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A IMUNIZAÇÃO (ÁREA DE PEDIATRIA)

A imunização é um recurso notadamente bem-sucedido, com bom custo/benéfico na prevenção das doenças infecciosas e é uma das conquistas principais da saúde pública e dos pediatras. Como resultado das imunizações de rotina na infância, a ocorrência de doenças contagiosas antigamente comuns diminuiu marcadamente nos Estados Unidos e em outros países na segunda metade do século XX. Programas de saúde pública baseados em vacinação levaram à erradicação global da varíola, eliminação dos poliovírus do tipo selvagem das Américas e provavelmente do mundo no futuro próximo, e uma redução superior a 95% da doença pelo Haemophilus influenzae do tipo b (Hib) invasivo nos Estados Unidos. Além disso, a síndrome da rubéola congénita, tétano e difteria quase foi eliminada, e a incidência de rubéola e sarampo foi reduzida a taxas baixas recordes nos Estados Unidos.
Lactentes e outras crianças norte-americanas rotineiramente recebem vacinas contra 11 doenças: difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola, infecção pelo Hib, infecção pneumocócica, hepatite B e varicela. As vacinas contra hepatite A e contra a gripe são recomendadas para alguns grupos de crianças.

OBJETIVA: (1386193 votos)..........94.88% das questões objetivas receberam votos.
Considerando a importância do estadiamento clínico dos pacientes com suspeita de dengue para a melhor definição terapêutica, assinale a alternativa CORRETA.
A. Os pacientes classificados no grupo A podem ter seu manejo conduzido em domicílio, mas devem realizar um hemograma como forma de antecipar possíveis episódios hemorrágicos.
B. Pacientes classificados no grupo B devem ficar em observação por até 48 horas, sendo liberados após verificação de plaquetas em hemograma.
C. Pacientes classificados no grupo C devem receber hidratação oral, caso não estejam apresentando náuseas ou vômitos. Caso contrário, deve ser iniciada a hidratação venosa de imediato.
D. Pacientes classificados como grupo D devem ser conduzidos com rápida expansão parenteral, com solução salina isotônica, e devem estar monitorados em leitos de UTI até pronta estabilização.
E. Pacientes do grupo A com prova do laço positiva permanecem no grupo A, desde que a hidratação oral seja intensificada.

  RATING: 0

Considerando a importância do estadiamento clínico dos pacientes com suspeita de dengue para a melhor definição terapêutica, assinale a alternativa CORRETA.

A. Os pacientes classificados no grupo A podem ter seu manejo conduzido em domicílio, mas devem realizar um hemograma como forma de antecipar possíveis episódios hemorrágicos.
INCORRETO: O grupo A (sem sinais de alarme, sem comorbidade, sem risco social) de fato tem manejo domiciliar e hidratação oral. O hemograma não é obrigatório nesse grupo e não se solicita para “antecipar hemorragia”. A estratificação prioriza sinais de alarme e hematócrito (extravasamento plasmático), não a predição de sangramento por plaquetas em paciente de baixo risco.
B. Pacientes classificados no grupo B devem ficar em observação por até 48 horas, sendo liberados após verificação de plaquetas em hemograma.
INCORRETO : O grupo B permanece em observação até o resultado do hemograma (obrigatório) e a reavaliação clínica. Se estável, recebe alta com retorno diário até 48 horas após o defervescimento, não “internação de 48 horas com alta condicionada às plaquetas”. A conduta não se resume à contagem plaquetária.
C. Pacientes classificados no grupo C devem receber hidratação oral, caso não estejam apresentando náuseas ou vômitos. Caso contrário, deve ser iniciada a hidratação venosa de imediato.
INCORRETO : O grupo C (sinais de alarme) exige hidratação venosa imediata com cristaloide isotônico (em geral 10 mL/kg na primeira hora), em leito de internação por no mínimo 48 horas. Hidratação oral como primeira linha é reserva dos grupos A e B. Náuseas e vômitos não são o critério que autoriza a via oral no grupo C.
D. Pacientes classificados como grupo D devem ser conduzidos com rápida expansão parenteral, com solução salina isotônica, e devem estar monitorados em leitos de UTI até pronta estabilização.
CORRETO : O grupo D reúne choque, sangramento grave ou disfunção orgânica grave. A conduta é expansão volêmica imediata com soro fisiológico 0,9% (tipicamente 20 mL/kg em até 20 minutos, repetível conforme resposta), em leito de UTI, até estabilização hemodinâmica (mínimo de 48 horas). A alternativa descreve o protocolo.
E. Pacientes do grupo A com prova do laço positiva permanecem no grupo A, desde que a hidratação oral seja intensificada.
INCORRETO : Prova do laço positiva em quem seria grupo A reclassifica o caso para o grupo B (sangramento induzido). Intensificar a hidratação oral não mantém o paciente no grupo A nem dispensa observação e hemograma obrigatório.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (194563 votos) ..........96.91% das questões discursivas receberam votos.
Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm. - 0,5 pontos.


RATING: 2.92

Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm. - 0,5 pontos.

Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm.

a. Levar o recém-nascido à mesa de reanimação; (0,0625 p)
b. Colocá-lo sob fonte de calor radiante; (0,0625 p)
c. Posicionar sua cabeça com uma leve extensão do pescoço; (0,0625 p)
d. Aspirar o excesso de secreções da boca e do nariz com sonda de aspiração traqueal nº 10; (0,0625 p)
e. Secar e desprezar os campos úmidos (0,0625 p) , verificando novamente a posição da cabeça; (0,0625 p)
f. Avaliar a frequência cardíaca e a respiração. (0,0625 p)
Se a avaliação resultar normal, o recém-nascido receberá os cuidados de rotina na sala de parto. (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

CASO CLINICO: (226658 votos)..........96.85% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação: J.J.M., feminino, 34 anos, do lar, parda, residente no município A, bairro de Nova Estação, procurou a UBS em 20/4/2001.
História da doença atual: refere que há sete dias teve início de febre (38ºC), cefaléia, intensa mialgia, artralgia, dor retro-ocular, náuseas, prostração. Fez uso de dipirona com melhora discreta dos sintomas.
Refere recrusdescência da febre e dos outros sintomas há um dia.
Exame físico: Geral: Prostrada, anictérica, eupnéica, sem adenomegalias. PA 130x85 mmHg, temperatura axilar 38,5ºC, FC: 116 bpm. Pele: sem lesões. Segmento cefálico: sem alterações. Tórax: pulmões livres, ausculta cardíaca normal. Abdome: normotenso, indolor, sem visceromegalias, ruídos hidroaéreos presentes e normais. Neurológico: sem alterações.

1) Quais são as hipóteses diagnósticas? (0,25 p)

2) Há alguma informação adicional da história clinica que você considera relevante e que não foi obtida? (0,25 p)




RATING: 3.27

1) Diagnostico diferencial de sindrome febril aguda:
- dengue (0,05 p)
- influenza (0,05 p)
- malaria (0,05 p) 
- leptospirose, (0,05 p)
- oroupouche, outras viroses (0,05 p)

2) Informações relevantes:
- Epidemiologia para dengue e outras viroses (0,05 p)
- Historia de deslocamento, contato com matas (0,05 p)
- Ocupação (0,05 p)
- Historia de enchente (leptospirose) (0,05 p)
- História de ingestão hidroalimentar (febre tifóide) (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.27)




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