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ATRESIA TRICUSPIDE (ÁREA DE PEDIATRIA)

Atresia tricúspide é uma cardiopatia congênita cianótica, decorrente da agenesia (ausência da conexão átrio ventricular direita) ou imperfuração da valva tricúspide, com conseqüência de comunicação direta entre átrio e ventrículo direitos.

A atresia tricúspide associada à atresia ou severa estenose pulmonar constitui uma malformação cardíaca grave, de tratamento cirúrgico, que cursa com cianose extrema no período neonatal conseqüente ao fechamento do canal arterial.

Então, como que o fluxo de sangue é possível?

A porção da via de entrada do ventrículo direito sempre está faltando nesses pacientes, mas a porção da via de saída tem tamanho variável.


OBJETIVA: (1043056 votos)..........97.92% das questões objetivas receberam votos.
Paciente M, 44 anos, internado em terapia intensiva, apresentando-se grave, com creatinina de 2 mg/dl, hemodinamicamente instável e com cateter venoso central. Na hemocultura houve crescimento de Cândida albicans. A melhor conduta é:
A. Retirar o cateter venoso central e iniciar fluconazol par via endovenosa
B. Retirar o cateter venoso central e apenas observar, pode ser um candidemia transitória
C. Nao retirar o cateter venoso central e iniciar itraconazol
D. Nao retirar o cateter venoso central e iniciar anfotericina B
E. Não retirar o cateter venoso central e iniciar fluconazol

  RATING: 3.12

Paciente M, 44 anos, internado em terapia intensiva, apresentando-se grave, com creatinina de 2 mg/dl, hemodinamicamente instável e com cateter venoso central. Na hemocultura houve crescimento de Cândida albicans. A melhor conduta é:

A. Retirar o cateter venoso central e iniciar fluconazol par via endovenosa
CORRETO: As candidemias estão associadas a diversas situações clinicas, sendo frequentes em pacientes com neoplasia, com complicações pós-operat6rias, queimados, transplantados, imunodeprimidos em geral e recem-nascidos de baixo peso. Além disso, fatores coma nutrição parenteral e uso de cateter venoso central (CVC) estão geralmente associados as candidemias. Toda candidemia (presença de espécies de Cândida na hemocultura) deve ser tratada com antifúngicos. Como a maioria absoluta das espécies de Cândida albicans são sensíveis ao fluconazol, este e o fármaco de escolha. A retirada do eve e mandat6ria nos casos de infecção;;ao da corrente sanguínea par espécies de Candida, tendo inclusive impacto na sobrevida destes pacientes.
B. Retirar o cateter venoso central e apenas observar, pode ser um candidemia transitória
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
C. Nao retirar o cateter venoso central e iniciar itraconazol
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Nao retirar o cateter venoso central e iniciar anfotericina B
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Não retirar o cateter venoso central e iniciar fluconazol
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito: 

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.12)

DISCURSIVA: (178264 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.
Enumeram as diferenças fundamentais das vias aéreas da criança em relação com as vias aéreas do adulto (0,5 pontos)


RATING: 3.21

Enumeram as diferenças fundamentais das vias aéreas da criança em relação com as vias aéreas do adulto (0,5 pontos)

As diferenças fundamentais das vias aéreas da criança:
  1. Cavidade oral pequena (0,0625 p)
  2. Lingua grande em relação ao orofaringe (0,0625 p)
  3. A angulação da mandibula é maior (0,0625 p) (140° no lactente e 120° no adulto) (0,0625 p)
  4. A epiglote é deformada em 'U' muito mais que no adulto (0,0625 p)
  5. A laringe está em posição mais cefálica (glote em C3 em lactentes e C5 e C6 em adultos) (0,0625 p)
  6. O anel cricóide é a parte mais estreita das vias aéreas em crianças abaixo de 10 anos (0,0625 p)
  7. A traquéia é mais curta (em recém-nascidos, 4 a 5 cm e aos 18 meses, 7 a 8 cm) (0,0625 p)

FONTE:

AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.21)

CASO CLINICO: (207747 votos)..........100% dos casos clinicos receberam votos.
M.M.S., 4 anos e 2 meses, sexo feminino, parda, natural e procedente da Bahia.

Queixa Principal:“Dor no peito e na barriga há 12 dias.” Mãe relata que há 12 dias a criança apresentou quadro álgico mais intenso em região para-esternal de tórax do que em abdome. Esta dor era intensa,  intermitente, sem irradiação e não cedia com o uso de dipirona (20 gts). Há 10 dias, passou a apresentar febre, não aferida, quase diária. Há 8 dias, passou a apresentar tosse produtiva, com expectoração amarelada.  

Revisão de Sistemas: Astenia, tosse produtiva, dor torácica e abdominal. Eliminações fisiológicas.

Antecedentes Fisiológicos:

Mãe: GII PII (NII ) A0 . Pré-natal – 5 consultas. Nega intercorrências durante a gestação. Parto hospitalar, a termo. Chorou ao nascer. Peso: 2600g. Apgar: ?   Comprimento: ?   Perímetro cefálico: ?  Nega intercorrências neonatais. Leite materno exclusivo até 2 meses de vida.  DNPM adequado.

Antecedentes Patológicos:

  3 internações prévias por crises álgicas e pneumonia.

  1 hemotransfusão. Nega alergias/intolerâncias.

  Calendário vacinal em dia.

Antecedentes Familiares:

Mãe (21 a), relata anemia ferropriva.  

Pai (46 a), hígido, tabagista e etilista leve. Não reside com a criança. Irmão falecido aos 2 anos por anemia falciforme. Prima: anemia falciforme.


Ectoscopia: BEG, hipocorada (2+/4), anictérica, acianótica, hidratada, afebril, ativa e reativa, consciente, orientada, emagrecida. Peso:15 Kg.
Oroscopia: dentes em bom estado de conservação, sem hiperemia.  Pele, mucosas e fâneros: sem alterações.  Gânglios: impalpáveis.  ACV: RCR 2T BNF s/ sopros. FC: 119 bpm  AP: MV rude, roncos e sibilos difusos. FR: 28 ipm  ABD: plano, normotenso, RHA presentes e normais, indolor à palpação, fígado à 2 cm do RCD e baço à 3 cm do RCE.  Ext: perfundidas e sem edema.

PERGUNTAS:

1) Qual é a suspeita diagnóstica? Justifique. (0,2 p)

2) Qual é a mais provável etiologia da infecção pulmonar, em relação com a doença de base, nesta faixa etária?  (0,1 p)

3) Qual é a atitude terapêutica frente a essa criança? (0,2 p)


RATING: 2.89

1) SUSPEITA DIAGNÓSTICA: A) ANEMIA FALCIFORME - Justificativa: antecedentes familiares, astenia, dor toracica, outras 3 internações prévias por crises álgicas e pneumonia. fígado à 2 cm do RCD e baço à 3 cm do RCE. (0,1 p) B) PNEUMONIA  febre, não aferida, quase diária. Há 8 dias, passou a apresentar tosse produtiva, com expectoração amarelada.  (0,1 p) 2) ETIOLOGIA DA INFECÇÃO PULMONAR: Como conseqüência da asplenia, haverá uma maior notadamente o Haemophilus influenzae tipo b (Hib) e o pneumococo10,11. O risco de infecção por este último em crianças com anemia falciforme menores de 5 anos é aproximadamente 30 a 100 vezes maior que em crianças saudáveis (0,1 p) 3) TRATAMENTO: Ampicilina sulbactam 500mg EV 6/6 - Novalgina 0,6 ml EV 6/6h intercalado com nimesulida - Nimesulida gts VO 12/12 hs - Prednisona 15mg VO 1x/dia. - NBZ  SF 0,9% - 3 ml +   Berotec 6 gts (0,2 p)

AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.89)




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