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Um homem de 58 anos chega ao pronto-socorro (PS) com queixa de cólicas abdominais nos últimos 3 dias, que repentinamente se tornaram mais intensas e constantes nos últimos 6 horas. É realizado um estudo de contraste.

A. Colonoscopia
INCORRETO: A colonoscopia é o tratamento de segunda linha para volvo cecal, após hemicolectomia.
B. Hemicolectomia
CORRETO : A imagem mostra um vólvulo cecal, com ceco distendido e cólon direito no abdome médio, com o íleo terminal lateral ao volvo cecal. O volvo cecal normalmente exibe a clássica aparência de 'feijão vermelho' . Após a ressuscitação fluídica e descompressão intestinal a terapia de primeira linha é a hemicolectomia e o tratamento de segunda linha é a colonoscopia.
C. Colostomia proximal com ressecção retardada
INCORRETO : Essa, na verdade, é a segunda linha de tratamento para o volvo de flexura esplênica. Somente é indicado se a hemicolectomia estendida não pode ser executada.
D. Colectomia sigmóide
INCORRETO : A obstrução aqui envolve o ceco, não o sigmoide. O vólvulo de sigmoide pode se apresentar como distensão abdominal com sensibilidade mínima ou dor intensa, vômitos e constipação absoluta. A colectomia sigmoide é a remoção da seção sigmoide de o cólon. Pode ser realizado aberto ou laparoscopicamente. Colectomia sigmoide é o tratamento de segunda linha para o volvo de sigmoide, após sigmoidoscopia
E. Sigmoidoscopia
INCORRETO : A mesma coisa - a obstrução envolve o ceco, não o sigmoide. O vólvulo sigmoide pode se apresentar como distensão abdominal
com sensibilidade mínima ou dor intensa, vômitos e constipação absoluta. Sigmoidoscopia refere-se à inserção de um escopo no cólon para examinar o reto, o sigmoide e as porções descendentes do cólon. O procedimento é indicado para descompressão temporária de volvo de sigmoide (a recorrência do volvo é comum sem cirurgia imediata).
Gabarito: B
RATING: 2.85 ![]()
- Cardiomiopatia hipertrófica (0,05 p)
- Artéria coronária anômala (0,05 p)
- Síndrome de QT longo (0,05 p) ou outras canalopatias (0,05 p)
- Miocardite (0,05 p)
- Intoxicação farmacológica (0,05 p) (p.ex., digoxina (0,05 p), efedrina (0,05 p), cocaína (0,05 p))
- Commotio cordis (0,05 p) (isto é, arritmia secundária a pancada forte no tórax)
FONTE:
VAF, masculino, 12 anos de idade, foi admitido no setor de emergência com dor abdominal tipo cólica, inicialmente no epigástrio e posterior localização na fossa ilíaca direita. Não houve alteração do hábito intestinal, nem vômitos ou aumento da temperatura corpórea. Fez uso de analgésico e antitérmico.
Apesar de não ter sido questionado durante a anamnese, não foi relatada pelo paciente a presença de prurido anal.
Apresentava-se, à internação hospitalar, com hidratação adequada, mucosas normocrômicas e eupneia. A frequência cardíaca era de 92 batimentos/minuto e a pressão arterial sistêmica de 110/80 mmHg. O abdômen exibia contratura involuntária da musculatura sobre a fossa ilíaca direita, com dor à palpação profunda e à descompressão (sinal de Blumberg positivo), sugerindo irritação peritoneal. Os exames laboratoriais dignos de nota foram: contagem de leucócitos global de 17.800 células/mm3 com 13% de bastonetes e exame de urina normal.
Questiona-se:
(I) Qual é a principal suspeita diagnostica? 0,1 pontos
(II) Qual a causa fisiopatológica mais frequente implicada na etiologia? 0,1 pontos
(III - a) Qual é a complicação mais frequente e mais letal? 0,1 pontos
(III - b) Quais são os principais sinais desta complicação? 0,2 pontos
(I) Qual é a principal suspeita diagnostica?
Dor abdominal tipo cólica, inicialmente no epigástrio e posterior localização na fossa ilíaca direita justifica a suspeita de apendicite aguda. 0,1 p
(II) Qual a causa fisiopatológica mais frequente implicada na etiologia?
Acredita-se que a obstrução do lúmen seja a maior causa de apendicite aguda. sendo pouco frequente a sua relação com a torção da artéria apendicular, tumores, bloqueio por cálculo biliar e helmintíases 0,1 p
(IIIa) Qual é a complicação mais frequente e mais letal?
(IIIb) Quais são os principais sinais desta complicação?
Apendicite perfurada, em todo o mundo, é a principal causa cirúrgica geral de morte. 0,1 p
Caso o apêndice perfure:
a dor abdominal torna-se intensa e mais difusa (0,04 p)
o espasmo muscular abdominal aumenta, produzindo rigidez (0,04 p)
a dor pode melhorar um pouco por causa de alívio da distensão visceral (0,04 p)
frequência cardíaca aumenta (0,04 p)
há elevação de temperatura acima de 39° (0,04 p)
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