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O TRATAMENTO DO CHOQUE SEPTICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Esse choque apresenta uma característica muito interessante - depende da resposta do hospedeiro. Em muitos casos, o que mata não é o próprio agente patógeno, mas sim a reação fisiológica - ás vezes exagerada - do próprio organismo.
O que é muito importante aqui? Primeiro, identificar precoce o choque séptico - pois a identificação já significa intervenção: inicio da ressuscitação - precisamente, o suporte hemodinâmico para manter a transferência de O2 Já com essa medida corretamente instituída é suficiente para prevenir o desenvolvimento de falência de órgãos de vários sistemas e uma PCR e assim, reduzir a morbidade e a mortalidade pediátrica.
Segundo, pensar imediatamente que as alterações clínicas, hemodinâmicas e metabólicas observadas no choque séptico tem como base dum lado a própria infecção e do outro a liberação ou ativação de mediadores inflamatórios.

OBJETIVA: (1096433 votos)..........99.26% das questões objetivas receberam votos.
Quais das definiçoes abaixo caracterizam melhor o edema da insuficiencia venosa cronica:
A. edema duro em perna, dorso do pé e artelhos
B. edema mole e muito doloroso , colar gordura no joelho em mulheres
C. edema liso, mole com pigmentação, atrofia branca, dermatosclerose e úlcera
D. edema mole, muito doloroso, até o pé, com lesões necróticas
E. edema indolor, mole e liso

  RATING: 3.09

Quais das definiçoes abaixo caracterizam melhor o edema da insuficiencia venosa cronica:

A. edema duro em perna, dorso do pé e artelhos
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. edema mole e muito doloroso , colar gordura no joelho em mulheres
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. edema liso, mole com pigmentação, atrofia branca, dermatosclerose e úlcera
CORRETO : O edema do IVC e um edema liso, mole, pigmentação, atrofia branca, dermatosclerose e úlcera.
D. edema mole, muito doloroso, até o pé, com lesões necróticas
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. edema indolor, mole e liso
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

DISCURSIVA: (179935 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:

  1. Quais os mecanismos dos sinais e sintomas e a frequência da tríade clássica?  (Subtotal questão 1 = 0,12 p)
  2. Quais as principais síndromes paraneoplásicas e suas causas?  (Subtotal questão 2 = 0,15 p)
  3. Cite os achados laboratoriais mais frequentes e o método radiológico de escolha.  (Subtotal questão 3 = 0,10 p)
  4. Descreva o sistema TNM de estadiamento e principais modificações.  (Subtotal questão 4 = 0,13 p)




RATING: 2.93

Sobre o carcinoma de células renais, discorra teoricamente:

  1. Quais os mecanismos dos sinais e sintomas e a frequência da tríade clássica?  (Subtotal questão 1 = 0,12 p)
  2. Quais as principais síndromes paraneoplásicas e suas causas?  (Subtotal questão 2 = 0,15 p)
  3. Cite os achados laboratoriais mais frequentes e o método radiológico de escolha.  (Subtotal questão 3 = 0,10 p)
  4. Descreva o sistema TNM de estadiamento e principais modificações.  (Subtotal questão 4 = 0,13 p)


1. Mecanismos dos sinais e sintomas e frequência da tríade clássica
Os sinais e sintomas resultam, basicamente, de três mecanismos: efeitos diretos do tumor primário (ação local), das metástases a distância ou da ocorrência de síndromes paraneoplásicas (0,04 p). O achado clínico mais frequente é a hematúria, que pode ser macroscópica ou microscópica e ocorre em aproximadamente 60% dos casos (0,03 p). Dor abdominal ou no flanco aparece em cerca de 40% dos pacientes, enquanto massa palpável no abdome é encontrada em apenas 10% deles (0,02 p). A tríade clássica — hematúria, dor lombar e massa palpável — está presente em menos de 10% dos casos (0,03 p).


2. Principais síndromes paraneoplásicas e suas causas

O carcinoma de células renais apresenta, em até 20% dos pacientes, um amplo espectro de síndromes paraneoplásicas (0,04 p).

  • Eritrocitose: afeta de 3% a 10% dos pacientes; explicada pela produção autônoma de eritropoietina pelo tumor ou pela hipóxia regional causada pela compressão da neoplasia sobre o tecido renal normal (0,04 p).
  • Hipertensão arterial: corresponde a cerca de 40% dos casos; mecanismos mais aceitos são produção endógena de renina em altos níveis e obstrução de ramos arteriais secundários à compressão exercida pelo tumor (0,03 p).
  • Hipercalcemia: surge em 1% a 13% dos casos; pode ocorrer pela produção de substância semelhante ao paratormônio ou pela ação osteoclástica direta das metástases ósseas (0,03 p). Síndrome de Stauffer: disfunção hepática reversível na ausência de metástases no fígado; caracteriza-se por hipergamaglobulinemia, elevação de fosfatase alcalina e bilirrubina, tempo de protrombina prolongado; costuma regredir após nefrectomia (0,01 p).


3. Achados laboratoriais mais frequentes e método radiológico de escolha

Os achados laboratoriais mais frequentes são: anemia (aproximadamente 30% dos casos, normocrômica e normocítica, decorrente de perda crônica de sangue ou processos hemolíticos), hematúria (cerca de 60%) e elevação da velocidade de hemossedimentação (até 75% dos casos, refletindo o componente inflamatório) (0,05 p). O método radiológico de escolha, hoje, é a tomografia computadorizada abdominal realizada em três fases com contraste; realce superior a 20 unidades Hounsfield após administração do contraste é indicativo de neoplasia (0,05 p).


4. Sistema TNM de estadiamento e principais modificações

O estadiamento é realizado pelo sistema TNM, que avalia: extensão anatômica do tumor primário (T), envolvimento de linfonodos regionais (N) e presença de metástases a distância (M) (0,04 p). Essa classificação permite estratificar os pacientes em grupos de risco, estimar o prognóstico, prever a probabilidade de progressão da doença e comparar resultados de diferentes protocolos de tratamento (0,04 p). Principais modificações introduzidas:

  • subdivisão do estádio T2 em T2a (tumores menores ou iguais a 10 cm) e T2b (maiores que 10 cm); (0,01 p).
  • invasão da glândula suprarrenal ipsilateral classificada como T4;  (0,01 p).
  • reclassificação do envolvimento da veia renal como T3a, com subcategorias T3a/T3b/T3c conforme extensão do trombo no sistema venoso (0,03 p).


FONTE:

NEOPLASIAS DE APARELHO URINARIO - PLATAFORMA MISODOR

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (209585 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo feminino, 52 anos, lavadeira, vem à consulta queixando sensações de “alfinetadas e agulhadas na mão direita, em face palmar do I, II e III dedos, iniciadas há 12 meses.
Relata piora nos últimos cinco meses e conta que, frequentemente, acorda à noite por causa desses sintomas. Está preocupada porque nos últimos dois meses, ao tentar segurar pequenos objetos nas mãos, tem deixado que eles caiam ao chão.
1) Defina a região anatômica conhecida como túnel do carpo. (0,1 pontos)
2) Quais são as 10 estruturas que passam pelo túnel de carpo?(0,2 pontos)
3) Quais são os testes especiais usados no diagnóstico da síndrome de túnel de carpo?(0,2 pontos)


RATING: 3.14

1) Defina a região anatômica conhecida como túnel do carpo.
Túnel do carpo é um canal formado por pequenos ossos situados no punho, que lhe servem de base (0,05 p), e um ligamento transverso, que compõe o teto do túnel. (0,05 p)

2) Quais são as 10 estruturas que passam pelo túnel de carpo?
Por esse canal, passam o nervo mediano (0,05 p) e nove tendões responsáveis pela flexão dos dedos:
Os tendões são:
- flexor profundo dos dedos (4 tendões) (0,05 p)
- flexor superficial dos dedos (4 tendões) (0,05 p)
- flexor longo do polegar (1 tendão) (0,05 p)

3) Quais são os testes especiais usados no diagnóstico?
• Sinal de Tinel: o teste é positivo se o paciente percebe parestesia durante a percussão manual da face palmar do punho no nível do nervo mediano. (0,05 p)
• Sinal de Phalen: o teste é positivo se ao curso de uma flexão ativa máxima do punho durante um minuto (cotovelo estendido) aparecer parestesia no território do nervo mediano; nota-se um atraso do aparecimento dos sintomas em segundos. (0,05 p)
• Teste de Paley e McMurphy: o sinal é positivo se a pressão manual próximo do nervo mediano entre 1 cm e 2 cm proximais da dobra de flexão do punho desencadear dor ou parestesia. (0,05 p)
• Teste de compressão em flexão do punho:61 uma pressão a dois dedos é efetuada sobre a região mediana do túnel do carpo, o punho flexionado a 60◦, cotovelo estendido,antebraço em supinação. O teste é positivo se aparecer parestesia no território do nervo mediano. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.14)




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