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PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

É obvio que um tal desvio de sangue, na vida extra-uterina causa aumento da pressão aórtica. Como foi afirmado acíma, o sangue passa da esquerda para a direita através do canal, da aorta para a artéria pulmonar. Como na comunicação interventricular, a extensão do shunt depende do tamanho do canal e da relação entre a resistência vascular pulmonar e a sistêmica.

Se o defeito for pequeno, o paciente aguenta melhor, mas em caso de canal arterial grande, a pressão arterial pulmonar pode ser elevada a níveis sistêmicos durante a sístole e durante a diástole. Ou seja, se instala um Eisenmenger!

Se o PCA for pequeno, as pressões dentro da artéria pulmonar, do ventrículo direito e do átrio direito são normais.

O maior risco para os pacientes com PCA grande, negligenciado, é justamente desenvolver doença vascular pulmonar.

OBJETIVA: (1397163 votos)..........95.19% das questões objetivas receberam votos.
Qual dos seguintes fatores tende a aumentar a duração média do trabalho de parto?
A. aumento da paridade
B. aumento da idade materna
C. diminuição de tamanho do bebê
D. bebê na posição occipitoposterior
E. nenhuma das alternativas

  RATING: 3.03

Qual dos seguintes fatores tende a aumentar a duração média do trabalho de parto?

A. aumento da paridade
INCORRETO: A duração do trabalho de parto, em geral, diminui com o aumento da paridade.
B. aumento da idade materna
INCORRETO : A idade da mãe, em si, não afeta o trabalho de parto.
C. diminuição de tamanho do bebê
INCORRETO : Bebês menores apresentam um segundo estágio do trabalho de parto mais curto.
D. bebê na posição occipitoposterior
CORRETO : A posição de occipitoposterior em geral aumenta a duração total do trabalho de parto em 60 a 120 minutos.
E. nenhuma das alternativas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

DISCURSIVA: (195640 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os alvos terapêuticos da 1ª hora na ressuscitação de crianças com sepse grave e choque séptico. (0,5 pontos).


RATING: 2.56

Enumeram os alvos terapêuticos da 1ª hora na ressuscitação de crianças com sepse grave e choque séptico. (0,5 pontos).

Alvos terapêuticos da 1ª hora:

  • Tempo de enchimento capilar ≤ 2 segundos 0,05 p
  • Pressão arterial sistólica normal para a faixa etária. 0,05 p
  • Avaliação de pulso ausência de diferença entre pulso central e periférico. 0,05 p
  • Presença de diurese >1 mL/kg/h. 0,05 p
  • Extremidades aquecidas. 0,05 p
  • Estado neurológico normal 0,05 p
  • Estado mental normal. 0,05 p
  • Saturação venosa central SvcO2 ≥ 70%. 0,05 p
  • Índice cardíaco 3,3-6,0 L/min/m2 0,05 p .
  • Pressão de perfusão normal para a faixa etária 0,05 p

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.56)

CASO CLINICO: (227823 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
M. S. G. 5 meses. Mãe refere febre, chorosa, inapetência. Na hora da consulta apresenta 38,4°C e a mãe informa que a criança tem refluxo e que trata com Label. Bom estado geral, hidratada e corada, chorosa. Medicada com Ibuprofeno e Dipirona em casa por conta da febre. No exame físico, BEG, levemente descorada, nariz entupido e tosse com evidente ronquidão e estridor.
De repente, durante a consulta a paciente inicia uma convulsão e é transportada na sala de emergência, aonde, por conta do acesso venoso difícil, é aplicada rapidamente uma dose correta de Midazolam intramuscular. Cinco minutos depois da injeção, a lactente entra em apneia e o monitor mostra o seguinte traçado:

Pergunta-se:
1) O que poderia ter causado a apneia, nesse caso? 0,05 pontos
2) Qual é a arritmia apresentada no monitor? É ritmo chocável ou não? 0,1 pontos
2) Qual é a intervenção a ser feita, imediatamente? 0,35 pontos


RATING: 3.02

1) O que poderia ter causado a apneia, nesse caso?
A injeção de Midazolam. (0,05 p)
Discussão: O midazolam deve ser usado somente quando materiais de ressuscitação apropriados para o tamanho e a idade estão disponíveis, já que a administração do mesmo pode deprimir a contratilidade miocárdica e causar apneia. Eventos adversos cardiorrespiratórios graves têm ocorrido em raras ocasiões. Esses eventos têm incluído depressão respiratória, apneia, parada respiratória e/ou parada cardíaca. A ocorrência de tais incidentes de risco à vida é mais provável em adultos acima de 60 anos, naqueles com insuficiência respiratória preexistente ou comprometimento da função cardíaca, e em pacientes pediátricos com instabilidade cardiovascular, particularmente quando a injeção é administrada muito rapidamente ou quando é administrada uma alta dose.

2) Qual é a arritmia apresentada no monitor? É ritmo chocável ou não?
Atividade elétrica sem pulso. (0,05 p) Não é ritmo chocável. (0,05 p)
Discussão: AESP é, sem duvida, uma catástrofe... Ela não é um ritmo especifico - na verdade, podemos descrever ela como atividade elétrica organizada (quer dizer, não é nem FV e nem assistolia) que aparece no ECG ou no monitor cardíaco mas... não tem pulso nenhum. A frequência de atividade elétrica pode ser baixa (mais comum, denominada agônica), normal ou alta. Pior é que as pulsações podem ser detectadas por uma forma de onda artéria ou estudo Doppler, mas os pulsos não são palpáveis. Ou seja, neste caso não há um fluxo satisfatório de sangue para os órgãos.
O ECG pode exibir complexos QRS normais ou largos. É muito importante, então avaliar o ritmo monitorado e observe a frequência e a largura dos complexos QRS. Salvo se for possível identificar e tratar rapidamente a causa da AESP, o ritmo provavelmente se deteriorará e se transformará em assistolia.

3) Qual é a intervenção a ser feita, imediatamente?
A primeira medida a ser feita neste momento é instituir imediatamente RCP de alta qualidade (0,05 p): como a lactente está no hospital e provavelmente tem dois reanimadores, utiliza-se o método com dois polegares (0,05 p). O ritmo das compressões cardíacas/ventilações é de 15 compressões:2 ventilações (0,05 p) cada compressão devendo descer 4 cm (criança pequena) (0,05 p) esperando o retorno total do tórax após cada compressão (0,05 p), com uma frequência de 100-120/minuto (0,05 p). Ás ventilações tem que ser aplicadas em menos de 10 segundos (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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