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EXANTEMA SÚBITO ( ROSÉOLA ) (ÁREA DE PEDIATRIA)

O agente etiológico da maioria dos casos de roséola infantum (exantema súbito ou sexta moléstia) é o herpesvírus humano 6 (HHV-6), que foi descoberto em 1986. A roséola foi inicialmente estabelecida como uma doença distinta por volta do início do século XX.
Em 1990, o herpesvírus humano 7 (HHV-7) foi identificado em células mononucleares do sangue periférico de um adulto não infectado pelo HIV. Também está associado com outras doenças sejam elas em pacientes normais ou imunocomprometidos.
É curioso que até agora nem se sabia qual patógeno é o agente responsável pela roséola. Hoje está claro que a infecção primária pelo HHV-6, e menos frequentemente pelo HHV-7, causa a maioria dos casos. Outros vírus (p. ex. ecovirus 16) provavelmente respondem pelo restante. Os dois agentes pertencem à subfamília dos β-herpesvírus (ambos os vírus compartilhando muita homologia com o citomegalovírus humano que também faz parte desta classe).

OBJETIVA: (950206 votos)..........93.89% das questões objetivas receberam votos.
Com relação às ações da terapêutica de reposição de surfactante exógeno na fisiologia pulmonar do recém - nascido, o seu emprego deve:
A. diminuir a estabilidade alveolar
B. aumentar a resistência pulmonar
C. não alterar recrutamento alveolar
D. permitir a redução rápida da fração inspirada de oxigênio
E. aumentar o trabalho respiratório

  RATING: 3.9

Com relação às ações da terapêutica de reposição de surfactante exógeno na fisiologia pulmonar do recém - nascido, o seu emprego deve:

A. diminuir a estabilidade alveolar
INCORRETO: O surfactante exógeno aumenta, e não diminui, a estabilidade alveolar, ao formar uma monocamada fosfolipídica que reduz a tensão superficial de 70-80 mN/m para <5 mN/m, prevenindo colapso ao final da expiração e promovendo expansão uniforme dos alvéolos. Estudos microscópicos e fisiológicos mostram que sua deficiência causa instabilidade, e a reposição corrige isso em >90% dos casos, contrariando essa afirmação e alinhando-se à Lei de Laplace aplicada à mecânica pulmonar neonatal.ratória e acidose, oposto aos benefícios terapêuticos observados.
B. aumentar a resistência pulmonar
INCORRETO : O surfactante diminui, e não aumenta, a resistência pulmonar às vias aéreas, ao melhorar a abertura alveolar e reduzir o trabalho contra forças colapsantes, com queda na resistência total em 20-40% pós-administração. Evidências de ensaios clínicos indicam que isso facilita a ventilação, evitando barotrauma, e não o oposto, que agravaria a SDR.
C. não alterar recrutamento alveolar
INCORRETO : O surfactante melhora significativamente o recrutamento alveolar, aumentando o volume pulmonar funcional residual em até 30-50% e reduzindo áreas de atelectasia, como demonstrado por imagens tomográficas e curvas pressão-volume em neonatos. Não alterar o recrutamento ignoraria seu mecanismo primário de ação, levando a persistência de hipoxemia refratária.
D. permitir a redução rápida da fração inspirada de oxigênio
CORRETO : A reposição de surfactante exógeno em recém-nascidos com SDR permite uma redução rápida da fração inspirada de oxigênio (FiO2), ao melhorar drasticamente a oxigenação arterial por meio da estabilização alveolar e redução da tensão superficial, evitando colapso alveolar e shunt intrapulmonar. Fisiopatologicamente, o surfactante (como o poractant alfa ou beractant) restaura a complacência pulmonar em até 50-100% dentro de minutos a horas pós-administração intratraqueal, levando a uma queda na necessidade de suporte ventilatório alto, com estudos clínicos randomizados demonstrando redução média de FiO2 de 0.6-0.8 para <0.3-0.4 em 6-12 horas, minimizando o risco de toxicidade pelo oxigênio (retinopatia da prematuridade ou displasia broncopulmonar). Diretrizes da AAP e SBP recomendam sua administração precoce (INSURE ou LISA) em prematuros <30 semanas ou com sinais de SDR, priorizando essa ação para otimizar a transição para ventilação não invasiva e melhorar desfechos neonatais, com evidências de redução na duração de ventilação mecânica em até 3-5 dias.
E. aumentar o trabalho respiratório
INCORRETO : O surfactante exógeno reduz, e não aumenta, o trabalho respiratório, ao elevar a complacência pulmonar (de <0.5 para >1 mL/cmH2O/kg) e diminuir o esforço diafragmático, com estudos mostrando queda na frequência respiratória e no uso de músculos acessórios em prematuros. Aumentá-lo seria contraproducente, perpetuando fadiga respiratória e acidose, oposto aos benefícios terapêuticos observados.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.9)

DISCURSIVA: (173287 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

O tratamento ideal da HIC visa a remoção da sua causa. Esse objetivo pode ser alcançado em alguns pacientes que apresentam lesões expansivas, que podem ser removidas. Muitas vezes, porém, isso não é possível e, então, medidas concomitantes ou de emergência devem ser tomadas, enquanto a causa não é removida. Entre elas, estão incluídas medidas de ordem geral e medidas específicas.
1) Citem 5 medidas de ordem geral indicadas nesta fase do atendimento.(0,25 pontos)
2) Citem 5 medidas de ordem especifico indicadas nesta fase de atendimento.(0,25 pontos)



RATING: 3

O tratamento ideal da HIC visa a remoção da sua causa. Esse objetivo pode ser alcançado em alguns pacientes que apresentam lesões expansivas, que podem ser removidas. Muitas vezes, porém, isso não é possível e, então, medidas concomitantes ou de emergência devem ser tomadas, enquanto a causa não é removida. Entre elas, estão incluídas medidas de ordem geral e medidas específicas.
1) Citem 5 medidas de ordem geral indicadas nesta fase do atendimento.(0,25 pontos)
2) Citem 5 medidas de ordem especifico indicadas nesta fase de atendimento.(0,25 pontos)

1) Citem 5 medidas de ordem geral indicadas nesta fase do atendimento.
a) posição em decúbito dorsal e com a cabeça elevada a 30º (0,05 p)
b) desobstrução de vias aéreas (0,05 p)
c) manutenção da homeostase (especialmente hidratar e corrigir hiponatremia) (0,05 p)
d) ventilação mecânica se a respiração espontânea do paciente não é suficiente para manter a PO2 acima de 60-70 mmHg e a PCO2 arterial entre 30-40 mmHg (0,05 p)
e) aliviar a dor e o desconforto (0,05 p)

2) Citem 5 medidas de ordem especifico indicadas nesta fase de atendimento.

a) Inibição da produção de líquido cefalorraquidiano (corticosteróides e inibidores da anidrase carbônica)
b) Drenagem de lÌquido cefalorraquidiano (LCR)
c) Hiperventilação
d) Uso de direticos
e) Barbituricos
f) Solução Salina Hipertónica
g) Hipotermia (cada uma 0,05 pontos, se incluidas nesta lista)

FONTE:

HIPERTENSÃO INTRACRANIANA

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (200696 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente, leucoderma, 11 anos de idade, gênero feminino, deu entrada ao Serviço de Pediatria, apresentando febre e um tumor (15 x 10 cm) em mandíbula, envolvendo de pré-molar inferior direito a pré-molar inferior esquerdo. Segundo a genitora, esse aumento de volume ocorreu após um trauma no local. A menor relatava dor intensa no local e sangramento gengival. Foi solicitada radiografia panorâmica e uma tomografia computadorizada da região, que demonstrou formação tumoral óssea com comprometimento de partes moles (lesão em casca de cebola).

a) Qual é o próximo exame a ser solicitado? (0,1 p)

b) Qual é a principal suspeita para esse caso? (0,1 p)

c) Citam pelo menos três criterios confirmativos do diagnóstico (0,3 p)




RATING: 3.29

1) O proximo passo diagnóstico é, evidente, a biópsia sob anestesia local para confirmação diagnóstica. (0,1 p)

2) A principal suspeita é o sarcoma de Ewing - um tumor ósseo que surge mais comumente na pelve, no úmero ou no fémur de homens jovens. Ele é o terceiro tumor maligno mais comum da parede torácica (5% a 10%). Uma massa intermitentemente dolorosa é uma apresentação comum desta doença. Na radiografia observa-se aparência característica de casca de cebola causada pela elevação do periósteo e pelo remodelamento ósseo. (0,1 p)

3) Pode ser considerado como correto qualquer conjunto de três respostas (0,3 p) incluindo:
- Sarcoma de Ewing é um câncer ósseo, de pequenas células circulares, mais freqüentemente diagnosticado na segunda década da vida (a menina tem 11 anos)
- Uma característica muito incomum desse câncer é a extrema raridade na população negra (a paciente e de raça branca)
- O envolvimento da cabeça e pescoço é muito incomum, acometendo aproximadamente 1 a 4% dos casos, sendo o crânio e mandíbula mais freqüentemente acometidos
- A dor é um sintoma presente em mais de 90% dos pacientes (relatada aqui)
- A história de trauma prévio (segundo a genitora, esse aumento de volume ocorreu após um trauma no local) está presente em vários casos relatados.
- Inchaço local, massa palpável e febre são presentes (podem até levar a um falso diagnóstico de osteomielite)
- A radiografia com aparência característica de 'casca de cebola' causada pela elevação do periósteo e pelo remodelamento ósseo.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.29)




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