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DISTURBIOS DE CICLO MENSTRUAL (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Os distúrbios do ciclo menstrual podem ser classificados em três grupos principais: anovulação, amenorreia e dismenorreia. A anovulação inclui distúrbios do ciclo onde não há ovulação, ou seja, nenhuma liberação de um óvulo durante o ciclo. Estes incluem ciclos anovulatorios (nenhuma ovulação durante a maioria ou todas as menstruações) e ciclos que sejam ovulatoriossomente ocasionalmente. A amenorréia é o atraso na menstruação ou a ausência de menstruação por mais de três meses. A dismenorreia refere-se ao dor menstrual exagero, e pode ser qualificada como primaria ou secundária. A dismenorreia primária é a dor sem causa física ou anatômica, enquanto a dismenorreia secundaria é a dor que resulta de um problema médico encontrado durante a avaliação ginecológica. É importante ter cuidado para nãoificou dores menstruais como sendo apenas normais, pois a dismenorreia pode indicar problemas de saúde subjacentes. Tratamentos para distúrbios do ciclo menstrual podem ser medicinais e hormonais, baseando-se na causa do distúrbio. É importante que você converse com seu ginecologista para obter o melhor tratamento para você.

OBJETIVA: (942120 votos)..........94.09% das questões objetivas receberam votos.
Uma paciente de 46 anos de idade, com antecedente de doença celíaca e em uso irregular de metimazol, refere tratamento de pneumonia com amoxicilina, sem melhora significativa, há uma semana. Evoluiu, há três dias, com dispneia progressiva, associada à taquicardia (FC de 144 bpm e pulso irregular), T de 39°, PA de 100 x 80 mmHg, confusão mental e icterícia. Ao exame físico, estertores até terço médio em ambos os hemitórax, sopro sistólico 2+/6 em foco mitral, dor abdominal difusa e edema em membros inferiores. Escore de 120 pontos na escala de Burch‐Wartofsky. Com base nesse caso hipotético, é CORRETO afirmar que:
A. são esperados níveis normais de T4 livre e níveis aumentados de T3
B. a aplicação da escala de Burch‐Wartofsky auxilia no diagnóstico de tempestade tireoidiana, sendo que escores inferiores a 25 tornam o diagnóstico improvável
C. adenoma tóxico e bócio multinodular atóxico são causas de tempestade tireoidiana
D. a doença apresenta baixa mortalidade
E. são opções terapêuticas para a crise tireotóxica: propiltiouracil; lítio; lugol; hidrocortisona; e captopril.

  RATING: 2.88

Uma paciente de 46 anos de idade, com antecedente de doença celíaca e em uso irregular de metimazol, refere tratamento de pneumonia com amoxicilina, sem melhora significativa, há uma semana. Evoluiu, há três dias, com dispneia progressiva, associada à taquicardia (FC de 144 bpm e pulso irregular), T de 39°, PA de 100 x 80 mmHg, confusão mental e icterícia. Ao exame físico, estertores até terço médio em ambos os hemitórax, sopro sistólico 2+/6 em foco mitral, dor abdominal difusa e edema em membros inferiores. Escore de 120 pontos na escala de Burch‐Wartofsky. Com base nesse caso hipotético, é CORRETO afirmar que:

A. são esperados níveis normais de T4 livre e níveis aumentados de T3
INCORRETO: O diagnóstico de CT é baseado na apresentação clínica, sendo fundamental iniciar tratamento imediato em caso de suspeita diagnóstica, sem aguardar os resultados das dosagens laboratoriais de hormônios tireóideos e de TSH, com a finalidade de diminuir a mortalidade. As alterações hormonais costumam ser semelhantes àquelas encontradas na tireotoxicose não complicada: elevação de T3 e T4, com supressão de TSH, não sendo, portanto, definidoras para o diagnóstico
B. a aplicação da escala de Burch‐Wartofsky auxilia no diagnóstico de tempestade tireoidiana, sendo que escores inferiores a 25 tornam o diagnóstico improvável
INCORRETO : Um importante parâmetro diagnóstico é o índice de Burch e Wartofsky, sendo que o score entre 44 e 180 indica alta probabilidade de crise (tempestade) tireoidiana
C. adenoma tóxico e bócio multinodular atóxico são causas de tempestade tireoidiana
INCORRETO : As principais causas (quadro 1) de hipertireoidismo/tireotoxicose são: doença de Graves, bócio uni ou multinodular tóxico, liberação excessiva de T3 e T4 (por destruição dos folículos) como nas tireoidites subagudas, ingestão excessiva de T3 ou T4 ou de iodo ou amiodarona.
D. a doença apresenta baixa mortalidade
INCORRETO : A CT é uma emergência endocrinológica potencialmente fatal se não tratada de maneira precoce e intensa.
E. são opções terapêuticas para a crise tireotóxica: propiltiouracil; lítio; lugol; hidrocortisona; e captopril.
INCORRETO : O tratamento deve ser iniciado imediatamente após a suspeita clínica, independentemente dos resultados laboratoriais e visa manter as condições gerais e tratar o fator desencadeante do processo. É realizado em UTI, com monitorização contínua e suporte ventilatório. Baseia-se no bloqueio de hormônios da tireóide, sendo as tionamidas as drogas de escolha.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.88)

DISCURSIVA: (172199 votos) ..........99.36% das questões discursivas receberam votos.
(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)


RATING: 3.03

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal? (0,175 pontos)
(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal. (0,2 pontos)
(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal? (0,075 pontos)
(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal? (0,05 pontos)

(I) Quando está imperativo o uso de adrenalina na reanimação neonatal?
A adrenalina é indicada se a frequência cardíaca do bebê permanecer abaixo de 60 bpm (0,025 p) após:
• Pelo menos 30 segundos de ventilação (0,025 p) com pressão positiva (VPP) (0,025 p) que infla os pulmões (0,025 p) , o que é evidenciado por movimento do tórax (0,025 p) ;
• Outros 60 segundos de massagem cardíaca (0,025 p) acompanhada de VPP (0,025 p) com oxigênio a 100%. (0,025 p)

(II) Definam as recomendações em relação ao emprego da adrenalina na reanimação neonatal.
Recomendações em relação ao emprego da adrenalina:
a. Concentração: 1:10.000 (0,1 mg/mL) (0,025 p)
b. Via:
Endovenosa (preferível) (0,025 p) ou intraóssea (0,025 p)
c. Dose: Endovenosa/Intraóssea = 0,1 - 0,3 mL/kg (0,025 p) . Pode ser repetida a cada 3-5 minutos. (0,025 p)
Considerar uma dose mais elevada (0,5 - 1,0 mL/kg) SOMENTE para a via endotraqueal. (0,025 p)
d. Velocidade: rapidamente (0,025 p)

(III) Quando está imperativo o uso de expansores de volume na reanimação neonatal?
A administração de expansor de volume está indicada se o recém-nascido não está respondendo aos passos da reanimação (0,025 p) E existem sinais de choque (0,025 p) ou história de perda aguda de volume sanguíneo (0,025 p) .

(IV) Quais são os critérios utilizados para interromper a ressuscitação/reanimação neonatal?
Se a ausência de frequência cardíaca é confirmada depois de 10 minutos de reanimação (0,025 p) , é razoável interromper os esforços de reanimação. Entretanto, a decisão de prosseguir com a reanimação ou interrompê-la deve ser individualizada. (0,025 p)

FONTE:

Manual de Reanimação Neonatal da Academia Americana de Pediatria - 7ª edição

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.03)

CASO CLINICO: (199316 votos)..........99.47% dos casos clinicos receberam votos.
Um novo teste diagnóstico foi criado para diagnóstico de pacientes esquizofrênicos. Seus resultados são mostrados na tabela:
 

ESQUIZOFRENIA

TESTE   PRESENTE AUSENTE TOTAL
POSITIVO 100 50 150
NEGATIVO 200 200 400
TOTAL 300 250 550

a) Qual é a sensibilidade do teste? (0,125 pontos)
b) Qual é a especificidade do teste? (0,125 pontos)
c) Qual é o valor preditivo negativo do teste? (0,125 pontos)
d) Qual é o valor preditivo positivo do teste? (0,125 pontos)


RATING: 2.97

a) Sensibilidade: 100/300 = 0,33 (0,125 p)
b) Especificidade: 200/250 = 0,8 (0,125 p)
c) Valor Preditivo Negativo = 200/400 =0,5 (0,125 p)
d) Valor Preditivo Positivo: 100/150 =0,66 (0,125 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




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