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ANEMIAS MEGALOBLASTICAS NO ADULTO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

O grupo de doenças que se reúne sob o termo Anemias Megaloblásticas caracteriza-se pela anemiação em decorrência de distúrbio na replicação do DNA.

O termo megaloblasto foi introduzido por Ehrlich, em 1879, para denominar os precursores eritróides anômalos encontrados no sangue periférico e na medula óssea dos doentes.

O principal critério diagnóstico: alterações características do processo megaloblástico nas células sangüíneas e em seus precursores, pelas avaliações hematimétrica e citológica de sangue periférico e medula óssea.

 

OBJETIVA: (1387037 votos)..........94.83% das questões objetivas receberam votos.
Há dois cenários distintos envolvendo o VZV (Varicella-Zoster Virus) no peri-parto. No primeiro, a mãe teve varicela na 14ª semana e o recém-nascido nasce com cicatrizes cutâneas em ziguezague, hipoplasia de um membro e corioretinite. No segundo, a mãe inicia o exantema vesicular 48 horas antes do parto e o recém-nascido nada apresenta ao nascer. A interpretação e a conduta imediatas corretas são:
A. Os dois cenários representam a mesma embriopatia e ambos se resolvem apenas com vacina de vírus vivo no primeiro dia de vida
B. O primeiro cenário é sífilis tardia e o segundo é impetigo; nenhum requer antiviral
C. O segundo cenário é benigno porque houve passagem de anticorpo materno suficiente, dispensando qualquer profilaxia
D. O primeiro cenário corresponde à síndrome da varicela congênita; o segundo configura alto risco de varicela neonatal grave e indica imunoglobulina específica e aciclovir, conforme a gravidade, porque não houve tempo para transferência adequada de anticorpo
E. A infecção materna no segundo trimestre nunca produz malformação, e a varicela materna no dia do parto só se trata se houver pneumonia materna

  RATING: 0

Há dois cenários distintos envolvendo o VZV (Varicella-Zoster Virus) no peri-parto. No primeiro, a mãe teve varicela na 14ª semana e o recém-nascido nasce com cicatrizes cutâneas em ziguezague, hipoplasia de um membro e corioretinite. No segundo, a mãe inicia o exantema vesicular 48 horas antes do parto e o recém-nascido nada apresenta ao nascer. A interpretação e a conduta imediatas corretas são:

A. Os dois cenários representam a mesma embriopatia e ambos se resolvem apenas com vacina de vírus vivo no primeiro dia de vida
INCORRETO: Vacina de vírus vivo é contraindicada no recém-nascido nesses contextos e os dois cenários não são biologicamente equivalentes
B. O primeiro cenário é sífilis tardia e o segundo é impetigo; nenhum requer antiviral
INCORRETO : Cicatrizes dermatomais com hipoplasia de membro e corioretinite não são sífilis, e o exantema vesicular materno peri-parto não é impetigo
C. O segundo cenário é benigno porque houve passagem de anticorpo materno suficiente, dispensando qualquer profilaxia
INCORRETO : Quando a mãe desenvolve varicela de 5 dias antes até 2 dias depois do parto, o feto recebe inóculo elevado sem tempo de receber anticorpo protetor, o que define risco de doença neonatal grave, e não curso benigno automático
D. O primeiro cenário corresponde à síndrome da varicela congênita; o segundo configura alto risco de varicela neonatal grave e indica imunoglobulina específica e aciclovir, conforme a gravidade, porque não houve tempo para transferência adequada de anticorpo
CORRETO : A infecção materna, em especial entre 8 e 20 semanas, pode produzir a síndrome da varicela congênita (cicatriz em ziguezague, hipoplasia de membro, lesão ocular e do SNC — Sistema Nervoso Central). Já a varicela materna no intervalo de 5 dias antes a 2 dias após o parto associa-se à varicela neonatal grave, situação em que se emprega imunoglobulina específica antivaricela-zóster e aciclovir
E. A infecção materna no segundo trimestre nunca produz malformação, e a varicela materna no dia do parto só se trata se houver pneumonia materna
INCORRETO : A janela do segundo trimestre é exatamente aquela em que a síndrome da varicela congênita é mais descrita, e a proximidade do exantema materno com o parto é o principal marcador de gravidade neonatal

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (194744 votos) ..........98.97% das questões discursivas receberam votos.
1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela. (0,25 pontos)
2) Descrevam a técnica de colostroterapia. (0,25 pontos)


RATING: 2.97

1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela. (0,25 pontos)
2) Descrevam a técnica de colostroterapia. (0,25 pontos)

1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela.
Consiste na instilação orofaríngea (0,05 p) de gotas de colostro fresco da própria mãe (0,05 p) para o recém-nascido 4 vezes ao dia (0,05 p) pelo mínimo de 48 horas. (0,05 p)
Utiliza-se para prevenção da enterocolite necrotizante (0,025 p) em recém nascidos com alto risco (0,0125 p)e que não podem ser alimentados com dieta enteral (0,0125 p)

2) Descrevam a técnica de colostroterapia.
Deve ser iniciada nas primeiras 4 a 6 h de vida (0,05 p), usando de 0,2 a 0,4 ml (7 a 14 gotas) (0,05 p) de colostro fresco ou refrigerado (0,05 p), administrado na orofaringe (0,05 p)a cada 2-3 h/dia, por 48 h (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (226830 votos)..........97.3% dos casos clinicos receberam votos.

Uma mulher de 28 anos observou perda de movimentação fetal com 36 semanas de gestação por datas. Não se ouviam batimentos cardíocos fetais com 40 semanas pela DUM, quando a paciente foi vista novamente. O útero media 30 cm a partir da sínfise até o fundo.

  1. O que que a amniocentese provavelmente iria revelar neste caso? - 0,2 pontos;
  2. Que teste seria valioso para realizar neste momento? - 0,1 pontos;
  3. Qual é a complicação materna mais bem reconhecida que pode ocorrer neste caso? - 0,2 pontos;



RATING: 2.88

I) O que que a amniocentese provavelmente iria revelar neste caso?

A morte fetal é bastante provável. (0,05 p). Caso a amniocentese seja realizada um líquido escuro (0,05 p) que pode ser causado por mecônio (0,05 p) ou sangramento (0,05 p).

II) Que teste seria valioso para realizar neste momento?

Na presença de morte fetal há algum tempo, a mãe pode desenvolver uma coagulopatia de consumo (0,05 p). Uma coagulograma seria o melhor teste neste momento (0,05 p).

III) Qual é a complicação materna mais bem reconhecida que pode ocorrer neste caso?

Um feto morto retido no útero por mais de 5 semanas (0,05 p) provavelmente vai provocar uma hipofibrinogenemia (0,05 p); portanto, a capacidade de coagulação materna deve ser avaliada (0,05 p), pelo menos 1 vez por semana (0,05 p). Há indicação para expulsão do feto morto.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.88)




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