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TRANSTORNO DE ESPECTRO AUTISTA (ÁREA DE PEDIATRIA)

O termo "transtorno do espectro do autismo" (TEA) descreve um grupo heterogêneo de desordens do desenvolvimento neurológico que têm etiologias diversas, mas são caracterizadas por prejuízos na interação social recíproca, comunicação social e comportamento (especificamente, padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades).

O autismo é um transtorno de desenvolvimento neurologico que  representa um grande desafio hoje, tanto para o medico de família quanto para o pediatra. O núcleo desse transtorno é integrado principalmente pelas dificuldades de comunicação e interação social do paciente e pela presença de comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritos.

O transtorno de espectro autista é um transtorno pervasivo e permanente. Ele não tem cura, e isso precisa ser esclarecido desde o início, no entanto, a intervenção precoce pode alterar drasticamente o prognóstico e suavizar os sintomas (Sociedade Brasileira de Pediatria, 2019).


OBJETIVA: (1125028 votos)..........99.5% das questões objetivas receberam votos.
Adaptação da cabeça fetal:
A. em geral causa hemorragia cerebral
B. se torna progressivamente mais fácil com o avançar da idade gestacional
C. aumenta a dificuldade do parto
D. não há tempo para que ocorra durante um parto pélvico
E. não acontece quando a pelve da mãe é adequada

  RATING: 3.22

Adaptação da cabeça fetal:

A. em geral causa hemorragia cerebral
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. se torna progressivamente mais fácil com o avançar da idade gestacional
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. aumenta a dificuldade do parto
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. não há tempo para que ocorra durante um parto pélvico
CORRETO : Durante um parto pélvico, a cabeça fetal deve atravessar a pelve num período de tempo muito curto porque o aporte de oxigênio para o feto está ocluído. Este intervalo de tempo inferior a 8 minutos não é adequado para permitir uma adaptação significativa da cabeça, o que aumenta substancialmente o risco dos partos pélvicos. Alguns especialistas acham que o desprendimento da cabeça com auxílio de fórceps deve ser feito de rotina.
E. não acontece quando a pelve da mãe é adequada
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.22)

DISCURSIVA: (181720 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
A 1ª hora de atendimento ao paciente pediatrico em choque séptico tem alto impacto em morbi-mortalidade. Para isso, é recomendado o atendimento sistematizado, em sala de emergência.

1) Quais são, conforme o protocolo, os patrâmetros que devem ser monitorizados? 0,3 pontos

2) Após a monitorização quais são os principios basicos de atendimento? 0,2 pontos



RATING: 3.07

A 1ª hora de atendimento ao paciente pediatrico em choque séptico tem alto impacto em morbi-mortalidade. Para isso, é recomendado o atendimento sistematizado, em sala de emergência.

1) Quais são, conforme o protocolo, os patrâmetros que devem ser monitorizados? 0,3 pontos

2) Após a monitorização quais são os principios basicos de atendimento? 0,2 pontos

1) Quais são, conforme o protocolo, os patrâmetros que devem ser monitorizados?

  1. Oximetria de pulso continua; - 0,05 p
  2. Monitorização cardiaca: ECG contínuo; - 0,05 p
  3. Controle de pressão arterial (PA) 15/15min; - 0,05 p
  4. Monitorização de temperatura; - 0,05 p
  5. Monitorização de débito urinário (h/h); - 0,05 p
  6. Ecocardiograma funcional; - 0,05 p

2) Após a monitorização quais são os principios basicos de atendimento? 

  1. Ofertar oxigênio de alto fluxo (máscara não reinalante ou cateter nasal de alto fluxo se disponível) - 0,025 p;
  2. Coleta de exames: Gasometria e Lactato (arterial ou venoso), Glicemia, Cálcio iônico, Na, K, HMG completo, INR HMC e culturas direcionadas ao foco infeccioso. Paciente com cateter: HMC central e periférica. - 0,025 p;
  3. Em recém-nascidos (RNs): LCR e UI/UROC - 0,025 p;
  4. Obtenção de acesso venoso ou intra-ósseo - 0,025 p;
  5. Ressuscitação volêmica: 40 - 60 ml/kg, atentando para sobrecarga de volume (estertores pulmonares, hepatomegalia e ritmo de galope). - 0,025 p;
  6. Antibioticoterapia de amplo espectro, de acordo com foco infeccioso - 0,025 p;
  7. Correção de hipoglicemia e/ou hipocalcemia - 0,025 p;
  8. Introdução precoce de inotrópico - 0,025 p;

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.07)

CASO CLINICO: (211764 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Você avalia um paciente portador de Síndrome de Down na urgência pediátrica, do sexo masculino, com 5 anos de idade, trazido pela genitora. A mãe refere cansaço, polis (poliúria, polidipsia), além de emagrecimento de 3 kg nas últimas 2 semanas, mesmo com alimentação normal, ou até mesmo aumentada.

Considerando a hipótese de cetoacidose diabética, responda as questões a seguir:

A) Quais as outras duas condições genéticas que predispõem ao diabete? - 0,08 pontos
B) Quais os critérios diagnósticos para a cetoacidose diabética? - 0,16 pontos
C) Qual a base do tratamento da cetoacidose diabética? - 0,2 pontos
D) Após a compensação, qual a dose de insulina (em U/kg/dia) preconizada para o uso ambulatorial? - 0,06 pontos





RATING: 2.96

A) Quais as outras duas condições genéticas que predispõem ao diabete?

S. Klinefelter/S. Prader Willi/ S. Turner/S. Werner/ S. McCune Albright/ S. Alström (0,04 p para cada um dos dois citados)
 
B) Quais os critérios diagnósticos para a cetoacidose diabética? 

Tríade: pH<7,2 (acidose) (0,04 p), hiperglicemia (>200mg/dL ou >11,1mmol/L) (0,04 p) , hipercetonemia (0,04 p) /cetonúria (0,04 p)
 
C) Qual a base do tratamento da cetoacidose diabética? 

Hidratação (0,04 p) , reposição insulínica (0,04 p) e correção de distúrbios metabólicos (0,04 p) /condições predisponentes (0,04 p) ou desencadeantes (infecções), quando existentes (0,04 p)

D) Após a compensação, qual a dose de insulina (em U/kg/dia) preconizada para o uso ambulatorial? 

Entre 0,3 (0,03 p) a 0,6 U/kg/dia  (0,03 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.96)




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