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A aura é o complexo de sintomas neurológicos, que ocorre normalmente antes da cefaleia de enxaqueca com aura, mas pode ter início após a dor ter começado, ou prosseguir para a fase de cefaleia. São encontradas durante as crises de enxaqueca as seguintes auras, EXCETO:
A. diminuição de força
CORRETO: Quando a aura inclui diminuição de força, a perturbação deve ser codificada como 1.2.3 Enxaqueca hemiplégica ou um dos seus subtipos.
B. perturbações da fala
INCORRETO : Menos frequentes são as perturbações da fala, geralmente afasias, mas muitas vezes difíceis de classificar
C. perturbações sensitivas sob a forma de picadas ou formigueiros
INCORRETO : Seguem-se em frequência as perturbações sensitivas, sob a forma de picadas ou formigueiros que se deslocam lentamente a partir do ponto de origem, afetando em maior ou menor grau um dos lados do corpo, da face e/ou
da língua. Pode seguir-se um adormecimento, que também pode ser o único sintoma
D. escotoma
INCORRETO : O escotoma pode ocorrer; isto é percebido frequentemente como sendo de início agudo, mas uma observação atenta reconhece geralmente um aumento gradual
E. figura em forma de ziguezague perto do ponto de fixação
INCORRETO : A aura visual é o tipo mais comum de aura, ocorrendo em mais de 90% dos doentes com enxaqueca com
aura, pelo menos, em alguns episódios. Muitas vezes apresenta-se como um espetro de fortificação: uma figura em forma de ziguezague surge perto do ponto de fixação, podendo alastrar gradualmente para a direita ou a para a esquerda e assumir convexidade lateral com bordos cintilantes angulados, deixando graus absolutos ou variáveis de escotoma relativo na sua esteira
Gabarito: A
Sobre os métodos imagísticos no diagnóstico da litíase renal, responda:
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Sobre os métodos imagísticos no diagnóstico da litíase renal, responda:
1. Método inicial recomendado e sua principal vantagem
2. Sensibilidade e especificidade da tomografia computadorizada helicoidal sem contraste
3. Principais limitações da radiografia simples de abdome
4. Situação específica para indicação da ressonância nuclear magnética
FONTE:
REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA: LITIASE RENAL (PLATAFORMA MISODOR)
Você recebe no seu plantão noturno uma criança de 4 anos, M, parda, com historia de oito dias de febre, apatia e recusa da alimentação.


Na hora do atendimento, criança com prostração, febre 38.9ºC, exantema petequial disseminado praticamente corpo inteiro, Glasgow 15, eupneico (FR 28/min), PA 96/58 mmHg, frequência cardiaca 120/min. Abdomen globoso (ascite?), figado palpável á 2 cm abaixo da borda costal direita, baço á 3 cm borda costal esquerda. Edemas ++/++++ nos dois pés. Edema palpebral e facial leve. Linfonodos cervicais e inguinas palpáveis. Tempo de enchimento capilar 2 segundos.
Feita hemograma na urgência: hemácias 3,94 mil/mmc; hematocrito 34%, leucocitos 2630/mmc, bastões 7%, neutrofilos 43%, plaquetas 73.000/mmc. PCR 185. TGO = 125; TGP = 102; LDH = 1959;
Foram solicitados testes rápidos: dengue negativo, zika e chikungunya negativo, sifilis negativo, leptospirose negativo.
Conversando com a mãe, a mesma relata que, na região aonde mora há uma colónia de capívaras.
Pergunta-se:
1) Qual a hipótese diagnóstica? (0,1 pontos)
2) Qual é o agente etiológico? (0,1 pontos)
3) Qual o exame especifico para confirmar a moléstia suspeitada? (0,1 pontos)
4) Qual o tratamento especifico neste caso? (0,1 pontos)
5) Quais são as complicações desta doença? (0,1 pontos)
1) Qual a hipótese diagnóstica?
Febre maculosa - (0,1 p)
Comentário: Exantema máculo-papular, de evolução centrípeta e predomínio nos membros inferiores, podendo acometer região palmar e plantar, Início abrupto e os sintomas são inespecíficos de início (febre, em geral alta; cefaleia; mialgia intensa; mal-estar generalizado). Edema de membros inferiores, hepatoesplenomegalia, manifestações renais com olligúria, manifestações hemorrágicas, como petéquias e sangramento muco-cutâneo, digestivo e pulmonar, junto com o importante dado, uma doença infecciosa febril aguda, transmitida por carrapatos, de gravidade variável, que pode cursar com formas leves e atípicas até formas graves com elevada taxa de letalidade.
2) Qual é o agente etiológico?
Agente etiológico: bactéria gram-negativa intracelular obrigatória: Rickettsia rickettsii, Rickettsia parkeri. (0,1 p)
Comentário: No Brasil, os principais vetores e reservatórios são os carrapatos do gênero Amblyomma, tais como A. cajennense, A. cooperi (dubitatum) e A. aureolatum. Entretanto, potencialmente, qualquer espécie de carrapato pode ser reservatório, por exemplo, o carrapato do cão, Rhipicephalus sanguineus. Os equídeos, roedores como a capivara (Hydrochaeris hydrochaeris), e marsupiais como o gambá (Didelphys sp) têm importante participação no ciclo de transmissão da febre maculosa e há estudos recentes sobre o envolvimento destes animais como amplificadores de riquétsias, assim como transportadores de carrapatos potencialmente infectados.
3) Qual o exame especifico para confirmar a moléstia suspeitada?
Sorologia (IgG) para febre maculosa. (0,1 p)
Comentário: Reação de imunofluorescência indireta (RIFI) Método sorológico mais utilizado para o diagnóstico das riquetsioses (padrão ouro). Em geral, os anticorpos são detectados a partir do 7o até o 10o dia de doença. Os anticorpos IgM podem apresentar reação cruzada com outras doenças (dengue, leptospirose, entre outras) e, portanto, devem ser analisados com critério. Já os anticorpos IgG aparecem pouco tempo depois dos IgM e são os mais específicos e indicados para interpretação diagnóstica.
4) Qual o tratamento especifico neste caso?
Doxiciclina Para crianças com peso inferior a 45kg, a dose recomendada é 2,2mg/kg de 12 em 12 horas, por via oral ou endovenosa, a depender da gravidade do caso, devendo ser mantido por 3 dias após o término da febre. Sempre que possível seu uso deve ser priorizado. (0,05 p)
Cloranfenicol 50 a 100mg/kg/dia, de 6 em 6 horas, até a recuperação da consciência e melhora do quadro clínico geral, nunca ultrapassando 2g por dia, por via oral ou endovenosa, dependendo das condições do paciente. (0,05 p)
5) Quais são as complicações desta doença?
Se não tratado, o paciente pode evoluir para um estágio de torpor e confusão mental, com frequentes alterações psicomotoras, chegando ao coma profundo. Icterícia e convulsões podem ocorrer em fase mais avançada da doença. Nesta forma, a letalidade, quando não ocorre o tratamento, pode chegar a 80%. (0,1 p)
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