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PRÉ E PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIAS FUNDAMENTAIS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO (ÁREA DE CIRURGIA)

O manejo pré e pós-operatório requer conhecimento da atividade cirúrgica e fatores de preparo. Pacientes com reserva funcional prejudicada têm maior morbidade e mortalidade. História clínica e exame físico são fundamentais.

O preparo pré-operatório começa com a indicação de tratamento cirúrgico. Pacientes geralmente são enviados ao cirurgião por outros especialistas com suspeita de doença cirúrgica e exames em mãos. Podem ser necessários testes adicionais e a decisão da cirurgia deve ser discutida com o paciente e familiares.

O cirurgião deve explicar riscos, benefícios e alternativas não cirúrgicas, visando fortalecer a relação médico-paciente. Após decidir pela cirurgia, é importante detalhar o procedimento, tempo, local, técnica, exames pré-operatórios e avaliação do risco. O preparo adequado é crucial para o sucesso da cirurgia, incluindo abordagem clínica, exames necessários e cuidados preliminares.

OBJETIVA: (1478567 votos)..........97.1% das questões objetivas receberam votos.
Uma variedade de padrões respiratórios anormais pode ser observada no caso dum paciente comatoso. O exame físico do paciente comatoso em unidades de terapia intensiva pode fornecer importantes pistas a respeito da topografia do dano cerebral. Associem os tipos abaixo de padrões respiratorios de coma da primeira coluna com a descrição da outra coluna:
I
respiração de Biot
1
quadro de hiperventilação geralmente com frequência respiratória de 40 a 70 irpm
II
respiração apnêustica
2
períodos alternantes de hiperventilação e hipoventilação intercalados por momentos de apnéia
III
hiperventilação neurogênica central
3
padrão ventilatório (ritmo, frequência e amplitude) irregular com períodos de respirações superficiais, profundas e momentos de pausa respiratória
IV
respiração de Cheyne-Stokes
4
pausa inspiratória de 2 a 3 segundos no final da inspiração

A. I - 1; II - 3; III - 2; IV - 4
B. I - 4; II - 1; III - 2; IV - 3
C. I - 3; II - 4; III - 1; IV - 2
D. I - 2; II - 3; III - 4; IV - 1
E. I - 1; II - 4; III - 2; IV - 3

  RATING: 3.25

Uma variedade de padrões respiratórios anormais pode ser observada no caso dum paciente comatoso. O exame físico do paciente comatoso em unidades de terapia intensiva pode fornecer importantes pistas a respeito da topografia do dano cerebral. Associem os tipos abaixo de padrões respiratorios de coma da primeira coluna com a descrição da outra coluna:

I
respiração de Biot
1
quadro de hiperventilação geralmente com frequência respiratória de 40 a 70 irpm
II
respiração apnêustica
2
períodos alternantes de hiperventilação e hipoventilação intercalados por momentos de apnéia
III
hiperventilação neurogênica central
3
padrão ventilatório (ritmo, frequência e amplitude) irregular com períodos de respirações superficiais, profundas e momentos de pausa respiratória
IV
respiração de Cheyne-Stokes
4
pausa inspiratória de 2 a 3 segundos no final da inspiração

A. I - 1; II - 3; III - 2; IV - 4
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. I - 4; II - 1; III - 2; IV - 3
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. I - 3; II - 4; III - 1; IV - 2
CORRETO : O exame físico do paciente comatoso em unidades de terapia intensiva pode fornecer importantes pistas a respeito da topografia do dano cerebral

  1. Cheyne-Stokes,
  2. hiperventilação neurogênica central
  3. apnêustica
  4. respiração atáxica

Cheyne-Stokes

  1. períodos alternantes de hiperventilação e hipoventilação intercalados por momentos de apnéia
  2. indicativo de lesões em ambos os hemisférios cerebrais, no diencéfalo ou na ponte
  3. aparece também em:
  • insuficiência cardíaca congestiva
  • doença pulmonar obstrutiva crônica
  • apnéia do sono

Hiperventilação neurogênica central

  1. quadro de hiperventilação geralmente com frequência respiratória de 40 a 70 irpm
  2. observada em lesões do tegumento pontino ou mesencefálico
  3. é necessária a medida do pH, pCO2 e pO2 porque aparece também em:
    • sepse
    • coma hepático
    • meningoencefalite
    • cetoacidose diabética
    • hipoxemia decorrente de comprometimento pulmonar

 

Respiração apnêustica

  1. pausa inspiratória de 2 a 3 segundos no final da inspiração
  2. padrão raro
  3. considerável valor de localização
  4. ocorre em lesões da porção inferior da ponte (infarto pontino por oclusão de artéria basilar)

 

Respiração atáxica de Biot

  1. padrão ventilatório (ritmo, frequência e amplitude) irregular com períodos de respirações superficiais, profundas e momentos de pausa respiratória.
  2. aparece em caso de danos bulbares ou de segmentos superiores da medula e hipertensão intracraniana

D. I - 2; II - 3; III - 4; IV - 1
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. I - 1; II - 4; III - 2; IV - 3
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.25)

DISCURSIVA: (202094 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Como se estabelece o diagnóstico de sifilis congênita?


RATING: 3.43

Como se estabelece o diagnóstico de sifilis congênita?

Diagnóstico de sifilis congênita:
  1. Mulheres grávidas e lactentes devem ser rastreados para uma possível intecção com um leste não-treponêmico para Treponema palidum. Tais testes incluem o teste rápido em cartão para reaginas no plasma (RPR) e o teste da lâmina do Venereal Disease Reference Laboratory (VDRL). 0,2 p
  2. Se o sangue da mãe ou do lactente exibe um teste sorológico náo-treponêmico positivo, deve-se realizar um teste treponêmico especifico no sangue do lactente. Exemplos atualmente em uso incluem o teste de absorção de anticorpo de treponema fluorescente (FTA-ABS) e o teste de micro-hemaglutinação para T. pallidum (MTA-TP). 0,15 p
  3. A avaliação dos lactentes com suspeita de sífilis congênita deve também incluir um hemograma completo, uma análise completa do fluido cerebrospinal (inclusive um VDRL liquórico) e radiografias dos ossos longos (a menos que o diagnóstico tenha sido estabelecido por outra forma) 0,15 p

FONTE:

Richard A. Polin, Mark F. Ditmar - SEGREDOS EM PEDIATRIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.43)

CASO CLINICO: (234374 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Uma gestante jovem melanoderma de 17 anos (G2P1) com DUM desconhecida e sem cuidados pré-natais vem ao pronto-socorro com queixa de contrações a cada 5 minutos.

A ultrassonografia obstétrica é consistente com uma idade gestacional de 28 semanas. O peso fetal estimado é 1.000 g e o bebê está em apresentação pélvica. Inicia-se tocólise com MgSO4 e betametasona para induzir a maturidade pulmonar fetal. As contrações diminuem em 1 hora, e a paciente é encaminhada ao serviço de obstetrícia.

Quarenta e oito horas depois, a ruptura espontânea das membranas é confirmada, e o paciente é transferida para sala de parto e monitoramento. Lá ela desenvolve desaceleração tardias e, portanto, é preparada para uma cesariana de emergência, que decorre sem intercorrências.

Nasce uma menina com índice de Apgar de 7 em 1 min, 8 em 5 min e pesando 1.140 gramas. O bebê é imediatamente encaminhado para a UTI neonatal. Dentro de uma hora, o bebê desenvolve taquipnéia, alargamento nasal, retrações subcostal e intercostal, cianose e gemido respiratório.

(I) Enumeram 5 hipóteses diagnósticas sobre o estado do recém-nascido. (0,25 pontos)

(II) Indique os fatores de risco neonatal neste caso. (0,15 pontos)

(III) Qual é o exame mais apropriado neste momento para fazer o diagnostico diferencial entre as etiológias respiratorias? (0,1 pontos)




RATING: 3.05

(I) Enumeram 5 hipóteses diagnósticas sobre o estado do recém-nascido. (0,05 pontos por cada uma da lista abaixo - maximo 5)

1. Síndrome de dificuldade respiratória (RDS)
2. Pneumonia
3. Síndrome de aspiração de mecônio
4. Taquipnéia transitória do recém-nascido (TTN)
5.  Causas não pulmonares, ou seja, hipotermia, hipoglicemia, anemia, policitemia, acidose metabólica
6. Doença cardíaca congênita
7. Hérnia diafragmática / outras anomalias pulmonares congênitas
8. Hipertensão pulmonar primária do recém-nascido.

(II) Indique os fatores de risco neonatal neste caso.

1) Prematuridade (0,05 p)
2) Achados físicos são indicativos de dificuldade respiratória em geral (0,05 p). “Gemido expiratorio' significa esforço de expirar contra uma glote parcialmente fechada e indica que o bebê está fazendo tentativas para aumentar a pressão expiratória final alveolar para preservar a oxigenação (0,05 p)

(III) Qual é o exame mais apropriado neste momento para fazer o diagnostico diferencial entre as etiológias respiratorias?

O primeiro teste diagnóstico inicial para classificar as várias etiologias de dificuldade respiratória é o Raio-x do tórax. (0,1 p)

DISCUSSÃO:

  • Aparência de vidro fosco (padrão reticulogranular)
  • Broncogramas aéreos
  • Atelectasia

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.05)




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