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O uso de homoenxerto valvular aórtico, em caso de estenose congênita é preferido ao uso de valvula mecânica nesta categoria de pacientes:
A. valvas que não são passíveis de terapia com balão, geralmente aquelas extremamente espessadas
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. estenose subaórtica definida
INCORRETO : A estenose subaórtica definida pode ser ressecada sem danos para a valva aórtica, o folheto anterior da valva mitral ou sistema de condução. Esse tipo de obstrução geralmente nao e passível de tratamento com cateter.
C. estenose supravalvar definida
INCORRETO : A estenose supravalvar é também tratada cirurgicamente, e os resultados são excelentes se a área de obstrução for definida e não associada a uma aorta hipoplásica
D. estenose aórtica em associação com obstrução subaórtica grave
INCORRETO : Para os pacientes que têm estenose aórtica em associação com obstrução subaórtica grave semelhante a um túnel, a via de saída do ventrículo esquerdo pode ser alargada, ocupando e deslocando espaço anteriormente da via de saída do ventrículo direito (o procedimento de Konno).
E. nas garotas adolescentes que estão se aproximando da idade fértil
CORRETO : As próteses valvares mecânicas duram muito mais, entretanto, precisam de anticoagulação, o que pode ser difícil de se controlar em crianças pequenas. Nas garotas adolescentes que estão se aproximando da idade fértil a consideração dos efeitos teratogênicos do warfarin podem justificar o uso de uma valva de homoenxerto.
Gabarito: E
RATING: 2.89 ![]()
I) SEMELHANÇAS:
II) DIFERENÇAS:
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MASTITE PUERPERAL |
CARCINOMA INFLAMATORIO |
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Respeita a anatomia segmentar da mama (0,03 p)> |
Acomete mais de um terço da mama (0,03 p) |
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Manifestações sistêmicas (0,03 p) |
Ausentes ou fracas (0,03 p) |
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Leucocitose com desvio a esquerda (0,03 p) |
Não associa leucocitose (0,03 p) |
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Resposta a antibióticos (0,03 p) |
Não responde a antibioticos 0,03 p |
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Não associa achatamento papilar (0,03 p) |
Achatamento papilar (0,03 p) |
FONTE:
Febre e gemência há 1 dia.
Mãe procura o serviço de emergência pois há cerca de 1 dia a criança iniciou quadro de febre elevada não aferida, que cessava com dipirona mas retornava em poucas horas, necessitando banhos mornos para melhorar; recusa alimentar; vômitos 2 a 3 vezes ao dia sem restos alimentares e espontâneos além de hipoatividade.
A criança esteve bem até o dia anterior, sem quaisquer outras queixas, entretanto após surgirem os sintomas, apresentou também manchinhas vermelhas' no corpo e nos braços. Nega sintomas respiratórios como coriza ou tosse, apenas uma respiração mais rápida nas últimas horas. Nega diarréia ou outras alterações nos demais aparelhos.
Gestação sem intercorrèncias, realizou pré-natal com 10 consultas. Nasceu por parto normal com 39 semanas. Apgar de 8 no primeiro minuto e 9 no quinto minuto. Alta do berçário em companhia da mãe com 48 horas devida.
Alimentação: Recebeu leite materno exclusivo até os 4 meses, quando passou a receber dieta complementar e leite fluido sem engrossantes. Desde os 6 meses recebe almoço e jantar que consiste em sopa de legumes carne e arroz, frutas 2 vezes ao dia e leite de caixinha 200ml 4 vezes ao dia, pão ou bolacha pela manhã em pequena quantidade.
Vacinação: completa.
Medicamentos: Sulfato ferroso 3mg/kg/dia regularmente desde os 4 meses.
Antecedentes familiares: Pai 30 anos, mecânico de autos, asmático. Mãe 29 anos, doméstica, saudável, tabagista. Irmã 7 anos asmática. Avós maternos com HAS e diabetes mellitus, avós paternos saudáveis.
Condições de Moradia: Casa de alvenaria com 3 cômodos, saneamento básico, com ventilação adequada e sem animais domésticos. No mesmo quintal há mais duas casas: a dos avós paternos que moram sós, da tia paterna onde convivem dois adultos e 3 crianças com 1 ano, 3 anos e 4 anos de idade.
A criança freqüenta a creche desde os 4 meses quando a mãe retornou ao trabalho.
Antecedentes Epidemiológicos: não realizou viagens recentes, refere que na família e ambiente peridomiciliar todos estão saudáveis.
Exame Físico:
Paciente foi admitido na emergência onde apresentava-se em mal estado geral, gemente, taquidispnéico moderado, descorado ++/4+, desidratado de algum grau. febril, com perfusão periférica maior que 10 segundos, pulsos normais com vasodilatação palmar.
Peso = 9100 g. Estatura = 72 cm FC = 130 bat/min; FR= 40 ins/min; Tmax.= 38,9° C Saturação de O2 em ar ambiente = 89% e PA = 100 x 60 mmHg.
Cabeça e pescoço: fontanela plana, normotensa, mucosa oral com saliva espessa. Otoscopia normal bilateral.
Cardio-vacular: RCR 2T taquicárdicas, sem sopros.
Pulmões: MV+ SRA
Abdome: pouco distendido, timpânico. RHA + Sem visceromegalias.
Pele: petéquias distribuídas em tronco e membros, com áreas de maior
confluência não desaparecendo a vitropressão.
1) Quais são as principais hipóteses diagnósticas? - 0,05 pontos;
2) Os exames subsidiários specificos por este caso são...? - 0,2 pontos;
3) Quais são as linhas gerais do tratamento? - 0,2 pontos;
4) Quais são as principais doenças de diagnóstico diferencial? - 0,05 pontos;
RATING: 2.94 ![]()
1) Quais são as principais hipóteses diagnósticas?
Com base na seqüência de eventos fisiopatológicos, este paciente é
portador de doença meningocócica invasiva. ( 0,05 p)
DISCUSSÃO: Trata-se de um lactente eutrófico (percentil = 50 na curva NCHS), com alimentação adequada e vacinação completa, sem fatores mórbidos associados.
Apresenta de uma síndrome infecciosa aguda caracterizada por: febre alta, toxemia, prostração, de inicio abrupto associados às lesões cutâneas.
Ao exame apresenta-se mal estado geral, com alterações nos parâmetros hemodinâmicos (nível de consciência; FC; PA; enchimento capilar,
Sao2) caracterizando um choque compensado com exantema cutâneo tipo
petequial (não desaparece a vitropressão) sugestivas de vasculite.
2) Os exames subsidiários specificos por este caso são...?
LCR com quimiocitológico (0,04 p), Bacterioscópico pelo método de gram (0,04 p), cultura e látex objetivando confirmação etiologica (0,04 p). A Hemocultura importante para caracterização da bacteremia e resgate do agente infeccioso (0,04 p). Os exames gerais (0,04 p) para orientar o tratamento do choque: HMG, glicemia, eletrólitos, função renal e coagulograma, gasometría arterial.
3) Quais são as principais doenças de diagnóstico diferencial?
O diagnóstico diferencial inclui todas as doenças que são acompanhadas por exantema (rash) purpúrico ou petequial. Didaticamente, podemos dividir as doenças infecciosas com este rash em dois principais grupos, tratáveis e não tratáveis:
INFECCIOSAS (TRATÁVEIS) Meningococcemia (0,02 p), Gonocococemia (0,02 p), Febre Maculosa (0,02 p), Tifo epidêmico (0,02 p), Doença Lyme-similie (0,02 p).
INFECCIOSAS
(NÃO TRATÁVEIS):
Rubéola (0,02 p),
Dengue (0,02 p),
Hepatite B (0,02 p),
Enterovirus (0,02 p),
Virus EB (0,02 p)
3) Quais são as linhas gerais do tratamento?
A primeira etapa do tratamento é a estabilização hemodinámica, seguindo as normas do suporte avançado de vida em pediatria. A antibioticoterapia deve ser iniciada assim que sejam coletados as culturas do LCR e hemocultura. Entretanto, se por motivos de instabilidade hemodinámica a coleta dos exames for protelada, o antibiótico deve ser iniciado em razão da gravidade do caso e risco de morte. Segundo é preconizado pelo Ministério da Saúde, nos casos de meningite associada a choque séptico, devemos iniciar o tratamento com cefalosporina de 3* geração, até que haja identificação do agente (0,05 p)
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