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Paciente de 27 anos, homossexual (tem uma relação monogâmica e pratica relação sexual anal passiva e ativa sem proteção e sexo oral com um parceiro), chega à sua clínica com duas semanas de faringite, mal-estar, mialgias, sudorese noturna, febre e calafrios.
Teve um teste negativo para mono em outro atendimento aonde foi diagnosticado com ”provavel influenza”.
Antes de seu parceiro atual teve vários parceiros, porém nenhum recentemente.
Fez um teste para HIV com resultado negativo há dois anos. Lembra só de diagnóstico de infecção por Chlamydia há quatro anos. É saudável nos demais aspectos, sem nenhum problema clínico. Você pretende excluir o diagnóstico de infecção aguda pelo HIV. Qual o exame de sangue você solicitaria?
A. Contagem de linfócitos CD4+
INCORRETO: As contagens de linfócitos CD4+ são úteis para estratificar o risco de infecção oportunista em pacientes estáveis com infecção conhecida pelo HIV. . A contagem de linfócitos CD4+ diminui durante muitas infecções agudas, incluindo a do HIV, e, portanto, não é apropriada para o estabelecimento do diagnóstico.
B. Teste de combinação com imunoensaio enzimático (EIA)/ Western blot para HIV
INCORRETO : Normalmente, os pacientes ainda não produziram anticorpos suficientes contra o vírus para ter um resultado positivo no imunoensaio enzimático, e o diagnóstico de HIV é habitualmente omitido se o teste for realizado nos primeiros dois meses após a aquisição do vírus.
C. Painel de resistência do HIV
INCORRETO : Os testes de resistência são solicitados apenas quando o diagnóstico é confirmado.
D. RNA do HIV por reação em cadeia da polimerase (PCR)
CORRETO : Deve haver suspeita de infecção aguda pelo HIV em todo indivíduo de risco que apresenta uma doença semelhante à mononucleose; é diagnosticada por uma reação em cadeia da polimerase (PCR) do RNA plasmático positiva. Normalmente, observa-se uma quantidade maciça do vírus HIV no plasma durante a infecção aguda, e o ensaio ultrassensível nunca é necessário para a detecção nesse estágio da doença. Os ensaios ultra-sensíveis são úteis no contexto do tratamento para assegurar que não há persistência de viremia em baixos níveis
E. RNA do HIV por PCR ultrassensível
INCORRETO : Os médicos ficam tentados a solicitar um PCR ultrassensível, porém esse teste só diminui a especificidade (resultados falso-positivos com detecção de níveis muito baixos de HIV são possíveis, devido à contaminação cruzada no laboratório), sem nenhum outro benefício.
Gabarito: D
RATING: 1.98 ![]()
FONTE:
(I) Diagnóstico provável
Gastrosquise (0,08 p).
(II) Principal diagnóstico diferencial
Onfalocele, especialmente rota (0,06 p).
(III) Três diferenças:
(IV) Conduta na sala de parto:
Proteger as alças com saco/filme plástico oclusivo até o tórax, sem torção do mesentério (0,04 p).
Decúbito lateral direito (0,03 p).
Sonda gástrica de grosso calibre em drenagem livre (0,03 p).
Acesso venoso e reposição volêmica precoce (0,03 p).
Termorregulação rigorosa (0,02 p).
Evitar ventilação com máscara prolongada (0,02 p).
Encaminhar à UTI neonatal com cirurgia pediátrica (0,01 p).
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