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HIPERGLICEMIA NEONATAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

Hiperglicemia no período neonatal é definida como glicemia de sangue total superior a 125 mg/dl (145 mg/dl de glicemia plasmática).
A hiperglicemia neonatal é uma das mais comuns alterações metabólicas encontradas em grandes prematuros (<32 semanas) e em recém-nascidos criticamente doentes, variando de forma inversamente proporcional à idade gestacional e ao peso ao nascimento e aumentando com a gravidade da doença associada.
Prematuros com baixo peso ao nascer e até outros neonatos enfermos recebem glicose parenteral.
Usualmente a hiperglicemia é autolimitada e não está associada a sequelas importantes. O uso criterioso de glicose, levando-se em consideração principalmente a idade gestacional e o peso dos recém-nascidos pode minimizar em muito sua ocorrência, assim como a monitorização frequente dos níveis glicêmicos permite sua detecção precoce e acompanhamento.
Em geral, não existem sinais e sintomas específicos associados à hiperglicemia neonatal. Hiperosmolaridade acima de 300 mOsm/l geralmente induz diurese osmótica.

OBJETIVA: (969631 votos)..........94.89% das questões objetivas receberam votos.
Por vezes, nos primeiros 20 minutos de vida, estão presentes alguns sinais respiratórios que podem ser uma variante do normal, EXCETO:
A. respiração irregular
B. FR de 60 a 80 ciclos/minuto
C. tiragem intercostal
D. gemido
E. apneia

  RATING: 2.78

Por vezes, nos primeiros 20 minutos de vida, estão presentes alguns sinais respiratórios que podem ser uma variante do normal, EXCETO:

A. respiração irregular
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. FR de 60 a 80 ciclos/minuto
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. tiragem intercostal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. gemido
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. apneia
CORRETO : Apneia, não! Por l´amor de Deus, isso não pode ser considerado normal - em caso de apneia os meio de ressuscitação tem que ser utilizados ao maximo. A transição para a vida extrauterina requer alterações cruciais dos sistemas respiratório e circulatório do RN, para que se mantenham trocas gasosas adequadas sem a intervenção da circulação placentar. Na maioria dos casos esta transição ocorre de forma suave, podendo a adaptação ser mais rápida ou mais lenta. Por vezes, nos primeiros 20 minutos de vida, estão presentes alguns sinais respiratórios que podem ser uma variante do normal: respiração irregular; FR de 60 a 80 ciclos/minuto; tiragem intercostal; gemido e adejo nasal. Aos 20 minutos de vida a FR deve ser inferior a 60 ciclos/min e a SpO2 deve ser superior a 90%. A persistência de sinais de dificuldade respiratória obriga a vigilância clínica e eventual investigação diagnóstica e terapêutica, consoante a evolução

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.78)

DISCURSIVA: (174734 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Quais são as indicações de entubação traqueal em crianças? 0.5 pontos


RATING: 3.02

Quais são as indicações de entubação traqueal em crianças? 0.5 pontos

Indicações de entubação traqueal em crianças:

  • Insuficiência respiratória com pouca probabilidade de reversão rápida, especialmente se houver hipoxemia apesar da administração de oxigênio < 60%. 0,1 p
  • Apnéia, hipoventilação ou exaustão respiratória progressiva com necessidade de ventilação mecânica 0,1 p
  • Proteção de via aérea para crianças com obstrução de via aérea superior ou incapacidade de proteger a via aérea de aspiração 0,1 p
  • Desejo de redução do trabalho respiratório para pacientes em choque. Em circunstâncias normais, o trabalho respiratório consome menos de 5% do gasto total de energia, porém, no sofrimento respiratório, pode gastar até 50%. No estado de choque, a energia pode ser melhor utilizada para outras funções corporais essenciais 0,1 p
  • Intervenções terapêuticas. Hiperventilação para reduzir a pressão intracraniana, administração de medicações intratraqueais e aspiração para limpeza pulmonar necessitam de entubação endotraqueal e de ventilação mecânica 0,1 p

FONTE:

Steven M. Selbst, Kate Cronan - Segredos em emergência pediatrica - Editura Arimed 2003, p. 41

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (203068 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Um menino de 10 anos de idade chega ao seu consultório para um exame físico de rotina. A única queixa do menino é a de ser mais baixo que seus amigos e não poder ir à montanha-russa do parque de diversões por ser mais baixo que o necessário. Você tem acompanhado esta criança durante anos, porém a maioria das consultas foi por causa de enfermidades, e sua altura não foi medida nos últimos anos. Ele não está sob nenhuma medicação. Ele relata fadiga ocasional e constipação ocasional. No exame físico, sua altura é inferior ao percentil 3, e ele é pré-púbere.

1) Qual é o parâmetro de maior ajuda no estabelecimento do diagnostico? (0,125 p)

2) Qual o diagnóstico mais provável se o paciente possui proporções corporais anormais e uma distância interpedicular estreita na região lombossacral inferior?  (0,125 p)

3) Qual é a velocidade media de crescimento nesta idade?  (0,125 p)

4) Qual o potencial genético de altura do paciente se seu pai tiver 1,78 m e sua mãe 1,65 m?  (0,125 p)




RATING: 3.04

1) Quais são os dados de maior ajuda no estabelecimento do diagnostico?

  1. Dados sobre as alturas dos pais oferecem informações a respeito do potencial genético de crescimento da criança. (0,025 p)
  2. A velocidade de crescimento possibilita que você determine se a criança está crescendo a uma taxa normal para sua idade. (0,025 p)
  3. Um padrão previsível de maturação óssea ocorre durante o crescimento ósseo, e uma radiografia para determinação da idade óssea é útil para determinar a maturação óssea e o potencial de crescimento de uma criança. (0,025 p)
  4. O índice peso para altura atual também é importante e ajuda a excluir um componente nutricional do déficit de crescimento.
  5. Outras partes importantes do histórico incluem:
    • histórico puberal e de crescimento familiar
    • peso e comprimento ao nascimento
    • histórico médico geral para excluir doença crônica como uma causa de baixa estatura.  (0,025 p)

2) Qual o diagnóstico mais provável se o paciente possui proporções corporais anormais e uma distância interpedicular estreita na região lombossacral inferior? 

Hipocondroplasia. A hipocondroplasia é geralmente descrita como uma forma mais branda da acondroplasia. No entanto, embora ambas sejam transmitidas por herança autossômica dominante, elas não foram relatadas ocorrer na mesma família. A hipocondroplasia é o resultado de uma mutação no gene do receptor 3 do fator de crescimento de fibroblastos. Os pacientes apresentam baixa estatura e aspectos dismórficos que são mais brandos do que na acondroplasia. Eles não possuem as características faciais típicas da acondroplasia. Estes pacientes apresentam evidência radiológica de uma distância interpedicular estreita na região lombossacral inferior. (0,125 p)

3) Qual é a velocidade media de crescimento nesta idade? 

A resposta é 5-6,5 cm/ano. Entre 3 e 10 anos de idade, as crianças tendem a crescer a uma velocidade de crescimento constante, que varia de 5 cm, ou 2 polegadas, por ano. (0,125 p)

4) Qual o potencial genético de altura do paciente se seu pai tiver 1,78 m e sua mãe 1,65 m? 

A resposta é 1,78 m. O potencial genético de altura da criança pode ser estimado calculando a altura média dos pais. Para meninos, 12,7 cm são adicionados à altura da mãe, e uma média é obtida com a altura do pai; para meninas, 12,7 cm são subtraídos da altura do pai e uma média obtida com a altura da mãe.(0,125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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