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TUMORES UROTELIAIS DO TRATO URINÁRIO SUPERIOR (ÁREA DE CIRURGIA)

O carcinoma urotelial possui a capacidade de acometer qualquer segmento do trato urinário, estendendo-se desde os cálices renais até o meato uretral externo.

Os tumores uroteliais do trato urinário superior, são definidos como neoplasias que se originam no urotélio. Em razão dessa distribuição anatômica, o paciente portador de tumor urotelial do trato superior exige acompanhamento cuidadoso, considerando o risco elevado de surgimento de novas lesões em qualquer outro segmento do urotélio ao longo do seguimento clínico.

Esses tumores são raros, correspondendo a 5-10% de todos os tumores uroteliais, com predomínio das lesões pielocaliciais em relação às ureterais, e podem apresentar associação com diversas síndromes familiares.


OBJETIVA: (1156681 votos)..........99.34% das questões objetivas receberam votos.
Podemos falar em linfadenopatia generalizada persistente se tivermos:
A. hipertrofia dos linfonodos com duração maior que 3 meses em pelo menos duas topografias
B. hipertrofia dos linfonodos com duração maior que 1 mes em pelo menos tres topografias
C. hipertrofia dos linfonodos com duração maior que 3 anos em pelo menos uma topografia
D. hipertrofia dos linfonodos com duração maior que 3 meses dos dois lados da diafragma
E. hipertrofia persistente de pelo menos dois linfonodos com duração maior que 3 meses

  RATING: 3.03

Podemos falar em linfadenopatia generalizada persistente se tivermos:

A. hipertrofia dos linfonodos com duração maior que 3 meses em pelo menos duas topografias
CORRETO:

Para que as pessoas infectadas pelo HIV recebam o diagnóstico de linfadenopatia generalizada persistente, devem apresentar hipertrofia dos linfonodos com duração maior que 3 meses em pelo menos duas topografias, excluindo-se a região inguinal, sem que se encontre alguma moléstia ou fator que possa explicar esse tipo de alteração, exceto a infecção pelo HIV.

B. hipertrofia dos linfonodos com duração maior que 1 mes em pelo menos tres topografias
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. hipertrofia dos linfonodos com duração maior que 3 anos em pelo menos uma topografia
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. hipertrofia dos linfonodos com duração maior que 3 meses dos dois lados da diafragma
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. hipertrofia persistente de pelo menos dois linfonodos com duração maior que 3 meses
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

DISCURSIVA: (183794 votos) ..........99.41% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram as condições de predisposição/causas da parada cardíaca súbita.


RATING: 2.93

Enumeram as condições de predisposição/causas da parada cardíaca súbita.

As condições de predisposição ou causas da parada cardíaca súbita podem compreender:

  • Cardiomiopatia hipertrófica (0,05 p)
  • Artéria coronária anômala (0,05 p)
  • Síndrome de QT longo (0,05 p) ou outras canalopatias (0,05 p)
  • Miocardite (0,05 p)
  • Intoxicação farmacológica (0,05 p) (p.ex., digoxina (0,05 p), efedrina (0,05 p), cocaína (0,05 p))
  • Commotio cordis (0,05 p) (isto é, arritmia secundária a pancada forte no tórax)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (214348 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Criança do sexo masculino, seis anos de idade, sem antecedentes patológicos de relevo. Apresentou início agudo de tosse rouca, disfonia e estridor associados a sinais de dificuldade respiratória com agravamento progressivo. Sem outra sintomatologia associada. Sem conviventes doentes.
Observado por pediatra assistente cerca de duas horas após o início da sintomatologia, tendo sido objetivada febre (temperatura axilar de 38ºC).
À admissão apresentava-se polipneico, disfônico, com sinais de dificuldade respiratória grave nomeadamente estridor inspiratório, tiragem subcostal, supra-esternal e adejo nasal. Sem alterações na auscultação cardio-pulmonar, sem hipoxemia.
Manteve-se febril e, apesar da terapêutica com adrenalina nebulizada em intervalos regulares, manteve estridor, que se tornou bifásico. Cerca de oito horas após o início da sintomatologia, iniciou hipoxemia (FiO2 máximo de 0.28 para manter saturações periféricas de oxigênio > 92%). O estudo analítico demonstrou 10,2x109/L leucócitos com 84,8% neutrófilos e proteína C reativa (PCR) 53,2mg/L.
Utilizando os dados acima, esclarece:

1) Qual é a principal suspeita diagnóstica? 0,1 pontos
2) Indicam pelo menos três parâmetros de diagnóstico diferencial de laringotraqueobronquite. 0,3 pontos
3) Que agentes etiológicos são mais frequentemente implicados? 0,1 pontos




RATING: 2.89

1) Baseado no exame clinico e semiológico a principal suspeita é de traqueite bacteriana. A traqueite bacteriana (lambem chamada de traqueíte membranosa ou crupe pseudomembranoso ou laringotraqueobronquite bacteriana ou laringite membranosa) é uma infecção bacteriana aguda da região subglótica da via aérea superior que pode provocar uma obstrução das vias aéreas com risco de óbito. Foi descrita pela primeira vez em 1945 por Chevalier Jackson e consiste de fato numa infeção bacteriana exsudativa dos tecidos moles da laringe e traqueia. Desde a introdução da vacina contra o Haemophilus influenza tipo b, o número de casos de epiglotite diminuiu drasticamente na população pediátrica e desde então a traqueite bacteriana tem ganho relevância como infeção das vias aéreas superiores potencialmente fatais. 0,1 p

2) Três dos mais importantes elementos de diagnostico diferencial com laringotraqueobronquite: início abrupto do estridor (0,1 p) febre de dificil controle (0,1 p), falha de resposta na adrenalina (0,1 p);

3) Os agentes etiológicos mais frequentemente isolados são o Staphylococcus aureus (0,05 p) e Streptococcus pyogenes (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.89)




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