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DETECÇÃO E TRIAGEM DOS DESVIOS DE CRESCIMENTO (ÁREA DE PEDIATRIA)

A Reunião de Cúpula em Favor da Infância (Nova York, 1990) e a Conferência Internacional de Nutrição (Roma,1992) adotaram medidas para o crescimento e o desenvolvimento saudáveis,).

Praticamente, isto significa garantir um direito da população e cumprir uma obrigação do Estado.

O crescimento e o desenvolvimento são referenciais para a atenção à criança e ao adolescente sob todos os parâmetros de tipo biológico, afetivo, psíquico e social.

O Ministério de Saúde priorizou as cinco ações básicas de saúde que possuem comprovada eficácia:

  1. promoção do aleitamento materno
  2. acompanhamento do crescimento e desenvolvimento
  3. imunizações
  4. prevenção
  5. controle das doenças diarréicas e das infecções respiratórias agudas

Tais ações devem constituir o centro da atenção a ser prestada em toda a rede básica de serviços de saúde.

OBJETIVA: (1403793 votos)..........95.6% das questões objetivas receberam votos.
Alterações na síntese do colágeno vêm sendo responsabilizadas como fator importante na patogênese da hérnia do tipo:
A. inguinal direta
B. oblíqua externa
C. femoral de Richter
D. obturadora perineal
E. umbilical congênita

  RATING: 2.82

Alterações na síntese do colágeno vêm sendo responsabilizadas como fator importante na patogênese da hérnia do tipo:

A. inguinal direta
CORRETO: Vários estudos recentes têm demonstrado alterações ultra-estruturais nos planos aponeuróticos da região inguinal de pacientes com hérnia direta. Foram observados uma diminuição do conteúdo de hidroxiprolina e uma menor atividade de fibroblastos, por exemplo. Estas alterações parecem ser mais freqüentes nos fumantes.
B. oblíqua externa
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. femoral de Richter
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. obturadora perineal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. umbilical congênita
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.82)

DISCURSIVA: (196253 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Os itens A, B, C e D abaixo devem ser respondidos de acordo com a recomendação da OMS/Ministério da Saúde e considerando uma criança de 5 kg com quadro de desidratação.
1) Que volume de soro deve ser fornecido na fase de expansão (Plano B do Ministério da Saúde)? (0,125 pontos)
2) Cite dois dos quatro componentes do soro de re-hidratação oral. (0,125 pontos)
3) Em aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)
4) Sem aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)


RATING: 2.54

Os itens A, B, C e D abaixo devem ser respondidos de acordo com a recomendação da OMS/Ministério da Saúde e considerando uma criança de 5 kg com quadro de desidratação.
1) Que volume de soro deve ser fornecido na fase de expansão (Plano B do Ministério da Saúde)? (0,125 pontos)
2) Cite dois dos quatro componentes do soro de re-hidratação oral. (0,125 pontos)
3) Em aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)
4) Sem aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum? (0,125 pontos)

1) Que volume de soro deve ser fornecido na fase de expansão (Plano B do Ministério da Saúde)?

50-100 mL/kg em 4-6 horas (0,125 p)

2) Cite dois dos quatro componentes do soro de re-hidratação oral.

O candidato deverá citar dois dos componentes a seguir:
  • SRO – Cloreto de sódio = 3,5 g;
  • Cloreto de potássio = 1,5 g;
  • Citrato trissódico = 2,9 g
  • Glicose = 20 g.(0,125 p)

3) Em aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum?

A criança em aleitamento materno não deve ficar em jejum, deve receber o SRO + aleitamento materno. (0,125 p)

4) Sem aleitamento materno deve ficar quanto tempo em jejum?

A criança deve permanecer em jejum até que termine a fase de expansão ou fase rápida.(0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.54)

CASO CLINICO: (228397 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente feminina, 42 anos, com história de infecções urinárias recorrentes, procura o serviço de emergência com dor lombar bilateral intensa e insuportável, febre alta (39 °C), calafrios e hematúria macroscópica. Ao exame físico: paciente em posição antálgica, sensibilidade marcante no ângulo costovertebral bilateral e febre. Urinálise: pH 8,0, leucocitúria intensa, nitrito positivo e cultura urinária positiva para Proteus mirabilis. Sem história de gota, diabetes ou hiperparatireoidismo.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?  (0,12 p)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada?  (0,13 p)
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (0,13 p)
IV. Qual o tratamento indicado?  (0,12 p)



RATING: 3.03

Resposta à Questão I – Suspeita Diagnóstica (0,12 p) 
A tríade de dor lombar intensa, febre e infecção urinária recorrente com pH urinário alcalino orienta para cólica renal por cálculo infeccioso de estruvita (0,04 p). 
Os cálculos infecciosos representam 10 a 15 % de todos os cálculos renais e 75 % dos cálculos coraliformes (0,04 p). 
A formação de cálculos na pelve renal é assintomática até que um fragmento se desprenda e migre pelo ureter, desencadeando a cólica ureteral; hematúria pode ocorrer mesmo na ausência de dor (0,04 p). 

Resposta à Questão II – Possível Causa da Doença Diagnosticada (0,13 p) 
Os cálculos de estruvita são compostos por sais de magnésio, amônio e fosfato e resultam de infecções crônicas ou recorrentes do trato urinário por microrganismos produtores de urease (0,04 p). 
O *Proteus mirabilis* é o agente mais frequente (87 % das infecções relacionadas a cálculos) e hidrolisa a ureia em amônia, elevando o pH urinário acima de 7,2 (0,04 p). 
Esse ambiente alcalino permite a saturação de magnésio, amônia e íons fosfato, levando à precipitação de estruvita e, frequentemente, à coexistência de apatita de carbonato de cálcio (0,03 p). 
A infecção urinária crônica é o fator etiológico principal, com crescimento rápido e alto potencial de morbidade (0,02 p). 

Resposta à Questão III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico (0,13 p) 
A tomografia computadorizada helicoidal sem contraste é o método mais preciso para o diagnóstico de litíase urinária (0,04 p). 
Apresenta sensibilidade de 98 % e especificidade de 97 %, detectando cálculos radiopacos e radiotransparentes, além de sinais secundários de obstrução (dilatação ureteral e estrias perirrenais) (0,04 p). 
Em cálculos coraliformes permite avaliar extensão, dimensões exatas e densidade em unidades Hounsfield, auxiliando no planejamento terapêutico (0,03 p). 
Protocolos de baixa dose mantêm sensibilidade ≈96 % e especificidade ≈94 % com menor exposição à radiação (0,02 p). 

Resposta à Questão IV – Tratamento Indicado (0,12 p) 
O tratamento dos cálculos coraliformes exige remoção completa do cálculo para prevenir recorrência, perda da função renal e infecção persistente (0,04 p). 
Prefere-se a nefrolitotomia percutânea, a litotripsia extracorpórea ou a associação desses procedimentos; a cirurgia aberta e o tratamento clínico isolado são pouco recomendados (0,04 p). 
Devem ser associados agentes antimicrobianos criteriosos dirigidos ao microrganismo (ex.: *Proteus*) (0,02 p). 
A eficácia e segurança das técnicas minimamente invasivas e endourológicas tornaram o manejo cirúrgico a primeira escolha (0,02 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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