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DIVERTICULOSE ESOFAGICA (ÁREA DE CIRURGIA)

A diverticulose esofágica é uma condição incomum, mas potencialmente grave, na qual pequenas bolsas ou sacos (divertículos) se formam na parede do esôfago. Estas bolsas podem se preencher com alimentos ou líquidos, o que pode levar a sintomas como tosse, dor torácica, dificuldade para engolir e desconforto abdominal. O tratamento mais comum para a diverticulose esofágica é a cirurgia. A cirurgia envolve a remoção dos divertículos e de qualquer tecido inflamado ou danificado, bem como a reconstrução da parede do esôfago. Após o procedimento, o paciente geralmente recebe medicamentos para reduzir o risco de infecção ou complicações. Além disso, o paciente pode ser aconselhado a mudar sua dieta ou estilo de vida para diminuir o risco de complicações futuras.

OBJETIVA: (1035223 votos)..........97.54% das questões objetivas receberam votos.
O traumatismo abdominal pode lesionar vários orgãos. Na maioria das lesões dos vários orgãos o tratamento pode ás vezes ser simplesmente conservador, EXCETO em caso de:
A. lesão hepática
B. lesão intestinal
C. lesão esplênica
D. lesão gênito-urinaria
E. lesão pancreática

  RATING: 3.02

O traumatismo abdominal pode lesionar vários orgãos. Na maioria das lesões dos vários orgãos o tratamento pode ás vezes ser simplesmente conservador, EXCETO em caso de:

A. lesão hepática
INCORRETO: O tratamento é conservador na maioria das vezes; internação em UTI e observação seriada com tomografia e ultra-sonografia; tratamento cirúrgico para os casos com choque refratário (apenas 4% das lesões necessitam tratamento cirúrgico).
B. lesão intestinal
CORRETO : A incidência de lesão intestinal na criança em trauma abdominal fechado é de 1,4%, e, segundo Jerby, o diagnóstico pode ser feito em 94% das crianças através do exame físico. Os principais sinais são de irritação peritoneal: abdome em tábua, paracentese positiva para conteúdo fecal ou alimento, e o tratamento geralmente é cirúrgico.
C. lesão esplênica
INCORRETO : Deve ser mantida em observação seriada com ultrasonografia e tomografia e dosagem de hematócrito. Perda de 40% da volemia indica tratamento cirúrgico; na maioria dos casos, o tratamento é conservador.
D. lesão gênito-urinaria
INCORRETO : O trauma gênito-urinário pode variar desde uma simples contusão até ruptura do pedículo renal com hematoma perinéfrico e perda completa de função renal. Dos pacientes com lesão na UGE, 80% têm conduta expectante. Opta-se por conduta cirúrgica nos casos de queda do hematócrito e hemoglobina, choque refratário, distensão vesical por coágulos
E. lesão pancreática
INCORRETO : O tratamento é conservador com aspiração contínua em sonda nasogástrica e nutrição parenteral prolongada. Em grande casuística relatada por Keller, a maioria das lesões pancreáticas sem lesão ductal ou deterioração clínica do paciente resolveu-se com tratamento conservador; apenas 10% necessitaram de procedimento cirúrgico para drenagem de pseudocisto.

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.02)

DISCURSIVA: (178057 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A criança é particularmente suscetível a desenvolver insuficiência respiratória, pois existem diversos fatores interrelacionados, que vão desde peculiaridades anatômicas a características fisiológicas e imunológicas. Enumeram pelo menos 5 (cinco) fatores que favorecem essa evolução:


RATING: 2.98

A criança é particularmente suscetível a desenvolver insuficiência respiratória, pois existem diversos fatores interrelacionados, que vão desde peculiaridades anatômicas a características fisiológicas e imunológicas. Enumeram pelo menos 5 (cinco) fatores que favorecem essa evolução:

Fatores que favorecem essa evolução (0,1 p para cada um):

  1. pequeno diâmetro das vias aéreas que produz uma maior tendência à obstrução; a
  2. função muscular intercostal e a diafragmática menos maduras favorecendo à exaustão;
  3. poros de ventilação colateral (Canais de Lampert e Poros de Kohn) pobremente desenvolvidos favorecendo à formação de atelectasias;
  4. caixa torácica mais complacente;
  5. incoordenação tóraco-abdominal durante o sono REM que prejudica a higiene brônquica;
  6. pulmões com menos elastina nas crianças pequenas levando à diminuição na propriedade de recolhimento elástico com conseqüente diminuição na complacência pulmonar;
  7. o sistema imunológico em desenvolvimento favorecendo às infecções
  8. taxas metabólicas são mais altas, enquanto que a capacidade residual funcional (CRF) e a reserva de oxigênio são mais baixas. Assim, em razão de disfunção respiratória, as crianças tornam-se rapidamente hipoxêmicas.

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.98)

CASO CLINICO: (207522 votos)..........98.98% dos casos clinicos receberam votos.
Após a realização de maratona, um atleta dá entrada no hospital e o exame de gasometria laboratorial realizado imediatamente, antes do efeito da medicação aplicada é o seguinte: pH: 7,14
[HCO3]real: 10 mEql/l
pCO2: 30 mmHg
[HCO3]standard: 12 mEql/l
BE.: ‐8

Baseado neste resultado, você acha que a administração de bicarbonato endovenoso fará algum efeito para reverter esse quadro? Discuta os resultados apresentados e sugira as razões para este quadro.


RATING: 2.98

ETAPA 1: É acidose ou alcalose? Vamos olhar o pH, que é 7,14, ou seja temos uma acidose.
ETAPA 2: É uma acidose RESPIRATÓRIA ou METABÓLICA?. Qual parâmetro é o mais modificado? O CO2 é baixo, então provavelmente que predomina uma ACIDOSE METABOLICA.
ETAPA 3: Essa acidose é uma acidose metabólica pura? Para isso vamos ter que calcular o ANION GAP. Para o calculo deste parâmetro ou vamos utilizar a formula que leva em consideração Na+, Cl- e HCO3- (dados que não foram fornecidos pelo enuncio) ou podemos utilizar o bicarbonato standard e real, sendo que: HCO3 corrigido (10 mEq/l) = HCO3 (12 mEq/l) - (AG-12)  
Ou seja, o AG=14, e, sendo maior que 12. Convencionalmente ele estará aumentado se for maior de 12 mEq e baixo se for menos que 12 mEq.

As acidoses com AG aumentado, então, são caracterizadas pelo cúmulo de outros ácidos que HCl ou H2CO3, refletindo, então, a retenção de fosfatos, ácidos orgânicos, ou tóxicos endógenos. Nestes casos a cloremia vai ser normal. É explicável, já que, consecutivamente ao esforço físico, aparece a acidose láctica (anaerobiose - desvio do ciclo Krebs - glicólise anaeróbica).

Ou seja, existem outros ácidos (neste caso, o acido láctico) que abaixa o pH. A administração de bicarbonato é necessária para tamponar a acidemia láctica.
 

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.98)




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