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A TOSSE CRONICA NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A tosse é algo muito comum em todos os consultorios, sendo sintoma respiratorio mais encontrado. Ele pode ser um sintoma que apareça desde um resfriado banal comum até na gravissima situação duma fibrose cistica. Tem tosse aguda, tosse subaguda e tem tosse catalogada como crônica. A tosse aguda é encontrada na maioria dos casos de IVAS (virais ou bacterianas) e geralmente é autolimitada. Os conceitos estão diferentes duma escola de medicina para outra. Os americanos consideram uma tosse crônica aquela tosse que demora mais de 4 semanas para sumir. A escola inglês, porém, extende esse prazo para o dobro dele (oito semanas) - e isso não é por causa do smog londones, mas porque os ingleses consideram que esse intervalo é necessário para descartar qualquer etiologia infecciosa da tosse. Há definição de "tosse subaguda" para aquela tosse que dura entre 2-4 semanas.

OBJETIVA: (914995 votos)..........94.39% das questões objetivas receberam votos.
Sobre o choque septico é CORRETO afirmar que:
A. é a causa mai comum de morte
B. no atendimento do choque septico o melhor criterio de avaliação da contratilidade da fibra miocárdica é a gasometria artierial
C. é obrigatoria a coleta de amostras para hemocultura antes do tratamento antibiótico empírico do paciente com choque séptico
D. o tratamento de reposição volêmica no choque séptica prefere a eficácia maior das soluções cristaloides em relação com os colóides
E. em caso de choque séptico 'quente' (com resistência periférica baixa) o uso de noradrenalina na primeira hora do atendimento reduz drasticamente a mortalidade

  RATING: 3.15

Sobre o choque septico é CORRETO afirmar que:

A. é a causa mai comum de morte
CORRETO: Atualmente, a sepse é a causa mai comum de morte no mundo inteiro. São entre 15 e 19 milhões de casos novos por ano.
B. no atendimento do choque septico o melhor criterio de avaliação da contratilidade da fibra miocárdica é a gasometria artierial
INCORRETO : Não era melhor primeiro uma cultura, uma gasometria, uma hemograma? Acontece que o calcio e a glicose estão bem relacionados com a contratilidade da fibra miocárdica. Como a maxima prioridade é uma boa oferta de oxigênio, precisaremos de uma boa contratilidade. Ou seja se o paciente apresentar uma hipocalcemia ou uma hipoglicemia ela precisa ser corrigida até o final da primeira hora de atendimento!
C. é obrigatoria a coleta de amostras para hemocultura antes do tratamento antibiótico empírico do paciente com choque séptico
INCORRETO : A introdução da antibioterapia tem que começar cedo, acabando a infusão ao fim da primeira hora de atendimento. Quando possível, tem que coletar culturas ANTES da primeira dose de antibióticos, mas isso não pode retardar o atendimento.
D. o tratamento de reposição volêmica no choque séptica prefere a eficácia maior das soluções cristaloides em relação com os colóides
INCORRETO : Geralmente, foi comprovado que não há grande diferença se administramos cristalóides e colóides. Contudo, como os colóides geralmente são mais caros, preferimos utilizar os cristaloides. Tanto o volume final quanto a estabilidade hemodinamica é a mesma.
E. em caso de choque séptico 'quente' (com resistência periférica baixa) o uso de noradrenalina na primeira hora do atendimento reduz drasticamente a mortalidade
INCORRETO : O acesso periférico é mais importante nas primeiras horas e o passagem do cateter demora em media duas horas. Então é mais útil usar o acesso periférico para acelerar a recuperação hemodinâmica do paciente chocado. Em caso de choque 'quente' entendendo por isso aqueles choques com resistência periférica baixa por causa da vasodilatação combinada com debito cardíaco alto é bom usar noradrenalina. Seria ótimo, mas ela não pode ser utilizada em acesso periférico.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.15)

DISCURSIVA: (166373 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes perguntas:

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva? (0,25 p)
B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? (0,25 p)


RATING: 2.84

Responda ás seguintes perguntas:

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva? (0,25 p)
B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? (0,25 p)

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva?

É a conseqüência da diminuição da concentração produção do heme da hemoglobina por carência de ferro, resultando na diminuição da concentração de hemoglobina. (0,15 p)
A deficiência da hemoglobinização durante a maturação dos eritroblastos forma hemácias pequenas (VCM diminuído) com pouco conteúdo de hemoglobina (HCM diminuída). Com a intensificação do processo, ocorre a diminuição desproporcional do conteúdo de hemoglobina em relação ao volume das hemácias, gerando a hipocromia (CHCM diminuída). (0,05 p)
A anisopoiquilocitose, proporcional à intensidade do processo, é sempre evidente, podendo interferir com a contagem de plaquetas: hemácias microcíticas e normocíticas, hemácias ovalocíticas alongadas (leptócitos) e hemácias hipocrômicas. (0,05 p)

B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? 

Pelas quantificações do ferro sérico e ferritina. Raramente, pode ser necessário quantificar o ferro medular pela coloração do azul-da-prússia (coloração de Perls), CTLFe e saturação da transferrina. (0,1 p)
Os exames característicos da anemia ferropênica são:
(1) ferro sérico diminuído; (0,03 p)
(2) capacidade total de ligação de ferro (CTLFe) aumentada; (0,03 p)
(3) saturação de transferrina diminuída; (0,03 p)
(4) ferritina diminuída; (0,03 p)
(5) ferro medular diminuído, tanto nos grânulos de hemossiderina dos macrófagos, quanto nos grânulos sideróticos dos eritroblastos (sideroblastos diminuídos). (0,03 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.84)

CASO CLINICO: (192782 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de 19 meses, sexo feminino, no segundo dia de febre, progressivamente mais elevada e difícil de ceder aos antipiréticos, e tosse seca, também com agravamento progressivo.
Era previamente saudável, pais não fumadores e sem contexto de doença na família. Não frequentava creche.
Na admissão apresentava dificuldade respiratória obstrutiva alta moderada, com estridor inspiratório, objectivando-se saturação de oxigênio transcutânea (Sat O2) de 90%. Realizou aerossol com 5 ml adrenalina (1:1000) e dexametasona v. o. 0,15 mg/Kg. Ficou internada para observação. Manteve terapêutica com adrenalina em aerossol.
A dificuldade respiratória agravou-se progressivamente, com tiragem global, sudorese e necessidade crescente de oxigênio suplementar (4 l/min) para manutenção de Sat O2 > 90%. Após 12 horas de internamento, apresentava sudorese, palidez, prostração e esforço respiratório crescente. Da avaliação analítica destacava-se hemoglobina 10,7 g/dl, leucócitos 16500/μl, neutrófilos 14600/μl, linfócitos 1100/μl, plaquetas 305500/μl, e proteína C-reativa 52,4 mg/l.
1) O que indica falta da resposta á adrenalina e cortisônicos?
2) Qual é o próximo passo terapêutico imperativo?
3) Diagnostico provável com justificativas?


RATING: 2.88

1) Falta de resposta á nebulização com adrenalina em caso de estridor levanta a suspeita de duas patologias. As duas entidades clinicas pediátricas cuja resposta á nebulização com adrenalina é ausente são a epiglotite aguda e a traqueite bacteriana aguda. (0,2 p)
2) Perante o agravamento clínico, tem somente a alternativa da intubação endotraqueal, na observação direta podendo ver edema discreto da epiglote, cordas vocais fechadas e com fenda diminuida. Vai ser necessário o uso de tubo endotraqueal e aspiração das secreções, eventualmente procedendo depois à ventilação mecânica. (0,2 p)
3) A criança apresentava obstrução respiratória alta de agravamento súbito, não respondia à adrenalina em aerossol, febre alta. Estes achados sugerem traqueíte bacteriana. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.88)




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