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RUBÉOLA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A rubéola é uma doença viral, contagiosa, causado por um vírus designado por toga-vírus do género Rubi-vírus. Normalmente atinge crianças com idade compreendida entre 5 e 9 anos, tendo também a probabilidade de atingir adultos também. A doença só é contraída uma vez, pois o organismo infectado passa a produzir anticorpos que servem de barreira que tornam o organismo imune ao vírus para sempre. Embora seja muitas vezes equiparada ao sarampo, a rubéola é menos contagioso.
Doença de curso benigno, sua importância epidemiológica está relacionada ao risco de abortos, natimortos, e malformações congênitas, como cardiopatias, catarata e surdez. É denominada síndrome da rubéola congênita (SRC), quando a infecção ocorre durante a gestação.

OBJETIVA: (1434838 votos)..........96.54% das questões objetivas receberam votos.
No tratamento da hipertensão renovascular a angioplastia percutânea é o tratamento de escolha para:
A. aterosclerose unilateral
B. rins com menos de 8 cm
C. a displasia fïbromuscular
D. hiperaldosteronismo primário
E. pacientes idosos

  RATING: 3.01

No tratamento da hipertensão renovascular a angioplastia percutânea é o tratamento de escolha para:

A. aterosclerose unilateral
INCORRETO: na aterosclerose unilateral os estudos clínicos não têm demonstrado um claro benefício para a realização de procedimentos invasivos.
B. rins com menos de 8 cm
INCORRETO : rins com menos de 8 cm em geral não se beneficiam de revascularização. Nesses casos, pode ser cogitada a realização de nefrectomia, se a HA estiver refratária ao tratamento medicamentoso.
C. a displasia fïbromuscular
CORRETO : A angioplastia percutânea é o tratamento de escolha para a displasia fïbromuscular
D. hiperaldosteronismo primário
INCORRETO : o hiperaldosteronismo primario não tem nada a ver com a hipertensão renovascular
E. pacientes idosos
INCORRETO : O tratamento clínico com inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) e outros anti-hipertensivos é apropriado para pacientes idosos

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

DISCURSIVA: (200539 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Cite 5 efeitos colaterais que podem advir do uso de fenitoína. (0,5 pontos)



RATING: 3.07

Cite 5 efeitos colaterais que podem advir do uso de fenitoína. (0,5 pontos)

Cinco efeitos colaterais que podem advir do uso de fenitoína são:

  1. A hiperplasia gengival (0,12 p) é o efeito crônico mais característico (prevalência significativa em uso prolongado, especialmente em jovens e com higiene oral inadequada).
  2. O nistagmo (0,11 p)
  3. A ataxia (0,11 p) são manifestações cerebelares dose-relacionadas, entre as mais frequentes nos ensaios clínicos.
  4. O hirsutismo (0,08 p) integra as alterações cosméticas crônicas (junto ao espessamento facial).
  5. A erupção cutânea de hipersensibilidade (0,08 p) pode ser morbiliforme ou, mais raramente, grave (Síndrome de Stevens-Johnson, NET ou DRESS).

FONTE:

BULA FENITOINA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

CASO CLINICO: (232760 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 52 anos, agricultor da região litorânea de Santa Catarina (área de suficiência iódica), tabagista de longa data, com história familiar positiva para bócio na mãe e em uma irmã.
Há aproximadamente 8 anos notou aumento discreto e bilateral do volume cervical anterior, inicialmente assintomático. Nos últimos 6 meses evoluiu com rouquidão progressiva, disfagia a líquidos e sensação de compressão noturna, sem perda ponderal, intolerância térmica, tremores ou palpitações.
Ao exame físico: tireoide visivelmente aumentada, multinodular, com nódulo dominante no lobo esquerdo de consistência firme, deslocando a traqueia para a direita, sem frêmito, sopro ou linfonodomegalias. Voz rouca, sem estridor.
TSH 2,1 mUI/L (VR 0,4–4,0), T4 livre 1,2 ng/dL, anticorpos anti-TPO e anti-Tg negativos. Tomografia de pescoço e tórax: glândula de volume estimado 95 mL, múltiplos nódulos bilaterais, extensão substernal esquerda com compressão traqueal e do nervo laríngeo recorrente ipsilateral.

Questões

I. Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,12 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,08 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (0,11 pontos)
IV. Qual o principal diagnóstico diferencial? (0,07 pontos)
V. Qual o tratamento da moléstia? (0,12 pontos)



RATING: 3.11

(I) Suspeita diagnóstica


A principal suspeita diagnóstica é
bócio multinodular atóxico com extensão substernal e compressão do nervo laríngeo recorrente. (0,06 p)
A eutiroidia laboratorial, a ausência de autoanticorpos e o caráter crônico multinodular confirmam a forma atóxica. (0,04 p)
A rouquidão e o deslocamento traqueal indicam comprometimento local compressivo. (0,02 p)


(II) Possível causa


A causa mais provável é a
predisposição genética familiar associada a fatores de crescimento tireoidiano locais, mesmo em área de suficiência iódica. (0,05 p)
O tabagismo e a idade contribuem para a progressão nodular e a extensão mediastinal. (0,03 p)


(III) Melhor modalidade de confirmação diagnóstica


A
tomografia computadorizada de pescoço e tórax é a melhor modalidade para confirmar a extensão substernal e o grau de compressão traqueal/nervosa. (0,06 p)
Ela complementa a ultrassonografia ao mapear a relação com estruturas mediastinais. (0,03 p)
A cintilografia não acrescenta informação útil na eutiroidia. (0,02 p)


(IV) Principal diagnóstico diferencial


O principal diagnóstico diferencial é o
carcinoma tireoidiano multicêntrico com invasão do nervo laríngeo recorrente. (0,05 p)
A longa evolução, a eutiroidia e a ausência de linfonodos patológicos tornam menos provável a tireoidite de Hashimoto nodular. (0,02 p)


(V) Tratamento da moléstia


O tratamento de escolha é a
tireoidectomia total com exploração mediastinal, indicada pela compressão nervosa e substernal. (0,06 p)
A cirurgia visa descomprimir o nervo laríngeo recorrente e a traqueia. (0,04 p)
Reposição com levotiroxina no pós-operatório é obrigatória. (0,02 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.11)




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