ESTUDE COM A GENTE PARA A PROVA DE TITULO DESSE ANO EM PEDIATRIA E EM EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS

É A MELHOR PLATAFORMA DE ESTUDO E AUTO-AVALIAÇÃO VINCULADA PARA MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA






CADASTRE-SE AQUI                                                                                     ESQUECI MINHA SENHA

Escolher a tematica (coloca trÊs letras e depois escolhe a opÇÃo):

    

2567 USUARIOS INSCRITOS
887 PROVAS FEITAS POR ASSINANTES
743 RECADOS DOS VISITANTES
510 TENTATIVAS (45 CONTESTAÇÕES)
16413 QUESTÕES OBJETIVAS
3806 QUESTÕES DE CLINICA MÉDICA
6142 DE PEDIATRIA (3221 EMERGÊNCIAS PEDIATRICAS)
3648 QUESTÕES DE CIRURGIA
1922 QUESTÕES DE OBSTETRICA-GINECOLOGIA
855 QUESTÕES DE SAUDE PUBLICA
194 QUESTÕES DISSERTATIVAS COMENTADAS
222 CASOS CLINICOS COMENTADOS

ASSISTE NOSSOS TUTORIAIS

PROCURAR QUESTÕES PELA PALAVRA CHAVE

A TRANSPOSIÇÃO DAS GRANDES ARTERIAS (ÁREA DE PEDIATRIA)

Nos grandes vasos relacionados normalmente, a aorta é posterior e à direita da artéria pulmonar. Na d-transposição das grandes artérias (d-TGA) a aorta é anterior e à direita da artéria pulmonar (o "d" indica uma aorta dextroposidonada).

A transposição dos grandes vasos, uma anomalia congênita cianótica comum, é descrita quando a aorta provém do ventrículo direito e a artéria pulmonar do ventrículo esquerdo. Entretanto, as veias sistêmicas retomam normalmente para o átrio direito e as veias pulmonares retomam para o átrio esquerdo. As conexões entre os átrios e os ventrículos também são normais (concordância atrioventrícular).


OBJETIVA: (1408336 votos)..........95.64% das questões objetivas receberam votos.
As perfurações que ocorrem durante colonoscopias diagnósticas são mais comuns no:
A. íleo terminal
B. ângulo hepático
C. ângulo esplênico
D. sigmoide
E. reto distal

  RATING: 2.87

As perfurações que ocorrem durante colonoscopias diagnósticas são mais comuns no:

A. íleo terminal
INCORRETO: Essa região, embora acessível em colonoscopias completas, raramente sofre perfuração em contextos diagnósticos puros, pois o íleo delgado apresenta maior complacência e menor exposição a insuflação prolongada; complicações aqui são mais frequentes em enteroscopias terapêuticas ou em pacientes com doença inflamatória intestinal subjacente, não representando o sítio primordial em exames rotineiros.
B. ângulo hepático
INCORRETO : O ângulo hepático, como ponto de transição flexível no cólon direito, exige manobras de torque para negotiating, mas sua perfuração é infrequente (cerca de 10-15% dos casos totais), limitada pela maior amplitude de mobilidade mesentérica e pela menor densidade de divertículos; o risco eleva-se mais em biópsias ou polipectomias do que em mera progressão diagnóstica.
C. ângulo esplênico
INCORRETO : Similar ao hepático, esse ângulo esquerdo impõe desafios de rotação, mas perfurações ali ocorrem em proporção inferior a 20%, influenciadas por anatomia variável; a parede colônica nessa área é mais espessa e protegida por peritônio, reduzindo vulnerabilidade a traumas barotraumáticos isolados durante diagnósticos eletivos.
D. sigmoide
CORRETO : Essa localização predomina devido à tortuosidade inerente do sigmoide, que impõe maior resistência mecânica ao avanço do colonoscópio, favorecendo forças de tração e compressão excessivas durante a intubação diagnóstica; estudos retrospectivos em grandes coortes, como os da American Society for Gastrointestinal Endoscopy, confirmam que mais de 50% das perfurações ocorrem nesse segmento, associadas a fatores como aderências pós-inflamatórias ou diverticulose, que rigidificam a parede colônica e amplificam o risco de ruptura serosa ou transmural sob pressão pneumática moderada.
E. reto distal
INCORRETO : O reto, sendo o segmento inicial e mais acessível, submete-se a menor manipulação mecânica e pressão insuflatória em colonoscopias diagnósticas, resultando em incidência de perfuração abaixo de 5%; complicações retais ligam-se mais a procedimentos anorretais ou em pacientes com estenoses prévias, não configurando o foco epidemiológico principal.

Gabarito:  D

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.87)

DISCURSIVA: (197163 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Sobre a síndrome de Cushing, responda:

  1. Principal diagnóstico diferencial e sinais clínicos específicos que distinguem da obesidade simples (0,14 pontos).
  2. Tratamento cirúrgico da doença de Cushing hipofisária e indicações em caso de falha (0,16 pontos).
  3. Abordagem terapêutica na síndrome de ACTH ectópico (0,13 pontos).
  4. Esquema de manejo pós-operatório de glicocorticoides após cirurgia hipofisária (0,07 pontos).




RATING: 3.04

Sobre a síndrome de Cushing, responda:

  1. Principal diagnóstico diferencial e sinais clínicos específicos que distinguem da obesidade simples (0,14 pontos).
  2. Tratamento cirúrgico da doença de Cushing hipofisária e indicações em caso de falha (0,16 pontos).
  3. Abordagem terapêutica na síndrome de ACTH ectópico (0,13 pontos).
  4. Esquema de manejo pós-operatório de glicocorticoides após cirurgia hipofisária (0,07 pontos).


1. Principal diagnóstico diferencial e sinais clínicos específicos que distinguem da obesidade simples
• Na avaliação de pacientes com suspeita de síndrome de Cushing, o principal diagnóstico diferencial é a obesidade. (0,05 p)
• Determinados sinais e sintomas específicos permitem distinguir a síndrome de Cushing da obesidade simples: facilidade para formação de hematomas. (0,03 p)
• fraqueza muscular. (0,03 p)
• hipertensão arterial. (0,03 p)
2. Tratamento cirúrgico da doença de Cushing hipofisária e indicações em caso de falha
• A microcirurgia hipofisária por via transnasal transesfenoidal para doença de Cushing alcança taxa de sucesso aproximada de 90% quando realizada por equipes com ampla experiência. (0,06 p)
• Nos pacientes em que os níveis basais de cortisol não se reduzem de forma adequada após a primeira intervenção, a remissão pode ser obtida por meio de reoperação ou irradiação hipofisária. (0,05 p)
• Quando a cirurgia hipofisária não obtém controle da doença, indica-se adrenalectomia laparoscópica bilateral como opção definitiva. (0,05 p)
3. Abordagem terapêutica na síndrome de ACTH ectópico
• Ressecção do tumor primário quando possível. (0,05 p)
• Adrenalectomia bilateral se fonte não localizada. (0,04 p)
• Controle medicamentoso com metirapona ou outros inibidores da esteroidogênese enquanto aguarda terapia definitiva. (0,04 p)
4. Esquema de manejo pós-operatório de glicocorticoides após cirurgia hipofisária
• Suspensão inicial de glicocorticoides (protocolo seletivo). (0,03 p)
• Cortisol matinal subnormal (dia 1-2) = remissão confirmada. (0,02 p)
• Início de reposição por ≥ 6 meses até recuperação do eixo HPA. (0,02 p)


FONTE:

SÍNDROME DE CUSHING DE ORIGEM ADRENAL


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.04)

CASO CLINICO: (229394 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
Criança do sexo masculino, de 11 anos de idade, estudante, residente no BH, que em Dezembro de 2018 é referenciado ao Centro Hospitalar aonde você está trabalhando, por ter sido detectada HAS grave, em exame de medicina esportiva. Subjetivamente, apenas referia fadiga muscular após a realização de exercício físico anaeróbio – sprint – com dois anos de evolução.
Os antecedentes pessoais eram irrelevantes, e não havia incidência familiar de HAS.
O exame físico revelou valores de pressão arterial (PA) de 200/110 mmHg no membro superior direito, 200/120 mmHg no membro superior esquerdo e de 100/65 mmHg nos membros inferiores.
Era audível um sopro sistólico aórtico, grau II/VI, com irradiação interescapular esquerda e um reforço do 2º tom aórtico. Os pulsos femurais eram de baixa amplitude, quase ausentes.
Quanto esse caso, esclareça os seguintes pontos:
1) Qual é a suspeita diagnostica? (0,25 pontos)
2) Qual é, nesse caso, a causa da hipertensão arterial dessa criança?(0,125 pontos)
3) Qual é a terapia indicada (0,125 pontos)?


RATING: 2.97

1) a) Coarctação da aorta (0,125 p) b) Hipertensão arterial juvenil (0,125 p)
DISCUSSÃO (não vai ser gabaritada!): A coarctação da aorta é uma malformação congênita que ocorre em 7% dos doentes portadores de cardiopatias congênitas, com predomínio no sexo masculino (relação 2:1). Caracteriza-se por um estreitamento segmentar da artéria aorta, geralmente localizado a montante da emergência da artéria subclávia esquerda e, em dois terços das crianças, leva ao desenvolvimento de hipertensão arterial.
A coarctação da aorta reconhecida após a primeira infância raramente está associada a sintomas significativos. Porque? Geralmente, é uma forma justaductal simples. Encontraremos aqui: fraqueza ou dor (ou ambos) nas pernas após o exercício, hipertensão no exame físico de rotina - frequentemente essas crianças se apresentam no cardiologista para isso O sinal clássico de coarctação da aorta é uma diferença na pulsação e na pressão arterial nos braços e nas pernas. Isto tem lógica no fato que, por conta da coartação (estreitamento) o fluxo sanguineo para as porções declivas é muito baixo. Traduzido isso significa que vamos ter lugares com pulso fraco e lugares com pulso amplo. São fracos ou ausentes em mais de 40% das situações: pulsos femorais, pulsos poplíteos, pulsos tibiais posteriores, pulsos pediosos. São amplos: pulsos dos braços e os pulsos dos vasos carotídeos ATRASOS: Normalmente, o pulso femoral ocorre ligeiramente antes do pulso radial e a pressão arterial sistolica nas pernas obtida pelo método do manguito (cuff) é 10-20 mmHg maior do que nos braços. Os pulsos radiais e femorais sempre devem ser palpados simultaneamente, pesquisando-se a eventual presença de um atraso radial-femoral.
Na coarctação da aorta: a pressão arterial nas pernas e menor do que nos braços (pacientes com coarctação que têm mais de 1 ano de idade) Com o exercício, ocorre uma elevação mais acentuada na pressão arterial sistêmica, e o gradiente extremidade superior-inferior aumentará e é frequentemente dificil obtê-la (90% têm hipertensão sistólica em um dos membros superiores maior que o percentil 95 para a idade).

2) A coarctação da aorta é causa de HTA secundária em menos de 1% das causas conhecidas de HTA. (0,125 p)
DISCUSSÃO (não vai ser gabaritada!): Tal como referido anteriormente, caracteriza-se por um estreitamento segmentar da artéria aorta, que pode ocorrer em qualquer ponto da sua extensão, ainda que mais frequentemente se localize a juzante do tronco arterial braquiocefálico. Cerca de dois terços das crianças com esta malformação desenvolvem hipertensão arterial.
As manifestações clínicas dependem do local e da extensão da obstrução, bem como da presença de anomalias cardíacas associadas, sendo a mais frequente a válvula aórtica bicúspide, presente neste caso. Pode ainda associar-se a aneurisma de Berry ou disgenesia gonadal (síndroma de Turner).

3) Cirurgia reparatoria.(0,125 p)
DISCUSSÃO (não vai ser gabaritada!): Crianças mais velhas significa que a coartação não foi tão grave para aparecer cedo. Ou seja, eles devem ser tratadas relativamente logo após o diagnóstico. Isto porque, quando diagnosticados, a coartação já deve causar efeitos hemodinamicos importantes!
Entretanto, agora, o atraso é injustificável, em especial após a segunda década de vida, quando a operação pode ser menos bem-sucedida por a uma função ventricular esquerda reduzida e por alterações degenerativas na parede da aorta.

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.97)




A VITÓRIA É SOMENTE SUA! O CAMINHO É NOSSO!

Todos os direitos reservados. 2026.
O site misodor.com.br está online desde 04 de novembro de 2008
O nome, o logo e o site MISODOR são propriedade declarada do webmaster
Qualquer conteudo deste site pode ser integralmente ou parcialmente reproduzido, com a condição da menção da fonte.