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MONONUCLEOSE INFECCIOSA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A mononucleose infecciosa, originalmente descrita como febre glandular, precisamente queixas somáticas sistêmicas consistindo principalmente em fadiga, mal-estar, febre, dor de garganta e linfadenopatia generalizada, é a síndrome clínica mais bem conhecida causada pelo vírus Epstein-Barr.
O seu nome deriva da linfocitose mononuclear com linfócitos de aparência atípica que acompanham a doença.
Outras infecções podem causar doenças similares à mononucleose infecciosa.

OBJETIVA: (1142890 votos)..........99.34% das questões objetivas receberam votos.
Todos abaixo são sintomas de sinusite aguda na criança, EXCETO:
A. piora da tosse quando a criança encontra-se em posição supina
B. secreção nasal clara
C. dor facial, cefaléia e sensibilidade a percussão da face
D. tosse
E. secreção nasal purulenta

  RATING: 2.69

Todos abaixo são sintomas de sinusite aguda na criança, EXCETO:

A. piora da tosse quando a criança encontra-se em posição supina
INCORRETO: A tosse ocorre durante o dia e piora quando a criança encontra-se em posição supina.
B. secreção nasal clara
INCORRETO : A secreção nasal pode ser clara ou purulenta.
C. dor facial, cefaléia e sensibilidade a percussão da face
CORRETO : Ao contrário do adolescente, a criança não manifesta dor facial, cefaléia, edema e sensibilidade a percussão da face.
D. tosse
INCORRETO : As manifestações mais comuns de rinossinusite na infância são tosse e secreção nasal.
E. secreção nasal purulenta
INCORRETO : A secreção nasal pode ser clara ou purulenta.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.69)

DISCURSIVA: (182832 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)




RATING: 2.89

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)


1. Principais dados de incidência

  • Mundialmente, o câncer de próstata configura a segunda neoplasia maligna mais frequente entre indivíduos do sexo masculino (0,04 p).
  • No Brasil, equivale ao tumor mais comum (com exceção dos tumores de pele não melanoma), com risco de 62 por 100 mil homens, valores mais altos na região Sudeste, seguidos pelas regiões Centro-Oeste e Sul (0,05 p).
  • A introdução do PSA após a década de 1990 resultou em elevação acentuada da incidência, favorecendo o diagnóstico precoce na forma de doença localizada; subsequentemente observou-se declínio no número de diagnósticos, seguido de estabilização (0,05 p).

2. Principais fatores de risco

  • Existe relação clara e direta entre o avanço da idade e o aumento progressivo na incidência; a frequência com que a neoplasia é detectada em estudos de autópsia cresce de forma contínua conforme a idade do indivíduo (0,04 p).
  • O risco se eleva significativamente em famílias nas quais um ascendente apresentou a doença, sendo observado que quanto mais precoce o diagnóstico no familiar, maior o risco conferido aos descendentes (0,04 p).
  • Gêmeos univitelinos exibem concordância quatro vezes superior em relação a gêmeos bivitelinos; esses achados reforçam o importante papel da herança genética na etiopatogênese da doença (0,05 p).
  • A incidência é influenciada pela raça: homens negros apresentam taxas substancialmente mais altas quando comparados a homens brancos ou asiáticos; no Brasil identifica-se aumento relativo na prevalência entre negros, correspondendo a um risco relativo de aproximadamente 1,5 (0,05 p).

3. Diferença conceitual e considerações para indicação

  • É fundamental diferenciar as duas modalidades, ambas com o objetivo de reduzir a mortalidade por câncer de próstata (0,04 p).
  • Detecção precoce refere-se à investigação direcionada a indivíduos específicos, e não a uma política de busca ativa em pacientes assintomáticos como ocorre no screening populacional; a estratégia deve ser individualizada, direcionada aos pacientes que apresentam maior probabilidade de benefício com o tratamento (0,04 p).

4. Realização da detecção precoce

  • Antes de indicar a detecção precoce é necessário analisar comorbidades do paciente, estado de saúde atual, expectativa de vida e outros fatores de risco; pacientes com expectativa de vida inferior a 10 anos, com comorbidades descontroladas ou portadores de doenças graves não apresentam benefício (0,05 p).
  • Grupos de maior risco (homens negros, história familiar positiva ou ascendentes diagnosticados em idade jovem) devem ser estimulados a realizar avaliação anual por meio de exame de toque retal e dosagem de PSA; a detecção precoce também deve ser oferecida a pacientes que manifestam desejo de investigação, mesmo na ausência dos fatores de risco mencionados (0,05 p).


FONTE:

NEOPLASIA DE PROSTATA - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

CASO CLINICO: (213161 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de 6 anos, internada para tratamento de miocardite diagnosticada 4 dias atrás, apresentou de repente palpitações de início súbito e desconforto torácico. A pressão arterial era de 68 x 40 mm Hg e a frequência cardíaca era de 212 bpm. O eletrocardiograma de 12 derivações realizado no leito revelou taquicardia de complexo alargado.

  1. Com base na apresentação inicial, qual o diagnóstico da arritmia? - 0,1 pontos
  2. Se a paciente ainda está consciente, qual é a abordagem da arritmia? - 0,2 pontos
  3. Se a paciente for inconsciente, qual é a abordagem da arritmia? - 0,2 pontos



RATING: 3.01

(1) Com base na apresentação inicial, qual o diagnóstico da arritmia?

Taquicardia ventricular monomórfica.- 0,1 p

COMENTARIO (SEM PONTUAÇÃO): é uma série de três ou mais ESV com frequência cardíaca de 120 a 200 bpm.

Os complexos QRS são alargados e bizarros, com ondas T na direção oposta às dos QRS.

A duração e a morfologia dessa arritmia podem ser diferentes, classificando-a em dois grandes criterios:

PELA DURAÇÃO:

  • salva de TV – poucos batimentos seguidos
  • TV não sustentada – duração menor que 30 segundos;
  • TV sustentada – duração maior que 30 segundos;
  • TV incessante – TV prolongada que domina o ritmo cardíaco

PELA MORFOLOGIA:

  • monomórfica, quando há uma morfologia de QRS dominante
  • polimórfica, quando há alteração da morfologia do QRS batimento a batimento

(2) Se a paciente ainda está consciente, qual é a abordagem da arritmia?

Se o paciente estiver consciente, pode ser feita infusão intravenosa de lidocaína. - 0,2 pontos

(3) Se a paciente for inconsciente, qual é a abordagem da arritmia?

Se o paciente estiver com rebaixamento do nível de consciência ou se houver evidência de baixo débito cardíaco - cardioversão elétrica sincronizada. - 0,2 pontos

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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