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MENINGITES NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A infecção aguda do sistema nervoso central (SNC) é a causa mais comum de febre associada a sinais e sintomas de doença no SNC em crianças. A infecção pode ser causada virtualmente por qualquer micróbio, sendo o patógeno específico influenciado pela idade e as condições imunes do hospedeiro e pela epidemiologia do patógeno.

Em geral, as infecções virais do SNC são muito mais comuns que as bacterianas, que, por sua vez, são mais comuns que as infecções fúngicas ou parasitárias. As infecções causadas por rickéttsias (febre maculosa das Montanhas Rochosas e Ehrlichia) são relativamente incomuns, mas assumem papéis importantes sob certas circunstâncias epidemiológicas. As espécies de micoplasmas também podem causar infecções do SNC, embora sua contribuição precisa seja difícil de determinar.
Independentemente da etiologia, a maioria dos pacientes com infecção aguda do SNC tem síndromes clínicas semelhantes.

OBJETIVA: (940117 votos)..........94.19% das questões objetivas receberam votos.
Na transfusão de sangue para criança com indicação para tratar o choque hipovolêmica o citrato, presente no sangue armazenado tem o metabolismo dele comprometido, o que leva á hipocalcemia ionizada. Os efeitos combinados de hipotermia e hipocalcemia ionizada podem provocar significativa disfunção miocárdica e hipotensão. Uma das medidas para evitar esses efeitos colaterais é:
A. utilizar somente sangue verificado pela prova cruzada
B. não ultrapassar da velocidade de infusão padrão que é de 5 ml/kg em 1 hora
C. utilizar somente sangue O negativo, especialmente nas mulheres
D. administrar uma dose de bicarbonato de 0,5 a 1 mEq/kg antes da hemotransfusão
E. administrar cálcio empiricamente durante a hemotransfusão

  RATING: 3.05

Na transfusão de sangue para criança com indicação para tratar o choque hipovolêmica o citrato, presente no sangue armazenado tem o metabolismo dele comprometido, o que leva á hipocalcemia ionizada. Os efeitos combinados de hipotermia e hipocalcemia ionizada podem provocar significativa disfunção miocárdica e hipotensão. Uma das medidas para evitar esses efeitos colaterais é:

A. utilizar somente sangue verificado pela prova cruzada
INCORRETO: Prova cruzada é um exame usado para testar, antes de uma transfusão sanguínea ou transplante de órgãos, se o sangue do doador é compatível com o sangue do receptor mas não há sangue com prova cruzada completa disponível em emergências/urgências, porque a maioria dos bancos de sangue necessitam de 1 hora para o processo de prova cruzada.
B. não ultrapassar da velocidade de infusão padrão que é de 5 ml/kg em 1 hora
INCORRETO : Quando a perfusão da criança traumatizada estiver inadequada, e ainda há perda de sangue traumática apesar da administração de 2 a 3 bolus de 20 mL/kg de cristalóide isotônico é recomendada a infusão de 10 mL/kg de concentrados de hemácias assim que possível.
C. utilizar somente sangue O negativo, especialmente nas mulheres
INCORRETO : O sangue O negativo é preferível para mulheres em idade fértil, para evitar sensibilização ao Rh, mas não elimina o risco de hipotermia e hipocalcemia
D. administrar uma dose de bicarbonato de 0,5 a 1 mEq/kg antes da hemotransfusão
INCORRETO : A acidose lática está associada à elevada mortalidade. Em geral, o prognóstico do paciente depende da gravidade da doença que está por trás do distúrbio ácido-base, e não da gravidade do distúrbio per se. Entretanto, níveis muito extremos de acidemia provocam diversos efeitos indesejáveis no funcionamento celular, resultando em risco imediato de morte. Por isso, nosso organismo dispõe de múltiplas linhas de defesa contra sobrecargas ácidas, como o tamponamento extracelular pelo bicarbonato, o tamponamento respiratório pela excreção aumentada de CO2 e o tamponamento ósseo e intracelular, assim como o aumento na excreção renal de hidrogênio. Todas essas medidas têm o objetivo de manter o pH do meio interno em níveis compatíveis com o funcionamento celular e a vida. Quando estas linhas de defesa são insuficientes para tamponar a grande sobrecarga de ácidos encontrada em alguns pacientes, pode-se recorrer ao uso farmacológico de agentes alcalinizantes, como o bicarbonato de sódio. No entanto, o uso de bicarbonato de sódio para atenuar a acidemia na acidose lática é alvo de controvérsias há mais de 20 anos
E. administrar cálcio empiricamente durante a hemotransfusão
CORRETO : Sangue ou hemoderivados frios, particularmente em grande volume podem induzir, obviamente, uma hipotermia. E não é a temperatura corporal proprio-dita que é tão prejudicial, mas sim o efeito adverso da hipotermia sobre a função cardiovascular e sobre a coagulação.

O citrato, presente no sangue armazenado tem o metabolismo dele comprometido, o que leva á hipocalcemia ionizada. Os efeitos combinados de hipotermia e hipocalcemia ionizada podem provocar significativa disfunção miocárdica e hipotensão.

COMO EVITAR?

  • aqueça o sangue e os hemoderivados, se possível, com um dispositivo comercial aprovado para aquecimento de sangue
  • prepare o cálcio para administração, caso a criança se torne hipotensa
  • em alguns casos, pode ser benéfico administrar o cálcio empiricamente para prevenir hipocalcemia.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

DISCURSIVA: (171143 votos) ..........99.36% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes questões:

1) Que forma de contato sexual é considerada a mais perigosa para a transmissão do HIV? (0,125 pontos)

2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV? (0,125 pontos)

3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga? (0,125 pontos)

4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus? (0,125 pontos)



RATING: 2.98

Responda ás seguintes questões:

1) Que forma de contato sexual é considerada a mais perigosa para a transmissão do HIV? (0,125 pontos)

2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV? (0,125 pontos)

3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga? (0,125 pontos)

4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus? (0,125 pontos)

1) Que forma de contato sexual é considerada a mais perigosa para a transmissão do HIV?

A forma mais perigosa de contato sexual seja a relação anal. A relação vaginal tem muito mais probabilidade de transmitir o HIV do homem para a mulher do que o contrário, e a transmissão de ambas as formas é muito maior quando lesões genitais estão presentes. Embora rara, a transmissão pode ocorrer pelo contato orogenital (0,125 p)

2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV?

Testes de PVL convencionais detectam o RNA viral e usam métodos como a PCR ou a hibridização de ácido nucleico. São de alto custo e necessitam de 2 a 3 dias para serem concluídos. (0,125 p)

3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga?

O HIV deve percorrer os passos de fixação da célula-alvo. Isto depende da combinação da glicoproteína espicular (gp120) com os 65.000 receptores encontrados em cada célula T CD4+ auxiliar. Os macrófagos e os monócitos também carregam moléculas CD4. Certos co-receptores (chamados de CCR5 e CXCR4) também são necessários.Interessante é que muitas células que não expressam a molécula CD4 também podem se tornar infectadas. Ou seja, com certeza existem OUTROS receptores susceptíveis para o virus HIV. (0,125 p)

4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus?

O sistema imune falha, então, a reconhecer o virus quando ele ainda está um provírus ou um vírus latente dentro das células. A fusão célula-célula, pela qual o vírus se move de uma célula infectada para uma célula adjacente é outra habilidade do vírus de permanecer indetectável pelo sistema imune. (0,125 p) 

FONTE:

Tortora, Gerard J. Microbiologia [recurso eletrônico] / Gerard J. Tortora, Berdell R. Funke, Christine L. Case ; tradução: Aristóbolo Mendes da Silva ... [et al.] ; revisão técnica: Flávio Guimarães da Fonseca. – 10. ed. – Dados eletrônicos. – Porto Alegre : Artmed, 2012.

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (198199 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Homem, 50 anos, diabetico e hipertenso, nega antecedentes mórbidos até a idade de 42 anos, época em que, durante exame médico de rotina no trabalho, foram detectados valores de pressão arterial de 140/96 mmHg. Nessa ocasião, o paciente era completamente assintomático do ponto de vista cardiovascular.

Exames laboratoriais normais, exceto por uma glicemia de 136 mg/dl etriglicérides de 180 mg/dl. Tais exames foram repetidos e confirmaram-se valores de glicemia e triglicérides anormais, tendo sido, na ocasião, feito diagnóstico de hipertensão arterial, diabetes melito e dislipidemia.

Desde o diagnóstico inicial, o paciente vem tomando regularmente 50 mg de hidroclorotiazida e 100 mg de atenolol. Foi orientada dieta com pouco sal e hipocalórica, sem adição de açúcar. Recentemente, o paciente foi encaminhado ao oftalmologista, que diagnosticou microaneurisma em vãos de retina, tendo sido realizada laserterapia.

Há três meses, foi reavaliado e, ao exame físico, apresentava um peso de 106 kg, pressão arterial na posição supina de 170/112 mmHg com freqüência cardíaca de 72 batimentos por minuto.

Apresentava hipotensão postural (PA = 130/90 mmHg em pé) sem variação de pulso.

Exame físico:

Paciente em bom estado geral, peso de 106 kg e altura de 1,70 m, apresentando fundo de olho com espasmo segmentar arteriolar, perda da relação arteriovenosa nos vasos da retina, alguns pontos sugestivos de microaneurismas em ambas as retinas e sinais cicatriciais de laserterapia prévia. A pressão arterial na posição supina estava em 160/104 mmHg e a freqüência cardíaca era de 68 batimentos por minuto. A pressão arterial na posição ortostática era de 120/88 mmHg, sem variação da freqüência cardíaca. Ausculta cardiopulmonar normal. Ausência de sopros carotídeos. Abdômen flácido, indolor, com fígado e baço não-palpáveis. Ruídos hidroaéreos anormais presentes . Ausência de sopros abdominais.

Extremidades com alterações tróficas de fâneros; pulsos presentes e simétricos, ausência de edemas.

Exames laboratoriais:

Glicemia de jejum de 172 mg/dl, potássio plasmático de 3,7 mEq/l, ácido úrico de 8 mg/dl, colesterol total de 230 mg/dl, HDL-colesterol de 28 mg/dl, LDLcolesterol não calculado devido aos valores elevados de triglicérides (450 mg/dl). Creatinina sérica de 1,8 mg/dl e uréia de 96 mg/dl.

Exame de Urina Rotina demonstrando a presença de proteínas. Proteinúria de 24 horas de 1,2 g/24 horas. Exames complementares: Eletrocardiograma e raios X de tórax dentro da normalidade para o biótipo do paciente.
Ecocardiograma mostrando alterações do relaxamento ventricular esquerdo, sem aumento da massa ventricular. Função sistólica preservada.

1) Definem uma relação entre os fatores de risco e patologia deste paciente (0,2 p)

2) Qual é o exame eletivo para diagnosticar, neste caso, o acometimento renal? Ele já foi realizado, examinando o historico do paciente?(0,1 p)

3) O paciente pergunta se ele corre risco de cegueira, mesmo com tratamento para hipertensão e diabetes. Qual vai ser a sua resposta? (0,2 p)




RATING: 3.97

1) Este caso demonstra a associação de diabetes, hipertensão e dislipidemia além de obesidade, todos sendo considerados fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Este paciente apresentou como lesão de órgão-alvo o desenvolvimento de retinopatia diabética e nefropatia que, provavelmente, é o resultado da associação de diabetes e da hipertensão arterial

2) O diagnóstico de certeza da nefropatia somente poderia ser feito através da biópsia renal, exame que não foi realizado neste caso .

3) Retinopatia diabética é uma das principais causas tratáveis de cegueira. A observação preventiva periódica é fundamental no paciente diabético.

FONTE: http://departamentos.cardiol.br/dha/revista/8-4/casoclinico.pdf

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.97)




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