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Todas as fraturas e luxações seguintes resultantes de trauma fechado são associadas com lesões vasculares significativas, EXCETO:
A. luxação de joelho
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. luxação anterior fechada de cotovelo
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. luxação aberta de cotovelo
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. fratura supracondilar de úmero
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. fratura de platô tibial
CORRETO : Num estudo retrospectivo de quatro anos de 569 fraturas para-articulares e luxações decorrentes de trauma fechado, houve uma incidência de apenas 1,5% de lesões vasculares associadas. Angiogramas ou exploração vascular cirúrgica foram realizados quando havia suspeita clínica de lesão ou confirmação pelo Doppler de anormalidades no fluxo sangüíneo. Enquanto as lesões vasculares por fraturas em outra parte da articulação (p. ex., fratura supracondilar de fémur ou fratura de platô tibial) são incomuns, luxações maiores de articulações são mais freqüentemente associadas a lesões vasculares. Uma exceção a essa regra é a fratura supracondilar de úmero tipo III, em que o deslocamento ósseo pode lesar ou comprimir a artéria braquial. A maior incidência de lesão vascular ocorre nas luxações de joelho por motivo
a força violenta necessária para luxar uma articulação como o joelho. Em luxações abertas do cotovelo, a artéria braquial é com freqüência lesada por hiperextensão da articulação; luxações fechadas de cotovelo raramente são associadas a lesões vasculares, a não ser nas luxações anteriores.
Gabarito: E
RATING: 3.01 ![]()
FONTE:
Homem de 45 anos, agricultor, procedente de área rural na região Norte do Brasil (zona de desmatamento para construção de estradas e surgimento de povoados pioneiros), procura atendimento com queixa de lesão ulcerada no membro inferior direito há aproximadamente 60 dias. A lesão iniciou como nódulo pruriginoso, evoluiu para úlcera redonda, grande, rasa, de bordas elevadas, coloração violácea, pouco dolorosa, associada a envolvimento do cordão linfático. Há 20 dias iniciou sintomas nasais: epistaxe recorrente, formação de crostas, saída de secreção nasal, dor, hiperemia e deformidade incipiente do nariz. Relata picadas frequentes de insetos durante trabalho em mata, moradia próxima a florestas e presença de cães com lesões cutâneas suspeitas na residência. Exame otorrinolaringológico revela hiperemia do septo nasal e crostas. Não há febre nem comprometimento sistêmico evidente.
Questões:
I. Suspeita diagnóstica: Leishmaniose tegumentar americana – forma mucosa (tardia ou concomitante) ou cutâneo-mucosa
II. Possível causa da doença diagnosticada: Infecção por Leishmania (Viannia) braziliensis transmitida por flebótomo
III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico: Diagnóstico parasitológico direto (exame parasitológico direto de primeira escolha)
IV. Tratamento indicado: Antimoniato de N-metilglucamina (antimonial pentavalente) como droga de primeira escolha
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