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B. R. U. E. - EVENTO INEXPLICADO DE RÁPIDA RESOLUÇÃO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Episódio assustador ao observador caracterizado por uma combinação de apneia (central ou obstrutiva), mudança de coloração da pele (geralmente cianose e palidez, ocasionalmente pletora), mudança acentuada do tônus muscular (geralmente hipotonia súbita), engasgo ou reflexo de vômito. A evolução do lactente após o episódio de ALTE é frequentemente benigna, porém, existe risco de subsequente morbimortalidade devido ao episódio em si ou à doença subjacente que o provocou

OBJETIVA: (1192337 votos)..........99.12% das questões objetivas receberam votos.
O risco de Síndrome de Desconforto Respiratorio tipo I é aumentado nos casos abaixo enumerados, EXCETO:
A. Corioamnionite
B. Diabetes materna
C. Asfixia perinatal
D. Cesariana sem trabalho de parto
E. HAS materna

  RATING: 2.98

O risco de Síndrome de Desconforto Respiratorio tipo I é aumentado nos casos abaixo enumerados, EXCETO:

A. Corioamnionite
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Diabetes materna
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Asfixia perinatal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Cesariana sem trabalho de parto
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. HAS materna
CORRETO : Fatores de risco

Além da IG, vários fatores podem interferir aumentando ou diminuindo o risco de SDR tipo I

↑ Risco: corioamnionite, diabetes materna, asfixia perinatal, fatores genéticos (sexo masculino, raça branca, irmão com SDR tipo I), cesariana sem trabalho de parto;

↓ Risco: HTA materna, RCIU.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

DISCURSIVA: (185594 votos) ..........98.27% das questões discursivas receberam votos.
Com relação ao aleitamento materno:
1) Comente as vantagens do aleitamento materno com relação a: (0,3 pontos)
  • Composição de ácidos graxos
  • Fatores antimicrobianos
  • Fatores imunomoduladores.
2) Diferencie o leite materno e o leite de vaca em relação a composição protéica e de carbohidratos (0,2 pontos).


RATING: 2.19

Com relação ao aleitamento materno:
1) Comente as vantagens do aleitamento materno com relação a: (0,3 pontos)
  • Composição de ácidos graxos
  • Fatores antimicrobianos
  • Fatores imunomoduladores.
2) Diferencie o leite materno e o leite de vaca em relação a composição protéica e de carbohidratos (0,2 pontos).

1) Comente as vantagens do aleitamento materno.
a) Tem grande influência no desenvolvimento cerebral (cerca de 25% do parênquima cerebral é constituído por ácidos graxos poliinsaturados de cadeia longa), em especial o ácido aracdônico e o docosa-hexanóico. Estes ácidos graxos estão em grande quantidade no leite materno e são gorduras imprescindíveis para o perfeito desenvolvimento das conexões cerebrais. (0,1 p)

b) Possui diversos fatores de proteção antimicrobianos destacando-se: IgA secretora, lactoferrina, lisozimas, Linfócitos B e T, neutrófilos, macrófagos, fração C3 do complemento, lactoferrina, dentre outros; que atuam em diferentes momentos e em diferentes sítios, visando a destruição de microorganismos. (0,1 p)

c) Apresenta inúmeros fatores imunomoduladores como interleucina 1 e 6 e Interferon a e g, que atuam sobre a produção de outras interleucinas, sobre a quimiotaxia e ativação de macrófagos, bem como na diferenciação e potencialização dos linfócitos B e na estimulação da atividade fagocitária.  (0,1 p)

2) Diferencie o leite materno e o leite de vaca em relação a composição protéica e de carbohidratos.

Leite materno

Leite de vaca

Proteínas

1,1

3,3

Lactose

7,0

4,8

Quanto às proteínas, no leite humano a caseína constitui 36% das proteínas e forma um coágulo frouxo e poroso, sendo de fácil digestão. Já no leite de vaca a caseína corresponde a 82% das proteínas e forma um coágulo mais firme, por isto o leite de vaca deve ser diluído;

A lactose por estar presente em maior quantidade no leite materno, leva a maior concentração de lactobacilos no intestino das crianças amamentadas ao seio, chegando a quase totalidade das bactérias constituidoras da flora intestinal, ficando as enterobactérias (0,2 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.19)

CASO CLINICO: (217522 votos)..........99.02% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino com 38 anos de idade refere dor epigástrica em queimação há 3 semanas, com piora associada a alimentação. Nega disfagia,vômitos e outros sintomas associados. Sem antecedentes patológicos dignos de nota não faz uso de nenhuma medicação.
Exame Físico: B. E. G., corado, hidratado, anictérico, acianótico.
PA: 120/70 mmHg; FC: 80 b.p.m; Ap. Resp.: MV+, sem RA, Ap CV: 2BRNF, sem sopros.
Abdominal: Plano, flácido, dor discreta á palpação de epigástrio, descompressão brusca negativa, sem visceromegalias e massas palpáveis.
1) Qual é o diagnóstico do paciente? (0,25 pontos)
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 pontos)



RATING: 2.96

1) Qual é o diagnóstico do paciente?
Síndrome dispéptica ou dispepsia. (0,25 p)
Discussão: Paciente com sintoma dispéptico de epigastralgia em queimação,sem apresentar sinais de alarme como disfagia, icterícia, sangramento, anemia, alterações de exame físico sugestivos de doença maligna, que indicariam a realização de endoscopia digestiva alta, apresenta ainda idade menor que 50 anos de idade que seria outra indicação da realização do procedimento. O paciente pode apresentar diagnóstico de doença ulcerosa péptica com estes sintomas, mas sem apresentar sinais de alarme pode ser manejado de forma conservadora neste momento.
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 p)
Sugerir modificações de hábitos e introduzir bloqueador H2 para tratamento da dispepsia.
Discussão: Paciente sem sinais de alarme não tendo indicação de realizar endoscopia digestiva alta, podemos orientar modificações de hábitos de vida como diminuição de ingesta de álcool e café e procurar observar quais alimentos desencadeiam com maior freqüência estes sintomas.
Os bloqueadores H2como a ranitidina podem ser usados em doses de 150 mg, 2 vezes ao dia por 2-4 semanas. O uso de bloqueadores de bomba de prótons é uma opção, embora não tenha sido demonstrado sua superioridade em relação aos bloqueadores H2 e por seu maior custo não deve ser utilizado.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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