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DOR ABDOMINAL AGUDA EM PEDIATRIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Queixa comum em unidade de pronto-atendimento em Pediatria a dor abdominal pode ou não necessitar de intervenção clínica ou cirúrgica de urgência. A dor abdominal aguda é uma manifestação clínica de uma diversidade de patologias, desde doenças benignas e autolimitadas até doenças graves e fatais.
O estado geral da criança pode estar comprometido nos casos de abdome agudo, com alteração da coloração das mucosas (palidez) e da perfusão periférica. Sempre que possível tentar localizar a dor à palpação e caracterizar a presença de descompressão brusca como um sinal de irritação peritoneal.
Dor abdominal pode ser aguda ou crônica.

OBJETIVA: (1101259 votos)..........99.36% das questões objetivas receberam votos.
Na Síndrome de compressão da veia cava superior, qual a etiologia mais frequentemente envolvida?
A. Linfoma
B. Metástase mediastinal de carcinoma broncogênico
C. Tuberculose linfonodal
D. Mediastinite fibrosante
E. Pericardite constrictiva

  RATING: 2.88

Na Síndrome de compressão da veia cava superior, qual a etiologia mais frequentemente envolvida?

A. Linfoma
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Metástase mediastinal de carcinoma broncogênico
CORRETO : Dentre as neoplasias malignas, o câncer de pulmão é a principal causa de SVCS, sendo o carcinoma de pequenas células e o carcinoma de células escamosas os mais frequentes devido a sua localização mais central. Linfomas, principalmente os Não-Hodgkin, e lesões metastáticas são a segunda causa maligna de SVCS, acometendo cerca de 10% dos pacientes
C. Tuberculose linfonodal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Mediastinite fibrosante
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Pericardite constrictiva
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (180225 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:

  1. Quais os mecanismos dos sinais e sintomas e a frequência da tríade clássica?  (Subtotal questão 1 = 0,12 p)
  2. Quais as principais síndromes paraneoplásicas e suas causas?  (Subtotal questão 2 = 0,15 p)
  3. Cite os achados laboratoriais mais frequentes e o método radiológico de escolha.  (Subtotal questão 3 = 0,10 p)
  4. Descreva o sistema TNM de estadiamento e principais modificações.  (Subtotal questão 4 = 0,13 p)




RATING: 2.93

Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:

  1. Quais os mecanismos dos sinais e sintomas e a frequência da tríade clássica?  (Subtotal questão 1 = 0,12 p)
  2. Quais as principais síndromes paraneoplásicas e suas causas?  (Subtotal questão 2 = 0,15 p)
  3. Cite os achados laboratoriais mais frequentes e o método radiológico de escolha.  (Subtotal questão 3 = 0,10 p)
  4. Descreva o sistema TNM de estadiamento e principais modificações.  (Subtotal questão 4 = 0,13 p)


1. Mecanismos dos sinais e sintomas e frequência da tríade clássica
Os sinais e sintomas resultam, basicamente, de três mecanismos: efeitos diretos do tumor primário (ação local), das metástases a distância ou da ocorrência de síndromes paraneoplásicas (0,04 p). O achado clínico mais frequente é a hematúria, que pode ser macroscópica ou microscópica e ocorre em aproximadamente 60% dos casos (0,03 p). Dor abdominal ou no flanco aparece em cerca de 40% dos pacientes, enquanto massa palpável no abdome é encontrada em apenas 10% deles (0,02 p). A tríade clássica — hematúria, dor lombar e massa palpável — está presente em menos de 10% dos casos (0,03 p).


2. Principais síndromes paraneoplásicas e suas causas

O carcinoma de células renais apresenta, em até 20% dos pacientes, um amplo espectro de síndromes paraneoplásicas (0,04 p).

  • Eritrocitose: afeta de 3% a 10% dos pacientes; explicada pela produção autônoma de eritropoietina pelo tumor ou pela hipóxia regional causada pela compressão da neoplasia sobre o tecido renal normal (0,04 p).
  • Hipertensão arterial: corresponde a cerca de 40% dos casos; mecanismos mais aceitos são produção endógena de renina em altos níveis e obstrução de ramos arteriais secundários à compressão exercida pelo tumor (0,03 p).
  • Hipercalcemia: surge em 1% a 13% dos casos; pode ocorrer pela produção de substância semelhante ao paratormônio ou pela ação osteoclástica direta das metástases ósseas (0,03 p). Síndrome de Stauffer: disfunção hepática reversível na ausência de metástases no fígado; caracteriza-se por hipergamaglobulinemia, elevação de fosfatase alcalina e bilirrubina, tempo de protrombina prolongado; costuma regredir após nefrectomia (0,01 p).


3. Achados laboratoriais mais frequentes e método radiológico de escolha

Os achados laboratoriais mais frequentes são: anemia (aproximadamente 30% dos casos, normocrômica e normocítica, decorrente de perda crônica de sangue ou processos hemolíticos), hematúria (cerca de 60%) e elevação da velocidade de hemossedimentação (até 75% dos casos, refletindo o componente inflamatório) (0,05 p). O método radiológico de escolha, hoje, é a tomografia computadorizada abdominal realizada em três fases com contraste; realce superior a 20 unidades Hounsfield após administração do contraste é indicativo de neoplasia (0,05 p).


4. Sistema TNM de estadiamento e principais modificações

O estadiamento é realizado pelo sistema TNM, que avalia: extensão anatômica do tumor primário (T), envolvimento de linfonodos regionais (N) e presença de metástases a distância (M) (0,04 p). Essa classificação permite estratificar os pacientes em grupos de risco, estimar o prognóstico, prever a probabilidade de progressão da doença e comparar resultados de diferentes protocolos de tratamento (0,04 p). Principais modificações introduzidas:

  • subdivisão do estádio T2 em T2a (tumores menores ou iguais a 10 cm) e T2b (maiores que 10 cm); (0,01 p).
  • invasão da glândula suprarrenal ipsilateral classificada como T4;  (0,01 p).
  • reclassificação do envolvimento da veia renal como T3a, com subcategorias T3a/T3b/T3c conforme extensão do trombo no sistema venoso (0,03 p).


FONTE:

NEOPLASIAS DE APARELHO URINARIO - PLATAFORMA MISODOR

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (209987 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente portador de neoplasia do cólon que tenha apresentado perda de peso de 15 % nos últimos 6 meses, sem quadro obstrutivo, é candidato a tratamento cirúrgico.
1) Que tipo de suporte nutricional deve ser realizado e por quanto tempo? (0,25 pontos)
2) Qual o objetivo nutricional a ser alcançado? (0,25 pontos)


RATING: 2.94

1) Que tipo de suporte nutricional deve ser realizado e por quanto tempo?
O suporte nutricional deve ser iniciado no período pré-operatório, e sempre que o trânsito intestinal estiver livre, como nesse caso, prefere-se a via enteral. A duração do suporte nutricional deve ser de 7-10 dias antes da intervenção. (0,25 p)
2) Qual o objetivo nutricional a ser alcançado?
O objetivo nutricional a ser alcançado é a reversão do estado de catabolismo. (0,25 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.94)




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