ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2566 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
508 TENTATIVAS (30 CONTESTAÇÕES)
15011 QUESTÕES OBJETIVAS
3440 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3226 QUESTÕES DE CIRURGIA
1792 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
178 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
209 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

DIARREIA E DESIDRATAÇÃO AGUDA NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A doença diarreica aguda é uma das principais causas de morbidade e mortalidade infantil nos países em desenvolvimento (precisamente, é a segunda causa de mortalidade, sobretudo nos países emergentes) e um dos fatores que mais contribui para o agravamento do estado nutricional das crianças.
Estima-se que a cada ano em todo o mundo, um bilhão de crianças padeça dessa enfermidade com uma mortalidade em torno de quatro a cinco milhões de casos. Num país em desenvolvimento, crianças menores de 5 anos podem apresentar de três a cinco episódios diarreicos por ano.
Por ser uma doença autolimitada e de manejo relativamente simples, a correta identificação do tratamento hídrico necessário e a manutenção da dieta habitual da criança, poderão evitar mortes e reduzir a morbidade pela doença enquanto se aguarda que a melhoria das condições socioeconômicas das populações possa diminuir a incidência da diarréia infantil.

OBJETIVA: (1221265 votos)..........98.97% das questões objetivas receberam votos.
A disfunção endócrina pode ser dividida em hiperfunção glandular, hipofunção glandular ou resistência hormonal. Qual das seguintes doenças é causada por resistência hormonal?
A. Doença de Graves
B. Tireoidite de Hashimoto
C. Feocromocitoma
D. Síndrome de Sheehan
E. Diabetes melito tipo 2

  RATING: 2.86

A disfunção endócrina pode ser dividida em hiperfunção glandular, hipofunção glandular ou resistência hormonal. Qual das seguintes doenças é causada por resistência hormonal?

A. Doença de Graves
INCORRETO: O feocromocitoma e a doença de Graves são exemplos de hiperfunção orgânica
B. Tireoidite de Hashimoto
INCORRETO : A tireoidite de Hashimoto e a síndrome se Sheehan são doenças de hipofunçâo orgânica.
C. Feocromocitoma
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Síndrome de Sheehan
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto (No caso da Síndrome de Sheehan, o órgão acometido é a hipófise)
E. Diabetes melito tipo 2
CORRETO : A resistência hormonal pode ser causada por mutações nos receptores ou mutações nas vias de sinalização ou, mais comumente, por alterações pós-receptor. O diabetes melito tipo 2 e a resistência à leptina são exemplo de alterações pós-receptor que resultam em resistência hormonal.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.86)

DISCURSIVA: (188023 votos) ..........98.31% das questões discursivas receberam votos.
I) Quais são os efeitos do veneno bothropico? 0,15 pontos
II) Quais são os efeitos do veneno crotalico? 0,15 pontos
III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma? 0,2 pontos


RATING: 3

I) Quais são os efeitos do veneno bothropico? 0,15 pontos
II) Quais são os efeitos do veneno crotalico? 0,15 pontos
III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma? 0,2 pontos

I) Quais são os efeitos do veneno bothropico?

Os efeitos do veneneo bothropico são:
- coagulante 0,05 p
- hemorragico 0,05 p
- proteolitico 0,05 p
Discussão: Proteolítica: As lesões locais, como edema, bolhas e necrose, atribuídas inicialmente à “ação proteolítica”, têm patogênese complexa. Possivelmente, decorrem da atividade de proteases, hialuronidases e fosfolipases, da liberação de mediadores da resposta inflamatória, da ação das hemorraginas sobre o endotélio vascular e da ação pró-coagulante do veneno.
Coagulante: A maioria dos venenos botrópicos ativa, de modo isolado ou simultâneo, o fator X e a protrombina. Possui também ação semelhante à trombina, convertendo o fibrinogênio em fibrina. Essas ações produzem distúrbios da coagulação, caracterizados por consumo dos seus fatores, geração de produtos de degradação de fibrina e fibrinogênio, podendo ocasionar incoagulabilidade sangüínea. Este quadro é semelhante ao da coagulação intravascular disseminada. Os venenos botrópicos podem também levar a alterações da função plaquetária bem como plaquetopenia.
Hemorragica: As manifestações hemorrágicas são decorrentes da ação das hemorraginas que provocam lesões na membrana basal dos capilares, associadas à plaquetopenia e alterações da coagulação.

II) Quais são os efeitos do veneno crotalico?

Os efeitos do veneno crotalico são:
- neurotoxico 0,05 p
- miotoxico 0,05 p
- coagulante 0,05 p
Discussão: Neurotoxica: produzida principalmente pela fração crotoxina, uma neurotoxina de ação pré-sináptica que atua nas terminações nervosas inibindo a liberação de acetilcolina. Esta inibição é o principal fator responsável pelo bloqueio neuromuscular do qual decorrem as paralisias motoras apresentadas pelos pacientes.
Miotoxica: produz lesões de fibras musculares esqueléticas (rabdomiólise) com liberação de enzimas e mioglobina para o soro e que são posteriormente excretadas pela urina. Não está identificada a fração do veneno que produz esse efeito miotóxico sistêmico. Há referências experimentais da ação miotóxica local da crotoxina e da crotamina. Estudos mais recentes não demonstram a ocorrência de hemólise nos acidentes humanos.
Coagulante: Decorre de atividade do tipo trombina que converte o fibrinogênio diretamente em fibrina. O consumo do fibrinogênio pode levar à incoagulabilidade sangüínea. Geralmente não há redução do número de plaquetas. As manifestações hemorrágicas, quando presentes, são discretas.

III) Em quais dos acidentes com animais peçonhentos encontramos a fácies neurotóxica de Rosenfeld e qual é a descrição da mesma?

O fácies miastênica (fácies neurotóxica de Rosenfeld) é caracterizada pela ptose palpebral uni ou bilateral (0,05 p), flacidez da musculatura da face (0,05 p), alteração do diâmetro pupilar (0,05 p), incapacidade de movimentação do globo ocular (oftalmoplegia) (0,05 p). 
É caracteristico para o acidente crotalico grave (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (220242 votos)..........99.04% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente M, 3 anos de idade, 15 kg e 95 cm de altura, sexo masculino, pardo, segundo relato da mãe, a criança estava brincando com uma prima em casa quando seu tio foi sair com o carro e não observou que ele estava atrás do veículo, resultando em um acidente no qual a vítima ficou presa junto ao cano de descarga, sofrendo queimaduras de 2º e 3º grau em tórax e abdome, perfazendo cerca de 17% de superfície corporal. Foi internado no Centro de Tratamento de Queimados, realizando balneoterapia diária, desbridamento da ferida e curativo com sulfadiazina de prata. Foram administrados ao todo dois concentrados de hemácias de acordo com os critérios micro-hemáticos.  No dia seguinte o paciente apresentava hemoglobina de 6,5 e hematócrito de 19,6, sendo realizada uma hemotransfusão. Houve necessidade de transfusão de mais um concentrado de internação pela cirurgia de enxertia que seria realizada no dia seguinte. Ao exame bioquímico de admissão, foi demonstrado hipoalbuminemia de 2,8 e proteínas totais de 5,1, havendo necessidade de reposição. Foram administrados no total 20 fracos de albumina. No 6º dia de internação, o paciente evoluiu com febre de 40ºC, apresentando tosse durante a noite. Houve suspeita de infecção e, após coleta de amostra de sangue para hemograma e hemocultura, foi iniciada antibioticoterapia. O resultado do swab oral veio positivo para Pseudomonas. Foi retirado o acesso venoso profundo em femural direita com seis dias de punção, e puncionado acesso venoso periférico em membro superior direito. Houve estabilização do quadro e o paciente realizou cirurgia de aloenxerto no 12º dia de internação.

Teve alta hospitalar no 16º dia. A partir de então, a criança começou a recusar a dieta e apresentar quadro de irritabilidade, febre não aferida e um episódio de diarreia em casa, segundo a mãe. A genitora optou por realizar os cuidados com a diarreia e a febre em casa por achar se tratar de uma infecção sem importância, tratando a criança com terapia de reidratação oral e antipiréticos.

Dois dias depois, a mãe volta com a criança na emergência por apresentar febre de 40,3ºC associada a vômitos. Ao exame, a criança estava taquicárdica e hipotensa. 

Observam o caso acíma e respondam ás seguintes questões:

(I) Qual é a complicação mais perigosa que pode ocorrer de imediato numa criança com queimadura?.......... 0,08 pontos

(II) Qual é a reposição volêmica necessária na primeira internação e como deve ser administrada?.............0,105 pontos

(III) Qual é o melhor critério de avaliação da reposição volêmica na primeira internação e qual é o valor desse parâmetro no caso desta criança?.......0,105 pontos

(IV) Que complicação grave apresentou a criança na segunda internação e quais são as primeiras medidas a ser consideradas?........0,210 pontos




RATING: 3

(I) Qual é a complicação mais perigosa que pode ocorrer de imediato numa criança com queimadura?

As queimaduras têm elevada taxa de mortalidade pelas várias complicações, a mais perigosa sendo o choque tipo hipovolêmico (0,04 p) e hiponatrêmico (0,04 p).

(II) Qual é a reposição volêmica necessária na primeira internação e como deve ser administrada?

Utilizando-se a fórmula de Parkland para um paciente com 15 kg e queimadura de 3° grau em 17% de área queimada, necessita de um total de 1020 ml/24 horas Ringer lactato ou soro fisiologico (0,035 p), 510 ml nos primeiros 8 horas (0,035 p) e 510 ml nas 16 horas seguintes (0,035 p).

(III) Qual é o melhor critério de avaliação da reposição volêmica na primeira internação e qual é o valor desse parâmetro no caso desta criança?

O débito urinário é o principal parâmetro para avaliação da volemia e perfusão tissular (0,035 p). O volume urinário deve ser mantido em torno de 1,5 mL/kg/h (0,035 p), ou seja, 22,5 ml/hora (0,035 p).

(IV) Que complicação grave apresentou a criança na segunda internação e quais são as primeiras medidas a ser consideradas?

Síndrome do Choque Tóxico. (0,035 p)

Reposição volêmica agressiva (0,035 p), antibioticoterapia iv na primeira hora (0,035 p), transferir para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (0,035 p), se necessário intubação (0,035 p) e ventilação mecânica (0,035 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.