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DOENÇA DE REFLUXO GASTRO-ESOFAGICO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A D.R.G.E. é qualquer condição sintomática ou alteração anatômica causada pelo refluxo de material nocivo do estômago para o esôfago. Está entre as mais frequentes doenças do trato gastrointestinal superior e é de caráter recidivante. A pirose è o principal sintoma e devido à auto medicação com antiácidos estes dados são de difícil avaliação em todo o mundo, estima-se que 07% da população tem pirose diariamente; 14% tem pirose 01 vez pôr semana; 44% tem pirose 01 vez pôr mês e 90% tem pirose 01 vez pôr ano, somando-se a essa prevalência, o esôfago de Barret (complicação da D.R.G.E.) está implicado na gênese do adenocarcinoma do esôfago.

OBJETIVA: (1195354 votos)..........99.02% das questões objetivas receberam votos.
Paciente de 19 anos procurou o Pronto-Socorro com queixa de sangramento via vaginal há 2 dias e dor abdominal em cólica há 5 horas. Última menstruação há 50 dias. Vida sexual ativa sem uso de método contraceptivo. Nuligesta. Ao exame físico: mal estado geral, descorada 2+/4+, FC 108, PA 95 x 60 mmHg. Abdome difusamente doloroso à palpação, principalmente em hipogastro. DB negativo. Especular: sangue coletado em FSV. Toque: colo impérvio, doloroso à mobilização. Anexos não palpáveis. Diagnóstico mais provável, exames subsidiários e tratamento:
A. abortamento incompleto, HCG urinário, curetagem uterina
B. mola hidatiforme, USG, aspiração uterina
C. endometrite (MIPA), USG, antibioticoterapia endovenosa
D. gestação anembrionada, HCG urinário, conduta expectante
E. prenhez ectópica, HCG sérico (fração beta) e USG, laparotomia

  RATING: 2.93

Paciente de 19 anos procurou o Pronto-Socorro com queixa de sangramento via vaginal há 2 dias e dor abdominal em cólica há 5 horas. Última menstruação há 50 dias. Vida sexual ativa sem uso de método contraceptivo. Nuligesta. Ao exame físico: mal estado geral, descorada 2+/4+, FC 108, PA 95 x 60 mmHg. Abdome difusamente doloroso à palpação, principalmente em hipogastro. DB negativo. Especular: sangue coletado em FSV. Toque: colo impérvio, doloroso à mobilização. Anexos não palpáveis. Diagnóstico mais provável, exames subsidiários e tratamento:

A. abortamento incompleto, HCG urinário, curetagem uterina
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. mola hidatiforme, USG, aspiração uterina
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. endometrite (MIPA), USG, antibioticoterapia endovenosa
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. gestação anembrionada, HCG urinário, conduta expectante
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. prenhez ectópica, HCG sérico (fração beta) e USG, laparotomia
CORRETO : Paciente jovem com história de sangramento genital, dor abdominal e atraso menstrual. Exame beta-Hcg e USG pélvico são muito importantes. Estando grávida, temos as hipóteses de abortamento, gestação ectópica e doença trofoblástica gestacional. O estado de choque hipovolêmico da paciente faz com que a hipótese de GE rota seja a mais provável. A laparotomia estaria indicada.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

DISCURSIVA: (185873 votos) ..........98.84% das questões discursivas receberam votos.
A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?


RATING: 3.01

A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?

A) Qual a definição da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
Dificuldade respiratória de grau variável (0,05 p) resultante do colapso alveolar (0,05 p) por défice de surfatante pulmonar (0,05 p), associada, na sua grande maioria, a um shunt intrapulmonar (shunt direito-esquerdo) (0,05 p), por aumento da resistência vascular pulmonar (0,05 p).

B) Qual é o quadro clínico da síndrome de dificuldade respiratória tipo I (SDR tipo I ou doença das membranas hialinas) ?
Clínica: Síndrome de dificuldade respiratória moderada a grave (0,05 p) associada a cianose central, (0,05 p) desde o nascimento ou 1as horas de vida (0,05 p), com agravamento além das 6 horas (0,05 p) e, nos casos não complicados, com melhoria a partir do 3º - 4º dias. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (217811 votos)..........99.51% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, 26 anos, procura o ambulatório com queixa de hipertensão arterial diagnosticada aos 17 anos, atualmente grave e resistente ao uso de quatro anti-hipertensivos. Apresenta hipopotassemia espontânea recorrente (K+ 2,6 mEq/L), episódios de fraqueza muscular e parestesias, poliúria e noctúria. História familiar positiva: pai e irmã com hipertensão precoce e um tio com AVC em idade jovem. Exames iniciais mostram aldosterona plasmática elevada (>25 ng/dL) com atividade de renina plasmática suprimida. TC de suprarrenais mostra glândulas de aspecto normal sem nódulos evidentes.

Questões:

I. Qual a sua suspeita diagnóstica? (0,1 pontos)
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (0,13 pontos)
III. Qual a melhor modalidade de confirmar o diagnóstico? (0,15 pontos)
IV. Qual o tratamento? (0,12 pontos)





RATING: 3.12

Resposta à Questão I (Suspeita diagnóstica):
Hiperaldosteronismo primário (Síndrome de Conn), com alta probabilidade de forma familiar tipo I (aldosteronismo remediável por glicocorticoides – ARG).
  • Hipertensão arterial resistente associada a hipopotassemia em paciente jovem com história familiar de hipertensão precoce (0,05 p)
  • Início do quadro antes dos 20 anos e antecedente familiar de acidente vascular cerebral em idade precoce (0,05 p)
Resposta à Questão II (Possível causa da doença diagnosticada):
Hiperaldosteronismo familiar tipo I, devido a duplicação gênica quimérica entre CYP11B1 e CYP11B2.
  • Duplicação gênica quimérica originada de crossover desigual, com promotor do gene CYP11B1 (responsivo a ACTH) fusionado à porção codificadora do gene CYP11B2 (aldosterona sintase) (0,08 p)
  • Leva a expressão ectópica da aldosterona sintase na zona fasciculada, regulada por corticotrofina em vez de angiotensina II (0,05 p)
Resposta à Questão III (Melhor modalidade de confirmar o diagnóstico):
Testes genéticos para a mutação específica do hiperaldosteronismo familiar tipo I.
  • Testes genéticos são o método mais específico e sensível para diagnóstico definitivo de HF tipo I (0,07 p)
  • Eliminam necessidade de dosagens urinárias de 18-oxicortisol e 18-hidroxicortisol ou testes de supressão com dexametasona (0,05 p)
  • Indicados em pacientes com história familiar de aldosteronismo primário, início do quadro antes dos 20 anos ou antecedente familiar de acidente vascular cerebral em idade precoce (0,03 p)
Resposta à Questão IV (Tratamento):
Terapia crônica com doses fisiológicas de glicocorticoide (preferencialmente prednisona ou hidrocortisona, ajustadas à superfície corporal).
  • Suprime a produção de aldosterona regulada por ACTH, normalizando a pressão arterial e corrigindo a hipocalemia (0,07 p)
  • Alternativa: bloqueio do receptor mineralocorticoide (0,05 p)


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.12)




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