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IMUNOPROFILAXIA ANTI-VSR EM CRIANÇAS CARDIOPATAS (ÁREA DE PEDIATRIA)

Os bebes cardiopatas, juntamente com outros grupos são altamente susceptiveis á infecção com Virus Sincicial Respiratorio.

O Virus Sincicial Respiratorio que aparentemente é uma patologia simples em outras crianças nesse grupo pode ser catastrofico assim como nos prematuros, doença pulmonar cronica, imunodeficiências e nas doenças neuromusculares.

O quadro clinico - de obstrução de vias aéreas inferiores - neste grupo de risco (cardiopatas) inclui:

  • Edema
  • Rolhas de debris necróticos (células sinciciais)
  • Perda de cílios e aumento da produção de muco
  • Broncoconstricção
  • Hipoxemia e insuficiência respiratória

Enquanto a taxa de letalidade para crianças saudaveis gira em volta de 1-1,5% nos bebés de risco ela pode chegar em 10 a 30%, como já foi demonstrado em varios estudos.

As crianças com cardiopatia congênita apresentam maior incidência de infecção por Virus Sincicial Respiratorio e maior risco de infecção grave por Virus Sincicial Respiratorio, assim como maior risco de internação e tempo de internaçãomaior necessidade de UTI (assim como maior tempo para internação na UTI) e de ventilação mecânica, e maior mortalidade.

OBJETIVA: (1108740 votos)..........99.39% das questões objetivas receberam votos.
Os meningococos são também classificados em sorotipos e sorossubtipos, de acordo com a:
A. composição antigênica da cápsula polissacarídica
B. perfil polipeptidico da capsida
C. regiaõ geografica de surgimento da epdemia
D. composição antigênica das proteínas de membrana externa PorB e PorA
E. capacidade hemolitica em vitro

  RATING: 2.8

Os meningococos são também classificados em sorotipos e sorossubtipos, de acordo com a:

A. composição antigênica da cápsula polissacarídica
INCORRETO: A composição antigênica da cápsula polissacarídica permite a classificação do meningococo em 12 diferentes sorogrupos: A, B, C, E, H, I, K, L, W, X, Y e Z. Os sorogrupos A, B, C, Y, W e X são os principais responsáveis pela ocorrência da doença invasiva e, portanto, de epidemias.
B. perfil polipeptidico da capsida
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. regiaõ geografica de surgimento da epdemia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. composição antigênica das proteínas de membrana externa PorB e PorA
CORRETO : A Neisseria meningitidis (meningococo) é um diplococo gram-negativo, aeróbio, imóvel, pertencente à família Neisseriaceae. Os meningococos são também classificados em sorotipos e sorossubtipos, de acordo com a composição antigênica das proteínas de membrana externa PorB e PorA, respectivamente.
E. capacidade hemolitica em vitro
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.8)

DISCURSIVA: (180724 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram as quatro manobras clinicas provocativas para avaliação de um paciente com sindrome de desfiladeiro toracico (0,5 pontos)


RATING: 3.06

Enumeram as quatro manobras clinicas provocativas para avaliação de um paciente com sindrome de desfiladeiro toracico (0,5 pontos)

Foram descritas quatro manobras clínicas provocativas para avaliação de um paciente com suspeita de SDT. A perda ou a redução no pulso radial ou da reprodução dos sintomas neurais sugere um teste positivo.

(1) O teste de Adson (escaleno) provoca um estreitamento do espaço entre os escalenos anterior e médio, resultando em compressão da artéria subclávia e do plexo braquial. O paciente é instruído a inspirar maximamente e parar de respirar enquanto o seu pescoço é estendido completamente e a cabeça é girada na direção do lado afetado.Redução ou perda do pulso radial ipsilateral sugere compressão. (0,125 p)

(2) O teste de Halstead (costoclavicular) é usado para estreitar o espaço costoclavicular entre a primeira costela e a clavícula, deste modo causando compressão neurovascular. O paciente é instruído a colocar os seus ombros em uma posição de militar (recuados para trás e para baixo). Esta manobra causará modificações no pulso radial, se houver presente compressão de uma ou de ambas as artérias subclávias. (0,125 p)

(3) O teste de Wright (hiperabdução) leva a uma compressão das estruturas neurovasculares na região subcoracóide pelo tendão do peitoral, pela cabeça do úmero ou pelo processo coracóide. Para realizar esse teste, o braço do paciente é hiperabduzido 180 graus. Suspeita-se de compressão mediante redução ou perda do pulso radial. (0,125 p)

(4) O teste de Roos é realizado solicitando-se que o paciente abduza do seu braço 90 graus com uma rotação externa do ombro. Mantendo esta posição corporal, o teste de Roos modificado é realizado abrindo-se e fechando-se a mão rapidamente durante 3 minutos em uma tentativa de reproduzir os sintomas. (0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (210613 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
RS, 28 anos, sexo feminino. Paciente internada para realização de cirurgia otorrinolaringológica. A operação teve cerca de 5 horas de duração e sem intercorrências. Evoluiu bem, recebendo alta no segundo dia de pós-operatório com prescrição de antibiótico oral e anti-inflamatório não esteroidal para uso durante uma semana. Fez uso das medicações prescritas e, no sexto dia de pós-operatório, retorna ao pronto atendimento com queixa de dor abdominal de início súbito, há 8 horas, em grande intensidade logo após alimentação. Refere ainda aumento de volume abdominal e parada na eliminação de gases e fezes. Nega alterações urinárias e menstruais.

Ao exame: fácies de dor, temperatura axilar de 38.5 °C, hipocorada +/4+, pressão arterial 100/60 mmHg, pulso 110 bpm, frequência respiratória 32 RPM. Desidratada ++/4. Abdome distendido, difusamente doloroso, com presença de sinal do rebote. Hipertimpanismo difuso. Ruídos hidroaéreos abolidos. Sem outros achados. O cirurgião assistente solicitou rotina radiológica para abdome agudo, cuja grafia de tórax em PA ortostático é apresentada abaixo.

A partir dessas informações, cite:
1) A principal hipótese diagnóstica - 0,25 pontos
2) O tratamento a ser instituído, justificando sua resposta com base nos dados fornecidos. - 0,25 pontos


RATING: 2.96

1) A principal hipótese diagnóstica
Úlcera péptica perfurada. (0,25 p)

DISCUSSÃO: Paciente em pós-operatório de operação de longa duração, tendo feito uso prolongado de medicação anti-inflamatória não esteroidal (segundo os dados apresentados por pelo menos 06 dias). Sabe-se que o uso de anti-inflamatórios não esteroidais tem forte associação com a gênese da úlcera péptica, assim como de suas complicações. 
Na ocasião da reinternação, a paciente foi admitida em franco quadro de abdome agudo. Chama a atenção em sua história o início súbito de dor, bem caracterizada em termos cronológicos (achado comum na perfuração ulcerosa). Clinicamente ainda, os achados de febre, taquicardia, desidratação e íleo corroboram esse diagnóstico. A presença do sinal do rebote caracteriza estar havendo irritação peritoneal, plenamente justificada pela peritonite química, comum a esse tipo de complicação da doença ulcerosa. Por fim, o achado radiológico de pneumoperitôneo documenta a presença de perfuração de víscera oca. Nota-se ainda ao raio-X simples a presença de alça em sentinela ao nível do epigástrio, bastante comum em casos como esse.
2) O tratamento a ser instituído, justificando sua resposta com base nos dados fornecidos.
O tratamento a ser instituído deve ser operação de urgência logo após rápida compensação da paciente do ponto de vista hidroeletrolítico.(0,25 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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