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A causa provável de sangramento gastrointestinal superior em paciente cuja endoscopia detecta apenas varizes gástricas é a:
A. trombose de veia porta
INCORRETO: a trombose de veia porta causa varizes ESOFAGIANAS (abra os olhos e leia direto!!!!)
B. trombose venosa esplênica
CORRETO : ATENÇÃO E ARREGALA OS OLHOS AO ENUNCIO!!! Se você leu 'gastricas' e a sua mente entendeu 'esofagianas', ema-ema! Perdeu o ponto! E tenta aprender a ler com calma, porque é assim mesmo que se passa ou se reprova!!!
As varizes gástricas isoladas (VGI) são varizes gástricas na ausência de varizes esofágicas.
Dependendo da localização, subdividem-se em:
VGI tipo 1 - varizes gástricas isoladas localizadas no fundo gástrico a poucos centímetros da cárdia; VGI tipo 2 - varizes gástricas isoladas que ocorrem em qualquer local do estômago.
Varizes gástricas isoladas devem levantar a suspeita de trombose da veia esplénica. O sangramento de varizes do fundo gástrico pode ser especialmente grave e estar associado a maior recidiva de sangramento e mortalidade que o sangramento de varizes esofagianas. O diagnóstico endoscópico de hemorragia de varizes pode ser estabelecido pela observação de uma variz sangrante (aproximadamente 25% dos pacientes) ou de varizes de calibre moderado a grosso e nenhuma outra lesão em paciente que recentemente teve um grande sangramento do trato gastrintestinal (perda maior que duas unidades de sangue).
C. cirrose biliar
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. cirrose alcoólica
INCORRETO : a mesma coisa, leia bem o enuncio, trata-se de veias GASTRICAS e não esofagicas
E. esquistossomose.
INCORRETO : na forma hepatosplenica de esqusitossomiase existem, realmente, varizes esofagicas, e não gastricas
Gabarito: B
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1) Movimentos fetais (0,1 p)2) Movimentos respiratórios fetais (0,1 p)3) Tônus fetal (0,1 p)4) Líquido amniótico (0,1 p)5) Cardiotocografia (0,1 p)
FONTE:
Exame físico: BEG, corada, hidratada, anictérica, acianórica, hidratada
PA: 110/70 mmHg FC:85 b.p.m
Ap. Resp: MV+, sem RA,
Ap. CV: 2 BRNF, sem sopros,
TGI: plano, flácido, RHA + sem visceromegalias palpáveis
MMII Pulsos + sem edema
Presença de edema articular discreto e a seguinte alteração ao exame físico.

1) Qual é a alteração apresentada na imagem?
Baqueteamento digital dos dedos. (0,0625 p)
DISCUSSÃO: O baqueteamento digital é o sinal clínico mais antigo da história da medicina. Foi
descrito por Hipócrates em IV AC, definido pelo índice digital, utilizando o
perímetro digital ao nível do leito ungueal e da articulação interfalangeana distai,
se esta relação for maior que 1 define a presença do sinal.
2) O que sugere a presença desse sinal?
A presença do baqueteamento digital sugere a presença de doenças pulmonares (0,0625 p), neoplasias (0,0625 p), doenças cardiológicas com shunt direita-esquerda (0,0625 p) entre outras causas.
3) Qual é a fisiopatologia dessa alteração?
Hoje a teoria mais aceita é de que existem patologias que permitem, por meio de shunts venoso-arteriais a passagem de megacariócitos da circulação venosa para arterial (megacariócitos estes que em condições normais não passariam da circulação pulmonar), estes ao chegarem às extremidades distais de ossos acometidos liberariam PDGF (fator de crescimento derivado de laquetas) que levaria a periostose de ossos tubulares e baqueteamento digital, estes achados são corroborados pelo aumento do PDGF e o achado de megacariócitos na circulação arterial dos pacientes com osteoartropatia hipertrófica, também a produção de PDGF por tumores pode estar relacionada com a fisiopatologia da síndrome. (0,0625 p)
4) Cite 3 casos de doença NÃO CARDIOPULMONAR que evolui com isso.
Resposta: Cirrose hepática (0,0625 p), hipertireoidismo (0,0625 p), doenças inflamatórias intestinais (0,0625 p).
DISCUSSÃO: Condições que levam ao aparecimento de shunt podem ocasionar o aparecimento
do baqueteamento digital, em pacientes com as 3 condições associadas por
vasodilatação no caso da cirrose e hipertireoidismo e por shunts localizados no
caso da doença inflamatória intestinal podemos ter condição em que o PDGF
atinge a circulação sistêmica e leve ao aparecimento destas lesões, também é
descrito seu aparecimento em pacientes com síndrome do anticorpo anti-fosfolípide embora o mecanismo seja incerto. No caso de pacientes com
hipertireoidismo este sinal é denominado de acropacia tireóide
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