ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2565 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
506 TENTATIVAS (25 CONTESTAÇÕES)
14831 QUESTÕES OBJETIVAS
3438 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3047 QUESTÕES DE CIRURGIA
1792 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
165 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
197 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

A CIRURGIA DO BAÇO (ÁREA DE CIRURGIA)

A artéria esplénica divide-se em vários ramos dentro do ligamento esplenorrenal antes de penetrar no hilo esplénico, onde se ramificam novamente nestas trabéculas conforme penetram na polpa esplénica.

POLPA BRANCA: uma bainha de tecido linfático que acompanha os vasos e os seus ramos até que eles se dividem em capilares. São estas bainhas linfáticas que compõem a polpa branca do baço e que ficam intercaladas ao longo dos vasos arteriolares como folículos linfáticos.

ZONA MARGINAL: A interface entre a polpa branca a polpa vermelha é conhecida como a zona marginal.

POLPA VERMELHA: Conforme as arteríolas perdem as suas bainhas de tecido linfático, elas atravessam a zona marginal e penetram na polpa vermelha, que é composta de vasos sanguíneos de ramificações grandes, paredes finas chamados seios esplénicos sinusóides, e placas finas de tecido celular que compõem os cordões esplénicos.

OBJETIVA: (1151002 votos)..........99.4% das questões objetivas receberam votos.
Paciente O.M.S., sexo masculino, tabagista e alcoolista, evoluindo com disfagia para sólidos, progredindo para líquidos com perda de 10% do seu peso no último mês. Em relação ao caso, é CORRETO afirmar:
A. Deve-se solicitar uma endoscopia digestiva alta e uma broncoscopia para iniciar a investigação diagnóstica
B. Por se tratar de disfagia progressiva, deve-se estar diante de um paciente com distúrbio de motilidade esofágica tipo esôfago em “quebra nozes”
C. Neoplasia de esôfago deve ser considerada. Se confirmada, na ausência de metástases a distância, sempre se iniciará o tratamento com esofagectomia em 3 campos, caso o paciente tenha condições clínicas minimamente adequadas
D. A confirmação do tipo histológico, imunoterapia e suporte nutricional hiperproteico e hipercalórico são de fundamental importância no planejamento e preparo desses pacientes para o tratamento
E. Caso haja confirmação de neoplasia de esôfago por endoscopia, a distância da lesão em relação à arcada dentária superior não muda o planejamento de tratamento, mas os exames de estadiamento com tomografias de abdome, pescoço e tórax + broncoscopia, sim.

  RATING: 2.89

Paciente O.M.S., sexo masculino, tabagista e alcoolista, evoluindo com disfagia para sólidos, progredindo para líquidos com perda de 10% do seu peso no último mês. Em relação ao caso, é CORRETO afirmar:

A. Deve-se solicitar uma endoscopia digestiva alta e uma broncoscopia para iniciar a investigação diagnóstica
INCORRETO: A endoscopia digestiva alta é uma ferramenta inicial apropriada para diagnosticar disfagia esofágica, mas a broncoscopia não é uma primeira linha para investigação de disfagia. Esta pode ser usada em casos suspeitos de invasão traqueobronquial.
B. Por se tratar de disfagia progressiva, deve-se estar diante de um paciente com distúrbio de motilidade esofágica tipo esôfago em “quebra nozes”
INCORRETO : A descrição do quadro (disfagia progressiva e perda de peso) é mais típica de uma lesão obstrutiva como uma neoplasia, não de um distúrbio de motilidade tipo esôfago em “quebra nozes”.
C. Neoplasia de esôfago deve ser considerada. Se confirmada, na ausência de metástases a distância, sempre se iniciará o tratamento com esofagectomia em 3 campos, caso o paciente tenha condições clínicas minimamente adequadas
INCORRETO : O tratamento inicial pode variar, podendo incluir quimiorradioterapia antes da cirurgia, dependendo do estadiamento e condições clínicas do paciente.
D. A confirmação do tipo histológico, imunoterapia e suporte nutricional hiperproteico e hipercalórico são de fundamental importância no planejamento e preparo desses pacientes para o tratamento
CORRETO : Confirmar o tipo histológico do câncer é essencial para orientar o tratamento. Pacientes com neoplasia de esôfago frequentemente necessitam de suporte nutricional devido à dificuldade de deglutição, e terapias direcionadas, como a imunoterapia, podem ser parte do tratamento.
E. Caso haja confirmação de neoplasia de esôfago por endoscopia, a distância da lesão em relação à arcada dentária superior não muda o planejamento de tratamento, mas os exames de estadiamento com tomografias de abdome, pescoço e tórax + broncoscopia, sim.
INCORRETO : A localização exata da lesão no esôfago pode impactar a abordagem cirúrgica e o planejamento do tratamento, além dos exames de estadiamento. Portanto, a distância em relação à arcada dentária é importante.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

DISCURSIVA: (183330 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Quais são as complicações mais comuns associadas ao divertículo e como elas afetam cada camada da parede do cólon?
(II) Quais camadas da parede do cólon estão envolvidas no divertículo?
(III) Quais são os sinais e sintomas que indicam a presença de complicações relacionadas ao divertículo?


RATING: 3.13

(I) Quais são as complicações mais comuns associadas ao divertículo e como elas afetam cada camada da parede do cólon?
(II) Quais camadas da parede do cólon estão envolvidas no divertículo?
(III) Quais são os sinais e sintomas que indicam a presença de complicações relacionadas ao divertículo?

(I) Quais são as complicações mais comuns associadas ao divertículo e como elas afetam cada camada da parede do cólon?
As complicações mais comuns associadas ao divertículo incluem:
☉ Diverticulite: Inflamação do divertículo que pode causar dor abdominal e febre. Afeta principalmente a mucosa e a submucosa, levando a inflamação e infecção. (0,025 p);
☉ Perfuração: Pode ocorrer se a inflamação for grave, resultando em um buraco na parede do cólon. Isso afeta todas as camadas, especialmente a camada muscular e a serosa, podendo levar a peritonite. (0,025 p);
☉ Hemorragia: Sangramento do divertículo, geralmente devido à erosão de vasos sanguíneos na submucosa. (0,025 p);
☉ Abscesso: Formação de pus ao redor do divertículo inflamado, afetando a serosa e os tecidos adjacentes. (0,025 p);
☉ Fístulas: Conexões anormais entre o cólon e outros órgãos, resultantes de inflamação crônica que pode envolver todas as camadas da parede do cólon. (0,025 p);

(II) Quais camadas da parede do cólon estão envolvidas no divertículo?
No divertículo de pulsão, as camadas envolvidas da parede do cólon são a mucosa (0,025 p); e a submucosa (0,025 p);, que se projetam através da camada muscular (0,025 p); e são recobertas pela serosa (0,025 p);.

(III) Quais são os sinais e sintomas que indicam a presença de complicações relacionadas ao divertículo?
Os sinais e sintomas que podem indicar complicações relacionadas ao divertículo incluem:
☉ Dor abdominal: Geralmente localizada no quadrante inferior esquerdo. (0,025 p);
☉ Febre: Indicativa de infecção ou inflamação (diverticulite). (0,025 p);
☉ Sangramento retal: Pode ser um sinal de hemorragia diverticular. (0,025 p);
☉ Alterações nos hábitos intestinais: Como constipação ou diarreia. (0,025 p);
☉ Náuseas e vômitos: Podem ocorrer em casos de obstrução ou inflamação severa. (0,025 p);
☉ Sensibilidade abdominal: Ao toque, especialmente no local do divertículo. (0,025 p);
☉ Distensão abdominal: Inchaço devido à inflamação ou obstrução. (0,025 p);
☉ Sintomas de peritonite: Como dor intensa e difusa (0,025 p);, rigidez abdominal (0,025 p); e sinais de choque (0,025 p);, em casos de perfuração. (0,025 p);

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

CASO CLINICO: (213976 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino com 38 anos de idade refere dor epigástrica em queimação há 3 semanas, com piora associada a alimentação. Nega disfagia,vômitos e outros sintomas associados. Sem antecedentes patológicos dignos de nota não faz uso de nenhuma medicação.
Exame Físico: B. E. G., corado, hidratado, anictérico, acianótico.
PA: 120/70 mmHg; FC: 80 b.p.m; Ap. Resp.: MV+, sem RA, Ap CV: 2BRNF, sem sopros.
Abdominal: Plano, flácido, dor discreta á palpação de epigástrio, descompressão brusca negativa, sem visceromegalias e massas palpáveis.
1) Qual é o diagnóstico do paciente? (0,25 pontos)
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 pontos)



RATING: 2.96

1) Qual é o diagnóstico do paciente?
Síndrome dispéptica ou dispepsia. (0,25 p)
Discussão: Paciente com sintoma dispéptico de epigastralgia em queimação,sem apresentar sinais de alarme como disfagia, icterícia, sangramento, anemia, alterações de exame físico sugestivos de doença maligna, que indicariam a realização de endoscopia digestiva alta, apresenta ainda idade menor que 50 anos de idade que seria outra indicação da realização do procedimento. O paciente pode apresentar diagnóstico de doença ulcerosa péptica com estes sintomas, mas sem apresentar sinais de alarme pode ser manejado de forma conservadora neste momento.
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 p)
Sugerir modificações de hábitos e introduzir bloqueador H2 para tratamento da dispepsia.
Discussão: Paciente sem sinais de alarme não tendo indicação de realizar endoscopia digestiva alta, podemos orientar modificações de hábitos de vida como diminuição de ingesta de álcool e café e procurar observar quais alimentos desencadeiam com maior freqüência estes sintomas.
Os bloqueadores H2como a ranitidina podem ser usados em doses de 150 mg, 2 vezes ao dia por 2-4 semanas. O uso de bloqueadores de bomba de prótons é uma opção, embora não tenha sido demonstrado sua superioridade em relação aos bloqueadores H2 e por seu maior custo não deve ser utilizado.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.