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POLIARTERITE NODOSA NA INFÂNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Segundo os critérios “Chapel Hill Consensus Conference”, a poliarterite nodosa clássica não envolve arteríolas, capilares ou vênulas, não causando glomerulonefrite nem capilarite pulmonar (hemorragia alveolar). Na verdade, ela pode afetar qualquer vaso de médio calibre do corpo, exceto as artérias do leito pulmonar. O que é claro é que ambas são doenças de etiologia desconhecida, mas de natureza claramente imunológica.
A poliangeíte microscópica acomete predominantemente arteríolas, capilares e vênulas, produzindo com frequência glomerulonefrite e capilarite pulmonar, embora também afete pequenas e médias artérias.

OBJETIVA: (922555 votos)..........94.3% das questões objetivas receberam votos.
Em comparação com a desidratação isonatrêmica, a desidratação hiponatrêmica e a hipernatrêmica ocorrem, na população pediátrica, cada uma, em cerca de:
A. 1 a 5%
B. 10 a 15%
C. 25 a 35%
D. 40 a 60%
E. 60 a 80%

  RATING: 2.82

Em comparação com a desidratação isonatrêmica, a desidratação hiponatrêmica e a hipernatrêmica ocorrem, na população pediátrica, cada uma, em cerca de:

A. 1 a 5%
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. 10 a 15%
CORRETO : Percentuais são sempre complicados em questões de residência, pois fontes diferentes costumam mostrar valores diferentes. A maioria das desidratações em crianças são isonatrêmicas ou isotônicas (sódio sérico entre 130-150mEq/l), que têm uma freqüência de 85%, segundo a maioria dos estudos. A desidratação hiponatrêmica perfaz 5-10% dos casos e a hipernatrêmica 10 a 15%.  
C. 25 a 35%
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. 40 a 60%
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. 60 a 80%
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.82)

DISCURSIVA: (167268 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Em relação à reposição volêmica na abordagem do paciente politraumatizado, discorra sobre a estimativa do volume necessário, tipo de líquidos mais apropriados, momento oportuno para o seu início e metodologia para avaliação da reposição. (0,5 pontos)


RATING: 3.05

Em relação à reposição volêmica na abordagem do paciente politraumatizado, discorra sobre a estimativa do volume necessário, tipo de líquidos mais apropriados, momento oportuno para o seu início e metodologia para avaliação da reposição. (0,5 pontos)

Reposição volêmica na abordagem do paciente politraumatizado:
  • A reposição inicial é realizada com soluções cristaloides, preferindo-se a solução de Ringer Lactato, no volume de 2000 mililitros para um homem adulto de 70 quilogramas e 20 mililitros por quilograma de peso para crianças (0,095 p)
  • Reposições adicionais são realizadas de acordo com a estimativa da perda, com base nas classes de choque, na proporção de 3 (três) volumes repostos para cada volume perdido e com a resposta apresentada pelo paciente. (0,045 p)
  • Nas perdas superiores a 30 % da volemia, é necessária a reposição de glóbulos vermelhos com o objetivo de manter-se a hemoglobina em 10 gramas/100 mL. (0,045 p)
  • O momento ideal para iniciar-se a reposição volêmica é o mais precoce possível, mas às vezes deve ser retardado em função da possibilidade de perda sanguínea em evolução e da distância entre o local do acidente e o local de referência para o atendimento. (0,045 p)
  • Se o local do atendimento implique numa demora para remoção menor que 30 minutos e existam evidências de sangramento continuado, a reposição deve ser retardada e iniciada já no Hospital de referência. (0,045 p)
  • Quando o tempo estimado para a remoção for maior que 30 minutos, a reposição volêmica deverá iniciar-se no local do acidente, mas devendo aceitar-se a manutenção de certo grau de hipotensão arterial, o que é chamado de hipotensão permissiva, para que não ocorram perdas sanguíneas ocasionadas por reposição muito vigorosa. (0,045 p)
  • Reposição plena somente deverá ocorrer quando estiver garantida a cessação da perda sanguínea. (0,045 p)
  • A avaliação da reposição é realizada pela observação do comportamento dos sinais vitais, volume urinário e perfusão tecidual. (0,045 p)
  • Nos sangramentos importantes e sobretudo em idosos e portadores de comorbidades, é necessária a monitorização de parâmetros hemodinâmicos, tais como a pressão venosa central e a pressão capilar pulmonar. (0,045 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

CASO CLINICO: (193853 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Maria, uma menina previamente saudável de 5 anos, foi levada ao atendimento pediátrico devido a episódios recorrentes de dor de cabeça nas últimas três semanas. A mãe relatou que Maria se queixava de uma dor intensa na região frontal da cabeça, que ocorria cerca de duas a três vezes por semana, cada ataque durando até duas horas.

Durante as crises, Maria frequentemente apresentava sintomas de fotofobia e fonofobia, preferindo ambientes escuros e silenciosos. Além disso, as dores eram acompanhadas de náuseas, embora sem vômito. A mãe também observou que Maria tendia a ficar mais irritada e chorosa durante esses episódios e que, após algumas horas de descanso, ela parecia melhorar significativamente.

História Familiar: Não havia histórico de trauma recente, febre, outros sintomas neurológicos ou uso de medicação contínua que pudesse explicar as cefaleias. No entanto, a avó materna de Maria tem um histórico conhecido de enxaquecas. 

Exame Clínico: O exame físico e neurológico de Maria não revelou anormalidades. Todos os sinais vitais estavam dentro dos parâmetros normais, e não havia sinais de infecção ou outras condições agudas.

Respondam ás seguintes perguntas:

(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente. (peso 0,16 pontos)

(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança? (peso 0,18 pontos)

(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises? (peso 0,08 pontos)

(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso de crises frequentes e debilitantes, ou que não respondem bem aos analgésicos? (0,08 pontos)




RATING: 2.93

(I) Qual é o diagnóstico mais provável? Argumente.

Cefaleia primaria (enxaqueca) (0,02 p) - apoiado pela recorrência (0,02 p), duração de até duas horas (0,02 p), localização na região frontal da cabeça (0,02 p), sintomas de fotofobia (0,02 p), fonofobia (0,02 p) e náuseas (0,02 p), histórico conhecido de enxaquecas na família (0,02 p).

(II) Qual a medicação indicada para o tratamento da criança?

Dentre os analgésicos (0,02 p), os mais utilizados são:

  • Dipirona 25 mg/kg/dose (0,02 p)
  • Ibuprofeno 10 mg/kg/dose (0,02 p)
  • Paracetamol 15 mg/kg/dose (0,02 p)

Dentre os antiemeticos (0,02 p):

  • Metoclopramida (Plasil) 0,5–2 mg/kg/dose VO ou IV a cada 4–6 horas.  (0,02 p)
  • Proclorperazina (Compazine) 0,1 mg/kg/dose VO, IM ou IV a cada 6 horas  (0,02 p)
  • Prometazina (Fenergan) 0,25–1,0 mg/kg/dose VO, PR, IV ou IM a cada 4–6 horas (0,02 p)
  • Ondansetrona (0,15 mg/kg/dose). (0,02 p)

(III) Que orientações precisam ser feitas para diminuir a frequência das crises?

As medidas não farmacológicas (0,02 p) foram inicialmente recomendadas, como a manutenção de uma rotina regular de sono (0,02 p) e alimentação (0,02 p), além de técnicas de relaxamento (0,02 p)

(IV) Que classes de remédios são recomendadas no caso que as crises são frequentes e debilitantes, ou não respondem bem aos analgésicos?

Medicamentos como beta-bloqueadores (0,02 p), anticonvulsivantes (0,02 p) ou antidepressivos (0,02 p) são utilizados em algumas situações, mas a indicação deve ser criteriosa e supervisionada por um especialista. (0,02 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.93)




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