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DISVITAMINOSES (ÁREA DE PEDIATRIA)

As vitaminas não participem significativamente da formação da estrutura celular e não são fonte de energia.

Por outro lado, em animais mantidos com uma dieta quimicamente definida, composta apenas de proteínas, carboidratos, gorduras purificadas e minerais, a vida não pode ser mantida.

São necessários fatores adicionais existentes nos alimentos naturais, embora, freqüentemente, apenas em quantidades mínimas.

Esses "fatores alimentares acessórios" são as vitaminas.

Estas substâncias orgânicas comumente tomam parte como coenzimas nas complexas reações bioquímicas do organismo. Ressalta-se que não apresentam semelhança química entre si; mas, em decorrência de função metabólica geral semelhante, são estudadas em conjunto.

OBJETIVA: (915695 votos)..........94.45% das questões objetivas receberam votos.
A pancreatite aguda pode ser associada mais provável com:
A. melena
B. baqueteamento digital
C. espasmo carpo-pedal
D. hemólise
E. afasia transitória

  RATING: 2.86

A pancreatite aguda pode ser associada mais provável com:

A. melena
INCORRETO: a pancreatite aguda pode causar melena, se agressão for muito grave e causar gastrite de estresse, contudo, não é um fenômeno frequente
B. baqueteamento digital
INCORRETO : baqueteamento digital geralemnte e um sinal encontrado em algumas doenças cronicas - o fato de já apontar que trata-se de pancreatite aguda elimina esta possibilidade
C. espasmo carpo-pedal
CORRETO : Ocasionalmente, pacientes com pancreatite grave apresentam redução do cálcio livre, ionizado, que não é um reflexo da hipoalbuminemia. Esse tipo de hipocalcemia é associado a um mau prognóstico. Alguns pacientes manifestam tetania e espasmo carpo-pedal, tornando mandatório o tratamento com cálcio. Os mecanismos responsáveis por esse tipo de pancreatite associada a hipocalcemia não são claros. Muito frequentemente, ocorre porque os estoques ósseos de cálcio não respondem ao paratormônio circulante.
D. hemólise
INCORRETO : a pancreatite aguda não causa hemólise
E. afasia transitória
INCORRETO : não é um sintoma comum que possa estar relacionado á pancreatite

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.86)

DISCURSIVA: (166581 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes questões:
1) Defina a enurese.(0,1 pontos)
2) Classifique a enurese conforme minimo dois critérios.(0,3 pontos)
3) Comente o tratamento medicamentoso indicado na enurese.(0,1 pontos)


RATING: 3.01

Responda ás seguintes questões:
1) Defina a enurese.(0,1 pontos)
2) Classifique a enurese conforme minimo dois critérios.(0,3 pontos)
3) Comente o tratamento medicamentoso indicado na enurese.(0,1 pontos)

1) Defina a enurese.

A enurese é definida como perda involuntária de urina em idade na qual a criança já deveria ter assumido o controle miccional – não há consenso quanto a idade, visto que depende de contexto sócio-cultural. Vários autores consideram a idade de 6 anos.0,1 pontos

2) Classifique a enurese conforme minimo dois critérios.

Classifica-se a enurese noturna em primária x secundária, além de monossintomática x polissintomática. 0,1 pontos
  • Primária: quando a criança nunca adquiriu controle miccional ou quando não o manteve por mais de 6 meses. A enurese noturna primária e monossintomática é mais prevalente até os 9 anos. 0,05 pontos
  • Secundária: quando a criança volta a apresentar perda noturna após no mínimo 06 meses consecutivos de controle. Trata-se de aproximadamente metade das crianças com enurese noturna entre 6-7 anos.0,05 pontos

Quanto os sintomas:
  • Monossintomática: na ausência de quaisquer outros sinais e sintomas urinários.0,05 pontos
  • Polissintomática (também denominada “complexa”): quando presença de sintomas miccionais diurnos e/ou constipação intestinal. Mais recentemente fala-se em Disfunção do trato urinário inferior, que é frequentemente associada a constipação (“síndrome das eliminações”).0,05 pontos

3) Comente sobre o tratamento medicamentoso indicado na enurese.

A abordagem medicamentosa é indicada para casos muito restritos, podendo ser realizado uso temporário de antidepressivos tricíclicos (imipramina) ou análogos de ADH (desmopressina). Problemas: potenciais efeitos colaterais, alta taxa de recorrência.0,1 pontos.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (193000 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.9

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.9)




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