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INSUFICIÊNCIA CARDÍACA PEDIATRICA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Na verdade é uma perda de capacidade do ventrículo em distender, receber e/ou ejetar sangue, causada por disfunção da bomba ventricular: sobrecarga de volume (pré-carga) ou pressão (pós-carga).
O capitulo da insuficiência cardíaca na população pediátrica tem que ser tratado separadamente. Em decorrência de tantas etiologias, a Insuficiência Cardíaca (IC) pediátrica ê uma entidade mais complexa. Geralmente, uma anomalia como essa é relacionada com o próprio desenvolvimento cardíaco e com as manifestações pré-, per- ou pós-operatórias nas cardiopatias congênitas.

OBJETIVA: (975999 votos)..........95.42% das questões objetivas receberam votos.
Normalmente, a via aérea orofaríngea consiste em um flange, um segmento bloqueador de mordida curto e um corpo curvo. Seu formato é tal que proporciona um canal de ar e uma passagem para que a sonda de aspiração chegue até a faringe. A via aérea orofaríngea se encaixa sobre a língua para impedir que esta e outras estruturas moles da garganta obstruam a via aérea.

A escolha do tamanho certo se faz medindo a distância entre:
A. ponta do nariz até o ângulo mandibular
B. canto da boca até o ângulo mandibular
C. ponta do nariz até o canto da boca
D. canto do nariz até o lobo auricular
E. ponta do nariz até o lobo auricular

  RATING: 2.73

Normalmente, a via aérea orofaríngea consiste em um flange, um segmento bloqueador de mordida curto e um corpo curvo. Seu formato é tal que proporciona um canal de ar e uma passagem para que a sonda de aspiração chegue até a faringe. A via aérea orofaríngea se encaixa sobre a língua para impedir que esta e outras estruturas moles da garganta obstruam a via aérea.

A escolha do tamanho certo se faz medindo a distância entre:

A. ponta do nariz até o ângulo mandibular
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. canto da boca até o ângulo mandibular
CORRETO : Procedimento de seleção e obtenção da via aérea Os tamanhos de via aérea orofaríngea variam de 4 cm a 10 cm de comprimento (tamanhos Guedel 000 a 4). Siga estas etapas para escolher a via aérea orofaríngea de tamanho correto e inseri-la na via aérea:
1. Coloque a via aérea orofaríngea na lateral da face da criança. A ponta da via aérea orofaríngea deve se estender do canto da boca até o ângulo da mandíbula

2. Insira com cuidado a via aérea orofaríngea diretamente na orofaringe. O uso de uma espátula para comprimir a língua pode ser útil.
3. Depois da inserção da via aérea orofaríngea, monitore a criança. Mantenha a cabeça e a mandíbula posicionadas corretamente para preservar a via aérea aberta/patente. Aspire a via aérea, se necessário.

C. ponta do nariz até o canto da boca
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. canto do nariz até o lobo auricular
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. ponta do nariz até o lobo auricular
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.73)

DISCURSIVA: (175137 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Citem as principais circunstâncias mandatórias para biopsia de uma adenomegalia.(0,34375 pontos)
(II) Citem cinco doenças infecciosas na prática clínica do pediatra que cursam com adenomegalia.(0,15625 pontos)


RATING: 2.99

(I) Citem as principais circunstâncias mandatórias para biopsia de uma adenomegalia.(0,34375 pontos)
(II) Citem cinco doenças infecciosas na prática clínica do pediatra que cursam com adenomegalia.(0,15625 pontos)

(I) Citem as principais circunstâncias mandatórias para biopsia de uma adenomegalia.
- Linfonodo maior que 2 cm; (0,03125 p)
- Aumento em 2 semanas; (0,03125 p)
- Sem diminuição em 4 semanas; (0,03125 p)
- Supraclavicular; (0,03125 p)
- Endurecido (0,03125 p) , aderido (0,03125 p), cartilaginoso; (0,03125 p)
- Padrão radiológico anormal, (0,03125 p)
- Sintomas como febre (0,03125 p) , perda ponderal (0,03125 p) , hepatoesplenomegalia (0,03125 p)

(II) Citem cinco doenças infecciosas na prática clínica do pediatra que cursam com adenomegalia:
- Adenite bacteriana (0,03125 p)
- Síndrome Mono-like (0,03125 p)
- Paracoccidiodomicose Juvenil (0,03125 p)
- Doença da Arranhadura do Gato (0,03125 p)
- Tuberculose ganglionar: (0,03125 p)

FONTE:

R3 PEDIATRIA MÓDULO ONLINE - SANAR FLIX - Beatriz Oliveira Leão Carneiro, Bruno Adelmo Ferreira Mendes Franco, Gabriel Benevides, Giovanna Gavros Palandri, Juliana Barbosa Brunelli, Kiara Oliveira Monteiro, Nathalia da Costa Sousa, Simone Sakura Ito Vergilius, José Furtado De Araujo Neto, Vinícius Côgo Destefani

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

CASO CLINICO: (203488 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Os pais trouxeram na UPA um bebe de 2 meses que estava dormindo no quarto porque acharam um morcego no mesmo ambiente que o bebe estava dormindo. Não se sabe se houve contato com esse morcego ou não. Não há nenhum tipo de sinais de arranhão, mordida ou picada. A criança está muito bem no momento. Os pais não conseguiram capturar o morcego.
1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?.................0,08 pontos
2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentam...........0,12 pontos
3) Qual é a conduta terapêutica e profilatica mais eficiente sugerida?.................0,15 pontos
4) Quais são as medidas complementares obrigatórias? .....................................0,15 pontos





RATING: 3.04

1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?

  • Exposição potencial/duvidosa ao vírus rábico por adentramento de morcego em ambiente de sono de lactente (categoria III ou equivalente em protocolo de risco). (0,04 p)
  • Acidente grave por morcego não capturado (não se pode realizar observação ou exame laboratorial do animal). (0,04 p)

2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentem.

  • Sim, é situação de risco elevado (evidência nível A – mortalidade da raiva humana ≈ 100% após início de sintomas). (0,03 p)
  • Razão epidemiológica: Mordidas de morcego são frequentemente imperceptíveis; lactentes não relatam contato; transmissão saliva-órgão neural é altamente eficiente. (0,03 p)
  • Razão de decisão clínica: Risco-benefício da profilaxia pós-exposição (PPE) é extremamente favorável (eficácia > 99% quando iniciada precocemente); não há “janela segura” de observação quando o animal não é capturado. (0,03 p)
  • Princípio MBE: Prevenção primária de doença letal em cenário de incerteza diagnóstica justifica intervenção imediata (regra “better safe than sorry” em raiva). (0,03 p)

3) Qual é a conduta terapêutica e profilática mais eficiente sugerida?

  • Conduta de escolha: Profilaxia pós-exposição (PPE) completa e imediata – soro anti-rábico humano (SAR) + vacina anti-rábica inativada. (0,05 p)
  • Dose de imunoglobulina: SAR 40 UI/kg (ou IGHR 20 UI/kg se disponível), com infiltração máxima possível no local de possível inoculação (mesmo sem lesão visível, infiltrar em região de maior probabilidade – ex.: face/cabeça) e o restante intramuscular em local distante. (0,05 p)
  • Esquema vacinal para lactente: Vacina anti-rábica intramuscular em vasto lateral da coxa – dias 0, 3, 7, 14 e 28 (esquema de 5 doses para imunocompetentes < 2 anos). (0,05 p)

4) Quais são as medidas complementares obrigatórias?

  • Notificação compulsória imediata ao serviço de vigilância epidemiológica (SINAN) – caso de exposição a morcego. (0,03 p)
  • Orientação aos pais: Monitoramento clínico rigoroso do lactente (sinais prodômicos de raiva) por 90 dias; retorno imediato à UPA se febre, irritabilidade, hidrofobia ou paresia.  (0,03 p)
  • Higienização rigorosa de todo o corpo do bebê com água e sabão (mesmo sem lesão aparente), higienização do ambiente: limpeza do quarto com água e sabão + desinfecção com hipoclorito (mesmo sem lesão no bebê).  (0,03 p)
  • Notificação imediata à Vigilância Epidemiológica municipal/estadual (formulário de atendimento antirrábico).  (0,03 p)
  • Monitorização clínica por 10-14 dias (qualquer alteração neurológica → hospital de referência).  (0,03 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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