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PRINCÍPIOS DE CIRURGIA ONCOLÓGICA (ÁREA DE CIRURGIA)

Pacientes com câncer têm a expectativa de vida fortemente prejudicada em comparação com pessoas saudáveis. Cirurgiões que operam pacientes com câncer têm a obrigação de compreender melhor o processo biológico envolvido.

Nem sempre grandes cirurgias contribuem significativamente para a vida dos pacientes.
A necessidade de um tratamento cirúrgico oncológico radical é relativa. Às vezes, a mutilação cirúrgica pode ser o método mais apropriado para combater o câncer. É útil seguir regras estabelecidas, pois garantem respaldo legal ao exercício profissional.

No entanto, encontrar o equilíbrio ideal entre excesso e falta de procedimentos deve ser avaliado individualmente. Buscamos sempre uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar.

A oncologia é a medicina dos cânceres e envolve tanto tratamento médico quanto cirúrgico.

OBJETIVA: (1398331 votos)..........95.25% das questões objetivas receberam votos.
A anafilaxia é uma reação sistêmica imediata, com risco de vida, que pode acontecer perante a exposição a determinada substância, como consequência de reação de hipersensibilidade do tipo I na qual os mediadores químicos liberados dos mastócitos afetam muitos tipos de tecido e sistema orgânico. Sobre a anafilaxia, analisar os itens abaixo:
I. Pode ser causada por: picadas de insetos, testes cutâneos, medicamentos, alimentos, exercícios.
II. Manifestações clínicas: edema de laringe, broncoespasmo, tosse, hipotensão, taquicardia, urticária, angioedema, eritema.
III. A identificação dos sinais e sintomas bem como a intervenção imediata são essenciais; reação que ocorre rapidamente tende a ser mais grave.
Estão CORRETOS:
A. apenas I
B. apenas II
C. apenas III
D. apenas I e II
E. todas

  RATING: 2.88

A anafilaxia é uma reação sistêmica imediata, com risco de vida, que pode acontecer perante a exposição a determinada substância, como consequência de reação de hipersensibilidade do tipo I na qual os mediadores químicos liberados dos mastócitos afetam muitos tipos de tecido e sistema orgânico. Sobre a anafilaxia, analisar os itens abaixo:

I. Pode ser causada por: picadas de insetos, testes cutâneos, medicamentos, alimentos, exercícios.
II. Manifestações clínicas: edema de laringe, broncoespasmo, tosse, hipotensão, taquicardia, urticária, angioedema, eritema.
III. A identificação dos sinais e sintomas bem como a intervenção imediata são essenciais; reação que ocorre rapidamente tende a ser mais grave.
Estão CORRETOS:

A. apenas I
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. apenas II
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. apenas III
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. apenas I e II
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. todas
CORRETO : As vias potenciais de exposição a alérgenos incluem parenteral, oral e inalatória. Alimentos (ovos, leite, amendoim, nozes) são os alérgenos desencadeantes mais comuns entre crianças; outros gatilhos comuns incluem picadas de himenópteros, medicamentos, imunoterapia, meios de contraste radiológicos e produtos sanguíneos. Infelizmente, o agente causador é desconhecido em uma proporção significativa dos casos. A intensidade da liberação das substâncias e a sensibilidade individual determinam a repercussão clínica do fenômeno. A identificação precoce dos sinais e sintomas da anafilaxia é crucial, pois a reação pode evoluir rapidamente, com consequências potencialmente fatais. A intervenção imediata, geralmente com a administração de adrenalina, é essencial para o manejo eficaz da condição.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (195782 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram as diferenças fundamentais das vias aéreas da criança em relação com as vias aéreas do adulto (0,5 pontos)


RATING: 3.21

Enumeram as diferenças fundamentais das vias aéreas da criança em relação com as vias aéreas do adulto (0,5 pontos)

As diferenças fundamentais das vias aéreas da criança:
  1. Cavidade oral pequena (0,0625 p)
  2. Lingua grande em relação ao orofaringe (0,0625 p)
  3. A angulação da mandibula é maior (0,0625 p) (140° no lactente e 120° no adulto) (0,0625 p)
  4. A epiglote é deformada em 'U' muito mais que no adulto (0,0625 p)
  5. A laringe está em posição mais cefálica (glote em C3 em lactentes e C5 e C6 em adultos) (0,0625 p)
  6. O anel cricóide é a parte mais estreita das vias aéreas em crianças abaixo de 10 anos (0,0625 p)
  7. A traquéia é mais curta (em recém-nascidos, 4 a 5 cm e aos 18 meses, 7 a 8 cm) (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.21)

CASO CLINICO: (228001 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente do sexo feminino, 64 anos, natural e procedente de área de antiga endemia de deficiência de iodo no interior do Estado de São Paulo, refere aumento progressivo e lento do volume cervical anterior há aproximadamente 28 anos. Nos últimos 18 meses evoluiu com disfagia progressiva para sólidos, dispneia aos médios esforços, sensação de “aperto” cervical e rouquidão intermitente, especialmente ao final do dia. Nega sintomas de hiper ou hipotireoidismo (perda ou ganho ponderal significativo, intolerância térmica, tremores, palpitações, alterações do hábito intestinal ou cutâneas).
Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana, tabagismo ativo (25 maços/ano) e osteoporose.
Ao exame físico: eutrófica, PA 128/78 mmHg, FC 68 bpm, sem sinais de tireotoxicose ou mixedema. Tireoide aumentada de volume de forma assimétrica (predominância à direita), multinodular, consistência firme-elástica, móvel à deglutição, sem linfonodomegalias cervicais palpáveis e sem sopro. Restante do exame sem alterações relevantes.

Exames laboratoriais: TSH 1,65 mUI/L (VR 0,4-4,5), T4 livre 1,15 ng/dL (VR 0,7-1,8), T3 total normal, anticorpos anti-TPO e anti-Tg negativos, calcitonina normal. Ultrassonografia cervical: volume tireoidiano estimado em 92 mL, múltiplos nódulos sólidos e mistos bilaterais; o maior, no lobo direito, mede 3,7 × 2,6 × 2,4 cm, com margens irregulares, microcalcificações e vascularização periférica aumentada (EU-TIRADS 5). Tomografia de pescoço e tórax sem contraste: bócio com discreta extensão retrosternal, desvio e compressão leve da traqueia, sem evidência de invasão de estruturas adjacentes ou linfonodomegalias.


Questões:


(I)
Qual o diagnóstico sindrômico e etiológico mais provável neste caso? (0,1 pontos)
(II) Quais os três objetivos principais da avaliação diagnóstica de um paciente com bócio? (0,1 pontos)
(III) Quais as indicações de tratamento cirúrgico presentes neste caso? (0,1 pontos)
(IV) Qual a conduta imediata recomendada em relação ao nódulo de características ultrassonográficas suspeitas? (0,1 pontos)
(V) Quais as principais opções terapêuticas não cirúrgicas possíveis e suas limitações neste contexto de eutireoidismo? (0,1 pontos)





RATING: 3.01

(I) O diagnóstico sindrômico é bócio multinodular atóxico (0,04 p). Trata-se de aumento tireoidiano com múltiplos nódulos na ausência de hiperfunção (eutireoidismo comprovado por TSH e T4 livre normais) (0,03 p). A etiologia mais provável é a endemia antiga de deficiência de iodo, com evolução lenta e progressiva ao longo de décadas (0,03 p).


(II) Os três objetivos centrais da avaliação diagnóstica de qualquer bócio são:

  1. Determinar se a lesão é benigna ou maligna (0,04 p);
  2. Avaliar a função tireoidiana (hipo, hiper ou normofuncionante) (0,03 p);
  3. Identificar a presença de compressão de estruturas adjacentes (via aérea, digestiva ou vascular) (0,03 p).


(III) As indicações cirúrgicas presentes neste caso são:

  • Sintomas compressivos significativos (disfagia, dispneia e rouquidão) (0,04 p);
  • Volume tireoidiano elevado (≈ 92 mL) com extensão retrosternal (0,03 p);
  • Necessidade de exclusão definitiva de malignidade em nódulo de alto risco ultrassonográfico (0,03 p).


(IV) A conduta imediata é a punção aspirativa por agulha fina (PAAF) guiada por ultrassom do nódulo de características suspeitas (EU-TIRADS 5) (0,05 p). A citologia orientará a decisão entre observação, cirurgia diagnóstica ou terapêutica definitiva (0,05 p).


(V) As principais opções não cirúrgicas são:

  • Observação clínica e ultrassonográfica seriada (indicada apenas em casos assintomáticos e de baixo risco) (0,03 p);
  • Radioiodoterapia (pode reduzir o volume em aproximadamente 40-60% ao longo de 1-5 anos, porém a captação é usualmente baixa e heterogênea nos bócios atóxicos) (0,04 p);
  • Terapia supressiva com levotiroxina (não recomendada de rotina em pacientes eutireoideos idosos, pela baixa eficácia e risco de efeitos adversos cardiovasculares e ósseos) (0,03 p).


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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