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RECÉM NASCIDO DE ALTO RISCO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Definimos como recém-nascido de alto risco aqueles bebês que encontram-se mais sujeitos a eventos mórbidos no período perinatal quando comparados à outros neonatos.

Estas crianças devem permanecer sob vigilância estreita por parte de médicos e enfermeiras.
Sabemos que o risco mais alto de mortalidade neonatal se dá em crianças com menos de 1.000g ao nascer e em gestações com menos de 30 semanas...

Existem algumas condições ou fatores referentes à mãe, ao recém-nascido e ao próprio parto que predispõem ao alto risco. Portanto, vale a pena memorizá-los.

OBJETIVA: (1276804 votos)..........96.94% das questões objetivas receberam votos.
O principal vetor da malária no Brasil é, sem duvida:
A. A. darlingii
B. A. albitarsis
C. A. aquasalis
D. A. braziliensis
E. A. nunezstovarii

  RATING: 2.8

O principal vetor da malária no Brasil é, sem duvida:

A. A. darlingii
CORRETO: não existe dúvida de que A. darlingii é o principal vetor da malária no Brasil, Esta presente em todo o território nacional, com excecào das regiões áridas do nordeste e do extremo sul do pais.
B. A. albitarsis
INCORRETO : A. albitarsis e uma espécie amplamente distribuída no país. apresentando elevada antropofilia. No entanto, seu papel como vetor primário de malária permanece incerto.
C. A. aquasalis
INCORRETO : A. aquasalis tem importância restrita a algumas áreas litorâneas
D. A. braziliensis
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. A. nunezstovarii
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.8)

DISCURSIVA: (190591 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A criança é particularmente suscetível a desenvolver insuficiência respiratória, pois existem diversos fatores interrelacionados, que vão desde peculiaridades anatômicas a características fisiológicas e imunológicas. Enumeram pelo menos 5 (cinco) fatores que favorecem essa evolução:


RATING: 2.97

A criança é particularmente suscetível a desenvolver insuficiência respiratória, pois existem diversos fatores interrelacionados, que vão desde peculiaridades anatômicas a características fisiológicas e imunológicas. Enumeram pelo menos 5 (cinco) fatores que favorecem essa evolução:

Fatores que favorecem essa evolução (0,1 p para cada um):

  1. pequeno diâmetro das vias aéreas que produz uma maior tendência à obstrução; a
  2. função muscular intercostal e a diafragmática menos maduras favorecendo à exaustão;
  3. poros de ventilação colateral (Canais de Lampert e Poros de Kohn) pobremente desenvolvidos favorecendo à formação de atelectasias;
  4. caixa torácica mais complacente;
  5. incoordenação tóraco-abdominal durante o sono REM que prejudica a higiene brônquica;
  6. pulmões com menos elastina nas crianças pequenas levando à diminuição na propriedade de recolhimento elástico com conseqüente diminuição na complacência pulmonar;
  7. o sistema imunológico em desenvolvimento favorecendo às infecções
  8. taxas metabólicas são mais altas, enquanto que a capacidade residual funcional (CRF) e a reserva de oxigênio são mais baixas. Assim, em razão de disfunção respiratória, as crianças tornam-se rapidamente hipoxêmicas.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (222776 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Menino de 9 anos, branco, pais agricultores, procedentes do meio rural de pequena cidade. Foi admitido na UTIP por crise convulsiva seguida de coma desde a noite anterior à internação. Nasceu de parto vaginal, normal, a termo, pesando 2.000 g e sem intercorrências neonatais. Pais e irmã normais.
Há aproximadamente 4 anos, iniciou com episódios frequentes de vômitos e pneumonias de repetição. Anorexia, astenia, adinamia importantes e emagrecimento acentuado, ficando muitas vezes até 15 dias sem forças para levantar-se da cama. Alto grau de absenteísmo escolar, com rendimento muito baixo no aprendizado. Relato de extrema dificuldade para tolerar baixas temperaturas ambientais. Trazia resultados de investigações realizadas em dois Hospitais Universitários na capital do estado, nos últimos 3 anos, que concluíram por refluxo gastroesofágico e bronquite crônica. Veio transferido do Hospital de sua cidade, onde estava internado nos últimos 25 dias, recebendo medicação antibiótica endovenosa para tratamento de pneumonia.
Exame físico: peso de 16 Kg ( Mucosas coradas e pele escura. Ausculta cardíaca normal e pulmonar com diminuição de murmúrio vesicular à esquerda. Sem anormalidades ao exame abdominal. Genitália masculina com testículos de tamanho normal para a idade. Extremidades frias, pulsos femurais simétricos e amplos.
Exames laboratoriais: hemograma com hemoglobina de 11,5 g/dl, hematócrito de 35%, com 8700 leucócitos/dl com 1% de eosinófilos. Gasometria arterial com pH 7,23 e bicarbonato de 24 mEq/l. Sódio sérico de 102 mEq/l (VN 135 a 145 mEq/L) , potássio sérico de 5,1 mEq/l, (3,5 a 5,0 mEq/L) Ca iônico sérico de 1,02 mMol/l (Valores de Ref.:1,17 a 1,32 mmol/l), glicemia de 186 mg/dl, Uréia plasmática de 16 mg/dl, Creatinina plasmática de 0,8 mg/dl, sódio urinário de 74 mEq/l (Referência: 40,0 a 220,0 mEq/L) e potássio urinário de 24,7 mEq/l (Referência: 25,0 a 125,0 mEq/L).
Rx de tórax com consolidação parenquimatosa extensa à esquerda.
1) Quais são as modificações dos parâmetros laboratoriais que podem ter relação com a convulsão? - 0,2 pontos
2) Corroborando os dados clínicos com aqueles de laboratório sugerem e justifiquem a mais apropriada suspeita diagnóstica - 0,3 pontos.


RATING: 3.01

1) Quais são as modificações dos parâmetros laboratoriais que podem ter relação com a convulsão e coma? - 0,2 pontos
Conforme os exames apresentados a criança apresenta: acidose, hiponatremia profunda, leve hiperpotassemia, leve hipocalcemia, hiperglicemia. Entre as mencionadas, a hiponatremia é frequentemente causa de convulsões recorrentes com baixa resposta ás anticonvulsivantes. O paciente tem Rx tipico de pneumonia.
2) Corroborando os dados clínicos com aqueles de laboratório sugerem e justifiquem a mais apropriada suspeita diagnóstica - 0,3 pontos.

Temos os seguintes dados:
- episódios frequentes de vômitos e pneumonias de repetição
- anorexia, astenia, adinamia importantes e emagrecimento acentuado
- peso de 16 Kg ( - pele escura (raça branca)
- hiponatremia
- acidose
- hiperglicemia
Com esses dados, considera-se a hipótese inicial de crise adrenal aguda desencadeada por pneumonia e secundária à doença de Addison.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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