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ESTENOSE E COARTAÇÃO DE AORTA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Na forma comum, se é estenose, então, é obstrução ao fluxo de saída. Precisamente, da saida do sangue do ventrículo esquerdo. Ou seja - a pressão sistólica está aumentada. O que, evidente, vai resultar num trabalho maior para o miocardio do VE e hipertrofia para compensação.

Se o ventriculo esquerdo tem uma complacência diminuida, então a pressão diastólica final também aumenta.

A forma mais associada com outras formas de doença cardíaca congênita é a estenose subvalvar (subaórtica) com uma membrana fibromuscular definida abaixo da valva aórtica. É uma forma importante de obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo.

OBJETIVA: (1427445 votos)..........96.23% das questões objetivas receberam votos.
No estadiamento do câncer colorretal, a classificação de um tumor invadindo submucosa, com metástases em um até três linfonodos pericólicos ou perirretais e sem metástases a distância, é classificado como:
A. T1N1M0
B. T1N1M1
C. T1N2M0
D. T2N2M0
E. T2N1M0

  RATING: 3.09

No estadiamento do câncer colorretal, a classificação de um tumor invadindo submucosa, com metástases em um até três linfonodos pericólicos ou perirretais e sem metástases a distância, é classificado como:

A. T1N1M0
CORRETO: No sistema de estadiamento TNM (Tumor, Nódulos linfáticos, Metástases) para o câncer colorretal, recomendado pela American Joint Committee on Cancer (AJCC), o 'T' refere-se à extensão do tumor primário, o 'N' ao envolvimento de linfonodos regionais e o 'M' à presença de metástases distantes. Aqui, o tumor invade apenas a submucosa, o que classifica como T1 (invasão limitada à submucosa, sem atingir a muscular própria). Há metástases em um a três linfonodos pericólicos ou perirretais, que são linfonodos regionais, correspondendo a N1 (metástases em 1-3 linfonodos regionais). E não há metástases a distância, o que é M0 (ausência de metástases distantes). Essa combinação resulta no estágio T1N1M0, que geralmente corresponde ao estágio IIA ou IIB no sistema de estágios agrupados, dependendo de subdetalhes, mas a classificação TNM solicitada é exatamente essa.
B. T1N1M1
INCORRETO : Inclui M1, que indica a presença de metástases distantes (como em fígado, pulmões ou outros órgãos remotos). No entanto, a questão especifica explicitamente 'sem metástases a distância', o que exclui M1 e torna essa opção inválida
C. T1N2M0
INCORRETO : N2 representa metástases em 4 ou mais linfonodos regionais (subdividido em N2a para 4-6 e N2b para 7 ou mais). A questão menciona apenas 'um até três linfonodos', o que se enquadra em N1, não em N2.
D. T2N2M0
INCORRETO : T2 indica invasão do tumor até a muscular própria (camada muscular da parede intestinal), mas a questão descreve invasão apenas até a submucosa (T1). Segundo, N2 é para 4 ou mais linfonodos, o que não condiz com o limite de até três descrito.
E. T2N1M0
INCORRETO : T2 envolve invasão mais profunda (muscular própria), enquanto o tumor aqui está limitado à submucosa (T1). O N1 e M0 estão corretos, mas o erro no T invalida a opção

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

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Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?


RATING: 3

Como distinguir anemia ferropriva de anemia de doença crônica?

Alguns exames complementares constituem a cinética do ferro e permitem diferenciar, em boa parte dos casos, a anemia ferropriva da associada a doença crônica:

Diferenciação laboratorial entre anemia ferropriva e a associada a doença crônica
  Anemia Ferropriva Anemia de Doença Crônica
Ferro sérico Diminuído Diminuído
Ferritina Diminuída Normal ou elevada
TBIC Elevada Normal
Saturação de transferrina Diminuída Normal
TBIC – capacidade de ligação da transferrina ao ferro.

Quando o diagnóstico não é alcançado, deve-se fazer mielograma para avaliação histoquímica da reserva de ferro nos macrófagos. Eventualmente, havendo motivos clínicos para se suspeitar da deficiência de ferro, pode-se tratar como tal por três a quatro semanas e repetir o hematócrito.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (231755 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Homem de 67 anos, de etnia negra, com história familiar de câncer de próstata em ascendente de primeiro grau diagnosticado precocemente, previamente assintomático, desenvolve em poucas semanas jato urinário fraco e fino, hesitação, gotejamento terminal e noctúria intensa. O exame físico revela nódulo endurecido no toque retal sem extensão óbvia para vesículas seminais. Não há dor óssea ou edema de membros inferiores. PSA total de 7,5 ng/mL.

Questões:

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável? (0,15 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,15 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (0,1 pontos)
IV. Qual o tratamento indicado considerando o provável estadiamento inicial? (0,1 pontos)





RATING: 3.01

Questão I (Suspeita diagnóstica)

  • Suspeita de câncer de próstata com sintomas do trato urinário inferior graves e rápidos, que costumam indicar tumor de alto grau (Gleason ≥ 8) ou grande volume tumoral (0,05 p)
  • O tumor cresceu para a zona de transição ou invadiu localmente a uretra prostática causando obstrução mecânica importante (0,05 p)
  • Fase possivelmente além do “silêncio clínico” típico da zona periférica (70-75% dos casos), onde o tumor cresce até 1,5-2 cm sem compressão uretral (0,05 p)


Questão II (Possível causa da doença diagnosticada)

  • Risco elevado por história familiar: quanto mais precoce o diagnóstico no ascendente, maior o risco conferido aos descendentes (0,05 p)
  • Incidência substancialmente mais alta em homens negros quando comparados a brancos ou asiáticos (0,05 p)
  • Relação clara e direta com o avanço da idade e aumento progressivo na incidência da neoplasia (0,05 p)


Questão III (Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico)

  • Biópsia transretal da próstata guiada por ultrassonografia, com obtenção de pelo menos 12 fragmentos prostáticos (0,05 p)
  • Indicação baseada em critério de valor elevado de PSA ou presença de nódulo endurecido ao toque retal (ou alterações em ambos os métodos) (0,05 p)


Questão IV (Tratamento)

  • Prostatectomia radical associada à linfadenectomia pélvica, que se mantém como padrão ouro para o controle eficaz e preciso da neoplasia localizada (0,10 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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