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DEFICIÊNCIA AGUDA DE VITAMINA K (DOENÇA HEMORRAGICA DO RECÉM-NASCIDO) (ÁREA DE PEDIATRIA)

Deve-se administrar, de forma profilática, vitamina K rotineiramente em todos os recém-nascidos. É importante para a prevenção de sangramento precoce por deficiência desta vitamina (doença hemorrágica do RN), evitando também sangramento posterior. Administra-se 1 mg por via intramuscular. Deficiência de vitamina K - deficiência de produção dos fatores II, VII, IX e X - sendo responsável pela chamada “doença hemorrágica do recém-nascido”.

OBJETIVA: (1431882 votos)..........96.37% das questões objetivas receberam votos.
Mulher de 55 anos de idade queixa-se de prurido e dor anal contínua, acompanhados de perda de sangue vivo. Refere antecedente de infecção genital por HPV e hábito intestinal normal. Apresenta nódulos em região de pregas inguinais e lesão ulcerada endurecida de 3 cm próximo à borda anal. Considera-se mais provável a hipótese de:
A. trombose hemorroidária
B. condiloma plano
C. carcinoma epidermoide de canal anal
D. doença de Crohn
E. sarcoma de Kaposi

  RATING: 3.11

Mulher de 55 anos de idade queixa-se de prurido e dor anal contínua, acompanhados de perda de sangue vivo. Refere antecedente de infecção genital por HPV e hábito intestinal normal. Apresenta nódulos em região de pregas inguinais e lesão ulcerada endurecida de 3 cm próximo à borda anal. Considera-se mais provável a hipótese de:

A. trombose hemorroidária
INCORRETO: Trombose hemorroidária apresenta-se como nódulo violáceo de início súbito, muito doloroso, sem ulceração infiltrativa de 3 cm e sem linfonodos inguinais. Não se relaciona ao HPV.
B. condiloma plano
INCORRETO : Condiloma plano ou acuminado é lesão HPV-induzida, em geral verrucosa ou em placa, não uma úlcera endurecida com metástases ganglionares inguinais. Condiloma pode coexistir ou preceder o carcinoma, mas não explica o conjunto descrito.
C. carcinoma epidermoide de canal anal
CORRETO : Lesão ulcerada endurecida de 3 cm junto à borda anal, dor contínua, prurido, sangramento vivo, antecedente de HPV e nódulos inguinais (linfadenomegalia) formam o quadro clássico de carcinoma epidermoide da região anal. O HPV é o principal fator de risco. O hábito intestinal preservado não afasta a hipótese. Toda úlcera anal crônica endurecida em adulto exige biópsia.
D. doença de Crohn
INCORRETO : Doença de Crohn perianal produz fissuras laterais, fístulas, abscessos e plicomas edematosos, frequentemente com alteração do hábito intestinal. Úlcera única endurecida com linfonodos inguinais não é a forma típica e não se associa a HPV.
E. sarcoma de Kaposi
INCORRETO : Sarcoma de Kaposi ocorre sobretudo em imunossuprimidos e manifesta-se por placas ou nódulos violáceos. Sem esse contexto, e diante de HPV, úlcera dura e cadeias inguinais, o carcinoma epidermoide é muito mais provável.

Gabarito:  C

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.11)

DISCURSIVA: (200173 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Quais são as complicações mais comuns associadas ao divertículo e como elas afetam cada camada da parede do cólon?
(II) Quais camadas da parede do cólon estão envolvidas no divertículo?
(III) Quais são os sinais e sintomas que indicam a presença de complicações relacionadas ao divertículo?


RATING: 3.14

(I) Quais são as complicações mais comuns associadas ao divertículo e como elas afetam cada camada da parede do cólon?
(II) Quais camadas da parede do cólon estão envolvidas no divertículo?
(III) Quais são os sinais e sintomas que indicam a presença de complicações relacionadas ao divertículo?

(I) Quais são as complicações mais comuns associadas ao divertículo e como elas afetam cada camada da parede do cólon?
As complicações mais comuns associadas ao divertículo incluem:
☉ Diverticulite: Inflamação do divertículo que pode causar dor abdominal e febre. Afeta principalmente a mucosa e a submucosa, levando a inflamação e infecção. (0,025 p);
☉ Perfuração: Pode ocorrer se a inflamação for grave, resultando em um buraco na parede do cólon. Isso afeta todas as camadas, especialmente a camada muscular e a serosa, podendo levar a peritonite. (0,025 p);
☉ Hemorragia: Sangramento do divertículo, geralmente devido à erosão de vasos sanguíneos na submucosa. (0,025 p);
☉ Abscesso: Formação de pus ao redor do divertículo inflamado, afetando a serosa e os tecidos adjacentes. (0,025 p);
☉ Fístulas: Conexões anormais entre o cólon e outros órgãos, resultantes de inflamação crônica que pode envolver todas as camadas da parede do cólon. (0,025 p);

(II) Quais camadas da parede do cólon estão envolvidas no divertículo?
No divertículo de pulsão, as camadas envolvidas da parede do cólon são a mucosa (0,025 p); e a submucosa (0,025 p);, que se projetam através da camada muscular (0,025 p); e são recobertas pela serosa (0,025 p);.

(III) Quais são os sinais e sintomas que indicam a presença de complicações relacionadas ao divertículo?
Os sinais e sintomas que podem indicar complicações relacionadas ao divertículo incluem:
☉ Dor abdominal: Geralmente localizada no quadrante inferior esquerdo. (0,025 p);
☉ Febre: Indicativa de infecção ou inflamação (diverticulite). (0,025 p);
☉ Sangramento retal: Pode ser um sinal de hemorragia diverticular. (0,025 p);
☉ Alterações nos hábitos intestinais: Como constipação ou diarreia. (0,025 p);
☉ Náuseas e vômitos: Podem ocorrer em casos de obstrução ou inflamação severa. (0,025 p);
☉ Sensibilidade abdominal: Ao toque, especialmente no local do divertículo. (0,025 p);
☉ Distensão abdominal: Inchaço devido à inflamação ou obstrução. (0,025 p);
☉ Sintomas de peritonite: Como dor intensa e difusa (0,025 p);, rigidez abdominal (0,025 p); e sinais de choque (0,025 p);, em casos de perfuração. (0,025 p);

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.14)

CASO CLINICO: (232345 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
T. R. N. de São Paulo, paciente de 64 anos de idade, que procurou o serviço para tratamento de dor crônica e ferida no membro inferior direito. Descreve que a primeira lesão ulcerada surgiu há 10 anos e fez tratamento medicamentoso e com repouso que resultava na cicatrização das lesões, contudo apresentavam recidivas. Relata que os movimento dos pés e tornozelos vêm piorando com o tempo, necessitando do apoio de uma bengala. Ao exame físico detectaram-se, na face interna do terço distal da perna, lesão ulcerada, pele com aspecto descamativo, endurecida, perda de movimento de pododáctilos e tornozelo. Foi feita avaliação clínica, goniométrica e perimétrica.

Questões:
1) Qual é o diagnóstico mais provável? (0,0625 p)
2) Quais são os métodos não invasivos de diagnóstico desta moléstia e qual é considerado 'padrão de ouro'? (0,125 pontos)
3) Qual é o tratamento clínico neste caso? (0,21875 p)
4) Quais são os critérios de indicação para tratamento cirurgico.(0,09375 pontos)


RATING: 2.95

1) Qual é o diagnóstico mais provável?
Edema, induração, hiperpigmentação e ulceração, lesão do membro inferior, parte interna da perna sugere:
INSUFICIENCIA VENOSA CRONICA, ESTADO EDEMATOSO. - 0,03125 p
TROMBOSE VENOSA PROFUNDA DE MEMBRO INFERIOR DIREITO. - 0,03125 p
2) Quais são os métodos não invasivos de diagnóstico desta moléstia e qual é considerado 'padrão de ouro'?
NÃO INVASIVOS:
- sonar de efeito Doppler portátil - 0,03125 p
- Mapeamento Dúplex (MD) ou Eco-Doppler - 0,03125 p
- fotopletismografia venosa - 0,03125 p - considerado 'padrão ouro' - 0,03125 p
DISCUSSÃO: Os exames subsidiários solicitados para a confirmação diagnóstica e quantificação da hipertensão venosa, são divididos em testes não-invasivos e invasivos.
Flebografia do membro inferior é considerada o padrão-ouro para o diagnóstico da IVC sendo a associação da flebografia ascendente à descendente permite o diagnóstico anatômico das lesões valvulares e quantificação da hipertensão venosa. Além disto, ainda hoje são exames fundamentais para a absoluta indicação do tratamento cirúrgico da IVC. A flebografia ascendente é realizada com o paciente em decúbito dorsal horizontal ou a 60º e injeta-se uma substância de contraste no sistema venoso por meio de punção de veia dorsal do pé com garroteamento distal do tornozelo. Neste exame é importante observar-se a perviedade do sistema venoso profundo, as obstruções venosas, as dilatações das veias, a circulação colateral e a presença das válvulas venosas. Já na flebografia descendente, a substância de contraste é injetada por meio de cateter colocado na veia femoral ou por meio de punção simples desta veia. Acompanha-se a progressão retrógrada da substância de contraste, utilizando a manobra de Valsalva e em casos graves de IVC, pode-se verificar o refluxo da substância de contraste atingindo as veias do tornozelo. A flebografia descendente analisa fundamentalmente a competência do sistema valvular das veias profundas. 3) Qual é o tratamento clínico neste caso?
As úlceras venosas são tratadas conservadoramente com elevação dos MMII, terapia compressiva e a Bota do Unna. - 0,03125 p
Tratar a dermatite de estase e o eczema varicoso com soluções de lanolina e preparações com corticosteróides de uso tópico - 0,03125 p
AMBULATORIO:
HIRUDOID aplicações locais 3-4 vezes ao dia. - 0,03125 p
DAFLON 900mg em dose única diária, pela manhã - 0,03125 p ou VECASTEN Um comprimido uma vez ao dia, podendo ser administrado 2 vezes ao dia - 0,03125 p .
CAPILAREMA Adultos: dose inicial: via oral, 225 mg por dia. Dose de manutenção: via oral, 150 mg por dia. - 0,03125 p
Utiliza-se antibioticoterapia somente em pacientes com contaminação bacteriana comprovada e após isolamento da bactéria predominante na lesão - 0,03125 p
4) Quais são os critérios de indicação para tratamento cirurgico.
- pacientes que não melhoraram com a terapia clínica - 0,03125 p
- pacientes que desenvolveram complicações recorrentes (celulite, úlceras infectadas ou tromboses - 0,03125 p
- pacientes incapazes de manter o tratamento clínico e principalmente jovens em idade produtiva. - 0,03125 p

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.95)




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