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ESTABILIZAÇÃO E TRANSPORTE DA CRIANÇA GRAVEMENTE ENFERMA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Grande parte dos transportes não necessita de supervisão médica; o paciente é acompanhado por um membro da equipe de enfermagem. Esse processo não é caotico, há normas para a atuação da equipe de enfermagem no processo de transporte. As normas descritas a seguir são de importância para toda a equipe de saúde. São conceituados transporte aeromédico, transporte aquaviário e transporte terrestre.

OBJETIVA: (1201055 votos)..........99.12% das questões objetivas receberam votos.
Leia atentamente as assertivas abaixo a respeito da Doença Hemolítica Perinatal e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F):

(I) Gestante sensibilizada deve ser submetida a espectrofotometria ou doppler para investigação da anemia fetal caso o coombs indireto seja maior que 1:8
(II) A cardiotocografia e a ultra-sonografia obstétrica não são métodos adequados para o diagnóstico precoce da anemia fetal
(III) A doença hemolítica perinatal ocorre em mulheres Rh negativo, com coombs indireto positivo e fetos Rh negativo
(IV) Coombs indireto negativo uma semana após aplicação da imunoglobulina anti D sinaliza a eficácia da profilaxia da sensibilização materna
(V) A transfusão intra-uterina pode ser realizada por acesso umbilical ou intraperitoneal e está indicada em fetos prematuros que apresentem hematócrito < 30%, hemoglobina < 10g/dl ou hidropsia

A sequência CORRETA é:
A. V, F, V, F, F
B. V, V, F, F, V
C. F, V, F, F, V
D. F, V, F, V, V
E. V, F, V, V, F

  RATING: 2.94

Leia atentamente as assertivas abaixo a respeito da Doença Hemolítica Perinatal e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F):

(I) Gestante sensibilizada deve ser submetida a espectrofotometria ou doppler para investigação da anemia fetal caso o coombs indireto seja maior que 1:8
(II) A cardiotocografia e a ultra-sonografia obstétrica não são métodos adequados para o diagnóstico precoce da anemia fetal
(III) A doença hemolítica perinatal ocorre em mulheres Rh negativo, com coombs indireto positivo e fetos Rh negativo
(IV) Coombs indireto negativo uma semana após aplicação da imunoglobulina anti D sinaliza a eficácia da profilaxia da sensibilização materna
(V) A transfusão intra-uterina pode ser realizada por acesso umbilical ou intraperitoneal e está indicada em fetos prematuros que apresentem hematócrito < 30%, hemoglobina < 10g/dl ou hidropsia

A sequência CORRETA é:

A. V, F, V, F, F
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. V, V, F, F, V
CORRETO : A doença hemolítica perinatal ocorre em gestantes Rh negativo, com coombs indireto positivo e fetos Rh positivo. Coombs indireto após a aplicação da imunoglobulina sinaliza o consumo de todo o anticorpo administrado e, portanto nova dose deve ser aplicada. As outras opções são verdadeiras.
C. F, V, F, F, V
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. F, V, F, V, V
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. V, F, V, V, F
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

DISCURSIVA: (186082 votos) ..........99.42% das questões discursivas receberam votos.
O resultado da gasometria abaixo é compatível com que quadro clínico? Justifique.

(A) Um paciente diabético em coma hiperglicêmico
(B) Paciente com overdose de opióide

  • pH: 7,0
  • [HCO3‐]real: 29,5 mEql/l
  • pCO2: 80 mmHg
  • [HCO3‐]standard: 24 mEql/l
  • BE.: ‐1


RATING: 2.98

O resultado da gasometria abaixo é compatível com que quadro clínico? Justifique.

(A) Um paciente diabético em coma hiperglicêmico
(B) Paciente com overdose de opióide

  • pH: 7,0
  • [HCO3‐]real: 29,5 mEql/l
  • pCO2: 80 mmHg
  • [HCO3‐]standard: 24 mEql/l
  • BE.: ‐1

ETAPA I: é acidose ou alcalose? 

E acidose (o pH e 7,0 < 7,44) (0,02 p)

ETAPA II: é respiratoria ou metabolica?

Vamos considerar o CO2 versus o HCO3 (0,02 p). Quém é mais modificado (0,02 p)? Com certeza, o CO2 (0,02 p), ou seja, temos uma ACIDOSE RESPIRATORIA (0,02 p).

ETAPA III: É uma acidose respiratória AGUDA ou CRÔNICA?

Vamos ver, então, pACO2 subiu com 38 mm Hg (0,02 p), enquanto o pH caiu com 0,44 (0,02 p).  Ou seja, para cada mm Hg de CO2 o pH caiu com 0,01 (0,02 p). Ou seja, é um disturbio crônico (0,02 p), o organismo teve tempo de copmpensar esta acidemia com aumento de HCO3 (0,02 p)

Causas mais frequentes de acidose respiratoria:

Causa mai frequente: HIPOVENTILAÇÃO (0,02 p)

Depressão SNC (opiodes  (0,02 p)- inibem o centru respíratorio (0,02 p), com bradipneia, retenção CO2) (0,02 p) - (RESPOSTA CORRETA B Paciente com overdose de opioide) (0,02 p)
  • Pneumotorax (a respiração não pode ser eficiente por causa do colapso) (0,02 p)
  • Doenças pulmonares (pneumonia muito extensa) (0,02 p)
  • Doenças musculo-esqueleticas: (0,02 p)
  • Cifoescoliose - normalmente cronica (0,02 p)
  • Guillain Barré - normalmente aguda (0,02 p)
  • Miasthenia gravis - cronica tambem (0,02 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (218064 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 26 anos, procura o ambulatório com queixa de hipertensão arterial diagnosticada aos 17 anos, atualmente grave e resistente ao uso de quatro anti-hipertensivos. Apresenta hipopotassemia espontânea recorrente (K+ 2,6 mEq/L), episódios de fraqueza muscular e parestesias, poliúria e noctúria. História familiar positiva: pai e irmã com hipertensão precoce e um tio com AVC em idade jovem. Exames iniciais mostram aldosterona plasmática elevada (>25 ng/dL) com atividade de renina plasmática suprimida. TC de suprarrenais mostra glândulas de aspecto normal sem nódulos evidentes.

Questões:

I. Qual a sua suspeita diagnóstica? (0,1 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,13 pontos)
III. Qual a melhor modalidade de confirmar o diagnóstico? (0,15 pontos)
IV. Qual o tratamento? (0,12 pontos)





RATING: 3.09

Resposta à Questão I (Suspeita diagnóstica):
Hiperaldosteronismo primário (Síndrome de Conn), com alta probabilidade de forma familiar tipo I (aldosteronismo remediável por glicocorticoides – ARG).
  • Hipertensão arterial resistente associada a hipopotassemia em paciente jovem com história familiar de hipertensão precoce (0,05 p)
  • Início do quadro antes dos 20 anos e antecedente familiar de acidente vascular cerebral em idade precoce (0,05 p)
Resposta à Questão II (Possível causa da doença diagnosticada):
Hiperaldosteronismo familiar tipo I, devido a duplicação gênica quimérica entre CYP11B1 e CYP11B2.
  • Duplicação gênica quimérica originada de crossover desigual, com promotor do gene CYP11B1 (responsivo a ACTH) fusionado à porção codificadora do gene CYP11B2 (aldosterona sintase) (0,08 p)
  • Leva a expressão ectópica da aldosterona sintase na zona fasciculada, regulada por corticotrofina em vez de angiotensina II (0,05 p)
Resposta à Questão III (Melhor modalidade de confirmar o diagnóstico):
Testes genéticos para a mutação específica do hiperaldosteronismo familiar tipo I.
  • Testes genéticos são o método mais específico e sensível para diagnóstico definitivo de HF tipo I (0,07 p)
  • Eliminam necessidade de dosagens urinárias de 18-oxicortisol e 18-hidroxicortisol ou testes de supressão com dexametasona (0,05 p)
  • Indicados em pacientes com história familiar de aldosteronismo primário, início do quadro antes dos 20 anos ou antecedente familiar de acidente vascular cerebral em idade precoce (0,03 p)
Resposta à Questão IV (Tratamento):
Terapia crônica com doses fisiológicas de glicocorticoide (preferencialmente prednisona ou hidrocortisona, ajustadas à superfície corporal).
  • Suprime a produção de aldosterona regulada por ACTH, normalizando a pressão arterial e corrigindo a hipocalemia (0,07 p)
  • Alternativa: bloqueio do receptor mineralocorticoide (0,05 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.09)




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