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SEDAÇÃO NO PRONTO SOCORRO PEDIATRICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

No serviço de urgências e emergências faz parte da rotina a realização de procedimentos invasivos ou, ás vézes, doloridos, tanto para a criança quanto para seus familiares.
A ssim sendo, a imobilização do paciente pela sedação para procedimentos é fundamental.
CLASSES DE REMÉDIOS: sedativos, analgésicos ou drogas dissociativas
FINALIDADE: ansiólise, analgesia, sedação e controle motor durante procedimentos dolorosos ou desconfortáveis.
O número de crianças recebem sedação para procedimentos diagnósticos e terapêuticos aumenta progressivamente.

OBJETIVA: (1383147 votos)..........94.82% das questões objetivas receberam votos.
Mário, 39 anos, pedreiro, procura atendimento na Unidade Básica de Saúde próxima a sua residência. Mário foi à Unidade para receber orientações e para pedir um atestado médico, pois não se julgava em condições de trabalhar. Corado, hidratado e acianótico, Tax: 38,3°C, Murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios. FR: 20 irpm, FC: 102 bpm, Exame cardiovascular: Ritmo cardíaco em dois tempos, sem sopros. Leve hiperemia de orofaringe. Ausência de linfadenomegalias. PA: 120 x 80 mmHg. Abdome indolor à palpação, sem massas ou visceromegalias. Eupneico.
A. O quadro do paciente é de resfriado comum
B. O quadro do paciente sugere síndrome gripal
C. Sobre a necessidade de notificação do caso: ele é necessário, pois todo caso de suspeita de gripe deve ser notificado
D. Não existe necessidade de afastamento do trabalho se o paciente não apresentar sinais de agravamento.
E. O profissional deve utilizar máscara respiratória N95 durante a consulta e lavar as mãos com água e sabão após o atendimento.

  RATING: 3.02

Mário, 39 anos, pedreiro, procura atendimento na Unidade Básica de Saúde próxima a sua residência. Mário foi à Unidade para receber orientações e para pedir um atestado médico, pois não se julgava em condições de trabalhar. Corado, hidratado e acianótico, Tax: 38,3°C, Murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios. FR: 20 irpm, FC: 102 bpm, Exame cardiovascular: Ritmo cardíaco em dois tempos, sem sopros. Leve hiperemia de orofaringe. Ausência de linfadenomegalias. PA: 120 x 80 mmHg. Abdome indolor à palpação, sem massas ou visceromegalias. Eupneico.

A. O quadro do paciente é de resfriado comum
INCORRETO: Apesar de ser difícil diferenciar a síndrome gripal do resfriado comum, a presença de febre de início súbito associada à tosse ou dor de garganta deve levantar a suspeita de influenza ou outras etiologias de síndrome gripal. A caracterização desse quadro clínico como resfriado comum pode levar o profissional de saúde e o próprio paciente a subestimarem a potencial gravidade do quadro. Retorne ao caso e escolha outra opção.
B. O quadro do paciente sugere síndrome gripal
CORRETO : Certo! A hipótese inicial de Síndrome Gripal é correta, pois o paciente apresenta febre de início súbito, tosse e manifestações sistêmicas como mialgia e não foi identificada, até o momento, a presença de dispneia ou de outros sinais de agravamento.
C. Sobre a necessidade de notificação do caso: ele é necessário, pois todo caso de suspeita de gripe deve ser notificado
INCORRETO : O Ministério da Saúde não determina que todo caso de síndrome gripal (SG) seja notificado. A indicação de notificação de casos de SG só é obrigatória mediante suspeita de surto de influenza.
D. Não existe necessidade de afastamento do trabalho se o paciente não apresentar sinais de agravamento.
INCORRETO : Mário recebe o atestado médico afastando-o do trabalho por cinco dias que corresponde ao tempo médio entre o início de sintomas e o momento em que se torna afebril por mais de 24h. É também orientado em relação às medidas que evitam a transmissão da Influenza no seu domicílio para reduzir a possibilidade de transmissão intradomiciliar.
E. O profissional deve utilizar máscara respiratória N95 durante a consulta e lavar as mãos com água e sabão após o atendimento.
INCORRETO : Lavar as mãos com água e sabão ou álcool 70% é fundamental após o atendimento. No entanto, não são necessárias precauções para aerossóis durante o atendimento. Estas devem ser adotadas apenas quando houver realização de procedimentos geradores de partículas menores. O uso de máscara N95 nessa situação resulta em aumento do custo, sem um benefício claro para o profissional.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

DISCURSIVA: (194202 votos) ..........99.47% das questões discursivas receberam votos.
(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)


RATING: 2.95

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto?
• Recém-nascidos portadores de anomalias congênitas da boca, lábios, língua, palato ou pescoço, (0,04 p) nos quais o ajuste adequado entre face e máscara é difícil e a visualização da laringe com o laringoscópio é complicada ou não é factível. (0,04 p)
• Recém-nascidos com mandíbula pequena ou língua volumosa, em que a ventilação com máscara e a intubação traqueal não foram bem-sucedidas. Exemplos comuns incluem os pacientes portadores da Sequência de Robin e de Trissomia 21. (0,07 p)
• Quando a ventilação com pressão positiva fornecida por máscara facial é inefetiva e as tentativas de intubação não foram bem-sucedidas ou a intubação não é factível. (0,07 p)

(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal?
As máscaras laríngeas têm várias limitações a serem consideradas durante a reanimação neonatal.
• Não servem para aspirar secreções das vias aéreas (0,07 p).
• Se há necessidade de pressões elevadas durante a ventilação, a mistura gasosa pode escapar través do selo entre faringe e máscara, resultando em pressão insuficiente para inflar os pulmões. (0,07 p)
• Não são seguras para administrar medicação endotraqueal (podem extravasar da máscara e se direcionarem ao esôfago) (0,07 p)
• As máscaras laríngeas não podem ser usadas em recém-nascidos muito pequenos. (0,07 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (226240 votos)..........98.14% dos casos clinicos receberam votos.
Mulher de 58 anos queixa-se de eventuais episódios de dor em queimação em epigástrio que possuem nítida relação com alimentação. É diabética tipo 2 há 15 anos, em uso irregular de metformina, e hipertensa, em uso irregular de fosinopril 10 mg/dia. Procurou médico assistente.
Exame físico IMC = 32 kg/m2; PA = 170 x 95 mmHg; Glicemia = 210 mg%; Leucócitos = 7.000/mm3 com diferencial normal, Hb = 10 g/dL; Ht = 30%; uréia = 61 mg% e creatinina = 2,3 mg%.
A ultrasonografia abdominal está abaixo:

a) Qual o diagnóstico ultra-sonográfico? (0,1 pontos)
b) Após analisar a ultra-sonografia e a clínica da paciente, qual o tratamento recomendado?(0,1 pontos)
c) Você modificaria o esquema terapêutico prescrito para o tratamento do diabetes mellitus da paciente? Justifique.(0,2 pontos)
d) Você recomendaria cirurgia bariátrica para esta paciente? Justifique.(0,1 pontos)


RATING: 3.02

a) Qual o diagnóstico ultra-sonográfico?
Colelitíase.(0,1 p)
b) Após analisar a ultra-sonografia e a clínica da paciente, qual o tratamento recomendado?
Colecistectomia videolaparoscópica.(0,1 p)
c) Você modificaria o esquema terapêutico prescrito para o tratamento do diabetes mellitus da paciente? Justifique.
Sim.(0,1 p) Suspenderia imediatamente a metformina devido à insuficiência renal.(0,1 p)
d) Você recomendaria cirurgia bariátrica para esta paciente? Justifique.
Não. A cirurgia se encontra indicada em pacientes com IMC > 40 ou > 35 com comorbidades.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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