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O PRIMEIRO EXAME DA GRAVIDA (CONSULTA PRE-NATAL) (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

No Brasil, alto 95% das grávidas freqüentam o serviço de pré-natal, no entanto a morbimortalidade materna e perinatal permanece alto, refletindo deficiências no atendimento.

Calendário de Consultas

A gestante deve procurar o serviço de pré-natal o mais cedo possível, impreterivelmente no 1º trimestre, a fim de que a investigação a respeito de sua saúde seja completada em tempo hábil.

O número total de consultas, preconizado pela OMS, não deve ser menor de 6. Qualquer número menor de desta cifra é considerado como atendimento deficiente.

Exame ginecológico e obstétrico: exame das mamas, altura uterina, BCF, situação e apresentação fetal pelas manobras de Leopold. Exame especular, na 1º consulta, avaliando-se cuidadosamente as paredes vaginais, colo uterino, CO, além do toque vaginal. O obstetra deve orientar a gestante a respeito da necessidade de realizar este exame detalhado, já que o momento é apropriado para um check up geral da saúde.

OBJETIVA: (1034189 votos)..........97.48% das questões objetivas receberam votos.
Dentre as recomendações para o tratamento da crise de asma, assinale a alternativa CORRETA :
A. Para pacientes em crise moderada e grave, oferecer beta-2-agonistas de ação curta, por via parenteral
B. Utilizar brometo de ipratrópio apenas na emergência, no início do tratamento para crises moderadas e graves, não sendo recomendado para pacientes internados
C. Corticosteroides sistêmicos estão indicados para a maioria dos pacientes. A via parenteral é a mais efetiva
D. Aminofilina endovenosa deve ser administrada antes de internar o paciente
E. Oxigênio deve ser oferecido somente para pacientes com SaO2 < 88%.

  RATING: 2.96

Dentre as recomendações para o tratamento da crise de asma, assinale a alternativa CORRETA :

A. Para pacientes em crise moderada e grave, oferecer beta-2-agonistas de ação curta, por via parenteral
INCORRETO: A via inalatória é mais simples, mais barata e efetiva, além de ser menos agressiva.
B. Utilizar brometo de ipratrópio apenas na emergência, no início do tratamento para crises moderadas e graves, não sendo recomendado para pacientes internados
CORRETO : As pesquisas mostram que o brometo de ipratrópio é mais eficaz no início do tratamento, principalmente das crises moderadas e graves
C. Corticosteroides sistêmicos estão indicados para a maioria dos pacientes. A via parenteral é a mais efetiva
INCORRETO : A via oral é tão efetiva quanto a parenteral, porém mais fácil e menos agressiva
D. Aminofilina endovenosa deve ser administrada antes de internar o paciente
INCORRETO : A aminofilina tem sido pouco utilizada e apenas em pacientes internados, que não estiverem respondendo ao tratamento
E. Oxigênio deve ser oferecido somente para pacientes com SaO2 < 88%.
INCORRETO : O oxigênio deve ser dado até que a saturação atinja 94 a 95% e se sustente.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

DISCURSIVA: (177982 votos) ..........99.39% das questões discursivas receberam votos.

Sobre os tumores uroteliais do trato urinário superior (cálices, pelve renal e ureter), discorra teoricamente:

  1. Os aspectos epidemiológicos principais ........  0,10 pontos
  2. Os fatores etiopatogênicos relevantes ...........  0,13 pontos
  3. Os principais métodos de diagnóstico por imagem e sua acurácia ....  0,10 pontos
  4. As cirurgias preservadoras do rim, suas indicações e técnicas ..........  0,17 pontos




RATING: 3.13

Sobre os tumores uroteliais do trato urinário superior (cálices, pelve renal e ureter), discorra teoricamente:

  1. Os aspectos epidemiológicos principais ........  0,10 pontos
  2. Os fatores etiopatogênicos relevantes ...........  0,13 pontos
  3. Os principais métodos de diagnóstico por imagem e sua acurácia ....  0,10 pontos
  4. As cirurgias preservadoras do rim, suas indicações e técnicas ..........  0,17 pontos


1. Aspectos epidemiológicos principais

  • Correspondem a 5-10% de todos os tumores uroteliais, com predomínio das lesões pielocaliciais sobre as ureterais (0,02 p).
  • Pico de incidência entre a 7ª e a 8ª décadas de vida; configuram-se como raros antes dos 40 anos (0,02 p).
  • Predomínio no sexo masculino; as mulheres podem manifestar a doença em estádios mais avançados e com grau histológico elevado (0,02 p).
  • Predominam em indivíduos brancos nos Estados Unidos; não existe predileção quanto ao lado afetado e a ocorrência de casos sincrônicos bilaterais é rara (0,02 p).
  • A epidemiologia assemelha-se à do carcinoma urotelial da bexiga (0,02 p).

2. Fatores etiopatogênicos relevantes

  • Tabagismo configura a etiologia mais comum identificável no hemisfério ocidental, com relação direta com a dose e a duração do consumo; após cessação, o risco diminui de forma parcial, mas permanece aumentado em ex-fumantes (0,03 p).
  • Exposição ocupacional a produtos químicos industriais (tintas, derivados de petróleo, plásticos, borracha, couro) e irritação crônica do trato urinário decorrente de cálculos e infecções (0,02 p).
  • Abuso crônico de analgésicos contendo fenacetina: associa-se a nefropatia com necrose papilar e capilaroesclerose (alteração histológica patognomônica); efeito combinado eleva de maneira importante o risco, com clara relação dose-resposta; nos casos vinculados, a proporção entre homens e mulheres torna-se menor e a idade de apresentação tende a ser mais precoce (0,03 p).
  • Nefropatia endêmica balcânica (países dos Bálcãs, áreas rurais): alta frequência de tumores uroteliais do trato superior, sem modificar de modo equivalente o risco para neoplasias da bexiga; maior possibilidade de bilateralidade e de múltiplos tumores; diagnóstico costuma ocorrer em faixas etárias mais jovens (0,02 p).
  • Outros: nefropatia associada à erva chinesa (ácido aristolóquico, descrita em mulheres belgas em programas de redução de peso); doença de Blackfoot (exposição crônica ao arsênico em Taiwan); diversas síndromes familiares (carcinoma colorretal hereditário não poliposo, incluindo síndrome de Lynch II e Muir-Torre) (0,03 p).

3. Principais métodos de diagnóstico por imagem e sua acurácia

  • Urografia excretora: método tradicional; detecta alterações no sistema pielocalicial (distorções arquiteturais, obstruções e falhas de enchimento); acurácia diagnóstica de cerca de 75% quando realizada isoladamente (0,02 p).
  • Tomografia computadorizada: atualmente o padrão-ouro; oferece sensibilidade de até 96% e especificidade de 99% na identificação de lesões papilíferas com diâmetro entre 5 e 10 mm; lesões menores que 5 mm, porém, podem não ser visualizadas; permite ainda avaliação linfonodal, detecção de metástases em vísceras toracoabdominais e no esqueleto, além da determinação da funcionalidade do rim contralateral (0,04 p).
  • Ressonância magnética: permite avaliação linfonodal (embora com resultados limitados para linfonodos < 1 cm), metástases e funcionalidade renal contralateral (0,02 p).
  • Quando o diagnóstico permanece incerto: ureteroscopia combinada à pielografia retrógrada torna-se necessária para refinamento da caracterização lesional (0,02 p).

4. Cirurgias preservadoras do rim, suas indicações e técnicas

  • Objetivo principal: evitar a morbidade de uma nefroureterectomia radical, preservando a função renal sempre que possível (0,03 p).
  • Indicadas em situações imperativas: pacientes com insuficiência renal crônica ainda não dialítica, portadores de rim único e indivíduos com alto risco cardiovascular; quando o rim contralateral é normal e saudável, podem ser escolhidas em casos selecionados – especialmente tumores de baixo grau histológico e baixo estágio clínico (0,03 p).
  • Ureterectomia segmentar: técnica que fornece espécimes anatomopatológicos de melhor qualidade; indicada em tumores ureterais que não podem ser retirados por via endoscópica, quando as técnicas endoscópicas não estão disponíveis e em tumores multicêntricos (desde que haja intenção de manter a unidade renal); reconstrução do ureter depende da localização (ureteroureterostomia nos tumores do ureter superior e médio; ureterectomia distal com ressecção de pequeno segmento de bexiga – cuff vesical – e ureteroneocistostomia nos tumores distais; pode ser necessário técnica de bexiga psoica ou retalho de Boari para anastomose sem tensão) (0,03 p).
  • Tratamento ureteroscópico: excelente opção em casos bem selecionados; principal vantagem é a menor morbidade cirúrgica, pois não viola o sistema urinário fechado; utiliza ureteroscópios rígidos (maior campo visual, ressecções maiores, porém dificuldade para ureter superior/renal) ou flexíveis (acesso a regiões proximais, porém campo visual menor e espécimes menores); técnica recomendada é ressecção a frio da lesão seguida de cauterização do leito tumoral com laser (no ureter, laser de escolha é o Holmium-YAG – penetração tecidual ~0,5 mm, cortes precisos, excelente hemostasia e baixo risco de perfuração) (0,04 p).
  • Acesso percutâneo: opção minimamente invasiva especialmente útil para tumores de grande volume no rim ou em localizações que impedem o acesso ureteroscópico; ressecção a frio seguida de cauterização com laser no leito tumoral; ao final deixa-se nefrostomia no local da punção (permite segunda avaliação endoscópica local e via de acesso para tratamento tópico adjuvante) (0,04 p).


FONTE:

TUMORES UROTELIAIS DO TRATO URINÁRIO SUPERIOR - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

CASO CLINICO: (207429 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.

Sofia é uma menina de 7 anos que se apresenta ao pronto-socorro infantil com dificuldade respiratória. Sua mãe relata que ela tem histórico conhecido de asma desde os 4 anos de idade e está em tratamento contínuo com corticosteróides inalatórios (budesonida) e um broncodilatador de longa ação (formoterol). Apesar do tratamento regular, Sofia tem apresentado sintomas mais frequentes nas últimas duas semanas, com aumento no uso de seu inalador de resgate (salbutamol). Hoje, ela teve um episódio de tosse intensa e chiado no peito logo ao acordar, que não melhorou nada com o uso do broncodilatador. A mãe menciona que Sofia também tem se queixado de cansaço extremo nos últimos dias e acordado durante a noite com tosse.

Exame Físico: Sofia aparenta estar em desconforto respiratório, com retrações intercostais visíveis e uso de musculatura acessória.

Sinais Vitais:  Temperatura: 36,8°C Frequência Cardíaca: 130 bpm (taquicardia)  Frequência Respiratória: 36 irpm (taquipneia) Saturação de oxigênio: 88% em ar ambiente (hipoxemia). Pressão Arterial: 100/65 mmHg  Respiração:  Ausculta pulmonar revela sibilos difusos bilaterais, sendo mais proeminentes na expiração. Diminuição dos murmúrios vesiculares nas bases pulmonares.

Outros Exames: Observa-se cianose periungueal leve. Extremidades frias.

História Médica: Sofia não possui outras condições de saúde  elevantes. Está em tratamento contínuo para asma, conforme esquema prescrito. Histórico familiar positivo para doenças atópicas.

(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise. (0,15 pontos)

(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise? (0,075 pontos)

(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta. (0,275 pontos)




RATING: 2.97

(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise.

1. Oxigenoterapia (0,0125 p) para melhorar a saturação de oxigênio (0,0125 p).
2. Nebulização com broncodilatador de curta ação (salbutamol) (0,0125 p) repetida a cada 20 minutos nas primeiras doses. (0,0125 p)
3. Corticosteróide sistêmico (0,0125 p) (prednisolona oral (0,0125 p) ou metilprednisolona intravenosa (0,0125 p)) para manejo de crise aguda.
4. Avaliação frequente dos sinais vitais (0,0125 p) e da saturação de oxigênio. (0,0125 p)
5. Preparar para possível admissão hospitalar (0,0125 p) para controle e monitoramento intensivo (0,0125 p), considerando a resposta ao tratamento inicial (0,0125 p)

(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise?

A exacerbação sugere necessidade de reavaliação do tratamento de manutenção (0,0125 p). A adesão ao tratamento (0,0125 p), técnica do inalador (0,0125 p) e possíveis desencadeantes ambientais (0,0125 p) ou infecciosos (0,0125 p) devem ser revisitados após estabilização da condição aguda (0,0125 p).

(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta.

A crise apresentada por Sofia pode ser classificada como uma crise asmática grave. (0,0125 p)

A justificativa para essa classificação baseia-se nos seguintes sinais e sintomas:

1. Taquipneia (0,0125 p) e taquicardia (0,0125 p): Frequência respiratória de 36 irpm (0,0125 p) e frequência cardíaca de 130 bpm (0,0125 p) indicam esforço respiratório significativo (0,0125 p) e ativação do sistema simpático (0,0125 p).

2. Saturação de O2 baixa (0,0125 p): A saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente (0,0125 p) indica hipoxemia significativa (0,0125 p), que é um sinal de gravidade (0,0125 p).

3. Uso de musculatura acessória (0,0125 p) e retrações (0,0125 p): Esses sinais indicam esforço respiratório elevado (0,0125 p) e são característicos de crises graves (0,0125 p).

4. Sibilos difusos (0,0125 p) e diminuição dos murmúrios vesiculares (0,0125 p): A presença de sibilos intensos  e redução dos sons respiratórios pode indicar obstrução significativa das vias aéreas (0,0125 p) e, em crises mais graves, fluxo de ar reduzido pode resultar em "ausência" de sibilos, o que é particularmente preocupante (0,0125 p).

5. Alteração do estado geral (0,0125 p) com cianose leve (0,0125 p): A cianose periungueal e o cansaço extremo são também indicativos de insuficiência respiratória iminente ou em curso, comuns em crises graves (0,0125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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