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DIVERTICULOSE ESOFAGICA (ÁREA DE CIRURGIA)

A diverticulose esofágica é uma condição incomum, mas potencialmente grave, na qual pequenas bolsas ou sacos (divertículos) se formam na parede do esôfago. Estas bolsas podem se preencher com alimentos ou líquidos, o que pode levar a sintomas como tosse, dor torácica, dificuldade para engolir e desconforto abdominal. O tratamento mais comum para a diverticulose esofágica é a cirurgia. A cirurgia envolve a remoção dos divertículos e de qualquer tecido inflamado ou danificado, bem como a reconstrução da parede do esôfago. Após o procedimento, o paciente geralmente recebe medicamentos para reduzir o risco de infecção ou complicações. Além disso, o paciente pode ser aconselhado a mudar sua dieta ou estilo de vida para diminuir o risco de complicações futuras.

OBJETIVA: (1479842 votos)..........97.05% das questões objetivas receberam votos.
Criança de 4 anos com artrite idiopática juvenil em atividade apresenta Hb 9,1 g/dL, VCM 72 fL, ferro sérico baixo, CTLF reduzida, ferritina 95 ng/mL e PCR elevada. A melhor interpretação fisiopatológica desses achados é:
A. Deficiência de ferro isolada por perdas digestivas ocultas, com hepcidina baixa e ferroportina plenamente ativa
B. Predomínio de sequestro ferroso mediado por hepcidina alta (anemia da inflamação): ferro sérico baixo, CTLF baixa e ferritina normal ou aumentada, o que não equivale automaticamente a estoque medular vazio
C. Hemossiderose transfusional incipiente, porque a ferritina já ultrapassou 50 ng/mL
D. Síndrome mielodisplásica da infância, sugerida pelo VCM limítrofe e pela ferritina elevada
E. IRIDA (anemia ferropriva refratária ao ferro por mutação de TMPRSS6), que cursa com hepcidina baixa e CTLF muito elevada

  RATING: 3

Criança de 4 anos com artrite idiopática juvenil em atividade apresenta Hb 9,1 g/dL, VCM 72 fL, ferro sérico baixo, CTLF reduzida, ferritina 95 ng/mL e PCR elevada. A melhor interpretação fisiopatológica desses achados é:

A. Deficiência de ferro isolada por perdas digestivas ocultas, com hepcidina baixa e ferroportina plenamente ativa
INCORRETO: Na deficiência isolada a hepcidina está baixa, a CTLF se eleva e a ferritina cai. Esse conjunto não está presente aqui
B. Predomínio de sequestro ferroso mediado por hepcidina alta (anemia da inflamação): ferro sérico baixo, CTLF baixa e ferritina normal ou aumentada, o que não equivale automaticamente a estoque medular vazio
CORRETO : A IL-6 da inflamação induz hepcidina, que degrada ferroportina. O ferro fica retido em macrófagos, o ferro sérico cai, a CTLF não aumenta (ou cai) e a ferritina, como proteína de fase aguda e de estoque aparente, permanece normal ou alta. Pode haver deficiência verdadeira coexistente, mas o painel atual é o da anemia da inflamação e o ferro oral isolado costuma responder mal enquanto a doença de base estiver ativa
C. Hemossiderose transfusional incipiente, porque a ferritina já ultrapassou 50 ng/mL
INCORRETO : Ferritina de 95 ng/mL em criança não transfundida com doença inflamatória não indica sobrecarga; reflete fase aguda
D. Síndrome mielodisplásica da infância, sugerida pelo VCM limítrofe e pela ferritina elevada
INCORRETO : Mielodisplasia é rara nesta idade e exigiria citopenias, alterações morfológicas e contexto clínico distintos. O quadro é típico de anemia da inflamação
E. IRIDA (anemia ferropriva refratária ao ferro por mutação de TMPRSS6), que cursa com hepcidina baixa e CTLF muito elevada
INCORRETO : IRIDA cursa com hepcidina inapropriadamente alta (não baixa), ferro oral pouco eficaz e perfil mais próximo de deficiência refratária, sem doença inflamatória sistêmica evidente como a AIJ em atividade

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (202341 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite as alterações de cinco dos principais parâmetros clínicos ou laboratoriais que classificam uma pré-eclâmpsia como grave. (Valor: 5,0 pontos)


RATING: 3.51

Cite as alterações de cinco dos principais parâmetros clínicos ou laboratoriais que classificam uma pré-eclâmpsia como grave. (Valor: 5,0 pontos)

São apresentados abaixo os principais parâmetros que classificam uma pré-eclâmpsia como grave, dos quais o candidato deverá citar cinco (0,1 pontos cada um)
  • Pressão arterial igual ou maior que 160/110 Hg
  • Proteinúria igual ou maior que 2 gramas em 24 horas. (Aceita-se 5g/24h)
  • Creatinina sérica acima de 1,2 mg/dL
  • Plaquetas abaixo de 100.000/mm
  • Enzimas hepáticas elevadas ou TGO e TGP elevadas
  • Presença de CIUR
  • Cefaleia persistente
  • Distúrbios visuais
  • Oligúria

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.51)

CASO CLINICO: (234595 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de 2 anos, F, conhecida como cardiopata (mãe traz uma alta aonde consta que a paciente sofreu uma cirurgia Jatene com duas semanas de vida) da entrada no PS com dispneia, taquipneia (67/min), mau estar geral. Foi instituida rapidamente ventilação com máscara náo-reinalante com O2 100% e estabelecido accesso venoso. A saturação, que na entrada estava 86% melhorou para 90% mas a criança ainda apresenta cianose, uso da musculatura respiratoria acessoria e leve agitação. Foi medida uma FC de 144/minuto, Dextro 88 mg%. PA 80/50 mm Hg, tempo de enchimento capilar 3 segundos. Quinze minutos depois da coleta dos exames a criança entra em apneia, seguida de parada cardiorrespiratoria. No monitor - sem atividade eletrica.
1) Qual é a primeira medida a ser instituida neste momento? 0,375 pontos
2) Considerando os antecedentes cirurgicos da criança, qual é a cardiopatia congênita que foi corrigida? 0.0625 pontos
3) Qual é o diagnóstico da emergência que provavelmente causou a parada? 0,0625 pontos


RATING: 3.15

1) Estamos na frente dupa parada cardiorrespiratoria, dentro dum hospital. Precisamente é uma assistola . A primeira medida a ser feita neste momento é instituir imediatamente as compressões cardíacas/ventilações (0,0625 p) (15 compressões:2 ventilações) (0,0625 p) cada compressão devendo descer para 1/3 do diametro anteroposterior (0,0625 p) do torax, esperando o retorno total do torax após cada compressão (0,0625 p), com uma frequência de 100-120/minuto (0,0625 p). Ás ventilações tem que ser aplicadas em menos de 10 segundos (0,0625 p).
2) O procedimento de troca arterial (Jatene) é o tratamento cirúrgico de escolha para os neonatos com d-TGA e septo interventricular intacto. (0,0625 p)
3) Considerando o historico cardiovascular da paciente, a taquicardia accentuata, o tempo de enchimento capilar prolongado e o esforço respiratorio podemos suspeitar de choque cardiogênico como provável causa da parada. (0,0625 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.15)




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