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PÚRPURA TROMBOCITOPÊNICA IMUNOLÓGICA NEONATAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

A plaquetopenia neonatal aloimune constitui uma das causas mais graves de plaquetopenia no período neonatal.
É a causa mais frequente de trombocitopenia precoce severa e de hemorragia intracraniana em recém-nascido de termo.
Sua incidência varia de 1:1500 até 1:5000 nascidos vivos.
A fisiopatologia é sobreponível à da isoimunização Rh mas, contrariamente a esta, pode ocorrer no 1º filho. A incidência é de 1/1000-1500 gestações . O risco de recorrência nas gravidezes seguintes é elevado (75-90%). Mães com púrpura trombocitopenica imune sintetizam anticorpos maternos que passam para filhos por passagem transplacentária.

OBJETIVA: (928180 votos)..........94.46% das questões objetivas receberam votos.
Sobre o simportador sodio-iodeto e CORRETO afirmar que:
A. co-transporta um íon iodeto contra dois íons sódio
B. reside na membrana basolateral da célula folicular
C. transporta o íodo através da membrana apical para o lúmen folicular
D. é uma hemoproteína ligada à membrana apical da célula folicular, ativa somente na presença de agua
E. constitui cerca de 75% do conteúdo proteico da tireóide.

  RATING: 2.82

Sobre o simportador sodio-iodeto e CORRETO afirmar que:

A. co-transporta um íon iodeto contra dois íons sódio
INCORRETO: o NIS co-transporta um íon iodeto e dois íons sódio contra seus respectivos gradientes eletroquímicos - o transporte faz-se junto e não um contra outro
B. reside na membrana basolateral da célula folicular
CORRETO : como a função dele e transportar íodo através da membrana basal, o NIS reside neste local mesmo
C. transporta o íodo através da membrana apical para o lúmen folicular
INCORRETO : esta é a função da pendrina - após o transporte ativo pela membrana basolateral do tireócito, o iodeto é conduzido através da membrana apical para o lúmen folicular
D. é uma hemoproteína ligada à membrana apical da célula folicular, ativa somente na presença de agua
INCORRETO : esta é a definição da tireoperoxidase
E. constitui cerca de 75% do conteúdo proteico da tireóide.
INCORRETO : é a tireoglobulina que representa esta proporção, não o NIS

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.82)

DISCURSIVA: (168371 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo. (0,5 pontos)


RATING: 3.63

Enumeram os achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo. (0,5 pontos)

Achados diagnósticos em caso de apendicite na Rotina de Abdome Agudo:

  1. fecalito na área de projeção do apêndice. (0,05 p)

  2. distensão gasosa na projeção íleo-cecal, traduzindo ”alça sentinela”. (0,05 p)

  3. desaparecimento da gordura pré-peritoneal à direita, significando processo inflamatório na fossa ilíaca direita ou próximo à ela. (0,05 p)

  4. presença de níveis líquidos na fossa ilíaca direita. (0,05 p)

  5. apagamento do psoas à direita. (0,05 p)

  6. posição antálgica, isto é, desvio da coluna para o lado esquerdo, em decorrência da contratura muscular. Esses achados contribuem com a hipótese diagnóstica de apendicite. (0,05 p)

  7. ultra-sonografia abdominal: tem limitações se houver grande distensão, ou o paciente for obeso. É extremamente útil para a avaliação de afecções ginecológicas e detecção de coleções anexiais ou líquido fora da alça. (0,075 p)

  8. tomografia computadorizada e Ressonância Magnética: revelam maior sensibilidade e especificidade, estando indicada na avaliação mais pormenorizada das complicações e nos casos de dúvida diagnóstica, entretanto a TC vem sendo largamente utilizada com contraste oral, mostrando falha de enchimento do apêndice em fase inicial da apendicite. (0,075 p)

  9. laparoscopia diagnóstica: como último recurso, persistindo a dúvida diagnóstica, esta pode ser realizada como investigação e concomitantemente tratamento terapêutico. (0,05 p)

FONTE:

 Revista Médica >>>> Volume 37 - Número 2 >>>> Apendicite Aguda no Paciente Idoso

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.63)

CASO CLINICO: (195082 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
AJA, dois dias de vida, masculino, branco, natural de Cáceres-MT. Informante a mãe.

Queixa Principal: gemência e dificuldade respiratória.

HDA: RN de 1.630 g, 32 semanas de idade gestacional, mãe com 25 anos, segunda gestação. Trabalho espontâneo de parto com nascimento de RN pré-termo, Apgar: 6 e 8 (10 e 50 min).

Evoluiu com leve desconforto respiratório logo após o nascimento, sendo colocado em incubadora aquecida e oxigenoterapia a 3 litros por minuto na própria incubadora. Com 4 horas de vida a FR era de 72 irpm, com retrações e gemência, sendo o RN transferido para a UTI neonatal. HPF: Mãe com saúde, 25 anos. Pai com 29 anos com saúde. HGP: Gesta 2/Para 2. Na primeira gestação recém-nascido com 30 semanas e 1.430g, falecendo com 24 horas de vida por distúrbio respiratório.
Exame Físico: Peso: 1.630g, Comprimento: 41 cm, FC: 156 bpm, FR: 72 irpm, Tax: 36,50  C. Retração esternal, gemência, cianose de extremidades e distúrbio de perfusão. Evolução: radiografia de tórax mostrou padrão reticulo-granular com broncograma aéreo visível em ambas as bases.

Foi instalado um cateter em artéria umbilical e colhido sangue para exames. Gasometria Arterial mostrou pH: 7,10 – PO2: 38 mmHg-PCO2: 72 mmHg – HCO3: 13 mEq/l.

A pressão arterial era de 45/25 mmHg. Hematócrito de 37%, cálcio de 7,5 mg/dl e glicemia de 60 mg/dl.

1) Qual a primeira hipótese diagnóstica e justifique citando quatro achados da história que fazem pensar neste diagnóstico. - 0,125 pontos
2) Cite quatro diagnósticos diferenciais mais importantes. - 0,125 pontos
3) Interprete o resultado da Gasometria. - 0,125 pontos
4) Qual a conduta neste caso? - 0,125 pontos




RATING: 3.07

  1. Doença da membrana hialina (0,025 p), prematuridade (0,025 p), dificuldade respiratória logo após o nascimento (0,025 p), dificuldade respiratória crescente (0,025 p), radiografia com padrão característico retículo-granular. (0,025 p)
  2. Pneumonia intra-uterina, taquipnéia transitória neonatal, cardiopatia congênita, distúrbio metabólico (aceita-se também pneumotórax). (0,125 p)
  3. Hipóxia e ácidose mista não compensada (0,125 p)
  4. Assistência ventilatória, surfactante exógeno, medidas de suporte como: hidratação com reposição de eletrólitos. (manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-básico, correção da anemia, manutenção da temperatura corporal, monitorização cardiorespiratória, prevenção de infecções, monitorização dos gases arteriais são medidas corretas para a resposta, mas, a falta destas não  implicará em perda de pontos) 0,125 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.07)




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