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SEMIOLOGIA DA GESTAÇÃO (ÁREA DE OBSTETRICA GINECOLOGIA)

Geralmente, hóje, o diagnostico de gravidez é beta-HCG e ultrassonografia. mas nem todas as unidades de saúde tem á disposição esses tipos de exames. Muitas vezes, o diagnostico tem que ser baseado em 3 tipos de sinais:

  • Sinais de certeza
  • Sinais de probabilidade
  • Evidência presuntiva

OBJETIVA: (985914 votos)..........95.72% das questões objetivas receberam votos.
Anemia hipocrômica microcítica pode ser encontrada nas seguintes situações:
A. Deficiência de ácido fólico
B. Talassemia menor
C. Hipotireoidismo
D. Deficiência de B12
E. Hipocloridria gástrica crônica

  RATING: 2.77

Anemia hipocrômica microcítica pode ser encontrada nas seguintes situações:

A. Deficiência de ácido fólico
INCORRETO: veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
B. Talassemia menor
CORRETO : As anemias microcíticas são caracterizadas pela diminuição do volume corpuscular médio (VCM) e estão geralmente relacionadas à diminuição da hemoglobina corpuscular média (HCM) e da concentração da hemoglobina corpuscular média (CHCM). As causas mais comuns são a anemia ferropriva, a anemia de doença crónica, síndromes talassêmicas e anemia sideroblástica. Entre os diagnósticos diferenciais das anemias micro/hipo, devem ser mencionadas as anemias ferroprivas, de doença crónica e sideroblástica e as talassemias.
C. Hipotireoidismo
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
D. Deficiência de B12
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto
E. Hipocloridria gástrica crônica
INCORRETO : veja o comentário da alternativa indicada pelo gabarito correto

Gabarito:  B

AVALIE ESSA QUESTÃO: (2.77)

DISCURSIVA: (175860 votos) ..........100% das questões discursivas receberam votos.

Discuta os aspectos epidemiológicos, de fatores de risco e patogênese genética do câncer urotelial de bexiga urinária.

  1. Descreva a distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça.  (Subtotal da questão 1 = 0,15 pontos)
  2. Liste e explique os principais fatores de risco ambientais e ocupacionais. (Subtotal da questão 2 = 0,15 p)
  3. Explique a ativação de oncogenes na patogênese. (Subtotal da questão 3 = 0,10 p)
  4. Detalhe a inativação de genes supressores e as principais alterações cromossômicas. (Subtotal da questão 4 = 0,10 p)




RATING: 3.19

Discuta os aspectos epidemiológicos, de fatores de risco e patogênese genética do câncer urotelial de bexiga urinária.

  1. Descreva a distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça.  (Subtotal da questão 1 = 0,15 pontos)
  2. Liste e explique os principais fatores de risco ambientais e ocupacionais. (Subtotal da questão 2 = 0,15 p)
  3. Explique a ativação de oncogenes na patogênese. (Subtotal da questão 3 = 0,10 p)
  4. Detalhe a inativação de genes supressores e as principais alterações cromossômicas. (Subtotal da questão 4 = 0,10 p)


1. Distribuição geográfica, posição global e diferenças por sexo/raça

  • As maiores taxas de incidência concentram-se na Europa Ocidental e na América do Norte; as menores são observadas na Ásia e em regiões menos desenvolvidas da África (0,04 p).
  • Globalmente, o câncer da bexiga ocupa a sétima posição entre as neoplasias mais frequentes e a décima terceira causa de morte por câncer (0,04 p).
  • No Brasil, constitui a segunda neoplasia mais frequente do trato geniturinário no homem, superada apenas pelo adenocarcinoma de próstata (0,04 p).
  • Nos países ocidentais, é 2,5 a 4 vezes mais frequente em homens do que em mulheres (provavelmente por maior exposição ao tabagismo e toxinas ambientais) e o mesmo padrão se repete nas mulheres (risco aumentado nas brancas em relação às negras) (0,02 p).
  • Diferenças raciais: brancos apresentam maior incidência e maior número de óbitos por carcinoma urotelial em comparação aos negros (inverso do observado nos tumores geniturinários em geral) (0,01 p).

2. Principais fatores de risco ambientais e ocupacionais

  • Tabagismo é o fator de risco mais importante e mais bem estudado; quem fuma tem de duas a quatro vezes mais chance de desenvolver a doença; quanto maior a quantidade e o tempo de tabagismo, maior a associação; os agentes responsáveis são principalmente as alfa- e beta-naftilaminas, que são absorvidas, eliminadas na urina e ficam em contato direto com o urotélio, causando dano celular repetido (0,05 p).
  • Exposição ocupacional responde por parcela significativa dos casos (15% a 35% em homens e 1% a 6% em mulheres); profissionais das indústrias de tintas, borracha e petróleo estão expostos a carcinógenos como benzidina, beta-naftilamina e 4-aminobifenil; esses compostos têm período de latência longo (0,04 p).
  • Medicamentos – ciclofosfamida, ao ser metabolizada, libera produtos tóxicos que irritam o urotélio e favorecem a malignidade (0,03 p).
  • Outros fatores – qualquer situação que cause trauma físico repetido ao urotélio (infecções urinárias crônicas, instrumentação repetida da bexiga ou presença de cálculos) aumenta o risco de transformação maligna; a ingestão de adoçantes artificiais não confirmou associação em estudos recentes (0,03 p).

3. Ativação de oncogenes na patogênese

  • O processo é multifatorial e envolve duas grandes vias que se complementam: ativação de oncogenes e inativação de genes supressores (0,03 p).
  • Oncogenes, quando ativados de forma anormal, estimulam a célula a se multiplicar exageradamente (0,02 p).
  • No câncer de bexiga, o oncogene p21 (c-Ha-ras) está ativado em pelo menos 50% dos casos; ocorre ativação aberrante de GTPase de membrana, levando a proliferação nuclear descontrolada e perda da diferenciação celular (a célula “esquece” sua função normal e torna-se imatura) (0,03 p).
  • Essa alteração é mais comum em tumores de alto grau e em áreas de displasia, mas raramente aparece em tumores de baixo grau (0,02 p).
  • Outros oncogenes frequentemente envolvidos: Erb-2, EGFR, MDM2, C-MYC e CCND1 (0,01 p).

4. Inativação de genes supressores e alterações cromossômicas

  • Genes supressores atuam como “freios” da multiplicação celular; quando inativados ou perdidos, a célula perde o controle e pode tornar-se imortal (0,03 p).
  • O gene p53 (o mais alterado em todos os cânceres humanos) é o exemplo clássico; a proteína p53 normal reconhece células com danos genéticos e dispara apoptose; quando mutado, a apoptose falha e as células danificadas sobrevivem e acumulam mutações (0,03 p).
  • No câncer de bexiga, mutação de p53 está presente em tumores primários, recidivas e tumores do trato urinário superior e associa-se a tumores mais agressivos e músculo-invasivos (0,02 p).
  • Deleção do braço curto do cromossomo 17 (onde fica o p53) ocorre em mais de 60% dos tumores invasivos, mas quase nunca nos tumores superficiais (0,01 p).
  • Outra alteração muito frequente e precoce é a perda de material do cromossomo 9 (contém genes reguladores p21, p27/KIP1 e p16); aparece tanto em tumores de alto quanto de baixo grau e é encontrada em todos os tumores multifocais, reforçando a ideia de doença difusa do urotélio (0,01 p).


FONTE:

CÂNCER DE VESICA URINARIA (PLATAFORMA MISODOR)


AVALIE ESSA QUESTÃO: (3.19)

CASO CLINICO: (204252 votos)..........99.48% dos casos clinicos receberam votos.
Um menino de 8 anos é trazido à consulta médica com história de perda de peso há 2 meses. Há 1 mês, iniciou edema e dor no joelho direito e no tornozelo esquerdo, que dificultam a deambulação e são mais intensos no período da manhã. Ao exame físico, FC= 110 bpm, FR = 32 irpm, Tax = 38,5 ºC, descorado (2+/4+), eritema na face, úlceras no palato, murmúrio vesicular positivo diminuído nas bases, bulhas rítmicas hipofonéticas sem sopros, fígado a 4 cm do rebordo costal direito, baço a 2 cm do rebordo costal esquerdo, edema e calor no joelho direito e no tornozelo esquerdo, além de petéquias disseminadas. Hb = 9,3 g/dl, Ht = 26%, leucócitos = 2.900 mm3 (bastões 1%, segmentados 80%, linfócitos 15%, eosinófilos 2% e monócitos 2%), urina= hemácias >100/campo, dimorfismo presente e proteína (3+/4+).

a) Que hipótese diagnóstica será considerado como muito provável?......................0,15 pontos
b) Cite 3 dados de história, exame físico ou exame laboratorial que justificam a sua hipótese........0,35 pontos





RATING: 2.91

a) Hipótese diagnóstica: Lúpus Eritematoso Sistêmico. (0.150)

b) Dados justificadores:

  • Eritema malar na face, característico de rash cutâneo autoimune. (0.100)
  • Dor e edema articular matinal em joelho direito e tornozelo esquerdo, indicativos de artrite inflamatória. (0.100)
  • Hematúria glomerular com dimorfismo e proteinúria significativa, sugestivos de nefrite lúpica. (0.150)


Na presente resposta, a hipótese de LES é ancorada em critérios classificatórios atualizados, com ênfase em manifestações mucocutâneas, articulares e renais, que compõem o espectro clássico pediátrico, frequentemente mais agressivo que no adulto, demandando diagnóstico precoce para minimizar dano orgânico cumulativo.


AVALIE ESSE CASO CLINICO: (2.91)




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