ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2566 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
509 TENTATIVAS (40 CONTESTAÇÕES)
16205 QUESTÕES OBJETIVAS
3807 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6044 DE PEDIATRIA (3213 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3567 QUESTÕES DE CIRURGIA
1892 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
186 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
211 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

FISIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA DA HEMOSTASE (ÁREA DE PEDIATRIA)

O termo hemostasia significa prevenção de perda sanguínea. Sempre que um vaso é seccionado ou rompido, é provocada hemostasia por meio de diversos mecanismos:
(1) constrição vascular;
(2) formação de tampão plaquetário;
(3) formação de coágulo sanguíneo, como resultado da coagulação do sangue;
(4) eventual crescimento de tecido fibroso no coágulo para o fechamento permanente no orifício do vaso.

Na verdade, trata-se duma balança mantida permanentemente em equilibrio entre fatores pró-coagulantes (sistema hemo-dinâmico, vasos, plaquetas e fatores da coagulação) dum lado e anticoagulantes (anticoagulantes naturais, fibrinolíticos).


OBJETIVA: (1380118 votos)..........94.88% das questões objetivas receberam votos.
O tratamento da síndrome hemolítica-urêmica comporta:
A. internação hospitalar obrigatoria, em isolamento
B. doses altas de corticoesteroides
C. dialise
D. antidiarreicos
E. antibioticoterapia

  RATING: 2.6

O tratamento da síndrome hemolítica-urêmica comporta:

A. internação hospitalar obrigatoria, em isolamento
INCORRETO: Pacientes com SHU demandam a unidade de terapia intensiva (UTI) e cuidados especializados que envolvem a área de nefrologia, hematologia, neurologia e outras, dependendo das complicações.
B. doses altas de corticoesteroides
INCORRETO : Corticoesteroides não têm sido de utilidade
C. dialise
CORRETO : A diálise é instituída para tratamento da uremia, para controle da sobrecarga de volume, de hipercalemia ou da acidose refratária ao tratamento conservador.
D. antidiarreicos
INCORRETO : Antidiarréicos devem ser evitados e antibióticos não têm melhorado o curso da doença, podendo mesmo agravar a doença renal.
E. antibioticoterapia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.6)

DISCURSIVA: (193710 votos) ..........98.92% das questões discursivas receberam votos.
Sobre icterícia no período neonatal:
1) Classificar quanto ao tempo de aparecimento.(0,2 pontos)
2) Como investigar as causas? (0,3 pontos)


RATING: 3.14

Sobre icterícia no período neonatal:
1) Classificar quanto ao tempo de aparecimento.(0,2 pontos)
2) Como investigar as causas? (0,3 pontos)

A) Classificar quanto ao tempo de aparecimento.
  • Precoce – a icterícia que aparece antes das 24 horas de vida. (0,1 p)
  • Tardia – a icterícia que aparece após 24 horas de vida.(0,1 p)
B) Como investigar as causas? 

Laboratorial
  • hemograma completo (0,05 p)
  • bilirrubina total e frações (0,05 p)
  • sorologia para o grupo de doenças STORCH (0,05 p)
Imagem
  • Ultrassonografia abdominal e de vias biliares (0,05 p)
  • Biópsia (0,05 p)
  • Do fígado com anátomo-patológico das vias biliares (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.14)

CASO CLINICO: (225861 votos)..........99.53% dos casos clinicos receberam votos.

Mulher de 35 anos, tabagista (20 maços-ano), previamente hígida, procura atendimento com quadro de 7 meses de evolução caracterizado por perda ponderal de 14 kg (apesar de apetite preservado), palpitações, intolerância ao calor, tremor fino de extremidades, sudorese excessiva, irritabilidade e evacuações amolecidas frequentes. Há 3 meses notou proptose bilateral progressiva, diplopia intermitente, lacrimejamento, fotofobia e edema periorbitário. Há 15 dias refere diminuição da acuidade visual no olho direito e dor retro-ocular. Nega uso de medicamentos ou contraste iodado recente.

Ao exame físico: PA 145 × 85 mmHg, FC 118 bpm (ritmo regular), temperatura 37,4 °C. Bócio difuso grau II, superfície lisa, frêmito e sopro sistólico sobre a glândula. Exoftalmia bilateral (Hertel 25 mm OD / 24 mm OE), restrição importante dos movimentos oculares (principalmente elevação e abdução), sinal de von Graefe positivo, quemose e hiperemia conjuntival. Fundo de olho: edema de disco óptico à direita. Lesões eritematosas, induradas e não depressíveis na região pré-tibial bilateral. Tremor fino distal e hiper-reflexia.

Exames laboratoriais iniciais: TSH < 0,01 mUI/L; T4 livre 5,1 ng/dL (VR 0,7–1,8); T3 total 345 ng/dL; TRAb (anticorpos antirreceptor de TSH) fortemente positivo (28 UI/L; VR < 1,75); anti-TPO positivo em título moderado. Ultrassonografia tireoidiana: glândula difusamente aumentada, hipoecogênica e com hipervascularização intensa ao Doppler. TC de órbitas: aumento volumoso dos músculos extraoculares (especialmente reto medial e inferior) com compressão apical do nervo óptico à direita (crowding apical).

O caso configura doença de Graves com hipertireoidismo clinicamente grave, orbitopatia de Graves ameaçadora da visão (neuropatia óptica distireóidea) e dermopatia tireoidiana.

(I) Qual o diagnóstico sindrômico e etiológico principal e qual o mecanismo fisiopatológico central envolvido? (0,11 pontos)
(II) Quais os principais exames confirmatórios e quais os achados laboratoriais e de imagem esperados neste contexto? (0,11 pontos)
(III) Como se classifica a gravidade e a atividade da orbitopatia neste paciente e qual a conduta terapêutica inicial prioritária diante da ameaça visual? (0,12 pontos)
(IV) Quais são as três modalidades clássicas de tratamento do hipertireoidismo na doença de Graves e qual a opção preferencial neste cenário específico de orbitopatia grave ativa?  (0,08 pontos)
(V) Quais fatores de risco modificáveis e medidas adjuvantes devem ser rigorosamente abordados no manejo global deste caso? (0,08 pontos)





RATING: 3.16

(I) Diagnóstico: Doença de Graves com hipertireoidismo autoimune + orbitopatia de Graves + dermopatia tireoidiana (0,03 p).
Mecanismo central: produção de autoanticorpos agonistas (TRAb) que se ligam e ativam constitutivamente o receptor de TSH nos tireócitos, gerando hiperplasia e hiperfunção glandular independente do eixo hipofisário (0,04 p).
Os mesmos autoanticorpos reconhecem antígenos compartilhados em fibroblastos orbitários e dérmicos, desencadeando inflamação, produção de glicosaminoglicanos e expansão tecidual (0,04 p).
(II) Confirmação laboratorial clássica: TSH suprimido + T4 livre e/ou T3 elevados + TRAb positivo (padrão-ouro diagnóstico) (0,03 p).
Exames complementares de suporte: ultrassonografia com Doppler (glândula difusa hipervascularizada) e, quando necessário, cintilografia (captação difusa elevada) (0,04 p).
Imagem orbitária (TC ou RM): aumento dos músculos extraoculares com compressão apical do nervo óptico (0,04 p).
(III) Classificação: orbitopatia moderada a grave e ativa (EUGOGO), com ameaça à visão por neuropatia óptica distireóidea (0,04 p).
Conduta prioritária imediata: glicocorticoides intravenosos em altas doses (metilprednisolona EV em esquema semanal ou diário conforme gravidade) sob supervisão especializada (0,04 p).
Avaliação multidisciplinar urgente (endocrinologia + oftalmologia) e consideração de descompressão orbitária se não houver resposta rápida (0,04 p).
(IV) Três modalidades clássicas: (1) drogas antitireoidianas (metimazol ou propiltiouracil), (2) iodo radioativo e (3) tireoidectomia (0,04 p).
No cenário de orbitopatia grave ativa, preferência por drogas antitireoidianas para controle do hipertireoidismo, evitando iodo radioativo (que pode agravar a orbitopatia) até estabilização da doença ocular (0,04 p).
(V) Fator de risco modificável principal e obrigatório: cessação completa e imediata do tabagismo (piora significativa da orbitopatia) (0,04 p).
Medidas adjuvantes: controle rigoroso da função tireoidiana, proteção ocular local (lubrificantes, oclusão noturna se necessário), selenium em áreas deficientes e abordagem multidisciplinar continuada (0,04 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.16)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.