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Ortopedia Pediátrica é uma área de especialização na medicina que foca no tratamento de problemas musculoesqueléticos em crianças. Esta área abrange muitas subespecialidades, incluindo trauma, deformidades congênitas, doenças inflamatórias, tumores e distúrbios relacionados ao crescimento.
Um ortopedista pediátrico tem a responsabilidade de tratar crianças de todas as idades, desde recém-nascidos até adolescentes. O ortopedista pode usar uma variedade de tratamentos para lidar com problemas musculoesqueléticos em crianças, desde medicação até cirurgia. Por exemplo, eles podem prescrever medicamentos para reduzir a dor, inflamação e outros sintomas associados a doenças inflamatórias, como artrite. além disso, eles podem usar terapias físicas e cirurgias para corrigir problemas estruturais, como pés planos.
Os ortopedistas também trabalham para prevenir e tratar lesões esportivas e outras lesões em crianças. Eles podem ajudar a melhorar a postura e o equilíbrio, ensinar exercícios adequados para fortalecer os músculos e ajudar a evitar lesões. Os ortopedistas também podem ensinar aos pais e outros cuidadores as melhores práticas de segurança para prevenir lesões em crianças.
Em suma, a Ortopedia Pediátrica é uma área de especialização no campo da medicina que visa tratar problemas musculoesqueléticos em crianças. Esta área abrange várias subespecialidades, incluindo trauma, deformidades congênitas, doenças inflamatórias, tumores e distúrbios relacionados ao crescimento. O tratamento pode incluir medicação, terapia física, cirurgia e prevenção de lesões. Todos esses tratamentos visam ajudar a melhorar a qualidade de vida das crianças.

OBJETIVA: (1345561 votos)..........94.03% das questões objetivas receberam votos.
Qual método de termometria é considerado mais adequado para medição precisa da temperatura em bebês menores de 60 dias?
A. Termometria timpânica por infravermelho, devido ao seu compartilhamento de suprimento vascular com o hipotálamo.
B. Termometria da artéria temporal, por ser não invasiva e mais próxima das temperaturas retais.
C. Termometria axilar, devido à facilidade de uso e conforto para o paciente.
D. Termometria oral, considerando sua proximidade geral com a temperatura corporal central. nessa faixa etária.
E. Termometria retal, por sua capacidade de aproximar de forma mais consistente a temperatura central em bebês.

  RATING: 2.9

Qual método de termometria é considerado mais adequado para medição precisa da temperatura em bebês menores de 60 dias?

A. Termometria timpânica por infravermelho, devido ao seu compartilhamento de suprimento vascular com o hipotálamo.
INCORRETO: Embora a termometria timpânica compartilhe suprimento vascular com o hipotálamo, ela não tem precisão suficiente em crianças afebris ou febris, especialmente em bebês.
B. Termometria da artéria temporal, por ser não invasiva e mais próxima das temperaturas retais.
INCORRETO : Embora a termometria timpânica compartilhe suprimento vascular com o hipotálamo, ela não tem precisão suficiente em crianças afebris ou febris, especialmente em bebês.
C. Termometria axilar, devido à facilidade de uso e conforto para o paciente.
INCORRETO : Termometria axilar é menos invasiva, mas suas medidas são menos precisas, frequentemente subestimando a temperatura corporal central, o que é crítico em bebês pequenos.
D. Termometria oral, considerando sua proximidade geral com a temperatura corporal central. nessa faixa etária.
INCORRETO : Termometria oral pode ser próxima à temperatura corporal central em adultos, mas não é adequada para bebês devido a dificuldades práticas e menor precisão na medição.
E. Termometria retal, por sua capacidade de aproximar de forma mais consistente a temperatura central em bebês.
CORRETO : Termometria retal é a mais adequada para bebês menores de 60 dias, pois oferece uma medição consistente com a temperatura central, crucial para avaliar a presença e severidade da febre nessa faixa etária.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

DISCURSIVA: (193057 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.

  1. Quais são os principais fatores de risco etiológicos?...........0,125 p
  2. Quais as vias genéticas e moleculares centrais na transformação maligna?............0,125 p
  3. Quais as principais alterações arquiteturais e as fases de evolução tumoral na histopatologia? ................ 0,125 p
  4. Quais os elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica para prognóstico e quais as limitações dos níveis de Clark? .............0,125 p




RATING: 3

O melanoma maligno cutâneo é neoplasia maligna originária dos melanócitos.

  1. Quais são os principais fatores de risco etiológicos?...........0,125 p
  2. Quais as vias genéticas e moleculares centrais na transformação maligna?............0,125 p
  3. Quais as principais alterações arquiteturais e as fases de evolução tumoral na histopatologia? ................ 0,125 p
  4. Quais os elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica para prognóstico e quais as limitações dos níveis de Clark? .............0,125 p


Resposta 1 (Fatores de risco etiológicos):

  • Exposição à radiação ultravioleta (UV) é o fator principal (0,03125 p).
  • Tipo de pele de alto risco: olhos azuis, cabelos loiros/ruivos, pele clara, sardas, incapacidade de bronzeamento e propensão a queimaduras solares (0,03125 p).
  • Histórico de várias queimaduras solares com bolhas e exposição solar intensa e intermitente (0,03125 p).
  • Outros: câmaras de bronzeamento (alto risco, especialmente adolescentes e mulheres jovens), condição socioeconômica elevada, história familiar, grande número de nevos (incluindo congênitos gigantes e displásicos), imunossupressão e xeroderma pigmentoso (0,03125 p).

Resposta 2 (Vias genéticas e moleculares centrais):

  • Via principal RAS-BRAF-MAPK: mutação BRAF (até 66% dos casos), especialmente BRAF-V600E, que ativa permanentemente a proteína, promovendo proliferação celular descontrolada e inibindo apoptose; mais comum em tumores avançados (fase de crescimento vertical) e metastáticos (0,03125 p).
  • Locus CDKN2A (cromossomo 9p21): codifica p16 e p14ARF (supressoras de tumor relacionadas à p53); mutações em 35% dos casos familiares ou com melanomas múltiplos; fenótipo com pigmentação densa, células não fusiformes e disseminação pagetoide; associação com síndrome melanoma-câncer de pâncreas (0,03125 p).
  • Outros genes: CDK4 (cromossomo 12q13, interage com p16, mutações raras de alta penetrância), KIT (mutado em melanomas acrais lentiginosos e de mucosas), PTEN (supressor tumoral perdido em 30% das células de melanoma, mais em lesões avançadas) (0,03125 p).
  • Padrões de mutações: isoladas (RAS) ou combinadas (PTEN + BRAF); mutações não relacionadas à espessura tumoral (exceto PTEN em fases avançadas); acúmulo sequencial de mutações induzidas por UV leva à perda de controle celular (0,03125 p).

Resposta 3 (Alterações arquiteturais e fases de evolução tumoral na histopatologia):

  • Alterações arquiteturais principais: assimetria da arquitetura geral, margens mal definidas, perda da arquitetura névica (grupos de células variáveis em tamanho e forma, grupos confluentes, células menos coesas) e migração de melanócitos atípicos para camadas superiores da epiderme (DOPA-positivas com alta atividade tirosinásica) (0,03125 p).
  • Fase inicial (crescimento radial): melanócitos limitados à epiderme e anexos (exceto casos metastáticos originados de células névicas malignas ou nevo azul de origem dérmica) (0,03125 p).
  • Fase posterior (invasão dérmica): perda de maturação dos melanócitos ao penetrar na derme, células volumosas com núcleos atípicos, hipercromáticos e nucléolos proeminentes, forma pagetoide possível, infiltrado inflamatório (linfócitos) (0,03125 p).
  • Fase de crescimento vertical: alterações citológicas mais intensas, redução na síntese de melanina (pode formar melanoma amelanótico, confirmado por imuno-histoquímica quando pigmento ausente) (0,03125 p).

Resposta 4 (Elementos do AJCC e limitações dos níveis de Clark):

  • Elementos esquematizados pelo AJCC (2009) como sequência lógica: I. ulceração, II. índice de Breslow, III. mitoses (0,03125 p).
  • Ulceração: interrupção microscópica da superfície epitelial pelo tumor; melhor indicador de envolvimento linfonodal, redefine estágio (A para B), identifica tumores finos (<0,8 mm) como mau prognóstico quando associada a mitoses elevadas; fator independente em análises multivariadas; incluída no AJCC 2002 (0,03125 p).
  • Índice de Breslow: medida da espessura tumoral (do topo da camada granulosa ao ponto mais profundo; em ulcerados, da base da úlcera); fator prognóstico mais confiável, objetivo e independente do observador; define melanoma fino (≤0,8 mm), intermediário (0,8-4 mm) e espesso (>4 mm); quanto mais espesso, pior o prognóstico (0,03125 p).
  • Níveis de Clark: I (restritos à epiderme e anexos), II (derme papilar e interface com reticular), III (toda derme papilar), IV (derme reticular), V (panículo adiposo); limitações: interpretação subjetiva (níveis II-III-IV), dificuldade em visualizar limites derme papilar/reticular (pior em pele danificada pelo sol), variação anatômica da espessura dérmica; menos confiável que Breslow por ser subjetivo (0,03125 p).

FONTE:

MELANOMA MALIGNO - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (225260 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
J. M. , feminino, de 11 anos estava brincando no parque quando pulou da altura de 1 metro dum brinquedo e em seguida, desmaiou. Manteve estado de inconsciência em volta de 10 segundos até o pai chegar do lado dela e deu umas tapas na cara. Assustado, já que nunca tinha acontecido isso antes, o mesmo levou a criança para o hospital aonde a criança chegou em leve estado de agitação e chorando, alegando dor de cabeça e náuseas. Glasgow 15. Não apresentava edemas, escoriações ou bossas hemorrágicas cefálicas. A respiração estava mantida espontaneamente, a saturação 99% e não havia dispneia e cianose. PA 80/60 mmHg. Foi estabelecido acesso venoso.
Por conta da insistência e agressividade do pai, mesmo que a equipe explicou que não havia necessidade, foi solicitado um TC de crânio que veio normal.
Responda ás seguintes perguntas:
1) Qual foi a causa mais provável do desmaio da criança? (0,125 pontos)
2) Qual é o exame que, na verdade, seria obrigatório e necessário em qualquer eventualidade dessa? (0,125 pontos)
3) É justificado realizar a tomografia de crânio por conta da insistência do pai? (0,125 pontos) (0,125 pontos)
4) O pai liga na ouvidoria do hospital para reclamar que não foram colhidos exames de sangue e urina. É justificada a queixa? (0,125 pontos)


RATING: 2.17

1) Qual foi a causa mais provável do desmaio da criança?
A causa mais comum de desmaio em crianças e adolescentes, a maioria quando o paciente fica em pé, é a sincope vago-vagal. (0,125 pontos)
2) Qual é o exame que, na verdade, seria obrigatório e necessário em qualquer eventualidade dessa?
Eletrocardiograma. (0,125 pontos)
DISCUSSÃO: Todos os pacientes com síncope têm necessidade de realizar um ECG que é útil no diagnóstico de síndrome de Wolf-Parkinson-White, síndrome do QT-longo, bloqueio cardíaco, isquemia miocárdica e outras formas de doenças cardíacas congênitas. Deve ser realizado em todos os pacientes no primeiro episódio de síncope. (0,125 pontos)
3) É justificado realizar a tomografia de crânio por conta da insistência do pai?
Não.
(0,125 pontos) DISCUSSÃO: A CT é um exame com alta carga de radiação e é justificado somente quando o Glasgow da criança é abaixo de 13 ou quando há sinais de lesão cerebral grave (vomito em jato, sonolência, coma) ou sinais de fratura de base de crânio: olhos de guaxinim, rinorragia/rahia, otorragia/rahia, hematêmese). A questão é bem equivocada porque como no Brasil não há leis e pessoal que garantem a segurança dos profissionais, ás vezes o pessoal concede muitos exames desnecessários sob pressão de pessoas agressivas ou descontroladas. Mas a questão é se é justificado, e não é. (0,125 pontos)
4) O pai liga na ouvidoria do hospital para reclamar que não foram colhidos exames de sangue e urina. É justificada a queixa?
Não.
(0,125 pontos) DISCUSSÃO: A coleta de exames laboratoriais de rotina é de utilidade limitada. A coleta de glicemia, hemograma e eletrólitos séricos tem pouca utilidade na sincope.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.17)




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