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QUEIMADURAS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A queimadura é uma causa comum de morte acidental e desfiguração em crianças. Apenas colisões de veículos automotores causam mais mortes relacionadas com o trauma.
Um paciente jovem e saudável com queimadura de praticamente qualquer extensão pode sobreviver com o uso de técnicas de tratamento modernas.
Novos avanços podem ser feitos nessas áreas e os cientistas estão atuando em todos esses campos para descobrir meios de melhorar ainda mais a sobrevida e os resultados.
A associação com abuso infantil e a natureza prevenível das queimaduras constituem uma área de grande preocupação em pediatria.
Suas causas comuns incluem água ou alimentos quentes, aparelhos elétricos, chamas, grelhas, queimaduras relacionadas com veículos e frisadores de cabelos. As queimaduras ocorrem comumente em pré-escolares — mais frequentemente nos meninos que nas meninas.
São acidentes graves que acometem todas as faixas etárias. A maioria dessas lesões é evitável e, desta forma, suscetível a estratégias preventivas.

OBJETIVA: (1135882 votos)..........99.55% das questões objetivas receberam votos.
A hipertensão portal intrahepatica pré-sinusoidal tem como causa mais frequente:
A. a trombose da veia esplenica
B. a leptospirose
C. a trauma abdominal
D. o alcoolismo
E. nenhuma acima enumerada

  RATING: 2.73

A hipertensão portal intrahepatica pré-sinusoidal tem como causa mais frequente:

A. a trombose da veia esplenica
INCORRETO: A trombose da veia esplénica isolada (hipertensão porta esquerda) costuma ser secundária à inflamação pancreática ou neoplasia. O resultado é a hipertensão venosa gastroesplênica (ou seja pré-portal)
B. a leptospirose
INCORRETO : A maioria das pessoas infectadas pela Leptospira interrogans desenvolve manifestações discretas ou não apresenta sintomas da doença. As manifestações da leptospirose, quando ocorrem, em geral aparecem entre 2 e 30 dias após a infecção (período de incubação médio de dez dias).
C. a trauma abdominal
INCORRETO : não é uma causa comum de hipertensão portal, menos ainda intrahepatica
D. o alcoolismo
INCORRETO : adicionalmente, muitas causas de cirrose não alcoólica também resultam em hipertensão portal pré-sinusoidal, especialmente precoces no seu curso. A cirrose alcoólica, a causa mais comum de hipertensão porta nos Estados Unidos, muitas vezes causa resistência aumentada ao fluxo portal nos níveis sinusoidal (secundária à deposição de colágeno no espaço de Disse) e pós-sinusoidal (secundária aos nódulos de regeneração que distorcem pequenas veias hepáticas).
E. nenhuma acima enumerada
CORRETO : A causa mais comum de hipertensão intra-hepática pré-sinusoidal é a esquistossomose; adicionalmente, muitas causas de cirrose não alcoólica também resultam em hipertensão portal pré-sinusoidal, especialmente precoces no seu curso.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.73)

DISCURSIVA: (182455 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)


RATING: 3

A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)

Medir a circunferência do braço para a escolha do manguito:
1º passo: Medir a distância do acrômio ao olecrano; (0,1 p)
2º passo: Identificar o ponto médio da distância entre o acrômio e o olecrano; (0,1 p)
3º passo: Medir a circunferência do braço nesse ponto médio. (0,1 p)
A partir dessa medida, seleciona-se o manguito adequado para a medida, que deve cobrir 40% da largura (0,1 p) e 80 a 100% do comprimento (0,1 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (212695 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
A. R. de F, 1 ano e 4 meses de idade, sexo M, com história previa de faringite há 3 semanas, fez uso de Amoxicilina Clavulanato aparentemente com remissão do quadro. Há 5 dias, iniciou com lesões papilares em nádegas bilateral, simétricas e região extensora de membros inferiores.
A mãe levou, então, a criança para o pediatra do plano de saúde e foram prescritos antihistamíníco e pomada de cortícoide. Mãe voltou, negando a melhora do quadro. Por conta própria, iniciou banho de permanganato de potássio apresentando ressecamento das lesões de nádegas.
Negava febre. Nos dias seguintes o quadro progrediu o exantema acometeu os membros superiores com lesões vesico-papulares em superfícies extensoras. Abdome plano, com fígado palpável a 2 cm do rebordo costal e raras lesões em tórax e abdome.

A criança foi investigada solicitando-se: hemograma (normal), PCR de 3, VDRL não reagente. CMV e HBs Ag negativos, porém Epstein-Barr positivo, Recebe alta hospitalar com prescrição. Retoma para reavaliação em 15 dias. com remissão de lesões papulares e resquícios com lesões pequenas descamativas e homocrômicas em pequena quantidade em pés e face extensora de membros superiores.
Relativo á esse caso:
1) Formulam o diagnostico. (0,1 pontos)
2) Enumeram pelo menos 3 agentes etiológicos que podem causar os sintomas acima.(0,25 pontos)
3) Indiquem uma esquema terapêutica.(0,15 pontos)


RATING: 2.98

1) Formulam o diagnostico deste caso.
Acrodermatite papular da infância (sindrome de Gianotti-Crosti ou sindrome papulovesicular localizada) causado pela infecção com Epstein Barr. (0,1 p)
2) Enumeram pelo menos 3 agentes etiológicos que podem causar os sintomas acima.
Pode estar associada à infecção por hepatite B anictéríca aguda, EBV, CMV, Coxsackie vírus, adenovirus, vírus sincícíal respiratório, vírus parainfluenza, parvovirus B19, rotavirus e HHV-6. (0,25 p)
3) Indiquem uma esquema terapêutica.
O tratamento é de suporte, embora as erupções sejam autolimitadas, elas podem levar de 8 a 12 semanas para resolução completa. Hidroxizina, banho de permanganato e creme hidratante. Hipopígmentação pós inflamatória pode persistir por meses após a resolução do exantema (0,15 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.98)




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