ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2565 USUARIOS INSCRITOS
886 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
506 TENTATIVAS (23 CONTESTAÇÕES)
14754 QUESTÕES OBJETIVAS
3442 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
5768 DE PEDIATRIA (3183 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
2967 QUESTÕES DE CIRURGIA
1791 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
785 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
164 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
196 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

FEBRE SEM SINAIS LOCALIZATORIOS (ÁREA DE PEDIATRIA)

A queixa principal febre com duração menor do que 7 dias é o desafio dos atendimentos pediátricos de urgência.
O diagnóstico será de febre sem sinais localizatórios. É um conceito relativamente antigo, assim como o conceito de bacteremia oculta. A definição desta seria: hemocultura positiva em paciente febril, em bom estado geral, com indicação de acompanhamento ambulatorial.
Existe a chance que uma bacteremia oculta vire infecção bacteriana grave (DBG): sepse, meningite, pneumonia, artrite séptica, celulite e infecção do trato urinário. Definimos a bacteremia oculta como a presença de bactéria em hemocultura numa criança com febre, sem um foco identificável, e que esteja clinicamente bem o suficiente para ser tratada em nível ambulatorial.
Se o foco da infecção é conhecido (por exemplo, pneumonia ou pielonefrite) é obvio que a infecção não deve ser considerada como bacteremia oculta. Uma doença focal pode associar bacteremia, assim como hemoculturas positivas.

OBJETIVA: (1095184 votos)..........99.23% das questões objetivas receberam votos.
Um lactente de 6 meses é levado ao ambulatório de neurologia infantil devido ao atraso do desenvolvimento neurológico. Ao exame neurológico, constatam-se fraqueza nos 4 membros, hipotonia e arreflexia global. A dosagem de CPK (creatinofosfoquinase) está normal. A provável topografia da lesão é:
A. muscular
B. do nervo periférico
C. do cerebelo
D. do bulbo
E. dos gânglios da base

  RATING: 3.04

Um lactente de 6 meses é levado ao ambulatório de neurologia infantil devido ao atraso do desenvolvimento neurológico. Ao exame neurológico, constatam-se fraqueza nos 4 membros, hipotonia e arreflexia global. A dosagem de CPK (creatinofosfoquinase) está normal. A provável topografia da lesão é:

A. muscular
INCORRETO: Normalmente estaria associada a uma elevação na CPK
B. do nervo periférico
CORRETO : Fraqueza nos 4 membros, hipotonia e arreflexia global são indicadores de comprometimento do nervo periférico. A CPK normal sugere que não há dano muscular direto, descartando miopatias.
C. do cerebelo
INCORRETO : Estaria associada a ataxia e problemas de coordenação, não hipotonia e arreflexia
D. do bulbo
INCORRETO : Podem ocorrer problemas de controle motor, mas a apresentação clássica não seria de paralisia flácida
E. dos gânglios da base
INCORRETO : Relacionado a distúrbios de movimento, como tremores ou rigidez, não predominando a hipotonia e arreflexia.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

DISCURSIVA: (179850 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram os seis tipos de complexidade de transporte dos pacientes pediatricos, explicando cada uma pela competência e finalidade. (0,5 pontos)


RATING: 3.06

Enumeram os seis tipos de complexidade de transporte dos pacientes pediatricos, explicando cada uma pela competência e finalidade. (0,5 pontos)

CLASSE A: (0,014 p) Ambulância de transporte (0,014 p) - veículo destinado ao transporte em decúbito honzontal (0,014 p) de pacientes que não apresentam risco de vida (0,014 p), para remoções simples (0,014 p) e de caráter eletivo (0,014 p).

CLASSE B (0,014 p): Ambulância de suporte básico (0,014 p) - É o veículo destinado ao transporte pré-hospitalar (0,014 p) de pacientes com risco de vida desconhecido (0,014 p) e ao transporte inter-hospitalar (0,014 p) - Contém apenas os equipamentos mínimos à manutenção da vida (0,014 p).

CLASSE C (0,014 p): Ambulância de resgate (0,014 p) - É o veículo de atendimento de emergências pré-hospitalares (0,014 p) de pacientes com risco de vida desconhecido (0,014 p). - Contém os equipamentos necessários à manutenção da vida. (0,014 p)

CLASSE D (0,014 p): ASA ou ambulância UTI móvel (0,014 p) - É o veículo destinado ao transporte de pacientes de alto risco (0,014 p) de emergências pré-hospitalares (0,014 p) e ao transporte inter-hospitalar (0,014 p) - Contém os equipamentos médicos necessários para essa função (0,014 p). - Quando em serviço, é obrigatória a presença do médico em seu interior (0,014 p).

CLASSE E (0,014 p): Aeronave de transporte médico (0,014 p) - É a aeronave de asa fixa ou rotativa (0,014 p) utilizada para o transporte de pacientes por via aérea (0,014 p). - É dotada de equipamentos médicos homologados pelos órgãos competentes (0,014 p).

CLASSE F (0,014 p): Nave de transporte médico (0,014 p) - É o veículo motorizado hidroviário (0,014 p) destinado ao transporte de pacientes por via marítima (0,005 p) ou fluvial (0,005 p). (0,014 p) - Deve conter os equipamentos médicos necessános (0,014 p) ao atendimento do paciente conforme sua gravidade. (0,014 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (209508 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Um menino de 16 anos de idade é levado ao pronto-socorro pelo EMS com uma temperatura de 42°C e atividade convulsiva. Ele foi transferido de um centro cirúrgico às 9 da manhã após extrações dentárias, para qual ele recebeu um breve anestésico geral e estava da sala de recuperação quando se tornou
febril e hemodinamicamente instável. O paciente apresenta ritmo cardíaco e pulso, porém mínimo esforço respiratório. Antes de sua chegada, ele estava entubado, e o acesso IV foi estabelecido. Uma dose de lorazepam foi administrada no menino antes do transporte. Ele apresenta um histórico de depressão, para a qual ele toma fenelzina, um inibidor da monoamina oxidase (MAO). Uso de drogas foi negado pelos seus pais.

O menino é irresponsivo no exame físico. Seus sinais vitais são: pressão sanguínea de 150/86, pulso de 140, frequência respiratória de 22 (ventilação manual), temperatura de 42,5°C. A auscultação do tórax revela sons respiratórios normais. O ritmo é de taquicardia sinusal, com ondas T apiculadas. Não há sopros cardíacos. Outra parte do exame físico que se mostra anormal é o exame neurológico. O menino permanece irresponsivo à dor ou voz. Ambas as pupilas apresentam um diâmetro de 4 mm, são simétricas e reativas à luz. O tônus muscular está aumentado com hiperreflexia generalizada e mioclonia. Os resultados da gasometria são: pH de 7,07, PCO2 de 74, P02 de 98, excesso de base (BE) de -8.

1) Apontem a principal suspeita diagnostica. (0,25 pontos)

2) Julgando pela gasometria, que disturbio hidroeletrolitico é mais provável? (0,25 pontos)




RATING: 3.06

1) Apontem a principal suspeita diagnostica. (0,25 pontos)

Hipertermia é definida como uma elevação da temperatura corporal central acima de 37,5°C Ao contrário da febre, que é uma resposta inflamatória ativada por citocinas, a hipertermia é uma falha da termorregulação. Obviamente, na criança que apresenta uma temperatura elevada, frequentemente não é claro se você está lidando com uma febre inflamatória ou com um estado hipertérmico. Dada a ausência e um histórico de características inflamatórias ou clínicas de uma doença infecciosa, deve-se assumir que a criança descrita neste caso possui um estado hipertérmico associado a uma das medicações recebidas durante seu tratamento médico ou, talvez, a uma medicação ingerida por ele mesmo.

Dada a proximidade deste evento a um anestésico geral, a primeira causa de hipertermia a ser considerada é hipertermia maligna (MH). Os achados clínicos iniciais na MH incluem espasmos do músculo masseter, rigidez muscular generalizada, taquicardia sinusal, aumento na produção de CO2, resultando em hipercarbia e elevação na temperatura corporal. Instabilidade hemodinâmica, anormalidades eletrolíticas e coagulação intravascular disseminada ocorrem posteriormente. Apropriadamente tratada, a MH apresenta uma mortalidade inferior a 5%.

2) Julgando pela gasometria, que disturbio hidroeletrolitico é mais provável? (0,25 pontos)

Quando há uma alteração aguda na PCO2 de 10 mmHg, haverá um deslocamento de 0,08 unidade de pH na direção oposta. Em outras palavras, ocorre queda no pH conforme a PCO2 aumenta. A acidose ou alcalose presente é puramente respiratória, quando todas as alterações são explicadas por alterações na PCO2. Quando há uma alteração no BE de 10 mEq/L, ocorre um deslocamento de 0,15 unidade de pH na mesma direção. O processo é inteiramente metabólico, quando todas as alterações são explicadas por uma alteração no BE. Assumindo uma gasometria normal de 7,40; PCO2 de 40; PO2 de 100; BE de 0, no caso apresentado, a PCO2 está aproximadamente 35 mmHg acima da PCO2 normal. Dividido por 10 e multiplicado por 0,08, é de se esperar que o pH seja 0,28 menor que o pH normal de 7,40, ou seja 7,12. Neste caso, o pH é de 7,07 com um déficit de base de -10, e uma acidose metabólica também está presente.

Em todos os estados hipertérmicos, é provável que o paciente apresente uma acidose mista. Uma elevação das enzimas musculares significativa o bastante para causar insuficiência renal, e elevação das concentrações séricas de potássio e fosfato também está provavelmente presente. Estas aberrações resultam em grande parte da lesão na membrana muscular, da subsequente liberação de conteúdos intracelulares, e do desafio hemodinâmico de uma hipertermia significativa.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.06)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.