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ENDOMETRIOSE (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

A endometriose é a presença de tecido semelhante aquele que reveste o interior do útero (endométrio) em outras partes do útero ou em outros órgãos da pelve. A endometriose é dolorosa, pois sofre influência das oscilações hormonais. Isso significa que os focos de endometriose sangram todo mês durante o seu período normal, mas o sangue não tem para onde ir.
Além de ser dolorosa, a endometriose também pode tornar difícil a gravidez – uma condição conhecida como infertilidade.

OBJETIVA: (968859 votos)..........94.95% das questões objetivas receberam votos.
Durante a ressuscitação cardiopulmonar de alta qualidade são permitidos intervalos de máximo 10 segundos para:
A. realizar as 15 compressões torácicas
B. administrar as ventilações
C. acionar o serviço de emergência
D. buscar o DEA
E. checar a frequência respiratoria

  RATING: 2.93

Durante a ressuscitação cardiopulmonar de alta qualidade são permitidos intervalos de máximo 10 segundos para:

A. realizar as 15 compressões torácicas
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. administrar as ventilações
CORRETO : É necessário minimizar as interrupções nas compressões (p. ex., para administrar ventilações) a menos de 10 segundos.
C. acionar o serviço de emergência
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. buscar o DEA
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. checar a frequência respiratoria
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

DISCURSIVA: (174673 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Em relação à reposição volêmica na abordagem do paciente politraumatizado, discorra sobre a estimativa do volume necessário, tipo de líquidos mais apropriados, momento oportuno para o seu início e metodologia para avaliação da reposição. (0,5 pontos)


RATING: 3.05

Em relação à reposição volêmica na abordagem do paciente politraumatizado, discorra sobre a estimativa do volume necessário, tipo de líquidos mais apropriados, momento oportuno para o seu início e metodologia para avaliação da reposição. (0,5 pontos)

Reposição volêmica na abordagem do paciente politraumatizado:
  • A reposição inicial é realizada com soluções cristaloides, preferindo-se a solução de Ringer Lactato, no volume de 2000 mililitros para um homem adulto de 70 quilogramas e 20 mililitros por quilograma de peso para crianças (0,095 p)
  • Reposições adicionais são realizadas de acordo com a estimativa da perda, com base nas classes de choque, na proporção de 3 (três) volumes repostos para cada volume perdido e com a resposta apresentada pelo paciente. (0,045 p)
  • Nas perdas superiores a 30 % da volemia, é necessária a reposição de glóbulos vermelhos com o objetivo de manter-se a hemoglobina em 10 gramas/100 mL. (0,045 p)
  • O momento ideal para iniciar-se a reposição volêmica é o mais precoce possível, mas às vezes deve ser retardado em função da possibilidade de perda sanguínea em evolução e da distância entre o local do acidente e o local de referência para o atendimento. (0,045 p)
  • Se o local do atendimento implique numa demora para remoção menor que 30 minutos e existam evidências de sangramento continuado, a reposição deve ser retardada e iniciada já no Hospital de referência. (0,045 p)
  • Quando o tempo estimado para a remoção for maior que 30 minutos, a reposição volêmica deverá iniciar-se no local do acidente, mas devendo aceitar-se a manutenção de certo grau de hipotensão arterial, o que é chamado de hipotensão permissiva, para que não ocorram perdas sanguíneas ocasionadas por reposição muito vigorosa. (0,045 p)
  • Reposição plena somente deverá ocorrer quando estiver garantida a cessação da perda sanguínea. (0,045 p)
  • A avaliação da reposição é realizada pela observação do comportamento dos sinais vitais, volume urinário e perfusão tecidual. (0,045 p)
  • Nos sangramentos importantes e sobretudo em idosos e portadores de comorbidades, é necessária a monitorização de parâmetros hemodinâmicos, tais como a pressão venosa central e a pressão capilar pulmonar. (0,045 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

CASO CLINICO: (202959 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente: Homem, 68 anos, agricultor, pele clara, fototipo I-II, com história de queimadura térmica acidental na parede abdominal inferior há 15 anos, que cicatrizou com formação de úlcera crônica recorrente. Apresenta lesão ulcerovegetante de 4,5 cm na cicatriz, com bordas elevadas, base granulosa sangrante ao toque, infiltração palpável longitudinal maior que o visível, evolução de 8 meses, sem linfonodos palpáveis ou sintomas sistêmicos. Nega tabagismo atual, mas relata exposição solar crônica ocupacional.

I. Qual a suspeita diagnóstica principal? ............................... Total parcial I: 0,20 p
II. Qual a possível causa etiológica principal da doença diagnosticada? .......................... Total parcial II: 0,20 p
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ..................... Total parcial III: 0,10 p
IV. Qual o tratamento de eleição? .................. Total parcial IV: 0,10 p





RATING: 2.94

Resposta I – Suspeita Diagnóstica Principal (Carcinoma de Células Escamosas – CEC / Carcinoma Espinocelular)

  • Lesão ulcerovegetante em cicatriz crônica de queimadura na parede abdominal, com crescimento acelerado em semestres e infiltração longitudinal palpável maior que o visível, altamente sugestiva de CEC (0,08 p).
  • Origem em pele previamente alterada por processo patológico crônico (úlcera de Marjolin), padrão clássico do CEC (0,07 p).
  • Ausência de bordas peroladas translúcidas e crescimento lento exclui carcinoma basocelular como principal hipótese (0,05 p).


Resposta II – Possível Causa Etiológica Principal

  • Cicatriz antiga de queimadura (úlcera de Marjolin) é lesão precursora clássica do CEC, com risco de malignização de 17% (0,10 p).
  • Exposição solar crônica cumulativa (radiação UVB) atua como fator etiológico direto, promovendo danos no DNA dos queratinócitos basais e supressão da vigilância imune cutânea (0,08 p).
  • Imunossupressão relativa por idade avançada e trauma repetitivo crônico favorece progressão de clone iniciado (0,02 p).


Resposta III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico

  • Biópsia excisional ou incisional precoce é o exame de escolha, obrigatória em lesão ceratósica de crescimento progressivo em adulto, permitindo diagnóstico histológico preciso e exclusão de ceratoacantoma ou hiperplasia pseudocarcinomatosa (0,05 p).
  • Histopatologia revela proliferação desordenada de células epiteliais em ninhos compactos ou cordões infiltrativos, com pérolas córneas e grau de diferenciação pela classificação de Broders (0,05 p).


Resposta IV – Tratamento de Eleição

  • Cirurgia excisional com margens histológicas livres (4-6 mm para lesões de baixo risco) é a abordagem terapêutica de eleição, alcançando taxas de cura >95% em estágios iniciais (0,05 p).
  • Evitar curetagem isolada; eletrodissecção combinada com curetagem pode ser usada apenas em lesões pequenas ≤10 mm (0,03 p).
  • Em lesão única na parede abdominal sem linfonodos acometidos, não há indicação inicial de esvaziamento ganglionar ou adjuvantes (0,02 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.94)




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