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ALGARISMO DE DIAGNÓSTICO E DIFERENCIAÇÃO ENTRE ANEMIAS (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A hematologia tem esse capitulo importante, os dos anemias, que não deixa de ser um quadro clinico muito frequente na patologia, despito á multidão das esquemas terapêuticas utilizadas e á profilaxia sustentada. Nas provas, também tem muitas questões que tocam nesse assunto. O algarismo de diagnóstico diferencial tem como raiz o DIAGNÓSTICO DE ANEMIA. Ou seja, precisamos saber se o paciente que encontramos realmente pode ser SUSPEITADO a ser um anemico, sendo, nesta primeira fase, necessario somente perceber e interpretar corretamente os achados COMUNS de todas as anemias, que geralmente, trazem o paciente com a sua queixa principal.

OBJETIVA: (914421 votos)..........94.47% das questões objetivas receberam votos.
Um homem de 42 anos se apresenta ao pronto-socorro com um queixa de aumento da falta de ar ao caminhar para pegar seu jornal, dificuldade respirando enquanto deitado, e 4,5 kg ganho de peso no último mês. Ele está afebril, seu pulso é 75/min e sua pressão arterial é 98/50 mm Hg. No exame, ele cheira a álcool e tem sinal do cacifo 2+ na parte inferior das extremidades e uma terceira bulha cardíaca. Raio X de o tórax revela cardiomegalia. Quais dados clinicos, além dos listados acima, devem estar presentes para confirmar o diagnóstico subjacente deste homem?
A. Refluxo hepatojugular e congestão pulmonar
B. Dilatação ventricular esquerda e insuficiência aórtica
C. Dilatação ventricular esquerda e disfunção sistólica
D. Espessamento do miocárdio e disfunção diastólica
E. Congestão pulmonar e disfunção diastólica

  RATING: 2.74

Um homem de 42 anos se apresenta ao pronto-socorro com um queixa de aumento da falta de ar ao caminhar para pegar seu jornal, dificuldade respirando enquanto deitado, e 4,5 kg ganho de peso no último mês. Ele está afebril, seu pulso é 75/min e sua pressão arterial é 98/50 mm Hg. No exame, ele cheira a álcool e tem sinal do cacifo 2+ na parte inferior das extremidades e uma terceira bulha cardíaca. Raio X de o tórax revela cardiomegalia. Quais dados clinicos, além dos listados acima, devem estar presentes para confirmar o diagnóstico subjacente deste homem?

A. Refluxo hepatojugular e congestão pulmonar
INCORRETO: Embora refluxo hepatojugular e congestão pulmonar sejam ambos frequentemente vistos na insuficiência cardíaca devido a cardiomiopatia dilatada, nenhum dos dois é especificamente necessário para um diagnóstico de cardiomiopatia dilatada.
B. Dilatação ventricular esquerda e insuficiência aórtica
INCORRETO : A dilatação ventricular é uma componente chave da cardiomiopatia dilatada. No entanto, a insuficiência aórtica geralmente não é encontrado. Além disso, este paciente não tem quaisquer achados de exame físico sugestivos de insuficiência aórtica, como sopro diastólico, pulso de Corrigan (pulso em martelo de água), sinal de de Musset (balançando a cabeça), sinal de Traube (som de tiro de pistola sobre a artéria femoral), Sinal de Duroziez (murmúrio para frente e para trás sobre o artéria femoral), pulso de Quincke (pulsação capilar no leito ungueal) ou sinal de Hill (poplíteo a pressão da artéria aumentou muito sobre o braquial pressão).
C. Dilatação ventricular esquerda e disfunção sistólica
CORRETO : O paciente tem cardiomiopatia dilatada, um diagnóstico que requer evidência de dilatação ventricular esquerda e disfunção sistólica com fração de ejeção ventricular esquerda < 40% na ecocardiografia. Dilatação do ventrículo esquerdo (LV) resulta em diminuição capacidade de contrair e ejetar sangue do câmara, resultando em redução da fração de ejeção do VE. Os pacientes geralmente apresentam sintomas de insuficiência cardíaca, arritmias ou até morte súbita. cinqüenta por cento dos casos são de etiologia idiopática, mas os mais comumente conhecidos causas são cardiomiopatia isquêmica devido a doença arterial coronariana, miocardite e doença infiltrativa. O álcool é um fator de risco significativo para cardiomiopatia dilatada e abstinência pode resultar em recuperação notável da função cardíaca
D. Espessamento do miocárdio e disfunção diastólica
INCORRETO : A dilatação do (s) ventrículo (s) leva à contração dificil do miocárdio e, eventualmente, à hipotrofia do miocárdio. Novamente, a disfunção diastólica não é uma característica definidora da cardiomiopatia dilatada.
E. Congestão pulmonar e disfunção diastólica
INCORRETO : A congestão pulmonar é o resultado de insuficiência cardíaca, sendo uma ocorrência comum em pacientes com cardiomiopatia dilatada. No entanto, a patogênese da cardiomiopatia dilatada está na disfunção sistólica, não na diastólica. A insuficiência cardíaca diastólica é caracterizado por sintomas de insuficiência cardíaca no contexto da função sistólica normal do ventrículo esquerdo (VE) (fração de ejeção normal do VE) e disfunção diastólica (pressões de enchimento VE anormais ou elevadas). Causas comuns de insuficiência cardíaca diastólica incluem cardiomiopatia restritiva que resulta em diminuição da capacidade para enchimento de VE, hipertensão crônica com VE hipertrofia, cardiomiopatia hipertrófica e doença isquêmica do coração.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.74)

DISCURSIVA: (166240 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Responda ás seguintes perguntas:

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva? (0,25 p)
B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? (0,25 p)


RATING: 2.84

Responda ás seguintes perguntas:

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva? (0,25 p)
B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? (0,25 p)

A) O que é a anemia ferropênica ou ferropriva?

É a conseqüência da diminuição da concentração produção do heme da hemoglobina por carência de ferro, resultando na diminuição da concentração de hemoglobina. (0,15 p)
A deficiência da hemoglobinização durante a maturação dos eritroblastos forma hemácias pequenas (VCM diminuído) com pouco conteúdo de hemoglobina (HCM diminuída). Com a intensificação do processo, ocorre a diminuição desproporcional do conteúdo de hemoglobina em relação ao volume das hemácias, gerando a hipocromia (CHCM diminuída). (0,05 p)
A anisopoiquilocitose, proporcional à intensidade do processo, é sempre evidente, podendo interferir com a contagem de plaquetas: hemácias microcíticas e normocíticas, hemácias ovalocíticas alongadas (leptócitos) e hemácias hipocrômicas. (0,05 p)

B)  Como a anemia ferropênica ou ferropriva é investigada? 

Pelas quantificações do ferro sérico e ferritina. Raramente, pode ser necessário quantificar o ferro medular pela coloração do azul-da-prússia (coloração de Perls), CTLFe e saturação da transferrina. (0,1 p)
Os exames característicos da anemia ferropênica são:
(1) ferro sérico diminuído; (0,03 p)
(2) capacidade total de ligação de ferro (CTLFe) aumentada; (0,03 p)
(3) saturação de transferrina diminuída; (0,03 p)
(4) ferritina diminuída; (0,03 p)
(5) ferro medular diminuído, tanto nos grânulos de hemossiderina dos macrófagos, quanto nos grânulos sideróticos dos eritroblastos (sideroblastos diminuídos). (0,03 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.84)

CASO CLINICO: (192599 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente de 58 anos é levado ao hospital por alteração do nível de consciência. Tem história de etilismo(1-2 cervejas por dia), nega outras doenças, transfusões, cirurgias.
Há 3 meses com queda do estado geral e perda de peso e há 1 mês, aumento do volume abdominal e edema de MMII.
Há 2 semanas parou de beber e há 4 dias vem apresentando febre não aferida por termômetro e a 2 dias com sonolência diurna excessiva e agitação.
Ao exame:
Desidratado (2+/4+), descorado (2+/4+), Temperatura: 38,9 graus e ictérico (3+/4+).
PA = 100 x 60 mmHg. Pulso = 98.
Flapping(+).
Sem déficit localizatório, Glasgow 14 (AO=4, RM=5, RV=5).

1) Qual é o achado do exame da figura? - 0,25 pontos
2) Qual é a etiologia provável da alteração de consciência? - 0,125 pontos
3) Qual é o grau de encefalopatia neste paciente? - 0,125 pontos


RATING: 3.04

1) Qual é o achado do exame da figura?
Presença de ascite á ectoscopia (0,125 p) com circulação colateral (0,125 p).
Discussão: O paciente apresenta ascite na inspeção o que indica uma ascite de razoável volume com 5 litros ou mais. Esta ascite era de moderado volume, pois ao paciente ao ficar em pé o abdome tendia a cair sobre regiões crurais.configurando o chamado abdome em avental ou pêndulo,quando o abdome tende a ficar globoso quando o paciente fica em pé e o abdome fica globoso e com pele lisa e estendida indica ascite de grande volume. Pode-se perceber ainda veias azuladas superficiais no abdome indicativas de presença de hipertensão portal.
2) Qual é a etiologia provável da alteração de consciência?
Encefalopatia hepática. (0,125 p)
Discussão: Paciente apresentando quadro de confusão mental com sonolência predominantemente diurna como acontece na encefalopatia hepática em que alterações no padrão do sono (inversão do ritmo, insónia e sonolência excessiva) e graus variáveis de alterações nos níveis de consciência e comportamento, apesar destes achados serem inespecificos o fato do paciente apresentar aparentemente um quadro de hepatopatia com hipertensão portal sugere que esta seja a causa da alteração mental. A presença de flapping é também sugestiva de encefalopatia hepática embora possa ocorrer em outros casos como narcose e uremia. O diagnóstico é de exclusão e outros diagnósticos devem ser procurados, um paciente com febre e confusão mental poderia, por exemplo, ter uma meningite.
3) Qual é o grau de encefalopatia neste paciente?
Paciente com encefalopatia grau 2. (0,125 p)
Discussão: Paciente com quadro de agitação e alteração de nível de consciência não tão importante apresentando Glasgow 14, a presença de flapping indica encefalopatia de grau 2 e 3, mas não aparece na grau 1 e desaparece no paciente em grau 4, que está em coma hepático. Veja a baixo a classificação de West Haven da encefalopatia hepática:

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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