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Uma mulher G1P0 de 24 anos de idade com 31 semanas de gestação se apresenta ao PS com uma história de 4 horas de cólicas abdominais e contrações. As contrações foram regularmente espaçadas em 10 minutos, mas parecem estar aumentando de intensidade. Ela teve uma pequena quantidade de corrimento vaginal, mas não consegue dizer com certeza se sua bolsa estourou ou não. Nega sangramento vaginal. A temperatura dela é 36,8 °C, sua pressão arterial é 137/84 mm Hg, seu pulso é 87/min, e seu a frequência respiratória é 12/min. O exame físico revela abdome indolor com contrações palpáveis a cada 8 minutos. Qual é a conduta próxima no atendimento dessa paciente?
A. Cultura cervical para estreptococos do Grupo B
INCORRETO: A colonização estreptocócica do grupo B está associada a partos prematuros, e pode complicar a evolução neonatal
das crianças nascidas de mães colonizadas. Culturas de estreptococos do grupo B são frequentemente feitas em mulheres que estão em trabalho de parto prematuro e o tratamento com antibióticos é instituído até que as culturas sejam consideradas negativas. No entanto, um teste GBS é não é diagnóstico para trabalho de parto prematuro, pois os pacientes podem estar em trabalho de parto falso, mesmo se forem colonizados com GBS.
B. Exame cervical digital e avaliação de dilatação e apagamento
INCORRETO : O toque digital é contraindicado em pacientes prematuros cuja bolsa estourou como medida preventiva contra
corioamnionite. Numa paciente que não tem certeza sobre o estado de suas membranas no momento da apresentação, seria prudente realizar um exame de espéculo do colo do útero.
C. Quantificação de força e tempo de contrações com um tocômetro externo
INCORRETO : Tocômetro externos são úteis para determinar o tempo e a duração de contrações, mas são incapazes de medir a força das contrações uterinas. Portanto, eles são de uso limitado no diagnóstico de trabalho de parto prematuro
D. Exame do espéculo para descartar ruptura de membranas e avaliar visualmente a dilatação e apagamento do colo do útero
CORRETO : Avaliação serial do colo do útero para alterações na dilatação e apagamento é uma ajuda importante no diagnóstico de trabalho de parto prematuro. O exame pode ser realizado por exame digital suave ou por inspeção visual com o auxílio de um espéculo. O exame digital é contra-indicado em pacientes prematuros cuja bolsa estourou como uma medida preventiva contra a corioamnionite. Em uma paciente que não tem certeza do status das membranas dela no momento da apresentação, seria prudente realizar um exame com espéculo do colo do útero.
E. Exame de ultrassom do feto
INCORRETO : O exame de ultrassom pode determinar a viabilidade fetal, a idade gestacional e o volume do líquido amniótico. Pode também ser usado para monitorar pacientes quanto o sangramento intrauterino. No entanto, o ultrassom fetal é raramente útil como um exame de diagnóstico para o trabalho de parto prematuro.
Gabarito: D
RATING: 2.95 ![]()
a) Melhorar a transferência de O2 (0,04 p)b) Equilibrar a perfusão dos tecidos e as necessidades metabólicas (0,04 p)c) Reverter as anormalidades da perfusão (0,04 p)d) Fornecer suporte à função dos órgãos (0,04 p)e) Evitar a progressão para PCR (0,04 p)
a) Taquicardia crescente (0,04 p)b) Pulsos periféricos diminuídos ou ausentes (0,04 p)c) Enfraquecimento dos pulsos centrais (0,04 p)d) Estreitamento da pressão de pulso (0,04 p)e) Extremidades distais frias, com preenchimento capilar prolongado (0,04 p)f) Diminuição do nível de consciência (0,04 p)g) Hipotensão (achado tardio) (0,042 p)
FONTE:
1) Três hipóteses diagnósticas mais prováveis:
- Pneumocistose; (0,05 p)
- Doença infecciosa granulomatosa (tuberculose, histoplasmose ou micose) disseminada ou não; (0,05 p)
- Pneumonia comunitária (típica ou atípica). (0,05 p)
2) Para embasamento das hipóteses e proposição do tratamento inicial:
- RX Tórax (0,025 p)
- Gasometria arterial (0,025 p)
- LDH (0,025 p)
- Escarro (BAAR/Fungos/Histoplasma) com ou sem culturas (tardia) (0,025 p)
- Hemograma (0,025 p)
- Bioquímica (função renal, ionograma, PCR / VHS) (0,025 p)
3) Plano terapêutico inicial:
- Internação, pelo risco de falência respiratória. (0,0285 p)
- Bactrim venoso em dose terapêutica, pelo risco de pneumocistose. (0,0285 p)
- Oxigenioterapia, pelos sinais de esforço ventilatório. (0,0285 p)
- Hidratação venosa para correção dos distúrbios hidro-eletrolíticos e ácido-básicos. (0,0285 p)
- Antibioticoterapia para germes comunitários (Exemplos: amoxilina, azitromicina, ceftriaxone ou outra associação), para cobertura de gram-negativo, gram-positivo e anaeróbio. (0,029 p)
- Corticoides poderão ser aceitos pelo quadro pulmonar. (0,0285 p)
- Tuberculostáticos com justificativa fundamentada (0,0285 p)
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