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Dentre as afirmativas sobre métodos diagnósticos histopatológicos e estratégias profiláticas em neoplasias não-melanomas da parede abdominal, identifique a VERDADEIRA:
A. Infiltrado peritumoral por macrófagos auxilia diagnóstico; profilaxia em HIV é anual sem screening sistêmico
INCORRETO: O infiltrado inflamatório peritumoral é composto predominantemente por linfócitos T e B, não por macrófagos, servindo como achado comum que auxilia no diagnóstico diferencial, reforçando a relevância do sistema imune no controle da progressão neoplásica, e a profilaxia em portadores de HIV não se restringe a avaliações anuais isoladas, mas exige vigilância contínua para monitorar recidivas locais, metástases e novas lesões cutâneas, integrada a screening multidisciplinar para malignidades sistêmicas como carcinoma pulmonar, dado o risco elevado em 3 a 5 vezes para câncer de pele não melanoma devido à deficiência imunológica profunda que compromete a vigilância contra antígenos tumorais.
B. Infiltrado linfocitário indica resposta antitumoral; vigilância regular integra screening multidisciplinar para riscos
CORRETO : O infiltrado inflamatório peritumoral predominantemente linfocitário, composto por linfócitos T e B que se agregam ao redor do tumor, auxilia no diagnóstico diferencial, sendo um critério histopatológico chave onde o infiltrado pode indicar resposta imune antitumoral, reforçando a relevância do sistema imune no controle da progressão neoplásica, e em indivíduos imunodeprimidos como portadores de AIDS, o risco para câncer de pele não melanoma é elevado em 3 a 5 vezes em comparação à população geral, refletindo a deficiência imunológica profunda associada à infecção pelo HIV, que afeta principalmente linfócitos T CD4+ e compromete a vigilância imunológica contra antígenos tumorais, com propensão marcante ao desenvolvimento de carcinoma espinocelular onde o sistema imune comprometido falha em eliminar células pré-malignas ou tumorais incipientes, tornando essencial um protocolo de acompanhamento dermatológico regular e de longo prazo para monitorar recidivas locais ou metástases, além do surgimento de novas lesões neoplásicas, exibindo risco aumentado para outras malignidades não cutâneas comuns como carcinoma pulmonar, o que reforça a necessidade de avaliação multidisciplinar integrada incluindo screening para fatores de risco sistêmicos como tabagismo ou exposição ambiental.
C. Células NK destroem tumores via MHC; linfedemas demandam profilaxia com estímulo VEGF sem monitoramento
INCORRETO : As células natural killer possuem a função primordial de reconhecer e destruir células tumorais por meio de citotoxicidade direta, sem necessidade de apresentação antigênica prévia via MHC, liberando perforinas e granzimas que perfuram a membrana celular tumoral induzindo apoptose, e secretam citocinas como interferon-gama para amplificar a resposta imune, enquanto áreas vulneráveis como linfedemas de qualquer etiologia demandam profilaxia com monitoramento contínuo, pois o acúmulo de linfa estagna o fluxo linfático impedindo a migração de linfócitos e células natural killer, e a hipóxia tecidual com liberação de VEGF promove neovascularização aberrante que nutre as células tumorais criando um microambiente favorável à evasão imune, com maior incidência de neoplasias como angiossarcomas, não baseado em estímulo à VEGF.
D. Regressão em sarcoma de Kaposi depende de cirurgias isoladas; manejo ignora mitigação imunossupressão
INCORRETO : A regressão espontânea em neoplasias estabelecidas como sarcoma de Kaposi pode ocorrer inclusive em etapas avançadas com a restauração imune ao interromper ou mitigar a imunossupressão, levando a redução no tamanho das lesões e resolução histológica sem intervenção adicional, frequentemente desencadeada por estados de imunossupressão em pacientes sob terapia imunossupressora pós-transplante ou condições crônicas, demandando abordagens que priorizem a mitigação imunológica integrada a protocolos de vigilância ao invés de intervenções cirúrgicas isoladas.
E. Hipóxia em linfedemas inibe VEGF; profilaxia para angiossarcomas prioriza regressão espontânea sem vigilância
INCORRETO : A hipóxia tecidual em linfedemas crônicos, sejam pós-cirúrgicos ou congênitos, promove neovascularização aberrante via liberação de fatores como VEGF, nutrindo células tumorais e criando microambiente favorável à evasão imune, além de limitar a migração de linfócitos e células natural killer devido ao acúmulo de linfa que estagna o fluxo linfático, e o manejo profilático para angiossarcomas envolve intervenções ativas e multidisciplinares, incluindo para metástases, com regressão espontânea possível em neoplasias estabelecidas ao mitigar imunossupressão, mas não exclusiva e requerendo protocolo de acompanhamento regular para monitorar recidivas e novas lesões.
Gabarito: B
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- Verificação da temperatura corporal, a cada três horas para detectar hipotermia ou hipertermia; (0,05 p)
- Verificação do peso, diariamente; (0,05 p)
- Hidratar melhor o recém-nascido a fototerapia com lâmpadas fluorescentes pode provocar elevação da temperatura; (0,05 p)
- Proteção dos olhos com cobertura radiopaca por meio de camadas de veludo negro ou papel carbono negro envolto em gaze; (0,05 p)
- Se a bilirrubinemia não esteja muito elevada amamentação normal, decontinuando a fototerapia; (0,05 p)
FONTE:
3) O paciente realizou o exame abaixo. Quais são os achados radiológicos? - 0,3 pontosa) Radiografia contrastada do esôfago
b) Endoscopia digestiva alta
c) Manometria esofágica
d) pHmetria esofágica
e) Tomografia computadorizada do tórax

RATING: 3.02 ![]()
1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica?
Megaesôfago chagásico.(0,1 p)
DISCUSSÃO: O principal sintoma que o paciente apresenta é a disfagia. Dentre as principais causas de disfagia, poderíamos citar:
- neoplasias malignas
- megaesôfago
- estenoses pépticas
Como causas mais raras, haveriam
- os tumores benignos
- outras doenças motoras
- Síndrome de Plummer-Vinson
- a disfagia lusória
Associadamente, o paciente tem regurgitação, história sugestiva de broncoaspiração e perda lenta de peso. Não há história prévia de sintomas pépticos que indique DRGE grave, nem perda acentuada de peso ou hemorragia que sugiram a neoplasia como principais hipóteses.
Assim, pelo caráter lento de aparecimento e pela procedência do paciente, o mais provável é que haja megaesôfago chagásico.
2) Dos exames abaixo, qual é o MENOS útil para o diagnóstico? (0,1 p)
A ph-metria (variante D)
DISCUSSÃO:
Os primeiros exames a serem solicitados na suspeita de disfagia são a radiografia contrastada de esôfago e a endoscopia digestiva alta, geralmente nesta ordem.
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