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CRESCIMENTO INTRA – UTERINO (ÁREA DE PEDIATRIA)

As mais importantes e interessantes mudanças no crescimento e desenvolvimento aconteçam antes do parto. A transformação do ovo fertilizado em embrião, e feto, a gênese do sistema nervoso, as transformações psicológicas dos pais durante a gestação – com tantas modificações muitas coisas podem dar errado.

O crescimento, do ponto de vista biológico, refere-se à alteração da forma, tamanho e funções celulares. Teoricamente, ele deve ser estudado desde o momento da fecundação do óvulo até a velhice, pois o crescimento celular ocorre durante toda a vida de um indivíduo.

OBJETIVA: (950342 votos)..........93.92% das questões objetivas receberam votos.
Paciente do sexo masculino, 5 anos de idade, previamente saudável, foi encontrado submerso em uma piscina residencial. Estima-se que o tempo de submersão foi entre 5 a 10 minutos. Quando retirado da água, apresentava-se em apneia e sem pulso. Na chegada da equipe de emergência, a criança estava inconsciente, cianótica, em parada cardiorrespiratória. Foram iniciadas de imediato manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), com ventilação boca-a-boca e compressões torácicas. Após aproximadamente 20 minutos de suporte avançado de vida, incluindo desfibrilação por fibrilação ventricular, o retorno da circulação espontânea (RCE) foi obtido. Sobre o caso relatado é CORRETA a afirmação:
A. o quadro caracteriza um afogamento de sexto grau
B. há chances de sobrevivência de 44%
C. como a circulação espontânea voltou em menos de 30 minutos ha chances de não apresentar lesões cerebrais
D. é contraindicado o uso de adrenalina no atendimento local
E. a restrição hídrica e o uso de diuréticos são imprescindíveis ainda durante o transporte para o hospital

  RATING: 3.14

Paciente do sexo masculino, 5 anos de idade, previamente saudável, foi encontrado submerso em uma piscina residencial. Estima-se que o tempo de submersão foi entre 5 a 10 minutos. Quando retirado da água, apresentava-se em apneia e sem pulso. Na chegada da equipe de emergência, a criança estava inconsciente, cianótica, em parada cardiorrespiratória. Foram iniciadas de imediato manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), com ventilação boca-a-boca e compressões torácicas. Após aproximadamente 20 minutos de suporte avançado de vida, incluindo desfibrilação por fibrilação ventricular, o retorno da circulação espontânea (RCE) foi obtido. Sobre o caso relatado é CORRETA a afirmação:

A. o quadro caracteriza um afogamento de sexto grau
CORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. há chances de sobrevivência de 44%
INCORRETO : Apneia sem pulso carotideo palpável sugere afogamento de VI° grau. Neste caso, a MORTALIDADE é de 93%, o prognóstico é bem sombrio
C. como a circulação espontânea voltou em menos de 30 minutos ha chances de não apresentar lesões cerebrais
INCORRETO : nada a ver - convulsões (15%), edema cerebral (30 a 44% – diagnóstico clínico) e encefalopatia anóxica (20%) aumentam muito a chance de ter lesão cerebral irreversível
D. é contraindicado o uso de adrenalina no atendimento local
INCORRETO : O uso da adrenalina no afogamento ainda é assunto controverso. Alguns advogam ser maléfico, outros que nenhuma vantagem neurológica existe com o seu uso. Entretanto, alguns trabalhos mostram excelente resultado prognóstico. Recomenda-se, por isso, seu uso após três minutos de parada cardiorrespiratória (PCR), com primeira dose de 0,01 mg/kg iv e 0,1mg/kg a cada três minutos de PCR. Esta alta dose de adrenalina a partir da segunda tomada é considerada classe II a para crianças e classe II b em adultos para casos gerais de PCR. O uso de “megadoses” de adrenalina aumenta a eficácia da ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e o sucesso na restauração do pulso arterial, embora nenhum benefício sobre a função neurológica tenha sido comprovado até o momento.
E. a restrição hídrica e o uso de diuréticos são imprescindíveis ainda durante o transporte para o hospital
INCORRETO : É contra-indicada a terapêutica que preconiza restrição hídrica e o uso de diuréticos no paciente com edema pulmonar não cardiogênico. A terapia por desidratação aumenta a hipovolemia que pode ocorrer no afogamento grave, reduzindo o débito cardíaco, a perfusão tecidual e o transporte de oxigênio, podendo agravar a já existente lesão hipóxica cerebral.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.14)

DISCURSIVA: (173300 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)


RATING: 3.02

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal?
A adrenalina é indicada se a frequência cardíaca do bebê permanecer abaixo de 60 bpm (0,025 p) após:
• Pelo menos 30 segundos de ventilação (0,025 p) com pressão positiva (VPP) (0,025 p) que infla os pulmões (0,025 p) , o que é evidenciado por movimento do tórax (0,025 p) ;
• Outros 60 segundos de massagem cardíaca (0,025 p) acompanhada de VPP (0,025 p) com oxigênio a 100%. (0,025 p)

(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal.
Recomendações em relação ao emprego da adrenalina:
a. Concentração: 1:10.000 (0,1 mg/mL) (0,025 p)
b. Via:
Endovenosa (preferível) (0,025 p) ou intraóssea (0,025 p)
c. Dose: Endovenosa/Intraóssea = 0,1 - 0,3 mL/kg (0,025 p) . Pode ser repetida a cada 3-5 minutos. (0,025 p)
Considerar uma dose mais elevada (0,5 - 1,0 mL/kg) SOMENTE para a via endotraqueal. (0,025 p)
d. Velocidade: rapidamente (0,025 p)

(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal?
A administração de expansor de volume está indicada se o recém-nascido não está respondendo aos passos da reanimação (0,025 p) E existem sinais de choque (0,025 p) ou história de perda aguda de volume sanguíneo (0,025 p) .

(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal?
Se a ausência de frequência cardíaca é confirmada depois de 10 minutos de reanimação (0,025 p) , é razoável interromper os esforços de reanimação. Entretanto, a decisão de prosseguir com a reanimação ou interrompê-la deve ser individualizada. (0,025 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (200714 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente: Homem, 68 anos, agricultor, pele clara, fototipo I-II, com história de queimadura térmica acidental na parede abdominal inferior há 15 anos, que cicatrizou com formação de úlcera crônica recorrente. Apresenta lesão ulcerovegetante de 4,5 cm na cicatriz, com bordas elevadas, base granulosa sangrante ao toque, infiltração palpável longitudinal maior que o visível, evolução de 8 meses, sem linfonodos palpáveis ou sintomas sistêmicos. Nega tabagismo atual, mas relata exposição solar crônica ocupacional.

I. Qual a suspeita diagnóstica principal? ............................... Total parcial I: 0,20 p
II. Qual a possível causa etiológica principal da doença diagnosticada? .......................... Total parcial II: 0,20 p
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ..................... Total parcial III: 0,10 p
IV. Qual o tratamento de eleição? .................. Total parcial IV: 0,10 p





RATING: 2.97

Resposta I – Suspeita Diagnóstica Principal (Carcinoma de Células Escamosas – CEC / Carcinoma Espinocelular)

  • Lesão ulcerovegetante em cicatriz crônica de queimadura na parede abdominal, com crescimento acelerado em semestres e infiltração longitudinal palpável maior que o visível, altamente sugestiva de CEC (0,08 p).
  • Origem em pele previamente alterada por processo patológico crônico (úlcera de Marjolin), padrão clássico do CEC (0,07 p).
  • Ausência de bordas peroladas translúcidas e crescimento lento exclui carcinoma basocelular como principal hipótese (0,05 p).


Resposta II – Possível Causa Etiológica Principal

  • Cicatriz antiga de queimadura (úlcera de Marjolin) é lesão precursora clássica do CEC, com risco de malignização de 17% (0,10 p).
  • Exposição solar crônica cumulativa (radiação UVB) atua como fator etiológico direto, promovendo danos no DNA dos queratinócitos basais e supressão da vigilância imune cutânea (0,08 p).
  • Imunossupressão relativa por idade avançada e trauma repetitivo crônico favorece progressão de clone iniciado (0,02 p).


Resposta III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico

  • Biópsia excisional ou incisional precoce é o exame de escolha, obrigatória em lesão ceratósica de crescimento progressivo em adulto, permitindo diagnóstico histológico preciso e exclusão de ceratoacantoma ou hiperplasia pseudocarcinomatosa (0,05 p).
  • Histopatologia revela proliferação desordenada de células epiteliais em ninhos compactos ou cordões infiltrativos, com pérolas córneas e grau de diferenciação pela classificação de Broders (0,05 p).


Resposta IV – Tratamento de Eleição

  • Cirurgia excisional com margens histológicas livres (4-6 mm para lesões de baixo risco) é a abordagem terapêutica de eleição, alcançando taxas de cura >95% em estágios iniciais (0,05 p).
  • Evitar curetagem isolada; eletrodissecção combinada com curetagem pode ser usada apenas em lesões pequenas ≤10 mm (0,03 p).
  • Em lesão única na parede abdominal sem linfonodos acometidos, não há indicação inicial de esvaziamento ganglionar ou adjuvantes (0,02 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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