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PARACOCCIDIOMICOSE (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

  1. Paracoccidioidomicose: úlceras endurecidas na boca, orofaringe, laringe e nariz; gânglios linfáticos pequenos dando saída a secreções; lesões de pele e genitália; tosse produtiva, perda ponderal, dispnéia e febre.
  2. A infecção pode ocorrer na área urbana; A doença pode acometer o SNC; A base do tratamento são sulfas; As recidivas estão mais relacionadas a não-aderência ao tratamento.
  3. A lesão dermatológica da paracoccidioidomicose localiza-se mais freqüentemente na: face.
  4. a forma cronica e muito mais frequente que aquela aguda
  5. Histologicamente é uma doença GRANULOMATOSA.
  6. Achados laboratoriais da paracoccidioidomicose: anemia, eosinofilia, hipoalbuminemia, hipergamaglobulinemia.
  7. O teste intradérmico com paracoccidioidina não tem importância nos inquéritos epidemiológicos.

OBJETIVA: (1427399 votos)..........96.22% das questões objetivas receberam votos.
Qual destes sintomas é comum em crianças com estrabismo ligado ao uso de telas?
A. Confusão de imagens
B. Lacrimejamento
C. Olho vermelho
D. Apraxia motora
E. Diplopia

  RATING: 3.03

Qual destes sintomas é comum em crianças com estrabismo ligado ao uso de telas?

A. Confusão de imagens
INCORRETO: Este termo não é comumente usado para descrever um sintoma específico relacionado ao estrabismo. O estrabismo pode sim levar a confusão na interpretação visual, mas especificamente através de diplopia (visão dupla) ou supressão de uma imagem para evitar diplopia, não sendo 'confusão de imagens' um termo técnico.
B. Lacrimejamento
INCORRETO : É um sintoma comum de várias condições oculares, incluindo fadiga ocular, que pode ser exacerbada pelo uso prolongado de telas. O lacrimejamento pode ocorrer como um mecanismo de defesa do olho contra esforços excessivos. Entretanto, embora o uso de telas possa exacerbar o desconforto ocular, o lacrimejamento por si só não é diretamente indicativo de estrabismo.
C. Olho vermelho
INCORRETO : Olhos vermelhos podem resultar de fadiga ocular, excesso de uso de telas ou irritação, mas não são um sintoma típico associado diretamente ao estrabismo. O estrabismo está mais relacionado ao alinhamento dos olhos do que à aparência do olho em termos de coloração.
D. Apraxia motora
INCORRETO : Esta condição refere-se a uma dificuldade em planejar e realizar movimentos motores apesar de uma capacidade física normal. Apraxia motora não está associada ao estrabismo ou ao uso de telas, tornando esta alternativa incorreta.
E. Diplopia
CORRETO : Este termo refere-se à visão dupla, que é um sintoma clássico de estrabismo. Quando os olhos não estão alinhados corretamente, podem enviar imagens diferentes para o cérebro, resultando em visão dupla. No contexto de uso de telas, a tentativa de alinhar os olhos enquanto se foca intensamente pode exacerbar o desalinhamento, levando à diplopia. Portanto, essa é a alternativa correta.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

DISCURSIVA: (199558 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Cite 5 indicações de neuroimagem em uma criança com cefaleia. (0,5 pontos)



RATING: 2.82

Cite 5 indicações de neuroimagem em uma criança com cefaleia. (0,5 pontos)

As cinco indicações clássicas de neuroimagem (preferencialmente RM, salvo instabilidade ou suspeita de hemorragia, quando a TC sem contraste é mais rápida) em criança com cefaleia são:

  1. Exame neurológico anormal (0,14 p): déficit focal, ataxia, paralisia de nervo craniano, papiledema ou rebaixamento de consciência. É o preditor mais forte de lesão estrutural; quase todas as crianças com tumor têm alguma alteração no exame no momento do diagnóstico.
  2. Sinais de hipertensão intracraniana (0,12 p): cefaleia que acorda do sono, vômitos matinais em jato, piora ao deitar ou ao Valsalva, papiledema. Levanta a hipótese de massa, hidrocefalia ou hipertensão intracraniana idiopática.
  3. Início súbito de forte intensidade (0,10 p): “pior dor da vida”, thunderclap, máxima em minutos. Exige afastar hemorragia, dissecção ou trombose venosa; aqui a TC pode ser o primeiro exame.
  4. Padrão progressivo ou mudança do tipo habitual da dor (0,08 p): aumento de frequência/intensidade em semanas ou cefaleia que “não é mais a de sempre”. Sugere processo expansivo em evolução.
  5. Convulsão associada à cefaleia (0,06 p): crise nova, sobretudo focal, fora do contexto de convulsão febril simples. Indica imagem para excluir lesão irritativa.


FONTE:

PLATAFORMA MISODOR - CEFALEIAS NA INFÂNCIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.82)

CASO CLINICO: (231751 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um homem de 55 anos apresentou um episódio de hematoquezia há uma semana. Seu exame proctológico foi normal. Solicitada sigmoidoscopia flexível que identificou lesão em sigmóide. A seguir programou-se colonoscopia. A única anormalidade encontrada está exposta na figura abaixo:

a) Qual o diagnóstico macroscópico da lesão? (0,1 pontos)
b) Esta lesão pode ser pré-maligna? Caso sua resposta seja SIM, justifique. (0,2 pontos)
c) Qual o tratamento de escolha da lesão? (0,1 pontos)
d) Qual o acompanhamento a longo prazo que você recomendaria para este paciente? (0,1 pontos)


RATING: 3.26

a) Qual o diagnóstico macroscópico da lesão?
Pólipo colônico. (0,1 p)
b) Esta lesão pode ser pré-maligna? Caso sua resposta seja SIM, justifique.
Sim (0,1 p), em se tratando de adenoma colônico(0,1 p).
c) Qual o tratamento de escolha da lesão?
Polipectomia endoscópica.(0,1 p)
d) Qual o acompanhamento a longo prazo que você recomendaria para este paciente?
Nova colonoscopia em 3 anos.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.26)




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