ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2567 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
510 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16486 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6206 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3656 QUESTÕES DE CIRURGIA
1923 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

PRINCÍPIOS DE CIRURGIA ONCOLÓGICA (ÁREA DE CIRURGIA)

Pacientes com câncer têm a expectativa de vida fortemente prejudicada em comparação com pessoas saudáveis. Cirurgiões que operam pacientes com câncer têm a obrigação de compreender melhor o processo biológico envolvido.

Nem sempre grandes cirurgias contribuem significativamente para a vida dos pacientes.
A necessidade de um tratamento cirúrgico oncológico radical é relativa. Às vezes, a mutilação cirúrgica pode ser o método mais apropriado para combater o câncer. É útil seguir regras estabelecidas, pois garantem respaldo legal ao exercício profissional.

No entanto, encontrar o equilíbrio ideal entre excesso e falta de procedimentos deve ser avaliado individualmente. Buscamos sempre uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar.

A oncologia é a medicina dos cânceres e envolve tanto tratamento médico quanto cirúrgico.

OBJETIVA: (1421646 votos)..........96.09% das questões objetivas receberam votos.
Qual dos fatores abaixo é um importante fator de risco para ocorrência de hemorragias digestivas altas?
A. alimentação artificial
B. ventilação mecanica
C. transfusões maciças de sangue
D. decúbito prolongado
E. uso excessivo de probióticos

  RATING: 3.01

Qual dos fatores abaixo é um importante fator de risco para ocorrência de hemorragias digestivas altas?

A. alimentação artificial
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. ventilação mecanica
CORRETO : A ventilação mecânica também é um fator de risco importante para a ocorrência de HDA, como demonstrado em levantamento de UTI pediátrica
C. transfusões maciças de sangue
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. decúbito prolongado
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. uso excessivo de probióticos
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

DISCURSIVA: (198842 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Discorra, de forma exclusivamente teórica, sobre aspectos epidemiológicos, classificatórios, pré-operatórios e de morbidade do bócio subesternal, respondendo de modo objetivo aos itens abaixo.

  1. Caracterize o perfil epidemiológico clássico, a histologia predominante e o risco de malignidade.  (0,10 pontos)
  2. Descreva a classificação anatômica em tipos I e II e a classificação de Huins, indicando sua utilidade no planejamento da via de acesso. (0,10 pontos)
  3. Justifique a avaliação pré-operatória da função tireoidiana, das pregas vocais e da via aérea. (0,10 pontos)
  4. Explique as limitações da punção aspirativa por agulha fina no componente mediastinal. (0,08 pontos)
  5. Relacione as principais complicações cirúrgicas de maior relevância nesse contexto. (0,12 pontos)




RATING: 3.02

Discorra, de forma exclusivamente teórica, sobre aspectos epidemiológicos, classificatórios, pré-operatórios e de morbidade do bócio subesternal, respondendo de modo objetivo aos itens abaixo.

  1. Caracterize o perfil epidemiológico clássico, a histologia predominante e o risco de malignidade.  (0,10 pontos)
  2. Descreva a classificação anatômica em tipos I e II e a classificação de Huins, indicando sua utilidade no planejamento da via de acesso. (0,10 pontos)
  3. Justifique a avaliação pré-operatória da função tireoidiana, das pregas vocais e da via aérea. (0,10 pontos)
  4. Explique as limitações da punção aspirativa por agulha fina no componente mediastinal. (0,08 pontos)
  5. Relacione as principais complicações cirúrgicas de maior relevância nesse contexto. (0,12 pontos)


1. Epidemiologia, histologia e malignidade

Predomina no sexo feminino. (0,02 p)
Incidência maior na quinta e na sexta décadas de vida. (0,02 p)

Em geral associa-se a bócio multinodular de longa evolução, frequentemente colóide e atóxico. (0,02 p)

É mais observado em indivíduos com história de bócio cervical prévio ou provenientes de áreas de endemia. (0,02 p)

A taxa de carcinoma oculto no espécime cirúrgico situa-se, na literatura, em torno de 5% a 15%. (0,02 p)


2. Classificações e planejamento da via

Tipo I: componente mediastinal anterior (cerca de 85% dos casos), situado à frente da traqueia e dos grandes vasos. (0,02 p)
Tipo II: componente em mediastino posterior (cerca de 10% a 15%), posterior à traqueia e/ou aos vasos; implica maior dificuldade de extração cervical. (0,02 p)

Classificação de Huins (relação com estruturas mediastinais):

  • grau 1 — extensão até o estreito torácico / acima do arco aórtico → via cervical. (0,02 p)
  • grau 2 — extensão ao nível do arco aórtico / pericárdio → considerar manubriotomia. (0,02 p)
  • grau 3 — extensão abaixo do átrio direito → esternotomia total. (0,02 p)

A utilidade dessas classificações é predizer a probabilidade de via extracervical e orientar o consentimento e a equipe (cirurgia de cabeça e pescoço ± cirurgia torácica).


3. Avaliação pré-operatória

Dosagem de TSH (e, se alterado, T4 livre ± T3): identifica eutireoidismo, hipotireoidismo ou tireotoxicose, esta última exigindo preparo clínico antes da cirurgia. (0,03 p)

Laringoscopia pré-operatória: documenta a motilidade das pregas vocais, pois a anatomia do nervo laríngeo recorrente está frequentemente distorcida e pode já haver paresia silenciosa. (0,04 p)

Avaliação da via aérea (clínica, imagem e, quando indicado, curva fluxo-volume): quantifica obstrução extrínseca e fundamenta a estratégia anestésica de intubação. (0,03 p)


4. Limitações da PAAF mediastinal

O componente subesternal, em regra, não é acessível de forma segura pela via cervical habitual. (0,02 p)
A tentativa de punção profunda eleva o risco de hemorragia mediastinal e de pneumotórax. (0,02 p)

Além disso, na presença de compressão ou de extensão documentada, a indicação cirúrgica independe, na maioria das vezes, do resultado citológico. (0,02 p)

A PAAF permanece útil apenas para nódulos suspeitos do componente cervical palpável ou visível à ultrassonografia. (0,02 p)


5. Complicações cirúrgicas relevantes

Lesão do nervo laríngeo recorrente, favorecida pelo desvio traqueal e pelo alongamento/deslocamento do nervo. (0,03 p)
Hipoparatireoidismo transitório ou definitivo, sobretudo na tireoidectomia total de glândulas volumosas. (0,02 p)

Hemorragia e hematoma cervical-mediastinal, com potencial de compressão aguda da via aérea. (0,02 p)

Traqueomalacia por compressão crônica da parede traqueal. (0,03 p)

Abertura pleural e necessidade de drenagem torácica, especialmente em extensões posteriores ou quando se recorre à via transesternal. (0,02 p)

FONTE:

PLATAFORMA MISODOR - BÓCIO SUBSTERNAL

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

CASO CLINICO: (231039 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo feminino, 64 anos, natural e procedente de área de antiga endemia de deficiência de iodo no interior do Estado de São Paulo, refere aumento progressivo e lento do volume cervical anterior há aproximadamente 28 anos. Nos últimos 18 meses evoluiu com disfagia progressiva para sólidos, dispneia aos médios esforços, sensação de “aperto” cervical e rouquidão intermitente, especialmente ao final do dia. Nega sintomas de hiper ou hipotireoidismo (perda ou ganho ponderal significativo, intolerância térmica, tremores, palpitações, alterações do hábito intestinal ou cutâneas).
Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana, tabagismo ativo (25 maços/ano) e osteoporose.
Ao exame físico: eutrófica, PA 128/78 mmHg, FC 68 bpm, sem sinais de tireotoxicose ou mixedema. Tireoide aumentada de volume de forma assimétrica (predominância à direita), multinodular, consistência firme-elástica, móvel à deglutição, sem linfonodomegalias cervicais palpáveis e sem sopro. Restante do exame sem alterações relevantes.

Exames laboratoriais: TSH 1,65 mUI/L (VR 0,4-4,5), T4 livre 1,15 ng/dL (VR 0,7-1,8), T3 total normal, anticorpos anti-TPO e anti-Tg negativos, calcitonina normal. Ultrassonografia cervical: volume tireoidiano estimado em 92 mL, múltiplos nódulos sólidos e mistos bilaterais; o maior, no lobo direito, mede 3,7 × 2,6 × 2,4 cm, com margens irregulares, microcalcificações e vascularização periférica aumentada (EU-TIRADS 5). Tomografia de pescoço e tórax sem contraste: bócio com discreta extensão retrosternal, desvio e compressão leve da traqueia, sem evidência de invasão de estruturas adjacentes ou linfonodomegalias.


Questões:


(I)
Qual o diagnóstico sindrômico e etiológico mais provável neste caso? (0,1 pontos)
(II) Quais os três objetivos principais da avaliação diagnóstica de um paciente com bócio? (0,1 pontos)
(III) Quais as indicações de tratamento cirúrgico presentes neste caso? (0,1 pontos)
(IV) Qual a conduta imediata recomendada em relação ao nódulo de características ultrassonográficas suspeitas? (0,1 pontos)
(V) Quais as principais opções terapêuticas não cirúrgicas possíveis e suas limitações neste contexto de eutireoidismo? (0,1 pontos)





RATING: 2.99

(I) O diagnóstico sindrômico é bócio multinodular atóxico (0,04 p). Trata-se de aumento tireoidiano com múltiplos nódulos na ausência de hiperfunção (eutireoidismo comprovado por TSH e T4 livre normais) (0,03 p). A etiologia mais provável é a endemia antiga de deficiência de iodo, com evolução lenta e progressiva ao longo de décadas (0,03 p).


(II) Os três objetivos centrais da avaliação diagnóstica de qualquer bócio são:

  1. Determinar se a lesão é benigna ou maligna (0,04 p);
  2. Avaliar a função tireoidiana (hipo, hiper ou normofuncionante) (0,03 p);
  3. Identificar a presença de compressão de estruturas adjacentes (via aérea, digestiva ou vascular) (0,03 p).


(III) As indicações cirúrgicas presentes neste caso são:

  • Sintomas compressivos significativos (disfagia, dispneia e rouquidão) (0,04 p);
  • Volume tireoidiano elevado (≈ 92 mL) com extensão retrosternal (0,03 p);
  • Necessidade de exclusão definitiva de malignidade em nódulo de alto risco ultrassonográfico (0,03 p).


(IV) A conduta imediata é a punção aspirativa por agulha fina (PAAF) guiada por ultrassom do nódulo de características suspeitas (EU-TIRADS 5) (0,05 p). A citologia orientará a decisão entre observação, cirurgia diagnóstica ou terapêutica definitiva (0,05 p).


(V) As principais opções não cirúrgicas são:

  • Observação clínica e ultrassonográfica seriada (indicada apenas em casos assintomáticos e de baixo risco) (0,03 p);
  • Radioiodoterapia (pode reduzir o volume em aproximadamente 40-60% ao longo de 1-5 anos, porém a captação é usualmente baixa e heterogênea nos bócios atóxicos) (0,04 p);
  • Terapia supressiva com levotiroxina (não recomendada de rotina em pacientes eutireoideos idosos, pela baixa eficácia e risco de efeitos adversos cardiovasculares e ósseos) (0,03 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.99)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.