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Os ramos terminais dos sistemas carotídeo e vértebro-basilar formam na base do cérebro e base do crânio um círculo anastomótica denominado de:
A. anel de Waldeyer
INCORRETO: O conjunto de tecidos linfoides localizados na cavidade oral e composto pelas tonsilas faríngea (adenoide), palatina (amídala) e lingual recebe o nome de Anel Linfático de Waldeyer, ou anel de Waldeyer.
B. poligono de Willis
CORRETO : O sistema arterial encefálico apresenta variações morfológicas e funcionais diferentes em relação com outros órgãos. O pedículo vascular único é substituído a nível do encéfalo por quatro grandes artérias, que irrigam o cérebro indiretamente do cajado da aorta. A carótida interna, originária da carótida comum e as artérias vertebrais que se originam das artérias subclávias, formam o sistema carotídeo e vértebro-basilar respectivamente.
Os ramos terminais de cada um dos sistemas, carotídeo e vértebro-basilar, originam colaterais com distribuição cortical e central.
Estes ramos terminais formam na base do cérebro e base do crânio um círculo anastomótica denominado de “polígono de Willis”, constituído pelas artérias comunicantes anterior, cerebrais anterior, cerebrais médias, comunicantes posteriores e cerebrais posteriores
C. triângulo de Hasselbach
INCORRETO : Algumas estruturas localizadas abaixo do plano da fáscia transversal são muito importantes pois são utilizadas em diversas técnicas para o reparo das hérnias inguinais e femorais. Na parede posterior, foi descrita por Hasselbach, em 1814, uma região triangular, limitada pelo ligamento inguinal, inferiormente, a borda do reto abdominal e os vasos epigástricos inferiores, superiormente. Conhecido até hoje como triângulo de Hasselbach (Figura 5), corresponde à região de maior fraqueza e por isso mais propensa a herniação.
D. triângulo de Ward
INCORRETO : Área de Ward, originalmente chamado de triângulo de Ward, é uma área quadrada (1,5 x 1,5 cm) que apresenta a menor densidade da região proximal do fêmur, caracterizada por predomínio de osso trabecular.
E. área de Wernicke
INCORRETO : Área de Wernicke, também chamada de 'área de fala de Wernicke', é uma das duas partes do córtex cerebral que está ligada à fala (a outra é a Área de Broca). Está relacionada ao conhecimento, interpretação e associação de informações, mais especificamente a compreensão da linguagem escrita e falada.
Gabarito: B
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FONTE:
1) Essa paciente tem indicação para internação? Em que nível de complexidade? Explique o sistema de escore britânico Curp-65, usado para indicar gravidade e o local de tratamento.
Sim. (0,01 p)
UTI: (0,01 p)
Escore de 6 pontos, no qual cada item anormal pontua uma unidade. (0,01 p)
Escore 0 e 1, se apenas a idade pontuar → tratamento domiciliar. (0,01 p)
Escore > 1 → tratamento internado. (0,01 p)
C = Confusão mental (nível de consciência) (0,01 p)
U = Ureia > 50 mg/dL (0,01 p)
R = FR > 30 irpm (0,01 p)
P = PAS < 90 mmHg (0,01 p)
P= PAD ≤ 60 mmHg (0,01 p)
65 = Idade acima de 65 anos. (0,01 p)
Deve-se considerar ainda a presença de comorbidades descompensadas (CPOC; ICC; I. hepática, I. renal, Neoplasia) (0,01 p); extensão da pneumonia no RX Tórax (0,01 p) e na saturação arterial do oxigênio (0,01 p) e fatores psicossociais que possam interferir no tratamento e indicar internação. (0,01 p)
Sinais de gravidade:
Sat. OO2 ≤ 90% sem oxigenioterapia (0,01 p) e o mesmo resultado com oxigenioterapia indicação de UTI (0,01 p)
Leucócitos < 4000 → prognóstico ruim. (0,01 p)
2) Quais os agentes etiológicos mais frequentes em pneumonia aguda em pacientes tratados ambulatoriamente, internados em enfermaria e internados em UTI?
- PAC Ambulatorial (leve) (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Mycoplasma pneumoniae (0,01 p); Chlamydophila pneumoniae (0,01 p); Vírus respiratórios (influenza, adenovírus, vírus sincicial respiratório, para-influenza e coronavírus) (0,01 p); Haemaphylos influenzae. (0,01 p)
- PAC internados em enfermarias (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Mycoplasma pneumoniae (0,01 p); Chlamydia pneumoniae (0,01 p); Vírus respiratórios (0,01 p); Haemaphylos influenzae (0,01 p); Legionelha Spp (0,01 p).
- PAC internados (UTI) (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Bacilos gram negativos (0,01 p); Haemaphylus influenzae (0,01 p); Legionella spp (0,01 p); S. aereus (0,01 p).
3) Qual o esquema antimicrobiano indicado nesta paciente? Justifique.
Betalactâmico com inibidor da betalactamase ou clindamicina.
Justificativa: Por ser paciente grave, com evolução desfavorável e com história de vômitos, podendo ter broncoaspirado com possibilidade de infecção por anaeróbios e gram-negativo da flora da boca. A associação de betalactâmicos com aminoglicosídeos e um agente para cobertura de bacteróides Fragillis, embora possa dar uma cobertura antimicrobiana, deverá ser evitada pelo risco de nefrotoxicidade em uma paciente idosa, diabética e com lesão renal prévia. (0,13 p)
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