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Quanto aos métodos diagnósticos complementares e técnicas avançadas no carcinoma de bexiga, assinale a alternativa CORRETA
A. Cistoscopia com luz azul não se associa à redução das taxas de recidiva tumoral
INCORRETO: A cistoscopia com luz azul associa-se à redução das taxas de recidiva quando usada na detecção inicial e no seguimento, sendo útil em citologia positiva sem tumor visível na convencional.
B. Citologia oncótica urinária possui sensibilidade consideravelmente maior com amostras obtidas por lavado vesical
CORRETO : A citologia oncótica assume papel relevante especialmente na suspeita de carcinoma in situ, com sensibilidade significativamente maior quando realizada com lavado vesical em comparação à urina de micção espontânea. Quando exames de imagem são negativos ou duvidosos, a cistoscopia ambulatorial com cistoscópio flexível sob anestesia local permite visualização direta e biópsias com acurácia de até 99%. Técnicas como cistoscopia com luz azul (usando ácido delta-aminolevulínico) e com imagem de banda estreita melhoram a detecção de lesões sutis. A tomografia de coerência óptica aprimora sensibilidade e especificidade dos métodos.
C. Marcadores tumorais urinários como NMP-22 e produtos de degradação da fibrina têm papel clínico plenamente definido
INCORRETO : Esses marcadores vêm sendo investigados com a vantagem teórica de permitir triagem mais seletiva em hematúria, pois apenas cerca de 30% desses pacientes têm carcinoma de bexiga, mas seu papel na prática clínica ainda não se encontra plenamente definido.
D. Cistoscopia com imagem de banda estreita tem sensibilidade inferior à da cistoscopia tradicional com luz branca
INCORRETO : A cistoscopia com imagem de banda estreita oferece sensibilidade superior à tradicional com luz branca, sendo valiosa em citologia positiva com cistoscopia convencional negativa.
E. Tomografia de coerência óptica reduz tanto a sensibilidade da cistoscopia convencional quanto a especificidade da cistoscopia com banda estreita
INCORRETO : A tomografia de coerência óptica é técnica ultrassensível que aprimora a sensibilidade da cistoscopia convencional ou com fluorescência e a especificidade da cistoscopia com banda estreita.
Gabarito: B
A anemia sideroblástica constitui um grupo heterogêneo de desordens. Discorra sobre:
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A anemia sideroblástica constitui um grupo heterogêneo de desordens. Discorra sobre:
1. Distúrbio básico na patogênese da síntese do heme
2. Principais formas etiológicas (hereditária e adquiridas)
3. Achados diagnósticos no sangue periférico e na medula óssea
4. Complicações da sobrecarga de ferro e o tratamento
FONTE:
ANEMIA SIDEROBLASTICA - PLATAFORMA MISODOR
Mãe: GII PII (NII ) A0 . Pré-natal – 5 consultas. Nega intercorrências durante a gestação. Parto hospitalar, a termo. Chorou ao nascer. Peso: 2600g. Apgar: ? Comprimento: ? Perímetro cefálico: ? Nega intercorrências neonatais. Leite materno exclusivo até 2 meses de vida. DNPM adequado.
Antecedentes Patológicos:
3 internações prévias por crises álgicas e pneumonia.
1 hemotransfusão. Nega alergias/intolerâncias.
Calendário vacinal em dia.
Antecedentes Familiares:
Mãe (21 a), relata anemia ferropriva.
Pai (46 a), hígido, tabagista e etilista leve. Não reside com a criança. Irmão falecido aos 2 anos por anemia falciforme. Prima: anemia falciforme.
Ectoscopia: BEG, hipocorada (2+/4), anictérica, acianótica, hidratada, afebril, ativa e reativa, consciente, orientada, emagrecida. Peso:15 Kg.
Oroscopia: dentes em bom estado de conservação, sem hiperemia. Pele, mucosas e fâneros: sem alterações. Gânglios: impalpáveis. ACV: RCR 2T BNF s/ sopros. FC: 119 bpm AP: MV rude, roncos e sibilos difusos. FR: 28 ipm ABD: plano, normotenso, RHA presentes e normais, indolor à palpação, fígado à 2 cm do RCD e baço à 3 cm do RCE. Ext: perfundidas e sem edema.
1) SUSPEITA DIAGNÓSTICA: A) ANEMIA FALCIFORME - Justificativa: antecedentes familiares, astenia, dor toracica, outras 3 internações prévias por crises álgicas e pneumonia. fígado à 2 cm do RCD e baço à 3 cm do RCE. (0,1 p) B) PNEUMONIA febre, não aferida, quase diária. Há 8 dias, passou a apresentar tosse produtiva, com expectoração amarelada. (0,1 p) 2) ETIOLOGIA DA INFECÇÃO PULMONAR: Como conseqüência da asplenia, haverá uma maior notadamente o Haemophilus influenzae tipo b (Hib) e o pneumococo10,11. O risco de infecção por este último em crianças com anemia falciforme menores de 5 anos é aproximadamente 30 a 100 vezes maior que em crianças saudáveis (0,1 p) 3) TRATAMENTO: Ampicilina sulbactam 500mg EV 6/6 - Novalgina 0,6 ml EV 6/6h intercalado com nimesulida - Nimesulida gts VO 12/12 hs - Prednisona 15mg VO 1x/dia. - NBZ SF 0,9% - 3 ml + Berotec 6 gts (0,2 p)
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