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URGÊNCIA PEDIATRICA COM VIA AÉREA DIFÍCIL (ÁREA DE PEDIATRIA)

Via aérea difícil é definida como a situação clínica na qual o anestesiologista treinado encontra dificuldade com a ventilação da via aérea superior utilizando máscara-bolsa, dificuldade com a realização da intubação traqueal ou com ambos procedimentos, A intubação traqueal difícil pode ser definida como aquela em que foram necessárias mais do que três tentativas de laringoscopia ou mais do que 10 minutos de laringoscopia.

Falha de extubação é definida como a inabilidade de tolerar a remoção do tubo translaríngeo e é geralmente tratada com o procedimento de reintubação traqueal. Os mecanismos que ocasionam a falha de extubação também são frequentemente descritos como complicações da via aérea relacionadas à extubação ou eventos adversos da via aérea relacionados à extubação.

Falha no desmame é a inabilidade de tolerar a respiração espontânea sem suporte ventilatório e o seu tratamento inclui reintubação traqueal e instituição da ventilação pulmonar mecânica invasiva ou. em alguns pacientes selecionados, a utilização da ventilação não invasiva. As variáveis de desmame não têm a capacidade de predizer a falha da extubação.

Extubação de risco é a situação na qual a habilidade do paciente de manter a via aérea patente e/ou oxigenação não é uma certeza após a extubação traqueal. A possibilidade potencial de uma reintubação difícil e/ou fatores de riscos gerais, como estômago cheio, instabilidade fisio ógica cardiovascular,alteração do equilíbrio acidobásico ou controle da temperatura, caracterizam essa condição.

Extubação difícil é urna decanulação difícil da via aérea. Em pacientes com condições não reconhecidas, como estenose subglótica ou edema grave, pode ocorrer a situação de extubação difícil.


OBJETIVA: (1479633 votos)..........97.06% das questões objetivas receberam votos.
Quanto à anastomose Kono-S após ressecção ileocólica por doença de Crohn, é correto afirmar que:
A. Constrói anastomose antimesentérica término-terminal funcional, com coluna de suporte mesentérica (supporting column), com o objetivo de reduzir a recidiva anastomótica
B. Equivale à anastomose laterolateral antiperistáltica grampeada clássica (functional end-to-end grampeada)
C. Exige linfadenectomia oncológica D3, idêntica à do adenocarcinoma de cólon direito
D. Está contraindicada na doença ileal isolada e só se aplica à Crohn colônica extensa
E. Dispensa qualquer profilaxia medicamentosa pós-operatória, pois anula o risco de recidiva endoscópica

  RATING: 3

Quanto à anastomose Kono-S após ressecção ileocólica por doença de Crohn, é correto afirmar que:

A. Constrói anastomose antimesentérica término-terminal funcional, com coluna de suporte mesentérica (supporting column), com o objetivo de reduzir a recidiva anastomótica
CORRETO: A Kono-S secciona o mesentério perpendicular ao intestino, une as bocas posteriores criando uma coluna mesentérica rígida e realiza anastomose na borda antimesentérica; a hipótese é proteger a anastomose do encurtamento e da isquemia mesentérica que favorecem a recidiva
B. Equivale à anastomose laterolateral antiperistáltica grampeada clássica (functional end-to-end grampeada)
INCORRETO : A functional end-to-end grampeada é laterolateral antiperistáltica e não reproduz a coluna de suporte nem a orientação antimesentérica da Kono-S
C. Exige linfadenectomia oncológica D3, idêntica à do adenocarcinoma de cólon direito
INCORRETO : A cirurgia da Crohn não é oncológica; não se faz D3 de rotina. Há linha de pesquisa de ressecção mesentérica mais ampla (Coffey), distinta da D3 oncológica e também distinta da Kono-S isolada
D. Está contraindicada na doença ileal isolada e só se aplica à Crohn colônica extensa
INCORRETO : A principal indicação estudada da Kono-S é precisamente a ressecção ileocólica por doença ileal ou ileocolônica, o cenário mais frequente de operação na Crohn
E. Dispensa qualquer profilaxia medicamentosa pós-operatória, pois anula o risco de recidiva endoscópica
INCORRETO : Ensaios (incluindo o SuPREMe-CD) sugerem menor recidiva endoscópica, mas não a eliminam; tabagismo, fenótipo penetrante e profilaxia imunológica ou biológica continuam relevantes

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (202264 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os tipos de comunicação interatrial.


RATING: 2.93

Enumeram os tipos de comunicação interatrial.

1) Comunicação interatrial tipo ostium segundum 0,125 p
2) Comunicação interatrial tipo seio venoso 0,125 p
3) Retorno venoso anomalo parcial 0,125 p
4) Comunicação interatrial tipo ostium primum. 0,125 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (234559 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Enquanto trabalhava sentado em seu escritório, um homem de 28 anos referiu dor torácica do tipo pontada em hemitórax esquerdo de início súbito, que piorava a inspiração profunda. Jamais havia experimentado dor semelhante. Preocupado com sua sintomatologia, procurou emergência mais próxima, onde foi realizada radiografia de tórax:

Etilista de uma garrafa de cerveja ao dia; era tabagista de um maço de cigarros por dia durante 12 anos. Sem comportamento sexual de risco, era casado há cinco anos, onde mantinha relação monogâmica com sua esposa. Relatava ser portador de hipertrigliceridemia tratada com fibrato (etofibrato).
PERGUNTA-SE:
a) Qual o diagnóstico? (0,1 pontos)
b) Em sua história social existe algum fator de risco para esta complicação que você diagnosticou? (0,1 pontos)
c) Qual a condição que mais freqüentemente predispõe à esta complicação encontrada na radiografia de tórax? (0,2 pontos)
d) Qual a conduta a ser adotada? (0,1 pontos)


RATING: 4.07

PERGUNTA-SE:
a) Qual o diagnóstico?
Pneumotórax espontâneo primário.(0,1 p)
b) Em sua história social existe algum fator de risco para esta complicação que você diagnosticou?
Sim, o tabagismo(0,1 p).
c) Qual a condição que mais freqüentemente predispõe à esta complicação encontrada na radiografia de tórax?
Ruptura de bolhas (blebs) subpleurais(0,1 p)/ Tabagismo.(0,1 p)
d) Qual a conduta a ser adotada?
Drenagem do pneumotórax.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (4.07)




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