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PRÉ E PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIAS FUNDAMENTAIS DO SISTEMA VASCULAR PERIFÉRICO (ÁREA DE CIRURGIA)

A cirurgia é um dos tratamentos utilizados em pessoas com doenças dos sistemas arterial, venoso e linfático. Entretanto, antes de confirmar se o procedimento é necessário e se pode ser realizado, uma série de exames pré-operatórios para a cirurgia vascular vão ser solicitados. 

Esse tipo de intervenção só é indicada quando o problema do paciente não pode ser tratado com procedimentos menos invasivos. 

A doença vascular é uma condição na qual coágulos sanguíneos, aterosclerose e outras condições bloqueiam o sistema circulatório, impedindo o fluxo normal de sangue no corpo. 

O período perioperatório abrange os períodos pré, intra e pós-operatório, até 30 dias.

OBJETIVA: (1003379 votos)..........96.36% das questões objetivas receberam votos.
A extensão de disseminação sendo igual, qual dos carcinomas cervicais a seguir apresenta o pior prognóstico?
A. carcinoma escamoso de células grandes, ceratinizado, bem diferenciado
B. carcinoma escamoso de grandes células, indiferenciado
C. carcinoma escamoso de pequenas células, diferenciado
D. carcinoma escamoso de pequenas células, indiferenciado
E. adenocarcinoma papilar

  RATING: 3.13

A extensão de disseminação sendo igual, qual dos carcinomas cervicais a seguir apresenta o pior prognóstico?

A. carcinoma escamoso de células grandes, ceratinizado, bem diferenciado
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. carcinoma escamoso de grandes células, indiferenciado
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. carcinoma escamoso de pequenas células, diferenciado
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. carcinoma escamoso de pequenas células, indiferenciado
CORRETO : Quanto maior o grau de indiferenciação (ambivalência celular), mais pobre é o prognóstico. Carcinoma de pequenas células parece ter evolução mais maligna que o câncer de células grandes. Isto, no entanto, não é um achado tão comum na cérvice como o é nos pulmões.
E. adenocarcinoma papilar
INCORRETO : Adenocarcinoma, estágio por estágio, tem aproximadamente o mesmo prognóstico que o carcinoma cervical de células escamosas.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.13)

DISCURSIVA: (176521 votos) ..........99.38% das questões discursivas receberam votos.
(I) Qual a lesão prototípica no eritema multiforme? (0,25 pontos)
(II) Cite quatro complicações da necrólise epidérmica tóxica. (0,25 pontos)


RATING: 2.95

(I) Qual a lesão prototípica no eritema multiforme? (0,25 pontos)
(II) Cite quatro complicações da necrólise epidérmica tóxica. (0,25 pontos)

(I) Qual a lesão prototípica no eritema multiforme?
Uma lesão em alvo (0,0625 p) – um padrão característico observado no eritema multiforme – consiste em uma pápula ou placa (0,0625 p) com uma zona central de necrose epidérmica (0,0625 p) envolvida por um anel de eritema (0,0625 p)


(II) Cite quatro complicações da necrólise epidérmica tóxica.
Acordar 0,0625 p para cada um de maximo 4 complicações descritas:
  • úlcera de córnea
  • uveíte anterior
  • panoftalmite
  • alterações a nível respiratório
  • descolamento epidérmico com escurecimento da pele
  • sinequia ocular

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (205015 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente masculino, 55 anos, obeso (IMC 34 kg/m²), com diabetes mellitus tipo 2 de diagnóstico recente e ganho ponderal de 10 kg nos últimos 6 meses. Procura o pronto-socorro com dor súbita, intensa e insuportável no flanco esquerdo, irradiada para região inguinal e genitália, acompanhada de náuseas, vômitos e hematúria macroscópica. Refere episódios semelhantes no passado, de resolução espontânea. Ao exame físico: paciente em posição antálgica, com sensibilidade no ângulo costovertebral esquerdo. Urinálise: pH 5,0, hematúria (++), ausência de leucocitúria ou nitrito. Sem febre.

I. Qual a suspeita diagnóstica mais provável?  (0,12 p) 
II. Qual a possível causa da doença diagnosticada neste cenário?  (0,13 p) 
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico?  (0,13 p) 
IV. Qual o tratamento indicado?  (0,12 p) 



RATING: 3.1

Resposta à Questão I – Suspeita Diagnóstica (0,12 p) 
  • A tríade clássica de dor intensa no flanco, irradiação para genitália e hematúria orienta para cólica renal por obstrução ureteral (0,04 p). 
  • A formação de cálculos na pelve renal é assintomática até que um fragmento migre pelo ureter, desencadeando a cólica ureteral (0,04 p). 
  • Hematúria e lesões renais podem ocorrer mesmo na ausência de dor, reforçando a suspeita de urolitíase (0,04 p). 

Resposta à Questão II – Possível Causa da Doença Diagnosticada (0,13 p) 
  • Os cálculos de ácido úrico correspondem a ≈7 % de todos os cálculos urinários e apresentam fisiopatologia multifatorial, com predomínio de mecanismos idiopáticos (0,03 p). 
  • Há estreita associação epidemiológica com diabetes mellitus tipo 2, obesidade e ganho de peso corporal recente, situações em que ocorre incremento na produção endógena de ácido úrico (0,03 p). 
  • A principal alteração metabólica nos casos idiopáticos é a acidificação urinária (pH urinário baixo) decorrente da redução na excreção de amônia pela urina (0,04 p). 
  • Essa acidificação facilita a saturação cristalina de ácido úrico, mesmo sem hiperuricosúria acentuada ou distúrbios genéticos/dietéticos evidentes (0,03 p). 

Resposta à Questão III – Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico (0,13 p) 
  • A tomografia computadorizada helicoidal sem contraste é o método mais preciso para o diagnóstico de litíase urinária (0,04 p). 
  • Apresenta sensibilidade de 98 % e especificidade de 97 %, superando todos os outros métodos de imagem (0,03 p). 
  • Detecta cálculos radiotransparentes (como os de ácido úrico) por seu alto coeficiente de atenuação e identifica sinais secundários de obstrução (dilatação ureteral, estrias perirrenais) (0,03 p). 
  • Protocolos de baixa dose mantêm sensibilidade ≈96 % e especificidade ≈94 % em pacientes com IMC < 30 kg/m², reduzindo radiação (0,03 p). 

Resposta à Questão IV – Tratamento Indicado (0,12 p) 
  • O manejo terapêutico dos cálculos de ácido úrico idiopáticos envolve fundamentalmente ingestão hídrica elevada (cerca de 3 litros ao dia) (0,03 p). 
  • Restrição do consumo de proteínas e alcalinização da urina com agentes contendo potássio ou sódio (0,03 p). 
  • Os compostos à base de potássio oferecem vantagem adicional de reduzir a excreção urinária de cálcio, diminuindo risco de cálculos de oxalato de cálcio (0,03 p). 
  • Recomenda-se monitoramento do pH urinário após 3 meses, mantendo-o na faixa entre 6,1 e 6,7 para evitar precipitação de fosfato de cálcio (0,03 p). 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.1)




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