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RATING: 3.02 ![]()
Considerando uma criança de 10 anos com 48 kg, o gasto energético diário segundo a regra de Holliday & Segar é de:
A. 1025 kcal/24 h Para peso maior de 20 kg: além de 1.500 kcal (1.000 kcal para os primeiros 10 kg e 500 kcal para o 11º ao 20º kg), 20 kcal para cada 1 kg que passar de 20 kg. Para 48 kg: 1500 + (48 - 10) × 20 kcal = 2060 kcal/24 h
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. 2060 kcal/24 h
CORRETO : Calcula-se o soro para 24 horas, com base no gasto energético diário segundo a regra de Holliday & Segar:
C. 2750 kcal/24 h
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. 3100 kcal/24 h
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. 3600 kcal/24 h
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: B
RATING: 3.09 ![]()
- Insufle o manguito até não ouvir mais sons (como de costume). 0,1 pontos
- Diminua lentamente a pressão no manguito 0,1 pontos
- observe o ponto no qual os primeiros sons de Korotkoff são ouvidos inicialmente, que será quando a criança está expirando 0,1 pontos
- Continue a desinflar o manguito lentamente e observe o ponto no qual os sons de Korotkoff são ouvidos regularmente durante todo o ciclo respiratório 0,1 pontos
- Se a diferença entre esses dois pontos for maior que 10 mmHg, a criança tem pulso paradoxal clinicamente significativo. 0,1 pontos
FONTE:
Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.
Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.
Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).
Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos
2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos
3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos
1) Qual o diagnóstico?
Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)
DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.
2) Qual é o prognóstico?
Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia. (0,1 p)
3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?
- inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
- realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
- Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)
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