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A INFECÇÃO HIV E O AIDS EM PEDIATRIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Um vírus não têm qualquer atividade metabólica quando fora da célula hospedeira: eles não podem captar nutrientes, utilizar energia ou realizar qualquer atividade biossintética. Eles obviamente se reproduzem, mas diferentemente de células, que crescem, duplicam seu conteúdo para então dividir-se em duas células filhas, os vírus replicam-se através de uma estratégia completamente diferente: eles invadem células, o que causa a dissociação dos componentes da partícula viral; esses componentes então interagem com o aparato metabólico da célula hospedeira, subvertendo o metabolismo celular para a produção de mais vírus.

O HIV, do gênero Lentivirus, é um retrovírus. Ele tem duas fitas idênticas de RNA, a enzima transcriptase reversa e um envelope de fosfolipídeo. Esse processo de se formar DNA a partir de RNA viral é denominado retrotranscrição, o que deu o nome retrovírus aos vírus que realizam esse processo. Os outros vírus que possuem DNA (adenovirus) fazem o processo de transcrição (passagem da linguagem de DNA para RNA) e só depois a tradução. O envelope tem espículas glicoproteicas designadas gp120 (a notação para uma glicoproteína com peso molecular de 120.000).

Um dos conceitos errados mais comuns é que a infecção por HIV é sinônimo de AIDS. AIDS denota apenas o estágio final de uma infecção prolongada.

OBJETIVA: (979565 votos)..........95.5% das questões objetivas receberam votos.
Paciente de 75 anos, sexo masculino, com fototipo claro, histórico de exposição solar ocupacional crônica e imunossupressão pós-transplante hepático há 12 anos com uso de tacrolimo, apresenta lesão ulcerada de 2,5 cm no dorso da mão direita, com bordas irregulares endurecidas, ceratinização proeminente, infiltração dérmica palpável de 6 mm de profundidade, sangramento ao toque e ausência de linfadenomegalia axilar. Biópsia revela carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado, sem invasão perineural ou vascular. Em pacientes imunodeprimidos com lesões invasivas em áreas expostas, considerando as manifestações clínicas indicativas de alto risco local, o diagnóstico histopatológico confirmatório e as opções terapêuticas para controle oncológico e prevenção de recidivas, qual das seguintes abordagens representa a estratégia mais apropriada para o manejo inicial e o acompanhamento subsequente?
A. Eletrodessecação e curetagem como terapia primária, promovendo cicatrização por segunda intenção com taxas de cura acima de 90%, seguida de vigilância dermatológica anual para monitorar apenas lesões cutâneas recidivantes, sem integração multidisciplinar para neoplasias sistêmicas associadas.
B. Criocirurgia com nitrogênio líquido repetida em sessões semanais até resolução, estimulando regressão via citotoxicidade direta por células NK, com biópsia pós-tratamento para confirmação de margens livres e follow-up limitado a semestral, priorizando redução imediata da imunossupressão para involução tumoral.
C. Radioterapia fracionada isolada com doses totais de 50 Gy, oferecendo preservação tecidual em áreas de alto risco cosmético, com diagnóstico diferencial por dermoscopia isolada e descontinuação do monitoramento após regressão completa, dado o declínio nas taxas de mortalidade por detecção precoce.
D. Excisão cirúrgica com margens de pelo menos 6 mm e avaliação histopatológica intraoperatória das bordas, complementada por radioterapia adjuvante se margens comprometidas, e protocolo de vigilância dermatológica trimestral a longo prazo para detectar recidivas locais, metástases e surgimento de novas lesões, integrando screening multidisciplinar para riscos sistêmicos como carcinoma pulmonar.
E. Terapia tópica com imiquimode 5% aplicada diariamente por 8 semanas como monoterapia, induzindo inflamação crônica via vias como NF-κB para expansão seletiva de clones tumorais, com diagnóstico por exame clínico somado a ultrassonografia cutânea e acompanhamento bianual focado em efeitos colaterais locais.

  RATING: 3.22

Paciente de 75 anos, sexo masculino, com fototipo claro, histórico de exposição solar ocupacional crônica e imunossupressão pós-transplante hepático há 12 anos com uso de tacrolimo, apresenta lesão ulcerada de 2,5 cm no dorso da mão direita, com bordas irregulares endurecidas, ceratinização proeminente, infiltração dérmica palpável de 6 mm de profundidade, sangramento ao toque e ausência de linfadenomegalia axilar. Biópsia revela carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado, sem invasão perineural ou vascular. Em pacientes imunodeprimidos com lesões invasivas em áreas expostas, considerando as manifestações clínicas indicativas de alto risco local, o diagnóstico histopatológico confirmatório e as opções terapêuticas para controle oncológico e prevenção de recidivas, qual das seguintes abordagens representa a estratégia mais apropriada para o manejo inicial e o acompanhamento subsequente?

A. Eletrodessecação e curetagem como terapia primária, promovendo cicatrização por segunda intenção com taxas de cura acima de 90%, seguida de vigilância dermatológica anual para monitorar apenas lesões cutâneas recidivantes, sem integração multidisciplinar para neoplasias sistêmicas associadas.
INCORRETO: A eletrodessecação e curetagem é adequada para lesões pequenas e superficiais, não para invasivas ulceradas com infiltração dérmica em imunodeprimidos, onde as taxas de recidiva excedem 10% em áreas de alto risco; limitar a vigilância a anual ignora a necessidade de monitoramento mais frequente para detecção precoce de recidivas ou novas lesões, e desconsidera o risco aumentado para outras malignidades não cutâneas, demandando abordagem integrada multidisciplinar em vez de focar apenas em lesões cutâneas.
B. Criocirurgia com nitrogênio líquido repetida em sessões semanais até resolução, estimulando regressão via citotoxicidade direta por células NK, com biópsia pós-tratamento para confirmação de margens livres e follow-up limitado a semestral, priorizando redução imediata da imunossupressão para involução tumoral.
INCORRETO : A criocirurgia é indicada para lesões superficiais ou múltiplas, não para invasivas com profundidade de 6 mm, onde o controle histológico é impreciso sem margens definidas; estimular regressão via células NK não se aplica diretamente a carcinomas espinocelulares, onde regressão espontânea é rara sem intervenção agressiva, e priorizar redução imediata da imunossupressão pode comprometer o transplante sem benefício universal para involução, ao contrário de sarcomas imunossupressão-dependentes; o follow-up limitado a semestral subestima a probabilidade elevada de neoplasias subsequentes, exigindo vigilância trimestral contínua.
C. Radioterapia fracionada isolada com doses totais de 50 Gy, oferecendo preservação tecidual em áreas de alto risco cosmético, com diagnóstico diferencial por dermoscopia isolada e descontinuação do monitoramento após regressão completa, dado o declínio nas taxas de mortalidade por detecção precoce.
INCORRETO : A radioterapia fracionada isolada é reservada para casos inoperáveis ou idosos com comorbidades, não como primeira escolha em lesões operáveis invasivas, onde pode causar atrofia tecidual tardia e mucosite; o diagnóstico diferencial por dermoscopia isolada não substitui a biópsia para confirmação histopatológica definitiva, e descontinuar o monitoramento após regressão contradiz a ênfase em detecção precoce para manter declínio nas taxas de mortalidade, ignorando o risco de novas lesões neoplásicas em imunodeprimidos.
D. Excisão cirúrgica com margens de pelo menos 6 mm e avaliação histopatológica intraoperatória das bordas, complementada por radioterapia adjuvante se margens comprometidas, e protocolo de vigilância dermatológica trimestral a longo prazo para detectar recidivas locais, metástases e surgimento de novas lesões, integrando screening multidisciplinar para riscos sistêmicos como carcinoma pulmonar.
CORRETO : As lesões ulceradas com bordas irregulares endurecidas, ceratinização proeminente e infiltração dérmica palpável representam manifestações clássicas de carcinoma espinocelular invasivo em áreas expostas ao sol, especialmente em imunodeprimidos onde o risco é elevado em 3 a 5 vezes comparado à população geral devido à falha na eliminação de células pré-malignas ou tumorais incipientes pela deficiência imunológica profunda afetando linfócitos T CD4+ e vigilância contra antígenos tumorais; a excisão cirúrgica com margens amplas assegura remoção completa com análise histológica intraoperatória para confirmar margens livres, minimizando recidivas locais em lesões moderadamente diferenciadas com profundidade superior a 4 mm; a radioterapia adjuvante controla margens positivas, otimizando o prognóstico em regiões de alto risco metastático como mucosas ou mãos; o protocolo de acompanhamento trimestral e prolongado monitora recidivas, metástases e novas lesões neoplásicas, considerando a probabilidade elevada de cânceres cutâneos adicionais, e integra avaliação multidisciplinar para malignidades não cutâneas comuns como carcinoma pulmonar, reforçando screening para fatores sistêmicos como tabagismo ou exposição ambiental.
E. Terapia tópica com imiquimode 5% aplicada diariamente por 8 semanas como monoterapia, induzindo inflamação crônica via vias como NF-κB para expansão seletiva de clones tumorais, com diagnóstico por exame clínico somado a ultrassonografia cutânea e acompanhamento bianual focado em efeitos colaterais locais.
INCORRETO : Imiquimode tópico é eficaz para lesões superficiais ou pré-malignas como ceratoses actínicas, não para invasivas ulceradas moderadamente diferenciadas, onde induzir inflamação crônica via NF-κB pode ampliar clones de células iniciadas em vez de promover regressão, destacando sua reversibilidade mas inadequação para controle invasivo; o diagnóstico por ultrassonografia cutânea serve para avaliar profundidade após biópsia, não como método principal, e o acompanhamento bianual focado em efeitos locais desconsidera a necessidade de vigilância rigorosa para metástases ou neoplasias sistêmicas associadas.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.22)

DISCURSIVA: (175359 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
Os recém-nascidos não constituem um grupo homogêneo; a classificação permite definir grupos de riscos de morbimortalidade peri e neonatal para ações preventivas e terapêuticas. Os critérios utilizados são: peso ao nascer (PN), idade gestacional (IG), relação peso/idade gestacional e estado nutricional.
1) Classifiquem os recém-nascidos quanto ao peso ao nascer. (0,08 pontos)
2) Classifiquem os recém-nascidos quanto á idade gestacional (0,112 pontos)
3) Classifiquem os recém-nascidos quanto á relação peso/idade gestacional (0,108 pontos)
4) Classifiquem os recém-nascidos quanto ao estado nutricional. (0,2 pontos)


RATING: 3.01

Os recém-nascidos não constituem um grupo homogêneo; a classificação permite definir grupos de riscos de morbimortalidade peri e neonatal para ações preventivas e terapêuticas. Os critérios utilizados são: peso ao nascer (PN), idade gestacional (IG), relação peso/idade gestacional e estado nutricional.
1) Classifiquem os recém-nascidos quanto ao peso ao nascer. (0,08 pontos)
2) Classifiquem os recém-nascidos quanto á idade gestacional (0,112 pontos)
3) Classifiquem os recém-nascidos quanto á relação peso/idade gestacional (0,108 pontos)
4) Classifiquem os recém-nascidos quanto ao estado nutricional. (0,2 pontos)

Quanto ao peso ao nascer (PN)

  1. Recém-nascido de baixo peso (RNBP) (0,008 p): PN inferior a 2.500 g (0,008 p), independentemente da IG (0,008 p), com duas categorias:
      1. RN de peso extremamente baixo ao nascer (0,008 p) (PN < 1.000 g) (0,008 p);
      2. outros RN de baixo peso ao nascer  (0,008 p)(PN entre 1.000 g (0,008 p) e 2.499 g) (0,008 p).
  2. Recém-nascido de tamanho excessivamente grande (0,008 p) - RN de PN igual ou superior a 4.500 g. (0,008 p)

Quanto à idade gestacional (IG)

  1. Recém-nascido pré-termo ou prematuro (0,008 p): é o que tem IG inferior a 37 semanas (0,008 p).
      1. imaturidade extrema (0,008 p): IG inferior a 28 semanas de gestação (0,008 p);
      2. outros RN pré-termo (0,008 p): RN de 28 (0,008 p) a 36 semanas (0,008 p) de gestação.
  2. Recém-nascido a termo (0,008 p): IG entre 37 (0,008 p) e 41 semanas (0,008 p).
  3. Recém-nascido pós-termo (0,008 p): IG igual ou superior a 42 semanas (0,008 p).
  4. RN pós-termo (0,008 p), não grande para a idade gestacional (0,008 p).

Quanto à relação peso/idade gestacional:

  1. grande para a idade gestacional (GIG) (0,008 p), se acima do percentil 90 (0,008 p);
  2. apropriado para a idade gestacional (AIG) (0,008 p), se entre o percentil 10 (0,008 p) e 90 (0,008 p);
  3. pequeno para a idade gestacional (PIG) (0,008 p), se abaixo do percentil 10 (0,008 p).
      1. com PN abaixo do percentil 10 (0,008 p), porém com estatura acima do percentil 10 para a IG (0,008 p);
      2. peso (0,014 p) e estatura (0,014 p) ao nascer abaixo do percentil 10 (0,008 p).

Quanto ao estado nutricional:

  1. eutrófico (0,008 p): sem sinais de má-nutrição fetal (0,008 p);
  2. mal nutrido fetal grau I (MNF I) (0,008 p): pele seca (0,008 p), aspecto levemente apergaminhado (0,008 p), apresentando fissuras (0,008 p) e leve descamação (0,008 p),  subcutâneo  levemente diminuído nos membros (0,008 p);
  3. mal nutrido fetal grau II (MNF II) (0,008 p): pele seca (0,008 p), apergaminhada (0,008 p), com descamação mais evidente do que no grau I (0,008 p), subcutâneo moderadamente diminuído em membros e tronco (0,008 p). Pele (0,008 p), unhas (0,008 p) e cordão umbilical (0,008 p) impregnados por mecônio verde-amarelado (0,008 p);
  4. mal nutrido fetal grau III (MNF III) (0,008 p): pele muito ressecada (0,008 p) com descamação lamelar intensa (0,008 p). Subcutâneo muito diminuído em todo o corpo (0,008 p). Pele (0,008 p), unhas (0,008 p) e cordão umbilical (0,008 p) impregnados com mecônio amarelo-acastanhado (0,008 p).

FONTE:

Tratado de pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria. – 2.ed. – Barueri, SP : Manole, 2010. PREMATURIDADE E CRESCIMENTO FETAL RESTRITO pag 1447

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (203687 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente S.E.C., 11 anos, cor branca, 1,37 m de altura, 28 kg, do sexo feminino apresenta-se ás 02:00 h de madrugada no PS, com queixa principal dispnéia aos pequenos esforços, tosse freqüente e ansiedade. É a terceira vez este mes que acontece isto, sempre de madrugada. Apresenta assimetria de tórax, padrão ventilatório misto com predomínio abdominal e retração subcostal, frequência respiratória 36/minuto, tosse úmida, eficaz e purulenta em grande quantidade. O frêmito tóraco vocal apresentava-se aumentado em ápices pulmonares. Na percussão havia macicez em ápices pulmonares. Ausculta pulmonar apresentava-se com sibilos em inspir e expir, bem audíveis. Sem cianose, fala frases incompletas, parciais. T = 37,5°C.

A radiografia de tórax está normal. O leucograma demonstrou 8.100 leucócitos com 14% de eosinófilos. Glicemia normal, exame de urina I normal.

Questões:

1) Formulam o diagnóstico correto desta paciente considerando a forma de gravidade da moléstia crônica atual. (0,1 pontos)

2) Utilizando a escala adequada de gravidade do episódio agudo atual justifiquem o risco de falência respiratoria (0,1 pontos)

3) Foi necessário mesmo o pedido de Rx toracico? Qual seria a justificativa? (0,1 pontos)

4) Quais são os argumentos pro e contra uma pneumonia estreptococica? (0,1 pontos)

5) Qual é a primeira atitude terapêutica no PS para esse caso? (0,1 pontos)




RATING: 3.04

1) Formulam o diagnóstico correto desta paciente considerando a forma de gravidade da moléstia crônica atual. (0,1 pontos)

Qualquer um pode ver, então, que, no caso, estamos frente na frente com a tríade: tosse crônica ou recorrente acompanhada de sibilância e dispneia. Ou seja, trata-se e uma crise de asma bronquica, em exacerbação aguda.

Entretanto, a questão pede a forma de gravidade da molestia crônica. A criança tem sintomas noturnos, não cada semana, mas de qualquer jeito, mais de duas vezes por mês.

Diagnóstico correto: ASMA BRONQUICA PERSISTENTE LEVE EM EXACERBAÇÃO AGUDA

2) Utilizando a escala adequada de gravidade do episódio agudo atual justifiquem o risco de falência respiratoria (0,1 pontos)

A disfunção respiratória está mais relacionada com os parâmetros de uso de musculatura acessória. A freqüência respiratória e a presença de sibilância são importantes, são dados obrigatórios na inspeção e ausculta, mas não são definitorios.

Então, como quantificar PRECISAMENTE a crise?

Um instrumento útil é o escore de Wood e Downes, muito utilizado em pediatria.

ESCORE WOOD:

0 PONTOS
1 PONTO
2 PONTOS

ENTRADA DE AR

Simetrica
Assimetrica
Diminuida

SIBILOS

Poucos e geralmente expiratorios
Podem estar inspiratórios e expiratorios
Ou muito intensos ou bem diminuidos, com respiração paradoxal e MV bem diminuido também

MUSCULATURA ACESSORIA

não utilizada ou bem pouco
Significativamente utilizada
Intensamente utilizada ou respiração paradoxal,

ESTADO NEUROLOGICO

Normal
Euforia ou depressão
Torpor, coma

CIANOSE

Sem cianose
Presente em ar ambiente, regride com oxigênio
Presente com FiO2 de 40%
  • menor ou igual a 2 considera-se crise asmática leve
  • entre 3 e 4, asma moderada
  • maior ou igual a 5, asma grave com falência respiratória provável
  • um índice maior ou igual a 7 indica falência respiratória.
3) Foi necessário mesmo o pedido de Rx toracico? Qual seria a justificativa? (0,1 pontos)

Sua indicação deve ser baseada na história e no exame físico e reservada para:

  • suspeita clínica de pneumonia
  • pneumotórax
  • pneumomediastino
  • atelectasia
  • aspiração de corpo estranho
  • internação por crise grave
A radiografia de tórax (póstero-anterior e incidências laterais) frequentemente parece ser normal em crianças com asma, a não ser por sutis alterações não-específicas de hiperinsuflação (p. ex., retificação do diafragma) e espessamento peribrônquico. A radiografia de tórax é útil para identificar anormalidades que são marcadores de mimetizadores de asma (p. ex., pneumonites de aspiração, campos pulmonares hiperlucentes em bronquiolite obliterante) e as complicações durante as exacerbações da asma (p. ex., atelectasia e pneumotórax). 4) Quais são os argumentos pro e contra uma pneumonia estreptococica no caso apresentado? (0,1 pontos)

Argumentos pro:

  • macicez apical
  • tosse com expectoração
Se tivesse sido pneumonia a febre deveria estar alta, o Rx deveria estar caracteristico (velamento lobular ou pelo menos aumento da intensidade).

Argumentos contra:

  • T 37,5°C
  • Rx normal
  • Sonoridade e frêmito pectoral normal
  • Sibilãncia generalizada que indica mais breve crise de broncoespasmo que problema do parenquima
5) Qual é a primeira atitude terapêutica no PS para esse caso? (0,1 pontos)

A primeira atitude terapêutica: 3 doses de droga agonista de curta duração, em um período entre 1-2 horas.

A criança deve ser encaminhada ao hospital quando apresentar ausência de resposta clínica a 3 doses de droga agonista de curta duração, em um período entre 1-2 horas.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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