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CÂNCER DE PANCREAS (ÁREA DE CIRURGIA)

Atualmente, acredita-se que o câncer de pâncreas desenvolve-se de uma forma progressiva e silenciosa, como observado no câncer de cólon. Foram identificadas lesões ductais precursoras e uma progressão silenciosa para câncer invasivo e metástases foram relacionadas com a presença de múltiplas anormalidades genéticas acumuladas. As alterações mais precoces são as expressões excessivas do K-ras e HER2/neu.

Alterações no p16 são encontradas primariamente no PanIN-2 PanIN-3. DPC4, BRCA2 p53 são inativados durante os estágios tardios de progressão do câncer e são encontrados quase exclusivamente em lesões invasivas.

OBJETIVA: (905890 votos)..........94.66% das questões objetivas receberam votos.
Na encefalopatia hipóxico-isquêmica resultante do afogamento, qual é uma das alterações neurológicas típicas observadas?
A. Aumento da liberação de neurotransmissores inibitórios
B. Aumento da liberação de neurotransmissores inibitórios
C. Diminuição do cálcio intracelular
D. Liberação excessiva de neurotransmissores excitatórios
E. Reforço da barreira hematoencefálica

  RATING: 2.92

Na encefalopatia hipóxico-isquêmica resultante do afogamento, qual é uma das alterações neurológicas típicas observadas?

A. Aumento da liberação de neurotransmissores inibitórios
INCORRETO: Sedação não é uma consequência direta das alterações observadas.
B. Aumento da liberação de neurotransmissores inibitórios
INCORRETO : Neurotransmissores inibitórios geralmente não são liberados em excesso na isquemia.
C. Diminuição do cálcio intracelular
INCORRETO : Há geralmente um aumento, não uma diminuição, do cálcio intracelular em lesão isquêmica.
D. Liberação excessiva de neurotransmissores excitatórios
CORRETO : O aumento da liberação de neurotransmissores excitatórios, como glutamato, é um mecanismo-chave no dano celular durante a isquemia cerebral.
E. Reforço da barreira hematoencefálica
INCORRETO : A barreira hematoencefálica frequentemente se degrada, ao invés de ser reforçada.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

DISCURSIVA: (165501 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo. (0,5 pontos)


RATING: 3.64

Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo. (0,5 pontos)

Achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo:

  1. fecalito na área de projeção do apêndice. (0,05 p)

  2. distensão gasosa na projeção íleo-cecal, traduzindo ”alça sentinela”. (0,05 p)

  3. desaparecimento da gordura pré-peritoneal à direita, significando processo inflamatório na fossa ilíaca direita ou próximo à ela. (0,05 p)

  4. presença de níveis líquidos na fossa ilíaca direita. (0,05 p)

  5. apagamento do psoas à direita. (0,05 p)

  6. posição antálgica, isto é, desvio da coluna para o lado esquerdo, em decorrência da contratura muscular. Esses achados contribuem com a hipótese diagnóstica de apendicite. (0,05 p)

  7. ultra-sonografia abdominal: tem limitações se houver grande distensão, ou o paciente for obeso. É extremamente útil para a avaliação de afecções ginecológicas e detecção de coleções anexiais ou líquido fora da alça. (0,075 p)

  8. tomografia computadorizada e Ressonância Magnética: revelam maior sensibilidade e especificidade, estando indicada na avaliação mais pormenorizada das complicações e nos casos de dúvida diagnóstica, entretanto a TC vem sendo largamente utilizada com contraste oral, mostrando falha de enchimento do apêndice em fase inicial da apendicite. (0,075 p)

  9. laparoscopia diagnóstica: como último recurso, persistindo a dúvida diagnóstica, esta pode ser realizada como investigação e concomitantemente tratamento terapêutico. (0,05 p)

FONTE:

 Revista Médica >>>> Volume 37 - Número 2 >>>> Apendicite Aguda no Paciente Idoso

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.64)

CASO CLINICO: (191822 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino, 40 anos, com hipertensão arterial sistêmica controlada por medicação e dieta, apresentando dispneia ao subir lance de escada ou pedalar por mais de uma quadra, com astenia e discreto edema peri-maleolar vespertino. RX do tórax com sinais de hipertrofia ventricular esquerda e leve ectasia aórtica.
1) Qual o estágio e a classe funcional (NYHA) da cardiopatia apresentada pelo paciente? Justifique. (0,20 pontos)
2) Qual a classe de medicamentos indicados no controle da HAS do paciente? Justifique. (0,15 pontos)
3) Diuréticos de alça e cardiotônicos estão indicados neste caso? Justifique. (0,15 pontos)


RATING: 2.9

1) Estágio C; Classe Funcional II.
Justificativa: Estágio C Pacientes com sintomas e com disfunção ventricular associada. Classe Funcional II Limitações leves, sintomáticas durante atividades do cotidiano. (0,2 p)
2) Beta Bloqueador + Inibidor da enzima conversora do angiotensinogênio.
Justificativa: Tem por finalidade evitar o remodelamento do coração e melhorar a sobrevida. (0,15 p)
3) Não.
Justificativa: O uso dessa classe de medicamentos está indicado em pacientes classe funcional III e IV, com a finalidade de melhorar a sintomatologia (melhora na qualidade de vida), sem interferir na sobrevida. (0,15 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.9)




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