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INSUFICIÊNCIA CARDÍACA PEDIATRICA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Na verdade é uma perda de capacidade do ventrículo em distender, receber e/ou ejetar sangue, causada por disfunção da bomba ventricular: sobrecarga de volume (pré-carga) ou pressão (pós-carga).
O capitulo da insuficiência cardíaca na população pediátrica tem que ser tratado separadamente. Em decorrência de tantas etiologias, a Insuficiência Cardíaca (IC) pediátrica ê uma entidade mais complexa. Geralmente, uma anomalia como essa é relacionada com o próprio desenvolvimento cardíaco e com as manifestações pré-, per- ou pós-operatórias nas cardiopatias congênitas.

OBJETIVA: (888998 votos)..........95.13% das questões objetivas receberam votos.
Das causas de hipoglicemia neonatal abaixo, qual NÃO seria causada por hiperinsulinismo?
A. RNPIG
B. RNGIG
C. RN filho de mãe diabética
D. Nesidioblastose
E. Doença hemolítica Rh

  RATING: 2.63

Das causas de hipoglicemia neonatal abaixo, qual NÃO seria causada por hiperinsulinismo?

A. RNPIG
CORRETO: As causas de hipoglicemia neonatal podem ser agrupadas de acordo com o seu mecanismo em 3 grupos:

1) aumento da utilização de glicose - hiperinsulinismo: filhos de mãe diabética (a hiperglicemia materna estimula a produção de insulina fetal e diminui o glucagon); recém-nascido grande para a idade gestacional (GIG); eritroblastose fetal; Síndrome de Beckwith-Wiedemann (macrossomia, macroglossia, onfalocele e visceromegalia); hiperplasia de células pancreáticas (nesidioblastose é uma hiperinsulinemia funcional rara por hiperplasia das células beta do pâncreas); outros (hiperinsulinismo congênito, uso materno de betamiméticos, mau posicionamento do cateter umbilical levando ao estímulo de produção de insulina);
2) diminuição da produção/reserva de glicose (normoinsulinemia): prematuridade (a deposição de glicogênio se dá no terceiro trimestre); restrição do crescimento intrauterino (RN pequeno para a idade gestacional - PIG) - estoque inadequado de glicogênio, diminuição da capacidade gliconeogênica, dos estoques e da mobilização lipídica e da cetogênese; ingestão calórica insuficiente e atraso na alimentação;
3) aumento na utilização e/ou redução na produção: estresse pré-natal; exsanguinotransfusão; erros inatos do metabolismo, deficiências endócrinas, policitemia e uso materno de betabloqueadores.

B. RNGIG
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. RN filho de mãe diabética
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Nesidioblastose
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Doença hemolítica Rh
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.63)

DISCURSIVA: (163955 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A doença falciforme representa a enfermidade hereditária mais prevalente no mundo (um caso novo da doença para cada 700 nascidos vivos). Relacionado á isso, responda ás seguintes perguntas:
1) Qual é o modelo de paciente com anemia falciforme? (0,1 p)
2) O que que é o traço falcemico? (0,2 p) 
3) Que tipo de hemoglobina apresenta um eritrócito em foice e qual é a mutação correspondente? (0,2 p)


RATING: 2.98

A doença falciforme representa a enfermidade hereditária mais prevalente no mundo (um caso novo da doença para cada 700 nascidos vivos). Relacionado á isso, responda ás seguintes perguntas:
1) Qual é o modelo de paciente com anemia falciforme? (0,1 p)
2) O que que é o traço falcemico? (0,2 p) 
3) Que tipo de hemoglobina apresenta um eritrócito em foice e qual é a mutação correspondente? (0,2 p)

1) Qual é o modelo de paciente com anemia falciforme?

O estereótipo do paciente falcêmico é o indivíduo negro que apresenta anemia hemolítica crônica, hipodesenvolvimento e sofrendo várias crises álgicas por ano. (0,10 p)

2) O que que é o traço falcemico?

A Anemia Falciforme não deve ser confundida com o traço falciforme. Traço falciforme significa que a pessoa é tão somente portadora da doença, com vida social normal. Constitui o traço falcêmico = heterozigose da hemoglobina S com a hemoglobina A - tem fenótipo semelhante ao normal - não está enquadrado dentro do grupo das doenças falciformes (0,2 p)

3) Que tipo de hemoglobina apresenta um eritrócito em foice e qual é a mutação correspondente?

A mutação genética, responsável pela formação da hemoglobina S, resulta da troca da valina por ácido glutàmico na posição 6 da cadeia da globina β. Essa mudança resulta no aparecimento da hemoglobina S que tem a propriedade de formar polímeros quando deso-xigenada. Dentro dos vasos sangüíneos, esses polímeros causam oclusão vascular. (0,2 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (189984 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.9

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.9)




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