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ESTENOSE HIPERTROFICA DE PILORO (ÁREA DE PEDIATRIA)

O esfíncter pilórico é formado por anéis de músculo (camada muscular circular espessada) mantidos em um contínuo estado de contração.
Essa zona de alta pressão separa dois compartimentos especializados do tubo digestivo.
As alterações da camada mucosa e submucosa poderiam ser um dos eventos iniciantes do desenvolvimento da estenose hipertrofica de píloro em crianças predispostas.
Esta hipótese baseia-se na presença de uma anatomia normal do piloro e na ausência de obstrução neste nível, vigentes ao nascimento, sugerindo que a anormalidade na mucosa pilórica começaria com a introdução da alimentação oral e seria mediada pelo desenvolvimento secundário de hipersecreção gástrica.
Apesar dos vários fatores aventados, o exato mecanismo fisiopatológico permanece sem elucidação

OBJETIVA: (1095570 votos)..........99.24% das questões objetivas receberam votos.
Homem, 50 anos, com edema de pernas, aumento do volume abdominal e baixa diurese. Detecta-se volumosa ascite, cuja análise mostra albumina: 1,0 g/dL, 700 células/mm3 , sendo 50% neutrófilos e 50% linfócitos, e bacterioscópico com flora ausente. A albumina sérica vale 2,5 g/dL. É CORRETO afirmar que:
A. a punção abdominal (paracentese) provavelmente vai relevar a presença de bacteroides
B. a punção abdominal (paracentese) provavelmente vai relevar microorganismo único
C. a lactulose deve ser dada em uma dose de 30 g a cada uma ou duas horas
D. o paciente apresenta hipertensão portal e peritonite bacteriana
E. o liquido ascitico neste caso apresentará alto nivel de proteinas

  RATING: 2.75

Homem, 50 anos, com edema de pernas, aumento do volume abdominal e baixa diurese. Detecta-se volumosa ascite, cuja análise mostra albumina: 1,0 g/dL, 700 células/mm3 , sendo 50% neutrófilos e 50% linfócitos, e bacterioscópico com flora ausente. A albumina sérica vale 2,5 g/dL. É CORRETO afirmar que:

A. a punção abdominal (paracentese) provavelmente vai relevar a presença de bacteroides
INCORRETO: No desenvolvimento de abscessos intra-abdominais após apendicectomia o agente mais provável é: E. coli ou os bacterióides
B. a punção abdominal (paracentese) provavelmente vai relevar microorganismo único
INCORRETO : A presença de um único microrganismo bacteriano é freqüentemente encontrado na: peritonite primária.
C. a lactulose deve ser dada em uma dose de 30 g a cada uma ou duas horas
INCORRETO : a lactulose e tratamento util em caso de encefalopatia hepatica, ou seja quando aparecerem sonolencia, fala arrastada, outros sinais assim. No caso não fala-se de nenhuma sintomatologia associada.
D. o paciente apresenta hipertensão portal e peritonite bacteriana
CORRETO : o paciente apresenta hipertensão portal e peritonite bacteriana (Dx de peritonite primária: leucocitose de 250 células/mm3, mais de 25% de PMN, uma contagem maior de 500 é praticamente Dx)
E. o liquido ascitico neste caso apresentará alto nivel de proteinas
INCORRETO : Líquido ascítico na cirrose deve mostrar: densidade menor de 1.016 devido baixo nivel de proteinas

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.75)

DISCURSIVA: (179879 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A criança é particularmente suscetível a desenvolver insuficiência respiratória, pois existem diversos fatores interrelacionados, que vão desde peculiaridades anatômicas a características fisiológicas e imunológicas. Enumeram pelo menos 5 (cinco) fatores que favorecem essa evolução:


RATING: 2.98

A criança é particularmente suscetível a desenvolver insuficiência respiratória, pois existem diversos fatores interrelacionados, que vão desde peculiaridades anatômicas a características fisiológicas e imunológicas. Enumeram pelo menos 5 (cinco) fatores que favorecem essa evolução:

Fatores que favorecem essa evolução (0,1 p para cada um):

  1. pequeno diâmetro das vias aéreas que produz uma maior tendência à obstrução; a
  2. função muscular intercostal e a diafragmática menos maduras favorecendo à exaustão;
  3. poros de ventilação colateral (Canais de Lampert e Poros de Kohn) pobremente desenvolvidos favorecendo à formação de atelectasias;
  4. caixa torácica mais complacente;
  5. incoordenação tóraco-abdominal durante o sono REM que prejudica a higiene brônquica;
  6. pulmões com menos elastina nas crianças pequenas levando à diminuição na propriedade de recolhimento elástico com conseqüente diminuição na complacência pulmonar;
  7. o sistema imunológico em desenvolvimento favorecendo às infecções
  8. taxas metabólicas são mais altas, enquanto que a capacidade residual funcional (CRF) e a reserva de oxigênio são mais baixas. Assim, em razão de disfunção respiratória, as crianças tornam-se rapidamente hipoxêmicas.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (209531 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
IDENTIFICAÇÂO: J.A.F.S., masculino, 42 anos, pardo, advogado, natural de Juiz de Fora / MG e morador do município de Niterói /RJ.
Q.P: Dor muscular e febre.
H.D.A: Indivíduo chega à emergência hospitalar com quadro sintomático de início abrupto – há dois dias, composto de febre (39,2º C), calafrios e cefaleia intensa. Relata fortes dores musculares principalmente na região das panturrilhas e da musculatura paravertebral.
Fez uso de Novalgina durante o dia, já que suspeitava de uma gripe.Diz que se sente muito cansado e seu apetite diminuiu consideravelmente.
H.P.P: Relata ter tido catapora e caxumba durante a infância. Nega internações hospitalares e transfusão de sangue. Nega tabagismo. Etilismo somente social.
H. Familiar: Pai e mãe saudáveis. Irmãos e primos saudáveis. Avô-materno faleceu de doença cardíaca, a qual não soube esclarecer. Avó-materna diabética. Avô-paterno hipertenso. Avó-materna faleceu de causa desconhecida.
H. Psicossocial: Completou o Ensino Médio em Escola Pública. Ativo e magro (IMC = 23). Solteiro com relações heterossexuais com múltiplas parceiras. Afirma fazer uso regular de camisinha. Nega uso de drogas ilícitas. Mora em casa (quatro cômodos com água, energia e saneamento adequados) com seus pais e 2 irmãos.
H. Epidemiológica: Narra ter cruzado faz uma semana, durante período chuvoso, uma zona alagadiça próxima de sua casa.
REVISÃO DOS SISTEMAS:
Geral e Nutrição: Regular estado geral (REG). Cabeça e Pescoço: Fotofobia e vermelhidão. Cárdio-respiratório: Sem alterações. Gastro-intestinal: Sem alterações. Genitourinário: Sem alterações. Pele: Aparecimento de algumas lesões avermelhadas. Esqueleto, articulações e Músculos: Artralgia. Neurológico: Sem alterações.
EXAME FÍSICO:
Sinais Vitais: Temperatura: 39.2 ºC; Pulso: 130 bmp; FR: 34 irpm. Pressão: 140 x 95 mmHG; Peso: 71.2 kg. Altura: 1.76 m.
Ectoscopia: Paciente em regular estado geral, apresentando síndrome febril, hipocorado (2+/4+), hipo-hidratado (2+/4+) – redução do turgor cutâneo, anictérico, acianótico. Marcha atípica. Perfusão capilar periférica normal.
Segmento Cefálico: Hemorragia conjuntival bilateral. Relata fotofobia e dor ocular. Narinas, ouvidos e boca sem anormalidades. Pescoço com boa mobilidade, sem tumorações.
Gânglios: Não foram palpadas linfadenomegalias ao exame físico.
Tórax: Ectoscopia dermatológica apresentando exantemas petequiais em toda a parede anterior e posterior do tórax. Ausência de alterações osteo-esqueléticas da parede torácica. Sem abaulamentos ou retrações. Pulmão: Murmúrios vesiculares auscultados em todo o tórax, expansibilidade mantida e simétrica, sem estertores, roncos ou sibilos. Percussão torácica timpânica.
Cardiovascular: Íctus normo-localizado em 5º EIE. RCR 2T, BNF, sopro sistólico (2+/6+) melhor auscultado em foco mitral, sem estalitos ou cliques de abertura.
Abdome: Exantemas petequiais dispersos pelo abdome. Dor à palpação profunda do hipocôndrio direito. Abdome peristáltico e timpânico. Sem abaulamentos, visceromegalias e sopros arteriais. Fígado palpável a cinco cm do rebordo costal direito.
Neurológico: Sem alterações de consciência. Equilíbrio normal. Reflexos profundos responsivos.
Osteo-esquelético: Queixa-se de artralgia. Ausência de sinais flogísticos das articulações. Essas permanecem com a amplitude dos movimentos passivos e ativos preservados e simétricos.
Geniturinário: Aumento do volume urinário. Sem alterações macroscópicas da urina.
Aparelho genital não avaliado.

LABORATÓRIO:
Análise dos elementos séricos:
Na+: 140 mmol/L (Normal: 135 - 145).
K+: 3,6 mmol/L (Normal: 3,5 - 5,0).
Glicose: 80 mg/dL (Normal: 70 - 110)
Uréia: 28 mg/dL (Normal: 8 - 25)
Creatinina: 1,6 mg/dL (Normal: 0,6 - 1,5)
Hemograma: Anemia hipocrômica. Leucograma:14.000 leucócitos/mm³ (Normal: 4300-10800). Neutrofilia e desvio para a esquerda; Plaquetas:110.000/mm³ (Normal: 150.000 – 400.000)
VSH: 30 mm/h (0-13 mm/h)
HIV: negativo.

Pergunta-se:
1) Quais são as hipóteses diagnósticas? .......... 0,2 pontos
2) Qual a hipótese diagnóstica mais pertinente?........... 0,0375 pontos
3) Qual é o tratamento aplicável á esse paciente já diagnosticado?.........0,0250 pontos
4) Enumeram as medidas de controle segundo o Ministério da Saúde.


RATING: 2.87

1) Podem ser sugeridas diversas hipóteses diagnósticas:

  • viroses,  (0,0125 p)
  • dengue,  (0,0125 p)
  • influenza,  (0,0125 p)
  • Hantavírus,  (0,0125 p)
  • apendicite aguda,  (0,0125 p)
  • bacteremias,  (0,0125 p)
  • septicemias,  (0,0125 p)
  • colagenoses,  (0,0125 p)
  • colecistite aguda,  (0,0125 p)
  • febre tifóide,  (0,0125 p)
  • infecção de vias aéreas superiores e inferiores,  (0,0125 p)
  • malária,  (0,0125 p)
  • pielonefrite aguda,  (0,0125 p)
  • riquestsioses,  (0,0125 p)
  • toxoplasmose,  (0,0125 p)
  • meningites  (0,0125 p)

2) Qual é o diagnóstico mais pertinente?

No entanto, confirmamos o diagnóstico da leptospirose (0,0125 p) através o incremento substancial (maior do que quatro vezes o normal) (0,0125 p) dos títulos de anticorpos de hemaglutinação indireta.(0,0125 p)

3) Tratamentoi da leptospirose:

  • Penicilina G, 2.4 a 3.6 milhões de U/dia  (0,0125 p)
  • Tetraciclina, 2.0 g/dia por via oral   (0,0125 p)

DISCUSSÃO: Os antibióticos devem ser iniciados de forma empírica, antes da confirmação sorológica (Cecil, 2002). “O tratamento visa, de um lado, a combater o agente causal (antibioticoterapia) e, de outro, a debelar as principais complicações, principalmente o desequilíbrio hidro-eletrolítico, as hemorragias, as insuficiências respiratórias e renal agudas e perturbações cardiovasculares, incluindo arritmias, insuficiência cardíaca, hipotensão e choque. As medidas terapêuticas de suporte constituem-se nos aspectos de maior relevância e devem ser iniciadas precocemente, na tentativa de evitar complicações da doença, principalmente as renais.” (FUNASA, Guia de Vigilância Epidemiológica).

4) Segundo o Ministério da Saúde, as medidas de controle devem ser:

  • Controle da população de roedores por meio de medidas de anti-ratização e desratização;  (0,0125 p)
  • Redução do risco de exposição de ferimentos às águas/lama de enchentes ou situação de risco;  (0,0125 p)
  • Medidas de proteção individual para trabalhadores ou indivíduos expostos a risco, através do uso de roupas especiais, luvas e botas;  (0,0125 p)
  • Uso de sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés representam alguma proteção, quando for possível usar luvas e botas;  (0,0125 p)
  • Limpeza e desinfecção com hipoclorito de sódio de áreas físicas domiciliares ou que não estejam contaminadas  (0,0125 p)
  • Utilização de água filtrada, fervida ou clorada para ingestão;  (0,0125 p)
  • Vigilância sanitária dos alimentos, descartando os que entraram em contato com águas contaminadas;  (0,0125 p)
  • Armazenagem correta dos alimentos em locais livres de roedores  (0,0125 p)
  • Armazenagem e destino adequado do lixo, principal fonte de alimento e abrigo do roedor;  (0,0125 p)
  • Eliminar entulho, materiais de construção ou objetos em desuso que possam oferecer abrigo a roedores;  (0,0125 p)
  • Desassoreamento, limpeza e canalização de córregos;  (0,0125 p)
  • Construção e manutenção permanente das galerias de águas pluviais e esgoto em áreas urbanas;  (0,0125 p)
  • Emprego de técnicas de drenagem de águas livres supostamente contaminadas;  (0,0125 p)
  • Ações permanentes de educação em saúde alertando sobre as formas de transmissão, medidas de prevenção, manifestações clínicas, tratamento e controle da doença;  (0,0125 p)
  • Em caso de suspeita clínica, procurar orientação médica, relatando a história epidemiológica nos vinte dias que antecederam os sintomas.  (0,0125 p)
  • A critério médico, poderá ou não ser indicado o uso de antibioticoterapia em casos de exposição de alto risco;  (0,0125 p)
  • Tratamento de animais doentes, com especial atenção para o uso de procedimentos terapêuticos que sustem a eliminação urinária de leptospiras;  (0,0125 p)
  • Vacinação de animais (caninos, bovinos e suínos) através do uso de bacterinas preparadas com as variantes sorológicas prevalentes na região;  (0,0125 p)
  • Higiene, remoção e destino adequado de excretas animais e desinfecção permanentes dos canis ou locais de criação de animais.  (0,0125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.87)




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