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CÓLON SIGMOIDE (ÁREA DE CIRURGIA)

O esôfago, o estômago e os intestinos grosso e delgado constituem o sistema digestório e são derivados do intestino anterior primitivo, do intestino médio e do intestino posterior.

Embora o colo sigmoide e partes do intestino delgado se estendam até a cavidade pélvica, são vísceras abdominais e não pélvicas

No nível da borda pélvica, há uma transição entre o cólon descendente, de paredes relativamente finas, fixas, e o cólon sigmoide, mais espesso e mais móvel. O cólon sigmoide varia em comprimento de 15 a 50 cm (média, 38 cm) e é bem móvel. Ele é um tubo muscular, de diâmetro pequeno em um mesentério longo e frouxo, que com frequência forma uma alça em ômega na pelve.


OBJETIVA: (1056609 votos)..........98.15% das questões objetivas receberam votos.
Uma menina de sete anos de idade, obesa, sem outras comorbidades, foi levada à emergência pelos pais devido a quadro convulsivo iniciado em casa enquanto assistia à televisão. Mãe nega episódios convulsivos anteriores e nega uso de medicação. Refere duração de vinte minutos do começo do quadro até a chegada ao hospital. Deu entrada em convulsão tônico‐clônica generalizada, afebril, com FC de 130 bpm e saturação de O2 de 95% em ar ambiente. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a conduta a ser adotada e a primeira droga a ser escolhida para o tratamento:
A. fornecer oxigênio suplementar independentemente da saturação de O2 e propofol intramuscular até conseguir acesso venoso
B. fornecer oxigênio suplementar se a saturação de O2 for < 92% e diazepam via retal até conseguir acesso venoso
C. fornecer oxigênio suplementar independentemente da saturação de O2 e diazepam intramuscular até conseguir acesso venoso
D. fornecer oxigênio suplementar se a saturação de O2 for < 92% e midazolam intranasal até conseguir acesso venoso
E. fornecer oxigênio suplementar independentemente da saturação de O2 e midazolam intramuscular até conseguir acesso venoso

  RATING: 3.11

Uma menina de sete anos de idade, obesa, sem outras comorbidades, foi levada à emergência pelos pais devido a quadro convulsivo iniciado em casa enquanto assistia à televisão. Mãe nega episódios convulsivos anteriores e nega uso de medicação. Refere duração de vinte minutos do começo do quadro até a chegada ao hospital. Deu entrada em convulsão tônico‐clônica generalizada, afebril, com FC de 130 bpm e saturação de O2 de 95% em ar ambiente. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a conduta a ser adotada e a primeira droga a ser escolhida para o tratamento:

A. fornecer oxigênio suplementar independentemente da saturação de O2 e propofol intramuscular até conseguir acesso venoso
INCORRETO: Propofol? Pra que???
B. fornecer oxigênio suplementar se a saturação de O2 for < 92% e diazepam via retal até conseguir acesso venoso
INCORRETO : Saturação de oxigênio sempre tem que ser no minimo 94%.
C. fornecer oxigênio suplementar independentemente da saturação de O2 e diazepam intramuscular até conseguir acesso venoso
INCORRETO : Diazepam intramuscular? Melhor nem fazer nada!
D. fornecer oxigênio suplementar se a saturação de O2 for < 92% e midazolam intranasal até conseguir acesso venoso
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. fornecer oxigênio suplementar independentemente da saturação de O2 e midazolam intramuscular até conseguir acesso venoso
CORRETO : Certissimo! Sem duvida, quando não há acesso venoso e a criança convulsiona a primeiraopção é midazolam intramuscular e oxigênio! Questão simples.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.11)

DISCURSIVA: (178686 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Enumeram cinco causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes. (0,25 pontos)
(II) No tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial pediátrica quais são as principais recomendações para a mudança do estilo de vida nesta faixa etária? (0,25 pontos)


RATING: 3.13

(I) Enumeram cinco causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes. (0,25 pontos)
(II) No tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial pediátrica quais são as principais recomendações para a mudança do estilo de vida nesta faixa etária? (0,25 pontos)

(I) Causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes:
  1. glornerulonefrite aguda (0,05 p)
  2. abuso de drogas (0,05 p)
  3. doença vascular do colágeno (0,05 p)
  4. hipertensão renovascular (0,05 p)
  5. trauma craniano (0,05 p)
(II) Recomendações para a mudança do estilo de vida na faixa etária pediatrica:

  1. redução do peso corpóreo em indivíduos com excesso de peso (0,025 p)
  2. aumento do consumo de vegetais frescos (0,025 p), frutas (0,025 p) e leite/derivados desnatados (0,025 p)
  3. redução do consumo diário de sódio (0,025 p)
  4. moderação no consumo do álcool (0,025 p)
  5. atividade física regular (30 a 60 min e atividade física vigorosa na maioria dos dias da semana) (0,025 p)
  6. redução das atividades sedentárias (assistir à televisão, jogos eletrônicos) para menos de 2 h diárias (0,025 p)
  7. cessação do hábito de fumar (0,025 p) e o incentivo para nunca iniciar esse hábito (0,025 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

CASO CLINICO: (208186 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Criança do sexo masculino, seis anos de idade, sem antecedentes patológicos de relevo. Apresentou início agudo de tosse rouca, disfonia e estridor associados a sinais de dificuldade respiratória com agravamento progressivo. Sem outra sintomatologia associada. Sem conviventes doentes.
Observado por pediatra assistente cerca de duas horas após o início da sintomatologia, tendo sido objetivada febre (temperatura axilar de 38ºC).
À admissão apresentava-se polipneico, disfônico, com sinais de dificuldade respiratória grave nomeadamente estridor inspiratório, tiragem subcostal, supra-esternal e adejo nasal. Sem alterações na auscultação cardio-pulmonar, sem hipoxemia.
Manteve-se febril e, apesar da terapêutica com adrenalina nebulizada em intervalos regulares, manteve estridor, que se tornou bifásico. Cerca de oito horas após o início da sintomatologia, iniciou hipoxemia (FiO2 máximo de 0.28 para manter saturações periféricas de oxigênio > 92%). O estudo analítico demonstrou 10,2x109/L leucócitos com 84,8% neutrófilos e proteína C reativa (PCR) 53,2mg/L.
Utilizando os dados acima, esclarece:

1) Qual é a principal suspeita diagnóstica? 0,1 pontos
2) Indicam pelo menos três parâmetros de diagnóstico diferencial de laringotraqueobronquite. 0,3 pontos
3) Que agentes etiológicos são mais frequentemente implicados? 0,1 pontos




RATING: 2.87

1) Baseado no exame clinico e semiológico a principal suspeita é de traqueite bacteriana. A traqueite bacteriana (lambem chamada de traqueíte membranosa ou crupe pseudomembranoso ou laringotraqueobronquite bacteriana ou laringite membranosa) é uma infecção bacteriana aguda da região subglótica da via aérea superior que pode provocar uma obstrução das vias aéreas com risco de óbito. Foi descrita pela primeira vez em 1945 por Chevalier Jackson e consiste de fato numa infeção bacteriana exsudativa dos tecidos moles da laringe e traqueia. Desde a introdução da vacina contra o Haemophilus influenza tipo b, o número de casos de epiglotite diminuiu drasticamente na população pediátrica e desde então a traqueite bacteriana tem ganho relevância como infeção das vias aéreas superiores potencialmente fatais. 0,1 p

2) Três dos mais importantes elementos de diagnostico diferencial com laringotraqueobronquite: início abrupto do estridor (0,1 p) febre de dificil controle (0,1 p), falha de resposta na adrenalina (0,1 p);

3) Os agentes etiológicos mais frequentemente isolados são o Staphylococcus aureus (0,05 p) e Streptococcus pyogenes (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.87)




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