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NEOPLASIAS NÃO-MELANOMAS DA PAREDE ABDOMINAL (ÁREA DE CIRURGIA)

O carcinoma de células escamosas e o carcinoma basocelular representam as neoplasias malignas cutâneas mais prevalentes em escala global. Assim como observado no melanoma, a incidência desses cânceres de pele tem apresentado um aumento progressivo ano após ano. As projeções epidemiológicas atuais indicam que aproximadamente um em cada cinco indivíduos nos Estados Unidos poderá desenvolver algum desses tumores ao longo da vida.

É importante destacar que, apesar do crescimento na incidência, as taxas de mortalidade associadas ao câncer de pele não melanoma — categoria que engloba tanto o carcinoma de células escamosas quanto o carcinoma basocelular — vêm demonstrando uma tendência de declínio. Esse fenômeno é amplamente atribuído à ênfase na detecção precoce e na implementação de intervenções terapêuticas efetivas, que permitem uma abordagem mais curativa e menos invasiva.


OBJETIVA: (958496 votos)..........94.69% das questões objetivas receberam votos.
As vitaminas D2 e D3 são resultados do processo bioquimico de:
A. oxidação
B. hidrolise
C. redução hidrogenada
D. fotólise
E. polimerização

  RATING: 2.91

As vitaminas D2 e D3 são resultados do processo bioquimico de:

A. oxidação
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. hidrolise
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. redução hidrogenada
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. fotólise
CORRETO : A vitamina D ocorre sob duas formas, e as duas formas são produzidas na epiderme - camada de Malpighi - através de reação de fotólise, na qual os raios ultravioleta B induzem a ruptura do núcleo B dos esteróides precursores
E. polimerização
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.91)

DISCURSIVA: (173880 votos) ..........98.74% das questões discursivas receberam votos.
Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)


RATING: 3.43

Na abordagem do paciente ictérico, disserte sobre os seguintes aspectos:
1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados. (0,35 pontos)
2) Cuidados a serem tomados no período pre-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal. (0,15 pontos)

1) Caracterização da icterícia obstrutiva frente aos outros tipos de icterícia do ponto de vista clínico, laboratorial e de exames complementares citando os métodos propedêuticos mais adequados.
  • A icterícia obstrutiva é caracterizada pelo predomínio da elevação da bilirrubina direta, semelhante à icterícia colestática intra-hepática. (0,05 p)
  • Diferencia-se das icterícias hepatocelulares pela ausência de elevação ou elevação em níveis menores das aminotransferases (TGO e TGP). (0,05 p)
  • Apresenta por outro lado elevação das enzimas canaliculares, fosfatase alcalina e gama glutamil-transferase. (0,05 p)
  • Na icterícia obstrutiva, ocorre prolongamento do tempo de atividade da protrombina o qual normaliza-se com reposição de vitamina K por não existir doença parenquimatosa. (0,05 p)
  • Na história clínica, alguns sintomas e sinais podem sugerir icterícia obstrutiva: dor no abdome superior, principalmente no hipocôndrio direito, febre, prurido e colúria, podendo existir na dependência da causa a presença de massa ou vesícula biliar palpáveis. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem permitem a diferenciação entre icterícia obstrutiva e colestase intra-hepática ao identificar o calibre das vias biliares, a causa e o local de uma obstrução. (0,05 p)
  • Os métodos de imagem atualmente disponíveis e utilizados para a investigação são os seguintes: ultrassonografia, endossonografia, colangiografia transparieto hepática percutânea, colângio-pancreatografia endoscópica retrógrada, colangioressonância nuclear magnética, tomografia computadorizada. (0,05 p)

2) Cuidados a serem tomados no período per-operatório com respeito à coagulação, ao ato anestésico cirúrgico e à função renal.
  • Perdas volêmicas devem ser identificadas e repostas evitando-se que o paciente desenvolva hipotensão e insuficiência renal sobretudo no período per-operatório. (0,015 p)
  • O controle da eficácia de reposição é realizado através da mensuração do volume urinário. (0,015 p)
  • Distúrbios da coagulação devem ser investigados realizando-se hemograma com contagem de plaquetas o qual permite a identificação de indícios de infecção e distúrbio da coagulação. (0,015 p)
  • Deve ser realizada a aferição do tempo de protrombina e de tromboplastina parcial ativada. (0,015 p)
  • Em pacientes eletivos com tempo de protrombina alargado, deve-se repor vitamina K por 3 dias. (0,015 p)
  • Em situações de urgência ou quando houver falta de resposta à vitamina K, deverá ser reposto plasma fresco e ocasionalmente crioprecipitado. (0,015 p)
  • É importante também manter correto equilíbrio eletrolítico, principalmente do sódio e do potássio. (0,015 p)
  • Devem ser avaliados e corrigidos os níveis de escórias nitrogenadas através de reposição hídrica ou de medidas de suporte à função renal. (0,015 p)
  • Pacientes sem infecção deverão receber antibioticoprofilaxia e os portadores de colangite deverão receber antibioticoterapia. (0,015 p)
  • Evitar o uso de drogas anestésicas hepatotóxicas e manutenção de estabilidade hemodinâmica no período intraoperatório. (0,015 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.43)

CASO CLINICO: (201797 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
Uma criança de 6 anos, vítima de atropelamento, chega à Unidade de Emergência trazida pelo SAMU. Ao exame físico, em regular estado geral, com FC = 178 bpm, FR = 20 irpm, PA = 74 x 30mmHg, perfusão = 4 segundos, pulsos finos, saturação de oxigênio = 94% (ar ambiente), murmúrio vesicular presente simétrico, sem ruídos adventícios, BRNFs sem sopros, abdome inocente e escala de coma de Glasgow= 10.
O médico chefe opta por realizar intubação.


a) Cite o dado clínico que indicou a intubação............. 0,25 pontos
b) Cite 2 drogas que estão contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana.... 0,25 pontos





RATING: 3.01

a) O dado clínico que indicou a intubação é a Escala de Coma de Glasgow igual a 10. (0,250 pontos)

b) Duas drogas contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana são:

  • Ketamina. (0,125 pontos)
  • Succinilcolina. (0,125 pontos)


Em discussão resumida sobre as respostas, a intubação em trauma pediátrico com GCS de 10 é justificada pela necessidade de proteção da via aérea em paciente com alteração do nível de consciência, especialmente em contexto de possível lesão craniana, conforme protocolos como PALS e ATLS adaptados para pediatria. Quanto às drogas, a ketamina e a succinilcolina são classicamente evitadas em cenários de risco para hipertensão intracraniana devido a mecanismos como estimulação simpática e fasciculações musculares, respectivamente, embora evidências recentes sugiram nuance no uso da ketamina em pacientes sedados e ventilados.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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