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Durante a ventilação com bolsa-máscara, como você deve segurar a máscara para criar uma vedação eficiente entre a face da criança e a máscara?
A. Posicionar os dedos usando a técnica C-E
CORRETO: A posição tradicional das mãos é a preensão 'C-E', posicionando os dedos médios, anulares e mínimos (o 'E') sob a mandíbula e puxando a mandíbula para cima, enquanto os polegares e os indicadores criam um 'C' pressionando a máscara.
B. Usar a técnica dos 2 polegares
INCORRETO : A compressão torácica, é preferencialmente realizada pela técnica dos polegares (maior pico de pressão sistólica, maior perfusão coronariana, além de ser menos cansativa) no 1/3 inferior do esterno, comprimindo 1/3 do diâmetro AP do tórax.
C. Posicionar os dedos usando a ponte nasal como guia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Comprimir a mandíbula para frente usando uma manobra de anteriorização/subluxação da mandíbula
INCORRETO : A Manobra de Jaw-Thrust, que é a manobra de elevação da mandíbula, o procedimento consiste na utilização das duas mãos do examinador, posicionando os dedos médios e indicadores no ângulo da mandíbula, projetando-a para frente, enquanto os polegares deprimem o lábio inferior, abrindo a boca e permitindo a pesquisa de corpos estranhos, próteses dentárias, sangramento, enfim, tudo que possa obstruir as vias aéreas superiores.
E. Evitar o vedamento completo das duas eminências malares
INCORRETO : Pelo contrario, não colocar as mãos ou a máscara nos olhos do paciente, primeiro posicionando a parte nasal da máscara sobre o nariz, suficientemente alta para cobrir a ponte nasal sem vazamento de ar. A seguir, abaixar a máscara sobre o queixo e permitir que vede as duas eminências malares. Cobrir a ponte nasal, as duas eminências malares e o lábio inferior do paciente com a máscara para obter uma vedação adequada. Esticar a parte interna da máscara antes de colocá-la sobre o nariz e a boca pode ajudar a criar uma vedação mais adequada.
Gabarito: A
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FONTE:
1) Qual é o diagnóstico mais provável?
Artrite idiopatica juvenil, forma oligoarticular. 0,2 p
DISCUSSÃO: Artrite com duração mínima de 6 semanas em uma ou mais articulações, idade de início inferior a 16 anos e exclusão de outras causas de artrite, Definição: artrite em uma a quatro articulações durante os 6 primeiros meses de doença. Este termo se refere aos casos de AIJ com artrite que compromete uma a quatro articulações durante os 6 primeiros meses de doença. Esta é a forma mais freqüente de AIJ, representando 26% a 56% de todos os casos, na maioria das casuísticas. Incide preferencialmente em crianças pequenas do sexo feminino (mediana de idade de início de 5,2 anos). As articulações mais freqüentemente acometidas são os joelhos e os tornozelos, geralmente de maneira assimétrica.
2) Considerando a forma de início dessa molestia, qual é o principal risco desta criança?
Uveíte anterior crônica. 0,15 p
DISCUSSÃO: Anticorpos antinucleares (AAN) são encontrados em 40% a 50% dos casos e constituem um fator de risco para o desenvolvimento de uveíte anterior crônica. Esta complicação, que ocorre em até 20% das crianças com esta forma de AIJ, é mais freqüente durante os primeiros 5 anos de aparecimento da artrite, mas em cerca de 10% dos casos pode preceder o início do quadro articular. O início da uveíte é insidioso e assintomático na grande maioria dos casos. Quando presentes, as queixas mais comuns são hiperemia, dor ocular, lacrimejamento, diminuição da acuidade visual, fotofobia e cefaléia. O diagnóstico de uveíte pode ser feito através do exame oftalmológico de lâmpada de fenda que mostra os primeiros sinais de infl amação, que são a presença de proteínas e células (fl are) na câmara anterior do olho. Exames de lâmpada de fenda devem ser realizados a cada 3 meses nas crianças com AIJ de início oligoarticular com AAN positivos. Uveítes não tratadas podem evoluir para seqüelas que variam desde sinéquias posteriores até catarata, glaucoma e cegueira.
3) Qual é o papel etiológico duma possível trauma na evolução desta doença?
Nenhum. 0,15 p
Curiosamente, algumas destas crianças referem história de trauma precedendo o aparecimento da artrite. Durante o seguimento, a persistência da artrite e o afastamento de outras etiologias leva ao diagnóstico de AIJ. Nesta forma, a criança permanece com ótimo estado geral e não costuma apresentar outras queixas, além da artrite
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