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ANATOMIA E FISIOLOGIA DO CORAÇÃO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A anatomia e a fisiologia do coração são extremamente importantes para o funcionamento do organismo. O coração é um órgão vital que bombeia o sangue para todos os outros órgãos do corpo, proporcionando o transporte de nutrientes e oxigênio. Além disso, a anatomia e a fisiologia do coração estão relacionadas com o sistema cardiovascular, que é responsável por controlar o ritmo cardíaco e o tônus vascular. Por fim, a anatomia e a fisiologia do coração são fundamentais para a saúde do organismo, pois são responsáveis por manter o fluxo sanguíneo constante e eficiente.

OBJETIVA: (949632 votos)..........93.98% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 66 anos se apresenta á emergência com história de 2 dias de falta de ar. O paciente nota que fica progressivamente com falta de ar na medida que uma dor aguda aparece no lado direito do peito, que piora com a respiração profunda. A paciente também se queixa de dor leve na perna direita, embora exame cardiovascular e respiratório completo não é significativo. Frequência cardíaca é de 96 e frequência respiratória é de 12. O paciente nega qualquer perda de peso ou voos longos, mas menciona ter sido submetida á uma polipectomia nasal 3 semanas atrás. O diagnóstico mais provável é:
A. Contratura muscular
B. Insuficiência cardíaca
C. Pneumotórax
D. Angina
E. Embolia pulmonar

  RATING: 2.9

Uma mulher de 66 anos se apresenta á emergência com história de 2 dias de falta de ar. O paciente nota que fica progressivamente com falta de ar na medida que uma dor aguda aparece no lado direito do peito, que piora com a respiração profunda. A paciente também se queixa de dor leve na perna direita, embora exame cardiovascular e respiratório completo não é significativo. Frequência cardíaca é de 96 e frequência respiratória é de 12. O paciente nega qualquer perda de peso ou voos longos, mas menciona ter sido submetida á uma polipectomia nasal 3 semanas atrás. O diagnóstico mais provável é:

A. Contratura muscular
INCORRETO: Contratura muscular normalmente ocorre em movimento e não está associada a falta de respiração ou dor nas pernas. Geralmente há um indicador de lesão ou um antecedente estressor.
B. Insuficiência cardíaca
INCORRETO : A insuficiência cardíaca é improvável devido à apresentação aguda de sintomas que tendem a ocorrer de forma mais insidiosa e podem estar associados com edema bilateral da perna, sopros, ortopnéia ou hepatomegalia, entre outros.
C. Pneumotórax
INCORRETO : Um pneumotórax pode apresentar uma dor torácica pleurítica semelhante que ocorre em uma embolia, no entanto, não há associação com dores nos membros e um exame respiratório provavelmente revelará hipersonoridade á percussão.
D. Angina
INCORRETO : A angina é tipicamente descrita como uma dor torácica maçante ou esmagadora no centro do tórax, os pacientes apresentam fatores de risco como diabetes, hiperlipidemia, obesidade, tabagismo e hipertensão.
E. Embolia pulmonar
CORRETO : Este paciente provavelmente está sofrendo de embolia pulmonar, definida como oclusão da circulação pulmonar por um trombo, o resultado sendo a formação duma área do pulmão que é ventilada, mas não perfundida. Pacientes queixam-se frequentemente de falta de ar, dor torácica pleurítica e hemoptise. Os sinais clínicos podem incluir atrito pleural, crepitações grosseiras e fibrilação. Na embolia pulmonar maciça pode haver uma pressão venosa jugular elevada, frequência respiratória, frequência cardíaca e hipotensão.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

DISCURSIVA: (173216 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram as quatro manobras clinicas provocativas para avaliação de um paciente com sindrome de desfiladeiro toracico (0,5 pontos)


RATING: 3.07

Enumeram as quatro manobras clinicas provocativas para avaliação de um paciente com sindrome de desfiladeiro toracico (0,5 pontos)

Foram descritas quatro manobras clínicas provocativas para avaliação de um paciente com suspeita de SDT. A perda ou a redução no pulso radial ou da reprodução dos sintomas neurais sugere um teste positivo.

(1) O teste de Adson (escaleno) provoca um estreitamento do espaço entre os escalenos anterior e médio, resultando em compressão da artéria subclávia e do plexo braquial. O paciente é instruído a inspirar maximamente e parar de respirar enquanto o seu pescoço é estendido completamente e a cabeça é girada na direção do lado afetado.Redução ou perda do pulso radial ipsilateral sugere compressão. (0,125 p)

(2) O teste de Halstead (costoclavicular) é usado para estreitar o espaço costoclavicular entre a primeira costela e a clavícula, deste modo causando compressão neurovascular. O paciente é instruído a colocar os seus ombros em uma posição de militar (recuados para trás e para baixo). Esta manobra causará modificações no pulso radial, se houver presente compressão de uma ou de ambas as artérias subclávias. (0,125 p)

(3) O teste de Wright (hiperabdução) leva a uma compressão das estruturas neurovasculares na região subcoracóide pelo tendão do peitoral, pela cabeça do úmero ou pelo processo coracóide. Para realizar esse teste, o braço do paciente é hiperabduzido 180 graus. Suspeita-se de compressão mediante redução ou perda do pulso radial. (0,125 p)

(4) O teste de Roos é realizado solicitando-se que o paciente abduza do seu braço 90 graus com uma rotação externa do ombro. Mantendo esta posição corporal, o teste de Roos modificado é realizado abrindo-se e fechando-se a mão rapidamente durante 3 minutos em uma tentativa de reproduzir os sintomas. (0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

CASO CLINICO: (200629 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.

Criança do sexo masculino, seis anos de idade, sem antecedentes patológicos de relevo. Apresentou início agudo de tosse rouca, disfonia e estridor associados a sinais de dificuldade respiratória com agravamento progressivo. Sem outra sintomatologia associada. Sem conviventes doentes.
Observado por pediatra assistente cerca de duas horas após o início da sintomatologia, tendo sido objetivada febre (temperatura axilar de 38ºC).
À admissão apresentava-se polipneico, disfônico, com sinais de dificuldade respiratória grave nomeadamente estridor inspiratório, tiragem subcostal, supra-esternal e adejo nasal. Sem alterações na auscultação cardio-pulmonar, sem hipoxemia.
Manteve-se febril e, apesar da terapêutica com adrenalina nebulizada em intervalos regulares, manteve estridor, que se tornou bifásico. Cerca de oito horas após o início da sintomatologia, iniciou hipoxemia (FiO2 máximo de 0.28 para manter saturações periféricas de oxigênio > 92%). O estudo analítico demonstrou 10,2x109/L leucócitos com 84,8% neutrófilos e proteína C reativa (PCR) 53,2mg/L.
Utilizando os dados acima, esclarece:

1) Qual é a principal suspeita diagnóstica? 0,1 pontos
2) Indicam pelo menos três parâmetros de diagnóstico diferencial de laringotraqueobronquite. 0,3 pontos
3) Que agentes etiológicos são mais frequentemente implicados? 0,1 pontos




RATING: 2.87

1) Baseado no exame clinico e semiológico a principal suspeita é de traqueite bacteriana. A traqueite bacteriana (lambem chamada de traqueíte membranosa ou crupe pseudomembranoso ou laringotraqueobronquite bacteriana ou laringite membranosa) é uma infecção bacteriana aguda da região subglótica da via aérea superior que pode provocar uma obstrução das vias aéreas com risco de óbito. Foi descrita pela primeira vez em 1945 por Chevalier Jackson e consiste de fato numa infeção bacteriana exsudativa dos tecidos moles da laringe e traqueia. Desde a introdução da vacina contra o Haemophilus influenza tipo b, o número de casos de epiglotite diminuiu drasticamente na população pediátrica e desde então a traqueite bacteriana tem ganho relevância como infeção das vias aéreas superiores potencialmente fatais. 0,1 p

2) Três dos mais importantes elementos de diagnostico diferencial com laringotraqueobronquite: início abrupto do estridor (0,1 p) febre de dificil controle (0,1 p), falha de resposta na adrenalina (0,1 p);

3) Os agentes etiológicos mais frequentemente isolados são o Staphylococcus aureus (0,05 p) e Streptococcus pyogenes (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.87)




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