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AS ANEMIAS APLASTICAS(INSUFICIÊNCIA MEDULAR) (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Ehrlich, em 1888, apresentando uma mulher jovem com anemia grave e sangramento, fez o primeiro relato de anemia aplásica. A necropsia desta mulher revelou uma medula óssea substituída por tecido gorduroso e Erlich insistiu no fato que os elementos formadores do sangue estavam ausentes. Contudo, não tem como esquecer que a anemia está associada a outras citopenias do sangue, portanto, o termo não deve ser mal interpretado. A mortalidade é ainda elevada nas formas graves. Apesar do tratamento específico, isso acontece nos primeiros meses após o diagnóstico. A anemia aplásica está intimamente relacionada a outras doenças hematológicas A classificação das síndromes de falência medular ainda é dominada por conceitos morfológicos, mas já foram definidos mecanismos imunológicos comuns, e, relacionaso á isso, novas estratégias terapêuticas.

OBJETIVA: (1469817 votos)..........97.16% das questões objetivas receberam votos.
A fístula anorretal cujo trajeto passa do reto para a pele perianal, completamente externa ao complexo esfincteriano, é classificada como:
A. transesfincteriana
B. interesfincteriana
C. supraesfincteriana
D. paraesfincteriana
E. extraesfincteriana

  RATING: 3.22

A fístula anorretal cujo trajeto passa do reto para a pele perianal, completamente externa ao complexo esfincteriano, é classificada como:

A. transesfincteriana
INCORRETO: A fistula transesfincteriana corresponde ao trajeto que atravessa ambos os esfíncteres interno e externo, mantendo relação direta com o complexo muscular e exigindo, por isso, técnicas de fistulotomia ou seton com maior risco de incontinência.
B. interesfincteriana
INCORRETO : A fistula interesfincteriana refere-se ao trajeto confinado entre o esfíncter interno e o externo, sem cruzar o externo, sendo a forma mais comum e de menor complexidade cirúrgica.
C. supraesfincteriana
INCORRETO : A fistula supraesfincteriana descreve o percurso que ascende acima do músculo puborretal (supraesfincteriano) antes de descer novamente, ainda com envolvimento indireto do plano esfincteriano superior.
D. paraesfincteriana
INCORRETO : A paraesfincteriana não constitui termo padrão na classificação de Parks ou na literatura coloproctológica, representando denominação não convencional ou distratora sem correspondência anatômica precisa.
E. extraesfincteriana
CORRETO : A classificação de Parks das fístulas anorretais define a extraesfincteriana precisamente como aquela cujo trajeto se origina na parede retal superior, contorna todo o complexo esfincteriano de forma completamente externa (sem qualquer travessia muscular) e atinge a pele perianal, geralmente por via translevatoriana ou secundária a abscesso pélvico. Essa configuração explica a raridade relativa (cerca de 5% dos casos) e a necessidade de abordagem cirúrgica específica, com preservação esfincteriana prioritária.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.22)

DISCURSIVA: (202023 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes questões:

1) Que forma de contato sexual é considerada a mais perigosa para a transmissão do HIV? (0,125 pontos)

2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV? (0,125 pontos)

3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga? (0,125 pontos)

4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus? (0,125 pontos)



RATING: 2.96

Responda ás seguintes questões:

1) Que forma de contato sexual é considerada a mais perigosa para a transmissão do HIV? (0,125 pontos)

2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV? (0,125 pontos)

3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga? (0,125 pontos)

4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus? (0,125 pontos)

1) Que forma de contato sexual é considerada a mais perigosa para a transmissão do HIV?

A forma mais perigosa de contato sexual seja a relação anal. A relação vaginal tem muito mais probabilidade de transmitir o HIV do homem para a mulher do que o contrário, e a transmissão de ambas as formas é muito maior quando lesões genitais estão presentes. Embora rara, a transmissão pode ocorrer pelo contato orogenital (0,125 p)

2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV?

Testes de PVL convencionais detectam o RNA viral e usam métodos como a PCR ou a hibridização de ácido nucleico. São de alto custo e necessitam de 2 a 3 dias para serem concluídos. (0,125 p)

3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga?

O HIV deve percorrer os passos de fixação da célula-alvo. Isto depende da combinação da glicoproteína espicular (gp120) com os 65.000 receptores encontrados em cada célula T CD4+ auxiliar. Os macrófagos e os monócitos também carregam moléculas CD4. Certos co-receptores (chamados de CCR5 e CXCR4) também são necessários.Interessante é que muitas células que não expressam a molécula CD4 também podem se tornar infectadas. Ou seja, com certeza existem OUTROS receptores susceptíveis para o virus HIV. (0,125 p)

4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus?

O sistema imune falha, então, a reconhecer o virus quando ele ainda está um provírus ou um vírus latente dentro das células. A fusão célula-célula, pela qual o vírus se move de uma célula infectada para uma célula adjacente é outra habilidade do vírus de permanecer indetectável pelo sistema imune. (0,125 p) 

FONTE:

Tortora, Gerard J. Microbiologia [recurso eletrônico] / Gerard J. Tortora, Berdell R. Funke, Christine L. Case ; tradução: Aristóbolo Mendes da Silva ... [et al.] ; revisão técnica: Flávio Guimarães da Fonseca. – 10. ed. – Dados eletrônicos. – Porto Alegre : Artmed, 2012.

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (234295 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino, 50 anos de idade, portador de hérnia inguinal direita, apresentando, como comorbidades, IMC 31 e hipertensão arterial leve controlada com inibidores da ECA, será submetido à cirurgia eletiva (herniorrafia), cujo ato anestésico planejado será um bloqueio peridural.
1) Esse quadro sugere risco de trombose venosa profunda (TVP)? Justifique. (0,1 pontos)
2) Como deve ser realizada a profilaxia desse paciente, se houver risco de TVP? (0,4 pontos)


RATING: 2.47

1) Esse quadro sugere risco de trombose venosa profunda (TVP)? Justifique.
Esse paciente apresenta risco intermediário para tromboembolismo venoso profundo por ter mais de 40 anos de idade e por ter de se submeter à cirurgia que pode ter duração igual ou superior a 60 minutos. (0,1 p)
2) Como deve ser realizada a profilaxia desse paciente, se houver risco de TVP?
Deverá ser submetido à quimioprofilaxia para TVP (0,05 p) com heparina de baixo peso molecular (HBPM) (0,05 p) ou heparina não fracionada (HNF) subcutânea (0,05 p), nas doses profiláticas baixas: HNF 5.000 UI a cada 12 h (0,05 p), enoxaparina 20 mg 1x ao dia (0,05 p), dalteparina 2.500 UI 1x ao dia (0,05 p) ou nadroparina (1.900 U se < 70 Kg ou 5.700 se > que 70 Kg) 1x ao dia, com duração de 7 a 10 dias (0,05 p). A primeira dose deverá ser administrada duas horas após a realização do bloqueio peridural (0,05 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.47)




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