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AS DERMATOSES MICOTICAS MAIS COMUNS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

É a infecção fúngica mais comum em pediátria, de fato, precisamente, é uma infecção fúngica superficial (ou dermatofitose) do couro cabeludo, sobrancelhas e pestanas. Ela atinge principalmente a haste capilar e os folículos.  Desde que o espórulos são inoculados, as hifas do fungo crescem no estrato córneo da pele, de forma centrífuga. A progressão em profundidade se faz ao longo do cabelo e invadindo a queratina, à medida que esta é formada. Um tempo, a lesão é impercebível. Á medida que o cabelo cresce, no 12º - 14º dia o primeiro dano (cabelos quebradiços) aparece visível sobre a superfície da pele. Pela 3ª semana já são evidentes cabelos partidos. A infecção continua a disseminar-se no estrato córneo envolvendo outros cabelos.

OBJETIVA: (1106134 votos)..........99.44% das questões objetivas receberam votos.
Foi constatado que todas as seguintes opções reduzem o risco de acidente vascular encefálico atero-trombótico na prevenção primária ou secundária, EXCETO:
A. Acido acetilsalicílico
B. Controle da pressão arterial
C. Clopidogrel
D. Tratamento com estatinas
E. Varfarina

  RATING: 3.13

Foi constatado que todas as seguintes opções reduzem o risco de acidente vascular encefálico atero-trombótico na prevenção primária ou secundária, EXCETO:

A. Acido acetilsalicílico
INCORRETO: Foi constatado que a terapia com agentes antiplaquetários reduz o risco de eventos aterotrombóticos vasculares. A redução global de risco relativo de acidente vascular encefálico não fatal é de cerca de 25 a 30% na maioria dos ensaios clínicos de grande porte.
B. Controle da pressão arterial
INCORRETO : Vários estudos identificaram os fatores de risco essenciais para o acidente vascular encefálico isquêmico. A idade avançada, a história familiar, o diabetes, a hipertensão, o tabagismo e o colesterol são fatores de risco para aterosclerose e, portanto, para o acidente vascular encefálico. A hipertensão é, entre esses fatores de risco, o mais significativo. Todos os casos de hipertensão precisam ser controlados visando à prevenção de acidente vascular encefálico.
C. Clopidogrel
INCORRETO : O verdadeiro benefício absoluto depende do risco de cada paciente; por isso, pacientes com baixo risco de acidente vascular encefálico (p. ex., pacientes mais jovens com fatores de risco cardiovasculares mínimos) podem apresentar uma redução relativa do risco com tratamento antiplaquetário, porém com benefício insignificante.
D. Tratamento com estatinas
INCORRETO : Inúmeros estudos mostraram o benefício do tratamento com estatinas na redução do risco de acidente vascular encefálico, mesmo na ausência de hipercolesterolemia.
E. Varfarina
CORRETO : A anticoagulação constitui o tratamento de escolha para a prevenção de acidente vascular encefálico em pacientes com fibrilação atrial ou outras causas potenciais de embolia cardiocerebral. Entretanto, os dados disponíveis não sustentam o uso de longo prazo de antagonistas da vitamina K para a prevenção do acidente vascular encefálico aterotrombótico para doença cerebrovascular tanto intracraniana quanto extracraniana. O Warfarin-Aspirin Recurrent Stroke Study (WARSS) não constatou nenhum benefício da varfarina (relação internacional normalizada [INR] de 1,4 a 2,8) em comparação com o ácido acetilsalicílico 325 mg para a prevenção secundária do acidente vascular encefálico, porém assinalou uma taxa de sangramento ligeiramente maior no grupo tratado com varfarina. Um recente estudo europeu confirmou esse achado. O estudo Warfarin-Aspirin Symptomatic Intracranial Disease (WASID) não demonstrou nenhum benefício da varfarina (INR de 2 a 3) em comparação com o ácido acetilsalicílico em pacientes com aterosclerose intracraniana sintomática e também constatou uma maior taxa de complicações hemorrágicas.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

DISCURSIVA: (180538 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Quais são os indicadores de saúde representados pelas fórmulas?

a) Nº de óbitos em menores de 7 dias/Nascidos vivos; (0,125 pontos)
b) Nº nascidos mortos/Nascidos vivos + nascidos mortos; (0,125 pontos)
c) Nº de filhos nascidos vivos/população total feminina; (0,125 pontos)
d) Nº de pessoas de 65 anos e mais de idade/População com menos de 15 anos (0,125 pontos)


RATING: 3.04

Quais são os indicadores de saúde representados pelas fórmulas?

a) Nº de óbitos em menores de 7 dias/Nascidos vivos; (0,125 pontos)
b) Nº nascidos mortos/Nascidos vivos + nascidos mortos; (0,125 pontos)
c) Nº de filhos nascidos vivos/população total feminina; (0,125 pontos)
d) Nº de pessoas de 65 anos e mais de idade/População com menos de 15 anos (0,125 pontos)

A) Coeficiente de Mortalidade Neonatal PrecoceNº de óbitos em menores de 7 dias/Nascidos vivos (0,125 pontos)
B) Coeficiente de NatimortalidadeNº nascidos mortos/Nascidos vivos + nascidos mortos (0,125 pontos)
C) Taxa Específica de Fecundidade (0,125 pontos)Nº de filhos nascidos vivos/população total feminina
D) Índice de Envelhecimento (0,125 pontos)Nº de pessoas de 65 anos e mais de idade/População com menos de 15 anos

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

CASO CLINICO: (210406 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 68 anos, branco, tabagista crônico (40 maços-ano), com história de abuso crônico de analgésicos contendo fenacetina e exposição ocupacional a derivados de petróleo. Apresenta hematúria macroscópica indolor intermitente há 4 meses, associada a dor no flanco direito de intensidade moderada (inicialmente crônica, com episódio agudo simulando cólica renal). Ultrassonografia evidencia hidronefrose direita; citologia urinária mostra células suspeitas de alto grau; TC revela falha de enchimento na pelve renal direita.

Referente á esse caso:

I. Qual a principal suspeita diagnóstica? ................ 0,10 pontos
II. Qual a possível causa etiológica mais relevante neste caso? ........... 0,10 pontos
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ............. 0,10 pontos
IV. Qual o tratamento padrão-ouro? ............... 0,20 pontos 





RATING: 2.95

I. Suspeita diagnóstica principal

  • Hematúria (macroscópica franca ou total, ou microscópica) representa o sinal clínico mais frequente nos tumores uroteliais do trato urinário superior (0,04 p)
  • Dor no flanco constitui o segundo sintoma mais comum (pode ser crônica por hidronefrose gradual ou aguda por coágulos simulando cólica renal) (0,03 p)
  • Até 15% dos pacientes permanecem assintomáticos com diagnóstico incidental por imagem; aqui o quadro sintomático + hidronefrose + citologia alterada apontam para carcinoma urotelial do trato urinário superior (pelve renal) (0,03 p)

II. Possível causa etiológica mais relevante

  • Abuso crônico de analgésicos contendo fenacetina constitui fator de risco bem estabelecido para carcinomas uroteliais do trato urinário superior (0,05 p)
  • Nefropatia induzida por fenacetina associa-se a necrose papilar, insuficiência renal secundária e capilaroesclerose (alteração histológica patognomônica) (0,03 p)
  • Efeito combinado (necrose papilar + fenacetina) eleva de maneira importante o risco, com clara evidência de relação dose-resposta e apresentação em idade mais precoce (0,02 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico

  • Tomografia computadorizada é atualmente o padrão-ouro para o diagnóstico, oferecendo sensibilidade de até 96% e especificidade de 99% para lesões papilíferas com 5-10 mm (0,05 p)
  • Quando o diagnóstico permanece incerto após imagem, ureteroscopia combinada à pielografia retrógrada torna-se necessária para refinamento da caracterização lesional (0,03 p)
  • Ureteroscopia com biópsia permite visualização direta, obtenção de material para histologia (correlação 78-92% com anatomopatológico definitivo) e eleva acurácia diagnóstica para 85-90% quando associada à urografia excretora (0,02 p)

IV. Tratamento padrão-ouro

  • Nefroureterectomia com ressecção de cuff vesical (retalho vesical) constitui o tratamento padrão-ouro para os tumores uroteliais do trato urinário superior (0,10 p)
  • Não existem diferenças significativas nos resultados oncológicos entre as técnicas aberta e laparoscópica (transperitoneal, retroperitoneal ou hand-assisted) (0,05 p)
  • Todas as variantes laparoscópicas oferecem benefícios consistentes de menor morbidade quando comparadas à aberta; o tempo entre diagnóstico e tratamento não deve exceder três meses (0,05 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.95)




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