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A evolução da gravidez ectopica angular é a seguinte:
A. o ovo cai na cavidade peritoneal, sendo seguido de uma pequena hemorragia, ou pode ficar mesmo “in situ”, desenvolvendo uma “mola ovariana”, ou, praticamente, absorvendo-se
INCORRETO: esta é a evolução da PRENHEZ OVARIA aonde a rotura esta rápida, enquanto o ovo desenvolve-se, seja na superfície do ovário tanto no interior desse. O ovo cai na cavidade peritoneal, sendo seguido de uma pequena hemorragia, ou pode ficar mesmo “in situ”, desenvolvendo uma “mola ovariana”, ou, praticamente, absorvendo-se
B. a gravidez pode acabar num parto prematuro ou pode surgir rotura uterina ou abortamento
CORRETO : PRENHEZ ANGULAR – Desenvolve-se num ângulo do útero, deforma o corno uterino e aumenta o sinal do Piscacek. Depois o quarto mês, enquanto o feto desenvolve-se em direção do centro do útero, a assimetria some, mas existe um crescimento retardado. A gravidez pode acabar num parto prematuro ou pode surgir rotura uterina ou abortamento
C. raramente a gravidez passa de 12 semanas, precisando de intervenção cirúrgica, devido ao sangramento local
INCORRETO : isto é a evolução da gravidez cervical - é uma ectopia muito barulhenta, raramente a gravidez passa de 12 semanas, precisando de intervenção cirúrgica, devido ao sangramento local.
D. rotura da trompa e queda do ovo no abdome, na maioria dos casos, o ovo localizando-se no fundo de saco Douglas
INCORRETO : esta é a evolução da gravidez ectopica abdominal - o ovo ou cai direto do ovário (secundária) ou cai da trompa rota (primária)
E. deformação da trompa, amolecimento local, rotura dos vasos, e finalmente, rotura de trompa com importante hemorragia intraabdominal
INCORRETO : está é a evolução da forma tubária, a mais frequente
Gabarito: B
RATING: 3.12 ![]()
- glornerulonefrite aguda (0,05 p)
- abuso de drogas (0,05 p)
- doença vascular do colágeno (0,05 p)
- hipertensão renovascular (0,05 p)
- trauma craniano (0,05 p)
- redução do peso corpóreo em indivíduos com excesso de peso (0,025 p)
- aumento do consumo de vegetais frescos (0,025 p), frutas (0,025 p) e leite/derivados desnatados (0,025 p)
- redução do consumo diário de sódio (0,025 p)
- moderação no consumo do álcool (0,025 p)
- atividade física regular (30 a 60 min e atividade física vigorosa na maioria dos dias da semana) (0,025 p)
- redução das atividades sedentárias (assistir à televisão, jogos eletrônicos) para menos de 2 h diárias (0,025 p)
- cessação do hábito de fumar (0,025 p) e o incentivo para nunca iniciar esse hábito (0,025 p)
FONTE:

a) O dado clínico que indicou a intubação é a Escala de Coma de Glasgow igual a 10. (0,250 pontos)
b) Duas drogas contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana são:
Em discussão resumida sobre as respostas, a intubação em trauma pediátrico com GCS de 10 é justificada pela necessidade de proteção da via aérea em paciente com alteração do nível de consciência, especialmente em contexto de possível lesão craniana, conforme protocolos como PALS e ATLS adaptados para pediatria. Quanto às drogas, a ketamina e a succinilcolina são classicamente evitadas em cenários de risco para hipertensão intracraniana devido a mecanismos como estimulação simpática e fasciculações musculares, respectivamente, embora evidências recentes sugiram nuance no uso da ketamina em pacientes sedados e ventilados.
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