ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2567 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
510 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16459 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6188 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3648 QUESTÕES DE CIRURGIA
1922 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

CONVULSÕES (ÁREA DE PEDIATRIA)

Para fins de classificação epidemiológica, considera-se epilepsia quando duas ou mais crises não provocadas ocorrem num intervalo superior a 24 horas entre elas.
Uma convulsão ou crise epiléptica é uma alteração paroxística e limitada pelo tempo da atividade motora e/ou do comportamento, a qual resulta de atividade elétrica anormal no cérebro. As crises epilépticas são comuns na faixa etária pediátrica e ocorrem em aproximadamente 10% das crianças. Considerado o maior urgência neurológico.
A maioria das crises em crianças é provocada por distúrbios somáticos originados fora do cérebro, como febre alta, infecção, síncope, traumatismo craniano, hipóxia, toxinas ou arritmias cardíacas. Outros acontecimentos, como as crises de perda de fôlego e refluxo gastroesofágico, podem causar eventos que simulem crises convulsivas.
Algumas crianças também apresentam crises psicogênicas ou de origem psiquiátrica. Menos de um terço das crises epilépticas em crianças é causada por epilepsia, uma patologia em que as crises são desencadeadas recorrentemente de dentro do cérebro.

OBJETIVA: (1418232 votos)..........96.04% das questões objetivas receberam votos.
Mulher de 34 anos, gestante de 18 semanas, com diagnóstico de adenoma tóxico de 2,5 cm confirmado por cintilografia realizada antes da gestação. Apresenta TSH < 0,01 e T4 livre no limite superior. A conduta mais adequada é:
A. Indicação imediata de lobectomia no segundo trimestre
B. Início de propiltiouracil em dose mínima para manter T4 livre no limite superior da normalidade
C. Administração de131I após a 20ª semana com bloqueio de captação fetal
D. Observação clínica e laboratorial sem medicação, pois a toxicidade tende a melhorar na gestação
E. Uso de metimazol em dose plena até o final da gestação

  RATING: 2.83

Mulher de 34 anos, gestante de 18 semanas, com diagnóstico de adenoma tóxico de 2,5 cm confirmado por cintilografia realizada antes da gestação. Apresenta TSH < 0,01 e T4 livre no limite superior. A conduta mais adequada é:

A. Indicação imediata de lobectomia no segundo trimestre
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Início de propiltiouracil em dose mínima para manter T4 livre no limite superior da normalidade
CORRETO : A alternativa B é correta porque, na gestação, o objetivo é controlar o hipertireoidismo com a menor dose possível de antitireoidiano (preferencialmente propiltiouracil no primeiro trimestre, podendo-se manter ou trocar posteriormente), mantendo T4 livre no limite superior para evitar hipotireoidismo fetal.
C. Administração de131I após a 20ª semana com bloqueio de captação fetal
INCORRETO : A 131I é absolutamente contraindicado na gestação.
D. Observação clínica e laboratorial sem medicação, pois a toxicidade tende a melhorar na gestação
INCORRETO : A toxicidade do adenoma não regride espontaneamente e o hipertireoidismo não controlado aumenta risco de abortamento e parto prematuro.
E. Uso de metimazol em dose plena até o final da gestação
INCORRETO : Metimazol tem maior risco de malformações no primeiro trimestre e doses plenas não são necessárias.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.83)

DISCURSIVA: (198336 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)


RATING: 3.42

Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)

1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados.
  • A icterícia obstrutiva é caracterizada pelo predomínio da elevação da bilirrubina direta, semelhante à icterícia colestática intra-hepática. (0,05 p)
  • Diferencia-se das icterícias hepatocelulares pela ausência de elevação ou elevação em níveis menores das aminotransferases (TGO e TGP). (0,05 p)
  • Apresenta por outro lado elevação das enzimas canaliculares, fosfatase alcalina e gama glutamil-transferase. (0,05 p)
  • Na icterícia obstrutiva, ocorre prolongamento do tempo de atividade da protrombina o qual normaliza-se com reposição de vitamina K por não existir doença parenquimatosa. (0,05 p)
  • Na história clínica, alguns sintomas e sinais podem sugerir icterícia obstrutiva: dor no abdome superior, principalmente no hipocôndrio direito, febre, prurido e colúria, podendo existir na dependência da causa a presença de massa ou vesícula biliar palpáveis. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem permitem a diferenciação entre icterícia obstrutiva e colestase intra-hepática ao identificar o calibre das vias biliares, a causa e o local de uma obstrução. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem atualmente disponíveis e utilizados para a investigação são os seguintes: ultrassonografia, endossonografia, colangiografia transparieto hepática percutânea, colângio-pancreatografia endoscópica retrógrada, colangioressonância nuclear magnética, tomografia computadorizada. (0,05 p)

2) Cuidados a serem tomados no período per-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal.
  • Perdas volêmicas devem ser identificadas e repostas evitando-se que o paciente desenvolva hipotensão e insuficiência renal sobretudo no período per-operatório. (0,015 p)
  • O controle da eficácia de reposição é realizado através da mensuração do volume urinário. (0,015 p)
  • Distúrbios da coagulação devem ser investigados realizando-se hemograma com contagem de plaquetas o qual permite a identificação de indícios de infecção e distúrbio da coagulação. (0,015 p)
  • Deve ser realizada a aferição do tempo de protrombina e de tromboplastina parcial ativada. (0,015 p)
  • Em pacientes eletivos com tempo de protrombina alargado, deve-se repor vitamina K por 3 dias. (0,015 p)
  • Em situações de urgência ou quando houver falta de resposta à vitamina K, deverá ser reposto plasma fresco e ocasionalmente crioprecipitado. (0,015 p)
  • É importante também manter correto equilíbrio eletrolítico, principalmente do sódio e do potássio. (0,015 p)
  • Devem ser avaliados e corrigidos os níveis de escórias nitrogenadas através de reposição hídrica ou de medidas de suporte à função renal. (0,015 p)
  • Pacientes sem infecção deverão receber antibioticoprofilaxia e os portadores de colangite deverão receber antibioticoterapia. (0,015 p)
  • Evitar o uso de drogas anestésicas hepatotóxicas e manutenção de estabilidade hemodinâmica no período intraoperatório. (0,015 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.42)

CASO CLINICO: (230526 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Um menino de 2 anos é levado ao pronto-socorro por sua mãe que está preocupada porque ele acabou de evacuar fezes com sangue vermelho e muco. Ele ficou irritadiço nas ultimas 36 horas, com crises agudas de dor de barriga, acompanhados de esforços excessivos e choro inconsolável. Também teve alguns episódios de vômito, mas não nas últimas 24 horas. Teve leve diarreia uma semana atrás e uma infecção de trato urinario que se resolveu espontaneamente nos últimos 5 dias. Não tem antecedentes de doenças conhecidos e está crescendo e se desenvolvendo bem. O exame físico mostra uma criança pálida, muito irritável com T 39,0 C, pulso 120 / min e PA 90/60 mm Hg. O exame adicional mostra cabeça, olhos, orelhas, nariz e garganta normal, pele pálida sem erupção cutânea, ausculta sem sopro e pulmões limpos. O abdômen está distendido e na apalpação profunda, o achado é de uma massa levemente sensível em forma de salsicha no abdome superior direito no eixo cefalocaudal. Sem hepato/esplenomegalia. Enchimento capilar é 2 segundos. O exame neurológico não é focalizado e os nervos cranianos estão intactos.

Responda ás seguintes questões:

(I) Qual é a principal hipótese diagnostica? (admite-se apenas as respostas com uma opção) 0,1 pontos

(II) Quais são outras suspeitas diagnosticas?  0,1 pontos

(III) Caso a principal hipotese se confirma, qual é a conduta? 0,3 pontos




RATING: 3.01

(I) Qual é a principal hipótese diagnostica? (admite-se apenas uma opção)

Em uma criança, a dor abdominal com sangue nas fezes é altamente sugestiva para intussuscepção até que seja comprovada de outra forma. Uma massa tenra em forma de salsicha é um achado físico patognomônico. (0,1 p)

(II) Quais são outras suspeitas diagnosticas?

1. Divertículo de Meckel (0,05 p)
2. Púrpura de Henoch-Schönlein (anafilactoide) com possível intussuscepção secundária. (0,05 p)

(III) Caso a principal hipotese se confirma, qual é a conduta?

Énema diagnostica (0,05 p), exceto se houver sinais de choque (0,05 p), perfuração (0,05 p), irritação peritoneal (0,05 p)
Reanimação IV conforme necessário (0,05 p)
Cirurgia imediata (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.