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O FÍGADO (ÁREA DE CIRURGIA)

O fígado é um órgão gastrintestinal sólido, cuja massa (1.200 a 1.600 g) ocupa amplamente o quadrante superior direito do abdome.

A margem costal coincide com a margem inferior, e a superfície superior é coberta pelo diafragma. Grande parte do fígado direito e a maior parte do fígado esquerdo são cobertas pela caixa torácica. O fígado estende-se ainda mais na altura da quinta costela à direita e da sexta costela à esquerda.

A superfície posterior sustenta a veia cava inferior (VCI). Uma cunha de fígado estende para a esquerda metade do abdome através do epigástrio, para situar-se sobre a superfície anterior do estômago e sob o diafragma central e esquerdo. A superfície superior do fígado é convexa e moldada para o diafragma, enquanto a superfície inferior é ligeiramente côncava e estende-se para uma borda anterior fina.

OBJETIVA: (974444 votos)..........95.27% das questões objetivas receberam votos.
Paciente masculino, 56 anos com história de dor epigástrica com irradiação para fossa ilíaca direita com dois dias de evolução. Ao exame apresentou dor à descompressão brusca de fossa ilíaca direita. A tomografia de abdome confirmou o diagnóstico de apendicite aguda. Foi submetido a apendicectomia videolaparoscópica. Na consulta do pós-operatório trouxe o resultado do anatomopatológico que evidenciou apêndice com sinais inflamatórios agudos associado a tumor em terço médio do tipo adenocarcinoma invasivo mucinoso do apêndice com margem da base livre. A conduta adequada é:
A. hemicolectomia direita
B. quimioterapia adjuvante
C. quimioterapia e radioterapia adjuvante
D. repetir exames em três meses: tomografia de abdome e colonoscopia
E. ressecção em cunha da margem do ceco

  RATING: 2.93

Paciente masculino, 56 anos com história de dor epigástrica com irradiação para fossa ilíaca direita com dois dias de evolução. Ao exame apresentou dor à descompressão brusca de fossa ilíaca direita. A tomografia de abdome confirmou o diagnóstico de apendicite aguda. Foi submetido a apendicectomia videolaparoscópica. Na consulta do pós-operatório trouxe o resultado do anatomopatológico que evidenciou apêndice com sinais inflamatórios agudos associado a tumor em terço médio do tipo adenocarcinoma invasivo mucinoso do apêndice com margem da base livre. A conduta adequada é:

A. hemicolectomia direita
CORRETO: O paciente apresentou apendicite aguda tratada com apendicectomia videolaparoscópica, e o anatomopatológico revelou adenocarcinoma invasivo mucinoso do apêndice, com margem da base livre. De acordo com diretrizes como as da ASCRS (American Society of Colon and Rectal Surgeons) e consensos médicos, para adenocarcinomas apendiculares invasivos (mesmo mucinosos e localizados), a conduta padrão é a hemicolectomia direita com linfadenectomia, pois há risco significativo de envolvimento linfonodal (20-72% dos casos), permitindo estadiamento adequado e remoção completa de possíveis metástases regionais. Isso melhora o prognóstico e é recomendado mesmo com margens livres na apendicectomia inicial, já que o procedimento inicial não avalia linfonodos.
B. quimioterapia adjuvante
INCORRETO : Sem estadiamento linfonodal completo via hemicolectomia, não se define a necessidade de quimioterapia. Além disso, para adenocarcinomas apendiculares invasivos localizados, a cirurgia é o tratamento primário; quimioterapia adjuvante só é considerada após estadiamento se houver doença nodal ou metastática, o que não é o caso inicial aqui.
C. quimioterapia e radioterapia adjuvante
INCORRETO : A radioterapia não é padrão para adenocarcinomas apendiculares, especialmente sem evidência de doença residual ou peritoneal. Esses tumores são tratados cirurgicamente, e radioterapia é rara nesse contexto, reservada para casos avançados ou recidivas.
D. repetir exames em três meses: tomografia de abdome e colonoscopia
INCORRETO : Essa abordagem de vigilância é mais apropriada para neoplasias mucinosas de baixo grau (como LAMN), confinadas e com margens negativas, sem invasão. Aqui, trata-se de adenocarcinoma invasivo, que requer intervenção cirúrgica adicional para estadiamento e controle oncológico, não apenas monitoramento.
E. ressecção em cunha da margem do ceco
INCORRETO : Essa ressecção limitada não aborda o risco de metástases linfonodais e não permite estadiamento adequado. A hemicolectomia direita é preferida para garantir remoção completa e avaliação de linfonodos, especialmente em tumores invasivos.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

DISCURSIVA: (175029 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
I) Quais são os fatores que definem a a profundidade da lesão queimada? (0,15 pontos)
II) Quais são as três zonas da lesão queimada cutânea ou superficial? (0,15 pontos)
III) Qual é o percentil da área de superfície corporal total (ASCT) queimada duma criança de 5 anos que queimou o abdômen (abaixo das costelas, até o hipogastro) e as duas partes anteriores da coxa até o joelho? (0,20 pontos)


RATING: 2.92

I) Quais são os fatores que definem a a profundidade da lesão queimada? (0,15 pontos)
II) Quais são as três zonas da lesão queimada cutânea ou superficial? (0,15 pontos)
III) Qual é o percentil da área de superfície corporal total (ASCT) queimada duma criança de 5 anos que queimou o abdômen (abaixo das costelas, até o hipogastro) e as duas partes anteriores da coxa até o joelho? (0,20 pontos)

I) Quais são os fatores que definem a a profundidade da lesão queimada?
Localmente, a lesão térmica causa necrose coagulativa da epiderme e dos tecidos subjacentes, com a profundidade da lesão dependendo:
- da temperatura à qual a pele foi exposta (0,05 p)
- do calor específico do agente causal (0,05 p)
- da duração da exposição (0,05 p)

II) Quais são as três zonas da lesão queimada cutânea ou superficial?
A área de lesão cutânea ou superficial foi dividida em três zonas:
- zona de coagulação (0,05 p)
- zona de estase (0,05 p)
- zona de hiperemia (0,05 p)

III) Qual é o percentil da área de superfície corporal total (ASCT) queimada(...)?

Metade de abdômen corresponde á 18%:2 (o torax não foi acometido) = 9% (0,05 p). Cada MIE dá 7% (0,05 p), mas como queimou somente a parte anterior e superior da 1,75% de cada lado, ou seja 1,75% + 1,75% = 3,5%(0,05 p). O total será de 12,5%. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

CASO CLINICO: (203365 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
A. R. de F, 1 ano e 4 meses de idade, sexo M, com história previa de faringite há 3 semanas, fez uso de Amoxicilina Clavulanato aparentemente com remissão do quadro. Há 5 dias, iniciou com lesões papilares em nádegas bilateral, simétricas e região extensora de membros inferiores.
A mãe levou, então, a criança para o pediatra do plano de saúde e foram prescritos antihistamíníco e pomada de cortícoide. Mãe voltou, negando a melhora do quadro. Por conta própria, iniciou banho de permanganato de potássio apresentando ressecamento das lesões de nádegas.
Negava febre. Nos dias seguintes o quadro progrediu o exantema acometeu os membros superiores com lesões vesico-papulares em superfícies extensoras. Abdome plano, com fígado palpável a 2 cm do rebordo costal e raras lesões em tórax e abdome.

A criança foi investigada solicitando-se: hemograma (normal), PCR de 3, VDRL não reagente. CMV e HBs Ag negativos, porém Epstein-Barr positivo, Recebe alta hospitalar com prescrição. Retoma para reavaliação em 15 dias. com remissão de lesões papulares e resquícios com lesões pequenas descamativas e homocrômicas em pequena quantidade em pés e face extensora de membros superiores.
Relativo á esse caso:
1) Formulam o diagnostico. (0,1 pontos)
2) Enumeram pelo menos 3 agentes etiológicos que podem causar os sintomas acima.(0,25 pontos)
3) Indiquem uma esquema terapêutica.(0,15 pontos)


RATING: 3

1) Formulam o diagnostico deste caso.
Acrodermatite papular da infância (sindrome de Gianotti-Crosti ou sindrome papulovesicular localizada) causado pela infecção com Epstein Barr. (0,1 p)
2) Enumeram pelo menos 3 agentes etiológicos que podem causar os sintomas acima.
Pode estar associada à infecção por hepatite B anictéríca aguda, EBV, CMV, Coxsackie vírus, adenovirus, vírus sincícíal respiratório, vírus parainfluenza, parvovirus B19, rotavirus e HHV-6. (0,25 p)
3) Indiquem uma esquema terapêutica.
O tratamento é de suporte, embora as erupções sejam autolimitadas, elas podem levar de 8 a 12 semanas para resolução completa. Hidroxizina, banho de permanganato e creme hidratante. Hipopígmentação pós inflamatória pode persistir por meses após a resolução do exantema (0,15 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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