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O ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (ÁREA DE CLINICA MEDICA)

Primeiro, o que que é um AVC? "Instalação subita de deficit neurológico focal relacionado a um territorio arterial."

Mas o que é "um deficit de instalação SUBITA"? Toda vez que o neurologista recebe um paciente cujo déficit é subito ele comprende isso como o episódio que se instala na intensidade maxima em 1 minuto da sua instalação. Ou seja, o paciente que sofre um AVC não fica com o braço "só um pouco paralizado" no começo mas sim, com ele completamente paralizado. Então um déficit subito é atingido no maximo dele em intervalo de um minuto do início.

O que é "focal"? Focal significa que o deficit é limitado á um territorio arterial.

OBJETIVA: (929742 votos)..........94.25% das questões objetivas receberam votos.
Criança sexo feminino, 06 anos, originaria de Nordeste aonde viveu numa comunidade isolada chega no consultorio com exantema máculo-papular e puntiforme difuso na face, couro cabeludo e pescoço, febre baixa e linfadenopatia retro-auricular, occipital e cervical posterior. A tia, que acompanha a menina relata que não sabe nada sobre os antecedentes vacinais. O exantema surgiu 3 dias atrás. Sobre esse caso é CORRETO afirmar que:
A. o agente etiologico é um adenovirus
B. o diagnóstico de rubéola pode ser excluido já que esta doença foi quase erradicada no Brasil
C. a coleta de amostras de sangue é necessária para identificar as imunoglobulinas IgG e IgM
D. o tratamento consta em administrar eritromicina ou tetraciclina
E. a criança deve ser internada no UTI, porque nesta idade há um alto indice de complicações neurologicas e hemorragicas

  RATING: 2.99

Criança sexo feminino, 06 anos, originaria de Nordeste aonde viveu numa comunidade isolada chega no consultorio com exantema máculo-papular e puntiforme difuso na face, couro cabeludo e pescoço, febre baixa e linfadenopatia retro-auricular, occipital e cervical posterior. A tia, que acompanha a menina relata que não sabe nada sobre os antecedentes vacinais. O exantema surgiu 3 dias atrás. Sobre esse caso é CORRETO afirmar que:

A. o agente etiologico é um adenovirus
INCORRETO: O quadro clinico sugere rubéola, e, neste caso trata-se de um togavírus com genoma de RNA unicatenar (simples) de sentido positivo (serve de mRNA para sintese proteica directamente). Possui um capsídeo icosaédrico e um envelope bilípidico.
B. o diagnóstico de rubéola pode ser excluido já que esta doença foi quase erradicada no Brasil
INCORRETO : Pelo contrário, o mais provável diagnóstico é mesmo de rubéola, pela sintomatologia, antecedentes de imunização (ou melhor, a falta deles). A doença ainda não foi erradicada no Brasil, apesar de existir uma esquema vacinal bem acompanhada no territorio nacional
C. a coleta de amostras de sangue é necessária para identificar as imunoglobulinas IgG e IgM
CORRETO : As amostras de sangue dos casos suspeitos devem ser colhidas, sempre que possível, no primeiro atendimento ao paciente. Amostras oportunas são aquelas coletadas entre o 1º e o 28º dias do aparecimento do exantema ou do início dos sintomas. As amostras coletadas após o 28º dia são consideradas tardias, mas, mesmo assim, devem ser enviadas ao laboratório.
D. o tratamento consta em administrar eritromicina ou tetraciclina
INCORRETO : Mais uma vez: a principal suspeita é a rubéola, que é uma doença causada por togavirus - então, não adianta nada administrar antibiotico. Não há tratamento específico para a rubéola. Os sinais e sintomas apresentados devem ser tratados de acordo com a sintomatologia e terapêutica adequada.
E. a criança deve ser internada no UTI, porque nesta idade há um alto indice de complicações neurologicas e hemorragicas
INCORRETO : Apesar de raras, complicações podem ocorrer com maior frequência em adultos, destacando-se: artrite ou artralgia, encefalites (1 para 5 mil casos) e manifestações hemorrágicas (1 para 3 mil casos).

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.99)

DISCURSIVA: (168596 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram as quatro manobras clinicas provocativas para avaliação de um paciente com sindrome de desfiladeiro toracico (0,5 pontos)


RATING: 3.06

Enumeram as quatro manobras clinicas provocativas para avaliação de um paciente com sindrome de desfiladeiro toracico (0,5 pontos)

Foram descritas quatro manobras clínicas provocativas para avaliação de um paciente com suspeita de SDT. A perda ou a redução no pulso radial ou da reprodução dos sintomas neurais sugere um teste positivo.

(1) O teste de Adson (escaleno) provoca um estreitamento do espaço entre os escalenos anterior e médio, resultando em compressão da artéria subclávia e do plexo braquial. O paciente é instruído a inspirar maximamente e parar de respirar enquanto o seu pescoço é estendido completamente e a cabeça é girada na direção do lado afetado.Redução ou perda do pulso radial ipsilateral sugere compressão. (0,125 p)

(2) O teste de Halstead (costoclavicular) é usado para estreitar o espaço costoclavicular entre a primeira costela e a clavícula, deste modo causando compressão neurovascular. O paciente é instruído a colocar os seus ombros em uma posição de militar (recuados para trás e para baixo). Esta manobra causará modificações no pulso radial, se houver presente compressão de uma ou de ambas as artérias subclávias. (0,125 p)

(3) O teste de Wright (hiperabdução) leva a uma compressão das estruturas neurovasculares na região subcoracóide pelo tendão do peitoral, pela cabeça do úmero ou pelo processo coracóide. Para realizar esse teste, o braço do paciente é hiperabduzido 180 graus. Suspeita-se de compressão mediante redução ou perda do pulso radial. (0,125 p)

(4) O teste de Roos é realizado solicitando-se que o paciente abduza do seu braço 90 graus com uma rotação externa do ombro. Mantendo esta posição corporal, o teste de Roos modificado é realizado abrindo-se e fechando-se a mão rapidamente durante 3 minutos em uma tentativa de reproduzir os sintomas. (0,125 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.06)

CASO CLINICO: (195367 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
L.R., sexo masculino, branco, 67 anos, casado, aposentado, natural do Rio de Janeiro, residente em Caxias/RJ. admitido na Emergência do HSE em 20/05/2002 com queixa de dor abdominal há 24 horas, do tipo difusa, moderada, contínua, de início súbito, que diminuía temporariamente com uso de analgésicos, acompanhada de náuseas e dificuldade para evacuar..
No exame: lúcido, orientado no tempo e no espaço, normocromia, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2t BNF (b3) PA: 130/90 mmHg FC: 90 bpm AR: MVUA sem ruídos adventícios. Abdome: globoso, distendido, peristalse débil, hipertimpânico, doloroso à palpação difusa sem descompressão dolorosa. MMII: sem alterações. Exames laboratoriais: hemograma: 12.000 - 0/0/0/0/7/71/20/4. glicemia: 105 mg/dl, rotina de abdome agudo: discreta distensão de alças intestinais. Conduta: suporte hidreletrolítico, analgesia e observação.
Pergunta-se:

1) Qual é a hipótese diagnostica e a conduta inicial? 0,1p

2) Caso suspeitar uma apendicite aguda, quais seriam os sinais a ser pesquisados na apalpação do abdômen? 0,4p



RATING: 2.9

1) A suspeita diagnóstica é de abdômen agudo e a conduta inicial consta em: suporte hidroeletrolítico, analgesia e observação.  0,1 p

2) No abdômen deveriamos pesquisar: 

a) Dor no ponto de McBurney: na união do terço lateral com o terço médio da linha que une a cicatriz umbilical à espinha ilíaca ântero-superior, a dor é mais intensa, e tende a diminuir à medida que o dedo do examinador se afasta deste ponto, para cima e para baixo, nos apêndices látero-cecais. 0,05 p

b) Hiperestesia da parede na fossa ilíaca direita: a palpação deve ser feita, também, do lado oposto a fim de comparação, de maneira delicada e com as mãos aquecidas. 0,05 p

c) Sinal de Blumberg: dor à descompressão brusca na fossa ilíaca direita - defesa muscular. 0,05 p

d) Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita à compressão retrógrada dos gases na fossa ilíaca esquerda e flanco esquerdo. 0,05 p

e) Sinal de Chutro: desvio da cicatriz umbilical para a direita. Mede-se a distância da cicatriz umbilical até a espinha ilíaca ântero-superior. 0,05 p

f) Sinal de Lenander: diferença de temperatura áxilo e retal em torno de 1ºC.; salvo em casos de febre elevada. 0,05 p

g) Sinal do Psoas ou Lapinsky: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito estendido. 0,05 p

h) Sinal do Obturador: rotação externa da coxa fletida de tal maneira que ponha em ação as fibras do músculo obturador interno irritado, que provoca dor nos casos em que este músculo está comprometido por um apêndice perfurado. 0,05 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.9)




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