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ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Os acidentes com animais peçonhentos são bastante frequentes no Brasil. Anualmente, dezenas de milhares de pessoas são picadas por cobras, escorpiões, aranhas ou outros animais peçonhentos, o que pode ser fatal em alguns casos. Felizmente, existem serviços de emergência especializados para lidar com este tipo de situações, que podem desde a administração de soro antiofídico ao tratamento de ferimentos. Por isso, é importante sempre procurar assistência médica imediatamente em caso de acidente com animal peçonhento.

OBJETIVA: (934133 votos)..........94.3% das questões objetivas receberam votos.
Paciente de 54 com queixa de perda urinária aos mínimos esforços há 7 anos, com piora após a menopausa há 3 anos. Nos antecedentes relata 4 gestações sendo 3 partos normais e 1 parto cesariana com laqueadura. Descreve-se, também ter se submetido a duas tentativas de correção cirúrgica sem sucesso, sendo uma por via vaginal e outra por via abdominal. No exame físico observa-se perda urinária sincrônica aos esforços pelo meato externo da uretra, ausência de distopias e períneo reconstruído cirurgicamente. No exame urodinâmico observa-se pressão de perda de 50 centímetros de água, resíduo pós miccional de 55 mililitros, ausência de contrações inibidas do detrusor e fluxo urinário máximo de 28 mililitros por segundo. Qual o provável diagnóstico e a melhor conduta terapêutica:
A. Incontinência urinária de esforço por hipermobilidade do colo vesical / Cirurgia de Burch
B. Incontinência urinária de esforço por defeito esfincteriano do detrusor / TVT – “ Tension – Free Vaginal Tape
C. Incontinência urinária de esforço por defeito esfincteriano do detrusor / Cirurgia de Kelly – Kennedy
D. Instabilidade do detrusor / Estrogênioterapia
E. Incontinência urinária de esforço por defeito esfincteriano associada com bexiga flácida / Cirurgia de Pereira

  RATING: 3.21

Paciente de 54 com queixa de perda urinária aos mínimos esforços há 7 anos, com piora após a menopausa há 3 anos. Nos antecedentes relata 4 gestações sendo 3 partos normais e 1 parto cesariana com laqueadura. Descreve-se, também ter se submetido a duas tentativas de correção cirúrgica sem sucesso, sendo uma por via vaginal e outra por via abdominal. No exame físico observa-se perda urinária sincrônica aos esforços pelo meato externo da uretra, ausência de distopias e períneo reconstruído cirurgicamente. No exame urodinâmico observa-se pressão de perda de 50 centímetros de água, resíduo pós miccional de 55 mililitros, ausência de contrações inibidas do detrusor e fluxo urinário máximo de 28 mililitros por segundo. Qual o provável diagnóstico e a melhor conduta terapêutica:

A. Incontinência urinária de esforço por hipermobilidade do colo vesical / Cirurgia de Burch
INCORRETO: A Suspensão de Burch para a Bexiga nada mais é do que suturar a fáscia vaginal no ligamento de Cooper, elevando-a. Como a bexiga repousa sobre a fáscia vaginal, a elevação da fáscia vai automaticamente elevar também a bexiga. A incisão pode ser feita por via abdominal, na linha da cesariana, ou então por via vaginal (internamente). É necessária anestesia geral. Seis amarras (três de cada lado da bexiga) são suturadas da fáscia vaginal até o ligamento de Cooper. O procedimento todo leva cerca de 45 a 60 minutos
B. Incontinência urinária de esforço por defeito esfincteriano do detrusor / TVT – “ Tension – Free Vaginal Tape
CORRETO : TVT Sling é uma operação para tratar a incontinência urinária de esforço. Incontinência de esforço é o vazamento de urina que ocorre com atividades que causam um aumento na pressão abdominal, como tossir, espirrar, saltar, levantar, exercitar e, em alguns casos, caminhar. Esse vazamento ocorre porque os músculos do colo da bexiga perderam seus suportes e força. Como um mecanismo de válvula, a uretra (tubo de água) não fica mais fechada quando uma pressão extra é colocada na bexiga. O sling TVT é uma operação minimamente invasiva que requer três pequenas incisões para inserir e posicionar a fita. Um corte de 1 cm é feito em ambos os lados do abdome inferior (barriga) com uma incisão de 3 cm na vagina para permitir que a fita seja colocada no lugar. As mulheres geralmente ficam no hospital por uma noite após esse tipo de cirurgia.
C. Incontinência urinária de esforço por defeito esfincteriano do detrusor / Cirurgia de Kelly – Kennedy
INCORRETO : Hipermobilidade do colo uretral tem como indicação a cirurgia de Kelly Kennedy
D. Instabilidade do detrusor / Estrogênioterapia
INCORRETO : A Terapia de Reposição Hormonal ou Terapia de Substituição Hormonal, é um tipo de tratamento que permite aliviar os sintomas típicos da menopausa, como ondas de calor, cansaço excessivo, secura vaginal ou queda de cabelos, por exemplo. Para isso, este tipo de terapia utiliza medicamentos que ajudam a repor os níveis de estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na menopausa, já que os ovários deixam de os produzir quando a mulher entra no climatério e na menopausa por volta dos 50 anos de idad
E. Incontinência urinária de esforço por defeito esfincteriano associada com bexiga flácida / Cirurgia de Pereira
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.21)

DISCURSIVA: (169371 votos) ..........98.04% das questões discursivas receberam votos.
As doenças oportunistas - infecções e neoplasias - e outras complicações decorrentes da imunodeficiência são as principais causas de morbimortalidade em doentes com AIDS. A medida que o déficit imunológico se agrava, aumenta a probabilidade de instalação de infecções oportunistas, geralmente quando o número de LT-CD4+ no sangue cai para determinados valores. Relacionado a isso, indique:

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento? (0,1 p)
b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? (0,21 p)
c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. (0,19 p)


RATING: 2.89

As doenças oportunistas - infecções e neoplasias - e outras complicações decorrentes da imunodeficiência são as principais causas de morbimortalidade em doentes com AIDS. A medida que o déficit imunológico se agrava, aumenta a probabilidade de instalação de infecções oportunistas, geralmente quando o número de LT-CD4+ no sangue cai para determinados valores. Relacionado a isso, indique:

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento? (0,1 p)
b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? (0,21 p)
c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. (0,19 p)

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento?

O limite de 200 LT-CD4+/mm3 no sangue periférico constitui o marco referencial que norteia o risco de adoecimento (0,1 p)

b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? 

Segundo dados do Ministério da Saúde, as infecções oportunistas que ocorrem mais comumente no Brasil, em doentes com AIDS, são constituídas por:
  • candidíase (em esôfago, traqueia, brônquios e/ou pulmão),  0,03 p
  • pneumonia por Pneumocystis carinii (atualmente denominado Pneumocystis jeroveci), 0,03 p
  • tuberculose, 0,03 p
  • toxoplasmose, 0,03 p
  • herpes simples, 0,03 p
  • criptococose 0,03 p
  • criptosporidíase 0,03 p

c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. 

Muitos estudos demonstraram a possibilidade de avaliar esse risco por intermédio do número de linfócitos no sangue periférico, comparando-o com o número de LT-CD4+, recurso utilizado sobretudo em regiões pobres, onde não existe a possibilidade de quantificar os LT-CD4+, estabelecendo-se que número de linfócitos totais no sangue menor que 1.400/mm3 corresponde a número de LT-CD4+ inferior a 200/mm3 e que número de linfócitos totais menor que 1.700/mm3 corresponde a número 124 de LT-CD4+ inferior a 350/mm3.
No Brasil, evidenciou-se que número de linfócitos no sangue periférico menor que 1.000/mm3, especialmente se a hemoglobina apresentar-se com taxa mais baixa que 13g%, mantém forte correlação com número de LT-CD4+ inferior a 200/mm3. (0,19 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

CASO CLINICO: (196324 votos)..........96.76% dos casos clinicos receberam votos.

Uma senhora de 66 anos, hipertensa e diabética, refere palpitações e cansaço aos esforços há cerca de 3 meses. Há quase um ano vem em uso de clortalidona 25 mg/dia + lisinopril 5 mg/dia + glibenclamida 10 mg/dia, mantendo um controle adequado da pressão arterial e das glicemias (sic). Ao exame, PA = 138 x 86 mmHg, FC = 154 bpm, eupnêica, corada, hidratada, anictérica, ritmo cardíaco irregular, em 2 tempos, com sopro sistólico em ponta +2/+6 , murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios, abdome e membros inferiores sem alterações dignas de nota. Exame neurológico normal. Fundoscopia: retinopatia hipertensiva grau II. Radiografia de tórax: calcificação da aorta ascendente, área cardíaca normal. Eletrocardiograma (Foto). Ecocardiograma-Doppler: hipertrofia ventricular esquerda leve, átrio esquerdo medindo 4,5 cm, fração de ejeção estimada em 65%, Doppler mitral com sinais de déficit de relaxamento, calcificação anular mitro-aórtica com regurgitação mitral leve.

a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal? (0,05 pontos)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento? (0,05 pontos)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro. Quais seriam os passos subseqüentes? (0,2 pontos)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta? (0,2 pontos)




RATING: 2.91

a) Qual é o diagnóstico eletrocardiográfico principal?
Fibrilação atrial. (0,05 p)
b) Como deverá ficar a receita da paciente neste momento?
Diltiazem (ou beta-bloqueador ou verapamil) + clortalidona + glibenclamida + warfarina.(0,05 p)
c) Caso você optasse por reverter esse quadro, quais seriam os passos subseqüentes?
CONTROLE DE RITMO: reverter a fibrilação atrial, respeitando o protocolo de anticoagulação pré e pós-reversão. Pré-reversão: cumarínico por 3 semanas ou heparina por 12h (se eco-transesofágico não demonstrar trombo). Pós-reversão: cumarínico por 4 semanas. Manter antiarrítmico profilático (amiodarona em baixa dose) e a terapia antitrombótica crônica (cumarínico, pois esta paciente é de grupo de risco).(0,2 p)
d) Se esta paciente apresentasse dor anginosa ou congestão pulmonar no momento desse ECG, qual seria a sua conduta?
Cardioversão elétrica emergencial. Heparina em bolus, Choque com 100-200 J, anticoagulação pós-reversão (4 semanas de warfarin) e Terapia Antitrombótica Crônica com warfarin (pois a paciente é de grupo de risco).(0,2 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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