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RATING: 2.43 ![]()
Um homem de 69 anos com histórico de doença reumática cardíaca se apresenta ao PS reclamando de febre e fraqueza no lado esquerdo. No exame físico, o paciente apresenta fraqueza em sua extremidade superior esquerda e ele desenha apenas o metade direita de um relógio. Logo após sua apresentação, no entanto, ele vem ao óbito, e uma autópsia é realizada. Uma fotografia do coração aberto do paciente é mostrada abaixo:

A. Doença da artéria coronária
INCORRETO: Doença arterial coronária (DAC) pode levar à doença valvar que aumentaria o risco de endocardite infecciosa, mas a DAC não aumenta diretamente o risco de desenvolver endocardite infecciosa.
B. Hipertensão
INCORRETO : A hipertensão pode suprasolicitar o coração e suas válvulas, se mal controlada, mas não aumenta diretamente o risco de desenvolver endocardite infecciosa.
C. Prolapso da válvula mitral
CORRETO : A seta na fotografia aponta para um crescimento vegetativo numa válvula mitral nativa. Prolapso da válvula mitral, particularmente como complicação da doença reumática do coração, é um fator de risco para endocardite infecciosa de válvula nativa . Isso ocorre porque sangue alterado fluxo em torno de uma válvula danificada fornece a oportunidade para um coágulo se desenvolver e abrigar bactérias, que ganham acesso ao sangue por meio de um ferida, trabalho dentário, cirurgia ou uso de drogas intravenoso. Isso pode ser evitado substituindo o válvula com uma válvula protética.
D. Repouso prolongado na cama
INCORRETO : O descanso prolongado da cama pode levar ao desenvolvimento de coágulos de sangue na circulação venosa profunda. Isso pode levar a embolia pulmonar à medida que o coágulo viaja no retorno venoso e pelo lado direito do coração. Seria extremamente raro para o coágulo encontrar um caminho de o lado direito do coração à válvula mitral do lado esquerdo. Mesmo que isso ocorresse, a complicação preocupante seria êmbolo para o cérebro, e não alojar-se na válvula para servir como um local para o crescimento bacteriano.
E. Substituição da válvula protética
INCORRETO : Enquanto uma válvula artificial é um fator de risco para endocardite infecciosa, não contribui para endocardite valvar nativa.
Gabarito: C
RATING: 2.99 ![]()
FONTE:
Uma senhora de 66 anos, hipertensa e diabética, refere palpitações e cansaço aos esforços há cerca de 3 meses. Há quase um ano vem em uso de clortalidona 25 mg/dia + lisinopril 5 mg/dia + glibenclamida 10 mg/dia, mantendo um controle adequado da pressão arterial e das glicemias (sic). Ao exame, PA = 138 x 86 mmHg, FC = 154 bpm, eupnêica, corada, hidratada, anictérica, ritmo cardíaco irregular, em 2 tempos, com sopro sistólico em ponta +2/+6 , murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios, abdome e membros inferiores sem alterações dignas de nota. Exame neurológico normal. Fundoscopia: retinopatia hipertensiva grau II. Radiografia de tórax: calcificação da aorta ascendente, área cardíaca normal. Eletrocardiograma (Foto). Ecocardiograma-Doppler: hipertrofia ventricular esquerda leve, átrio esquerdo medindo 4,5 cm, fração de ejeção estimada em 65%, Doppler mitral com sinais de déficit de relaxamento, calcificação anular mitro-aórtica com regurgitação mitral leve.
a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal? (0,05 pontos)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento? (0,05 pontos)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro. Quais seriam os passos subseqüentes? (0,2 pontos)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta? (0,2 pontos)
a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal?
Fibrilação atrial. (0,05 p)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento?
Diltiazem (ou beta-bloqueador ou verapamil) + clortalidona + glibenclamida + warfarina.(0,05 p)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro, quais seriam os passos subseqüentes?
CONTROLE DE RITMO: reverter a fibrilação atrial, respeitando o protocolo de anticoagulação pré e pós-reversão. Pré-reversão: cumarínico por 3 semanas ou heparina por 12h (se eco-transesofágico não demonstrar trombo). Pós-reversão: cumarínico por 4 semanas. Manter antiarrítmico profilático (amiodarona em baixa dose) e a terapia antitrombótica crônica (cumarínico, pois esta paciente é de grupo de risco).(0,2 p)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta?
Cardioversão elétrica emergencial. Heparina em bolus, Choque com 100-200 J, anticoagulação pós-reversão (4 semanas de warfarin) e Terapia Antitrombótica Crônica com warfarin (pois a paciente é de grupo de risco).(0,2 p)
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