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A CIRURGIA DO BAÇO (ÁREA DE CIRURGIA)

A artéria esplénica divide-se em vários ramos dentro do ligamento esplenorrenal antes de penetrar no hilo esplénico, onde se ramificam novamente nestas trabéculas conforme penetram na polpa esplénica.

POLPA BRANCA: uma bainha de tecido linfático que acompanha os vasos e os seus ramos até que eles se dividem em capilares. São estas bainhas linfáticas que compõem a polpa branca do baço e que ficam intercaladas ao longo dos vasos arteriolares como folículos linfáticos.

ZONA MARGINAL: A interface entre a polpa branca e a polpa vermelha é conhecida como a zona marginal.

POLPA VERMELHA: Conforme as arteríolas perdem as suas bainhas de tecido linfático, elas atravessam a zona marginal e penetram na polpa vermelha, que é composta de vasos sanguíneos de ramificações grandes, paredes finas chamados seios esplénicos e sinusóides, e placas finas de tecido celular que compõem os cordões esplénicos.

OBJETIVA: (1436963 votos)..........96.26% das questões objetivas receberam votos.
GSS, 4 meses, deu entrada no pronto-socorro de pediatria com quadro de febre há 2 dias, tosse e cansaço. À entrada apresentava frequência respiratória de 60 irpm, com retrações subcostal, intercostal e de fúrcula esternal. Apresentava também sibilos difusos e estertores subcrepitantes. Foram realizadas duas sequências de três inalações com O2 em intervalos de 20 minutos, sem melhora do quadro, evoluindo para insuficiência respiratória aguda.
Neste momento a conduta deve constar em:
A. continuar a inalação por mascara não-reinalante com oxigênio e beta-mimetico
B. realizar sequência rápida de intubação (SRI) com atropina, cetamina, midazolam e rocurônio.
C. infundir beta-mimeticos via iv ou intraóssea
D. traquestomia com cânula número 4 com cuff
E. realizar broncoscopia

  RATING: 2.98

GSS, 4 meses, deu entrada no pronto-socorro de pediatria com quadro de febre há 2 dias, tosse e cansaço. À entrada apresentava frequência respiratória de 60 irpm, com retrações subcostal, intercostal e de fúrcula esternal. Apresentava também sibilos difusos e estertores subcrepitantes. Foram realizadas duas sequências de três inalações com O2 em intervalos de 20 minutos, sem melhora do quadro, evoluindo para insuficiência respiratória aguda.
Neste momento a conduta deve constar em:

A. continuar a inalação por mascara não-reinalante com oxigênio e beta-mimetico
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. realizar sequência rápida de intubação (SRI) com atropina, cetamina, midazolam e rocurônio.
CORRETO : Evidente! Tem um lactente de 4 meses com insuficiência respiratoria aguda. O perigo de PCR é enorme. neste momento precisa imediatamente garantir essa via pervia, senão o paciente já era.
C. infundir beta-mimeticos via iv ou intraóssea
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. traquestomia com cânula número 4 com cuff
INCORRETO : A ideia não é ruim, mas ainda não tivemos nenhum indicio de via aérea dificil. Primeiro, é indicada a intubação clássica - caso que a criança não pode ser entubada aí sim, podemos fazer a traqueostomia
E. realizar broncoscopia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

DISCURSIVA: (200797 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram as condições de predisposição/causas da parada cardíaca súbita.


RATING: 2.94

Enumeram as condições de predisposição/causas da parada cardíaca súbita.

As condições de predisposição ou causas da parada cardíaca súbita podem compreender:

  • Cardiomiopatia hipertrófica (0,05 p)
  • Artéria coronária anômala (0,05 p)
  • Síndrome de QT longo (0,05 p) ou outras canalopatias (0,05 p)
  • Miocardite (0,05 p)
  • Intoxicação farmacológica (0,05 p) (p.ex., digoxina (0,05 p), efedrina (0,05 p), cocaína (0,05 p))
  • Commotio cordis (0,05 p) (isto é, arritmia secundária a pancada forte no tórax)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

CASO CLINICO: (233052 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo feminino, 70 anos, diabética e com DPOC, com início dos sintomas há 2 dias, febre alta, tosse produtiva com expectoração amarelada, dor torácica e dispneia. Apresentou três episódios de vômitos há 24 horas. Ao exame físico, apresenta-se agitada, levemente desidratada, taquipneica (FR – 33 irm), taquicárdica (FC – 122 bpm) e com PA 90 × 60 mmHg. Estertores crepitantes na base pulmonar direita. Exames complementares: Ureia – 60 mg/dL; Creatinina – 1,2 mg/dL; Leucócitos – 4000; Sat. O2 < 90% com oxigênio em cateter nasal a 5 L/min.
1) Essa paciente tem indicação para internação? Em que nível de complexidade? Explique o sistema de escore britânico CURP-65, usado para indicar gravidade e o local de tratamento. (0,18 pontos)
2) Quais os agentes etiológicos mais frequentes em pneumonia aguda em pacientes tratados ambulatorialmente, internados em enfermaria e internados em UTI? (0,19 pontos)
3) Qual o esquema antimicrobiano indicado nesta paciente? Justifique. (0,13 pontos)


RATING: 3.13

1) Essa paciente tem indicação para internação? Em que nível de complexidade? Explique o sistema de escore britânico Curp-65, usado para indicar gravidade e o local de tratamento.
Sim. (0,01 p)
UTI: (0,01 p)
Escore de 6 pontos, no qual cada item anormal pontua uma unidade. (0,01 p)
Escore 0 e 1, se apenas a idade pontuar → tratamento domiciliar. (0,01 p)
Escore > 1 → tratamento internado. (0,01 p)
C = Confusão mental (nível de consciência) (0,01 p)
U = Ureia > 50 mg/dL (0,01 p)
R = FR > 30 irpm (0,01 p)
P = PAS < 90 mmHg (0,01 p)
P= PAD ≤ 60 mmHg (0,01 p)
65 = Idade acima de 65 anos. (0,01 p)
Deve-se considerar ainda a presença de comorbidades descompensadas (CPOC; ICC; I. hepática, I. renal, Neoplasia) (0,01 p); extensão da pneumonia no RX Tórax (0,01 p) e na saturação arterial do oxigênio (0,01 p) e fatores psicossociais que possam interferir no tratamento e indicar internação. (0,01 p)
Sinais de gravidade:
Sat. OO2 ≤ 90% sem oxigenioterapia (0,01 p) e o mesmo resultado com oxigenioterapia indicação de UTI (0,01 p)
Leucócitos < 4000 → prognóstico ruim. (0,01 p)
2) Quais os agentes etiológicos mais frequentes em pneumonia aguda em pacientes tratados ambulatoriamente, internados em enfermaria e internados em UTI?
- PAC Ambulatorial (leve) (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Mycoplasma pneumoniae (0,01 p); Chlamydophila pneumoniae (0,01 p); Vírus respiratórios (influenza, adenovírus, vírus sincicial respiratório, para-influenza e coronavírus) (0,01 p); Haemaphylos influenzae. (0,01 p)
- PAC internados em enfermarias (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Mycoplasma pneumoniae (0,01 p); Chlamydia pneumoniae (0,01 p); Vírus respiratórios (0,01 p); Haemaphylos influenzae (0,01 p); Legionelha Spp (0,01 p).
- PAC internados (UTI) (0,01 p): Streptococos pneumoniae (0,01 p); Bacilos gram negativos (0,01 p); Haemaphylus influenzae (0,01 p); Legionella spp (0,01 p); S. aereus (0,01 p).
3) Qual o esquema antimicrobiano indicado nesta paciente? Justifique.
Betalactâmico com inibidor da betalactamase ou clindamicina.
Justificativa: Por ser paciente grave, com evolução desfavorável e com história de vômitos, podendo ter broncoaspirado com possibilidade de infecção por anaeróbios e gram-negativo da flora da boca. A associação de betalactâmicos com aminoglicosídeos e um agente para cobertura de bacteróides Fragillis, embora possa dar uma cobertura antimicrobiana, deverá ser evitada pelo risco de nefrotoxicidade em uma paciente idosa, diabética e com lesão renal prévia. (0,13 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.13)




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