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RATING: 2.75 ![]()
A síndrome hemolítico-urêmica é caracterizada por:
A. hematuria, edema e hipertensão
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. hematúria, função renal normal e proteinúria menor do que 1g/24h
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. anemia hemolítica microangiopática, trombocitopenia e uremia
CORRETO : A síndrome hemolítico-urêmica (SHU) é a causa mais comum de insuficiência renal aguda em crianças pequenas e é caracterizada por anemia hemolítica microangiopática, trombocitopenia e uremia.
D. hemorragia pulmonar e glomerulonefrite associada a anticorpos comumente direcionados para epítopos específicos do colágeno tipo IV
INCORRETO : o síndrome de Goodpasture tem estas caracteristicas
E. hematúria microscópica assintomática, déficits auditivos e alterações oculares
INCORRETO : hematúria microscópica assintomática, déficits auditivos e alterações oculares são caracteristicas do síndrome de Alport
Gabarito: C
RATING: 2.98 ![]()
Tipos de fissuras esternais:
ECTOPIA CORDIS CERVICAL
Os defeitos esternais superiores (ectopia corais cervical) estão associados a um defeito amplo que se estende até a quarta cartilagem costal em uma aparência em U ou em V. O reparo envolve a união das bandas esternais na linha média após a realização de condrotomias oblíquas para proporcionar uma cobertura protetora ao coração e aos grandes vasos.
Em casos graves, é necessária a reconstrução do defeito com material prostético (p. ex., tela de Marlex) para evitar uma compressão excessiva do coração, o que levaria a uma bradi-cardia, ou hipotensão. (0,2 p)
ECTOPIA CORDIS TORÁCICA
As fissuras completas (ectopia corais torácica) são mais extensas e frequentemente associadas a um defeito diafragmático anterior em forma crescêntica e diásta-se dos retos, o que resulta em uma comunicação livre entre as cavidades peritoneais e pericárdicas. (0,1 p)
ECTOPIA CORDIS TORACOABDOMINAL
As fissuras esternais distais (ectopia corais toracoabdominal) são os defeitos mais extensos e estão associados à pentalogia de Cantrell. Este grupo de anomalias é caracterizado por fissura distai no esterno, onfalocele, fenda diafragmática, defeito pericárdico e doença cardíaca congénita (comunicação interventricular, tetralogia de Fallot) (0,1 p)
ESTERNO BÍFIDO
O esterno bífido é a anomalia menos grave do esterno e pode estar associada a hemangiomas faciais. (0,1 p)
FONTE:
VAF, masculino, 12 anos de idade, foi admitido no setor de emergência com dor abdominal tipo cólica, inicialmente no epigástrio e posterior localização na fossa ilíaca direita. Não houve alteração do hábito intestinal, nem vômitos ou aumento da temperatura corpórea. Fez uso de analgésico e antitérmico.
Apesar de não ter sido questionado durante a anamnese, não foi relatada pelo paciente a presença de prurido anal.
Apresentava-se, à internação hospitalar, com hidratação adequada, mucosas normocrômicas e eupneia. A frequência cardíaca era de 92 batimentos/minuto e a pressão arterial sistêmica de 110/80 mmHg. O abdômen exibia contratura involuntária da musculatura sobre a fossa ilíaca direita, com dor à palpação profunda e à descompressão (sinal de Blumberg positivo), sugerindo irritação peritoneal. Os exames laboratoriais dignos de nota foram: contagem de leucócitos global de 17.800 células/mm3 com 13% de bastonetes e exame de urina normal.
Questiona-se:
(I) Qual é a principal suspeita diagnostica? 0,1 pontos
(II) Qual a causa fisiopatológica mais frequente implicada na etiologia? 0,1 pontos
(III - a) Qual é a complicação mais frequente e mais letal? 0,1 pontos
(III - b) Quais são os principais sinais desta complicação? 0,2 pontos
(I) Qual é a principal suspeita diagnostica?
Dor abdominal tipo cólica, inicialmente no epigástrio e posterior localização na fossa ilíaca direita justifica a suspeita de apendicite aguda. 0,1 p
(II) Qual a causa fisiopatológica mais frequente implicada na etiologia?
Acredita-se que a obstrução do lúmen seja a maior causa de apendicite aguda. sendo pouco frequente a sua relação com a torção da artéria apendicular, tumores, bloqueio por cálculo biliar e helmintíases 0,1 p
(IIIa) Qual é a complicação mais frequente e mais letal?
(IIIb) Quais são os principais sinais desta complicação?
Apendicite perfurada, em todo o mundo, é a principal causa cirúrgica geral de morte. 0,1 p
Caso o apêndice perfure:
a dor abdominal torna-se intensa e mais difusa (0,04 p)
o espasmo muscular abdominal aumenta, produzindo rigidez (0,04 p)
a dor pode melhorar um pouco por causa de alívio da distensão visceral (0,04 p)
frequência cardíaca aumenta (0,04 p)
há elevação de temperatura acima de 39° (0,04 p)
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