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A AMNIORREXE PREMATURA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

E a rotura das membranas coriônica e amniótica antes do trabalho de parto, seja qual for a idade gestacional. No momento da rotura o feto pode ser:

  1. Pré-viavel (< 23 semanas de gestação)
  2. Longe do termo (23-32 semanas)
  3. Próximo de termo
  1. Amniorrexe Prematura:  rotura das membranas corioamnióticas antes da deflagração do trabalho de parto, independente da idade gestacional.
  2. Amniorrexe Prematura Pretermo: rotura das membranas antes do termo.
  3. Período de Latência: intervalo entre a rotura das membranas e o início do trabalho de parto.

OBJETIVA: (1159179 votos)..........99.31% das questões objetivas receberam votos.
O diagnóstico precoce ainda é o objetivo clínico mais importante em pacientes com suspeita de apendicite e pode ser feito primariamente com base no histórico e no exame físico na maioria dos casos. É o sintoma mais confiável de apendicite aguda:
A. a marcha anti-álgica - irradiação da dor abdominal na parte medial da coxa direita
B. a anorexia acompanhada por dor abdominal e febre
C. dor migratória de periumbilical para o quadrante inferior direito
D. ausência de movimentos intestinais no dia da apresentação
E. diferença de mais de 1°C entre a temperatura retal e axilar

  RATING: 3

O diagnóstico precoce ainda é o objetivo clínico mais importante em pacientes com suspeita de apendicite e pode ser feito primariamente com base no histórico e no exame físico na maioria dos casos. É o sintoma mais confiável de apendicite aguda:

A. a marcha anti-álgica - irradiação da dor abdominal na parte medial da coxa direita
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. a anorexia acompanhada por dor abdominal e febre
INCORRETO : Nem todos os pacientes tornam-se anoréxicos. Consequentemente, a sensação de fome no paciente adulto com suspeita de apendicite não deve necessariamente ser um obstáculo à intervenção cirúrgica.
C. dor migratória de periumbilical para o quadrante inferior direito
CORRETO : A apresentação típica começa com dor periumbilical, causada pela ativação dos neurônios aferentes viscerais, seguida por anorexia e náuseas. A dor localiza-se, então, no quadrante inferior direito conforme o processo inflamatório evolui para envolver o peritônio parietal sobrejacente do apêndice. Esse padrão clássico de dor migratória é o sintoma mais confiável de apendicite aguda.
D. ausência de movimentos intestinais no dia da apresentação
INCORRETO : Embora a maioria dos pacientes com apendicite desenvolva um íleo adinâmico e ausência de movimentos intestinais no dia da apresentação, pacientes ocasionais podem ter diarreia.
E. diferença de mais de 1°C entre a temperatura retal e axilar
INCORRETO : A diferença entre a temperatura axilar e retal ê um sinal clássico da apendicite aguda. Os autores estudaram esta diferencial axilo-retal em 50 crianças com diagnóstico de apendicite aguda, comparando com 50 higidas e 50 crianças com febre mas sem patologia abdominal. Notou-se que 34% das crianças com apendicite aguda apresentaram diferença axilo-retal acima de 1°C, em contraste com apenas 8% dos outros 2 grupos. É um sinal que deve ser valorizado neste diagnostico, mas nao isoladamente. Não há valor prático em demonstrar esta diferencial em crianças sem clínica sugestiva de apendicite aguda.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (184027 votos) ..........99.41% das questões discursivas receberam votos.
1) Qual é a relação entre o ritmo cardiaco achado na parada cardiorespiratoria e a sobrevivência? - 0,1875 pontos
2) Quantos tipos de parada cardíaca tem a criança? - 0,125 pontos
3) Qual é a definição da parada cardiorespiratoria? - 0,1875 pontos


RATING: 2.96

1) Qual é a relação entre o ritmo cardiaco achado na parada cardiorespiratoria e a sobrevivência? - 0,1875 pontos
2) Quantos tipos de parada cardíaca tem a criança? - 0,125 pontos
3) Qual é a definição da parada cardiorespiratoria? - 0,1875 pontos

1) Qual é a relação entre o ritmo cardiaco achado na parada cardiorespiratoria e a sobrevivência?

Um ritmo de apresentação chocável (FV ou TVSP) confere mais chances da pessoa ser ressuscitada. (0,0625 p)

Os ritmos não-chocáveis (por exemplo, assistolia) não passa duma sobrevivência de 7% a 24%. (0,0625 p)

No mesmo tempo se uma FV/TVSP se desenvolve como um ritmo secundário durante uma tentativa de ressuscitação (isto é, não como o ritmo da PCR inicial) em crianças hospitalizadas, a sobrevivência é menor do que a observada em PCRs com ritmos não chocáveis (0,0625 p)

2) Quantos tipos de parada cardíaca tem a criança?

Há dois tipos de parada cardíaca em criança:

  1. Parada hipóxica (0,0625 p)
  2. Parada cardíaca súbita (0,0625 p)

3) Qual é a definição da parada cardiorespiratoria?

O processo em si é uma cessação da circulação sanguínea. (0,0625 p) Ou seja, a ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca. (0,0625 p) Não há pulso detectável neste momento. (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (214721 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Um menino de 16 anos de idade é levado ao pronto-socorro pelo EMS com uma temperatura de 42°C e atividade convulsiva. Ele foi transferido de um centro cirúrgico às 9 da manhã após extrações dentárias, para qual ele recebeu um breve anestésico geral e estava da sala de recuperação quando se tornou
febril e hemodinamicamente instável. O paciente apresenta ritmo cardíaco e pulso, porém mínimo esforço respiratório. Antes de sua chegada, ele estava entubado, e o acesso IV foi estabelecido. Uma dose de lorazepam foi administrada no menino antes do transporte. Ele apresenta um histórico de depressão, para a qual ele toma fenelzina, um inibidor da monoamina oxidase (MAO). Uso de drogas foi negado pelos seus pais.

O menino é irresponsivo no exame físico. Seus sinais vitais são: pressão sanguínea de 150/86, pulso de 140, frequência respiratória de 22 (ventilação manual), temperatura de 42,5°C. A auscultação do tórax revela sons respiratórios normais. O ritmo é de taquicardia sinusal, com ondas T apiculadas. Não há sopros cardíacos. Outra parte do exame físico que se mostra anormal é o exame neurológico. O menino permanece irresponsivo à dor ou voz. Ambas as pupilas apresentam um diâmetro de 4 mm, são simétricas e reativas à luz. O tônus muscular está aumentado com hiperreflexia generalizada e mioclonia. Os resultados da gasometria são: pH de 7,07, PCO2 de 74, P02 de 98, excesso de base (BE) de -8.

1) Apontem a principal suspeita diagnostica. (0,25 pontos)

2) Julgando pela gasometria, que disturbio hidroeletrolitico é mais provável? (0,25 pontos)




RATING: 3.06

1) Apontem a principal suspeita diagnostica. (0,25 pontos)

Hipertermia é definida como uma elevação da temperatura corporal central acima de 37,5°C Ao contrário da febre, que é uma resposta inflamatória ativada por citocinas, a hipertermia é uma falha da termorregulação. Obviamente, na criança que apresenta uma temperatura elevada, frequentemente não é claro se você está lidando com uma febre inflamatória ou com um estado hipertérmico. Dada a ausência e um histórico de características inflamatórias ou clínicas de uma doença infecciosa, deve-se assumir que a criança descrita neste caso possui um estado hipertérmico associado a uma das medicações recebidas durante seu tratamento médico ou, talvez, a uma medicação ingerida por ele mesmo.

Dada a proximidade deste evento a um anestésico geral, a primeira causa de hipertermia a ser considerada é hipertermia maligna (MH). Os achados clínicos iniciais na MH incluem espasmos do músculo masseter, rigidez muscular generalizada, taquicardia sinusal, aumento na produção de CO2, resultando em hipercarbia e elevação na temperatura corporal. Instabilidade hemodinâmica, anormalidades eletrolíticas e coagulação intravascular disseminada ocorrem posteriormente. Apropriadamente tratada, a MH apresenta uma mortalidade inferior a 5%.

2) Julgando pela gasometria, que disturbio hidroeletrolitico é mais provável? (0,25 pontos)

Quando há uma alteração aguda na PCO2 de 10 mmHg, haverá um deslocamento de 0,08 unidade de pH na direção oposta. Em outras palavras, ocorre queda no pH conforme a PCO2 aumenta. A acidose ou alcalose presente é puramente respiratória, quando todas as alterações são explicadas por alterações na PCO2. Quando há uma alteração no BE de 10 mEq/L, ocorre um deslocamento de 0,15 unidade de pH na mesma direção. O processo é inteiramente metabólico, quando todas as alterações são explicadas por uma alteração no BE. Assumindo uma gasometria normal de 7,40; PCO2 de 40; PO2 de 100; BE de 0, no caso apresentado, a PCO2 está aproximadamente 35 mmHg acima da PCO2 normal. Dividido por 10 e multiplicado por 0,08, é de se esperar que o pH seja 0,28 menor que o pH normal de 7,40, ou seja 7,12. Neste caso, o pH é de 7,07 com um déficit de base de -10, e uma acidose metabólica também está presente.

Em todos os estados hipertérmicos, é provável que o paciente apresente uma acidose mista. Uma elevação das enzimas musculares significativa o bastante para causar insuficiência renal, e elevação das concentrações séricas de potássio e fosfato também está provavelmente presente. Estas aberrações resultam em grande parte da lesão na membrana muscular, da subsequente liberação de conteúdos intracelulares, e do desafio hemodinâmico de uma hipertermia significativa.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




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