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O TRATAMENTO DO CHOQUE SEPTICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Esse choque apresenta uma característica muito interessante - depende da resposta do hospedeiro. Em muitos casos, o que mata não é o próprio agente patógeno, mas sim a reação fisiológica - ás vezes exagerada - do próprio organismo.
O que é muito importante aqui? Primeiro, identificar precoce o choque séptico - pois a identificação já significa intervenção: inicio da ressuscitação - precisamente, o suporte hemodinâmico para manter a transferência de O2 Já com essa medida corretamente instituída é suficiente para prevenir o desenvolvimento de falência de órgãos de vários sistemas e uma PCR e assim, reduzir a morbidade e a mortalidade pediátrica.
Segundo, pensar imediatamente que as alterações clínicas, hemodinâmicas e metabólicas observadas no choque séptico tem como base dum lado a própria infecção e do outro a liberação ou ativação de mediadores inflamatórios.

OBJETIVA: (930311 votos)..........94.28% das questões objetivas receberam votos.
Uma primigesta com 39 semanas de idade gestacional é admitida na maternidade em trabalho de parto. Os exames realizados no pré-natal registram 2 sorologias para citomegalovírus (CMV): uma no 1° outra no 3° trimestre de gestação. A 1ª apresenta IgM e IgG negativos, e a 2ª IgM e IgG positivos. A gestante relata não ter tido nenhuma intercorrência durante toda a gestação e desconhecer o resultado e o significado dessas sorologias. Ela dá à luz pela via vaginal, e o recém-nascido, após minucioso exame, parece não ter nenhuma alteração. A melhor conduta a ser tomada com o recém-nascido quanto à investigação, ao aleitamento materno e ao tratamento é solicitar:
A. PCR na urina e liquor, radiografia de crânio ou ultrassonografia transfontanela e avaliação do fundo de olho, sendo a sorologia desnecessária quando disponível o PCR, uma vez que esse exame tem sensibilidade de 100%; suspender a amamentação se o PCR for positivo; iniciar tratamento se o PCR urinário for positivo e houver comprometimento neurológico, ou auditivo, ou coriorretinite, ou sepse neonatal. O PCR no liquor, isoladamente, já é indicação de tratamento
B. teste de coagulação, provas hepaticas. analise de urina, antibioticoterapia empirica; não suspender a amamentação; iniciar tratamento com ganciclovir comente se houver IgG ou IgM de sangue periférico positivo
C. sorologia (IgM e IgG) para CMV em sangue periférico e liquor, PCR para CMV na urina, radiografia de crânio ou ultrassonografia transfontanela e avaliação do fundo de olho; não suspender amamentação; iniciar tratamento se os resultados da sorologia ou PCR forem positivos e houver comprometimento neurológico, ou auditivo, ou coriorretinite, ou sepse neonatal
D. radiografia de crânio ou ultrassonografia transfontanela e avaliação do fundo de olho. Assim, não é necessário solicitar sorologia do recém-nascido porque a chance de transmissão vertical da doença, quando observada soroconversão durante a gravidez, é de 100%; não suspender a amamentação; iniciar tratamento se pelo menos 1 dos exames solicitados estiver alterado ou na vigência de sepse neonatal
E. sorologia (IgM e IgG) para CMV em sangue periférico e liquor, radiografia de crânio ou ultrassonografia trans-fontanela e avaliação do fundo de olho; não suspender a amamentação; iniciar tratamento se houver IgM de liquor positivo ou IgM de sangue periférico positivo com pelo menos 1 dos outros exames alterados ou na vigência de sepse neonatal, mesmo se as sorologias apresentarem IgM positivo

  RATING: 2.96

Uma primigesta com 39 semanas de idade gestacional é admitida na maternidade em trabalho de parto. Os exames realizados no pré-natal registram 2 sorologias para citomegalovírus (CMV): uma no 1° outra no 3° trimestre de gestação. A 1ª apresenta IgM e IgG negativos, e a 2ª IgM e IgG positivos. A gestante relata não ter tido nenhuma intercorrência durante toda a gestação e desconhecer o resultado e o significado dessas sorologias. Ela dá à luz pela via vaginal, e o recém-nascido, após minucioso exame, parece não ter nenhuma alteração. A melhor conduta a ser tomada com o recém-nascido quanto à investigação, ao aleitamento materno e ao tratamento é solicitar:

A. PCR na urina e liquor, radiografia de crânio ou ultrassonografia transfontanela e avaliação do fundo de olho, sendo a sorologia desnecessária quando disponível o PCR, uma vez que esse exame tem sensibilidade de 100%; suspender a amamentação se o PCR for positivo; iniciar tratamento se o PCR urinário for positivo e houver comprometimento neurológico, ou auditivo, ou coriorretinite, ou sepse neonatal. O PCR no liquor, isoladamente, já é indicação de tratamento
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. teste de coagulação, provas hepaticas. analise de urina, antibioticoterapia empirica; não suspender a amamentação; iniciar tratamento com ganciclovir comente se houver IgG ou IgM de sangue periférico positivo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. sorologia (IgM e IgG) para CMV em sangue periférico e liquor, PCR para CMV na urina, radiografia de crânio ou ultrassonografia transfontanela e avaliação do fundo de olho; não suspender amamentação; iniciar tratamento se os resultados da sorologia ou PCR forem positivos e houver comprometimento neurológico, ou auditivo, ou coriorretinite, ou sepse neonatal
CORRETO : O fato de a sorologia da mãe ter positivado durante a gestação indica infecção recente da mãe pelo CMV, infecção congênita comum; a grande maioria dos recém-nascidos será assintomática ao nascimento. Estima-se que cerca de 0,5 a 2,2% dos neonatos sejam infectados pelo CMV no período do nascimento e cerca de 10% são sintomáticos ao nascimento. Dos 90% assintomáticos, cerca de 10% desenvolvem complicações como perda da audição, coriorretinite, atrofia óptica, microcefalia e distúrbios da fala e de aprendizagem. O maior risco para o feto ocorre durante a segunda metade da gestação, podendo a infecção materna ser assintomática. Alguns destes podem ter sintomas extremamente graves, podendo evoluir para óbito, geralmente por coagulação intravascular
D. radiografia de crânio ou ultrassonografia transfontanela e avaliação do fundo de olho. Assim, não é necessário solicitar sorologia do recém-nascido porque a chance de transmissão vertical da doença, quando observada soroconversão durante a gravidez, é de 100%; não suspender a amamentação; iniciar tratamento se pelo menos 1 dos exames solicitados estiver alterado ou na vigência de sepse neonatal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. sorologia (IgM e IgG) para CMV em sangue periférico e liquor, radiografia de crânio ou ultrassonografia trans-fontanela e avaliação do fundo de olho; não suspender a amamentação; iniciar tratamento se houver IgM de liquor positivo ou IgM de sangue periférico positivo com pelo menos 1 dos outros exames alterados ou na vigência de sepse neonatal, mesmo se as sorologias apresentarem IgM positivo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

DISCURSIVA: (168673 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Qual é a definição do pectus excavatum (0,125 pontos) e do pectus carinatum (0,125 pontos)?

2) Qual é a definição da síndrome de Poland? (0,25 pontos)


RATING: 3.1

1) Qual é a definição do pectus excavatum (0,125 pontos) e do pectus carinatum (0,125 pontos)?

2) Qual é a definição da síndrome de Poland? (0,25 pontos)

1) Qual é a definição do pectus excavatum e pectus carinatum

O pectus excavatum provém de um crescimento desequilibrado ou excessivo das cartilagens costais inferiores, causando umadepressão esternal posterior. (0,125 p)

O pectus carinatum (também chamado de peito-de-pombo) é caracterizado por uma deformidade com protrusão anterior do esterno e das cartilagens costais. (0,125 p)

2) Qual é a definição da síndrome de Poland?

A síndrome de Poland é uma doença rara (0,025 p), não-familiar (0,025 p), de causa desconhecida (0,025 p). Os componentes da síndrome incluem:

  • a ausência do músculo peitoral maior (0,025 p),
  • a ausência ou a hipoplasia (0,025 p) do músculo peitoral menor (0,025 p),
  • a ausência das cartilagens costais (0,025 p)
  • hipoplasia das mamas (0,025 p) e do tecido subcutâneo (0,025 p) (inclusive do complexo mamilar) e uma variedade de anomalias das mãos. (0,025 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.1)

CASO CLINICO: (195467 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma criança de 6 meses de idade é trazida por sua mãe após ter sido deixada sozinha com seu 'namorado'. Ela estava bem ontem, mas hoje não se alimenta e está mais sonolenta que o normal. Não tem febre, congestão, vômitos ou diarreia. O exame físico é normal, exceto pelo fato de que a criança parece ter mais dificuldade de acordar que o comum.
1) Qual é a principal suspeita? (0,2 pontos)
2) Quais possíveis etiologias devem ser consideradas? (0,3 pontos)


RATING: 2.99

1) Abuso infantil é a mais provável. (0,2 pontos)
Preste atenção às fontanelas e ao fundo de olho da criança: fontanelas tensas ou quaisquer anormalidades no exame de fundo do olho são extremamente significativas. O abuso infantil nessa situação tem maior probabilidade de ter sido na forma de sacudir violentamente o bebê. Nessa situação, o movimento de chicote da cabeça da criança pode causar ruptura das veias corticais em ponte, que ligam as veias da dura e aracnoide, levando à formação de um hematoma subdural. Estes podem ocorrer bilateralmente, com uma freqüência 5 a 10 vezes maior que o sangramento epidural.
Os hematomas subdurais podem ocorrer de forma crônica em crianças pequenas que sofrem maus tratos, estando associados a fraturas cranianas em 30% dos casos. Hemorragias retinianas são encontradas em 75% dos pacientes com hematomas subdurais. Os exames neurológicos de imagem classicamente revelam lesões em forma de meia-lua entre o cérebro e o crânio.

2) Também considere:
- sepse (0,1 pontos)
- intussuscepção (0,1 pontos)
- anormalidades metabólicas congênitas (0,1 pontos)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.99)




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