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CÓLON CIRURGICO (ÁREA DE CIRURGIA)

O intestino grosso é formado pelo ceco; apêndice vermiforme; colon ascendente, transverso, descendente e sigmoide; reto e canal anal. É caracterizado por tênias do colo, saculações, apêndices omentais e um grande calibre.

OBJETIVA: (1341219 votos)..........94.06% das questões objetivas receberam votos.
Paciente F, 39 anos, etnia negra, com acometimento do sistema cardiovascular no lúpus eritematoso sistêmico. Neste caso, o achado mais freqüente é:
A. Angina de Prinzmetal
B. Endocardite de Libman-Sacks
C. Cardiomiopatia restritiva
D. Bloqueio atrioventricular
E. Pericardite aguda

  RATING: 3.1

Paciente F, 39 anos, etnia negra, com acometimento do sistema cardiovascular no lúpus eritematoso sistêmico. Neste caso, o achado mais freqüente é:

A. Angina de Prinzmetal
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Endocardite de Libman-Sacks
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Cardiomiopatia restritiva
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Bloqueio atrioventricular
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Pericardite aguda
CORRETO : O lúpus eritematoso sistêmico (LES) caracteriza-se por poder apresentar manifestações em um único sistema orgânico ou ter uma evolução multissistêmica. Em se tratando de manifestações no sistema cardiovascular, a pericardite aguda constitui a forma mais freqüente de acometimento cardíaco no lúpus eritematoso sistêmico, estando presente em torno de 48% dos pacientes. Pode apresentar derrames pericárdicos e até mesmo evoluir com tamponamento cardíaco. Raramente ocorre pericardite constritiva. Outros achados cardiovasculares são miocardite, arritmias, disfunção valvar - principalmente em valva mitral e aórtica - com ou sem endocardite de Libman-Sacks, além de insuficiência cardíaca.

Gabarito:  E

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.1)

DISCURSIVA: (192964 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
(I) Uma mãe se apresenta com um bebê irritado e afirma que seu filho tem erupção dentaria. Qual é a sequência usual de erupção dentária? (0,25 pontos)
(II) Um menino de 3 anos tem permanecido consistentemente no quinto percentil em suas curvas de crescimento desde o nascimento, e sua mãe está preocupada com seu crescimento. Como você a aconselharia? (0,25 pontos)


RATING: 2.87

(I) Uma mãe se apresenta com um bebê irritado e afirma que seu filho tem erupção dentaria. Qual é a sequência usual de erupção dentária? (0,25 pontos)
(II) Um menino de 3 anos tem permanecido consistentemente no quinto percentil em suas curvas de crescimento desde o nascimento, e sua mãe está preocupada com seu crescimento. Como você a aconselharia? (0,25 pontos)

(I) Uma mãe se apresenta com um bebê irritado e afirma que seu filho tem erupção dentaria. Qual é a sequência usual de erupção dentária?
R: Os incisivos centrais são os primeiros a irromper entre 5 e 8 meses de idade, (0,0625 p) com os dentes inferiores saindo antes dos dentes superiores. (0,0625 p) Aos 2 anos e meio de idade, a criança deve ter todos os dentes decíduos, incluindo os molares. (0,0625 p)
Os dentes secundários / permanentes começam a surgir por volta dos 6 a 7 anos de idade. (0,0625 p)

(II) Um menino de 3 anos tem permanecido consistentemente no quinto percentil em suas curvas de crescimento desde o nascimento, e sua mãe está preocupada com seu crescimento. Como você a aconselharia?
A avaliação do crescimento ao longo do tempo é a forma mais importante de avaliar o crescimento de uma criança. (0,0625 p)
Por definição, 5% da população estará abaixo da faixa de parâmetros de crescimento que é definida como normal. (0,0625 p)
Crianças tendem a crescer ao longo de percentis determinados geneticamente, e esta criança não está se desviando de seu crescimento curva. (0,0625 p)
Por último, as curvas de crescimento padrão usadas na prática foram determinadas usando principalmente crianças brancas, de parâmetros médios, portanto, crianças de diferentes raças ou etnias podem não ter os mesmos parâmetros padrão para crescimento. (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.87)

CASO CLINICO: (225184 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.

Um lactente de 18 meses de idade, previamente hígido, é trazido ao pronto-socorro ainda em convulsão tônico-clônica generalizada há 45 minutos, com cianose intensa, perda do controle esfincteriano (bexiga) e sem recuperação de consciência. A mãe relata febre alta (39°C) iniciada há 4 horas por infecção viral de vias aéreas superiores, sem sinais de irritação meníngea ou história de crises prévias. A criança chegou sonolenta após o início da crise e não apresentou aura ou foco aparente. Exame inicial: vias aéreas pérvias mas com salivação excessiva, ventilação comprometida, glicemia normal, sem trauma craniano ou ingestão de toxinas.

Questões:
I. Qual é a suspeita diagnóstica principal? (Total parcial desta questão: 0,12 p)

II. Qual a possível causa da doença diagnosticada? (Total parcial desta questão: 0,12 p)

III. Qual a melhor modalidade para confirmar o diagnóstico? (Total parcial desta questão: 0,14 p)

IV. Qual o tratamento inicial na emergência?  (Total parcial desta questão: 0,12 p)





RATING: 2.9

Resposta à Questão I (Suspeita Diagnóstica)

A suspeita diagnóstica é estado de mal epiléptico (crise prolongada >30 minutos).

  • Crise tônico-clônica generalizada sem interrupção por 45 minutos, com cianose e perda esfincteriana (0,05 p).
  • Distinção de crise febril simples: duração >15 minutos e ausência de recuperação pós-ictal imediata (0,04 p).
  • Classificação como complexa quando duração superior a 15 minutos e achados pós-ictal prolongados (0,03 p).

Resposta à Questão II (Possível Causa da Doença Diagnosticada)

A possível causa é crise febril complexa (dependente da idade, febre alta e infecção extracraniana).

  • Crises febris dependentes da idade (pico 14-18 meses) e associadas a temperatura que aumenta rapidamente até 39°C ou mais (0,05 p).
  • Causa não é infecção de SNC ou alteração metabólica, mas sim doença febril (ex.: infecção viral de vias aéreas superiores ou otite) (0,04 p).
  • A causa da febre NÃO influencia na ocorrência da convulsão febril, mas a duração >15 minutos define complexidade (0,03 p).


Resposta à Questão III (Melhor Modalidade para Confirmar o Diagnóstico)

A melhor modalidade é o eletroencefalograma (EEG), obrigatório e necessário.

  • EEG está OBRIGATÓRIO em caso de crise acima de 30 minutos, pois a exaustão muscular pode mascarar crise elétrica contínua com efeitos destruidores (0,08 p).
  • Não se justifica EEG em crise febril simples, mas é essencial aqui para confirmar atividade ictal persistente (0,04 p).
  • Durante avaliação aguda, priorizar causa da febre, mas EEG diferencia de pseudo-estado (0,02 p).


Resposta à Questão IV (Tratamento Inicial na Emergência)

O tratamento inicial é a conduta geral ABC + anticonvulsivante de ação rápida.

  • A - B - C: permeabilizar VAS (posicionamento e aspiração), proteção (evitar objetos na boca), uso de oxigênio, monitorização, destrostix e acesso venoso periférico (0,03 p).
  • Anticonvulsivante: diazepam I.V. 0,3 mg/kg/dose (máx. 10 mg/dose) – início de ação 1-3 minutos, duração 5-15 minutos (0,03 p).
  • Se não houver acesso venoso: midazolam (IM 0,2 mg/kg/dose, intranasal 0,3 mg/kg/dose ou bucal 0,5 mg/kg/dose) como primeira opção (0,03 p).
  • Evitar profilaxia prolongada com fenobarbital ou valproato em crise febril (excelente prognóstico); pesquisar causa da febre simultaneamente (0,03 p).

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.9)




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