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O TRATAMENTO DO CHOQUE HIPOVOLÊMICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

É importante fornecer rápida e adequadamente ressuscitação com fluidos para choque hipovolêmico. Na verdade, o choque hipovolêmico tem como termo comum, em principio, a desidratação.
O que chamamos de desidratação?
A desidratação é definida como uma perda de água com perda variável de eletrólitos que leva a um estado hipertônico (hipernatrêmico), isotônico ou hipotônico (hiponatrêmico). As perdas podem ser oriundas de alguma combinação dos compartimentos intersticiais, intracelulares e intravasculares; a perda relativa de cada componente ajuda a determinar os sintomas clínicos.
A gravidade da desidratação está geralmente relacionada com a porcentagem de perda total de água corporal (ou seja, porcentagem de desidratação), mas a porcentagem não é consistente em todos os grupos etários, pois a proporção relativa de perda de fluidos, com base no peso corporal total, depende do tamanho.

OBJETIVA: (1164073 votos)..........99.18% das questões objetivas receberam votos.
Qual associação com carcinoma de células renais permanece controversa segundo evidências disponíveis?
A. Exposição ocupacional ao tricloroetileno com mutações no gene VHL
B. Fatores genéticos como mutações em HIF2α nos casos esporádico
C. Diabetes mellitus tipo 2 isolado elevando o risco em 1,6 vezes
D. Consumo elevado de carne vermelha e proteínas de forma consistente
E. Infecção do trato urinário sem qualquer relação possível

  RATING: 2.88

Qual associação com carcinoma de células renais permanece controversa segundo evidências disponíveis?

A. Exposição ocupacional ao tricloroetileno com mutações no gene VHL
INCORRETO: O tricloroetileno apresenta maior frequência de mutações adquiridas no gene Von Hippel-Lindau.
B. Fatores genéticos como mutações em HIF2α nos casos esporádico
INCORRETO : Estudos moleculares demonstram associação entre o gene codificador do fator indutor de hipóxia 2 alfa e o surgimento esporádico, além de mutações no gene VHL em 50 a 70% dos carcinomas de células claras esporádicos.
C. Diabetes mellitus tipo 2 isolado elevando o risco em 1,6 vezes
CORRETO : A relação entre diabetes mellitus e carcinoma de células renais permanece controversa e requer raciocínio cuidadoso. O diabetes mellitus tipo 2, especialmente quando associado a hipertensão e obesidade, pode promover estado pró-inflamatório e hiperinsulinêmico que favorece o crescimento celular descontrolado no rim. Presume-se aumento de 1,6 vezes no risco isolado, chegando a 4,1 vezes quando coexiste com hipertensão e obesidade, mas esses resultados contrastam com outro estudo de coorte italiano que não identificou diferenças significativas, reforçando a necessidade de avaliar criticamente a evidência e a influência de fatores concomitantes.
D. Consumo elevado de carne vermelha e proteínas de forma consistente
INCORRETO : Investigações prospectivas recentes não confirmaram associação consistente com consumo elevado de proteínas, carne vermelha, embutidos e gorduras.
E. Infecção do trato urinário sem qualquer relação possível
INCORRETO : A infecção do trato urinário ou pelo vírus da hepatite C tem sido apontada como possível fator de risco, embora controversa, com inflamação crônica promovendo dano celular persistente.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (184674 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Respondam ás seguintes questões:

1)  Como que é, usualmente, adquirida a paracoccidiomicose? (0,2 p)
2) Indicam os remédios utilizados no tratamento da paracoccidiomicose no Brasil. (0,3 p)



RATING: 3.7

Respondam ás seguintes questões:

1)  Como que é, usualmente, adquirida a paracoccidiomicose? (0,2 p)
2) Indicam os remédios utilizados no tratamento da paracoccidiomicose no Brasil. (0,3 p)

1) Como que é, usualmente, adquirida a paracoccidiomicose? 

A paracocidiomicose é adquirida usualmente por via inalatória: propágulos infecciosos de até 5 μ de diâmetro alcançariam brônquios terminais e alvéolos. (0,2 p)

2) Indicam os remédios utilizados no tratamento da paracoccidiomicose no Brasil. 

As drogas mai utilizadas são:

a) A anfotericina B, hoje reservada para casos mais graves e disseminados, tem sido usada com frequência cada vez menor. É ainda a droga de escolha quando se trata de casos com risco de vida iminente ou quando há alterações do trato gastrointestinal, que impeçam a correia absorção por via oral. Recomenda-se a dose total de 1 a 2g, substituída a seguir por uma medicação por via oral até que sejam considerados os critérios de cura. (0,05 p)

b) A sulfadiazina, uma sulfa de ação rápida, é usada na maioria dos casos na dose de 60 a 100 mg/kg/dia, até no máximo 6g/dia, dividida em quatro vezes. (0,05 p)

c) Em muitos centros, a sulfadiazina tem sido substituída com comparável eficácia pela associação SMX-TMP (comprimidos de 400 e 80mg respectivamente), com a vantagem de melhor facilidade posológica, dois comprimidos duas a três vezes ao dia, de acordo com a gravidade do caso. Possui a vantagem de permitir a formulação parenteral, se necessário.O tratamento de manutenção também pode ser feito com essa droga, um comprimido de 12/12h. (0,05 p)

d) cetoconazol pode ser usado na dose de 200 a 400mg/dia. (0,05 p)

e) Atualmente, itraconazol tem sido mais usado, por ser mais potente in vitro, absorvido melhor e menos hepatotóxico. É administrado na dosagem de 100 a 200mg/dia, por 6 meses em média, dependendo da resposta clínica, após os quais alguns serviços recomendam terapêutica de manutenção com sulfas de ação lenta ou SMX-TMP. (0,05 p)

f) A experiência clínica com fluconazol - melhor opção para o tratamento da neuroparacoccidioidomicose, pela sua alta concentração no SNC é bem menor, e estudos mostram menor atividade in vitro anti-P. brasiliensis, comparativamente ao itraconazol. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.7)

CASO CLINICO: (215594 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um homem de 52 anos dá entrada na Emergência referindo dor subesternal de início há cerca de 2 horas, em queimação, após esforço físico. Mesmo após ter repousado por alguns minutos a dor persistiu e resolveu então procurar o setor de Emergência. É tabagista, dislipidêmico e hipertenso, fazendo uso de atorvastatina e atenolol, 50 mg/dia. Exame físico: PA = 90 x 60 mmHg, FC = 60 bpm; lúcido, orientado, acianótico, anictérico, cabeça e pescoço sem alterações; RCR e presença de B4, pulmões limpos, abdome sem visceromegalias e membros nada digno de nota. O ECG foi realizado:

a) Qual o diagnóstico?
b) Cite os principais fatores de risco para doença cardiovascular apresentados pelo paciente.
c) Descreva o tratamento adequado para o caso.
d) Cite uma droga proscrita frente a esse caso.


RATING: 2.96

a) Qual o diagnóstico?
IAM com supra de ST inferior (0,0625 p) e de ventrículo direito.(0,0625 p)
b) Cite os principais fatores de risco para doença cardiovascular apresentados pelo paciente:
Tabagismo (0,0625 p), dislipidemia (0,0625 p) e hipertensão arterial.(0,0625 p)
c) Descreva o tratamento adequado para o caso:
Infusão de SF 0,9% (0,0625 p) e trombólise ou angioplastia primária (0,0625 p).
d) Cite uma classe de remédios prescrita frente a esse caso:
Nitratos. (0,0625 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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