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Uma relação ventilação/perfusão anormal em um paciente pós-operatório tem sido associada a todos os seguintes, EXCETO:
A. tromboembolismo pulmonar
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. atelectasias
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. obesidade
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. posição deitada
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. aumento do débito cardíaco
CORRETO : Anormalidades na relação ventilação/perfusão são o resultado de uma derivação sangüínea para uma área de pulmão que seja hipoventilada ou da ventilação em uma área hipoperfundida do pulmão. Quando essa alteração atinge um nível extremo, como acontece no tromboembolismo pulmonar, o efeito é uma hipoxia com risco de vida. Outros fatores predisponentes no paciente pósoperatório que contribuem para a má distribuição incluem a posição em decúbito dorsal, incisões torácicas ou em abdome superior, obesidade, atelectasias e redução do débito cardíaco.
Gabarito: E
(I) Quais são as metas no tratamento do choque em crianças? (0,15625 pontos)
(II) Quais são os sinais de alerta indicativos de descompensação do choque em crianças? (0,21875 pontos)
(III) Em que consta o tratamento agudo do choque em crianças? (0,125 pontos)
RATING: 2.95 ![]()
(I) Quais são as metas no tratamento do choque em crianças? (0,15625 pontos)
(II) Quais são os sinais de alerta indicativos de descompensação do choque em crianças? (0,21875 pontos)
(III) Em que consta o tratamento agudo do choque em crianças? (0,125 pontos)
(I) Quais são as metas no tratamento do choque em crianças?
As metas no tratamento do choque em crianças são:
(II) Quais são os sinais de alerta indicativos de descompensação do choque em crianças?
Sinais de alerta indicativos de descompensação do choque em crianças:
FONTE:
Sofia é uma menina de 7 anos que se apresenta ao pronto-socorro infantil com dificuldade respiratória. Sua mãe relata que ela tem histórico conhecido de asma desde os 4 anos de idade e está em tratamento contínuo com corticosteróides inalatórios (budesonida) e um broncodilatador de longa ação (formoterol). Apesar do tratamento regular, Sofia tem apresentado sintomas mais frequentes nas últimas duas semanas, com aumento no uso de seu inalador de resgate (salbutamol). Hoje, ela teve um episódio de tosse intensa e chiado no peito logo ao acordar, que não melhorou nada com o uso do broncodilatador. A mãe menciona que Sofia também tem se queixado de cansaço extremo nos últimos dias e acordado durante a noite com tosse.
Exame Físico: Sofia aparenta estar em desconforto respiratório, com retrações intercostais visíveis e uso de musculatura acessória.
Sinais Vitais: Temperatura: 36,8°C Frequência Cardíaca: 130 bpm (taquicardia) Frequência Respiratória: 36 irpm (taquipneia) Saturação de oxigênio: 88% em ar ambiente (hipoxemia). Pressão Arterial: 100/65 mmHg Respiração: Ausculta pulmonar revela sibilos difusos bilaterais, sendo mais proeminentes na expiração. Diminuição dos murmúrios vesiculares nas bases pulmonares.
Outros Exames: Observa-se cianose periungueal leve. Extremidades frias.
História Médica: Sofia não possui outras condições de saúde elevantes. Está em tratamento contínuo para asma, conforme esquema prescrito. Histórico familiar positivo para doenças atópicas.
(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise. (0,15 pontos)
(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise? (0,075 pontos)
(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta. (0,275 pontos)
(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise.
1. Oxigenoterapia (0,0125 p) para melhorar a saturação de oxigênio (0,0125 p).
2. Nebulização com broncodilatador de curta ação (salbutamol) (0,0125 p) repetida a cada 20 minutos nas primeiras doses. (0,0125 p)
3. Corticosteróide sistêmico (0,0125 p) (prednisolona oral (0,0125 p) ou metilprednisolona intravenosa (0,0125 p)) para manejo de crise aguda.
4. Avaliação frequente dos sinais vitais (0,0125 p) e da saturação de oxigênio. (0,0125 p)
5. Preparar para possível admissão hospitalar (0,0125 p) para controle e monitoramento intensivo (0,0125 p), considerando a resposta ao tratamento inicial (0,0125 p).
(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise?
A exacerbação sugere necessidade de reavaliação do tratamento de manutenção (0,0125 p). A adesão ao tratamento (0,0125 p), técnica do inalador (0,0125 p) e possíveis desencadeantes ambientais (0,0125 p) ou infecciosos (0,0125 p) devem ser revisitados após estabilização da condição aguda (0,0125 p).
(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta.
A crise apresentada por Sofia pode ser classificada como uma crise asmática grave. (0,0125 p)
A justificativa para essa classificação baseia-se nos seguintes sinais e sintomas:
1. Taquipneia (0,0125 p) e taquicardia (0,0125 p): Frequência respiratória de 36 irpm (0,0125 p) e frequência cardíaca de 130 bpm (0,0125 p) indicam esforço respiratório significativo (0,0125 p) e ativação do sistema simpático (0,0125 p).
2. Saturação de O2 baixa (0,0125 p): A saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente (0,0125 p) indica hipoxemia significativa (0,0125 p), que é um sinal de gravidade (0,0125 p).
3. Uso de musculatura acessória (0,0125 p) e retrações (0,0125 p): Esses sinais indicam esforço respiratório elevado (0,0125 p) e são característicos de crises graves (0,0125 p).
4. Sibilos difusos (0,0125 p) e diminuição dos murmúrios vesiculares (0,0125 p): A presença de sibilos intensos e redução dos sons respiratórios pode indicar obstrução significativa das vias aéreas (0,0125 p) e, em crises mais graves, fluxo de ar reduzido pode resultar em "ausência" de sibilos, o que é particularmente preocupante (0,0125 p).
5. Alteração do estado geral (0,0125 p) com cianose leve (0,0125 p): A cianose periungueal e o cansaço extremo são também indicativos de insuficiência respiratória iminente ou em curso, comuns em crises graves (0,0125 p).
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