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FÍSTULAS PERIANAIS (ÁREA DE CIRURGIA)

A infecção anorretal representa uma complicação potencial em aproximadamente 25% dos pacientes com fístula anal, manifestando-se durante a fase aguda da condição ou nos seis meses subsequentes.

A origem da maioria das fístulas anorretais reside em uma infecção que se inicia nas glândulas localizadas no canal anal, especificamente na linha denteada.

O trajeto fistuloso é moldado pela anatomia local circundante; com maior frequência, essas fístulas seguem uma trajetória interna em direção aos planos fasciais ou gordurosos, com predileção pelo espaço interesfincteriano, situado entre o esfíncter interno e o externo, e estendendo-se para o interior da fáscia isquiorretal.


OBJETIVA: (1196529 votos)..........99.02% das questões objetivas receberam votos.
Paciente, 52 anos, etnia branca, avaliado durante exame periódico de saúde em uma grande empresa, apresenta à radiografia de tórax um nódulo denso, de 3,8 cm de diâmetro, no pulmão direito. Não há história de tabagismo. Neste caso, pode-se afirmar que:
A. Paciente com mais de 35 anos deve ter diagnóstico histológico, mesmo não sendo tabagista
B. Paciente não-tabagista deve realizar tomografia computadorizada de tórax trimestralmente para verificar se há crescimento de nódulo, independente da idade
C. Todo nódulo pulmonar solitário presente em paciente não-tabagista também deve ser ressecado
D. No paciente em questão, se houver calcificação do nódulo exclui malignidade
E. Como o paciente não é tabagista, não há risco de câncer de pulmão, não sendo necessário acompanhamento

  RATING: 3.04

Paciente, 52 anos, etnia branca, avaliado durante exame periódico de saúde em uma grande empresa, apresenta à radiografia de tórax um nódulo denso, de 3,8 cm de diâmetro, no pulmão direito. Não há história de tabagismo. Neste caso, pode-se afirmar que:

A. Paciente com mais de 35 anos deve ter diagnóstico histológico, mesmo não sendo tabagista
INCORRETO: O nódulo pulmonar solitário é descrito como uma opacidade à radiografia de tórax com até 3 cm de diâmetro, presença de parênquima pulmonar normal ao redor e não associado à atelectasia ou adenopatia. Lesões maiores que 3 cm são consideradas massas pulmonares e, em geral, são malignas. O paciente descrito possui mais de 35 anos e imagem pulmonar maior do que 3 cm, o que caracterizaria uma massa, apresentando duas características que sugerem uma probabilidade de intermediária à alta de malignidade. É preciso avaliar ainda se não há a mesma imagem em radiografias anteriores, pois a ausência de crescimento em 2 anos é sugestiva de benignidade. Além disso, é importante avaliar se há história de pneumopatias prévias como tuberculose pulmonar.
B. Paciente não-tabagista deve realizar tomografia computadorizada de tórax trimestralmente para verificar se há crescimento de nódulo, independente da idade
INCORRETO : Atualmente os pacientes são submetidos à tomografia computadorizada de tórax de alta resolução para melhor avaliação dos nódulos (calcificação, aspecto, densidade). A decisão clínica de acompanhamento ou abordagem diagnostica é individualizada.
C. Todo nódulo pulmonar solitário presente em paciente não-tabagista também deve ser ressecado
INCORRETO : Considera-se baixa probabilidade de malignidade os pacientes com menos de 35 anos, com imagens estáveis por 2 anos e com nódulos com características de benignidade. Nesses casos, considera-se o acompanhamento com radiografias seriadas a cada 3 meses por 1 ano e então a cada 6 meses no segundo ano.
D. No paciente em questão, se houver calcificação do nódulo exclui malignidade
INCORRETO : As características do nódulo também devem ser consideradas, como as bordas (regulares ou não) e a presença e tipo de calcificação. Calcificações do tipo central, laminar, difusa ou em pipoca sugerem benignidade, enquanto calcificações irregulares e excêntricas sugerem malignidade.
E. Como o paciente não é tabagista, não há risco de câncer de pulmão, não sendo necessário acompanhamento
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

DISCURSIVA: (185970 votos) ..........98.84% das questões discursivas receberam votos.
O tratamento das fraturas da criança difere do tratamento do adulto em varios aspectos. Enumeram pelo menos 5 diferenças caracteristicas. (0,5 pontos)


RATING: 3.26

O tratamento das fraturas da criança difere do tratamento do adulto em varios aspectos. Enumeram pelo menos 5 diferenças caracteristicas. (0,5 pontos)

(1) a cura dos tecidos moles e muito mais rapida e completa - 0,1 p
(2) o osso desvitalizado que não esta contaminado pode ser deixado no local e irá se incorporar - 0,1 p
(3) o periosteo gera um novo osso quando o osso e perdido - 0,1 p
(4) retardo de consolidação ou pseudo-artrose e incomum - 0,1 p
(5) fixadores externos podem ser deixados no local por períodos prolongados, a fim de garantir uma consolidação solida. - 0,1 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.26)

CASO CLINICO: (217921 votos)..........99.51% dos casos clinicos receberam votos.

Maria, uma menina previamente saudável de 5 anos, foi levada ao atendimento pediátrico devido a episódios recorrentes de dor de cabeça nas últimas três semanas. A mãe relatou que Maria se queixava de uma dor intensa na região frontal da cabeça, que ocorria cerca de duas a três vezes por semana, cada ataque durando até duas horas.

Durante as crises, Maria frequentemente apresentava sintomas de fotofobia e fonofobia, preferindo ambientes escuros e silenciosos. Além disso, as dores eram acompanhadas de náuseas, embora sem vômito. A mãe também observou que Maria tendia a ficar mais irritada e chorosa durante esses episódios e que, após algumas horas de descanso, ela parecia melhorar significativamente.

História Familiar: Não havia histórico de trauma recente, febre, outros sintomas neurológicos ou uso de medicação contínua que pudesse explicar as cefaleias. No entanto, a avó materna de Maria tem um histórico conhecido de enxaquecas. 

Exame Clínico: O exame físico e neurológico de Maria não revelou anormalidades. Todos os sinais vitais estavam dentro dos parâmetros normais, e não havia sinais de infecção ou outras condições agudas.

Respondam ás seguintes perguntas:

(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente. (peso 0,16 pontos)

(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança? (peso 0,18 pontos)

(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises? (peso 0,08 pontos)

(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso de crises frequentes e debilitantes, ou que não respondem bem aos analgésicos? (0,08 pontos)




RATING: 2.92

(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente.

Cefaleia primaria (enxaqueca) (0,02 p) - apoiado pela recorrência (0,02 p), duração de até duas horas (0,02 p), localização na região frontal da cabeça (0,02 p), sintomas de fotofobia (0,02 p), fonofobia (0,02 p) e náuseas (0,02 p), histórico conhecido de enxaquecas na família (0,02 p).

(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança?

Dentre os analgésicos (0,02 p), os mais utilizados são:

  • Dipirona 25 mg/kg/dose (0,02 p)
  • Ibuprofeno 10 mg/kg/dose (0,02 p)
  • Paracetamol 15 mg/kg/dose (0,02 p)

Dentre os antiemeticos (0,02 p):

  • Metoclopramida (Plasil) 0,5–2 mg/kg/dose VO ou IV a cada 4–6 horas.  (0,02 p)
  • Proclorperazina (Compazine) 0,1 mg/kg/dose VO, IM ou IV a cada 6 horas  (0,02 p)
  • Prometazina (Fenergan) 0,25–1,0 mg/kg/dose VO, PR, IV ou IM a cada 4–6 horas (0,02 p)
  • Ondansetrona (0,15 mg/kg/dose). (0,02 p)

(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises?

As medidas não farmacológicas (0,02 p) foram inicialmente recomendadas, como a manutenção de uma rotina regular de sono (0,02 p) e alimentação (0,02 p), além de técnicas de relaxamento (0,02 p)

(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso que as crises são frequentes e debilitantes, ou não respondem bem aos analgésicos?

Medicamentos como beta-bloqueadores (0,02 p), anticonvulsivantes (0,02 p) ou antidepressivos (0,02 p) são utilizados em algumas situações, mas a indicação deve ser criteriosa e supervisionada por um especialista. (0,02 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.92)




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