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TRATAMENTO DOS CHOQUES COM BAIXO DÉBITO (ÁREA DE PEDIATRIA)

A velocidade da intervenção é crucial: ter o conhecimento para identificar o choque e a habilidade de responder rapidamente pode salvar a vida da vítima.

Quanto mais longo for o intervalo entre o início dos sinais de choque e a restauração da transferência de O2 adequada perfusão de órgãos, pior será o resultado.

A identificação precoce do choque compensado é fundamental para o tratamento eficaz e um bom resultado.

Uma vez que a criança desenvolva PCR secundária a choque, o prognóstico é muito ruim.


OBJETIVA: (936553 votos)..........94.14% das questões objetivas receberam votos.
A anormalidade genética associada à polipose adenomatosa familiar é:
A. perda da heterozigozidade no gene P 53
B. mutações ou deleções nos genes do braço curto do cromossoma 5 (5p)
C. mutações ou deleções no gene APC
D. perda da heterozigozidade no gene DCC
E. perda do oncogene K-ras

  RATING: 0

A anormalidade genética associada à polipose adenomatosa familiar é:

A. perda da heterozigozidade no gene P 53
INCORRETO: O gene P53 (ou TP53), localizado no cromossomo 17p, é um supressor tumoral envolvido em múltiplos cânceres, incluindo o colorretal esporádico, onde sua perda de heterozigozidade (LOH) ocorre em estágios tardios da sequência adenoma-carcinoma (transição para malignidade invasiva). No entanto, na PAF, a alteração iniciadora é no APC, não no P53, que pode ser afetado secundariamente em pólipos que progridem para carcinoma. Ignorar isso subestimaria o papel central do APC na patogênese hereditária.
B. mutações ou deleções nos genes do braço curto do cromossoma 5 (5p)
INCORRETO : Embora o cromossomo 5 esteja envolvido na PAF, o gene APC está localizado no braço longo (5q), não no curto (5p). O braço 5p abriga genes como TERT (relacionado a telomerases), mas não é associado à PAF. Essa distinção cromossômica é crucial, pois mutações em 5q levam à síndrome, enquanto alterações em 5p não são patogênicas nesse contexto. Guidelines genéticos enfatizam a localização precisa para testes moleculares.
C. mutações ou deleções no gene APC
CORRETO : A polipose adenomatosa familiar (PAF) é causada principalmente por mutações germinativas ou deleções no gene APC (adenomatous polyposis coli), localizado no braço longo do cromossomo 5 (5q21-q22). O gene APC é um supressor tumoral que regula a via Wnt/β-catenina, e sua inativação leva à proliferação descontrolada de células epiteliais intestinais, resultando na formação de pólipos adenomatosos múltiplos desde a adolescência. Essa herança é autossômica dominante, com penetrância quase 100%, e mutações no APC explicam cerca de 80-90% dos casos clássicos de PAF, conforme confirmado por estudos genéticos e bancos de dados como o InSiGHT. A identificação dessa mutação permite testes genéticos preditivos em familiares e estratégias de prevenção, como colectomia profilática. Essa associação é amplamente documentada em literatura médica confiável.
D. perda da heterozigozidade no gene DCC
INCORRETO : O gene DCC (deleted in colorectal carcinoma), localizado no cromossomo 18q, é um supressor tumoral envolvido em estágios intermediários da carcinogênese colorretal esporádica (perda de heterozigozidade em ~70% dos carcinomas), mas não é a causa primária da PAF. Na PAF, a via inicia com APC, e DCC pode ser afetado posteriormente em pólipos malignizantes. Essa opção confunde síndromes hereditárias com alterações somáticas em cânceres esporádicos.
E. perda do oncogene K-ras
INCORRETO : O gene K-ras (ou KRAS), localizado no cromossomo 12p, é um oncogene proto-oncogênico que, quando mutado (geralmente ganho de função por mutações pontuais, não perda), promove a progressão de adenomas para carcinomas na sequência de Vogelstein, ocorrendo em ~40-50% dos cânceres colorretais. No entanto, na PAF, as mutações em K-ras são eventos secundários, não a anormalidade genética associada à condição hereditária em si. Além disso, a opção menciona ”perda”, o que é impreciso, pois K-ras é ativado por mutação, não perdido. Essa alternativa é pertinente por relacionar-se à via de sinalização RAS na oncogênese colorretal, mas não aplica-se à etiologia da PAF.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (0)

DISCURSIVA: (169873 votos) ..........98.71% das questões discursivas receberam votos.
Expliquem o que é a ”estomatite muriforme do Aguiar-Pupo”, qual é a doença em qual aparece e qual o agente patôgeno implicado.


RATING: 2.93

Expliquem o que é a ”estomatite muriforme do Aguiar-Pupo”, qual é a doença em qual aparece e qual o agente patôgeno implicado.

A paracoccidioidomicose (PCM) é micose profunda causada pelo fungo dimórfico Paracoccidioides brasiliensis. Representa a micose profunda mais importante da América Latina, afetando principalmente adultos do sexo masculino em idade produtiva, com procedência remota ou recente da zona rural, implicando dessa forma em importante impacto socioeconômico.
A FORMA AGUDA: é rara e compromete o sistema fagocítico-mononuclear com disfunção da MO. Na cavidade oral, evidencia-se uma estomatite, com pontilhado hemorrágico fino, conhecida como ”estomatite moriforme de Aguiar-Pupo”.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

CASO CLINICO: (196832 votos)..........98.92% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente dá entrada na UTI de um hospital em coma após ter sido encontrado abandonado na rua, sem assistência ou familiares para maiores informações. Após o procedimento médico padrão com a administração de medicamentos para estabilizar o paciente, a partir do quadro clínico, o exame da gasometria laboratorial revela os seguintes achados:
  • pH: 7,4
  • [HCO3-]real: 80 mEql/l
  • pCO2: 133 mmHg
  • [HCO3-]standard: 34 mEql/l
  • BE.: +10
Que tipo de desequilíbrio o paciente apresenta? Explique! (0,5 pontos)




RATING: 2.97

Em toda questão ou caso clinico de distúrbio acido básico tem que seguir o  algoritmo seguinte:

PASSO 1: E ACIDOSE OU ALCALOSE? E uma acidose (0,025 p), conforme pH 7,40, o pH normal sendo considerado 7,44 (0,025 p) .

PASSO 2: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA OU METABÓLICA? Parece uma acidose respiratória (0,025 p) , porque o mais que e modificado e o CO2  (0,025 p) sendo 133 mm Hg (3 vezes mais que o valor normal (0,025 p) - nem o bicarbonato não e normal (0,025 p) , mais e menos modificado que pACO2)  (0,025 p)
PASSO 3: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA AGUDA OU CRONICA?

ATENÇÃO, PORQUE ISTO E SUPER-IMPORTANTE !
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando distúrbio e cronico a queda do pH e de 0,03. (0,025 p)
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando o distúrbio e agudo a queda de pH e de 0,08. (0,025 p)

Da pra ver que o pH e pouco modificado (0,025 p) em comparação com a enorme pA do CO2  (0,025 p),  ou seja o distúrbio é cronico (0,025 p) , e, já que a pACO2 e de 133 mmHg podemos ter certeza de mais uma coisa: não é uma retenção voluntária (0,025 p) - hipoventilação. 
Relembramos que a retenção voluntaria de CO2 (para equilibrar a alcalose metabólica) nunca não vai passar de 55. Então, se um paciente aparece com 133 mm Hg pACO2 a gasometria, isto não e por causa da hipoventilação ! Isto e útil para saber que nos casos acima apresentados nunca não vamos conseguir equilibrar uma alcalose metabólica utilizando a retenção de CO2 mais que 55 mm Hg.

PASSO 4: É preciso observar que o HCO3 é muito alto (0,025 p) , o que indica, provavelmente uma alcalose metabólica (0,025 p) que tenta compensar a acidose respiratória (0,025 p) , e isso tem sustento no fato que a acidose respiratória é cronica (0,025 p) , ou seja, o rim já mobilizou os mecanismos compensatórios.  (0,025 p)
Em conclusão, o paciente apresenta uma acidose respiratória cronica (0,025 p) , em conjunto com uma alcalose metabólica compensatória. (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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