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ESTENOSE MITRAL CONGÊNITA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Trata-se duma anomalia rara, que pode ser isolada ou associada a outros defeitos. As associações mais comuns são a estenose aórtica e a coarctação da aorta.

Os defeitos estenoticos encontrados são:

  • valva mitral afunilada
  • valva mitral com folhetos espessados
  • valva mitral com cordoalhas tendíneas encurtadas e deformadas
  • valva mitral em pára-quedas
  • valva mitral com duplo orifício.

A estenose mitral congênita supravalvar é uma anomalia rara, descrita por Fisher 1 em 1902, e caracterizada, anatomicamente, pela presença de uma membrana fibrosa circunferencial que recobre a valva mitral. Essa membrana apresenta um ou dois pequenos orifícios, obstruindo o fluxo de saída do átrio esquerdo. A valva mitral subjacente pode ser normal ou deformada.

OBJETIVA: (1067014 votos)..........98.52% das questões objetivas receberam votos.
Indicações de infusão de atropina no paciente com bradicardia sinusal com comprometimento cardiopulmonar:
(I) intoxicação com organofosforados
(II) bloqueio AV sintomático derivado da bradicardia primaria
(III) tônus vagal aumentado
(IV) bloqueio AV decorrente da acidose
A. apenas I e IV
B. apenas II
C. apenas I, II e III
D. apenas II e IV
E. todas

  RATING: 3.13

Indicações de infusão de atropina no paciente com bradicardia sinusal com comprometimento cardiopulmonar:

(I) intoxicação com organofosforados
CORRETO: a intoxicação com organofosforados pode causar bradicardia e é uma indicação de aplicação de atropina
(II) bloqueio AV sintomático derivado da bradicardia primaria
CORRETO: Uma bradicardia primária significa uma disfunção miocárdica, e, como a epinefrina pode causar arritmias neste caso, é recomendável a aplicação de atropina
(III) tônus vagal aumentado
CORRETO: O tonus vagal aumentado é uma indicação para infusão de atropina em caso de bradicardia com comprometimento cardiopulmonar
(IV) bloqueio AV decorrente da acidose
INCORRETO: a atropina não é recomendada para o bloqueio AV decorrente da bradicardia secundaria por causas tratáveis (hipoxia ou acidose)

A. apenas I e IV
INCORRETO: veja os comentários acíma
B. apenas II
INCORRETO : veja os comentários acíma
C. apenas I, II e III
CORRETO : veja os comentários acíma
D. apenas II e IV
INCORRETO : veja os comentários acíma
E. todas
INCORRETO : veja os comentários acíma

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

DISCURSIVA: (178971 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
I. Quais são as patologias que podem complicar frequentemente com síndrome hepato-renal?(0,1875 pontos)
II. Quais são os aspectos fisiopatológicos que caracterizam a síndrome hepato-renal? (0,3125 pontos)


RATING: 3.08

I. Quais são as patologias que podem complicar frequentemente com síndrome hepato-renal?(0,1875 pontos)
II. Quais são os aspectos fisiopatológicos que caracterizam a síndrome hepato-renal? (0,3125 pontos)

I. Quais são as patologias que podem se complicar frequentemente com síndrome hepato-renal?
Cirrose (0,0625 p), insuficiência hepática (0,0625 p) e hipertensão portal. (0,0625 p)

II. Quais são os aspectos fisiopatológicos que caracterizam a síndrome hepato-renal?
Caracteriza-se por vasoconstrição renal (0,0625 p), redução da perfusão renal (0,0625 p) com baixa taxa de filtração glomerular (TFG) (0,0625 p) e intensa redução da capacidade renal de excretar sódio e água livre (0,0625 p), na ausência de lesões histológicas renais significativas (0,0625 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.08)

CASO CLINICO: (208518 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente dá entrada na UTI de um hospital em coma após ter sido encontrado abandonado na rua, sem assistência ou familiares para maiores informações. Após o procedimento médico padrão com a administração de medicamentos para estabilizar o paciente, a partir do quadro clínico, o exame da gasometria laboratorial revela os seguintes achados:
  • pH: 7,4
  • [HCO3-]real: 80 mEql/l
  • pCO2: 133 mmHg
  • [HCO3-]standard: 34 mEql/l
  • BE.: +10
Que tipo de desequilíbrio o paciente apresenta? Explique! (0,5 pontos)




RATING: 2.96

Em toda questão ou caso clinico de distúrbio acido básico tem que seguir o  algoritmo seguinte:

PASSO 1: E ACIDOSE OU ALCALOSE? E uma acidose (0,025 p), conforme pH 7,40, o pH normal sendo considerado 7,44 (0,025 p) .

PASSO 2: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA OU METABÓLICA? Parece uma acidose respiratória (0,025 p) , porque o mais que e modificado e o CO2  (0,025 p) sendo 133 mm Hg (3 vezes mais que o valor normal (0,025 p) - nem o bicarbonato não e normal (0,025 p) , mais e menos modificado que pACO2)  (0,025 p)
PASSO 3: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA AGUDA OU CRONICA?

ATENÇÃO, PORQUE ISTO E SUPER-IMPORTANTE !
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando distúrbio e cronico a queda do pH e de 0,03. (0,025 p)
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando o distúrbio e agudo a queda de pH e de 0,08. (0,025 p)

Da pra ver que o pH e pouco modificado (0,025 p) em comparação com a enorme pA do CO2  (0,025 p),  ou seja o distúrbio é cronico (0,025 p) , e, já que a pACO2 e de 133 mmHg podemos ter certeza de mais uma coisa: não é uma retenção voluntária (0,025 p) - hipoventilação. 
Relembramos que a retenção voluntaria de CO2 (para equilibrar a alcalose metabólica) nunca não vai passar de 55. Então, se um paciente aparece com 133 mm Hg pACO2 a gasometria, isto não e por causa da hipoventilação ! Isto e útil para saber que nos casos acima apresentados nunca não vamos conseguir equilibrar uma alcalose metabólica utilizando a retenção de CO2 mais que 55 mm Hg.

PASSO 4: É preciso observar que o HCO3 é muito alto (0,025 p) , o que indica, provavelmente uma alcalose metabólica (0,025 p) que tenta compensar a acidose respiratória (0,025 p) , e isso tem sustento no fato que a acidose respiratória é cronica (0,025 p) , ou seja, o rim já mobilizou os mecanismos compensatórios.  (0,025 p)
Em conclusão, o paciente apresenta uma acidose respiratória cronica (0,025 p) , em conjunto com uma alcalose metabólica compensatória. (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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