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DISTOPIAS GENITAIS (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Pelo menos metade das mulheres férteis desenvolvem algum degrau de hérnia vaginal (o mais comum e o colpocelo e o retocele), em maioria dos casos depois a menopausa. Aproximadamente 10% tem sintomas e precisam de tratamento.

A causa do prolapso vaginal esta representada de defeitos de suporte endopelvico, fascia ou chão pélvico. Tal defeitos podem ocorrer também como resultado de enfraquecimento congênito, trauma de parto, contração forte dos músculos (como aparece em caso de constipações) ou lacerações musculo-fasciais. As hérnias vaginalis raramente acontecem na juventude, os defeitos ficam visíveis somente em meses ou anos. Outras causas de prolapso são aquelas que aumentam a pressão intra-abdominal e realce a tensão das estruturas pélvicas.

Os processos seguintes são considerados a ampliar a tensão das estruturas pélvicas: defeito congênito ou relaxamento do suporte pélvico, obesidade, problemas respiratórias crônicas (asma, bronquite crônica, bronquiectasia) ascites e danos ao nervo sacral (traumas das raízes S1 - S4, ou neuropatia diabética). A vagina e sustentada pela extensão baixa, forte, dos ligamentos cardinais, mas ela passa e é parcialmente elevada pelos músculos levantadores do anus e períneo (corpo perineal, o músculo bulbocavernoso). Por esses aparelhos de sustentação a vagina é bem inter-relacionada com o reto ou vagina. 

Se este suporte de sustentação falhar, o útero, a vagina, a bexiga ou mesmo reto podem, primeiro, prolabar, depois cair na vagina. Normalmente, em patologia encontra-se este conjunto de causas, portanto chama-se de “relaxamento pélvico sintomático, junto com a descrição de defeito (tipo, retocele, colpocelo, etc).

OBJETIVA: (919398 votos)..........94.48% das questões objetivas receberam votos.
Qual das seguintes exames dos seios paranasais e util e de indicação CORRETA :
A. exame dos seios maxilares, criança de 2 anos, radiografia simples
B. exame dos seios frontais, criança de 3 anos, radiografia simples
C. exame dos seios maxilares, criança de 6 anos, tomografia computerizada de alta resolução
D. exame de sinus esfenoidal, criança de 5 anos, radiografia simples
E. exame de sinus etmoidal, criança de 12 meses, tomografia simples

  RATING: 3.19

Qual das seguintes exames dos seios paranasais e util e de indicação CORRETA :

A. exame dos seios maxilares, criança de 2 anos, radiografia simples
CORRETO: O exame dos seios maxilares na criança de 2 anos, radiografia simples pode ser util ja que os maxilares podem ser vistos em volta de 1-2 anos.
B. exame dos seios frontais, criança de 3 anos, radiografia simples
INCORRETO : O exame dos seios frontais, numa criança de 3 anos, radiografia simples não vai dar nada porque os seios frontais se desenvolvem em volta de 2 anos e ficam visiveis na radiografia em volta de 5-6 anos.
C. exame dos seios maxilares, criança de 6 anos, tomografia computerizada de alta resolução
INCORRETO : O exame dos seios maxilares numa criança de 6 anos com tomografia computerizada de alta resolução não e obrigatoria, porque existe a possibilidade de fazer uma radiografia simples, e a pergunta pede a indicação correta.
D. exame de sinus esfenoidal, criança de 5 anos, radiografia simples
INCORRETO : O exame de sinus esfenoidal, na criança de 3 anos, com radiografia simples não pode ser visto, e melhor indicar a tomografia de alta resolução.
E. exame de sinus etmoidal, criança de 12 meses, tomografia simples
INCORRETO : o seio etmoidal, mesmo for um dos primeiros formados, pode ser visto na radiologia depois 1-2 anos.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.19)

DISCURSIVA: (166817 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico? (0,14 pontos)
2. Como identificar o choque? (0,36 pontos)


RATING: 3.01

1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico? (0,14 pontos)
2. Como identificar o choque? (0,36 pontos)

1. Qual a pressão arterial que define o choque no paciente pediátrico?

O choque não é definido pela pressão arterial, nem por qualquer outro sinal vital. 0,14 p

DISCUSSÂO: O choque existe quando a demanda metabólica do paciente excede a capacidade do corpo de fornecer oxigênio e nutrientes. Isso ocorre mais comumente quando a demanda metabólica é normal ou levemente elevada, porém, o fornecimento de oxigênio e nutrientes encontra-se dramaticamente reduzido. Exemplos incluem perda sanguínea excessiva (hemorragia) ou perda excessiva de líquidos (diarreia). O estado de choque pode e freqüentemente existe na presença de uma pressão arterial ”normal”.

2. Como identificar o choque?

Pelos sinais de perfusão inadequada e compensação:
- aumento na freqüência cardíaca; 0,06 p
- extremidades frias e pálidas; 0,06 p
- tempo de reenchimento capilar retardado; 0,06 p
- pressão de pulso ”estreitada”; 0,06 p
- freqüência respiratória elevada; 0,06 p
- baixa pressão arterial - choque irreversível. 0,06 p

DISCUSSÃO: Para identificar o choque, considera-se tanto as conseqüências de uma perfusão inadequada como os mecanismos compensatórios do paciente. As manifestações clínicas do choque são aquelas inerentes à perfusão inadequada e compensação. A perfusão inadequada do cérebro resulta em uma alteração dos níveis de consciência da criança. A perfusão inadequada dos rins resulta em uma diminuição do débito urinário.
À medida que a perfusão diminui, ocorrem mudanças compensatórias. Essas mudanças servem para melhorar o fornecimento de oxigênio e nutrientes e para direcionar o fluxo sanguíneo para os órgãos vitais. O primeiro mecanismo compensatório usualmente é um aumento na freqüência cardíaca. Visto que o débito cardíaco é igual à freqüência multiplicada pelo volume total, uma freqüência cardíaca aumentada serve para manter o débito cardíaco face ao decréscimo do volume circulante. Adicionalmente, a vasoconstrição periférica ajuda a manter o fluxo sangüíneo aos órgãos centrais e cérebro. Assim sendo, o paciente possui extremidades frias e pálidas e um tempo de reenchimento capilar retardado, esse aumento do tônus vascular também exerce efeito sobre a mensuração da pressão arterial. A pressão diastólica encontra-se levemente elevada, de modo que a diferença entre as pressões sistólica e diastólica - a pressão de pulso - é menor. Isso é denominado pressão de pulso ”estreitada”.
A fim de compensar tanto o fornecimento diminuído de oxigênio como a acidose gerada pela hipoperfusão dos tecidos periféricos, a freqüência respiratória se eleva. A pressão arterial eventualmente cai, porém, este é um achado tardio e pode significar que o estado de choque é irreversível.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (193296 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente de 58 anos é levado ao hospital por alteração do nível de consciência. Tem história de etilismo(1-2 cervejas por dia), nega outras doenças, transfusões, cirurgias.
Há 3 meses com queda do estado geral e perda de peso e há 1 mês, aumento do volume abdominal e edema de MMII.
Há 2 semanas parou de beber e há 4 dias vem apresentando febre não aferida por termômetro e a 2 dias com sonolência diurna excessiva e agitação.
Ao exame:
Desidratado (2+/4+), descorado (2+/4+), Temperatura: 38,9 graus e ictérico (3+/4+).
PA = 100 x 60 mmHg. Pulso = 98.
Flapping(+).
Sem déficit localizatório, Glasgow 14 (AO=4, RM=5, RV=5).

1) Qual é o achado do exame da figura? - 0,25 pontos
2) Qual é a etiologia provável da alteração de consciência? - 0,125 pontos
3) Qual é o grau de encefalopatia neste paciente? - 0,125 pontos


RATING: 3.05

1) Qual é o achado do exame da figura?
Presença de ascite á ectoscopia (0,125 p) com circulação colateral (0,125 p).
Discussão: O paciente apresenta ascite na inspeção o que indica uma ascite de razoável volume com 5 litros ou mais. Esta ascite era de moderado volume, pois ao paciente ao ficar em pé o abdome tendia a cair sobre regiões crurais.configurando o chamado abdome em avental ou pêndulo,quando o abdome tende a ficar globoso quando o paciente fica em pé e o abdome fica globoso e com pele lisa e estendida indica ascite de grande volume. Pode-se perceber ainda veias azuladas superficiais no abdome indicativas de presença de hipertensão portal.
2) Qual é a etiologia provável da alteração de consciência?
Encefalopatia hepática. (0,125 p)
Discussão: Paciente apresentando quadro de confusão mental com sonolência predominantemente diurna como acontece na encefalopatia hepática em que alterações no padrão do sono (inversão do ritmo, insónia e sonolência excessiva) e graus variáveis de alterações nos níveis de consciência e comportamento, apesar destes achados serem inespecificos o fato do paciente apresentar aparentemente um quadro de hepatopatia com hipertensão portal sugere que esta seja a causa da alteração mental. A presença de flapping é também sugestiva de encefalopatia hepática embora possa ocorrer em outros casos como narcose e uremia. O diagnóstico é de exclusão e outros diagnósticos devem ser procurados, um paciente com febre e confusão mental poderia, por exemplo, ter uma meningite.
3) Qual é o grau de encefalopatia neste paciente?
Paciente com encefalopatia grau 2. (0,125 p)
Discussão: Paciente com quadro de agitação e alteração de nível de consciência não tão importante apresentando Glasgow 14, a presença de flapping indica encefalopatia de grau 2 e 3, mas não aparece na grau 1 e desaparece no paciente em grau 4, que está em coma hepático. Veja a baixo a classificação de West Haven da encefalopatia hepática:

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.05)




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