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Um homem de 75 anos apresenta sopro carotídeo. É realizado um arteriograma do paciente que é mostrado na seqüência:

A. terapia medicamentosa com 325 mg/dia de aspirina e determinação dos fatores de risco clínico
INCORRETO: Pacientes com estenose de carótida assintomática com 60% ou mais de redução do diâmetro, e cujos estados gerais de saúde os tornavam bons candidatos para cirurgia eletiva, mostraram significativa redução no risco em cinco anos de AVC ipsilateral com a cirurgia comparados àqueles tratados clinicamente (5,1 vs. 11,0%). Os pacientes tratados clinicamente receberam aspirina diariamente.
B. tratamento clínico com warfarin
INCORRETO : O warfarin não se mostrou eficaz no tratamento dos pacientes com doença de carótida.
C. angioplastia da lesão da carótida seguida de endarterectomia de carótida se a angioplastia não tivesse bom resultado
INCORRETO : A angioplastia de estenose de carótida vem sendo realizada em algumas instituições com pura base investigacional e, até o momento, ainda não tomou o lugar da cirurgia como o tratamento de escolha para as estenoses graves de carótida.
D. endarterectomia de carótida
CORRETO : Pacientes com estenose de carótida assintomática com 60% ou mais de redução do diâmetro, e cujos estados gerais de saúde os tornam bons candidatos para cirurgia eletiva, mostram significativa redução no risco em cinco anos de AVC ipsilateral com a cirurgia comparados àqueles tratados clinicamente.
E. determinação de risco clínico e endarterectomia de carótida se fossem desenvolvidos sintomas neurológicos
INCORRETO : A lesão grave da artéria carótida extracraniana é responsável por 14% de todos os acidentes vasculares cerebrais. A revascularização carotídea vem sendo realizada há mais de 50 anos, e diversos estudos tem provado que a intervenção pode evitar esse desfecho, mas com risco não-negligenciável de complicações graves. Mais recentemente, os procedimentos de angioplastia carotídea tem ampliado a escala de opções invasivas, mas não foi observada a redução estimada do risco periprocedimental. Além disso, a incidência aumentada de aterosclerose resultou em uma grande heterogeneidade de pacientes que são candidatos possíveis a endarterectomia ou a angioplastia, e a evolução de terapia farmacológica mudou a proporção do risco-benefício da intervenção em diversos casos de doença aterosclerótica. Com relação aos pacientes tratados com a melhor terapia médica atual, a intervenção carotídea apenas deveria ser realizada quando houver um risco periprocedimental documentado de menos de 6%, em pacientes sintomáticos. Apesar de diretrizes principais endossarem a intervenção em pacientes assintomáticos desde que o risco periprocedimental seja inferior a 3%, a magnitude restrita da prevenção absoluta de acidentes vasculares cerebrais coloca a intervenção carotídea como um procedimento questionável em uma população assintomática não-selecionada.
Gabarito: D
RATING: 3.09 ![]()
- Insufle o manguito até não ouvir mais sons (como de costume). 0,1 pontos
- Diminua lentamente a pressão no manguito 0,1 pontos
- observe o ponto no qual os primeiros sons de Korotkoff são ouvidos inicialmente, que será quando a criança está expirando 0,1 pontos
- Continue a desinflar o manguito lentamente e observe o ponto no qual os sons de Korotkoff são ouvidos regularmente durante todo o ciclo respiratório 0,1 pontos
- Se a diferença entre esses dois pontos for maior que 10 mmHg, a criança tem pulso paradoxal clinicamente significativo. 0,1 pontos
FONTE:
Homem de 67 anos, de etnia negra, com história familiar de câncer de próstata em ascendente de primeiro grau diagnosticado precocemente, previamente assintomático, desenvolve em poucas semanas jato urinário fraco e fino, hesitação, gotejamento terminal e noctúria intensa. O exame físico revela nódulo endurecido no toque retal sem extensão óbvia para vesículas seminais. Não há dor óssea ou edema de membros inferiores. PSA total de 7,5 ng/mL.
Questões:
Questão I (Suspeita diagnóstica)
Questão II (Possível causa da doença diagnosticada)
Questão III (Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico)
Questão IV (Tratamento)
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