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TUBERCULOSE (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Estudos sobre a infecção tuberculosa no país, tomando-se em conta a alta cobertura de vacinação BCG e o conhecimento acerca de sua influência sobre os indicadores de infecção, são altamente oportunos no momento atual. Estudos anteriores cobriram diversas cidades brasileiras, na sua maioria capitais, e datam da década de 70, portanto não mais refletindo o país como um todo. A tendência do risco de infecção foi arbitrada e não levou em consideração o emprego da quimioterapia de curta duração e as profundas modificações socioeconômicas ocorridas no Brasil.

A estimativa da prevalência de infecção é importante porque mede o chamado reservatório secundário, permitindo estimar o risco de infecção.

OBJETIVA: (1354219 votos)..........95.39% das questões objetivas receberam votos.
Qual das seguintes situações é mais provável de demandar uma intervenção cirúrgica imediata no manejo de um paciente com hemotórax traumático?
A. Hemotórax com vazão de drenagem de 0,5 mL/kg/h por 24 horas, com pulmão totalmente expandido.
B. Presença de pneumotórax persistente após inserção de dreno, com vazamento aéreo contínuo.
C. Retenção de sangue na cavidade pleural com ausência de infecção, otimizável por drenagem torácica.
D. Sangramento ativo com vazão de 3 mL/kg/h, sem expansão pulmonar completa, mesmo após inserção de dreno.
E. Identificação de pequena laceração pulmonar, estável, sem acúmulo adicional de líquido ou ar.

  RATING: 3

Qual das seguintes situações é mais provável de demandar uma intervenção cirúrgica imediata no manejo de um paciente com hemotórax traumático?

A. Hemotórax com vazão de drenagem de 0,5 mL/kg/h por 24 horas, com pulmão totalmente expandido.
INCORRETO: A taxa de drenagem é inferior ao limite crítico para intervenção cirúrgica e a expansão pulmonar está completa, indicando manejo não cirúrgico.
B. Presença de pneumotórax persistente após inserção de dreno, com vazamento aéreo contínuo.
INCORRETO : Embora revele necessidade de revisão terapêutica, a intervenção cirúrgica não é a abordagem imediata a menos que haja complicações adicionais.
C. Retenção de sangue na cavidade pleural com ausência de infecção, otimizável por drenagem torácica.
INCORRETO : O manejo pode ser conservador e otimizado com drenagem, a menos que haja outras complicações como infecção ou formação de fibroto.rax.
D. Sangramento ativo com vazão de 3 mL/kg/h, sem expansão pulmonar completa, mesmo após inserção de dreno.
CORRETO : Um sangramento ativo a uma taxa de 3 mL/kg/h excede o limite crítico de 1 a 2 mL/kg/h mencionado no texto, exigindo intervenção imediata, especialmente quando há falha na expansão pulmonar com o dreno.
E. Identificação de pequena laceração pulmonar, estável, sem acúmulo adicional de líquido ou ar.
INCORRETO : Não representa ameaça imediata que justifique intervenção cirúrgica, precisando apenas de acompanhamento clínico.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (193185 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?


RATING: 3

A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?

A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
Dificuldade respiratória de grau variável (0,05 p) resultante do colapso alveolar (0,05 p) por défice de surfatante pulmonar (0,05 p), associada, na sua grande maioria, a um shunt intrapulmonar (shunt direito-esquerdo) (0,05 p), por aumento da resistência vascular pulmonar (0,05 p).

B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
Clínica: Síndrome de dificuldade respiratória moderada a grave (0,05 p) associada a cianose central, (0,05 p) desde o nascimento ou 1as horas de vida (0,05 p), com agravamento além das 6 horas (0,05 p) e, nos casos não complicados, com melhoria a partir do 3º - 4º dias. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (225399 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente F, 2 anos e 10 meses de idade, é trazida no setor de pronto-atendimento de pediatria com febre 39,6°C e relato de 'dor de cabeça' na região frontal, sem nenhum outro sinal localizatorio. No acolhimento, FR 36/min, FC 122/min, sinusal sem sopros, sonolenta, inapetente e chorosa. Palidez +/++++. TEC 3-4 segundos. Evacuações normais, sem diarreia. No exame clinico respiratório e cardiovascular normal. Sem sinais meníngeos e sem petéquias. Faringe com leve eritema, sem sinais flogísticos. Mãe diz que a criança recusa a comida faz 48 horas, só aceita leite e 'toma pouco'. Sem vômitos até agora. Observa-se, porém anisocoria afetando o olho esquerdo que não responde a luz. Outro olho normal. Questionada, a mãe declara que a criança já está em acompanhamento com oftalmologista porque, com 2 anos de idade, teve um 'herpes' no olho, mas que o mesmo deu alta, considerando que a criança está enxergando 'normal'. Nega contato com pombos ou gatos de estimação. Tem somente um Callopsyta que fica na gaiola

1) Qual é o protocolo á seguir neste caso? 0,3 pontos
2) Qual é a infecção bacteriana que mais ocorre em caso de febre sem sinais localizatorios? 0,1 pontos
3) Quais seriam os principais fatores de risco para meningococemia oculta neste caso? 0,1 pontos


RATING: 2.91

1) Qual é o protocolo á seguir neste caso?

Febre é uma das causas mais comuns de consulta em pediatria. 25% de todas as consultas de emergência se devem à febre. Na maioria dos casos, após a avaliação inicial, é possível identificar a causa. Nas crianças menores de 36 meses, em 20% dos casos, essa identificação não é possível. Febre sem sinais localizatórios FSSL - definição: Febre com menos de uma semana de duração, que após história clínica e exame físico cuidadosos não tem a sua causa estabelecida.

O protocolo para essa faixa etária seria primeiramente de avaliação clinica minuciosa, avaliar se existem ou não sintomas de toxemia - neste caso, como há sonolência e mau estado geral seria melhor considerar que há um grau de toxemia, especialmente porque a criança está numa faixa etária de risco (0-36 meses), o tempo de enchimento capilar é de 3-4 segundos.

  • Internação 0,1 p
  • Exames laboratoriais: hemograma, hematocrito, urina I, urocultura LCR e Rx de torax.0,1 p
  • Começar antibioticoterapia empirica. 0,1 p

2) Qual é a infecção bacteriana que mais ocorre na febre sem sinais localizatorios?
Infecção urinária oculta é a infecção bacteriana mais comum como causa de FSSL. 0,1 p

3) Quais são, neste caso, os fatores de risco para a doença meningococica oculta?
Meningite oculta: a bacteremia oculta por meningococo é bem mais rara do que por pneumococo. A faixa etária abaixo de 24 meses é a mais acometida pela doença meningocócica. 25 a 50% dos pacientes com doença meningocócica haviam sido liberados após avaliação inicial. 82% dos pacientes liberados têm menos de 36 meses de idade. 0,1 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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