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HIPOTIREOIDISMO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

A função da glândula tireóide é concentrar o iodo circulante para liberá-lo aos tecidos periféricos na forma de hormônios tireóideos (hormônio tireoidiano).

Cerca de 65% do peso molecular da L-tiroxina (tetraiodotironina, tiroxina (T4)) e 58% da L-triiodotironina (triiodotironina (T3)) são devidos ao iodo.

A quantidade de iodo disponível no meio ambiente é essencial para a formação dos hormônio tireoidiano.

OBJETIVA: (1081898 votos)..........98.95% das questões objetivas receberam votos.
Mulher adulta com bócio estável e sinais e sintomas de hipotireoidismo provavelmente é portadora de tireoidite:
A. crônica de Riedel
B. crônica de Hashimoto
C. aguda bacteriana
D. subaguda de Quervain
E. os dados são insuficiêntes para suspeitar qualquer um dos mencionados

  RATING: 1.97

Mulher adulta com bócio estável e sinais e sintomas de hipotireoidismo provavelmente é portadora de tireoidite:

A. crônica de Riedel
INCORRETO: A tireoidite de Riedel (TR) é uma doença inflamatória crônica caracterizada por fibrose densa e invasiva da tireóide. A prevalência é maior no sexo feminino, sendo a relação para o sexo masculino de 4:1, com freqüência maior os 30 e 50 anos. Pelo menos uma das seguintes lesões podem estar associadas: fibrose retroperitoneal e mediastinal, colangite esclerosante, pseudo-tumor orbitário e envolvimento de parótidas. A história típica é de um paciente que apresenta aumento recente de bócio pré-existente, geralmente indolor e de consistência pétrea à palpação.
B. crônica de Hashimoto
CORRETO : mais provavelmente que é um Hashimoto. Olhe o perfil: Sua incidência, que parece estar, aparentemente, aumentando, é de cerca de 0,3 a 5 casos por 1.000 indivíduos por ano e ocorre 15 a 20 vezes mais frequentemente em mulheres que homens. Ela é a causa mais comum de hipotireoidismo primário, existe bócio e sinais claros de insuificiência hormonal tireoidiana
C. aguda bacteriana
INCORRETO : se fosse tireoidiste aguda a febre não ia faltar, e tambem os sinais de inflamação sobre qual o enûncio não fala nada
D. subaguda de Quervain
INCORRETO : O termo subaguda serve para diferenciar essa condição da tireoidite aguda bacteriana. É de origem provavelmente viral e costuma acometer toda a tireóide. O quadro clínico clássico ocorre em uma mulher adulta jovem que se apresenta classicamente com dor intensa na parte anterior do pescoço, irradiada para cima em direção do pavilhão auricular. Apresenta também intenso mal estar, dores articulares e musculares e febricula. . Ao toque a glândula apresenta-se extremamente dolorosa e hipersensível . Outros sintomas gerais, são angustia, nervosismo, taquicardia e intolerância ao calor. Os hormônios tireoidianos (T3 e T4) acham-se geralmente elevados, fazendo o clínico desavisado diagnosticar falsamente como um hipertireoidismo por hiperprodução hormonal. Esta elevação é passageira, e ocorre devido a liberação de hormônios tireoidianos na circulação pela destruição celular.
E. os dados são insuficiêntes para suspeitar qualquer um dos mencionados
INCORRETO : veja os comentarios acima

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (1.97)

DISCURSIVA: (179286 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)


RATING: 3

A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)

Medir a circunferência do braço para a escolha do manguito:
1º passo: Medir a distância do acrômio ao olecrano; (0,1 p)
2º passo: Identificar o ponto médio da distância entre o acrômio e o olecrano; (0,1 p)
3º passo: Medir a circunferência do braço nesse ponto médio. (0,1 p)
A partir dessa medida, seleciona-se o manguito adequado para a medida, que deve cobrir 40% da largura (0,1 p) e 80 a 100% do comprimento (0,1 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (208869 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Identificação – J.J.S., masculino, 48 anos, caminhoneiro, negro, residente em Campo Grande, MS.
História da doença atual – Em 5/2/2005 procurou a UBS com quadro de febre não aferida, cefaleia, dor retro-orbitária, mialgia e artralgia há 48 horas. Foi prescrito dipirona, com melhora parcial dos sintomas.
No 5º dia de doença, procurou o pronto-socorro, por persistirem os sintomas e pelo aparecimento de pequenas manchas no corpo. Referia viagem à Rondônia em 6/12/2004. Antecedentes: Diabetes Melitus II, tratado irregularmente.
Exame Físico Geral - Regular estado geral, corado, hidratado, anictérico. Temperatura axilar de 38ºC, PA: 160x110mmHg; Frequência cardíaca: 94bpm; Peso: 105kg; Estatura: 1,70m. Pele: exantema maculopapular difuso (?). Segmento cefálico: sem alterações. Tórax: pulmões livres. Coração: bulhas rítmicas normofonéticas, sopro sistólico de ++/6 em foco mitral. Abdome: globoso, normotenso, indolor, sem visceromegalias. Neurológico: sem alterações. Prova do laço: positiva.
Exames complementares – Hemograma: Hb: 16g/dL; Ht: 48%; Plaquetas: 87.000/ mm3; Leucócitos totais: 5.200/mm3.
Questões
1. Quais são as hipóteses diagnósticas para o caso, no quinto dia de doença? 0,1 p
2. Destaque cinco elementos no quadro clínico e laboratorial que sustentam suas duas principais hipóteses diagnósticas. 0,1 p
3. Comente o atendimento clínico deste paciente, no quinto dia de doença. 0,3 p


RATING: 3.45

1. Quais são as hipóteses diagnósticas para o caso, no quinto dia de doença? 0,1 p
Dengue (0,01 p), febre amarela (0,01 p), malária (0,01 p), sarampo (0,01 p), rubéola (0,01 p), leptospirose (0,01 p), febre tifóide (0,01 p), riquetisioses (0,01 p), mononucleose infecciosa (0,01 p), endocardite infecciosa (0,01 p);
2. Destaque cinco elementos no quadro clínico e laboratorial que sustentam suas duas principais hipóteses diagnósticas. 0,1 p
a) Malária: epidemiologia, febre, cefaléia, plaquetopenia. (0,05 p)
b) Dengue: epidemiologia, febre, cefaléia, artralgia, dor retroorbitária, PL+, hemoconcentração (Hematócrito esperado é até 45%), plaquetopenia. (0,05 p)
3. Comente o atendimento clínico deste paciente, no quinto dia de doença. 0,3 p
Faltou melhor avaliação epidemiológica (0,06 p).
Faltou avaliação de PA deitado e sentado. (0,06 p)
Não foi valorizado o relato do paciente de ser portador de diabetes, não sendo no momento solicitado exames complementares (glicemia e outros de interesse) (0,06 p)
Abordagem da HAS. (0,06 p)
Não foi solicitado pesquisa de plasmodium. (0,06 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.45)




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