É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA
Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):
ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS
PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE
RATING: 2.95 ![]()
Entre os parâmetros abaixo tem utilidade na avaliação do crescimento fetal no diabetes pré-gestacional:
A. o doppler uterino a cada 3 semanas, no ultimo trimestre da gestação, doppler da artéria
umbilical a partir de 26 semanas
INCORRETO: O doppler de uterinas é importante sinal preditivo de toxemia. Somente as mulheres com risco de CIR (doença macrovascular e/ou nefropatia) requerem conduta individualizada (v.g., doppler da artéria umbilical a partir de 26 semanas).
B. o volume do líquido amniótico (vLA), a cada 4 semanas, no período de 28 a 36 semanas, cardiotocografia e perfil biofisico fetal depois 38 semanas.
CORRETO : No diabetes está indicada a monitoração sonográfica do crescimento fetal e do volume do líquido amniótico (vLA), a cada 4 semanas, no período de 28 a 36 semanas. Os exames de vitabilidade fetal de rotina devem ser realizados a partir de 38 semanas: cardiotocografia e o
perfil biofísico fetal
C. a translucência nucal (TN) e o doppler do duto venoso a cada 8 semanas, nos primeiros dois trimestres
INCORRETO : o principal parâmetro no primeiro trimestre, que mostra o risco de malformações, é a HbA1c, especialmente valores > 9,5%. podendo combinar os dados oferecidos com a translucência nucal (TN) e o doppler do duto venoso para desvendar eventuais malformações cardíacas.
D. ecocardiografia fetal com 18-20 semanas e a circunferência abdominal fetal (CA), a cada 3-4 semanas, com ultrassonografia seriada
INCORRETO : A ecocardiografia fetal é mandatória (18-20 semanas) para descobrir malformações cardíacos . Rastreiamos a macrossomia fetal avaliando a circunferência abdominal (CA), a cada 3-4 semanas, com ultrassonografia seriada.
E. a hemoglobina glicosilada fetal
INCORRETO : Já vîmos que o principal parâmetro no primeiro trimestre, que mostra o risco de malformações, é a HbA1c, especialmente valores > 9,5%.
Gabarito: B
A anemia sideroblástica constitui um grupo heterogêneo de desordens. Discorra sobre:
RATING: 2.91 ![]()
A anemia sideroblástica constitui um grupo heterogêneo de desordens. Discorra sobre:
1. Distúrbio básico na patogênese da síntese do heme
2. Principais formas etiológicas (hereditária e adquiridas)
3. Achados diagnósticos no sangue periférico e na medula óssea
4. Complicações da sobrecarga de ferro e o tratamento
FONTE:
ANEMIA SIDEROBLASTICA - PLATAFORMA MISODOR
Mulher de 35 anos, tabagista (20 maços-ano), previamente hígida, procura atendimento com quadro de 7 meses de evolução caracterizado por perda ponderal de 14 kg (apesar de apetite preservado), palpitações, intolerância ao calor, tremor fino de extremidades, sudorese excessiva, irritabilidade e evacuações amolecidas frequentes. Há 3 meses notou proptose bilateral progressiva, diplopia intermitente, lacrimejamento, fotofobia e edema periorbitário. Há 15 dias refere diminuição da acuidade visual no olho direito e dor retro-ocular. Nega uso de medicamentos ou contraste iodado recente.
Ao exame físico: PA 145 × 85 mmHg, FC 118 bpm (ritmo regular), temperatura 37,4 °C. Bócio difuso grau II, superfície lisa, frêmito e sopro sistólico sobre a glândula. Exoftalmia bilateral (Hertel 25 mm OD / 24 mm OE), restrição importante dos movimentos oculares (principalmente elevação e abdução), sinal de von Graefe positivo, quemose e hiperemia conjuntival. Fundo de olho: edema de disco óptico à direita. Lesões eritematosas, induradas e não depressíveis na região pré-tibial bilateral. Tremor fino distal e hiper-reflexia.
Exames laboratoriais iniciais: TSH < 0,01 mUI/L; T4 livre 5,1 ng/dL (VR 0,7–1,8); T3 total 345 ng/dL; TRAb (anticorpos antirreceptor de TSH) fortemente positivo (28 UI/L; VR < 1,75); anti-TPO positivo em título moderado. Ultrassonografia tireoidiana: glândula difusamente aumentada, hipoecogênica e com hipervascularização intensa ao Doppler. TC de órbitas: aumento volumoso dos músculos extraoculares (especialmente reto medial e inferior) com compressão apical do nervo óptico à direita (crowding apical).
O caso configura doença de Graves com hipertireoidismo clinicamente grave, orbitopatia de Graves ameaçadora da visão (neuropatia óptica distireóidea) e dermopatia tireoidiana.
Todos os direitos reservados. 2026.
A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.