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OBJETIVA: (494283 votos)..........95.68% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher G4P3 de 34 anos se apresenta ao médico de família junto com o marido solicitando um método de contracepção. Quando adolescente, a paciente foi tratada com pílulas anticoncepcionais orais para endometriose. Com 26 anos de idade fez uma laparatomia exploradora com ablação a laser e ressecção de um endometrioma como parte de uma investigação de infertilidade. Posteriormente, ela teve três filhos saudáveis sem complicações obstétricas.
Nega qualquer história de doença sexualmente transmissível e afirma que é sexualmente ativa apenas com o marido. No entanto, afirma que ela e seu marido não desejam mais outros filhos.
Qual das opções a seguir é a opção anticoncepcional mais eficaz e terá, portanto, a menor taxa de falha para este casal?
A. Ligadura tubária bilateral
B. Vasectomia bilateral
C. Pílula anticoncepcional oral combinada
D. Diafragma
E. Dispositivo intrauterino

  RATING: 0

Uma mulher G4P3 de 34 anos se apresenta ao médico de família junto com o marido solicitando um método de contracepção. Quando adolescente, a paciente foi tratada com pílulas anticoncepcionais orais para endometriose. Com 26 anos de idade fez uma laparatomia exploradora com ablação a laser e ressecção de um endometrioma como parte de uma investigação de infertilidade. Posteriormente, ela teve três filhos saudáveis sem complicações obstétricas.
Nega qualquer história de doença sexualmente transmissível e afirma que é sexualmente ativa apenas com o marido. No entanto, afirma que ela e seu marido não desejam mais outros filhos.
Qual das opções a seguir é a opção anticoncepcional mais eficaz e terá, portanto, a menor taxa de falha para este casal?

A. Ligadura tubária bilateral
INCORRETO: A esterilização feminina tem taxas de reprovação levemente superiores às da esterilização do sexo masculino, tanto teórica quanto real e taxas de falha de 0,5%. Essa opção também é permanente e deve ser realizada somente após aconselhamento suficiente do paciente. Além disso, a esterilização feminina neste casal é menos desejável, pois as intervenções cirúrgicas devem ser minimizadas numa paciente com história prévia de cirurgia abdominal, pois ela já apresenta risco aumentado de aderências.
B. Vasectomia bilateral
CORRETO : A esterilização masculina bilateral tem taxas de falha teóricas e reais de 0,15% e 0,1%, respectivamente, as taxas de falha mais baixas de qualquer opção contraceptiva diferente abstinência completa. Ao contrário das opções contraceptivas não cirúrgicas, no entanto, a esterilização é um intervenção permanente e, portanto, deve ser precedida por aconselhamento suficiente do paciente. Esta casal afirma que não deseja mais crianças e, portanto, enquanto outros anticoncepcionais opções poderiam ser prescritas, esterilização masculina continua a ser a opção mais eficaz para eles.
C. Pílula anticoncepcional oral combinada
INCORRETO : Ambas as combinações e a pílula anticoncepcional oral só de progestágeno têm taxas reais de falha de 5% e, portanto, são menores eficazes do que as opções mais invasivas. No entanto, se este paciente fosse sintomático por conta da endometriose, ela poderia começar no pílula combinada para alívio dos sintomas.
D. Diafragma
INCORRETO : O diafragma tem uma taxa de falha real de 12-18% e, portanto, não é uma boa opção para este casal. O diafragma deve ser usado em pacientes que estão incapaz de tolerar uma cirurgia mais eficaz ou contracepção médica.
E. Dispositivo intrauterino
INCORRETO : Um dispositivo intrauterino (DIU) seria uma boa opção anticoncepcional para esta paciente, visto que ela é monogâmica com o marido e não tem história de doenças sexualmente transmissíveis. Um DIU de cobre poderia ser colocado em uma consulta e duraria 10 anos (os DIU-s de progesterona duram ∼5 anos). No entanto, as taxas de falha para esses dispositivos são maiores (taxa de falha real de 0,8% para o DIU de cobre e 2,0% para a DIU com progesterona) do que aqueles para esterilização, tornando essa opção menos eficaz.

Gabarito:  B

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DISCURSIVA: (97279 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As doenças oportunistas - infecções e neoplasias - e outras complicações decorrentes da imunodeficiência são as principais causas de morbimortalidade em doentes com AIDS. A medida que o déficit imunológico se agrava, aumenta a probabilidade de instalação de infecções oportunistas, geralmente quando o número de LT-CD4+ no sangue cai para determinados valores. Relacionado a isso, indique:

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento? (0,1 p)
b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? (0,21 p)
c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. (0,19 p)

RATING: 2.99

As doenças oportunistas - infecções e neoplasias - e outras complicações decorrentes da imunodeficiência são as principais causas de morbimortalidade em doentes com AIDS. A medida que o déficit imunológico se agrava, aumenta a probabilidade de instalação de infecções oportunistas, geralmente quando o número de LT-CD4+ no sangue cai para determinados valores. Relacionado a isso, indique:

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento? (0,1 p)
b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? (0,21 p)
c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. (0,19 p)

a) O limite de 200 LT-CD4+/mm3 no sangue periférico constitui o marco referencial que norteia o risco de adoecimento (0,1 p)
b) Segundo dados do Ministério da Saúde, as infecções oportunistas que ocorrem mais comumente no Brasil, em doentes com AIDS, são constituídas por:
- candidíase (em esôfago, traqueia, brônquios e/ou pulmão),  0,03 p
- pneumonia por Pneumocystis carinii (atualmente denominado Pneumocystis jeroveci), 0,03 p
- tuberculose, 0,03 p
- toxoplasmose, 0,03 p
- herpes simples, 0,03 p
- criptococose 0,03 p
- criptosporidíase 0,03 p
c) Muitos estudos demonstraram a possibilidade de avaliar esse risco por intermédio do número de linfócitos no sangue periférico, comparando-o com o número de LT-CD4+, recurso utilizado sobretudo em regiões pobres, onde não existe a possibilidade de quantificar os LT-CD4+, estabelecendo-se que número de linfócitos totais no sangue menor que 1.400/mm3 corresponde a número de LT-CD4+ inferior a 200/mm3 e que número de linfócitos totais menor que 1.700/mm3 corresponde a número 124 de LT-CD4+ inferior a 350/mm3.
No Brasil, evidenciou-se que número de linfócitos no sangue periférico menor que 1.000/mm3, especialmente se a hemoglobina apresentar-se com taxa mais baixa que 13g%, mantém forte correlação com número de LT-CD4+ inferior a 200/mm3. (0,19 p)

FONTE:
a) e c)  http://misodor.com.br/SIDA.php#LIM
b) http://misodor.com.br/SIDA.php#INOP

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CASO CLINICO: (103496 votos)..........99.33% dos casos clinicos receberam votos.

Uma criança de 10 anos de idade chega ao seu consultório para um exame físico escolar de rotina. Na revisão dos sistemas, a criança tem-se queixado de fadiga, porém está indo bem na escola. A criança não está tomando medicação e está saudável. Há um histórico de problema tireoidiano na avó materna e tia paterna. No exame físico, você nota que a criança possui um bócio sem nódulos palpáveis

1) Quais são os testes laboratoriais que você solicitaria primeiro? (0,125 p)

2) A glândula tireóide é macia à palpação, e a criança relata que ele/ela teve uma infecção do trato respiratório superior nos últimos dias. Qual condição estaria no topo de seu diagnóstico diferencial? (0,125 p)

3) Qual seria o diagnóstico mais provável se o nível de T4 total fosse 4,5 mU/L (normal: 5-11,5 mU/L) e o de T4 livre 3mU/L (normal: 6,0-10,5 mU/L)? (0,125 p)

4) No caso assinalado na questão 3, qual a provável concentração de TSH para essa criança (normal: TSH 0,4-6,4 mU/L)? (0,125 p)




RATING: 2.97

1) Quais são os testes laboratoriais que você solicitaria primeiro?

T4 total, indice de T4 livre, TSH e anticorpos tireoidianos.

  • A T4 total sérica é o principal hormônio tireoidiano no sangue, e testes laboratoriais medem as frações ligadas e não ligadas da T4. Pelo fato de grande parte da T4 estar ligada à globulina ligadora de tiroxina (TBG), transtiretina ou albumina, os níveis das proteínas de ligação afetam a concentração de T4 total. Portanto, os níveis dos hormônios tireoidianos livre e total podem não corresponder.
  • O índice de tiroxina livre é um cálculo que reflete a biodisponibilidade do hormônio tireoidiano, pois leva em consideração a quantidade de proteína de ligação.
  • O TSH é secretado pela hipófise sob o controle do hormônio liberador de tireotrofina (TRH) secretado pelo hipotálamo e, através do feedback negativo, dos hormônios tireoidianos.
  • Vários anticorpos contra os antígenos tireoidianos foram demonstrados na tireoidite autoimune crônica, e estes níveis devem ser determinados em uma criança com bócio.(0,125 p)

2) A glândula tireóide é macia à palpação, e a criança relata que ele/ela teve uma infecção do trato respiratório superior nos últimos dias. Qual condição estaria no topo de seu diagnóstico diferencial?

Tireoidite subaguda. A tireoidite subaguda é uma inflamação autolimitante da glândula tireóide, a qual geralmente ocorre em associação a uma infecção do trato respiratório superior. A glândula tireóide pode ser muito macia à palpação. Frequentemente, há um padrão de hipertireoidismo secundário à liberação inapropriada do hormônio tireoidiano. Sinais e sintomas do hipertireoidismo podem persistir por 1-4 semanas, após o qual há geralmente o desenvolvimento de hipotireoidismo transitório com restauração da glândula. O ciclo total da enfermidade pode durar de 2 a 9 meses. O tratamento é normalmente com drogas anti-inflamatórias. (0,125 p)

3) Qual seria o diagnóstico mais provável se o nível de T4 total fosse 4,5 mU/L (normal: 5-11,5mU/L) e o de indice de T4 livre 3mU/L (normal: 6,0-10,5 mU/L)?

Tireoidite de Hashimoto. A anomalia mais comum da função da tireóide em crianças é o hipotireoidismo, geralmente causado pela tireoidite autoimune (Hashimoto). A tireoidite de Hashimoto é caracterizada por anticorpos antitireoidianos circulantes e graus variados de disfunção tireoidiana. Pode-se manifestar com ou sem bócio. É mais prevalente em meninas, e muitos pacientes possuem um histórico familiar de doença tireoidiana autoimune. A remissão espontânea foi relatada. Outras causas de hipotireoidismo adquirido incluem disgenesia tireoidiana de início tardio ou disormonogênese, deficiência de TSH, lesão da tireóide e deficiência de iodo. Reposição de T4 é o tratamento de escolha para hipotireoidismo. (0,125 p)

4) No caso assinalado na questão 3, qual a provável concentração de TSH para essa criança (normal: TSH 0,4-6,4 mU/L)

A resposta é 15 mU/L. O TSH estará elevado no tireoidismo secundário à tireoidite de Hashimoto. (0,125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)

 

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