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SEDAÇÃO NO PRONTO SOCORRO PEDIATRICO (ÁREA DE PEDIATRIA)

No serviço de urgências e emergências faz parte da rotina a realização de procedimentos invasivos ou, ás vézes, doloridos, tanto para a criança quanto para seus familiares.
A ssim sendo, a imobilização do paciente pela sedação para procedimentos é fundamental.
CLASSES DE REMÉDIOS: sedativos, analgésicos ou drogas dissociativas
FINALIDADE: ansiólise, analgesia, sedação e controle motor durante procedimentos dolorosos ou desconfortáveis.
O número de crianças recebem sedação para procedimentos diagnósticos e terapêuticos aumenta progressivamente.

OBJETIVA: (977999 votos)..........95.46% das questões objetivas receberam votos.
Um paciente de 45 anos, portador de hipertensão arterial essencial, com dieta habitual rica em sódio e proteínas de origem animal e dois episódios prévios de cólica renal por cálculos de oxalato de cálcio nos últimos 5 anos, apresenta hipercalciúria idiopática com normocalcemia em investigação metabólica. Qual a estratégia profilática mais indicada para redução da recidiva, considerando os mecanismos de supersaturação, interações iônicas e fatores ambientais/genéticos envolvidos na patogênese?
A. Restrição severa de cálcio dietético associada a diuréticos de alça e alcalinização urinária mantendo pH acima de 7,2 para prevenir agregação cristalina
B. Diuréticos tiazídicos associados à redução moderada de sódio e proteína animal na dieta, manutenção de ingestão normal de cálcio e volume urinário >2 L/dia, visando correção da hipercalciúria e equilíbrio de Na+/Ca2+
C. Alopurinol em dose diária associado a penicilamina e dieta pobre em purinas, independentemente dos níveis de ácido úrico urinário, para inibir nucleação de sais mistos
D. Antibioticoterapia supressiva prolongada com agentes antiurease e suplementação de magnésio isolada para alcalinizar a urina e inibir crescimento em placas papilares
E. Bloqueadores alfa-adrenérgicos em uso contínuo e restrição de oxalato dietético severa sem modificações no sódio ou cálcio, priorizando relaxamento ureteral sobre prevenção metabólica

  RATING: 3.33

Um paciente de 45 anos, portador de hipertensão arterial essencial, com dieta habitual rica em sódio e proteínas de origem animal e dois episódios prévios de cólica renal por cálculos de oxalato de cálcio nos últimos 5 anos, apresenta hipercalciúria idiopática com normocalcemia em investigação metabólica. Qual a estratégia profilática mais indicada para redução da recidiva, considerando os mecanismos de supersaturação, interações iônicas e fatores ambientais/genéticos envolvidos na patogênese?

A. Restrição severa de cálcio dietético associada a diuréticos de alça e alcalinização urinária mantendo pH acima de 7,2 para prevenir agregação cristalina
INCORRETO: A restrição severa de cálcio dietético beneficia apenas o subgrupo com hipercalciúria dependente da dieta e, nos demais casos, intensifica a absorção intestinal de oxalato, aumentando o risco de formação de cálculos; diuréticos de alça não são indicados (os tiazídicos são os agentes de escolha) e a alcalinização excessiva com pH acima de 7,2 favorece a precipitação de fosfato de cálcio.
B. Diuréticos tiazídicos associados à redução moderada de sódio e proteína animal na dieta, manutenção de ingestão normal de cálcio e volume urinário >2 L/dia, visando correção da hipercalciúria e equilíbrio de Na+/Ca2+
CORRETO : Na grande maioria dos cálculos renais contendo cálcio (75 a 85% dos casos), a causa principal é a hipercalciúria idiopática, que se associa a maior absorção intestinal de cálcio e redução na reabsorção tubular renal, resultando em maior excreção urinária. Diuréticos tiazídicos diminuem a excreção urinária de cálcio em 50-60%, promovem balanço positivo de cálcio no organismo e aumentam a mineralização óssea. A dieta rica em sódio eleva a excreção urinária de cálcio e a saturação de urato monossódico (que serve como sítio inicial para cristalização de cálcio), enquanto o excesso proteico induz acidose metabólica transitória, eleva a taxa de filtração glomerular e provoca reabsorção óssea transitória de cálcio com supressão da reabsorção tubular distal. A redução moderada de sódio e proteína animal corrige essas alterações, enquanto a manutenção de ingestão normal de cálcio evita o aumento paradoxal da absorção intestinal de oxalato. O volume urinário superior a 2 L/dia é o fator protetor mais relevante, ao diluir solutos, reduzir supersaturação e facilitar o clearance de cristais. Além disso, a associação observada entre hipertensão arterial essencial e hipercalciúria decorre de defeito genético compartilhado que interfere no equilíbrio de cálcio e sódio, desencadeando vias que levam tanto à litíase quanto à hipertensão.
C. Alopurinol em dose diária associado a penicilamina e dieta pobre em purinas, independentemente dos níveis de ácido úrico urinário, para inibir nucleação de sais mistos
INCORRETO : Na ausência de hiperuricosúria primária ou gota, o alopurinol não é a terapia de primeira linha para cálculos de oxalato de cálcio; a penicilamina é reservada para cistinúria quando há alta concentração urinária de cistina apesar de hidratação e alcalinização.
D. Antibioticoterapia supressiva prolongada com agentes antiurease e suplementação de magnésio isolada para alcalinizar a urina e inibir crescimento em placas papilares
INCORRETO : O quadro descrito não envolve infecção crônica por produtores de urease nem cálculos de estruvita (que representam 10-15% dos casos e se formam em pH urinário >7,2 por hidrólise de ureia); antibioticoterapia supressiva e antiurease são medidas adjuvantes após remoção completa de cálculos coraliformes, não profilaxia primária em litíase cálcica.
E. Bloqueadores alfa-adrenérgicos em uso contínuo e restrição de oxalato dietético severa sem modificações no sódio ou cálcio, priorizando relaxamento ureteral sobre prevenção metabólica
INCORRETO : Os bloqueadores alfa-adrenérgicos (como tansulosina) são utilizados na terapia médica expulsiva para cálculos ureterais menores que 10 mm em fase aguda, não como profilaxia de longa duração; a restrição isolada de oxalato sem correção de sódio ou cálcio não aborda os principais mecanismos de hipercalciúria e supersaturação.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.33)

DISCURSIVA: (175288 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
1) Quais são os principais recursos bem-sucedidos dos programas educacionais de autismo?
2) Quais são as principais indicações da farmacoterapia no tratamento do autismo?


RATING: 3.62

1) Quais são os principais recursos bem-sucedidos dos programas educacionais de autismo?
2) Quais são as principais indicações da farmacoterapia no tratamento do autismo?

1) Quais são os principais recursos bem-sucedidos dos programas educacionais de autismo?
Os principais recursos dos programas educacionais de autismo bem-sucedidos incluem:

  • Uma alta proporção de funcionários/alunos (1:1 ou 1:2) (0, 02 p);
  • Programação individualizada para cada criança; (0, 02 p)
  • Professores com experiência especial em trabalhar com crianças com autismo; (0, 02 p)
  • Mínimo de 25 horas por semana de serviços; (0, 02 p)
  • Avaliação e ajuste contínuo do programa; (0, 02 p)
  • Um currículo enfatizando atenção, imitação, comunicação, brincadeira, interação social, regulamentação e auto-defesa.; (0, 02 p)
  • Um ambiente de ensino altamente favorável (0, 02 p)
  • Previsibilidade (0, 02 p) e estrutura (0, 02 p)
  • Análise funcional de problemas de comportamento (0, 02 p)
  • Planejamento de transição (0, 02 p)
  • Envolvimento familiar (0, 02 p)
  • Monitoramento e modificação rigorosos conforme as necessidades da criança mudam (0, 02 p)
2) Quais são as principais indicações da farmacoterapia no tratamento do autismo:

  • Hiperatividade (0, 02 p), desatenção (0, 02 p) e impulsividade (0, 02 p)
  • Agressão (0, 02 p), impulsividade (0, 02 p) e autolesões (0, 02 p)
  • Ansiedade (0, 02 p)
  • Comportamentos obsessivo-compulsivos (0, 02 p), rigidez (0, 02 p) e comportamentos repetitivos (0, 02 p)
  • Sintomas depressivos (0, 02 p)
  • Disfunção do sono (0, 02 p)

FONTE:

Autism spectrum disorder in children and adolescents: Overview of management Author: Laura Weissman, MD Section Editors: Marilyn Augustyn, MD, Marc C Patterson, MD, FRACP Deputy Editor: Mary M Torchia, MD (artigo com direitos autorais, somente para assinantes). UpToDate www.uptodate.com ©2019 UpToDate, Inc. and/or its affiliates. All Rights Reserved.

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.62)

CASO CLINICO: (203627 votos)..........98.96% dos casos clinicos receberam votos.
Uma menina de 16 anos chega ao seu consultorio com um histórico de 2 dias de lacrimejamento do olho esquerdo, vermelhidão e corrimento amarelado. Relata crostas ao acordar. Nega dor nos olhos e não lembra de nenhum trauma local. O exame físico revela hiperemia conjuntival difusa no olho esquerdo associada a secreção mucoide e pupilas reagentes, no entanto com fotofobia leve no olho afetado. Não há adenopatia. o exame de fundo do olho, o movimento dos olhos e a acuidade visual são normais.

(I) Formulam pelo menos 03 (três) hipóteses diagnosticas.(0,3 pontos)

(II) A etiologia desta moléstia pode ser alérgica? Explique a sua resposta.(0,1 pontos)

(III) Enquanto não tiver certeza sobre a etiologia que tópicos oftálmicos tem que ser evitados? (0,1 pontos)




RATING: 3.12

(I)  Formulam pelo menos 03 (três) hipoteses diagnosticas.(0,1 p para cada uma dos máximo 3 suspeitas que estejam na lista abaixo)

1. Conjuntivite bacteriana
2. Conjuntivite viral
3. Glaucoma agudo
4. Uveíte anterior
5. Trauma: abrasão da córnea / corpo estranho
6. Conjuntivite alérgica
7. Conjuntivite química
8. Celulite periorbital / orbitária

(II) A etiologia desta moléstia pode ser alergica? Explique a sua resposta.

Não.(0,02 p)

A conjuntivite alérgica deve ter coceira (0,02 p), ser bilateral (0,02 p) e aquosa (0,02 p) e talvez outra história de doença alérgica. (0,02 p)

(III) Enquanto não tiver certeza sobre a etiologia que topicos oftalmicos tem que ser evitados?

Não use esteróides tópicos se não tiver certeza do diagnóstico.(0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.12)




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