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SÍNDROME DE DIFICULDADE RESPIRATÓRIA TIPO I - DOENÇA DAS MEMBRANAS HIALINAS (ÁREA DE PEDIATRIA)

A principal causa da síndrome de desconforto respiratório, também conhecida como doença da membrana hialina, é uma quantidade inadequada de surfactante pulmonar.
Contudo, a síndrome de desconforto respiratório permanece uma causa importante de morbidade e mortalidade neonatais, especialmente entre a maioria dos neonatos imaturos.
Causa fundamental: déficit de surfactante pulmonar.
A falta de surfactante, que, na verdade, é um fator para manter a tensão superficial, resulta em colapso alveolar (o alvéolo murcha, simplesmente).

OBJETIVA: (1215797 votos)..........99.1% das questões objetivas receberam votos.
Qual das mulheres pós-menopausadas a seguir tem a maior proteção contra o carcinoma epitelial ovariano?
A. uma mulher casada utilizando talco perineal
B. uma mulher solteira com história de câncer de mama
C. uma freira com uma história de menopausa tardia
D. uma mulher nulípara com uma história de menstruações regulares
E. uma mulher multípara que fez uso de CO e atualmente utiliza estrogênios pós-menopausais

  RATING: 2.93

Qual das mulheres pós-menopausadas a seguir tem a maior proteção contra o carcinoma epitelial ovariano?

A. uma mulher casada utilizando talco perineal
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. uma mulher solteira com história de câncer de mama
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. uma freira com uma história de menopausa tardia
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. uma mulher nulípara com uma história de menstruações regulares
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. uma mulher multípara que fez uso de CO e atualmente utiliza estrogênios pós-menopausais
CORRETO : Ovulação parece desempenhar um papel na patogênese de carcinoma epitelial ovariano. Estes tumores raramente desenvolvem-se em outros mamíferos que ovulam infreqüentemente, mas ocorrem comumente em galinhas que ovulam regularmente. Mulheres nulíparas que são ovulatórias e experimentam menopausa tardia apresentam um maior risco para o desenvolvimento de câncer ovariano. O uso de contraceptivos orais, gestação e amamentação inibem a ovulação e protegem contra esta doença. Existem relatórios conflitantes sobre outros fatores de risco para o desenvolvimento de câncer ovariano. O uso perineal de talco (permitindo que irritantes adentrem a cavidade peritoneal através do trato reprodutivo), ingestão de gorduras e uma história de caxumba antes da menarca também podem ser fatores de risco. Obesidade e álcool também têm sido associados fracamente ao câncer ovariano. A incidência de câncer ovariano é maior em países industrializados

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

DISCURSIVA: (186915 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?


RATING: 3.01

Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?

Alguns exames complementares constituem a cinética do ferro e permitem diferenciar, em boa parte dos casos, a anemia ferropriva da associada a doença crônica:

Diferenciação laboratorial entre anemia ferropriva e a associada a doença crônica
  Anemia Ferropriva Anemia de Doença Crônica
Ferro sérico Diminuído Diminuído
Ferritina Diminuída Normal ou elevada
TBIC Elevada Normal
Saturação de transferrina Diminuída Normal
TBIC – capacidade de ligação da transferrina ao ferro.

Quando o diagnóstico não é alcançado, deve-se fazer mielograma para avaliação histoquímica da reserva de ferro nos macrófagos. Eventualmente, havendo motivos clínicos para se suspeitar da deficiência de ferro, pode-se tratar como tal por três a quatro semanas e repetir o hematócrito.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (219020 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 3.04

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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