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CRESCIMENTO NORMAL (ÁREA DE PEDIATRIA)

O acompanhamento do desenvolvimento do indivíduo é de fundamental importância e para isso devemos ter noções de como se dá esse desenvolvimento. O desenvolvimento encontra-se dividido em desenvolvimento físico e psíquico.

No físico, há mudanças na estrutura corporal; enquanto no psíquico, há ganho de novas funções ou aprimoramento destas.

A principal diferença entre os dois tipos de crescimento:

  • o crescimento fisico pode ser mensurado
  • o desenvolvimento psíquico é acompanhado.

Os médicos deverão saber quais medidas devem ser coletadas para acompanhar tal desenvolvimento, além da interpretação destas medidas, para se avaliar o estado nutricional do indivíduo.

OBJETIVA: (936672 votos)..........94.16% das questões objetivas receberam votos.
Um recém-nascido de 28 semanas de gestação, intubado desde nascimento por síndrome do desconforto respiratório moderado, com 6 horas de vida recebeu uma dose de cafeína. O bebê está ativo, com boa perfusão periférica e PA dentro dos limites normais. O nível de suporte ventilatório foi progressivamente desmamado e atualmente é o seguinte: ventilação com pressão positiva intermitente; concentração de oxigênio inspirado (FiO) = 0,21%; pressão inspiratória (PIP) = 12 cmH2O; pressão expiratória final positiva (PEEP) = 5 cmH2O; FR = 20 irpm; e Tempo Inspiratório (TI) = 0,35 segundos. A criança tem respiração espontânea, com FR = 50 irpm. Gasometria arterial: pH = 7,44 (7,34 a 7,43); paO2 = 65 (45 a 60); paCO2 = 34 (31 a 42); bicarbonato = 23 (20 a 26); e BE = 1,6 (-5 a 5). A conduta CORRETA a ser adotada é:
A. extubar e colocar em CPAP nasal
B. diminuir o PEEP para 3 cmH2O
C. reduzir o tempo inspiratório para 0,3 segundos
D. aumentar o PIP para 13 cmH2O
E. ajustar a PEEP para manter a pressão de platô abaixo de 45 cmH2O

  RATING: 3.25

Um recém-nascido de 28 semanas de gestação, intubado desde nascimento por síndrome do desconforto respiratório moderado, com 6 horas de vida recebeu uma dose de cafeína. O bebê está ativo, com boa perfusão periférica e PA dentro dos limites normais. O nível de suporte ventilatório foi progressivamente desmamado e atualmente é o seguinte: ventilação com pressão positiva intermitente; concentração de oxigênio inspirado (FiO) = 0,21%; pressão inspiratória (PIP) = 12 cmH2O; pressão expiratória final positiva (PEEP) = 5 cmH2O; FR = 20 irpm; e Tempo Inspiratório (TI) = 0,35 segundos. A criança tem respiração espontânea, com FR = 50 irpm. Gasometria arterial: pH = 7,44 (7,34 a 7,43); paO2 = 65 (45 a 60); paCO2 = 34 (31 a 42); bicarbonato = 23 (20 a 26); e BE = 1,6 (-5 a 5). A conduta CORRETA a ser adotada é:

A. extubar e colocar em CPAP nasal
CORRETO: Considerando que a criança está ativa, com boa perfusão, e os parâmetros de ventilação mostram que o suporte é moderado, além do fato que a FiO₂ é de 0,21 (ar ambiente), a transição para CPAP nasal pode ser apropriada para continuar suporte leve na respiração espontânea.
B. diminuir o PEEP para 3 cmH2O
INCORRETO : Reduzir o PEEP poderia comprometer a funcionalidade dos alvéolos, aumentando o risco de atelectasia, especialmente em prematuros.
C. reduzir o tempo inspiratório para 0,3 segundos
INCORRETO : O tempo inspiratório atual parece adequado. Alterações no TI não são a prioridade aqui.
D. aumentar o PIP para 13 cmH2O
INCORRETO : A elevação do PIP não é necessária, pois os gases sanguíneos estão dentro de bons parâmetros e a criança tolera bem a respiração.
E. ajustar a PEEP para manter a pressão de platô abaixo de 45 cmH2O
INCORRETO : A pressão de platô de 45 cmH2O é inapropriadamente alta. Isso não se aplica, pois a pressão de platô não foi apresentada como um problema.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.25)

DISCURSIVA: (169910 votos) ..........98.71% das questões discursivas receberam votos.
Cite as alterações de cinco dos principais parâmetros clínicos ou laboratoriais que classificam uma pré-eclâmpsia como grave. (Valor: 5,0 pontos)


RATING: 3.53

Cite as alterações de cinco dos principais parâmetros clínicos ou laboratoriais que classificam uma pré-eclâmpsia como grave. (Valor: 5,0 pontos)

São apresentados abaixo os principais parâmetros que classificam uma pré-eclâmpsia como grave, dos quais o candidato deverá citar cinco (0,1 pontos cada um)
  • Pressão arterial igual ou maior que 160/110 Hg
  • Proteinúria igual ou maior que 2 gramas em 24 horas. (Aceita-se 5g/24h)
  • Creatinina sérica acima de 1,2 mg/dL
  • Plaquetas abaixo de 100.000/mm
  • Enzimas hepáticas elevadas ou TGO e TGP elevadas
  • Presença de CIUR
  • Cefaleia persistente
  • Distúrbios visuais
  • Oligúria

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.53)

CASO CLINICO: (196866 votos)..........98.93% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.91

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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