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CRIANÇA COM DESCONFORTO RESPIRATORIO E INSUFICIÊNCIA RESPIRATORIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

O bom atendimento durante uma urgência/emergência respiratória depende MUITO, mas muito mesmo do conhecimento da anatomia e da fisiologia do sistema respiratório da criança.
A criança tem características particulares de dinâmica e anatomia e, se a gente entender como tudo funciona, como tudo pode ser desequilibrado e como podemos consertar, as chances das crianças em situações de stress respiratório aumentam muito nas nossas mãos.

OBJETIVA: (1126030 votos)..........99.51% das questões objetivas receberam votos.
São características comuns da síndrome de Guillain-Barré, EXCETO:
A. muito rara em crianças abaixo de 2 anos
B. paralisia flácida progressiva ascendente
C. falta da disfunção autonômica
D. arreflexia e hiporreflexia
E. predominância no sexo masculino

  RATING: 3.06

São características comuns da síndrome de Guillain-Barré, EXCETO:

A. muito rara em crianças abaixo de 2 anos
CORRETO: Incidência pediátrica de 0,3-1,3:100.000, muito rara em < 2 anos, predominância no sexo masculino: 1,5:1.
B. paralisia flácida progressiva ascendente
CORRETO : Classicamente: aguda, monofásica, poucas semanas (em geral 2 a 4 semanas) após doença viral aguda, caracterizada por paralisia flácida progressiva ascendente – que mais comumente se inicia com parestesias em membro inferior – simétrica ou pouco assimétrica.
C. falta da disfunção autonômica
INCORRETO : Algum grau de disfunção autonômica acontece em cerca de 50% dos casos: arritmias, hipertensão, hipotensão postural, disfunção vesical ou intestinal, alteração da sudorese.
D. arreflexia e hiporreflexia
CORRETO : Uma característica marcante é arreflexia ou marcada hiporreflexia.
E. predominância no sexo masculino
CORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

DISCURSIVA: (181757 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
As doenças oportunistas - infecções e neoplasias - e outras complicações decorrentes da imunodeficiência são as principais causas de morbimortalidade em doentes com AIDS. A medida que o déficit imunológico se agrava, aumenta a probabilidade de instalação de infecções oportunistas, geralmente quando o número de LT-CD4+ no sangue cai para determinados valores. Relacionado a isso, indique:

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento? (0,1 p)
b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? (0,21 p)
c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. (0,19 p)


RATING: 2.89

As doenças oportunistas - infecções e neoplasias - e outras complicações decorrentes da imunodeficiência são as principais causas de morbimortalidade em doentes com AIDS. A medida que o déficit imunológico se agrava, aumenta a probabilidade de instalação de infecções oportunistas, geralmente quando o número de LT-CD4+ no sangue cai para determinados valores. Relacionado a isso, indique:

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento? (0,1 p)
b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? (0,21 p)
c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. (0,19 p)

a) Qual é a limite considerada marco referencial para o risco de adoecimento?

O limite de 200 LT-CD4+/mm3 no sangue periférico constitui o marco referencial que norteia o risco de adoecimento (0,1 p)

b) Quais são as infecções oportunistas mais frequentes no Brasil? 

Segundo dados do Ministério da Saúde, as infecções oportunistas que ocorrem mais comumente no Brasil, em doentes com AIDS, são constituídas por:
  • candidíase (em esôfago, traqueia, brônquios e/ou pulmão),  0,03 p
  • pneumonia por Pneumocystis carinii (atualmente denominado Pneumocystis jeroveci), 0,03 p
  • tuberculose, 0,03 p
  • toxoplasmose, 0,03 p
  • herpes simples, 0,03 p
  • criptococose 0,03 p
  • criptosporidíase 0,03 p

c) Detalhe um metodo alternativo de avaliar o nível de CD4. 

Muitos estudos demonstraram a possibilidade de avaliar esse risco por intermédio do número de linfócitos no sangue periférico, comparando-o com o número de LT-CD4+, recurso utilizado sobretudo em regiões pobres, onde não existe a possibilidade de quantificar os LT-CD4+, estabelecendo-se que número de linfócitos totais no sangue menor que 1.400/mm3 corresponde a número de LT-CD4+ inferior a 200/mm3 e que número de linfócitos totais menor que 1.700/mm3 corresponde a número 124 de LT-CD4+ inferior a 350/mm3.
No Brasil, evidenciou-se que número de linfócitos no sangue periférico menor que 1.000/mm3, especialmente se a hemoglobina apresentar-se com taxa mais baixa que 13g%, mantém forte correlação com número de LT-CD4+ inferior a 200/mm3. (0,19 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

CASO CLINICO: (211815 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Uma mulher de 52 anos (IMC = 33 kg/m2), refere ter ficado ictérica por alguns dias, há cerca de um mês. Somado ao quadro houve vômitos alimentares e dor abdominal. Em sua história pregressa, episódios de dor em cólica no hipocôndrio direito após libações alimentares nos últimos 4 anos. Foi submetida à ultra-sonografia abdominal e, em seguida, ao seguinte exame (FIGURA):


Pergunta-se:
a) Qual o exame realizado? (0,05 pontos);
b) Há necessidade de profilaxia antibiótica para realização deste exame? Caso sua resposta seja SIM, cite um esquema que você prescreveria. (0,3 pontos);
c) Qual o diagnóstico? (0,05 pontos).
d) Qual o tratamento definitivo? (0,1 pontos).


RATING: 2.99

a) Qual o exame realizado?
Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE).(0,05 p);
b) Há necessidade de profilaxia antibiótica para realização deste exame? Caso sua resposta seja SIM, cite um esquema que você prescreveria.
Sim, prescreveria.(0,05 p) Ampicilina (2,0 g IV) (0,05 p) e gentamicina (80 mg IV)(0,05 p), 30 minutos antes do procedimento (0,05 p). Ou Ciprofloxacina, 750 mg, VO(0,05 p), 2 horas antes.(0,05 p)
c) Qual o diagnóstico?
Coledocolitíase.(0,05 p)
d) Qual o tratamento definitivo?
Papilotomia endoscópica seguida de extração dos cálculos.(0,05 p) Colecistectomia na mesma internação.(0,05 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.99)




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