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ESTERILIZAÇÃO MASCULINA E FEMININA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Hoje, a intervenção somente necessita de uma minilaparotomia, utilizando a anestesia local e uma sedação leve. Podem ser usadas o método do Pomeroy ou método do Irving modificado. Esses dois procedimentos rápidos podem ser feitos rapidamente pos-parto, ou na dia seguinte

A esterilização pode ser realizada dentro dos primeiros sete dias pósparto, preferivelmente dentro de 48 horas depois do parto. Algumas condições tem que ser presentes

A esterilização também pode ser realizada pós-parto mais neste caso vamos ter que esperar ate que o útero estiver completamente involuído.

Esterilização de intervalo e a esterilização que se faz fora do período de puerperio, precisando de algumas técnicas suplementares.

Existe, também, a possibilidade de fazer a esterilização feminina pos-cesarea, pos aborto.

OBJETIVA: (1413807 votos)..........96.05% das questões objetivas receberam votos.
Para a avaliação da resposta ao tratamento da enterocolite necrosante neonatal utiliza-se, mai frequente:
A. análise das fezes à procura de sangue
B. hematoquezia oculta
C. radiografia de abdômen em duas posições
D. medições seriadas da proteína C reativa
E. hemoculturas

  RATING: 3.03

Para a avaliação da resposta ao tratamento da enterocolite necrosante neonatal utiliza-se, mai frequente:

A. análise das fezes à procura de sangue
INCORRETO: Análise das fezes à procura de sangue tem sido usada, a fim de detectar neonatos com enterocolite necrosante neonatal, com base nas alterações na integridade intestinal.
B. hematoquezia oculta
INCORRETO : Embora fezes francamente sangüíneas sejam um indício de enterocolite necrosante neonatal, hematoquezia oculta não se correlaciona bem a enterocolite necrosante neonatal, e não é preconizada a pesquisa rotineira de sangue oculto nas fezes.
C. radiografia de abdômen em duas posições
INCORRETO : A radiografia de abdome com freqüência revela um padrão de gás anormal, compatível com íleo paralítico. Devem-se obter incidências anteroposterior (AP) e lateral com raios X transversais à mesa ou em decúbito lateral esquerdo.
D. medições seriadas da proteína C reativa
CORRETO : Para a avaliação da resposta ao tratamento utiliza-se as medições seriadas da proteína C reativa (PCR).
E. hemoculturas
INCORRETO : As hemoculturas podem revelar bacteriemia por um microrganismo patogênico.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

DISCURSIVA: (197536 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Discorra sobre o manejo profilâtico por via oral de um paciente exposto ao HIV, ao se tratar de uma criança: 

a) A termo, sem intercorrências. 

b) Pré-termo (< 34 semanas)




RATING: 2.95

Discorra sobre o manejo profilâtico por via oral de um paciente exposto ao HIV, ao se tratar de uma criança: 

a) A termo, sem intercorrências. 

b) Pré-termo (< 34 semanas)


O manejo profilático por via oral do recém-nascido exposto ao HIV deve ser iniciado o mais precocemente possível (0,04 p), de preferência nas primeiras horas de vida, após classificação do risco de transmissão vertical (0,05 p) e com duração padronizada de 28 dias (0,06 p) em todos os esquemas.

a) Recém-nascido a termo (≥ 37 semanas), sem intercorrências (apto à via oral):

  • no baixo risco, usa-se zidovudina (AZT) isolada (0,05 p), na dose de 4 mg/kg/dose de 12/12 h (0,05 p);
  • no alto risco, o esquema preferencial é AZT + lamivudina (3TC) + raltegravir (RAL) (0,08 p), este último indicado a partir de 37 semanas de idade gestacional (0,04 p) — AZT 4 mg/kg 12/12 h, 3TC 2 mg/kg 12/12 h e RAL 1,5 mg/kg 1×/dia na 1ª semana, depois 3 mg/kg 12/12 h.

b) Recém-nascido pré-termo com idade gestacional < 34 semanas:
recebe somente AZT (0,08 p) por 28 dias, independentemente do risco; não se associam 3TC, RAL nem nevirapina (0,025 p). A dose de AZT é 2 mg/kg 12/12 h (ajustada para 3 mg/kg 12/12 h a partir do 15º dia se IG entre 30 e 34 semanas). (0,025 p)


FONTE:

Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infecção pelo HIV em Crianças e Adolescentes – Módulo 1 (2024).


AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (229725 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Você está de plantão quando nasce um pré-termo de 900g, Apgar 8/9.
Ele recebe surfactante pulmonar nos primeiros 45 minutos de vida e tem seus vasos umbilicais (artéria e veia) cateterizados 20 minutos após.
Descreva o manejo nutricional imediato mais adequado para esse paciente.





RATING: 2.91

1. Nutrição parenteral precoce

  • Iniciar nutrição parenteral (0,02 p) imediato (0,01 p) após confirmação do acesso, de preferência na primeira hora (0,01 p) e, no máximo, nas primeiras 6 horas (0,01 p) .
  • Usar solução neonatal (0,01 p) de aminoácidos (não fórmula de adulto).
  • Aminoácidos (0,01 p): 1,5–2 g/kg/dia (0,01 p) no 1º dia, para conter perda de proteína (0,01 p) (~1–1,2 g/kg/dia sem aporte) e favorecer balanço nitrogenado (0,01 p) positivo.
  • Glicose (0,01 p): taxa de infusão 4–8 mg/kg/min (0,01 p); ajustar pela glicemia (0,01 p). Evitar hiperglicemia (0,01 p); insulina (0,01 p) só se persistente após ajuste da taxa.
  • Lipídios (0,01 p): 1–2 g/kg/dia (0,01 p) já no 1º dia (emulsão a 20%), para energia (0,01 p) e prevenção de deficiência de ácidos graxos essenciais (0,01 p).
  • Energia inicial: cerca de 45–55 kcal/kg (0,03 p).
  • Incluir cálcio (0,01 p) na solução de partida; fosfato (0,01 p) e eletrólitos (0,01 p) conforme fase de transição (sódio/potássio em geral a partir do 2º–3º dia, salvo perda excessiva (0,01 p) ).
  • Respeitar osmolaridade (0,02 p) compatível com o acesso central. (0,01 p)

2. Líquidos

  • Volume total no 1º dia: 60–80 mL/kg/dia (0,02 p) (até ~80–100 mL/kg conforme perdas (0,01 p)), em incubadora umidificada (0,01 p) (80–90%).
  • Somar NP + medicações + hidratação (0,01 p); evitar sobrecarga (0,01 p) . Restrição hídrica (0,01 p) adicional só se indicada clinicamente.

3. Nutrição enteral mínima (trófica)

  • Iniciar nutrição trófica (0,01 p) no 1º dia, se abdome sem sinais de alarme: 10–20 mL/kg/dia (0,01 p) de leite materno (0,01 p)/colostro (0,01 p) por sonda orogástrica (0,01 p).
  • Objetivo: maturação intestinal, não aporte calórico (0,01 p) . Não suspender apenas por resíduo isolado, sem distensão, instabilidade ou sinais de enterocolite (0,01 p) .
  • A progressão (0,01 p) volumétrica virá depois; a NP segue até a NE cobrir ~75% da meta (0,01 p) (proteína parenteral até 3,5–4 g/kg (0,01 p) nos dias seguintes).

4. Princípio

Evitar desnutrição precoce (0,01 p). Aminoácido é prioridade (0,01 p) ; lipídio e dieta trófica entram no mesmo dia (0,01 p) . A transição (0,01 p) parenteral–enteral preserva o aporte calórico-proteico total.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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