ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca três letras e depois escolhe a opção:

    

2541 USUARIOS INSCRITOS
882 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
490 TENTATIVAS (13 CONTESTAÇÕES)
14039 QUESTÕES OBJETIVAS
3415 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5535 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2513 QUESTÕES DE CIRURGIA
1792 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
784 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
148 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
178 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

MEDIDAS DE SAUDE COLETIVA OS INDICADORES DE SAUDE (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

As estatísticas de saúde surgiram primeiramente como uma forma de registrar e identificar os problemas de saúde das comunidades, visando controlar as doenças e os doentes, controle que melhoraria a organização das cidades, a produção econômica e o resguardo das classes sociais mais abastadas. As estatísticas apontavam grupos e áreas de risco, levando à exclusão social aqueles que se encontrassem doentes, o que justificava-se na medida que entendia-se a saúde como ausência de doença.

No decorrer dos anos, as estatísticas de saúde passaram a contribuir para a definição de parâmetros numéricos sobre a saúde de uma população, permitindo a comparação entre realidades de saúde. As comparações numéricas possibilitaram a definição de políticas que melhor atendessem às dificuldades de cada comunidade, relacionando o aparecimento de doenças com o tempo, o lugar e as pessoas (a freqüência e a distribuição das doenças).

Com a evolução do conceito de saúde e a compreensão de promoção da saúde, as estatísticas de saúde passaram a estar lado a lado com a discussão social e clínica. Tomou-se claro que os números não valeriam de nada sem a compreensão de que a saúde depende de condições sociais. Da mesma forma, ficou claro que os números não ajudariam em nada se a concepção clínica sobre o processo saúde-doença ainda fosse reduzida a realidades pontuais, se o indivíduo fosse destacado de seu ambiente e tratado como uma máquina em mau funcionamento. Ou seja, medir saúde ganhou também um sentido abrangente, com a bioestatística ajudando a compreender a realidade, a clínica olhando o indivíduo numa coletividade e a medicina social discutindo as singularidades de cada caso num contexto de abrangência social.


OBJETIVA: (914265 votos)..........94.46% das questões objetivas receberam votos.
A evolução do SUS:
A. tem evidenciado cada vez mais que os municípios bastam a si próprios, sendo a esfera estadual de governo dispensável para a sua consolidação, pois a execução atual das ações de saúde são totalmente municipalizadas
B. tem mostrado como a regulação das referências já é um problema superado, o que dispensa o gestor da esfera estadual de governo dessa função, passando à atribuição de intermediar verbas de origem federal
C. tem mostrado que as dificuldades de repor recursos humanos outrora existentes não mais existem, depois que a legislação passou a permitir a contratação de profissionais por meio das fundações estatais
D. tem mostrado que a desmotivação dos trabalhadores da saúde pode ser facilmente superada por mecanismos de gerência na administração direta, que permitam a avaliação individual do desempenho
E. tem evidenciado o papel do gestor da esfera estadual como coordenador em âmbito do estado e importante ator na consolidação da integralidade da atenção à saúde.

  RATING: 2.8

A evolução do SUS:

A. tem evidenciado cada vez mais que os municípios bastam a si próprios, sendo a esfera estadual de governo dispensável para a sua consolidação, pois a execução atual das ações de saúde são totalmente municipalizadas
INCORRETO: Regionalização e a Hierarquização - Esse princípio está muito afeto as atribuições dos gestores estaduais e municipais que devem buscar a melhor maneira de garantir a eficiência, a eficácia e a efetividade do SUS, não raro com recursos escassos. Como não são todos que precisam, por exemplo, de cirurgias no coração, um hospital com essa capacidade pode atender a toda uma região ou mesmo a um estado.Para tanto as palavras chave são a organização, a união e a parceria. Isso é sobremaneira facilitado pela possibilidade de formação de consórcio entre os municípios ou entre os estados, dando efetividade à regionalização da rede e dos serviços prestados pelo SUS. O caminho para tanto é o da qualificação e o da capacitação de estados e municípios a assumirem a plenitude da gestão dos respectivos sistemas.
B. tem mostrado como a regulação das referências já é um problema superado, o que dispensa o gestor da esfera estadual de governo dessa função, passando à atribuição de intermediar verbas de origem federal
INCORRETO : Como funciona uma rede hierarquizada? O usuário terá como referência uma 'porta de entrada' do sistema, que já não é mais o hospital, mas o primeiro nível - um posto de saúde, os módulos de Saúde da Família, os centros de saúde e as unidades de emergência.
C. tem mostrado que as dificuldades de repor recursos humanos outrora existentes não mais existem, depois que a legislação passou a permitir a contratação de profissionais por meio das fundações estatais
INCORRETO : existem ainda bastante dificuldades com os recursos humanos, faltando principalmente, profissionais para constituir o sistema
D. tem mostrado que a desmotivação dos trabalhadores da saúde pode ser facilmente superada por mecanismos de gerência na administração direta, que permitam a avaliação individual do desempenho
INCORRETO : a desmotivação dos trabalhadores na area de saúde vai ser superada somente pela uma boa remuneração e respeito profissional e é ainda longe de ser resolvida
E. tem evidenciado o papel do gestor da esfera estadual como coordenador em âmbito do estado e importante ator na consolidação da integralidade da atenção à saúde.
CORRETO : Regionalização e a Hierarquização Esse princípio está muito afeto as atribuições dos gestores estaduais e municipais que devem buscar a melhor maneira de garantir a eficiência, a eficácia e a efetividade do SUS, não raro com recursos escassos.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.8)

DISCURSIVA: (166232 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A evolução da gripe (influenza) geralmente tem resolução espontânea em sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. Alguns casos podem evoluir com complicações e no exame fisico são presentes alterações sugestivas para agravamento. Indiquem esses sinais de agravamento para uma criança abaixo de 2 anos.


RATING: 4.04

A evolução da gripe (influenza) geralmente tem resolução espontânea em sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. Alguns casos podem evoluir com complicações e no exame fisico são presentes alterações sugestivas para agravamento. Indiquem esses sinais de agravamento para uma criança abaixo de 2 anos.

Sinais de Agravamento (piora do estado clínico):
  • Aparecimento de dispneia ou taquipneia (frequência respiratória igual ou acima de 20 incursões por minuto) ou hipoxemia – (SpO2 < 95%). (0,05 p)
  • Persistência ou aumento da febre por mais de três dias ou retorno após 48 horas de período afebril (pode indicar pneumonite primária pelo vírus influenza ou secundária a uma infecção bacteriana). (0,05 p)
  • Alteração do sensório (confusão mental, sonolência, letargia). (0,05 p)
  • Hipotensão arterial (sistólica abaixo de 90 mmHg e/ou diastólica abaixo de 60 mmHg). (0,05 p)
  • Diurese abaixo de 400 ml em 24 horas. (0,05 p)
  • Exacerbação dos sintomas gastrointestinais em crianças. (0,05 p)
  • Desidratação. (0,05 p)
  • Exacerbação de doença preexistente (doença pulmonar obstrutiva crônica – Dpoc, cardiopatia ou outras doenças com repercussão sistêmica). (0,05 p)
  • Miosite comprovada por creatinofosfoquinase – CPK (≥ 2 a 3 vezes). (0,05 p)
  • Elevação da creatinina sérica acima de 2,0 mg/dL. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (4.04)

CASO CLINICO: (192596 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um infante do sexo masculino de 8 meses de idade é levado ao pronto-socorro pela sua avó após ter começado a apresentar movimentos mioclônicos de seus braços e pernas aproximadamente 20 minutos antes de sua chegada ao hospital. A enfermeira relata que na triagem o infante teve um movimento mioclônico intermitente dos braços e pernas e parecia sonolento. O histórico não é informativo. A avó relata que ela forneceu somente fórmula infantil ao infante nos últimos 5 dias. Ela tem cuidado dele, enquanto a mãe está viajando. A revisão dos sintomas é negativa para doença do trato respiratório superior, febre, vômito, diarreia ou alteração nos hábitos alimentares.
No exame físico, os sinais vitais são normais. Ele não apresenta movimentos mioclônicos óbvios, porém apresenta tônus muscular reduzido. Suas pupilas são de 3 mm e respondem lentamente à luz bilateralmente. A fontanela anterior é macia. O exame cardiorrespiratório do infante é normal.
Questiona-se:
1) Se a criança começa a ter convulsões generalizadas no pronto-socorro, qual é a primeira intervenção correta que deve ser instituída?
2) Após o controle das convulsões o lactente pode receber alta? Comenta a sua decisão.


RATING: 3.21

1) Se a criança começa a ter convulsões generalizadas no pronto-socorro, qual é a primeira intervenção correta que deve ser instituída? (0,1 p)
De modo geral, deve-se garantir que o paciente tenha uma via aérea patente e estável e um estado hemodinâmico apropriado antes de proceder à próxima etapa do tratamento.

2) Após o controle das convulsões o lactente pode receber alta? Comenta a sua decisão. (0,4 p)
Em um paciente com convulsões, é importante obter a concentração sérica de glicose e eletrólitos para iniciar a avaliação aguda. Atividade convulsiva generalizada em um infante de 8 meses de idade é relativamente comum, havendo um grande número de possíveis explicações. Desarranjos metabólicos estão entre as causas mais comuns de convulsões nesta faixa etária. Embora hipomagnesemia possa causar convulsões, a hipoglicemia, hipocalcemia e hiponatremia são os três distúrbios metabólicos mais frequentemente associados às convulsões.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.21)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.