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EMERGÊNCIAS ADRENAIS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A insuficiência adrenal primária manifesta-se raramente na infância.
A insuficiência supra-renal primária apresenta-se frequentemente de forma insidiosa, sendo os seus sintomas e sinais iniciais muitas vezes inespecíficos.
A insuficiência adrenal primária (Doença de Addison) tem como principais causas a adrenalite autoimune e as infecções que acometem a glândula suprarrenal (tuberculose, micoses profundas, citomegalovírus e HIV, por exemplo). Como consequência disso, ocorre comprometimento da função do córtex adrenal ocasionando deficiência na produção de cortisol, de aldosterona e de androgênios adrenais.
Na vigência de um estresse desencadeante pode apresentar-se de forma aguda, constituindo uma verdadeira emergência médica, pelo que o grau de suspeição clínica deve ser elevado.

OBJETIVA: (996097 votos)..........96.08% das questões objetivas receberam votos.
No paciente com SDRA COVID 19 intubado, em ventilação mecânica, tem que seguir a regra conforme qual quanto menor a complacência pulmonar, menor deve ser o volume corrente. O valor padrão deste ultimo é:
A. 2,3 - 3 ml/kg
B. 1,5-3 ml/kg
C. 4 - 8 ml/kg
D. 8 - 10 ml/kg
E. 10 - 15 ml/kg

  RATING: 3.05

No paciente com SDRA COVID 19 intubado, em ventilação mecânica, tem que seguir a regra conforme qual quanto menor a complacência pulmonar, menor deve ser o volume corrente. O valor padrão deste ultimo é:

A. 2,3 - 3 ml/kg
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. 1,5-3 ml/kg
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. 4 - 8 ml/kg
CORRETO : Questão de saber ou não saber. É importante avaliar a necessidade de ventilação e oxigenação e o risco de lesão pulmonar relacionada à ventilação mecânica no tratamento da COVID-19. Definir estritamente o volume corrente para 4-8 ml/kg é uma regra basica.
D. 8 - 10 ml/kg
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. 10 - 15 ml/kg
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

DISCURSIVA: (176319 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
O diagnóstico diferencial da diarreia que persiste por mais de 2 semanas (diarreia crônica) varia de acordo com a idade do paciente. Apontem as causas mais frequentes para cada faixa etária (lactente, criança pequena, escolar e adolescente). (0,5 pontos)


RATING: 3.88

O diagnóstico diferencial da diarreia que persiste por mais de 2 semanas (diarreia crônica) varia de acordo com a idade do paciente. Apontem as causas mais frequentes para cada faixa etária (lactente, criança pequena, escolar e adolescente). (0,5 pontos)

A diarréia crônica em lactentes pode ser:
  • pós-infecciosa (0,03125 p)
  • resultado de intolerância a proteínas ou desnutrição(0,03125 p)
  • subseqüente a distúrbios metabólicos como fibrose cística ou defeitos enzimáticos ou de transporte (0,03125 p)
  • secundária a anomalias anatômicas como síndrome do intestino curto ou atrofia congênita das microvilosidades (0,03125 p)

Em crianças maiores:
  • a intolerância a proteínas (0,03125 p)
  • diarreia pós-infecciosa (0,03125 p)
  • giardíase (0,03125 p)
  • espru celíaco (0,03125 p)
  • deficiência de sucrase-isomaltase (0,03125 p)
  • enterocolite de Hirschsprung (0,03125 p)

Em crianças de idade escolar e em adolescentes, deve-se considerar:
  • giardíase (0,03125 p)
  • doença celíaca (0,03125 p)
  • intolerância à lactose (0,03125 p)
  • cólon irritável (0,03125 p)
  • doença intestinal inflamatória. (0,03125 p)

Adolescentes com diarréia crônica devem ser questionados sobre uso/abuso de laxantes (possível anorexia/bulimia).(0,03125 p)

FONTE:

Seven M Selbst, Kate Cronan - Segredos em emergência pediatrica

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.88)

CASO CLINICO: (204761 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Mulher de 83 anos, com antecedentes de AVC hipertenso da entrada no PS com tontura, vômito, dor de cabeça. A PA medida na internação foi 240/120 Hg, pulso 124/minuto, sem estertores, sem dispneia evidente. O acompanhante relata que antes do evento que causou a moléstia atual ela conseguia se mobilizar sozinha e falar. O exame neurológico demonstra hemiplegia direita com contratura no braço e antebraço direito. A paciente abre os olhos á voz, fala palavra incompreensivos e executa comandos.

1) O escore Glasgow da paciente. (0,1 p)
2) Exponha o protocolo correto de atendimento deste caso, considerando o diagnostico de base. (0,2 p)
3) O caso representa uma urgência ou uma emergência hipertensiva? Justifique. (0,2 p)




RATING: 3.06

1) O escore Glasgow da paciente.

A paciente abre os olhos á voz (3 PONTOS), fala palavra incompreensivos (2 PONTOS) e executa comandos (6 PONTOS). O escore de Glasgow e 11. (0,1 p)

2) Exponha o protocolo correto de atendimento deste caso, considerando o diagnostico de base.

a) Monitorização cardíaca, (0,025 p)
b) PAMI ou PAMNI e oximetria (0,025 p)
c) Acesso venoso (0,025 p)
d) Iniciar o tratamento farmacológico (0,025 p)
e) Tomografia computadorizada de crânio S/N (0,025 p) 
f) Ecocardiograma transesofágico (0,025 p)
g) US de abdome S/N (0,025 p)
h) Internamento em UTI (0,025 p)

3) O caso representa uma urgência ou uma emergência hipertensiva? Justifique.

Emergência Hipertensiva: É definida como situação na qual ocorre elevação importante da PAS, associada ou não a lesão de órgão alvo irreversível.

Urgência Hipertensiva:
São situações em que a PAS está elevada, com PAD >120 mmHg, porém são mínimas ou mesmo não se observam lesão de órgão alvo.

Ou seja, neste caso, já que a PAD é 120 mm Hg o caso é uma emergência hipertensiva. (0,2 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




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