionado - 0,04 p
4.) Biópsia de EM - 0,04 p
5.) CCO - 0,04 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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