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DIARREIA E DESIDRATAÇÃO AGUDA NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A doença diarreica aguda é uma das principais causas de morbidade e mortalidade infantil nos países em desenvolvimento (precisamente, é a segunda causa de mortalidade, sobretudo nos países emergentes) e um dos fatores que mais contribui para o agravamento do estado nutricional das crianças.
Estima-se que a cada ano em todo o mundo, um bilhão de crianças padeça dessa enfermidade com uma mortalidade em torno de quatro a cinco milhões de casos. Num país em desenvolvimento, crianças menores de 5 anos podem apresentar de três a cinco episódios diarreicos por ano.
Por ser uma doença autolimitada e de manejo relativamente simples, a correta identificação do tratamento hídrico necessário e a manutenção da dieta habitual da criança, poderão evitar mortes e reduzir a morbidade pela doença enquanto se aguarda que a melhoria das condições socioeconômicas das populações possa diminuir a incidência da diarréia infantil.

OBJETIVA: (1479469 votos)..........97.11% das questões objetivas receberam votos.
Paciente aposentado, estava cortando cana (camisa de mangas compridas) na residência em São Pedro de Alcântara, zona rural quando uma aranha pulou em seu ombro e “veio caminhando” pelo braço direito até o dorso da mão, onde picou em “cima da veia” (sangrou no momento).Sentiu dor intensa no momento. Relata que a aranha estava cheia de filhotes em seu abdômen e que sumiu na grama, depois de sacudir o braço. Paciente evoluiu com agitação, ansiedade, PA: 200 x 110 mmHg, FC: 64 bpm, FR: 36 rpm, dificuldade respiratória, parestesia, presença de hiperemia, edema e dor irradiada.
Pela descrição, o acidente parece provocado por:
A. aranha marrom (Loxosceles)
B. aranha de jardim (Lycosia)
C. aranha caranguejeira (Vitaflus sorocabac)
D. aranha armadeira (Phoneutria)
E. aranha 'viuva negra' (Latrodectus)

  RATING: 2.95

Paciente aposentado, estava cortando cana (camisa de mangas compridas) na residência em São Pedro de Alcântara, zona rural quando uma aranha pulou em seu ombro e “veio caminhando” pelo braço direito até o dorso da mão, onde picou em “cima da veia” (sangrou no momento).Sentiu dor intensa no momento. Relata que a aranha estava cheia de filhotes em seu abdômen e que sumiu na grama, depois de sacudir o braço. Paciente evoluiu com agitação, ansiedade, PA: 200 x 110 mmHg, FC: 64 bpm, FR: 36 rpm, dificuldade respiratória, parestesia, presença de hiperemia, edema e dor irradiada.
Pela descrição, o acidente parece provocado por:

A. aranha marrom (Loxosceles)
INCORRETO: Loxosceles - conhecidas popularmente como aranhas-marrons, constroem teias irregulares em fendas de barrancos, sob cascas de árvores, telhas e tijolos empilhados, atrás de quadros e móveis, cantos de parede, sempre ao abrigo da luz direta. Podem atingir 1 cm de corpo e até 3 cm de envergadura de pernas. Não são aranhas agressivas, picando apenas quando comprimidas contra o corpo. No interior de domicílios, ao se refugiar em vestimentas, acabam provocando acidentes.
B. aranha de jardim (Lycosia)
INCORRETO : Aranhas da família Lycosidae são conhecidas como aranha-de-grama ou aranha-de-jardim. Os acidentes, apesar de freqüentes, não constituem problema de saúde pública. São aranhas errantes, não constroem teia e freqüentemente são encontradas em gramados e jardins. Podem variar de tamanho, sendo que as maiores atingem até 3 cm de corpo por 5 cm de envergadura de pernas.
C. aranha caranguejeira (Vitaflus sorocabac)
INCORRETO : Aranhas caranguejeiras apresentam uma grande variedade de colorido e de tamanho, desde alguns milímetros até 20 cm de envergadura de pernas. Algumas são muito pilosas. Os acidentes são destituídos de importância médica, sendo conhecida a irritação ocasionada na pele e mucosas por causa dos pêlos urticantes que algumas espécies liberam como forma de defesa.
D. aranha armadeira (Phoneutria)
CORRETO : Phoneutria são conhecidas popularmente como aranhas armadeiras, em razão do fato de, ao assumirem comportamento de defesa, apóiam-se nas pernas traseiras, erguem as dianteiras e os palpos, abrem as quelíceras, tomando bem visíveis os ferrões, e procuram picar. Podem atingir de 3 cm a 4 cm de corpo e até 15 cm de envergadura de pernas. Não constroem teia geométrica, sendo animais errantes que caçam principalmente à noite. Os acidentes ocorrem freqüentemente dentro das residências e nas suas proximidades, ao se manusearem material de construção, entulhos, lenha ou calçando sapatos.
E. aranha 'viuva negra' (Latrodectus)
INCORRETO : Latrodectus são conhecidas popularmente como viúvas-negras. As fêmeas são pequenas e de abdome globular, apresentando no ventre um desenho característico em forma de ampulheta. Constroem teias irregulares entre vegetações arbustivas e gramíneas, podendo também apresentar hábitos domiciliares e peridomiciliares. Os acidentes ocorrem normalmente quando são comprimidas contra o corpo. As fêmeas apresentam o corpo com aproximadamente 1 cm, de comprimento e 3 cm de envergadura de pernas

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

DISCURSIVA: (202242 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

A doença de Graves constitui a principal etiologia de hipertireoidismo autoimune.

  1. Defina a doença de Graves e descreva o mecanismo imunopatogênico fundamental que a sustenta. (0,1 pontos)
  2. Identifique os principais autoanticorpos envolvidos na sua fisiopatologia e indique o papel de cada um. (0,1 pontos)
  3. Caracterize, de forma esquemática, as alterações orbitárias típicas da oftalmopatia de Graves. (0,1 pontos)
  4. Explique os princípios farmacológicos do tratamento antitireoidiano inicial e os principais efeitos adversos monitorados. (0,1 pontos)
  5. Discorra sobre as opções terapêuticas definitivas e os critérios que orientam a escolha entre elas. (0,1 pontos)




RATING: 2.98

A doença de Graves constitui a principal etiologia de hipertireoidismo autoimune.

  1. Defina a doença de Graves e descreva o mecanismo imunopatogênico fundamental que a sustenta. (0,1 pontos)
  2. Identifique os principais autoanticorpos envolvidos na sua fisiopatologia e indique o papel de cada um. (0,1 pontos)
  3. Caracterize, de forma esquemática, as alterações orbitárias típicas da oftalmopatia de Graves. (0,1 pontos)
  4. Explique os princípios farmacológicos do tratamento antitireoidiano inicial e os principais efeitos adversos monitorados. (0,1 pontos)
  5. Discorra sobre as opções terapêuticas definitivas e os critérios que orientam a escolha entre elas. (0,1 pontos)


Resposta 1. A doença de Graves é uma tireoidopatia autoimune caracterizada por hipertireoidismo, oftalmopatia e, eventualmente, dermopatia. (0,04 p)
O mecanismo central é a estimulação contínua do receptor de TSH (TSHR) por autoanticorpos estimulantes (TRAb), levando à hiperprodução de T3 e T4 e à hipertrofia difusa da glândula. (0,06 p)
Resposta 2. TRAb (anticorpos anti-receptor de TSH) – agem como agonistas do TSHR, responsáveis pelo hipertireoidismo. (0,05 p)
Anticorpos anti-TPO e anti-tireoglobulina – presentes na maioria dos casos, mas de menor relevância funcional direta. (0,03 p)
Anticorpos anti-IGF-1R – envolvidos na patogenia da oftalmopatia. (0,02 p)
Resposta 3. Infiltração de linfócitos T e fibroblastos orbitários → depósito de glicosaminoglicanos → edema dos músculos extraoculares e do tecido adiposo orbitário. (0,05 p)
Resultado clínico: proptose, restrição da motilidade ocular, edema periorbitário e, em casos graves, neuropatia óptica compressiva. (0,05 p)
Resposta 4. As tionamidas (metimazol e propiltiouracil) inibem a peroxidase tireoidiana, bloqueando a organificação do iodo e a síntese de hormônios. (0,05 p)
Principais efeitos adversos monitorados: agranulocitose, hepatotoxicidade e vasculite (especialmente com PTU). (0,05 p)
Resposta 5. Opções definitivas: radioiodo (I-131) e tireoidectomia total/quase-total. (0,04 p)
A escolha depende de: gravidade da oftalmopatia (preferência por cirurgia se ativa e grave), tamanho do bócio, desejo de gravidez e preferência do paciente após falha ou recidiva do tratamento clínico. (0,06 p)


FONTE:

PLATAFORMA MISODOR - DOENÇA DE GRAVES

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (234532 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

(I) A mãe de um recém-nascido vem para a primeira consulta médica e parece muito cansada. Quais perguntas você vai fazer? (0,25 pontos)

(II) Enumeram cinco fatores de risco identificados para a síndrome de morte súbita do lactente. (0,25 pontos)




RATING: 3.28

(I) A mãe de um recém-nascido vem para a primeira consulta médica e parece muito cansada. Quais perguntas você vai fazer?
O rastreamento da depressão pós-parto é uma parte importante da consulta do recém-nascido. A maioria das mulheres experimentar alguma forma de “baby blues” durante o período pós-parto. No entanto, 10% das mulheres experimentar a verdadeira depressão. O clínico deve perguntar sobre:

  • hábitos de sono (0,05 p)
  • alimentação da mãe (0,05 p)
  • humor e emoções (0,05 p)
  • sistema de suporte disponível (0,05 p)
  • histórico de depressão (0,05 p)

(II) Enumeram cinco fatores de risco identificados para a síndrome de morte súbita do lactente. (0,05 p para cada um dos maximo 5 relatados corretamente da lista, não importando a ordem)

  • sexo masculino
  • prematuridade
  • baixo peso ao nascer,
  • afro-americano
  • índio americano/Alasca
  • uso de drogas durante a gravidez
  • dormir de bruços
  • colchões macios
  • superaquecimento
  • exposição à fumaça
  • irmão que morreu de SMSI
  • doença recente
  • 2 e 4 meses de idade
  • meses de inverno

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.28)




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