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MALÁRIA (PALUDISMO) (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A malária é uma das principais doenças infecciosas da atualidade, com 400 milhões de casos anuais. Mais de 85% desses casos ocorrem nas áreas de savana e floresta equatorial da África ao sul do Saara; nessa região, quase um milhão de pessoas, principalmente crianças com menos de 5 anos de idade e gestantes, morrem de malária a cada ano. Quase a metade da população mundial vive em áreas com transmissão de malária. No Brasil, as principais áreas endémicas encontram-se na Amazónia Legal.

OBJETIVA: (1393987 votos)..........95.31% das questões objetivas receberam votos.
Podemos considerar como uma gestação prolongada, sobreportada, a gravidez que atrasa mais de:
A. 40 semanas
B. 294 dias (ou seja 280+14 dias)
C. 9 meses + 10 dias
D. 280 dias
E. nenhuma alternativa

  RATING: 3.14

Podemos considerar como uma gestação prolongada, sobreportada, a gravidez que atrasa mais de:

A. 40 semanas
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. 294 dias (ou seja 280+14 dias)
CORRETO : O período de gravidez esta apreciado, pela regra do Naegele, a ser de 40 semanas, isto e, 9 meses + 10 dias do primeiro dia da ultima menstruação, ou seja, 280 dias – mas como existem grandes variações de período da menstruação e da ovulação, podemos considerar como uma gestação prolongada, sobreportada, a gravidez que atrasa mais de 42 semanas, mais de 294 dias (ou seja 280+14 dias).
C. 9 meses + 10 dias
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. 280 dias
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. nenhuma alternativa
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.14)

DISCURSIVA: (195187 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Um lactente de seis meses de idade chega ao consultório para um exame de puericultura. Há pouco tempo sua família mudou-se da Turquia para Brasil. As histórias médica e familiar não são significativas, exceto pelo fato de que ele se alimenta apenas com leite de cabra. Ao exame clínico, o bebê apresenta-se aparentemente saudável
1) Que problema hematologico tem maior probabilidade de desenvolvimento? - 0,25 p
2) Que preocupações não hematológicas são consideradas em um lactente que se alimenta de leite de cabra? - 0,25 p


RATING: 3.57

Um lactente de seis meses de idade chega ao consultório para um exame de puericultura. Há pouco tempo sua família mudou-se da Turquia para Brasil. As histórias médica e familiar não são significativas, exceto pelo fato de que ele se alimenta apenas com leite de cabra. Ao exame clínico, o bebê apresenta-se aparentemente saudável
1) Que problema hematologico tem maior probabilidade de desenvolvimento? - 0,25 p
2) Que preocupações não hematológicas são consideradas em um lactente que se alimenta de leite de cabra? - 0,25 p

1) Que problema hematologico tem maior probabilidade de desenvolvimento?
Criança com seis meses de idade alimenta-se apenas com leite de cabra.
Complicações prováveis: Anemia megaloblástica devido à deficiência em ácido folico ou em vitamina B12 0,25 p
2) Que preocupações não hematológicas são consideradas em um lactente que se alimenta de leite de cabra?
Outras considerações: Brucelose, no caso de o leite não ser pasteurizado. 0,25 p

FONTE:

Casos Clínicos em Pediatria Toy, Girardet, Hormann, Lahoti, McNeese, Sanders, Yetman p75

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.57)

CASO CLINICO: (227306 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 3.04

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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