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NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
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OBJETIVA: (494280 votos)..........95.68% das questões objetivas receberam votos.
A causa mais comum da hipofosfatemia consta em:
A. rápido deslocamento de fosfato para o meio intracelular
B. diminuição na ingesta de fosfato
C. aumento no estado absortivo
D. estados hiperventilatórios
E. efeitos hormonais e endócrinos

  RATING: 1

A causa mais comum da hipofosfatemia consta em:

A. rápido deslocamento de fosfato para o meio intracelular
CORRETO: A hipofosfatemia aguda é mais comumente devido a um rápido deslocamento de fosfato para o meio intracelular. Hiperventilação, glicose, insulina, expansão volumétrica e acidose em resolução podem causar hipofosfatemia por induzirem um rápido deslocamento de fosfato para o meio intracelular.
B. diminuição na ingesta de fosfato
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
C. aumento no estado absortivo
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
D. estados hiperventilatórios
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A
E. efeitos hormonais e endócrinos
INCORRETO : veja a resposta da alternativa A

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (1)
DISCURSIVA: (97278 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Descreva a técnica de diagnóstico do pulso paradoxal que utiliza o manguito do esfigmomanômetro. (0,5 pontos).

RATING: 3.09

Descreva a técnica de diagnóstico do pulso paradoxal que utiliza o manguito do esfigmomanômetro. (0,5 pontos).

A verdadeira avaliação de pulso paradoxal requer medir a pressão arterial com o uso de um manguito de pressão manual:

  1. Insufle o manguito até não ouvir mais sons (como de costume). 0,1 pontos
  2. Diminua lentamente a pressão no manguito 0,1 pontos
  3. observe o ponto no qual os primeiros sons de Korotkoff são ouvidos inicialmente, que será quando a criança está expirando 0,1 pontos
  4. Continue a desinflar o manguito lentamente e observe o ponto no qual os sons de Korotkoff são ouvidos regularmente durante todo o ciclo respiratório 0,1 pontos
  5. Se a diferença entre esses dois pontos for maior que 10 mmHg, a criança tem pulso paradoxal clinicamente significativo. 0,1 pontos

FONTE:
MISODOR - OS CHOQUES COMO EMERGÊNCIA (PEDIATRIA)

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.09)

CASO CLINICO: (103496 votos)..........99.33% dos casos clinicos receberam votos.
J.A.F.S., masculino, 27 anos, negro, mestre-de-obras, natural de São Gonçalo / RJ e morador do município do Rio de Janeiro/RJ. Queixa-se de dor muscular e febre.

IDENTIFICAÇÂO: J.A.F.S., masculino, 42 anos, pardo, advogado, natural de Juiz de Fora / MG e morador do município de Niterói /RJ.Q.P: Dor muscular e febre.

H.D.A: Indivíduo chega à emergência hospitalar com quadro sintomático de início abrupto – há dois dias, composto de febre (39,2º C), calafrios e cefaleia intensa. Relata fortes dores musculares principalmente na região das panturrilhas e da musculatura paravertebral. Fez uso de Novalgina durante o dia, já que suspeitava de uma gripe.Diz que se sente muito cansado e seu apetite diminuiu consideravelmente.H.P.P: Relata ter tido catapora e caxumba durante a infância. Nega internações hospitalares e transfusão de sangue. Nega tabagismo. Etilismo somente social.

H. Familiar: Pai e mãe saudáveis. Irmãos e primos saudáveis. Avô-materno faleceu de doença cardíaca, a qual não soube esclarecer. Avó-materna diabética. Avô-paterno hipertenso. Avó-materna faleceu de causa desconhecida.

H. Psicossocial: Completou o Ensino Médio em Escola Pública. Ativo e magro (IMC = 23). Solteiro com relações heterossexuais com múltiplas parceiras. Afirma fazer uso regular de camisinha. Nega uso de drogas ilícitas. Mora em casa (quatro cômodos com água, energia e saneamento adequados) com seus pais e 2 irmãos.

H. Epidemiológica: Narra ter cruzado faz uma semana, durante período chuvoso, uma zona alagadiça próxima de sua casa.

REVISÃO DOS SISTEMAS:Geral e Nutrição: Regular estado geral (REG).Cabeça e Pescoço: Fotofobia e vermelhidão.Cárdio-respiratório: Sem alterações.Gastro-intestinal: Sem alterações.Genitourinário: Sem alterações.Pele: Aparecimento de algumas lesões avermelhadas.Esqueleto, articulações e Músculos: Artralgia.Neurológico: Sem alterações.

EXAME FÍSICO
Sinais Vitais: Temperatura: 39.2oC; Pulso: 130 bmp; FR: 34 irpm. Pressão: 140x95 mmHG; Peso: 71.2 kg. Altura: 1.76 m.Ectoscopia: Paciente em regular estado geral, apresentando síndrome febril, hipocorado (2+/4+), hipo-hidratado (2+/4+) – redução do turgor cutâneo, anictérico, acianótico. Marcha atípica. Perfusão capilar periférica normal.Segmento Cefálico: Hemorragia conjuntival bilateral. Relata fotofobia e dor ocular. Narinas, ouvidos e boca sem anormalidades. Pescoço com boa mobilidade, sem tumorações.Gânglios: Não foram palpadas linfadenomegalias ao exame físico.Tórax: Ectoscopia dermatológica apresentando exantemas petequiais em toda a parede anterior e posterior do tórax. Ausência de alterações osteo-esqueléticas da parede torácica. Sem abaulamentos ou retrações.Pulmão: Murmúrios vesiculares auscultados em todo o tórax, expansibilidade mantida e simétrica, sem estertores, roncos ou sibilos. Percussão torácica timpânica.Cardiovascular: Íctus normo-localizado em 5oEIE. RCR 2T, BNF, sopro sistólico (2+/6+) melhor auscultado em foco mitral, sem estalitos ou cliques de abertura.Abdome: Exantemas petequiais dispersos pelo abdome. Dor à palpação profunda do hipocôndrio direito. Abdome peristáltico e timpânico. Sem abaulamentos, visceromegalias e sopros arteriais. Fígado palpável a cinco cm do rebordo costal direito.Neurológico: Sem alterações de consciência. Equilíbrio normal. Reflexos profundos responsivos.Osteo-esquelético: Queixa-se de artralgia. Ausência de sinais flogísticos das articulações. Essas permanecem com a amplitude dos movimentos passivos e ativos preservados e simétricos.Geniturinário: Aumento do volume urinário. Sem alterações macroscópicas da urina. Aparelho genital não avaliado.

LABORATÓRIO:Análise dos elementos séricos:Na+: 140 mmol/L (Normal: 135-145).K+: 3,6 mmol/L (Normal: 3,5-5,0).Glicose: 80 mg/dL (Normal: 70-110)Uréia: 28 mg/dL (Normal: 8-25).Creatinina: 1,6 mg/dL (Normal: 0,6-1,5)Hemograma:Anemia hipocrômica.Leucograma:14.000 leucócitos/mm3 (Normal: 4300-10800).Neutrofilia e desvio para a esquerda;Plaquetas:110.000/mm3 (Normal: 150.000 – 400.000).VSH: 30 mm/h (0-13 mm/h).HIV: negativo.




RATING: 3.07

1) Podem ser sugeridas diversas hipóteses diagnósticas:

  1. viroses,
  2. dengue,
  3. influenza,
  4. Hantavírus,
  5. apendicite aguda,
  6. bacteremias,
  7. septicemias,
  8. colagenoses,
  9. colecistite aguda,
  10. febre tifóide,
  11. infecção de vias aéreas superiores e inferiores,
  12. malária,
  13. pielonefrite aguda,
  14. riquestsioses,
  15. toxoplasmose,
  16. meningites

No entanto, confirmamos o diagnóstico da leptospirose através o incremento substancial (maior do que quatro vezes o normal) dos títulos de anticorpos de hemaglutinação indireta.

2) Tratamentoi da leptospirose:

Penicilina G, 2.4 a 3.6 milhões de U/dia, ou a tetraciclina, 2.0 g/dia por via oral, constituem terapia eficaz. Os antibióticos devem ser iniciados de forma empírica, antes da confirmação sorológica (Cecil, 2002). “O tratamento visa, de um lado, a combater o agente causal (antibioticoterapia) e, de outro, a debelar as principais complicações, principalmente o desequilíbrio hidro-eletrolítico, as hemorragias, as insuficiências respiratórias e renal agudas e perturbações cardiovasculares, incluindo arritmias, insuficiência cardíaca, hipotensão e choque. As medidas terapêuticas de suporte constituem-se nos aspectos de maior relevância e devem ser iniciadas precocemente, na tentativa de evitar complicações da doença, principalmente as renais.” (FUNASA, Guia de Vigilância Epidemiológica).

3) Segundo o Ministério da Saúde, as medidas de controle devem ser:

  1. Controle da população de roedores por meio de medidas de anti-ratização e desratização; (0,025 p)
  2. Redução do risco de exposição de ferimentos às águas/lama de enchentes ou situação de risco;
  3. Medidas de proteção individual para trabalhadores ou indivíduos expostos a risco, através do uso de roupas especiais, luvas e botas;
  4. Uso de sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés representam alguma proteção, quando for possível usar luvas e botas;
  5. Limpeza e desinfecção com hipoclorito de sódio de áreas físicas domiciliares ou que não estejam contaminadas
  6. Utilização de água filtrada, fervida ou clorada para ingestão;
  7. Vigilância sanitária dos alimentos, descartando os que entraram em contato com águas contaminadas;
  8. Armazenagem correta dos alimentos em locais livres de roedores
  9. Armazenagem e destino adequado do lixo, principal fonte de alimento e abrigo do roedor;
  10. Eliminar entulho, materiais de construção ou objetos em desuso que possam oferecer abrigo a roedores;
  11. Desassoreamento, limpeza e canalização de córregos;
  12. Construção e manutenção permanente das galerias de águas pluviais e esgoto em áreas urbanas;
  13. Emprego de técnicas de drenagem de águas livres supostamente contaminadas;
  14. Ações permanentes de educação em saúde alertando sobre as formas de transmissão, medidas de prevenção, manifestações clínicas, tratamento e controle da doença;
  15. Em caso de suspeita clínica, procurar orientação médica, relatando a história epidemiológica nos vinte dias que antecederam os sintomas.
  16. A critério médico, poderá ou não ser indicado o uso de antibioticoterapia em casos de exposição de alto risco;
  17. Tratamento de animais doentes, com especial atenção para o uso de procedimentos terapêuticos que sustem a eliminação urinária de leptospiras;
  18. Vacinação de animais (caninos, bovinos e suínos) através do uso de bacterinas preparadas com as variantes sorológicas prevalentes na região;
  19. Higiene, remoção e destino adequado de excretas animais e desinfecção permanentes dos canis ou locais de criação de animais.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.07)

 

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