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INFECÇÕES ESTREPTOCÓCICAS E ESTAFILOCÓCICAS (ÁREA DE PEDIATRIA)

A pele, as partes moles, o tecido subcutâneo, fáscia e/ou músculo são sujeito, ás vézes de infecções que podem ser superficiais simples ou complicadas, profundas, graves e necrotizantes.
Os membros inferiores, períneo e parede abdominal são os mais afetados. No entanto, essa é a preferência, mas podem afetar qualquer parte do corpo.

OBJETIVA: (1109164 votos)..........99.41% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher pós-menopáusica de 42 anos apresenta-se na clínica reclamando de dor abdominal vaga, saciedade precoce e perda de peso não intencional de 9 kg. Não tem histórico médico patológico, nem esfregaços de Papanicolaou com indícios de malignidade. No exame físico, seu abdômen é firme, com evidências de ascite e uma massa anexa esquerda firme, irregular e fixa é apalpada no exame vaginal. É solicitada uma tomografia computadorizada do abdômen/pelve que confirma a presença de uma massa ovariana com características altamente suspeitas de câncer. Qual é o melhor meio de diagnosticar corretamente essa massa?
A. Nível de antígeno Ca-125
B. α-Fetoproteína, gonadotrofina β-coriônica humana e níveis de lactato desidrogenase
C. Ressonância magnética do abdômen e pelve
D. Biópsia percutânea por agulha do tumor para coloração histopatológica
E. Exploração cirúrgica com citorredução de tumor e biopsia nodal

  RATING: 3.07

Uma mulher pós-menopáusica de 42 anos apresenta-se na clínica reclamando de dor abdominal vaga, saciedade precoce e perda de peso não intencional de 9 kg. Não tem histórico médico patológico, nem esfregaços de Papanicolaou com indícios de malignidade. No exame físico, seu abdômen é firme, com evidências de ascite e uma massa anexa esquerda firme, irregular e fixa é apalpada no exame vaginal. É solicitada uma tomografia computadorizada do abdômen/pelve que confirma a presença de uma massa ovariana com características altamente suspeitas de câncer. Qual é o melhor meio de diagnosticar corretamente essa massa?

A. Nível de antígeno Ca-125
INCORRETO: A avaliação para o ovário câncer utiliza o nível de antígeno- CA125 em certos tipos de câncer pra avaliar a resposta à quimioterapia (queda no CA-125). Contudo, outros cânceres além do câncer de ovário podem aumentar o nível de CA-125 (por exemplo, câncer endometrial e certos cânceres pancreáticos). Condições benignas, como endometriose, leiomioma uterino e doença inflamatória pélvica, também podem elevar o nível.
B. α-Fetoproteína, gonadotrofina β-coriônica humana e níveis de lactato desidrogenase
INCORRETO : Αlfa-fetoproteína elevada, gonadotrofina coriônica humana β e os níveis de desidrogenase estão associados a cânceres de células germinativas primárias. Medições desses níveis são realizados nos casos em que uma massa anexial firme e fixa é palpada em um paciente pré-menarca ou adolescente porque cânceres de células germinativas são mais prevalentes neste grupo de idade.
C. Ressonância magnética do abdômen e pelve
INCORRETO : Embora uma ressonância magnética mostra a massa ovariana e os nódulos que estão envolvidos, as imagens de ressonância magnética não vão distinguir o tipo de câncer de ovário. Saber que tipo histopatológico tem a massa e é imperiosamente necessário para diagnosticar e avaliar a progressão do câncer.
D. Biópsia percutânea por agulha do tumor para coloração histopatológica
INCORRETO : Embora uma biópsia com agulha fornecerá uma boa amostra para diagnosticar a massa, os nódulos pélvicos profundos, que são necessários para o estadialização adequada da propagação da doença, não são alcançados por biópsia por agulha percutânea.
E. Exploração cirúrgica com citorredução de tumor e biopsia nodal
CORRETO : Para examinar adequadamente um massa ovariana que é altamente suspeita de câncer, uma exploração completa e a inspeção de todas as estruturas pélvicas são necessárias. Não há meios não invasivos para diagnosticar o estágio de câncer de ovário. É mandatória a remoção da massa o primária com coloração histopatológica é necessária, exploração retroperitoneal e pélvica e biopsia nodal para-aórtica.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

DISCURSIVA: (180745 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A colangite aguda é a inflamação aguda dos canais que conduzem a bile. Isso inclui desde os mais finos, dentro do fígado ao mais calibroso, o colédoco, que recebe toda a bile produzida no fígado e aquela já acumulada na vesícula. A sintomatologia dessa moléstia hoje é descrita como 'pentade de Reynolds'.
Quais são os cinco elementos fundamentais dessa descrição?

RATING: 3.05

A colangite aguda é a inflamação aguda dos canais que conduzem a bile. Isso inclui desde os mais finos, dentro do fígado ao mais calibroso, o colédoco, que recebe toda a bile produzida no fígado e aquela já acumulada na vesícula. A sintomatologia dessa moléstia hoje é descrita como 'pentade de Reynolds'.
Quais são os cinco elementos fundamentais dessa descrição?

A pentade de Reynolds: 1) Dor
2) Febre
3) Icterícia
4) Confusão
5) Hipotensão

FONTE:
I FORUM PAULISTA DE INFECÇÕES INTRA-ABDOMINAIS DR RODRIGO CAÑADA SURJAN DOUTOR EM CIRURGIA PELA FACULDADE DE MEDICINA DA USP

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

CASO CLINICO: (210658 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente masculino, 55 anos, obeso (IMC 34 kg/m²), com diabetes mellitus tipo 2 de diagnóstico recente e ganho ponderal de 10 kg nos últimos 6 meses. Procura o pronto-socorro com dor súbita, intensa e insuportável no flanco esquerdo, irradiada para região inguinal e genitália, acompanhada de náuseas, vômitos e hematúria macroscópica. Refere episódios semelhantes no passado, de resolução espontânea. Ao exame físico: paciente em posição antálgica, com sensibilidade no ângulo costovertebral esquerdo. Urinálise: pH 5,0, hematúria (++), ausência de leucocitúria ou nitrito. Sem febre.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?  (0,12 p) 
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada neste cenário?  (0,13 p) 
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (0,13 p) 
IV. Qual o tratamento indicado?  (0,12 p) 



RATING: 3.1

Resposta à Questão I – Suspeita Diagnóstica (0,12 p) 
  • A tríade clássica de dor intensa no flanco, irradiação para genitália e hematúria orienta para cólica renal por obstrução ureteral (0,04 p). 
  • A formação de cálculos na pelve renal é assintomática até que um fragmento migre pelo ureter, desencadeando a cólica ureteral (0,04 p). 
  • Hematúria e lesões renais podem ocorrer mesmo na ausência de dor, reforçando a suspeita de urolitíase (0,04 p). 

Resposta à Questão II – Possível Causa da Doença Diagnosticada (0,13 p) 
  • Os cálculos de ácido úrico correspondem a ≈7 % de todos os cálculos urinários e apresentam fisiopatologia multifatorial, com predomínio de mecanismos idiopáticos (0,03 p). 
  • Há estreita associação epidemiológica com diabetes mellitus tipo 2, obesidade e ganho de peso corporal recente, situações em que ocorre incremento na produção endógena de ácido úrico (0,03 p). 
  • A principal alteração metabólica nos casos idiopáticos é a acidificação urinária (pH urinário baixo) decorrente da redução na excreção de amônia pela urina (0,04 p). 
  • Essa acidificação facilita a saturação cristalina de ácido úrico, mesmo sem hiperuricosúria acentuada ou distúrbios genéticos/dietéticos evidentes (0,03 p). 

Resposta à Questão III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico (0,13 p) 
  • A tomografia computadorizada helicoidal sem contraste é o método mais preciso para o diagnóstico de litíase urinária (0,04 p). 
  • Apresenta sensibilidade de 98 % e especificidade de 97 %, superando todos os outros métodos de imagem (0,03 p). 
  • Detecta cálculos radiotransparentes (como os de ácido úrico) por seu alto coeficiente de atenuação e identifica sinais secundários de obstrução (dilatação ureteral, estrias perirrenais) (0,03 p). 
  • Protocolos de baixa dose mantêm sensibilidade ≈96 % e especificidade ≈94 % em pacientes com IMC < 30 kg/m², reduzindo radiação (0,03 p). 

Resposta à Questão IV – Tratamento Indicado (0,12 p) 
  • O manejo terapêutico dos cálculos de ácido úrico idiopáticos envolve fundamentalmente ingestão hídrica elevada (cerca de 3 litros ao dia) (0,03 p). 
  • Restrição do consumo de proteínas e alcalinização da urina com agentes contendo potássio ou sódio (0,03 p). 
  • Os compostos à base de potássio oferecem vantagem adicional de reduzir a excreção urinária de cálcio, diminuindo risco de cálculos de oxalato de cálcio (0,03 p). 
  • Recomenda-se monitoramento do pH urinário após 3 meses, mantendo-o na faixa entre 6,1 e 6,7 para evitar precipitação de fosfato de cálcio (0,03 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.1)




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