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SIFILIS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A sífilis é doença infecto-contagiosa, transmitida pela via sexual e verticalmente durante a gestação. Caracteriza-se por períodos de atividade e latência; pelo acometimento sistêmico disseminado e pela evolução para complicações graves em parte dos pacientes que não trataram ou que foram tratados inadequadamente. É conhecida desde o século XV, e seu estudo ocupou todas as especialidades médicas e, de modo especial, a dermatologia. Seu agente etiológico, o Treponema pallidum, nunca foi cultivado e, apesar de descrito há mais de 100 anos e sendo tratado desde 1943 pela penicilina, sua droga mais eficaz, continua como um problema de saúde importante em países desenvolvidos ou subdesenvolvidos. Dadas as características da forma de transmissão, a doença acompanhou as mudanças comportamentais da sociedade e nos últimos anos tornou-se mais importante ainda devido à possibilidade de aumentar o risco de transmissão da síndrome de imunodeficiência adquirida. Novos testes laboratoriais e medidas de controle principalmente voltadas para o tratamento adequado do paciente e parceiro, uso de preservativo, informação à população fazem parte das medidas adotadas para controle da sífilis pelos responsáveis por programas de saúde.

OBJETIVA: (1196624 votos)..........99.02% das questões objetivas receberam votos.
Principais sinais de alarme para quadros graves de coqueluche:
(1) Taquipnéia com frequência respiratória acima de 60 movimentos respiratórios por minuto;
(2) Frequência cardíaca acíma de 150 batimentos / minuto;
(3) Contagem de leucócitos baixo de 5000 células/mm3
(4) Hipóxia persistente após paroxismos;
São CORRETAMENTE descritas:
A. 1 e 3
B. 2 e 4
C. 1 e 4
D. 2 e 3
E. 3 e 4

  RATING: 3.26

Principais sinais de alarme para quadros graves de coqueluche:

(1) Taquipnéia com frequência respiratória acima de 60 movimentos respiratórios por minuto;
(2) Frequência cardíaca acíma de 150 batimentos / minuto;
(3) Contagem de leucócitos baixo de 5000 células/mm3
(4) Hipóxia persistente após paroxismos;
São CORRETAMENTE descritas:

A. 1 e 3
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. 2 e 4
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. 1 e 4
CORRETO : Conforme a SBP, os principais sinais de alarme para quadros graves: os lactentes, cujos paroxismos frequentes levem a risco de vida apesar da oferta de oxigênio ou cuja fadiga resulte em hipercapnia, têm indicação de intubação e ventilação mecânica. Sinais de alarme:
1 Taquipnéia com frequência respiratória acima de 60 movimentos respiratórios por minuto;
2 Frequência Cardíaca abaixo de 50 batimentos / minuto;
3 Contagem de leucócitos acima de 50.000 células/mm3;
4 Hipóxia persistente após paroxismos;

D. 2 e 3
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. 3 e 4
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.26)

DISCURSIVA: (185978 votos) ..........98.84% das questões discursivas receberam votos.
A) Descreva as etapas de assistência ao recém-nascido a termo com boa vitalidade ao nascer; - 0,3 pontos
B) Aponta a utilidade do clampeamento tardio do cordão umbilical no caso proposto pela variante A. - 0,2 pontos.


RATING: 3.71

A) Descreva as etapas de assistência ao recém-nascido a termo com boa vitalidade ao nascer; - 0,3 pontos
B) Aponta a utilidade do clampeamento tardio do cordão umbilical no caso proposto pela variante A. - 0,2 pontos.

A) Descreva as etapas de assistência ao recém-nascido a termo com boa vitalidade ao nascer;
a. manter junto a mãe; (0,06 p)
b. secar e proteger com campos secos; (0,06 p)
c. posicionar o recém-nascido sobre o abdome da mãe ou ao nível da placenta por, no mínimo, um minuto, até o cordão umbilical parar de pulsar (aproximadamente 3 minutos após o nascimento), para só então realizar-se o clampeamento; (0,06 p)
d. favorecer e estimular, sempre que a mãe desejar, sucção ao seio materno; (0,06 p)
e. observar continuamente: respiração e a frequência cardíaca (para determinar a necessidade de intervenções). (0,06 p)
B) Aponta a utilidade do clampeamento tardio do cordão umbilical no caso proposto pela variante A.

O clampeamento tardio do cordão umbilical é benéfico (0,04 p) com relação aos índices hematológicos (0,04 p) na idade de 3-6 meses (0,04 p) , embora possa elevar a necessidade de fototerapia por hiperbilirrubinemia indireta (0,04 p) na primeira semana de vida. (0,04 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.71)

CASO CLINICO: (217934 votos)..........99.51% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 58 anos, fototipo I (pele clara, olhos azuis, cabelos ruivos), residente em região de alta insolação, com história de múltiplas queimaduras solares com bolhas na adolescência, uso frequente de câmaras de bronzeamento na juventude e história familiar de melanoma em pai e irmão (início antes dos 40 anos). Apresenta lesão nodular elevada, de crescimento rápido (2 meses), amelanótica, ulcerada, localizada no tronco, medindo 1,8 cm, associada a prurido, sangramento espontâneo e linfonodomegalia axilar ipsilateral palpável (dura, aderente). Há também queixa de fadiga, anorexia e perda de 8 kg em 3 meses. Exame dermatológico completo revela múltiplos nevos displásicos e halo de regressão em lesões adjacentes.

I. Qual a principal suspeita diagnóstica? ......................Total parcial I: 0,20 p
II. Qual a possível causa/etiológica mais provável da doença diagnosticada? ...................Total parcial II: 0,20 p
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ........................................Total parcial III: 0,15 p

IV. Qual o tratamento inicial recomendado? .................Total parcial IV: 0,15 p





RATING: 3.02

I. Suspeita diagnóstica principal

  • Lesão nodular elevada, amelanótica, de crescimento rápido, com ulceração e localização no tronco em paciente de fototipo claro → melanoma nodular (crescimento vertical precoce desde o início) (0,08 p)
  • Presença de halo de regressão, prurido e sangramento espontâneo reforça malignidade (0,05 p)
  • Linfonodomegalia regional ipsilateral + sintomas sistêmicos (fadiga, anorexia, perda ponderal) indicam possível estágio III (metástase linfonodal regional) (0,07 p)

II. Possível causa/etiológica mais provável

  • Exposição solar intermitente/intensa + múltiplas queimaduras solares com bolhas na adolescência (principal fator de risco ligado ao melanoma) (0,08 p)
  • Uso de câmaras de bronzeamento (alto risco, especialmente em adultos jovens) (0,05 p)
  • Fototipo claro (pele clara, olhos azuis, cabelos ruivos) + grande número de nevos displásicos e história familiar (CDKN2A provável, síndrome melanoma-câncer de pâncreas familiar) (0,07 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico

  • Biópsia excisional com margens de 2-3 mm incluindo gordura subcutânea (método preferido para lesões pigmentadas suspeitas; permite avaliação completa de Breslow, ulceração e mitoses) (0,06 p)
  • Exame histopatológico em parafina (priorizar cortes em parafina; incluir: tipo histológico, fase de crescimento, nível de Clark, índice de Breslow, mitoses/mm², ulceração, infiltrado linfocitário, satelitose microscópica) (0,05 p)
  • Se dúvida, imunohistoquímica (HMB-45 e S100) para confirmar linhagem melanocítica (0,04 p)

IV. Tratamento inicial recomendado

  • Excisão local ampliada com margem de 2 cm (recomendado para melanomas 1-2 mm de Breslow; inclui pele e subcutâneo até fáscia muscular) (0,05 p)
  • Biópsia de linfonodo sentinela (indicada por espessura >0,76 mm + ulceração) seguida de linfadenectomia completa se positivo (estágio III) (0,05 p)
  • Considerar interferon-alfa 2a em dose elevada como adjuvante se linfonodo sentinela positivo ou Breslow >4 mm (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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