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Uma bomba 'suja' é detonada numa cidade populada. A bomba era composta de césio-137 com trinitrotolueno. Como resultado imediato, calcula-se que 30 pessoas morreram em consequência da força da explosão. A área de precipitação foi de cerca de 0,8 km, com exposição à radiação de cerca de 1,8 Gy. Estima-se que 5.000 pessoas foram potencialmente expostas à radiação beta e gama. A maioria desses indivíduos não apresenta nenhum sinal de lesão, porém cerca de 60 têm evidências de lesão térmica. Qual é a abordagem mais adequada para tratar as vitimas lesionadas?
A. Todos os indivíduos que foram expostos devem ser tratados com iodeto de potássio
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Todos os indivíduos que foram expostos devem ser tratados com azul da Prússia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Todos os indivíduos devem ser descontaminados antes de seu transporte ao centro médico mais próximo para atendimento de emergência, a fim de evitar a exposição dos profissionais de saúde
INCORRETO : Devem-se remover as roupas contaminadas dos indivíduos com lesões graves antes de seu transporte ao serviço de emergência, porém a assistência não deve ser interrompida para descontaminação adicional, visto que o risco de exposição dos profissionais de saúde baixo. Os indivíduos com lesões pequenas que podem ser descontaminados com segurança sem aumentar o risco de complicações clínicas, devem ser transportados a uma área centralizada para descontaminação.
D. Os indivíduos com lesões graves devem ser transportados ao hospital para assistência de emergência após terem as roupas removidas, visto que o risco de exposição aos profissionais de saúde é baixo
CORRETO : Grande parte da lesão inicial causada por uma bomba 'suja' está mais relacionada com a força da explosão do que com a radiação. Depois de um ataque terrorista, é importante identificar todos os indivíduos que podem ter sido expostos á radiação. O tratamento inicial deve consistir estabilização e tratamento daqueles com lesões mais graves. Outro aspecto a ser considerado no que diz respeito ao tratamento após exposição à radiação é a dose total de radiação å qual o indivíduo foi exposto. Com uma dose inferior a 2 Gy, em geral não há nenhum desfecho adverso significativo, e não se recomenda nenhum tratamento especifico, a não ser que apareçam sintomas.
E. Com esse grau de exposição à radiação, não há necessidade de exames subsequentes e tratamento.
INCORRETO : Muitos indivíduos irão desenvolver sintomas de tipo gripal. Entretanto, pode-se obter um hemograma completo a cada 6 horas nas primeiras 24 horas, devido ao possível desenvolvimento de supressão da medula óssea com exposição a uma radiação baixa de apenas Gy. O primeiro sinal de supressão da medula óssea consiste em uma queda da contagem de linfócitos de mais de 50%. O tratamento potencial da exposição å radiação inclui o uso de fatores de estimulação de colônias e transfusões de suporte. A transfusão de células-tronco e o transplante de medula óssea podem ser considerados na presença de pancitopenia grave que não se recupera. Todavia, essa conduta é controversa, tendo em vista a falta de experiência com o procedimento para essa indicação. Após o acidente do reator nuclear de Chernobyl, nenhum dos transplantes de medula óssea teve sucesso.
Gabarito: D
RATING: 3.6 ![]()
- Uma alta proporção de funcionários/alunos (1:1 ou 1:2) (0, 02 p);
- Programação individualizada para cada criança; (0, 02 p)
- Professores com experiência especial em trabalhar com crianças com autismo; (0, 02 p)
- Mínimo de 25 horas por semana de serviços; (0, 02 p)
- Avaliação e ajuste contínuo do programa; (0, 02 p)
- Um currículo enfatizando atenção, imitação, comunicação, brincadeira, interação social, regulamentação e auto-defesa.; (0, 02 p)
- Um ambiente de ensino altamente favorável (0, 02 p)
- Previsibilidade (0, 02 p) e estrutura (0, 02 p)
- Análise funcional de problemas de comportamento (0, 02 p)
- Planejamento de transição (0, 02 p)
- Envolvimento familiar (0, 02 p)
- Monitoramento e modificação rigorosos conforme as necessidades da criança mudam (0, 02 p)
- Hiperatividade (0, 02 p), desatenção (0, 02 p) e impulsividade (0, 02 p)
- Agressão (0, 02 p), impulsividade (0, 02 p) e autolesões (0, 02 p)
- Ansiedade (0, 02 p)
- Comportamentos obsessivo-compulsivos (0, 02 p), rigidez (0, 02 p) e comportamentos repetitivos (0, 02 p)
- Sintomas depressivos (0, 02 p)
- Disfunção do sono (0, 02 p)
FONTE:
Paciente masculino, 68 anos, tabagista (40 maços-ano), hipertenso controlado, procura emergência com quadro de 4 meses de fadiga intensa, perda ponderal involuntária de 12 kg, febre baixa vespertina (até 38,2°C), prurido generalizado e icterícia cutâneo-mucosa leve de instalação progressiva. Nega dor abdominal, hematúria macroscópica ou sintomas urinários. Exame físico: regular estado geral, ictérico 2+/4+, hepatomegalia dolorosa a 4 cm do rebordo costal direito, esplenomegalia discreta, sem linfonodomegalias palpáveis ou ascite. Sem estigmas de hepatopatia crônica.
Exames laboratoriais iniciais: Hb 11,8 g/dL, plaquetas 480.000/mm³, VHS 92 mm/h, PCR 48 mg/L; bilirrubina total 3,2 mg/dL (direta 2,4); AST 68 U/L, ALT 82 U/L, FA 620 U/L, GGT 980 U/L; albumina 3,1 g/dL; coagulograma normal; sorologias virais negativas; autoanticorpos negativos; alfa-fetoproteína e CEA normais. USG abdominal: massa sólida heterogênea em polo superior do rim direito (8,2 cm), sem dilatação de vias biliares, fígado de ecotextura aumentada sem nódulos metastáticos evidentes. TC tórax/abdome/pélvis em andamento.
I. Suspeita diagnóstica principal: Síndrome de Stauffer (disfunção hepática paraneoplásica não metastática associada a carcinoma de células renais – CCR)
II. Possível causa etiológica da doença diagnosticada: Síndrome paraneoplásica mediada por citocinas, principalmente interleucina-6 (IL-6) secretada pelo tumor renal
III. Melhor modalidade para confirmar o diagnóstico: Tomografia computadorizada (TC) contrastada de abdome e pelve + exclusão de metástases hepáticas + resolução laboratorial após nefrectomia (padrão-ouro)
IV. Tratamento de escolha: Nefrectomia radical (ou parcial, quando factível) com intenção curativa
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