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TRATAMENTO NUTRICIONAL NO DIABETES TIPO I (ÁREA DE PEDIATRIA)

NUTRIÇÃO - importância crítica durante a infância e a adolescência e papel essencial no tratamento de pacientes com a DM tipo 1.

Com o advento da tecnologia tem ocorrido a diminuição da atividade física e aumento do consumo de alimentos refinados, ricos em açúcares simples e gorduras saturadas. Estas alterações nos hábitos de atividade física e nutricionais levaram ao desequilíbrio entre a ingestão calórica e o gasto energético. No Brasil, estas tendências, juntamente com mudanças demográficas, socioeconômicas e epidemiológicas estão refletindo num aumento considerável da prevalência de doenças crônicas não-transmissíveis, dentre estas o diabetes.

OBJETIVA: (1414598 votos)..........96.07% das questões objetivas receberam votos.
Considerando os fatores de risco e históricos médicos, qual consideração é essencial ao avaliar uma febre em um bebê?
A. Ter sempre em mãos um diagnóstico rápido de infecção viral
B. A história de contato com pessoas não imunizadas é irrelevante
C. Priorizar a idade e considerar a maior probabilidade de doenças bacterianas graves em lactentes.
D. Todos os casos são similares entre si, independentemente da idade.
E. Avaliar a eficácia de antipiréticos para diferenciar o tipo de infecção

  RATING: 3.1

Considerando os fatores de risco e históricos médicos, qual consideração é essencial ao avaliar uma febre em um bebê?

A. Ter sempre em mãos um diagnóstico rápido de infecção viral
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. A história de contato com pessoas não imunizadas é irrelevante
INCORRETO : Contactos com pessoas não imunizadas e o status de imunização são vitais.
C. Priorizar a idade e considerar a maior probabilidade de doenças bacterianas graves em lactentes.
CORRETO : A idade dos bebês é crucial, pois eles apresentam maior risco de doenças bacterianas graves.
D. Todos os casos são similares entre si, independentemente da idade.
INCORRETO : A idade dos bebês é crucial, pois eles apresentam maior risco de doenças bacterianas graves. Ignorar essas considerações e tratar todos os casos de forma uniforme é inadequado para uma abordagem precisa.
E. Avaliar a eficácia de antipiréticos para diferenciar o tipo de infecção
INCORRETO : A eficácia de antipiréticos não diferencia infecções bacterianas de virais.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.1)

DISCURSIVA: (197641 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Discuta os aspectos epidemiológicos, de fatores de risco e patogênese genética do câncer urotelial de bexiga urinária.

  1. Descreva a distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça.  (Subtotal da questão 1 = 0,15 pontos)
  2. Liste e explique os principais fatores de risco ambientais e ocupacionais. (Subtotal da questão 2 = 0,15 p)
  3. Explique a ativação de oncogenes na patogênese. (Subtotal da questão 3 = 0,10 p)
  4. Detalhe a inativação de genes supressores e as principais alterações cromossômicas. (Subtotal da questão 4 = 0,10 p)




RATING: 3.11

Discuta os aspectos epidemiológicos, de fatores de risco e patogênese genética do câncer urotelial de bexiga urinária.

  1. Descreva a distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça.  (Subtotal da questão 1 = 0,15 pontos)
  2. Liste e explique os principais fatores de risco ambientais e ocupacionais. (Subtotal da questão 2 = 0,15 p)
  3. Explique a ativação de oncogenes na patogênese. (Subtotal da questão 3 = 0,10 p)
  4. Detalhe a inativação de genes supressores e as principais alterações cromossômicas. (Subtotal da questão 4 = 0,10 p)


1. Distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça

  • As maiores taxas de incidência concentram-se na Europa Ocidental e na América do Norte; as menores são observadas na Ásia e em regiões menos desenvolvidas da África (0,04 p).
  • Globalmente, o câncer da bexiga ocupa a sétima posição entre as neoplasias mais frequentes e a décima terceira causa de morte por câncer (0,04 p).
  • No Brasil, constitui a segunda neoplasia mais frequente do trato geniturinário no homem, superada apenas pelo adenocarcinoma de próstata (0,04 p).
  • Nos países ocidentais, é 2,5 a 4 vezes mais frequente em homens do que em mulheres (provavelmente por maior exposição ao tabagismo e toxinas ambientais) e o mesmo padrão se repete nas mulheres (risco aumentado nas brancas em relação às negras) (0,02 p).
  • Diferenças raciais: brancos apresentam maior incidência e maior número de óbitos por carcinoma urotelial em comparação aos negros (inverso do observado nos tumores geniturinários em geral) (0,01 p).

2. Principais fatores de risco ambientais e ocupacionais

  • Tabagismo é o fator de risco mais importante e mais bem estudado; quem fuma tem de duas a quatro vezes mais chance de desenvolver a doença; quanto maior a quantidade e o tempo de tabagismo, maior a associação; os agentes responsáveis são principalmente as alfa- e beta-naftilaminas, que são absorvidas, eliminadas na urina e ficam em contato direto com o urotélio, causando dano celular repetido (0,05 p).
  • Exposição ocupacional responde por parcela significativa dos casos (15% a 35% em homens e 1% a 6% em mulheres); profissionais das indústrias de tintas, borracha e petróleo estão expostos a carcinógenos como benzidina, beta-naftilamina e 4-aminobifenil; esses compostos têm período de latência longo (0,04 p).
  • Medicamentos – ciclofosfamida, ao ser metabolizada, libera produtos tóxicos que irritam o urotélio e favorecem a malignidade (0,03 p).
  • Outros fatores – qualquer situação que cause trauma físico repetido ao urotélio (infecções urinárias crônicas, instrumentação repetida da bexiga ou presença de cálculos) aumenta o risco de transformação maligna; a ingestão de adoçantes artificiais não confirmou associação em estudos recentes (0,03 p).

3. Ativação de oncogenes na patogênese

  • O processo é multifatorial e envolve duas grandes vias que se complementam: ativação de oncogenes e inativação de genes supressores (0,03 p).
  • Oncogenes, quando ativados de forma anormal, estimulam a célula a se multiplicar exageradamente (0,02 p).
  • No câncer de bexiga, o oncogene p21 (c-Ha-ras) está ativado em pelo menos 50% dos casos; ocorre ativação aberrante de GTPase de membrana, levando a proliferação nuclear descontrolada e perda da diferenciação celular (a célula “esquece” sua função normal e torna-se imatura) (0,03 p).
  • Essa alteração é mais comum em tumores de alto grau e em áreas de displasia, mas raramente aparece em tumores de baixo grau (0,02 p).
  • Outros oncogenes frequentemente envolvidos: Erb-2, EGFR, MDM2, C-MYC e CCND1 (0,01 p).

4. Inativação de genes supressores e alterações cromossômicas

  • Genes supressores atuam como “freios” da multiplicação celular; quando inativados ou perdidos, a célula perde o controle e pode tornar-se imortal (0,03 p).
  • O gene p53 (o mais alterado em todos os cânceres humanos) é o exemplo clássico; a proteína p53 normal reconhece células com danos genéticos e dispara apoptose; quando mutado, a apoptose falha e as células danificadas sobrevivem e acumulam mutações (0,03 p).
  • No câncer de bexiga, mutação de p53 está presente em tumores primários, recidivas e tumores do trato urinário superior e associa-se a tumores mais agressivos e músculo-invasivos (0,02 p).
  • Deleção do braço curto do cromossomo 17 (onde fica o p53) ocorre em mais de 60% dos tumores invasivos, mas quase nunca nos tumores superficiais (0,01 p).
  • Outra alteração muito frequente e precoce é a perda de material do cromossomo 9 (contém genes reguladores p21, p27/KIP1 e p16); aparece tanto em tumores de alto quanto de baixo grau e é encontrada em todos os tumores multifocais, reforçando a ideia de doença difusa do urotélio (0,01 p).


FONTE:

CÂNCER DE VESICA URINARIA (PLATAFORMA MISODOR)


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.11)

CASO CLINICO: (229831 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um novo teste diagnóstico foi criado para diagnóstico de pacientes esquizofrênicos. Seus resultados são mostrados na tabela:
 

ESQUIZOFRENIA

TESTE   PRESENTE AUSENTE TOTAL
POSITIVO 100 50 150
NEGATIVO 200 200 400
TOTAL 300 250 550

a) Qual é a sensibilidade do teste? (0,125 pontos)
b) Qual é a especificidade do teste? (0,125 pontos)
c) Qual é o valor preditivo negativo do teste? (0,125 pontos)
d) Qual é o valor preditivo positivo do teste? (0,125 pontos)


RATING: 2.98

a) Sensibilidade: 100/300 = 0,33 (0,125 p)
b) Especificidade: 200/250 = 0,8 (0,125 p)
c) Valor Preditivo Negativo = 200/400 =0,5 (0,125 p)
d) Valor Preditivo Positivo: 100/150 =0,66 (0,125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.98)




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