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TUMORES BENIGNOS DE MAMA (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Mastologia – é uma disciplina cuja parte cirúrgica é dominada pelo câncer e parte clinica é dominada pelo medo do câncer. Patologias benignas:

  1.   Alterações do desenvolvimento
  2.   Alterações funcionais
  3.   Alterações inflamatórias
  4.   Tumores benignos

OBJETIVA: (1089777 votos)..........99.13% das questões objetivas receberam votos.
Um homem de 31 anos é levado para o pronto-socorro após um acidente automobilístico no qual seu peito chocou-se contra o volante. O exame físico revela sinais vitais estáveis, mas o paciente apresenta múltiplas fraturas palpáveis de costelas e um movimento paradoxal do lado direito do peito. O raio X do tórax não mostra evidências de pneumotórax ou hemotórax, mas uma grande contusão pulmonar está se desenvolvendo. O tratamento CORRETO incluirá qual dos seguintes?
A. Traqueostomia, ventilação mecânica e pressão positiva expiratória final
B. Estabilização da parede torácica com sacos de areia
C. Estabilização com toalhas e prendedores
D. Estabilização operatória imediata
E. Nenhum tratamento enquanto não houver evidências de angústia respiratória

  RATING: 2.74

Um homem de 31 anos é levado para o pronto-socorro após um acidente automobilístico no qual seu peito chocou-se contra o volante. O exame físico revela sinais vitais estáveis, mas o paciente apresenta múltiplas fraturas palpáveis de costelas e um movimento paradoxal do lado direito do peito. O raio X do tórax não mostra evidências de pneumotórax ou hemotórax, mas uma grande contusão pulmonar está se desenvolvendo. O tratamento CORRETO incluirá qual dos seguintes?

A. Traqueostomia, ventilação mecânica e pressão positiva expiratória final
CORRETO: A traqueostomia é recomendada porque esses pacientes geralmente necessitam de dez a 14 dias para estabilizar seus segmentos flutuantes e a toalete pulmonar é mais facilmente realizada com uma traqueostomia. As indicações de ventilação mecânica incluem impedimento significativo para ventilação pelo segmento instável, grande contusão pulmonar, paciente não-colaborador (p. ex., com lesão em segmento cefálico), anestesia geral por outro motivo, mais que cinco costelas fraturadas e desenvolvimento de falência respiratória.
B. Estabilização da parede torácica com sacos de areia
INCORRETO : Métodos externos como a colocação de sacos de areia ou ataduras com clipes não são mais usados.
C. Estabilização com toalhas e prendedores
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Estabilização operatória imediata
INCORRETO : A estabilização cirúrgica com arames será realizada se houver necessidade de toracotomia por outros motivos.
E. Nenhum tratamento enquanto não houver evidências de angústia respiratória
INCORRETO : O tórax flutuante é diagnosticado pela presença de movimento paradoxal em alguma porção da parede torácica. Pelo menos três fraturas em costelas adjacentes ou cartilagens costais são necessárias para produzir essa condição. As complicações do tórax flutuante incluem hipoventilação pulmonar segmentar com subconseqüente infecção e em última instância falência pulmonar. A conduta no tórax flutuante deveria ser individualizada.

Gabarito:  A

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.74)

DISCURSIVA: (179551 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
1) Quais são as informações fornecidas com o monitor Holter no diagnóstico das arritmias em crianças? (0,25 pontos)
2) Quais são as informações fornecidas com o teste ergométrico no diagnóstico das arritmias em crianças? (0,25 pontos)


RATING: 3

1) Quais são as informações fornecidas com o monitor Holter no diagnóstico das arritmias em crianças? (0,25 pontos)
2) Quais são as informações fornecidas com o teste ergométrico no diagnóstico das arritmias em crianças? (0,25 pontos)

1) Quais são as informações fornecidas com o monitor Holter no diagnóstico das arritmias em crianças?
O monitor Holter fornece um ritmo contínuo de gravação de eletrodos adesivos para um mínimo de 24 ou 48 horas. Utiliza uma pequena e leve bateria operando um gravador eletromagnético ou digital que grava dois ou três canais de dados eletrocardiográficos. Ele fornece dados sobre:
  1. Mínima, média e máxima frequência cardíaca (0,05 p)
  2. Pausa mais longa da frequência cardíaca. (0,04 p)
  3. Número de extrassístoles atriais e ventriculares. (0,04 p)
  4. Número de Taquiarritmias Supraventriculares (TPSV) (0,04 p)
  5. Duração da TPSV mais longa. (0,04 p)
  6. Número de Taquicardia Ventricular (TV) (0,04 p)
  7. Duração da TV mais longa. (0,04 p)
2) Quais são as informações fornecidas com o teste ergométrico no diagnóstico das arritmias em crianças?
O objetivo do teste de exercício é observar o efeito do aumento da atividade simpática sobre o ritmo da criança em que foi encontrada uma anormalidade no ECG ou no Holter, O teste permite uma avaliação das seguintes ações:
  1. função do nó sinusal (0,04 p)
  2. condução intracardíaca (0,04 p)
  3. prognostico da Wolff-Parkinson-White (0,04 p)
  4. os Batimentos Ectópicos Ventriculares (0,05 p)
  5. o risco de TV (0,04 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (209165 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Bióloga, professora universitária, 47 anos, hipertensa, tabagista inveterada (cerca de 2 maços por dia), apresenta quadro de insuficiência coronária, com indicação para cirurgia de revascularização do miocárdio; procura cirurgião especializado, de sua confiança e de seu círculo social.
O cirurgião, conhecedor do fato de que o marido da professora apresenta comportamento de risco (portador do vírus da imunodeficiência humana [HIV] por possível bissexualidade?), exige a realização do teste de HIV como pré-condição para operá-la. A paciente informa ter realizado o exame há 10 meses, com resultado negativo.
O cirurgião insiste na feitura de novo exame. A paciente se nega a realizá-lo e o médico se nega a operá-la.
Por interferência da Diretoria Clínica do hospital a doente acaba concordando em realizar o teste, cujo resultado vem a ser negativo.
O cirurgião, então, a procura e decide marcar a intervenção cirúrgica.
A paciente, porém, pergunta ao cirurgião: ”Qual o motivo para exigir o teste HIV?”

Responde o cirurgião: ”Porque durante o ato cirúrgico eu poderia, por acidente, me ferir e correr o risco de ser infectado”. 

”Nesse caso,” diz a paciente,”desejo também conhecer o resultado do seu teste, pois o senhor também pode, na mesma situação, em cirurgia extracorpórea, me contaminar”.
PERGUNTA-SE:
1) É errada a atitude do medico? Justifiquem! (0,2 p)
2) O Conselho Regional de Medicina pode punir o medico? Conforme qual princípio? (0,2 p)
3) É justificado o pedido da paciente que o medico fizesse, também, o exame? (0,1 p)




RATING: 3.23

1) É errada a atitude do medico? Justifiquem!
É errada, sim.
O risco de transmissão ocupacional do HIV, embora exista, é extremamente baixo.
No caso, há um equívoco de natureza ética que se expressa na mensagem para a paciente. A mensagem é nitidamente de cunho persecutório e discriminador: há uma ameaça de excluí-la do necessário ato cirúrgico com base em discriminação que coloca a soropositividade como definidora do risco do acidente. O risco de acidente, por definição, vai estar presente em qualquer procedimento e, por isto mesmo, normas universais de biossegurança são elaboradas. Diferentemente da preferência atual pelos cuidados universais, o cirurgião em questão optou por cuidados específicos, o que é uma outra tendência, ao lançar mão de uma triagem sorológica. O resultado negativo não lhe daria a segurança desejada, pois em um período de janela imunológica a infecção existente ainda não estaria sendo revelada pela presença de anticorpos. Não haveria qualquer empecilho ético ou legal se alguns princípios estivessem resguardados, e sobre estes nos reportamos ao Parecer nº 11/92, de 14/2/92, do Conselho Federal de Medicina:
  1. O exame deve ser voluntário, após informações completas e adequadas ao paciente quanto à sua finalidade.
  2. O paciente que se recusar a ser testado não deve ter prejuízos em sua assistência em decorrência de sua decisão
  3. Os pacientes positivos deverão ter garantias de sigilo em relação ao resultado e de manutenção de todos os seus direitos em relação à assistência oferecida pela instituição, sem prejuízo na qualidade de seu atendimento.
2) O Conselho Regional de Medicina pode punir o medico? Conforme qual princípio?
Pode punir, sim.
Não é à toa que o novo Código de Ética Médica, contendo normas a serem observadas por todos os médicos e centrando a ética no paciente, aponta entre seus princípios fundamentais ser a medicina uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e deve ser exercida sem discriminação de qualquer natureza (art. 1º).
Ao ampliar o capítulo consagrado aos direitos humanos, o Código de Ética Médica enfatiza a proibição da discriminação de qualquer forma ou sob qualquer pretexto (art. 47).
aparente colidência dessas disposições com o contido no artigo 58 do mesmo Código de Ética. Ali se estabelece ser vedado ao médico ”deixar de atender paciente que procure seus cuidados profissionais em caso de urgência, quando não haja outro médico ou serviço médico em condições de fazê-lo”. Interpretando essa disposição isoladamente e a contrario sensu, teremos que o médico, salvo caso de urgência, pode recusar quem quiser, pelo motivo que quiser. Ou seja, do ponto de visto de deixar de prestar a cirurgia não tem suporte para punição.
Contudo, ele pode ser punido para discriminação. O médico não pode discriminar, mas também não deve tolerar discriminação por questões de religião, sexo, nacionalidade, cor, opção sexual, opinião política ou de qualquer outra natureza (art. 20 do Código de Ética).
Os direitos do médico, porque estabelecidos para evitar a contaminação da profissão com qualquer vínculo que a afaste de seus princípios fundamentais, devem ser pensados antes como poderes- deveres, como normas éticas, do que propriamente como direitos do médico. Tanto assim é que deles não pode abrir mão o profissional da medicina, sob pena de cometer grave violação de dever fundamental (art. 8º do Código de Ética).

3. É justificado o pedido da paciente que o medico fizesse, também, o exame?

Não é justificada, também.
A solicitação ”revanchista” da paciente para que o médico também lhe revelasse a sorologia para o HIV se contrapõe ao direito do médico - o mesmo de qualquer outra pessoa - à confidencialidade.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.23)




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