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COMA CETOACIDOTICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

As comas do diabetes mellitus tipo I são acontecimentos lamentáveis, geralmente derivadas de erro de medicação ou erros diagnósticos, ou no minimo da negligência do proprio paciente. Constituem emergências clínicas, devendo ser identificadas e tratadas prontamente.

No caso do diabetes mellitus tipo I os mais conhecidas são o coma cetoacidotico e o coma hipoglicemico.

OBJETIVA: (978431 votos)..........95.48% das questões objetivas receberam votos.
Paciente F, 70 anos, obesa, portadora de hérnia de hiato e esofagite de refluxo, apresenta-se com dor retroesternal em queimação, durando de 5 a 10 minutos, irradiada para a mandíbula, que surge aos esforços. O diagnóstico mais provável é:
A. Exacerbação da esofagite de refluxo
B. Angina de peito
C. Espasmo de esôfago
D. Encarceramento da hérnia hiatal
E. lnfarto agudo do miocárdio

  RATING: 2.93

Paciente F, 70 anos, obesa, portadora de hérnia de hiato e esofagite de refluxo, apresenta-se com dor retroesternal em queimação, durando de 5 a 10 minutos, irradiada para a mandíbula, que surge aos esforços. O diagnóstico mais provável é:

A. Exacerbação da esofagite de refluxo
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Angina de peito
CORRETO : O diagnóstico de angina é clínico, de modo que esta paciente idosa tem história bastante compatível com angina estável, cuja dor retroesternal em queimação e irradiada para mandíbula, e/ou face interna do braço esquerdo é desencadeada por esforço. Ademais, o quadro álgico é aliviado com repouso ou uso de nitratos.
C. Espasmo de esôfago
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Encarceramento da hérnia hiatal
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. lnfarto agudo do miocárdio
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

DISCURSIVA: (175323 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
(I) Enumeram as funções da vigilância epidemiológica. (0,255 pontos)
(II) Enumeram os critérios que devem ser aplicados no processo de seleção para notificação de doenças. (0,14 pontos)
(III) Quais são as 3 doenças consideradas de notificação compulsória internacional (0,105 pontos)


RATING: 3.38

(I) Enumeram as funções da vigilância epidemiológica. (0,255 pontos)
(II) Enumeram os critérios que devem ser aplicados no processo de seleção para notificação de doenças. (0,14 pontos)
(III) Quais são as 3 doenças consideradas de notificação compulsória internacional (0,105 pontos)

(I) São funções da vigilância epidemiológica:
- coleta de dados; (0,035 p)
- processamento de dados coletados; (0,035 p)
- análise e interpretação dos dados processados; (0,036 p)
- recomendação das medidas de controle apropriadas; (0,035 p)
- promoção das ações de controle indicadas; (0,035 p)
- avaliação da eficácia e efetividade das medidas adotadas;(0,035 p)
- divulgação de informações pertinentes. (0,035 p)

(II) Os critérios que devem ser aplicados no processo de seleção para notificação de doenças são:
- magnitude (0,035 p)
- potencial de disseminação (0,035 p)
- transcendência (0,035 p)
- vulnerabilidade (0,035 p)

(III) O Regulamento Sanitário Internacional define as doenças que estão consideradas como de notificação compulsória internacional, obrigatoriamente, que são incluídas nas listas de todos os países membros da OPAS/OMS, e hoje estão restritas a três:
- cólera (0,035 p)
- febre amarela (0,035 p)
- peste (0,035 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.38)

CASO CLINICO: (203643 votos)..........98.96% dos casos clinicos receberam votos.
M.M.S., 4 anos e 2 meses, sexo feminino, parda, natural e procedente da Bahia.

Queixa Principal:“Dor no peito e na barriga há 12 dias.” Mãe relata que há 12 dias a criança apresentou quadro álgico mais intenso em região para-esternal de tórax do que em abdome. Esta dor era intensa,  intermitente, sem irradiação e não cedia com o uso de dipirona (20 gts). Há 10 dias, passou a apresentar febre, não aferida, quase diária. Há 8 dias, passou a apresentar tosse produtiva, com expectoração amarelada.  

Revisão de Sistemas: Astenia, tosse produtiva, dor torácica e abdominal. Eliminações fisiológicas.

Antecedentes Fisiológicos:

Mãe: GII PII (NII ) A0 . Pré-natal – 5 consultas. Nega intercorrências durante a gestação. Parto hospitalar, a termo. Chorou ao nascer. Peso: 2600g. Apgar: ?   Comprimento: ?   Perímetro cefálico: ?  Nega intercorrências neonatais. Leite materno exclusivo até 2 meses de vida.  DNPM adequado.

Antecedentes Patológicos:

  3 internações prévias por crises álgicas e pneumonia.

  1 hemotransfusão. Nega alergias/intolerâncias.

  Calendário vacinal em dia.

Antecedentes Familiares:

Mãe (21 a), relata anemia ferropriva.  

Pai (46 a), hígido, tabagista e etilista leve. Não reside com a criança. Irmão falecido aos 2 anos por anemia falciforme. Prima: anemia falciforme.


Ectoscopia: BEG, hipocorada (2+/4), anictérica, acianótica, hidratada, afebril, ativa e reativa, consciente, orientada, emagrecida. Peso:15 Kg.
Oroscopia: dentes em bom estado de conservação, sem hiperemia.  Pele, mucosas e fâneros: sem alterações.  Gânglios: impalpáveis.  ACV: RCR 2T BNF s/ sopros. FC: 119 bpm  AP: MV rude, roncos e sibilos difusos. FR: 28 ipm  ABD: plano, normotenso, RHA presentes e normais, indolor à palpação, fígado à 2 cm do RCD e baço à 3 cm do RCE.  Ext: perfundidas e sem edema.

PERGUNTAS:

1) Qual é a suspeita diagnóstica? Justifique. (0,2 p)

2) Qual é a mais provável etiologia da infecção pulmonar, em relação com a doença de base, nesta faixa etária?  (0,1 p)

3) Qual é a atitude terapêutica frente a essa criança? (0,2 p)


RATING: 2.89

1) SUSPEITA DIAGNÓSTICA: A) ANEMIA FALCIFORME - Justificativa: antecedentes familiares, astenia, dor toracica, outras 3 internações prévias por crises álgicas e pneumonia. fígado à 2 cm do RCD e baço à 3 cm do RCE. (0,1 p) B) PNEUMONIA  febre, não aferida, quase diária. Há 8 dias, passou a apresentar tosse produtiva, com expectoração amarelada.  (0,1 p) 2) ETIOLOGIA DA INFECÇÃO PULMONAR: Como conseqüência da asplenia, haverá uma maior notadamente o Haemophilus influenzae tipo b (Hib) e o pneumococo10,11. O risco de infecção por este último em crianças com anemia falciforme menores de 5 anos é aproximadamente 30 a 100 vezes maior que em crianças saudáveis (0,1 p) 3) TRATAMENTO: Ampicilina sulbactam 500mg EV 6/6 - Novalgina 0,6 ml EV 6/6h intercalado com nimesulida - Nimesulida gts VO 12/12 hs - Prednisona 15mg VO 1x/dia. - NBZ  SF 0,9% - 3 ml +   Berotec 6 gts (0,2 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.89)




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