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Com relação aos divertículos do intestino grosso, é CORRETO afirmar:
A. os divertículos verdadeiros são os mais comuns
INCORRETO: Os divertículos verdadeiros, que envolvem todas as camadas da parede intestinal (mucosa, submucosa, muscular e serosa), são raros no intestino grosso e geralmente congênitos, enquanto os mais comuns no cólon, especialmente no sigmoide, são os falsos ou pseudodivertículos, formados apenas por protrusões da mucosa e submucosa através de pontos fracos na muscular, representando a maioria dos casos de doença diverticular adquirida.
B. os divertículos falsos são revestidos por camada muscular
INCORRETO : Os divertículos falsos consistem em herniações da mucosa e submucosa através de defeitos na camada muscular própria da parede intestinal, sem inclusão dessa camada muscular no revestimento do divertículo, o que os diferencia dos verdadeiros e explica sua fragilidade e predisposição a complicações como inflamação ou perfuração.
C. a doença diverticular é mais frequente nas áreas rurais da África e da Ásia
INCORRETO : A prevalência da doença diverticular é baixa nessas regiões, atribuída a dietas ricas em fibras que reduzem a pressão intracolônica e previnem a formação de divertículos, contrastando com a alta incidência em países ocidentais industrializados, onde dietas pobres em fibras e ricas em carboidratos refinados favorecem o desenvolvimento da condição, com taxas inferiores a 1% na África rural em comparação a 35% ou mais no Ocidente.
D. na síndrome de Marfan, temos um aumento na incidência da doença diverticular
CORRETO : A síndrome de Marfan, caracterizada por mutações no gene FBN1 que afetam a fibrilina e o tecido conjuntivo, predispõe a fraqueza na parede intestinal, facilitando a formação de divertículos colônicos e do intestino delgado, com estudos demonstrando prevalência aumentada de diverticulose e complicações associadas em pacientes com essa condição genética, incluindo sintomas abdominais e perfurações, em comparação à população geral, integrando-se ao espectro de manifestações extracardiovasculares da doença.
E. 40-50% das pessoas com doença diverticular desenvolvem diverticulite aguda
INCORRETO : A progressão para diverticulite aguda ocorre em apenas 4-25% dos indivíduos com diverticulose, dependendo de fatores como idade e comorbidades, com taxas de recorrência em torno de 20-39% após o primeiro episódio, não atingindo a faixa elevada proposta, o que reflete a natureza majoritariamente assintomática da diverticulose na maioria dos casos.
Gabarito: D
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FONTE:
1) Na assistência ao seu pré-natal
Solicitar exames: contagem de carga viral (0,025 p), contagem de linfócitos CD4 e CD8, trimestralmente (0,025 p) e hemograma (0,025 p)e enzimas hepáticas mensalmente (0,025 p). Prescrever AZT, na dose de 600mg por dia (0,025 p), até o parto. Orientar para uso de condom (0,025 p). Não realizar procedimentos diagnósticos invasivos (0,025 p). Notificar a doença. (0,025 p)
2) Na assistência ao seu parto e puerpério
Prescrever AZT por via endovenosa, na dose de 2mg/Kg de peso, na primeira hora e 1mg/Kg de peso nas horas subseqüentes ao parto.(0,075 p). No puerpério inibir a lactação com Carbegolina via oral.(0,075 p).
3) Cite os critérios para a realização de cesariana eletiva na paciente
Cesariana eletiva se carga viral desconhecida ao final da gestação ou se maior que 1.000 cópias/ml, em exame realizado após 34 semanas. (0,15 p)
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