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Uma mulher G2P1 de 32 anos, com 35 semanas de gestação, apresenta-se ao obstetra para exame de rotina pré-natal. Essa futura mãe foi previamente diagnosticada com pré-eclâmpsia leve, e o obstetra escolheu a conduta expectativa. Um perfil biofísico fetal é realizado e assim ele vê que o índice de fluidos amnióticos é inferior a 5 cm, indicando o desenvolvimento de oligoidrâmnio. No entanto, o perfil é normal, com uma pontuação total de 8/10 e traçados cardíacos fetais em limites normais. Como deve ser tratado o oligoidrâmnio nesta gestante?
A. Administração de betametasona, e cesariana em 24 horas
INCORRETO: Em casos de oligodrâmnio sem sofrimento fetal, uma tentativa de parto uma vez que a maturidade fetal foi alcançada não é contraindicado. Uma cesariana planejada, neste caso, seria bem mais razoável que uma cesárea de emergência.
B. Amnioinfusão com solução salina normal
INCORRETO : Amnioinfusão é indicado para as situações em quais fetos que estão passando por desacelerações graves e repetidas da frequência cardíaca levantam a suspeita de compressão do cordão durante o trabalho de parto. Isto também se indica ás vezes como um método dilucional nos trabalhos de parto que são complicados por líquido amniótico espessado, manchado de mecônio. Não é usado atualmente nos casos de oligodrâmnio, quando não há evidência de sofrimento fetal.
C. Perfis biofísicos fetais quinzenais
CORRETO : Oligodrâmnio nesta gestante é provavelmente um reflexo da insuficiência uteroplacentária causada pela pré-eclâmpsia leve. Embora o oligodrâmnio em si pode representar algum risco para o feto por meio do aumento na prevalência de compressão do cordão, ele não requer parto imediato se não houver sofrimento fetal ou materno. Neste caso, a ação presume monitoramento regular com teste de perfil biofísico para garantir bem-estar e indução do parto quando a maturidade pulmonar fetal for alcançada.
D. Cesariana emergente
INCORRETO : O oligodrâmnio é frequentemente causado por insuficiência uteroplacentária, descolamento prematuro ou infarto da placenta, anormalidades congênitas, restrição de crescimento, morte fetal ou membranas rompidas. Embora o oligodrâmnio pode ser indicativo de patologia subjacente, o próprio oligodrâmnio não requer parto cirúrgico de emergência.
E. Não será necessária mudança na conduta
INCORRETO : Oligodrâmnio no terceiro trimestre é frequentemente associado a insuficiência uteroplacentária, é melhor, neste caso, monitorar o feto em intervalos regulares para sinais de sofrimento. Teste de perfil biofísico quinzenal é um acréscimo prudente e bem-vindo para os cuidados desse paciente.
Gabarito: C
1) Como verificamos o impacto pulmonar desse defeito? (0,3 p)
2) Como verificamos o impacto cardiovascular do mesmo? (0,2 p)
RATING: 3.06 ![]()
1) Como verificamos o impacto pulmonar desse defeito? (0,3 p)
2) Como verificamos o impacto cardiovascular do mesmo? (0,2 p)
1) O impacto pulmonar:
A avaliação da função pulmonar basal pode ser obtida com:
- testes de função pulmonar (0,1 p)
- estudos radiológicos ou fisiológicos de exercício (0,1 p)
- cintilografias de ventilação-perfusão (0,1 p)
2) O impacto cardiovascular:
A avaliação cardiovascular pode ser realizada utilizando-se:
- ecocardiografia (0,1 p)
- angiografia. (0,1p)
FONTE:
A) Enumeram 5 hipóteses diagnosticas.
(0,25 p)
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