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Para a realização das apendicectomias, é necessário conhecer as variações anatômicas do apêndice. Nesse sentido, o cirurgião deve saber que a localização mais frequente do apêndice é a sua:
A. ponta em situação pélvica
INCORRETO: A posição pélvica da ponta do apêndice, onde ele se direciona para a pelve menor, ocorre em aproximadamente 20-30% dos casos, conforme dados de grandes séries dissecionais e revisões como as da Kenhub e estudos populacionais brasileiros. Embora comum, especialmente em crianças e mulheres (devido à anatomia pélvica), ela é secundária à posição retrocecal em adultos, e não define a localização padrão do órgão, que é ancorada pela base fixa; essa variação pode complicar o diagnóstico de apendicite ao mimetizar patologias ginecológicas ou urinárias, mas não é a predominante.
B. base na tênia posterior do ceco
INCORRETO : A base do apêndice não se localiza especificamente na tênia posterior (que corresponde à posterolateral ou mesocólica), mas sim no ponto de convergência de todas as três tênias, na face posteromedial do ceco. Descrições anatômicas precisas, como as do Sobotta Atlas, enfatizam que associar a base a uma única tênia ignora a configuração trifurcada típica do intestino grosso, o que poderia levar a erros de identificação cirúrgica; essa opção reflete uma imprecisão conceitual, não alinhada com a anatomia constante observada em 99% dos indivíduos.
C. ponta em situação retroperitoneal
INCORRETO : A posição retroperitoneal da ponta, onde o apêndice se situa extraperitonealmente (atrás do peritônio parietal, muitas vezes uma variante da retrocecal fixa), representa apenas 5-12% dos casos, de acordo com análises como as publicadas no Journal of Coloproctology e estudos de imagem. Essa configuração é menos comum que a intraperitoneal retrocecal e pode complicar apendicectomias por dificultar o acesso, mas não é a localização predominante; distingue-se da retrocecal clássica, que é intraperitoneal em cerca de 60-70% das ocorrências.
D. base na convergência das tênias no ceco
CORRETO : O apêndice vermiforme é uma estrutura tubular originada do ceco, com base fixa na parede posteromedial do mesmo, precisamente no ponto onde as três tênias coli (anterior ou livre, posterolateral ou mesocólica e posteromedial ou omental) convergem, localizado cerca de 2 cm inferior à válvula ileocecal. Essa configuração anatômica é constante em praticamente 100% dos casos, conforme descrito em textos clássicos de anatomia cirúrgica, como o Atlas de Netter e o Gray´s Anatomy, e corroborado por estudos dissecionais em cadáveres e achados intraoperatórios. Durante a apendicectomia, seja aberta ou laparoscópica, essa convergência das tênias serve como marco confiável para identificar a base do apêndice, especialmente em cenários de variações na posição da ponta ou em condições inflamatórias que distorcem a anatomia local. Essa localização fixa facilita a localização do órgão mesmo em posições atípicas da ponta, reduzindo o risco de lesões iatrogênicas e otimizando o procedimento cirúrgico.
E. ponta em situação retrocecal
INCORRETO : Embora a posição retrocecal da ponta (atrás do ceco, geralmente intraperitoneal) seja a variação mais comum para a extremidade distal, ocorrendo em 60-70% dos adultos conforme consensos da literatura (ex.: revisões da American College of Surgeons e dados do SEER). No entanto, a localização essencial e constante do apêndice é definida pela sua base, não pela ponta variável; essa opção é pertinente para discutir variações, mas não captura o marco anatômico fixo crucial para a cirurgia, onde o foco deve estar na convergência das tênias para uma identificação segura.
Gabarito: D
RATING: 2.9 ![]()
FONTE:

(1) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico?
Síndrome do QT longo (0,055 p) congênito (0,055 p)
(2) Quais são os principais riscos para essa idade?
1. Arritmias Graves (0,03 p)
2. Síncope. (0,03 p)
3. Morte Súbita Cardíaca (0,03 p)
O prognóstico é muito ruim em pacientes não tratados.(0,03 p) Os betabloqueadores diminuem parcialmente a mortalidade (0,03 p), mas não protegem completamente os pacientes da morte súbita (0,03 p).
(3) Quais são as recomendações medicamentosas principais?
Há consenso de que todas as crianças sintomáticas com síndrome do QT longo devem ser tratadas com propranolol (0,03 p), atenolol (0,03 p), metoprolol (0,03 p).
Também precisa orientar a interrupção das drogas psicotrópicas. (0,03 p)
Evitar prescrever fármacos que prolonguem o intervalo QT. (0,03 p)
4) Qual é a disciplina esportiva que essa criança não vai poder praticar particularmente, na vida?
Não é permitida a participação em esportes competitivos. (0,03 p)
Prática de natação não é recomendada. (0,03 p)
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