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Mulher casada de 44 anos, mãe de 4 crianças de idades entre 3 e 8 anos, é avaliada devido queixa de duas semanas de dor nas articulações do punho, mãos e joelhos. Dor e edema forma mais intensos há 1 semana, persistindo apenas a dor atualmente. A dor é pior pela manhã e melhora com a atividade. Ao exame físico, há sensibilidade à palpação do dorso do punho e à movimentação do mesmo. Um lado do rosto da paciente demonstra leve eritema. Qual a melhor opção para diagnosticar a doença da paciente?
A. Determinação do FAN
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Solicitar fator reumatoide
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Dosagem dos anticorpos IgM anti-parvovírus
CORRETO : A paciente tem artrite associada com parvovírus B19, que pode ocorrer em adultos expostos à crianças em idades escolares. O rush macular em adultos é indistinto e pode ocorrer em qualquer lugar, em contraste com a forma clássica na criança de 'faces esbofeteada'. Artrite associada com parvovírus B19 usualmente de instalação aguda e simétrica. Os sintomas agudos melhoram em 2 semanas, mas artralgia pode durar vários meses.
D. radiografia dos punhos
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Teste terapêutico com prednisona, 10mg/dia por 7 dias
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: C
RATING: 3 ![]()
01 |
Derrame pleural neoplásico |
02 |
Mestastases à distância |
03 |
Paralisia do nervo laríngeo recurrente esquerdo |
04 |
Infiltração vertebral que ultrapassa o forame costotransverso |
05 |
Infiltração da parede da aorta alem da camada adventícia |
06 |
Infiltração extensa e além da camada muscular do esôfago |
07 |
Infiltração extensa da veia cava superior |
08 |
Infiltração do coração, geralmente do átrio esquerdo |
09 |
Infiltração mediastinal maciça, geralmente por invasão da cápsula dos linfonodos |
10 |
Infiltração da carina e dos brônquios principais bilateral e simultaneamente |
FONTE:
Paciente F, 2 anos e 10 meses de idade, é trazida no setor de pronto-atendimento de pediatria com febre 39,6°C e relato de 'dor de cabeça' na região frontal, sem nenhum outro sinal localizatorio. No acolhimento, FR 36/min, FC 122/min, sinusal sem sopros, sonolenta, inapetente e chorosa. Palidez +/++++. TEC 3-4 segundos. Evacuações normais, sem diarreia. No exame clinico respiratório e cardiovascular normal. Sem sinais meníngeos e sem petéquias. Faringe com leve eritema, sem sinais flogísticos. Mãe diz que a criança recusa a comida faz 48 horas, só aceita leite e 'toma pouco'. Sem vômitos até agora. Observa-se, porém anisocoria afetando o olho esquerdo que não responde a luz. Outro olho normal. Questionada, a mãe declara que a criança já está em acompanhamento com oftalmologista porque, com 2 anos de idade, teve um 'herpes' no olho, mas que o mesmo deu alta, considerando que a criança está enxergando 'normal'. Nega contato com pombos ou gatos de estimação. Tem somente um Callopsyta que fica na gaiola
1) Qual é o protocolo á seguir neste caso? 0,3 pontos1) Qual é o protocolo á seguir neste caso?
Febre é uma das causas mais comuns de consulta em pediatria. 25% de todas as consultas de emergência se devem à febre. Na maioria dos casos, após a avaliação inicial, é possível identificar a causa. Nas crianças menores de 36 meses, em 20% dos casos, essa identificação não é possível. Febre sem sinais localizatórios FSSL - definição: Febre com menos de uma semana de duração, que após história clínica e exame físico cuidadosos não tem a sua causa estabelecida.
O protocolo para essa faixa etária seria primeiramente de avaliação clinica minuciosa, avaliar se existem ou não sintomas de toxemia - neste caso, como há sonolência e mau estado geral seria melhor considerar que há um grau de toxemia, especialmente porque a criança está numa faixa etária de risco (0-36 meses), o tempo de enchimento capilar é de 3-4 segundos.

2) Qual é a infecção bacteriana que mais ocorre na febre sem sinais localizatorios?
Infecção urinária oculta é a infecção bacteriana mais comum como causa de FSSL. 0,1 p
3) Quais são, neste caso, os fatores de risco para a doença meningococica oculta?
Meningite oculta: a bacteremia oculta por meningococo é bem mais rara do que por pneumococo. A faixa etária abaixo de 24 meses é a mais acometida pela doença meningocócica. 25 a 50% dos pacientes com doença meningocócica haviam sido liberados após avaliação inicial. 82% dos pacientes liberados têm menos de 36 meses de idade. 0,1 p
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