ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2563 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
504 TENTATIVAS (23 CONTESTAÇÕES)
14739 QUESTÕES OBJETIVAS
3441 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2953 QUESTÕES DE CIRURGIA
1791 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
164 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
196 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Os acidentes com animais peçonhentos são bastante frequentes no Brasil. Anualmente, dezenas de milhares de pessoas são picadas por cobras, escorpiões, aranhas ou outros animais peçonhentos, o que pode ser fatal em alguns casos. Felizmente, existem serviços de emergência especializados para lidar com este tipo de situações, que podem desde a administração de soro antiofídico ao tratamento de ferimentos. Por isso, é importante sempre procurar assistência médica imediatamente em caso de acidente com animal peçonhento.

OBJETIVA: (1031532 votos)..........97.41% das questões objetivas receberam votos.
Qual é o local mais comumente afetado por eczema da dermatite atópica em lactentes?
A. Áreas flexoras
B. Face, pescoço e áreas extensoras dos membros
C. Mãos e pés
D. Couro cabeludo e região malar
E. Área da fralda

  RATING: 2.86

Qual é o local mais comumente afetado por eczema da dermatite atópica em lactentes?

A. Áreas flexoras
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Face, pescoço e áreas extensoras dos membros
CORRETO : Nos lactentes, as lesões de eczema acometem a face, pescoço e áreas extensoras dos membros, poupando a área da fralda.
C. Mãos e pés
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Couro cabeludo e região malar
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Área da fralda
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.86)

DISCURSIVA: (177895 votos) ..........98.78% das questões discursivas receberam votos.

O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.

  1. Quais são os principais fatores de risco etiológicos?...........0,125 p
  2. Quais as vias genéticas e moleculares centrais na transformação maligna?............0,125 p
  3. Quais as principais alterações arquiteturais e as fases de evolução tumoral na histopatologia? ................ 0,125 p
  4. Quais os elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica para prognóstico e quais as limitações dos níveis de Clark? .............0,125 p




RATING: 2.99

O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.

  1. Quais são os principais fatores de risco etiológicos?...........0,125 p
  2. Quais as vias genéticas e moleculares centrais na transformação maligna?............0,125 p
  3. Quais as principais alterações arquiteturais e as fases de evolução tumoral na histopatologia? ................ 0,125 p
  4. Quais os elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica para prognóstico e quais as limitações dos níveis de Clark? .............0,125 p


Resposta 1 (Fatores de risco etiológicos):

  • Exposição à radiação ultravioleta (UV) é o fator principal (0,03125 p).
  • Tipo de pele de alto risco: olhos azuis, cabelos loiros/ruivos, pele clara, sardas, incapacidade de bronzeamento e propensão a queimaduras solares (0,03125 p).
  • Histórico de várias queimaduras solares com bolhas e exposição solar intensa e intermitente (0,03125 p).
  • Outros: câmaras de bronzeamento (alto risco, especialmente adolescentes e mulheres jovens), condição socioeconômica elevada, história familiar, grande número de nevos (incluindo congênitos gigantes e displásicos), imunossupressão e xeroderma pigmentoso (0,03125 p).

Resposta 2 (Vias genéticas e moleculares centrais):

  • Via principal RAS-BRAF-MAPK: mutação BRAF (até 66% dos casos), especialmente BRAF-V600E, que ativa permanentemente a proteína, promovendo proliferação celular descontrolada e inibindo apoptose; mais comum em tumores avançados (fase de crescimento vertical) e metastáticos (0,03125 p).
  • Locus CDKN2A (cromossomo 9p21): codifica p16 e p14ARF (supressoras de tumor relacionadas à p53); mutações em 35% dos casos familiares ou com melanomas múltiplos; fenótipo com pigmentação densa, células não fusiformes e disseminação pagetoide; associação com síndrome melanoma-câncer de pâncreas (0,03125 p).
  • Outros genes: CDK4 (cromossomo 12q13, interage com p16, mutações raras de alta penetrância), KIT (mutado em melanomas acrais lentiginosos e de mucosas), PTEN (supressor tumoral perdido em 30% das células de melanoma, mais em lesões avançadas) (0,03125 p).
  • Padrões de mutações: isoladas (RAS) ou combinadas (PTEN + BRAF); mutações não relacionadas à espessura tumoral (exceto PTEN em fases avançadas); acúmulo sequencial de mutações induzidas por UV leva à perda de controle celular (0,03125 p).

Resposta 3 (Alterações arquiteturais e fases de evolução tumoral na histopatologia):

  • Alterações arquiteturais principais: assimetria da arquitetura geral, margens mal definidas, perda da arquitetura névica (grupos de células variáveis em tamanho e forma, grupos confluentes, células menos coesas) e migração de melanócitos atípicos para camadas superiores da epiderme (DOPA-positivas com alta atividade tirosinásica) (0,03125 p).
  • Fase inicial (crescimento radial): melanócitos limitados à epiderme e anexos (exceto casos metastáticos originados de células névicas malignas ou nevo azul de origem dérmica) (0,03125 p).
  • Fase posterior (invasão dérmica): perda de maturação dos melanócitos ao penetrar na derme, células volumosas com núcleos atípicos, hipercromáticos e nucléolos proeminentes, forma pagetoide possível, infiltrado inflamatório (linfócitos) (0,03125 p).
  • Fase de crescimento vertical: alterações citológicas mais intensas, redução na síntese de melanina (pode formar melanoma amelanótico, confirmado por imuno-histoquímica quando pigmento ausente) (0,03125 p).

Resposta 4 (Elementos do AJCC e limitações dos níveis de Clark):

  • Elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica: I. ulceração, II. índice de Breslow, III. mitoses (0,03125 p).
  • Ulceração: interrupção microscópica da superfície epitelial pelo tumor; melhor indicador de envolvimento linfonodal, redefine estágio (A para B), identifica tumores finos (<0,8 mm) como mau prognóstico quando associada a mitoses elevadas; fator independente em análises multivariadas; incluída no AJCC 2002 (0,03125 p).
  • Índice de Breslow: medida da espessura tumoral (do topo da camada granulosa ao ponto mais profundo; em ulcerados, da base da úlcera); fator prognóstico mais confiável, objetivo e independente do observador; define melanoma fino (≤0,8 mm), intermediário (0,8-4 mm) e espesso (>4 mm); quanto mais espesso, pior o prognóstico (0,03125 p).
  • Níveis de Clark: I (restritos à epiderme e anexos), II (derme papilar e interface com reticular), III (toda derme papilar), IV (derme reticular), V (panículo adiposo); limitações: interpretação subjetiva (níveis II-III-IV), dificuldade em visualizar limites derme papilar/reticular (pior em pele danificada pelo sol), variação anatômica da espessura dérmica; menos confiável que Breslow por ser subjetivo (0,03125 p).

FONTE:

MELANOMA MALIGNO - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

CASO CLINICO: (207349 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.
De acordo com o caso apresentado preencha o atestado de óbito:
Dona Creonice, 65 anos, do lar. Há uma semana, quando lavava a cozinha de sua casa, escorregou no piso molhado e sofreu um traumatismo craniano. Após a queda ficou desacordada, e foi encontrada por sua filha, que prontamente a levou ao hospital de emergência da região. Tomografia de crânio da admissão demonstrou grande hematoma subdural com efeito de massa e desvio da linha média. Foi encaminhada ao centro cirúrgico e submetida a drenagem cirúrgica.
No terceiro dia de internação, apresentou quadro febril com piora o quadro neurológico. Nova tomografia de crânio mostrou redução do hematoma, sem desvio de linha média.
No quarto dia de internação, o dreno intracraniano apresentava secreção turva e a febre se tornou contínua. Foi realizado coleta de líquor para cultura e iniciado antibioticoterapia empírica.
No oitavo dia de internação a paciente faleceu e o resultado da cultura do líquor demonstrou estafilococos MRSA.


RATING: 2.18

Meningite 4 dias (0,125 p)
Dreno Cirúrgico Infectado 5 dias (0,125 p)
Hematoma subdural 8 dias (0,125 p)
Traumatismo crânio encefálico 8 dias (0,125 p)

Comentário: Na parte da causa da morte na declaração de óbito (parte 1), a última linha deve constar a cadeia de acontecimentos patológicos, que conduziram diretamente à morte, ou as circunstâncias do acidente ou violência que produziram a lesão fatal. As causas consequenciais devem ser declaradas nas linhas superiores. Neste caso, todo o início da cadeia começou com o TCE (última linha) que levou ao hematoma subdural (linha superior ao TCE), e conseqüentemente ao dreno infectado e que por último levou a causa ligada diretamente ao óbito, neste caso a meningite.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.18)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.