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No sistema de avaliação do risco de maus-tratos infantis, como a pobreza impacta a detecção dos casos, e qual é a possível disparidade na identificação do abuso entre diferentes grupos socioeconômicos?
A. Na pobreza, todos os casos de maus-tratos são facilmente detectados devido à extensa rede de apoio social que atua proativamente em comunidades de baixa renda.
INCORRETO: As redes de apoio em áreas de baixa renda não garantem detecção eficiente
B. Famílias abastadas costumam ter mais casos detectados de abuso infantil devido ao uso frequente de serviços privados de saúde, que relatam suspeitas de maus-tratos imediatamente.
INCORRETO : Famílias abastadas não têm maior detecção devido a serviços privados; pelo contrário, enfrentam menos suspeitas
C. A pobreza aumenta a visibilidade dos maus-tratos devido ao contato frequente com assistentes sociais e outros profissionais, enquanto em famílias abastadas os abusos podem ser menos detectados devido à menor suspeita e maior proteção contra consequências jurídicas.
CORRETO : Nas famílias em situação de pobreza, o contato mais frequente com serviços sociais aumenta a probabilidade de detectar maus-tratos. Em contraste, nas famílias abastadas, a suspeita é menor, e os recursos econômicos podem facilitar a proteção contra detecção e repercussões legais.
D. Em famílias pobres, os maus-tratos são menos visíveis devido à escassez de recursos para denúncia, enquanto as famílias abastadas enfrentam maior vigilância por escolas particulares.
INCORRETO : A visibilidade dos maus-tratos em famílias pobres não é reduzida pela falta de recursos de denúncia
E. A identificação de maus-tratos não sofre influência significativa de fatores socioeconômicos, pois todos os segmentos da sociedade são monitorados igualmente pelas autoridades.
INCORRETO : A afirmação de monitoramento igualitário entre todos os segmentos econômicos não reflete a realidade de discreta disparidade na vigilância e detecção
Gabarito: C
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FONTE:
Gestação e Parto: Criança é fruto de primeira gestação. Mãe realizou pré-natal
que transcorreu sem patologias, parto cesárea por desporoporção céfalo-pélvica.
Idade gestacional 39 semanas PN = 2.900g Comp = 49 cm. Apgar de 9 e 10.
Alimentação: Recebeu leite materno somente no primeiro mês de vida porque o
leite secou. A partir de então usou fórmulas lácteas alternadas com leite fluido.
Alimentação com frutas e papa de legumes desde os 4 meses. Atualmente recebe
dieta da família, almoço e jantar com legumes, carne arroz e feijão ou similares
diariamente, frutas 2 vezes ao dia e leite integral 200ml 3 vezes ao dia.
Vacinação: segundo a mãe completa, não trouxe a carteira de vacinação.
DNPM: senta sem apoio e está tentando engatinhar. "Prefere ficar no berço
brincando" (sic).
Patologias anteriores: Diarréia aguda e desidratação por duas vezes aos 2
meses e aos 7 meses, ambas com internação para hidratação, alta sem
complicações.
Antecedentes familiares: mãe 25 anos saudável tabagista de 1 maço de cigarros
por dia. Pai 30 anos, saudável, tabagista.
Condições sociais e de moradia: Casa de alvenaria com 3 cômodos, onde
moram a mãe, o pai e a criança, em região urbana com saneamento básico, sem
animais domésticos, ensolarada. A criança permanece sempre em casa com a
mãe, não freqüenta a creche. Eventualmente fica com a avó materna quando a
mãe faz algum serviço de limpeza em casa de família. Renda familiar de dois
salários mínimos aproximadamente.
Exame Físico:
Paciente em regular aspecto geral, descorada +/4+, hidratada, acianótica,
anictérica, eupnéica e afebril, sem edemas, com perfusão periférica normal, sem
adenomegalias.
Peso = 8.600 g Comp = 72 cm FC = 110 bpm FR - 32 ipm T= 36.8° C
Segmento cefálico: edema de pálpebras inferiores e superiores bilateral 4+/4+,
com hiperemia e calor locais e dor à palpação. Impossibilidade de verificar região
de conjuntivas e córnea em razão ao edema.
Orofaringe e otoscopia normais.
Tórax : sem anormalidades.
ACV: ritmo cardíaco regular a 2 tempos, sem sopros
AR: Murmúrio Vesicular presente sem ruídos adventícios
Abdome: plano flácido sem visceromegalias.
Membros: normais
Neurológico: discreta rigidez de nuca. chorosa à flexão do pescoço.
1) Quais são os diagnosticos dessa criança? 0,2 pontos;
2) Qual é a conduta inicial neste caso? 0,2 pontos;
3) Quais são as avaliações á ser feitas em seguida? 0,1 pontos
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1) Quais são os diagnosticos dessa criança?
Os diagnósticos iniciais foram:
- Desenvolvimento ponderoestatural adequado (0,05 p)
- Desenvolvimento neuropsicomotor atrasado (0,05 p)
- Vacinação adequada (?) (0,05 p)
- Alimentação atual adequada (0,05 p)
- Celulite periorbitária bilateral. (0,05 p)
2) Qual é a conduta inicial neste caso?
Em razáo da gravidade do processo infeccioso, foram coletados hemograma (0,025 p), hemocultura (0,025 p), LCR (0,025 p), bioquímica de sangue (0,025 p) e tomografia de órbitas (0,025 p).
O tratamento inicial foi dieta para a idade (0,025 p), ceftriaxone 100mg/kg/dia (0,025 p), sintomáticos. (0,025 p)
3) Avaliação oftalmologica (0,1 p)
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