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HEMORRAGIAS DIGESTIVAS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Pela localização, as hemorragias digestivas são classificadas em SUPERIORES e INFERIORES. Aonde que está a diferença? A hemorragia digestiva alta (HDA) pode ser definida como sangramento do segmento proximal ao ligamento de Treitz localizado no duodeno distal.

OBJETIVA: (1103875 votos)..........99.4% das questões objetivas receberam votos.
O derrame pericárdico pode causar hipertensão portal tipo:
A. pré-hepatica
B. intra-hepatica
C. pós-hepatica
D. cavernosa
E. não causa hipertensão portal

  RATING: 2.9

O derrame pericárdico pode causar hipertensão portal tipo:

A. pré-hepatica
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. intra-hepatica
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. pós-hepatica
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. cavernosa
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. não causa hipertensão portal
CORRETO : Questão de saber ou não saber. Não é a pericardite exsudativa, mas sim a pericardite constritiva que pode causar hipertensão portal!

Gabarito: 

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

DISCURSIVA: (180392 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Descreva a técnica de diagnóstico do pulso paradoxal que utiliza o manguito do esfigmomanômetro. (0,5 pontos).


RATING: 3.12

Descreva a técnica de diagnóstico do pulso paradoxal que utiliza o manguito do esfigmomanômetro. (0,5 pontos).

A verdadeira avaliação de pulso paradoxal requer medir a pressão arterial com o uso de um manguito de pressão manual:

  1. Insufle o manguito até não ouvir mais sons (como de costume). 0,1 pontos
  2. Diminua lentamente a pressão no manguito 0,1 pontos
  3. observe o ponto no qual os primeiros sons de Korotkoff são ouvidos inicialmente, que será quando a criança está expirando 0,1 pontos
  4. Continue a desinflar o manguito lentamente e observe o ponto no qual os sons de Korotkoff são ouvidos regularmente durante todo o ciclo respiratório 0,1 pontos
  5. Se a diferença entre esses dois pontos for maior que 10 mmHg, a criança tem pulso paradoxal clinicamente significativo. 0,1 pontos

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.12)

CASO CLINICO: (210168 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Homem de 55 anos, previamente hígido, refere ganho ponderal central progressivo de 12 kg em 8 meses, facilidade para formação de hematomas ao menor trauma, fraqueza muscular proximal acentuada (dificuldade para subir escadas) e hipertensão arterial sistêmica de instalação recente e de difícil controle medicamentoso. Nega uso crônico de corticoides. Ao exame físico: obesidade centrípeta marcada e fácies pletórica. Exames laboratoriais iniciais mostram cortisol plasmático elevado com supressão de ACTH, configurando hipercortisolismo ACTH-independente.

I. Qual a suspeita diagnóstica? (0,2 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,1 ponto)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (0,05 pontos)
IV. Qual o tratamento de escolha? (0,15 pontos)





RATING: 3.03

I. Suspeita diagnóstica

  • A síndrome de Cushing engloba todos os sinais e sintomas decorrentes da exposição crônica a glicocorticoides em excesso, independentemente da origem. (0,05 p)
  • Facilidade para formação de hematomas. (0,05 p)
  • Fraqueza muscular. (0,05 p)
  • Hipertensão arterial. (0,05 p)

II. Possível causa da doença diagnosticada

  • Posteriormente identificaram-se tumores suprarrenais como causa direta. (0,05 p)
  • Causas suprarrenais incluem adenoma. (0,05 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico

  • Identificação de tumores suprarrenais como causa direta. (0,05 p)

IV. Tratamento

  • Para adenoma: adrenalectomia unilateral laparoscópica (cura de 100 %). (0,05 p)
  • Reposição temporária de glicocorticoide até recuperação da suprarrenal contralateral. (0,05 p)
  • Dose de estresse imediata (hidrocortisona 100 mg IV 8/8h por 24h) → redução gradual para reposição fisiológica. (0,05 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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