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RATING: 3.5 ![]()
Uma paciente obstétrica não-registrada sem cuidados de pré-natal chega e dá à luz depois de um trabalho de parto tumultuado. Aproximadamente 20 horas após o parto, o lactente desenvolve choque séptico, pneumonia e obtém-se uma coloração gram-positiva a partir de seu sangue. O quadro clínico desta criança é mais consistente com:
A. sífilis materna
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. infecção por estreptococo do grupo A
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. gonorréia neonatal
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. infecção por estreptococo do grupo B
CORRETO : Estreptococo do grupo B é um patóg~no encontrado na vagina materna. Quando patológico, pode estar associado a uma sepse devastadora nos primeiros 5 dias de vida, mais comumente nas primeiras 24 horas de vida. A mortalidade pode ser de até 10% em bebês a termo e de 66% em bebês pré-termo.
E. citomegalovírus do lactente
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: D
RATING: 3.04 ![]()
- dor abdominal (0,0360 p) + vômitos intermitentes (0,0355 p) + bebê inquieto e que não pode ser consolado (0,0355 p)
- massa irredutível (0,0355 p), dolorosa (0,0355 p) e às vezes eritematosa (0,0355 p) é observada na virilha (0,0355 p)
- distensão abdominal (0,0355 p)e fezes com sangue (0,0355 p)- sinais tardios
FONTE:
Maria, uma menina previamente saudável de 5 anos, foi levada ao atendimento pediátrico devido a episódios recorrentes de dor de cabeça nas últimas três semanas. A mãe relatou que Maria se queixava de uma dor intensa na região frontal da cabeça, que ocorria cerca de duas a três vezes por semana, cada ataque durando até duas horas.
Durante as crises, Maria frequentemente apresentava sintomas de fotofobia e fonofobia, preferindo ambientes escuros e silenciosos. Além disso, as dores eram acompanhadas de náuseas, embora sem vômito. A mãe também observou que Maria tendia a ficar mais irritada e chorosa durante esses episódios e que, após algumas horas de descanso, ela parecia melhorar significativamente.
História Familiar: Não havia histórico de trauma recente, febre, outros sintomas neurológicos ou uso de medicação contínua que pudesse explicar as cefaleias. No entanto, a avó materna de Maria tem um histórico conhecido de enxaquecas.
Exame Clínico: O exame físico e neurológico de Maria não revelou anormalidades. Todos os sinais vitais estavam dentro dos parâmetros normais, e não havia sinais de infecção ou outras condições agudas.
Respondam ás seguintes perguntas:
(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente. (peso 0,16 pontos)
(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança? (peso 0,18 pontos)
(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises? (peso 0,08 pontos)
(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso de crises frequentes e debilitantes, ou que não respondem bem aos analgésicos? (0,08 pontos)
(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente.
Cefaleia primaria (enxaqueca) (0,02 p) - apoiado pela recorrência (0,02 p), duração de até duas horas (0,02 p), localização na região frontal da cabeça (0,02 p), sintomas de fotofobia (0,02 p), fonofobia (0,02 p) e náuseas (0,02 p), histórico conhecido de enxaquecas na família (0,02 p).
(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança?
Dentre os analgésicos (0,02 p), os mais utilizados são:
- Dipirona 25 mg/kg/dose (0,02 p)
- Ibuprofeno 10 mg/kg/dose (0,02 p)
- Paracetamol 15 mg/kg/dose (0,02 p)
Dentre os antiemeticos (0,02 p):
- Metoclopramida (Plasil) 0,5–2 mg/kg/dose VO ou IV a cada 4–6 horas. (0,02 p)
- Proclorperazina (Compazine) 0,1 mg/kg/dose VO, IM ou IV a cada 6 horas (0,02 p)
- Prometazina (Fenergan) 0,25–1,0 mg/kg/dose VO, PR, IV ou IM a cada 4–6 horas (0,02 p)
- Ondansetrona (0,15 mg/kg/dose). (0,02 p)
(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises?
As medidas não farmacológicas (0,02 p) foram inicialmente recomendadas, como a manutenção de uma rotina regular de sono (0,02 p) e alimentação (0,02 p), além de técnicas de relaxamento (0,02 p).
(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso que as crises são frequentes e debilitantes, ou não respondem bem aos analgésicos?
Medicamentos como beta-bloqueadores (0,02 p), anticonvulsivantes (0,02 p) ou antidepressivos (0,02 p) são utilizados em algumas situações, mas a indicação deve ser criteriosa e supervisionada por um especialista. (0,02 p)
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