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O PRIMEIRO EXAME DA GRAVIDA (CONSULTA PRE-NATAL) (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

No Brasil, alto 95% das grávidas freqüentam o serviço de pré-natal, no entanto a morbimortalidade materna e perinatal permanece alto, refletindo deficiências no atendimento.

Calendário de Consultas

A gestante deve procurar o serviço de pré-natal o mais cedo possível, impreterivelmente no 1º trimestre, a fim de que a investigação a respeito de sua saúde seja completada em tempo hábil.

O número total de consultas, preconizado pela OMS, não deve ser menor de 6. Qualquer número menor de desta cifra é considerado como atendimento deficiente.

Exame ginecológico e obstétrico: exame das mamas, altura uterina, BCF, situação e apresentação fetal pelas manobras de Leopold. Exame especular, na 1º consulta, avaliando-se cuidadosamente as paredes vaginais, colo uterino, CO, além do toque vaginal. O obstetra deve orientar a gestante a respeito da necessidade de realizar este exame detalhado, já que o momento é apropriado para um check up geral da saúde.

OBJETIVA: (1111781 votos)..........99.46% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 24 anos apresenta-se com letargia, anorexia, taquipnéia e fraqueza. Os exames laboratoriais revelam uma uréia de 150 mg/dl, creatinina de 16 mg/dl e potássio de 6,2 mEq/l. O raio X de tórax mostra um aumento da vascularização e um aumento da área cardíaca. No período de três meses de tratamento, a insuficiência cardíaca congestiva da paciente se resolveu, a letargia e a fraqueza diminuíram consideravelmente, e ela está apta a voltar a trabalhar por meio período. O perfil imune da família revelou que sua mãe e seu pai são haplótipos idênticos em relação a antígenos HLA e que sua irmã tem os seis lócus antigênicos pareados. A paciente agora deveria ser conduzida a:
A. continuar a hemodiálise três vezes por semana
B. submeter-se a um transplante de rim de cadáver
C. aceitar um transplante de sua irmã
D. aceitar um transplante de seu pai
E. aceitar um transplante de sua mãe

  RATING: 2.86

Uma mulher de 24 anos apresenta-se com letargia, anorexia, taquipnéia e fraqueza. Os exames laboratoriais revelam uma uréia de 150 mg/dl, creatinina de 16 mg/dl e potássio de 6,2 mEq/l. O raio X de tórax mostra um aumento da vascularização e um aumento da área cardíaca. No período de três meses de tratamento, a insuficiência cardíaca congestiva da paciente se resolveu, a letargia e a fraqueza diminuíram consideravelmente, e ela está apta a voltar a trabalhar por meio período. O perfil imune da família revelou que sua mãe e seu pai são haplótipos idênticos em relação a antígenos HLA e que sua irmã tem os seis lócus antigênicos pareados. A paciente agora deveria ser conduzida a:

A. continuar a hemodiálise três vezes por semana
INCORRETO: Os pacientes que são candidatos viáveis ao transplante renal usualmente deveriam ser submetidos a essa forma de tratamento em vez da hemodiálise crônica; a mortalidade desse tratamento é agora superior à do transplante renal. Apesar de diálise adequada, os problemas de neuropatia, doença óssea, anemia e hipertensão são de difícil manejo. Comparado com a diálise crônica, o transplante devolve os pacientes a uma vida mais feliz e mais produtiva.
B. submeter-se a um transplante de rim de cadáver
INCORRETO : Com o desenvolvimento da imunossupressão baseada na ciclosporina, a sobrevivência aos transplantes renais com rins de cadáveres vem se aproximando da com rins de doadores vivos. Alguns autores acreditam que a superioridade pouco significativa dos transplantes com doadores vivos sobre aqueles com rins de cadáveres não justifica a manutenção desse tipo de prática pelo risco em que são envolvidos os doadores vivos.
C. aceitar um transplante de sua irmã
CORRETO : Os melhores índices de sobrevivência dos transplantes renais - acima de 90% em cinco anos - são obtidos quando todos os seis lócus de histocompatibilidade são idênticos. Todos os membros da família de um receptor em potencial deveriam ser tipados tecidualmente e o doador escolhido com base no resultado mais próximo ao tipo histológico do receptor, desde que a avaliação psicológica e médica não contra-indique o procedimento.
D. aceitar um transplante de seu pai
INCORRETO : Tem sido conjecturado, assim como todas as outras questões, que a igualdade sexual é importante para a sobrevivência do transplante e que um transplante de mãe para filha é melhor do que um transplante de pai para filha.
E. aceitar um transplante de sua mãe
INCORRETO : Tem sido conjecturado, assim como todas as outras questões, que a igualdade sexual é importante para a sobrevivência do transplante e que um transplante de mãe para filha é melhor do que um transplante de pai para filha. A revisão de dados recentes não sustenta essa conclusão. Os melhores índices de sobrevivência dos transplantes renais - acima de 90% em cinco anos - são obtidos quando todos os seis lócus de histocompatibilidade são idênticos. Todos os membros da família de um receptor em potencial deveriam ser tipados tecidualmente e o doador escolhido com base no resultado mais próximo ao tipo histológico do receptor, desde que a avaliação psicológica e médica não contra-indique o procedimento.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.86)

DISCURSIVA: (180947 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)


RATING: 2.97

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal são adaptadas de modelos previamente descritos de trabalho em equipe efetivo. 
Enumeram essas habilidades, conforme o Manual de Reanimação Neonatal (American Heart Association). (0,5 pontos)

As ”10 Habilidades-Chave Comportamentais” do Programa de Reanimação Neonatal:
  1. Conhecimento do ambiente;   .....0,05 p
  2. Usar toda a infmração disponível;   .....0,05 p
  3. Antecipar e planejar;   .....0,05 p
  4. Identificar claramente o líder da equipe;   .....0,05 p
  5. Comunicar-se de forma efetiva;   .....0,05 p
  6. Delegar a carga de trabalho de modo otimizado;   .....0,05 p
  7. Alocar a sua atenção de maneira sábia;   .....0,05 p
  8. Empregar todos os recursos disponíveis;   .....0,05 p
  9. Pedir ajuda quando necessária;   .....0,05 p
  10. Manter o comportamento profissional;   .....0,05 p

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (210863 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança de 19 meses, sexo feminino, no segundo dia de febre, progressivamente mais elevada e difícil de ceder aos antipiréticos, e tosse seca, também com agravamento progressivo.
Era previamente saudável, pais não fumadores e sem contexto de doença na família. Não frequentava creche.
Na admissão apresentava dificuldade respiratória obstrutiva alta moderada, com estridor inspiratório, objectivando-se saturação de oxigênio transcutânea (Sat O2) de 90%. Realizou aerossol com 5 ml adrenalina (1:1000) e dexametasona v. o. 0,15 mg/Kg. Ficou internada para observação. Manteve terapêutica com adrenalina em aerossol.
A dificuldade respiratória agravou-se progressivamente, com tiragem global, sudorese e necessidade crescente de oxigênio suplementar (4 l/min) para manutenção de Sat O2 > 90%. Após 12 horas de internamento, apresentava sudorese, palidez, prostração e esforço respiratório crescente. Da avaliação analítica destacava-se hemoglobina 10,7 g/dl, leucócitos 16500/μl, neutrófilos 14600/μl, linfócitos 1100/μl, plaquetas 305500/μl, e proteína C-reativa 52,4 mg/l.
1) O que indica falta da resposta á adrenalina e cortisônicos?
2) Qual é o próximo passo terapêutico imperativo?
3) Diagnostico provável com justificativas?


RATING: 2.88

1) Falta de resposta á nebulização com adrenalina em caso de estridor levanta a suspeita de duas patologias. As duas entidades clinicas pediátricas cuja resposta á nebulização com adrenalina é ausente são a epiglotite aguda e a traqueite bacteriana aguda. (0,2 p)
2) Perante o agravamento clínico, tem somente a alternativa da intubação endotraqueal, na observação direta podendo ver edema discreto da epiglote, cordas vocais fechadas e com fenda diminuida. Vai ser necessário o uso de tubo endotraqueal e aspiração das secreções, eventualmente procedendo depois à ventilação mecânica. (0,2 p)
3) A criança apresentava obstrução respiratória alta de agravamento súbito, não respondia à adrenalina em aerossol, febre alta. Estes achados sugerem traqueíte bacteriana. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.88)




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