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Sobre as meningites pediatricas consideram a afimação VERDADEIRA:
A. As infecções virais do SNC são muito mais comuns que as bacterianas.
CORRETO: Em geral, as infecções virais do SNC são muito mais comuns que as bacterianas, que, por sua vez, são mais comuns que as infecções fúngicas ou parasitárias.
B. O diagnóstico de infecções difusas do SNC é possível somente com a imagística de alta resolução
INCORRETO : O diagnóstico de infecções difusas do SNC depende do exame cuidadoso do líquido cefalorraquidiano (LCR) obtido por punção lombar (punção lombar).
C. A meningite presume o acometimento dos meninges e do parênquima cerebral
INCORRETO : Meningite e encefalite são exemplos de infecção difusa. A meningite implica envolvimento primário das meninges, enquanto a encefalite indica envolvimento do parênquima cerebral. Como estes limites anatômicos não costumam ser distintos, muitos pacientes têm evidências do envolvimento meníngeo e parenquimatoso, e deve-se considerar que tenham meningoencefalite.
D. As bactérias que causam a meningite em lactentes normais nos primeiros 2 meses de vida são na maioria dos casos anaerobicas
INCORRETO : Durante os primeiros 2 meses de vida, as bactérias que causam a meningite em lactentes normais refletem a flora materna e o ambiente ao qual o lactente é exposto.
E. A penetração do meningococo no SNC é sempre relacionada com alterações das defesas do hospedeiro por defeitos anatômicos ou déficits imunes
INCORRETO : Alterações das defesas do hospedeiro por defeitos anatômicos ou déficits imunes aumentam o risco de meningite por patógenos menos comuns, como Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus, estafilococos coagulase-negativos, espécies de Salmonella e L. monocytogenes
Gabarito: A
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- a ausência do músculo peitoral maior (0,025 p),
- a ausência ou a hipoplasia (0,025 p) do músculo peitoral menor (0,025 p),
- a ausência das cartilagens costais (0,025 p)
- hipoplasia das mamas (0,025 p) e do tecido subcutâneo (0,025 p) (inclusive do complexo mamilar) e uma variedade de anomalias das mãos. (0,025 p)
FONTE:
1) Qual é o diagnóstico mais provável?
Artrite idiopatica juvenil, forma oligoarticular. 0,2 p
DISCUSSÃO: Artrite com duração mínima de 6 semanas em uma ou mais articulações, idade de início inferior a 16 anos e exclusão de outras causas de artrite, Definição: artrite em uma a quatro articulações durante os 6 primeiros meses de doença. Este termo se refere aos casos de AIJ com artrite que compromete uma a quatro articulações durante os 6 primeiros meses de doença. Esta é a forma mais freqüente de AIJ, representando 26% a 56% de todos os casos, na maioria das casuísticas. Incide preferencialmente em crianças pequenas do sexo feminino (mediana de idade de início de 5,2 anos). As articulações mais freqüentemente acometidas são os joelhos e os tornozelos, geralmente de maneira assimétrica.
2) Considerando a forma de início dessa molestia, qual é o principal risco desta criança?
Uveíte anterior crônica. 0,15 p
DISCUSSÃO: Anticorpos antinucleares (AAN) são encontrados em 40% a 50% dos casos e constituem um fator de risco para o desenvolvimento de uveíte anterior crônica. Esta complicação, que ocorre em até 20% das crianças com esta forma de AIJ, é mais freqüente durante os primeiros 5 anos de aparecimento da artrite, mas em cerca de 10% dos casos pode preceder o início do quadro articular. O início da uveíte é insidioso e assintomático na grande maioria dos casos. Quando presentes, as queixas mais comuns são hiperemia, dor ocular, lacrimejamento, diminuição da acuidade visual, fotofobia e cefaléia. O diagnóstico de uveíte pode ser feito através do exame oftalmológico de lâmpada de fenda que mostra os primeiros sinais de infl amação, que são a presença de proteínas e células (fl are) na câmara anterior do olho. Exames de lâmpada de fenda devem ser realizados a cada 3 meses nas crianças com AIJ de início oligoarticular com AAN positivos. Uveítes não tratadas podem evoluir para seqüelas que variam desde sinéquias posteriores até catarata, glaucoma e cegueira.
3) Qual é o papel etiológico duma possível trauma na evolução desta doença?
Nenhum. 0,15 p
Curiosamente, algumas destas crianças referem história de trauma precedendo o aparecimento da artrite. Durante o seguimento, a persistência da artrite e o afastamento de outras etiologias leva ao diagnóstico de AIJ. Nesta forma, a criança permanece com ótimo estado geral e não costuma apresentar outras queixas, além da artrite
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