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INSUFICIÊNCIA CARDÍACA PEDIATRICA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Na verdade é uma perda de capacidade do ventrículo em distender, receber e/ou ejetar sangue, causada por disfunção da bomba ventricular: sobrecarga de volume (pré-carga) ou pressão (pós-carga).
O capitulo da insuficiência cardíaca na população pediátrica tem que ser tratado separadamente. Em decorrência de tantas etiologias, a Insuficiência Cardíaca (IC) pediátrica ê uma entidade mais complexa. Geralmente, uma anomalia como essa é relacionada com o próprio desenvolvimento cardíaco e com as manifestações pré-, per- ou pós-operatórias nas cardiopatias congênitas.

OBJETIVA: (1422346 votos)..........96.14% das questões objetivas receberam votos.
A finalidade da classificação de risco dos pacientes com dengue é:
A. definir quais são os casos que devem ser notificado à vigilância epidemiológica
B. fazer a diferença entre o caso suspeito e o caso confirmado
C. reduzir o tempo de atendimento para os casos mais graves
D. determinar os estados de desidratação e hemodinâmico
E. reconhecer precocemente os sinais de alarme

  RATING: 3.16

A finalidade da classificação de risco dos pacientes com dengue é:

A. definir quais são os casos que devem ser notificado à vigilância epidemiológica
INCORRETO: Todo caso suspeito de dengue deve ser notificado à vigilância epidemiológica
B. fazer a diferença entre o caso suspeito e o caso confirmado
INCORRETO : A confirmação diagnóstica (com sorologia) deve ser feita para todos em período não epidêmico, e por amostragem (conforme orientações da Vigilância) em período epidêmico, exceto para gestantes (diagnóstico diferencial de rubéola), crianças e idosos (hipertensos, diabéticos e outras comorbidades).
C. reduzir o tempo de atendimento para os casos mais graves
CORRETO : A classificação de risco visa a reduzir o tempo de atendimento para os casos mais graves. O manejo adequado do paciente depende do reconhecimento precoce dos sinais de alarme e das contínuas reavaliação e reclassificação de risco do paciente e pronta reposição fluídica. O Ministério da Saúde propõe uma abordagem clínico--evolutiva, classificando os pacientes em grupos (A, B, C e D)
D. determinar os estados de desidratação e hemodinâmico
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. reconhecer precocemente os sinais de alarme
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.16)

DISCURSIVA: (198945 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?(0,1 pontos)
2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?(0,1 pontos)
3) Qual é o tipo e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico?(0,3 pontos)


RATING: 2.94

1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?(0,1 pontos)
2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?(0,1 pontos)
3) Qual é o tipo e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico?(0,3 pontos)

1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?

Pressão arterial sistólica (PAS) < percentil 5 para idade ou PAS < 2 desvios padrão abaixo do normal para a idade é hipotensão (0,05 p)
Em pediatria, a hipotensão é um sinal tardio de choque e significa fase descompensada. (0,05 p)

2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?

Alteração de temperatura corpórea - hipertermia ou hipotermia (0,05 p)
Alteração de leucócitos – leucocitose ou leucopenia não secundárias à quimioterapia, ou presença de formas jovens de neutrófilos no sangue periférico. (0,05 p)

3) Qual é o tipo, a modalidade e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico com sinais e sintomas de hipoperfusão tecidual?
a) iniciar imediatamente a ressuscitação volêmica com Ringer ou Ringer lactato, em bolus de 20 mL/kg em 5 a 10 minutos uso de solução salina 0,9% ou ainda coloide (albumina humana a 5%) (0,05 p)
b) o volume inicial para reanimação exige 40 a 60 mL/kg ou mais durante as primeiras horas de tratamento (0,05 p) , exceto quando têm:
- cardiopatia congênita - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
- suspeita de disfunção miocárdica - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
- recém-nascidos - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
c) manter até normalização dos sinais de hipoperfusão tecidual ou até surgir sinais de hipervolemia. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

CASO CLINICO: (231156 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um recém-nascido de parto cesárea tem 26 semanas de IG por trabalho de parto prematuro sem causa e PN = 725 g. Sua mãe fez pré-natal adequadamente, apresentando todos os exames normais, e recebeu corticoterapia antenatal (curso completo) 24 horas antes do parto.
O recém-nascido nasceu com Apgar = 8 e 9, no 1° e 5° minutos, respectivamente, e é acoplado a CPAP nasal em sala de parto.
Recebe uma dose de surfactante com 1 hora e 30 minutos de vida e é mantido em ventilação mecânica até ser novamente acoplado, 6 horas depois, a CPAP nasal.
Recebe cafeína e nutrição parenteral desde o nascimento, não necessita de antibioticoterapia, tem sua dieta iniciada com 24 horas de vida e evolui para ar ambiente com 5 dias de vida. A dieta enteral torna-se plena com 6 dias de vida, sendo suspensa a nutrição parenteral.
Evolui com ganho ponderal satisfatório até que, com 20 dias devida, necessita de CPAP nasal com FiO2 = 30% por taquipneia e quedas de saturação. Apresenta-se com ECO e gasometria normais, sem sinais de infecção, Aos 28 dias de vida, permanece em CPAP com FiO2 = 30%. Em vista disso:
(I) Determine a patologia mais provável desse recém-nascido aos 28 dias de vida. (0,12 pontos)
(II) Descreva a fisiopatologia dessa doença. (0,18 pontos)
(III) Cite as possibilidades terapêuticas para esse recém-nascido. (0,2 pontos)





RATING: 3.37

(I) Diagnóstico aos 28 dias


Displasia broncopulmonar (0,05 p) (nova DBP/doença pulmonar crônica da prematuridade) (0,03 p). Em RN < 2 semanas, o diagnóstico operacional é a persistência de suporte respiratório e oxigênio aos 28 dias de vida (0,02 p), após exclusão de infecção, cardiopatia e hipertensão pulmonar (0,02 p) (ECO e gasometria normais). A gravidade (leve, moderada ou grave) só se estratifica às 36 semanas de idade pós-menstrual.


(II) Fisiopatologia


Interrupção do desenvolvimento alveolar e microvascular (0,04 p) no estágio sacular (0,02 p), típico de 26 semanas. Resultam alvéolos poucos, grandes e simplificados (0,03 p), com redução da área de troca, e microvasculatura dismórfica (0,02 p). Sobre o pulmão imaturo atuam inflamação, estresse oxidativo e lesão por volume/pressão/oxigênio (0,04 p), mesmo após curso inicial breve de ventilação. O reparo é aberrante (0,03 p), com menos fibrose do que a DBP clássica.


(III) Possibilidades terapêuticas


Nutrição hipercalórica para crescimento pulmonar (0,03 p). Restrição hídrica (0,02 p). Manutenção da cafeína (0,02 p). Ventilação não invasiva protetora, com a menor FiO2 eficaz (0,03 p). Diurético em curso curto se houver edema (0,03 p). Corticoide sistêmico tardio e seletivo apenas se falha de desmame (0,03 p). Broncodilatador e/ou corticoide inalatório se hiper-reatividade (0,02 p). Metas de saturação e prevenção de infecção respiratória (0,02 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.37)




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