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PNEUMONIAS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Entre as infecções respiratórias agudas do trato respiratório inferior, a pneumonia é a principal causa de morbidade e mortalidade infantil, especialmente em países em desenvolvimento.
Como definição, pneumonia é uma inflamação do parênquima dos pulmões, geralmente causada por microorganismos.
As pneumonias ocorrem com maior incidência na infância, especialmente em lactentes, do que em qualquer outra faixa etária, sendo potencialmente graves.

OBJETIVA: (1395539 votos)..........95.06% das questões objetivas receberam votos.
A seqüela mais comum da meningite bacteriana:
A. surdez neurossensorial
B. descolamento de retina
C. epilepsia
D. parkinsonismo
E. meralgia parestesica

  RATING: 2.9

A seqüela mais comum da meningite bacteriana:

A. surdez neurossensorial
CORRETO: As seqüelas neurológicas mais comuns incluem: perda da audição, retardo mental, crises convulsivas atraso na aquisição da linguagem, comprometimento visual, problemas comportamentais, A surdez neurossensorial é a seqüela mais comum da meningite bacteriana.
B. descolamento de retina
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. epilepsia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. parkinsonismo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. meralgia parestesica
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

DISCURSIVA: (195427 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
O transtorno do espectro do autismo (TEA) é uma condição crônica que requer uma abordagem abrangente do tratamento. Indivíduos com TEA têm diferentes graus de comprometimento da função social e comportamental. A gerência deve ser individualizada de acordo com a idade da criança e necessidades específicas.
1) Quais são e o que buscam os objetivos específicos para abordar os principais déficits do TEA? (0,14 pontos)
2) Que especialidades tem que ser envolvidas na equipe terapêutica do paciente pediátrico autista? (0,36 pontos)


RATING: 3.01

O transtorno do espectro do autismo (TEA) é uma condição crônica que requer uma abordagem abrangente do tratamento. Indivíduos com TEA têm diferentes graus de comprometimento da função social e comportamental. A gerência deve ser individualizada de acordo com a idade da criança e necessidades específicas.
1) Quais são e o que buscam os objetivos específicos para abordar os principais déficits do TEA? (0,14 pontos)
2) Que especialidades tem que ser envolvidas na equipe terapêutica do paciente pediátrico autista? (0,36 pontos)

1) Quais são e o que buscam os objetivos específicos para abordar os principais déficits do TEA?
Resposta:

  • Melhorar o funcionamento social e habilidades de brincar (0,028 p)
  • Melhorar as habilidades de comunicação (funcionais e espontâneas) (0,028 p)
  • Melhorar habilidades adaptativas (0,028 p)
  • Diminuir comportamentos não funcionais ou negativos (0,028 p)
  • Promover o funcionamento de ensino e a cognição (0,028 p)

2) Que especialidades tem que ser envolvidas na equipe terapêutica do paciente pediátrico autista?

  • Pediatra de desenvolvimento (0,04 p)
  • Neuropediatra (0,04 p)
  • Psiquiatra infantil (0,04 p)
  • Psicólogo (ou neuropsicólogo) (0,04 p)
  • Geneticista ou conselheiro de genética (0,04 p)
  • Patologista da fala (0,04 p)
  • Terapeuta ocupacional (0,04 p)
  • Fonoaudiólogo (0,04 p)
  • Assistente social (0,04 p)

FONTE:

Autism spectrum disorder in children and adolescents: Overview of management Author: Laura Weissman, MD Section Editors: Marilyn Augustyn, MD, Marc C Patterson, MD, FRACP Deputy Editor: Mary M Torchia, MD (artigo com direitos autorais, somente para assinantes). UpToDate www.uptodate.com ©2019 UpToDate, Inc. and/or its affiliates. All Rights Reserved.

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (227579 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um recém-nascido de parto cesárea tem 26 semanas de IG por trabalho de parto prematuro sem causa e PN = 725 g. Sua mãe fez pré-natal adequadamente, apresentando todos os exames normais, e recebeu corticoterapia antenatal (curso completo) 24 horas antes do parto.
O recém-nascido nasceu com Apgar = 8 e 9, no 1° e 5° minutos, respectivamente, e é acoplado a CPAP nasal em sala de parto.
Recebe uma dose de surfactante com 1 hora e 30 minutos de vida e é mantido em ventilação mecânica até ser novamente acoplado, 6 horas depois, a CPAP nasal.
Recebe cafeína e nutrição parenteral desde o nascimento, não necessita de antibioticoterapia, tem sua dieta iniciada com 24 horas de vida e evolui para ar ambiente com 5 dias de vida. A dieta enteral torna-se plena com 6 dias de vida, sendo suspensa a nutrição parenteral.
Evolui com ganho ponderal satisfatório até que, com 20 dias devida, necessita de CPAP nasal com FiO2 = 30% por taquipneia e quedas de saturação. Apresenta-se com ECO e gasometria normais, sem sinais de infecção, Aos 28 dias de vida, permanece em CPAP com FiO2 = 30%. Em vista disso:
(I) Determine a patologia mais provável desse recém-nascido aos 28 dias de vida. (0,12 pontos)
(II) Descreva a fisiopatologia dessa doença. (0,18 pontos)
(III) Cite as possibilidades terapêuticas para esse recém-nascido. (0,2 pontos)





RATING: 3.21

(I) Diagnóstico aos 28 dias


Displasia broncopulmonar (0,05 p) (nova DBP/doença pulmonar crônica da prematuridade) (0,03 p). Em RN < 2 semanas, o diagnóstico operacional é a persistência de suporte respiratório e oxigênio aos 28 dias de vida (0,02 p), após exclusão de infecção, cardiopatia e hipertensão pulmonar (0,02 p) (ECO e gasometria normais). A gravidade (leve, moderada ou grave) só se estratifica às 36 semanas de idade pós-menstrual.


(II) Fisiopatologia


Interrupção do desenvolvimento alveolar e microvascular (0,04 p) no estágio sacular (0,02 p), típico de 26 semanas. Resultam alvéolos poucos, grandes e simplificados (0,03 p), com redução da área de troca, e microvasculatura dismórfica (0,02 p). Sobre o pulmão imaturo atuam inflamação, estresse oxidativo e lesão por volume/pressão/oxigênio (0,04 p), mesmo após curso inicial breve de ventilação. O reparo é aberrante (0,03 p), com menos fibrose do que a DBP clássica.


(III) Possibilidades terapêuticas


Nutrição hipercalórica para crescimento pulmonar (0,03 p). Restrição hídrica (0,02 p). Manutenção da cafeína (0,02 p). Ventilação não invasiva protetora, com a menor FiO2 eficaz (0,03 p). Diurético em curso curto se houver edema (0,03 p). Corticoide sistêmico tardio e seletivo apenas se falha de desmame (0,03 p). Broncodilatador e/ou corticoide inalatório se hiper-reatividade (0,02 p). Metas de saturação e prevenção de infecção respiratória (0,02 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.21)




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