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Mulher, 38 anos, com retocolite ulcerativa inespecífica há 5 anos, refere piora súbita, caracterizada por febre, diarreia intensa, distensão e timpanismo abdominal. Com a suspeita de megacólon tóxico, o primeiro exame a ser solicitado é:
A. exame radiológico simples de abdome
CORRETO: O exame radiológico simples de abdome representa o primeiro exame a ser solicitado na suspeita de megacólon tóxico porque oferece visualização imediata, não invasiva e de baixo custo da dilatação colônica (diâmetro transverso superior a 6 cm), perda de haustrações, sinal do polegar por edema submucoso e possível pneumoperitônio indicativo de perfuração, permitindo confirmação diagnóstica e monitorização seriada em ambiente de emergência sem expor o paciente a riscos adicionais ou atrasos.
B. retossigmoidoscopia
INCORRETO : A retossigmoidoscopia, embora útil para avaliar a atividade da colite, apresenta alto risco de perfuração em megacólon tóxico devido à fragilidade da parede colônica distendida e ao uso de ar para insuflação, sendo formalmente contraindicada como exame inicial.
C. enema opaco
INCORRETO : O enema opaco é absolutamente contraindicado na suspeita de megacólon tóxico ou perfuração, pois a introdução de contraste sob pressão pode precipitar ou agravar perfuração colônica com consequente peritonite.
D. ecografia abdominal
INCORRETO : A ecografia abdominal tem sensibilidade muito baixa para avaliação do cólon em casos de distensão gasosa acentuada, sendo pouco útil para o diagnóstico de megacólon tóxico e não substituindo a radiografia simples.
E. tomografia computadorizada
INCORRETO : A tomografia computadorizada, embora excelente para detecção de complicações como perfuração, abscessos ou isquemia, não constitui o exame de primeira linha por envolver maior tempo, custo, exposição à radiação e necessidade de contraste, ficando reservada para casos de dúvida após a radiografia simples ou quando se planeja intervenção cirúrgica.
Gabarito: A
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FONTE:

1) O que poderia ter causado a apneia, nesse caso?
A injeção de Midazolam. (0,05 p)
Discussão: O midazolam deve ser usado somente quando materiais de ressuscitação apropriados para o tamanho e a idade estão disponíveis, já que a administração do mesmo pode deprimir a contratilidade miocárdica e causar apneia. Eventos adversos cardiorrespiratórios graves têm ocorrido em raras ocasiões. Esses eventos têm incluído depressão respiratória, apneia, parada respiratória e/ou parada cardíaca. A ocorrência de tais incidentes de risco à vida é mais provável em adultos acima de 60 anos, naqueles com insuficiência respiratória preexistente ou comprometimento da função cardíaca, e em pacientes pediátricos com instabilidade cardiovascular, particularmente quando a injeção é administrada muito rapidamente ou quando é administrada uma alta dose.
2) Qual é a arritmia apresentada no monitor? É ritmo chocável ou não?
Atividade elétrica sem pulso. (0,05 p) Não é ritmo chocável. (0,05 p)
Discussão: AESP é, sem duvida, uma catástrofe... Ela não é um ritmo especifico - na verdade, podemos descrever ela como atividade elétrica organizada (quer dizer, não é nem FV e nem assistolia) que aparece no ECG ou no monitor cardíaco mas... não tem pulso nenhum. A frequência de atividade elétrica pode ser baixa (mais comum, denominada agônica), normal ou alta. Pior é que as pulsações podem ser detectadas por uma forma de onda artéria ou estudo Doppler, mas os pulsos não são palpáveis. Ou seja, neste caso não há um fluxo satisfatório de sangue para os órgãos.
O ECG pode exibir complexos QRS normais ou largos. É muito importante, então avaliar o ritmo monitorado e observe a frequência e a largura dos complexos QRS. Salvo se for possível identificar e tratar rapidamente a causa da AESP, o ritmo provavelmente se deteriorará e se transformará em assistolia.
3) Qual é a intervenção a ser feita, imediatamente?
A primeira medida a ser feita neste momento é instituir imediatamente RCP de alta qualidade (0,05 p): como a lactente está no hospital e provavelmente tem dois reanimadores, utiliza-se o método com dois polegares (0,05 p). O ritmo das compressões cardíacas/ventilações é de 15 compressões:2 ventilações (0,05 p) cada compressão devendo descer 4 cm (criança pequena) (0,05 p) esperando o retorno total do tórax após cada compressão (0,05 p), com uma frequência de 100-120/minuto (0,05 p). Ás ventilações tem que ser aplicadas em menos de 10 segundos (0,05 p)
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