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APRESENTAÇÕES DISTÓCICAS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

APRESENTAÇÕES ANÔMALAS

  • Cefálicas Defletidas: Bregma, Fronte e Face
  • Não cefálicas: Apresentação Córmica e  Apresentação Pélvica

 

PROGNOSTICO

MATERNO:

Reservado, a morte surgindo devido a:

  • Roturas uterinas
  • Multiparidade
  • Patologia obstetrical

FETAL:

Grave, a mortalidade sendo dada pelo:

CAUSAS IMEDIATAS

  • Traumas
  • Prematuridade

CAUSAS TARDIAS:

  • extensão de plexo braquial
  • fraturas ósseas (clavícula, humerus)
  • seqüelas neuropsíquicas dadas de:prematuridade traumas obstétricas hipoxia

OBJETIVA: (967286 votos)..........94.94% das questões objetivas receberam votos.
Quando comparamos lactentes que têm crises de insuficiência respiratória aguda obstrutiva de repetição (sibilância recorrente), observamos os que são atópicos comparados aos não atópicos. Assinale a alternativa CORRETA:
A. os atópicos têm maior probabilidade de permanecer com sibilância na infância e adolescência
B. a positividade de antecedentes maternos e paternos para manifestações de asma é semelhante
C. a frequência de doença por refluxo gastroesofágico e bronquiolite virai aguda é maior entre os não atópicos
D. o diagnóstico de asma nos 2 primeiros anos de vida é impossível, sendo portanto atribuída somente a denominação síndrome do lactente sibilante tanto para atá picos quanto para os não atópicos
E. quando os sibilos ocorrem mais de uma vez, uma radiografia torácica é mandatoria

  RATING: 3.22

Quando comparamos lactentes que têm crises de insuficiência respiratória aguda obstrutiva de repetição (sibilância recorrente), observamos os que são atópicos comparados aos não atópicos. Assinale a alternativa CORRETA:

A. os atópicos têm maior probabilidade de permanecer com sibilância na infância e adolescência
CORRETO: Os lactentes atópicos (aqueles com predisposição alérgica, como história familiar de asma, dermatite atópica ou sensibilização alérgica) geralmente apresentam um fenótipo de sibilância persistente, ligado à inflamação alérgica das vias aéreas. Estudos epidemiológicos, como os de coortes longitudinais, mostram que a atopia é um fator de risco para persistência dos sintomas, com 30-80% dos atópicos desenvolvendo asma na escola ou adolescência, enquanto nos não atópicos (fenótipo transitório) os sintomas tendem a resolver por volta dos 3-6 anos, com risco de persistência de apenas 10-30%. A atopia envolve hiperreatividade brônquica crônica e resposta imune Th2, levando a sintomas recorrentes além da infância precoce.
B. a positividade de antecedentes maternos e paternos para manifestações de asma é semelhante
INCORRETO : A positividade de história familiar de asma é significativamente maior nos lactentes atópicos, servindo como critério maior no Índice Preditivo de Asma (API). Nos não atópicos, a herança genética alérgica é menor ou ausente, e o fenótipo é mais ligado a fatores ambientais como infecções virais ou exposição ao tabaco, não a antecedentes parentais de asma.
C. a frequência de doença por refluxo gastroesofágico e bronquiolite virai aguda é maior entre os não atópicos
INCORRETO : Embora o refluxo gastroesofágico (DRGE) possa ser mais comum em não atópicos como causa diferencial de sibilância (devido a aspiração ou reflexo vagal, sem componente alérgico), a bronquiolite viral aguda (geralmente por VSR ou rinovírus) ocorre com frequência semelhante em ambos os grupos, sendo um desencadeante comum para o início da sibilância recorrente. No entanto, o tipo de vírus difere: VSR está mais ligado a fenótipo transitório (não atópico), mas rinovírus a persistente (atópico). A associação não é consistentemente maior nos não atópicos para ambos os condições de forma absoluta, e estudos não apoiam uma frequência global maior como distinção principal.
D. o diagnóstico de asma nos 2 primeiros anos de vida é impossível, sendo portanto atribuída somente a denominação síndrome do lactente sibilante tanto para atá picos quanto para os não atópicos
INCORRETO : O diagnóstico de asma nos primeiros 2 anos não é impossível, embora desafiador devido à sobreposição com infecções virais. Ferramentas como o Índice Preditivo de Asma (API) permitem identificar risco alto com critérios como atopia pessoal/familiar, eosinofilia e sibilância sem resfriado. A denominação ”síndrome do lactente sibilante” é usada para sibilância recorrente em lactentes, mas não exclusivamente; classifica-se em fenótipos (episódico viral vs. multi-desencadeante), e para atópicos com multi-desencadeantes, considera-se provável asma.
E. quando os sibilos ocorrem mais de uma vez, uma radiografia torácica é mandatoria
INCORRETO : A radiografia torácica não é obrigatória para todos os casos de sibilos recorrentes; é indicada apenas se houver suspeita de complicações como malformações, aspiração, infecções atípicas ou persistência grave sem resposta ao tratamento. Diretrizes como as da Sociedade Brasileira de Pediatria e European Respiratory Society recomendam-na como exame complementar seletivo, não rotineiro, para evitar exposição desnecessária à radiação em lactentes. O manejo inicial foca em história clínica, resposta a broncodilatadores e exclusão de causas comuns.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.22)

DISCURSIVA: (174506 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A colangite aguda é a inflamação aguda dos canais que conduzem a bile. Isso inclui desde os mais finos, dentro do fígado ao mais calibroso, o colédoco, que recebe toda a bile produzida no fígado e aquela já acumulada na vesícula. A sintomatologia dessa moléstia hoje é descrita como 'pentade de Reynolds'.
Quais são os cinco elementos fundamentais dessa descrição?

RATING: 3.06

A colangite aguda é a inflamação aguda dos canais que conduzem a bile. Isso inclui desde os mais finos, dentro do fígado ao mais calibroso, o colédoco, que recebe toda a bile produzida no fígado e aquela já acumulada na vesícula. A sintomatologia dessa moléstia hoje é descrita como 'pentade de Reynolds'.
Quais são os cinco elementos fundamentais dessa descrição?

A pentade de Reynolds: 1) Dor
2) Febre
3) Icterícia
4) Confusão
5) Hipotensão

FONTE:
I FORUM PAULISTA DE INFECÇÕES INTRA-ABDOMINAIS DR RODRIGO CAÑADA SURJAN DOUTOR EM CIRURGIA PELA FACULDADE DE MEDICINA DA USP

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (202749 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
João Gomes, 32 anos, trabalhador braçal rural procura atendimento na Unidade Básica de Saúde com história de que enquanto dava ração para os porcos foi mordido por um deles na região do antebraço esquerdo. Isto aconteceu há dois dias. Desconhece sua situação vacinal. Ao exame: Encontra-se em bom estado geral, febril (39º C), consciente. Presença de lesão corto-contusa, em número de duas, profunda, com secreção purulenta. Fez tratamento com folha de couve. Pede-se:
1) Quais os riscos a que o João está correndo em relação a sua saúde? - 0.15 pontos
2) Faça uma proposta de prevenção/tratamento para cada um desses riscos. - 0,35 pontos


RATING: 2.98

1) Quais os riscos a que o João está correndo em relação a sua saúde?
- Tétano acidental; 0,05 pontos
- Raiva; 0,05 pontos
- Infecção de extremidade superior esquerda. 0,05 pontos
2) Faça uma proposta de prevenção/tratamento para cada um desses riscos.
I) Considerações gerais sobre a prevenção dos riscos:
- Informar o paciente sobre os riscos, esclarecer e estimular a prevenção de novos acidentes com a orientação sobre o uso de equipamentos de prevenção individual, bem como buscar orientações sobre higiene e segurança no ambiente de trabalho. - Orientar a lavar novos ferimentos, imediatamente, com água corrente, sabão ou outro detergente. - A seguir, devem ser utilizados anti-sépticos que inativem o vírus da raiva (polivinilpirrolidona-iodo, por exemplo, o polvidine ou gluconato de clorexidina ou álcool-iodado). Essas substâncias deverão ser utilizadas uma única vez. Posteriormente, lavar a região com solução fisiológica;(0,0875 p)
II) Tétano acidental;
Como não a situação vacinal é ignorada, proceder a profilaxia do tétano acidental com administração de Vacina antitetânica (total de 3 doses com intervalo mínimo de 30 dias cada uma) e Soro antitetânico (Heterólogo) 5.000 UI via intramuscular ou Imunoglobulina humana antitetânica (homólogo) 250 UI intramuscular em dose única em local diverso da vacina .(0,0875 p)

III) Raiva;
Profilaxia para raiva. Como se trata de animal de produção e acidente considerado grave, iniciar tratamento com soro antirrábico homólogo ou heterólogo e vacina antirrábica. O soro antirrábico homólogo, deve ser utilizado na dose de 20 UI/Kg e o soro antirrábico heterólogo deve ser administrado na dose de 40 UI/Kg, em dose única, infiltrando-se a maior dose possível no local do ferimento, caso não seja possível infiltrar toda a dose o restante deverá ser aplicado na região glútea. Ao usar o soro heterólogo, pré-medicar o paciente com anti-histamínicos H1 e H2, além de corticoides para prevenção de reações de hipersensibilidade imediata. As vacinas antirrábicas indicadas são as de cultivo celular ou Fluenzalida-Palacios, de acordo com calendário vacinal recomendado.(0,0875 p)
IV) Infecção de extremidade superior esquerda.
- Limpeza e debridamento com retirada de material necrótico.
- Iniciar antibióticoterapia, com cobertura de amplo espectro, as opções aceitáveis são: Amoxicilina + Ácido clavulânico, Oxacilina, Cefalosporina de 1ª geração ou cefoxitina (0,0875 p)

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