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A AVALIAÇÃO DO PACIENTE PEDIATRICO NA SALA DE URGÊNCIA (ÁREA DE PEDIATRIA)

METAS:
  1. Identificar rapidamente os pacientes com condições de risco de morte.
  2. Determinar o local de tratamento mais adequado para os pacientes que se apresentam às UE.
  3. Otimizar o uso dos recursos.
  4. Diminuir o congestionamento nas áreas de tratamento de emergência.
  5. Fornecer uma avaliação contínua dos pacientes.
  6. Fornecer informações aos pacientes e familiares em relação aos: serviços, cuidado esperado e tempos de espera

DIRETRIZES:

A entrevista da triagem é realizada para reunir informações suficientes para fazer um julgamento clínico sobre a prioridade de atendimento do paciente. Uma triagem eficaz requer o uso de visão, audição, olfato e tato.
A capacidade de selecionar os pacientes de maneira eficaz e precisa baseia-se nos seguintes:
  1. triangulo de avaliação pediatrica (TAP)
  2. achados do exame físico.
  3. histórico clínico do paciente.
  4. uso adequado de diretrizes e protocolos de triagem
  5. conhecimento prático adquirido através de experiência e treinamento.

OBJETIVA: (1414994 votos)..........96.11% das questões objetivas receberam votos.
Entre os fatores listados a seguir, aquele que NÃO contribui para o desenvolvimento de cetoacidose diabética é:
A. Libações alimentares
B. Vômitos
C. Omissão de dose de insulina
D. Infecção
E. Falta de orientação do paciente e de sua família quanto ao manejo da doença

  RATING: 2.93

Entre os fatores listados a seguir, aquele que NÃO contribui para o desenvolvimento de cetoacidose diabética é:

A. Libações alimentares
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Vômitos
CORRETO : A cetoacidose diabética é a complicação aguda mais comum em diabéticos tipo 1, ocorrendo em decorrência de doença intermitente (p. ex. infecção), redução imprópria da dose de insulina ou omissão de injeções. Vômitos não desencadeiam cetoacidose, apenas podem fazer parte da manifestação clínica.
C. Omissão de dose de insulina
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Infecção
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Falta de orientação do paciente e de sua família quanto ao manejo da doença
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.93)

DISCURSIVA: (197677 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Cite a classificação do recém-nascido (RN) prematuro de acordo com o peso de nascimento, segundo critérios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde. (0,5 pontos)


RATING: 2.44

Cite a classificação do recém-nascido (RN) prematuro de acordo com o peso de nascimento, segundo critérios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde. (0,5 pontos)

RN é classificado quanto ao peso em:
  • RN de muito baixo peso – corresponde ao RN com peso entre 1000 g e 1500 g (0,0625 p)
  • RN de extremo baixo peso ou RN fetais – peso inferior a 1000 g (0,0625 p)
  • AIG – Adequado p/ idade gestacional (0,0625 p)
  • PIG – Pequeno p/ idade gestacional (0,0625 p)
  • GIG – Grande p/ idade gestacional (0,0625 p)
ou
  • BP – Baixo peso < 2500 g (0,0625 p)
  • MBP – muito baixo peso: 1000 g – 1500 g (0,0625 p)
  • MMBP – muito muito baixo peso < 1000 g (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.44)

CASO CLINICO: (229886 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Um paciente dá entrada na UTI de um hospital em coma após ter sido encontrado abandonado na rua, sem assistência ou familiares para maiores informações. Após o procedimento médico padrão com a administração de medicamentos para estabilizar o paciente, a partir do quadro clínico, o exame da gasometria laboratorial revela os seguintes achados:
  • pH: 7,4
  • [HCO3-]real: 80 mEql/l
  • pCO2: 133 mmHg
  • [HCO3-]standard: 34 mEql/l
  • BE.: +10
Que tipo de desequilíbrio o paciente apresenta? Explique! (0,5 pontos)




RATING: 2.95

Em toda questão ou caso clinico de distúrbio acido básico tem que seguir o  algoritmo seguinte:

PASSO 1: E ACIDOSE OU ALCALOSE? E uma acidose (0,025 p), conforme pH 7,40, o pH normal sendo considerado 7,44 (0,025 p) .

PASSO 2: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA OU METABÓLICA? Parece uma acidose respiratória (0,025 p) , porque o mais que e modificado e o CO2  (0,025 p) sendo 133 mm Hg (3 vezes mais que o valor normal (0,025 p) - nem o bicarbonato não e normal (0,025 p) , mais e menos modificado que pACO2)  (0,025 p)
PASSO 3: É UMA ACIDOSE RESPIRATÓRIA AGUDA OU CRONICA?

ATENÇÃO, PORQUE ISTO E SUPER-IMPORTANTE !
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando distúrbio e cronico a queda do pH e de 0,03. (0,025 p)
  • Para cada 10 mm Hg CO2 retido quando o distúrbio e agudo a queda de pH e de 0,08. (0,025 p)

Da pra ver que o pH e pouco modificado (0,025 p) em comparação com a enorme pA do CO2  (0,025 p),  ou seja o distúrbio é cronico (0,025 p) , e, já que a pACO2 e de 133 mmHg podemos ter certeza de mais uma coisa: não é uma retenção voluntária (0,025 p) - hipoventilação. 
Relembramos que a retenção voluntaria de CO2 (para equilibrar a alcalose metabólica) nunca não vai passar de 55. Então, se um paciente aparece com 133 mm Hg pACO2 a gasometria, isto não e por causa da hipoventilação ! Isto e útil para saber que nos casos acima apresentados nunca não vamos conseguir equilibrar uma alcalose metabólica utilizando a retenção de CO2 mais que 55 mm Hg.

PASSO 4: É preciso observar que o HCO3 é muito alto (0,025 p) , o que indica, provavelmente uma alcalose metabólica (0,025 p) que tenta compensar a acidose respiratória (0,025 p) , e isso tem sustento no fato que a acidose respiratória é cronica (0,025 p) , ou seja, o rim já mobilizou os mecanismos compensatórios.  (0,025 p)
Em conclusão, o paciente apresenta uma acidose respiratória cronica (0,025 p) , em conjunto com uma alcalose metabólica compensatória. (0,025 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.95)




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