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INSUFICIÊNCIA VALVULAR PULMONAR E AUSÊNCIA CONGÊNITA DA VÁLVULA PULMONAR (CARDIOPATIAS CONGÊNITAS REGURGITANTES ACIANOTICAS) (ÁREA DE PEDIATRIA)

Trata-se, grosso modo, de incompetência de válvula pulmonar.

Isolado, é um defeito muito raro (esses pacientes geralmente são assintomáticos, pois a insuficiência quase sempre é leve). A insuficiência valvar pulmonar isolada geralmente é bem tolerada e não precisa de tratamento cirúrgico.

Acompanhando, sim, pode ser encontrada junto com outras doenças cardiovasculares ou pode ser secundária a uma hipertensão pulmonar grave.


OBJETIVA: (1478589 votos)..........97.1% das questões objetivas receberam votos.
Em todas as crianças com alteração da função hepática precisa ser obrigatoriamente investigada:
A. a alteração da coagulação
B. a imagem dos gânglios basais, através da ressonância magnética cerebral
C. o nível da bilirrubina conjugada
D. a produção de lactato
E. os níveis de glutamato, aspartato e taurina

  RATING: 2.88

Em todas as crianças com alteração da função hepática precisa ser obrigatoriamente investigada:

A. a alteração da coagulação
CORRETO: O grau de icterícia e encefalopatia varia, mas todos os pacientes apresentam coagulopatia. Dessa forma, alteração da coagulação deve ser investigada em todas as crianças com alteração da função hepática (elevação das transaminases e dos níveis de bilirrubina conjugada), mesmo naquelas que aparentam bom estado geral e não têm história prévia de lesão hepática.
B. a imagem dos gânglios basais, através da ressonância magnética cerebral
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. o nível da bilirrubina conjugada
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. a produção de lactato
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. os níveis de glutamato, aspartato e taurina
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (202095 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Em relação à síndrome de compressão da veia cava superior (SCVCS) responda:

1) Quais são cinco sinais clínicos identificáveis no paciente com SCVCS? (0,125 pontos)
2) Cite quatro métodos utilizados para diagnóstico definitivo (0,125 pontos)
3) Qual o tratamento adequado, baseado no diagnóstico (0,125 pontos)
4) Cite quatro cuidados anestésico-cirúrgicos que devem ser tomados, caso o paciente necessite submeter-se a algum procedimento operatório. (0,125 pontos)


RATING: 2.7

Em relação à síndrome de compressão da veia cava superior (SCVCS) responda:

1) Quais são cinco sinais clínicos identificáveis no paciente com SCVCS? (0,125 pontos)
2) Cite quatro métodos utilizados para diagnóstico definitivo (0,125 pontos)
3) Qual o tratamento adequado, baseado no diagnóstico (0,125 pontos)
4) Cite quatro cuidados anestésico-cirúrgicos que devem ser tomados, caso o paciente necessite submeter-se a algum procedimento operatório. (0,125 pontos)

1) Quais são cinco sinais clínicos identificáveis no paciente com síndrome de compressão da veia cava superior? (0,125 p)
  • distensão e ingurgitamento das veias da região cervical;
  • edema facial;
  • pletora facial;
  • paralisia de corda vocal esquerda;
  • Síndrome de Claude-Bernard-Horner;
  • cianose;
  • aparecimento de circulação colateral tipo cava superior-cava inferior;
  • arritmia cardíaca,
  • taquicardia,
  • hipotensão.
2) Cite quatro métodos utilizados para diagnóstico definitivo (0,125 p)
  • mediastinoscopia cervical com biópsia,
  • mediastinotomia e Chamberlain com biópsia,
  • videotoracoscopia com biópsia,
  • biópsia torácica transparietal dirigida por tomografia,
  • toracotomia minimamente invasiva longitudinal axilar.
3) Qual o tratamento adequado, baseado no diagnóstico (0,125 pontos)
  • Confirmação de patologia benigna: tratamento cirúrgico (ressecção ou derivação atriocaval).
  • Confirmação de patologia maligna, irressecável: radioterapia e quimioterapia. 
4) Cite quatro cuidados anestésico-cirúrgicos que devem ser tomados, caso o paciente necessite submeter-se a algum procedimento operatório. (0,125 pontos)
  • Não puncionar veia e não infundir volume em veias do segmento cefálico (pescoço e membros superiores);
  • decúbito elevado tanto quanto possível;
  • uso de corticosteróides;
  • uso de diuréticos em pequenas doses;
  • dar preferência à punção e/ou dissecção venosa em membros inferiores;
  • utilização de heparina de baixo peso molecular quanto não houver outra contra-indicação.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.7)

CASO CLINICO: (234379 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um Sr. de 68a, natural e procedente de Petrolina-PE, procura o serviço médico por dificuldade para deglutir há 3 anos. Inicialmente com alimentos sólidos, agora também tem dificuldades na ingestão de líquidos. A noite, nota alimentos deglutidos no jantar refluírem à boca. Teve um episódio de pneumonia há quatro meses. Refere perda de 8kg no período. Ex-tabagista, agricultor aposentado, portador de hipertensão arterial leve controlada com diuréticos, nega internações e intervenções cirúrgicas prévias.
1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica? - 0,1 pontos
2) Dos exames abaixo, quel é o MENOS util para o diagnóstico? - 0,1 pontos

a) Radiografia contrastada do esôfago
b) Endoscopia digestiva alta
c) Manometria esofágica
d) pHmetria esofágica
e) Tomografia computadorizada do tórax

3) O paciente realizou o exame abaixo. Quais são os achados radiológicos? - 0,3 pontos




RATING: 3.03

1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica?
Megaesôfago chagásico.(0,1 p)
DISCUSSÃO: O principal sintoma que o paciente apresenta é a disfagia. Dentre as principais causas de disfagia, poderíamos citar:

  • neoplasias malignas
  • megaesôfago
  • estenoses pépticas

Como causas mais raras, haveriam

  • os tumores benignos
  • outras doenças motoras
  • Síndrome de Plummer-Vinson
  • a disfagia lusória

Associadamente, o paciente tem regurgitação, história sugestiva de broncoaspiração e perda lenta de peso. Não há história prévia de sintomas pépticos que indique DRGE grave, nem perda acentuada de peso ou hemorragia que sugiram a neoplasia como principais hipóteses.
Assim, pelo caráter lento de aparecimento e pela procedência do paciente, o mais provável é que haja megaesôfago chagásico.
2) Dos exames abaixo, qual é o MENOS útil para o diagnóstico? (0,1 p)
A ph-metria (variante D)
DISCUSSÃO: Os primeiros exames a serem solicitados na suspeita de disfagia são a radiografia contrastada de esôfago e a endoscopia digestiva alta, geralmente nesta ordem.

  • A primeira nos dá uma correta idéia da forma do esôfago, da presença de alterações anatômicas, do esvaziamento do contraste, sendo útil em todas os casos de disfagia.
  • A segunda tem papel primordial nas estenoses orgânicas, em que o exame anátomo-patológico é obrigatório, além de ser o que melhor avalia a mucosa esofágica.
  • A manometria esofágica é o exame que confirma as alterações funcionais motoras do esôfago, tendo achados característicos para cada uma das doenças, incluindo o megaesôfago.
  • A tomografia computadorizada é útil para o estadiamento das neoplasias, identificação de massas esofágicas e para-esofágicas, nem sempre visualizadas por outros métodos.
  • A ph-metria é utilizada para o estudo do refluxo gastroesofágico e, mesmo nos casos de disfagia por estenose péptica, não é capaz de trazer nenhuma informação objetiva acerca da causa da disfagia ou da presença de estenose.
3) Quais são os achados radiológicos?
O esofagograma mostra achados sugestivos de megaesôfago (0,05 p), como dilatação esofágica (0,05 p), presença de resíduos alimentares (0,05 p), nível hidroaéreo no esôfago (0,05 p), ausência de bulha gástrica (0,05 p) e presença de ondas terciárias na porção inferior à esquerda do esôfago. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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