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APRESENTAÇÕES DISTÓCICAS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

APRESENTAÇÕES ANÔMALAS

  • Cefálicas Defletidas: Bregma, Fronte e Face
  • Não cefálicas: Apresentação Córmica e  Apresentação Pélvica

 

PROGNOSTICO

MATERNO:

Reservado, a morte surgindo devido a:

  • Roturas uterinas
  • Multiparidade
  • Patologia obstetrical

FETAL:

Grave, a mortalidade sendo dada pelo:

CAUSAS IMEDIATAS

  • Traumas
  • Prematuridade

CAUSAS TARDIAS:

  • extensão de plexo braquial
  • fraturas ósseas (clavícula, humerus)
  • seqüelas neuropsíquicas dadas de:prematuridade traumas obstétricas hipoxia

OBJETIVA: (1222466 votos)..........98.98% das questões objetivas receberam votos.
Sobre as meningites da infância podemos afirmar que:
A. as noçoes de meningite e encefalite foram intricadas como patologia unica, já que significam a mesma coisa
B. a meningite e comum em lactentes e crianças mas o risco de vida e a gravidade e consideravelmente menor que na idade adulta
C. atualmente há um aumento da incidência de meningite com haemophilus tipo b e com pneumococo
D. as bactérias que provocam meningites em lactentes são relacionadas especialmente com a flora da maternidade e do berçario aonde o lactente nasceu
E. o estreptococo do grupo B, o Streptococcus pneumoniae (pneumococo), a Neisseria meningitidis (meningococo) e o Haemophilus influenzae tipo B podem constituir os mais encontrados agentes etiologicos da meningite tanto no período neonatal quanto apos este período

  RATING: 2.92

Sobre as meningites da infância podemos afirmar que:

A. as noçoes de meningite e encefalite foram intricadas como patologia unica, já que significam a mesma coisa
INCORRETO: A meningite implica envolvimento primário das meninges, enquanto a encefalite indica envolvimento do parênquima cerebral
B. a meningite e comum em lactentes e crianças mas o risco de vida e a gravidade e consideravelmente menor que na idade adulta
INCORRETO : A meningite bacteriana é uma das infecções potencialmente mais graves a ocorrer em lactentes e crianças.
C. atualmente há um aumento da incidência de meningite com haemophilus tipo b e com pneumococo
INCORRETO : Antes do uso disseminado de vacinas contra H. influenzae tipo b, aproximadamente 70% dos casos de meningite bacteriana entre crianças com menos de 5 anos eram devidos a este patógeno. Após implementação de imunização universal contra esta bactéria, começando com cerca de 2 meses de idade, a incidência de meningite por H. influenzae tipo b caiu rapidamente. No entanto, após o licenciamento para a vacina pneumocócica conjugada, em 2000, e a recomendação para seu uso universal, começando com 2 meses de idade, a incidência de meningite causada por este patógeno também está diminuindo
D. as bactérias que provocam meningites em lactentes são relacionadas especialmente com a flora da maternidade e do berçario aonde o lactente nasceu
INCORRETO : Durante os primeiros 2 meses de vida, as bactérias que causam a meningite em lactentes normais refletem a flora materna e o ambiente ao qual o lactente é exposto.
E. o estreptococo do grupo B, o Streptococcus pneumoniae (pneumococo), a Neisseria meningitidis (meningococo) e o Haemophilus influenzae tipo B podem constituir os mais encontrados agentes etiologicos da meningite tanto no período neonatal quanto apos este período
CORRETO : A etiologia da meningite bacteriana e seu tratamento durante o período neonatal (0-28 dias) são, em geral, distintos daqueles no segundo ano de vida e depois dos 2 anos. Não obstante, a etiologia da meningite nos períodos neonatal e pós-neonatal pode sobrepor-se, especialmente em pacientes com 1 a 2 meses de idade, nos quais o estreptococo do grupo B, o Streptococcus pneumoniae (pneumococo), a Neisseria meningitidis (meningococo) e o Haemophilus influenzae tipo B podem causar meningite.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

DISCURSIVA: (188202 votos) ..........98.31% das questões discursivas receberam votos.
Descreva a técnica de diagnóstico do pulso paradoxal que utiliza o manguito do esfigmomanômetro. (0,5 pontos).


RATING: 3.09

Descreva a técnica de diagnóstico do pulso paradoxal que utiliza o manguito do esfigmomanômetro. (0,5 pontos).

A verdadeira avaliação de pulso paradoxal requer medir a pressão arterial com o uso de um manguito de pressão manual:

  1. Insufle o manguito até não ouvir mais sons (como de costume). 0,1 pontos
  2. Diminua lentamente a pressão no manguito 0,1 pontos
  3. observe o ponto no qual os primeiros sons de Korotkoff são ouvidos inicialmente, que será quando a criança está expirando 0,1 pontos
  4. Continue a desinflar o manguito lentamente e observe o ponto no qual os sons de Korotkoff são ouvidos regularmente durante todo o ciclo respiratório 0,1 pontos
  5. Se a diferença entre esses dois pontos for maior que 10 mmHg, a criança tem pulso paradoxal clinicamente significativo. 0,1 pontos

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

CASO CLINICO: (220443 votos)..........99.04% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 58 anos, fototipo I (pele clara, olhos azuis, cabelos ruivos), residente em região de alta insolação, com história de múltiplas queimaduras solares com bolhas na adolescência, uso frequente de câmaras de bronzeamento na juventude e história familiar de melanoma em pai e irmão (início antes dos 40 anos). Apresenta lesão nodular elevada, de crescimento rápido (2 meses), amelanótica, ulcerada, localizada no tronco, medindo 1,8 cm, associada a prurido, sangramento espontâneo e linfonodomegalia axilar ipsilateral palpável (dura, aderente). Há também queixa de fadiga, anorexia e perda de 8 kg em 3 meses. Exame dermatológico completo revela múltiplos nevos displásicos e halo de regressão em lesões adjacentes.

I. Qual a principal suspeita diagnóstica? ......................Total parcial I: 0,20 p
II. Qual a possível causa/etiológica mais provável da doença diagnosticada? ...................Total parcial II: 0,20 p
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ........................................Total parcial III: 0,15 p

IV. Qual o tratamento inicial recomendado? .................Total parcial IV: 0,15 p





RATING: 3.06

I. Suspeita diagnóstica principal

  • Lesão nodular elevada, amelanótica, de crescimento rápido, com ulceração e localização no tronco em paciente de fototipo claro → melanoma nodular (crescimento vertical precoce desde o início) (0,08 p)
  • Presença de halo de regressão, prurido e sangramento espontâneo reforça malignidade (0,05 p)
  • Linfonodomegalia regional ipsilateral + sintomas sistêmicos (fadiga, anorexia, perda ponderal) indicam possível estágio III (metástase linfonodal regional) (0,07 p)

II. Possível causa/etiológica mais provável

  • Exposição solar intermitente/intensa + múltiplas queimaduras solares com bolhas na adolescência (principal fator de risco ligado ao melanoma) (0,08 p)
  • Uso de câmaras de bronzeamento (alto risco, especialmente em adultos jovens) (0,05 p)
  • Fototipo claro (pele clara, olhos azuis, cabelos ruivos) + grande número de nevos displásicos e história familiar (CDKN2A provável, síndrome melanoma-câncer de pâncreas familiar) (0,07 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico

  • Biópsia excisional com margens de 2-3 mm incluindo gordura subcutânea (método preferido para lesões pigmentadas suspeitas; permite avaliação completa de Breslow, ulceração e mitoses) (0,06 p)
  • Exame histopatológico em parafina (priorizar cortes em parafina; incluir: tipo histológico, fase de crescimento, nível de Clark, índice de Breslow, mitoses/mm², ulceração, infiltrado linfocitário, satelitose microscópica) (0,05 p)
  • Se dúvida, imunohistoquímica (HMB-45 e S100) para confirmar linhagem melanocítica (0,04 p)

IV. Tratamento inicial recomendado

  • Excisão local ampliada com margem de 2 cm (recomendado para melanomas 1-2 mm de Breslow; inclui pele e subcutâneo até fáscia muscular) (0,05 p)
  • Biópsia de linfonodo sentinela (indicada por espessura >0,76 mm + ulceração) seguida de linfadenectomia completa se positivo (estágio III) (0,05 p)
  • Considerar interferon-alfa 2a em dose elevada como adjuvante se linfonodo sentinela positivo ou Breslow >4 mm (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




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