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OSTEOMIELITE AGUDA NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Osteomielite é o processo infeccioso do osso que evolui com destruição tecidual progressiva e formação de sequestros ósseos.
É um processo inflamatório-infeccioso ósseo ocorrendo de forma característica na metáfise de ossos longos. Pode gerar comprometimentos duradouros e sequelas incapacitantes, visto que é possível acometer a fise dos ossos. Usualmente causado por bactérias.
O processo começa na região medular e progride para a região cortical, ou seja, é - na maioria dos casos - uma disseminação hematogênica.

OBJETIVA: (925315 votos)..........94.24% das questões objetivas receberam votos.
Qual das seguintes alternativas é a causa mais comum de endocardite infecciosa de valva nativa na comunidade?
A. Estafilococos coagulase-negativo
B. Estafilococos coagulase-positivo
C. Enterococos
D. Cocobacilos gram-negativos fastidiosos
E. Estreptococos não-enterocócicos

  RATING: 3.13

Qual das seguintes alternativas é a causa mais comum de endocardite infecciosa de valva nativa na comunidade?

A. Estafilococos coagulase-negativo
INCORRETO: O estafilococo coagulase-negativo é o microrganismo mais comum na endocardite de valva protética de menos de 12 meses.
B. Estafilococos coagulase-positivo
INCORRETO : Na endocardite associada aos cuidados de saúde, nos casos associados ao uso de drogas injetáveis e na endocardite de valva protética de mais de 12 meses, o S. aureus constitui o microrganismo mais comum.
C. Enterococos
INCORRETO : Os enterococos causam endocardite em cerca de 10 a 15% dos casos associados aos cuidados de saúde, em valvas protéticas de 2 a 12 meses e em usuários de drogas injetáveis.
D. Cocobacilos gram-negativos fastidiosos
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Estreptococos não-enterocócicos
CORRETO : Os agentes etiológicos da endocardite infecciosa variam de acordo com o hospedeiro. A endocardite de valva nativa adquirida na comunidade continua sendo um importante problema clínico, particularmente no indivíduo idoso. Nesses pacientes, os estreptococos (Viridans spp., S. gallolyticus, outros estreptococos não do grupo e de outros grupos e Abiotrophia spp.) respondem por cerca de 40% dos casos.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

DISCURSIVA: (167918 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)


RATING: 2.95

1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica (0,35 pontos)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas. (0,15 pontos)

1) Enumeram as principais anormalidades de parede toracica:

Anormalidades da Parede Torácica
Deformidades de depressão/pectus excavatum (0,05 p)
Deformidades de protrusão/pectus carinatum (0,05 p)
Sindrome de Poland (0,05 p)
Defeitos esternais
  • Ectopia cordis cervical (0,05 p)
  • Ectopia cordis torácica (0,05 p)
  • Ectopia cordis toracoabdominal (0,05 p)
  • Esterno bífido (0,05 p)

2) Descrevam a conformação normal e as relações normais com o esterno e a coluna vertebral para os 12 pares de costelas.
As costelas e o esterno determinam o tamanho e o formato da cavidade torácica.

  1. As sete costelas superiores (numeradas de 1 a 7) são costelas verdadeiras, pois se articulam diretamente com o esterno por meio de cartilagens. (0,05 p)
  2. As cinco costelas inferiores (numeradas de 8 a 12) são falsas costelas; elas não se conectam diretamente com o esterno, anteriormente; na maioria dos casos, conectam-se com a cartilagem costal acima delas. (0,05 p)
  3. As costelas 11 e 12 são costelas flutuantes. Elas podem ser pequenas ou grandes; articulam-se apenas com a coluna torácica. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (194565 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Recém-nascido, sexo feminino, nascida a termo (37 semanas e 1 dia) de parto cesárea devido à hipertensão arterial materna, que gerou um estado fetal não tranquilizador, pequena para idade gestacional (PIG), baixo peso (BP): 2.045 g e 45,4 cm, Apgar 9 (1º minuto) e 10 (5º minuto). Diante do quadro de ser um RN PIG e com baixo peso, foi instituída monitorização de glicêmia, a qual evidenciou episódios frequentes de hipoglicemia. Realizada infusão repetida de glicose intravenosa sem melhora significativa. 

(I) Qual é o provável diagnóstico e a suspeita etiológica?.........0,1 pontos;

(II) Qual é o principal risco?.......0,05 pontos;

(III) Qual é a primeira medida a ser adotada?.......0,05 pontos;

(IV) Qual é o protocolo de tratamento parenteral?.....0,25 pontos;

(V) Proponha um tratamento de acompanhamento para esse caso..... 0,05 pontos.




RATING: 2.94

(I) Qual é o provável diagnóstico e a suspeita etiológica?

Hipoglicemia causada (0,05 p) pelo hiperinsulinismo congênito(0,05 p).

(II) Qual é o principal risco?

A longo prazo: seja prematuro ou de termo, os recém-nascidos são de risco para sérias deficiências no desenvolvimento neurológico (0,05 p) na presença de hipoglicemia persistente.

DISCUSSÃO: Nessa fase da vida o tecido cerebral ainda é imaturo, devido à intensa atividade metabólica e extremamente ávido por glicose, sendo bastante vulnerável às reduções de níveis glicêmicos mesmo que em episódios breves. Sendo assim, a ocorrência de episódios de hipoglicemia repetidos podem gerar danos cerebrais, em grande parte das vezes graves e irreversíveis

(III) Qual é a primeira medida a ser adotada?

Dieta com leite materno a livre demanda (0,025 p) sendo administrado mediante mamadas ou por copo.(0,025 p)

(IV) Qual é o protocolo de tratamento parenteral que deve ser aplicado caso a primeira medida não rende o resultado esperado?

Se a hipoglicemia for recorrente, o recém-nascido deve ser tratado com glicose IV (0,05 p) tendo-se a meta de manter a glicemia acima de 45 mg/dl nas primeiras 24 horas (0,05 p) e acima de 50 mg/dl depois (0,05 p).

E necessário, neste caso, infusão contínua de 80 ml/kg/dia soro glicosado 10% (0,05 p) com uma VIG de 6 mg/kg/min.(0,05 p)

(V) Proponha um tratamento de acompanhamento para esse caso.

Tratamento de controle com diazóxido 5 mg/kg/dia, fracionado de 8/8 horas (0,025 p), referência para endocrinologista pediátrico (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.94)




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