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As perfurações que ocorrem durante colonoscopias diagnósticas são mais comuns no:
A. íleo terminal
INCORRETO: Essa região, embora acessível em colonoscopias completas, raramente sofre perfuração em contextos diagnósticos puros, pois o íleo delgado apresenta maior complacência e menor exposição a insuflação prolongada; complicações aqui são mais frequentes em enteroscopias terapêuticas ou em pacientes com doença inflamatória intestinal subjacente, não representando o sítio primordial em exames rotineiros.
B. ângulo hepático
INCORRETO : O ângulo hepático, como ponto de transição flexível no cólon direito, exige manobras de torque para negotiating, mas sua perfuração é infrequente (cerca de 10-15% dos casos totais), limitada pela maior amplitude de mobilidade mesentérica e pela menor densidade de divertículos; o risco eleva-se mais em biópsias ou polipectomias do que em mera progressão diagnóstica.
C. ângulo esplênico
INCORRETO : Similar ao hepático, esse ângulo esquerdo impõe desafios de rotação, mas perfurações ali ocorrem em proporção inferior a 20%, influenciadas por anatomia variável; a parede colônica nessa área é mais espessa e protegida por peritônio, reduzindo vulnerabilidade a traumas barotraumáticos isolados durante diagnósticos eletivos.
D. sigmoide
CORRETO : Essa localização predomina devido à tortuosidade inerente do sigmoide, que impõe maior resistência mecânica ao avanço do colonoscópio, favorecendo forças de tração e compressão excessivas durante a intubação diagnóstica; estudos retrospectivos em grandes coortes, como os da American Society for Gastrointestinal Endoscopy, confirmam que mais de 50% das perfurações ocorrem nesse segmento, associadas a fatores como aderências pós-inflamatórias ou diverticulose, que rigidificam a parede colônica e amplificam o risco de ruptura serosa ou transmural sob pressão pneumática moderada.
E. reto distal
INCORRETO : O reto, sendo o segmento inicial e mais acessível, submete-se a menor manipulação mecânica e pressão insuflatória em colonoscopias diagnósticas, resultando em incidência de perfuração abaixo de 5%; complicações retais ligam-se mais a procedimentos anorretais ou em pacientes com estenoses prévias, não configurando o foco epidemiológico principal.
Gabarito: D
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Os maiores benefícios do tratamento clínico são:
- Colocar a paciente em amenorreia (0,03125 p) ou conseguir a diminuição da perda sanguínea menstrual por período suficiente para correção da anemia; (0,03125 p)
- Com a diminuição do tamanho do mioma, (0,03125 p) conseguir aliviar a sintomatologia compressiva; (0,03125 p)
- Conseguir nas cirurgias conservadoras a diminuição do volume dos miomas (0,03125 p), reduzindo não só o sangramento cirúrgico (0,03125 p), como também a possibilidade de histerectomia (0,03125 p).
O potencial de malignidade é influenciado pela:
FONTE:
Exame físico: BEG, corada, hidratada, anictérica, acianórica, hidratada
PA: 110/70 mmHg FC:85 b.p.m
Ap. Resp: MV+, sem RA,
Ap. CV: 2 BRNF, sem sopros,
TGI: plano, flácido, RHA + sem visceromegalias palpáveis
MMII Pulsos + sem edema
Presença de edema articular discreto e a seguinte alteração ao exame físico.

1) Qual é a alteração apresentada na imagem?
Baqueteamento digital dos dedos. (0,0625 p)
DISCUSSÃO: O baqueteamento digital é o sinal clínico mais antigo da história da medicina. Foi
descrito por Hipócrates em IV AC, definido pelo índice digital, utilizando o
perímetro digital ao nível do leito ungueal e da articulação interfalangeana distai,
se esta relação for maior que 1 define a presença do sinal.
2) O que sugere a presença desse sinal?
A presença do baqueteamento digital sugere a presença de doenças pulmonares (0,0625 p), neoplasias (0,0625 p), doenças cardiológicas com shunt direita-esquerda (0,0625 p) entre outras causas.
3) Qual é a fisiopatologia dessa alteração?
Hoje a teoria mais aceita é de que existem patologias que permitem, por meio de shunts venoso-arteriais a passagem de megacariócitos da circulação venosa para arterial (megacariócitos estes que em condições normais não passariam da circulação pulmonar), estes ao chegarem às extremidades distais de ossos acometidos liberariam PDGF (fator de crescimento derivado de laquetas) que levaria a periostose de ossos tubulares e baqueteamento digital, estes achados são corroborados pelo aumento do PDGF e o achado de megacariócitos na circulação arterial dos pacientes com osteoartropatia hipertrófica, também a produção de PDGF por tumores pode estar relacionada com a fisiopatologia da síndrome. (0,0625 p)
4) Cite 3 casos de doença NÃO CARDIOPULMONAR que evolui com isso.
Resposta: Cirrose hepática (0,0625 p), hipertireoidismo (0,0625 p), doenças inflamatórias intestinais (0,0625 p).
DISCUSSÃO: Condições que levam ao aparecimento de shunt podem ocasionar o aparecimento
do baqueteamento digital, em pacientes com as 3 condições associadas por
vasodilatação no caso da cirrose e hipertireoidismo e por shunts localizados no
caso da doença inflamatória intestinal podemos ter condição em que o PDGF
atinge a circulação sistêmica e leve ao aparecimento destas lesões, também é
descrito seu aparecimento em pacientes com síndrome do anticorpo anti-fosfolípide embora o mecanismo seja incerto. No caso de pacientes com
hipertireoidismo este sinal é denominado de acropacia tireóide
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