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NEOPLASIAS NÃO-MELANOMAS DA PAREDE ABDOMINAL (ÁREA DE CIRURGIA)

O carcinoma de células escamosas e o carcinoma basocelular representam as neoplasias malignas cutâneas mais prevalentes em escala global. Assim como observado no melanoma, a incidência desses cânceres de pele tem apresentado um aumento progressivo ano após ano. As projeções epidemiológicas atuais indicam que aproximadamente um em cada cinco indivíduos nos Estados Unidos poderá desenvolver algum desses tumores ao longo da vida.

É importante destacar que, apesar do crescimento na incidência, as taxas de mortalidade associadas ao câncer de pele não melanoma — categoria que engloba tanto o carcinoma de células escamosas quanto o carcinoma basocelular — vêm demonstrando uma tendência de declínio. Esse fenômeno é amplamente atribuído à ênfase na detecção precoce e na implementação de intervenções terapêuticas efetivas, que permitem uma abordagem mais curativa e menos invasiva.


OBJETIVA: (1433977 votos)..........96.52% das questões objetivas receberam votos.
Em qual dos seguintes pacientes está mais indicado o tratamento cirúrgico da diverticulite aguda?
A. mulher jovem, 40 anos, com artrite reumatoide e em uso de infliximabe e prednisona
B. mulher de 63 anos com diverticulite no cólon descendente e estenose distal
C. mulher de 70 anos com doença renal terminal e espessura da parede do cólon de 8 mm na TC de abdome
D. homem de 77 anos com 2 episódios de diverticulite nos últimos 2 anos
E. nenhum dos pacientes das outras alternativas necessita de tratamento cirúrgico para diverticulite

  RATING: 2.93

Em qual dos seguintes pacientes está mais indicado o tratamento cirúrgico da diverticulite aguda?

A. mulher jovem, 40 anos, com artrite reumatoide e em uso de infliximabe e prednisona
CORRETO: Essa paciente apresenta o maior risco de evolução grave da diverticulite aguda e de falha do tratamento conservador. O uso concomitante de prednisona (corticosteroide) + infliximabe (anti-TNF) caracteriza imunossupressão significativa, o que aumenta substancialmente o risco de perfuração livre, peritonite e necessidade de cirurgia emergencial. Diretrizes (ASCRS, WSES e literatura recente) recomendam limiar mais baixo para intervenção cirúrgica nessa população – muitas vezes já na admissão do primeiro episódio ou após resolução mínima do quadro agudo – pois o manejo clínico isolado tem maior taxa de falha e mortalidade.
B. mulher de 63 anos com diverticulite no cólon descendente e estenose distal
INCORRETO : Estenose distal em episódio agudo de diverticulite no descendente pode indicar obstrução, mas não é indicação absoluta imediata de cirurgia se não houver obstrução completa ou falha do conservador; é indicação eletiva clássica após resolução, não necessariamente na fase aguda.
C. mulher de 70 anos com doença renal terminal e espessura da parede do cólon de 8 mm na TC de abdome
INCORRETO : Espessura de 8 mm na parede colônica é achado compatível com diverticulite aguda não complicada; doença renal terminal aumenta risco cirúrgico, mas não é critério isolado para operação.
D. homem de 77 anos com 2 episódios de diverticulite nos últimos 2 anos
INCORRETO : Dois episódios em dois anos não justificam cirurgia rotineira na fase aguda atual (guidelines 2020 ASCRS: decisão individualizada, não baseada apenas no número de episódios).
E. nenhum dos pacientes das outras alternativas necessita de tratamento cirúrgico para diverticulite
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

DISCURSIVA: (200448 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite duas drogas empregadas na aceleração da maturidade pulmonar fetal, com as respectivas doses e vias de administração.


RATING: 2.93

Cite duas drogas empregadas na aceleração da maturidade pulmonar fetal, com as respectivas doses e vias de administração.

1. Dexametasona 12 mg/dia/dois dias ou 24 mg, por via intramuscular. (0,25 p)
2. Betametasona 12 mg/dia/dois dias ou 24 mg, por via intramuscular. (0,25 p)

FONTE:
PROVA DE REVALIDAÇÃO UFMT 2011

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (232605 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
ARS, 21 anos, feminino, brasileira, diabética há 2 anos, diagnosticado após cetoacidose. Desde então várias descompensações. Em uso de NPH 55 + 15 U/dia. Há uma semana IVAS, sem febre. Há 1 dia náusea, vômitos e fraqueza intensa. Ao EF: Desidratada +++, taquipneica, afebril, prostrada, consciente. FC = 108 bpm, PA = 80/40 mmHg. Peso aproximado = 50 kg.
Exames iniciais: Glicemia capilar: 356 mg/dL Cetonemia: 5 mOsm/L Glico/cetonúria: +++/+++ pH: 7,16 Bic: 7,9 mEq/L pCO2: 20 mmHg Na: 132 mEq/L K: 4,8 mEq/L Cl: 99 mEq/L.

1) Enumeram os principais critérios de diagnóstico diferencial entre cetoacidose e Estado Hiperosmolar Hiperglicêmico (0,35 p)

2) Quais são os principios básicos de tratamento no caso acima? (0,15)



RATING: 3.06

1) Diagnóstico diferencial:

Cetoacidose

Glicemia: > 250 mg/dL (0,05 p)
Acidose metabólica: pH < 7,3 
Bicarbonato < 18 mEq/L (0,05 p)
Hipercetonemia (0,05 p

Estado Hiperosmolar Hiperglicêmico

Glicemia: > 600 mg/dL (0,05 p)
pOsm > 320 mOsm/kg (0,05 p)
Cetonúria < + + (0,05 p)
Depressão do nível de consciência (0,05 p)

2) Principios básicos de tratamento:

• Correção da deficiência de volume (0,05 p)
• Correção do distúrbio hidro-eletrolítico (0,05 p)
• Insulinização (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




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