ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2564 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
505 TENTATIVAS (23 CONTESTAÇÕES)
14739 QUESTÕES OBJETIVAS
3441 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2953 QUESTÕES DE CIRURGIA
1791 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
164 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
196 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

MEDIDAS DE SAUDE COLETIVA OS INDICADORES DE SAUDE (ÁREA DE SAUDE PUBLICA)

As estatísticas de saúde surgiram primeiramente como uma forma de registrar e identificar os problemas de saúde das comunidades, visando controlar as doenças e os doentes, controle que melhoraria a organização das cidades, a produção econômica e o resguardo das classes sociais mais abastadas. As estatísticas apontavam grupos e áreas de risco, levando à exclusão social aqueles que se encontrassem doentes, o que justificava-se na medida que entendia-se a saúde como ausência de doença.

No decorrer dos anos, as estatísticas de saúde passaram a contribuir para a definição de parâmetros numéricos sobre a saúde de uma população, permitindo a comparação entre realidades de saúde. As comparações numéricas possibilitaram a definição de políticas que melhor atendessem às dificuldades de cada comunidade, relacionando o aparecimento de doenças com o tempo, o lugar e as pessoas (a freqüência e a distribuição das doenças).

Com a evolução do conceito de saúde e a compreensão de promoção da saúde, as estatísticas de saúde passaram a estar lado a lado com a discussão social e clínica. Tomou-se claro que os números não valeriam de nada sem a compreensão de que a saúde depende de condições sociais. Da mesma forma, ficou claro que os números não ajudariam em nada se a concepção clínica sobre o processo saúde-doença ainda fosse reduzida a realidades pontuais, se o indivíduo fosse destacado de seu ambiente e tratado como uma máquina em mau funcionamento. Ou seja, medir saúde ganhou também um sentido abrangente, com a bioestatística ajudando a compreender a realidade, a clínica olhando o indivíduo numa coletividade e a medicina social discutindo as singularidades de cada caso num contexto de abrangência social.


OBJETIVA: (1053468 votos)..........98.18% das questões objetivas receberam votos.
C.E.S.M.A, 38 anos, casada, refere ausência de menstruações há sete meses, aumento do peso e do volume abdominal, precedidos da diminuição da quantidade do fluxo menstrual e aumento do intervalo entre as menstruações durante oito meses. Realizou em Posto de Saúde teste de gravidez que foi negativo e ultra-sonografia pélvica normal. Antecedentes familiares, nada digno de nota. Antecedentes pessoais, nega eventos clínicos de importância. Antecedentes menstruais: menarca aos 11 anos, ciclos até então regulares. Uso contraceptivo oral durante cinco anos; há três anos o marido utiliza preservativo. Antecedentes obstétricos: gesta 3, para 2, 1 abortamento espontâneo, dois partos cesáreos, último parto há sete anos. Índice de Hauser - média 2,7 à custa, principalmente, de ondas de calor, insônia, irritabilidade e diminuição da libido. Exame físico - pressão arterial 160x 100 mm Hg. Peso 64,7 kg. Altura 1,54 m. Índice de massa corporal 27,2. Bom estado geral. Exame ginecológico - mamas sem anormalidades, EXCETO presença de secreção transparente e mucosa por vários dutos da mama direita, à expressão. Regiões supraclaviculares e axilares sem anormalidades. Órgãos genitais externos: vulva normal. Períneo íntegro. Ausência de procidência das paredes vaginais ou perda urinária ao esforço. Órgãos genitais internos: vagina normotrófica pouco lubrificada. Colo e corpo uterino, sem anormalidades. Anexos não reconhecidos ao toque. Especular: vagina trófica, colo de aspecto normal, orifício externo punctiforme. Sem secreções nos fundos de sacos vaginais. A principal hipótese diagnostica:
A. amenorreia hiperprolactinemica
B. menopausa precoce
C. mola hidatiforme
D. abortamento incompleto
E. sindrome de Cushing

  RATING: 2.99

C.E.S.M.A, 38 anos, casada, refere ausência de menstruações há sete meses, aumento do peso e do volume abdominal, precedidos da diminuição da quantidade do fluxo menstrual e aumento do intervalo entre as menstruações durante oito meses. Realizou em Posto de Saúde teste de gravidez que foi negativo e ultra-sonografia pélvica normal. Antecedentes familiares, nada digno de nota. Antecedentes pessoais, nega eventos clínicos de importância. Antecedentes menstruais: menarca aos 11 anos, ciclos até então regulares. Uso contraceptivo oral durante cinco anos; há três anos o marido utiliza preservativo. Antecedentes obstétricos: gesta 3, para 2, 1 abortamento espontâneo, dois partos cesáreos, último parto há sete anos. Índice de Hauser - média 2,7 à custa, principalmente, de ondas de calor, insônia, irritabilidade e diminuição da libido. Exame físico - pressão arterial 160x 100 mm Hg. Peso 64,7 kg. Altura 1,54 m. Índice de massa corporal 27,2. Bom estado geral. Exame ginecológico - mamas sem anormalidades, EXCETO presença de secreção transparente e mucosa por vários dutos da mama direita, à expressão. Regiões supraclaviculares e axilares sem anormalidades. Órgãos genitais externos: vulva normal. Períneo íntegro. Ausência de procidência das paredes vaginais ou perda urinária ao esforço. Órgãos genitais internos: vagina normotrófica pouco lubrificada. Colo e corpo uterino, sem anormalidades. Anexos não reconhecidos ao toque. Especular: vagina trófica, colo de aspecto normal, orifício externo punctiforme. Sem secreções nos fundos de sacos vaginais. A principal hipótese diagnostica:

A. amenorreia hiperprolactinemica
INCORRETO: veja a resposta da variante B
B. menopausa precoce
CORRETO : geralmente, amenorréia na mulher de idade reprodutiva tem como primeira suspeita diagnóstica a gravidez, contudo, no caso presente o teste de gravidez foi negativo, o que elimina, praticamente ahipótese de gravidez e tambem de mola hidatiforme, qual deveria evoluir com niveis altos de beta-HCG. Também e excluido o diagnostico de abortamento incompleto - a sintomatologia não é esta - de fato, existe uma forte orientação diagnostica via menopausa (fogachos, amenorreia, indice de Hauser. Nem de longe síndrome de Cushing e quanto a hiperprolactinemia, ela evolui com: amenorréia/oligomenorréia, galactorréia e infertilidade. A amenorréia é geralmente secundária e pode aparecer após gravidez ouapós uso de anticoncepcional. Mais raramente, quando a hipersecreção de PRL ocorre antes da menarca , a amenorréia pode aparecer como primária na origem. A anovulação e a infertilidade estão quase sempre associadas aosdistúrbios menstruais e raramente podem ser a única manifestação dahiperprolactinemia. A galactorréia, espontânea ou provocada pela expressão mamilar, ocorreem cerca de 30% a 80% das mulheres com hiperprolactinemia, dependendo dasséries publicadas. Outras manifestações frequentes: abortos espontâneos recorrentes,ressecamento vaginal, dispaurenia, redução da libido, osteopenia e risco aumentado de osteoporose, seborréia e hirsutismo moderado.
C. mola hidatiforme
INCORRETO : veja a resposta da variante B
D. abortamento incompleto
INCORRETO : veja a resposta da variante B
E. sindrome de Cushing
INCORRETO : veja a resposta da variante B

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

DISCURSIVA: (178549 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
De acordo com a classificação dos estudos epidemiológicos dê a denominação:

a) AGREGADO – LONGITUDINAL – OBSERVACIONAL
b) AGREGADO – OBSERVACIONAL – TRANSVERSAL
c) AGREGADO – INTERVENÇÃO - LONGITUDINAL
d) INDIVIDUADO – OBSERVACIONAL - RETROSPECTIVO

Classificar o estudo de acordo com as suas características:

a)_____________________________0,125 pontos
b)_____________________________0,125 pontos
c)_____________________________0,125 pontos
d)_____________________________0,125 pontos


RATING: 3.2

De acordo com a classificação dos estudos epidemiológicos dê a denominação:

a) AGREGADO – LONGITUDINAL – OBSERVACIONAL
b) AGREGADO – OBSERVACIONAL – TRANSVERSAL
c) AGREGADO – INTERVENÇÃO - LONGITUDINAL
d) INDIVIDUADO – OBSERVACIONAL - RETROSPECTIVO

Classificar o estudo de acordo com as suas características:

a)_____________________________0,125 pontos
b)_____________________________0,125 pontos
c)_____________________________0,125 pontos
d)_____________________________0,125 pontos

A) Series temporais 0,125 p
B) Estudos ecológicos 0,125 p
C) Ensaios comunitários 0,125 p
D) Estudo de caso-controle 0,125 p

FONTE:

https://www.misodor.com.br/INDICADORES%20SAUDE.php

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.2)

CASO CLINICO: (208038 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Masculino, 34 anos, brasileiro, de Alagoas. Sua história tem inicio há 4 anos com dilatação progressiva das veias superficiais dos membros inferiores, que se tornaram proeminentes, gradualmente descoradas e endurecidas. Após 5 anos, notou proeminência dos vasos da face anterior do tórax e parede abdominal. Desenvolveu ginecomastia, e varicocele bilateral.
Nega consumo crônico de álcool e drogas.
Ganha a vida pescando e vendendo peixe.
Não foi evidenciado ao exame clinico icterícia, telangiectasias ou atrofia testicular.
Havia ginecomastia bilateral e esplenomegalia.
A contagem de plaquetas era de 20.000 por milímetro cúbico, as provas funcionais hepáticas não estavam alteradas.
A ultrassonografia duplex-doppler do abdômen mostrou fibrose peri-portal, esplenomegalia e elevado fluxo de portal.
A esofagogastroduodenoscopia mostrou a presença de varizes esofágicas.



CASO CLINICO


Pergunta-se:

1) Qual o diagnostico mais provável e o tratamento do caso? (0,25 p)
2) Como podemos confirmar o diagnostico? (0,25 p)



RATING: 3.02

1)  Qual o diagnostico mais provável e o tratamento do caso?


O diagnóstico mais provável é de hipertensão portal pela esquistossomose intestinal. (0,05 p)

Principais causas de hipertensão portal classificadas de acordo com o local de aumento da resistência vascular:

a) Pré-hepática:
  • Trombose da veia esplênica
  • Trombose da veia porta
  • Cavernomatose da veia porta

b) Intra-hepática
  • Esquistossomose
  • Fibrose hepática congênita
  • Cirrose hepática
  • Hepatite crônica

c) Pós-hepática
  • Síndrome de Budd-Chiari
  • Malformações congênitas na veia cava inferior
  • Pericardite constrictiva

O diagnostico de ESQUISTOSSOMÍASE pode ser considerado enquanto:

  • não apresentando antecedentes de etilismo ou outras doenças cirógenas
  • idade jovem, contato com águas possivelmente contaminadas
  • ausência de ascite, edemas, aranhas vasculares.  (hipertensão portal pre-sinusoidal?)

Procedência de zona endêmica de esquistossomose (Alagoas, no caso) pode sugerir a causa da hipertensão portal, especialmente sabendo que o paciente vem permanente em contato com águas possivelmente contaminadas.
Comumente, em caso de etiologia parasitaria com S. mansoni,  observam-se manifestações de hipertensão portal, sem os estigmas de doença hepática crônica.(0,1 p)
O paciente tem que ser tratado com praziquantel, mesmo com as evidencias de fibrose peri-portal e hipertensão porta, suportando bem o tratamento, com negativação posterior do exame de fezes. O praziquantel (um derivado pirazino-isoquinolíquinico) é empregado na dose de 50 mg por quilo de peso corporal para adultos em dose única, por via oral, dado preferencialmente após refeição. Os percentuais de cura são semelhantes àqueles obtidos com a oxaminiquina. Não se dispõe da apresentação em forma de xarope.(0,1 p)

2)  Como podemos confirmar o diagnostico? (0,25 p)

Para fazer o diagnostico de certeza e preciso encontrar ovos de S. mansoni (0,05 p)

METODOS UTILIZADOS:

  1. o exame parasitológico das fezes (Kato-Katz, Lutz) (0,05 p)
  2. a eclosão de miracídios (0,05 p)
  3. a biópsia retal (0,05 p)
  4. a biópsia hepática (0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.02)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.