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Qual o gene supressor tumoral mais frequentemente mutado na neoplasia humana?
A. p53
CORRETO: O gene p53 (também conhecido como TP53) é o gene supressor tumoral mais frequentemente mutado em neoplasias humanas, com mutações ocorrendo em cerca de 50% ou mais de todos os cânceres. Ele atua como o 'guardião do genoma', regulando o ciclo celular, reparo de DNA e apoptose para prevenir o desenvolvimento de tumores. Mutações inativadoras nesse gene são eventos comuns em diversos tipos de câncer, tornando-o o alvo genético mais prevalente em oncologia humana, conforme amplamente documentado em literatura científica.
B. DCC
INCORRETO : O DCC (Deleted in Colorectal Carcinoma) é um gene supressor tumoral, mas sua mutação é mais específica para câncer colorretal e alguns outros tipos, não sendo o mais frequente em neoplasias humanas de forma geral. Sua prevalência é baixa comparada ao p53, ocorrendo em menos de 10-15% dos casos totais de câncer.
C. Kras
INCORRETO : O Kras (ou KRAS) não é um gene supressor tumoral, mas sim um oncogene (proto-oncogene). Mutações ativadoras nele promovem o crescimento tumoral em cânceres como pulmão, pâncreas e colorretal, mas ele não inibe tumores como um supressor faria.
D. Src
INCORRETO : O Src é um oncogene (proto-oncogene tirosina quinase) envolvido em vias de sinalização que impulsionam proliferação celular. Não é um supressor tumoral; mutações ou ativações nele contribuem para a progressão do câncer, não para sua supressão.
E. PMS1h
INCORRETO : O PMS1 (ou variantes como PMS1h, possivelmente uma referência a PMS1 ou PMS2) é um gene envolvido no reparo de mismatches no DNA (MMR), atuando como gene de reparo genético. Embora sua inativação possa indiretamente levar a instabilidade genômica e câncer (como na síndrome de Lynch), ele não é classificado primariamente como supressor tumoral clássico e suas mutações são raras comparadas ao p53, ocorrendo em menos de 5% dos cânceres gerais.
Gabarito: A
Aborde os conceitos teóricos da carcinogênese nas neoplasias não-melanomas da parede abdominal.
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Aborde os conceitos teóricos da carcinogênese nas neoplasias não-melanomas da parede abdominal.
FONTE:
NEOPLASIAS NÃO-MELANOMAS DA PAREDE ABDOMINAL - PLATAFORMA MISODOR
1) Qual o diagnóstico provável para o quadro clínico descrito até o décimo dia de evolução e qual exame poderia ser realizado pelo médico assistente, durante o exame físico, para confirmar o diagnóstico?
Rinossinusite aguda, diagnosticada clinicamente pela rinoscopia, pela presença de secreção mucupurulenta no meato médio. (0,2 p)
2) Cite três hipóteses diagnósticas para os sinais e sintomas observados no décimo dia de evolução e qual exame deveria ser solicitado para confirmar o seu diagnóstico clínico e as possíveis complicações.
Três das possíveis hipóteses:
- trombose do seio cavernoso (0,05 p) - tomografia computadorizada (exame ouro) (0,05 p)
- celulite retro-orbitária (0,05 p) - ressonância nuclear magnética (melhor para avaliação das partes moles, não sendo ideal na osteomielite) (0,05 p)
- meningite (0,05 p) - análise do liquor (0,05 p)
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