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DISVITAMINOSES (ÁREA DE PEDIATRIA)

As vitaminas não participem significativamente da formação da estrutura celular e não são fonte de energia.

Por outro lado, em animais mantidos com uma dieta quimicamente definida, composta apenas de proteínas, carboidratos, gorduras purificadas e minerais, a vida não pode ser mantida.

São necessários fatores adicionais existentes nos alimentos naturais, embora, freqüentemente, apenas em quantidades mínimas.

Esses "fatores alimentares acessórios" são as vitaminas.

Estas substâncias orgânicas comumente tomam parte como coenzimas nas complexas reações bioquímicas do organismo. Ressalta-se que não apresentam semelhança química entre si; mas, em decorrência de função metabólica geral semelhante, são estudadas em conjunto.

OBJETIVA: (1284378 votos)..........96.35% das questões objetivas receberam votos.
Na apendicite durante a gestação, o fator mais fortemente associado à mortalidade fetal é:
A. idade gestacional
B. atraso na administração de antibióticos
C. apendicectomia aberta ao invés de laparoscópica
D. perfuração apendicular
E. atraso na intervenção cirúrgica

  RATING: 3

Na apendicite durante a gestação, o fator mais fortemente associado à mortalidade fetal é:

A. idade gestacional
INCORRETO: Embora a idade gestacional possa influenciar a apresentação clínica da apendicite (com maior risco de complicações no terceiro trimestre devido ao deslocamento anatômico do apêndice), não é o fator mais fortemente ligado à mortalidade fetal. A literatura enfatiza que a perfuração supera a idade gestacional como preditor principal de perda fetal.
B. atraso na administração de antibióticos
INCORRETO : Embora o atraso em antibióticos possa contribuir para a progressão da infecção, não é o preditor mais forte de mortalidade fetal quando comparado à perfuração. Antibióticos são cruciais no manejo, mas sua demora frequentemente leva à perfuração, que é o mediador direto do risco fetal elevado.
C. apendicectomia aberta ao invés de laparoscópica
INCORRETO : A escolha da abordagem cirúrgica (aberta versus laparoscópica) não é o fator principal associado à mortalidade fetal. Ambas as técnicas são seguras na gestação, com riscos semelhantes de complicações fetais; a laparoscópica pode ser preferida em trimestres iniciais, mas a perfuração pré-operatória é o determinante chave, não o tipo de cirurgia.
D. perfuração apendicular
CORRETO : A perfuração apendicular é o fator mais fortemente associado à mortalidade fetal na apendicite durante a gestação, pois leva à disseminação de material purulento e fecal na cavidade peritoneal, aumentando o risco de peritonite generalizada, trabalho de parto prematuro e perda fetal. Estudos indicam que o risco de perda fetal em apendicite não complicada é de cerca de 1,5% a 5%, mas eleva-se drasticamente para 20% a 36% em casos de perfuração livre. Essa associação é bem documentada, destacando a importância do diagnóstico precoce para prevenir a progressão para perfuração e mitigar riscos fetais.
E. atraso na intervenção cirúrgica
INCORRETO : O atraso cirúrgico pode aumentar o risco de parto prematuro ou aborto em cerca de 23% por dia de demora, mas não é o fator mais fortemente associado à mortalidade fetal. Esse atraso frequentemente resulta em perfuração, que é o mecanismo primário de perda fetal, tornando-o um contribuidor indireto em vez de o principal.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (190832 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os alvos terapêuticos da 1ª hora na ressuscitação de crianças com sepse grave e choque séptico. (0,5 pontos).


RATING: 2.55

Enumeram os alvos terapêuticos da 1ª hora na ressuscitação de crianças com sepse grave e choque séptico. (0,5 pontos).

Alvos terapêuticos da 1ª hora:

  • Tempo de enchimento capilar ≤ 2 segundos 0,05 p
  • Pressão arterial sistólica normal para a faixa etária. 0,05 p
  • Avaliação de pulso ausência de diferença entre pulso central e periférico. 0,05 p
  • Presença de diurese >1 mL/kg/h. 0,05 p
  • Extremidades aquecidas. 0,05 p
  • Estado neurológico normal 0,05 p
  • Estado mental normal. 0,05 p
  • Saturação venosa central SvcO2 ≥ 70%. 0,05 p
  • Índice cardíaco 3,3-6,0 L/min/m2 0,05 p .
  • Pressão de perfusão normal para a faixa etária 0,05 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.55)

CASO CLINICO: (223034 votos)..........99.52% dos casos clinicos receberam votos.
Homem, 21 anos, negro, garçom, evangélico, procurou o serviço médico queixando-se de febre baixa há 30 dias, diária, vespertina, cedendo com antitérmicos, acompanhada de sudorese noturna profusa. Refere emagrecimento de 4 kg no período, tosse seca e sensação de “cansaço de fôlego” nos últimos três dias. Ao exame físico, apresenta-se em regular estado geral, regular estado nutricional, normocorado, desidratado ++/++++, anictérico e acianótico. Língua com leucoplasia pilosa. ACV – ausculta cardíaca normal. PA 100/70 mmHg. FC 110 bpm. Ap. respiratório – tiragem intercostal. Estertores subcrepitantes esparsos. FR 32 irpm. Abdome – normal. Cromatográfico positivo.
1) Cite três hipóteses diagnósticas mais prováveis para justificar o quadro pulmonar, em ordem decrescente de probabilidade. (0,15 pontos)
2) Cite seis exames complementares necessários para o embasamento das suas hipóteses e proposição do plano terapêutico inicial. (0,15 pontos)
3) Trace o plano terapêutico inicial (imediato), justificando cada item. (0,2 pontos)


RATING: 3.46

1) Três hipóteses diagnósticas mais prováveis:
- Pneumocistose; (0,05 p)
- Doença infecciosa granulomatosa (tuberculose, histoplasmose ou micose) disseminada ou não; (0,05 p)
- Pneumonia comunitária (típica ou atípica). (0,05 p)
2) Para embasamento das hipóteses e proposição do tratamento inicial:
- RX Tórax (0,025 p)
- Gasometria arterial (0,025 p)
- LDH (0,025 p)
- Escarro (BAAR/Fungos/Histoplasma) com ou sem culturas (tardia) (0,025 p)
- Hemograma (0,025 p)
- Bioquímica (função renal, ionograma, PCR / VHS) (0,025 p)
3) Plano terapêutico inicial:
- Internação, pelo risco de falência respiratória. (0,0285 p)
- Bactrim venoso em dose terapêutica, pelo risco de pneumocistose. (0,0285 p)
- Oxigenioterapia, pelos sinais de esforço ventilatório. (0,0285 p)
- Hidratação venosa para correção dos distúrbios hidro-eletrolíticos e ácido-básicos. (0,0285 p)
- Antibioticoterapia para germes comunitários (Exemplos: amoxilina, azitromicina, ceftriaxone ou outra associação), para cobertura de gram-negativo, gram-positivo e anaeróbio. (0,029 p)
- Corticoides poderão ser aceitos pelo quadro pulmonar. (0,0285 p)
- Tuberculostáticos com justificativa fundamentada (0,0285 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.46)




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