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REGURGITAÇÃO TRICÚSPIDE (ÁREA DE PEDIATRIA)

regurgitação tricúspide isolada geralmente está associada à anomalia de Ebstein da valva tricúspide. e freqüentemente acompanha uma disfunção ventricular direita.

A anomalia de Ebstein pode ocorrer sem cianose ou com intensidade variável de cianose, dependendo da gravidade da regurgitação tricúspide da presença de uma comunicação a nível atrial (forame oval patente ou comunicação interatrial).

Crianças mais velhas tendem a ter a forma acianótica, enquanto se ela for detectada no recém-nato a anomalia de Ebstein geralmente está associada à cianose grave. A regurgitação tricúspide também é encontrada nos recém-natos com asfixia perinatal.


OBJETIVA: (945038 votos)..........93.97% das questões objetivas receberam votos.
Apontam a afirmação CORRETA sobre o tratamento da coqueluche:
A. a eritromicina ainda está o remédio eletivo, inclusive para recém nascidos
B. a azitromicina se mostrou ineficaz sobre as cepas de Bordetella pertussis, enquanto a claritromicina demonstrou uma eficácia semelhante com a eritromicina
C. nos recém-nascidos a azitromicina é contraindicada por conta da associação desse macrolídeo com a síndrome de estenose pilórica
D. o sulfametoxazol + trimetoprim é ineficiente e pode selecionar cepas multirresistentes
E. a eritromicina erradica rápido a B. pertussis da nasofaringe das pessoas com a doença (sintomática ou assintomática)

  RATING: 2.71

Apontam a afirmação CORRETA sobre o tratamento da coqueluche:

A. a eritromicina ainda está o remédio eletivo, inclusive para recém nascidos
INCORRETO: Em crianças menores de 1 mês de idade, o uso da eritromicina está associado ao desenvolvimento da síndrome de hipertrofia pilórica, doença grave que pode levar à morte.
B. a azitromicina se mostrou ineficaz sobre as cepas de Bordetella pertussis, enquanto a claritromicina demonstrou uma eficácia semelhante com a eritromicina
INCORRETO : Demonstrou-se que a azitromicina e a claritromicina, macrolídeos mais recentes, têm a mesma eficácia da eritromicina no tratamento e na quimioprofilaxia da coqueluche. A azitromicina deve ser administrada uma vez ao dia durante 5 dias e a claritromicina, de 12 em 12 horas durante 7 dias.
C. nos recém-nascidos a azitromicina é contraindicada por conta da associação desse macrolídeo com a síndrome de estenose pilórica
INCORRETO : A azitromicina pode ser usada no tratamento das crianças com menos de 1 mês de idade. Na verdade, é a eritromicina que está associado ao desenvolvimento da síndrome de hipertrofia (e não estenose!) pilórica, doença grave que pode levar à morte.
D. o sulfametoxazol + trimetoprim é ineficiente e pode selecionar cepas multirresistentes
INCORRETO : Nos casos de contraindicação ao uso da azitromicina e da claritromicina, recomenda-se o sulfametoxazol + trimetroprim.
E. a eritromicina erradica rápido a B. pertussis da nasofaringe das pessoas com a doença (sintomática ou assintomática)
CORRETO : O tratamento e a quimioprofilaxia da coqueluche, até 2005, se apoiavam preferencialmente no uso da eritromicina, macrolídio bastante conhecido. Esse antibiótico é bastante eficaz na erradicação, em cerca de 48 horas, da B. pertussis da nasofaringe das pessoas com a doença (sintomática ou assintomática).

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.71)

DISCURSIVA: (172735 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Referente a bilirrubinemia grave do recém nascido - a investigação da etiologia implica exames realizados rotineiramente. Quais são esses exames?


RATING: 3.06

Referente a bilirrubinemia grave do recém nascido - a investigação da etiologia implica exames realizados rotineiramente. Quais são esses exames?

A investigação da etiologia da hiperbilirrubinemia, independentemente da idade gestacional e da idade pós-natal, inclui o quadro clínico e os exames realizados rotineiramente em bancos de sangue e laboratórios clínicos apresentados abaixo:
  • Bilirrubina total e frações indireta e direta (0,0625 p);
  • Hemoglobina e hematócrito com morfologia de hemácias, reticulócitos e esferócitos (0,0625 p);
  • Tipo sanguíneo da mãe e RN para sistemas ABO e Rh (antígeno D) (0,0625 p);
  • Coombs direto no sangue de cordão ou do RN (0,0625 p);
  • Pesquisa de anticorpos anti-D (Coombs indireto) se mãe Rh (D ou Du) negativo (0,0625 p);
  • Pesquisa de anticorpos maternos para antígenos irregulares (anti-c, anti-e, anti-E, antiKell, outros) se mãe multigesta/transfusão sanguínea anterior e RN com Coombs direto positivo (0,0625 p);
  • Dosagem sanguínea quantitativa de glicose-6-fosfato desidrogenase (G-6-PD) (0,0625 p);
  • Dosagem sanguínea de hormônio tireoidiano e TSH (exame do pezinho) (0,0625 p);

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (200023 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente S.E.C., 11 anos, cor branca, 1,37 m de altura, 28 kg, do sexo feminino apresenta-se ás 02:00 h de madrugada no PS, com queixa principal dispnéia aos pequenos esforços, tosse freqüente e ansiedade. É a terceira vez este mes que acontece isto, sempre de madrugada. Apresenta assimetria de tórax, padrão ventilatório misto com predomínio abdominal e retração subcostal, frequência respiratória 36/minuto, tosse úmida, eficaz e purulenta em grande quantidade. O frêmito tóraco vocal apresentava-se aumentado em ápices pulmonares. Na percussão havia macicez em ápices pulmonares. Ausculta pulmonar apresentava-se com sibilos em inspir e expir, bem audíveis. Sem cianose, fala frases incompletas, parciais. T = 37,5°C.

A radiografia de tórax está normal. O leucograma demonstrou 8.100 leucócitos com 14% de eosinófilos. Glicemia normal, exame de urina I normal.

Questões:

1) Formulam o diagnóstico correto desta paciente considerando a forma de gravidade da moléstia crônica atual. (0,1 pontos)

2) Utilizando a escala adequada de gravidade do episódio agudo atual justifiquem o risco de falência respiratoria (0,1 pontos)

3) Foi necessário mesmo o pedido de Rx toracico? Qual seria a justificativa? (0,1 pontos)

4) Quais são os argumentos pro e contra uma pneumonia estreptococica? (0,1 pontos)

5) Qual é a primeira atitude terapêutica no PS para esse caso? (0,1 pontos)




RATING: 3.04

1) Formulam o diagnóstico correto desta paciente considerando a forma de gravidade da moléstia crônica atual. (0,1 pontos)

Qualquer um pode ver, então, que, no caso, estamos frente na frente com a tríade: tosse crônica ou recorrente acompanhada de sibilância e dispneia. Ou seja, trata-se e uma crise de asma bronquica, em exacerbação aguda.

Entretanto, a questão pede a forma de gravidade da molestia crônica. A criança tem sintomas noturnos, não cada semana, mas de qualquer jeito, mais de duas vezes por mês.

Diagnóstico correto: ASMA BRONQUICA PERSISTENTE LEVE EM EXACERBAÇÃO AGUDA

2) Utilizando a escala adequada de gravidade do episódio agudo atual justifiquem o risco de falência respiratoria (0,1 pontos)

A disfunção respiratória está mais relacionada com os parâmetros de uso de musculatura acessória. A freqüência respiratória e a presença de sibilância são importantes, são dados obrigatórios na inspeção e ausculta, mas não são definitorios.

Então, como quantificar PRECISAMENTE a crise?

Um instrumento útil é o escore de Wood e Downes, muito utilizado em pediatria.

ESCORE WOOD:

0 PONTOS
1 PONTO
2 PONTOS

ENTRADA DE AR

Simetrica
Assimetrica
Diminuida

SIBILOS

Poucos e geralmente expiratorios
Podem estar inspiratórios e expiratorios
Ou muito intensos ou bem diminuidos, com respiração paradoxal e MV bem diminuido também

MUSCULATURA ACESSORIA

não utilizada ou bem pouco
Significativamente utilizada
Intensamente utilizada ou respiração paradoxal,

ESTADO NEUROLOGICO

Normal
Euforia ou depressão
Torpor, coma

CIANOSE

Sem cianose
Presente em ar ambiente, regride com oxigênio
Presente com FiO2 de 40%
  • menor ou igual a 2 considera-se crise asmática leve
  • entre 3 e 4, asma moderada
  • maior ou igual a 5, asma grave com falência respiratória provável
  • um índice maior ou igual a 7 indica falência respiratória.
3) Foi necessário mesmo o pedido de Rx toracico? Qual seria a justificativa? (0,1 pontos)

Sua indicação deve ser baseada na história e no exame físico e reservada para:

  • suspeita clínica de pneumonia
  • pneumotórax
  • pneumomediastino
  • atelectasia
  • aspiração de corpo estranho
  • internação por crise grave
A radiografia de tórax (póstero-anterior e incidências laterais) frequentemente parece ser normal em crianças com asma, a não ser por sutis alterações não-específicas de hiperinsuflação (p. ex., retificação do diafragma) e espessamento peribrônquico. A radiografia de tórax é útil para identificar anormalidades que são marcadores de mimetizadores de asma (p. ex., pneumonites de aspiração, campos pulmonares hiperlucentes em bronquiolite obliterante) e as complicações durante as exacerbações da asma (p. ex., atelectasia e pneumotórax). 4) Quais são os argumentos pro e contra uma pneumonia estreptococica no caso apresentado? (0,1 pontos)

Argumentos pro:

  • macicez apical
  • tosse com expectoração
Se tivesse sido pneumonia a febre deveria estar alta, o Rx deveria estar caracteristico (velamento lobular ou pelo menos aumento da intensidade).

Argumentos contra:

  • T 37,5°C
  • Rx normal
  • Sonoridade e frêmito pectoral normal
  • Sibilãncia generalizada que indica mais breve crise de broncoespasmo que problema do parenquima
5) Qual é a primeira atitude terapêutica no PS para esse caso? (0,1 pontos)

A primeira atitude terapêutica: 3 doses de droga agonista de curta duração, em um período entre 1-2 horas.

A criança deve ser encaminhada ao hospital quando apresentar ausência de resposta clínica a 3 doses de droga agonista de curta duração, em um período entre 1-2 horas.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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