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PLACENTA PRÉVIA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

As hemorragias da segunda metade do gravidez são raramente encontradas em comparação com aquelas da primeira metade – provavelmente devido a fixação já consolidada do concepto no útero.

Por isso, normalmente, se a gravidez passar de primeira parte, provavelmente que ela vai evoluir bem.

Em outras palavras, uma hemorragia do segundo período de gravidez  e um evento muito estranho, e por isso que as problemas de diagnostico são diferentes e o medico tem que conhecer muito bem esta eventualidade patológica.

OBJETIVA: (984155 votos)..........95.71% das questões objetivas receberam votos.
Você está de plantão na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) e atende um adolescente com 11 anos de idade com história de dor e inchaço em joelho esquerdo há 5 dias. Ele conta que, há 2 dias, iniciou com febre, dificuldade para deambular e aumento da dor e do inchaço na região. Referia trauma durante jogo de futebol. Ao exame físico, apresenta-se em regular estado geral, palidez cutânea, febril, eupneico, anictérico, acianótico e artrite muito dolorosa em joelho esquerdo. Hemograma com leucocitose com desvio à esquerda, proteína C reativa e VHS elevados. Nesse caso, o agente etiológico mais provável e a antibioticoterapia indicada são:
A. Streptococcus pneumoniae; ampicilina
B. Staphylococcus aureus; oxacilina
C. H. influenzae tipo B; amoxicilina
D. Kingella kingae; ceftriaxona
E. Salmonella; penicilina

  RATING: 1

Você está de plantão na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) e atende um adolescente com 11 anos de idade com história de dor e inchaço em joelho esquerdo há 5 dias. Ele conta que, há 2 dias, iniciou com febre, dificuldade para deambular e aumento da dor e do inchaço na região. Referia trauma durante jogo de futebol. Ao exame físico, apresenta-se em regular estado geral, palidez cutânea, febril, eupneico, anictérico, acianótico e artrite muito dolorosa em joelho esquerdo. Hemograma com leucocitose com desvio à esquerda, proteína C reativa e VHS elevados. Nesse caso, o agente etiológico mais provável e a antibioticoterapia indicada são:

A. Streptococcus pneumoniae; ampicilina
INCORRETO: O Streptococcus pneumoniae é mais frequentemente associado a infecções respiratórias e menos comum em casos de artrite séptica em adolescentes.
B. Staphylococcus aureus; oxacilina
CORRETO : Nesse cenário de artrite séptica em um adolescente, a causa mais comum é o Staphylococcus aureus. A presença de febre, inchaço, dor intensa e os exames laboratoriais com leucocitose e aumento dos marcadores inflamatórios são indicativos de uma infecção bacteriana. Staphylococcus aureus é o agente mais comum em casos de artrite séptica em crianças e adolescentes. Oxacilina é um antibiótico beta-lactâmico eficaz contra cepas de S. aureus sensíveis à meticilina.
C. H. influenzae tipo B; amoxicilina
INCORRETO : H. influenzae tipo B é uma causa rara de artrite em países com vacinação adequada. Além disso, a escolha de amoxicilina não seria adequada para artrite séptica.
D. Kingella kingae; ceftriaxona
INCORRETO : Kingella kingae pode causar artrite séptica em crianças pequenas, mas é menos comum na faixa etária de 11 anos.
E. Salmonella; penicilina
INCORRETO : Salmonella pode causar artrite reativa, especialmente em indivíduos com doença falciforme, mas não é a causa mais provável neste caso. Penicilina não é eficaz contra Salmonella.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (1)

DISCURSIVA: (175798 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite os resultados de exames laboratoriais que confirmam o diagnóstico de Síndrome HELLP. (0,5 pontos).


RATING: 3.07

Cite os resultados de exames laboratoriais que confirmam o diagnóstico de Síndrome HELLP. (0,5 pontos).

Exames laboratoriais que confirmam o diagnóstico:
  • Presença de esquizócitos em sangue periférico (0,125 p)
  • Plaquetopenia ou plaquetas abaixo de 100.000/mL (0,125 p)
  • Enzimas hepáticas elevadas ou TGO, TGP e DHL elevados (0,125 p)
  • Bilirrubinemia - Bilirrubinas elevadas (0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

CASO CLINICO: (204178 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino com 38 anos de idade refere dor epigástrica em queimação há 3 semanas, com piora associada a alimentação. Nega disfagia,vômitos e outros sintomas associados. Sem antecedentes patológicos dignos de nota não faz uso de nenhuma medicação.
Exame Físico: B. E. G., corado, hidratado, anictérico, acianótico.
PA: 120/70 mmHg; FC: 80 b.p.m; Ap. Resp.: MV+, sem RA, Ap CV: 2BRNF, sem sopros.
Abdominal: Plano, flácido, dor discreta á palpação de epigástrio, descompressão brusca negativa, sem visceromegalias e massas palpáveis.
1) Qual é o diagnóstico do paciente? (0,25 pontos)
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 pontos)



RATING: 2.96

1) Qual é o diagnóstico do paciente?
Síndrome dispéptica ou dispepsia. (0,25 p)
Discussão: Paciente com sintoma dispéptico de epigastralgia em queimação,sem apresentar sinais de alarme como disfagia, icterícia, sangramento, anemia, alterações de exame físico sugestivos de doença maligna, que indicariam a realização de endoscopia digestiva alta, apresenta ainda idade menor que 50 anos de idade que seria outra indicação da realização do procedimento. O paciente pode apresentar diagnóstico de doença ulcerosa péptica com estes sintomas, mas sem apresentar sinais de alarme pode ser manejado de forma conservadora neste momento.
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 p)
Sugerir modificações de hábitos e introduzir bloqueador H2 para tratamento da dispepsia.
Discussão: Paciente sem sinais de alarme não tendo indicação de realizar endoscopia digestiva alta, podemos orientar modificações de hábitos de vida como diminuição de ingesta de álcool e café e procurar observar quais alimentos desencadeiam com maior freqüência estes sintomas.
Os bloqueadores H2como a ranitidina podem ser usados em doses de 150 mg, 2 vezes ao dia por 2-4 semanas. O uso de bloqueadores de bomba de prótons é uma opção, embora não tenha sido demonstrado sua superioridade em relação aos bloqueadores H2 e por seu maior custo não deve ser utilizado.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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