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ACESSO VENOSO PERIFERICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

É um procedimento invasivo que visa a administração de fluidos, administração de medicações, hemocomponentes, Coleta de Exames Laboratoriais, além da manutenção de um acesso venoso.

Um dos procedimentos invasivos mais utilizados na urgência e emergência (mais de 70% dos pacientes internados) presume a punção seguida de inserção de um dispositivo de até sete centímetros na via venosa. É uma das principais atividades da equipe de enfermagem.

É uma via segura e com baixos índices de complicações.

OBJETIVA: (1155302 votos)..........99.35% das questões objetivas receberam votos.
São coeficientes de significância estatistica:
I) o acaso
II) o numero p
III) o intervalo de confiança 95%
IV) a hipótese nula
A. I e II
B. I e III
C. I e IV
D. II e III
E. II e IV

  RATING: 2.89

São coeficientes de significância estatistica:

I) o acaso
INCORRETO: o acaso e MEDIDA de significância estatistica
II) o numero p
CORRETO: O valor p significa, sob a hipótese nula, a probabilidade de se obter valores tão ou mais extremos do que o observado no estudo. Ele é um coeficiente de significância estatistica
III) o intervalo de confiança 95%
CORRETO: Pelo contrario do numero p o intervalo de confiança espelha o tamanho da amostra. Ele é um coeficiente de significância estatistica
IV) a hipótese nula
INCORRETO: usualmente, a hipótese nula é aquela que considera que os fatores em estudo não apresentam diferenças de efeito na população

A. I e II
INCORRETO: veja os comentários acíma
B. I e III
INCORRETO : veja os comentários acíma
C. I e IV
INCORRETO : veja os comentários acíma
D. II e III
CORRETO : veja os comentários acíma
E. II e IV
INCORRETO : veja os comentários acíma

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

DISCURSIVA: (183616 votos) ..........98.22% das questões discursivas receberam votos.
1) Classifique o abdomen agudo pelo mecanismo etiológico.(0,25 pontos)
2) Enumeram 5 causas de abdomen agudo obstrutivo.(0,25 pontos)


RATING: 3.03

1) Classifique o abdomen agudo pelo mecanismo etiológico.(0,25 pontos)
2) Enumeram 5 causas de abdomen agudo obstrutivo.(0,25 pontos)

1) Classifique o abdomen agudo pelo mecanismo etiológico.

  • Perfurativo (0,05 p)
  • Infamatório (0,05 p)
  • Obstrutivo (0,05 p)
  • Hemorrágico (0,05 p)
  • Vascular (Isquêmico) (0,05 p)

2) Enumeram 5 causas de abdomen agudo obstrutivo.

Causas:(0,05 p cada uma, qualquer seja a combinação) 
  • hérnia estrangulada
  • fecaloma
  • obstrução pilórica
  • volvo
  • intussuscepção
  • divertículo de Meckel
  • corpo estranho
  • neoplasia
  • doença de Crohn
  • íleo paralítco
  • bolo de áscaris
  • aderências intestinais

FONTE:

ABDOMEN AGUDO: • Caio Augusto Bianchini D´Emilio • Fábio dos Santos Barbosa • Higor Kassouf Mantovani • Hugo Tadeu Metdieri • Luiz Felipe Franco Teodoro • Stefano Bacco Amade • Vitor Pozzi Loverso ACCESSÍVEL ONLINE

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

CASO CLINICO: (214241 votos)..........99.5% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 68 anos, tabagista (40 maços-ano), hipertenso controlado, procura emergência com quadro de 4 meses de fadiga intensa, perda ponderal involuntária de 12 kg, febre baixa vespertina (até 38,2°C), prurido generalizado e icterícia cutâneo-mucosa leve de instalação progressiva. Nega dor abdominal, hematúria macroscópica ou sintomas urinários. Exame físico: regular estado geral, ictérico 2+/4+, hepatomegalia dolorosa a 4 cm do rebordo costal direito, esplenomegalia discreta, sem linfonodomegalias palpáveis ou ascite. Sem estigmas de hepatopatia crônica.

Exames laboratoriais iniciais: Hb 11,8 g/dL, plaquetas 480.000/mm³, VHS 92 mm/h, PCR 48 mg/L; bilirrubina total 3,2 mg/dL (direta 2,4); AST 68 U/L, ALT 82 U/L, FA 620 U/L, GGT 980 U/L; albumina 3,1 g/dL; coagulograma normal; sorologias virais negativas; autoanticorpos negativos; alfa-fetoproteína e CEA normais. USG abdominal: massa sólida heterogênea em polo superior do rim direito (8,2 cm), sem dilatação de vias biliares, fígado de ecotextura aumentada sem nódulos metastáticos evidentes. TC tórax/abdome/pélvis em andamento.


I. Qual é a sua principal suspeita diagnóstica? ... 0,1 pontos
II. Qual a possível causa etiológica da doença diagnosticada? ... 0,15 pontos

III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ... 0,18 pontos

IV. Qual o tratamento de escolha? ... 0,07 pontos



RATING: 2.86

I. Suspeita diagnóstica principal: Síndrome de Stauffer (disfunção hepática paraneoplásica não metastática associada a carcinoma de células renais – CCR)

  • Quadro de colestase intra-hepática anictérica ou levemente ictérica + trombocitose reacional + elevação de marcadores inflamatórios em paciente com massa renal sugestiva de CCR, sem evidência de metástase hepática ou obstrução biliar (0,08 p)
  • Ausência de hepatopatia crônica, infecções virais ou drogas hepatotóxicas reforça o caráter paraneoplásico (0,02 p) 

II. Possível causa etiológica da doença diagnosticada: Síndrome paraneoplásica mediada por citocinas, principalmente interleucina-6 (IL-6) secretada pelo tumor renal

  • CCR (especialmente subtipo células claras) libera IL-6 em quantidade suficiente para induzir resposta inflamatória sistêmica e inibição da excreção biliar hepatocítica sem invasão hepática direta (0,10 p)
  • Outras citocinas (IL-1, TNF-α) e fator de crescimento vascular podem contribuir, mas IL-6 é o principal mediador descrito (0,05 p) Subtotal II: 0,15 p

III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico: Tomografia computadorizada (TC) contrastada de abdome e pelve + exclusão de metástases hepáticas + resolução laboratorial após nefrectomia (padrão-ouro)

  • TC (ou RM) de abdome é o exame de escolha inicial: demonstra massa renal sólida, estadiamento TNM e ausência de lesões hepáticas metastáticas ou obstrução biliar (sensibilidade >95% para CCR) (0,10 p)
  • Biópsia hepática (se dúvida) mostra apenas colestase canalicular sem infiltrado neoplásico (0,05 p)
  • Confirmação definitiva: normalização completa dos testes hepáticos e marcadores inflamatórios em 2–8 semanas após ressecção completa do tumor primário (0,03 p)

IV. Tratamento de escolha: Nefrectomia radical (ou parcial, quando factível) com intenção curativa

  • Ressecção cirúrgica do tumor renal primário é o único tratamento curativo da síndrome; leva à resolução completa da disfunção hepática em >90% dos casos (0,05 p)
  • Em doença metastática ou inoperável: terapia alvo (sunitinib, pazopanib) ou imunoterapia (nivolumabe + ipilimumabe) pode melhorar parcialmente, mas a síndrome responde melhor à citorredução cirúrgica quando possível (0,02 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.86)




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