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ESCORPIONISMO - ACESSO LIVRE (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Os acidentes escorpiônicos são importantes em virtude da grande frequência com que ocorrem e da sua potencial gravidade, principalmente em crianças picadas pelo Tityus serrulatus.
O escorpionismo (envenenamento causado por picada de escorpião ou quadro clínico resultante do acidente escorpiônico) é um agravo de considerável repercussão médico-sanitária brasileira, pela alta incidência e potencial gravidade dos casos, perfazendo a maioria dos atendimentos de acidentes por animais peçonhentos no Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIAT-s)
Minas Gerais e São Paulo são os campeões das notificações. Tytius serrulatus parece a ser responsável por acidentes de maior gravidade no Brasil.

OBJETIVA: (1415439 votos)..........96.13% das questões objetivas receberam votos.
Para um bebê com menos de 2 meses de idade com hiperbilirrubinemia conjugada, sempre deve-se considerar a possibilidade de:
A. sepse
B. intolerãncia a lactose
C. fibrose cistica
D. anemia Fanconi
E. neoplasias ocultas

  RATING: 3.12

Para um bebê com menos de 2 meses de idade com hiperbilirrubinemia conjugada, sempre deve-se considerar a possibilidade de:

A. sepse
CORRETO: Para um bebê com menos de 2 meses de idade com hiperbilirrubinemia conjugada, sempre deve-se considerar a possibilidade de sepse. Se alguma característica preocupante surgir durante a história clínica ou exame físico, uma avaliação para sepse é necessária.
B. intolerãncia a lactose
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. fibrose cistica
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. anemia Fanconi
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. neoplasias ocultas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.12)

DISCURSIVA: (197822 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)




RATING: 2.9

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)


1. Principais dados de incidência

  • Mundialmente, o câncer de próstata configura a segunda neoplasia maligna mais frequente entre indivíduos do sexo masculino (0,04 p).
  • No Brasil, equivale ao tumor mais comum (com exceção dos tumores de pele não melanoma), com risco de 62 por 100 mil homens, valores mais altos na região Sudeste, seguidos pelas regiões Centro-Oeste e Sul (0,05 p).
  • A introdução do PSA após a década de 1990 resultou em elevação acentuada da incidência, favorecendo o diagnóstico precoce na forma de doença localizada; subsequentemente observou-se declínio no número de diagnósticos, seguido de estabilização (0,05 p).

2. Principais fatores de risco

  • Existe relação clara e direta entre o avanço da idade e o aumento progressivo na incidência; a frequência com que a neoplasia é detectada em estudos de autópsia cresce de forma contínua conforme a idade do indivíduo (0,04 p).
  • O risco se eleva significativamente em famílias nas quais um ascendente apresentou a doença, sendo observado que quanto mais precoce o diagnóstico no familiar, maior o risco conferido aos descendentes (0,04 p).
  • Gêmeos univitelinos exibem concordância quatro vezes superior em relação a gêmeos bivitelinos; esses achados reforçam o importante papel da herança genética na etiopatogênese da doença (0,05 p).
  • A incidência é influenciada pela raça: homens negros apresentam taxas substancialmente mais altas quando comparados a homens brancos ou asiáticos; no Brasil identifica-se aumento relativo na prevalência entre negros, correspondendo a um risco relativo de aproximadamente 1,5 (0,05 p).

3. Diferença conceitual e considerações para indicação

  • É fundamental diferenciar as duas modalidades, ambas com o objetivo de reduzir a mortalidade por câncer de próstata (0,04 p).
  • Detecção precoce refere-se à investigação direcionada a indivíduos específicos, e não a uma política de busca ativa em pacientes assintomáticos como ocorre no screening populacional; a estratégia deve ser individualizada, direcionada aos pacientes que apresentam maior probabilidade de benefício com o tratamento (0,04 p).

4. Realização da detecção precoce

  • Antes de indicar a detecção precoce é necessário analisar comorbidades do paciente, estado de saúde atual, expectativa de vida e outros fatores de risco; pacientes com expectativa de vida inferior a 10 anos, com comorbidades descontroladas ou portadores de doenças graves não apresentam benefício (0,05 p).
  • Grupos de maior risco (homens negros, história familiar positiva ou ascendentes diagnosticados em idade jovem) devem ser estimulados a realizar avaliação anual por meio de exame de toque retal e dosagem de PSA; a detecção precoce também deve ser oferecida a pacientes que manifestam desejo de investigação, mesmo na ausência dos fatores de risco mencionados (0,05 p).


FONTE:

NEOPLASIA DE PROSTATA - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

CASO CLINICO: (229972 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Uma mulher com pré-eclâmpsia é submetida à indução do trabalho de parto com 36 semanas de idade gestacional. Durante o trabalho de parto, várias desacelerações tardias da frequência cardíaca fetal foram  otadas e a equipe de reanimação é alertada. Quando sua equipe chega à sala de parto, você pergunta à equipe obstétrica sobre fatores de risco adicionais e recebe a informação de que o bebê teve restrição de  rescimento intrauterino. Você faz uma breve reunião de equipe, um briefing pré-reanimação, e prepara o  aterial e o equipamento para a assistência neonatal. Logo após, nasce um bebê do sexo masculino. O  obstetra estimula delicadamente o bebê a respirar, mas ele permanece flácido e apneico. 

(I)  Enumeram os passos iniciais do atendimento desse recém-nascido. (0,1875 pontos)

(II) Após os passos iniciais, o neonato ainda não começou a respirar. Qual será a primeira medida a ser imediatamente aplicada? (0,15625 pontos).

(III) Aplicada a medida da questão (II), outro profissional da equipe ausculta a frequência cardíaca e comunica que está 70 batimentos por minuto e não está aumentando. Qual é o próximo passo? (0,15625 pontos).




RATING: 3.12

(I)  Enumeram os passos iniciais do atendimento desse recém-nascido.

  • Clampeamento e secionamento do cordão ........ (0,03125 p);
  • Levar o recém-nascido para a mesa de reanimação........ (0,03125 p);
  • Fonte de calor radiante........ (0,03125 p);
  • Manter normotermia........ (0,03125 p);
  • Secar........ (0,03125 p);
  • Estimulo tátil........ (0,03125 p);

(II) Após os passos iniciais, o neonato ainda não começou a respirar. Qual será a primeira medida a ser imediatamente aplicada?

  • Iniciar ventilação com pressão positivo (0,03125 p) com oxigênio ambiente (21%) (0,03125 p);
  • Monitorar a frequência cardíaca........ (0,03125 p);
  • Monitorar os movimentos respiratorios........ (0,03125 p);
  • Monitorar a saturação com oximetro de pulso......... (0,03125 p);

(III) Aplicada a medida da questão (II), outro profissional da equipe ausculta a frequência cardíaca e comunica que está 70 batimentos por minuto (bpm) e não está aumentando. Qual é o próximo passo?

Corrigir a ventilação:

  • Reaplicar a máscara na face do bebê........ (0,03125 p);
  • Reposicionar a cabeça e o pescoço........ (0,03125 p);
  • Ventilar novamente........ (0,03125 p);
  • Observar o tórax do recém-nascido........ (0,03125 p);
  • Aspirar a boca e o nariz com o bulbo.......(0,03125 p);

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.12)




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