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AS DERMATOSES MICOTICAS MAIS COMUNS NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

É a infecção fúngica mais comum em pediátria, de fato, precisamente, é uma infecção fúngica superficial (ou dermatofitose) do couro cabeludo, sobrancelhas e pestanas. Ela atinge principalmente a haste capilar e os folículos.  Desde que o espórulos são inoculados, as hifas do fungo crescem no estrato córneo da pele, de forma centrífuga. A progressão em profundidade se faz ao longo do cabelo e invadindo a queratina, à medida que esta é formada. Um tempo, a lesão é impercebível. Á medida que o cabelo cresce, no 12º - 14º dia o primeiro dano (cabelos quebradiços) aparece visível sobre a superfície da pele. Pela 3ª semana já são evidentes cabelos partidos. A infecção continua a disseminar-se no estrato córneo envolvendo outros cabelos.

OBJETIVA: (1440666 votos)..........96.31% das questões objetivas receberam votos.
Após adrenalectomia laparoscópica bem sucedida por feocromocitoma esporádico unilateral, o paciente apresenta normalização das metanefrinas plasmáticas duas semanas após a cirurgia. Qual estratégia de acompanhamento a longo prazo é obrigatória para detecção precoce de recidiva local, metástases ou aparecimento de novos tumores primários?
A. Rastreamento genético obrigatório em todos os casos esporádicos unilaterais e imagem anual por 10 anos
B. Dosagens bioquímicas apenas nos primeiros cinco anos, pois o risco de recidiva torna-se desprezível após esse período
C. Tomografia ou ressonância de abdômen anual independentemente dos resultados bioquímicos
D. Dosagens de metanefrinas e catecolaminas fracionadas em urina de 24 horas anualmente por toda a vida
E. Monitoramento clínico e bioquímico apenas até o quinto ano pós-operatório, com alta definitiva após normalização sustentada

  RATING: 3

Após adrenalectomia laparoscópica bem sucedida por feocromocitoma esporádico unilateral, o paciente apresenta normalização das metanefrinas plasmáticas duas semanas após a cirurgia. Qual estratégia de acompanhamento a longo prazo é obrigatória para detecção precoce de recidiva local, metástases ou aparecimento de novos tumores primários?

A. Rastreamento genético obrigatório em todos os casos esporádicos unilaterais e imagem anual por 10 anos
INCORRETO: O rastreamento genético não é obrigatório em todos os esporádicos unilaterais sem estigmas sindrômicos ou história familiar.
B. Dosagens bioquímicas apenas nos primeiros cinco anos, pois o risco de recidiva torna-se desprezível após esse período
INCORRETO : O risco de recidiva aumenta progressivamente com o tempo e nunca se torna desprezível.
C. Tomografia ou ressonância de abdômen anual independentemente dos resultados bioquímicos
INCORRETO : A imagem de rotina anual não é indicada; deve ser guiada por alteração bioquímica.
D. Dosagens de metanefrinas e catecolaminas fracionadas em urina de 24 horas anualmente por toda a vida
CORRETO : Mesmo após ressecção completa com normalização bioquímica precoce, o risco de recidiva persiste (2% em 10 anos, 7% em 15 anos e 9% em 20 anos no esporádico). O acompanhamento obrigatório consiste em dosagens bioquímicas anuais por toda a vida para detectar recidiva local, metástases ou novos tumores primários. A imagem é reservada para casos com alteração bioquímica ou tumor original com mínimo excesso hormonal.
E. Monitoramento clínico e bioquímico apenas até o quinto ano pós-operatório, com alta definitiva após normalização sustentada
INCORRETO : O seguimento é vitalício; alta definitiva após cinco anos expõe o paciente a risco de diagnóstico tardio de recidiva ou novo tumor.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

DISCURSIVA: (201778 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Enumeram os sintomas de encarceramento duma hernia no lactente.(0,32 pontos)
(II) Define a redução “em massa” da hernia encarcerada.(0,07 pontos)
(III) Enumeram as três entidades patológicas mais frequentemente associadas com hernias encarceradas (0,11 pontos).


RATING: 3.06

(I) Enumeram os sintomas de encarceramento duma hernia no lactente.(0,32 pontos)
(II) Define a redução “em massa” da hernia encarcerada.(0,07 pontos)
(III) Enumeram as três entidades patológicas mais frequentemente associadas com hernias encarceradas (0,11 pontos).

(I) Enumeram os sintomas de encarceramento duma hernia no lactente:
São sintomas de encarceramento:
  1. dor abdominal (0,0360 p) + vômitos intermitentes (0,0355 p) + bebê inquieto e que não pode ser consolado (0,0355 p)
  2. massa irredutível (0,0355 p), dolorosa (0,0355 p) e às vezes eritematosa (0,0355 p) é observada na virilha (0,0355 p)
  3. distensão abdominal (0,0355 p)e fezes com sangue (0,0355 p)- sinais tardios
(II) Define a redução “em massa” da hernia encarcerada.
Redução “em massa” é um incidente raro, quando o conteúdo herniado é reduzido para a cavidade peritoneal (0,0357 p) mas o intestino permanece encarcerado internamente no saco herniário. (0,0343 p)

(III) Enumeram as três entidades patológicas mais frequentemente associadas com hernias encarceradas
As três entidades patologicas mais associadas com hernias encarceradas são: a fibrose cística (0,036 p), a hidrocefalia com desvio ventriculo-peritoneal (0,036 p) e a hemodialise (0,038 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (234078 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma paciente do sexo feminino, de 26 anos, relata que começou a ter febre (38-39oC) e queda do estado geral há 7 dias. Vem apresentando cansaço aos esforços há cerca de 2 meses. Refere também o aparecimento de “hematomas na pele” e gengivorragia. Ao exame, encontra-se prostrada, febril, hipocorada +3/+4, anictérica, tireóide impalpável, sem adenopatia cervical, axilar ou inguinal, RCR 2T BNF sem sopros, MVUA, sem ruídos adventícios, abdome flácido, sem massas ou megalias, membros inferiores apresentando algumas petéquias. Laboratório: Bioquímica normal; hemograma disposto abaixo:

Hb 7,5g/dL
Hct 24%
VCM 100fL
HCM 32pg
CHCM 34g/dL
RDW 9%

Leucócitos 600/mm3
basófilos 0%
eosinófilos 0%
mielócitos 0%
metamielócitos 0%

bastões 5%
segmentados 30%
linfócitos 60%
monócitos 5%
Plaquetas 17.000/mm3

Pergunta-se:
a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável? (0,0625 pontos)
b) Como confirmar o diagnóstico? (0,0625 pontos)
c) Qual o tratamento de suporte? (0,3125 p)
d) Qual o tratamento específico mais indicado? (0,625 p)


RATING: 2.86

a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável?
Anemia aplásica. (0,0625 p)
b) Como confirmar o diagnóstico?
Biópsia de medula óssea (0,0625 p)
c) Qual o tratamento de suporte? Iniciar Cefepime venoso (0,0625 p), após coleta de hemoculturas (0,0625 p)
Reposição de concentrado de plaquetas (0,0625 p)
NÃO transfundir hemácias (0,0625 p) (aumenta o risco de rejeição ao transplante de células-tronco (0,0625 p)
d) Qual o tratamento específico mais indicado?
Transplante alogênico de células-tronco (medula óssea) (0,625 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.86)




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