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Em caso de coma com infarto pontino por oclusão de artéria basilar encontramos, caracteristicamente:
A. respiração apnêustica
CORRETO: A respiração apnêustica consiste em uma pausa inspiratória de 2 a 3 segundos no final da inspiração. É um padrão raro, porém de considerável valor de localização. De fato, experiências em animais indicam que a respiração apnêustica ocorre em lesões da porção inferior da ponte, comumente devido a infarto pontino por oclusão de artéria basilar.
B. “bobbing” ocular
INCORRETO : O “bobbing” ocular (movimentos de ambos os olhos para baixo com retorno lento para a posição inicial) indicam lesões destrutivas da ponte, hemorragias cerebelares ou hidrocefalia
C. desvio em que um dos olhos encontra-se acima do outro (desvio Skew)
INCORRETO : Quando há desvio em que um dos olhos encontra-se acima do outro (desvio Skew), a lesão geralmente localiza-se no tronco cerebral ou cerebelo
D. pupilas pouco dilatadas (5 a 6 mm), sem reflexo fotomotor e flutuações no diâmetro pupilar (hippus)
INCORRETO : Uma lesão na região do tecto do mesencéfalo pode levar a chamada pupila tectal, representada por pupilas pouco dilatadas (5 a 6 mm), sem reflexo fotomotor e flutuações no diâmetro pupilar (hippus)
E. todas acima enumeradas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: A
RATING: 3.67 ![]()
1) Como que é, usualmente, adquirida a paracoccidiomicose?
A paracocidiomicose é adquirida usualmente por via inalatória: propágulos infecciosos de até 5 μ de diâmetro alcançariam brônquios terminais e alvéolos. (0,2 p)
2) Indicam os remédios utilizados no tratamento da paracoccidiomicose no Brasil.
As drogas mai utilizadas são:
a) A anfotericina B, hoje reservada para casos mais graves e disseminados, tem sido usada com frequência cada vez menor. É ainda a droga de escolha quando se trata de casos com risco de vida iminente ou quando há alterações do trato gastrointestinal, que impeçam a correia absorção por via oral. Recomenda-se a dose total de 1 a 2g, substituída a seguir por uma medicação por via oral até que sejam considerados os critérios de cura. (0,05 p)
b) A sulfadiazina, uma sulfa de ação rápida, é usada na maioria dos casos na dose de 60 a 100 mg/kg/dia, até no máximo 6g/dia, dividida em quatro vezes. (0,05 p)
c) Em muitos centros, a sulfadiazina tem sido substituída com comparável eficácia pela associação SMX-TMP (comprimidos de 400 e 80mg respectivamente), com a vantagem de melhor facilidade posológica, dois comprimidos duas a três vezes ao dia, de acordo com a gravidade do caso. Possui a vantagem de permitir a formulação parenteral, se necessário.O tratamento de manutenção também pode ser feito com essa droga, um comprimido de 12/12h. (0,05 p)
d) cetoconazol pode ser usado na dose de 200 a 400mg/dia. (0,05 p)
e) Atualmente, itraconazol tem sido mais usado, por ser mais potente in vitro, absorvido melhor e menos hepatotóxico. É administrado na dosagem de 100 a 200mg/dia, por 6 meses em média, dependendo da resposta clínica, após os quais alguns serviços recomendam terapêutica de manutenção com sulfas de ação lenta ou SMX-TMP. (0,05 p)
f) A experiência clínica com fluconazol - melhor opção para o tratamento da neuroparacoccidioidomicose, pela sua alta concentração no SNC é bem menor, e estudos mostram menor atividade in vitro anti-P. brasiliensis, comparativamente ao itraconazol. (0,05 p)
FONTE:

(I) Formulam pelo menos 03 (três) hipóteses diagnosticas.(0,3 pontos)
(II) A etiologia desta moléstia pode ser alérgica? Explique a sua resposta.(0,1 pontos)
(III) Enquanto não tiver certeza sobre a etiologia que tópicos oftálmicos tem que ser evitados? (0,1 pontos)
(I) Formulam pelo menos 03 (três) hipoteses diagnosticas.(0,1 p para cada uma dos máximo 3 suspeitas que estejam na lista abaixo)
1. Conjuntivite bacteriana
2. Conjuntivite viral
3. Glaucoma agudo
4. Uveíte anterior
5. Trauma: abrasão da córnea / corpo estranho
6. Conjuntivite alérgica
7. Conjuntivite química
8. Celulite periorbital / orbitária
(II) A etiologia desta moléstia pode ser alergica? Explique a sua resposta.
Não.(0,02 p)
A conjuntivite alérgica deve ter coceira (0,02 p), ser bilateral (0,02 p) e aquosa (0,02 p) e talvez outra história de doença alérgica. (0,02 p)
(III) Enquanto não tiver certeza sobre a etiologia que topicos oftalmicos tem que ser evitados?
Não use esteróides tópicos se não tiver certeza do diagnóstico.(0,1 p)
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