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POLIARTERITE NODOSA NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Segundo os critérios “Chapel Hill Consensus Conference”, a poliarterite nodosa clássica não envolve arteríolas, capilares ou vênulas, não causando glomerulonefrite nem capilarite pulmonar (hemorragia alveolar). Na verdade, ela pode afetar qualquer vaso de médio calibre do corpo, exceto as artérias do leito pulmonar. O que é claro é que ambas são doenças de etiologia desconhecida, mas de natureza claramente imunológica.
A poliangeíte microscópica acomete predominantemente arteríolas, capilares e vênulas, produzindo com frequência glomerulonefrite e capilarite pulmonar, embora também afete pequenas e médias artérias.

OBJETIVA: (916558 votos)..........94.38% das questões objetivas receberam votos.
A definição CORRETA da aura da cefaléia é:
A. Sinais ou sintomas neurológicos focais, completamente reversíveis, que ocorrem entre 5 e 20 minutos antes dos episódios de cefaleia e duram menos de 60 minutos
B. Série de manifestações intercríticas, de relação desconhecida com a migrânea, que são designadas síndromes periódicas da infância ou equivalentes de migrânea
C. Síndrome periódica da infância que se caracteriza por dores de forte a moderada intensidade, localizadas na linha média do abdome, com completo desaparecimento dos sintomas entre as crises
D. Crises de vertigem e fosfenas que aparecem de madrugada e duram de minutos a horas e têm resolução espontânea
E. Fatores genéticos, biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam fortemente a expressão da cefaléia na infância

  RATING: 3.23

A definição CORRETA da aura da cefaléia é:

A. Sinais ou sintomas neurológicos focais, completamente reversíveis, que ocorrem entre 5 e 20 minutos antes dos episódios de cefaleia e duram menos de 60 minutos
CORRETO: A aura, complexo de sinais ou sintomas neurológicos focais, completamente reversíveis, que ocorrem entre 5 e 20 minutos antes dos episódios de cefaleia e duram menos de 60 minutos, também pode ser útil no diagnóstico e classificação da cefaleia. Ela pode preceder ou acompanhar a cefaleia da migrânea, podendo ainda ocorrer sem a concorrência de cefaleia. As manifestações mais comuns de aura são visuais, mas também podem ocorrer parestesias, déficits motores, distúrbios de linguagem e vertigem, dentre outros
B. Série de manifestações intercríticas, de relação desconhecida com a migrânea, que são designadas síndromes periódicas da infância ou equivalentes de migrânea
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Síndrome periódica da infância que se caracteriza por dores de forte a moderada intensidade, localizadas na linha média do abdome, com completo desaparecimento dos sintomas entre as crises
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Crises de vertigem e fosfenas que aparecem de madrugada e duram de minutos a horas e têm resolução espontânea
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Fatores genéticos, biológicos, psicológicos e ambientais que influenciam fortemente a expressão da cefaléia na infância
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.23)

DISCURSIVA: (166667 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)


RATING: 2.97

A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)

Medir a circunferência do braço para a escolha do manguito:
1º passo: Medir a distância do acrômio ao olecrano; (0,1 p)
2º passo: Identificar o ponto médio da distância entre o acrômio e o olecrano; (0,1 p)
3º passo: Medir a circunferência do braço nesse ponto médio. (0,1 p)
A partir dessa medida, seleciona-se o manguito adequado para a medida, que deve cobrir 40% da largura (0,1 p) e 80 a 100% do comprimento (0,1 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.97)

CASO CLINICO: (193092 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 3.01

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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