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MANOBRAS DE URGÊNCIA EM PEDIATRIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A tal-chamada respiração de resgate é a intervenção que DEVE SER FEITA em caso de ventilação inadequada.

Avalie o nível de resposta do paciente e determine rapidamente se a criança está respirando.

Se a criança não responder e não estiver respirando (ou estiver apenas gaspiando), verifique o pulso.

Se o pulso não estiver presente, se você não tiver certeza se há pulso, ou se o pulso estiver presente mas com frequência menor que 60 batimentos por minuto e acompanhado de sinais de má perfusão (ou seja, palidez, moteamento, cianose) apesar do fornecimento de oxigênio e da ventilação, inicie as compressões torácicas.


OBJETIVA: (1478961 votos)..........97.11% das questões objetivas receberam votos.
Melissa, 14 anos e 7 meses, vem na consulta por atraso puberal. Iniciou com pubarca aos 12 anos, mas ainda não desenvolveu telarca e nem teve menarca. Ao exame físico, tem estatura de 138 cm, Tanner 1 de mamas e 3 de pelos pubianos.
1 - Este caso não configura atraso puberal, uma vez que a paciente iniciou com pelos pubianos aos 12 anos de idade.
2 - Por se tratar de uma menina com atraso puberal e baixa estatura importante, deve-se suspeitar de síndrome de Turner e observar no exame físico se ela apresenta sinais sugestivos desta síndrome como pescoço curto e largo, baixa implantação do cabelo, tórax largo, 4º e 5º metacarpiano curtos, cúbito valgo.
3 - Caso esta hipótese diagnostica de síndrome de Turner se confirmar, ela deverá ter níveis de estradiol baixos e de LH e FSH elevados, e a ecografia pélvica poderá mostrar ovários em fita.
Considerando este caso clínico resumido e as afirmativas acima, assinale a resposta que contém as afirmativas CORRETAS:
A. Apenas 1
B. Apenas 2
C. Apenas 2 e 3
D. Apenas 1 e 2
E. Afirmativas 1, 2 e 3

  RATING: 2.92

Melissa, 14 anos e 7 meses, vem na consulta por atraso puberal. Iniciou com pubarca aos 12 anos, mas ainda não desenvolveu telarca e nem teve menarca. Ao exame físico, tem estatura de 138 cm, Tanner 1 de mamas e 3 de pelos pubianos.

1 - Este caso não configura atraso puberal, uma vez que a paciente iniciou com pelos pubianos aos 12 anos de idade.
2 - Por se tratar de uma menina com atraso puberal e baixa estatura importante, deve-se suspeitar de síndrome de Turner e observar no exame físico se ela apresenta sinais sugestivos desta síndrome como pescoço curto e largo, baixa implantação do cabelo, tórax largo, 4º e 5º metacarpiano curtos, cúbito valgo.
3 - Caso esta hipótese diagnostica de síndrome de Turner se confirmar, ela deverá ter níveis de estradiol baixos e de LH e FSH elevados, e a ecografia pélvica poderá mostrar ovários em fita.
Considerando este caso clínico resumido e as afirmativas acima, assinale a resposta que contém as afirmativas CORRETAS:

A. Apenas 1
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Apenas 2
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Apenas 2 e 3
CORRETO : 1 - Este caso não configura atraso puberal, uma vez que a paciente iniciou com pelos pubianos aos 12 anos de idade: A primeira manifestação da puberdade em meninas é o aparecimento do broto mamário (telarca), que ocorre entre os oito e 13 anos. O surgimento de pêlos pubianos (pubarca) ocorre em seguida. Algo está errado.
2 - Por se tratar de uma menina com atraso puberal e baixa estatura importante, deve-se suspeitar de síndrome de Turner e observar no exame físico se ela apresenta sinais sugestivos desta síndrome como pescoço curto e largo, baixa implantação do cabelo, tórax largo, 4º e 5º metacarpiano curtos, cúbito valgo. - Quando adultas apresentam geralmente baixa estatura, não mais que 150 cm; linha posterior de implantação dos cabelos baixa (na nuca) ; pescoço alado; retardamento mental; genitálias permanecem juvenis; ovários são atrofiados e desprovidos de folículos, portanto, essas mulheres não procriam, exceto em poucos casos relatados de Turner férteis; devido à deficiência de estrógenos (hormônio feminino) elas não desenvolvem as características sexuais secundárias ao atingir a puberdade, sendo, portanto, identificadas facilmente pela falta desses caracteres; assim, por exemplo, elas não menstruam (isto é, tem amenorréia primária); grandes lábios despigmentados; pêlos pubianos reduzidos ou ausentes; desenvolvimento pequeno e amplamente espaçados da mamas ou mamas ausentes; pelve andróide, isto é, masculinizada; pele frouxa devido à escassez de tecidos subcutâneos, o que lhe dá aparência senil; unhas estreitas; tórax largo em forma de barril; anomalias renais, cardiovasculares e ósseas No recém nascido, há freqüentemente edemas nas mãos e no dorso dos pés, que leva a suspeitar de anomalia.
3 - Caso esta hipótese diagnostica de síndrome de Turner se confirmar, ela deverá ter níveis de estradiol baixos e de LH e FSH elevados, e a ecografia pélvica poderá mostrar ovários em fita. - A falência da gônada disgenética em produzir esteróides sexuais é responsável pelos altos níveis de concentrações de gonadotrofínas, principalmente o hormônio folículo estimulante (FSH), em grande parte das pacientes com ST. O aumento da produção destes hormônios gonadotróficos, pela hipófise, aniquila o efeito de retro-alimentação negativa no eixo hipotálamo-hipofísário. Além disso, as concentrações de hormônio luteinizante (LH) são menores que as do FSH. Uma provável explicação para essa diferença nas concentrações séricas destas gonadotrofínas seria a menor produção, pelo ovário, de inibina, um importante hormônio responsável pela inibição da secreção de FSH. Deste modo, durante o desenvolvimento das portadoras da ST, a secreção de hormônios

D. Apenas 1 e 2
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Afirmativas 1, 2 e 3
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

DISCURSIVA: (202164 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
  • Cite 5 características clinicas e/ou laboratoriais relevantes do tumor de Wilms. (0,5 pontos)


  • RATING: 2.93

  • Cite 5 características clinicas e/ou laboratoriais relevantes do tumor de Wilms. (0,5 pontos)
    1. Massa abdominal palpável, firme, lisa e indolor (0,16 p), em geral unilateral e descoberta pelos pais (banho, troca de roupa) ou no exame pediátrico de rotina; a criança costuma parecer hígida e a massa não costuma cruzar a linha média (diferente do neuroblastoma).
    2. Predomínio etário pré-escolar, com a maioria dos casos antes dos 5 anos (0,10 p) (pico aproximado entre 2 e 4 anos; formas bilaterais e sindrômicas tendem a aparecer ainda mais cedo).
    3. Hematúria (0,08 p), microscópica ou macroscópica (cerca de 20–25% dos casos), refletindo invasão da via coletora; o exame de urina é, portanto, parte obrigatória da avaliação inicial.
    4. Hipertensão arterial (0,08 p) (cerca de 20–25%), de gravidade variável, ligada à compressão do hilo renal e/ou à produção tumoral de renina; medir a pressão é tão essencial quanto palpar o abdome.
    5. Anemia no hemograma (0,08 p) (por hemorragia intra-tumoral ou doença crônica) e ausência de marcador sérico específico; a função renal em geral está preservada no tumor unilateral, e as catecolaminas urinárias são pedidas para afastar neuroblastoma, não para confirmar Wilms. Pode haver ainda doença de von Willebrand adquirida (~8–10%), motivo para pedir coagulação.


    FONTE:

    PLATAFORMA MISODOR -  NEOPLASIAS DO RIM

    AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

    CASO CLINICO: (234439 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

    Um paciente de 6 anos, vacinado ao nascimento para tuberculose, está assintomático, com raio x normal, sendo contactante intradomiciliarde paciente bacilífero. Descreva a conduta a ser tomada, considerando o resultado da prova tuberculínica: 

    A) Maior de 5 mm (0,25 pontos)

    B) Menor de 5 mm (0,25 pontos)




    RATING: 2.97

    A) PT maior de 5 mm (na prática operacional: ≥ 5 mm)

    Indicar tratamento da infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis – ILTB (0,15 p), após exclusão de tuberculose doença (já feita pelo quadro assintomático e radiografia normal) (0,05 p), independentemente da vacinação prévia com BCG (0,05 p). Notificar no sistema IL-TB e iniciar esquema preventivo (preferencialmente 3RH em crianças < 10 anos com peso de 4 a 25 kg que não deglutem comprimidos; alternativas: 9H, 4R ou 3HP, conforme idade, peso e disponibilidade).

    B) PT menor de 5 mm

    Repetir a prova tuberculínica em 8 semanas (0,15 p). Se houver conversão (incremento ≥ 10 mm) (0,05 p), tratar ILTB; se não houver conversão, alta com orientação (0,05 p) e acompanhamento clínico, porque o risco residual de infecção recente ainda existe no período de janela.

    AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)

    


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