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E S C A R L A T I N A (ÁREA DE PEDIATRIA)

É uma doença infecciosa aguda, mais frequente na infância, provocada por um determinado grupo de bactérias, que corresponde a uma estirpe de Streptococcus do Grupo A de Lancefield, também conhecida como Streptococcus pyogenes. Caracteriza-se pelo início súbito de febre, faringite, seguido de exantema que confere à pele uma cor escarlate.

OBJETIVA: (1111755 votos)..........99.46% das questões objetivas receberam votos.
A drenagem linfática da vulva é dirigida primariamente para:
A. linfonodos inguinais e pélvicos
B. linfonodos para-aórticas
C. linfonodos obturatórios
D. linfonodos femorais
E. linfonodos ilíacos

  RATING: 2.91

A drenagem linfática da vulva é dirigida primariamente para:

A. linfonodos inguinais e pélvicos
CORRETO: A drenagem linfática da vulva apresenta um componente superficial (que drena os dois terços anteriores da vulva) e um sistema de drenagem profundo (que drena o terço posterior da vulva). A drenagem superficial é feita para os linfonodos superficiais inguinais, e a drenagem profunda para os linfonodos inguinais profundos, ilíacos externos e femorais. A região posterior dos lábios pode drenar para o plexo linfático em volta do reto. Estas relações anatômicas para a drenagem linfática são do maior significado no tratamento das neoplasias da vulva.
B. linfonodos para-aórticas
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. linfonodos obturatórios
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. linfonodos femorais
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. linfonodos ilíacos
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.91)

DISCURSIVA: (180946 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A criança é particularmente suscetível a desenvolver insuficiência respiratória, pois existem diversos fatores interrelacionados, que vão desde peculiaridades anatômicas a características fisiológicas e imunológicas. Enumeram pelo menos 5 (cinco) fatores que favorecem essa evolução:


RATING: 2.98

A criança é particularmente suscetível a desenvolver insuficiência respiratória, pois existem diversos fatores interrelacionados, que vão desde peculiaridades anatômicas a características fisiológicas e imunológicas. Enumeram pelo menos 5 (cinco) fatores que favorecem essa evolução:

Fatores que favorecem essa evolução (0,1 p para cada um):

  1. pequeno diâmetro das vias aéreas que produz uma maior tendência à obstrução; a
  2. função muscular intercostal e a diafragmática menos maduras favorecendo à exaustão;
  3. poros de ventilação colateral (Canais de Lampert e Poros de Kohn) pobremente desenvolvidos favorecendo à formação de atelectasias;
  4. caixa torácica mais complacente;
  5. incoordenação tóraco-abdominal durante o sono REM que prejudica a higiene brônquica;
  6. pulmões com menos elastina nas crianças pequenas levando à diminuição na propriedade de recolhimento elástico com conseqüente diminuição na complacência pulmonar;
  7. o sistema imunológico em desenvolvimento favorecendo às infecções
  8. taxas metabólicas são mais altas, enquanto que a capacidade residual funcional (CRF) e a reserva de oxigênio são mais baixas. Assim, em razão de disfunção respiratória, as crianças tornam-se rapidamente hipoxêmicas.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (210862 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
PRDL, 28 anos, primigesta, idade gestacional de 32 semanas e 1 dia, calculado pela data da última menstruação, compatível com ultra-sonografia realizado com 9 semanas. Procura a triagem do HUJM, queixando-se de perda de liquido amniótico via vaginal há 6 horas. Nega sangramentos ou contrações uterinas. Ao exame, visualizado saída de líquido amniótico pelo orifício externo do colo. Toque vaginal apresentando colo grosso, posterior e fechado. Batimentos cárdio fetal de 150 bpm e dinâmica uterina: ausente. Pergunta-se:
Como você conduziria este caso?




RATING: 2.85

1. Internação e repouso absoluto no leito.
2. Ultrassonografia para quantificar líquido amniótico.
3. Cardiotocografia de 3/3 dias.
4. Dopplervelocimetria semanal.
5. Temperatura axilar de 4/4 horas.
6. Pesquisar aumento da sensibilidade uterina, secreções vaginais fétidas diariamente.
7. Auscultar BCF de 6/6 horas.
8. Leucograma e PCR de 3/3 dias.
9. Pesquisar maturidade fetal com 34 semanas.
10. Fazer corticóide na internação: betametazona, 12 mg de 24/24 horas (2 doses) IM.
11. NÃO FAZER: Toques vaginais. Antibióticos profiláticos. Tamponamento vaginal
12. Interromper a gestação na vigência de infecção ou vitalidade fetal comprometida ou maturidade presente (34 semanas).
13. Via de parto: Obstétrica.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.85)




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