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O achado clínico mais comumente observado nos pacientes portadores de carcinoma de cólon direito é:
A. a alteração do hábito intestinal
INCORRETO: Essa é mais comum em carcinomas do cólon esquerdo ou reto, onde o lúmen é mais estreito e as fezes mais formadas, levando a diarreia, constipação ou alternância entre eles. No cólon direito, as alterações intestinais são menos frequentes como sintoma inicial porque o conteúdo é mais fluido e o tumor demora mais para interferir no trânsito.
B. o tenesmo
INCORRETO : O tenesmo (sensação de evacuação incompleta ou urgência dolorosa) é típico de tumores no reto ou cólon sigmoide (lado esquerdo), onde há envolvimento da região retal. No cólon direito, isso é raro porque o tumor está distante do ânus e não afeta diretamente os mecanismos de evacuação.
C. a hematoquezia
INCORRETO : A hematoquezia (sangue vermelho vivo nas fezes) ocorre mais em lesões distais, como no cólon esquerdo ou reto, onde o sangue não tem tempo de se misturar e oxidar. No cólon direito, o sangramento é geralmente oculto, resultando em melena (fezes escuras) ou anemia sem sangue visível.
D. a obstrução
INCORRETO : A obstrução intestinal é mais associada a tumores do cólon esquerdo, pois o calibre é menor e o tumor pode bloquear o trânsito mais facilmente. No cólon direito, o lúmen maior permite que o tumor cresça sem causar obstrução precoce, tornando isso menos comum como apresentação inicial.
E. a anemia
CORRETO : O carcinoma de cólon direito, localizado no lado ascendente ou transverso proximal do cólon, geralmente se manifesta de forma mais sutil porque o lúmen intestinal nessa região é mais amplo e as fezes são mais líquidas. Isso permite que haja perda sanguínea crônica e oculta (não visível a olho nu), levando a uma anemia ferropriva como o achado clínico mais comum. Pacientes frequentemente apresentam sintomas como fadiga, fraqueza e palidez devido à deficiência de ferro causada pelo sangramento tumoral gradual. Essa apresentação é mais prevalente em tumores do lado direito do que em outros sintomas, especialmente porque o tumor pode crescer bastante antes de causar obstrução ou mudanças evidentes.
Gabarito: E
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FONTE:
1) Qual é o diagnóstico do paciente?
Síndrome dispéptica ou dispepsia. (0,25 p)
Discussão: Paciente com sintoma dispéptico de epigastralgia em queimação,sem apresentar sinais de alarme como disfagia, icterícia, sangramento, anemia, alterações de exame físico sugestivos de doença maligna, que indicariam a realização de endoscopia digestiva alta, apresenta ainda idade menor que 50 anos de idade que seria outra indicação da realização do procedimento. O paciente pode apresentar diagnóstico de doença ulcerosa péptica com estes sintomas, mas sem apresentar sinais de alarme pode ser manejado de forma conservadora neste momento.
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 p)
Sugerir modificações de hábitos e introduzir bloqueador H2 para tratamento da dispepsia.
Discussão: Paciente sem sinais de alarme não tendo indicação de realizar endoscopia digestiva alta, podemos orientar modificações de hábitos de vida como diminuição de ingesta de álcool e café e procurar observar quais alimentos desencadeiam com maior freqüência estes sintomas.
Os bloqueadores H2como a ranitidina podem ser usados em doses de 150 mg, 2 vezes ao dia por 2-4 semanas. O uso de bloqueadores de bomba de prótons é uma opção, embora não tenha sido demonstrado sua superioridade em relação aos bloqueadores H2 e por seu maior custo não deve ser utilizado.
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