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NÃO SOU CADASTRADO                                                         NÃO LEMBRO A SENHA/USUÁRIO
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OBJETIVA: (494289 votos)..........95.68% das questões objetivas receberam votos.
Mulher, 25 anos, com letargia e fadiga há 2 meses; teve seu 1º filho há 6 meses. Com fraqueza, frio, sonolência, pele seca e áspera, fluxo menstrual abundante, constipação, tireóide discretamente aumentada difusamente, reflexos tendinosos profundos com relaxamento retardado. FT4: 0,55 (N: 0,70-1,85); TSH: 45 (N: 0,32-5,00); captação de iodo de radioativo: 40% (N: 15-30); anticorpos antitireóide: (-). O diagnostico mais provável seria:
A. sindrome de doença não tireoidea
B. resistência á ação do hormonio tireoídeo
C. pre-coma mixedematoso
D. tireoidite Hashimoto
E. tireoidite pós-parto

  RATING: 2.91

Mulher, 25 anos, com letargia e fadiga há 2 meses; teve seu 1º filho há 6 meses. Com fraqueza, frio, sonolência, pele seca e áspera, fluxo menstrual abundante, constipação, tireóide discretamente aumentada difusamente, reflexos tendinosos profundos com relaxamento retardado. FT4: 0,55 (N: 0,70-1,85); TSH: 45 (N: 0,32-5,00); captação de iodo de radioativo: 40% (N: 15-30); anticorpos antitireóide: (-). O diagnostico mais provável seria:

A. sindrome de doença não tireoidea
INCORRETO: A síndrome da doença não tireóidea (SDNT), também conhecida como síndrome da T3 baixa, ocorre em indivíduos hospitalizados com alterações sistémicas, agudas ou crónicas, de gravidade variável, como: infarto do miocárdio, pós-cirurgical, doenças neoplásicas, doenças febris, diabetes melito. septicemia, queimaduras extensas, insuficiência renal crónica. entre outras.Os pacientes exibem resultados laboratoriais funcionais anormais da tireóide na ausência de doença tireóidea primaria: alteração da conversão do T4 em T3 e níveis baixos ou indetectáveis de T3 não acompanhados por níveis elevados de TSH.
B. resistência á ação do hormonio tireoídeo
INCORRETO : Tipicamente, neste caso, os pacientes exibem bócio e eutireoidismo. hipotireoidismo moderado ou graus variáveis de hipertireoidismo.
C. pre-coma mixedematoso
INCORRETO : primeiro, que nem existe um tal de diagnostico, segundo, a coma mixedematoso manifestaria-se em pacientes com hipotireoidismo primário ou secundário, de longa duração, e não tratados. O termo “coma”, a rigor, é impróprio, pois, na maioria das vezes, o paciente não se apresenta comatoso.
D. tireoidite Hashimoto
INCORRETO : A maioria dos pacientes com TH exibe tireóide aumentada de volume, títulos moderadamente, ou bastante elevados de auto-anticorpos (anti-TPO e/ou anti-TG), captação baixa e distribuição irregular de radionuclídeo ao cintilograma. Em geral, durante o progresso da doença, os pacientes evoluem com hipotireoidismo subclínico por período longo e variável de tempo. Exibem nível de TSH normal ou elevado; se normal, os pacientes devem ser avaliados de forma regular, talvez uma vez ao ano, para acompanhamento da evolução do TSH, cujo aumento poderá ser indicativo de hipotireoidismo estabelecido.
E. tireoidite pós-parto
CORRETO : Esta paciente tem tireoidite pós-parto por que esta costuma ocorrer nos primeiros meses após a gestação, com uma fase hipertireoidea inicial seguida por uma fase hipotireoidea, que dura 2-4 meses. Embora a paciente possa ter tireoidite de Hashimoto, as titulações do anticorpo estão normais, o que iria contra este Dx

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.91)
DISCURSIVA: (97281 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA) é uma forma de insuficiência respiratória aguda e progressiva, devido ao edema pulmonar intersticial induzido por diversas causas diretas e indiretas, que se manifesta por taquipnéia, dispnéia, cianose, diminuição progressiva da complacência pulmonar e hipoxemia refratária e constante.

1) Quais são as causas qua mais predispõem á SARA? (0,25 p)
2) Enumeram pelo menos 4 criterios que definem a SARA (0,25 p)

RATING: 3.01

A Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA) é uma forma de insuficiência respiratória aguda e progressiva, devido ao edema pulmonar intersticial induzido por diversas causas diretas e indiretas, que se manifesta por taquipnéia, dispnéia, cianose, diminuição progressiva da complacência pulmonar e hipoxemia refratária e constante.

1) Quais são as causas qua mais predispõem á SARA? (0,25 p)
2) Enumeram pelo menos 4 criterios que definem a SARA (0,25 p)

1) Quais são as causas qua mais predispõem á SARA? (0,25 p)

As causas que mais predispõem à SARA são:
- trauma 0,05 p
- choque 0,05 p
- afogamento 0,05 p
- infecções 0,05 p
- toxinas 0,05 p

2) Enumeram pelo menos 4 criterios que definem a SARA (0,25 p)

Os critérios para sua definição são:
- início agudo;
- tensão arterial de oxigênio/fração de O 2 inspirado (PaO2/FiO2) menor de 200mmHg,
- presença de infiltrados bilaterais observados na radiografia de tórax póstero-anterior;
- pressão de oclusão arterial pulmonar 18 mmHg

FONTE:
José Antônio Chehuen Neto, Luiz Antônio Tavares Neves, Gustavo Ferreira da Mata, Rafael Ribeiro Mansur Barbosa, Guilherme de Oliveira Firmo, Daniela de Souza Neves, Síndrome da angústia respiratória aguda na criança - relato de caso, HU rev., Juiz de Fora, v.33, n.3, p.99-102, jul./set. 2007

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (103497 votos)..........99.33% dos casos clinicos receberam votos.
T. R. N. de São Paulo, paciente de 64 anos de idade, que procurou o serviço para tratamento de dor crônica e ferida no membro inferior direito. Descreve que a primeira lesão ulcerada surgiu há 10 anos e fez tratamento medicamentoso e com repouso que resultava na cicatrização das lesões, contudo apresentavam recidivas. Relata que os movimento dos pés e tornozelos vêm piorando com o tempo, necessitando do apoio de uma bengala. Ao exame físico detectaram-se, na face interna do terço distal da perna, lesão ulcerada, pele com aspecto descamativo, endurecida, perda de movimento de pododáctilos e tornozelo. Foi feita avaliação clínica, goniométrica e perimétrica.

Questões:
1) Qual é o diagnóstico mais provável? (0,0625 p)
2) Quais são os métodos não invasivos de diagnóstico desta moléstia e qual é considerado 'padrão de ouro'? (0,125 pontos)
3) Qual é o tratamento clínico neste caso? (0,21875 p)
4) Quais são os critérios de indicação para tratamento cirurgico.(0,09375 pontos)


RATING: 2.98

1) Qual é o diagnóstico mais provável?
Edema, induração, hiperpigmentação e ulceração, lesão do membro inferior, parte interna da perna sugere:
INSUFICIENCIA VENOSA CRONICA, ESTADO EDEMATOSO. - 0,03125 p
TROMBOSE VENOSA PROFUNDA DE MEMBRO INFERIOR DIREITO. - 0,03125 p
2) Quais são os métodos não invasivos de diagnóstico desta moléstia e qual é considerado 'padrão de ouro'?
NÃO INVASIVOS:
- sonar de efeito Doppler portátil - 0,03125 p
- Mapeamento Dúplex (MD) ou Eco-Doppler - 0,03125 p
- fotopletismografia venosa - 0,03125 p - considerado 'padrão ouro' - 0,03125 p
DISCUSSÃO: Os exames subsidiários solicitados para a confirmação diagnóstica e quantificação da hipertensão venosa, são divididos em testes não-invasivos e invasivos.
Flebografia do membro inferior é considerada o padrão-ouro para o diagnóstico da IVC sendo a associação da flebografia ascendente à descendente permite o diagnóstico anatômico das lesões valvulares e quantificação da hipertensão venosa. Além disto, ainda hoje são exames fundamentais para a absoluta indicação do tratamento cirúrgico da IVC. A flebografia ascendente é realizada com o paciente em decúbito dorsal horizontal ou a 60º e injeta-se uma substância de contraste no sistema venoso por meio de punção de veia dorsal do pé com garroteamento distal do tornozelo. Neste exame é importante observar-se a perviedade do sistema venoso profundo, as obstruções venosas, as dilatações das veias, a circulação colateral e a presença das válvulas venosas. Já na flebografia descendente, a substância de contraste é injetada por meio de cateter colocado na veia femoral ou por meio de punção simples desta veia. Acompanha-se a progressão retrógrada da substância de contraste, utilizando a manobra de Valsalva e em casos graves de IVC, pode-se verificar o refluxo da substância de contraste atingindo as veias do tornozelo. A flebografia descendente analisa fundamentalmente a competência do sistema valvular das veias profundas. 3) Qual é o tratamento clínico neste caso?
As úlceras venosas são tratadas conservadoramente com elevação dos MMII, terapia compressiva e a Bota do Unna. - 0,03125 p
Tratar a dermatite de estase e o eczema varicoso com soluções de lanolina e preparações com corticosteróides de uso tópico - 0,03125 p
AMBULATORIO:
HIRUDOID aplicações locais 3-4 vezes ao dia. - 0,03125 p
DAFLON 900mg em dose única diária, pela manhã - 0,03125 p ou VECASTEN Um comprimido uma vez ao dia, podendo ser administrado 2 vezes ao dia - 0,03125 p .
CAPILAREMA Adultos: dose inicial: via oral, 225 mg por dia. Dose de manutenção: via oral, 150 mg por dia. - 0,03125 p
Utiliza-se antibioticoterapia somente em pacientes com contaminação bacteriana comprovada e após isolamento da bactéria predominante na lesão - 0,03125 p
4) Quais são os critérios de indicação para tratamento cirurgico.
- pacientes que não melhoraram com a terapia clínica - 0,03125 p
- pacientes que desenvolveram complicações recorrentes (celulite, úlceras infectadas ou tromboses - 0,03125 p
- pacientes incapazes de manter o tratamento clínico e principalmente jovens em idade produtiva. - 0,03125 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.98)

 

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