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DISTÚRBIO MOTOR DO ESÔFAGO ACALÁSIA E ESPASMO (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

São considerados distúrbios da motilidade esofagiana as condições patológicas que acarretam disfagia ou dificuldade para deglutição sem associação com obstrução da luz esofagiana ou a compressão extrínseca. Ultimamente há muitas descobertas de vários conceitos fisiológicos sobre a motilidade esofagiana. Enquanto as outras doenças motoras do esôfago têm um número bem menor de publicações.

OBJETIVA: (1138664 votos)..........99.41% das questões objetivas receberam votos.
A febre hemorrágica da dengue (síndrome de choque da dengue) tem sua apresentação clássica como:
A. febre alta, fenômenos hemorrágicos e insuficiência hepática.
B. febre alta, fenômenos hemorrágicos, hepatomegalia e insuficiência circulatória.
C. cefaléia, dor retroorbital, mialgia e prostração.
D. cefaléia, febre alta, fenômenos hemorrágicos e insuficiência circulatória.
E. astenia, artralgia, fenômenos hemorrágicos e hepatomegalia.

  RATING: 3.05

A febre hemorrágica da dengue (síndrome de choque da dengue) tem sua apresentação clássica como:

A. febre alta, fenômenos hemorrágicos e insuficiência hepática.
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. febre alta, fenômenos hemorrágicos, hepatomegalia e insuficiência circulatória.
CORRETO : A dengue hemorrágica pode ser classificada de acordo com a sua gravidade em: * grau I – febre acompanhada de sintomas inespecíficos, em que a única manifestação hemorrágica é a prova do laço positiva; * grau II – além das manifestações do grau I, hemorragias espontâneas leves (sangramento de pele, epistaxe, gengivorragia e outros), hemorragia; * grau III – as manifestações anteriores, mais colapso circulatório com pulso fraco e rápido, estreitamento da pressão arterial ou hipotensão, pele pegajosa e fria e inquietação; * grau IV – as manifestações aneriores, mais Síndrome do Choque da Dengue (SCD), ou seja, choque profundo com ausência de pressão arterial e pressão de pulso imperceptível.
C. cefaléia, dor retroorbital, mialgia e prostração.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. cefaléia, febre alta, fenômenos hemorrágicos e insuficiência circulatória.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. astenia, artralgia, fenômenos hemorrágicos e hepatomegalia.
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.05)

DISCURSIVA: (182622 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)




RATING: 2.89

Sobre a epidemiologia, fatores de risco e detecção precoce do câncer de próstata, responda:

  1. Quais são os principais dados de incidência em escala mundial e no Brasil, incluindo o impacto da introdução do PSA? (0,14 pontos)
  2. Quais os principais fatores de risco, com ênfase em idade, hereditariedade e variação racial? (0,18 pontos)
  3. Qual a diferença conceitual entre screening populacional e detecção precoce, e quais as principais considerações para sua indicação? (0,08 pontos)
  4. Como deve ser realizada a detecção precoce, incluindo métodos recomendados e critérios para indicação de biópsia? (0,1 pontos)


1. Principais dados de incidência

  • Mundialmente, o câncer de próstata configura a segunda neoplasia maligna mais frequente entre indivíduos do sexo masculino (0,04 p).
  • No Brasil, equivale ao tumor mais comum (com exceção dos tumores de pele não melanoma), com risco de 62 por 100 mil homens, valores mais altos na região Sudeste, seguidos pelas regiões Centro-Oeste e Sul (0,05 p).
  • A introdução do PSA após a década de 1990 resultou em elevação acentuada da incidência, favorecendo o diagnóstico precoce na forma de doença localizada; subsequentemente observou-se declínio no número de diagnósticos, seguido de estabilização (0,05 p).

2. Principais fatores de risco

  • Existe relação clara e direta entre o avanço da idade e o aumento progressivo na incidência; a frequência com que a neoplasia é detectada em estudos de autópsia cresce de forma contínua conforme a idade do indivíduo (0,04 p).
  • O risco se eleva significativamente em famílias nas quais um ascendente apresentou a doença, sendo observado que quanto mais precoce o diagnóstico no familiar, maior o risco conferido aos descendentes (0,04 p).
  • Gêmeos univitelinos exibem concordância quatro vezes superior em relação a gêmeos bivitelinos; esses achados reforçam o importante papel da herança genética na etiopatogênese da doença (0,05 p).
  • A incidência é influenciada pela raça: homens negros apresentam taxas substancialmente mais altas quando comparados a homens brancos ou asiáticos; no Brasil identifica-se aumento relativo na prevalência entre negros, correspondendo a um risco relativo de aproximadamente 1,5 (0,05 p).

3. Diferença conceitual e considerações para indicação

  • É fundamental diferenciar as duas modalidades, ambas com o objetivo de reduzir a mortalidade por câncer de próstata (0,04 p).
  • Detecção precoce refere-se à investigação direcionada a indivíduos específicos, e não a uma política de busca ativa em pacientes assintomáticos como ocorre no screening populacional; a estratégia deve ser individualizada, direcionada aos pacientes que apresentam maior probabilidade de benefício com o tratamento (0,04 p).

4. Realização da detecção precoce

  • Antes de indicar a detecção precoce é necessário analisar comorbidades do paciente, estado de saúde atual, expectativa de vida e outros fatores de risco; pacientes com expectativa de vida inferior a 10 anos, com comorbidades descontroladas ou portadores de doenças graves não apresentam benefício (0,05 p).
  • Grupos de maior risco (homens negros, história familiar positiva ou ascendentes diagnosticados em idade jovem) devem ser estimulados a realizar avaliação anual por meio de exame de toque retal e dosagem de PSA; a detecção precoce também deve ser oferecida a pacientes que manifestam desejo de investigação, mesmo na ausência dos fatores de risco mencionados (0,05 p).


FONTE:

NEOPLASIA DE PROSTATA - PLATAFORMA MISODOR


AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.89)

CASO CLINICO: (212897 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Recém-nascido, sexo feminino, nascida a termo (37 semanas e 1 dia) de parto cesárea devido à hipertensão arterial materna, que gerou um estado fetal não tranquilizador, pequena para idade gestacional (PIG), baixo peso (BP): 2.045 g e 45,4 cm, Apgar 9 (1º minuto) e 10 (5º minuto). Diante do quadro de ser um RN PIG e com baixo peso, foi instituída monitorização de glicêmia, a qual evidenciou episódios frequentes de hipoglicemia. Realizada infusão repetida de glicose intravenosa sem melhora significativa. 

(I) Qual é o provável diagnóstico e a suspeita etiológica?.........0,1 pontos;

(II) Qual é o principal risco?.......0,05 pontos;

(III) Qual é a primeira medida a ser adotada?.......0,05 pontos;

(IV) Qual é o protocolo de tratamento parenteral?.....0,25 pontos;

(V) Proponha um tratamento de acompanhamento para esse caso..... 0,05 pontos.




RATING: 2.88

(I) Qual é o provável diagnóstico e a suspeita etiológica?

Hipoglicemia causada (0,05 p) pelo hiperinsulinismo congênito(0,05 p).

(II) Qual é o principal risco?

A longo prazo: seja prematuro ou de termo, os recém-nascidos são de risco para sérias deficiências no desenvolvimento neurológico (0,05 p) na presença de hipoglicemia persistente.

DISCUSSÃO: Nessa fase da vida o tecido cerebral ainda é imaturo, devido à intensa atividade metabólica e extremamente ávido por glicose, sendo bastante vulnerável às reduções de níveis glicêmicos mesmo que em episódios breves. Sendo assim, a ocorrência de episódios de hipoglicemia repetidos podem gerar danos cerebrais, em grande parte das vezes graves e irreversíveis

(III) Qual é a primeira medida a ser adotada?

Dieta com leite materno a livre demanda (0,025 p) sendo administrado mediante mamadas ou por copo.(0,025 p)

(IV) Qual é o protocolo de tratamento parenteral que deve ser aplicado caso a primeira medida não rende o resultado esperado?

Se a hipoglicemia for recorrente, o recém-nascido deve ser tratado com glicose IV (0,05 p) tendo-se a meta de manter a glicemia acima de 45 mg/dl nas primeiras 24 horas (0,05 p) e acima de 50 mg/dl depois (0,05 p).

E necessário, neste caso, infusão contínua de 80 ml/kg/dia soro glicosado 10% (0,05 p) com uma VIG de 6 mg/kg/min.(0,05 p)

(V) Proponha um tratamento de acompanhamento para esse caso.

Tratamento de controle com diazóxido 5 mg/kg/dia, fracionado de 8/8 horas (0,025 p), referência para endocrinologista pediátrico (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.88)




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