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CORPO ESTRANHO RESPIRATORIO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Essa é uma historia muito complicada em qualquer pronto-atendimento. E extremamente perigosa. O desespero dos pais e do pessoal frente a esses tipos de acidentes não tem igual com nenhuma outra emergência
Corpo estranho (CE) é qualquer objeto ou substância que inadvertidamente penetra o corpo ou suas cavidades. Pode ser ingerido ou colocado pela criança nas narinas e conduto auditivo, mas apresenta um risco maior quando é aspirado para o pulmão.
Qualquer material pode se tornar um CE no sistema respiratório, e a maior suspeita de que o acidente ocorreu é a situação de engasgo. Isto ocorre quando a criança está comendo, ou quando está com um objeto na boca, habitualmente peças pequenas de brinquedos.

OBJETIVA: (895658 votos)..........95% das questões objetivas receberam votos.
Sobre a cetoacidose diabetica em crianças, é CORRETA a afirmação:
A. é indicado uso de anticoagulante profilático em adolescentes com cetoacidose diabética
B. recomenda-se o uso preferencial de solução hipertônica para tratar edema cerebral da cetoacidose
C. há uma comprovada associação do quadro de primodiagnóstico de diabetes mellitus tipo 1, com cetoacidose diabética e a infecção pelo Coronavírus
D. se uma criança já tratava a diabetes mellitus antes do episodio de cetoacidose, recomenda-se manter ou aumentar a dose da insulina que ela utiliza.
E. recomenda-se utilizar a cetonemiae não a cetonúria para o diagnóstico

  RATING: 2.5

Sobre a cetoacidose diabetica em crianças, é CORRETA a afirmação:

A. é indicado uso de anticoagulante profilático em adolescentes com cetoacidose diabética
INCORRETO: O uso de anticoagulante em pacientes com cetoacidose diabética como rotina não é indicado.
B. recomenda-se o uso preferencial de solução hipertônica para tratar edema cerebral da cetoacidose
INCORRETO : As evidências e consensos autorizam o uso de ambos, no entanto a maioria dos serviços costumam recomendar o manitol para o tratamento de edema cerebral relacionado à cetoacidose diabética.
C. há uma comprovada associação do quadro de primodiagnóstico de diabetes mellitus tipo 1, com cetoacidose diabética e a infecção pelo Coronavírus
INCORRETO : Ainda não está claro se há relação entre covid-19 e maior incidência de diabetes e estudos estão sendo conduzidos no sentido de identificar estes fatores.
D. se uma criança já tratava a diabetes mellitus antes do episodio de cetoacidose, recomenda-se manter ou aumentar a dose da insulina que ela utiliza.
CORRETO : O esquema inicial de insulina regular e NPH após a criança sair de cetoacidose diabética:

  • se a criança já trata a diabetes mellitus, recomenda-se manter ou aumentar a dose da insulina que ela utiliza. 

  • se a criança ainda não tinha diagnóstico de diabetes, normalmente utiliza-se 0,5/kg de NPH, dose dividida em 3: ⅓ no café da manhã, ⅓ na almoço e ⅓ na ceia ou ⅔ no café da manhã e ⅓ na ceia. 


E. recomenda-se utilizar a cetonemiae não a cetonúria para o diagnóstico
INCORRETO : As duas possibilidades são possíveis para o diagnóstico. Normalmente o aparelho para diagnóstico da cetonemia à beira do leito não está disponível (por ser mais caro), enquanto que o aparelho para cetonúria costuma ser de mais fácil disponibilização.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.5)

DISCURSIVA: (164602 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Qual é a relação entre o ritmo cardiaco achado na parada cardiorespiratoria e a sobrevivência? - 0,1875 pontos
2) Quantos tipos de parada cardíaca tem a criança? - 0,125 pontos
3) Qual é a definição da parada cardiorespiratoria? - 0,1875 pontos


RATING: 2.94

1) Qual é a relação entre o ritmo cardiaco achado na parada cardiorespiratoria e a sobrevivência? - 0,1875 pontos
2) Quantos tipos de parada cardíaca tem a criança? - 0,125 pontos
3) Qual é a definição da parada cardiorespiratoria? - 0,1875 pontos

1) Qual é a relação entre o ritmo cardiaco achado na parada cardiorespiratoria e a sobrevivência?

Um ritmo de apresentação chocável (FV ou TVSP) confere mais chances da pessoa ser ressuscitada. (0,0625 p)

Os ritmos não-chocáveis (por exemplo, assistolia) não passa duma sobrevivência de 7% a 24%. (0,0625 p)

No mesmo tempo se uma FV/TVSP se desenvolve como um ritmo secundário durante uma tentativa de ressuscitação (isto é, não como o ritmo da PCR inicial) em crianças hospitalizadas, a sobrevivência é menor do que a observada em PCRs com ritmos não chocáveis (0,0625 p)

2) Quantos tipos de parada cardíaca tem a criança?

Há dois tipos de parada cardíaca em criança:

  1. Parada hipóxica (0,0625 p)
  2. Parada cardíaca súbita (0,0625 p)

3) Qual é a definição da parada cardiorespiratoria?

O processo em si é uma cessação da circulação sanguínea. (0,0625 p) Ou seja, a ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca. (0,0625 p) Não há pulso detectável neste momento. (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

CASO CLINICO: (190718 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança do sexo masculino, 5 anos, com queixa de adenomegalia cervical dolorosa e febre alta há cinco dias. Apresentava hiperemia conjuntival, fissuras labiais, língua avermelhada, papilas hipertrofiadas e salientes. O hemograma evidenciou leucocitose e neutrofilia. Manteve-se febril e com linfadenopatia persistente mesmo após o uso de terapia antimicrobiana para adenite piogênica. No oitavo dia de internação, evoluiu com descamação dos dedos das mãos e dos pés e plaquetose.

Enumeram pelo menos 3 hipóteses diagnósticas e indiquem a mais provável (0,5 pontos)

 




RATING: 3

Como que julgamos esse caso nas provas? Primeiro, está bem claro que trata-se de uma doença exantematica numa criança, então, precisamos ver quais são as doenças exantematicas na criança que cumprem grande parte destas sintomas.
  • doença de Kawasaki: febre com duração de pelo menos cinco dias + presença de pelo menos quatro dos cinco sinais: congestão conjuntival bulbar bilateral, geralmente não-purulenta, alterações da mucosa da orofaringe, incluindo congestão de faringe, lábios hiperemiados e/ou secos e fissurados, língua em framboesa, alterações das extremidades periféricas, com edema e/ou eritema das mãos ou pés na fase aguda ou descamação periungueal na fase subaguda, eritemas, primariamente no tronco; polimorfos, nao-vesiculares, adenopatia cervical > 1,5 cm, geralmente unilateral nao explicada por outros processos patológicos conhecidos.
  • escarlatina apresenta rápida resposta com terapia à base de penicilinas, esse tratamento durante 24 a 48 h, com reavaliação clínica, esclarece o diagnóstico
  • síndrome do choque tóxico evolui com hipotensão, envolvimento renal, elevação do nível de creatino-fosfoquinase, e um foco de Infecção pelo Staphylococcus aureus
  • sarampo não-complicado tem conjuntivite exsudativa, manchas de Koplik, eritema que começa na face atrás das orelhas, e leucopenia com VHS baixo.
  • reações de hipersensibilidade a drogas, incluindo a síndrome de Stevens-Johnson, há edema periorbital, úlceras orais e VHS baixo
  • artrite reumatóide juvenil presença de linfadenopatia, hepatoesplenomegalia e eritema de coloração salmão evanescente
  • a febre das Montanhas Rochosas
  • leptospirose
  • Síndrome da pele escaldada estafilocócica
  • Intoxicação por mercúrio
  • Eritema perineal toxino-mediado recorrente
  • Linfadenites cervicais bacterianas

 Febre acima de cinco dias associada a quatro dos cinco critérios restantes ou a presença de febre e aneurisma coronariano associado a três dos demais critérios. : congestão ocular bilateral não exsudativa, hiperemia e/ou ressecamento e/ou fissuras e/ou descamação de lábios e/ou hiperemia de orofaringe com proeminência das papilas linguais, exantema polimorfo não vesicular que se inicia no tronco e se estende para membros, eritema e edema endurado de mãos e pés que evolui para descamação periungueal, linfadenopatia cervical aguda não supurativa uni ou bilateral superior a 1,5 cm de diâmetro são dados importantes para suspeitar de doença de Kawasaki.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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