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O CRUPE COMO EMERGÊNCIA PEDIATRICA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Crupe (a mesma coisa que laringite ou laringotraqueobronquite) é frequentemente definida como uma infecção respiratória que afeta o trato respiratório superior.

Na verdade, a definição acíma é um pouco equivocada - o termo "síndrome do crupe" caracteriza um grupo de doenças.

Esse grupo tem em comum os sintomas e não o envolvimento anatômico e nem a etiologia. Precisamente, enquanto as doenças desse grupo se manifestam com rouquidão, tosse ladrante, estridor predominantemente inspiratório e graus variados de desconforto respiratório a etiologia pode ser viral (chamando-se, neste caso, de crupe viral), mas a causa pode ser também bacteriana (caso da traqueite bacteriana e da própria difteria).

A região subglótica é geralmente a mais afetada, resultando em edema, mucosa inflamada com rouquidão associada, estridor inspiratório e uma tosse semelhante ao latido.


OBJETIVA: (889235 votos)..........95.13% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher nulípara de 26 anos é admitida na emergência devido à dor abdominal aguda. Seus sinais vitais são: pressão arterial, 90 x 50; pulso, 120 bpm e temperatura, afebril. O exame abdominal mostra sensibilidade no quadrante inferior direito com defesa. O exame pélvico mostra uma massa anexial direita dolorosa de 10 cm. Um teste sorológico de gravidez é negativo. O hematócrito é de 24% (normal 35 a 45%). A laparotomia exploratória confirma um hemoperitônio. Um tumor ovariano liso à direita está sangrando a partir de sua cápsula rota. A inspeção do útero, tubas uterinas e ovário esquerdo é normal. É realizada uma salpingo-ooforectomia direita. A biopsia de congelação do tumor mostra células germinativas primitivas com tecido conjuntivo interveniente infiltrado por linfócitos. O tumor provavelmente é um:
A. disgerminoma
B. tumor do seio endodérmico
C. coriocarcmoma
D. carcinoma embrionário
E. teratoma maduro

  RATING: 3.27

Uma mulher nulípara de 26 anos é admitida na emergência devido à dor abdominal aguda. Seus sinais vitais são: pressão arterial, 90 x 50; pulso, 120 bpm e temperatura, afebril. O exame abdominal mostra sensibilidade no quadrante inferior direito com defesa. O exame pélvico mostra uma massa anexial direita dolorosa de 10 cm. Um teste sorológico de gravidez é negativo. O hematócrito é de 24% (normal 35 a 45%). A laparotomia exploratória confirma um hemoperitônio. Um tumor ovariano liso à direita está sangrando a partir de sua cápsula rota. A inspeção do útero, tubas uterinas e ovário esquerdo é normal. É realizada uma salpingo-ooforectomia direita. A biopsia de congelação do tumor mostra células germinativas primitivas com tecido conjuntivo interveniente infiltrado por linfócitos. O tumor provavelmente é um:

A. disgerminoma
CORRETO: Disgerminoma é o mais freqüente tumor maligno de célula germinativa do ovário. Histologicamente, disgerminoma é composto de células germinativas primordiais e tecido conjuntivo interveniente, infiltrado por linfócitos. Os tumores geralmente são lisos, arredondados e finamente encapsulados. Ruptura da cápsula pode levar à hemorragia intra-abdominal.
B. tumor do seio endodérmico
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. coriocarcmoma
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. carcinoma embrionário
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. teratoma maduro
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.27)

DISCURSIVA: (163989 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Sobre o HIV:

a) Indique os líquidos corpóreos através dos quais pode ser transmitido o virus HIV (0,1 p)
b) Indique as quatro categorias de  exposição ao HIV e as subdivisões. (0,4 p)


RATING: 2.2

Sobre o HIV:

a) Indique os líquidos corpóreos através dos quais pode ser transmitido o virus HIV (0,1 p)
b) Indique as quatro categorias de  exposição ao HIV e as subdivisões. (0,4 p)

a) Indique os líquidos corpóreos através dos quais pode ser transmitido o virus HIV
O HIV pode ser transmitido pelo sangue, pelo sêmen, secreção vaginal e pelo leite materno, havendo portanto três vias primárias de transmissão do vírus: sexual, parenteral (sangue) e perinatal. (0,1 pontos)

b) Indique as quatro categorias de  exposição ao HIV e as subdivisões.
Para fins de vigilância epidemiológica, no Brasil, são considerados quatro categorias de exposição ao HIV, subdivididas em diferentes tipos de exposição:
  • exposição sexual (dos tipos: homossexual, bissexual e heterossexual), (0,1 pontos)
  • exposição sangüínea dos tipos: usuário de droga injetável, hemofílico e transfusão (0,1 pontos)
  • exposição perinatal (0,1 pontos)
  • exposição em acidente de trabalho (0,1 pontos)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.2)

CASO CLINICO: (190019 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 3

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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