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TUMORES DE MEDIASTINO (ÁREA DE CIRURGIA)

Os tumores de mediastino são crescimentos anormais que ocorrem dentro do espaço entre os dois lados do tórax (mediastino). Eles podem ser benignos ou malignos e podem ter várias origens, incluindo tumores de tecido linfático, tumores de esôfago, tumores de pulmão, tumores de tireoide e tumores metastáticos. O tratamento desses tumores depende de muitos fatores, como a origem, localização, tamanho e gravidade da doença. Em alguns casos, é necessária a cirurgia para remover o tumor, mas também é possível usar tratamentos não cirúrgicos, como radioterapia e quimioterapia. É importante procurar a orientação de um médico para obter o melhor tratamento possível.

OBJETIVA: (973831 votos)..........95.22% das questões objetivas receberam votos.
Todas as fraturas e luxações seguintes resultantes de trauma fechado são associadas com lesões vasculares significativas, EXCETO:
A. luxação de joelho
B. luxação anterior fechada de cotovelo
C. luxação aberta de cotovelo
D. fratura supracondilar de úmero
E. fratura de platô tibial

  RATING: 2.81

Todas as fraturas e luxações seguintes resultantes de trauma fechado são associadas com lesões vasculares significativas, EXCETO:

A. luxação de joelho
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. luxação anterior fechada de cotovelo
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. luxação aberta de cotovelo
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. fratura supracondilar de úmero
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. fratura de platô tibial
CORRETO : Num estudo retrospectivo de quatro anos de 569 fraturas para-articulares e luxações decorrentes de trauma fechado, houve uma incidência de apenas 1,5% de lesões vasculares associadas. Angiogramas ou exploração vascular cirúrgica foram realizados quando havia suspeita clínica de lesão ou confirmação pelo Doppler de anormalidades no fluxo sangüíneo. Enquanto as lesões vasculares por fraturas em outra parte da articulação (p. ex., fratura supracondilar de fémur ou fratura de platô tibial) são incomuns, luxações maiores de articulações são mais freqüentemente associadas a lesões vasculares. Uma exceção a essa regra é a fratura supracondilar de úmero tipo III, em que o deslocamento ósseo pode lesar ou comprimir a artéria braquial. A maior incidência de lesão vascular ocorre nas luxações de joelho por motivo a força violenta necessária para luxar uma articulação como o joelho. Em luxações abertas do cotovelo, a artéria braquial é com freqüência lesada por hiperextensão da articulação; luxações fechadas de cotovelo raramente são associadas a lesões vasculares, a não ser nas luxações anteriores.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.81)

DISCURSIVA: (175005 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
  1. Quais são os testes no líquido amniótico obtido por amniocentese que ajudam avaliar pré-natal a maturidade pulmonar fetal?.......................0,176 pontos;
  2. Enumeram os benefícios da corticoterapia fornecida a mulheres grávidas entre 24 e 34 semanas.................0,108 pontos
  3. Quais são os sinais clínicos que apresenta um prematuro com síndrome de desconforto respiratório?.............0,135 pontos.
  4. Qual é o aspecto radiográfico clássico duma síndrome de desconforto respiratório no recém nascido?..................0,081 pontos


RATING: 3.01

  1. Quais são os testes no líquido amniótico obtido por amniocentese que ajudam avaliar pré-natal a maturidade pulmonar fetal?.......................0,176 pontos;
  2. Enumeram os benefícios da corticoterapia fornecida a mulheres grávidas entre 24 e 34 semanas.................0,108 pontos
  3. Quais são os sinais clínicos que apresenta um prematuro com síndrome de desconforto respiratório?.............0,135 pontos.
  4. Qual é o aspecto radiográfico clássico duma síndrome de desconforto respiratório no recém nascido?..................0,081 pontos

  1. Quais são os testes no líquido amniótico obtido por amniocentese que ajudam avaliar pré-natal a maturidade pulmonar fetal?.......................0,176 pontos;
    • relação lecitina-esfingomielina (0,027 p) - o risco de SDR é muito baixo (0,014 p) se a relação L/E for > 2 (0,027 p)
    • relação surfactante-albumina (TDx-MPF II) (0,027 p)
    • contagens de corpúsculos lamelares no líquido amniótico (0,027 p)
    • titulação de fosfatidilglicerol (0,027 p)
    • índice de estabilidade da espuma (0,027 p)
  2. Enumeram os benefícios da corticoterapia fornecida a mulheres grávidas entre 24 e 34 semanas.................0,108 pontos
    • diminui substancialmente a SDR (0,027 p)
    • diminui substancialmente a hemorragia intraventricular (0,027 p)
    • diminui substancialmente a enterocolite necrosante (0,027 p)
    • diminui substancialmente a mortalidade perinatal. (0,027 p)
  3. Quais são os sinais clínicos que apresenta um prematuro com síndrome de desconforto respiratório?.............0,135 pontos.
    • taquipneia (0,027 p)
    • retrações (0,027 p)
    • batimentos das asas do nariz (0,027 p)
    • gemência (0,027 p)
    • cianose (0,027 p)
  4. Qual é o aspecto radiográfico clássico duma síndrome de desconforto respiratório no recém nascido?..................0,081 pontos

    O quadro Rx mostra pulmões de baixo volume (0,027 p) com um padrão reticulogranular difuso (0,027 p) e broncogramas aéreos. (0,027 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (203327 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.

Homem de 45 anos, agricultor, procedente de área rural na região Norte do Brasil (zona de desmatamento para construção de estradas e surgimento de povoados pioneiros), procura atendimento com queixa de lesão ulcerada no membro inferior direito há aproximadamente 60 dias. A lesão iniciou como nódulo pruriginoso, evoluiu para úlcera redonda, grande, rasa, de bordas elevadas, coloração violácea, pouco dolorosa, associada a envolvimento do cordão linfático. Há 20 dias iniciou sintomas nasais: epistaxe recorrente, formação de crostas, saída de secreção nasal, dor, hiperemia e deformidade incipiente do nariz. Relata picadas frequentes de insetos durante trabalho em mata, moradia próxima a florestas e presença de cães com lesões cutâneas suspeitas na residência. Exame otorrinolaringológico revela hiperemia do septo nasal e crostas. Não há febre nem comprometimento sistêmico evidente.

Questões:

I. Qual a suspeita diagnóstica? ..... 0,12 pontos
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? ...... 0,13 pontos
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ..... 0,12 pontos
IV. Qual o tratamento indicado? ....... 0,13 pontos





RATING: 3.07

I. Suspeita diagnóstica: Leishmaniose tegumentar americana – forma mucosa (tardia ou concomitante) ou cutâneo-mucosa

  • Lesão cutânea inicial típica: nódulo pruriginoso → úlcera redonda/oval, grande, rasa, bordas elevadas, violácea, pouco dolorosa, membros inferiores, envolvimento de cordão linfático, possibilidade de cura espontânea (0,04 p)
  • Evolução com metástase para mucosas da nasofaringe (epistaxe, crostas, secreção, dor, hiperemia, deformidade) em <5% dos casos, podendo surgir concomitantemente, até 2 anos ou décadas após cicatrização da lesão cutânea (0,04 p)
  • Epidemiologia compatível: área endêmica no Brasil (Norte/Nordeste), ocupação rural, desmatamento, reservatórios como cães (0,04 p)

II. Possível causa da doença diagnosticada: Infecção por Leishmania (Viannia) braziliensis transmitida por flebótomo

  • Protozoário do gênero Leishmania, ordem Kinetoplastida, família Trypanosomatidae; principal agente da forma mucosa é L. (V.) braziliensis (menos frequentemente L. amazonensis e L. guyanensis) (0,05 p)
  • Transmissão nas Américas: picada de fêmeas de flebótomos (família Psychodidae, subfamília Phlebotominae, gêneros Lutzomyia e Psychodopygus) que inoculam promastigotas (0,04 p)
  • No hospedeiro vertebrado: forma amastigota parasita células do sistema fagocítico mononuclear; ciclo completo com transformação promastigota → amastigota após 4-5 dias no vetor (0,04 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico: Diagnóstico parasitológico direto (exame parasitológico direto de primeira escolha)

  • Procedimento de eleição: pesquisa direta por escarificação da borda da lesão mais recente ou impressão por aposição de biópsia, corada por Giemsa/Leishman para visualização de amastigotas arredondadas/ovóides (2-3 µm, núcleo e cinetoplasto) (0,04 p)
  • Sensibilidade alta em lesões recentes (até 100% em <2 meses para L. braziliensis); diminui com tempo de evolução; complementado por PCR (sensibilidade 97% em cutânea, 62-97% em mucosa) ou imunoistoquímica (0,04 p)
  • Métodos auxiliares (não definitivos isoladamente): intradermorreação de Montenegro (>90% positiva), histopatologia, cultivo em NNN/Schneider (0,04 p)

IV. Tratamento indicado: Antimoniato de N-metilglucamina (antimonial pentavalente) como droga de primeira escolha

  • Para forma mucosa: 20 mg SbV/kg/dia por 30 dias seguidos, preferencialmente via endovenosa lenta ou intramuscular, em ambiente hospitalar (0,05 p)
  • Dose máxima adulto: 3 ampolas/dia (1.275 mg SbV); nunca exceder; monitorar ECG semanal, função renal/hepática e efeitos colaterais (artralgia, mialgia, náuseas, etc.) (0,04 p)
  • Cuidados locais: limpeza com água/sabão + compressas KMnO4 1/5000; se falha após 12 semanas, repetir esquema uma vez ou passar para segunda escolha (anfotericina B) (0,04 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.07)




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