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RATING: 2.47 ![]()
Qual dos seguintes indivíduos com história pregressa conhecida de tuberculose latente (sem tratamento) tem a MENOR probabilidade de desenvolver tuberculose de reativação?
A. Mulher de 28 anos de idade com anorexia nervosa, índice de massa corporal de 16 kg/m² e nível sérico de albumina de 2,3 g/dL
INCORRETO: A desnutrição e um peso acentuadamente abaixo do normal são associados a um risco duas vezes maior de desenvolver tuberculose ativa
B. Usuário de drogas intravenosas de 36 anos de idade que não tem HIV, mas que é um morador de rua
INCORRETO : O uso de drogas IV aumenta esse risco em 10 a 30 vezes.
C. Homem de 42 anos de idade que é HIV-positivo com contagem de células CD4 de 350/μL recebendo terapia antirretroviral intensamente ativa
INCORRETO : A positividade para o HIV constitui o maior fator de risco absoluto para o desenvolvimento de tuberculose ativa. O risco de desenvolver infecção ativa é maior em indivíduos com contagens mais baixas de células CD4; entretanto, uma contagem de células CD4 acima de um valor limiar não anula o risco de desenvolver infecção ativa. A incidência relatada de contrair tuberculose ativa em indivíduos HIV positivos com resultado positivo do derivado proteico purificado é de 10% ao ano, em comparação com um risco de 10% nos indivíduos imunocompetentes durante toda a vida.
D. Homem de 52 anos de idade que trabalha como minerador
CORRETO : A silicose também aumenta em 30 vezes o risco de desenvolver tuberculose ativa. Embora o risco de tuberculose ativa seja maior no primeiro ano após a exposição, o risco também aumenta no adulto idoso. A mineração de carvão não tem sido associada a um risco aumentado independentemente de outros fatores, como tabagismo.
E. Homem de 83 anos de idade que foi infectado enquanto estava na base militar na Coreia, em 1958.
INCORRETO : A idade, a doença crônica e a supressão da imunidade celular constituem fatores de risco para desenvolver tuberculose ativa em pacientes com infecção latente.
Gabarito: D
1) Como verificamos o impacto pulmonar desse defeito? (0,3 p)
2) Como verificamos o impacto cardiovascular do mesmo? (0,2 p)
RATING: 3.05 ![]()
1) Como verificamos o impacto pulmonar desse defeito? (0,3 p)
2) Como verificamos o impacto cardiovascular do mesmo? (0,2 p)
1) O impacto pulmonar:
A avaliação da função pulmonar basal pode ser obtida com:
- testes de função pulmonar (0,1 p)
- estudos radiológicos ou fisiológicos de exercício (0,1 p)
- cintilografias de ventilação-perfusão (0,1 p)
2) O impacto cardiovascular:
A avaliação cardiovascular pode ser realizada utilizando-se:
- ecocardiografia (0,1 p)
- angiografia. (0,1p)
FONTE:
1) Formulam o diagnóstico correto desta paciente considerando a forma de gravidade da moléstia crônica atual. (0,1 pontos)
Qualquer um pode ver, então, que, no caso, estamos frente na frente com a tríade: tosse crônica ou recorrente acompanhada de sibilância e dispneia. Ou seja, trata-se e uma crise de asma bronquica, em exacerbação aguda. Entretanto, a questão pede a forma de gravidade da molestia crônica. A criança tem sintomas noturnos, não cada semana, mas de qualquer jeito, mais de duas vezes por mês.
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0 PONTOS |
1 PONTO |
2 PONTOS |
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Simetrica |
Assimetrica |
Diminuida |
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Poucos e geralmente expiratorios |
Podem estar inspiratórios e expiratorios |
Ou muito intensos ou bem diminuidos, com respiração paradoxal e MV bem diminuido também |
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não utilizada ou bem pouco |
Significativamente utilizada |
Intensamente utilizada ou respiração paradoxal, |
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Normal |
Euforia ou depressão |
Torpor, coma |
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Sem cianose |
Presente em ar ambiente, regride com oxigênio |
Presente com FiO2 de 40% |
3) Foi necessário mesmo o pedido de Rx toracico? Qual seria a justificativa? (0,1 pontos) Sua indicação deve ser baseada na história e no exame físico e reservada para:
- menor ou igual a 2 considera-se crise asmática leve
- entre 3 e 4, asma moderada
- maior ou igual a 5, asma grave com falência respiratória provável
- um índice maior ou igual a 7 indica falência respiratória.
A radiografia de tórax (póstero-anterior e incidências laterais) frequentemente parece ser normal em crianças com asma, a não ser por sutis alterações não-específicas de hiperinsuflação (p. ex., retificação do diafragma) e espessamento peribrônquico. A radiografia de tórax é útil para identificar anormalidades que são marcadores de mimetizadores de asma (p. ex., pneumonites de aspiração, campos pulmonares hiperlucentes em bronquiolite obliterante) e as complicações durante as exacerbações da asma (p. ex., atelectasia e pneumotórax). 4) Quais são os argumentos pro e contra uma pneumonia estreptococica no caso apresentado? (0,1 pontos) Argumentos pro:
- suspeita clínica de pneumonia
- pneumotórax
- pneumomediastino
- atelectasia
- aspiração de corpo estranho
- internação por crise grave
Se tivesse sido pneumonia a febre deveria estar alta, o Rx deveria estar caracteristico (velamento lobular ou pelo menos aumento da intensidade). Argumentos contra:
- macicez apical
- tosse com expectoração
5) Qual é a primeira atitude terapêutica no PS para esse caso? (0,1 pontos) A primeira atitude terapêutica: 3 doses de droga agonista de curta duração, em um período entre 1-2 horas. A criança deve ser encaminhada ao hospital quando apresentar ausência de resposta clínica a 3 doses de droga agonista de curta duração, em um período entre 1-2 horas.
- T 37,5°C
- Rx normal
- Sonoridade e frêmito pectoral normal
- Sibilãncia generalizada que indica mais breve crise de broncoespasmo que problema do parenquima
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