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O DIABETES MELLITUS TIPO 1 NO ADULTO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

O que provoca, de fato, a hiperglicemia de jejum? Falta insulina, o hormonio está mal utilizado, ou tem glicose demais?

Tem GLICOSE DEMAIS. neste caso, o figado produz uma quantidade inadequada de glicose. Combinado com o defícit insulinico portal (fato que acontece no diabetes tipo I) resulta que o efeito está ampliado. de fato, acontece uma gluconeogênese alterada pela perda da influência insulinica. O nivel de glucagon aumenta na circulação portal e também o nivel do hormonio de crescimento os dois contribuindo, ainda mais, no aumento do nível de glicose. Se a insulina faltar completamente aumenta o nível de hormônios contrarregulatorios, o que agrava ainda mais o quadro glicémico.

OBJETIVA: (949973 votos)..........93.97% das questões objetivas receberam votos.
Um homem de meia-idade se apresenta com dor de início agudo do quadrante superior esquerdo e médio-epigástrico . Ele descreve a dor intensa como constante e piora gradualmente ao longo dos últimos horas. No pronto-socorro, ele apresenta um episódio de vômito. Seu epigástrio e hipocôndrio esquerdo são sensíveis a palpação e não são notados tumoração ou abaulamento. O paciente parece ansioso; seus sinais vitais são: T = 37,7°C, PA 90/40 mm Hg, pulso 120 bpm, respiração 26 por minuto. Qual é o diagnóstico mais provável?
A. colecistite
B. pancreatite
C. diverticulite
D. apendicite
E. gastroenterite

  RATING: 2.98

Um homem de meia-idade se apresenta com dor de início agudo do quadrante superior esquerdo e médio-epigástrico . Ele descreve a dor intensa como constante e piora gradualmente ao longo dos últimos horas. No pronto-socorro, ele apresenta um episódio de vômito. Seu epigástrio e hipocôndrio esquerdo são sensíveis a palpação e não são notados tumoração ou abaulamento. O paciente parece ansioso; seus sinais vitais são: T = 37,7°C, PA 90/40 mm Hg, pulso 120 bpm, respiração 26 por minuto. Qual é o diagnóstico mais provável?

A. colecistite
INCORRETO: Colecistite, diverticulite, a apendicite normalmente se apresenta com dor em diferentes quadrantes; febre baixa e sinais hipovolêmicos seriam incomuns.
B. pancreatite
CORRETO : A apresentação clássica da pancreatite aguda é o início tipicamente súbito de graves e profundas dor epigástrica ou no quadrante superior esquerdo, que geralmente se irradia para as costas ou ombro esquerdo. Febre, náusea, vômitos e sinais de choque hipovolêmico podem estar presentes.
C. diverticulite
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. apendicite
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. gastroenterite
INCORRETO : A gastroenterite se apresentaria com náuseas, vômitos, e possivelmente febre baixa, mas sem dor abdominal ou hipovolemia.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

DISCURSIVA: (173240 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
I) Quais são as principais caracteristicas da icterícia fisiológica na população de termo? 0,26 pontos
II) Defina a bilirrubinemia significante, a bilirrubinemia grave e a bilirrubinemia extrema. 0,24 pontos.


RATING: 2.95

I) Quais são as principais caracteristicas da icterícia fisiológica na população de termo? 0,26 pontos
II) Defina a bilirrubinemia significante, a bilirrubinemia grave e a bilirrubinemia extrema. 0,24 pontos.

I) Quais são as principais caracteristicas da icterícia fisiológica na população de termo?

A hiperbilirrubinemia indireta denominada “fisiológica” caracteriza-se na população de termo por:
- início tardio (após 24 horas) (0,1 p)
- pico entre o 3º e 4º dias de vida (0,08 p)
- bilirrubinemia total (BT) máxima de 12 mg/dL (0,08 p)
II) Defina a bilirrubinemia significante, a bilirrubinemia grave e a bilirrubinemia extrema.

Graus de hiperbilirrubinemia: 
a) hiperbilirrubinemia significante: BT > 17 mg/dL (0,08 p)
b) hiperbilirrubinemia grave: BT > 25 mg/dL (0,08 p)
c) hiperbilirrubinemia extrema: BT > 30 mg/dL (0,08 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.95)

CASO CLINICO: (200667 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente S.E.C., 11 anos, cor branca, 1,37 m de altura, 28 kg, do sexo feminino apresenta-se ás 02:00 h de madrugada no PS, com queixa principal dispnéia aos pequenos esforços, tosse freqüente e ansiedade. É a terceira vez este mes que acontece isto, sempre de madrugada. Apresenta assimetria de tórax, padrão ventilatório misto com predomínio abdominal e retração subcostal, frequência respiratória 36/minuto, tosse úmida, eficaz e purulenta em grande quantidade. O frêmito tóraco vocal apresentava-se aumentado em ápices pulmonares. Na percussão havia macicez em ápices pulmonares. Ausculta pulmonar apresentava-se com sibilos em inspir e expir, bem audíveis. Sem cianose, fala frases incompletas, parciais. T = 37,5°C.

A radiografia de tórax está normal. O leucograma demonstrou 8.100 leucócitos com 14% de eosinófilos. Glicemia normal, exame de urina I normal.

Questões:

1) Formulam o diagnóstico correto desta paciente considerando a forma de gravidade da moléstia crônica atual. (0,1 pontos)

2) Utilizando a escala adequada de gravidade do episódio agudo atual justifiquem o risco de falência respiratoria (0,1 pontos)

3) Foi necessário mesmo o pedido de Rx toracico? Qual seria a justificativa? (0,1 pontos)

4) Quais são os argumentos pro e contra uma pneumonia estreptococica? (0,1 pontos)

5) Qual é a primeira atitude terapêutica no PS para esse caso? (0,1 pontos)




RATING: 3.04

1) Formulam o diagnóstico correto desta paciente considerando a forma de gravidade da moléstia crônica atual. (0,1 pontos)

Qualquer um pode ver, então, que, no caso, estamos frente na frente com a tríade: tosse crônica ou recorrente acompanhada de sibilância e dispneia. Ou seja, trata-se e uma crise de asma bronquica, em exacerbação aguda.

Entretanto, a questão pede a forma de gravidade da molestia crônica. A criança tem sintomas noturnos, não cada semana, mas de qualquer jeito, mais de duas vezes por mês.

Diagnóstico correto: ASMA BRONQUICA PERSISTENTE LEVE EM EXACERBAÇÃO AGUDA

2) Utilizando a escala adequada de gravidade do episódio agudo atual justifiquem o risco de falência respiratoria (0,1 pontos)

A disfunção respiratória está mais relacionada com os parâmetros de uso de musculatura acessória. A freqüência respiratória e a presença de sibilância são importantes, são dados obrigatórios na inspeção e ausculta, mas não são definitorios.

Então, como quantificar PRECISAMENTE a crise?

Um instrumento útil é o escore de Wood e Downes, muito utilizado em pediatria.

ESCORE WOOD:

0 PONTOS
1 PONTO
2 PONTOS

ENTRADA DE AR

Simetrica
Assimetrica
Diminuida

SIBILOS

Poucos e geralmente expiratorios
Podem estar inspiratórios e expiratorios
Ou muito intensos ou bem diminuidos, com respiração paradoxal e MV bem diminuido também

MUSCULATURA ACESSORIA

não utilizada ou bem pouco
Significativamente utilizada
Intensamente utilizada ou respiração paradoxal,

ESTADO NEUROLOGICO

Normal
Euforia ou depressão
Torpor, coma

CIANOSE

Sem cianose
Presente em ar ambiente, regride com oxigênio
Presente com FiO2 de 40%
  • menor ou igual a 2 considera-se crise asmática leve
  • entre 3 e 4, asma moderada
  • maior ou igual a 5, asma grave com falência respiratória provável
  • um índice maior ou igual a 7 indica falência respiratória.
3) Foi necessário mesmo o pedido de Rx toracico? Qual seria a justificativa? (0,1 pontos)

Sua indicação deve ser baseada na história e no exame físico e reservada para:

  • suspeita clínica de pneumonia
  • pneumotórax
  • pneumomediastino
  • atelectasia
  • aspiração de corpo estranho
  • internação por crise grave
A radiografia de tórax (póstero-anterior e incidências laterais) frequentemente parece ser normal em crianças com asma, a não ser por sutis alterações não-específicas de hiperinsuflação (p. ex., retificação do diafragma) e espessamento peribrônquico. A radiografia de tórax é útil para identificar anormalidades que são marcadores de mimetizadores de asma (p. ex., pneumonites de aspiração, campos pulmonares hiperlucentes em bronquiolite obliterante) e as complicações durante as exacerbações da asma (p. ex., atelectasia e pneumotórax). 4) Quais são os argumentos pro e contra uma pneumonia estreptococica no caso apresentado? (0,1 pontos)

Argumentos pro:

  • macicez apical
  • tosse com expectoração
Se tivesse sido pneumonia a febre deveria estar alta, o Rx deveria estar caracteristico (velamento lobular ou pelo menos aumento da intensidade).

Argumentos contra:

  • T 37,5°C
  • Rx normal
  • Sonoridade e frêmito pectoral normal
  • Sibilãncia generalizada que indica mais breve crise de broncoespasmo que problema do parenquima
5) Qual é a primeira atitude terapêutica no PS para esse caso? (0,1 pontos)

A primeira atitude terapêutica: 3 doses de droga agonista de curta duração, em um período entre 1-2 horas.

A criança deve ser encaminhada ao hospital quando apresentar ausência de resposta clínica a 3 doses de droga agonista de curta duração, em um período entre 1-2 horas.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.04)




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