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RESSUSCITAÇÃO NEONATAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

A ressuscitação neonatal é um procedimento essencial para bebês que nascem prematuramente ou com alguma complicação respiratória. O objetivo desta técnica é estabilizar o bebê e evitar complicações graves.
Durante a ressuscitação, os profissionais da saúde usam as práticas de avaliação, oxigenação e ventilação para ajudar o bebê a respirar. Algumas vezes, medicamentos e outros tratamentos podem ser necessários.
O sucesso da ressuscitação neonatal depende da rapidez e precisão com que a equipe médica age. Os procedimentos são realizados em locais especializados e equipados com todos os recursos necessários para ajudar o bebê no processo de recuperação.
É importante que os pais estejam cientes dos riscos e benefícios envolvidos na ressuscitação neonatal. Os profissionais médicos poderão fornecer informações sobre os possíveis efeitos a longo prazo desta técnica.

OBJETIVA: (1416778 votos)..........96.04% das questões objetivas receberam votos.
As úlceras gástricas tipo I:
A. têm baixa incidência no Brasil
B. se localizam na curvatura menor (ou próximo à incisura angular)
C. são associadas a uma doença ulcerosa duodenal ativa ou crónica
D. tem baixo potencial de malignidade
E. o tratamento tem que incluir a vagotomia supraselectiva

  RATING: 2.94

As úlceras gástricas tipo I:

A. têm baixa incidência no Brasil
INCORRETO: As úlceras gástricas tipo I são as mais comuns no Brasil (60% a 70% do total).
B. se localizam na curvatura menor (ou próximo à incisura angular)
CORRETO : Elas se localizam: na curvatura menor (ou próximo à incisura angular), próximo à junção da mucosa oxíntica e antral.
C. são associadas a uma doença ulcerosa duodenal ativa ou crónica
INCORRETO : Normalmente, a associação com ulceras duodenais (agudas oucronicas) define as ulceras tipo 2.
D. tem baixo potencial de malignidade
INCORRETO : Uma das principais preocupaçoes com as ulceras gastricas tipo I (acido-independentes) e a alta probabilidade de malignização, motivo por qual o tratamento preferencial é a gastrectomia subtotal.
E. o tratamento tem que incluir a vagotomia supraselectiva
INCORRETO : Sendo ulcera acido - independente não precisa de vagotomia.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

DISCURSIVA: (198061 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Descreva a sequência de sintomas oculares decorrentes da hipovitaminose A. (0,5 pontos)




RATING: 3.09

Descreva a sequência de sintomas oculares decorrentes da hipovitaminose A. (0,5 pontos)


Sequência dos sintomas oculares:


O primeiro sintoma é a cegueira noturna / nictalopia (XN) (0,12 p): o paciente enxerga mal ao entardecer, a criança tropeça ou recusa-se a brincar no escuro. Segue-se a xerose conjuntival (X1A) (0,08 p): a conjuntiva perde o brilho, fica opaca, enrugada e seca pela perda de células de Goblet e de mucina. Sobre esse terreno surgem as manchas de Bitot (X1B) (0,10 p): placas branco-acinzentadas, espumosas, em geral na conjuntiva bulbar temporal junto ao limbo (células queratinizadas descamadas + Corynebacterium xerosis). Atingida a córnea, aparece a xerose corneana (X2) (0,08 p): superfície fosca, opaca, com erosões pontilhadas — último estágio em que a reposição em alta dose ainda pode preservar a visão basal. Sem tratamento, evolui para úlcera de córnea / ceratomalácia (X3A se < 1/3; X3B se ≥ 1/3) (0,08 p): necrose coliquativa, amolecimento e risco de perfuração (emergência). A sequela é a cicatriz corneana (XS) (0,04 p), com prejuízo visual estrutural. O fundus xeroftálmico (XF) é raro e de deficiência crônica.


FONTE:

PLATAFORMA MISODOR - DISVITAMINOSES

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

CASO CLINICO: (230243 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um menino de 4 anos e 11 meses, foi levado ao pronto-socorro após ser atropelado por um carro. 
O paciente mostrou boa interação com o examinador, estava choroso, levemente pálido (1+/4), bem hidratado, respirava normalmente, sem sinais de cianose, com pulsos palpáveis e boa perfusão capilar. Havia escoriações e hematomas no tórax e nos membros inferiores. 
No exame do sistema nervoso central, ele apresentava tendência de manter os olhos fechados, mas com abertura ao ser chamado pelo nome, obedecia os pedidos do acompanhante e do examinador, no entanto estava confuso, perguntando toda a hora o que que aconteceu. O pescoço sem rigidez, pupilas isocóricas e reativas à luz. No exame cardiovascular, o ritmo cardíaco era regular e não havia sopros, embora ele estivesse respirando rapidamente. No exame respiratório, o murmúrio vesicular estava audível e a saturação de oxigênio era de 98% em ar ambiente. 

Responda ás questões a seguir:

1) Conforme a escala de Glasgow essa criança vai precisar de via aérea artificial? Justifique. - 0,08 pontos

2) Quais são as medidas corretivas imediatas desse atendimento, que já deveriam ser feitas no lugar do atropelamento? - 0,14 pontos

3) Salientando que o foco principal do impacto foi o tórax, qual é o sinal mais preocupante e qual é a suspeita clínica? - 0,14 pontos

4) A investigação radiológica evidenciou: contusão pulmonar; pneumotórax à direita; fratura de costelas à direita e fratura de clavícula à direita. Qual é a conduta? 0,14 pontos




RATING: 3.04

1) Conforme a escala de Glasgow essa criança vai precisar de via aérea artificial? Justifique.

Não (0,02 p). O escore de Glasgow dessa criança neste momento é de 13 (0,02 p) – ou seja bem longe de 8, que seria a indicação para intubação (0,02 p), além disto, não apresenta nenhum sinal de insuficiência respiratória aguda atual ou iminente (0,02 p)

2) Quais são as medidas corretivas imediatas desse atendimento, que já deveriam ser feitas no lugar do atropelamento?

O pescoço da criança deve permanecer em posição neutra (0,02 p) e não pode ser hiperestendido (0,02 p). A via aérea deve ser mantida totalmente permeável (0,02 p), enquanto a coluna cervical é imobilizada em posição neutra (0,02 p). Tração e movimento do pescoço devem ser evitados (0,02 p) após manutenção da via aérea e estabilização da coluna cervical (0,02 p). Um colar semi-rígido deve ser aplicado. (0,02 p)

3) Salientando que o foco principal do impacto foi o tórax, qual é o sinal mais preocupante e qual é a suspeita clínica?

O sinal mais preocupante – a criança está taquipneica (0,02 p), embora o MV está audível e a saturação boa.

A contusão pulmonar (0,02 p)deve ser suspeitada em qualquer criança com trauma torácico contuso (0,02 p) que apresente dor no peito , dificuldade para respirar ou hipoxia inexplicada (0,02 p).

Fraturas de costela (0,02 p), assim como equimose na parede torácica devem aumentar ainda mais a suspeita de lesão no parênquima subjacente.

Pneumotórax (0,02 p) ou hemotórax (0,02 p) devem ser suspeitados em qualquer criança com histórico de trauma torácico que apresente dor no peito, falta de ar, dificuldade respiratória, hipóxia ou evidência de choque.

Todos os pacientes com um mecanismo de lesão torácica devem ser submetidos rapidamente a uma avaliação radiológica com raio-X de tórax

4) A investigação radiológica evidenciou: contusão pulmonar; pneumotórax à direita; fratura de costelas à direita e fratura de clavícula à direita. Qual é a conduta?

Atendimento de criança com trauma torácica:

  • suporte ventilatório não invasivo (0,02 p)

  • hidratação venosa (0,02 p)

  • analgesia de suporte (0,02 p)

  • curativo nas escoriações (0,02 p)

  • tipóia devido a fratura da clavícula (0,02 p)

  • colher Gasometria; Proteína C Reativa; Hemocultura; Hemograma (0,02 p)

  • transferir para UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pediátrica (0,02 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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