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PRONAÇÃO DOLOROSA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A pronação dolorosa (também conhecida como "cotovelo da babá") é o deslocamento da cabeça do rádio (osso localizado no lado do polegar do antebraço) em relação ao ligamento anular na região do cotovelo (ligamento que auxilia na estabilidade do cotovelo).

A lesão geralmente acontece em crianças, normalmente entre os 12 meses e os 4 anos de idade, pois é quando os ligamentos das crianças são frágeis e ainda estão em desenvolvimento.

O lado mais acometido é o esquerdo. A maioria dos pacientes é do sexo feminino (65% dos casos).

OBJETIVA: (1131940 votos)..........99.51% das questões objetivas receberam votos.
Sobre a suscetibilidade e imunidade contra coronavirus COVID-19 é CORRETO afirmar:
A. ainda não há dados suficientes para esclarecer se o virus deixa ou não imunidade
B. a imunidade é vitalícia
C. a suscetibilidade é quase que exclusiva para os idosos acíma de 70 anos
D. gera imunidade contra novas infecções com o virus, mas para curto prazo
E. o virus tem efeito imunosupressor, destruindo os linfocitos natural-killer

  RATING: 3.29

Sobre a suscetibilidade e imunidade contra coronavirus COVID-19 é CORRETO afirmar:

A. ainda não há dados suficientes para esclarecer se o virus deixa ou não imunidade
CORRETO: Considerando que o COVID-19 foi identificado recentemente, a suscetibilidade é geral e ainda não é possível afirmar que a infecção em humanos que não foram a óbito irá gerar imunidade contra novas infecções e que essa imunidade irá durar por toda a vida
B. a imunidade é vitalícia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. a suscetibilidade é quase que exclusiva para os idosos acíma de 70 anos
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. gera imunidade contra novas infecções com o virus, mas para curto prazo
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. o virus tem efeito imunosupressor, destruindo os linfocitos natural-killer
INCORRETO : O COVID-19 não tem tropismo linfocitario e não causa imunosupressão.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.29)

DISCURSIVA: (182068 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite a principal causa de mortalidade de acordo com a faixa etária e sexo apresentado? (0,5 pontos)
a) Criança menor de 1 ano
b) Mulher entre 20 e 50 anos
c) Homem acima de 60 anos
d) Homem de 20 a 40 anos


RATING: 3.16

Cite a principal causa de mortalidade de acordo com a faixa etária e sexo apresentado? (0,5 pontos)
a) Criança menor de 1 ano
b) Mulher entre 20 e 50 anos
c) Homem acima de 60 anos
d) Homem de 20 a 40 anos

Segundo o DATASUS (ministério da saúde):

a) Criança menor de 1 ano - Afecções originadas no período perinatal (0,125 p)
b) Mulher entre 20 e 50 anos - Doenças do aparelho circulatório (0,125 p)
c) Homem acima de 60 anos - Doenças do aparelho circulatório (0,125 p)
d) Homem de 20 a 40 anos - Causas externas (0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.16)

CASO CLINICO: (212240 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Os pais trouxeram na UPA um bebe de 2 meses que estava dormindo no quarto porque acharam um morcego no mesmo ambiente que o bebe estava dormindo. Não se sabe se houve contato com esse morcego ou não. Não há nenhum tipo de sinais de arranhão, mordida ou picada. A criança está muito bem no momento. Os pais não conseguiram capturar o morcego.
1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?.................0,08 pontos
2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentam...........0,12 pontos
3) Qual é a conduta terapêutica e profilatica mais eficiente sugerida?.................0,15 pontos
4) Quais são as medidas complementares obrigatórias? .....................................0,15 pontos





RATING: 3.06

1) Como se formula o diagnóstico do acidente neste caso?

  • Exposição potencial/duvidosa ao vírus rábico por adentramento de morcego em ambiente de sono de lactente (categoria III ou equivalente em protocolo de risco). (0,04 p)
  • Acidente grave por morcego não capturado (não se pode realizar observação ou exame laboratorial do animal). (0,04 p)

2) Conforme os princípios da medicina baseada em evidências essa é uma situação de risco? Argumentem.

  • Sim, é situação de risco elevado (evidência nível A – mortalidade da raiva humana ≈ 100% após início de sintomas). (0,03 p)
  • Razão epidemiológica: Mordidas de morcego são frequentemente imperceptíveis; lactentes não relatam contato; transmissão saliva-órgão neural é altamente eficiente. (0,03 p)
  • Razão de decisão clínica: Risco-benefício da profilaxia pós-exposição (PPE) é extremamente favorável (eficácia > 99% quando iniciada precocemente); não há “janela segura” de observação quando o animal não é capturado. (0,03 p)
  • Princípio MBE: Prevenção primária de doença letal em cenário de incerteza diagnóstica justifica intervenção imediata (regra “better safe than sorry” em raiva). (0,03 p)

3) Qual é a conduta terapêutica e profilática mais eficiente sugerida?

  • Conduta de escolha: Profilaxia pós-exposição (PPE) completa e imediata – soro anti-rábico humano (SAR) + vacina anti-rábica inativada. (0,05 p)
  • Dose de imunoglobulina: SAR 40 UI/kg (ou IGHR 20 UI/kg se disponível), com infiltração máxima possível no local de possível inoculação (mesmo sem lesão visível, infiltrar em região de maior probabilidade – ex.: face/cabeça) e o restante intramuscular em local distante. (0,05 p)
  • Esquema vacinal para lactente: Vacina anti-rábica intramuscular em vasto lateral da coxa – dias 0, 3, 7, 14 e 28 (esquema de 5 doses para imunocompetentes < 2 anos). (0,05 p)

4) Quais são as medidas complementares obrigatórias?

  • Notificação compulsória imediata ao serviço de vigilância epidemiológica (SINAN) – caso de exposição a morcego. (0,03 p)
  • Orientação aos pais: Monitoramento clínico rigoroso do lactente (sinais prodômicos de raiva) por 90 dias; retorno imediato à UPA se febre, irritabilidade, hidrofobia ou paresia.  (0,03 p)
  • Higienização rigorosa de todo o corpo do bebê com água e sabão (mesmo sem lesão aparente), higienização do ambiente: limpeza do quarto com água e sabão + desinfecção com hipoclorito (mesmo sem lesão no bebê).  (0,03 p)
  • Notificação imediata à Vigilância Epidemiológica municipal/estadual (formulário de atendimento antirrábico).  (0,03 p)
  • Monitorização clínica por 10-14 dias (qualquer alteração neurológica → hospital de referência).  (0,03 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




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