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ESTERILIZAÇÃO MASCULINA E FEMININA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Hoje, a intervenção somente necessita de uma minilaparotomia, utilizando a anestesia local e uma sedação leve. Podem ser usadas o método do Pomeroy ou método do Irving modificado. Esses dois procedimentos rápidos podem ser feitos rapidamente pos-parto, ou na dia seguinte

A esterilização pode ser realizada dentro dos primeiros sete dias pósparto, preferivelmente dentro de 48 horas depois do parto. Algumas condições tem que ser presentes

A esterilização também pode ser realizada pós-parto mais neste caso vamos ter que esperar ate que o útero estiver completamente involuído.

Esterilização de intervalo e a esterilização que se faz fora do período de puerperio, precisando de algumas técnicas suplementares.

Existe, também, a possibilidade de fazer a esterilização feminina pos-cesarea, pos aborto.

OBJETIVA: (964630 votos)..........94.7% das questões objetivas receberam votos.
Paciente de 42 anos está intubada e sedada na unidade de terapia intensiva com insuficiência respiratória hipoxêmica. Até dois dias antes estava se sentindo bem. De repente, começou a apresentar febre, mialgias e cefaleia. Trabalha em uma fábrica de processamento de aves domésticas e não tinha problemas importantes de saúde. O resultado do PPD foi negativo. A saturação de oxigênio é de 93% com FiO2 0,80 pressão expiratória final positiva de 12 cm H2O.
São presentes estertores em ambos os campos pulmonares mas não há sopro cardíaco, no entanto, percebe-se hepatoesplenomegalia. O swab nasal para influenza é negativo para a influenza A.
Vários outros funcionários estiveram doentes, com uma doença semelhante, embora nenhuma outra pessoa tenha desenvolvido insuficiência respiratória. Os exames laboratoriais revelam transaminite leve.
Qual dos resultados dos seguintes testes tem probabilidade de ser positivo nesta paciente?
A. Coloração para bacilos álcool-ácidorresistentes e cultura micobacteriana para Mycobacterium tuberculosis
B. Hemoculturas com crescimento de Staphylococcus aureus
C. Teste de microimunofluorescência para Chlamydia psittaci
D. Antígeno de Legionella urinário
E. Culturas virais de amostras broncoscópicas para influenza A

  RATING: 2.83

Paciente de 42 anos está intubada e sedada na unidade de terapia intensiva com insuficiência respiratória hipoxêmica. Até dois dias antes estava se sentindo bem. De repente, começou a apresentar febre, mialgias e cefaleia. Trabalha em uma fábrica de processamento de aves domésticas e não tinha problemas importantes de saúde. O resultado do PPD foi negativo. A saturação de oxigênio é de 93% com FiO2 0,80 pressão expiratória final positiva de 12 cm H2O.
São presentes estertores em ambos os campos pulmonares mas não há sopro cardíaco, no entanto, percebe-se hepatoesplenomegalia. O swab nasal para influenza é negativo para a influenza A.
Vários outros funcionários estiveram doentes, com uma doença semelhante, embora nenhuma outra pessoa tenha desenvolvido insuficiência respiratória. Os exames laboratoriais revelam transaminite leve.
Qual dos resultados dos seguintes testes tem probabilidade de ser positivo nesta paciente?

A. Coloração para bacilos álcool-ácidorresistentes e cultura micobacteriana para Mycobacterium tuberculosis
INCORRETO: Embora esta paciente tenha imigrado de uma área endêmica para tuberculose,ela apresentou anteriormente um resultado negativo com derivado proteico purificado e não teve nenhuma exposição conhecida tuberculose. A radiografia de tórax revela consolidação difusa, o que não é típico de reativação da tuberculose.
B. Hemoculturas com crescimento de Staphylococcus aureus
INCORRETO : À infecção sistêmica por Staphylococcus aureus a partir de um abscesso ou da endocardite iria se manifestar com insuficiência respiratória relacionada a êmbolos sépticos. Entretanto, a radiografia do tórax dessa paciente não é compatível com esse quadro, e ela não tem nenhum fator de risco (ie,uso de drogas intravenosas,cateter intravenoso de demora) para o desenvolvimento de infecção da corrente sanguínea por S. aureus.
C. Teste de microimunofluorescência para Chlamydia psittaci
CORRETO : Esta paciente provavelmente tem pneumonia causada pela infecção por Chlamydia psittaci. Esse microrganismo constitui uma causa relativamente rara de pneumonia, com apenas cerca de 50 casos confirmados por ano nos EUA. Contrariamente à crença comum, o microrganismo não se limita às aves psitacídeas (papagaios, periquitos, araras), e qualquer ave pode ser infectada, incluindo as aves domésticas. As infecções são observadas, em sua maioria, em donos de aves de estimação, criadores de aves domésticas ou pessoas que trabalham no processamento de aves domésticas, em cujas fábricas ocorreram surtos de pneumonia. A psitacose sem tratamento tem uma taxa de mortalidade alta,de até 10%. A doença se manifesta com sintomas inespecíficos de febre,calafrios, mialgias e cefaleia ocorrer pneumonia grave exigindo suporte ventilatório, e outras manifestações raras incluem endocardite, miocardite e complicações neurológicas. Atualmente, o exame de escolha para o diagnóstico é o teste de microimunofluorescência, que é um teste sorológico. Qualquer título acima de 1:16 é considerado evidência de exposição à psitacose, e uma elevação de quatro vezes nos títulos em amostras pareadas de soro na fase aguda e convalescente é compatível com psitacose. São também utilizados testes de fixação do complemento. O tratamento de escolha para a psitacose consiste em tetraciclina, 250 mg quatro vezes ao dia, por um período mínimo de quatro semanas. Os funcionários de saúde pública devem ser notificados para avaliação de outros trabalhadores na fábrica para doença e para limitar a exposição.
D. Antígeno de Legionella urinário
INCORRETO : A Legioneila pneumophila está associada a surtos da doença relacionados à contaminação do abastecimento de água ou de ar condicionado. Essa possibilidade deve ser considerada nesta paciente, tendo em vista que outros colegas de trabalho estão doentes. Todavia, a hepatoesplenomegalia não é compatível com esse diagnóstico.
E. Culturas virais de amostras broncoscópicas para influenza A
INCORRETO : A influenza A também deve ser considerada nessa paciente, porém a época do ano não é compatível com a influenza sazonal. Nos surtos de influenza pandêmica,isso seria mais provável.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.83)

DISCURSIVA: (174332 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite 10 (dez) critérios de inoperabilidade para o câncer de pulmão (0,05 cada um).


RATING: 3

Cite 10 (dez) critérios de inoperabilidade para o câncer de pulmão (0,05 cada um).

01

Derrame pleural neoplásico

02

Mestastases à distância

03

Paralisia do nervo laríngeo recurrente esquerdo

04

Infiltração vertebral que ultrapassa o forame costotransverso

05

Infiltração da parede da aorta alem da camada adventícia

06

Infiltração extensa e além da camada muscular do esôfago

07

Infiltração extensa da veia cava superior

08

Infiltração do coração, geralmente do átrio esquerdo

09

Infiltração mediastinal maciça, geralmente por invasão da cápsula dos linfonodos

10

Infiltração da carina e dos brônquios principais bilateral e simultaneamente

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (202571 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança afebril, sem sinais meníngeos, sem petéquias, sem sinais de choque ou sepse, na hora da consulta apresenta Glasgow 15 e bom estado geral. Acompanhado corretamente em consultas de puericultura no PSF, carteira vacinal em dia e a mesma já anda sozinha. Tia trouxe a criança no PSF dizendo que os vizinhos trouxeram a criança para ela (a mãe tem problemas nas pernas).
A família da criança mora no interior de São Paulo, numa área vizinha com o mato e o agente de saúde informa que há muito lixo no quintal, baratas, tijolos e madeiras jogadas e varias coisas cumuladas do lado da moradia.
Pelo relato dessa tia a criança teria começado apresentar hoje, repentinamente, movimentos descontrolados com uma das pernas, choro inconsolável, intensa sudorese fria, cianose perioral enquanto parecia que 'estava desmaiando'. A cianose e a sudorese não foram confirmadas no PSF no momento da consulta (entretanto, teve um episodio espontâneo de vomito aqui). Na hora da chegada, criança afebril (37°C), FR: 38/min, inicial inconsolavelmente choroso (suspeita de dor intensa?) depois muito sonolento, FC: 121/min, TEC: 2 segundos. Abdômen liso, sem dores e sem hernias. Leve palidez da mucosa oral. Glicemia 130 mg% (a criança tinha mamado pouco antes). A acompanhante informou que a criança caiu ontem da própria altura, batendo a cabeça, e que acha que a criança foi derrubada hoje de novo (sic!). Frente á essa sintomatologia e semiologia o medico de PSF decidiu transferência para hospital de referência de pediatria.
Criança deu entrada no hospital em 07/12 (o mesmo dia) com quadro de vômitos e sonolência após choro intenso enquanto não estava acompanhado de adulto. Ficou em observação neste serviço, recebeu hidratação, realizou TC de crânio (devido antecedente de queda), e realizou triagem metabólica e infecciosa - feita hipótese diagnostica de intoxicação exógena, visto contato com plantas no momento em que iniciou vômitos.
CT de crânio perfeitamente normal
Apresentou eletrocardiograma com FC = 116 bpm, eixo em 90°, infra de ST em V1 e V2 e supra de ST em V3 a V6. Rx tórax: área cardíaca normal, discreta congestão pulmonar bilateral, sem derrames.
EXAMES: 07/12 HB 13,1, HT 41, LEUCO 8600 (E:1, N:70, B:1, S: 63, L: 23, PLAQ 184.000) Bioquimica: UR 28, CR 0,7, NA 135, K 4,2, PCR 1,1, MG 2,2, CL 105.
ECOCARDIOGRAMA: Dentro da normalidade.
1) Considerando os dados acima, qual poderia ser a principal suspeita diagnóstica? 0,3 pontos
2) Quais são as medidas imediatas, sendo que a suspeita foi confirmada depois, achando-se a provável causa justamente no domicilio da criança? 0,2 pontos


RATING: 3.47

1) Qual é a principal suspeita diagnóstica? A maior suspeita é de acidente escorpiônico............0,3 p;

COMENTARIO: (não vai ser pontuado ou incluido na resposta obrigatoria)

Os acidentes por Tityus serrulatus são mais graves que os produzidos por outras espécies de Tityus no Brasil.

A dor local, uma constante no escorpionismo, pode ser acompanhada por parestesias. Nos acidentes moderados e graves, observados principalmente em crianças, após intervalo de minutos até poucas horas (duas, três horas), podem surgir manifestações sistêmicas. As principais são:

  • Gerais: hipo ou hipertermia e sudorese profusa.
  • Digestivas: náuseas, vômitos, sialorréia e, mais raramente, dor abdominal e diarréia
  • Cardiovasculares: arritmias cardíacas, hipertensão ou hipotensão arterial, insuficiência cardíaca congestiva e choque
  • Respiratórias: taquipnéia, dispnéia e edema pulmonar agudo.
  • Neurológicas: agitação, sonolência, confusão mental, hipertonia e tremores.

O eletrocardiograma é de grande utilidade no acompanhamento dos pacientes.

Pode mostrar taquicardia ou bradicardia sinusal, extra-sístoles ventriculares, distúrbios da repolarização ventricular como inversão da onda T em várias derivações, presença de ondas U proeminentes, alterações semelhantes às observadas no infarto agudo do miocárdio (presença de ondas Q e supra ou infradesnivelamento do segmento ST) e bloqueio da condução atrioventricular ou intraventricular do estímulo.

Estas alterações desaparecem em três dias na grande maioria dos casos, mas podem persistir por sete ou mais dias.

O encontro de sinais e sintomas mencionados impõe a suspeita diagnóstica de escorpionismo, mesmo na ausência de história de picada e independente do encontro do escorpião. A gravidade depende de fatores, como a espécie e tamanho do escorpião, a quantidade de veneno inoculado, a massa corporal do acidentado e a sensibilidade do paciente ao veneno. Influem na evolução o diagnóstico precoce, o tempo decorrido entre a picada e a administração do soro e a manutenção das funções vitais. Com base nas manifestações clínicas, os acidentes podem ser inicialmente classificados como:

  • Leves: apresentam apenas dor no local da picada e, às vezes, parestesias.
  • Moderados: caracterizam-se por dor intensa no local da picada e manifestações sistêmicas do tipo sudorese discreta, náuseas, vômitos ocasionais, taquicardia, taquipneia e hipertensão leve.
  • Graves: além dos sinais e sintomas já mencionados, apresentam uma ou mais manifestações como sudorese profusa, vômitos incoercíveis, salivação excessiva, alternância de agitação com prostração, bradicardia, insuficiência cardíaca, edema pulmonar, choque, convulsões e coma. Os óbitos estão relacionados a complicações como edema pulmonar agudo e choque.
2) Quais são as medidas imediatas, sendo que a suspeita foi confirmada depois, achando-se a provável causa justamente no domicilio da criança?

Tratamento Sintomatico

Consiste no alívio da dor por infiltração de lidocaína a 2% sem vasoconstritor (1 ml a 2 ml para crianças; 3 ml a 4 ml para adultos) no local da picada ou uso de dipirona na dose de 10 mg/kg de peso a cada seis horas. (0,025 p)

Os distúrbios hidroeletrolíticos e ácido-básicos devem ser tratados de acordo com as medidas apropriadas a cada caso.(0,025 p)

Tratamento especÌfico

Consiste na administração de soro antiescorpiônico (SAEEs) ou antiaracnídico (SAAr) aos pacientes com formas moderadas e graves de escorpionismo, que são mais freqüentes nas crianças picadas pelo Tityus serrulatus (8% a 10 % dos casos). Deve ser realizada, o mais precocemente possível, por via intravenosa e em dose adequada, de acordo com a gravidade estimada do acidente. O objetivo da soroterapia específica é neutralizar o veneno circulante. (0,025 p)

OBSERVAÇÃO:

A dor local e os vômitos melhoram rapidamente após a administração da soroterapia específica.

A sintomatologia cardiovascular não regride prontamente após a administração do antiveneno específico.

Entretanto, teoricamente, a administração do antiveneno específico pode impedir o agravamento das manifestações clínicas pela presença de títulos elevados de anticorpos circulantes capazes de neutralizar a toxina que está sendo absorvida a partir do local da picada. A administração do SAEEs é segura, sendo pequena a freqüência e a gravidade das reações de hipersensibilidade precoce. A liberação de adrenalina pelo veneno escorpiônico parece proteger os pacientes com manifestações adrenérgicas contra o aparecimento destas reações.

Manutenção

Os pacientes com manifestações sistêmicas, especialmente crianças (casos moderados e graves), devem ser mantidos em regime de observação continuada das funções vitais, objetivando o diagnóstico e tratamento precoces das complicações.(0,025 p)

A bradicardia sinusal associada a baixo débito cardíaco e o bloqueio AV total devem ser tratados com injeção venosa de atropina na dose de 0,01 a 0,02 mg/kg de peso. (0,025 p)

A hipertensão arterial mantida associada ou não a edema pulmonar agudo é tratada com o emprego de nifedipina sublingual, na dose de 0,5 mg/kg de peso. (0,025 p)

Nos pacientes com edema pulmonar agudo, além das medidas convencionais de tratamento, deve ser considerada a necessidade de ventilação artificial mecânica, dependendo da evolução clínica. (0,025 p)

O tratamento da insuficiência cardíaca e do choque é complexo e geralmente necessita do emprego de infusão venosa contínua de dopamina e/ou dobutamina (2,5 a 20 mg/kg de peso/ min), além das rotinas usuais para estas complicações.(0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.47)




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