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COMUNICAÇÃO INTERATRIAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

A comunicação interatrial é um defeito. Normalmente, fora da vida intrauterina não existe nenhuma comunicação entre as duas câmaras superiores do coração. Geralmente isso ocorre por alguma falha embrionaria. Agora, dependendo de qual estrutura embrionária falhou, tem varias porções do septo atrial que podem ser afetadas. As comunicações interatriais podem ocorrer em qualquer porção do septo atrial (ostium primum, secundum ou seio venoso), em se desenvolver normalmente. Menos comumente, o septo atrial pode ser quase ausente, com a criação de um átrio único funcional.

OBJETIVA: (1241177 votos)..........97.33% das questões objetivas receberam votos.
Paciente com CAC ENSAT II, ressecção R0, Ki-67 de 7% e sem ruptura capsular. Com base no ensaio ADIUVO e nas diretrizes ESE/ENSAT, a melhor conduta adjuvante é:
A. Mitotano obrigatório por 5 anos, independentemente do Ki-67
B. EDP (etoposídeo, doxorrubicina e cisplatina) associado a mitotano em todos os estádios I-II
C. Radioterapia de leito operatório rotineira mesmo após R0 e baixo Ki-67
D. Vigilância ativa sem mitotano adjuvante de rotina, pois o benefício não foi demonstrado nesse subgrupo de baixo risco
E. Estreptozocina isolada por 6 ciclos como padrão adjuvante de baixo risco

  RATING: 0

Paciente com CAC ENSAT II, ressecção R0, Ki-67 de 7% e sem ruptura capsular. Com base no ensaio ADIUVO e nas diretrizes ESE/ENSAT, a melhor conduta adjuvante é:

A. Mitotano obrigatório por 5 anos, independentemente do Ki-67
INCORRETO: O mitotano adjuvante é sugerido no alto risco (estádio III, R1/Rx ou Ki-67 >10%), não de forma universal
B. EDP (etoposídeo, doxorrubicina e cisplatina) associado a mitotano em todos os estádios I-II
INCORRETO : Quimioterapia citotóxica adjuvante não é rotina e está em investigação (ADIUVO-2) no alto risco; não se aplica ao baixo risco
C. Radioterapia de leito operatório rotineira mesmo após R0 e baixo Ki-67
INCORRETO : RT de leito pode ser considerada em R1 ou ruptura, não de forma automática após R0 de baixo grau
D. Vigilância ativa sem mitotano adjuvante de rotina, pois o benefício não foi demonstrado nesse subgrupo de baixo risco
CORRETO : O ADIUVO mostrou sobrevida livre de recidiva em torno de 75% em 5 anos com ou sem mitotano em doença localizada, R0 e Ki-67 ≤10%
E. Estreptozocina isolada por 6 ciclos como padrão adjuvante de baixo risco
INCORRETO : Estreptozocina não é esquema adjuvante padrão; na doença avançada perdeu para EDP-mitotano no FIRM-ACT

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (189620 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos
II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 0,25 pontos


RATING: 3.01

I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos
II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 0,25 pontos

(I) Como se calibra a irradiância da fototerapia com o radiômetro? 0,25 pontos

A irradiância da fototerapia deve ser prescrita e determinada antes do uso (0,05 p) e diariamente com radiômetro(0,05 p). No colchão onde está o RN, considera-se um retângulo de 30 x 60 cm (0,05 p) e mede-se a irradiância nas 4 pontas e ao centro(0,05 p), sendo, então, calculada a média dos 5 pontos. (0,05 p).

(II) Quais são os cuidados específicos durante as sessões de fototerapia? 

Na maioria dos RN ≥ 35 semanas a fototerapia é instituída no alojamento conjunto, ao lado da mãe que amamenta em livre demanda, tomando-se os seguintes cuidados:
  • Verificação da temperatura corporal, a cada três horas para detectar hipotermia ou hipertermia; (0,05 p)
  • Verificação do peso, diariamente; (0,05 p)
  • Hidratar melhor o recém-nascido a fototerapia com lâmpadas fluorescentes pode provocar elevação da temperatura; (0,05 p)
  • Proteção dos olhos com cobertura radiopaca por meio de camadas de veludo negro ou papel carbono negro envolto em gaze; (0,05 p)
  • Se a bilirrubinemia não esteja muito elevada amamentação normal, decontinuando a fototerapia; (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (221857 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um Sr. de 68a, natural e procedente de Petrolina-PE, procura o serviço médico por dificuldade para deglutir há 3 anos. Inicialmente com alimentos sólidos, agora também tem dificuldades na ingestão de líquidos. A noite, nota alimentos deglutidos no jantar refluírem à boca. Teve um episódio de pneumonia há quatro meses. Refere perda de 8kg no período. Ex-tabagista, agricultor aposentado, portador de hipertensão arterial leve controlada com diuréticos, nega internações e intervenções cirúrgicas prévias.
1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica? - 0,1 pontos
2) Dos exames abaixo, quel é o MENOS util para o diagnóstico? - 0,1 pontos

a) Radiografia contrastada do esôfago
b) Endoscopia digestiva alta
c) Manometria esofágica
d) pHmetria esofágica
e) Tomografia computadorizada do tórax

3) O paciente realizou o exame abaixo. Quais são os achados radiológicos? - 0,3 pontos




RATING: 3.02

1) Qual seria a primeira suspeita diagnóstica?
Megaesôfago chagásico.(0,1 p)
DISCUSSÃO: O principal sintoma que o paciente apresenta é a disfagia. Dentre as principais causas de disfagia, poderíamos citar:

  • neoplasias malignas
  • megaesôfago
  • estenoses pépticas

Como causas mais raras, haveriam

  • os tumores benignos
  • outras doenças motoras
  • Síndrome de Plummer-Vinson
  • a disfagia lusória

Associadamente, o paciente tem regurgitação, história sugestiva de broncoaspiração e perda lenta de peso. Não há história prévia de sintomas pépticos que indique DRGE grave, nem perda acentuada de peso ou hemorragia que sugiram a neoplasia como principais hipóteses.
Assim, pelo caráter lento de aparecimento e pela procedência do paciente, o mais provável é que haja megaesôfago chagásico.
2) Dos exames abaixo, qual é o MENOS útil para o diagnóstico? (0,1 p)
A ph-metria (variante D)
DISCUSSÃO: Os primeiros exames a serem solicitados na suspeita de disfagia são a radiografia contrastada de esôfago e a endoscopia digestiva alta, geralmente nesta ordem.

  • A primeira nos dá uma correta idéia da forma do esôfago, da presença de alterações anatômicas, do esvaziamento do contraste, sendo útil em todas os casos de disfagia.
  • A segunda tem papel primordial nas estenoses orgânicas, em que o exame anátomo-patológico é obrigatório, além de ser o que melhor avalia a mucosa esofágica.
  • A manometria esofágica é o exame que confirma as alterações funcionais motoras do esôfago, tendo achados característicos para cada uma das doenças, incluindo o megaesôfago.
  • A tomografia computadorizada é útil para o estadiamento das neoplasias, identificação de massas esofágicas e para-esofágicas, nem sempre visualizadas por outros métodos.
  • A ph-metria é utilizada para o estudo do refluxo gastroesofágico e, mesmo nos casos de disfagia por estenose péptica, não é capaz de trazer nenhuma informação objetiva acerca da causa da disfagia ou da presença de estenose.
3) Quais são os achados radiológicos?
O esofagograma mostra achados sugestivos de megaesôfago (0,05 p), como dilatação esofágica (0,05 p), presença de resíduos alimentares (0,05 p), nível hidroaéreo no esôfago (0,05 p), ausência de bulha gástrica (0,05 p) e presença de ondas terciárias na porção inferior à esquerda do esôfago. (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




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