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DISTÚRBIOS DO EQUILIBRIO ÁCIDO-BASICO NO PACIENTE PEDIATRICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Os distúrbios acido-básicos são um grupo de condições que afetam o equilíbrio de pH no organismo. Quando esse equilíbrio é afetado, pode ser prejudicial para a saúde. Nas crianças, os distúrbios acido-básicos podem causar uma série de sintomas e complicações.
Os distúrbios acido-básicos mais comuns nas crianças são o hipoxemia (diminuição da saturação de oxigênio no sangue) e a acidose (redução do pH do sangue). Estas condições podem ser causadas por uma variedade de fatores, incluindo infecções, doenças metabólicas, medicamentos, alergias alimentares, e outras condições médicas.
Os sintomas mais comuns de distúrbios acido-básicos em crianças incluem fraqueza, desmaios, vômitos, tonturas, dores de cabeça, sudorese, tonturas, dor abdominal, falta de ar, fadiga, pele pálida ou amareladas, urina escura, e respiração curta. Em alguns casos, as crianças podem ter convulsões e crises convulsivas.
Os diagnósticos de distúrbios acido-básicos nas crianças é baseado na avaliação dos sintomas e dos níveis de pH no sangue. O tratamento depende da causa subjacente e pode incluir medicamentos, terapia nutricional, suplementos, terapia de oxigênio, e outros tratamentos.

OBJETIVA: (1436374 votos)..........96.25% das questões objetivas receberam votos.
A trombose venosa profunda (TVP) e caracterizada pela triade do Wirchow:
A. estase venosa, lesão ulcerativa, cianose marmorea
B. estase venosa, lesão endotelial e hipercoagulabilidade
C. teleangiectasias, embolia pulmonar, fibrilação atrial cronica
D. dor, isquemia, estase venosa
E. espasmo venular, estase, edema

  RATING: 2.98

A trombose venosa profunda (TVP) e caracterizada pela triade do Wirchow:

A. estase venosa, lesão ulcerativa, cianose marmorea
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. estase venosa, lesão endotelial e hipercoagulabilidade
CORRETO : A tríade de estase venosa, lesão endotelial e hipercoagulabilidade, descrita pela primeira vez por Virchow em 1856, mantém-se verdadeira um século e meio depois.
C. teleangiectasias, embolia pulmonar, fibrilação atrial cronica
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. dor, isquemia, estase venosa
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. espasmo venular, estase, edema
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

DISCURSIVA: (200727 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite as alterações de cinco dos principais parâmetros clínicos ou laboratoriais que classificam uma pré-eclâmpsia como grave. (Valor: 5,0 pontos)


RATING: 3.51

Cite as alterações de cinco dos principais parâmetros clínicos ou laboratoriais que classificam uma pré-eclâmpsia como grave. (Valor: 5,0 pontos)

São apresentados abaixo os principais parâmetros que classificam uma pré-eclâmpsia como grave, dos quais o candidato deverá citar cinco (0,1 pontos cada um)
  • Pressão arterial igual ou maior que 160/110 Hg
  • Proteinúria igual ou maior que 2 gramas em 24 horas. (Aceita-se 5g/24h)
  • Creatinina sérica acima de 1,2 mg/dL
  • Plaquetas abaixo de 100.000/mm
  • Enzimas hepáticas elevadas ou TGO e TGP elevadas
  • Presença de CIUR
  • Cefaleia persistente
  • Distúrbios visuais
  • Oligúria

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.51)

CASO CLINICO: (232978 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 58 anos, fototipo I (pele clara, olhos azuis, cabelos ruivos), residente em região de alta insolação, com história de múltiplas queimaduras solares com bolhas na adolescência, uso frequente de câmaras de bronzeamento na juventude e história familiar de melanoma em pai e irmão (início antes dos 40 anos). Apresenta lesão nodular elevada, de crescimento rápido (2 meses), amelanótica, ulcerada, localizada no tronco, medindo 1,8 cm, associada a prurido, sangramento espontâneo e linfonodomegalia axilar ipsilateral palpável (dura, aderente). Há também queixa de fadiga, anorexia e perda de 8 kg em 3 meses. Exame dermatológico completo revela múltiplos nevos displásicos e halo de regressão em lesões adjacentes.

I. Qual a principal suspeita diagnóstica? ......................Total parcial I: 0,20 p
II. Qual a possível causa/etiológica mais provável da doença diagnosticada? ...................Total parcial II: 0,20 p
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ........................................Total parcial III: 0,15 p

IV. Qual o tratamento inicial recomendado? .................Total parcial IV: 0,15 p





RATING: 3.02

I. Suspeita diagnóstica principal

  • Lesão nodular elevada, amelanótica, de crescimento rápido, com ulceração e localização no tronco em paciente de fototipo claro → melanoma nodular (crescimento vertical precoce desde o início) (0,08 p)
  • Presença de halo de regressão, prurido e sangramento espontâneo reforça malignidade (0,05 p)
  • Linfonodomegalia regional ipsilateral + sintomas sistêmicos (fadiga, anorexia, perda ponderal) indicam possível estágio III (metástase linfonodal regional) (0,07 p)

II. Possível causa/etiológica mais provável

  • Exposição solar intermitente/intensa + múltiplas queimaduras solares com bolhas na adolescência (principal fator de risco ligado ao melanoma) (0,08 p)
  • Uso de câmaras de bronzeamento (alto risco, especialmente em adultos jovens) (0,05 p)
  • Fototipo claro (pele clara, olhos azuis, cabelos ruivos) + grande número de nevos displásicos e história familiar (CDKN2A provável, síndrome melanoma-câncer de pâncreas familiar) (0,07 p)

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico

  • Biópsia excisional com margens de 2-3 mm incluindo gordura subcutânea (método preferido para lesões pigmentadas suspeitas; permite avaliação completa de Breslow, ulceração e mitoses) (0,06 p)
  • Exame histopatológico em parafina (priorizar cortes em parafina; incluir: tipo histológico, fase de crescimento, nível de Clark, índice de Breslow, mitoses/mm², ulceração, infiltrado linfocitário, satelitose microscópica) (0,05 p)
  • Se dúvida, imunohistoquímica (HMB-45 e S100) para confirmar linhagem melanocítica (0,04 p)

IV. Tratamento inicial recomendado

  • Excisão local ampliada com margem de 2 cm (recomendado para melanomas 1-2 mm de Breslow; inclui pele e subcutâneo até fáscia muscular) (0,05 p)
  • Biópsia de linfonodo sentinela (indicada por espessura >0,76 mm + ulceração) seguida de linfadenectomia completa se positivo (estágio III) (0,05 p)
  • Considerar interferon-alfa 2a em dose elevada como adjuvante se linfonodo sentinela positivo ou Breslow >4 mm (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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