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PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

É obvio que um tal desvio de sangue, na vida extra-uterina causa aumento da pressão aórtica. Como foi afirmado acíma, o sangue passa da esquerda para a direita através do canal, da aorta para a artéria pulmonar. Como na comunicação interventricular, a extensão do shunt depende do tamanho do canal e da relação entre a resistência vascular pulmonar e a sistêmica.

Se o defeito for pequeno, o paciente aguenta melhor, mas em caso de canal arterial grande, a pressão arterial pulmonar pode ser elevada a níveis sistêmicos durante a sístole e durante a diástole. Ou seja, se instala um Eisenmenger!

Se o PCA for pequeno, as pressões dentro da artéria pulmonar, do ventrículo direito e do átrio direito são normais.

O maior risco para os pacientes com PCA grande, negligenciado, é justamente desenvolver doença vascular pulmonar.

OBJETIVA: (896787 votos)..........95% das questões objetivas receberam votos.
Criança de 11 meses é admitida no serviço de emergência por apresentar irritabilidade há 3 dias. Apresenta-se descorada, ictérica, taquicárdica, com dor e edema em mãos e pés. Exame físico: discreta esplenomegalia, sem adenomegalia ou hepatomegalia. Nos antecedentes refere 2 quadros semelhantes, aos 6 e 19 meses de idade. Os pais são primos em primeiro grau. Hemograma realizado há 24 horas demonstrou leucócitos: 22.000 céls/mm3 (8% bastonetes, 42% segmentados, 0% eosinófilos, 44% linfócitos, 6% monócitos); hemoglobina: 7 g/dL, volume corpuscular médio (VCM): 82 fL, poiquilocitose, reticulócitos: 8%. A principal hipótese diagnostica é:
A. Púrpura trombocitopênica trombótica
B. Anemia hemolítica auto-imune
C. Esferocitose
D. Anemia falciforme
E. Síndrome hemolítico-urêmica

  RATING: 2.92

Criança de 11 meses é admitida no serviço de emergência por apresentar irritabilidade há 3 dias. Apresenta-se descorada, ictérica, taquicárdica, com dor e edema em mãos e pés. Exame físico: discreta esplenomegalia, sem adenomegalia ou hepatomegalia. Nos antecedentes refere 2 quadros semelhantes, aos 6 e 19 meses de idade. Os pais são primos em primeiro grau. Hemograma realizado há 24 horas demonstrou leucócitos: 22.000 céls/mm3 (8% bastonetes, 42% segmentados, 0% eosinófilos, 44% linfócitos, 6% monócitos); hemoglobina: 7 g/dL, volume corpuscular médio (VCM): 82 fL, poiquilocitose, reticulócitos: 8%. A principal hipótese diagnostica é:

A. Púrpura trombocitopênica trombótica
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Anemia hemolítica auto-imune
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Esferocitose
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Anemia falciforme
CORRETO : Pela ausência de informações sobre a função renal e pela faixa etária, é possível direcionar o raciocínio para as alternativas B, C e D. Criança com esplenomegalia, reticulocitose, anemia e icterícia poderiam estar presentes nas três alternativas, no entanto, a presença de dor e edema de mãos e pés - provável dactilite falciforme - e crises prévias a partir do sexto mês (hemoglobina fetal diminui), associada a pais parentes de primeiro grau, sugerem fortemente anemia falciforme.
E. Síndrome hemolítico-urêmica
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

DISCURSIVA: (164745 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os fatores de risco para o status de lactente sibilante. (0,5 pontos)


RATING: 2.95

Enumeram os fatores de risco para o status de lactente sibilante. (0,5 pontos)

Enumeram os fatores de risco para o status de lactente sibilante:
  • sexo masculino; - 0,05 pontos
  • prematuridade e baixo peso ao nascer; - 0,05 pontos
  • uso de oxigênio no periodo neonatal; - 0,05 pontos
  • antecedentes pessoais de atopia; - 0,05 pontos
  • IgE elevado; - 0,05 pontos
  • infecção com virus sincicial respiratorio ante de 1 ano de idade; - 0,05 pontos
  • aspiração de conteudo alimentar; - 0,05 pontos
  • doença de refluxo gastroesofagico; - 0,05 pontos
  • historia materna de asma; - 0,05 pontos
  • mãe tabagista; - 0,05 pontos

FONTE:

Pediatria - Lactente sibilante - Aulas Online pelo SanarFlix

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (190906 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente do sexo feminino, 60 anos, procura serviço médico devido à fraqueza generalizada e aparecimento de “manchas na pele”. O quadro começou a se desenvolver há cerca de 2 meses até que, na última semana, a paciente mal consegue se levantar do sofá e ainda está com dificuldade para se pentear ou levantar objetos de sua casa, como por exemplo um vaso de flores. Nesta mesma semana, notou rouquidão e dificuldade para deglutir líquidos, com alguns episódios de engasgo. Sente também dor no corpo e acha que está emagrecendo.
Ao exame: fraqueza muscular proximal dos quatro membros, simétrica. Rash malar eritematoso, eritema na região do “V” cervical e manchas eritêmato-violáceas na superfície articular extensora dos quirodáctilos (figura).
Os exames revelaram hemograma, eletrólitos, escórias nitrogenadas e glicemia normais. Fez também um hepatograma, que revelou apenas um aumento da AST (TGO), de 350 U/L, com o restante das enzimas e provas hepáticas normais. Trouxe também um exame do FAN (fator anti-nuclear), que estava positivo, no título de 1:160, padrão pontilhado. Fator reumatoide positivo 1:20 (látex).
Pergunta-se:
a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável? (0,125 pontos)
b) Quais os exames para confirmar o diagnóstico? (0,125 pontos)
c) Qual o auto-anticorpo marcador da lesão cutânea desta paciente? (0,125 pontos)
d) Qual o tratamento? (0,125 pontos)


RATING: 2.99

a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável?
Dermatomiosite. - 0,125 p
b) Quais os exames para confirmar o diagnóstico?
CPK, eletromiografia, biópsia muscular - 0,125 p
c) Qual o auto-anticorpo marcador da lesão cutânea desta paciente?
Anti-Mi-2 - 0,125 p
d) Qual o tratamento?
Prednisona - 0,125 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.99)




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