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A DECLARAÇÃO DE ÓBITO (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

O que é a Declaração de Óbito

A Declaração de Óbito é o documento-base do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS). É composta de três vias auto-copiativas, prénumeradas seqüencialmente, fornecida pelo Ministério da Saúde e distribuída pelas Secretarias Estaduais e Municipais de saúde conforme fluxo padronizado para todo o País.

Para que servem os dados de óbitos:

Além da sua função legal, os dados de óbitos são utilizados para conhecer a situação de saúde da população e gerar ações visando à sua melhoria. Para tanto, devem ser fidedignos e refletir a realidade. As estatísticas de mortalidade são produzidas com base na Declaração de Óbito emitida pelo médico.

O papel do médico

A emissão da Declaração de Óbito é ato médico, segundo a legislação do País. Portanto, ocorrida uma morte, o médico tem obrigação legal de constatar e atestar o óbito, usando para isto o formulário oficial "Declaração de Óbito", acima mencionado.


OBJETIVA: (998048 votos)..........96.17% das questões objetivas receberam votos.
O achado clínico mais comumente observado nos pacientes portadores de carcinoma de cólon direito é:
A. a alteração do hábito intestinal
B. o tenesmo
C. a hematoquezia
D. a obstrução
E. a anemia

  RATING: 2.86

O achado clínico mais comumente observado nos pacientes portadores de carcinoma de cólon direito é:

A. a alteração do hábito intestinal
INCORRETO: Essa é mais comum em carcinomas do cólon esquerdo ou reto, onde o lúmen é mais estreito e as fezes mais formadas, levando a diarreia, constipação ou alternância entre eles. No cólon direito, as alterações intestinais são menos frequentes como sintoma inicial porque o conteúdo é mais fluido e o tumor demora mais para interferir no trânsito.
B. o tenesmo
INCORRETO : O tenesmo (sensação de evacuação incompleta ou urgência dolorosa) é típico de tumores no reto ou cólon sigmoide (lado esquerdo), onde há envolvimento da região retal. No cólon direito, isso é raro porque o tumor está distante do ânus e não afeta diretamente os mecanismos de evacuação.
C. a hematoquezia
INCORRETO : A hematoquezia (sangue vermelho vivo nas fezes) ocorre mais em lesões distais, como no cólon esquerdo ou reto, onde o sangue não tem tempo de se misturar e oxidar. No cólon direito, o sangramento é geralmente oculto, resultando em melena (fezes escuras) ou anemia sem sangue visível.
D. a obstrução
INCORRETO : A obstrução intestinal é mais associada a tumores do cólon esquerdo, pois o calibre é menor e o tumor pode bloquear o trânsito mais facilmente. No cólon direito, o lúmen maior permite que o tumor cresça sem causar obstrução precoce, tornando isso menos comum como apresentação inicial.
E. a anemia
CORRETO : O carcinoma de cólon direito, localizado no lado ascendente ou transverso proximal do cólon, geralmente se manifesta de forma mais sutil porque o lúmen intestinal nessa região é mais amplo e as fezes são mais líquidas. Isso permite que haja perda sanguínea crônica e oculta (não visível a olho nu), levando a uma anemia ferropriva como o achado clínico mais comum. Pacientes frequentemente apresentam sintomas como fadiga, fraqueza e palidez devido à deficiência de ferro causada pelo sangramento tumoral gradual. Essa apresentação é mais prevalente em tumores do lado direito do que em outros sintomas, especialmente porque o tumor pode crescer bastante antes de causar obstrução ou mudanças evidentes.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.86)

DISCURSIVA: (176346 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
Quais são os achados clínicos mais comuns da coarctação da aorta as crianças mais velhas? (0,5 p)


RATING: 2.96

Quais são os achados clínicos mais comuns da coarctação da aorta as crianças mais velhas? (0,5 p)

São achados clínicos mais comuns da coarctação da aorta:

Pressão arterial diferente: braços > pernas (100%) (0,125 p)
Sopro sistólico ou frêmito presente no dorso (96%) (0,125 p)
Hipertensão sistólica presente nas extremidades superiores (96%)(0,125 p)
Pulsos femorais ou de extremidades inferiores diminuídos ou ausentes (92%)(0,125 p)

FONTE:

Ing FF, Stare TJ, Griffiths SP, Gersony WM: Early diagnosis of coarctation of aorta in children: A continuing dilemma. Pediatrcs 98:378-382,1996.

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (204810 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino com 38 anos de idade refere dor epigástrica em queimação há 3 semanas, com piora associada a alimentação. Nega disfagia,vômitos e outros sintomas associados. Sem antecedentes patológicos dignos de nota não faz uso de nenhuma medicação.
Exame Físico: B. E. G., corado, hidratado, anictérico, acianótico.
PA: 120/70 mmHg; FC: 80 b.p.m; Ap. Resp.: MV+, sem RA, Ap CV: 2BRNF, sem sopros.
Abdominal: Plano, flácido, dor discreta á palpação de epigástrio, descompressão brusca negativa, sem visceromegalias e massas palpáveis.
1) Qual é o diagnóstico do paciente? (0,25 pontos)
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 pontos)



RATING: 2.96

1) Qual é o diagnóstico do paciente?
Síndrome dispéptica ou dispepsia. (0,25 p)
Discussão: Paciente com sintoma dispéptico de epigastralgia em queimação,sem apresentar sinais de alarme como disfagia, icterícia, sangramento, anemia, alterações de exame físico sugestivos de doença maligna, que indicariam a realização de endoscopia digestiva alta, apresenta ainda idade menor que 50 anos de idade que seria outra indicação da realização do procedimento. O paciente pode apresentar diagnóstico de doença ulcerosa péptica com estes sintomas, mas sem apresentar sinais de alarme pode ser manejado de forma conservadora neste momento.
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 p)
Sugerir modificações de hábitos e introduzir bloqueador H2 para tratamento da dispepsia.
Discussão: Paciente sem sinais de alarme não tendo indicação de realizar endoscopia digestiva alta, podemos orientar modificações de hábitos de vida como diminuição de ingesta de álcool e café e procurar observar quais alimentos desencadeiam com maior freqüência estes sintomas.
Os bloqueadores H2como a ranitidina podem ser usados em doses de 150 mg, 2 vezes ao dia por 2-4 semanas. O uso de bloqueadores de bomba de prótons é uma opção, embora não tenha sido demonstrado sua superioridade em relação aos bloqueadores H2 e por seu maior custo não deve ser utilizado.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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