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Ortopedia Pediátrica é uma área de especialização na medicina que foca no tratamento de problemas musculoesqueléticos em crianças. Esta área abrange muitas subespecialidades, incluindo trauma, deformidades congênitas, doenças inflamatórias, tumores e distúrbios relacionados ao crescimento.
Um ortopedista pediátrico tem a responsabilidade de tratar crianças de todas as idades, desde recém-nascidos até adolescentes. O ortopedista pode usar uma variedade de tratamentos para lidar com problemas musculoesqueléticos em crianças, desde medicação até cirurgia. Por exemplo, eles podem prescrever medicamentos para reduzir a dor, inflamação e outros sintomas associados a doenças inflamatórias, como artrite. além disso, eles podem usar terapias físicas e cirurgias para corrigir problemas estruturais, como pés planos.
Os ortopedistas também trabalham para prevenir e tratar lesões esportivas e outras lesões em crianças. Eles podem ajudar a melhorar a postura e o equilíbrio, ensinar exercícios adequados para fortalecer os músculos e ajudar a evitar lesões. Os ortopedistas também podem ensinar aos pais e outros cuidadores as melhores práticas de segurança para prevenir lesões em crianças.
Em suma, a Ortopedia Pediátrica é uma área de especialização no campo da medicina que visa tratar problemas musculoesqueléticos em crianças. Esta área abrange várias subespecialidades, incluindo trauma, deformidades congênitas, doenças inflamatórias, tumores e distúrbios relacionados ao crescimento. O tratamento pode incluir medicação, terapia física, cirurgia e prevenção de lesões. Todos esses tratamentos visam ajudar a melhorar a qualidade de vida das crianças.

OBJETIVA: (1159019 votos)..........99.31% das questões objetivas receberam votos.
As enfermeiras no acompanhamento do trabalho de parto estão discutindo a curva de trabalho de parto vista abaixo.

A mãe, uma gestante de 18 anos, gesta 1 para 1, teve bebê na noite anterior. As causas possíveis desta anomalia são as seguntes, EXCETO:
A. sedação precoce
B. contrações uterinas anormais
C. desproporção cefalopélvica
D. colo imaturo
E. anestesia

  RATING: 3.1

As enfermeiras no acompanhamento do trabalho de parto estão discutindo a curva de trabalho de parto vista abaixo.

A mãe, uma gestante de 18 anos, gesta 1 para 1, teve bebê na noite anterior. As causas possíveis desta anomalia são as seguntes, EXCETO:

A. sedação precoce
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. contrações uterinas anormais
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. desproporção cefalopélvica
CORRETO : A curva apresenta uma fase latente prolongada que pode ser devida a sedação, contrações anormais do útero, cérvix imatura ou anestesia administrada muito cedo. A DCP costuma causar tanto um aumento muito lento ou uma parada da dilatação cervical. Segundo esta curva de trabalho de parto, devemos antecipar um parto normal.
D. colo imaturo
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. anestesia
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.1)

DISCURSIVA: (184013 votos) ..........99.41% das questões discursivas receberam votos.
I. Enumere as patologias causadoras de hemorragia do 3º trimestre (0,3 pontos).
II. Enumere os termos da definição da hemorragia pós-parto.(0,1 pontos)
III. Conduta em caso de placenta prévia na gestação pré-termo com hemorragia grave (0,1 pontos)


RATING: 2.99

I. Enumere as patologias causadoras de hemorragia do 3º trimestre (0,3 pontos).
II. Enumere os termos da definição da hemorragia pós-parto.(0,1 pontos)
III. Conduta em caso de placenta prévia na gestação pré-termo com hemorragia grave (0,1 pontos)

(I) Enumere as patologias causadoras de hemorragia do 3º trimestre (0,3 pontos). R: As principais são:
• Placenta prévia 0,03 p
• Descolamento Prematuro de Placenta (DPP) 0,03 p
• Ruptura de seio marginal 0,03 p
• Ruptura de vasa prévia 0,03 p
• Lesões cervicais 0,03 p, cervicites 0,03 p, pólipos 0,03 p e Ca de colo uterino 0,03 p
• Lesões vaginais 0,03 p e vulvares 0,03 p

(II) Enumere os termos da definição da hemorragia pós-parto.(0,1 pontos)
R: Emergência obstétrica (0,025 p) com perda de sangue de mais de 500 ml (0,025 p) no parto vaginal e 1.000 ml na cesárea (0,025 p), nas primeiras 24 horas após o parto (0,025 p).

(III) Conduta em caso de placenta prévia na gestação pré-termo com hemorragia grave.
R: Deve-se evitar o toque vaginal(0,025 p). Quando realizado, exige ambiente onde seja possível realizar uma intervenção de emergência.(0,025 p) Gestação pré-termo com hemorragia grave comporta resolução do parto por cesárea(0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

CASO CLINICO: (214705 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Criança HYJ, etnia asiática, F, 6 anos e 2 meses, 24 kg, previamente hígida, inicia no dia de 12 de abril desconforto abdominal, fraqueza e anorexia, febre 38,3°C. Os pais procuraram a UPA aonde foi feito um diagnostico de 'virose' medicada com Paracetamol 1 gota por quilo de peso e sais orias de hidratação e o quadro clinico teve um período de remissão, mas depois de 3 dias de tratamento houve nova piora gradual do vômito e da inapetência. Os pais levaram a criança desta vez para um consultório, aonde foi feito um exame clinico geral e foram solicitados alguns exames. Dia seguinte á essa consulta, antes mesmo de fazer a coleta, a criança apresentou escléras amareladas e recomeçou vômitos – teve um mal estar com 'desmaio' e em seguida, apresentou 'movimentos descontrolados da cabeça e da mão'. Neste momento eles levaram a criança de novo na UPA aonde foi solicitada a internação.
Na entrada no hospital a criança se apresentava com cor amarelada das escleras, choro inconsolável, incapacidade de responder coerentemente ás perguntas, desatenção e sonolência o que levou a mãe afirmar que a criança dela 'não é assim', que mudou muito o comportamento nos últimos dias. Reflexos neurológicos normais. Respiratório e cardiovascular normal. Abdome difusamente doloroso, fígado palpável a aproximadamente 2 cm do rebordo costal direito, de superfície lisa e bordos finos. Foi solicitada a consulta com neurologista por suspeita de encefalite e foi mantida em observação. Solicitados hemograma (normal), exame de licor (normal), bilirrubinas (BT: , enzimas hepáticas (aspartato transaminase (AST) = 1377 UI/l; alanina transaminase (ALT) = 1717 UI/l; bilirrubina total=15,1 mg/dl com predomínio da forma direta - 13,1 mg/dl). Urina com bilirrubinuria e fezes normais com exame de parasitas negativo.>br>
1) Frente á esse quadro qual é o exame de laboratório que não foi solicitado e tem que ser pedido em seguida? (0,125 pontos)
2) Qual o grau de encefalopatia apresentada pela criança no momento da internação (0,125 pontos)
3) O que pode ter piorado o quadro clinico desde a primeira apresentação na UPA? (0,125 pontos)
4) Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,125 pontos)




RATING: 2.97

1) Frente á esse quadro qual é o exame de laboratório que não foi solicitado e tem que ser pedido em seguida? (0,125 pontos)
O INR!!! Estamos na frente duma alta suspeita de encefalopatia com hepatopatia. INR >2 deve ser sempre um sinal de alarme: Vitamina K deve ser administrada e INR repetido em 6 horas. Na auseência de melhora, o pediatra deve contatar especialista/ centro de referência em transplante para que o paciente seja precocemente encaminhado e admitido em local que possa receber suporte adequado.
2) Qual o grau de encefalopatia apresentada pela criança no momento da internação (0,125 pontos)


Provavelmente uma encefalopatia grau I (conforme a tabela, há mudança de comportamento com reflexos normais).
3) O que pode ter piorado o quadro clinico desde a primeira apresentação na UPA? (0,125 pontos)
Observa-se que a criança recebeu tanto na UPA quanto para tratamento domiciliar o acetaminofeno - um 'inimigo' do figado - mesmo que a dose está correta, se algum outro fator causou a hepatopatia, o paracetamol com certeza contribuiu na piora do quadro.
4) Qual a principal suspeita diagnóstica? (0,125 pontos)
Insuficiência hepática aguda é classicamente definida (definição da década de 70) pela evolução para encefalopatia em menos de 8 semanas, e ausência de doença hepática crônica. Em pediatria, muitas vezes difícil definir encefalopatia (sobretudo em crianças menores, que podem apresentar apenas irritabilidade). É um evento raro, mas com alta letalidade. Em geral mesmo grandes centros, transplantam em média 5-8 casos por insuficiencia hepática aguda por ano. O correto é que esses centros recebam e manejem essas crianças, ainda que na evolução elas não vão à transplante. Letalidade chega a ultrapassar 1/3 dos casos. História natural é dificil de ser discutida. Crianças são listadas para transplante e se tornam prioridade em nível nacional.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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