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ACESSO INTRAÓSSEO (ÁREA DE PEDIATRIA)

Excelente via para administração de drogas, fluidos e hemoderivados na criança gravemente doente, de qualquer faixa etária é um método alternativo à administração intravenosa de medicamentos e fluidos, vem ganhando popularidade em situações onde o acesso intravenoso é difícil ou o momento é crítico.

Tem expandido a sua utilização na população pediátrica para uma variedade de situações:

  • na sala de emergência
  • em paradas cardíacas

ATUALMENTE, É CONSIDERADA A VIA DE ELEIÇÃO NO ATENDIMENTO INICIAL DA CRIANÇA GRAVE NA IMPOSSIBILIDADE DE ACESSO VASCULAR.

OBJETIVA: (954449 votos)..........94.41% das questões objetivas receberam votos.
Um residente de clínica geriátrica de 86 anos é levado de ambulância até o serviço de emergência local.
Foi encontrado inconsciente na cama, imerso em fezes negras.
Aparentemente, não estava se sentindo bem há 1 a 2 dias; nesse período, queixou-se de dor abdominal vaga e diminuição da ingestão oral. Não foi obtida nenhuma história adicional da equipe de enfermagem da clínica geriátrica. A história clínica pregressa é notável pela ocorrência de demência de Alzheimer e câncer de próstata tratado.
A equipe de emergência não conseguiu perceber um pulso fraco, e a pressão arterial foi de 91/49 mmHg, com frequência cardíaca de 120 bpm. Na emergência, a pressão é de 88/51 mmHg e a frequência cardíaca, de 131 bpm. Está obnubilado e gemendo, localiza a dor e apresenta veias cervicais colapsadas. Observa-se perda do turgor da pele. Um cateter venoso central é inserido e revela uma pressão venosa central de menos de 5 mmHg; São coletadas amostras para exame laboratorial inicial, e obtidos um eletrocardiograma e uma radiografia de tórax. A cateterização da bexiga não evidencia nenhuma urina. O anestesista é chamado à beira do leito do paciente e avalia as vias respiratórias. Qual é a melhor conduta imediata no tratamento desse paciente?
A. Infusão de solução salina hipertônica para aumentar a velocidade de enchimento vascular
B. Infusão rápida de solução cristaloide isotônica
C. Infusão rápida de solução coloidal
D. Iniciar suporte inotrópico com dobutamina
E. Iniciar vasopressores IV com norepinefrina

  RATING: 2.87

Um residente de clínica geriátrica de 86 anos é levado de ambulância até o serviço de emergência local.
Foi encontrado inconsciente na cama, imerso em fezes negras.
Aparentemente, não estava se sentindo bem há 1 a 2 dias; nesse período, queixou-se de dor abdominal vaga e diminuição da ingestão oral. Não foi obtida nenhuma história adicional da equipe de enfermagem da clínica geriátrica. A história clínica pregressa é notável pela ocorrência de demência de Alzheimer e câncer de próstata tratado.
A equipe de emergência não conseguiu perceber um pulso fraco, e a pressão arterial foi de 91/49 mmHg, com frequência cardíaca de 120 bpm. Na emergência, a pressão é de 88/51 mmHg e a frequência cardíaca, de 131 bpm. Está obnubilado e gemendo, localiza a dor e apresenta veias cervicais colapsadas. Observa-se perda do turgor da pele. Um cateter venoso central é inserido e revela uma pressão venosa central de menos de 5 mmHg; São coletadas amostras para exame laboratorial inicial, e obtidos um eletrocardiograma e uma radiografia de tórax. A cateterização da bexiga não evidencia nenhuma urina. O anestesista é chamado à beira do leito do paciente e avalia as vias respiratórias. Qual é a melhor conduta imediata no tratamento desse paciente?

A. Infusão de solução salina hipertônica para aumentar a velocidade de enchimento vascular
INCORRETO: veja o comentário da alternativa B
B. Infusão rápida de solução cristaloide isotônica
CORRETO : O choque hipovolêmico é a forma mais comum de choque e ocorre em consequência de hemorragia ou perda de volume plasmático, na forma de perdas gastrintestinais, urinárias e insensíveis. Os sintomas do choque hemorrágico e não hemorrágico são indistinguíveis. A hipovolemia leve é considerada como a perda de menos de 20% do volume sanguíneo e em geral se manifesta com poucos sinais clínicos, exceto taquicardia leve. A perda de 20 a 40% do volume sanguíneo resulta em hipotensão ortostática. A perda de mais de 40% do volume sanguíneo leva às manifestações clássicas de choque que consistem em taquicardia acentuada, hipotensão, oligúria e, por fim, obnubilação. A perfusão do sistema nervoso central é mantida até que o choque se torne grave. A oligúria é um parâmetro clínico muito importante que deve orientar a reposição de volume. Após avaliação para uma via respiratória adequada e respiração espontânea, a reanimação inicial tem por objetivo a reexpansão do volume intravascular e controle das perdas contínuas. A reposição de volume deve ser iniciada com infusão IV rápida de solução salina isotônica ou Ringer lactato. Em ensaios clínicos comparativos, as soluções coloidais não tiveram qualquer benefício adicional em comparação com soluções cristaloides e, na verdade, parecem ter aumentado a mortalidade em pacientes traumatizados.
C. Infusão rápida de solução coloidal
INCORRETO : veja o comentário da alternativa B
D. Iniciar suporte inotrópico com dobutamina
INCORRETO : veja o comentário da alternativa B
E. Iniciar vasopressores IV com norepinefrina
INCORRETO : veja o comentário da alternativa B

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.87)

DISCURSIVA: (173557 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela. (0,25 pontos)
2) Descrevam a técnica de colostroterapia. (0,25 pontos)


RATING: 2.96

1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela. (0,25 pontos)
2) Descrevam a técnica de colostroterapia. (0,25 pontos)

1) Definam a colostroterapia e a utilidade dela.
Consiste na instilação orofaríngea (0,05 p) de gotas de colostro fresco da própria mãe (0,05 p) para o recém-nascido 4 vezes ao dia (0,05 p) pelo mínimo de 48 horas. (0,05 p)
Utiliza-se para prevenção da enterocolite necrotizante (0,025 p) em recém nascidos com alto risco (0,0125 p)e que não podem ser alimentados com dieta enteral (0,0125 p)

2) Descrevam a técnica de colostroterapia.
Deve ser iniciada nas primeiras 4 a 6 h de vida (0,05 p), usando de 0,2 a 0,4 ml (7 a 14 gotas) (0,05 p) de colostro fresco ou refrigerado (0,05 p), administrado na orofaringe (0,05 p)a cada 2-3 h/dia, por 48 h (0,05 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.96)

CASO CLINICO: (201282 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Adolescente de doze anos, sexo feminino, caucasiana, sem antecedentes relevantes. No decorrer do mês de Agosto, iniciou subitamente prurido e eritema palmo-plantar, seguido de exantema nas mãos e nos pés e aparecimento de febre (38,5° C de temperatura axilar). Gradualmente, surgiu odinofagia e edema ligeiro da face. Ao quarto dia verificou-se generalização do exantema e agravamento da febre tendo recorrido ao Serviço de Urgência.
Na observação, era de salientar a febre (temperatura axilar de 39°C), associada a bom estado geral, ausência de sinais meníngeos, não transmitindo “sensação de doença grave”. Apresentava ligeiro edema da face e dos lábios acompanhado de exantema generalizado, papular de aspecto purpúrico e petéquial, com elementos de vários tamanhos (2 a 5 mm). As lesões eram dispersas pelo corpo mas tornavam-se confluentes e delimitadas às mãos/punhos e pés/tornozelos de forma simétrica, dando um nítido aspecto de “luvas e meias”. As palmas das mãos e plantas dos pés estavam atingidas. A mucosa oral apresentava enantema petequial com lesões ulceradas no palato e pilares amigdalinos e na região peribucal o exantema era mais intenso.
Os exames complementares de diagnóstico mostraram trombocitopenia (plaquetas 80000/mm3) e proteína C reativa de 6,3 mg/dL (normal < 0,5 mg/dL). O hemograma, estudo da coagulação, e as provas de função hepática e renal foram normais. A hemocultura viria a ser estéril.

I) Qual seria a etiologia provável desta moléstia? (0,1 pontos) II) Qual é a evolução provável deste quadro clinico? (0,1 pontos)

III) Enumeram pelo menos outras quatro formas clínicas que podem ser causadas por mesmo agente etiologico nas crianças. (0,3 pontos)




RATING: 3.01

I) Qual seria a etiologia provável desta moléstia? (0,1 pontos)

O Parvovírus B19 tem sido implicado como agente etiológicomais frequente.

II) Qual é a evolução provável deste quadro clinico? (0,1 pontos)

A síndrome é autolimitada e desaparece dentro de poucas semanas.

III) Enumeram pelo menos outras quatro formas clínicas que podem ser causadas por mesmo agente etiologico nas crianças. (0,3 pontos)

  1. eritema infeccioso (0,075 pontos)
  2. crise aplastica transitória (0,075 pontos)
  3. infecções fetais (0,075 pontos)
  4. miocardite (0,075 pontos)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.01)




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