ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2563 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
504 TENTATIVAS (23 CONTESTAÇÕES)
14739 QUESTÕES OBJETIVAS
3441 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2953 QUESTÕES DE CIRURGIA
1791 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
164 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
196 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

MACROSSOMIAS FETAIS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

A macrossomia foi definida com vários parâmetros. Como definir e uma problema. Depende de situação:

  • Caso que o feto esta a termo, definimos um feto macrossômico como um feto sendo acima de 4000-4500 g.
  • Caso que o feto e prematuro, então – o processo e mais difícil. Vai ter que estabelecer o peso ideal, depois corrigir pela idade gestacional, sexo e raça.

Depois, vamos pesar o feto para saber o peso real. Se o peso real for MAIOR QUE 90% desse peso ideal corrigido, então o feto e macrossomo.

OBJETIVA: (1035093 votos)..........97.52% das questões objetivas receberam votos.
No tratamento de fístulas perianais transesfincterianas profundas, qual técnica cirúrgica envolve isolamento muscular por dissecção romba, passagem de fio de seda frouxo e secção tardia após 15-21 dias, minimizando retração das bordas e preservando função?
A. Fistulotomia primária
B. Fistulectomia com ressecção completa
C. Colocação de seton não cortante
D. Injeção de cola de fibrina
E. Fistulectomia em dois tempos

  RATING: 0

No tratamento de fístulas perianais transesfincterianas profundas, qual técnica cirúrgica envolve isolamento muscular por dissecção romba, passagem de fio de seda frouxo e secção tardia após 15-21 dias, minimizando retração das bordas e preservando função?

A. Fistulotomia primária
INCORRETO: A fistulotomia primária secciona imediatamente, elevando risco de incontinência em trajetos profundos.
B. Fistulectomia com ressecção completa
INCORRETO : Fistulectomia completa resseca tudo em tempo único, criando ferida profunda sem isolamento muscular.
C. Colocação de seton não cortante
INCORRETO : O seton não cortante drena sem secção, mas não resseca o trajeto como fistulectomia.
D. Injeção de cola de fibrina
INCORRETO : A cola de fibrina preenche sem cirurgia aberta, mas não aborda isolamento ou secção muscular.
E. Fistulectomia em dois tempos
CORRETO : A fistulectomia em dois tempos isola a massa esfincteriana, fixa com fio permitindo fibrose antes da secção, reduzindo incontinência em <10% per coortes, promovendo cicatrização com retração mínima.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (178042 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Discuta as lesões pré-malignas do epitélio vesical, a classificação das neoplasias uroteliais papilares malignas e o estadiamento TNM do câncer de bexiga urinária.

  1. Descreva a sequência evolutiva das lesões pré-malignas e as características histológicas e moleculares da displasia urotelial. (Subtotal da questão 1 = 0,12 p)
  2. Diferencie as neoplasias uroteliais de baixo potencial maligno (NUBPM), o carcinoma urotelial de baixo grau e o carcinoma papilar urotelial de alto grau quanto a aspectos histológicos, recidiva e progressão. (Subtotal da questão 2 = 0,09 p)
  3. Explique a classificação TNM com ênfase nos estágios T (Ta, Tis, T1, T2 e subestágios).  (Subtotal da questão 3 = 0,13 p)
  4. Indique os principais métodos diagnósticos de imagem e o papel da cistoscopia no diagnóstico e estadiamento. (Subtotal da questão 4 = 0,16 p)




RATING: 3.08

Discuta as lesões pré-malignas do epitélio vesical, a classificação das neoplasias uroteliais papilares malignas e o estadiamento TNM do câncer de bexiga urinária.

  1. Descreva a sequência evolutiva das lesões pré-malignas e as características histológicas e moleculares da displasia urotelial. (Subtotal da questão 1 = 0,12 p)
  2. Diferencie as neoplasias uroteliais de baixo potencial maligno (NUBPM), o carcinoma urotelial de baixo grau e o carcinoma papilar urotelial de alto grau quanto a aspectos histológicos, recidiva e progressão. (Subtotal da questão 2 = 0,09 p)
  3. Explique a classificação TNM com ênfase nos estágios T (Ta, Tis, T1, T2 e subestágios).  (Subtotal da questão 3 = 0,13 p)
  4. Indique os principais métodos diagnósticos de imagem e o papel da cistoscopia no diagnóstico e estadiamento. (Subtotal da questão 4 = 0,16 p)


1. Sequência evolutiva das lesões pré-malignas e características da displasia urotelial

  • As lesões pré-malignas surgem no epitélio de transição e seguem sequência bem definida: 1. hiperplasia → 2. atipia → 3. displasia → 4. câncer (0,03 p).
  • Hiperplasia urotelial: aumento do número de camadas epiteliais (>7 camadas normais) + desorganização da arquitetura celular; muito frequente ao redor de tumores de baixo grau já existentes e pode representar foco de futura recorrência em pacientes tratados (0,02 p).
  • Atipia urotelial: surge como resposta a fatores externos (inflamação crônica, infecções repetidas, irritação por cálculos, cateteres ou substâncias químicas); microscopicamente: núcleos aumentados, nucléolos proeminentes e, por vezes, mitoses (0,02 p).
  • Displasia urotelial: passo adiante na escala de malignidade; características: células coalescentes, núcleos alterados de tamanho e forma, nucléolos proeminentes, figuras mitóticas anormais; alterações restritas às camadas basais e intermediárias (preserva camadas superficiais mais maduras) – diferente do CIS que compromete toda a espessura (0,03 p).
  • Do ponto de vista molecular: pode apresentar perdas do cromossomo 9 e do braço 17p (0,01 p).
  • Risco de progressão: em média 20% das displasias evoluem para CIS; sobe para até 60% quando há história prévia de câncer urotelial (0,01 p).

2. Diferenças entre NUBPM, carcinoma de baixo grau e carcinoma papilar de alto grau

  • NUBPM (antigamente tumor urotelial papilífero grau I): alterações mínimas (discreto aumento de camadas epiteliais, polaridade celular praticamente normal, lesão única); mais frequente em homens (proporção 5:1); mitoses raras; taxa de recidiva 20% a 40%, progressão rara (0% a 8%) – comportamento de baixo potencial maligno (0,03 p).
  • Carcinoma urotelial de baixo grau (antigamente grau II): tramas fibrovasculares bem formadas, ramificações papilares mais complexas, aumento do volume celular, atipia celular mais evidente e frequente, geralmente multifocal; taxa de recidiva até 60%, risco de progressão até 13% (0,03 p).
  • Carcinoma papilar urotelial de alto grau: forma mais agressiva; pilares papilares fusionados, crescimento desordenado, numerosas figuras de mitose, células pleomórficas com núcleos aumentados e hipercromáticos; recidiva em 76,5% dos pacientes (36,5% nova recorrência + 40% progressão), metástases sistêmicas em 20%, cerca de 15% dos pacientes morrem (todos os óbitos no grupo com progressão) (0,03 p).

3. Classificação TNM – ênfase nos estágios T

  • Estadiamento segue critérios da UICC (2009) e AJCC utilizando sistema TNM (T = extensão do tumor primário; N = linfonodos regionais; M = metástases) (0,02 p).
  • Camadas da parede vesical: epitélio de transição → lâmina própria (submucosa) → muscular própria (detrusor) → gordura perivesical (0,02 p).
  • Ta: tumor papilar não invasivo (0,02 p).
  • Tis: carcinoma in situ (lesão plana, não invasiva, alto grau) (0,02 p).
  • T1: invasão da lâmina própria (subdividido em T1a – superficial, sem atingir muscular da mucosa; T1b – até muscular da mucosa) (0,02 p).
  • T2: invasão da muscular própria (T2a – metade superficial/interna; T2b – metade profunda) (0,02 p).
  • Tumores Tis e Ta de alto grau são lesões precursoras que tendem a progredir para T2 (0,01 p).

4. Principais métodos diagnósticos de imagem e papel da cistoscopia

  • Hematúria indolor (macroscópica ou microscópica) é a manifestação mais frequente (até 80% dos pacientes) (0,03 p).
  • Ultrassonografia: método inicial mais empregado (baixo custo, boa acurácia para lesões >5 mm, ausência de complicações, fácil disponibilidade); mostra massa papilar hipoecoica ou espessamento focal; Doppler colorido demonstra vascularização (diferencia de coágulos); detecção de hidronefrose = marcador de pior prognóstico (invasão muscular provável); limitação: não define profundidade de infiltração (0,03 p).
  • Urografia excretora (UGE): revela tumor como bexiga de pequena capacidade com paredes espessadas/irregulares ou defeito de enchimento; importante para trato urinário superior (defeito de enchimento, estenose, hidronefrose); limitações: exige rim funcionante, difícil para tumores < 3 cm ou superficiais (0,04 p).
  • Cistoscopia rígida + ressecção transuretral + biópsia tecidual = método padrão-ouro para diagnóstico definitivo e estadiamento; permite inspeção detalhada de trígono, meatos ureterais e colo; indicada em regime ambulatorial nas mulheres; nos homens, com anestesia (0,05 p).


FONTE:

CÂNCER DE VESICA URINARIA (PLATAFORMA MISODOR)


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.08)

CASO CLINICO: (207506 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.
Você está passeando com uma amiga, quando, de repente, presencia um atropelamento de raspão duma criança que andava de bicicleta numa área perto duma estação de combustível da rodovia. A vitima é jogada no acostamento e o motorista do carro que atropelou a criança não para. Vocês dois correm para ajudar a criança, encontrando, assim, uma moça de aproximadamente 9 - 11 anos de rosto para chão, sem se mexer á quase 4 metros distância da sua bicicleta deformada.
1) Quais são as primeiras medidas á ser aplicadas no primeiro momento? - 0,08 pontos
2) Considerando que a criança não responde ao chamado, apresenta gasping e não tem pulso, qual é o algoritmo de RCP de alta qualidade para um socorrista? - 0,16 pontos
3) A loja de conveniência do posto felizmente tinha um DEA e a sua amiga volta com ele, mas é de adulto. Qual o procedimento? - 0,12 pontos
4) O DEA mostra ritmo de fibrilação ventricular. Qual é a sequência do atendimento? - 0,14 pontos.


RATING: 3.16

1) Quais são as primeiras medidas á ser aplicadas no primeiro momento?

  1. Verificar a segurança da área (0,02 p);
  2. Afastar a criança da área do perigo, com os cuidados necessários para evitar a pior das presumidas lesões (0,02 p);
  3. Avaliação sumaria (a criança respira, se move, palidez intensa?) (0,02 p);
  4. Verificar se a criança responde, tem pulso e se respira. (0,02 p);

2) Considerando que a criança não responde ao chamado, apresenta gasping e não tem pulso, qual é o algoritmo de RCP de alta qualidade para um socorrista?

  1. Gritar para ajuda (0,02 p);
  2. O primeiro socorrista fica com a vitima e faz RCP de alta qualidade com 30 compressões: 2 respirações boca-á-boca. (0,02 p). As compressões precisam seguir as seguintes regras:
      • Comprima com força (> 1/3 do diâmetro torácico anteroposterior) e rapidez (100-120/min)  (0,02 p);
      • Aguarde o retorno total do tórax. (0,02 p);
      • Minimize interrupções nas compressões. (0,02 p);
      • Evite ventilação excessiva (0,02 p);
      • Observa a elevação do torax a cada insuflação de ar (0,02 p);
  3. Outro socorrista corre para acionar o serviço de emergência e, se tiver alguma chance, buscar um DEA; (0,02 p);

3) A loja de conveniência do posto felizmente tinha um DEA e a sua amiga volta com ele, mas é um DEA de adulto. Qual o procedimento neste caso?
Acima de 8 anos o paciente é considerado como um adulto e pode usar o aparelho. O RCP tem que continuar enquanto outro socorrista prepara o dispositivo! (0,02 p);

  1. Ligue o DEA (0,02 p);
  2. Instale os eletrodos no tórax (0,02 p);
      • Eletrodo do lado direito do paciente: precisa ser colado abaixo da clavícula, na linha hemiclavicular. (0,02 p);
      • Eletrodo do lado esquerdo do paciente: deve ser posicionado nas últimas costelas, na linha hemiaxilar (abaixo do mamilo esquerdo). (0,02 p);
  3. Analise o ritmo. (0,02 p);

4) O DEA anuncia ritmo de fibrilação ventricular. Qual é a sequência do atendimento?

Ritmo chocável precisa de defibrilação imediata. (0,02 p);

  1. Dê a ordem para que os presentes se afastem; (0,02 p);
  2. Certifique-se de que não há ninguém próximo e principalmente encostando no aparelho ou paciente.  (0,02 p);
  3. Deflagre o choque e comece imediatamente depois a fazer a compressão cardíaca para que o coração comece a ter novamente a sístole e diástole fisiológica. (0,02 p);
  4. A cada dois minutos, ele irá analisar o ritmo novamente e informar qual deve ser a próxima ação. (0,02 p);
  5. Alterna com outro socorrista as compressões a cada 2 minutos ou antes se houver cansaço. Se estiver sem via aérea avançada, relação compressão-ventilação de 15:2. (0,02 p);
  6. O DEA deve ser mantido no paciente até a chegada do Suporte Avançado de Vida. (0,02 p);

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.16)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.