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A mãe de uma criança de 2 meses não permitia a aplicação da vacina tríplice (DPT) porque a filha havia sido internada em UTI neonatal, onde apresentara episódio único de crise convulsiva. Diante dessa situação, você:
A. solicitaria relatório médico detalhado: em caso de meningite neonatal, concordaria com a mãe, postergando a vacinação
INCORRETO: Embora solicitar relatório médico seja prudente para avaliar o contexto da convulsão (ex.: se houve encefalopatia progressiva, que é contraindicação rara), meningite neonatal resolvida não justifica postergar a DPT. As guidelines do Ministério da Saúde (Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação) explicitam que infecções neurológicas prévias não contraindicam a vacinação, salvo encefalopatia aguda nos 7 dias pós-dose anterior; postergar desnecessariamente expõe a criança a riscos infecciosos, contrariando evidências de segurança vacinal em lactentes pós-UTI.
B. comunicaria o fato, por escrito, à secretaria de saúde local, que elucidaria a questão
INCORRETO : Comunicar à secretaria de saúde local não é a abordagem primária ou apropriada para recusa vacinal individual; o PNI incentiva orientação educativa pelo profissional de saúde para esclarecer dúvidas, não delegar a burocracia. Embora notificações sejam obrigatórias para eventos adversos pós-vacinais, recusa parental não requer comunicação formal imediata, e isso poderia estigmatizar a mãe sem resolver o receio, violando princípios de autonomia e comunicação empática em pediatria.
C. argumentaria com a mãe que quaisquer das doenças previsíveis pela vacina trariam risco maior para a criança do que a possibilidade de crises convulsivas
CORRETO : Conforme as diretrizes do PNI e da SBIm, um episódio único de convulsão neonatal não relacionado a uma dose anterior de vacina não constitui contraindicação para a DPT (tríplice bacteriana contra difteria, tétano e pertussis). O médico deve educar a mãe sobre o equilíbrio risco-benefício: as doenças preveníveis pela vacina (especialmente coqueluche, que pode ser fatal em lactentes < 6 meses, com taxas de letalidade de até 1-3 % em países em desenvolvimento) apresentam riscos muito maiores de complicações neurológicas, respiratórias e morte do que eventos adversos vacinais raros, como convulsões febris (incidência < 1:10.000 doses para DPT de células inteiras). Estudos epidemiológicos (ex.: da OMS e CDC) mostram que o risco de convulsão pós-vacinal é baixo e geralmente benigno, enquanto a coqueluche não imunizada pode levar a encefalopatia em até 5% dos casos graves. Argumentar com empatia e evidências promove a adesão vacinal, alinhando-se ao princípio ético de beneficência e à meta de cobertura > 95% do PNI para erradicação de doenças.
D. vacinaria a criança com a dupla (DT), uma vez que o risco de convulsão se deve ao componente Pertussis
INCORRETO : Substituir pela dupla (DT, sem pertussis) não é recomendada para episódio convulsivo não vacinal; o componente pertussis (mesmo na DPT de células inteiras) não contraindica em histórico familiar ou pessoal de convulsões, conforme bula do Instituto Butantan e SBIm. Em casos de reação prévia à DPT, prefere-se DTaP (acelular), mas aqui não aplica; omitir a proteção contra coqueluche (altamente contagiosa em lactentes) aumenta desnecessariamente o risco de doença grave, ignorando dados de vigilância epidemiológica.
E. contra-indicaria a vacinação permanentemente, recomendando apenas vigilância neurológica, devido ao risco de recidiva convulsiva
INCORRETO : Contra-indicar permanentemente a vacinação é um erro grave, sem suporte em diretrizes; histórico de convulsão única neonatal não implica risco vacinal exacerbado, e vigilância neurológica isolada não previne difteria, tétano ou coqueluche. Evidências da literatura (ex.: Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação) afirmam que tais histórias não constituem contraindicações, priorizando imunização para proteção coletiva e individual, evitando morbidade evitável.
Gabarito: C
RATING: 2.13 ![]()
1) Quais são os critérios clinicos diagnosticos, conforme a Sociedade Europeia de Reumatologia?
Critérios Diagnósticos (Sociedade Europeia de Reumatologia Pediátrica):
FONTE:

PERGUNTA-SE:
a) Qual o diagnóstico?
Pneumotórax espontâneo primário.(0,1 p)
b) Em sua história social existe algum fator de risco para esta complicação que você diagnosticou?
Sim, o tabagismo(0,1 p).
c) Qual a condição que mais freqüentemente predispõe à esta complicação encontrada na radiografia de tórax?
Ruptura de bolhas (blebs) subpleurais(0,1 p)/ Tabagismo.(0,1 p)
d) Qual a conduta a ser adotada?
Drenagem do pneumotórax.(0,1 p)
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