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PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

É obvio que um tal desvio de sangue, na vida extra-uterina causa aumento da pressão aórtica. Como foi afirmado acíma, o sangue passa da esquerda para a direita através do canal, da aorta para a artéria pulmonar. Como na comunicação interventricular, a extensão do shunt depende do tamanho do canal e da relação entre a resistência vascular pulmonar e a sistêmica.

Se o defeito for pequeno, o paciente aguenta melhor, mas em caso de canal arterial grande, a pressão arterial pulmonar pode ser elevada a níveis sistêmicos durante a sístole e durante a diástole. Ou seja, se instala um Eisenmenger!

Se o PCA for pequeno, as pressões dentro da artéria pulmonar, do ventrículo direito e do átrio direito são normais.

O maior risco para os pacientes com PCA grande, negligenciado, é justamente desenvolver doença vascular pulmonar.

OBJETIVA: (991762 votos)..........96% das questões objetivas receberam votos.
Mulher, 38 anos, com retocolite ulcerativa inespecífica há 5 anos, refere piora súbita, caracterizada por febre, diarreia intensa, distensão e timpanismo abdominal. Com a suspeita de megacólon tóxico, o primeiro exame a ser solicitado é:
A. exame radiológico simples de abdome
B. retossigmoidoscopia
C. enema opaco
D. ecografia abdominal
E. tomografia computadorizada

  RATING: 0

Mulher, 38 anos, com retocolite ulcerativa inespecífica há 5 anos, refere piora súbita, caracterizada por febre, diarreia intensa, distensão e timpanismo abdominal. Com a suspeita de megacólon tóxico, o primeiro exame a ser solicitado é:

A. exame radiológico simples de abdome
CORRETO: O exame radiológico simples de abdome representa o primeiro exame a ser solicitado na suspeita de megacólon tóxico porque oferece visualização imediata, não invasiva e de baixo custo da dilatação colônica (diâmetro transverso superior a 6 cm), perda de haustrações, sinal do polegar por edema submucoso e possível pneumoperitônio indicativo de perfuração, permitindo confirmação diagnóstica e monitorização seriada em ambiente de emergência sem expor o paciente a riscos adicionais ou atrasos.
B. retossigmoidoscopia
INCORRETO : A retossigmoidoscopia, embora útil para avaliar a atividade da colite, apresenta alto risco de perfuração em megacólon tóxico devido à fragilidade da parede colônica distendida e ao uso de ar para insuflação, sendo formalmente contraindicada como exame inicial.
C. enema opaco
INCORRETO : O enema opaco é absolutamente contraindicado na suspeita de megacólon tóxico ou perfuração, pois a introdução de contraste sob pressão pode precipitar ou agravar perfuração colônica com consequente peritonite.
D. ecografia abdominal
INCORRETO : A ecografia abdominal tem sensibilidade muito baixa para avaliação do cólon em casos de distensão gasosa acentuada, sendo pouco útil para o diagnóstico de megacólon tóxico e não substituindo a radiografia simples.
E. tomografia computadorizada
INCORRETO : A tomografia computadorizada, embora excelente para detecção de complicações como perfuração, abscessos ou isquemia, não constitui o exame de primeira linha por envolver maior tempo, custo, exposição à radiação e necessidade de contraste, ficando reservada para casos de dúvida após a radiografia simples ou quando se planeja intervenção cirúrgica.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (176111 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Quais causas de alteração do estado mental do paciente pediatrico representam, particularmente, risco de vida?


RATING: 2.77

Quais causas de alteração do estado mental do paciente pediatrico representam, particularmente, risco de vida?

A lista inclui:
  • hematoma epidural (0,045 p)
  • edema cerebral (0,045 p)
  • neoplasias cerebrais (0,045 p)
  • infartos cerebrais (0,045 p)
  • disfunções dos shunts liquóricos cirúrgicos (0,045 p)
  • meningite (0,045 p)
  • encefalite (0,045 p)
  • ingestão de substâncias tóxicas (0,045 p)
  • hipotensão (0,045 p)
  • hipoxia (0,045 p)
  • sepse (0,045 p)

FONTE:

Steven M, Selbst; Kate Cronan - SEGREDOS EM EMERGÊNCIA PEDIATRICA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.77)

CASO CLINICO: (204519 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
M. S. G. 5 meses. Mãe refere febre, chorosa, inapetência. Na hora da consulta apresenta 38,4°C e a mãe informa que a criança tem refluxo e que trata com Label. Bom estado geral, hidratada e corada, chorosa. Medicada com Ibuprofeno e Dipirona em casa por conta da febre. No exame físico, BEG, levemente descorada, nariz entupido e tosse com evidente ronquidão e estridor.
De repente, durante a consulta a paciente inicia uma convulsão e é transportada na sala de emergência, aonde, por conta do acesso venoso difícil, é aplicada rapidamente uma dose correta de Midazolam intramuscular. Cinco minutos depois da injeção, a lactente entra em apneia e o monitor mostra o seguinte traçado:

Pergunta-se:
1) O que poderia ter causado a apneia, nesse caso? 0,05 pontos
2) Qual é a arritmia apresentada no monitor? É ritmo chocável ou não? 0,1 pontos
2) Qual é a intervenção a ser feita, imediatamente? 0,35 pontos


RATING: 3.02

1) O que poderia ter causado a apneia, nesse caso?
A injeção de Midazolam. (0,05 p)
Discussão: O midazolam deve ser usado somente quando materiais de ressuscitação apropriados para o tamanho e a idade estão disponíveis, já que a administração do mesmo pode deprimir a contratilidade miocárdica e causar apneia. Eventos adversos cardiorrespiratórios graves têm ocorrido em raras ocasiões. Esses eventos têm incluído depressão respiratória, apneia, parada respiratória e/ou parada cardíaca. A ocorrência de tais incidentes de risco à vida é mais provável em adultos acima de 60 anos, naqueles com insuficiência respiratória preexistente ou comprometimento da função cardíaca, e em pacientes pediátricos com instabilidade cardiovascular, particularmente quando a injeção é administrada muito rapidamente ou quando é administrada uma alta dose.

2) Qual é a arritmia apresentada no monitor? É ritmo chocável ou não?
Atividade elétrica sem pulso. (0,05 p) Não é ritmo chocável. (0,05 p)
Discussão: AESP é, sem duvida, uma catástrofe... Ela não é um ritmo especifico - na verdade, podemos descrever ela como atividade elétrica organizada (quer dizer, não é nem FV e nem assistolia) que aparece no ECG ou no monitor cardíaco mas... não tem pulso nenhum. A frequência de atividade elétrica pode ser baixa (mais comum, denominada agônica), normal ou alta. Pior é que as pulsações podem ser detectadas por uma forma de onda artéria ou estudo Doppler, mas os pulsos não são palpáveis. Ou seja, neste caso não há um fluxo satisfatório de sangue para os órgãos.
O ECG pode exibir complexos QRS normais ou largos. É muito importante, então avaliar o ritmo monitorado e observe a frequência e a largura dos complexos QRS. Salvo se for possível identificar e tratar rapidamente a causa da AESP, o ritmo provavelmente se deteriorará e se transformará em assistolia.

3) Qual é a intervenção a ser feita, imediatamente?
A primeira medida a ser feita neste momento é instituir imediatamente RCP de alta qualidade (0,05 p): como a lactente está no hospital e provavelmente tem dois reanimadores, utiliza-se o método com dois polegares (0,05 p). O ritmo das compressões cardíacas/ventilações é de 15 compressões:2 ventilações (0,05 p) cada compressão devendo descer 4 cm (criança pequena) (0,05 p) esperando o retorno total do tórax após cada compressão (0,05 p), com uma frequência de 100-120/minuto (0,05 p). Ás ventilações tem que ser aplicadas em menos de 10 segundos (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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