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No tratamento cirúrgico do prolapso retal, a colocação de uma tela protética ao redor do reto mobilizado com a fixação de uma tela à fáscia pré-sacra, abaixo do promontório sacro, é conhecida como procedimento de:
A. Ripstein
CORRETO: A técnica de Ripstein consiste na mobilização completa do reto com a colocação de uma tela sintética (geralmente de polipropileno ou material similar) em forma de cinta ou sling que envolve cerca de dois terços da circunferência retal, especialmente na face anterior e laterais, sendo fixada à fáscia pré-sacra logo abaixo do promontório sacro. Essa configuração restaura o ângulo anorretal normal, impede a intussuscepção retal e reduz a pressão intra-abdominal sobre o reto, representando uma retopexia abdominal anterior clássica com baixa taxa de recidiva quando indicada em pacientes com bom estado geral.
B. Wells
INCORRETO : Wells refere-se à retopexia posterior com tela, na qual a prótese é posicionada exclusivamente atrás do reto, fixada primeiro à fáscia pré-sacra e depois apenas às faces laterais do reto, deixando a parede anterior livre para evitar estenose, sem envolver o reto de forma circunferencial.
C. Thiersch
INCORRETO : Thiersch descreve a cerclagem anal perineal com fio ou banda sintética ao redor do canal anal para estreitá-lo, sem qualquer mobilização retal abdominal nem uso de tela fixada ao sacro.
D. Fryckman Goldberg
INCORRETO : Fryckman Goldberg combina retopexia (geralmente por sutura ou tela simples) com ressecção sigmoideana para reduzir a redundância colônica, sem emprego de tela protética circunferencial fixada ao promontório.
E. Altmeyer
INCORRETO : Altmeyer corresponde à proctossigmoidectomia perineal, na qual o reto prolapsado é ressecado e anastomoseado por via transanal, sem abordagem abdominal, mobilização retal extensa ou colocação de prótese sacral.
Gabarito: A
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A) Enumeram as intervenções para reduzir a morbidade e a mortalidade neonatal associadas à asfixia perinatal e à síndrome de aspiração de mecônio, conforme as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria.
As intervenções para reduzir a morbidade e a mortalidade neonatal associadas à asfixia perinatal e à síndrome de aspiração de mecônio incluem:
B) Definem clampeamento precoce de cordão.
Os estudos definem clampeamento precoce de cordão como aquele feito até 60 segundos após a extração completa do concepto.(0,05 p).
C) Quais são as 3 perguntas iniciais que definem a necessidade de reanimação dum recém nascido?
Diante da resposta “não” a pelo menos uma das três perguntas iniciais: gestação a termo,(0,05 p) choro presente (0,05 p) e tônus muscular em flexão (0,05 p), será necessário conduzir o RN à mesa de reanimação.
FONTE:

a) O dado clínico que indicou a intubação é a Escala de Coma de Glasgow igual a 10. (0,250 pontos)
b) Duas drogas contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana são:
Em discussão resumida sobre as respostas, a intubação em trauma pediátrico com GCS de 10 é justificada pela necessidade de proteção da via aérea em paciente com alteração do nível de consciência, especialmente em contexto de possível lesão craniana, conforme protocolos como PALS e ATLS adaptados para pediatria. Quanto às drogas, a ketamina e a succinilcolina são classicamente evitadas em cenários de risco para hipertensão intracraniana devido a mecanismos como estimulação simpática e fasciculações musculares, respectivamente, embora evidências recentes sugiram nuance no uso da ketamina em pacientes sedados e ventilados.
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