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ESTENOSE E COARTAÇÃO DE AORTA (ÁREA DE PEDIATRIA)

Na forma comum, se é estenose, então, é obstrução ao fluxo de saída. Precisamente, da saida do sangue do ventrículo esquerdo. Ou seja - a pressão sistólica está aumentada. O que, evidente, vai resultar num trabalho maior para o miocardio do VE e hipertrofia para compensação.

Se o ventriculo esquerdo tem uma complacência diminuida, então a pressão diastólica final também aumenta.

A forma mais associada com outras formas de doença cardíaca congênita é a estenose subvalvar (subaórtica) com uma membrana fibromuscular definida abaixo da valva aórtica. É uma forma importante de obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo.

OBJETIVA: (974811 votos)..........95.3% das questões objetivas receberam votos.
Paciente sexo M, 52 anos, etnia negra, procedente de Minas Gerais, é admitido no serviço de emergência sonolento e confuso. Seu acompanhante relatou que o mesmo vem apresentando emagrecimento e dores ósseas nos últimos meses, além de náuseas e vômitos há três dias. Ao exame, o paciente apresenta-se confuso e hipocorado ++/+ + ++, pressão arterial (PA): 130 x 80 mmHg; com restante do exame físico normal. No hemograma foi observado hemoglobina 8,0 g/dL, normocitose e normocromia. Leucócitos: 4.200 céls/mm3 (basófilos: 2%; segmentados: 65%; eosinófilos: 1%; bastões: 0%; linfócitos típicos: 28%; monócitos: 4%). Plaquetas: 140.000/mm3. Presença de hemácias em formação de ”rouleaux”; creatinina sérica: 3,5 mg/dL. A eletroforese de proteínas apresentou albumina: 2/5 g/dL; alfa-1: 0,2 mg/dL; alfa-2: 0,9 mg/dL; beta: 1,2 mg/dL; gama: 2,8 mg/dL, com suspeita de paraproteína. Radiografia de esqueleto com osteoporose difusa.
A principal hipótese diagnostica para o quadro clínico apresentado e a investigação inicial a ser proposta são:
A. Metastase óssea; mapeamento do esqueleto com tecnécio radioativo
B. Mieloma múltiplo; imunoeletroforese de proteínas séricas e mielograma
C. Encefalopatia hepática; ressonância magnética de abdome
D. Meningite bacteriana aguda; exame do liquor
E. Osteomielite; hemocultura para germes piogênicos

  RATING: 2.66

Paciente sexo M, 52 anos, etnia negra, procedente de Minas Gerais, é admitido no serviço de emergência sonolento e confuso. Seu acompanhante relatou que o mesmo vem apresentando emagrecimento e dores ósseas nos últimos meses, além de náuseas e vômitos há três dias. Ao exame, o paciente apresenta-se confuso e hipocorado ++/+ + ++, pressão arterial (PA): 130 x 80 mmHg; com restante do exame físico normal. No hemograma foi observado hemoglobina 8,0 g/dL, normocitose e normocromia. Leucócitos: 4.200 céls/mm3 (basófilos: 2%; segmentados: 65%; eosinófilos: 1%; bastões: 0%; linfócitos típicos: 28%; monócitos: 4%). Plaquetas: 140.000/mm3. Presença de hemácias em formação de ”rouleaux”; creatinina sérica: 3,5 mg/dL. A eletroforese de proteínas apresentou albumina: 2/5 g/dL; alfa-1: 0,2 mg/dL; alfa-2: 0,9 mg/dL; beta: 1,2 mg/dL; gama: 2,8 mg/dL, com suspeita de paraproteína. Radiografia de esqueleto com osteoporose difusa.
A principal hipótese diagnostica para o quadro clínico apresentado e a investigação inicial a ser proposta são:

A. Metastase óssea; mapeamento do esqueleto com tecnécio radioativo
INCORRETO: Metástase óssea seria o grande diagnóstico diferencial, porém sem dados indicativos.
B. Mieloma múltiplo; imunoeletroforese de proteínas séricas e mielograma
CORRETO : Questão clássica sobre mieloma múltiplo. Homem de meia-idade com dor óssea, anemia e emagrecimento, apresentando insuficiência renal (confusão, náuseas e outros sintomas) com inversão do padrão albumina/globulina e na hematoscopia evidenciando empilhamento das hemácias (rouleaux).
C. Encefalopatia hepática; ressonância magnética de abdome
INCORRETO : Nem a encefalopatia hepática nem a meningite têm dados sugestivos na história e no exame físico.
D. Meningite bacteriana aguda; exame do liquor
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Osteomielite; hemocultura para germes piogênicos
INCORRETO : Osteomielite seria hipótese interessante, mas não há sinais radiográficos, ausência de febre, leucograma sem alterações compatíveis (leucocitose, desvio para a esquerda).

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.66)

DISCURSIVA: (175073 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)


RATING: 2.96

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto? (0,22 pontos)
(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal? (0,28 pontos)

(I) Em quais situações você deve considerar o uso da máscara laríngea para reanimação dum recém-nascido na sala de parto?
• Recém-nascidos portadores de anomalias congênitas da boca, lábios, língua, palato ou pescoço, (0,04 p) nos quais o ajuste adequado entre face e máscara é difícil e a visualização da laringe com o laringoscópio é complicada ou não é factível. (0,04 p)
• Recém-nascidos com mandíbula pequena ou língua volumosa, em que a ventilação com máscara e a intubação traqueal não foram bem-sucedidas. Exemplos comuns incluem os pacientes portadores da Sequência de Robin e de Trissomia 21. (0,07 p)
• Quando a ventilação com pressão positiva fornecida por máscara facial é inefetiva e as tentativas de intubação não foram bem-sucedidas ou a intubação não é factível. (0,07 p)

(II) Quais são as limitações do uso da máscara laríngea a serem consideradas durante a reanimação neonatal?
As máscaras laríngeas têm várias limitações a serem consideradas durante a reanimação neonatal.
• Não servem para aspirar secreções das vias aéreas (0,07 p).
• Se há necessidade de pressões elevadas durante a ventilação, a mistura gasosa pode escapar través do selo entre faringe e máscara, resultando em pressão insuficiente para inflar os pulmões. (0,07 p)
• Não são seguras para administrar medicação endotraqueal (podem extravasar da máscara e se direcionarem ao esôfago) (0,07 p)
• As máscaras laríngeas não podem ser usadas em recém-nascidos muito pequenos. (0,07 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (203409 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Menino de 9 anos, branco, pais agricultores, procedentes do meio rural de pequena cidade. Foi admitido na UTIP por crise convulsiva seguida de coma desde a noite anterior à internação. Nasceu de parto vaginal, normal, a termo, pesando 2.000 g e sem intercorrências neonatais. Pais e irmã normais.
Há aproximadamente 4 anos, iniciou com episódios frequentes de vômitos e pneumonias de repetição. Anorexia, astenia, adinamia importantes e emagrecimento acentuado, ficando muitas vezes até 15 dias sem forças para levantar-se da cama. Alto grau de absenteísmo escolar, com rendimento muito baixo no aprendizado. Relato de extrema dificuldade para tolerar baixas temperaturas ambientais. Trazia resultados de investigações realizadas em dois Hospitais Universitários na capital do estado, nos últimos 3 anos, que concluíram por refluxo gastroesofágico e bronquite crônica. Veio transferido do Hospital de sua cidade, onde estava internado nos últimos 25 dias, recebendo medicação antibiótica endovenosa para tratamento de pneumonia.
Exame físico: peso de 16 Kg ( Mucosas coradas e pele escura. Ausculta cardíaca normal e pulmonar com diminuição de murmúrio vesicular à esquerda. Sem anormalidades ao exame abdominal. Genitália masculina com testículos de tamanho normal para a idade. Extremidades frias, pulsos femurais simétricos e amplos.
Exames laboratoriais: hemograma com hemoglobina de 11,5 g/dl, hematócrito de 35%, com 8700 leucócitos/dl com 1% de eosinófilos. Gasometria arterial com pH 7,23 e bicarbonato de 24 mEq/l. Sódio sérico de 102 mEq/l (VN 135 a 145 mEq/L) , potássio sérico de 5,1 mEq/l, (3,5 a 5,0 mEq/L) Ca iônico sérico de 1,02 mMol/l (Valores de Ref.:1,17 a 1,32 mmol/l), glicemia de 186 mg/dl, Uréia plasmática de 16 mg/dl, Creatinina plasmática de 0,8 mg/dl, sódio urinário de 74 mEq/l (Referência: 40,0 a 220,0 mEq/L) e potássio urinário de 24,7 mEq/l (Referência: 25,0 a 125,0 mEq/L).
Rx de tórax com consolidação parenquimatosa extensa à esquerda.
1) Quais são as modificações dos parâmetros laboratoriais que podem ter relação com a convulsão? - 0,2 pontos
2) Corroborando os dados clínicos com aqueles de laboratório sugerem e justifiquem a mais apropriada suspeita diagnóstica - 0,3 pontos.


RATING: 3

1) Quais são as modificações dos parâmetros laboratoriais que podem ter relação com a convulsão e coma? - 0,2 pontos
Conforme os exames apresentados a criança apresenta: acidose, hiponatremia profunda, leve hiperpotassemia, leve hipocalcemia, hiperglicemia. Entre as mencionadas, a hiponatremia é frequentemente causa de convulsões recorrentes com baixa resposta ás anticonvulsivantes. O paciente tem Rx tipico de pneumonia.
2) Corroborando os dados clínicos com aqueles de laboratório sugerem e justifiquem a mais apropriada suspeita diagnóstica - 0,3 pontos.

Temos os seguintes dados:
- episódios frequentes de vômitos e pneumonias de repetição
- anorexia, astenia, adinamia importantes e emagrecimento acentuado
- peso de 16 Kg ( - pele escura (raça branca)
- hiponatremia
- acidose
- hiperglicemia
Com esses dados, considera-se a hipótese inicial de crise adrenal aguda desencadeada por pneumonia e secundária à doença de Addison.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3)




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