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DISTÚRBIO MOTOR DO ESÔFAGO ACALÁSIA E ESPASMO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

São considerados distúrbios da motilidade esofagiana as condições patológicas que acarretam disfagia ou dificuldade para deglutição sem associação com obstrução da luz esofagiana ou a compressão extrínseca. Ultimamente há muitas descobertas de vários conceitos fisiológicos sobre a motilidade esofagiana. Enquanto as outras doenças motoras do esôfago têm um número bem menor de publicações.

OBJETIVA: (1110411 votos)..........99.44% das questões objetivas receberam votos.
Considera-se normal adolescentes apresentarem alterações comportamentais inerentes ao seu processo de desenvolvimento. Entretanto, há situações que ultrapassam o limite da normalidade. Neste sentido, qual das manifestações descritas abaixo configura-se como indício de problema psicológico e/ou psiquiátrico?
A. Deslocalização temporal
B. Atitude social reivindicatória
C. Contradições sucessivas nas manifestações de conduta
D. Comportamento com características regressivas
E. Afastamento das figuras parentais.

  RATING: 2.86

Considera-se normal adolescentes apresentarem alterações comportamentais inerentes ao seu processo de desenvolvimento. Entretanto, há situações que ultrapassam o limite da normalidade. Neste sentido, qual das manifestações descritas abaixo configura-se como indício de problema psicológico e/ou psiquiátrico?

A. Deslocalização temporal
INCORRETO: Esta opção pode referir-se a uma dificuldade em estruturar o tempo ou em lembrar-se de eventos na sequência correta, o que pode acontecer em situações de estresse ou fadiga. No entanto, isoladamente, isso não necessariamente indica um problema psicológico ou psiquiátrico.
B. Atitude social reivindicatória
INCORRETO : Essa alternativa descreve comportamentos que são comuns na adolescência, como buscar mais autonomia e direitos, e questionar normas sociais ou familiares. Este comportamento é muitas vezes parte do desenvolvimento normal e do processo de formação de identidade dos adolescentes.
C. Contradições sucessivas nas manifestações de conduta
INCORRETO : Adolescentes frequentemente experimentam diferentes comportamentos e podem parecer contraditórios à medida que exploram suas identidades. Embora isso possa ser frustrante para aqueles ao seu redor, não é necessariamente um sinal de problema psicológico ou psiquiátrico.
D. Comportamento com características regressivas
CORRETO : Comportamentos regressivos, como voltar a hábitos infantis que já haviam sido superados (por exemplo, chupar o dedo, perda de habilidades sociais já adquiridas, etc.), podem sinalizar dificuldades emocionais ou problemas psicológicos. Esses comportamentos podem indicar que o adolescente está enfrentando estresse ou ansiedade significativa.
E. Afastamento das figuras parentais.
INCORRETO : Embora o afastamento dos pais possa ser preocupante, ele é uma parte normal do desenvolvimento adolescente, onde o jovem busca independência e identidade própria. Isso geralmente não aponta para um problema psicológico ou psiquiátrico, a menos que seja extremo e acompanhado por outros sintomas preocupantes.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.86)

DISCURSIVA: (180832 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
I) Quais são as principais caracteristicas da icterícia fisiológica na população de termo? 0,26 pontos
II) Defina a bilirrubinemia significante, a bilirrubinemia grave e a bilirrubinemia extrema. 0,24 pontos.


RATING: 2.94

I) Quais são as principais caracteristicas da icterícia fisiológica na população de termo? 0,26 pontos
II) Defina a bilirrubinemia significante, a bilirrubinemia grave e a bilirrubinemia extrema. 0,24 pontos.

I) Quais são as principais caracteristicas da icterícia fisiológica na população de termo?

A hiperbilirrubinemia indireta denominada “fisiológica” caracteriza-se na população de termo por:
- início tardio (após 24 horas) (0,1 p)
- pico entre o 3º e 4º dias de vida (0,08 p)
- bilirrubinemia total (BT) máxima de 12 mg/dL (0,08 p)
II) Defina a bilirrubinemia significante, a bilirrubinemia grave e a bilirrubinemia extrema.

Graus de hiperbilirrubinemia: 
a) hiperbilirrubinemia significante: BT > 17 mg/dL (0,08 p)
b) hiperbilirrubinemia grave: BT > 25 mg/dL (0,08 p)
c) hiperbilirrubinemia extrema: BT > 30 mg/dL (0,08 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

CASO CLINICO: (210749 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Bióloga, professora universitária, 47 anos, hipertensa, tabagista inveterada (cerca de 2 maços por dia), apresenta quadro de insuficiência coronária, com indicação para cirurgia de revascularização do miocárdio; procura cirurgião especializado, de sua confiança e de seu círculo social.
O cirurgião, conhecedor do fato de que o marido da professora apresenta comportamento de risco (portador do vírus da imunodeficiência humana [HIV] por possível bissexualidade?), exige a realização do teste de HIV como pré-condição para operá-la. A paciente informa ter realizado o exame há 10 meses, com resultado negativo.
O cirurgião insiste na feitura de novo exame. A paciente se nega a realizá-lo e o médico se nega a operá-la.
Por interferência da Diretoria Clínica do hospital a doente acaba concordando em realizar o teste, cujo resultado vem a ser negativo.
O cirurgião, então, a procura e decide marcar a intervenção cirúrgica.
A paciente, porém, pergunta ao cirurgião: ”Qual o motivo para exigir o teste HIV?”

Responde o cirurgião: ”Porque durante o ato cirúrgico eu poderia, por acidente, me ferir e correr o risco de ser infectado”. 

”Nesse caso,” diz a paciente,”desejo também conhecer o resultado do seu teste, pois o senhor também pode, na mesma situação, em cirurgia extracorpórea, me contaminar”.
PERGUNTA-SE:
1) É errada a atitude do medico? Justifiquem! (0,2 p)
2) O Conselho Regional de Medicina pode punir o medico? Conforme qual princípio? (0,2 p)
3) É justificado o pedido da paciente que o medico fizesse, também, o exame? (0,1 p)




RATING: 3.23

1) É errada a atitude do medico? Justifiquem!
É errada, sim.
O risco de transmissão ocupacional do HIV, embora exista, é extremamente baixo.
No caso, há um equívoco de natureza ética que se expressa na mensagem para a paciente. A mensagem é nitidamente de cunho persecutório e discriminador: há uma ameaça de excluí-la do necessário ato cirúrgico com base em discriminação que coloca a soropositividade como definidora do risco do acidente. O risco de acidente, por definição, vai estar presente em qualquer procedimento e, por isto mesmo, normas universais de biossegurança são elaboradas. Diferentemente da preferência atual pelos cuidados universais, o cirurgião em questão optou por cuidados específicos, o que é uma outra tendência, ao lançar mão de uma triagem sorológica. O resultado negativo não lhe daria a segurança desejada, pois em um período de janela imunológica a infecção existente ainda não estaria sendo revelada pela presença de anticorpos. Não haveria qualquer empecilho ético ou legal se alguns princípios estivessem resguardados, e sobre estes nos reportamos ao Parecer nº 11/92, de 14/2/92, do Conselho Federal de Medicina:
  1. O exame deve ser voluntário, após informações completas e adequadas ao paciente quanto à sua finalidade.
  2. O paciente que se recusar a ser testado não deve ter prejuízos em sua assistência em decorrência de sua decisão
  3. Os pacientes positivos deverão ter garantias de sigilo em relação ao resultado e de manutenção de todos os seus direitos em relação à assistência oferecida pela instituição, sem prejuízo na qualidade de seu atendimento.
2) O Conselho Regional de Medicina pode punir o medico? Conforme qual princípio?
Pode punir, sim.
Não é à toa que o novo Código de Ética Médica, contendo normas a serem observadas por todos os médicos e centrando a ética no paciente, aponta entre seus princípios fundamentais ser a medicina uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e deve ser exercida sem discriminação de qualquer natureza (art. 1º).
Ao ampliar o capítulo consagrado aos direitos humanos, o Código de Ética Médica enfatiza a proibição da discriminação de qualquer forma ou sob qualquer pretexto (art. 47).
aparente colidência dessas disposições com o contido no artigo 58 do mesmo Código de Ética. Ali se estabelece ser vedado ao médico ”deixar de atender paciente que procure seus cuidados profissionais em caso de urgência, quando não haja outro médico ou serviço médico em condições de fazê-lo”. Interpretando essa disposição isoladamente e a contrario sensu, teremos que o médico, salvo caso de urgência, pode recusar quem quiser, pelo motivo que quiser. Ou seja, do ponto de visto de deixar de prestar a cirurgia não tem suporte para punição.
Contudo, ele pode ser punido para discriminação. O médico não pode discriminar, mas também não deve tolerar discriminação por questões de religião, sexo, nacionalidade, cor, opção sexual, opinião política ou de qualquer outra natureza (art. 20 do Código de Ética).
Os direitos do médico, porque estabelecidos para evitar a contaminação da profissão com qualquer vínculo que a afaste de seus princípios fundamentais, devem ser pensados antes como poderes- deveres, como normas éticas, do que propriamente como direitos do médico. Tanto assim é que deles não pode abrir mão o profissional da medicina, sob pena de cometer grave violação de dever fundamental (art. 8º do Código de Ética).

3. É justificado o pedido da paciente que o medico fizesse, também, o exame?

Não é justificada, também.
A solicitação ”revanchista” da paciente para que o médico também lhe revelasse a sorologia para o HIV se contrapõe ao direito do médico - o mesmo de qualquer outra pessoa - à confidencialidade.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.23)




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