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LEISHMANIOSE (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

As leishmanioses são enfermidades causadas por várias espécies de protozoários digenéticos da ordem Kinetoplastida, família Trypanomastidae e género Leishmania, que acometem o homem e diferentes espécies de animais silvestres e domésticos.

Ela tem duas formas principais: uma flagelada ou promastigota, encontrada no tubo digestivo do inseto vetor e em alguns meios de cultura artificiais, e outra aflagelada ou amastigota, como é vista nos tecidos dos hospedeiros vertebrados (homem e outros animais superiores).

OBJETIVA: (958327 votos)..........94.65% das questões objetivas receberam votos.
Adulto de 36 anos apresenta-se no PA com queixa de tontura intensa. É intensamente bradicárdico, apresentando FC= 38/minuto.
No ECG é evidente um bloqueio cardíaco agudo. O paciente diz que que reside em uma área de floresta e tem dois cães que frequentemente andam pela floresta e foram encontrados com carrapatos em muitas ocasiões.
Não toma nenhuma medicação é saudável nos demais aspectos. Faz caminhadas e também está treinando para um triatlo.
A história familiar é positiva para infarto agudo do miocárdio em seu pai aos 42 anos de idade. O exame físico é normal, EXCETO por batimentos cardíacos lentos, porém regulares. O painel bioquímico não demonstra nenhuma anormalidade. A radiografia de tórax é normal.
Qual é a causa mais provável de bloqueio cardíaco completo nesse indivíduo?
A. Infarto agudo do miocárdio
B. Doença de Chagas
C. Doença de Lyme
D. Sarcoidose
E. Endocardite bacteriana subaguda

  RATING: 3.02

Adulto de 36 anos apresenta-se no PA com queixa de tontura intensa. É intensamente bradicárdico, apresentando FC= 38/minuto.
No ECG é evidente um bloqueio cardíaco agudo. O paciente diz que que reside em uma área de floresta e tem dois cães que frequentemente andam pela floresta e foram encontrados com carrapatos em muitas ocasiões.
Não toma nenhuma medicação é saudável nos demais aspectos. Faz caminhadas e também está treinando para um triatlo.
A história familiar é positiva para infarto agudo do miocárdio em seu pai aos 42 anos de idade. O exame físico é normal, EXCETO por batimentos cardíacos lentos, porém regulares. O painel bioquímico não demonstra nenhuma anormalidade. A radiografia de tórax é normal.
Qual é a causa mais provável de bloqueio cardíaco completo nesse indivíduo?

A. Infarto agudo do miocárdio
INCORRETO: O infarto agudo do miocárdio pode causar bloqueio cardíaco completo, particularmente em caso de infarto do miocárdio inferior. Todavia, este paciente apresenta fatores de risco mínimos para doença cardíaca, é saudável nos demais aspectos e não tem nenhum sintoma sugerindo essa causa.
B. Doença de Chagas
INCORRETO : A doença de Chagas é causada por Trypanosoma cruzi, um parasito endêmico no México e nas Américas Central e do Sul. Não há dados sugerindo a possibilidade de picadas de barbeiro ou moradia precária
C. Doença de Lyme
CORRETO : Cerca de 8% dos indivíduos acometidos pela doença de Lyme apresentam comprometimento cardíaco durante a segunda fase da doença. A doença de Lyme, causada por Borrelia burgdorferi, é transmitida pela picada de um carrapato Ixodes infectado. A primeira fase da doença consiste em infecção localizada e caracteriza-se pela presença de eritema migratório. A segunda fase da doença consiste em infecção disseminada. Nesse estágio, as manifestações mais comuns consistem em novas lesões cutâneas anulares, cefaleia, febre e artralgias migratórias. Na presença de comprometimento cardíaco, a apresentação mais comum está relacionada com anormalidades de condução, incluindo todas as categorias de bloqueio cardíaco. Pode ocorrer comprometimento cardíaco difuso com mio- pericardite aguda e disfunção ventricular esquerda. Normalmente, o comprometimento cardíaco desaparece dentro de algumas semanas, mesmo sem tratamento.
D. Sarcoidose
INCORRETO : À sarcoidose é uma doença sistêmica que demonstra patologicamente a presença de granulomas não caseosos em uma variedade de tecidos. As anormalidades de condução, incluindo bloqueio cardíaco completo e taquicardia ventricular, podem constituir os sintomas de apresentação da doença. Mais comumente, a sarcoidose teria manifestações pulmonares. Embora a sarcoidose seja certamente possível neste paciente, seria um diagnóstico de exclusão, visto que a doença de Lyme é mais provável com base nos fatores de risco.
E. Endocardite bacteriana subaguda
INCORRETO : A endocardite bacteriana subaguda também pode resultar em bloqueio cardíaco completo se a endocardite evoluir, resultando em desenvolvimento de abscesso do anel valvar. O paciente com endocardite bacteriana subaguda apresentaria uma doença mais aguda do que este paciente com febre, perda de peso e, mais provavelmente, sinais secundários de endocardite, como nódulos de Osler, hemorragias subungueais e lesões de Janeway.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

DISCURSIVA: (173864 votos) ..........98.74% das questões discursivas receberam votos.
As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um


RATING: 3

As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um

Tipos de fissuras esternais:

ECTOPIA CORDIS CERVICAL

Os defeitos esternais superiores (ectopia corais cervical) estão associados a um defeito amplo que se estende até a quarta cartilagem costal em uma aparência em U ou em V. O reparo envolve a união das bandas esternais na linha média após a realização de condrotomias oblíquas para proporcionar uma cobertura protetora ao coração e aos grandes vasos.

Em casos graves, é necessária a reconstrução do defeito com material prostético (p. ex., tela de Marlex) para evitar uma compressão excessiva do coração, o que levaria a uma bradi-cardia, ou hipotensão. (0,2 p)

ECTOPIA CORDIS TORÁCICA 

As fissuras completas (ectopia corais torácica) são mais extensas e frequentemente associadas a um defeito diafragmático anterior em forma crescêntica e diásta-se dos retos, o que resulta em uma comunicação livre entre as cavidades peritoneais e pericárdicas. (0,1 p)

ECTOPIA CORDIS TORACOABDOMINAL 

As fissuras esternais distais (ectopia corais toracoabdominal) são os defeitos mais extensos e estão associados à pentalogia de Cantrell. Este grupo de anomalias é caracterizado por fissura distai no esterno, onfalocele, fenda diafragmática, defeito pericárdico e doença cardíaca congénita (comunicação interventricular, tetralogia de Fallot) (0,1 p)

ESTERNO BÍFIDO 

O esterno bífido é a anomalia menos grave do esterno e pode estar associada a hemangiomas faciais. (0,1 p)

FONTE:

PLTAFORMA MISODOR: PAREDE TORACICA E PLEURA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (201781 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente masculino, 55 anos, obeso (IMC 34 kg/m²), com diabetes mellitus tipo 2 de diagnóstico recente e ganho ponderal de 10 kg nos últimos 6 meses. Procura o pronto-socorro com dor súbita, intensa e insuportável no flanco esquerdo, irradiada para região inguinal e genitália, acompanhada de náuseas, vômitos e hematúria macroscópica. Refere episódios semelhantes no passado, de resolução espontânea. Ao exame físico: paciente em posição antálgica, com sensibilidade no ângulo costovertebral esquerdo. Urinálise: pH 5,0, hematúria (++), ausência de leucocitúria ou nitrito. Sem febre.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?  (0,12 p) 
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada neste cenário?  (0,13 p) 
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (0,13 p) 
IV. Qual o tratamento indicado?  (0,12 p) 



RATING: 3.23

Resposta à Questão I – Suspeita Diagnóstica (0,12 p) 
  • A tríade clássica de dor intensa no flanco, irradiação para genitália e hematúria orienta para cólica renal por obstrução ureteral (0,04 p). 
  • A formação de cálculos na pelve renal é assintomática até que um fragmento migre pelo ureter, desencadeando a cólica ureteral (0,04 p). 
  • Hematúria e lesões renais podem ocorrer mesmo na ausência de dor, reforçando a suspeita de urolitíase (0,04 p). 

Resposta à Questão II – Possível Causa da Doença Diagnosticada (0,13 p) 
  • Os cálculos de ácido úrico correspondem a ≈7 % de todos os cálculos urinários e apresentam fisiopatologia multifatorial, com predomínio de mecanismos idiopáticos (0,03 p). 
  • Há estreita associação epidemiológica com diabetes mellitus tipo 2, obesidade e ganho de peso corporal recente, situações em que ocorre incremento na produção endógena de ácido úrico (0,03 p). 
  • A principal alteração metabólica nos casos idiopáticos é a acidificação urinária (pH urinário baixo) decorrente da redução na excreção de amônia pela urina (0,04 p). 
  • Essa acidificação facilita a saturação cristalina de ácido úrico, mesmo sem hiperuricosúria acentuada ou distúrbios genéticos/dietéticos evidentes (0,03 p). 

Resposta à Questão III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico (0,13 p) 
  • A tomografia computadorizada helicoidal sem contraste é o método mais preciso para o diagnóstico de litíase urinária (0,04 p). 
  • Apresenta sensibilidade de 98 % e especificidade de 97 %, superando todos os outros métodos de imagem (0,03 p). 
  • Detecta cálculos radiotransparentes (como os de ácido úrico) por seu alto coeficiente de atenuação e identifica sinais secundários de obstrução (dilatação ureteral, estrias perirrenais) (0,03 p). 
  • Protocolos de baixa dose mantêm sensibilidade ≈96 % e especificidade ≈94 % em pacientes com IMC < 30 kg/m², reduzindo radiação (0,03 p). 

Resposta à Questão IV – Tratamento Indicado (0,12 p) 
  • O manejo terapêutico dos cálculos de ácido úrico idiopáticos envolve fundamentalmente ingestão hídrica elevada (cerca de 3 litros ao dia) (0,03 p). 
  • Restrição do consumo de proteínas e alcalinização da urina com agentes contendo potássio ou sódio (0,03 p). 
  • Os compostos à base de potássio oferecem vantagem adicional de reduzir a excreção urinária de cálcio, diminuindo risco de cálculos de oxalato de cálcio (0,03 p). 
  • Recomenda-se monitoramento do pH urinário após 3 meses, mantendo-o na faixa entre 6,1 e 6,7 para evitar precipitação de fosfato de cálcio (0,03 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.23)




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