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ANEMIA SIDEROBLASTICA (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A anemia sideroblástica (AS) representa um grupo de desordens heterogêneas que possuem como característica comum, além de anemia, a presença de depósitos de ferro nas mitocôndrias dos eritroblastos.
A mitocôndria “carregada” de ferro assume localização perinuclear nessas células vermelhas jovens, que recebem por isso o nome de Sideroblastos em Anel.

OBJETIVA: (1143126 votos)..........99.34% das questões objetivas receberam votos.
Uma mulher de 52 anos apresenta após acidente automobilístico equimose periorbitária extensa e rinorréia. Encontra-se lúcida e orientada. As pupilas estão isocóricas e fotorreagentes, não há queixa de diplopia ou redução da acuidade visual. Seus sinais vitais se encontram estáveis. A conduta em relação a esta paciente deve ser:
A. solicitar interconsulta com a oftalmologia
B. expectante com acompanhamento por método de imagem
C. craniotomia
D. tamponamento nasal
E. antibioticoterapia sistêmica

  RATING: 2.88

Uma mulher de 52 anos apresenta após acidente automobilístico equimose periorbitária extensa e rinorréia. Encontra-se lúcida e orientada. As pupilas estão isocóricas e fotorreagentes, não há queixa de diplopia ou redução da acuidade visual. Seus sinais vitais se encontram estáveis. A conduta em relação a esta paciente deve ser:

A. solicitar interconsulta com a oftalmologia
INCORRETO: Não há necessidade de se solicitar avaliação oftalmológica, pois estamos diante de uma fratura de base de crânio.
B. expectante com acompanhamento por método de imagem
CORRETO : Ninguém duvida que esta paciente apresenta fratura de base de crânio: sinal do guaxinim e rinorreia, esta última apresentando grande probabilidade de ser liquórica. A conduta deve ser clínica com elevação da cabeceira do leito, restrição hídrica de cerca de 1200 mL/dia e recomendar ao paciente que não assue o nariz, pois essa manobra pode aumentar a pressão intracraniana. Caso não haja regressão da rinorreia em quatro dias, estão indicados drenagem liquórica e uso de acetazolamida (para diminuir a produção de liquor).
C. craniotomia
INCORRETO : A craniotomia está indicada apenas em casos de rinorréia por mais de duas semanas.
D. tamponamento nasal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. antibioticoterapia sistêmica
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (182847 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Quais são os indicadores de saúde representados pelas fórmulas?

a) Nº de óbitos em menores de 7 dias/Nascidos vivos; (0,125 pontos)
b) Nº nascidos mortos/Nascidos vivos + nascidos mortos; (0,125 pontos)
c) Nº de filhos nascidos vivos/população total feminina; (0,125 pontos)
d) Nº de pessoas de 65 anos e mais de idade/População com menos de 15 anos (0,125 pontos)


RATING: 3.04

Quais são os indicadores de saúde representados pelas fórmulas?

a) Nº de óbitos em menores de 7 dias/Nascidos vivos; (0,125 pontos)
b) Nº nascidos mortos/Nascidos vivos + nascidos mortos; (0,125 pontos)
c) Nº de filhos nascidos vivos/população total feminina; (0,125 pontos)
d) Nº de pessoas de 65 anos e mais de idade/População com menos de 15 anos (0,125 pontos)

A) Coeficiente de Mortalidade Neonatal PrecoceNº de óbitos em menores de 7 dias/Nascidos vivos (0,125 pontos)
B) Coeficiente de NatimortalidadeNº nascidos mortos/Nascidos vivos + nascidos mortos (0,125 pontos)
C) Taxa Específica de Fecundidade (0,125 pontos)Nº de filhos nascidos vivos/população total feminina
D) Índice de Envelhecimento (0,125 pontos)Nº de pessoas de 65 anos e mais de idade/População com menos de 15 anos

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

CASO CLINICO: (213169 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo masculino, 54 anos, com queixa de pirose retroesternal de longa data (há mais de 10 anos), com piora progressiva nos últimos 2 anos.

Vem apresentando regurgitação, principalmente no período noturno.

Teve emagrecimento de 2 kg nos últimos 12 meses (índice de massa corporal atual de 33 kg/m2).

Realizada endoscopia digestiva alta, observou-se ulceração esofágica, com friabilidade e presença de mucosa de aspecto róseo-avermelhado, circunferencial, com 4 cm de extensão, projetando proximalmente a partir da junção escamo-colunar. Foram realizadas biópsias da região da junção gastro-esofágica, cujo corte histológico é apresentado abaixo.

1) Qual o diagnóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

2) Qual é o prognóstico para esse paciente? - 0,1 pontos

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente? - 0,3 pontos




RATING: 3.03

1) Qual o diagnóstico?

Doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE) complicada com esôfago de Barret. (0,1 p)

DISCUSSÃO: Trata-se de um paciente com queixas de queimação retroesternal e regurgitação, os dois sintomas mais frequentes em pacientes portadores de DRGE. Observa-se IMC de 33, ou seja, obesidade grau I, comum em pacientes que sofrem de DRGE. A endoscopia documenta a presença de esofagite erosiva e achados comuns ao esôfago de Barret. Este último é confirmado pelo corte histológico, onde notam-se áreas de epitélio colunar especializado ao nível da junção gastro-esofágica.

2) Qual é o prognóstico?

Em termos prognósticos, a incidência de adenocarcinoma é 40X maior nos pacientes com esôfago de Barret quando comparado com a população em geral. Requer, portanto, acompanhamento a longo prazo. O principal marcador de potencial de malignidade será a presença de displasia.  (0,1 p)

3) Qual é o planejamento terapêutico a ser instituído para esse paciente?

  • inicialmente controlar a inflamação relacionada a DRGE com terapia antissecretória (0,1 p)
  • realizar nova endoscopia com múltiplas biópsias visando descartar a presença de displasia (preferencialmente confirmada por mais de um patologista). A ausência de displasia implica controle endoscópico a cada 2, 3 anos. Displasia leve, controle endoscópico semestral e posteriormente anual. Displasia de alto grau deve ser tratada com esofagectomia ou acompanhamento com biópsias, inicialmente a cada mês, e posteriormente trimestrais. (0,1 p)
  • Não há tratamento curativo específico usado rotineiramente para o esôfago de Barret. Portanto, além do acompanhamento endoscópico, a DRGE deve ser controlada, conforme sua evolução, com terapia clínica e/ou operatória. (0,1 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.03)




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