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ANATOMIA E FISIOLOGIA DO CORAÇÃO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A anatomia e a fisiologia do coração são extremamente importantes para o funcionamento do organismo. O coração é um órgão vital que bombeia o sangue para todos os outros órgãos do corpo, proporcionando o transporte de nutrientes e oxigênio. Além disso, a anatomia e a fisiologia do coração estão relacionadas com o sistema cardiovascular, que é responsável por controlar o ritmo cardíaco e o tônus vascular. Por fim, a anatomia e a fisiologia do coração são fundamentais para a saúde do organismo, pois são responsáveis por manter o fluxo sanguíneo constante e eficiente.

OBJETIVA: (1208654 votos)..........99.14% das questões objetivas receberam votos.
Paciente de 22 anos, homossexual, vem apresentando sangramento anal vivo de pequena monta há cerca de 2 semanas, associado a prurido anal, defecação dolorosa e escoriações perianais. A anoscopia revelou edema e friabilidade de mucosa, bem como presença de exsudado purulento. A etiologia mais provável para o quadro descrito é:
A. Sífilis anorretal
B. Doença de Crohn
C. Proctite gonocócica
D. Fissura anal
E. Fístula anorretal

  RATING: 3.16

Paciente de 22 anos, homossexual, vem apresentando sangramento anal vivo de pequena monta há cerca de 2 semanas, associado a prurido anal, defecação dolorosa e escoriações perianais. A anoscopia revelou edema e friabilidade de mucosa, bem como presença de exsudado purulento. A etiologia mais provável para o quadro descrito é:

A. Sífilis anorretal
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Doença de Crohn
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Proctite gonocócica
CORRETO : Os indivíduos homossexuais e mulheres praticantes de sexo anal estão sob risco de desenvolver infecções anorretais, sendo a proctite gonocócica (PG) uma delas. A PG é uma infecção que acomete a mucosa do ânus e do reto, levando o paciente a apresentar dor, hiperdefecação, tecido edemaciado com presença de úlceras e eliminação de secreção purulenta e sanguinolenta. Cultura deve ser sempre solicitada, para investigação etiológica. Demonstrada a presença do diplococo Gram-negativo, Neisseria gonorrhoeae, o tratamento deve ser realizado com ceftriaxona associada à doxiciclina.
D. Fissura anal
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Fístula anorretal
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.16)

DISCURSIVA: (186171 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite a classificação do recém-nascido (RN) prematuro de acordo com o peso de nascimento, segundo critérios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde. (0,5 pontos)


RATING: 2.42

Cite a classificação do recém-nascido (RN) prematuro de acordo com o peso de nascimento, segundo critérios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde. (0,5 pontos)

RN é classificado quanto ao peso em:
  • RN de muito baixo peso – corresponde ao RN com peso entre 1000 g e 1500 g (0,0625 p)
  • RN de extremo baixo peso ou RN fetais – peso inferior a 1000 g (0,0625 p)
  • AIG – Adequado p/ idade gestacional (0,0625 p)
  • PIG – Pequeno p/ idade gestacional (0,0625 p)
  • GIG – Grande p/ idade gestacional (0,0625 p)
ou
  • BP – Baixo peso < 2500 g (0,0625 p)
  • MBP – muito baixo peso: 1000 g – 1500 g (0,0625 p)
  • MMBP – muito muito baixo peso < 1000 g (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.42)

CASO CLINICO: (218214 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.92

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.92)




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