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SARAMPO (ÁREA DE PEDIATRIA)

A terminologia para sarampo tem originado alguma confusão. O termo científico em inglês é rubéola, embora a doença seja comumente referida como 10-day measles, red measles e morbilli.
No entanto em espanhol e português rubéola significa sarampo alemão (rubella em inglês). Termos alternativos em espanhol são sarampión ou morbilli para o sarampo e sarampión alemán para a rubéola.
Os termos em francês são rougeole para sarampo e rubeole para a rubéola, termo que foi também adotado na Romênia (rujeolă, rubeolă).

OBJETIVA: (911956 votos)..........94.44% das questões objetivas receberam votos.
Para a realização das apendicectomias, é necessário conhecer as variações anatômicas do apêndice. Nesse sentido, o cirurgião deve saber que a localização mais frequente do apêndice é a sua:
A. ponta em situação pélvica
B. base na tênia posterior do ceco
C. ponta em situação retroperitoneal
D. base na convergência das tênias no ceco
E. ponta em situação retrocecal

  RATING: 3

Para a realização das apendicectomias, é necessário conhecer as variações anatômicas do apêndice. Nesse sentido, o cirurgião deve saber que a localização mais frequente do apêndice é a sua:

A. ponta em situação pélvica
INCORRETO: A posição pélvica da ponta do apêndice, onde ele se direciona para a pelve menor, ocorre em aproximadamente 20-30% dos casos, conforme dados de grandes séries dissecionais e revisões como as da Kenhub e estudos populacionais brasileiros. Embora comum, especialmente em crianças e mulheres (devido à anatomia pélvica), ela é secundária à posição retrocecal em adultos, e não define a localização padrão do órgão, que é ancorada pela base fixa; essa variação pode complicar o diagnóstico de apendicite ao mimetizar patologias ginecológicas ou urinárias, mas não é a predominante.
B. base na tênia posterior do ceco
INCORRETO : A base do apêndice não se localiza especificamente na tênia posterior (que corresponde à posterolateral ou mesocólica), mas sim no ponto de convergência de todas as três tênias, na face posteromedial do ceco. Descrições anatômicas precisas, como as do Sobotta Atlas, enfatizam que associar a base a uma única tênia ignora a configuração trifurcada típica do intestino grosso, o que poderia levar a erros de identificação cirúrgica; essa opção reflete uma imprecisão conceitual, não alinhada com a anatomia constante observada em 99% dos indivíduos.
C. ponta em situação retroperitoneal
INCORRETO : A posição retroperitoneal da ponta, onde o apêndice se situa extraperitonealmente (atrás do peritônio parietal, muitas vezes uma variante da retrocecal fixa), representa apenas 5-12% dos casos, de acordo com análises como as publicadas no Journal of Coloproctology e estudos de imagem. Essa configuração é menos comum que a intraperitoneal retrocecal e pode complicar apendicectomias por dificultar o acesso, mas não é a localização predominante; distingue-se da retrocecal clássica, que é intraperitoneal em cerca de 60-70% das ocorrências.
D. base na convergência das tênias no ceco
CORRETO : O apêndice vermiforme é uma estrutura tubular originada do ceco, com base fixa na parede posteromedial do mesmo, precisamente no ponto onde as três tênias coli (anterior ou livre, posterolateral ou mesocólica e posteromedial ou omental) convergem, localizado cerca de 2 cm inferior à válvula ileocecal. Essa configuração anatômica é constante em praticamente 100% dos casos, conforme descrito em textos clássicos de anatomia cirúrgica, como o Atlas de Netter e o Gray´s Anatomy, e corroborado por estudos dissecionais em cadáveres e achados intraoperatórios. Durante a apendicectomia, seja aberta ou laparoscópica, essa convergência das tênias serve como marco confiável para identificar a base do apêndice, especialmente em cenários de variações na posição da ponta ou em condições inflamatórias que distorcem a anatomia local. Essa localização fixa facilita a localização do órgão mesmo em posições atípicas da ponta, reduzindo o risco de lesões iatrogênicas e otimizando o procedimento cirúrgico.
E. ponta em situação retrocecal
INCORRETO : Embora a posição retrocecal da ponta (atrás do ceco, geralmente intraperitoneal) seja a variação mais comum para a extremidade distal, ocorrendo em 60-70% dos adultos conforme consensos da literatura (ex.: revisões da American College of Surgeons e dados do SEER). No entanto, a localização essencial e constante do apêndice é definida pela sua base, não pela ponta variável; essa opção é pertinente para discutir variações, mas não captura o marco anatômico fixo crucial para a cirurgia, onde o foco deve estar na convergência das tênias para uma identificação segura.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (166092 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Pergunta-se:
1) Como podemos aumentar o rendimento diagnóstico do ECG? (0,1 pontos)
2) Qual caracteristica ECG podemos utilizar como evidencia objetiva de isquemia miocárdica transitória? 0,1 p
3) O que significa um ECG normal com dor toracica ? (0,1 pontos)
4) Muitas vezes vamos achar subdesnivel de ST. Isso significa o que? (0,1 pontos)
5) Qual é o significado de onda T negativa, sem modificação do segmento ST?


RATING: 2.9

Pergunta-se:
1) Como podemos aumentar o rendimento diagnóstico do ECG? (0,1 pontos)
2) Qual caracteristica ECG podemos utilizar como evidencia objetiva de isquemia miocárdica transitória? 0,1 p
3) O que significa um ECG normal com dor toracica ? (0,1 pontos)
4) Muitas vezes vamos achar subdesnivel de ST. Isso significa o que? (0,1 pontos)
5) Qual é o significado de onda T negativa, sem modificação do segmento ST?

1) Como podemos aumentar o rendimento diagnóstico do ECG? 0,1 p 

Sempre o rendimento é aumentado se um traçado puder ser registrado durante um episódio de dor torácica.

2) Qual caracteristica ECG podemos utilizar como evidencia objetiva de isquemia miocárdica transitória? 0,1 p 

A depressão transitória de pelo menos 1 mm do segmento ST que aparece durante a dor torácica e desaparece quando esta alivia

3) O que significa um ECG normal com dor toracica ? 0,1 p

Tal achado não exclui angina instável; entretanto, ele indica que uma área isquèmica, se presente, não e extensa ou suficientemente grave para induzir alterações eletrocardiograficas, e esse achado e um sinal prognostico favorável.

4) Muitas vezes vamos achar subdesnivel de ST. Isso significa o que? 0,1 p 

Quando a depressão do segmento ST e um padrão persistente dos ECG registrados com ou sem dor torácica, o achado representa um IM sem elevação do segmento ST.

5) Qual é o significado de onda T negativa, sem modificação do segmento ST? 0,1 p

Um padrão eletrocardiografico comum de pacientes com angina instável ou IM sem elevação do segmento ST é uma onda T persistentemente negativa, que, geralmente, indica a presença de uma estenose grave na artéria coronariana correspondente. Ondas T profundamente negativas são, por ocasião, observadas em todas as derivações precordiais, um padrão que sugere uma estenose proximal grave da artéria descendente anterior esquerda como a lesao responsável

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

CASO CLINICO: (192477 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um lactente masculino, com 6 meses de idade, de etnia negra, é referido de um serviço anterior para avaliação pela equipe de neuropediatria, em virtude de um histórico de episódio convulsivo ocorrido há 2 meses.
O episódio teve uma duração aproximada de 2 minutos e apresentou sinais de cianose perioral, desencadeamento da liberação esfincteriana, completa imobilização corporal, incluindo a cessação dos movimentos respiratórios (sic), seguido de um estado de ”corpo mole” após a crise, sendo administrado Fenobarbital na dosagem de 15 gotas duas vezes ao dia.
Quatro dias após o encaminhamento, o paciente manifestou um novo episódio que se assemelhava ao anterior, com duração de sete minutos e sinais de cianose intensa.
Internado em sua cidade, apresentou mais três episódios de crise de menor duração.
Foi realizado um eletroencefalograma (EEG) e um eletrocardiograma (ECG), ambos considerados dentro dos parâmetros normais. Durante o processo de transferência, a criança teve uma nova crise na ambulância, a qual perdurou por 10 minutos, exigindo ventilação com máscara e ressuscitador manual (AMBU), resultando em recuperação espontânea.
Entre os antecedentes pessoais, destaca-se que a criança nasceu por meio de uma cesariana pre-termo, realizada às 36 semanas de gestação, em virtude da bradicardia identificada em ultrassonografia obstétrica. A criança nasceu em boas condições, apresentando uma frequência cardíaca que oscilou entre 85 e 105 bpm.
No exame físico inicial, o paciente demonstrou peso e altura compatíveis com a faixa etária, sem evidências de anomalias nos sinais vitais ou no exame físico. Os exames laboratoriais iniciais não evidenciaram alterações nos níveis hidroeletrolíticos, gasométricos ou hematimétricos. O ecocardiograma inicial apresentou resultados normais em todos os aspectos anatômicos avaliados.
O eletrocardiograma apresentou o seguinte padrão, com intervalo Q-> Tc= 694 ms e alternância de onda T.

(1) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico? - 0,11 pontos
(2) Quais são os principais riscos para essa idade? - 0,18 pontos
(3) Quais são as recomendações medicamentosas principais? - 0,15 pontos
(4) Qual é a disciplina esportiva que essa criança não vai poder praticar particularmente, na vida? - 0,06 pontos



RATING: 2.77

(1) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico?

Síndrome do QT longo (0,055 p) congênito (0,055 p)

(2) Quais são os principais riscos para essa idade?

1. Arritmias Graves (0,03 p)

2. Síncope. (0,03 p)

3. Morte Súbita Cardíaca (0,03 p)

O prognóstico é muito ruim em pacientes não tratados.(0,03 p) Os betabloqueadores diminuem parcialmente a mortalidade (0,03 p), mas não protegem completamente os pacientes da morte súbita (0,03 p).

(3) Quais são as recomendações medicamentosas principais?

Há consenso de que todas as crianças sintomáticas com síndrome do QT longo devem ser tratadas com propranolol (0,03 p), atenolol (0,03 p), metoprolol (0,03 p).

Também precisa orientar a interrupção das drogas psicotrópicas. (0,03 p)

Evitar prescrever fármacos que prolonguem o intervalo QT. (0,03 p)

4) Qual é a disciplina esportiva que essa criança não vai poder praticar particularmente, na vida?

Não é permitida a participação em esportes competitivos. (0,03 p)

Prática de natação não é recomendada. (0,03 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.77)




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