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PARACOCCIDIOMICOSE (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

  1. Paracoccidioidomicoseúlceras endurecidas na boca, orofaringe, laringe e nariz; gânglios linfáticos pequenos dando saída a secreções; lesões de pele e genitália; tosse produtiva, perda ponderal, dispnéia e febre.
  2. A infecção pode ocorrer na área urbana; A doença pode acometer o SNC; A base do tratamento são sulfas; As recidivas estão mais relacionadas a não-aderência ao tratamento.
  3. A lesão dermatológica da paracoccidioidomicose localiza-se mais freqüentemente na: face.
  4. a forma cronica e muito mais frequente que aquela aguda
  5. Histologicamente é uma doença GRANULOMATOSA.
  6. Achados laboratoriais da paracoccidioidomicose: anemia, eosinofilia, hipoalbuminemia, hipergamaglobulinemia.
  7. O teste intradérmico com paracoccidioidina não tem importância nos inquéritos epidemiológicos.

OBJETIVA: (932686 votos)..........94.35% das questões objetivas receberam votos.
As plaquetas são estruturas ativas. Elas têm meia-vida no sangue de:
A. 6-12 semanas
B. 48 horas
C. 8-12 dias
D. entre 1 e 3 dias
E. várias semanas

  RATING: 2.65

As plaquetas são estruturas ativas. Elas têm meia-vida no sangue de:

A. 6-12 semanas
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. 48 horas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. 8-12 dias
CORRETO : Ela tem meia-vida no sangue de 8 a 12 dias, de modo que seus processos funcionais têm duração de várias semanas; então, as plaquetas são retiradas da circulação principalmente por meio dos macrófagos.
D. entre 1 e 3 dias
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. várias semanas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.65)

DISCURSIVA: (169107 votos) ..........96.73% das questões discursivas receberam votos.
O resultado da gasometria abaixo é compatível com que quadro clínico? Justifique.

(A) Um paciente diabético em coma hiperglicêmico
(B) Paciente com overdose de opióide

  • pH: 7,0
  • [HCO3‐]real: 29,5 mEql/l
  • pCO2: 80 mmHg
  • [HCO3‐]standard: 24 mEql/l
  • BE.: ‐1


RATING: 3

O resultado da gasometria abaixo é compatível com que quadro clínico? Justifique.

(A) Um paciente diabético em coma hiperglicêmico
(B) Paciente com overdose de opióide

  • pH: 7,0
  • [HCO3‐]real: 29,5 mEql/l
  • pCO2: 80 mmHg
  • [HCO3‐]standard: 24 mEql/l
  • BE.: ‐1

ETAPA I: é acidose ou alcalose? 

E acidose (o pH e 7,0 < 7,44) (0,02 p)

ETAPA II: é respiratoria ou metabolica?

Vamos considerar o CO2 versus o HCO3 (0,02 p). Quém é mais modificado (0,02 p)? Com certeza, o CO2 (0,02 p), ou seja, temos uma ACIDOSE RESPIRATORIA (0,02 p).

ETAPA III: É uma acidose respiratória AGUDA ou CRÔNICA?

Vamos ver, então, pACO2 subiu com 38 mm Hg (0,02 p), enquanto o pH caiu com 0,44 (0,02 p).  Ou seja, para cada mm Hg de CO2 o pH caiu com 0,01 (0,02 p). Ou seja, é um disturbio crônico (0,02 p), o organismo teve tempo de copmpensar esta acidemia com aumento de HCO3 (0,02 p)

Causas mais frequentes de acidose respiratoria:

Causa mai frequente: HIPOVENTILAÇÃO (0,02 p)

Depressão SNC (opiodes  (0,02 p)- inibem o centru respíratorio (0,02 p), com bradipneia, retenção CO2) (0,02 p) - (RESPOSTA CORRETA B Paciente com overdose de opioide) (0,02 p)
  • Pneumotorax (a respiração não pode ser eficiente por causa do colapso) (0,02 p)
  • Doenças pulmonares (pneumonia muito extensa) (0,02 p)
  • Doenças musculo-esqueleticas: (0,02 p)
  • Cifoescoliose - normalmente cronica (0,02 p)
  • Guillain Barré - normalmente aguda (0,02 p)
  • Miasthenia gravis - cronica tambem (0,02 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (196004 votos)..........96.74% dos casos clinicos receberam votos.
Um Sr. de 68a, natural e procedente de Petrolina-PE, procura o serviço médico por dificuldade para deglutir há 3 anos. Inicialmente com alimentos sólidos, agora também tem dificuldades na ingestão de líquidos. A noite, nota alimentos deglutidos no jantar refluírem à boca. Teve um episódio de pneumonia há quatro meses. Refere perda de 8kg no período. Ex-tabagista, agricultor aposentado, portador de hipertensão arterial leve controlada com diuréticos, nega internações e intervenções cirúrgicas prévias.
1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica? - 0,1 pontos
2) Dos exames abaixo, quel é o MENOS util para o diagnóstico? - 0,1 pontos

a) Radiografia contrastada do esôfago
b) Endoscopia digestiva alta
c) Manometria esofágica
d) pHmetria esofágica
e) Tomografia computadorizada do tórax

3) O paciente realizou o exame abaixo. Quais são os achados radiológicos? - 0,3 pontos




RATING: 3.02

1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica?
Megaesôfago chagásico.(0,1 p)
DISCUSSÃO: O principal sintoma que o paciente apresenta é a disfagia. Dentre as principais causas de disfagia, poderíamos citar:

  • neoplasias malignas
  • megaesôfago
  • estenoses pépticas

Como causas mais raras, haveriam

  • os tumores benignos
  • outras doenças motoras
  • Síndrome de Plummer-Vinson
  • a disfagia lusória

Associadamente, o paciente tem regurgitação, história sugestiva de broncoaspiração e perda lenta de peso. Não há história prévia de sintomas pépticos que indique DRGE grave, nem perda acentuada de peso ou hemorragia que sugiram a neoplasia como principais hipóteses.
Assim, pelo caráter lento de aparecimento e pela procedência do paciente, o mais provável é que haja megaesôfago chagásico.
2) Dos exames abaixo, qual é o MENOS útil para o diagnóstico? (0,1 p)
A ph-metria (variante D)
DISCUSSÃO: Os primeiros exames a serem solicitados na suspeita de disfagia são a radiografia contrastada de esôfago e a endoscopia digestiva alta, geralmente nesta ordem.

  • A primeira nos dá uma correta idéia da forma do esôfago, da presença de alterações anatômicas, do esvaziamento do contraste, sendo útil em todas os casos de disfagia.
  • A segunda tem papel primordial nas estenoses orgânicas, em que o exame anátomo-patológico é obrigatório, além de ser o que melhor avalia a mucosa esofágica.
  • A manometria esofágica é o exame que confirma as alterações funcionais motoras do esôfago, tendo achados característicos para cada uma das doenças, incluindo o megaesôfago.
  • A tomografia computadorizada é útil para o estadiamento das neoplasias, identificação de massas esofágicas e para-esofágicas, nem sempre visualizadas por outros métodos.
  • A ph-metria é utilizada para o estudo do refluxo gastroesofágico e, mesmo nos casos de disfagia por estenose péptica, não é capaz de trazer nenhuma informação objetiva acerca da causa da disfagia ou da presença de estenose.
3) Quais são os achados radiológicos?
O esofagograma mostra achados sugestivos de megaesôfago (0,05 p), como dilatação esofágica (0,05 p), presença de resíduos alimentares (0,05 p), nível hidroaéreo no esôfago (0,05 p), ausência de bulha gástrica (0,05 p) e presença de ondas terciárias na porção inferior à esquerda do esôfago. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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