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ANATOMIA E FISIOLOGIA DO CORAÇÃO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A anatomia e a fisiologia do coração são extremamente importantes para o funcionamento do organismo. O coração é um órgão vital que bombeia o sangue para todos os outros órgãos do corpo, proporcionando o transporte de nutrientes e oxigênio. Além disso, a anatomia e a fisiologia do coração estão relacionadas com o sistema cardiovascular, que é responsável por controlar o ritmo cardíaco e o tônus vascular. Por fim, a anatomia e a fisiologia do coração são fundamentais para a saúde do organismo, pois são responsáveis por manter o fluxo sanguíneo constante e eficiente.

OBJETIVA: (1480049 votos)..........97.06% das questões objetivas receberam votos.
Pneumonia em que a evolução radiológica se faz rapidamente com reabsorção completa da condensação lobar homogenia, sem seqüelas, tem como agente etiológico mais provável:
A. Haemophilus influenzae
B. Klebsiella pneumoniae
C. Staphylococcus aureus
D. Streptococcus pneumoniae
E. Proteus vulgaris

  RATING: 3.14

Pneumonia em que a evolução radiológica se faz rapidamente com reabsorção completa da condensação lobar homogenia, sem seqüelas, tem como agente etiológico mais provável:

A. Haemophilus influenzae
INCORRETO: A Haemophilus influenza, inicialmente designada de bacilo de Pfeiffer, é uma bactéria que provoca meningites e septicémias, ambas geralmente em crianças (menores de 5 anos de idade); infecções no ouvido médio e na garganta; celulite; e, mais raramente, outras doenças, como pneumonia.
B. Klebsiella pneumoniae
INCORRETO : A Klebsiella tem como característica a chamada 'síndrome do lobo pesado'.
C. Staphylococcus aureus
INCORRETO : O Staphylococcus aureus, caracteristicamente, se apresenta como uma broncopneumonia
D. Streptococcus pneumoniae
CORRETO : O agente etiológico mais provável de uma pneumonia com aspecto lobar ou segmentar é o Streptococcus pneumoniae.
E. Proteus vulgaris
INCORRETO : Proteus é um gênero de bactérias gram-negativas da família Enterobacteriaceae. Produtor de urease, cliva a uréia em CO2 e amônia aumentando o pH facilitando a formação de cálculos renais. O aumento da alcalinidade da urina é tóxico para o epitélio urinário. Acomete pacientes cateterizados, pós-cirúrgicos. P. mirabllis e P. vulgaris estão associados ao diabetes e anomalias do trato urinário.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.14)

DISCURSIVA: (202359 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Enumeram cinco causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes. (0,25 pontos)
(II) No tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial pediátrica quais são as principais recomendações para a mudança do estilo de vida nesta faixa etária? (0,25 pontos)


RATING: 3.11

(I) Enumeram cinco causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes. (0,25 pontos)
(II) No tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial pediátrica quais são as principais recomendações para a mudança do estilo de vida nesta faixa etária? (0,25 pontos)

(I) Causas mais frequentes de emergência hipertensiva em crianças e adolescentes:
  1. glornerulonefrite aguda (0,05 p)
  2. abuso de drogas (0,05 p)
  3. doença vascular do colágeno (0,05 p)
  4. hipertensão renovascular (0,05 p)
  5. trauma craniano (0,05 p)
(II) Recomendações para a mudança do estilo de vida na faixa etária pediatrica:

  1. redução do peso corpóreo em indivíduos com excesso de peso (0,025 p)
  2. aumento do consumo de vegetais frescos (0,025 p), frutas (0,025 p) e leite/derivados desnatados (0,025 p)
  3. redução do consumo diário de sódio (0,025 p)
  4. moderação no consumo do álcool (0,025 p)
  5. atividade física regular (30 a 60 min e atividade física vigorosa na maioria dos dias da semana) (0,025 p)
  6. redução das atividades sedentárias (assistir à televisão, jogos eletrônicos) para menos de 2 h diárias (0,025 p)
  7. cessação do hábito de fumar (0,025 p) e o incentivo para nunca iniciar esse hábito (0,025 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.11)

CASO CLINICO: (234629 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Durante o plantão de final de semana, nasce um pré-termo de 34 semanas, por parto vaginal, peso de 1.450g, Apgar 8 e 9, que evolui com desconforto respiratório logo após o nascimento. Você opta pela internação na Unidade de Cuidados Intensivos. A mãe está em tratamento de infecção do trato urinário, com urinocultura positiva. Detalhe a sua conduta inicial diante desse paciente com relação ao suporte nutricional, infeccioso e ventilatório, justificando cada item.




RATING: 2.93

RN de 34 semanas, 1.450 g (muito baixo peso e pequeno para a idade gestacional), com desconforto respiratório precoce e mãe em tratamento de ITU com urocultura positiva. A conduta inicial na UTIN deve ser simultânea nos três eixos, sem atrasar o que é tempo-dependente.


1) Suporte ventilatório:

Como há respiração espontânea e Apgar favorável (0.04 p), o suporte de primeira linha é o CPAP nasal (0,04 p) (em geral 5–6 cmH2O), para manter CRF, reduzir atelectrauma e atenuar SDR/TTN.
Titule o oxigênio para SpO2 90–95% (0,04 p), evitando hiperoxia.
Reserve intubação e ventilação mecânica (0,03 p) para apneia, esforço progressivo, hipoxemia refratária ou acidose.
Peça radiografia de tórax (0,01 p) e gasometria (0,01 p) ; se o quadro for de SDR com necessidade crescente de FiO2, avalie surfactante (0,01 p).

2) Suporte infeccioso.

Prematuridade ≤34 semanas, baixo peso, desconforto desde o nascimento e ITU materna vigente configuram alto risco de sepse neonatal precoce (0,01 p) (E. coli (0,01 p) , GBS (0,01 p) e outros Gram-negativos (0,01 p)).
Colete hemocultura (0,01 p) e inicie antibiótico empírico imediatamente (0,01 p), sem esperar hemograma ou PCR.
O esquema de primeira linha é ampicilina (0,03 p) + gentamicina (0,03 p).
Punção lombar quando (0,01 p) o RN estiver estável (0,01 p) e houver decisão de manter antibiótico (0,01 p) ou suspeita de meningite (0,01 p) . Reavalie em 36–48 h (0,01 p) com culturas e evolução clínica (0,01 p) .

3) Suporte nutricional.

Este RN tem reserva glicogênica baixa e risco de hipoglicemia. Inicie infusão de glicose com GIR cerca de 4–6 mg/kg/min (0,05 p) e volume hídrico do 1º dia (em torno de 70–80 mL/kg/dia, ajustado à fototerapia/umidade). Por ser MBPN e criticamente doente, indique nutrição parenteral precoce (0,05 p) (aminoácidos nas primeiras horas). Se hemodinamicamente estável, inicie dieta enteral mínima (trófica) com leite materno (0,04 p) e progrida conforme tolerância; não force volume pleno no desconforto agudo. Monitore glicemia capilar nas primeiras horas.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.93)




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