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INFECÇÕES COM RICKETTSIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Quando começamos falar sobre as rickettsias, sempre precisamos ter em mente algumas coisas estranhas referentes á esse tipo de forma de vida. Primeiro, elas foram classificadas como bacterias, aliás bactérias muito pequenas que mal podem ser vistas com um microscópio comum (microscópio óptico).
Foi bastante dificil de incluir elas na categoria de bacterias parasitas. Mesmo que unicelulares e não possuindo núcleos - sendo, assim, procariotos como as outras bactérias e arqueobactérias - possuem uma diferença: vivem, quase sempre, dentro de outras células (assemelhando-se, assim muito mais com os virus).
Como só podem viver e se reproduzir dentro de outras células levantaram a suspeita delas serem as descendentes das primeiras bactérias. Como pesquisas recentes evidenciaram que o genoma de Rickettsia prowaseckii, causadora do tifo endêmico, tem evidente grau parentesco com nossas mitocôndrias, a conclusão pode ser uma só: estas arquibacterias, em tempos imemoriais, foram englobadas por uma célula eucariota, gerando as mitocôndrias.
Elas causam doenças em seres humanos como o tifo (transmitida por piolhos!) e a febre maculosa (transmitida por carrapatos).

OBJETIVA: (957061 votos)..........94.58% das questões objetivas receberam votos.
Em qual das doenças hemolíticas a seguir o teste de fragilidade osmótica contribui efetivamente para o diagnóstico?
A. talassemia
B. deficiência de G6PD
C. esferocitose
D. doença falciforme
E. deficiência de piruvato quinase

  RATING: 0

Em qual das doenças hemolíticas a seguir o teste de fragilidade osmótica contribui efetivamente para o diagnóstico?

A. talassemia
INCORRETO: Nessa hemoglobinopatia os eritrócitos microcíticos e hipocrômicos exibem, em geral, fragilidade osmótica diminuída (maior resistência à hemólise), e o diagnóstico definitivo repousa na eletroforese de hemoglobina ou em estudos moleculares, não na fragilidade osmótica.
B. deficiência de G6PD
INCORRETO : A doença enzimopática cursa com eritrócitos de morfologia normal entre as crises e o diagnóstico específico é obtido pela dosagem enzimática direta, sendo a fragilidade osmótica usualmente normal ou inalterada.
C. esferocitose
CORRETO : O teste de fragilidade osmótica contribui efetivamente para o diagnóstico da esferocitose porque os eritrócitos esféricos apresentam redução da relação superfície-volume e, consequentemente, fragilidade aumentada em meios hipotônicos, gerando curva de lise característica que apoia o diagnóstico de esferocitose hereditária, especialmente quando associada a dados clínicos e ao esfregaço periférico com esferócitos.
D. doença falciforme
INCORRETO : A hemoglobinopatia estrutural caracteriza-se pela presença de hemoglobina S detectável por eletroforese ou cromatografia e pelo teste de falcização, sem qualquer alteração típica na fragilidade osmótica dos eritrócitos.
E. deficiência de piruvato quinase
INCORRETO : Trata-se de outra enzimopatia hemolítica congênita cujo diagnóstico definitivo depende da dosagem enzimática específica, mantendo-se a fragilidade osmótica normal e sem alterações morfológicas que justifiquem o uso desse teste.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (173765 votos) ..........98.74% das questões discursivas receberam votos.
Os itens A, B, C e D abaixo devem ser respondidos de acordo com a recomendação da OMS/Ministério da Saúde e considerando uma criança de 5 kg com quadro de desidratação.
1) Que volume de soro deve ser fornecido na fase de expansão (Plano B do Ministério da Saúde)? (0,125 pontos)
2) Cite dois dos quatro componentes do soro de re-hidratação oral. (0,125 pontos)
3) Em aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)
4) Sem aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)


RATING: 2.52

Os itens A, B, C e D abaixo devem ser respondidos de acordo com a recomendação da OMS/Ministério da Saúde e considerando uma criança de 5 kg com quadro de desidratação.
1) Que volume de soro deve ser fornecido na fase de expansão (Plano B do Ministério da Saúde)? (0,125 pontos)
2) Cite dois dos quatro componentes do soro de re-hidratação oral. (0,125 pontos)
3) Em aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)
4) Sem aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)

1) Que volume de soro deve ser fornecido na fase de expansão (Plano B do Ministério da Saúde)?

50-100 mL/kg em 4-6 horas (0,125 p)

2) Cite dois dos quatro componentes do soro de re-hidratação oral.

O candidato deverá citar dois dos componentes a seguir:
  • SRO – Cloreto de sódio = 3,5 g;
  • Cloreto de potássio = 1,5 g;
  • Citrato trissódico = 2,9 g
  • Glicose = 20 g.(0,125 p)

3) Em aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum?

A criança em aleitamento materno não deve ficar em jejum, deve receber o SRO + aleitamento materno. (0,125 p)

4) Sem aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum?

A criança deve permanecer em jejum até que termine a fase de expansão ou fase rápida.(0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.52)

CASO CLINICO: (201692 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente dá entrada na UTI de um hospital em coma após ter sido encontrado abandonado na rua, sem assistência ou familiares para maiores informações. Após o procedimento médico padrão com a administração de medicamentos para estabilizar o paciente, a partir do quadro clínico, o exame da gasometria laboratorial revela os seguintes achados:
  • pH: 7,4
  • [HCO3-]real: 80 mEql/l
  • pCO2: 133 mmHg
  • [HCO3-]standard: 34 mEql/l
  • BE.: +10
Que tipo de desequilíbrio o paciente apresenta? Explique! (0,5 pontos)




RATING: 2.97

Em toda questão ou caso clinico de distúrbio acido básico tem que seguir o  algoritmo seguinte:

PASSO 1: E ACIDOSE OU ALCALOSE? E uma acidose (0,025 p), conforme pH 7,40, o pH normal sendo considerado 7,44 (0,025 p) .

PASSO 2: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA OU METABÓLICA? Parece uma acidose respiratória (0,025 p) , porque o mais que e modificado e o CO2  (0,025 p) sendo 133 mm Hg (3 vezes mais que o valor normal (0,025 p) - nem o bicarbonato não e normal (0,025 p) , mais e menos modificado que pACO2)  (0,025 p)
PASSO 3: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA AGUDA OU CRONICA?

ATENÇÃO, PORQUE ISTO E SUPER-IMPORTANTE !
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando distúrbio e cronico a queda do pH e de 0,03. (0,025 p)
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando o distúrbio e agudo a queda de pH e de 0,08. (0,025 p)

Da pra ver que o pH e pouco modificado (0,025 p) em comparação com a enorme pA do CO2  (0,025 p),  ou seja o distúrbio é cronico (0,025 p) , e, já que a pACO2 e de 133 mmHg podemos ter certeza de mais uma coisa: não é uma retenção voluntária (0,025 p) - hipoventilação. 
Relembramos que a retenção voluntaria de CO2 (para equilibrar a alcalose metabólica) nunca não vai passar de 55. Então, se um paciente aparece com 133 mm Hg pACO2 a gasometria, isto não e por causa da hipoventilação ! Isto e útil para saber que nos casos acima apresentados nunca não vamos conseguir equilibrar uma alcalose metabólica utilizando a retenção de CO2 mais que 55 mm Hg.

PASSO 4: É preciso observar que o HCO3 é muito alto (0,025 p) , o que indica, provavelmente uma alcalose metabólica (0,025 p) que tenta compensar a acidose respiratória (0,025 p) , e isso tem sustento no fato que a acidose respiratória é cronica (0,025 p) , ou seja, o rim já mobilizou os mecanismos compensatórios.  (0,025 p)
Em conclusão, o paciente apresenta uma acidose respiratória cronica (0,025 p) , em conjunto com uma alcalose metabólica compensatória. (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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