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RUBÉOLA (ÁREA DE PEDIATRIA)

A rubéola é uma doença viral, contagiosa, causado por um vírus designado por toga-vírus do género Rubi-vírus. Normalmente atinge crianças com idade compreendida entre 5 e 9 anos, tendo também a probabilidade de atingir adultos também. A doença só é contraída uma vez, pois o organismo infectado passa a produzir anticorpos que servem de barreira que tornam o organismo imune ao vírus para sempre. Embora seja muitas vezes equiparada ao sarampo, a rubéola é menos contagioso.
Doença de curso benigno, sua importância epidemiológica está relacionada ao risco de abortos, natimortos, e malformações congênitas, como cardiopatias, catarata e surdez. É denominada síndrome da rubéola congênita (SRC), quando a infecção ocorre durante a gestação.

OBJETIVA: (1164130 votos)..........99.18% das questões objetivas receberam votos.
Qual das seguintes opções é a forma clínica mais comum da esclerose múltipla?
A. Neuropatia autonômica autoimune
B. Progressiva primária
C. Progressiva/recidivante
D. Remitente/recorrente
E. Progressiva secundaria

  RATING: 3.14

Qual das seguintes opções é a forma clínica mais comum da esclerose múltipla?

A. Neuropatia autonômica autoimune
INCORRETO: A neuropatia autonômica autoimune é uma síndrome clínica distinta, nâo relacionada com a EM. Apresenta-se com desenvolvimento subagudo de distúrbios autonômicos, com hipotensão ortostática, neuropatia entérica (gastroparesia, íleo, constipaçâo/diarreia) e insuficiência colinérgica; a última consiste em perda da sudorese, complexo seco e pupila tônica. Muitos pacientes apresentam anticorpos no soro dirigidos contra o receptor de ACh ganglionar (43, AChR), que atualmente sáo considerados diagnósticos dessa síndrome.
B. Progressiva primária
INCORRETO : A EM progressiva primária responde por cerca de 15% dos casos. Esses pacientes nâo manifestam episódios, mas apenas declínio funcional constante desde o início da doença. Em comparação com a EM remitente/recorrente, a distribuição entre os sexos é mais uniforme, a doença começa em uma idade mais avançada (idade média de 40 anos), e a incapacidade desenvolve-se mais rapidamente (pelo menos em relação ao início do primeiro sintoma clínico). Apesar dessas diferenças, a EM progressiva primária parece representar a mesma doença subjacente da EM remitente/recorrente.
C. Progressiva/recidivante
INCORRETO : A EM progressiva/recidivante superpõe-se à EM progressiva primária e EM progressiva secundária, e responde por cerca de 5% dos pacientes com EM. À exemplo dos pacientes com EM progressiva primária, esses pacientes sofrem deterioração constante de seu estado desde o início da doença. Todavia, à semelhança dos pacientes com EM progressiva secundária, eles apresentam episódios ocasionais superpostos à evolução progressiva.
D. Remitente/recorrente
CORRETO : Os quatro tipos clínicos de esclerose múltipla (EM) incluem: remitente/recorrente, progressiva secundária, progressiva primária e progressiva recidivante. A EM remitente/recorrente responde por 85% dos casos de EM no início e caracteriza-se por ataques distintos, que geralmente evoluem durante dias a semanas (raramente em algumas horas). Com frequência, ocorre recuperação completa nas semanas ou meses seguintes. Todavia, quando a deambulação é gravemente acometida durante um episódio, cerca de 5% dos pacientes náo melhoram. Entre os episódios, os pacientes são neurologicamente estáveis. A EM progressiva secundária sempre começa na forma de EM remitente/recorrente. Todavia, em algum momento, a evoluçáo clínica da EM remitente/recorrente muda, de modo que o paciente sofre deterioração constante da função não associada a episódios agudos (que podem continuar ou cessar durante a fase progressiva).
E. Progressiva secundaria
INCORRETO : A EM progressiva secundária produz maior grau de incapacidade neurológica fixa do que a EM remitente/recorrente. Para um paciente com EM remitente/recorrente, o risco de desenvolver EM progressiva secundária é de aproximadamente 2% por ano, o que significa que a maioria dos casos de EM remitente/recorrente evolui para a EM progressiva secundária. A EM progressiva secundária parece representar um estágio tardio da mesma doença subjacente da EM remitente/recorrente.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.14)

DISCURSIVA: (184683 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Considerando a esquema que correlaciona os tipos de fraturas com a violência fisica sobre a criança quais são os dados ortopédicos mais importantes que induzem à suspeita de síndrome dos maus-tratos? (0,15 pontos)
(II) Quais são os quatro tipos de fraturas consideradas como ”particulares” para a faixa etária pediátrica? (0,2 pontos)
(III) Qual tipo de lesão óssea pode ter como achado o fragmento de Thurston-Holland? (0,15 pontos)


RATING: 3.05

(I) Considerando a esquema que correlaciona os tipos de fraturas com a violência fisica sobre a criança quais são os dados ortopédicos mais importantes que induzem à suspeita de síndrome dos maus-tratos? (0,15 pontos)
(II) Quais são os quatro tipos de fraturas consideradas como ”particulares” para a faixa etária pediátrica? (0,2 pontos)
(III) Qual tipo de lesão óssea pode ter como achado o fragmento de Thurston-Holland? (0,15 pontos)

(I) Considerando a esquema que correlaciona os tipos de fraturas com a violência fisica sobre a criança quais são os dados ortopédicos mais importantes que induzem à suspeita de síndrome dos maus-tratos?
1. Incongruência entre história e quadro clínico. (0,03 p)
2. Fraturas de membros inferiores em crianças que ainda não andam. (0,03 p)
3. Imagens radiológicas de várias fraturas em diferentes fases de consolidação.(0,03 p)
4. Fraturas de crânio e costelas(0,03 p) associadas às fraturas de membros.(0,03 p)

(II) Quais são os quatro tipos de fraturas consideradas como ”particulares” para a faixa etária pediátrica?
1. Descolamento epifisário; (0,05 p)
2. Fratura ”em torus”; (0,05 p)
3. Fratura ”em galho verde”; (0,05 p)
4. Deformidade plastica; (0,05 p)

(III) Qual tipo de lesão óssea pode ter como achado o fragmento de Thurston-Holland?
É característico para fraturas em crianças (0,05 p) de tipo descolamento epifisário (0,05 p) tipo 2 Salter-Harris (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

CASO CLINICO: (215608 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Enquanto trabalhava sentado em seu escritório, um homem de 28 anos referiu dor torácica do tipo pontada em hemitórax esquerdo de início súbito, que piorava a inspiração profunda. Jamais havia experimentado dor semelhante. Preocupado com sua sintomatologia, procurou emergência mais próxima, onde foi realizada radiografia de tórax:

Etilista de uma garrafa de cerveja ao dia; era tabagista de um maço de cigarros por dia durante 12 anos. Sem comportamento sexual de risco, era casado há cinco anos, onde mantinha relação monogâmica com sua esposa. Relatava ser portador de hipertrigliceridemia tratada com fibrato (etofibrato).
PERGUNTA-SE:
a) Qual o diagnóstico? (0,1 pontos)
b) Em sua história social existe algum fator de risco para esta complicação que você diagnosticou? (0,1 pontos)
c) Qual a condição que mais freqüentemente predispõe à esta complicação encontrada na radiografia de tórax? (0,2 pontos)
d) Qual a conduta a ser adotada? (0,1 pontos)


RATING: 4.12

PERGUNTA-SE:
a) Qual o diagnóstico?
Pneumotórax espontâneo primário.(0,1 p)
b) Em sua história social existe algum fator de risco para esta complicação que você diagnosticou?
Sim, o tabagismo(0,1 p).
c) Qual a condição que mais freqüentemente predispõe à esta complicação encontrada na radiografia de tórax?
Ruptura de bolhas (blebs) subpleurais(0,1 p)/ Tabagismo.(0,1 p)
d) Qual a conduta a ser adotada?
Drenagem do pneumotórax.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (4.12)




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