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O TRATAMENTO DO CHOQUE SEPTICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Esse choque apresenta uma característica muito interessante - depende da resposta do hospedeiro. Em muitos casos, o que mata não é o próprio agente patógeno, mas sim a reação fisiológica - ás vezes exagerada - do próprio organismo.
O que é muito importante aqui? Primeiro, identificar precoce o choque séptico - pois a identificação já significa intervenção: inicio da ressuscitação - precisamente, o suporte hemodinâmico para manter a transferência de O2 Já com essa medida corretamente instituída é suficiente para prevenir o desenvolvimento de falência de órgãos de vários sistemas e uma PCR e assim, reduzir a morbidade e a mortalidade pediátrica.
Segundo, pensar imediatamente que as alterações clínicas, hemodinâmicas e metabólicas observadas no choque séptico tem como base dum lado a própria infecção e do outro a liberação ou ativação de mediadores inflamatórios.

OBJETIVA: (1021070 votos)..........97.03% das questões objetivas receberam votos.
A síndrome hemolítico-urêmica é caracterizada por:
A. hematuria, edema e hipertensão
B. hematúria, função renal normal e proteinúria menor do que 1g/24h
C. anemia hemolítica microangiopática, trombocitopenia e uremia
D. hemorragia pulmonar e glomerulonefrite associada a anticorpos comumente direcionados para epítopos específicos do colágeno tipo IV
E. hematúria microscópica assintomática, déficits auditivos e alterações oculares

  RATING: 2.75

A síndrome hemolítico-urêmica é caracterizada por:

A. hematuria, edema e hipertensão
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. hematúria, função renal normal e proteinúria menor do que 1g/24h
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. anemia hemolítica microangiopática, trombocitopenia e uremia
CORRETO : A síndrome hemolítico-urêmica (SHU) é a causa mais comum de insuficiência renal aguda em crianças pequenas e é caracterizada por anemia hemolítica microangiopática, trombocitopenia e uremia.
D. hemorragia pulmonar e glomerulonefrite associada a anticorpos comumente direcionados para epítopos específicos do colágeno tipo IV
INCORRETO : o síndrome de Goodpasture tem estas caracteristicas
E. hematúria microscópica assintomática, déficits auditivos e alterações oculares
INCORRETO : hematúria microscópica assintomática, déficits auditivos e alterações oculares são caracteristicas do síndrome de Alport

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.75)

DISCURSIVA: (177482 votos) ..........98.78% das questões discursivas receberam votos.
As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um


RATING: 2.98

As anormalidades no desenvolvimento do esterno levam a quatro tipos de fissuras esternais. Enumeram esses defeitos e expliquem a significãncia de cada um

Tipos de fissuras esternais:

ECTOPIA CORDIS CERVICAL

Os defeitos esternais superiores (ectopia corais cervical) estão associados a um defeito amplo que se estende até a quarta cartilagem costal em uma aparência em U ou em V. O reparo envolve a união das bandas esternais na linha média após a realização de condrotomias oblíquas para proporcionar uma cobertura protetora ao coração e aos grandes vasos.

Em casos graves, é necessária a reconstrução do defeito com material prostético (p. ex., tela de Marlex) para evitar uma compressão excessiva do coração, o que levaria a uma bradi-cardia, ou hipotensão. (0,2 p)

ECTOPIA CORDIS TORÁCICA 

As fissuras completas (ectopia corais torácica) são mais extensas e frequentemente associadas a um defeito diafragmático anterior em forma crescêntica e diásta-se dos retos, o que resulta em uma comunicação livre entre as cavidades peritoneais e pericárdicas. (0,1 p)

ECTOPIA CORDIS TORACOABDOMINAL 

As fissuras esternais distais (ectopia corais toracoabdominal) são os defeitos mais extensos e estão associados à pentalogia de Cantrell. Este grupo de anomalias é caracterizado por fissura distai no esterno, onfalocele, fenda diafragmática, defeito pericárdico e doença cardíaca congénita (comunicação interventricular, tetralogia de Fallot) (0,1 p)

ESTERNO BÍFIDO 

O esterno bífido é a anomalia menos grave do esterno e pode estar associada a hemangiomas faciais. (0,1 p)

FONTE:

PLTAFORMA MISODOR: PAREDE TORACICA E PLEURA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (206839 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.

VAF, masculino, 12 anos de idade, foi admitido no setor de emergência com dor abdominal tipo cólica, inicialmente no epigástrio e posterior localização na fossa ilíaca direita. Não houve alteração do hábito intestinal, nem vômitos ou aumento da temperatura corpórea. Fez uso de analgésico e antitérmico.

Apesar de não ter sido questionado durante a anamnese, não foi relatada pelo paciente a presença de prurido anal.

Apresentava-se, à internação hospitalar, com hidratação adequada, mucosas normocrômicas e eupneia. A frequência cardíaca era de 92 batimentos/minuto e a pressão arterial sistêmica de 110/80 mmHg. O abdômen exibia contratura involuntária da musculatura sobre a fossa ilíaca direita, com dor à palpação profunda e à descompressão (sinal de Blumberg positivo), sugerindo irritação peritoneal. Os exames laboratoriais dignos de nota foram: contagem de leucócitos global de 17.800 células/mm3 com 13% de bastonetes e exame de urina normal.

Questiona-se:

(I) Qual é a principal suspeita diagnostica? 0,1 pontos

(II) Qual a causa fisiopatológica mais frequente implicada na etiologia? 0,1 pontos

(III - a) Qual é a complicação mais frequente e mais letal? 0,1 pontos

(III - b) Quais são os principais sinais desta complicação? 0,2 pontos




RATING: 3.26

(I) Qual é a principal suspeita diagnostica?

Dor abdominal tipo cólica, inicialmente no epigástrio e posterior localização na fossa ilíaca direita justifica a suspeita de apendicite aguda. 0,1 p

(II) Qual a causa fisiopatológica mais frequente implicada na etiologia?

Acredita-se que a obstrução do lúmen seja a maior causa de apendicite aguda. sendo pouco frequente a sua relação com a torção da artéria apendicular, tumores, bloqueio por cálculo biliar e helmintíases 0,1 p

(IIIa) Qual é a complicação mais frequente e mais letal?

(IIIb) Quais são os principais sinais desta complicação?

Apendicite perfurada, em todo o mundo, é a principal causa cirúrgica geral de morte. 0,1 p

Caso o apêndice perfure:

  • a dor abdominal torna-se intensa e mais difusa (0,04 p)
  • o espasmo muscular abdominal aumenta, produzindo rigidez (0,04 p)
  • a dor pode melhorar um pouco por causa de alívio da distensão visceral (0,04 p)
  • frequência cardíaca aumenta (0,04 p)
  • há elevação de temperatura acima de 39° (0,04 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.26)




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