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TUBERCULOSE (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Estudos sobre a infecção tuberculosa no país, tomando-se em conta a alta cobertura de vacinação BCG e o conhecimento acerca de sua influência sobre os indicadores de infecção, são altamente oportunos no momento atual. Estudos anteriores cobriram diversas cidades brasileiras, na sua maioria capitais, e datam da década de 70, portanto não mais refletindo o país como um todo. A tendência do risco de infecção foi arbitrada e não levou em consideração o emprego da quimioterapia de curta duração e as profundas modificações socioeconômicas ocorridas no Brasil.

A estimativa da prevalência de infecção é importante porque mede o chamado reservatório secundário, permitindo estimar o risco de infecção.

OBJETIVA: (1366240 votos)..........95.61% das questões objetivas receberam votos.
A evolução da gravidez ectopica angular é a seguinte:
A. o ovo cai na cavidade peritoneal, sendo seguido de uma pequena hemorragia, ou pode ficar mesmo “in situ”, desenvolvendo uma “mola ovariana”, ou, praticamente, absorvendo-se
B. a gravidez pode acabar num parto prematuro ou pode surgir rotura uterina ou abortamento
C. raramente a gravidez passa de 12 semanas, precisando de intervenção cirúrgica, devido ao sangramento local
D. rotura da trompa e queda do ovo no abdome, na maioria dos casos, o ovo localizando-se no fundo de saco Douglas
E. deformação da trompa, amolecimento local, rotura dos vasos, e finalmente, rotura de trompa com importante hemorragia intraabdominal

  RATING: 2.96

A evolução da gravidez ectopica angular é a seguinte:

A. o ovo cai na cavidade peritoneal, sendo seguido de uma pequena hemorragia, ou pode ficar mesmo “in situ”, desenvolvendo uma “mola ovariana”, ou, praticamente, absorvendo-se
INCORRETO: esta é a evolução da PRENHEZ OVARIA aonde a rotura esta rápida, enquanto o ovo desenvolve-se, seja na superfície do ovário tanto no interior desse. O ovo cai na cavidade peritoneal, sendo seguido de uma pequena hemorragia, ou pode ficar mesmo “in situ”, desenvolvendo uma “mola ovariana”, ou, praticamente, absorvendo-se
B. a gravidez pode acabar num parto prematuro ou pode surgir rotura uterina ou abortamento
CORRETO : PRENHEZ ANGULAR – Desenvolve-se num ângulo do útero, deforma o corno uterino e aumenta o sinal do Piscacek. Depois o quarto mês, enquanto o feto desenvolve-se em direção do centro do útero, a assimetria some, mas existe um crescimento retardado. A gravidez pode acabar num parto prematuro ou pode surgir rotura uterina ou abortamento
C. raramente a gravidez passa de 12 semanas, precisando de intervenção cirúrgica, devido ao sangramento local
INCORRETO : isto é a evolução da gravidez cervical - é uma ectopia muito barulhenta, raramente a gravidez passa de 12 semanas, precisando de intervenção cirúrgica, devido ao sangramento local.
D. rotura da trompa e queda do ovo no abdome, na maioria dos casos, o ovo localizando-se no fundo de saco Douglas
INCORRETO : esta é a evolução da gravidez ectopica abdominal - o ovo ou cai direto do ovário (secundária) ou cai da trompa rota (primária)
E. deformação da trompa, amolecimento local, rotura dos vasos, e finalmente, rotura de trompa com importante hemorragia intraabdominal
INCORRETO : está é a evolução da forma tubária, a mais frequente

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

DISCURSIVA: (193326 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Enumeram cinco causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes. (0,25 pontos)
(II) No tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial pediátrica quais são as principais recomendações para a mudança do estilo de vida nesta faixa etária? (0,25 pontos)


RATING: 3.12

(I) Enumeram cinco causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes. (0,25 pontos)
(II) No tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial pediátrica quais são as principais recomendações para a mudança do estilo de vida nesta faixa etária? (0,25 pontos)

(I) Causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes:
  1. glornerulonefrite aguda (0,05 p)
  2. abuso de drogas (0,05 p)
  3. doença vascular do colágeno (0,05 p)
  4. hipertensão renovascular (0,05 p)
  5. trauma craniano (0,05 p)
(II) Recomendações para a mudança do estilo de vida na faixa etária pediatrica:

  1. redução do peso corpóreo em indivíduos com excesso de peso (0,025 p)
  2. aumento do consumo de vegetais frescos (0,025 p), frutas (0,025 p) e leite/derivados desnatados (0,025 p)
  3. redução do consumo diário de sódio (0,025 p)
  4. moderação no consumo do álcool (0,025 p)
  5. atividade física regular (30 a 60 min e atividade física vigorosa na maioria dos dias da semana) (0,025 p)
  6. redução das atividades sedentárias (assistir à televisão, jogos eletrônicos) para menos de 2 h diárias (0,025 p)
  7. cessação do hábito de fumar (0,025 p) e o incentivo para nunca iniciar esse hábito (0,025 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.12)

CASO CLINICO: (225521 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma criança de 6 anos, vítima de atropelamento, chega à Unidade de Emergência trazida pelo SAMU. Ao exame físico, em regular estado geral, com FC = 178 bpm, FR = 20 irpm, PA = 74 x 30mmHg, perfusão = 4 segundos, pulsos finos, saturação de oxigênio = 94% (ar ambiente), murmúrio vesicular presente simétrico, sem ruídos adventícios, BRNFs sem sopros, abdome inocente e escala de coma de Glasgow= 10.
O médico chefe opta por realizar intubação.


a) Cite o dado clínico que indicou a intubação............. 0,25 pontos
b) Cite 2 drogas que estão contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana.... 0,25 pontos





RATING: 2.98

a) O dado clínico que indicou a intubação é a Escala de Coma de Glasgow igual a 10. (0,250 pontos)

b) Duas drogas contraindicadas para a sedação por aumentarem a pressão intracraniana são:

  • Ketamina. (0,125 pontos)
  • Succinilcolina. (0,125 pontos)


Em discussão resumida sobre as respostas, a intubação em trauma pediátrico com GCS de 10 é justificada pela necessidade de proteção da via aérea em paciente com alteração do nível de consciência, especialmente em contexto de possível lesão craniana, conforme protocolos como PALS e ATLS adaptados para pediatria. Quanto às drogas, a ketamina e a succinilcolina são classicamente evitadas em cenários de risco para hipertensão intracraniana devido a mecanismos como estimulação simpática e fasciculações musculares, respectivamente, embora evidências recentes sugiram nuance no uso da ketamina em pacientes sedados e ventilados.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.98)




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