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RATING: 3.2 ![]()
Quais as principais exigências, em termos de paramentação, no processamento do LHO:
A. Luvas de procedimento, máscara, óculos de proteção, gorro e avental
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Avental, gorro, máscara, luvas e óculos de proteção
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Gorro, avental, máscara e luvas estéreis.
CORRETO : É por meio da ordenha que se inicia a manipulação do LH, de modo que esta deve ser conduzida com rigor higiênico-sanitário capaz de garantir um alimento seguro.
Para tanto, recomenda-se:
- usar exclusivamente utensílios previamente esterilizados para a coleta do LH
- utilizar vestuário próprio e exclusivo (gorro, máscara e avental) quando a ordenha se der em ambiente hospitalar (BLH ou PCLH)
- lavar as mãos e os antebraços, até os cotovelos, com água corrente e sabão
- evitar cantarolar, conversar e espirrar durante a ordenha
- usar luvas se a ordenha não for feita pela própria nutriz.
As luvas não são recomendadas para o manuseio de LH, exceto quando grandes volumes são manuseados, como durante o processamento do leite no BLH ou em um posto de coleta.
D. Luvas de procedimento, óculos de proteção, máscara e avental.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. evitar o uso de jóias, como anéis e pulseiras, e de perfumes.
INCORRETO : É importante salientar que, durante a ordenha, a doadora deve evitar o uso de jóias, como anéis e pulseiras, e de perfumes. Mas a questão não se refere ás doadoras, mas sim ao processamento
Gabarito: C
RATING: 3.01 ![]()
FONTE:
Criança do sexo masculino, seis anos de idade, sem antecedentes patológicos de relevo. Apresentou início agudo de tosse rouca, disfonia e estridor associados a sinais de dificuldade respiratória com agravamento progressivo. Sem outra sintomatologia associada. Sem conviventes doentes.
Observado por pediatra assistente cerca de duas horas após o início da sintomatologia, tendo sido objetivada febre (temperatura axilar de 38ºC).
À admissão apresentava-se polipneico, disfônico, com sinais de dificuldade respiratória grave nomeadamente estridor inspiratório, tiragem subcostal, supra-esternal e adejo nasal. Sem alterações na auscultação cardio-pulmonar, sem hipoxemia.
Manteve-se febril e, apesar da terapêutica com adrenalina nebulizada em intervalos regulares, manteve estridor, que se tornou bifásico. Cerca de oito horas após o início da sintomatologia, iniciou hipoxemia (FiO2 máximo de 0.28 para manter saturações periféricas de oxigênio > 92%). O estudo analítico demonstrou 10,2x109/L leucócitos com 84,8% neutrófilos e proteína C reativa (PCR) 53,2mg/L.
Utilizando os dados acima, esclarece:
1) Qual é a principal suspeita diagnóstica? 0,1 pontos
2) Indicam pelo menos três parâmetros de diagnóstico diferencial de laringotraqueobronquite. 0,3 pontos
3) Que agentes etiológicos são mais frequentemente implicados? 0,1 pontos
1) Baseado no exame clinico e semiológico a principal suspeita é de traqueite bacteriana. A traqueite bacteriana (lambem chamada de traqueíte membranosa ou crupe pseudomembranoso ou laringotraqueobronquite bacteriana ou laringite membranosa) é uma infecção bacteriana aguda da região subglótica da via aérea superior que pode provocar uma obstrução das vias aéreas com risco de óbito. Foi descrita pela primeira vez em 1945 por Chevalier Jackson e consiste de fato numa infeção bacteriana exsudativa dos tecidos moles da laringe e traqueia. Desde a introdução da vacina contra o Haemophilus influenza tipo b, o número de casos de epiglotite diminuiu drasticamente na população pediátrica e desde então a traqueite bacteriana tem ganho relevância como infeção das vias aéreas superiores potencialmente fatais. 0,1 p
2) Três dos mais importantes elementos de diagnostico diferencial com laringotraqueobronquite: início abrupto do estridor (0,1 p) febre de dificil controle (0,1 p), falha de resposta na adrenalina (0,1 p);

3) Os agentes etiológicos mais frequentemente isolados são o Staphylococcus aureus (0,05 p) e Streptococcus pyogenes (0,05 p)
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