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Um jovem com 20 anos de idade é trazido ao pronto-socorro com um ferimento tóraco-abdominal por arma branca, em hemitórax esquerdo, acima do rebordo da última costela na linha hemiclavicular. Está alerta, bem orientado e hemodinamicamente estável e a radiografia de tórax revela pneumotórax de 30%. Após a avaliação inicial, o(s) passo(s) subseqüentes(s) consiste(m) em:
A. exploração do local do ferimento e drenagem do tórax
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. drenagem do tórax, laparotomia ou laparoscopia
CORRETO : Todo paciente com pneumotórax traumático, independente de seu tamanho, deve ser tratado. Neste caso temos um pneumotórax dito pequeno, pois ocupa menos de um terço da cavidade pleural. Como o paciente encontra-se estável o tratamento consiste em drenagem intercostal (através de uma toracostomia) em selo d'água.
Em todos os pacientes estáveis com feridas penetrantes toracoabdominais, devemos afastar a possibilidade de lesões de vísceras da cavidade abdominal. Para isto, realizamos a laparoscopia, exame bem indicado nesta situação.
C. observação clínica rigorosa
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. exploração local do ferimento e controle radiológico do tórax
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. exploração local do ferimento
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: B
RATING: 3.01 ![]()
FONTE:
Paciente F, 2 anos e 10 meses de idade, é trazida no setor de pronto-atendimento de pediatria com febre 39,6°C e relato de 'dor de cabeça' na região frontal, sem nenhum outro sinal localizatorio. No acolhimento, FR 36/min, FC 122/min, sinusal sem sopros, sonolenta, inapetente e chorosa. Palidez +/++++. TEC 3-4 segundos. Evacuações normais, sem diarreia. No exame clinico respiratório e cardiovascular normal. Sem sinais meníngeos e sem petéquias. Faringe com leve eritema, sem sinais flogísticos. Mãe diz que a criança recusa a comida faz 48 horas, só aceita leite e 'toma pouco'. Sem vômitos até agora. Observa-se, porém anisocoria afetando o olho esquerdo que não responde a luz. Outro olho normal. Questionada, a mãe declara que a criança já está em acompanhamento com oftalmologista porque, com 2 anos de idade, teve um 'herpes' no olho, mas que o mesmo deu alta, considerando que a criança está enxergando 'normal'. Nega contato com pombos ou gatos de estimação. Tem somente um Callopsyta que fica na gaiola
1) Qual é o protocolo á seguir neste caso? 0,3 pontos1) Qual é o protocolo á seguir neste caso?
Febre é uma das causas mais comuns de consulta em pediatria. 25% de todas as consultas de emergência se devem à febre. Na maioria dos casos, após a avaliação inicial, é possível identificar a causa. Nas crianças menores de 36 meses, em 20% dos casos, essa identificação não é possível. Febre sem sinais localizatórios FSSL - definição: Febre com menos de uma semana de duração, que após história clínica e exame físico cuidadosos não tem a sua causa estabelecida.
O protocolo para essa faixa etária seria primeiramente de avaliação clinica minuciosa, avaliar se existem ou não sintomas de toxemia - neste caso, como há sonolência e mau estado geral seria melhor considerar que há um grau de toxemia, especialmente porque a criança está numa faixa etária de risco (0-36 meses), o tempo de enchimento capilar é de 3-4 segundos.

2) Qual é a infecção bacteriana que mais ocorre na febre sem sinais localizatorios?
Infecção urinária oculta é a infecção bacteriana mais comum como causa de FSSL. 0,1 p
3) Quais são, neste caso, os fatores de risco para a doença meningococica oculta?
Meningite oculta: a bacteremia oculta por meningococo é bem mais rara do que por pneumococo. A faixa etária abaixo de 24 meses é a mais acometida pela doença meningocócica. 25 a 50% dos pacientes com doença meningocócica haviam sido liberados após avaliação inicial. 82% dos pacientes liberados têm menos de 36 meses de idade. 0,1 p
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