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Após adrenalectomia laparoscópica bem sucedida por feocromocitoma esporádico unilateral, o paciente apresenta normalização das metanefrinas plasmáticas duas semanas após a cirurgia. Qual estratégia de acompanhamento a longo prazo é obrigatória para detecção precoce de recidiva local, metástases ou aparecimento de novos tumores primários?
A. Rastreamento genético obrigatório em todos os casos esporádicos unilaterais e imagem anual por 10 anos
INCORRETO: O rastreamento genético não é obrigatório em todos os esporádicos unilaterais sem estigmas sindrômicos ou história familiar.
B. Dosagens bioquímicas apenas nos primeiros cinco anos, pois o risco de recidiva torna-se desprezível após esse período
INCORRETO : O risco de recidiva aumenta progressivamente com o tempo e nunca se torna desprezível.
C. Tomografia ou ressonância de abdômen anual independentemente dos resultados bioquímicos
INCORRETO : A imagem de rotina anual não é indicada; deve ser guiada por alteração bioquímica.
D. Dosagens de metanefrinas e catecolaminas fracionadas em urina de 24 horas anualmente por toda a vida
CORRETO : Mesmo após ressecção completa com normalização bioquímica precoce, o risco de recidiva persiste (2% em 10 anos, 7% em 15 anos e 9% em 20 anos no esporádico). O acompanhamento obrigatório consiste em dosagens bioquímicas anuais por toda a vida para detectar recidiva local, metástases ou novos tumores primários. A imagem é reservada para casos com alteração bioquímica ou tumor original com mínimo excesso hormonal.
E. Monitoramento clínico e bioquímico apenas até o quinto ano pós-operatório, com alta definitiva após normalização sustentada
INCORRETO : O seguimento é vitalício; alta definitiva após cinco anos expõe o paciente a risco de diagnóstico tardio de recidiva ou novo tumor.
Gabarito: D
RATING: 3.06 ![]()
- dor abdominal (0,0360 p) + vômitos intermitentes (0,0355 p) + bebê inquieto e que não pode ser consolado (0,0355 p)
- massa irredutível (0,0355 p), dolorosa (0,0355 p) e às vezes eritematosa (0,0355 p) é observada na virilha (0,0355 p)
- distensão abdominal (0,0355 p)e fezes com sangue (0,0355 p)- sinais tardios
FONTE:
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a) Qual a hipótese diagnóstica mais provável?
Anemia aplásica. (0,0625 p)
b) Como confirmar o diagnóstico?
Biópsia de medula óssea (0,0625 p)
c) Qual o tratamento de suporte?
Iniciar Cefepime venoso (0,0625 p), após coleta de hemoculturas (0,0625 p)
Reposição de concentrado de plaquetas (0,0625 p)
NÃO transfundir hemácias (0,0625 p) (aumenta o risco de rejeição ao transplante de células-tronco (0,0625 p)
d) Qual o tratamento específico mais indicado?
Transplante alogênico de células-tronco (medula óssea) (0,625 p)
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