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COMA HIPOGLICEMICO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A hipoglicemia  é uma condição incomum e deve ser suspeitada quando a glicemia for menor que 60 mg/dL. É potencialmente fatal, precisando ser identificada e corrigida.

Em diabeticos, é mais freqüente que a cetoacidose ou o estado hiperosmolar. Isso se deve, provavelmente á insulinoteapia intensiva e controle rígido da glicemia.

CONCLUSÃO: o diabetes mellitus e seu tratamento representam a principal causa de hipoglicemia

OBJETIVA: (1434528 votos)..........96.53% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 40 anos apresenta, após acidente automobilístico, fratura exposta da diáfise umeral direita, acompanhada de diminuição dos pulsos radial e ulnar além de queda do punho. Você suspeita de lesão arterial e de nervo periférico associado à fratura de úmero, e a encaminha para ortopedia. Após avaliação inicial, a paciente é admitida rapidamente no Centro Cirúrgico. A seqüência de reparo a ser realizada pelo ortopedista é:
A. artéria, nervo e osso
B. osso, artéria e nervo
C. nervo osso e artéria
D. artéria, osso e nervo
E. a seqüência deve ficar a critério do ortopedista

  RATING: 3.07

Uma mulher de 40 anos apresenta, após acidente automobilístico, fratura exposta da diáfise umeral direita, acompanhada de diminuição dos pulsos radial e ulnar além de queda do punho. Você suspeita de lesão arterial e de nervo periférico associado à fratura de úmero, e a encaminha para ortopedia. Após avaliação inicial, a paciente é admitida rapidamente no Centro Cirúrgico. A seqüência de reparo a ser realizada pelo ortopedista é:

A. artéria, nervo e osso
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. osso, artéria e nervo
CORRETO : Esse paciente com fratura aberta da diáfise do úmero apresenta de forma indiscutível, lesão associada da artéria braquial e do nervo radial. A seqüência de intervenção deve ser: reparar a fratura para estabilizar a região de lesão tecidual e, a seguir, corrigir a lesão vascular para evitar isquemia distal do membro superior acometido. A correção da lesão nervosa não é uma emergência e deve ser deixada por último. Caso se corrija primeiro a lesão neurovascular, pode haver uma nova ruptura dessas estruturas quando se reduz a fratura.
C. nervo osso e artéria
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. artéria, osso e nervo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. a seqüência deve ficar a critério do ortopedista
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

DISCURSIVA: (200508 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
  • Cite 5 características clinicas e/ou laboratoriais relevantes do tumor de Wilms. (0,5 pontos)


  • RATING: 2.92

  • Cite 5 características clinicas e/ou laboratoriais relevantes do tumor de Wilms. (0,5 pontos)
    1. Massa abdominal palpável, firme, lisa e indolor (0,16 p), em geral unilateral e descoberta pelos pais (banho, troca de roupa) ou no exame pediátrico de rotina; a criança costuma parecer hígida e a massa não costuma cruzar a linha média (diferente do neuroblastoma).
    2. Predomínio etário pré-escolar, com a maioria dos casos antes dos 5 anos (0,10 p) (pico aproximado entre 2 e 4 anos; formas bilaterais e sindrômicas tendem a aparecer ainda mais cedo).
    3. Hematúria (0,08 p), microscópica ou macroscópica (cerca de 20–25% dos casos), refletindo invasão da via coletora; o exame de urina é, portanto, parte obrigatória da avaliação inicial.
    4. Hipertensão arterial (0,08 p) (cerca de 20–25%), de gravidade variável, ligada à compressão do hilo renal e/ou à produção tumoral de renina; medir a pressão é tão essencial quanto palpar o abdome.
    5. Anemia no hemograma (0,08 p) (por hemorragia intra-tumoral ou doença crônica) e ausência de marcador sérico específico; a função renal em geral está preservada no tumor unilateral, e as catecolaminas urinárias são pedidas para afastar neuroblastoma, não para confirmar Wilms. Pode haver ainda doença de von Willebrand adquirida (~8–10%), motivo para pedir coagulação.


    FONTE:

    PLATAFORMA MISODOR -  NEOPLASIAS DO RIM

    AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

    CASO CLINICO: (232705 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

    Um recém-nascido a termo, AIG, nascido de mãe sem intercorrências no pré-natal, apresentava líquido amniótico meconial ao nascimento - índice de Apgar de 2/3/5/7, respectivamente, nos 12, 5º, 10º e 15º minutos de vida - entrando em convulsão clônica com 1 h 30 min.
    (I) Escreva o tratamento farmacológico relacionado à convulsão desse recém-nascido. (0,25 pontos)
    (II) Você recomendaria, para a síndrome hipóxico-isquêmica provável desse recém-nascido, algum tratamento específico não só com o objetivo de melhorar e reduzir a lesão cerebral, como também com o de diminuir as possibilidades de sequelas? Explique.  (0,25 pontos)




    RATING: 2.8

    (I) Tratamento farmacológico da convulsão

    • Corrigir, antes ou em paralelo, causas metabólicas reversíveis: glicemia (0,01 p), cálcio (0,01 p), magnésio (0,01 p) e sódio (0,01 p).
    • Primeira linha: fenobarbital (0,01 p) intravenoso (0,01 p).
    • Dose de ataque : 20 mg/kg (0,01 p) em 15–30 minutos (0,01 p) .
    • Se persistir a crise (0,01 p): doses adicionais de 10 mg/kg até total de 40 mg/kg (0,01 p), com vigilância de depressão respiratória (0,01 p) e hipotensão (0,01 p).
    • Manutenção (0,01 p): 3–5 mg/kg/dia (0,01 pontos) , iniciada cerca de 12 horas após o ataque, se ainda necessária.
    • Segunda linha, se refratária: fenitoína (0,01 p) 20 mg/kg IV lenta, ou levetiracetam (0,01 p), ou midazolam (0,01 p) em infusão.
    • Garantir via aérea (0,01 p), oxigenação (0,01 p), acesso vascular (0,01 p) e monitorização (0,01 p).
    • Preferir EEG (0,01 p) ou aEEG (0,01 p), pois grande parte das crises é subclínica (0,01 p).
    • Nas crises agudas provocadas por asfixia, suspender o anticonvulsivante (0,01 p) o mais breve possível após o controle, ainda na internação.

    (II) Tratamento específico da encefalopatia hipóxico-isquêmica

    Sim. Indica-se hipotermia terapêutica (0,01 p) como medida de neuroproteção (0,01 p).

    Justificativa clínica deste caso:

    • RN a termo (0,01 p), AIG (0,01 p).
    • Líquido meconial (0,01 p) e Apgar (0,01 p) 2 / 3 / 5 (0,01 p) / 7 no 1º, 5º, 10º (0,01 p) e 15º minutos: depressão perinatal grave.
    • Convulsão clônica (0,01 p) com 1 h 30 min: critério de encefalopatia (0,01 p) moderada (0,01 p) a grave (0,01 p).

    Conduta:

    • Iniciar nas primeiras 6 horas (0,01 p) de vida.
    • Temperatura-alvo 33,5 °C (0,01 p) (faixa 33–34 °C), corpo inteiro ou seletiva de cabeça.
    • Manter por 72 horas (0,01 p).
    • Reaquecimento (0,01 p) lento (0,2–0,5 °C/h).
    • Realizar em centro com UTIN, suporte ventilatório e hemodinâmico (0,01 p).

    Efeito esperado:

    • Reduz lesão cerebral (0,01 p) secundária (metabolismo, excitotoxicidade, inflamação, apoptose).
    • Diminui mortalidade (0,01 p) e sequelas (0,01 p) neurológicas graves.
    • Reduz a carga de convulsões (0,01 p).

    Cuidados associados: evitar hipertermia (0,01 p), manter normoglicemia (0,01 p), normocapnia (0,01 p), perfusão (0,01 p) e restrição hídrica inicial; a hipotermia não substitui o tratamento da crise.


    AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.8)

    


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