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ENDOMETRIOSE (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

A endometriose é a presença de tecido semelhante aquele que reveste o interior do útero (endométrio) em outras partes do útero ou em outros órgãos da pelve. A endometriose é dolorosa, pois sofre influência das oscilações hormonais. Isso significa que os focos de endometriose sangram todo mês durante o seu período normal, mas o sangue não tem para onde ir.
Além de ser dolorosa, a endometriose também pode tornar difícil a gravidez – uma condição conhecida como infertilidade.

OBJETIVA: (1024684 votos)..........97.16% das questões objetivas receberam votos.
Um estudo procurou identificar o risco da associação do uso de pílula anticoncepcional e trombose venosa profunda. Foram selecionadas 100 pessoas que faziam uso de pílula anticoncepcional, sendo que destes, 20 apresentaram trombose venosa profunda durante o uso da pílula. No grupo controle, foram selecionadas 100 pessoas que não faziam uso de pílula anticoncepcional, e destes, 5 apresentaram trombose venosa profunda durante a pesquisa. De acordo com esse estudo, se os pacientes deixarem de usar pílula anticoncepcional, reduziremos em quanto a chance de trombose venosa profunda?
A. 15%
B. 20%
C. 60%
D. 5%
E. 40%

  RATING: 2.92

Um estudo procurou identificar o risco da associação do uso de pílula anticoncepcional e trombose venosa profunda. Foram selecionadas 100 pessoas que faziam uso de pílula anticoncepcional, sendo que destes, 20 apresentaram trombose venosa profunda durante o uso da pílula. No grupo controle, foram selecionadas 100 pessoas que não faziam uso de pílula anticoncepcional, e destes, 5 apresentaram trombose venosa profunda durante a pesquisa. De acordo com esse estudo, se os pacientes deixarem de usar pílula anticoncepcional, reduziremos em quanto a chance de trombose venosa profunda?

A. 15%
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. 20%
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. 60%
CORRETO : Antes de começar a responder essa questão, é necessário montar uma tabela, pois fica mais fácil a interpretação dos dados.

 

TROMBOSE VENOSA

USO DE CONTRACEPTIVOS   SIM NÃO TOTAL
SIM 20 80 100
NÃO 5 95 100
TOTAL 25 175 200

A pergunta que é feita: se os pacientes deixarem de usar pílula anticoncepcional, reduziremos em quanto a chance de trombose venosa profunda? Na verdade, a pergunta é uma forma indireta de enxergar o quanto a pílula (sozinha) é responsável pelos casos de trombose venosa profunda na população. Logo, se eu sei o quanto ela causa, quando eu retirar vou saber o quanto vai diminuir.
É respondida pelo calculo do Risco Atribuível na População (%). Risco Atribuível na População (%) = (Incidência na população do estudo – incidência dos não expostos) / Incidência na população do estudo 25/200 – 5/100 = 60 %


D. 5%
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. 40%
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.92)

DISCURSIVA: (177648 votos) ..........98.78% das questões discursivas receberam votos.
As doenças oportunistas - infecções e neoplasias - e outras complicações decorrentes da imunodeficiência são as principais causas de morbimortalidade em doentes com AIDS. A medida que o déficit imunológico se agrava, aumenta a probabilidade de instalação de infecções oportunistas, geralmente quando o número de LT-CD4+ no sangue cai para determinados valores. Relacionado a isso, indique:

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento? (0,1 p)
b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? (0,21 p)
c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. (0,19 p)


RATING: 2.89

As doenças oportunistas - infecções e neoplasias - e outras complicações decorrentes da imunodeficiência são as principais causas de morbimortalidade em doentes com AIDS. A medida que o déficit imunológico se agrava, aumenta a probabilidade de instalação de infecções oportunistas, geralmente quando o número de LT-CD4+ no sangue cai para determinados valores. Relacionado a isso, indique:

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento? (0,1 p)
b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? (0,21 p)
c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. (0,19 p)

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento?

O limite de 200 LT-CD4+/mm3 no sangue periférico constitui o marco referencial que norteia o risco de adoecimento (0,1 p)

b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? 

Segundo dados do Ministério da Saúde, as infecções oportunistas que ocorrem mais comumente no Brasil, em doentes com AIDS, são constituídas por:
  • candidíase (em esôfago, traqueia, brônquios e/ou pulmão),  0,03 p
  • pneumonia por Pneumocystis carinii (atualmente denominado Pneumocystis jeroveci), 0,03 p
  • tuberculose, 0,03 p
  • toxoplasmose, 0,03 p
  • herpes simples, 0,03 p
  • criptococose 0,03 p
  • criptosporidíase 0,03 p

c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. 

Muitos estudos demonstraram a possibilidade de avaliar esse risco por intermédio do número de linfócitos no sangue periférico, comparando-o com o número de LT-CD4+, recurso utilizado sobretudo em regiões pobres, onde não existe a possibilidade de quantificar os LT-CD4+, estabelecendo-se que número de linfócitos totais no sangue menor que 1.400/mm3 corresponde a número de LT-CD4+ inferior a 200/mm3 e que número de linfócitos totais menor que 1.700/mm3 corresponde a número 124 de LT-CD4+ inferior a 350/mm3.
No Brasil, evidenciou-se que número de linfócitos no sangue periférico menor que 1.000/mm3, especialmente se a hemoglobina apresentar-se com taxa mais baixa que 13g%, mantém forte correlação com número de LT-CD4+ inferior a 200/mm3. (0,19 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

CASO CLINICO: (207070 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente dá entrada na UTI de um hospital em coma após ter sido encontrado abandonado na rua, sem assistência ou familiares para maiores informações. Após o procedimento médico padrão com a administração de medicamentos para estabilizar o paciente, a partir do quadro clínico, o exame da gasometria laboratorial revela os seguintes achados:
  • pH: 7,4
  • [HCO3-]real: 80 mEql/l
  • pCO2: 133 mmHg
  • [HCO3-]standard: 34 mEql/l
  • BE.: +10
Que tipo de desequilíbrio o paciente apresenta? Explique! (0,5 pontos)




RATING: 2.96

Em toda questão ou caso clinico de distúrbio acido básico tem que seguir o  algoritmo seguinte:

PASSO 1: E ACIDOSE OU ALCALOSE? E uma acidose (0,025 p), conforme pH 7,40, o pH normal sendo considerado 7,44 (0,025 p) .

PASSO 2: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA OU METABÓLICA? Parece uma acidose respiratória (0,025 p) , porque o mais que e modificado e o CO2  (0,025 p) sendo 133 mm Hg (3 vezes mais que o valor normal (0,025 p) - nem o bicarbonato não e normal (0,025 p) , mais e menos modificado que pACO2)  (0,025 p)
PASSO 3: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA AGUDA OU CRONICA?

ATENÇÃO, PORQUE ISTO E SUPER-IMPORTANTE !
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando distúrbio e cronico a queda do pH e de 0,03. (0,025 p)
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando o distúrbio e agudo a queda de pH e de 0,08. (0,025 p)

Da pra ver que o pH e pouco modificado (0,025 p) em comparação com a enorme pA do CO2  (0,025 p),  ou seja o distúrbio é cronico (0,025 p) , e, já que a pACO2 e de 133 mmHg podemos ter certeza de mais uma coisa: não é uma retenção voluntária (0,025 p) - hipoventilação. 
Relembramos que a retenção voluntaria de CO2 (para equilibrar a alcalose metabólica) nunca não vai passar de 55. Então, se um paciente aparece com 133 mm Hg pACO2 a gasometria, isto não e por causa da hipoventilação ! Isto e útil para saber que nos casos acima apresentados nunca não vamos conseguir equilibrar uma alcalose metabólica utilizando a retenção de CO2 mais que 55 mm Hg.

PASSO 4: É preciso observar que o HCO3 é muito alto (0,025 p) , o que indica, provavelmente uma alcalose metabólica (0,025 p) que tenta compensar a acidose respiratória (0,025 p) , e isso tem sustento no fato que a acidose respiratória é cronica (0,025 p) , ou seja, o rim já mobilizou os mecanismos compensatórios.  (0,025 p)
Em conclusão, o paciente apresenta uma acidose respiratória cronica (0,025 p) , em conjunto com uma alcalose metabólica compensatória. (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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