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CÂNCER DE ESOFAGO (ÁREA DE CIRURGIA)

O câncer do esôfago é a sexta causa mais comum de neoplasia maligna do mundo, representando 4% dos diagnósticos novos de câncer nos Estados Unidos.

Infelizmente, a maioria dos pacientes se apresenta com doença localmente avançada (estágio T3 e/ou N1). Variações na incidência ocorrem entre países ou mesmo entre as regiões de um certo país, especialmente junto à população masculina. Apesar dos padrões geográficos, tem sido observada uma grande virada no tipo histológico tumoral.

OBJETIVA: (954303 votos)..........94.43% das questões objetivas receberam votos.
Um paciente de 22 anos foi atingido por uma pedra na parte lateral esquerda da cabeça durante uma briga a saída do estádio de futebol. Após descansar por alguns minutos e observar inchaço na região, dirigiu-se para casa. Três horas após passou a apresentar cefaleia de forte intensidade acompanhada de náuseas e vômitos. Enquanto era levado ao hospital por familiares foi progressivamente ficando sonolento. Ao exame de entrada o paciente estava comatoso, apresentava hemiparesia direita e anisocoria. O diagnóstico provável e sua etiologia são:
A. Tumefação cerebral, lesão da artéria cerebral média
B. Brain-Swelling, distúrbio de vasomotricidade cerebral
C. Contusão frontal, lesão de veias em ponte
D. Hematoma subdural subagudo, lesão de veias em ponte
E. Hematoma extradural, lesão da artéria meningea media

  RATING: 2.99

Um paciente de 22 anos foi atingido por uma pedra na parte lateral esquerda da cabeça durante uma briga a saída do estádio de futebol. Após descansar por alguns minutos e observar inchaço na região, dirigiu-se para casa. Três horas após passou a apresentar cefaleia de forte intensidade acompanhada de náuseas e vômitos. Enquanto era levado ao hospital por familiares foi progressivamente ficando sonolento. Ao exame de entrada o paciente estava comatoso, apresentava hemiparesia direita e anisocoria. O diagnóstico provável e sua etiologia são:

A. Tumefação cerebral, lesão da artéria cerebral média
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Brain-Swelling, distúrbio de vasomotricidade cerebral
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Contusão frontal, lesão de veias em ponte
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Hematoma subdural subagudo, lesão de veias em ponte
INCORRETO : Um hematoma subdural é um acúmulo de sangue entre a superfície do cérebro a camada de revestimento chamada dura-máter. Hematomas subdurais geralmente são resultantes de uma lesão craniana grave. Quando ele ocorre dessa forma, é chamado de hematoma subdural agudo. Hematomas subdurais agudos estão entre as lesões cranianas mais fatais. O sangramento enche a área do cérebro muito rapidamente, comprimindo o tecido cerebral. Isso normalmente resulta em lesão cerebral e pode levar à morte. Dependendo do tamanho do hematoma e do local do cérebro que está sofrendo compressão, qualquer um dos sintomas seguintes pode ocorrer: fala confusa ou arrastada, dificuldade para se equilibrar ou andar, dor de cabeça, letargia ou confusão, perda da consciência, náusea e vômitos, fraqueza e dormência, distúrbios visuais.
E. Hematoma extradural, lesão da artéria meningea media
CORRETO : O hematoma epidural é o acúmulo de sangue entre a dura-máter (membrana que reveste o cérebro) e o crânio. Este hematoma é tipicamente causado por um trauma agudo na cabeça que rompe a artéria meníngea média.
Hematoma epidural tem sua localização mais frequente a nível do lobo temporal, entre o osso e a dura-máter. Deve-se à ruptura da artéria meníngea média, geralmente por uma fratura do osso temporal. A artéria corre na face externa da dura, alojada em um sulco da tábua interna do osso. A fratura pode pinçar ou cortar a artéria, originando o hematoma.
Portanto, a artéria meníngea média percorre o espaço virtual entre a dura-máter (meninge mais externa e espessa) e o osso temporal. A rotura da artéria meníngea em traumatismos de crânio é relativamente comum em fraturas do osso temporal e pode provocar o aparecimento de hemorragia local.
O paciente com hematoma epidural pode apresentar perda de consciência com recuperação após alguns minutos ou horas. Porém, posteriormente, o paciente sofre deterioração mental e coma.
Se não tratado, pode causar danos neurológicos irreversíveis, aumento da pressão sanguínea, problemas respiratórios e morte. Às vezes os sintomas são de início imediato, geralmente em forma de dor de cabeça intensa, mas também podem demorar várias horas. Em alguns casos, a dor de cabeça cede para reaparecer com mais intensidade ao fim de algumas horas; é possível que então se acompanhe de um estado progressivo caracterizado por confusão, sonolência, paralisia, colapso e coma profundo. As alterações neurológicas específicas são anisocoria, midríase bilateral, intervalo lúcido e coma imediato. Outros sintomas são cefaleia, vômitos e convulsão.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

DISCURSIVA: (173554 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)


RATING: 2.98

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal:
  1. Conhecimento do ambiente;   .....0,05 p
  2. Usar toda a infmração disponível;   .....0,05 p
  3. Antecipar e planejar;   .....0,05 p
  4. Identificar claramente o líder da equipe;   .....0,05 p
  5. Comunicar-se de forma efetiva;   .....0,05 p
  6. Delegar a carga de trabalho de modo otimizado;   .....0,05 p
  7. Alocar a sua atenção de maneira sábia;   .....0,05 p
  8. Empregar todos os recursos disponíveis;   .....0,05 p
  9. Pedir ajuda quando necessária;   .....0,05 p
  10. Manter o comportamento profissional;   .....0,05 p

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (201269 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
RSC, 2 anos, sexo feminino, natural e procedente de Bahia.
QUEIXA PRINCIPAL: Febre alta e adinamia há 15 dias.
Há 15 dias paciente iniciou quadro de febre alta (39o C), associado a adinamia, anorexia, sonolência e aumento progressivo do volume abdominal. No mesmo período apresentou tosse produtiva porém sem expectoração, além de edema em pés. Nega vômitos, diarreia, sangramentos ou alterações urinárias. Genitora levou a criança ao Hospital Gonçalves Martins onde foi tratada para pneumonia (SIC) e realizou parasitológico de fezes que revelou Giárdia e Ancilostomídeo.
Nega viroses da infância, tuberculose, hepatites, cardiopatias, hemotransfusões, intervenções cirúrgicas e alergia medicamentosa.
AR. Som claro pulmonar, murmúrio vesicular rude sem ruídos adventícios. ACV: Precórdio calmo, bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. ABDÔMEN. Globoso as custas de visceromegalia, rígido, indolor a palpação, RHA não audíveis, ausência de ascite, fígado palpável a 4 cm do rebordo costal direito e a 2,5 cm do apêndice xifóide, baço palpável a 8 cm do rebordo costal esquerdo. EXTREMIDADES bem perfundidas e sem edema.SNC. Sem sinais de irritação meníngea.
Genitora G1 P1 A0, gestação sem intercorrências, realizado pré-natal, parto normal a termo, criança chorou ao nascer. Peso 2300 g, genitora não fumou nem ingeriu bebidas alcoólicas na gestação.
Reside em casa com infra-estrutura sanitária adequada, onde moram 10 pessoas. Epidemiologia negativa para Chagas e positiva para esquistossomose. Cria cachorros e gatos.

A) Enumeram 5 hipóteses diagnosticas (0,25 p)
B) Para a mais provável hipótese, indiquem o tratamento adequado. (0,25 p)





RATING: 2.66

A)  Enumeram 5 hipóteses diagnosticas.

HIPÓTESES DIAGNOSTICAS:
1) Calazar: pancitopenia + perda ponderal + esplenomegalia acentuada, com baço indolor, superfície lisa e consistência normal + hepatomegalia não muito acentuada, com fígado de superfície lisa e consistência discretamente aumentada + febre de longa duração, com picos elevados e diários + epidemiologia (0,05 p)

2) Salmonelose de curso prolongado: febre prolongada, elevada e irregular + esplenomegalia acentuada + hepatomegalia, com fígado de consistência firme e levemente doloroso à palpação + perda ponderal + diarréia intercalada com períodos de obstipação. Fezes contendo muco e sangue + dor abdominal tipo cólica + leucocitose com aumento de eosinófilos+ anemia + plaquetas normais (0,05 p)

3) Malária: hepatoesplenomegalia+ febre contínua alternada com terçã ou quartã + calafrios + sudorese profusa + anemia(30%) + leucopenia(37%) + plaquetopenia(56%) nas formas graves (0,05 p)

4) Esquistossomose mansônica aguda: febre não contínua, prolongada, elevada, com sudorese e calafrios + diarréia + perda ponderal + hepatoesplenomegaliadiscreta + leucocitose com eosinofilia+ epidemiologia (0,05 p)

5) Doenças linfoproliferativas: LMA-pancitopenia variável + febre(de origem infecciosa) + hepatoesplenomegalia+ adenomegalia + hemorragia. LLA-anemia + plaquetopenia + leucocitose variável + adenomegalia + esplenomegalia (0,05 p)

B)   Para a mais provável hipótese, indiquem o tratamento adequado.
HIPÓTESE PRINCIPAL E TRATAMENTO: Considerando o caso acima apresentado, o mais provável diagnostico e a leishmaniose infantil. O tratamento convencional com Antimonial Pentavalente vem diminuindo sua eficácia devido a um aumento da resistência à droga com consequente recaída da doença. Além disso os efeitos tóxicos da droga são importantes: hepatotoxicidade, cardiotoxicidade, rash, e recentes estudos descreveram casos de pancreatite secundário ao uso da droga.
Anfotericina B lipossomal é o tratamento mais indicado nesta idade. para crianças com L.infantum a dose total é de 18 mg/kg (3 mg/kg/dia) por 05 dias e mais 3 mg/kg no D10 após a alta hospitalar.

(0,25 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.66)




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