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HIPERTENSÃO PORTAL E CONSEQUÊNCIAS (ÁREA DE CIRURGIA)

O volume do fluxo venoso porta é indiretamente regulado pela vasoconstrição e vasodilatação do leito arterial esplâncnico. Em contraste, as arteríolas hepáticas respondem às catecolaminas circulantes e estimulação nervosa simpática; portanto, o fluxo arterial hepático é diretamente regulado.

Contudo, mesmo influências vasoconstritoras intensas podem ser superadas por uma resposta arterial hepática auto-reguladora, o que mantém um fluxo sanguíneo hepático total próximo ao normal, tanto quanto possível, quando a perfusão porta é diminuída em pacientes com choque ou mesmo com derivações portossistêmicas criadas cirurgicamente, ou induzidas por doença.

Muitos hormônios esplâcnicos são importantes reguladores do metabolismo hepático.

OBJETIVA: (1427758 votos)..........96.25% das questões objetivas receberam votos.
Entre os princípios básicos de resgate da criança que sofreu queimadura é INCORRETO:
A. retirar a vitima do local
B. sempre suspeitar de lesão inalatória em caso de queimadura facial
C. deixar de realizar oxigenioterapia com 100% concentração durante a operação de resgate da vitima
D. retirar anéis, cintos
E. remover as roupas

  RATING: 2.93

Entre os princípios básicos de resgate da criança que sofreu queimadura é INCORRETO:

A. retirar a vitima do local
CORRETO: Durante o resgate deve-se, obviamente, retirar as vítimas do local.
B. sempre suspeitar de lesão inalatória em caso de queimadura facial
CORRETO : Devemos sempre suspeitar de lesão por inalação de fumaça quando houver queimadura facial, das vibrissas nasais, escarro carbonáceo e taquipneia. A mortalidade é predominantemente determinada pela superfície corpórea queimada e pela lesão inalatória freqüentemente não reconhecida.
C. deixar de realizar oxigenioterapia com 100% concentração durante a operação de resgate da vitima
INCORRETO : Se você utilizar oxigênio 100% no lugar aonde a criança queimada está, perto das chamas, você também vai se tornar uma vitima, porque se tiver o menor escape de oxigênio a combustão dos dois - vitima e salvador - é muito provável.
D. retirar anéis, cintos
CORRETO : Anéis, cintos que possam reter calor ou ter efeito de torniquete e precisam ser removidas, quanto antes, melhor.
E. remover as roupas
CORRETO : É obrigatorio remover quanto mais rápido possível as roupas, para não continuar o processo de queimadura.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

DISCURSIVA: (199609 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)


RATING: 3.03

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal?
A adrenalina é indicada se a frequência cardíaca do bebê permanecer abaixo de 60 bpm (0,025 p) após:
• Pelo menos 30 segundos de ventilação (0,025 p) com pressão positiva (VPP) (0,025 p) que infla os pulmões (0,025 p) , o que é evidenciado por movimento do tórax (0,025 p) ;
• Outros 60 segundos de massagem cardíaca (0,025 p) acompanhada de VPP (0,025 p) com oxigênio a 100%. (0,025 p)

(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal.
Recomendações em relação ao emprego da adrenalina:
a. Concentração: 1:10.000 (0,1 mg/mL) (0,025 p)
b. Via:
Endovenosa (preferível) (0,025 p) ou intraóssea (0,025 p)
c. Dose: Endovenosa/Intraóssea = 0,1 - 0,3 mL/kg (0,025 p) . Pode ser repetida a cada 3-5 minutos. (0,025 p)
Considerar uma dose mais elevada (0,5 - 1,0 mL/kg) SOMENTE para a via endotraqueal. (0,025 p)
d. Velocidade: rapidamente (0,025 p)

(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal?
A administração de expansor de volume está indicada se o recém-nascido não está respondendo aos passos da reanimação (0,025 p) E existem sinais de choque (0,025 p) ou história de perda aguda de volume sanguíneo (0,025 p) .

(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal?
Se a ausência de frequência cardíaca é confirmada depois de 10 minutos de reanimação (0,025 p) , é razoável interromper os esforços de reanimação. Entretanto, a decisão de prosseguir com a reanimação ou interrompê-la deve ser individualizada. (0,025 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

CASO CLINICO: (231813 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação – J.J.S., masculino, 48 anos, caminhoneiro, negro, residente em Campo Grande, MS.
História da doença atual – Em 5/2/2005 procurou a UBS com quadro de febre não aferida, cefaleia, dor retro-orbitária, mialgia e artralgia há 48 horas. Foi prescrito dipirona, com melhora parcial dos sintomas.
No 5º dia de doença, procurou o pronto-socorro, por persistirem os sintomas e pelo aparecimento de pequenas manchas no corpo. Referia viagem à Rondônia em 6/12/2004. Antecedentes: Diabetes Melitus II, tratado irregularmente.
Exame Físico Geral - Regular estado geral, corado, hidratado, anictérico. Temperatura axilar de 38ºC, PA: 160x110mmHg; Frequência cardíaca: 94bpm; Peso: 105kg; Estatura: 1,70m. Pele: exantema maculopapular difuso (?). Segmento cefálico: sem alterações. Tórax: pulmões livres. Coração: bulhas rítmicas normofonéticas, sopro sistólico de ++/6 em foco mitral. Abdome: globoso, normotenso, indolor, sem visceromegalias. Neurológico: sem alterações. Prova do laço: positiva.
Exames complementares – Hemograma: Hb: 16g/dL; Ht: 48%; Plaquetas: 87.000/ mm3; Leucócitos totais: 5.200/mm3.
Questões
1. Quais são as hipóteses diagnósticas para o caso, no quinto dia de doença? 0,1 p
2. Destaque cinco elementos no quadro clínico e laboratorial que sustentam suas duas principais hipóteses diagnósticas. 0,1 p
3. Comente o atendimento clínico deste paciente, no quinto dia de doença. 0,3 p


RATING: 3.44

1. Quais são as hipóteses diagnósticas para o caso, no quinto dia de doença? 0,1 p
Dengue (0,01 p), febre amarela (0,01 p), malária (0,01 p), sarampo (0,01 p), rubéola (0,01 p), leptospirose (0,01 p), febre tifóide (0,01 p), riquetisioses (0,01 p), mononucleose infecciosa (0,01 p), endocardite infecciosa (0,01 p);
2. Destaque cinco elementos no quadro clínico e laboratorial que sustentam suas duas principais hipóteses diagnósticas. 0,1 p
a) Malária: epidemiologia, febre, cefaléia, plaquetopenia. (0,05 p)
b) Dengue: epidemiologia, febre, cefaléia, artralgia, dor retroorbitária, PL+, hemoconcentração (Hematócrito esperado é até 45%), plaquetopenia. (0,05 p)
3. Comente o atendimento clínico deste paciente, no quinto dia de doença. 0,3 p
Faltou melhor avaliação epidemiológica (0,06 p).
Faltou avaliação de PA deitado e sentado. (0,06 p)
Não foi valorizado o relato do paciente de ser portador de diabetes, não sendo no momento solicitado exames complementares (glicemia e outros de interesse) (0,06 p)
Abordagem da HAS. (0,06 p)
Não foi solicitado pesquisa de plasmodium. (0,06 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.44)




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