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EPIGLOTITE COMO EMERGÊNCIA PEDIATRICA (ÁREA DE PEDIATRIA)

No passado, o Haemophilus influenzae do tipo B (HiB) foi a causa mais comumente identificada de epiglotite aguda. Devido à utilização generalizada da vacina HiB, a incidência de epiglotite devido ao Hiß em pacientes pediátricos foi significativamente reduzida. O Streptococcus pyogenes, Streptococcus pneumoniae e Staphylococcus aureus atualmente representam uma grande proporção dos casos pediátricos de epiglotite.

As infecções causadas pelo Streptococcus do grupo A são caracterizadas pelo envolvimento preferencial de áreas periepiglóticas.

A epiglotite ocorre em crianças previamente saudáveis que, repentinamente, apresentam dor de garganta e febre alta. Em poucas horas, o paciente fica com aspecto toxêmico, com disfagia, salivação abundante, ausência de tosse e disfunção respiratória progressiva associada a estridor laríngeo importante, predominantemente inspiratório.

Dependendo da faixa etária do paciente acometido, este costuma assumir uma posição sentada com hiperextensão cervical e protusão do mento, para tentar manter a via aérea permeável. À medida que aumenta o grau de hipoxemia, poderemos observar alterações à avaliação do nível de consciência.


OBJETIVA: (1213015 votos)..........99.06% das questões objetivas receberam votos.
Pode ser causa de anemia ferropriva:
A. a esplenectomia
B. a nefrectomia
C. a gastrectomia
D. a intubação oro-traqueal
E. a vasectomia

  RATING: 2.82

Pode ser causa de anemia ferropriva:

A. a esplenectomia
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. a nefrectomia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. a gastrectomia
CORRETO : A remoção da parte do estômago provoca anemia ferropriva, provavelmente através de acloridria gástrica, gastrite, exclusão do duodeno do trajeto do bolo alimentar. Em decorrência de condições alimentares de dieta constituída predominantemente de cereais e leite, a anemia do gastrectomizado é relativamente comum e de certa gravidade.
D. a intubação oro-traqueal
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. a vasectomia
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.82)

DISCURSIVA: (186652 votos) ..........99.43% das questões discursivas receberam votos.

A cetoacidose diabética é uma complicação grave do diabetes que pode ocorrer em crianças, especialmente naquelas com diabetes tipo 1. É uma condição causada pela falta de insulina, o que leva o corpo a quebrar gordura como fonte de energia, resultando na produção de cetonas, que são ácidos que se acumulam no sangue.

Respondam ás seguintes perguntas:

(I) Quais complicações relacionadas á cetoacidose diabetica são consideradas como ameaçadores de vida? (0,1875 pontos)

(II) O sódio sérico medido costuma estar baixo ou na faixa normal baixa. No contexto de hiperglicemia, o sódio medido será reduzido. Qual é a estimativa comumente usada para correção? (0,125 pontos)

(III) Quais são os fatores de risco para edema cerebral na cetoacidose diabética? (0,1875 pontos)




RATING: 3

A cetoacidose diabética é uma complicação grave do diabetes que pode ocorrer em crianças, especialmente naquelas com diabetes tipo 1. É uma condição causada pela falta de insulina, o que leva o corpo a quebrar gordura como fonte de energia, resultando na produção de cetonas, que são ácidos que se acumulam no sangue.

Respondam ás seguintes perguntas:

(I) Quais complicações relacionadas á cetoacidose diabetica são consideradas como ameaçadores de vida? (0,1875 pontos)

(II) O sódio sérico medido costuma estar baixo ou na faixa normal baixa. No contexto de hiperglicemia, o sódio medido será reduzido. Qual é a estimativa comumente usada para correção? (0,125 pontos)

(III) Quais são os fatores de risco para edema cerebral na cetoacidose diabética? (0,1875 pontos)


(I) Quais complicações relacionadas á cetoacidose diabetica são consideradas como ameaçadores de vida?

  • Edema cerebral (0,03125 p)
  • Colapso cardiovascular  (0,03125 p)
  • Acidose metabólica profunda  (0,03125 p)
  • Hipercalemia  (0,03125 p)
  • Hipocalemia  (0,03125 p)
  • Hipofosfatemia (0,03125 p)

(II) O sódio sérico medido em cetoacidose diabética costuma estar baixo ou na faixa normal baixa. No contexto de hiperglicemia, o sódio medido será reduzido. Qual é a estimativa comumente usada para correção?

A estimativa comumente usada para correção é uma diminuição (0,03125 p) de 2 mEq/L  de Na (0,03125 p) para cada aumento  (0,03125 p) de 100 mg/dL na glicose (0,03125 p) acima do normal. 

(III) Quais são os fatores de risco para edema cerebral na cetoacidose diabética?

  • Nitrogênio ureico elevado  (0,03125 p)
  • Baixo PCO2  (0,03125 p)
  • Tratamento com bicarbonato  (0,03125 p)
  • Falha no aumento constante do Na+ sérico medido com a correção da hiperglicemia  (0,03125 p)
  • Idade < 3 anos  (0,03125 p)
  • Diabetes de início recente (0,03125 p)


FONTE:


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3)

CASO CLINICO: (218729 votos)..........99.51% dos casos clinicos receberam votos.
Paciente do sexo masculino com 38 anos de idade refere dor epigástrica em queimação há 3 semanas, com piora associada a alimentação. Nega disfagia,vômitos e outros sintomas associados. Sem antecedentes patológicos dignos de nota não faz uso de nenhuma medicação.
Exame Físico: B. E. G., corado, hidratado, anictérico, acianótico.
PA: 120/70 mmHg; FC: 80 b.p.m; Ap. Resp.: MV+, sem RA, Ap CV: 2BRNF, sem sopros.
Abdominal: Plano, flácido, dor discreta á palpação de epigástrio, descompressão brusca negativa, sem visceromegalias e massas palpáveis.
1) Qual é o diagnóstico do paciente? (0,25 pontos)
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 pontos)



RATING: 2.96

1) Qual é o diagnóstico do paciente?
Síndrome dispéptica ou dispepsia. (0,25 p)
Discussão: Paciente com sintoma dispéptico de epigastralgia em queimação,sem apresentar sinais de alarme como disfagia, icterícia, sangramento, anemia, alterações de exame físico sugestivos de doença maligna, que indicariam a realização de endoscopia digestiva alta, apresenta ainda idade menor que 50 anos de idade que seria outra indicação da realização do procedimento. O paciente pode apresentar diagnóstico de doença ulcerosa péptica com estes sintomas, mas sem apresentar sinais de alarme pode ser manejado de forma conservadora neste momento.
2) Qual é a conduta mais adequada inicialmente? (0,25 p)
Sugerir modificações de hábitos e introduzir bloqueador H2 para tratamento da dispepsia.
Discussão: Paciente sem sinais de alarme não tendo indicação de realizar endoscopia digestiva alta, podemos orientar modificações de hábitos de vida como diminuição de ingesta de álcool e café e procurar observar quais alimentos desencadeiam com maior freqüência estes sintomas.
Os bloqueadores H2como a ranitidina podem ser usados em doses de 150 mg, 2 vezes ao dia por 2-4 semanas. O uso de bloqueadores de bomba de prótons é uma opção, embora não tenha sido demonstrado sua superioridade em relação aos bloqueadores H2 e por seu maior custo não deve ser utilizado.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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