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Paciente de 67 anos, feminina, realizou sua primeira colonoscopia há 30 dias para rastreamento de câncer colorretal. Um adenoma tubular de 7 mm de sigmoide foi removido. Não apresenta história familiar de câncer colônico familiar. A paciente deseja saber o que pode ser feito para reduzir sua chance de ter câncer de cólon. A melhor estratégia de rastreamento para ela é:
A. repetir a colonoscopia em cinco anos
INCORRETO: Um intervalo de 5 anos é recomendado para achados de risco intermediário, como 3-4 adenomas pequenos (<10 mm) ou adenomas maiores (≥10 mm) sem displasia de alto grau, conforme as mesmas diretrizes. No caso dessa paciente, com apenas um adenoma pequeno, 5 anos seria excessivamente frequente, aumentando custos, riscos procedimentais (como perfuração ou sangramento) e desconforto sem benefício proporcional na redução de risco de câncer.
B. repetir a colonoscopia em um ano
INCORRETO : Um intervalo de 1 ano é reservado para situações de alto risco, como remoção incompleta de pólipos, adenomas com displasia de alto grau, mais de 10 adenomas, pólipos sésseis grandes (>20 mm) removidos de forma piecemeal ou presença de pólipos serrilhados com displasia. Aqui, o adenoma foi pequeno, tubular e presumidamente removido completamente, sem indicação para vigilância tão intensiva.).
C. repetir a colonoscopia em 10 anos, pois não apresenta história familiar de neoplasia colônica
CORRETO : A paciente não apresenta história familiar de neoplasia colônica. Essa é a melhor estratégia de rastreamento, de acordo com as diretrizes atuais, como as do US Multi-Society Task Force on Colorectal Cancer (2020), que recomendam um intervalo de 7-10 anos para pacientes com 1-2 adenomas tubulares pequenos (<10 mm) completamente removidos em uma colonoscopia de alta qualidade, em indivíduos de risco médio (sem história familiar de câncer colorretal). No caso dessa paciente de 67 anos, com um único adenoma tubular de 7 mm removido, sem fatores de alto risco (como displasia de alto grau, componente viloso, múltiplos pólipos ou remoção incompleta), o intervalo de 10 anos é apropriado e seguro para vigilância, reduzindo o risco de câncer colorretal por meio de detecção precoce de novas lesões, sem expor a paciente a exames desnecessariamente frequentes. Essa recomendação é adotada em contextos internacionais e brasileiros, priorizando a qualidade da colonoscopia inicial e a ausência de riscos adicionais.
D. dieta rica em gordura saturada, hipolipídica e com alto teor de fibras
INCORRETO : Embora uma dieta rica em fibras possa ajudar na prevenção primária do câncer colorretal (reduzindo o tempo de trânsito intestinal e diluindo carcinógenos), a descrição é contraditória e errada: 'rica em gordura saturada' aumenta o risco de câncer colorretal (associada a inflamação e alterações na microbiota), enquanto 'hipolipídica' significa baixa em lipídios, o que contradiz a parte anterior. Além disso, a pergunta foca em 'estratégia de rastreamento' (screening/vigilância), não em prevenção dietética, e essa opção não aborda o seguimento endoscópico necessário.
E. não há necessidade de repetir a colonoscopia, uma vez que o pólipo encontrado foi pólipo do tipo tubular
INCORRETO : Adenomas tubulares, mesmo pequenos, são lesões pré-malignas com potencial de progressão para câncer colorretal. A remoção inicial não elimina a necessidade de vigilância, pois há risco de novos pólipos ou recorrência (cerca de 20-30% em 5-10 anos em pacientes semelhantes). Diretrizes enfatizam a importância do seguimento para detecção precoce, independentemente do tipo tubular (que é de baixo risco, mas não zero).
Gabarito: C
RATING: 2.83 ![]()
FONTE:
Homem de 67 anos, de etnia negra, com história familiar de câncer de próstata em ascendente de primeiro grau diagnosticado precocemente, previamente assintomático, desenvolve em poucas semanas jato urinário fraco e fino, hesitação, gotejamento terminal e noctúria intensa. O exame físico revela nódulo endurecido no toque retal sem extensão óbvia para vesículas seminais. Não há dor óssea ou edema de membros inferiores. PSA total de 7,5 ng/mL.
Questões:
Questão I (Suspeita diagnóstica)
Questão II (Possível causa da doença diagnosticada)
Questão III (Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico)
Questão IV (Tratamento)
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