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DOENÇA VASCULAR ANEURISMATICA (ÁREA DE CIRURGIA)

Aneurisma arterial é um alargamento permanente de uma artéria, mais que uma vez e meia o seu diâmetro esperado, em qualquer localização da árvore arterial. Em ordem decrescente de frequência, aneurismas são encontrados mais comumente nas artérias aorta, ilíaca, poplítea e femoral. Podem, no entanto, desenvolver aneurismas, as arterias:

  • carótida,
  • renal
  • viscerais
  • membros superiores

Comparados em relação à idade, aos fatores de risco, às manifestações clínicas e ao tratamento, os aneurismas cerebrovasculares intracranianos são diferentes daqueles extracranianos.

OBJETIVA: (973552 votos)..........95.2% das questões objetivas receberam votos.
Um menino de 3 anos há 6 dias apresentou dor na garganta, seguida de obstrução nasal, rinorreia e alguns episódios de tosse. Ontem a secreção nasal se tornou amarelada e hoje apresentou febre (38,5°C) durante a madrugada, sem outros sinais ou sintomas. A hipótese diagnóstica mais provável é:
A. amigdalite
B. traqueíte
C. sinusite
D. otite média
E. rinofaringite aguda viral

  RATING: 0

Um menino de 3 anos há 6 dias apresentou dor na garganta, seguida de obstrução nasal, rinorreia e alguns episódios de tosse. Ontem a secreção nasal se tornou amarelada e hoje apresentou febre (38,5°C) durante a madrugada, sem outros sinais ou sintomas. A hipótese diagnóstica mais provável é:

A. amigdalite
INCORRETO: A dor na garganta ocorreu no início do quadro há seis dias e não persiste, sem achados atuais de hiperemia amigdaliana, exsudato ou adenomegalias que caracterizam amigdalite aguda; a febre tardia também não se encaixa no padrão típico de faringoamigdalite bacteriana.
B. traqueíte
INCORRETO : A tosse é descrita como leve e esporádica, sem rouquidão, estridor ou tosse intensa e produtiva que definiriam traqueíte aguda; o predomínio de sintomas nasais purulentos e febre nova não é compatível com inflamação traqueal isolada.
C. sinusite
CORRETO : O quadro inicia como infecção viral das vias aéreas superiores e evolui com piora após o quinto dia, caracterizada por secreção nasal purulenta e surgimento de febre, padrão clássico que define rinossinusite aguda bacteriana em crianças conforme critérios pediátricos (piora após melhora inicial, mesmo antes dos 10 dias completos).
D. otite média
INCORRETO : Não há queixa de otalgia, puxar de orelha, irritabilidade auditiva ou achados sugestivos de otoscopia alterada; a otite média aguda não se manifesta primariamente por rinorreia purulenta e obstrução nasal prolongada sem envolvimento auricular.
E. rinofaringite aguda viral
INCORRETO : A rinofaringite aguda viral típica evolui com melhora progressiva após o quarto ou quinto dia, com resolução da febre e clareamento da secreção; aqui a piora com secreção amarelada persistente e febre nova no sexto-setimo dia indica complicação bacteriana e não o curso autolimitado de um resfriado comum.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (174989 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
I) Quais são os efeitos do veneno bothropico? 0,15 pontos
II) Quais são os efeitos do veneno crotalico? 0,15 pontos
III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma? 0,2 pontos


RATING: 3

I) Quais são os efeitos do veneno bothropico? 0,15 pontos
II) Quais são os efeitos do veneno crotalico? 0,15 pontos
III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma? 0,2 pontos

I) Quais são os efeitos do veneno bothropico?

Os efeitos do veneneo bothropico são:
- coagulante 0,05 p
- hemorragico 0,05 p
- proteolitico 0,05 p
Discussão: Proteolítica: As lesões locais, como edema, bolhas e necrose, atribuídas inicialmente à “ação proteolítica”, têm patogênese complexa. Possivelmente, decorrem da atividade de proteases, hialuronidases e fosfolipases, da liberação de mediadores da resposta inflamatória, da ação das hemorraginas sobre o endotélio vascular e da ação pró-coagulante do veneno.
Coagulante: A maioria dos venenos botrópicos ativa, de modo isolado ou simultâneo, o fator X e a protrombina. Possui também ação semelhante à trombina, convertendo o fibrinogênio em fibrina. Essas ações produzem distúrbios da coagulação, caracterizados por consumo dos seus fatores, geração de produtos de degradação de fibrina e fibrinogênio, podendo ocasionar incoagulabilidade sangüínea. Este quadro é semelhante ao da coagulação intravascular disseminada. Os venenos botrópicos podem também levar a alterações da função plaquetária bem como plaquetopenia.
Hemorragica: As manifestações hemorrágicas são decorrentes da ação das hemorraginas que provocam lesões na membrana basal dos capilares, associadas à plaquetopenia e alterações da coagulação.

II) Quais são os efeitos do veneno crotalico?

Os efeitos do veneno crotalico são:
- neurotoxico 0,05 p
- miotoxico 0,05 p
- coagulante 0,05 p
Discussão: Neurotoxica: produzida principalmente pela fração crotoxina, uma neurotoxina de ação pré-sináptica que atua nas terminações nervosas inibindo a liberação de acetilcolina. Esta inibição é o principal fator responsável pelo bloqueio neuromuscular do qual decorrem as paralisias motoras apresentadas pelos pacientes.
Miotoxica: produz lesões de fibras musculares esqueléticas (rabdomiólise) com liberação de enzimas e mioglobina para o soro e que são posteriormente excretadas pela urina. Não está identificada a fração do veneno que produz esse efeito miotóxico sistêmico. Há referências experimentais da ação miotóxica local da crotoxina e da crotamina. Estudos mais recentes não demonstram a ocorrência de hemólise nos acidentes humanos.
Coagulante: Decorre de atividade do tipo trombina que converte o fibrinogênio diretamente em fibrina. O consumo do fibrinogênio pode levar à incoagulabilidade sangüínea. Geralmente não há redução do número de plaquetas. As manifestações hemorrágicas, quando presentes, são discretas.

III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma?

O fácies miastênica (fácies neurotóxica de Rosenfeld) é caracterizada pela ptose palpebral uni ou bilateral (0,05 p), flacidez da musculatura da face (0,05 p), alteração do diâmetro pupilar (0,05 p), incapacidade de movimentação do globo ocular (oftalmoplegia) (0,05 p). 
É caracteristico para o acidente crotalico grave (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (203311 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente: Homem, 68 anos, agricultor, pele clara, fototipo I-II, com história de queimadura térmica acidental na parede abdominal inferior há 15 anos, que cicatrizou com formação de úlcera crônica recorrente. Apresenta lesão ulcerovegetante de 4,5 cm na cicatriz, com bordas elevadas, base granulosa sangrante ao toque, infiltração palpável longitudinal maior que o visível, evolução de 8 meses, sem linfonodos palpáveis ou sintomas sistêmicos. Nega tabagismo atual, mas relata exposição solar crônica ocupacional.

I. Qual a suspeita diagnóstica principal? ............................... Total parcial I: 0,20 p
II. Qual a possível causa etiológica principal da doença diagnosticada? .......................... Total parcial II: 0,20 p
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ..................... Total parcial III: 0,10 p
IV. Qual o tratamento de eleição? .................. Total parcial IV: 0,10 p





RATING: 2.94

Resposta I – Suspeita Diagnóstica Principal (Carcinoma de Células Escamosas – CEC / Carcinoma Espinocelular)

  • Lesão ulcerovegetante em cicatriz crônica de queimadura na parede abdominal, com crescimento acelerado em semestres e infiltração longitudinal palpável maior que o visível, altamente sugestiva de CEC (0,08 p).
  • Origem em pele previamente alterada por processo patológico crônico (úlcera de Marjolin), padrão clássico do CEC (0,07 p).
  • Ausência de bordas peroladas translúcidas e crescimento lento exclui carcinoma basocelular como principal hipótese (0,05 p).


Resposta II – Possível Causa Etiológica Principal

  • Cicatriz antiga de queimadura (úlcera de Marjolin) é lesão precursora clássica do CEC, com risco de malignização de 17% (0,10 p).
  • Exposição solar crônica cumulativa (radiação UVB) atua como fator etiológico direto, promovendo danos no DNA dos queratinócitos basais e supressão da vigilância imune cutânea (0,08 p).
  • Imunossupressão relativa por idade avançada e trauma repetitivo crônico favorece progressão de clone iniciado (0,02 p).


Resposta III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico

  • Biópsia excisional ou incisional precoce é o exame de escolha, obrigatória em lesão ceratósica de crescimento progressivo em adulto, permitindo diagnóstico histológico preciso e exclusão de ceratoacantoma ou hiperplasia pseudocarcinomatosa (0,05 p).
  • Histopatologia revela proliferação desordenada de células epiteliais em ninhos compactos ou cordões infiltrativos, com pérolas córneas e grau de diferenciação pela classificação de Broders (0,05 p).


Resposta IV – Tratamento de Eleição

  • Cirurgia excisional com margens histológicas livres (4-6 mm para lesões de baixo risco) é a abordagem terapêutica de eleição, alcançando taxas de cura >95% em estágios iniciais (0,05 p).
  • Evitar curetagem isolada; eletrodissecção combinada com curetagem pode ser usada apenas em lesões pequenas ≤10 mm (0,03 p).
  • Em lesão única na parede abdominal sem linfonodos acometidos, não há indicação inicial de esvaziamento ganglionar ou adjuvantes (0,02 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.94)




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