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EXANTEMA SÚBITO ( ROSÉOLA ) (ÁREA DE PEDIATRIA)

O agente etiológico da maioria dos casos de roséola infantum (exantema súbito ou sexta moléstia) é o herpesvírus humano 6 (HHV-6), que foi descoberto em 1986. A roséola foi inicialmente estabelecida como uma doença distinta por volta do início do século XX.
Em 1990, o herpesvírus humano 7 (HHV-7) foi identificado em células mononucleares do sangue periférico de um adulto não infectado pelo HIV. Também está associado com outras doenças sejam elas em pacientes normais ou imunocomprometidos.
É curioso que até agora nem se sabia qual patógeno é o agente responsável pela roséola. Hoje está claro que a infecção primária pelo HHV-6, e menos frequentemente pelo HHV-7, causa a maioria dos casos. Outros vírus (p. ex. ecovirus 16) provavelmente respondem pelo restante. Os dois agentes pertencem à subfamília dos β-herpesvírus (ambos os vírus compartilhando muita homologia com o citomegalovírus humano que também faz parte desta classe).

OBJETIVA: (1106244 votos)..........99.44% das questões objetivas receberam votos.
Um recém nascido apresenta sintomas de insuficiência cardíaca congênita, a etiologia mais provável sendo o lúpus sistêmico confirmado na mãe. Muito provavelmente o tratamento desse paciente vai necessitar de:
A. controle do ritmo com medicamentos
B. métodos ablativos
C. instalação de um marca-passo
D. reimplante cirúrgico da coronária esquerda
E. correção cirúrgica da valvulopatia

  RATING: 3.04

Um recém nascido apresenta sintomas de insuficiência cardíaca congênita, a etiologia mais provável sendo o lúpus sistêmico confirmado na mãe. Muito provavelmente o tratamento desse paciente vai necessitar de:

A. controle do ritmo com medicamentos
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. métodos ablativos
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. instalação de um marca-passo
CORRETO : Bloqueio Atrioventricular Total (BAVT) Neo-natal: Apresenta-se em associação com doenças cardíacas congênitas ou com doenças vasculares e do colágeno autoimunes maternas. Pode levar insuficiência cardíaca se o ritmo de escape juncional não for rápido o suficiente para prover as necessidades corpóreas. Deve ser tratado com a instalação de um marca-passo inicialmente transitório e posteriormente definitivo.
D. reimplante cirúrgico da coronária esquerda
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. correção cirúrgica da valvulopatia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

DISCURSIVA: (180554 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes perguntas:
A) O que é a anemia normocítica? (0,25 p)
B)  Como a anemia normocítica é investigada?  (0,25 p)

RATING: 2.92

Responda ás seguintes perguntas:
A) O que é a anemia normocítica? (0,25 p)
B)  Como a anemia normocítica é investigada?  (0,25 p)

A) A anemia normocítica é uma conseqüência da baixa produção de hemácias por diminuição das células precursoras nas doenças medulares ou daineficiência da eritropoietina nas doenças sistêmicas, resultando na diminuição do número de hemácias. Sem alterações associadas como a deficiência da hemoglobinização ou as alterações dos processos mitóticos durante a maturação dos eritroblastos, as hemácias formadas têm conteúdo de hemoglobina (HCM) e volume (VCM) normais. A anisopoiquilocitose, proporcional à intensidade do processo, é sempre variável B) A anemia normocítica, diferente das anemias micro e macrocíticas, não possui um plano de investigação definido. Outros diagnósticos diferenciais de anemia normocítica se impõem: a anemia de sangramento agudo e a anemia hemolítica. Ambas apresentam certo grau de eritropoiese compensatória, com discreto grau de sangramento ou de hemólise, que devem ser estudadas pela contagem de reticulócitos. Um achado morfológico relevante, o “empilhamento” das hemácias (roleaux), sugere o diagnóstico de mieloma múltiplo, uma neoplasia de plasmócitos na medula óssea, observada pela eletroforese de proteínas séricas que identifica o pico monoclonal característico e pelo mielograma. Na falta de outros achados morfológicos, as doenças sistêmicas devem ser investigadas: doenças renais (uréia e creatina), doenças hepáticas (ALT, AST, DHL e -GT) e doenças hormonais (TSH)

FONTE:
MISODOR - HEMATOLOGIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

CASO CLINICO: (210409 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação: J.J.M., feminino, 34 anos, do lar, parda, residente no município A, bairro de Nova Estação, procurou a UBS em 20/4/2001.
História da doença atual: refere que há sete dias teve início de febre (38ºC), cefaléia, intensa mialgia, artralgia, dor retro-ocular, náuseas, prostração. Fez uso de dipirona com melhora discreta dos sintomas.
Refere recrusdescência da febre e dos outros sintomas há um dia.
Exame físico: Geral: Prostrada, anictérica, eupnéica, sem adenomegalias. PA 130x85 mmHg, temperatura axilar 38,5ºC, FC: 116 bpm. Pele: sem lesões. Segmento cefálico: sem alterações. Tórax: pulmões livres, ausculta cardíaca normal. Abdome: normotenso, indolor, sem visceromegalias, ruídos hidroaéreos presentes e normais. Neurológico: sem alterações.

1) Quais são as hipóteses diagnósticas? (0,25 p)

2) Há alguma informação adicional da história clinica que você considera relevante e que não foi obtida? (0,25 p)




RATING: 3.28

1) Diagnostico diferencial de sindrome febril aguda:
- dengue (0,05 p)
- influenza (0,05 p)
- malaria (0,05 p) 
- leptospirose, (0,05 p)
- oroupouche, outras viroses (0,05 p)

2) Informações relevantes:
- Epidemiologia para dengue e outras viroses (0,05 p)
- Historia de deslocamento, contato com matas (0,05 p)
- Ocupação (0,05 p)
- Historia de enchente (leptospirose) (0,05 p)
- História de ingestão hidroalimentar (febre tifóide) (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.28)




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