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Homem de 72 anos com adenoma tóxico de 3,8 cm no lobo direito, TSH < 0,01 mUI/L, T3 livre desproporcionalmente elevado em relação ao T4 livre, sem comorbidades cardíacas graves. A melhor estratégia terapêutica definitiva, considerando eficácia, segurança e risco de hipotireoidismo permanente, é:
A. Uso contínuo de metimazol em dose baixa por tempo indeterminado
INCORRETO: O tratamento medicamentoso prolongado não é curativo e expõe o paciente idoso a efeitos colaterais e risco de escape.
B. Ablação com iodo-131 em dose calculada, aceitando alta probabilidade de hipotireoidismo
INCORRETO : A dose de 131I necessária para ablação de nódulo grande frequentemente causa hipotireoidismo e a resposta pode ser incompleta.
C. Lobectomia direita com istmectomia após preparo com antitireoidiano
CORRETO : Em adenoma tóxico solitário, a lobectomia com istmectomia oferece cura definitiva, preserva a função do lobo contralateral (baixa taxa de hipotireoidismo) e elimina o risco de crescimento ou malignidade residual, sendo preferida em pacientes sem contraindicação cirúrgica.
D. Injeção percutânea de etanol sob orientação ultrassonográfica
INCORRETO : A injeção de etanol tem alta taxa de recorrência e não é considerada tratamento definitivo de primeira linha.
E. Ablação por radiofrequência como primeira linha
INCORRETO : A radiofrequência ainda não possui evidência robusta de longa duração como terapia definitiva em adenoma tóxico
Gabarito: C
No acompanhamento da saúde do paciente com síndrome de Oown, devem-se buscar, ativamente, algumas doenças associadas, de acordo com a recomendação da atual ”Caderneta da criança” (Ministério da Saúde).
Cite 4 dessas doenças.
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No acompanhamento da saúde do paciente com síndrome de Oown, devem-se buscar, ativamente, algumas doenças associadas, de acordo com a recomendação da atual ”Caderneta da criança” (Ministério da Saúde).
Cite 4 dessas doenças.
As quatro doenças/condições que mais consistentemente devem ser procuradas no acompanhamento da criança são:
1. Cardiopatia congênita (0,13 p) — presente em cerca de 40–50% dos casos (canal atrioventricular, CIV, CIA, PCA, tetralogia de Fallot). O sopro pode estar ausente; o ecocardiograma neonatal é obrigatório.
2. Hipotireoidismo / disfunção tireoidiana (0,13 p) — risco elevado já no período neonatal e ao longo da vida. TSH e T4 livre: teste do pezinho, 6 e 12 meses e, depois, anualmente. Sem reposição precoce há prejuízo de crescimento e de desenvolvimento.
3. Alterações auditivas (perda auditiva e otite média de repetição/efusão) (0,12 p) — acometem a maioria das crianças; o líquido na orelha média é a causa mais comum e atrasa linguagem se não for tratado. Avaliação auditiva seriada (além do “teste da orelhinha”).
4. Alterações visuais (erros de refração, estrabismo, catarata, obstrução de via lacrimal) (0,12 p) — prevalência alta; o “teste do olhinho” no RN não dispensa oftalmologia periódica.
FONTE:
Caderneta da Criança (Ministério da Saúde),
Diretrizes de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down
1) Conforme a classificação de Kramer, que zona e que nível de bilirrubinemia total estima-se nesta criança?
A criança está com icterícia de Zona 3 (icterícia até os joelhos, sem pegar os antebraços) (0,0625 p) - o nível estimado é de 12 mg/100 ml. (0,0625 p)

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