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Sobre a terapia de rehidratação oral é CORRETO afirmar:
A. deve ser suspensa se o paciente está vomitando
INCORRETO: Vômitos não contra-indicam a TRO, vale o velho adágio 'vai dando o soro que o vômito passa'. Em caso de vômito, basta reduzir o volume administrado de cada vez e aumentar a freqüência de administração.
B. depois de hidratado o paciente deve continuar recebendo soro de rehidratação oral exclusivamente; enquanto mantiver as perdas
CORRETO : Depois de hidratado, o paciente deverá continuar recebendo o soro reidratante após cada evacuação diarréica e deverá ser reiniciada a alimentação adequada para a sua idade
C.
deve ser tentada em pacientes com desidratação leve e moderada, mas é contra-indicada em desidratação grave
INCORRETO : Na desidratação grave, a terapia de reidratação oral costuma ser insuficiente para a reposição do déficit hidroeletrolítico, estando indicada a hidratação venosa. Entretanto, não há uma contra-indicação à TRO e em situações em que for impossível se iniciar a reidratação por via venosa a TRO deverá ser oferecida até que um acesso venoso esteja disponível.
D. é contra-indicada em pacientes neuropatas e em lactentes
INCORRETO : A TRO não está contra-indicada nem em encefalopatias, nem em lactentes, nem em pacientes que estejam em aleitamento materno exclusivo.
E. é contra-indicada em pacientes em aleitamento materno exclusivo
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: B
RATING: 3.03 ![]()
- Perfurativo (0,05 p)
- Infamatório (0,05 p)
- Obstrutivo (0,05 p)
- Hemorrágico (0,05 p)
- Vascular (Isquêmico) (0,05 p)
- hérnia estrangulada
- fecaloma
- obstrução pilórica
- volvo
- intussuscepção
- divertículo de Meckel
- corpo estranho
- neoplasia
- doença de Crohn
- íleo paralítco
- bolo de áscaris
- aderências intestinais
FONTE:
Uma senhora de 66 anos, hipertensa e diabética, refere palpitações e cansaço aos esforços há cerca de 3 meses. Há quase um ano vem em uso de clortalidona 25 mg/dia + lisinopril 5 mg/dia + glibenclamida 10 mg/dia, mantendo um controle adequado da pressão arterial e das glicemias (sic). Ao exame, PA = 138 x 86 mmHg, FC = 154 bpm, eupnêica, corada, hidratada, anictérica, ritmo cardíaco irregular, em 2 tempos, com sopro sistólico em ponta +2/+6 , murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios, abdome e membros inferiores sem alterações dignas de nota. Exame neurológico normal. Fundoscopia: retinopatia hipertensiva grau II. Radiografia de tórax: calcificação da aorta ascendente, área cardíaca normal. Eletrocardiograma (Foto). Ecocardiograma-Doppler: hipertrofia ventricular esquerda leve, átrio esquerdo medindo 4,5 cm, fração de ejeção estimada em 65%, Doppler mitral com sinais de déficit de relaxamento, calcificação anular mitro-aórtica com regurgitação mitral leve.
a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal? (0,05 pontos)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento? (0,05 pontos)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro. Quais seriam os passos subseqüentes? (0,2 pontos)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta? (0,2 pontos)
a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal?
Fibrilação atrial. (0,05 p)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento?
Diltiazem (ou beta-bloqueador ou verapamil) + clortalidona + glibenclamida + warfarina.(0,05 p)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro, quais seriam os passos subseqüentes?
CONTROLE DE RITMO: reverter a fibrilação atrial, respeitando o protocolo de anticoagulação pré e pós-reversão. Pré-reversão: cumarínico por 3 semanas ou heparina por 12h (se eco-transesofágico não demonstrar trombo). Pós-reversão: cumarínico por 4 semanas. Manter antiarrítmico profilático (amiodarona em baixa dose) e a terapia antitrombótica crônica (cumarínico, pois esta paciente é de grupo de risco).(0,2 p)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta?
Cardioversão elétrica emergencial. Heparina em bolus, Choque com 100-200 J, anticoagulação pós-reversão (4 semanas de warfarin) e Terapia Antitrombótica Crônica com warfarin (pois a paciente é de grupo de risco).(0,2 p)
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