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ESTENOSE HIPERTROFICA DE PILORO (ÁREA DE PEDIATRIA)

O esfíncter pilórico é formado por anéis de músculo (camada muscular circular espessada) mantidos em um contínuo estado de contração.
Essa zona de alta pressão separa dois compartimentos especializados do tubo digestivo.
As alterações da camada mucosa e submucosa poderiam ser um dos eventos iniciantes do desenvolvimento da estenose hipertrofica de píloro em crianças predispostas.
Esta hipótese baseia-se na presença de uma anatomia normal do piloro e na ausência de obstrução neste nível, vigentes ao nascimento, sugerindo que a anormalidade na mucosa pilórica começaria com a introdução da alimentação oral e seria mediada pelo desenvolvimento secundário de hipersecreção gástrica.
Apesar dos vários fatores aventados, o exato mecanismo fisiopatológico permanece sem elucidação

OBJETIVA: (1415616 votos)..........96.13% das questões objetivas receberam votos.
Jovem mulher de 19 anos procurou o serviço de Pronto-Socorro com queixa de tosse importante (pouco produtiv e de característica muco-purulenta, febre baixa e mal-estar intenso). O quadro clínico iniciou-se com dor de ouvido e cefaléia e há 10 dias piorou com tosse e febre à noite. Refere que trabalha em ambiente fechado com ar condicionado e que no local há vários colegas com 'gripe'. Ao exame físico encontra-se em regular estado geral, taquipneica, descorada (+), desidratada (+/++++), taquicárdica, freqüência respiratória=30/min , freqüência cardíaca=100/min (em repouso), T=37,9ºC. À ausculta pulmonar: murmúrio vesicular (+) e roncos no 1/3 inferior do hemitórax direito. Com relação ao quadro acima, a principal hipótese diagnostica é:
A. Pneumonia atípica, considerando os dados clínicos e epidemiológicos.
B. Infecção de vias aérea superiores; a febre baixa e a pobreza do quadro clínico pulmonar afastam a hipótese de broncopneumonia.
C. Tuberculose pulmonar, considerando a febre vespertina e os contactuantes com o mesmo quadro clínico no local de trabalho.
D. Uma doença auto-imune com comprometimento pulmonar, considerando o sexo, e a idade.
E. Linfoma com comprometimento de mediastino, considerando o quadro clínico, o sexo e a idade.

  RATING: 3.07

Jovem mulher de 19 anos procurou o serviço de Pronto-Socorro com queixa de tosse importante (pouco produtiv e de característica muco-purulenta, febre baixa e mal-estar intenso). O quadro clínico iniciou-se com dor de ouvido e cefaléia e há 10 dias piorou com tosse e febre à noite. Refere que trabalha em ambiente fechado com ar condicionado e que no local há vários colegas com 'gripe'. Ao exame físico encontra-se em regular estado geral, taquipneica, descorada (+), desidratada (+/++++), taquicárdica, freqüência respiratória=30/min , freqüência cardíaca=100/min (em repouso), T=37,9ºC. À ausculta pulmonar: murmúrio vesicular (+) e roncos no 1/3 inferior do hemitórax direito. Com relação ao quadro acima, a principal hipótese diagnostica é:

A. Pneumonia atípica, considerando os dados clínicos e epidemiológicos.
CORRETO: O quadro clinico e sugestivo paraa a pneumonia com Mycoplasma - dor de ouvido, cefaléia, febre baixa e mal estar, apesar das condiçoes de trabalho (ar condicionado)
B. Infecção de vias aérea superiores; a febre baixa e a pobreza do quadro clínico pulmonar afastam a hipótese de broncopneumonia.
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Tuberculose pulmonar, considerando a febre vespertina e os contactuantes com o mesmo quadro clínico no local de trabalho.
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Uma doença auto-imune com comprometimento pulmonar, considerando o sexo, e a idade.
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Linfoma com comprometimento de mediastino, considerando o quadro clínico, o sexo e a idade.
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

DISCURSIVA: (197845 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes questões:

1) Que forma de contato sexual é considerada a mais perigosa para a transmissão do HIV? (0,125 pontos)

2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV? (0,125 pontos)

3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga? (0,125 pontos)

4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus? (0,125 pontos)



RATING: 2.96

Responda ás seguintes questões:

1) Que forma de contato sexual é considerada a mais perigosa para a transmissão do HIV? (0,125 pontos)

2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV? (0,125 pontos)

3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga? (0,125 pontos)

4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus? (0,125 pontos)

1) Que forma de contato sexual é considerada a mais perigosa para a transmissão do HIV?

A forma mais perigosa de contato sexual seja a relação anal. A relação vaginal tem muito mais probabilidade de transmitir o HIV do homem para a mulher do que o contrário, e a transmissão de ambas as formas é muito maior quando lesões genitais estão presentes. Embora rara, a transmissão pode ocorrer pelo contato orogenital (0,125 p)

2) Que forma de ácido nucleico é detectada em um teste de PVL para o HIV?

Testes de PVL convencionais detectam o RNA viral e usam métodos como a PCR ou a hibridização de ácido nucleico. São de alto custo e necessitam de 2 a 3 dias para serem concluídos. (0,125 p)

3) Qual é o principal receptor nas células hospedeiras ao qual o HIV se liga?

O HIV deve percorrer os passos de fixação da célula-alvo. Isto depende da combinação da glicoproteína espicular (gp120) com os 65.000 receptores encontrados em cada célula T CD4+ auxiliar. Os macrófagos e os monócitos também carregam moléculas CD4. Certos co-receptores (chamados de CCR5 e CXCR4) também são necessários.Interessante é que muitas células que não expressam a molécula CD4 também podem se tornar infectadas. Ou seja, com certeza existem OUTROS receptores susceptíveis para o virus HIV. (0,125 p)

4) Um anticorpo contra o capsídeo do HIV seria capaz de reagir com um provírus?

O sistema imune falha, então, a reconhecer o virus quando ele ainda está um provírus ou um vírus latente dentro das células. A fusão célula-célula, pela qual o vírus se move de uma célula infectada para uma célula adjacente é outra habilidade do vírus de permanecer indetectável pelo sistema imune. (0,125 p) 

FONTE:

Tortora, Gerard J. Microbiologia [recurso eletrônico] / Gerard J. Tortora, Berdell R. Funke, Christine L. Case ; tradução: Aristóbolo Mendes da Silva ... [et al.] ; revisão técnica: Flávio Guimarães da Fonseca. – 10. ed. – Dados eletrônicos. – Porto Alegre : Artmed, 2012.

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (230000 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 22 anos, procura emergência com queixa de fraqueza muscular súbita nos membros inferiores e superiores, iniciada há 4 horas. Relata episódios semelhantes nos últimos 18 meses, sempre pela manhã após café da manhã rico em carboidratos ou após atividade física intensa seguida de repouso. Durante as crises, há paralisia flácida proximal > distal, com reflexos diminuídos, sem alteração sensitiva ou de consciência. No último episódio, K+ sérico = 2,3 mEq/L, com melhora rápida após reposição. História familiar positiva: pai e irmã com sintomas idênticos. Exame intercrítico normal. ECG mostra ondas U proeminentes durante crise.

Questões

I. Qual a sua suspeita diagnóstica? (0,22 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,12 pontos)
III. Qual a melhor modalidade de confirmar o diagnóstico? (0,08 pontos)
IV. Qual o tratamento? (0,08 pontos)





RATING: 2.97

Questão I
  • Suspeita principal: Paralisia Periódica Hipocalêmica familiar (0,06 p)
  • Caracterizada por crises recorrentes de fraqueza muscular flácida (0,04 p)
  • Associada a hipocalemia sérica durante os episódios (0,04 p)
  • Desencadeada tipicamente por ingestão de carboidratos ou repouso pós-esforço (0,04 p)
  • História familiar sugestiva (0,04 p)
Questão II
  • Causa: canalopatia iônica afetando a membrana muscular (0,05 p)
  • Envolvendo mutações nos genes CACNA1S ou SCN4A (0,04 p)
  • Com padrão de herança autossômica dominante (0,03 p)
Questão III
  • Melhor modalidade: dosagem de potássio sérico durante a crise (0,04 p)
  • Complementada por teste genético molecular (0,04 p)
Questão IV
  • Tratamento agudo: reposição cuidadosa de potássio (0,03 p)
  • Profilaxia: acetazolamida (0,03 p)
  • Medidas adjuvantes: evitar desencadeadores dietéticos e comportamentais (0,02 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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