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ABUSO INFANTIL (ÁREA DE PEDIATRIA)

Estima-se que dez por cento das crianças e adolescentes que chegam a um serviço de emergência em saúde sofrem maus-tratos, a grande maioria intradomiciliares, ocultos e repetitivos. Levando-se em conta ainda os ”acidentes” devidos à negligência ou a falta de cuidados mínimos, essa porcentagem seria muitas vezes maior.

OBJETIVA: (937932 votos)..........94.18% das questões objetivas receberam votos.
Um paciente de 45 anos de idade, com 70 kg e 1,72 m de altura, sem comorbidades, foi submetido à sigmoidectomia videolaparoscópica eletiva, com anastomose colorretal intraperitoneal término‐terminal com duplo grampeamento, sutura da bexiga, sem drenagem da cavidade por fístula colovesical, após episódio de diverticulite aguda ocorrido há três meses. Não teve intercorrências no intraoperatório. O tempo cirúrgico foi de 2 horas e 45 minutos. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor forma de conduzir o pós‐operatório.
A. jejum, 1.500 mL de soro glicosado a 5%, sonda nasogástrica retirada na sala de cirurgia, antiemético caso apresente náuseas ou vômitos, analgésico opioide de horário, antibioticoterapia com ceftriaxona e metronidazol, deambulação precoce e manter sonda vesical por catorze dias
B. início precoce de dieta líquida, 2.000 mL de soro glicosado a 5% em 24 horas, sonda nasogástrica retirada na sala de cirurgia, antiemético caso apresente náuseas ou vômitos, analgésico não opioide de horário, antibioticoprofilaxia com cefoxitina, deambulação precoce e manter sonda vesical por catorze dias
C. início precoce de dieta líquida, sonda nasogástrica retirada na sala de cirurgia, antiemético e analgésico não opioide de horário, antibioticoprofilaxia com cefoxitina, deambulação precoce e manter sonda vesical por catorze dias
D. início precoce de dieta líquida, sonda nasogástrica retirada na sala de cirurgia, antiemético e analgésico não opioide de horário, antibioticoprofilaxia com cefoxitina e retirar a sonda vesical no pós‐operatório imediato, incluindo esse paciente em programa que objetive acelerar a recuperação pós‐operatória
E. água, chá e gelatina após evacuação, 2.000 mL de soro fisiológico em 24 horas, manter a sonda nasogástrica, antiemético caso apresente náuseas ou vômitos, analgésico opioide de horário, antibioticoterapia com ceftriaxona e metronidazol, deambular após 24 horas e manter sonda vesical por catorze dias

  RATING: 2.76

Um paciente de 45 anos de idade, com 70 kg e 1,72 m de altura, sem comorbidades, foi submetido à sigmoidectomia videolaparoscópica eletiva, com anastomose colorretal intraperitoneal término‐terminal com duplo grampeamento, sutura da bexiga, sem drenagem da cavidade por fístula colovesical, após episódio de diverticulite aguda ocorrido há três meses. Não teve intercorrências no intraoperatório. O tempo cirúrgico foi de 2 horas e 45 minutos. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor forma de conduzir o pós‐operatório.

A. jejum, 1.500 mL de soro glicosado a 5%, sonda nasogástrica retirada na sala de cirurgia, antiemético caso apresente náuseas ou vômitos, analgésico opioide de horário, antibioticoterapia com ceftriaxona e metronidazol, deambulação precoce e manter sonda vesical por catorze dias
INCORRETO: veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. início precoce de dieta líquida, 2.000 mL de soro glicosado a 5% em 24 horas, sonda nasogástrica retirada na sala de cirurgia, antiemético caso apresente náuseas ou vômitos, analgésico não opioide de horário, antibioticoprofilaxia com cefoxitina, deambulação precoce e manter sonda vesical por catorze dias
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. início precoce de dieta líquida, sonda nasogástrica retirada na sala de cirurgia, antiemético e analgésico não opioide de horário, antibioticoprofilaxia com cefoxitina, deambulação precoce e manter sonda vesical por catorze dias
CORRETO : A realimentação precoce em pacientes submetidos a anastomoses digestivas. É possível, segura e pode trazer potenciais benefícios. Quase 90% dos pacientes toleraram a dieta oral no primeiro dia pós-operatório. No período em que não são administrados alimentos por via oral, existirá uma perfusão contínua de soro glicosado durante cinco a seis dias após a cirurgia, que permitirá o fornecimento de líquidos. Também é colocada uma sonda nasogástrica com a função de drenar líquidos até que o estômago comece a trabalhar corretamente outra vez. O primeiro levante depois da hemicolectomia será efetuado no dia seguinte à cirurgia, caso o paciente não apresente muitas dores abdominais. A atividade será aumentada de forma gradual até que atinja a atividade considerada normal.

Antibioticoprofilaxia: Usa-se cefoxitina 2g IV na indução anestésica com um repique a cada 3-4 horas se persistir o ato cirúrgico; manutenção com 1g IV a cada 6 horas por 24 horas.
D. início precoce de dieta líquida, sonda nasogástrica retirada na sala de cirurgia, antiemético e analgésico não opioide de horário, antibioticoprofilaxia com cefoxitina e retirar a sonda vesical no pós‐operatório imediato, incluindo esse paciente em programa que objetive acelerar a recuperação pós‐operatória
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. água, chá e gelatina após evacuação, 2.000 mL de soro fisiológico em 24 horas, manter a sonda nasogástrica, antiemético caso apresente náuseas ou vômitos, analgésico opioide de horário, antibioticoterapia com ceftriaxona e metronidazol, deambular após 24 horas e manter sonda vesical por catorze dias
INCORRETO : veja o comentario da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.76)

DISCURSIVA: (170396 votos) ..........98.08% das questões discursivas receberam votos.
1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?(0,1 pontos)
2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?(0,1 pontos)
3) Qual é o tipo e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico?(0,3 pontos)


RATING: 2.94

1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?(0,1 pontos)
2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?(0,1 pontos)
3) Qual é o tipo e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico?(0,3 pontos)

1) Qual é a definição e o significado da hipotensão no caso da criança com choque séptico?

Pressão arterial sistólica (PAS) < percentil 5 para idade ou PAS < 2 desvios padrão abaixo do normal para a idade é hipotensão (0,05 p)
Em pediatria, a hipotensão é um sinal tardio de choque e significa fase descompensada. (0,05 p)

2) Quais são os critérios obrigatórios para definir a Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS)?

Alteração de temperatura corpórea - hipertermia ou hipotermia (0,05 p)
Alteração de leucócitos – leucocitose ou leucopenia não secundárias à quimioterapia, ou presença de formas jovens de neutrófilos no sangue periférico. (0,05 p)

3) Qual é o tipo, a modalidade e o volume de solução utilizada na ressuscitação volêmica do paciente com choque séptico com sinais e sintomas de hipoperfusão tecidual?
a) iniciar imediatamente a ressuscitação volêmica com Ringer ou Ringer lactato, em bolus de 20 mL/kg em 5 a 10 minutos uso de solução salina 0,9% ou ainda coloide (albumina humana a 5%) (0,05 p)
b) o volume inicial para reanimação exige 40 a 60 mL/kg ou mais durante as primeiras horas de tratamento (0,05 p) , exceto quando têm:
- cardiopatia congênita - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
- suspeita de disfunção miocárdica - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
- recém-nascidos - em torno de 10 mL/kg, com reavaliações mais frequentes. (0,05 p)
c) manter até normalização dos sinais de hipoperfusão tecidual ou até surgir sinais de hipervolemia. (0,05 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.94)

CASO CLINICO: (197334 votos)..........98.93% dos casos clinicos receberam votos.
Recém-nascido M parto normal com 35 semanas, Apgar 7/8, de 2 dias, peso de 4575 gramas, em aleitamento materno exclusivo, corado, hidratado, iniciou choro intenso, irritabilidade, dificuldade de sucção e convulsão com tremores, tônus extensor aumentado, clônus e evidente hiperreflexia. Foi levado a uma Unidade Hospitalar aonde, no exame físico, apresentou outro episodio de convulsão sem febre que cedeu espontaneamente. Foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aonde foram colhidos exames: gasometria arterial sem alterações metabólicas, hemograma sem alterações; liquor de aspecto límpido, celularidade normal, urina I normal, PCR baixo, glicemia 97 mg%, cálcio total 6 mg%, cálcio ionizado 1,3 mg%, sódio 140 mEq/l, potássio 4,8 mEq/l.
As perguntas são as seguintes:
1) Qual é o diagnóstico de maior probabilidade? - 0,11 pontos
2) Qual é o protocolo de atendimento e tratamento para esse caso? 0,3 pontos
3) Enumeram pelo menos 3 efeitos colaterais do tratamento. 0,09 pontos


RATING: 2.98

1) Qual é o diagnóstico de maior probabilidade?
Hipocalcemia neonatal (0,06 p) precoce (0,05 p). DISCUSSÃO: cálcio total 6 mg%, cálcio ionizado 1,3 mg% numa criança prematura (35 semanas) que surge com os sintomas descritos nos primeiros 3 dias é suficiente para diagnosticar a hipocalcemia neonatal

2) Qual é o protocolo de atendimento e tratamento para esse caso?
Ataque: Infusão de gluconato de Ca+2 10% (0,05 p), 4,5 a 9 ml (1-2 ml/kg) (0,05 p). IV lento, com monitorização cardíaca atenta. (0,05 p)
Manutenção: Infusão de gluconato de Ca+2 10% IV (0,03 p)
Esquema:
I° dia: 8 ml/dia (1,8 ml/kg/dia) (72 mg/kg/día) por 24 h (0,03 p)
II° dia: 12 ml/dia (2.6 ml/kg/dia) (54 mg/kg/dia) por 24 h (0,03 p)
III° dia: 18 ml/dia (4 ml/k/dia) (36 mg/kg/dia) por mais 24 h (0,03 p)
Controles 24 a 48 h após essa ultima dose (0,03 p).

3) Enumeram pelo menos 3 efeitos colaterais do tratamento.
Elevação rápida da calcemia, levando a bradicardia e outras arritmias. (0,03 p)
Extravasamento de sol. de cálcio em tecido subcutâneo pode causar necrose. (0,03 p)
Quando infundido por veia umbilical pode levar à necrose hepática. (0,03 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.98)




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