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As bactérias mais comumente isoladas na apendicite perfurada são:
A. Bacteroides fragilis e Escherichia coli
CORRETO: Esses são os patógenos mais frequentemente isolados em casos de apendicite perfurada, refletindo a flora mista aeróbia e anaeróbia do trato gastrointestinal inferior. A apendicite perfurada resulta em contaminação peritoneal por bactérias entéricas, com Escherichia coli (bacilo gram-negativo aeróbio) sendo o aeróbio mais prevalente, isolado em até 66-90% dos casos em estudos recentes, responsável por septicemia e formação de abscessos. Já o Bacteroides fragilis (bacilo gram-negativo anaeróbio) é o anaeróbio dominante, presente em 78% ou mais das amostras, promovendo infecções necrotizantes devido à produção de enzimas como hialuronidase e à resistência a beta-lactâmicos. Essa dupla é clássica em infecções intra-abdominais, como confirmado em análises de ascite em apendicite perfurada, onde E. coli e espécies de Bacteroides são detectadas com maior frequência, guiando a escolha de antibióticos como metronidazol associado a cefalosporinas ou carbapenêmicos. Estudos epidemiológicos reforçam que, em adultos e crianças, essa combinação representa a maioria dos isolados, com implicações para a cobertura antimicrobiana empírica.
B. Pseudomonas aeruginosa e Escherichia coli
INCORRETO : Pseudomonas aeruginosa (bacilo gram-negativo aeróbio oportunista) não é um dos patógenos mais isolados em apendicite perfurada comunitária. Ele aparece em até 13-16% dos casos, especialmente em infecções hospitalares ou em pacientes imunossuprimidos, mas não supera Bacteroides fragilis em prevalência. Essa combinação é mais típica de infecções nosocomiais ou em ventilação mecânica, não refletindo a flora entérica primária na perfuração apendicular, tornando-a inadequada como a mais comum.
C. Escherichia coli e Peptostreptococcus
INCORRETO : Escherichia coli é prevalente, mas Peptostreptococcus (cocos gram-positivos anaeróbios) é isolado em menor frequência (cerca de 5-10% dos casos), atuando como co-patógeno em infecções polimicrobianas. Não é o anaeróbio dominante; Bacteroides fragilis predomina devido à sua virulência maior e presença em até 78% das culturas. Essa dupla subestima o papel dos anaeróbios gram-negativos, sendo menos representativa que E. coli com B. fragilis em estudos de peritonite secundária.
D. Streptococcus viridans e Bacteroides thetaiotaomicron
INCORRETO : Streptococcus viridans (cocos gram-positivos aeróbios/facultativos) é isolado em alguns casos (11-27%), especialmente em apendicite aguda não perfurada, mas não é o mais comum em perfurações, onde a flora anaeróbia entérica predomina. Bacteroides thetaiotaomicron, embora parte da microbiota intestinal, é menos patogênico que B. fragilis e não é destacado como principal isolado em literatura; B. fragilis é mais associado a abscessos e resistência. Essa opção reflete patógenos secundários, não a combinação mais frequente.
E. Bacteroides fragilis e Pseudomonas aeruginosa
INCORRETO : Bacteroides fragilis é correto como anaeróbio principal, mas Pseudomonas aeruginosa, como explicado, é incomum em apendicite perfurada comunitária (cerca de 6-13%), surgindo mais em contextos hospitalares ou em crianças com comorbidades. Não forma a dupla mais comum, que envolve E. coli para a cobertura aeróbia, tornando essa alternativa incorreta ao ignorar o predomínio de gram-negativos entéricos aeróbios.
Gabarito: A
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- Uma alta proporção de funcionários/alunos (1:1 ou 1:2) (0, 02 p);
- Programação individualizada para cada criança; (0, 02 p)
- Professores com experiência especial em trabalhar com crianças com autismo; (0, 02 p)
- Mínimo de 25 horas por semana de serviços; (0, 02 p)
- Avaliação e ajuste contínuo do programa; (0, 02 p)
- Um currículo enfatizando atenção, imitação, comunicação, brincadeira, interação social, regulamentação e auto-defesa.; (0, 02 p)
- Um ambiente de ensino altamente favorável (0, 02 p)
- Previsibilidade (0, 02 p) e estrutura (0, 02 p)
- Análise funcional de problemas de comportamento (0, 02 p)
- Planejamento de transição (0, 02 p)
- Envolvimento familiar (0, 02 p)
- Monitoramento e modificação rigorosos conforme as necessidades da criança mudam (0, 02 p)
- Hiperatividade (0, 02 p), desatenção (0, 02 p) e impulsividade (0, 02 p)
- Agressão (0, 02 p), impulsividade (0, 02 p) e autolesões (0, 02 p)
- Ansiedade (0, 02 p)
- Comportamentos obsessivo-compulsivos (0, 02 p), rigidez (0, 02 p) e comportamentos repetitivos (0, 02 p)
- Sintomas depressivos (0, 02 p)
- Disfunção do sono (0, 02 p)
FONTE:
Um menino de 2 anos é levado ao pronto-socorro por sua mãe que está preocupada porque ele acabou de evacuar fezes com sangue vermelho e muco. Ele ficou irritadiço nas ultimas 36 horas, com crises agudas de dor de barriga, acompanhados de esforços excessivos e choro inconsolável. Também teve alguns episódios de vômito, mas não nas últimas 24 horas. Teve leve diarreia uma semana atrás e uma infecção de trato urinario que se resolveu espontaneamente nos últimos 5 dias. Não tem antecedentes de doenças conhecidos e está crescendo e se desenvolvendo bem. O exame físico mostra uma criança pálida, muito irritável com T 39,0 C, pulso 120 / min e PA 90/60 mm Hg. O exame adicional mostra cabeça, olhos, orelhas, nariz e garganta normal, pele pálida sem erupção cutânea, ausculta sem sopro e pulmões limpos. O abdômen está distendido e na apalpação profunda, o achado é de uma massa levemente sensível em forma de salsicha no abdome superior direito no eixo cefalocaudal. Sem hepato/esplenomegalia. Enchimento capilar é 2 segundos. O exame neurológico não é focalizado e os nervos cranianos estão intactos.
Responda ás seguintes questões:
(I) Qual é a principal hipótese diagnostica? (admite-se apenas as respostas com uma opção) 0,1 pontos
(II) Quais são outras suspeitas diagnosticas? 0,1 pontos
(III) Caso a principal hipotese se confirma, qual é a conduta? 0,3 pontos
(I) Qual é a principal hipótese diagnostica? (admite-se apenas uma opção)
Em uma criança, a dor abdominal com sangue nas fezes é altamente sugestiva para intussuscepção até que seja comprovada de outra forma. Uma massa tenra em forma de salsicha é um achado físico patognomônico. (0,1 p)
(II) Quais são outras suspeitas diagnosticas?
1. Divertículo de Meckel (0,05 p)
2. Púrpura de Henoch-Schönlein (anafilactoide) com possível intussuscepção secundária. (0,05 p)
(III) Caso a principal hipotese se confirma, qual é a conduta?
Énema diagnostica (0,05 p), exceto se houver sinais de choque (0,05 p), perfuração (0,05 p), irritação peritoneal (0,05 p)
Reanimação IV conforme necessário (0,05 p)
Cirurgia imediata (0,05 p)
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