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PARTO PREMATURO (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

O problema clinica e diagnostica do parto prematuro começa ainda no prenatal. O medico tem que descobrir quais são as chances que a mãe tem por um parto prematuro.
Por isso, tem que pensar, primeiro, nos fatores de risco por parto prematuro. Eles são classificados em:

  1. Epidemiológicos – sócio econômico (menor nível, desnutridas), gravidez indesejada, pré-natal inadequado, estresse (atenção á profissão !!!), tabagismo, alcoolismo, consumo de drogas
  2. Ginecológicos: amputação do colo uterino, malformações uterinas (útero septado, bicornes, miomas)
  3. Obstétricos: presença de infecção amniótica (ascendente – Bacteróides e Gardnerella – ATENÇÃO A SECREÇÃO) – ativação das elastáses que da esvaecimento do colo e as vezes a rotura das membranas, alterações hormonais (especialmente alterações de progesterona), incompetência cervical (colo que não consegue segurar o feto – a historia típica e aquela grávida que da luz mais e mais cedo cada gravidez), DPP, placenta praevia, malformações fetais, partos prematuros anteriores.
  4. Clínico-cirúrgicos: diabetes, HTA, doenças de tireóide, infecções, doenças renais), as vezes e prematuridade eletiva.
  5. Iatrógenos: inconcebíveis !!!! – erros de calculo na idade gestacional
  6. Idiopáticos – partos prematuros sem motivo ou com motivo deconhecido

OBJETIVA: (1431654 votos)..........96.37% das questões objetivas receberam votos.
Leia atentamente as assertivas abaixo a respeito do climatério e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F):

(I) O uso de Terapia de Reposição Hormonal combinada por mais de 5 anos se associa a aumento do risco de tromboembolismo e câncer de mama
(II) A elevação dos níveis de FSH na menopausa é decorrente do aumento da secreção de inibina ovariana, através da inibição do feed-back negativo na secreção hipotalâmica de gonadotrofinas
(III) O raloxifeno é um modulador seletivo do receptor de estrogênio (SERM), com ação positiva no osso, porém sem ação estimuladora no endométrio e na mama, que deve ser utilizado na dose de 60 mg/dia para prevenção e tratamento da osteoporose
(IV) Doença hepática aguda, hiperplasia atípica do endométrio e diabetes são contra-indicação para terapia de reposição estrogênica na menopausa
(V) Os bifosfonados fazem parte da terapêutica da osteoporose por inibirem a atividade dos osteoclastos

A sequência CORRETA é:
A. V, F, V, V, F
B. V, V, F, F, V
C. F, F, V, V, V
D. F, V, F, V, F
E. V, F, V, F, V

  RATING: 2.69

Leia atentamente as assertivas abaixo a respeito do climatério e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F):

(I) O uso de Terapia de Reposição Hormonal combinada por mais de 5 anos se associa a aumento do risco de tromboembolismo e câncer de mama
(II) A elevação dos níveis de FSH na menopausa é decorrente do aumento da secreção de inibina ovariana, através da inibição do feed-back negativo na secreção hipotalâmica de gonadotrofinas
(III) O raloxifeno é um modulador seletivo do receptor de estrogênio (SERM), com ação positiva no osso, porém sem ação estimuladora no endométrio e na mama, que deve ser utilizado na dose de 60 mg/dia para prevenção e tratamento da osteoporose
(IV) Doença hepática aguda, hiperplasia atípica do endométrio e diabetes são contra-indicação para terapia de reposição estrogênica na menopausa
(V) Os bifosfonados fazem parte da terapêutica da osteoporose por inibirem a atividade dos osteoclastos

A sequência CORRETA é:

A. V, F, V, V, F
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. V, V, F, F, V
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. F, F, V, V, V
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. F, V, F, V, F
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. V, F, V, F, V
CORRETO : A elevação do FSH na menopausa é decorrente da queda da produção de inibina pelas células da granulosa. O diabetes não é uma contraindicação para a terapia de reposição hormonal na menopausa. Entretanto, deve-se preferencialmente optar pela via parenteral nestes pacientes.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.69)

DISCURSIVA: (200140 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Descreva a técnica de diagnóstico do pulso paradoxal que utiliza o manguito do esfigmomanômetro. (0,5 pontos).


RATING: 3.1

Descreva a técnica de diagnóstico do pulso paradoxal que utiliza o manguito do esfigmomanômetro. (0,5 pontos).

A verdadeira avaliação de pulso paradoxal requer medir a pressão arterial com o uso de um manguito de pressão manual:

  1. Insufle o manguito até não ouvir mais sons (como de costume). 0,1 pontos
  2. Diminua lentamente a pressão no manguito 0,1 pontos
  3. observe o ponto no qual os primeiros sons de Korotkoff são ouvidos inicialmente, que será quando a criança está expirando 0,1 pontos
  4. Continue a desinflar o manguito lentamente e observe o ponto no qual os sons de Korotkoff são ouvidos regularmente durante todo o ciclo respiratório 0,1 pontos
  5. Se a diferença entre esses dois pontos for maior que 10 mmHg, a criança tem pulso paradoxal clinicamente significativo. 0,1 pontos

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.1)

CASO CLINICO: (232304 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Lactente de quatro meses saudável, nascido de parto eutócico, de termo, sem complicações perinatais, com bom desenvolvimento psicomotor e desenvolvimento estaturo-ponderal no percentil 50. Fez aleitamento materno na primeira semana de vida.
Foi internado por quadro de bronquiolite com quatro dias de evolução, com agravamento progressivo apesar de estar medicado com broncodilatador inalado e corticóide oral. Esteve sempre apirético.
Na observação salientava-se cansaço, sinais de dificuldade respiratória moderada, hipoxemia ligeira e tosse emetizante, havendo na auscultação pulmonar, um tempo expiratório prolongado e fervores crepitantes em ambos os campos pulmonares. Não se evidenciavam outras alterações significativas no exame físico.
Ao quarto dia de internamento surgiu febre (38,5ºC de temperatura axilar) acompanhada de calafrio, gemido, prostração, recusa alimentar.
Foi detectado sopro cardíaco sistólico inconstante (grau dois em seis) no bordo esquerdo do esterno, descrito como sopro contínuo no segundo espaço intercostal esquerdo. Efectuou ecocardiograma bidimensional e com Doppler a cores observando-se PCA moderada com paredes espessadas que assim permitiu o diagnostico.

Sobre o caso acíma considera as seguintes questões:

1) Considerando as caracteristicas do sopro, a idade da criança e o aspecto ecocardiografico, qual é a suspeita diagnostica principal neste caso? (0,3 pontos)

2) Qual é o agente infeccioso causal mais frequente nesta faixa etária? (0,2 pontos)




RATING: 3.01

1) Considerando as caracteristicas do sopro, a idade da criança e o aspecto ecocardiografico, qual é a suspeita diagnostica principal neste caso?

R: PCA moderada com endarterite infecciosa - 0,3 p

DISCUSSÃO: Uma complicação temida da persistência de canal arterial é a endarterite infecciosa:

  • pode ser observada em qualquer idade
  • ocorrer êmbolos pulmonares ou sistêmicos

É uma doença rara, potencialmente grave, com incidência crescente. Apesar dos avanços tecnológicos mantém-se difícil de diagnosticar e de tratar, particularmente abaixo dos dois anos. Na criança, as cardiopatias congénitas são o principal factor de risco para endarterite infecciosa, sendo a persistência do canal arterial clinicamente silencioso uma causa muito rara.

Os sintomas mais frequentes na EI são:

  1. febre persistente de origem desconhecida
  2. manifestações inespecíficas
      • mal-estar geral
      • anorexia
      • perda ponderal
  3. presença de sopro cardíaco
  4. fenómenos embólicos sistémicos

2) Qual é o agente infeccioso causal mais frequente nesta faixa etária?

R: Acima dos dois meses de idade, os principais agentes são Streptococci spp (0,1 p) e Staphylococcus aureus (0,1 p).

Os bacilos Gram negativos, como a Klebsiella pneumoniae são pouco comuns.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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