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NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
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OBJETIVA: (494282 votos)..........95.68% das questões objetivas receberam votos.
Não é sinal de descompensação hepática funcional ou hipertensão porta avançada:
A. icterícia
B. borda hepática firme
C. irregularidade de borda hepatica
D. epistaxis recorrente
E. veias dilatadas na parede abdominal

  RATING: 3

Não é sinal de descompensação hepática funcional ou hipertensão porta avançada:

A. icterícia
CORRETO: a icterícia indica, sem duvida um problema hepatico, e pode constituir um sinal de decompensação
B. borda hepática firme
CORRETO : é um indicador de decompensação hepatica
C. irregularidade de borda hepatica
CORRETO : se acompanhar uma consistência firme da parenquima, ela é um indicador de decompensação hepatica
D. epistaxis recorrente
INCORRETO : o epistaxis pode ter varias causas, apesar de ser um sinal de alteração da função da coagulação, mas a presença dele não indica obrigatorio alteração da função hepatica
E. veias dilatadas na parede abdominal
CORRETO : é um sinal bem conhecido de decompensação da hipertensão portal

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)
DISCURSIVA: (97279 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Respondam ás perguntas:
1. Enumeram as metas do tratamento do choque. (0,25 pontos)
2. Enumeram cinco sinais de alerta indicativos de progressão do choque compensado para hipotensivo (0,25 pontos)

RATING: 2.98

Respondam ás perguntas:
1. Enumeram as metas do tratamento do choque. (0,25 pontos)
2. Enumeram cinco sinais de alerta indicativos de progressão do choque compensado para hipotensivo (0,25 pontos)

1) Depois de identificar um choque em uma criança gravemente doente ou ferida, a intervenção precoce poderá reduzir a morbidade e a mortalidade. As metas no tratamento do choque são:
a) Melhorar a transferência de O2 0,05 p
b) Equilibrar a perfusão dos tecidos e as necessidades metabólicas 0,1 p
c) Reverter as anormalidades da perfusão 0,05 p
d) Fornecer suporte à função dos órgãos 0,05 p
e) Evitar a progressão para PCR 0,05 p
2. São sinais de alerta indicativos de progressão do choque compensado para hipotensivo:

a) Taquicardia crescente 0,05
b) Pulsos periféricos diminuídos ou ausentes 0,05
c) Enfraquecimento dos pulsos centrais 0,05
d) Estreitamento da pressão de pulso 0,05
e) Extremidades distais frias, com preenchimento capilar prolongado 0,05
f) Diminuição do nível de consciência
g) Hipotensão (achado tardio)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (103496 votos)..........99.33% dos casos clinicos receberam votos.
A. M,, 42 anos, empregada de fazenda, fumante, gravida de 23 semanas, relata que 3 dias atras, durante uma atividade domestica, sentiu, de repente 'um liquido quente banhando as coxas'. Aprecia a quantidade do liquido como 'uma xícara ou duas', levemente roseado. Achando que 'urinou sem querer', não deu importância ao incidente e somente trocou de calcinha, continuando a atividade. Hoje, no dia da consulta, achou de novo a lingerie manchada de liquido, e relata que a noite passada teve um curto episodio de calafrio, o que a fez procurar auxilio medico, Ao exame físico, apresenta-se pálida, com leve agitação. Temperatura axilar medida no momento da consulta 38,4 graus C, TA 110/80 mm Hg, FC 100/bpm. Sem sinais respiratórios ou cardiovasculares. Nega ter conhecimento de alguma doença cronica, nega uso de qualquer remédio. Fuma 10-12 cigarros por dia, ocasionalmente toma 1-2 copos de cerveja. Já teve 3 partos normais, e um aborto espontâneo, útero sensível a apalpação. Não apresenta nenhum outro foco de infecção visível.
1) Qual é o diagnóstico mais provável. (0,1 pontos)
2) Indiquem pelo menos 3 complicações maternas da amniorrexe (0,15 pontos)
3) Em quais condições é útil o toque vaginal neste caso? (0,05 pontos)
4) Qual é o plano terapêutico no caso acima?(0,25 pontos)


RATING: 2.96

1) Qual é o diagnóstico mais provável.
a. Amniorrexe prematura (0.05 p) b. Chorioamniotite (0.05 p)
2) Indiquem pelo menos 3 complicações maternas da amniorrexe
ATENÇÃO A PEGADINHA ! O requirimento e: 'complicações maternas' e não 'fetais'.
- Chorioamniotite (0.05 p)
- Infecção puerperal (endometrite) (0.05 p)
- Oligoidramnio (0.05 p)
3) Em quais condições é útil o toque vaginal neste caso?
EM NENHUMA ! Outra pegadinha... Normalmente, o toque vaginal e PROIBIDO em caso de suspeita de amniorrexe prematura, EXCETO quando existe expectativa de parto nas próximas 24 horas. Mas NESTE CASO a gravidez de 23 semanas e bem longe de tal eventualidade, então a resposta correta e 'o toque vaginal e proibido e, neste caso, não existe nenhuma condição que justificaria a fazer um tal exame'. (0.05 p)
4) Qual é o plano terapêutico no caso acima?
Conduta ativa: A única solução e a interrupção da gravidez. Ela vai acontecer em 7 dias. Resolução imediata da gestação se trabalho de parto ou presença de infecção (0.05 p).
Esquemas antibióticos :
Ampicilina 2 g EV 6/6 h + Gentamicina 1,5 mg/Kg 8/8 h ou em dose única diária. Se parto vaginal manter este esquema até que a paciente se mantenha afebril ou assintomática por 48 h, não sendo necessária a manutenção de esquema ambulatorial por via oral. (0.05 p)
Caso haja indicação de parto abdominal indica-se adicionar droga contra anaeróbios como Metronidazol 500 mg 8/8 h ou Clindamicina 900 mg 8/8 h, após clampeamento do cordão. (0.05 p) Particularidades: paciente com infecção estafilocócica requer terapia EV por período prolongado e subsequentemente curso de terapia oral. (0.05 p)
DISCUSSÃO:
O feto não vai ser viável, porque os pulmões são imaturos
. Justificação: a presença da CORIOAMNIOTITE
- Resulta de disseminação hematogênica ou infecção ascendente.
- Incidência mais comum nos casos de ruptura precoce de membranas ovulares, cerca de 15 a 25%. Já nos casos de RPM prolongada, ou seja, com período maior que 24 h, a incidência é de 3 a 15%.
Principais patógenos: Bacteroides, E. coli, estreptococos anaeróbios, estreptococos do grupo B.
- Indicação absoluta de interrupção da gestação. Se possível via vaginal.
RPM em gestações muito precoces, principalmente se menor que 24 semanas, a sobrevida é limitada e a morbimortalidade neonatal está aumentada.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)

 

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