ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2565 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
506 TENTATIVAS (23 CONTESTAÇÕES)
14781 QUESTÕES OBJETIVAS
3438 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2998 QUESTÕES DE CIRURGIA
1791 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
164 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
196 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÓNICA (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A DPOC traz grande prejuízo à respiração e de vários modos diferentes. A compreensão dos efeitos desses prejuízos no restante do corpo fica muito difícil se não se considerar a grande heterogeneidade dos indivíduos rotulados como portadores de DPOC.  A Iniciativa Global para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (GOLD), criada com a colaboração do Instituto Nacional Norte-Americano do Coração, Pulmão e Sangue (NHLBI) em 1998,  e da Organização Pan-Americana de Saúde (OMS) em 2000, relata que a DPOC é um problema de saúde pública. Ela é a quarta causa principal de morbidade e mortalidade crônica nos Estados Unidos e há previsão de que assuma a quinta posição em 2020 como uma doença de impacto global.

OBJETIVA: (1123792 votos)..........99.51% das questões objetivas receberam votos.
Exames complementares que caracterizam a morte encefálica:
(I) eletrocardiograma
(II) Doppler transcraniano
(III) extração cerebral de oxigênio
(IV) tomografia por emissão de fóton xenônio
(V) cintigrafia cerebral radioisotópica
São CORRETAS:
A. I, II e IV
B. I e V
C. II, III, IV e V
D. I, II, III e IV
E. todas

  RATING: 2.66

Exames complementares que caracterizam a morte encefálica:

(I) eletrocardiograma
(II) Doppler transcraniano
(III) extração cerebral de oxigênio
(IV) tomografia por emissão de fóton xenônio
(V) cintigrafia cerebral radioisotópica
São CORRETAS:

A. I, II e IV
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. I e V
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. II, III, IV e V
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. I, II, III e IV
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. todas
CORRETO : Toda a lista acíma descreve os métodos diagnósticos de morte encefálica.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.66)

DISCURSIVA: (181648 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Como se estabelece o diagnóstico de sifilis congênita?


RATING: 3.46

Como se estabelece o diagnóstico de sifilis congênita?

Diagnóstico de sifilis congênita:
  1. Mulheres grávidas e lactentes devem ser rastreados para uma possível intecção com um leste não-treponêmico para Treponema palidum. Tais testes incluem o teste rápido em cartão para reaginas no plasma (RPR) e o teste da lâmina do Venereal Disease Reference Laboratory (VDRL). 0,2 p
  2. Se o sangue da mãe ou do lactente exibe um teste sorológico náo-treponêmico positivo, deve-se realizar um teste treponêmico especifico no sangue do lactente. Exemplos atualmente em uso incluem o teste de absorção de anticorpo de treponema fluorescente (FTA-ABS) e o teste de micro-hemaglutinação para T. pallidum (MTA-TP). 0,15 p
  3. A avaliação dos lactentes com suspeita de sífilis congênita deve também incluir um hemograma completo, uma análise completa do fluido cerebrospinal (inclusive um VDRL liquórico) e radiografias dos ossos longos (a menos que o diagnóstico tenha sido estabelecido por outra forma) 0,15 p

FONTE:

Richard A. Polin, Mark F. Ditmar - SEGREDOS EM PEDIATRIA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.46)

CASO CLINICO: (211687 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo feminino, 70 anos, diabética e com DPOC, com início dos sintomas há 2 dias, febre alta, tosse produtiva com expectoração amarelada, dor torácica e dispneia. Apresentou três episódios de vômitos há 24 horas. Ao exame físico, apresenta-se agitada, levemente desidratada, taquipneica (FR – 33 irm), taquicárdica (FC – 122 bpm) e com PA 90 × 60 mmHg. Estertores crepitantes na base pulmonar direita. Exames complementares: Ureia – 60 mg/dL; Creatinina – 1,2 mg/dL; Leucócitos – 4000; Sat. O2 < 90% com oxigênio em cateter nasal a 5 L/min.
1) Essa paciente tem indicação para internação? Em que nível de complexidade? Explique o sistema de escore britânico CURP-65, usado para indicar gravidade e o local de tratamento. (0,18 pontos)
2) Quais os agentes etiológicos mais frequentes em pneumonia aguda em pacientes tratados ambulatorialmente, internados em enfermaria e internados em UTI? (0,19 pontos)
3) Qual o esquema antimicrobiano indicado nesta paciente? Justifique. (0,13 pontos)


RATING: 3.11

1) Essa paciente tem indicação para internação? Em que nível de complexidade? Explique o sistema de escore britânico Curp-65, usado para indicar gravidade e o local de tratamento.
Sim. (0,01 p)
UTI: (0,01 p)
Escore de 6 pontos, no qual cada item anormal pontua uma unidade. (0,01 p)
Escore 0 e 1, se apenas a idade pontuar → tratamento domiciliar. (0,01 p)
Escore > 1 → tratamento internado. (0,01 p)
C = Confusão mental (nível de consciência) (0,01 p)
U = Ureia > 50 mg/dL (0,01 p)
R = FR > 30 irpm (0,01 p)
P = PAS < 90 mmHg (0,01 p)
P= PAD ≤ 60 mmHg (0,01 p)
65 = Idade acima de 65 anos. (0,01 p)
Deve-se considerar ainda a presença de comorbidades descompensadas (CPOC; ICC; I. hepática, I. renal, Neoplasia) (0,01 p); extensão da pneumonia no RX Tórax (0,01 p) e na saturação arterial do oxigênio (0,01 p) e fatores psicossociais que possam interferir no tratamento e indicar internação. (0,01 p)
Sinais de gravidade:
Sat. OO2 ≤ 90% sem oxigenioterapia (0,01 p) e o mesmo resultado com oxigenioterapia indicação de UTI (0,01 p)
Leucócitos < 4000 → prognóstico ruim. (0,01 p)
2) Quais os agentes etiológicos mais frequentes em pneumonia aguda em pacientes tratados ambulatoriamente, internados em enfermaria e internados em UTI?
- PAC Ambulatorial (leve) (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Mycoplasma pneumoniae (0,01 p); Chlamydophila pneumoniae (0,01 p); Vírus respiratórios (influenza, adenovírus, vírus sincicial respiratório, para-influenza e coronavírus) (0,01 p); Haemaphylos influenzae. (0,01 p)
- PAC internados em enfermarias (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Mycoplasma pneumoniae (0,01 p); Chlamydia pneumoniae (0,01 p); Vírus respiratórios (0,01 p); Haemaphylos influenzae (0,01 p); Legionelha Spp (0,01 p).
- PAC internados (UTI) (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Bacilos gram negativos (0,01 p); Haemaphylus influenzae (0,01 p); Legionella spp (0,01 p); S. aereus (0,01 p).
3) Qual o esquema antimicrobiano indicado nesta paciente? Justifique.
Betalactâmico com inibidor da betalactamase ou clindamicina.
Justificativa: Por ser paciente grave, com evolução desfavorável e com história de vômitos, podendo ter broncoaspirado com possibilidade de infecção por anaeróbios e gram-negativo da flora da boca. A associação de betalactâmicos com aminoglicosídeos e um agente para cobertura de bacteróides Fragillis, embora possa dar uma cobertura antimicrobiana, deverá ser evitada pelo risco de nefrotoxicidade em uma paciente idosa, diabética e com lesão renal prévia. (0,13 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.11)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.