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PARTO DAS APRESENTAÇÕES CEFÁLICAS FLETIDAS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Para entender o Mecanismo de Parto, é importante termos conhecimento prévio da Estática Fetal, que consiste em avaliar a situação, apresentação, posição, atitude e variedade de posição fetal, assim como os assinclitismos, para que possamos acompanhar a evolução do parto.

OBJETIVA: (1056169 votos)..........98.15% das questões objetivas receberam votos.
Na investigação de hipoglicemia em recém-nascido com 20 dias de vida, gestação de termo sem intercorrências (idade gestacional: 38 semanas), parto normal, Apgar 9 e 10, adequado para a idade gestacional (peso de nascimento: 3.350 g e comprimento de 49cm), filho de pais consanguíneos, os seguintes resultados de exames foram constatados: glicemias de jejum = 21, 32 e 35 mg/dl; insulinas basais (dosadas juntamente com as mencionadas glicemias) = 23, 44 e 48 mU/L (VR = 2 a 19); peptídio C = 7,22 ng/ml (VR = 0,36 a 3,59). Não apresenta sinais de sepse e necessita de VIG (Velocidade de Infusão de Glicose) elevada. A hipótese diagnóstica mais provável é de:
A. hiperinsulinismo congênito persistente
B. hipoglicemia causada por redução das reservas de glicogênio
C. hipoglicemia autoimune
D. hipoglicemia causada por macrossomia
E. hipoglicemia mediada pelo IGF-11

  RATING: 2.67

Na investigação de hipoglicemia em recém-nascido com 20 dias de vida, gestação de termo sem intercorrências (idade gestacional: 38 semanas), parto normal, Apgar 9 e 10, adequado para a idade gestacional (peso de nascimento: 3.350 g e comprimento de 49cm), filho de pais consanguíneos, os seguintes resultados de exames foram constatados: glicemias de jejum = 21, 32 e 35 mg/dl; insulinas basais (dosadas juntamente com as mencionadas glicemias) = 23, 44 e 48 mU/L (VR = 2 a 19); peptídio C = 7,22 ng/ml (VR = 0,36 a 3,59). Não apresenta sinais de sepse e necessita de VIG (Velocidade de Infusão de Glicose) elevada. A hipótese diagnóstica mais provável é de:

A. hiperinsulinismo congênito persistente
CORRETO: O hiperinsulinismo congênito persistente é caracterizado pela secreção inadequada de insulina que resulta em hipoglicemia persistente de leve a grave. Tem como causa várias mutações genéticas, e determinado tipo de mutação relaciona-se com transmissão hereditária recessiva. Para avaliar as respostas metabólica e hormonal contrarregulatórias à hipoglicemia e para identificar os marcadores diagnósticos das doenças específicas, é importante obter uma amostra de sangue ”crítica” no momento da hipoglicemia, definida como glicose sanguínea < 500mg/L (50mg/dL). Bebês com HI se apresentam com hipoglicemia grave e persistente, manifestada por letargia, convulsões, apneia e aumento da necessidade de glicose (até 20 a 30mg/kg/min). Níveis plasmáticos de insulina estão inadequadamente aumentados em relação à hipoglicemia. O peptidio C é fração do metabolismo da pró-insulina que produz insulina e peptídio C na mesma proporção. Então, nos casos de hiperinsulinismo primário, tanto a insulina quanto o peptídio C aumentam. Dessa maneira, diante de paciente com hipoglicemia persistente, filho de pais consanguíneos (aumenta o risco de doenças de transmissão recessiva), que cursa com hiperinsulinemia paralela à hipoglicemia e aumento do peptídio C, a 1ª hipótese é hiperinsulinismo congênito persistente.
B. hipoglicemia causada por redução das reservas de glicogênio
INCORRETO : A diminuição da reserva de glicogênio é típica de recém-nascidos pequenos para a idade gestacional ou prematuros, que podem evoluir com hipoglicemia porém a insulina é normal nesses casos.
C. hipoglicemia autoimune
INCORRETO : Uma causa rara de hipoglicemia é uma doença autoimune na qual o organismo produz anticorpos contra a insulina. A concentração sérica de insulina flutua anormalmente quando o pâncreas produz um excesso de insulina para fazer frente aos anticorpos. Este distúrbio pode ocorrer em indivíduos diabéticos ou não.
D. hipoglicemia causada por macrossomia
INCORRETO : O recém-nascido macrossômico normalmente fica submetido a um regime de hiperglicemia intraútero que provoca um hiperinsulinismo reativo que vai acabar levando à hipoglicemia após o nascimento. Essa situação não acomete bebês adequados para a idade gestacional.
E. hipoglicemia mediada pelo IGF-11
INCORRETO : O IGF lI é substância secretada por determinados tumores pancreáticos.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.67)

DISCURSIVA: (178675 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
I) Quais são os efeitos do veneno bothropico? 0,15 pontos
II) Quais são os efeitos do veneno crotalico? 0,15 pontos
III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma? 0,2 pontos


RATING: 2.99

I) Quais são os efeitos do veneno bothropico? 0,15 pontos
II) Quais são os efeitos do veneno crotalico? 0,15 pontos
III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma? 0,2 pontos

I) Quais são os efeitos do veneno bothropico?

Os efeitos do veneneo bothropico são:
- coagulante 0,05 p
- hemorragico 0,05 p
- proteolitico 0,05 p
Discussão: Proteolítica: As lesões locais, como edema, bolhas e necrose, atribuídas inicialmente à “ação proteolítica”, têm patogênese complexa. Possivelmente, decorrem da atividade de proteases, hialuronidases e fosfolipases, da liberação de mediadores da resposta inflamatória, da ação das hemorraginas sobre o endotélio vascular e da ação pró-coagulante do veneno.
Coagulante: A maioria dos venenos botrópicos ativa, de modo isolado ou simultâneo, o fator X e a protrombina. Possui também ação semelhante à trombina, convertendo o fibrinogênio em fibrina. Essas ações produzem distúrbios da coagulação, caracterizados por consumo dos seus fatores, geração de produtos de degradação de fibrina e fibrinogênio, podendo ocasionar incoagulabilidade sangüínea. Este quadro é semelhante ao da coagulação intravascular disseminada. Os venenos botrópicos podem também levar a alterações da função plaquetária bem como plaquetopenia.
Hemorragica: As manifestações hemorrágicas são decorrentes da ação das hemorraginas que provocam lesões na membrana basal dos capilares, associadas à plaquetopenia e alterações da coagulação.

II) Quais são os efeitos do veneno crotalico?

Os efeitos do veneno crotalico são:
- neurotoxico 0,05 p
- miotoxico 0,05 p
- coagulante 0,05 p
Discussão: Neurotoxica: produzida principalmente pela fração crotoxina, uma neurotoxina de ação pré-sináptica que atua nas terminações nervosas inibindo a liberação de acetilcolina. Esta inibição é o principal fator responsável pelo bloqueio neuromuscular do qual decorrem as paralisias motoras apresentadas pelos pacientes.
Miotoxica: produz lesões de fibras musculares esqueléticas (rabdomiólise) com liberação de enzimas e mioglobina para o soro e que são posteriormente excretadas pela urina. Não está identificada a fração do veneno que produz esse efeito miotóxico sistêmico. Há referências experimentais da ação miotóxica local da crotoxina e da crotamina. Estudos mais recentes não demonstram a ocorrência de hemólise nos acidentes humanos.
Coagulante: Decorre de atividade do tipo trombina que converte o fibrinogênio diretamente em fibrina. O consumo do fibrinogênio pode levar à incoagulabilidade sangüínea. Geralmente não há redução do número de plaquetas. As manifestações hemorrágicas, quando presentes, são discretas.

III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma?

O fácies miastênica (fácies neurotóxica de Rosenfeld) é caracterizada pela ptose palpebral uni ou bilateral (0,05 p), flacidez da musculatura da face (0,05 p), alteração do diâmetro pupilar (0,05 p), incapacidade de movimentação do globo ocular (oftalmoplegia) (0,05 p). 
É caracteristico para o acidente crotalico grave (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

CASO CLINICO: (208181 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo feminino, 4 anos e 8 meses, previamente hígida e eutrófica, sem vacinação prévia para vírus influenza. História de tosse e rinorreia há 2 semanas, com febre não aferida. Há 2 dias apresenta dor abdominal, vômitos e queda do estado geral. Admitida no pronto-socorro em mau estado geral, desidratada grave, normotensa, gemente, taquidispneica e taquicárdica. Temperatura: 38,1°C. Contagem de leucócitos: 10000/mm³, bastonetes 10/mm³, Frequência respiratoria: 36/min Tempo de enchimento capilar: 5 segundos.. Evoluiu com piora da taquidispneia, hipotensão, gemência, além de hepatomegalia, anasarca e presença de sopro cardíaco. 

Exames laboratoriais evidenciaram anemia, acidose metabólica e elevação da concentração da proteína C-reativa. Eletrocardiograma evidenciou taquicardia sinusal (155 batimentos por minuto) e radiografia de tórax demonstrou aumento da área cardíaca, discreto derrame pleural à direita e infiltrado pulmonar difuso, sugestivo de congestão alveolar.

Respondam ás seguintes questões:

1) Qual é o diagnóstico mais pertinente na primeira impressão, neste caso?........ 0,0625 pontos.

2) Quais são as principais medidas que precisam já ser tomadas na admissão no pronto-socorrro?........ 0,140625 pontos.

3) Qual é o exame que você vai pedir para esclarecer a pré-carga e a função cardíaca?.............. 0,015625 pontos

4) Proponham uma intervenção farmacológica para tratar a piora hemodinâmica com sinais de congestão pulmonar. ..........0,21875 pontos.

5) Os exames laboratoriais evidenciaram elevação de marcadores de necrose miocárdica e marcador inflamatório. As culturas se mantiveram todas negativas e a proteína C-reativa (PCR) para H1N1 foi positiva. Qual a suspeita diagnóstica mais pertinente?..........0,0625 pontos.




RATING: 3

1) Qual é a hipótese diagnóstica inicia mais pertinente, neste caso?

Choque (0,015625 p) (hipovolêmico (0,015625 p), cardiogênico (0,015625 p) ou septico (0,015625 p)).

DISCUSSÃO: O tempo de enchimento capilar de 5 segundos indica grande suspeita de choque. Na falta de pelo menos um criterio primario (febre ou leucocitose) CASO não pode ser suspeitado de sepse. 

2) Quais são as principais medidas que precisam já ser tomadas na admissão no pronto-socorro?

Monitor (0,015625 p), oxigenioterapia (0,015625 p), acesso venoso periferico ou ósseo (0,015625 p). Ressuscitação volêmica (0,015625 p) com 5 mL/kg a 10 mL/kg (0,015625 p), com cautela (0,015625 p) e durante períodos relativamente mais longos (por exemplo, 10 a 20 minutos) (0,015625 p), e antibioticoterapia empírica (0,015625 p) (ceftriaxona 100mg/kg/dia (0,015625 p)).

DISCUSSÂO: A reposição volêmica, de modo normal é de 20 ml/kg em 5-10 minutos. No entanto, cuidado com esse caso! Um coração aumentado na radiografia do tórax de uma criança com evidência de choque e débito cardíaco deficiente. Desse modo, neste caso não podemos administrar bolus de fluidos grandes ou rápidos. Preferencialmente,  um bolus de fluido isotônico pequeno de 5 mL/kg a 10 mL/kg, com cautela e durante períodos relativamente mais longos (por exemplo, 10 a 20 minutos, em vez de 5 a 10 minutos) seria mais seguro. Os bolus grandes ou administrados muito rápido podem piorar a função cardíaca e aumentar o fluido já existente nos pulmões.

3) Qual é o exame que você vai pedir para esclarecer a pré-carga e a função cardíaca?

Para obter dados mais objetivos e precisos sobre a pré-carga e a função cardíaca, o melhor exame é o ecocardiograma (0,015625 p).

4) Proponham uma intervenção farmacológica para tratar a piora hemodinâmica com sinais de congestão pulmonar.

Terapia inotrópica (0,015625 p) - Milrinona (0,015625 p)  Dose de ataque: 50 mcg/kg (0,015625 p), EV, infundir em 15 min (0,015625 p) seguido de infusão contínua (0,015625 p) por dose de manutenção: 0,5 mcg/kg/min.(0,015625 p)

Terapia diuretica (0,015625 p): Furosemida (0,015625 p) como diuretico (0,015625 p) via intravenosa lenta (0,015625 p) iniciar com 1mg/kg (0,015625 p). Se necessário, aumentar 1mg/kg, a intervalo mínimo de 2 horas (0,015625 p). Dose máxima 20 mg/dia (0,015625 p), a velocidade da infusão não deve exceder 4mg/minuto (0,015625 p).

DISCUSSÂO: A milrinona é indicada para o tratamento intravenoso em curto prazo da insuficiência cardíaca congestiva severa (quando o coração não consegue bombear sangue suficiente para o resto do corpo), inclusive nos estados de baixo débito (quando o coração está tendo dificuldade de bombear sangue para o seu corpo) após cirurgia do coração. Não deve ser diluído em infusões intravenosas de bicarbonato de sódio.

5) Os exames laboratoriais evidenciaram elevação de marcadores de necrose miocárdica e marcador inflamatório. As culturas se mantiveram todas negativas e a proteína C-reativa (PCR) para H1N1 foi positiva. Qual a suspeita diagnóstica mais pertinente?

Choque cardiogênico (0,015625 p), pela insuficiência cardíaca congestiva (0,015625 p) secundária à miocardite ou cardiomiopatia (0,015625 p) associada à sepse.(0,015625 p)

DISCUSSÃO: O quadro clínico de miocardite de etiologia viral caracteriza-se pela presença de sintomas inespecíficos sugestivos de infecção viral, tais como: febre, tosse, coriza, náuseas, vômitos, dor abdominal e diarreia, acompanhados de dispneia, arritmia, síncope, insuficiência cardíaca e choque cardiogênico. Ao exame físico cardiológico, podem estar presentes taquicardia, primeira bulha abafada e galope de terceira e quarta bulhas. A paciente em questão apresentou história clínica, exame físico, exames laboratoriais (expressiva elevação da PCR e dos marcadores de necrose miocárdica) e alterações ecocardiográficas compatíveis com quadro de miocardite. O quadro foi precedido de sintomas gripais, o que direcionou a investigação etiológica para coleta de pesquisas virais, com posterior confirmação da presença de influenza H1N1 em secreção de nasofaringe.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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