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ATAXIA AGUDA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A palavra ataxia deriva etimologicamente do grego e significa ausência de coordenação (“ataktos”)
As causas de ataxia aguda incluam condições graves com risco de morte, tais como lesões ou infecção do sistema nervoso central (SNC)
A maioria das crianças com ataxia aguda tem um processo benigno e autolimitado.
DEFINIÇÂO: distúrbio da coordenação dos movimentos finos, equilíbrio e postura.

OBJETIVA: (948677 votos)..........94% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher queixa-se de gotejamento de urina após a micção quando ela fica em pé, dispareunia e disúria. Ela não apresenta outros sintomas. É mais provável que ela tenha:
A. uma fístula urinária
B. instabilidade do detrusor
C. prostatismo feminino
D. incontinência urinária de estresse verdadeira
E. um divertículo uretral

  RATING: 3

Uma mulher queixa-se de gotejamento de urina após a micção quando ela fica em pé, dispareunia e disúria. Ela não apresenta outros sintomas. É mais provável que ela tenha:

A. uma fístula urinária
INCORRETO: Uma fístula urinária geralmente leva à incontinência contínua.
B. instabilidade do detrusor
INCORRETO : Instabilidade do detrusor é um diagnóstico urodinâmico com sintomas de incontinência associados a uma intensa urgência miccional.
C. prostatismo feminino
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. incontinência urinária de estresse verdadeira
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. um divertículo uretral
CORRETO : Um pequeno divertículo uretra! pode conter urina suficiente para levar a um vazamento de urina após a micção. Tal divertículo pode ser muito difícil de ser demonstrado. Uma urografia especializada, uretroscopia, RM ou exame realizado por um examinador muito experiente podem permitir um diagnóstico correto. Caso a suspeita seja suficientemente forte, é indicada a exploração cirúrgica. A história clássica é gotejamento, disúria e dispareunia.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (173116 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram as diferenças fundamentais das vias aéreas da criança em relação com as vias aéreas do adulto (0,5 pontos)


RATING: 3.21

Enumeram as diferenças fundamentais das vias aéreas da criança em relação com as vias aéreas do adulto (0,5 pontos)

As diferenças fundamentais das vias aéreas da criança:
  1. Cavidade oral pequena (0,0625 p)
  2. Lingua grande em relação ao orofaringe (0,0625 p)
  3. A angulação da mandibula é maior (0,0625 p) (140° no lactente e 120° no adulto) (0,0625 p)
  4. A epiglote é deformada em 'U' muito mais que no adulto (0,0625 p)
  5. A laringe está em posição mais cefálica (glote em C3 em lactentes e C5 e C6 em adultos) (0,0625 p)
  6. O anel cricóide é a parte mais estreita das vias aéreas em crianças abaixo de 10 anos (0,0625 p)
  7. A traquéia é mais curta (em recém-nascidos, 4 a 5 cm e aos 18 meses, 7 a 8 cm) (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.21)

CASO CLINICO: (200511 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um Sr. de 68a, natural e procedente de Petrolina-PE, procura o serviço médico por dificuldade para deglutir há 3 anos. Inicialmente com alimentos sólidos, agora também tem dificuldades na ingestão de líquidos. A noite, nota alimentos deglutidos no jantar refluírem à boca. Teve um episódio de pneumonia há quatro meses. Refere perda de 8kg no período. Ex-tabagista, agricultor aposentado, portador de hipertensão arterial leve controlada com diuréticos, nega internações e intervenções cirúrgicas prévias.
1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica? - 0,1 pontos
2) Dos exames abaixo, quel é o MENOS util para o diagnóstico? - 0,1 pontos

a) Radiografia contrastada do esôfago
b) Endoscopia digestiva alta
c) Manometria esofágica
d) pHmetria esofágica
e) Tomografia computadorizada do tórax

3) O paciente realizou o exame abaixo. Quais são os achados radiológicos? - 0,3 pontos




RATING: 3.02

1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica?
Megaesôfago chagásico.(0,1 p)
DISCUSSÃO: O principal sintoma que o paciente apresenta é a disfagia. Dentre as principais causas de disfagia, poderíamos citar:

  • neoplasias malignas
  • megaesôfago
  • estenoses pépticas

Como causas mais raras, haveriam

  • os tumores benignos
  • outras doenças motoras
  • Síndrome de Plummer-Vinson
  • a disfagia lusória

Associadamente, o paciente tem regurgitação, história sugestiva de broncoaspiração e perda lenta de peso. Não há história prévia de sintomas pépticos que indique DRGE grave, nem perda acentuada de peso ou hemorragia que sugiram a neoplasia como principais hipóteses.
Assim, pelo caráter lento de aparecimento e pela procedência do paciente, o mais provável é que haja megaesôfago chagásico.
2) Dos exames abaixo, qual é o MENOS útil para o diagnóstico? (0,1 p)
A ph-metria (variante D)
DISCUSSÃO: Os primeiros exames a serem solicitados na suspeita de disfagia são a radiografia contrastada de esôfago e a endoscopia digestiva alta, geralmente nesta ordem.

  • A primeira nos dá uma correta idéia da forma do esôfago, da presença de alterações anatômicas, do esvaziamento do contraste, sendo útil em todas os casos de disfagia.
  • A segunda tem papel primordial nas estenoses orgânicas, em que o exame anátomo-patológico é obrigatório, além de ser o que melhor avalia a mucosa esofágica.
  • A manometria esofágica é o exame que confirma as alterações funcionais motoras do esôfago, tendo achados característicos para cada uma das doenças, incluindo o megaesôfago.
  • A tomografia computadorizada é útil para o estadiamento das neoplasias, identificação de massas esofágicas e para-esofágicas, nem sempre visualizadas por outros métodos.
  • A ph-metria é utilizada para o estudo do refluxo gastroesofágico e, mesmo nos casos de disfagia por estenose péptica, não é capaz de trazer nenhuma informação objetiva acerca da causa da disfagia ou da presença de estenose.
3) Quais são os achados radiológicos?
O esofagograma mostra achados sugestivos de megaesôfago (0,05 p), como dilatação esofágica (0,05 p), presença de resíduos alimentares (0,05 p), nível hidroaéreo no esôfago (0,05 p), ausência de bulha gástrica (0,05 p) e presença de ondas terciárias na porção inferior à esquerda do esôfago. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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