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PÚRPURA TROMBOCITOPÊNICA IMUNOLÓGICA NEONATAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

A plaquetopenia neonatal aloimune constitui uma das causas mais graves de plaquetopenia no período neonatal.
É a causa mais frequente de trombocitopenia precoce severa e de hemorragia intracraniana em recém-nascido de termo.
Sua incidência varia de 1:1500 até 1:5000 nascidos vivos.
A fisiopatologia é sobreponível à da isoimunização Rh mas, contrariamente a esta, pode ocorrer no 1º filho. A incidência é de 1/1000-1500 gestações . O risco de recorrência nas gravidezes seguintes é elevado (75-90%). Mães com púrpura trombocitopenica imune sintetizam anticorpos maternos que passam para filhos por passagem transplacentária.

OBJETIVA: (1373820 votos)..........94.85% das questões objetivas receberam votos.
No enfisema da DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), o mecanismo que reduz a retração elástica e favorece o colapso expiratório das vias aéreas de pequeno calibre é CORRETO descrever como:
A. Destruição de septos alveolares e de âncoras elásticas por desequilíbrio protease-antiprotease e por estresse oxidativo
B. Fibrose intersticial difusa com redução obrigatória de todos os volumes pulmonares
C. Hipertrofia exclusiva da musculatura lisa de brônquios de grosso calibre, sem lesão do parênquima
D. Aumento da pressão oncótica do interstício alveolar, que cola as paredes e impede o esvaziamento
E. Oclusão trombótica simultânea de todo o leito capilar pulmonar como evento inicial e suficiente

  RATING: 0

No enfisema da DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), o mecanismo que reduz a retração elástica e favorece o colapso expiratório das vias aéreas de pequeno calibre é CORRETO descrever como:

A. Destruição de septos alveolares e de âncoras elásticas por desequilíbrio protease-antiprotease e por estresse oxidativo
CORRETO: Proteases (elastase neutrofílica, metaloproteinases) superam as antiproteases, entre elas a AAT (alfa-1 antitripsina). O estresse oxidativo inativa antiproteases e amplifica a lesão. Caem os septos e as âncoras elásticas que mantêm as bronquíolas abertas na expiração. Sem retração elástica, a via aérea pequena colaba, o fluxo cai e o ar fica aprisionado
B. Fibrose intersticial difusa com redução obrigatória de todos os volumes pulmonares
INCORRETO : A fibrose intersticial difusa reduz volumes e configura padrão restritivo. Não é o mecanismo do enfisema, no qual a complacência pulmonar aumenta e os volumes estáticos sobem
C. Hipertrofia exclusiva da musculatura lisa de brônquios de grosso calibre, sem lesão do parênquima
INCORRETO : A hipertrofia muscular de vias centrais pode coexistir na doença de vias aéreas, mas não explica a perda de retração elástica nem o colapso das bronquíolas por falta de suporte parenquimatoso
D. Aumento da pressão oncótica do interstício alveolar, que cola as paredes e impede o esvaziamento
INCORRETO : Não há aumento oncótico intersticial que “cole” alvéolos. O defeito é destrutivo e mecânico: falta de tecido elástico de sustentação
E. Oclusão trombótica simultânea de todo o leito capilar pulmonar como evento inicial e suficiente
INCORRETO : A perda capilar no enfisema é consequência da destruição do septo, não um evento trombótico maciço inicial e suficiente para gerar o fenótipo

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (193523 votos) ..........98.39% das questões discursivas receberam votos.
Quais são as indicações de entubação traqueal em crianças? 0.5 pontos


RATING: 3.02

Quais são as indicações de entubação traqueal em crianças? 0.5 pontos

Indicações de entubação traqueal em crianças:

  • Insuficiência respiratória com pouca probabilidade de reversão rápida, especialmente se houver hipoxemia apesar da administração de oxigênio < 60%. 0,1 p
  • Apnéia, hipoventilação ou exaustão respiratória progressiva com necessidade de ventilação mecânica 0,1 p
  • Proteção de via aérea para crianças com obstrução de via aérea superior ou incapacidade de proteger a via aérea de aspiração 0,1 p
  • Desejo de redução do trabalho respiratório para pacientes em choque. Em circunstâncias normais, o trabalho respiratório consome menos de 5% do gasto total de energia, porém, no sofrimento respiratório, pode gastar até 50%. No estado de choque, a energia pode ser melhor utilizada para outras funções corporais essenciais 0,1 p
  • Intervenções terapêuticas. Hiperventilação para reduzir a pressão intracraniana, administração de medicações intratraqueais e aspiração para limpeza pulmonar necessitam de entubação endotraqueal e de ventilação mecânica 0,1 p

FONTE:

Steven M. Selbst, Kate Cronan - Segredos em emergência pediatrica - Editura Arimed 2003, p. 41

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (225722 votos)..........99.53% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino, 50 anos de idade, portador de hérnia inguinal direita, apresentando, como comorbidades, IMC 31 e hipertensão arterial leve controlada com inibidores da ECA, será submetido à cirurgia eletiva (herniorrafia), cujo ato anestésico planejado será um bloqueio peridural.
1) Esse quadro sugere risco de trombose venosa profunda (TVP)? Justifique. (0,1 pontos)
2) Como deve ser realizada a profilaxia desse paciente, se houver risco de TVP? (0,4 pontos)


RATING: 2.45

1) Esse quadro sugere risco de trombose venosa profunda (TVP)? Justifique.
Esse paciente apresenta risco intermediário para tromboembolismo venoso profundo por ter mais de 40 anos de idade e por ter de se submeter à cirurgia que pode ter duração igual ou superior a 60 minutos. (0,1 p)
2) Como deve ser realizada a profilaxia desse paciente, se houver risco de TVP?
Deverá ser submetido à quimioprofilaxia para TVP (0,05 p) com heparina de baixo peso molecular (HBPM) (0,05 p) ou heparina não fracionada (HNF) subcutânea (0,05 p), nas doses profiláticas baixas: HNF 5.000 UI a cada 12 h (0,05 p), enoxaparina 20 mg 1x ao dia (0,05 p), dalteparina 2.500 UI 1x ao dia (0,05 p) ou nadroparina (1.900 U se < 70 Kg ou 5.700 se > que 70 Kg) 1x ao dia, com duração de 7 a 10 dias (0,05 p). A primeira dose deverá ser administrada duas horas após a realização do bloqueio peridural (0,05 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.45)




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