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OBJETIVA: (494289 votos)..........95.68% das questões objetivas receberam votos.
NÂO representa um fator de risco para o leiomioma uterino:
A. a multiparidade
B. raça negra
C. obesidade
D. histórico de hiperestrogenismo
E. histórico familiar de mioma

  RATING: 2.9

NÂO representa um fator de risco para o leiomioma uterino:

A. a multiparidade
CORRETO: Admite-se que o leiomioma uterino seja hormônio dependente, fazendo parte do complexo clínico do hiperestrogenismo. Incide preferencialmente em: pacientes de cor negra, nulíparas, obesas, história de hiperestrogenismo, história familiar.
B. raça negra
INCORRETO :
C. obesidade
INCORRETO :
D. histórico de hiperestrogenismo
INCORRETO :
E. histórico familiar de mioma
INCORRETO :

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)
DISCURSIVA: (97280 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Definição do pectus excavatum (0,125 pontos), pectus carinatum (0,125 pontos).

2) Definição da síndrome de Poland. (0,25 pontos)

RATING: 2.93

1) Definição do pectus excavatum (0,125 pontos), pectus carinatum (0,125 pontos).

2) Definição da síndrome de Poland. (0,25 pontos)

1) O pectus excavatum provém de umcrescimento desequilibrado ou excessivo das cartilagens costais inferiores, causando umadepressão esternal posterior. (0,125 p)

O pectus carinatum (também chamado de peito-de-pombo) é caracterizado por uma deformidade com protrusão anterior do esterno e das cartilagens costais. (0,125 p)

2) A síndrome de Poland é uma doença rara, não-familiar, de causa desconhecida, que ocorre em 1 a cada 30.000 nascimentos. Os componentes da síndrome incluem:

  • a ausência do músculo peitoral maior,
  • a ausência ou a hipoplasia do músculo peitoral menor,
  • a ausência das cartilagens costais
  • hipoplasia das mamas e do tecido subcutâneo (inclusive do complexo mamilar) e uma variedade de anomalias das mãos.

FONTE:
http://www.misodor.com.br/PAREDETORACICAEPLEURA.html

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (103497 votos)..........99.33% dos casos clinicos receberam votos.
B. S. 8 anos, procedente da São Paulo começou a apresentar dor moderada e inchaço no joelho direito faz 2 meses, mas a mãe achou que fosse “alguma queda” na escolinha e não deu muita atenção. Porém, a dor não sumiu, e a mãe chegou a administrar ibuprofeno e nimesulida. A articulação começou a apresentar rigidez matinal faz 2 semanas e continua edemaciada. Mãe nega febre. No serviço de pediatria foi realizado o exame clínico que demonstrou a presença de edema articular e artralgia nas articulações de joelho direito e ainda no tornozelo direito, e punho esquerdo. A criança encontrava-se em estado geral regular, corada, hidratada, eupneia, acianótica, anictérica, afebril, consciente ao exame físico. O hemograma, bioquímica e eletrólitos foram normais. Os exames fator reumatoide (FR) foi reagente; velocidade de hemossedimentação (VHS) de 45 mm/h; Proteína C-Reativa (PCR) de 25mg/dl, Fator Antinuclear (FAN) reagente com padrão homogêneo e anticorpos anti-DNA de cadeia dupla (dsDNA), anti-Sm, anti-Ro, anti-La, e anti-RNP, não reagentes.

1) Qual é o diagnóstico mais provável? - 0,2 pontos
2) Considerando a forma de início dessa molestia, qual é o principal risco desta criança? 0,15 pontos
3) Qual é o papel etiológico duma possível trauma na evolução desta doença? 0,15 pontos



RATING: 2.87

1) Qual é o diagnóstico mais provável?

Artrite idiopatica juvenil, forma oligoarticular. 0,2 p

DISCUSSÃO: Artrite com duração mínima de 6 semanas em uma ou mais articulações, idade de início inferior a 16 anos e exclusão de outras causas de artrite, Definição: artrite em uma a quatro articulações durante os 6 primeiros meses de doença. Este termo se refere aos casos de AIJ com artrite que compromete uma a quatro articulações durante os 6 primeiros meses de doença. Esta é a forma mais freqüente de AIJ, representando 26% a 56% de todos os casos, na maioria das casuísticas. Incide preferencialmente em crianças pequenas do sexo feminino (mediana de idade de início de 5,2 anos). As articulações mais freqüentemente acometidas são os joelhos e os tornozelos, geralmente de maneira assimétrica.

2) Considerando a forma de início dessa molestia, qual é o principal risco desta criança?

Uveíte anterior crônica. 0,15 p

DISCUSSÃO: Anticorpos antinucleares (AAN) são encontrados em 40% a 50% dos casos e constituem um fator de risco para o desenvolvimento de uveíte anterior crônica. Esta complicação, que ocorre em até 20% das crianças com esta forma de AIJ, é mais freqüente durante os primeiros 5 anos de aparecimento da artrite, mas em cerca de 10% dos casos pode preceder o início do quadro articular. O início da uveíte é insidioso e assintomático na grande maioria dos casos. Quando presentes, as queixas mais comuns são hiperemia, dor ocular, lacrimejamento, diminuição da acuidade visual, fotofobia e cefaléia. O diagnóstico de uveíte pode ser feito através do exame oftalmológico de lâmpada de fenda que mostra os primeiros sinais de infl amação, que são a presença de proteínas e células (fl are) na câmara anterior do olho. Exames de lâmpada de fenda devem ser realizados a cada 3 meses nas crianças com AIJ de início oligoarticular com AAN positivos. Uveítes não tratadas podem evoluir para seqüelas que variam desde sinéquias posteriores até catarata, glaucoma e cegueira.

3) Qual é o papel etiológico duma possível trauma na evolução desta doença?

Nenhum. 0,15 p

Curiosamente, algumas destas crianças referem história de trauma precedendo o aparecimento da artrite. Durante o seguimento, a persistência da artrite e o afastamento de outras etiologias leva ao diagnóstico de AIJ. Nesta forma, a criança permanece com ótimo estado geral e não costuma apresentar outras queixas, além da artrite

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.87)

 

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