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MELANOMA MALIGNO (ÁREA DE CIRURGIA)

O melanoma cutâneo é um tumor derivado dos melanócitos – células da crista neural que migram durante o desenvolvimento fetal, principalmente para a pele, onde se localizam na junção dermoepidérmica (entre a epiderme e a derme).

O câncer de pele é o mais comum globalmente, representando pelo menos metade de todos os cânceres malignos.
O melanoma é responsável por menos de 5% dos cânceres de pele, mas causa a maioria das mortes relacionadas a eles.


OBJETIVA: (1224242 votos)..........99.09% das questões objetivas receberam votos.
A pseudo-obstrução colônica primária não tem, ainda, uma etiologia bem definida, ao contrário da pseudo-obstrução secundária do cólon, que é mais comum e geralmente associa-se a:
A. uremia
B. torção testicular
C. hipoparatireoidismo
D. doença de Alzheimer
E. hipotireoidismo.

  RATING: 2.75

A pseudo-obstrução colônica primária não tem, ainda, uma etiologia bem definida, ao contrário da pseudo-obstrução secundária do cólon, que é mais comum e geralmente associa-se a:

A. uremia
CORRETO: A uremia representa uma causa metabólica comum de pseudo-obstrução colônica secundária, decorrente de distúrbios renais que alteram o equilíbrio eletrolítico e a motilidade colônica por meio de toxinas urêmicas acumuladas, afetando a regulação autonômica e levando a dilatação colônica sem obstrução mecânica, especialmente em pacientes com insuficiência renal crônica, conforme identificado em múltiplas fontes como uma das anormalidades metabólicas associadas.
B. torção testicular
INCORRETO : A torção testicular é uma emergência urológica aguda envolvendo torção do cordão espermático, sem relação direta com a motilidade colônica ou mecanismos de pseudo-obstrução secundária, não afetando o equilíbrio autonômico ou metabólico do cólon de forma a causar dilatação sem obstrução mecânica.
C. hipoparatireoidismo
INCORRETO : Embora possa levar a hipocalcemia que afeta indiretamente a contratilidade muscular, não é uma associação geral ou primária para pseudo-obstrução colônica secundária, sendo menos comum em comparação a distúrbios como uremia, e tipicamente relacionada a anormalidades eletrolíticas específicas sem predominância na etiologia multifatorial descrita.
D. doença de Alzheimer
INCORRETO : A doença de Alzheimer constitui uma demência neurodegenerativa que afeta principalmente funções cognitivas, sem impacto direto ou geral na motilidade colônica ou na regulação autonômica do cólon, diferentemente de outras condições neurológicas como Parkinson, que são mais associadas, mas não representando uma causa típica de pseudo-obstrução secundária.
E. hipotireoidismo.
INCORRETO : Apesar de ser uma disfunção endócrina que pode causar constipação crônica por redução da motilidade gastrointestinal, não é uma associação geral para pseudo-obstrução colônica secundária aguda ou crônica, sendo mais relacionada a ileo paralítico em contextos específicos e menos predominante que causas metabólicas como uremia na etiologia multifatorial.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.75)

DISCURSIVA: (188457 votos) ..........99.44% das questões discursivas receberam votos.
A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)


RATING: 3.02

A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)

Medir a circunferência do braço para a escolha do manguito:
1º passo: Medir a distância do acrômio ao olecrano; (0,1 p)
2º passo: Identificar o ponto médio da distância entre o acrômio e o olecrano; (0,1 p)
3º passo: Medir a circunferência do braço nesse ponto médio. (0,1 p)
A partir dessa medida, seleciona-se o manguito adequado para a medida, que deve cobrir 40% da largura (0,1 p) e 80 a 100% do comprimento (0,1 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (220697 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.
PRDL, 28 anos, primigesta, idade gestacional de 32 semanas e 1 dia, calculado pela data da última menstruação, compatível com ultra-sonografia realizado com 9 semanas. Procura a triagem do HUJM, queixando-se de perda de liquido amniótico via vaginal há 6 horas. Nega sangramentos ou contrações uterinas. Ao exame, visualizado saída de líquido amniótico pelo orifício externo do colo. Toque vaginal apresentando colo grosso, posterior e fechado. Batimentos cárdio fetal de 150 bpm e dinâmica uterina: ausente. Pergunta-se:
Como você conduziria este caso?




RATING: 2.85

1. Internação e repouso absoluto no leito.
2. Ultrassonografia para quantificar líquido amniótico.
3. Cardiotocografia de 3/3 dias.
4. Dopplervelocimetria semanal.
5. Temperatura axilar de 4/4 horas.
6. Pesquisar aumento da sensibilidade uterina, secreções vaginais fétidas diariamente.
7. Auscultar BCF de 6/6 horas.
8. Leucograma e PCR de 3/3 dias.
9. Pesquisar maturidade fetal com 34 semanas.
10. Fazer corticóide na internação: betametazona, 12 mg de 24/24 horas (2 doses) IM.
11. NÃO FAZER: Toques vaginais. Antibióticos profiláticos. Tamponamento vaginal
12. Interromper a gestação na vigência de infecção ou vitalidade fetal comprometida ou maturidade presente (34 semanas).
13. Via de parto: Obstétrica.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.85)




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