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INFECÇÕES COM RICKETTSIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Quando começamos falar sobre as rickettsias, sempre precisamos ter em mente algumas coisas estranhas referentes á esse tipo de forma de vida. Primeiro, elas foram classificadas como bacterias, aliás bactérias muito pequenas que mal podem ser vistas com um microscópio comum (microscópio óptico).
Foi bastante dificil de incluir elas na categoria de bacterias parasitas. Mesmo que unicelulares e não possuindo núcleos - sendo, assim, procariotos como as outras bactérias e arqueobactérias - possuem uma diferença: vivem, quase sempre, dentro de outras células (assemelhando-se, assim muito mais com os virus).
Como só podem viver e se reproduzir dentro de outras células levantaram a suspeita delas serem as descendentes das primeiras bactérias. Como pesquisas recentes evidenciaram que o genoma de Rickettsia prowaseckii, causadora do tifo endêmico, tem evidente grau parentesco com nossas mitocôndrias, a conclusão pode ser uma só: estas arquibacterias, em tempos imemoriais, foram englobadas por uma célula eucariota, gerando as mitocôndrias.
Elas causam doenças em seres humanos como o tifo (transmitida por piolhos!) e a febre maculosa (transmitida por carrapatos).

OBJETIVA: (957846 votos)..........94.63% das questões objetivas receberam votos.
Por “via aérea definitiva” entende-se que um tubo seja locado na traquéia, com balonete (cuff) insuflado, fixado adequadamente e conectado com fonte de oxigênio. São as opções mais freqüentemente empregadas nos traumatizados:
(I) a intubação orotraqueal
(II) a intubação nasotraqueal
(III) a cricotireoidostomia por punção
(IV) a traqueostomia
A. I, II, III e IV
B. I, III e IV
C. II e III
D. I e II
E. apenas III

  RATING: 2.86

Por “via aérea definitiva” entende-se que um tubo seja locado na traquéia, com balonete (cuff) insuflado, fixado adequadamente e conectado com fonte de oxigênio. São as opções mais freqüentemente empregadas nos traumatizados:

(I) a intubação orotraqueal
CORRETO: A primeira VAD a ser tentada geralmente é a intubação orotraqueal.
(II) a intubação nasotraqueal
CORRETO: A intubação nasotraqueal pode ser realizada nos doentes em que a IOT não é tecnicamente possível. Isso ocorre principalmente nos doentes brevilíneos, com pescoço curto e com diminuição do nível de consciência.
(III) a cricotireoidostomia por punção
INCORRETO: A cricotireoidostomia por punção da membrana cricotireóidea com gelco calibroso (14 ou 16) pode ser uma opção temporária, mas que não funciona bem se houver secreção nas vias aéreas
(IV) a traqueostomia
INCORRETO: A traqueostomia foi muito empregada em traumatizados. Entretanto, a chance de lesões iatrogênicas e o tempo até a canulação da via aérea são maiores do que nas cricotireoidostomias

A. I, II, III e IV
INCORRETO: veja os comentários acíma
B. I, III e IV
INCORRETO : veja os comentários acíma
C. II e III
INCORRETO : veja os comentários acíma
D. I e II
CORRETO : veja os comentários acíma
E. apenas III
INCORRETO : veja os comentários acíma

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.86)

DISCURSIVA: (173811 votos) ..........98.74% das questões discursivas receberam votos.
A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?


RATING: 3.01

A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?

A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
Dificuldade respiratória de grau variável (0,05 p) resultante do colapso alveolar (0,05 p) por défice de surfatante pulmonar (0,05 p), associada, na sua grande maioria, a um shunt intrapulmonar (shunt direito-esquerdo) (0,05 p), por aumento da resistência vascular pulmonar (0,05 p).

B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
Clínica: Síndrome de dificuldade respiratória moderada a grave (0,05 p) associada a cianose central, (0,05 p) desde o nascimento ou 1as horas de vida (0,05 p), com agravamento além das 6 horas (0,05 p) e, nos casos não complicados, com melhoria a partir do 3º - 4º dias. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (201749 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
A.L.S., 32 anos, masculino, lavrador, natural e residente cem Governador Valadares, casado. Relata que sua doença iniciou há 2 semanas, quando foi acometido repentinamente de violenta hematêmese, vomitando ± 2 litros de sangue vermelho rutilante e uma certa porção de sangue escuro coagulado, seguido de tonteira e sudorese. Internado imediatamente, tomou 2 litros de sangue. No dia seguinte ao internamento, surgiu-lhe melena , que durou de 3 a 4 dias. Sete dias após recebeu alta hospitalar. Já em bom estado de saúde e foi-lhe recomendado procurar recursos em Belo Horizonte para submeter-se a tratamento cirúrgico. Relata contacto permanente com águas naturais da região.
EXAME FÍSICO:
Paciente em bom estado de nutrição, mucosas hipocoradas, PA 120/70, pulso 72 pulsações/minuto, com hepatoesplenomegalia e circulação colateral abdominal tipo porta. O fígado era palpável a 3 dedos (5,5 cm) do rebordo costal direito, de consistência aumentada, liso indolor. Baço tipo III de Boyde. Ausência de ascite, edemas, aranhas vasculares.

1) Enumeram as causas prováveis da hematêmese. (0,0925 pontos)
2) Quais são os exames de laboratório que você vai pedir? Justifique. (0,222 pontos)
3) Qual é a principal hipótese diagnóstica e porque? (0,1855 p)



RATING: 3.74

1) Enumeram as causas prováveis da hematêmese.

CAUSAS DE HEMATÊMESE

  • Varizes de esôfago (0,0185 p)
  • Lacerações de Mallory Weiss (0,0185 p)
  • Esofagite erosiva (0,0185 p)
  • Medicamentos como aspirina, AINES (0,0185 p)
  • Câncer de esôfago (0,0185 p)

2)  Quais são os exames de laboratório que você vai pedir?

EXAMES NECESSÁRIOS:

  • Eletroforese de Proteínas (0,0185 p) (avaliar a função hepatica (0,0185 p) e fazer o escore Child-Plough (0,0185 p) )
  • Tempo de Protrombina (0,0185 p) (avaliar a função hepatica (0,0185 p) , a coagulação (0,0185 p) e fazer o escore Child-Plough (0,0185 p) )
  • Transaminases (0,0185 p) (avaliar a função hepatica (0,0185 p) )
  • Hemograma (0,0185 p)
  • Exame parasitologico das fezes (0,0185 p) (a hipertensão portal pode ser de origem parasitária - S. mansoni??) (0,0185 p)

3)  Qual é a principal hipótese diagnóstica e porque?

Forte suspeita diagnóstica: Hipertensão portal (0,0185 p) por Esquistossomiase mansonica (0,0185 p) :

  • não apresentando antecedentes de etilismo (0,0185 p) ou outras doenças cirógenas (0,0185 p)
  • idade jóvem (0,0185 p) , contato com águas possivelmente contaminadas (0,0185 p)
  • ausência de ascite (0,0185 p) , edemas (0,0185 p) , aranhas vasculares (0,0185 p) .  (hipertensão portal pre-sinusoidal? (0,019 p) )

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.74)




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