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INCONTINÊNCIA URINARIA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

O trato urinário da mulher e a genitália são extremamente relacionados, portanto tem que considerar qualquer implicação urinaria quando avaliamos uma mulher com problemas ginecológicos.

A incontinência urinar esta presente em mais de um terço das mulheres com mais de 60 anos, mas não esta incluída como uma sintoma de velhice. Parece que 50% das mulheres que recebem cuidados ao domicilio tem esta problema. 

Provavelmente menos de metade das mulheres com incontinência procura assistência medica, baseando-se nos absorventes ou mudanças de estilo de vida para resolver os problemas.

As conseqüências físicas da incontinência urinaria (irritação perineal, disfunção vaginal, dispareunia e cheiro ruim) são marcas que indicam esta problema.  O estresse emocional que acompanha essas mudanças e difícil de contabilizar, mas incluem “medo de tiver tal acidente” em publico, preocupações com a aparência e o cheiro, depressão.  Tudo isso pode causar estresse social, com isolação e mudanças de vida sexual. O impacto individual, então, e profundo bastante.

O custo social da incontinência urinar e, também uma problema.

A incontinência urinaria à velhice pode ser um indicador por outra doença.

De fato, resoluções espontâneas acontecem num terço dos casos. Nestes casos provavelmente que as causas foram relacionadas com infecções de trajeto urinário, alcoolismo, depressão, aporto de fluidos exagerado com produção conseqüente de urina em excesso, mobilização de fluidos problemas endocrinológicos, restrições de mobilidade ou impacto fecal.

OBJETIVA: (1005551 votos)..........96.44% das questões objetivas receberam votos.
Um homem de 65 anos, com histórico de hipertensão e diabetes, foi diagnosticado com insuficiência cardíaca há 2 anos. Ele tem dispneia aos esforços moderados e edemas de membros inferiores. Nega tosse. No exame físico, apresenta pressão arterial de 130/80 mmHg, frequência cardíaca de 75 bpm, estertores pulmonares bibasais e edema de 2+/4+ em membros inferiores. Sua fração de ejeção ventricular esquerda é de 35%, confirmada em ecocardiograma recente. Atualmente, faz uso de furosemida e enalapril. Assinale a alternativa que representa a melhor abordagem terapêutica para otimizar o tratamento desse paciente:
A. Aumentar a dose de furosemida
B. Associar digoxina ao esquema em uso
C. Associar bisoprolol e espironolactona ao esquema
D. Associar a dapagliflozina se estiver com hiperglicemia
E. Suspender o enalapril e trocar por um bloqueador do receptor de angiotensina.

  RATING: 3.38

Um homem de 65 anos, com histórico de hipertensão e diabetes, foi diagnosticado com insuficiência cardíaca há 2 anos. Ele tem dispneia aos esforços moderados e edemas de membros inferiores. Nega tosse. No exame físico, apresenta pressão arterial de 130/80 mmHg, frequência cardíaca de 75 bpm, estertores pulmonares bibasais e edema de 2+/4+ em membros inferiores. Sua fração de ejeção ventricular esquerda é de 35%, confirmada em ecocardiograma recente. Atualmente, faz uso de furosemida e enalapril. Assinale a alternativa que representa a melhor abordagem terapêutica para otimizar o tratamento desse paciente:

A. Aumentar a dose de furosemida
INCORRETO: Aumentar a dose de furosemida trata sintomas congestivos, mas não melhora a mortalidade.
B. Associar digoxina ao esquema em uso
INCORRETO : Digoxina pode ajudar no controle dos sintomas, mas não melhora a mortalidade.
C. Associar bisoprolol e espironolactona ao esquema
CORRETO : Para otimizar o tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, é importante usar uma abordagem baseada em evidências que inclua medicamentos que melhoram o prognóstico. O tratamento recomendado inclui inibidores da ECA, betabloqueadores e antagonistas dos receptores de mineralocorticoides. Bisoprolol é um betabloqueador que reduz mortalidade e melhora sintomas na insuficiência cardíaca. Espironolactona é um antagonista da aldosterona que reduz mortalidade em pacientes com fração de ejeção reduzida.
D. Associar a dapagliflozina se estiver com hiperglicemia
INCORRETO : Inibidores de SGLT2, como dapagliflozina, são benéficos na insuficiência cardíaca, mas a prioritização de betabloqueadores e antagonistas dos receptores de mineralocorticoides é mais apropriada inicialmente.
E. Suspender o enalapril e trocar por um bloqueador do receptor de angiotensina.
INCORRETO : Trocar enalapril por um BRA pode ser adequado se houver intolerância ao IECA, mas não é prioritário se o paciente tolera bem o enalapril.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.38)

DISCURSIVA: (176577 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)


RATING: 3.02

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal?
A adrenalina é indicada se a frequência cardíaca do bebê permanecer abaixo de 60 bpm (0,025 p) após:
• Pelo menos 30 segundos de ventilação (0,025 p) com pressão positiva (VPP) (0,025 p) que infla os pulmões (0,025 p) , o que é evidenciado por movimento do tórax (0,025 p) ;
• Outros 60 segundos de massagem cardíaca (0,025 p) acompanhada de VPP (0,025 p) com oxigênio a 100%. (0,025 p)

(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal.
Recomendações em relação ao emprego da adrenalina:
a. Concentração: 1:10.000 (0,1 mg/mL) (0,025 p)
b. Via:
Endovenosa (preferível) (0,025 p) ou intraóssea (0,025 p)
c. Dose: Endovenosa/Intraóssea = 0,1 - 0,3 mL/kg (0,025 p) . Pode ser repetida a cada 3-5 minutos. (0,025 p)
Considerar uma dose mais elevada (0,5 - 1,0 mL/kg) SOMENTE para a via endotraqueal. (0,025 p)
d. Velocidade: rapidamente (0,025 p)

(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal?
A administração de expansor de volume está indicada se o recém-nascido não está respondendo aos passos da reanimação (0,025 p) E existem sinais de choque (0,025 p) ou história de perda aguda de volume sanguíneo (0,025 p) .

(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal?
Se a ausência de frequência cardíaca é confirmada depois de 10 minutos de reanimação (0,025 p) , é razoável interromper os esforços de reanimação. Entretanto, a decisão de prosseguir com a reanimação ou interrompê-la deve ser individualizada. (0,025 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (205068 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Um homem de 52 anos dá entrada na Emergência referindo dor subesternal de início há cerca de 2 horas, em queimação, após esforço físico. Mesmo após ter repousado por alguns minutos a dor persistiu e resolveu então procurar o setor de Emergência. É tabagista, dislipidêmico e hipertenso, fazendo uso de atorvastatina e atenolol, 50 mg/dia. Exame físico: PA = 90 x 60 mmHg, FC = 60 bpm; lúcido, orientado, acianótico, anictérico, cabeça e pescoço sem alterações; RCR e presença de B4, pulmões limpos, abdome sem visceromegalias e membros nada digno de nota. O ECG foi realizado:

a) Qual o diagnóstico?
b) Cite os principais fatores de risco para doença cardiovascular apresentados pelo paciente.
c) Descreva o tratamento adequado para o caso.
d) Cite uma droga proscrita frente a esse caso.


RATING: 2.97

a) Qual o diagnóstico?
IAM com supra de ST inferior (0,0625 p) e de ventrículo direito.(0,0625 p)
b) Cite os principais fatores de risco para doença cardiovascular apresentados pelo paciente:
Tabagismo (0,0625 p), dislipidemia (0,0625 p) e hipertensão arterial.(0,0625 p)
c) Descreva o tratamento adequado para o caso:
Infusão de SF 0,9% (0,0625 p) e trombólise ou angioplastia primária (0,0625 p).
d) Cite uma classe de remédios prescrita frente a esse caso:
Nitratos. (0,0625 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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