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O CHOQUE SEPTICO COMO EMERGÊNCIA PEDIATRICA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Atualmente, a sepse é a causa mai comum de morte no mundo inteiro. São entre 15 e 19 milhões de casos novos por ano. Na faixa etária pediatrica a incidência de 0,56 casos novos para cada 1000 crianças. Destes casos, 48% são casos de crianças menores que 1 ano (lactentes). A mortalidade, na bibliografia atual é de 2% dos pacientes previamente hígidos e de 10% para os pacientes com doença crônica. Isto, na hora atual, é considerado "normal" nas condições de atendimento conforme os protocolos. Na frente da suspeita de choque septico um medico precisa saber que cada hora de demora no atendimento aumenta a chance de mortalidade do paciente com 50%. O atendente precisa estar habilitado para levantar a suspeita, fazer o diagnóstico e já começar o tratamento do paciente em choque.

OBJETIVA: (1194746 votos)..........99.02% das questões objetivas receberam votos.
A transmisibilidade do coronavirus COVID-19 começa:
A. sete dias após o contágio
B. sete dias após o início dos sintomas
C. quatorze dias depois do contágio
D. 48 horas depois do início da febre
E. 48 horas depois do fim da incubação

  RATING: 2.89

A transmisibilidade do coronavirus COVID-19 começa:

A. sete dias após o contágio
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. sete dias após o início dos sintomas
CORRETO : Uma questão de 'saber ou não saber'. Dados preliminares apontam que é possível que o SARS-CoV-2 (COVID-19) seja transmitido por pessoas infectadas sete dias após o início dos sintomas, em média. Porém, há a possibilidade de que ocorra a transmissão antes da apresentação de sinais e sintomas significativos
C. quatorze dias depois do contágio
INCORRETO : Estima-se que o período de incubação do COVID-19 possa chegar a 14 dias, mas isso é baseado numa extrapolação sobre os dados que existem sobre SARS-CoV e do MERS-CoV,
D. 48 horas depois do início da febre
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. 48 horas depois do fim da incubação
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

DISCURSIVA: (185810 votos) ..........98.84% das questões discursivas receberam votos.
O pectus excavatum, (também chamado de ”tórax em funil”) é a deformidade torácica mais comum, ocorrendo em 1 a cada 400 crianças.  A maioria dos pacientes com pectus excavatum è assintomática no momento da apresentação; no entanto, alguns indivíduos relatam sintomas que sugerem impacto cardiovascular e impacto pulmonar (redução na reserva respiratória, dor ao longo das cartilagens costais com o exercício, palpitações ou sopros, sobretudo na presença de um prolapso da válvula mitral).

1) Como verificamos o impacto pulmonar desse defeito? (0,3 p)
2) Como verificamos o impacto cardiovascular do mesmo? (0,2 p)



RATING: 3.06

O pectus excavatum, (também chamado de ”tórax em funil”) é a deformidade torácica mais comum, ocorrendo em 1 a cada 400 crianças.  A maioria dos pacientes com pectus excavatum è assintomática no momento da apresentação; no entanto, alguns indivíduos relatam sintomas que sugerem impacto cardiovascular e impacto pulmonar (redução na reserva respiratória, dor ao longo das cartilagens costais com o exercício, palpitações ou sopros, sobretudo na presença de um prolapso da válvula mitral).

1) Como verificamos o impacto pulmonar desse defeito? (0,3 p)
2) Como verificamos o impacto cardiovascular do mesmo? (0,2 p)

Em casos graves, foram documentados um volume de ejeção e um débito cardíaco reduzidos, conjuntamente com um padrão restritivo (capacidade respiratória máxima diminuída) no teste de função pulmonar.

1) O impacto pulmonar:

A avaliação da função pulmonar basal pode ser obtida com:

  1. testes de função pulmonar (0,1 p)
  2. estudos radiológicos ou fisiológicos de exercício (0,1 p)
  3. cintilografias de ventilação-perfusão (0,1 p)

2) O impacto cardiovascular:

A avaliação cardiovascular pode ser realizada utilizando-se:

  1. ecocardiografia (0,1 p)
  2. angiografia. (0,1p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (217753 votos)..........99.02% dos casos clinicos receberam votos.

Criança do sexo masculino, seis anos de idade, sem antecedentes patológicos de relevo. Apresentou início agudo de tosse rouca, disfonia e estridor associados a sinais de dificuldade respiratória com agravamento progressivo. Sem outra sintomatologia associada. Sem conviventes doentes.
Observado por pediatra assistente cerca de duas horas após o início da sintomatologia, tendo sido objetivada febre (temperatura axilar de 38ºC).
À admissão apresentava-se polipneico, disfônico, com sinais de dificuldade respiratória grave nomeadamente estridor inspiratório, tiragem subcostal, supra-esternal e adejo nasal. Sem alterações na auscultação cardio-pulmonar, sem hipoxemia.
Manteve-se febril e, apesar da terapêutica com adrenalina nebulizada em intervalos regulares, manteve estridor, que se tornou bifásico. Cerca de oito horas após o início da sintomatologia, iniciou hipoxemia (FiO2 máximo de 0.28 para manter saturações periféricas de oxigênio > 92%). O estudo analítico demonstrou 10,2x109/L leucócitos com 84,8% neutrófilos e proteína C reativa (PCR) 53,2mg/L.
Utilizando os dados acima, esclarece:

1) Qual é a principal suspeita diagnóstica? 0,1 pontos
2) Indicam pelo menos três parâmetros de diagnóstico diferencial de laringotraqueobronquite. 0,3 pontos
3) Que agentes etiológicos são mais frequentemente implicados? 0,1 pontos




RATING: 2.89

1) Baseado no exame clinico e semiológico a principal suspeita é de traqueite bacteriana. A traqueite bacteriana (lambem chamada de traqueíte membranosa ou crupe pseudomembranoso ou laringotraqueobronquite bacteriana ou laringite membranosa) é uma infecção bacteriana aguda da região subglótica da via aérea superior que pode provocar uma obstrução das vias aéreas com risco de óbito. Foi descrita pela primeira vez em 1945 por Chevalier Jackson e consiste de fato numa infeção bacteriana exsudativa dos tecidos moles da laringe e traqueia. Desde a introdução da vacina contra o Haemophilus influenza tipo b, o número de casos de epiglotite diminuiu drasticamente na população pediátrica e desde então a traqueite bacteriana tem ganho relevância como infeção das vias aéreas superiores potencialmente fatais. 0,1 p

2) Três dos mais importantes elementos de diagnostico diferencial com laringotraqueobronquite: início abrupto do estridor (0,1 p) febre de dificil controle (0,1 p), falha de resposta na adrenalina (0,1 p);

3) Os agentes etiológicos mais frequentemente isolados são o Staphylococcus aureus (0,05 p) e Streptococcus pyogenes (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.89)




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