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Paciente de 38 anos, fibrose cística, recebe transplante bipulmonar. No 18º mês apresenta queda progressiva do VEF1 para 68% do melhor valor pós-transplante, sem infecção aguda demonstrável. A TC mostra mosaico de atenuação e bronquiectasias. A biópsia transbrônquica evidencia bronchiolite obliterante. O diagnóstico sindrômico contemporâneo e o fenótipo correspondente são:
A. Rejeição hiperaguda; disfunção primária do enxerto grau 3
INCORRETO: A rejeição hiperaguda e a disfunção primária do enxerto ocorrem nas primeiras horas a poucos dias após a reperfusão, não no 18º mês.
B. Infecção oportunista isolada por CMV; pneumonite intersticial
INCORRETO : CMV pode cair o VEF1, mas o quadro crônico com mosaico, bronquiectasias e histologia de BO, sem evidência infecciosa atual, não se resume a pneumonite por CMV.
C. Rejeição celular aguda A3; responderá necessariamente a corticoide isolado
INCORRETO : Rejeição aguda A3 é diagnóstico histológico de infiltrado perivascular em biópsia e trata-se com corticoide; não explica o declínio crônico irreversível do VEF1 com BO estabelecida.
D. Disfunção crônica do aloenxerto pulmonar (CLAD) no fenótipo de síndrome da bronchiolite obliterante (BOS)
CORRETO : CLAD é a perda sustentada ≥ 20% do VEF1 em relação ao basal pós-transplante, após exclusão de causas reversíveis. O fenótipo BOS corresponde à obstrução progressiva por bronchiolite obliterante, o padrão clássico de rejeição crônica pulmonar.
E. Recidiva da fibrose cística no enxerto; indicação de retransplante imediato sem otimização clínica
INCORRETO : A fibrose cística não recidiva no enxerto de doador sem a doença. Retransplante pode ser discutido em CLAD avançado selecionado, mas não é o primeiro passo sem otimizar imunossupressão, azitromicina, refluxo e reabilitação.
Gabarito: D
RATING: 3.05 ![]()
A colangite aguda é a inflamação aguda dos canais que conduzem a bile. Isso inclui desde os mais finos, dentro do fígado ao mais calibroso, o colédoco, que recebe toda a bile produzida no fígado e aquela já acumulada na vesícula. A sintomatologia dessa moléstia hoje é descrita como 'pentade de Reynolds'.
Quais são os cinco elementos fundamentais dessa descrição?
a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,03 p);
Anti-HBs - Anti-HAV IgM - (0,04 p);
Anti-HAV IgG + (0,03 p);
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM - (0,04 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda?
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,04 p);
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada?
Anti-HAV IgM + (0,03 p);
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs + (0,03 p);
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