É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA
Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):
ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS
PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE
RATING: 3.02 ![]()
O traumatismo abdominal pode lesionar vários orgãos. Na maioria das lesões dos vários orgãos o tratamento pode ás vezes ser simplesmente conservador, EXCETO em caso de:
A. lesão hepática
INCORRETO: O tratamento é conservador na maioria das vezes; internação em UTI e observação seriada com tomografia e ultra-sonografia; tratamento cirúrgico para os casos com choque refratário (apenas 4% das lesões necessitam tratamento cirúrgico).
B. lesão intestinal
CORRETO : A incidência de lesão intestinal na criança em trauma abdominal fechado é de 1,4%, e, segundo Jerby, o
diagnóstico pode ser feito em 94% das crianças através do exame físico. Os principais sinais são de irritação peritoneal: abdome em tábua, paracentese positiva para conteúdo fecal ou alimento, e o tratamento geralmente é cirúrgico.
C. lesão esplênica
INCORRETO : Deve ser mantida em observação seriada com ultrasonografia e tomografia e dosagem de hematócrito. Perda
de 40% da volemia indica tratamento cirúrgico; na maioria dos casos, o tratamento é conservador.
D. lesão gênito-urinaria
INCORRETO : O trauma gênito-urinário pode variar desde uma simples contusão até ruptura do pedículo renal com hematoma perinéfrico e perda completa de função renal. Dos pacientes com lesão na UGE, 80% têm conduta expectante. Opta-se por conduta cirúrgica nos casos de queda do hematócrito e hemoglobina, choque refratário, distensão vesical por coágulos
E. lesão pancreática
INCORRETO : O tratamento é conservador com aspiração contínua em sonda nasogástrica e nutrição parenteral prolongada. Em grande casuística relatada por Keller, a maioria das lesões pancreáticas sem lesão ductal ou deterioração clínica do paciente resolveu-se com tratamento conservador; apenas 10% necessitaram de procedimento cirúrgico para drenagem de pseudocisto.
Gabarito: B
RATING: 2.98 ![]()
Fatores que favorecem essa evolução (0,1 p para cada um):
- pequeno diâmetro das vias aéreas que produz uma maior tendência à obstrução; a
- função muscular intercostal e a diafragmática menos maduras favorecendo à exaustão;
- poros de ventilação colateral (Canais de Lampert e Poros de Kohn) pobremente desenvolvidos favorecendo à formação de atelectasias;
- caixa torácica mais complacente;
- incoordenação tóraco-abdominal durante o sono REM que prejudica a higiene brônquica;
- pulmões com menos elastina nas crianças pequenas levando à diminuição na propriedade de recolhimento elástico com conseqüente diminuição na complacência pulmonar;
- o sistema imunológico em desenvolvimento favorecendo às infecções
- taxas metabólicas são mais altas, enquanto que a capacidade residual funcional (CRF) e a reserva de oxigênio são mais baixas. Assim, em razão de disfunção respiratória, as crianças tornam-se rapidamente hipoxêmicas.
FONTE:
ETAPA 1: É acidose ou alcalose? Vamos olhar o pH, que é 7,14, ou seja temos uma acidose.
ETAPA 2: É uma acidose RESPIRATÓRIA ou METABÓLICA?. Qual parâmetro é o mais modificado? O CO2 é baixo, então provavelmente que predomina uma ACIDOSE METABOLICA.
ETAPA 3: Essa acidose é uma acidose metabólica pura?
Para isso vamos ter que calcular o ANION GAP. Para o calculo deste parâmetro ou vamos utilizar a formula que leva em consideração Na+, Cl- e HCO3- (dados que não foram fornecidos pelo enuncio) ou podemos utilizar o bicarbonato standard e real, sendo que:
HCO3‐ corrigido (10 mEq/l) = HCO3‐ (12 mEq/l) - (AG-12)
Ou seja, o AG=14, e, sendo maior que 12. Convencionalmente ele estará aumentado se for maior de 12 mEq e baixo se for menos que 12 mEq.
As acidoses com AG aumentado, então, são caracterizadas pelo cúmulo de outros ácidos que HCl ou H2CO3, refletindo, então, a retenção de fosfatos, ácidos orgânicos, ou tóxicos endógenos. Nestes casos a cloremia vai ser normal. É explicável, já que, consecutivamente ao esforço físico, aparece a acidose láctica (anaerobiose - desvio do ciclo Krebs - glicólise anaeróbica).
Ou seja, existem outros ácidos (neste caso, o acido láctico) que abaixa o pH. A administração de bicarbonato é necessária para tamponar a acidemia láctica.
Todos os direitos reservados. 2026.
A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.