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URGÊNCIAS DAS VIAS AÉREAS INFERIORES (ASMA E BRONQUIOLITE) (ÁREA DE PEDIATRIA)

A asma é a doença crônica mais frequente na criança. Sua prevalência é aumentada em pacientes com menos de 2 anos de idade, com incidência crescente nas taxas de internação entre 1 e 4 anos de idade.

A asma é uma doença heterogênea, em que não há um único agente causal.

O que é fundamental sobre as bronquiolite e tem que ser assumido e guardado com sete chaves quando se começa a estudar esse capitulo são três coisas: 


  1. é uma doença viral, então nada adianta qualquer tipo de antibiotico 
  2. é incomum acíma de 3 anos 
  3. inflamação dos bronquíolos menores

O VSR (virus sincicial respiratorio) é a principal causa de bronquiolite e pneumonia em crianças menores de 1 ano. Essa besta de virus VSR é altamente contagioso. O período de incubação entre a exposição e os primeiros sintomas é de cerca de 4 dias. E mais interessante ainda: o vírus é eliminado nas secreções nasais por períodos variáveis, geralmente 5 a 12 dias, embora a excreção de vírus durante 3 semanas ou mais já ter sido documentada.

OBJETIVA: (999739 votos)..........96.19% das questões objetivas receberam votos.
É considerado o padrão ouro entre os marcadores bioquimicos de necrose miocardica:
A. troponina T
B. creatin-fosfoquinase MB
C. mioglobina
D. transaminase glutâmico oxaloacética (TGO)
E. transaminase glutâmica-pirúvica (TGP)

  RATING: 2.95

É considerado o padrão ouro entre os marcadores bioquimicos de necrose miocardica:

A. troponina T
CORRETO: A troponina T cardíaca é uma proteína de regulação contrátil muscular específica do coração que, normalmente, não está presente na circulação sangüínea.
Este exame tem a finalidade de diagnosticar e acompanhar a evolução do infarto agudo do miocárdio (IAM) e baseia-se na quantificação por imunoensaio da proteína troponina T. Atualmente, a troponina T (e o mesmo se aplica à troponina I) é considerada o padrão-ouro entre os marcadores bioquímicos de necrose miocárdica, com excelente sensibilidade e especificidade. É o teste bioquímico recomendado no diagnóstico do IAM, tendo também alto valor prognóstico e na estratificação de risco nas síndromes coronarianas agudas.

B. creatin-fosfoquinase MB
INCORRETO : Elevações minimas de CK ou da CK-MB, por amostras seriadas podem ser encontradas na angina instável, mas não são muito comuns. Hoje se reconhece, que estas elevações correspondem a um sinal prognóstico adverso.
C. mioglobina
INCORRETO : Presente no citoplasma dos músculos esquelético e cardíaco, a mioglobina é uma proteína de baixo peso molecular com estrutura semelhante à da hemoglobina, uma vez que tem também a capacidade de se ligar ao oxigênio.Seu teor no sangue aumenta sempre que há destruição muscular.
D. transaminase glutâmico oxaloacética (TGO)
INCORRETO : TGO - Transaminase glutâmico oxaloacética: No infarto agudo do miocárdio o aumento do TGO está ligado à necrose de células miocárdicas. A elevação é geralmente moderada raramente chegando a atingir 10 vezes o limite superior normal. A elevação da TGO aparece entre a sexta e a décima segunda horas após o episódio de dor, atinge seu nível máximo em 24 a 48 horas, e o seu retorno ao normal se processa entre o quarto e o sétimo dia após o episódio de dor.
E. transaminase glutâmica-pirúvica (TGP)
INCORRETO : Também chamada alanina aminotransferase (ALT), é necessária para a produção de energia do tecido. Ela é uma das duas enzimas que catalisam uma reação de transferência de grupo amina reversível no ciclo de Krebs. A TGP ou ALT aparece, primariamente, em citoplasma hepatocelular, com quantidades menores nos rins, coração e músculos esqueléticos e é um indicador de comprometimento hepatocelular agudo. Este teste é usado para medir os níveis de TGP séricos. Os níveis anormalmente altos podem permanecer elevados por dias ou semanas.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

DISCURSIVA: (176374 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
(I) Considerando a esquema que correlaciona os tipos de fraturas com a violência fisica sobre a criança quais são os dados ortopédicos mais importantes que induzem à suspeita de síndrome dos maus-tratos? (0,15 pontos)
(II) Quais são os quatro tipos de fraturas consideradas como ”particulares” para a faixa etária pediátrica? (0,2 pontos)
(III) Qual tipo de lesão óssea pode ter como achado o fragmento de Thurston-Holland? (0,15 pontos)


RATING: 3.05

(I) Considerando a esquema que correlaciona os tipos de fraturas com a violência fisica sobre a criança quais são os dados ortopédicos mais importantes que induzem à suspeita de síndrome dos maus-tratos? (0,15 pontos)
(II) Quais são os quatro tipos de fraturas consideradas como ”particulares” para a faixa etária pediátrica? (0,2 pontos)
(III) Qual tipo de lesão óssea pode ter como achado o fragmento de Thurston-Holland? (0,15 pontos)

(I) Considerando a esquema que correlaciona os tipos de fraturas com a violência fisica sobre a criança quais são os dados ortopédicos mais importantes que induzem à suspeita de síndrome dos maus-tratos?
1. Incongruência entre história e quadro clínico. (0,03 p)
2. Fraturas de membros inferiores em crianças que ainda não andam. (0,03 p)
3. Imagens radiológicas de várias fraturas em diferentes fases de consolidação.(0,03 p)
4. Fraturas de crânio e costelas(0,03 p) associadas às fraturas de membros.(0,03 p)

(II) Quais são os quatro tipos de fraturas consideradas como ”particulares” para a faixa etária pediátrica?
1. Descolamento epifisário; (0,05 p)
2. Fratura ”em torus”; (0,05 p)
3. Fratura ”em galho verde”; (0,05 p)
4. Deformidade plastica; (0,05 p)

(III) Qual tipo de lesão óssea pode ter como achado o fragmento de Thurston-Holland?
É característico para fraturas em crianças (0,05 p) de tipo descolamento epifisário (0,05 p) tipo 2 Salter-Harris (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

CASO CLINICO: (204854 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 32 anos, refere fadiga crônica e palidez desde a adolescência. Antecedente de anemia microcítica diagnosticada na adolescência, tratada com sulfato ferroso oral sem resposta e com piora progressiva da sobrecarga de ferro. Hemograma atual: Hb 7,8 g/dL, VCM 62 fL (microcitose), RDW elevado, esfregaço periférico com dimorfismo eritrocitário (predomínio de hemácias hipocrômicas microcíticas + população normocítica/macrocítica) e corpúsculos de Pappenheimer. Ferro sérico 220 µg/dL, saturação de transferrina 70%, ferritina sérica 1200 ng/mL, TIBC normal. Exame físico: hepatoesplenomegalia leve. História familiar positiva para anemia em tio materno e irmão.

Questões

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável? (0,2 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,1 pontos)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (0,1 pontos)
IV. Qual o tratamento indicado? (0,1 pontos)





RATING: 2.87

I. Suspeita diagnóstica
A suspeita é de anemia sideroblástica hereditária (forma ligada ao cromossomo X).
  • Caracterizada por anemia + presença de sideroblastos em anel + aumento do estoque de ferro na medula óssea (0,05 p)
  • Coexistência paradoxal de hipocromia/microcitose com ferro sérico alto (>150 µg/dL), saturação de transferrina elevada (30-80%) e ferritina elevada (>100-200 ng/mL) (0,05 p)
  • Dimorfismo eritrocitário no esfregaço periférico (micrócitos predominantes na forma hereditária) com RDW aumentado (0,05 p)
  • Mais comum em homens, com hepatoesplenomegalia por hemocromatose eritropoiética e história familiar sugestiva de herança ligada ao X (0,05 p)

II. Possível causa da doença diagnosticada

  • No tipo hereditário ligado ao cromossomo X, mutação na primeira enzima da síntese porfirínica – ALA-sintase mitocondrial (0,05 p)
  • A enzima catalisa a reação limitante (síntese de ALA a partir de glicina e succinil-CoA) e tem como principal cofator a vitamina B6 (piridoxal 5-fosfato) (0,03 p)
  • O mutante ALA-sintase só funciona quando altas doses suprafisiológicas de vitamina B6 são oferecidas (0,02 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico

  • Aspirado de medula óssea (mielograma) é a única forma de confirmação (0,05 p)
  • Encontro de mais de 15% de eritroblastos do tipo sideroblastos em anel (0,05 p)

IV. Tratamento

  • Na forma hereditária ligada ao X, reposição de doses suprafisiológicas de piridoxina (vitamina B6) 50-100 mg/dia, com correção da anemia em 40-60% dos casos (0,05 p)
  • Duas preocupações principais: correção da anemia + correção/prevenção da hemocromatose eritropoiética (0,02 p)
  • Acompanhar ferritina sérica; se >500 ng/mL, flebotomia repetida quando anemia leve (Hb ≈9 g/dL) ou quelante desferoxamina 40 mg/kg/dia via SC em infusão contínua nos casos moderados/graves (0,03 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.87)




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