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A ventilação pós-intubação em uma ressuscitação cardiopulmonar deve ser:
A. sincronizada com as compressões torácicas à relação de 8 a 10 ventilações por minuto
INCORRETO: Sincronizar ventilações com compressões exigiria pausas nas compressões para cada respiração, reduzindo o fração de compressão torácica (>60% ideal) e comprometendo a circulação, contrariando as diretrizes AHA 2025 que recomendam compressões ininterruptas após via aérea avançada. A taxa de 8-10/min está correta, mas a sincronização ignora a fisiopatologia da RCP, onde pausas >10 segundos diminuem a sobrevivência, conforme ensaios clínicos randomizados.
B. não sincronizada com as compressões torácicas à relação de 8 a 10 ventilações por minuto
INCORRETO : De acordo com as diretrizes AHA 2025 para ACLS em adultos e PALS em pediátrico (com adaptações mínimas para faixas etárias), após intubação ou via aérea avançada durante RCP, a ventilação deve ser assíncrona (não sincronizada) com as compressões torácicas, a uma taxa de 8 a 10 ventilações por minuto (uma respiração a cada 6-8 segundos), permitindo compressões contínuas a 100-120/min sem pausas, o que otimiza o débito cardíaco e a perfusão orgânica. Essa abordagem evita hiperventilação, que reduz o retorno venoso e a pressão de perfusão coronariana, conforme evidências de estudos observacionais (ex.: um estudo multicêntrico pediátrico associando rates >25/min a piores desfechos hemodinâmicos). Em adultos, o rate exato é 10/min; em pediátrico, embora a atualização 2025 sugira 20-30/min para otimizar oxigenação em etiologias respiratórias comuns, a faixa 8-10 permanece recomendada em contextos gerais para prevenir alcalose respiratória e hipotensão. Essa norma é corroborada por meta-análises do ILCOR, priorizando suporte ventilatório mínimo efetivo para foco nas compressões, com redução de mortalidade em até 20% quando seguida corretamente.
C. não sincronizada com as compressões torácicas à relação de 16 a 20 ventilações por minuto
INCORRETO : Embora a assincronia esteja correta, a taxa de 16-20 ventilações por minuto representa hiperventilação, levando a vasoconstrição cerebral e redução no fluxo sanguíneo, com riscos de barotrauma e piora na acidose mista. As diretrizes AHA 2025 enfatizam rates baixos (8-10/min em geral), e mesmo na atualização pediátrica para 20-30/min, isso é reservado para casos específicos com monitorização de ETCO2 (>10-20 mmHg intra-arresto), não como padrão; evidências observacionais mostram association com menores taxas de ROSC.
D. sincronizada com as compressões torácicas à relação de 16 a 20 ventilações por minuto
INCORRETO : Combina dois erros: sincronização (que interrompe compressões, violando o princípio de minimizar pausas) e taxa elevada de 16-20/min (hiperventilação, com potencial para alcalose e hipotensão). Estudos hemodinâmicos em modelos animais e humanos demonstram que essa abordagem reduz a pressão de perfusão coronariana em até 30%, contrariando as recomendações ILCOR/AHA para ventilação mínima e assíncrona.
E. sincronizada com as compressões torácicas à relação de 4 a 6 ventilações por minuto
INCORRETO : Apesar da taxa baixa de 4-6/min poder evitar hiperventilação, a sincronização requer pausas nas compressões, comprometendo a qualidade da RCP e ignorando a necessidade de compressões contínuas pós-intubação. Além disso, rates tão baixos podem levar a hipoxemia e acidose respiratória, sem suporte em evidências pediátricas ou adultas, onde o mínimo efetivo é 8-10/min para manter oxigenação adequada sem excessos.
Gabarito: B
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Quanto à idade gestacional (IG)
Quanto à relação peso/idade gestacional:
Quanto ao estado nutricional:
FONTE:
1) Qual é a alteração encontrada neste EKG?
Paciente apresenta alteração do intervalo QT (0,0625 p) às custas da diminuição do segmento ST. (0,0625 p)
2) Que patologias podem ser associadas á essa alteração?
A maior causa de encurtamento do intervalo QT é o aumento de freqüência cardíaca (0,0625 p). Outras causas possíveis são hipercalcemia (0,0625 p), uso de digital (0,0625 p) e hiperpotassemia (0,0625 p) e alterações congênitas (0,0625 p).
3) Considerando o quadro clinico qual destas causas seria mais provável desta alteração?
Hipercalcemia. (0,0625 p)
DISCUSSÃO: O paciente apresenta quadro clínico de poliúria e polidipsia que podem ocorrer por alterações tubulares secundárias a hipercalcemia. Manifestações gastrointestinais como anorexia e constipação intestinal são comuns e ocorrem por alteração do relaxamento da musculatura lisa, constipação é o sintoma gastrointestinal mais comum e anorexia, náuseas e vômitos também podem ocorrer.
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