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ESTENOSE E COARTAÇÃO DE AORTA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Na forma comum, se é estenose, então, é obstrução ao fluxo de saída. Precisamente, da saida do sangue do ventrículo esquerdo. Ou seja - a pressão sistólica está aumentada. O que, evidente, vai resultar num trabalho maior para o miocardio do VE e hipertrofia para compensação.

Se o ventriculo esquerdo tem uma complacência diminuida, então a pressão diastólica final também aumenta.

A forma mais associada com outras formas de doença cardíaca congênita é a estenose subvalvar (subaórtica) com uma membrana fibromuscular definida abaixo da valva aórtica. É uma forma importante de obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo.

OBJETIVA: (938136 votos)..........94.19% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 49 anos foi submetida a uma histerectomia radical e biopsia de linfonodos devida a um câncer cervical de células escamosas. No momento da cirurgia, foi posicionado um cateter suprapúbico (cistostomia). Ela se encontra na 8ª semana de pós-operatório e não é capaz de urinar. Ela também está perdendo urina durante atividade física, ao tossir e espirrar. Qual é a causa mais provável da dificuldade urinária?
A. espasmo dos músculos do assoalho pélvico
B. obstrução do fluxo urinário
C. edema pós-operatório ao redor da bexiga
D. a inervação do trato urinário inferior foi seccionada
E. hiperdistensão vesical

  RATING: 2.94

Uma mulher de 49 anos foi submetida a uma histerectomia radical e biopsia de linfonodos devida a um câncer cervical de células escamosas. No momento da cirurgia, foi posicionado um cateter suprapúbico (cistostomia). Ela se encontra na 8ª semana de pós-operatório e não é capaz de urinar. Ela também está perdendo urina durante atividade física, ao tossir e espirrar. Qual é a causa mais provável da dificuldade urinária?

A. espasmo dos músculos do assoalho pélvico
INCORRETO: Espasmos dos músculos do assoalho pélvico podem causar dificuldades na micção após cirurgias pélvicas ou mesmo infecções pélvicas, mas geralmente não persistem por 8 semanas.
B. obstrução do fluxo urinário
INCORRETO : Obstrução do fluxo pode ser observada após cirurgias de correção de incontinência.
C. edema pós-operatório ao redor da bexiga
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. a inervação do trato urinário inferior foi seccionada
CORRETO : Seção dos nervos que suprem o trato urinário inferior pode resultar em uma bexiga desnervada, atônica. Algumas mulheres podem aprender a urinar, utilizando a manobra de Valsalva ou relaxamento dos músculos do assoalho pélvico, enquanto outras podem necessitar de autocateterização intermitente estéril.
E. hiperdistensão vesical
INCORRETO : Hiperdistensão pode causar dificuldade de esvaziamento vesical, mas ela tinha um cateter posicionado.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

DISCURSIVA: (170489 votos) ..........98.08% das questões discursivas receberam votos.

O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.

  1. Quais são os principais fatores de risco etiológicos?...........0,125 p
  2. Quais as vias genéticas e moleculares centrais na transformação maligna?............0,125 p
  3. Quais as principais alterações arquiteturais e as fases de evolução tumoral na histopatologia? ................ 0,125 p
  4. Quais os elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica para prognóstico e quais as limitações dos níveis de Clark? .............0,125 p




RATING: 3.06

O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.

  1. Quais são os principais fatores de risco etiológicos?...........0,125 p
  2. Quais as vias genéticas e moleculares centrais na transformação maligna?............0,125 p
  3. Quais as principais alterações arquiteturais e as fases de evolução tumoral na histopatologia? ................ 0,125 p
  4. Quais os elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica para prognóstico e quais as limitações dos níveis de Clark? .............0,125 p


Resposta 1 (Fatores de risco etiológicos):

  • Exposição à radiação ultravioleta (UV) é o fator principal (0,03125 p).
  • Tipo de pele de alto risco: olhos azuis, cabelos loiros/ruivos, pele clara, sardas, incapacidade de bronzeamento e propensão a queimaduras solares (0,03125 p).
  • Histórico de várias queimaduras solares com bolhas e exposição solar intensa e intermitente (0,03125 p).
  • Outros: câmaras de bronzeamento (alto risco, especialmente adolescentes e mulheres jovens), condição socioeconômica elevada, história familiar, grande número de nevos (incluindo congênitos gigantes e displásicos), imunossupressão e xeroderma pigmentoso (0,03125 p).

Resposta 2 (Vias genéticas e moleculares centrais):

  • Via principal RAS-BRAF-MAPK: mutação BRAF (até 66% dos casos), especialmente BRAF-V600E, que ativa permanentemente a proteína, promovendo proliferação celular descontrolada e inibindo apoptose; mais comum em tumores avançados (fase de crescimento vertical) e metastáticos (0,03125 p).
  • Locus CDKN2A (cromossomo 9p21): codifica p16 e p14ARF (supressoras de tumor relacionadas à p53); mutações em 35% dos casos familiares ou com melanomas múltiplos; fenótipo com pigmentação densa, células não fusiformes e disseminação pagetoide; associação com síndrome melanoma-câncer de pâncreas (0,03125 p).
  • Outros genes: CDK4 (cromossomo 12q13, interage com p16, mutações raras de alta penetrância), KIT (mutado em melanomas acrais lentiginosos e de mucosas), PTEN (supressor tumoral perdido em 30% das células de melanoma, mais em lesões avançadas) (0,03125 p).
  • Padrões de mutações: isoladas (RAS) ou combinadas (PTEN + BRAF); mutações não relacionadas à espessura tumoral (exceto PTEN em fases avançadas); acúmulo sequencial de mutações induzidas por UV leva à perda de controle celular (0,03125 p).

Resposta 3 (Alterações arquiteturais e fases de evolução tumoral na histopatologia):

  • Alterações arquiteturais principais: assimetria da arquitetura geral, margens mal definidas, perda da arquitetura névica (grupos de células variáveis em tamanho e forma, grupos confluentes, células menos coesas) e migração de melanócitos atípicos para camadas superiores da epiderme (DOPA-positivas com alta atividade tirosinásica) (0,03125 p).
  • Fase inicial (crescimento radial): melanócitos limitados à epiderme e anexos (exceto casos metastáticos originados de células névicas malignas ou nevo azul de origem dérmica) (0,03125 p).
  • Fase posterior (invasão dérmica): perda de maturação dos melanócitos ao penetrar na derme, células volumosas com núcleos atípicos, hipercromáticos e nucléolos proeminentes, forma pagetoide possível, infiltrado inflamatório (linfócitos) (0,03125 p).
  • Fase de crescimento vertical: alterações citológicas mais intensas, redução na síntese de melanina (pode formar melanoma amelanótico, confirmado por imuno-histoquímica quando pigmento ausente) (0,03125 p).

Resposta 4 (Elementos do AJCC e limitações dos níveis de Clark):

  • Elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica: I. ulceração, II. índice de Breslow, III. mitoses (0,03125 p).
  • Ulceração: interrupção microscópica da superfície epitelial pelo tumor; melhor indicador de envolvimento linfonodal, redefine estágio (A para B), identifica tumores finos (<0,8 mm) como mau prognóstico quando associada a mitoses elevadas; fator independente em análises multivariadas; incluída no AJCC 2002 (0,03125 p).
  • Índice de Breslow: medida da espessura tumoral (do topo da camada granulosa ao ponto mais profundo; em ulcerados, da base da úlcera); fator prognóstico mais confiável, objetivo e independente do observador; define melanoma fino (≤0,8 mm), intermediário (0,8-4 mm) e espesso (>4 mm); quanto mais espesso, pior o prognóstico (0,03125 p).
  • Níveis de Clark: I (restritos à epiderme e anexos), II (derme papilar e interface com reticular), III (toda derme papilar), IV (derme reticular), V (panículo adiposo); limitações: interpretação subjetiva (níveis II-III-IV), dificuldade em visualizar limites derme papilar/reticular (pior em pele danificada pelo sol), variação anatômica da espessura dérmica; menos confiável que Breslow por ser subjetivo (0,03125 p).

FONTE:

MELANOMA MALIGNO - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (197410 votos)..........98.93% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente J.P., sexo masculino, 11 anos, trazido pela mãe no setor de Pronto Atendimento hospitalar,com queixa de artralgia generalizada, hematomas, petéquias e edema em membros superiores, bem como inferiores, especialmente, nos últimos, sem dor ou prurido, com cinco dias de evolução, após apresentar, há vinte dias pregressos, quadro de amigdalite aguda tratada com amoxaxilina 500 mg, em posologia a cada oito horas, por sete dias. Negava quaisquer problemas de saúde ou alergias. Os hábitos urinários, bem como intestinais não demonstravam alterações. No momento do exame, não haviam queixas respiratórias. Bom estado geral, nutrido, hidratado, corado, anictérico, acianótico, com boa perfusão capilar, afebril, sem alteração no ictus cordis, ausência de sopros, com bulhas cardíacas em dois tempos, frequência de pulso 94 batimentos/minuto, ausculta pulmonar normal, eupneico, abdome livre, sem visceromegalias ou massas, porém, com a percepção de petéquias, bem como equimoses, associadas a edema, nos membros superiores e inferiores. Nos últimos, algumas lesões apresentavam drenagem de secreção purulenta e crostas, com calor. Exames complementares: hemograma demonstrava leucocitose, 15800, com 6,5% de bastonetes, linfocitose, sem alterações dos níveis hematimétricos ou das plaquetas. A proteína C reativa apresentava no valor de 150. A função renal ou hepática ou ionograma ou bilirrubinas ou coagulograma não demonstravam alterações. Foi diagnósticada purpura de Henöch-Schönlein.

(I) Formulem 3 diagnósticos diferenciais possíveis.

(II) Qual é o mecanismo da doença?

(III) Qual a medicação especifica de primeira escolha neste caso?

(IV) Qual eventual complicação é o principal determinante prognóstico, com alta taxa de morbidade e mortalidade?




RATING: 3.03

(I) Formulem 3 diagnósticos diferenciais possíveis. (0,05 pontos para cada um dos 3 diferenciais)

  1. púrpura trombocitopênica imune
  2. lúpus eritematoso juvenil.
  3. meningococcemia
  4. glomerulonefrite pós-estreptocóccica aguda
  5. síndrome hemolítico-urêmica.

(II) Qual é o mecanismo da doença?

Apesar da sua causa ser desconhecida, é sabido que a imunoglobulina A (IgA) tem papel importante na imunopatogênese....... (0,15 p)

(III) Qual a medicação de primeira escolha neste caso?

Purpura Henöch-Schönlein é uma doença autolimitada ou seja, na maioria das vezes não necessita de tratamento específico, somente de medidas de suporte............(0,1 p)

(IV) Qual eventual complicação é o principal determinante prognóstico, com alta taxa de morbidade e mortalidade?

O comprometimento renal é considerado o principal determinante prognóstico, com alta taxa de morbidade e mortalidade............(0,1 p) 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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