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A definição CORRETA da aura da cefaléia é:
A. Sinais ou sintomas neurológicos focais, completamente reversíveis, que ocorrem entre 5 e 20 minutos antes dos episódios de cefaleia e duram menos de 60 minutos
CORRETO: A aura, complexo de sinais ou sintomas neurológicos focais, completamente reversíveis, que ocorrem entre 5 e 20 minutos antes dos episódios de cefaleia e duram menos de 60 minutos, também pode ser útil no diagnóstico e classificação da cefaleia. Ela pode preceder ou acompanhar a cefaleia da migrânea, podendo ainda ocorrer sem a concorrência de cefaleia. As manifestações mais comuns de aura são visuais, mas também podem ocorrer parestesias, déficits motores, distúrbios de linguagem e vertigem, dentre outros
B. Série de manifestações intercríticas, de relação desconhecida com a migrânea, que são designadas síndromes periódicas da infância ou equivalentes de migrânea
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Síndrome periódica da infância que se caracteriza por dores de forte a moderada intensidade, localizadas na linha média do abdome, com completo desaparecimento dos sintomas entre as crises
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Crises de vertigem e fosfenas que aparecem de madrugada e duram de minutos a horas e têm resolução espontânea
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Fatores genéticos, biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam fortemente a expressão da cefaléia na infância
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
Gabarito: A
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1º passo: Medir a distância do acrômio ao olecrano; (0,1 p)2º passo: Identificar o ponto médio da distância entre o acrômio e o olecrano; (0,1 p)3º passo: Medir a circunferência do braço nesse ponto médio. (0,1 p)
FONTE:
Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.
Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.
Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).
Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos
2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos
3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos
1) Qual o diagnóstico?
Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)
DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.
2) Qual é o prognóstico?
Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia. (0,1 p)
3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?
- inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
- realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
- Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)
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