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URGÊNCIAS DAS VIAS AÉREAS INFERIORES (ASMA E BRONQUIOLITE) (ÁREA DE PEDIATRIA)

A asma é a doença crônica mais frequente na criança. Sua prevalência é aumentada em pacientes com menos de 2 anos de idade, com incidência crescente nas taxas de internação entre 1 e 4 anos de idade.

A asma é uma doença heterogênea, em que não há um único agente causal.

O que é fundamental sobre as bronquiolite e tem que ser assumido e guardado com sete chaves quando se começa a estudar esse capitulo são três coisas: 


  1. é uma doença viral, então nada adianta qualquer tipo de antibiotico 
  2. é incomum acíma de 3 anos 
  3. inflamação dos bronquíolos menores

O VSR (virus sincicial respiratorio) é a principal causa de bronquiolite e pneumonia em crianças menores de 1 ano. Essa besta de virus VSR é altamente contagioso. O período de incubação entre a exposição e os primeiros sintomas é de cerca de 4 dias. E mais interessante ainda: o vírus é eliminado nas secreções nasais por períodos variáveis, geralmente 5 a 12 dias, embora a excreção de vírus durante 3 semanas ou mais já ter sido documentada.

OBJETIVA: (1104715 votos)..........99.41% das questões objetivas receberam votos.
Para crianças com anormalidades cardíacas e doença de Kawasaki:
A. deve ser administrado ibuprofeno concomitante à aspirina
B. tem como a primeira escolha de tratamento a corticoterapia
C. hà possibilidade muito alta de complicar o quadro clínico com o síndrome de Reye
D. tem contraindicação absoluta para uso de salicilatos
E. a aspirina é mantida indefinidamente

  RATING: 2.94

Para crianças com anormalidades cardíacas e doença de Kawasaki:

A. deve ser administrado ibuprofeno concomitante à aspirina
INCORRETO: Não se deve administrar ibuprofeno concomitante à aspirina uma vez que o primeiro antagoniza a inibição plaquetária irreversível da aspirina.
B. tem como a primeira escolha de tratamento a corticoterapia
INCORRETO : Os corticosteróides têm sido usados nos casos em que os pacientes não responderam ao tratamento inicial com IGIV mais aspirina.
C. hà possibilidade muito alta de complicar o quadro clínico com o síndrome de Reye
INCORRETO : Não tem nada a ver. É preciso de cuidado importante em relação à criança em uso de aspirina em altas doses diz respeito à possibilidade de síndrome de Reye caso se apresente infecção por varicela ou influenza. Os pais devem ser orientados a procurar o pediatra caso a criança apresente qualquer dessas infecções em vigência do uso de salicilatos.
D. tem contraindicação absoluta para uso de salicilatos
INCORRETO : O tempo de uso da aspirina em altas doses varia entre as instituições; muitos centros hospitalares reduzem a dose após período de 48 a 72 horas de estado afebril, enquanto outros serviços mantêm o AAS por 14 dias em altas doses, estendendo-o por mais 48 ou 72 horas depois de cessada a febre.
E. a aspirina é mantida indefinidamente
CORRETO : O tempo de uso da aspirina em altas doses varia entre as instituições; muitos centros hospitalares reduzem a dose após período de 48 a 72 horas de estado afebril, enquanto outros serviços mantêm o AAS por 14 dias em altas doses, estendendo-o por mais 48 ou 72 horas depois de cessada a febre. Em seguida, é feita a diminuição da dose da aspirina a 3-5 mg/kg/dia e mantida por período de seis a oito semanas a partir do início da doença (nível C de evidência). Para crianças com anormalidades cardíacas, a aspirina é mantida indefinidamente (nível B de evidência).

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

DISCURSIVA: (180433 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

No âmbito da classificação do carcinoma de células renais (CCR) segundo a Organização Mundial da Saúde:

  1. Cite as quatro principais variantes histológicas do CCR e sua representatividade aproximada. .... 0,12 pontos
  2. Classifique os fatores prognósticos em grupos e identifique as principais variáveis prognósticas para tumores localizados. ... 0,1 pontos
  3. Descreva as características genéticas, macroscópicas, microscópicas e prognósticas do subtipo de células claras. ... 0,15 pontos
  4. Apresente o conceito de câncer renal familiar e exemplos de síndromes hereditárias com gene e tipo histológico correspondente. ... 0,13 pontos



RATING: 3.11

No âmbito da classificação do carcinoma de células renais (CCR) segundo a Organização Mundial da Saúde:

  1. Cite as quatro principais variantes histológicas do CCR e sua representatividade aproximada. .... 0,12 pontos
  2. Classifique os fatores prognósticos em grupos e identifique as principais variáveis prognósticas para tumores localizados. ... 0,1 pontos
  3. Descreva as características genéticas, macroscópicas, microscópicas e prognósticas do subtipo de células claras. ... 0,15 pontos
  4. Apresente o conceito de câncer renal familiar e exemplos de síndromes hereditárias com gene e tipo histológico correspondente. ... 0,13 pontos

Resposta à questão 1

As principais variantes histológicas (90% a 95% de todos os casos diagnosticados) do CCR são quatro: 
  1. carcinoma de células claras; (0,03 p)
  2. carcinoma papilar; (0,03 p)
  3. carcinoma cromófobo; (0,03 p)
  4. carcinoma de ducto coletor. (0,03 p)

Resposta à questão 2
Os fatores prognósticos podem ser divididos em três grupos principais:
  1. fatores anatômicos (estádio TNM e tamanho do tumor); (0,02 p)
  2. fatores histopatológicos (subtipos histológicos e grau nuclear); (0,02 p)
  3. fatores clínicos (sintomas, status de performance do paciente e exames laboratoriais). (0,02 p) Dentre todos esses, o estádio patológico e o grau nuclear, avaliado pelo sistema de Fuhrman, constituem as principais variáveis prognósticas especialmente nos tumores localizados. (0,04 p)

Resposta à questão 3
O carcinoma de células claras é o subtipo mais frequente, correspondendo a cerca de 70% dos casos. (0,03 p)
A maioria desses tumores apresenta deleção do braço curto do cromossomo 3, onde se localiza o gene VHL. (0,03 p)
Macroscopicamente, são tumores corticais únicos, bem delimitados ou envoltos por pseudocápsula, com coloração amarelo-ouro. (0,02 p)
Na microscopia, as células são claras ou eosinofílicas, especialmente nos graus mais elevados. (0,02 p)
Apresenta prognóstico pior quando comparado aos subtipos cromófobo ou papilar; entretanto, responde melhor às terapias sistêmicas do que esses outros padrões. (0,03 p)
Após o estádio tumoral, o grau nuclear de Fuhrman é fator prognóstico independente. (0,02 p)

Resposta à questão 4
O câncer renal familiar representa 2 a 4% de todos os tumores renais e está associado a síndromes hereditárias específicas. (0,03 p)
Características clínicas típicas: multiplicidade de lesões, bilateralidade, apresentação em pacientes mais jovens e história familiar positiva. (0,03 p)
Exemplos:
• Síndrome de Von Hippel-Lindau – gene VHL (3p25) – carcinoma de células claras; (0,03 p)
• Carcinoma renal papilar hereditário – gene c-MET – papilar tipo 1; (0,02 p)
• Síndrome de Birt-Hogg-Dubé – gene BHD – cromófoba. (0,02 p)


FONTE:

NEOPLASIAS DO APARELHO URINARIO - PLATAFORMA MISODOR

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.11)

CASO CLINICO: (210243 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma paciente do sexo masculino, de 56 anos, sexualmente ativo, hipertenso, em uso de hidroclorotiazida 25mg/dia, captopril 50mg a cada 12h e metildopa 250mg a cada 12h, apresenta fadiga, dor no corpo e febre baixa há 2 semanas, tornando-se ictérico há 2 dias. Sua urina encontra-se “cor de chá preto” e suas fezes estão mais claras. Procurou atendimento médico, quando foram solicitados exames de laboratório: Hemograma normal (leucócitos = 8.400/mm3, sem desvio para esquerda), ALT (TGP) = 1340 U/L, ALT (TGO) = 1120 U/L, fosfatase alcalina = 123 U/L, gama-GT = 210 U/L, bilirrubina total = 15mg/dL (direta = 10mg/dL), albumina = 3,8g/dL, INR = 1,3, bioquímica normal. O médico então formulou a hipótese de hepatite, porém precisou pedir mais exames para saber a etiologia da hepatite (viral x medicamentosa x outra causa). Sobre o caso em questão, pergunta-se :
a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada? (0,13 pontos)
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda? (0,14 pontos)
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda? (0,1 pontos)
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada? (0,13 pontos)


RATING: 1.96

a) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B aguda + hepatite A curada?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,03 p);
Anti-HBs - Anti-HAV IgM - (0,04 p);
Anti-HAV IgG + (0,03 p);
b) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite B crônica + hepatite medicamentosa aguda?
HBsAg + (0,03 p);
Anti-HBc IgM - (0,04 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
c) Como seria a sorologia viral, em caso de janela imunológica na hepatite B aguda?
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBs - (0,03 p);
Anti-HBc IgM+ (0,04 p);
d) Como seria a sorologia viral, em caso de hepatite A aguda e hepatite B curada?
Anti-HAV IgM + (0,03 p);
HBsAg - (0,03 p);
Anti-HBc IgG + (0,04 p);
Anti-HBs + (0,03 p);

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (1.96)




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