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Paciente M, 48 anos é admitido no serviço de emergência com intensa dor torácica anterior, em aperto, irradiada para a mandíbula, braço esquerdo, iniciada há uma hora. No exame constatou-se sudorese intensa e sinais de hipovolemia, com pulsos simétricos e PA de 150 x 90 mmHg. Foram solicitadas enzimas cardíacas que demonstraram aumento de troponina I. A hipótese inicial é:
A. Pericardite viral aguda
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Choque cardiogênico
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Dissecção aguda de aorta tipo III
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Choque relacionado à síndrome de resposta inflamatória sistêmica
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Infarto agudo do miocárdio
CORRETO : As síndromes coronarianas agudas são divididas em: síndrome coronariana aguda com supra-ST (infarto subepicárdico) e síndrome coronariana aguda sem supra-ST (infarto subendocárdico, angina instável). A dor do infarto agudo do miocárdio (IAM) típica é intensa, ininterrupta, retroesternal, com duração superior a 30 min, irradiando-se para pescoço, ombro esquerdo, mandíbula, dente e face ulnar do braço esquerdo. Em alguns casos pode ser em topografia epigástrica - em queimação - podendo estar associada a náuseas, diaforese, fraqueza e sensação iminente de morte. O IAM também pode se apresentar de forma silenciosa, especialmente em pacientes idosos e diabéticos, nos quais o diagnóstico só pode ser feito de maneira retrospectiva através do eletrocardiograma (ECG). O critério diagnóstico que define IAM é a elevação de enzimas liberadas pelos miócitos cardíacos quando lesados. Dentre estes marcadores de lesão miocárdica, destaca-se a troponina I - específica do miocárdio -, elevando-se cerca de 4 a 6 horas após a necrose, atingindo um pico em 24 horas e permanecendo elevada por 10 a 14 dias. Outro marcador, também de importância no diagnóstico, é a CPK-MB - menos sensível e específica que a troponina I -, que se eleva no plasma após 4 a 6 horas, fazendo um pico em 15 a 24 horas e retornando ao seu limite normal em 48 a 72 horas. É importante frisar que a CPK-MB possui uma vantagem sobre a troponina, que é diagnosticar o reinfarto precoce. O paciente apresenta algumas das características clínicas associadas a um ECG que demonstra infradesnivelamento nas derivações Dl, aVL, V4, V5 e V6 (infarto subendocárdico lateral alto), caracterizando uma síndrome coronariana aguda sem supra-ST, além da elevação enzimática.
Gabarito: E
RATING: 3.01 ![]()
| Diferenciação laboratorial entre anemia ferropriva e a associada a doença crônica | ||
| Anemia Ferropriva | Anemia de Doença Crônica | |
| Ferro sérico | Diminuído | Diminuído |
| Ferritina | Diminuída | Normal ou elevada |
| TBIC | Elevada | Normal |
| Saturação de transferrina | Diminuída | Normal |
FONTE:
A) Enumeram 5 hipóteses diagnosticas.
(0,25 p)
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