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VARICELA E HERPES ZOSTER (ÁREA DE PEDIATRIA)

Doença comum em crianças, sobretudo em climas temperados, apresenta alta contagiosidade (>90% de ataque secundário), com pico de incidência entre 5 e 9 anos e pico sazonal primavera.
O vírus varicela zoster (virus varicela zoster) causa infecções primárias, latentes e recorrentes.

OBJETIVA: (1115484 votos)..........99.5% das questões objetivas receberam votos.
No tratamento cirúrgico do melanoma cutâneo com espessura de Breslow entre 1 e 2 mm, qual margem de excisão é preferível para reduzir o risco de recidiva local, quando anatomicamente viável?
A. Margem de 0,5 cm, suficiente para melanoma in situ
B. Margem de 1 cm, aceitável mas não ideal para espessuras intermediárias
C. Margem de 3 cm, recomendada para tumores espessos acima de 4 mm
D. Margem de 2 cm, apropriada sem evidência de superioridade para maiores
E. Margem de 1 cm sob anestesia local, adiando para pós-parto em gestantes

  RATING: 3.18

No tratamento cirúrgico do melanoma cutâneo com espessura de Breslow entre 1 e 2 mm, qual margem de excisão é preferível para reduzir o risco de recidiva local, quando anatomicamente viável?

A. Margem de 0,5 cm, suficiente para melanoma in situ
INCORRETO: A margem de segurança de 0,5 cm é para melanoma in situ, mas é insuficiente para invasivos.
B. Margem de 1 cm, aceitável mas não ideal para espessuras intermediárias
INCORRETO : A margem de segurança de 1 cm é aceitável para 1-2 mm, mas 2 cm é preferível para reduzir recidiva local quando viável.
C. Margem de 3 cm, recomendada para tumores espessos acima de 4 mm
INCORRETO : Margem de segurança de 3 cm não tem superioridade para tumores espessos de > 2 mm, e para > 4 mm margens > 2 cm não adicionam benefício.
D. Margem de 2 cm, apropriada sem evidência de superioridade para maiores
CORRETO : Para espessuras de 1 - 2 mm, margem de 2 cm é preferível para reduzir pequeno risco de recidiva local quando anatomicamente viável, sem evidências de superioridade para 3 cm em > 2 mm.
E. Margem de 1 cm sob anestesia local, adiando para pós-parto em gestantes
INCORRETO : Uma margem de 1 cm sob anestesia local com adiamento para pós-parto é estratégia conservadora em gravidez para melanomas intermediários, não preferível em geral.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.18)

DISCURSIVA: (181178 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)


RATING: 3.01

A medição da pressão arterial no paciente pediátrico tem como critério obrigatório a escolha do manguito adequado. Identifiquem os passos e os procedimentos para estabelecer o tamanho correto do manguito do esfigmomanômetro em crianças. (0,5 pontos)

Medir a circunferência do braço para a escolha do manguito:
1º passo: Medir a distância do acrômio ao olecrano; (0,1 p)
2º passo: Identificar o ponto médio da distância entre o acrômio e o olecrano; (0,1 p)
3º passo: Medir a circunferência do braço nesse ponto médio. (0,1 p)
A partir dessa medida, seleciona-se o manguito adequado para a medida, que deve cobrir 40% da largura (0,1 p) e 80 a 100% do comprimento (0,1 p).

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.01)

CASO CLINICO: (211127 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Paciente masculino, branco, 70 anos, tabagista crônico (50 maços-ano), com exposição ocupacional prévia em indústria de tintas, procura atendimento por hematúria indolor macroscópica recorrente há 3 meses, associada a sintomas irritativos vesicais (urgência e frequência). Exame físico sem massa pélvica palpável. Ultrassonografia mostra lesão papilar na bexiga. Citologia urinária positiva para células de alto grau. Não há hidronefrose.

I. Qual é a suspeita diagnóstica principal? ....................... 0,15 pontos
II. Qual a possível causa etiológica mais provável da doença diagnosticada? ............... 0,15 pontos
III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? ...................... 0,10 pontos
IV. Qual o tratamento inicial recomendado para a forma não músculo-invasiva suspeitada?  .............. 0,10 pontos



RATING: 3.16

Resposta à Questão I (Suspeita diagnóstica)
A suspeita diagnóstica principal é carcinoma urotelial de bexiga.
  • Hematúria indolor macroscópica recorrente é a manifestação clínica mais frequente, presente em até 80% dos pacientes (0,05 p).
  • Homem branco idoso apresenta incidência 2,5 a 4 vezes maior que em mulheres, com pico entre 80-84 anos e risco de tumor invasivo de 3,5% a partir dos 70 anos (0,05 p).
  • Citologia positiva para células de alto grau associada a lesão papilar na ultrassonografia reforça lesão urotelial (0,05 p).

Resposta à Questão II (Possível causa etiológica)
A causa etiológica mais provável é o tabagismo crônico (fator de risco ambiental principal).
  • Tabagismo é o fator de risco mais importante e mais bem estudado; fumantes têm de 2 a 4 vezes mais chance de desenvolver câncer de bexiga, com associação proporcional à quantidade e ao tempo de exposição (0,05 p).
  • Alfa- e beta-naftilaminas do cigarro são absorvidas, eliminadas na urina e causam dano celular repetido direto no urotélio (0,05 p).
  • Exposição ocupacional (indústria de tintas) responde por 15% a 35% dos casos em homens, com carcinógenos como benzidina e longo período de latência (0,05 p).

Resposta à Questão III (Melhor modalidade confirmatória)
A melhor modalidade para confirmar o diagnóstico é a cistoscopia rígida associada à ressecção transuretral completa com biópsia tecidual e amostras da muscular própria.
  • Cistoscopia rígida + ressecção transuretral constitui o método padrão-ouro para diagnóstico definitivo, permitindo inspeção direta da mucosa e avaliação da profundidade de infiltração (0,05 p).
  • Deve incluir amostras da muscular própria da bexiga para estadiamento preciso e evitar subestadiamento (0,05 p).

Resposta à Questão IV (Tratamento inicial)
O tratamento inicial recomendado é ressecção transuretral completa seguida de quimioterapia intravesical perioperatória imediata (mitomicina C dentro das primeiras 6 horas).
  • Ressecção transuretral completa é o padrão-ouro para tratamento inicial de tumores não músculo-invasivos, com objetivo de remoção de todas as lesões visíveis e estadiamento preciso (0,05 p).
  • Quimioterapia intravesical perioperatória (mitomicina C) reduz o risco relativo de recorrência em cerca de 39% quando instilada preferencialmente no mesmo dia, idealmente < 6 horas após a ressecção (0,05 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (3.16)




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