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SINOVITE TRANSITÓRIA DO QUADRIL (ÁREA DE PEDIATRIA)

Essa condição inflamatória benigna e autolimitada representa, na verdade, a causa mais comum de dor no quadril na criança.
A faixa etária mais freqüente acometida varia dos 4 aos 10 anos.
Sinovite Transitória ou sinovite tóxica do quadril, epifisite aguda transitória, coxite fugaz, sinovite tóxica, quadril irritável e quadril em observação é, afinal, uma doença idiopática, ou seja, de causa desconhecida. Porém, foi observado que quase sempre, segue uma infecção inespecífica de vias aéreas superiores.
Daí uma hipótese que foi sugerida é que uma resposta inflamatória pós-infecciosa talvez seja o fator desencadeante.

OBJETIVA: (1090209 votos)..........99.14% das questões objetivas receberam votos.
Paciente, 50 anos, negro, tabagista, advogado, alertado pela campanha do Ministério da Saúde, realizou uma primeira glicemia de jejum de 150 mg% e a segunda de 169 mg%. Vinha ganhando peso nos últimos anos (IMC 32) e tinha pressão arterial de 140 x 95 mmHg. O exame clínico não demonstrou outras anormalidades, além da pressão e da obesidade abdominal. Nesse paciente, opta-se por iniciar um programa intensivo de dieta e exercício e, após quatro meses, sua hemoglobina glicosilada estava em 8,1%.
Nesse momento, a melhor opção seria:
A. iniciar insulina, apenas
B. iniciar metformin e manter as modificações do estilo de vida
C. manter o programa de exercícios e de dieta por mais seis meses
D. acarbose
E. iniciar metformin + insulina

  RATING: 2.9

Paciente, 50 anos, negro, tabagista, advogado, alertado pela campanha do Ministério da Saúde, realizou uma primeira glicemia de jejum de 150 mg% e a segunda de 169 mg%. Vinha ganhando peso nos últimos anos (IMC 32) e tinha pressão arterial de 140 x 95 mmHg. O exame clínico não demonstrou outras anormalidades, além da pressão e da obesidade abdominal. Nesse paciente, opta-se por iniciar um programa intensivo de dieta e exercício e, após quatro meses, sua hemoglobina glicosilada estava em 8,1%.
Nesse momento, a melhor opção seria:

A. iniciar insulina, apenas
INCORRETO: Temos um paciente diabético (glicemias de jejum > 126mg/dL), do tipo 2 (idade > 40 anos, obeso, assintomático), que também apresenta obesidade abdominal e hipertensão arterial.
B. iniciar metformin e manter as modificações do estilo de vida
CORRETO : A primeira medida no tratamento do diabético tipo 2 obeso deve ser o início de um programa intensivo de dieta e exercício físico regular. A dieta no diabético obeso se baseia na restrição calórica e na restrição de lipídios. Alguns autores esperam 1-3 meses, não havendo correção dos níveis glicêmicos para os respectivos alvos, está indicada a terapia medicamentosa (antidiabéticos orais). Outros autores recomendam o início do antidiabético oral concomitantemente à dieta e o exercício, especialmente quando a glicemia for superior a 140-160mg/dL. A droga de escolha sem dúvida é o metformin, pois se trata de um paciente obeso e esta droga demonstrou superioridade sobre as sulfoniluréias em reduzir as complicações vasculares em diabéticos obesos (estudo UKPDS). O metformin possui um pequeno efeito anorexígeno, facilitando a perda de peso do paciente.
C. manter o programa de exercícios e de dieta por mais seis meses
INCORRETO : Como você percebeu, as medidas dieta + exercício físico regular não foram suficientes para trazer a hemoglobina glicosilada para o alvo recomendado. Portanto, neste momento a terapia medicamentosa é necessária.
D. acarbose
INCORRETO : As sulfoniluréias têm a desvantagem de aumentar a insulina, um hormônio que aumenta o apetite e o ganho ponderal.
E. iniciar metformin + insulina
INCORRETO : Como a glicemia do paciente não ultrapassa 270-300mg/dL, os anti-diabéticos orais são a única medida necessária.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.9)

DISCURSIVA: (179579 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm. - 0,5 pontos.


RATING: 2.93

Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm. - 0,5 pontos.

Enumera as etapas da conduta do profissional frente à presença de líquido tinto de mecônio fluido ou espesso que apresente, logo após o nascimento, movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e frequência cardíaca maior que 100 bpm.

a. Levar o recém-nascido à mesa de reanimação; (0,0625 p)
b. Colocá-lo sob fonte de calor radiante; (0,0625 p)
c. Posicionar sua cabeça com uma leve extensão do pescoço; (0,0625 p)
d. Aspirar o excesso de secreções da boca e do nariz com sonda de aspiração traqueal nº 10; (0,0625 p)
e. Secar e desprezar os campos úmidos (0,0625 p) , verificando novamente a posição da cabeça; (0,0625 p)
f. Avaliar a frequência cardíaca e a respiração. (0,0625 p)
Se a avaliação resultar normal, o recém-nascido receberá os cuidados de rotina na sala de parto. (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (209196 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Um lactente de 18 meses de idade, previamente hígido, é trazido ao pronto-socorro ainda em convulsão tônico-clônica generalizada há 45 minutos, com cianose intensa, perda do controle esfincteriano (bexiga) e sem recuperação de consciência. A mãe relata febre alta (39°C) iniciada há 4 horas por infecção viral de vias aéreas superiores, sem sinais de irritação meníngea ou história de crises prévias. A criança chegou sonolenta após o início da crise e não apresentou aura ou foco aparente. Exame inicial: vias aéreas pérvias mas com salivação excessiva, ventilação comprometida, glicemia normal, sem trauma craniano ou ingestão de toxinas.

Questões:
I. Qual é a suspeita diagnóstica principal? (Total parcial desta questão: 0,12 p)

II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (Total parcial desta questão: 0,12 p)

III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (Total parcial desta questão: 0,14 p)

IV. Qual o tratamento inicial na emergência?  (Total parcial desta questão: 0,12 p)





RATING: 2.98

Resposta à Questão I (Suspeita Diagnóstica)

A suspeita diagnóstica é estado de mal epiléptico (crise prolongada >30 minutos).

  • Crise tônico-clônica generalizada sem interrupção por 45 minutos, com cianose e perda esfincteriana (0,05 p).
  • Distinção de crise febril simples: duração >15 minutos e ausência de recuperação pós-ictal imediata (0,04 p).
  • Classificação como complexa quando duração superior a 15 minutos e achados pós-ictal prolongados (0,03 p).

Resposta à Questão II (Possível Causa da Doença Diagnosticada)

A possível causa é crise febril complexa (dependente da idade, febre alta e infecção extracraniana).

  • Crises febris dependentes da idade (pico 14-18 meses) e associadas a temperatura que aumenta rapidamente até 39°C ou mais (0,05 p).
  • Causa não é infecção de SNC ou alteração metabólica, mas sim doença febril (ex.: infecção viral de vias aéreas superiores ou otite) (0,04 p).
  • A causa da febre NÃO influencia na ocorrência da convulsão febril, mas a duração >15 minutos define complexidade (0,03 p).


Resposta à Questão III (Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico)

A melhor modalidade é o eletroencefalograma (EEG), obrigatório e necessário.

  • EEG está OBRIGATÓRIO em caso de crise acima de 30 minutos, pois a exaustão muscular pode mascarar crise elétrica contínua com efeitos destruidores (0,08 p).
  • Não se justifica EEG em crise febril simples, mas é essencial aqui para confirmar atividade ictal persistente (0,04 p).
  • Durante avaliação aguda, priorizar causa da febre, mas EEG diferencia de pseudo-estado (0,02 p).


Resposta à Questão IV (Tratamento Inicial na Emergência)

O tratamento inicial é a conduta geral ABC + anticonvulsivante de ação rápida.

  • A - B - C: permeabilizar VAS (posicionamento e aspiração), proteção (evitar objetos na boca), uso de oxigênio, monitorização, destrostix e acesso venoso periférico (0,03 p).
  • Anticonvulsivante: diazepam I.V. 0,3 mg/kg/dose (máx. 10 mg/dose) – início de ação 1-3 minutos, duração 5-15 minutos (0,03 p).
  • Se não houver acesso venoso: midazolam (IM 0,2 mg/kg/dose, intranasal 0,3 mg/kg/dose ou bucal 0,5 mg/kg/dose) como primeira opção (0,03 p).
  • Evitar profilaxia prolongada com fenobarbital ou valproato em crise febril (excelente prognóstico); pesquisar causa da febre simultaneamente (0,03 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.98)




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