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A fístula anorretal cujo trajeto passa do reto para a pele perianal, completamente externa ao complexo esfincteriano, é classificada como:
A. transesfincteriana
INCORRETO: A fistula transesfincteriana corresponde ao trajeto que atravessa ambos os esfíncteres interno e externo, mantendo relação direta com o complexo muscular e exigindo, por isso, técnicas de fistulotomia ou seton com maior risco de incontinência.
B. interesfincteriana
INCORRETO : A fistula interesfincteriana refere-se ao trajeto confinado entre o esfíncter interno e o externo, sem cruzar o externo, sendo a forma mais comum e de menor complexidade cirúrgica.
C. supraesfincteriana
INCORRETO : A fistula supraesfincteriana descreve o percurso que ascende acima do músculo puborretal (supraesfincteriano) antes de descer novamente, ainda com envolvimento indireto do plano esfincteriano superior.
D. paraesfincteriana
INCORRETO : A paraesfincteriana não constitui termo padrão na classificação de Parks ou na literatura coloproctológica, representando denominação não convencional ou distratora sem correspondência anatômica precisa.
E. extraesfincteriana
CORRETO : A classificação de Parks das fístulas anorretais define a extraesfincteriana precisamente como aquela cujo trajeto se origina na parede retal superior, contorna todo o complexo esfincteriano de forma completamente externa (sem qualquer travessia muscular) e atinge a pele perianal, geralmente por via translevatoriana ou secundária a abscesso pélvico. Essa configuração explica a raridade relativa (cerca de 5% dos casos) e a necessidade de abordagem cirúrgica específica, com preservação esfincteriana prioritária.
Gabarito: E
1) Que forma de contato sexual é considerada a mais perigosa para a transmissão do HIV? (0,125 pontos)
2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV? (0,125 pontos)
3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga? (0,125 pontos)
4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus? (0,125 pontos)
RATING: 2.96 ![]()
1) Que forma de contato sexual é considerada a mais perigosa para a transmissão do HIV? (0,125 pontos)
2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV? (0,125 pontos)
3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga? (0,125 pontos)
4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus? (0,125 pontos)
A forma mais perigosa de contato sexual seja a relação anal. A relação vaginal tem muito mais probabilidade de transmitir o HIV do homem para a mulher do que o contrário, e a transmissão de ambas as formas é muito maior quando lesões genitais estão presentes. Embora rara, a transmissão pode ocorrer pelo contato orogenital (0,125 p)
2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV?
Testes de PVL convencionais detectam o RNA viral e usam métodos como a PCR ou a hibridização de ácido nucleico. São de alto custo e necessitam de 2 a 3 dias para serem concluídos. (0,125 p)
3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga?
O HIV deve percorrer os passos de fixação da célula-alvo. Isto depende da combinação da glicoproteína espicular (gp120) com os 65.000 receptores encontrados em cada célula T CD4+ auxiliar. Os macrófagos e os monócitos também carregam moléculas CD4. Certos co-receptores (chamados de CCR5 e CXCR4) também são necessários.Interessante é que muitas células que não expressam a molécula CD4 também podem se tornar infectadas. Ou seja, com certeza existem OUTROS receptores susceptíveis para o virus HIV. (0,125 p)
4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus?
O sistema imune falha, então, a reconhecer o virus quando ele ainda está um provírus ou um vírus latente dentro das células. A fusão célula-célula, pela qual o vírus se move de uma célula infectada para uma célula adjacente é outra habilidade do vírus de permanecer indetectável pelo sistema imune. (0,125 p)
FONTE:
1) Esse quadro sugere risco de trombose venosa profunda (TVP)? Justifique.
Esse paciente apresenta risco intermediário para tromboembolismo venoso profundo por ter mais de 40 anos de idade e por ter de se submeter à cirurgia que pode ter duração igual ou superior a 60 minutos. (0,1 p)
2) Como deve ser realizada a profilaxia desse paciente, se houver risco de TVP?
Deverá ser submetido à quimioprofilaxia para TVP (0,05 p) com heparina de baixo peso molecular (HBPM) (0,05 p) ou heparina não fracionada (HNF) subcutânea (0,05 p), nas doses profiláticas baixas: HNF 5.000 UI a cada 12 h (0,05 p), enoxaparina 20 mg 1x ao dia (0,05 p), dalteparina 2.500 UI 1x ao dia (0,05 p) ou nadroparina (1.900 U se < 70 Kg ou 5.700 se > que 70 Kg) 1x ao dia, com duração de 7 a 10 dias (0,05 p). A primeira dose deverá ser administrada duas horas após a realização do bloqueio peridural (0,05 p).
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