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Relativo á anatomia do anus é CORRETA a afirmação:
A. tem uma extensão de aproximadamente 4 cm
CORRETO: O canal anal, que tem uma extensão de aproximadamente 4 cm do anel anorretal até a pele da margem anal, representa a porção mais distal do trato digestivo.
B. o componente interno é a continuidade da camada contínua de músculo estriado
INCORRETO : A musculatura do canal anal, juntamente com seu aparato esfincteriano, representa o segmento muscular terminal do trato gastrointestinal e pode ser conceptualizada como duas estruturas tubulares sobrepostas. O componente interno é a continuidade da camada circular lisa do reto, formando o esfíncter espessado e arredondado que se encerra 1,5 cm abaixo da linha denteada, em uma posição levemente cefálica ao esfíncter anal (sulco interesfincteriano);
C. o esfíncter interno tem controle voluntário
INCORRETO : O esfíncter interno é inervado pelo sistema nervoso autônomo, é independente do controle voluntário,
D. o corpo perineal inclui a uretra masculina ou o canal vaginal feminino
INCORRETO : O esfíncter externo, os músculos bulboesponjosos e o transverso perineal encontram-se centralmente no períneo, constituindo o corpo perineal.
E. a fossa isquiorretal e seu conteúdo é formada pelo músculo elevador do ânus, músculo puborretal e esfíncter externo
INCORRETO : Nada a ver. A fossa isquiorretal e seu conteúdo bilateralmente, bem como a área perineal constitui uma das limites anatomicas do canal retal. O músculo elevador do ânus, o músculo puborretal e o esfíncter externo compõem o assoalho pélvico.
Gabarito: A
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A) Qual é o diagnóstico da urgência?
Anafilaxia. (0,0625 p)
Discussão: A anafilaxia é altamente provável quando qualquer um dos três critérios abaixo for preenchido:
1) Doença de início agudo (minutos a várias horas) com envolvimento da pele, tecido mucoso ou ambos (ex: urticária generalizada, prurido ou rubor facial, edema de lábios, língua e úvula) e pelo menos um dos seguintes:
a) comprometimento respiratório (ex: dispneia, sibilância, broncoespasmo, estridor, redução do pico de fluxo expiratório
[PFE], hipoxemia).
b) Redução da pressão arterial ou sintomas associados de disfunção terminal de órgão (ex: hipotonia [colapso], síncope, incontinência).
2) Dois ou mais dos seguintes que ocorrem rapidamente após a exposição a provável alérgeno para um determinado paciente (minutos ou várias horas):
a) envolvimento de pele-mucosa (urticária generalizada, prurido e rubor, edema de lábio-língua-úvula).
b) comprometimento respiratório (dispneia, sibilância-broncoespasmo, estridor, redução do PFE, hipoxemia).
c) Redução da pressão sanguínea ou sintomas associados (ex: hipotonia [colapso], síncope, incontinência).
d) Sintomas gastrintestinais persistentes (ex: cólicas abdominais, vômitos).
3) Redução da pressão sanguínea após exposição a alérgeno conhecido para determinado paciente (minutos ou várias horas):
a) Lactentes e crianças: pressão sistólica baixa (idade específica) ou maior do que 30% de queda na pressão sistólica
b) Adultos: pressão sistólica abaixo de 90 mmHg ou queda maior do que 30% do seu basal.
Na criança pressão sistólica baixa é definida como inferior a 70 mmHg para a idade de um mês a um ano, menor do que (70 mmHg + [2 x idade]) para os de um a dez anos e abaixo de 90 mmHg para os entre 11 e 17 anos.
B) Qual é a sequência correta de atendimento?
A imediata intervenção para o acesso às vias aéreas e à circulação, com o objetivo principal da manutenção adequada dos sinais vitais, é o primeiro passo na conduta emergencial. Desta forma, o médico deve necessariamente:
1. manter as vias aéreas pérvias (0,0625 p)
2. avaliar os sinais vitais (0,0625 p)
3. administrar adrenalina concentração 1/1000, na dose de 0,2 a 0,5 mL (0,01 mg/kg em crianças, máximo de 0,3 mg) por via intramuscular (preferencial, por apresentar nível sérico mais elevado e em maior rapidez que a aplicação subcutânea) na face ântero-lateral da coxa a cada cinco a dez minutos (0,0625 p)
4. oxigenioterapia (0,0625 p)
5. manter o paciente em posição supina com elevação dos pés. (0,0625 p)
C) Quanto tempo o paciente tem que ser mantido em observação, depois de ser estabilizado?
O paciente deve permanecer em observação por 2 a 24 horas ou até se estabelecer o controle da crise aguda. (0,0625 p)
D) Quais são as medidas que devem ser tomadas, no momento da alta?
Na alta da emergência deve receber prescrição de anti-histamínicos e corticosteroides por via oral pelo prazo de cinco a sete dias e ser orientado a procurar assistência medica especializada. (0,0625 p)
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