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ATRESIA TRICUSPIDE (ÁREA DE PEDIATRIA)

Atresia tricúspide é uma cardiopatia congênita cianótica, decorrente da agenesia (ausência da conexão átrio ventricular direita) ou imperfuração da valva tricúspide, com conseqüência de comunicação direta entre átrio e ventrículo direitos.

A atresia tricúspide associada à atresia ou severa estenose pulmonar constitui uma malformação cardíaca grave, de tratamento cirúrgico, que cursa com cianose extrema no período neonatal conseqüente ao fechamento do canal arterial.

Então, como que o fluxo de sangue é possível?

A porção da via de entrada do ventrículo direito sempre está faltando nesses pacientes, mas a porção da via de saída tem tamanho variável.


OBJETIVA: (1216125 votos)..........99.07% das questões objetivas receberam votos.
As crises parciais complexas NÂO se manifestam com:
A. automatismo
B. estalos dos lábios
C. fixação vaga do olhar
D. bruxismo
E. movimentos de pegar e puxar as roupas

  RATING: 2.94

As crises parciais complexas NÂO se manifestam com:

A. automatismo
INCORRETO: Automatismos são uma característica comum da CPC em lactentes e crianças, ocorrendo em aproximadamente 50 a 75% dos casos; quanto mais idade tiver a criança, maior a freqüência dos automatismos.
B. estalos dos lábios
INCORRETO : O comportamento automático observado em lactentes é caracterizado por automatismos alimentares, incluindo estalos dos lábios, mastigação, deglutição e salivação excessiva.
C. fixação vaga do olhar
INCORRETO : Automatismos alimentares prolongados e repetitivos associados a uma fixação vaga do olhar ou à falta de responsividade quase sempre indicam CPC em um lactente.
D. bruxismo
CORRETO : O bruxismo, hábito de apertar e ranger os dentes é comum em cerca de 15% das pessoas. Esses pacientes podem sofrer fortes dores de cabeça, desgaste dos dentes e distúrbios da articulação mandibular. As causas deste problema podem ser a tensão emocional e o fechamento inadequado da boca
E. movimentos de pegar e puxar as roupas
INCORRETO : O comportamento automático em crianças de mais idade consiste em automatismos gestuais semipropositais, sem coordenação e não-planejados, incluindo movimentos de pegar e puxar as roupas ou os lençóis,

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

DISCURSIVA: (186955 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A apendicite aguda tem uma apresentação clínica variável de acordo com a faixa etária acometida. Indique as caracteristicas especiáis desta moléstia para criança, idoso, gestante e pacientes com SIDA.


RATING: 4

A apendicite aguda tem uma apresentação clínica variável de acordo com a faixa etária acometida. Indique as caracteristicas especiáis desta moléstia para criança, idoso, gestante e pacientes com SIDA.

1) Na criança o quadro é atípico, caracterizado por letargia, vômitos mais intensos e episódios diarréicos mais freqüentes. Por vez correlaciona-se a um diagnóstico tardio, principalmente nas menores de dois anos, quando a apendicite é incomum. (0,125 p)
2) No idoso, assim como na criança, a doença é mais grave. A temperatura é menos elevada e a dor abdominal é mais insidiosa, ocasionando um diagnóstico tardio, com maior incidência de perfuração e conseqüentemente maior mortalidade. (0,125 p)
3) Na gestante é a emergência cirúrgica extra - uterina mais comum, ocorrendo com mais freqüência nos dois primeiros trimestres. (0,125 p)
4) Nos pacientes com SIDA existem causas específicas de apendicite a exemplo do linfoma não-Hodkgin e do sarcoma de Kaposi (mecânicas). Em relação a etiologia infecciosa, os agentes principais são o Cryptosporidium e o CMV. (0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (4)

CASO CLINICO: (219054 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Gestante IIG IP de 27 semanas e 4 dias se apresenta no seu plantão, relatando dores pélvicas difusas faz 3 dias. No toque, apresenta o colo apagado e dilatação de 3,5 cm. Nega perda de liquido. Sem febre nas últimas 48 horas. Fez somente 3 consultas pré-natais. PA 90/60 mmHg, FC 86/min, BCF 133/min, MF presentes.
Pergunta-se:

  1. Qual é a estratégia utilizada para evitar a síndrome de dificuldade respiratória tipo I, neste caso? (0,25 pontos);
  2. Qual será o protocolo mais apropriado a ser utilizado para esse prematuro? ? (0,25 pontos);



RATING: 3.64

1) Qual é a estratégia utilizada para evitar a síndrome de dificuldade respiratória tipo I, neste caso?

Transferência da grávida para centro de gestação de alto risco, por conta de risco elevado de parto prematuro (0,0625 p);
Evitar ou atrasar o parto prematuro, sempre que possível (terapêutica tocolítica) (0,0625 p);
Indução maturativa de 1ª linha:

  • Betametasona 12 mg im 24/24 h (2 administrações) (0,0625 p);
  • Dexametasona 6 mg im 12/12 h (4 administrações) (0,0625 p);

2) Qual será o protocolo mais apropriado a ser utilizado para esse prematuro?

  • Atrasar a clampagem do cordão umbilical 30-45 segundos com o RN abaixo do nível da placenta para promover a transfusão de sangue placentar para o RN e melhorar a entrega de O2 aos tecidos; . (0,05 p)
  • Estabilizar o RN sob calor radiante para prevenir a perda de calor . (0,05 p)
  • IG < 28 semanas: não secar (secar apenas a cabeça) e colocar de imediato dentro de um saco de polietileno; . (0,05 p)
  • Reanimação neonatal, se precisar . (0,05 p)
  • Entubação e administração de surfatante na sala de parto (primeiros 15 minutos de vida aos que não tenham realizado indução maturativa fetal ou que necessitem de entubação traqueal para reanimação/estabilização. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.64)




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