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Uma primigesta de 19 anos, a termo, está em trabalho de parto franco há 4 horas. As membranas acabaram de romper; o plano é 3-, a ausculta do coração fetal (BCP) está em 140/min e regular, e o colo está dilatado 4 cm. As contrações ocorrem a cada 5 minutos e duram aproximadamente 40 segundos. A paciente continua com contrações pouco freqüentes. Sua pelvimetria clínica encontra-se dentro dos limites normais. O tamanho fetal estimado é de 3.400 g. Os achados pélvicos estão inalterados. Dentre as seguintes opções, qual é A MELHOR escolha a essa altura?
A. determinar o estado de hidratação materno
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. deambulação da paciente
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. infusão de ocitocina
CORRETO : Uma ação uterina descoordenada pode dar origem a uma progressão pobre de trabalho de parto. Alguns especialistas acreditam que a ocitocina é contra-indicada, se as contrações não tiverem uma dominância no fundo do útero. A mobilização da paciente para uma posição de cabeceira elevada e ruptura de membranas pode levar a prolapso de cordão. Muitos autores, no entanto, iriam tentar o uso contestável da estimulação com a ocitocina, especialmente se o padrão da contração for insatisfatório.
D. cesariana
CORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. aguardar pelo parto vaginal
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: C
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1) Como que é, usualmente, adquirida a paracoccidiomicose?
A paracocidiomicose é adquirida usualmente por via inalatória: propágulos infecciosos de até 5 μ de diâmetro alcançariam brônquios terminais e alvéolos. (0,2 p)
2) Indicam os remédios utilizados no tratamento da paracoccidiomicose no Brasil.
As drogas mai utilizadas são:
a) A anfotericina B, hoje reservada para casos mais graves e disseminados, tem sido usada com frequência cada vez menor. É ainda a droga de escolha quando se trata de casos com risco de vida iminente ou quando há alterações do trato gastrointestinal, que impeçam a correia absorção por via oral. Recomenda-se a dose total de 1 a 2g, substituída a seguir por uma medicação por via oral até que sejam considerados os critérios de cura. (0,05 p)
b) A sulfadiazina, uma sulfa de ação rápida, é usada na maioria dos casos na dose de 60 a 100 mg/kg/dia, até no máximo 6g/dia, dividida em quatro vezes. (0,05 p)
c) Em muitos centros, a sulfadiazina tem sido substituída com comparável eficácia pela associação SMX-TMP (comprimidos de 400 e 80mg respectivamente), com a vantagem de melhor facilidade posológica, dois comprimidos duas a três vezes ao dia, de acordo com a gravidade do caso. Possui a vantagem de permitir a formulação parenteral, se necessário.O tratamento de manutenção também pode ser feito com essa droga, um comprimido de 12/12h. (0,05 p)
d) cetoconazol pode ser usado na dose de 200 a 400mg/dia. (0,05 p)
e) Atualmente, itraconazol tem sido mais usado, por ser mais potente in vitro, absorvido melhor e menos hepatotóxico. É administrado na dosagem de 100 a 200mg/dia, por 6 meses em média, dependendo da resposta clínica, após os quais alguns serviços recomendam terapêutica de manutenção com sulfas de ação lenta ou SMX-TMP. (0,05 p)
f) A experiência clínica com fluconazol - melhor opção para o tratamento da neuroparacoccidioidomicose, pela sua alta concentração no SNC é bem menor, e estudos mostram menor atividade in vitro anti-P. brasiliensis, comparativamente ao itraconazol. (0,05 p)
FONTE:


1) Fratura de fêmur visível no Rx (0,1 pontos)
2) Osteogênese imperfeita (0,05 pontos), Raquitismo (0,05 pontos), osteoporose idiopática juvenil (0,05 pontos), maus-tratos (0,05 pontos).
3) Osteogênese imperfeita (0,1 pontos)
DISCUSSÃO: O diagnóstico de OI deve ser considerado em qualquer criança com fraturas de repetição aos mínimos traumas. História familiar, exame clínico e achados radiológicos são importantes para a confirmação diagnóstica. O diagnóstico de OI é predominantemente clínico : baixa estatura, escoliose, deformidade basilar do crânio, esclera azul, déficit auditivo também sugerem o diagnóstico
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