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HIPERALDOSTERONISMO PRIMÁRIO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Descrito pela primeira vez por Conn, em 1955, o hiperaldosteronismo primário é uma causa potencialmente curável de hipertensão arterial, onde produção excessiva de aldosterona existe de forma independente ou semi-independente do sistema renina-angiotensina (SRA).

O hiperaldosteronismo primário tem sido descrito em pacientes de todas as idades, inclusive em crianças, as quais podem apresentar o hiperaldosteronismo supressível por dexametasona (HASD)

O hiperaldosteronismo primário pode resultar de várias causas, sendo que as mais comuns são o adenoma produtor de aldosterona (APA) e a hiperplasia adrenocortical bilateral (também chamada de hiperaldosteronismo idiopático.

OBJETIVA: (924570 votos)..........94.25% das questões objetivas receberam votos.
A sepse deve ser suspeitada em todos os pacientes com quadro infeccioso. Os critérios de SIRS (Síndrome da resposta inflamatória sistêmica) são muito frequentes em crianças, principalmente alteração de temperatura, taquicardia e taquipneia, mesmo em infecções de pouca gravidade e/ou outras comorbidades não infecciosas. Contudo há alguns sinais que constituem marcadores precoces de gravidade:
(I) alteração do nível de consciência (irritabilidade, choro inconsolável, pouca interação com os familiares, sonolência)
(II) alteração da perfusão tecidual
(III) hipotensão
(IV) baixa diurese
A. apenas IV
B. apenas II e IV
C. apenas I, II e III
D. apenas I e II
E. apenas I e III

  RATING: 2.7

A sepse deve ser suspeitada em todos os pacientes com quadro infeccioso. Os critérios de SIRS (Síndrome da resposta inflamatória sistêmica) são muito frequentes em crianças, principalmente alteração de temperatura, taquicardia e taquipneia, mesmo em infecções de pouca gravidade e/ou outras comorbidades não infecciosas. Contudo há alguns sinais que constituem marcadores precoces de gravidade:

(I) alteração do nível de consciência (irritabilidade, choro inconsolável, pouca interação com os familiares, sonolência)
CORRETO: Uma atenção especial deve ser dada a todos os pacientes com qualquer sinal de deterioração dos parâmetros clínicos que sugira infecção grave. Constituem sinais de gravidade: alteração do nível de consciência (irritabilidade, choro inconsolável, pouca interação com os familiares, sonolência) e/ou alteração da perfusão tecidual. A equipe multidisciplinar deve estar atenta à presença destes sinais e de outras disfunções orgânicas, que definem o diagnóstico clínico de sepse grave e choque séptico.
(II) alteração da perfusão tecidual
CORRETO: veja o comentário da afirmação I
(III) hipotensão
INCORRETO: Vale ressaltar, que em pediatria, a hipotensão é um sinal tardio de choque já na sua fase descompensada, ocorrendo muito tempo após a instalação do choque séptico, uma vez que a pressão arterial é mantida até que o organismo esteja gravemente comprometido. Assim, a presença de hipotensão NÃO se faz necessária para o diagnóstico de choque séptico em crianças (embora sua ocorrência seja confirmatória). Portanto, é fundamental que o choque séptico seja reconhecido antes da ocorrência de hipotensão.
(IV) baixa diurese
INCORRETO: baixa diurese faz parte do quadro clinico do choque (baixa volemia, choque cardiogênico com baixo retorno venoso) porém não é um sinal de gravidade.

A. apenas IV
INCORRETO: veja os comentários das afirmações acíma
B. apenas II e IV
INCORRETO : veja os comentários das afirmações acíma
C. apenas I, II e III
INCORRETO : veja os comentários das afirmações acíma
D. apenas I e II
CORRETO : veja os comentários das afirmações acíma
E. apenas I e III
INCORRETO : veja os comentários das afirmações acíma

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.7)

DISCURSIVA: (167533 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A apendicite aguda tem uma apresentação clínica variável de acordo com a faixa etária acometida. Indique as caracteristicas especiáis desta moléstia para criança, idoso, gestante e pacientes com SIDA.


RATING: 4.04

A apendicite aguda tem uma apresentação clínica variável de acordo com a faixa etária acometida. Indique as caracteristicas especiáis desta moléstia para criança, idoso, gestante e pacientes com SIDA.

1) Na criança o quadro é atípico, caracterizado por letargia, vômitos mais intensos e episódios diarréicos mais freqüentes. Por vez correlaciona-se a um diagnóstico tardio, principalmente nas menores de dois anos, quando a apendicite é incomum. (0,125 p)
2) No idoso, assim como na criança, a doença é mais grave. A temperatura é menos elevada e a dor abdominal é mais insidiosa, ocasionando um diagnóstico tardio, com maior incidência de perfuração e conseqüentemente maior mortalidade. (0,125 p)
3) Na gestante é a emergência cirúrgica extra - uterina mais comum, ocorrendo com mais freqüência nos dois primeiros trimestres. (0,125 p)
4) Nos pacientes com SIDA existem causas específicas de apendicite a exemplo do linfoma não-Hodkgin e do sarcoma de Kaposi (mecânicas). Em relação a etiologia infecciosa, os agentes principais são o Cryptosporidium e o CMV. (0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (4.04)

CASO CLINICO: (194160 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente masculino 66 anos, chega ao PS com história de dispnéia aos esforços. Antecedente de HAS de longa data, tratamento irregular com Hidroclortiazida e nifedipina. Tabagismo 1 maço/dia há 40 anos.refere ainda ter colesterol alto, mas sem tratamento. Apresenta história de dispnéia a vários meses com piora progressiva. Hoje acordou com dispnéia e dor torácica com irradiação para o dorso, continua, de muito forte intensidade, associado à dispnéia.
PA = 270 x 180 mmHg. P =112/min T= 36.2°C, Sat O2= 92% FR=26/min.
Bastante sudoréico, ansioso, com dor importante. Ap CV BRNF, sem sopros, AP Resp MV +, diminuído difusamente sem ruídos adventícios.

ECG= sobrecarga ventricular esquerda. Foi realizado o Rx de Tórax com a seguinte imagem:

1) Quais são as modificações encontradas no Rx de torax? -  0,125 pontos

2) Que exame vou ter que solicitar para confirmar minha hipótese diagnóstica? - 0,125 pontos

3) Qual e a conduta imediata indicada neste caso? - 0,1875 pontos

4) Qual e o nivel pressórico desejável por este paciente? - 0,0625 pontos




RATING: 3

1) Quais são as modificações encontradas no Rx de torax?

Paciente apresenta alargamento de mediastino visível á esquerda logo abaixo de arco aórtico (0,0625 p). O padrão sugere alargamento de aorta. (0,0625 p)

2) Que exame vou ter que solicitar para confirmar minha hipótese diagnóstica?

Tomografia Computadorizada de Tórax (0,0625 p) ou Ecocardiograma Transesofágico (0,0625 p).

DISCUSSÃO: O exame de Tomografia Computdorizada de Tórax apresenta sensibilidade maior que 90% para o diagnóstico de dissecção aguda de aorta e é o exame mais utilizado para o diagnóstico desta condição. O Ecocardiograma transesofágico também apresenta boa acuracia para o diagnóstico e pode ser utilizado principalmente em pacientes instáveis com dificuldade de transportar para o setor de radiologia do hospital.

3) Qual e a conduta imediata indicada neste caso?

Controle pressórico com diminuição imediata da pressão arterial (0,0625 p), sendo necessário o uso de nitroprussiato de sódio (0,0625 p) e beta-bloqueadores (0,0625 p).

DISCUSSÃO: O paciente apresenta quadro de emergência hipertensiva com necessidade imediata de diminuição dos niveis pressóricos com medicações que causem a diminuição previsível destes niveis sendo o nitroprussiato indicado: Os beta-bloqueadores também são imprescindíveis, pois os pacientes podem apresentar taquicardia reflexa com o uso de nitroprussiato de sódio com piora da dissecção aguda de aorta sendo necessário o uso de beta-bloqueadores, o controle da dor também é necessário.

4) Qual e o nivel pressórico desejável por este paciente?

Se possível nível de pressão arterial sistolica menores que 100 mmHg. (0,0625 p)

DISCUSSÃO: A recomendação usual em emergências hipertensivas é de diminuição de 25-30% dos niveis de pressão arterial, porém existem exceções, Não existindo evidências cientificas para diminuição de pressão arterial em pacientes com AVC isquèmico e devido a lesão em parede arterial é recomendado que pacientes com dissecção de aorta tenham seus níveis pressóricos diminuídos para valores menores que 100 mmHg se possível.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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