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TUMORES DE MEDIASTINO (ÁREA DE CIRURGIA)

Os tumores de mediastino são crescimentos anormais que ocorrem dentro do espaço entre os dois lados do tórax (mediastino). Eles podem ser benignos ou malignos e podem ter várias origens, incluindo tumores de tecido linfático, tumores de esôfago, tumores de pulmão, tumores de tireoide e tumores metastáticos. O tratamento desses tumores depende de muitos fatores, como a origem, localização, tamanho e gravidade da doença. Em alguns casos, é necessária a cirurgia para remover o tumor, mas também é possível usar tratamentos não cirúrgicos, como radioterapia e quimioterapia. É importante procurar a orientação de um médico para obter o melhor tratamento possível.

OBJETIVA: (938448 votos)..........94.13% das questões objetivas receberam votos.
O principal método de fazer o diagnostico etiológico da coqueluche é:
A. cultura ou PCR para Bordetella
B. IgG, IgM e IGA contra a toxina da bordetella
C. IGG, IgM contra a capsula da Bordetella
D. dosagem da anti-aglutinina filamentosa
E. nenhuma das acima enumeradas

  RATING: 2.2

O principal método de fazer o diagnostico etiológico da coqueluche é:

A. cultura ou PCR para Bordetella
INCORRETO: O principal método de fazer o diagnostico etiológico da coqueluche é a cultura ou PCR para Bordetella do swab de nasofaringe
B. IgG, IgM e IGA contra a toxina da bordetella
CORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. IGG, IgM contra a capsula da Bordetella
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. dosagem da anti-aglutinina filamentosa
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. nenhuma das acima enumeradas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.2)

DISCURSIVA: (170607 votos) ..........98.72% das questões discursivas receberam votos.
O diagnóstico diferencial da diarreia que persiste por mais de 2 semanas (diarreia crônica) varia de acordo com a idade do paciente. Apontem as causas mais frequentes para cada faixa etária (lactente, criança pequena, escolar e adolescente). (0,5 pontos)


RATING: 3.9

O diagnóstico diferencial da diarreia que persiste por mais de 2 semanas (diarreia crônica) varia de acordo com a idade do paciente. Apontem as causas mais frequentes para cada faixa etária (lactente, criança pequena, escolar e adolescente). (0,5 pontos)

A diarréia crônica em lactentes pode ser:
  • pós-infecciosa (0,03125 p)
  • resultado de intolerância a proteínas ou desnutrição(0,03125 p)
  • subseqüente a distúrbios metabólicos como fibrose cística ou defeitos enzimáticos ou de transporte (0,03125 p)
  • secundária a anomalias anatômicas como síndrome do intestino curto ou atrofia congênita das microvilosidades (0,03125 p)

Em crianças maiores:
  • a intolerância a proteínas (0,03125 p)
  • diarreia pós-infecciosa (0,03125 p)
  • giardíase (0,03125 p)
  • espru celíaco (0,03125 p)
  • deficiência de sucrase-isomaltase (0,03125 p)
  • enterocolite de Hirschsprung (0,03125 p)

Em crianças de idade escolar e em adolescentes, deve-se considerar:
  • giardíase (0,03125 p)
  • doença celíaca (0,03125 p)
  • intolerância à lactose (0,03125 p)
  • cólon irritável (0,03125 p)
  • doença intestinal inflamatória. (0,03125 p)

Adolescentes com diarréia crônica devem ser questionados sobre uso/abuso de laxantes (possível anorexia/bulimia).(0,03125 p)

FONTE:

Seven M Selbst, Kate Cronan - Segredos em emergência pediatrica

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.9)

CASO CLINICO: (197542 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Sofia é uma menina de 7 anos que se apresenta ao pronto-socorro infantil com dificuldade respiratória. Sua mãe relata que ela tem histórico conhecido de asma desde os 4 anos de idade e está em tratamento contínuo com corticosteróides inalatórios (budesonida) e um broncodilatador de longa ação (formoterol). Apesar do tratamento regular, Sofia tem apresentado sintomas mais frequentes nas últimas duas semanas, com aumento no uso de seu inalador de resgate (salbutamol). Hoje, ela teve um episódio de tosse intensa e chiado no peito logo ao acordar, que não melhorou nada com o uso do broncodilatador. A mãe menciona que Sofia também tem se queixado de cansaço extremo nos últimos dias e acordado durante a noite com tosse.

Exame Físico: Sofia aparenta estar em desconforto respiratório, com retrações intercostais visíveis e uso de musculatura acessória.

Sinais Vitais:  Temperatura: 36,8°C Frequência Cardíaca: 130 bpm (taquicardia)  Frequência Respiratória: 36 irpm (taquipneia) Saturação de oxigênio: 88% em ar ambiente (hipoxemia). Pressão Arterial: 100/65 mmHg  Respiração:  Ausculta pulmonar revela sibilos difusos bilaterais, sendo mais proeminentes na expiração. Diminuição dos murmúrios vesiculares nas bases pulmonares.

Outros Exames: Observa-se cianose periungueal leve. Extremidades frias.

História Médica: Sofia não possui outras condições de saúde  elevantes. Está em tratamento contínuo para asma, conforme esquema prescrito. Histórico familiar positivo para doenças atópicas.

(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise. (0,15 pontos)

(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise? (0,075 pontos)

(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta. (0,275 pontos)




RATING: 3.03

(I) Descreva o Plano de Tratamento Inicial desta crise.

1. Oxigenoterapia (0,0125 p) para melhorar a saturação de oxigênio (0,0125 p).
2. Nebulização com broncodilatador de curta ação (salbutamol) (0,0125 p) repetida a cada 20 minutos nas primeiras doses. (0,0125 p)
3. Corticosteróide sistêmico (0,0125 p) (prednisolona oral (0,0125 p) ou metilprednisolona intravenosa (0,0125 p)) para manejo de crise aguda.
4. Avaliação frequente dos sinais vitais (0,0125 p) e da saturação de oxigênio. (0,0125 p)
5. Preparar para possível admissão hospitalar (0,0125 p) para controle e monitoramento intensivo (0,0125 p), considerando a resposta ao tratamento inicial (0,0125 p)

(II) Qual seria a estratégia ambulatorial para esse caso depois desta crise?

A exacerbação sugere necessidade de reavaliação do tratamento de manutenção (0,0125 p). A adesão ao tratamento (0,0125 p), técnica do inalador (0,0125 p) e possíveis desencadeantes ambientais (0,0125 p) ou infecciosos (0,0125 p) devem ser revisitados após estabilização da condição aguda (0,0125 p).

(III) Como classificaria a gravidade desta crise? Justifique a sua resposta.

A crise apresentada por Sofia pode ser classificada como uma crise asmática grave. (0,0125 p)

A justificativa para essa classificação baseia-se nos seguintes sinais e sintomas:

1. Taquipneia (0,0125 p) e taquicardia (0,0125 p): Frequência respiratória de 36 irpm (0,0125 p) e frequência cardíaca de 130 bpm (0,0125 p) indicam esforço respiratório significativo (0,0125 p) e ativação do sistema simpático (0,0125 p).

2. Saturação de O2 baixa (0,0125 p): A saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente (0,0125 p) indica hipoxemia significativa (0,0125 p), que é um sinal de gravidade (0,0125 p).

3. Uso de musculatura acessória (0,0125 p) e retrações (0,0125 p): Esses sinais indicam esforço respiratório elevado (0,0125 p) e são característicos de crises graves (0,0125 p).

4. Sibilos difusos (0,0125 p) e diminuição dos murmúrios vesiculares (0,0125 p): A presença de sibilos intensos  e redução dos sons respiratórios pode indicar obstrução significativa das vias aéreas (0,0125 p) e, em crises mais graves, fluxo de ar reduzido pode resultar em "ausência" de sibilos, o que é particularmente preocupante (0,0125 p).

5. Alteração do estado geral (0,0125 p) com cianose leve (0,0125 p): A cianose periungueal e o cansaço extremo são também indicativos de insuficiência respiratória iminente ou em curso, comuns em crises graves (0,0125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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